Mickely Liuti Dealis

Bolsista de Iniciação Científica do CNPq

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  • Última atualização do currículo em 28/10/2018


Graduanda do curso de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Atualmente estagiária de iniciação científica do Laboratório de Ecologia Microbiana (LEM) na área de microbiologia, com ênfase em produção, purificação, caracterização de compostos com atividade antimicrobiana extraídas a partir do metabolismo secundário de microrganismos, possuindo também experiência como estagiária do Departamento de Bioquímica e Biotecnologia da UEL. Participou como monitora nos anos de 2016 e 2017 do projeto de extensão Desvendando o Corpo Humano da UEL. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Mickely Liuti Dealis
Nome em citações bibliográficas
DEALIS, M. L.;MICKELY L. DEALIS;MICKELY DEALIS

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Departamento de Microbiologia.
AC Jardim Bandeirante
Jardim Portal de Versalhes 1
86057970 - Londrina, PR - Brasil
Telefone: (43) 30391286


Formação acadêmica/titulação


2015
Graduação em andamento em Ciências Biológicas.
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2012 - 2014
Ensino Médio (2º grau).
Escola Estadual Sebastião Villaça, EESV, Brasil.




Formação Complementar


2018 - 2018
Guia para a Produção de Conteúdos EAD. (Carga horária: 20h).
Ministério do Meio Ambiente, MMA, Brasil.
2018 - 2018
Guia de Saúde Mental. (Carga horária: 4h).
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2018 - 2018
Metodologia Científica. (Carga horária: 30h).
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2018 - 2018
Uso de Plantas Medicinais/ Fitoterápicos para Agentes Comunitários de Saúde. (Carga horária: 60h).
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2018 - 2018
Tutoria online. (Carga horária: 80h).
Associação Brasileira de Educação Online, ABELINE, Brasil.
2017 - 2017
I CICLO DE OFICINAS PARA CAPACITAÇÃO DE MONITORES DE PROJETOS DE EXTENSÃO E. (Carga horária: 24h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2016 - 2016
Microbioma: integrando novas ferramentas na Microbiologia clássica. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2016 - 2016
Bioinformática, estratégias da biologia molecular aplicadas à biotecnologia. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2016 - 2016
Plantas Medicinais. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2016 - 2016
Primeiros Socorros no Cotidiano. (Carga horária: 3h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2015 - 2015
Desenvolvimento e inovação de produtos naturais. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2015 - 2015
Produção de mudas de espécies nativas e restauração de áreas degradadas. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2015 - 2015
Bioprospecção de microorganismos: do cultivo a metagenômica. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2011 - 2014
Inglês. (Carga horária: 300h).
Wizard Brasil, WIZARD, Brasil.
2012 - 2013
Secretariado. (Carga horária: 150h).
EasyComp, EC, Brasil.
2011 - 2012
Informática. (Carga horária: 150h).
EasyComp, EC, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2016 - 2016
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20



Projetos de pesquisa


2018 - Atual
AVALIAÇÃO DO POTENCIAL INIBITÓRIO DE METABÓLITOS DE PSEUDOMONAS AERUGINOSA SOBRE SCLEROTINIA SCLEROTIORUM
Descrição: SCLEROTINIA SCLEROTIORUM (LIB.) DE BARY É UM FUNGO FILAMENTOSO COSMOPOLITA E NECROTRÓFICO, CAUSADOR DA DOENÇA CONHECIDA COMO MOFO BRANCO OU PODRIDÃO BRANCA, QUE É VEICULADA PELO SOLO. AS CARACTERÍSTICAS DA DOENÇA SÃO O DESENVOLVIMENTO DE MICÉLIO BRANCO, EM CAULE E FRUTOS, E AS FORMAS DE RESISTÊNCIA DO FUNGO, OS ESCLERÓDIOS, SÃO AGREGADOS DE HIFAS COM CAMADA EXTERIOR CONTENDO MELANINA. O FUNGO PODE PASSAR ATÉ 90% DE SEU CICLO DE VIDA NA FORMA DE ESCLERÓDIO EM SOLO, SOBREVIVENDO POR ATÉ 8 ANOS, OU ATÉ O MOMENTO EM QUE ENCONTRA CONDIÇÕES ADEQUADAS (ALTA UMIDADE, TEMPERATURA AMENA, 18 A 22 ºC, E LUMINOSIDADE MODERADA) PARA A GERMINAÇÃO. UMA ESTRATÉGIA PARA SUBSTITUIÇÃO DESTES COMPOSTOS SINTÉTICOS E AINDA CONTROLAR AS PERDAS NA AGRICULTURA OCASIONADA PELA AÇÃO DE FUNGOS PATOGÊNICOS, É A UTILIZAÇÃO DE COMPOSTOS NATURAIS DE ORIGEM MICROBIANAS COMO AGENTES MICROBICIDAS. OS MICRORGANISMOS PRODUTORES DE COMPOSTOS COM ATIVIDADES ANTIMICROBIANAS EXERCEM FUNÇÕES EXTREMAMENTE IMPORTANTES NA MANUTENÇÃO DA POPULAÇÃO MICROBIANA NO AMBIENTE, NESTE SENTIDO, SÃO CONSIDERADOS FONTES DE GRANDE IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS. PSEUDOMONAS AERUGINOSA É UMA BACTÉRIA ALTAMENTE ADAPTÁVEL QUE PODE COLONIZAR DIVERSOS NICHOS AMBIENTAIS, INCLUINDO SOLOS, HABITATS MARINHOS, PLANTAS, ANIMAIS, E PARTICULARMENTE O HOMEM, COMO UM AGENTE PATOGÊNICO OPORTUNISTA. UMA DAS RAZÕES PELAS QUAIS A P. AERUGINOSA HABITA VÁRIOS AMBIENTES PARECE SER DEVIDO AS FUNÇÕES ESPECÍFICAS DE INTERAGIR COM OUTRAS BACTÉRIAS. UM SISTEMA DE EXCELÊNCIA, QUE CONTRIBUI PARA A SUA INTERAÇÃO ENTRE ESPÉCIES, É O ?QUORUM SENSING?. ESTA PROPOSTA DE PROJETO TEM COMO PRINCIPAL OBJETIVO O ISOLAMENTO DE COMPOSTOS OU SUBSTÂNCIAS DO METABOLISMO SECUNDÁRIO DE PSEUDOMONAS AERUGINOSA CEPA LV PARA CONTROLE DE S. SCLEROTIORUM, UM FUNGO FILAMENTOSO RESPONSÁVEL POR PERDAS ANUAIS DE MUITAS CULTURAS ECONOMICAMENTE IMPORTANTES, INCLUINDO A SOJA E O FEIJÃO. METABÓLITOS SECUNDÁRIOS DE PSEUDOMONAS AERUGINOSA SERÃO EXTRAÍDOS POR PARTIÇÃO LÍQUIDO-LÍQUIDO E PURIFICADOS POR CROMATOGRAFIAS A VÁCUO, PREPARATIVA E LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA. PARA A CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA DAS MOLÉCULAS ISOLADAS SERÃO UTILIZADAS TÉCNICAS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR, ESPECTROMETRIA DE MASSAS, ESPECTROSCOPIA NO UV/VIS, INFRAVERMELHO, DICROÍSMO CIRCULAR E POLARIMETRIA SE NECESSÁRIO. O MONITORAMENTO DA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA SERÁ REALIZADO EM TODAS AS ETAPAS DOS FRACIONAMENTOS E PURIFICAÇÃO FINA DOS BIOATIVOS POR DISCO DIFUSÃO. A CONCENTRAÇÃO INIBITÓRIA MÍNIMA EM ÁGAR DE HIFAS E ESCLERÓDIOS, ASSIM COMO AVALIAÇÃO DA GERMINAÇÃO CARPOGÊNICA EM GERBOX SERÃO AVALIADOS NA PRESENÇA DA FRAÇÃO ANTIFÚNGICA. A FRAÇÃO COM POTENCIAL INIBITÓRIO SERÁ SUBMETIDA A TESTES DE ESTRESSE OXIDATIVO NO FUNGO, COM A QUANTIFICAÇÃO DE PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO E DE MALONDIALDEÍDO; E DA AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE RESPOSTAS ANTIOXIDATIVAS (SUPERÓXIDO DISMUTASE E CATALASE). PARA VERIFICAR ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS FÚNGICAS SERÃO REALIZADAS MICROSCOPIAS DE VARREDURA E TRANSMISSÃO. ESPERA-SE OBTER FRAÇÕES E/OU MOLÉCULAS PURAS COM ALTA CAPACIDADE DE INIBIÇÃO DE CRESCIMENTO MICELIAL E, PRINCIPALMENTE, DA CAPACIDADE DE GERMINAÇÃO DE ESCLERÓDIOS DE S. SCLEROTIORUM, E QUE TENHAM POTENCIAL DE SEREM UTILIZADAS EM PROGRAMAS DE CONTROLE BIOLÓGICO.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2018 - Atual
ELABORAÇÃO DE UM LIVRO DIDÁTICO DE EMBRIOLOGIA COMPARADA PARA O ENSINO SUPERIOR
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE METABOLITOS EXTRACELULARES DE PSEUDOMONAS AERUGINOSA NA INDUÇÃO DE RESISTÊNCIA EM TOMATEIRO (SOLANUM LYCOPERSICUM) CONTRA PECTOBACTERIUM CAROTOVORUM SUBSP. CAROTOVORUM E RALSTONIA SOLANACEARUM
Descrição: Dentre as alternativas de controle livres de resíduos de agroquímicos, o controle biológico se destaca como uma promissora alternativa no combate a fitopatógenos, com a utilização de agentes biológicos (fungos, bactérias, vírus, insetos e nematóides), inimigos naturais. Tais agentes estão naturalmente presentes no ambiente dessas culturas, tendo papel antagonista e impedindo a progressão da doença. Essa estratégia se baseia na competição por espaço ou nutrientes, indução de resistência ou produção de metabólitos com atividade antibiótica, aplicados a partir de esporos, células vegetativas ou metabólitos, além de possuírem um amplo espectro de ação (raaijmakers, 2002; andrade, 2004; oliveira, 2008). Além disso, há evidência da capacidade da planta em desenvolver resistência sistêmica a doenças em decorrência do contato com o patógeno ou quando influenciada por uma substância denominada estimulador, após o contato pode haver a formação de substâncias de defesa ou propriedades da planta, tais como inibidores pré-formadores do crescimento ou barreiras estruturais contra a penetração dos patógenos. A resistência sistêmica está dividida em duas classificações, a rsa - resistência sistêmica adquirida e a rsi ? resistência sistêmica induzida, sendo fenômenos distintos, mas fenotipicamente semelhantes. A indução de mecanismos de defesa é decorrente a exposição a um agente indutor, o termo adquirido refere-se a um elicitor patogênico ou parasita, já o termo induzido se refere a um agente benéfico, simbionte ou abiótico (contath, 2011). As moléculas indutoras de defesa das plantas podem apresentar duas origens, exógenas e endógenas, variando de acordo com o patógeno e sua localização. Dentre essas moléculas destacam-se as proteínas: as lectinas, inibidores de proteases serínicase cisteínicas, polifenoloxidases (pfo), peroxidases (pox), fenilalanina-amônia-liase (fal) e as proteínas relacionadas à patogênese (pr) (pinto et al., 2011). A síntese de proteínas relacionadas à patogênese, proteínas pr, talvez seja a mais evidente alteração ocorrida no vegetal decorrente da interação planta-patógeno. As proteínas pr são classificadas em cinco grupos, mas todas solúveis em meio ácido, com baixo peso molecular e resistem a proteases, enzimas que decompõem proteínas (guzo, 2004). O aumento na atividade de enzimas de defesa induzida por elicitores permanece no tecido vegetal mesmo após o tratamento com o patógeno virulento, nesse caso o tratamento prévio com o indutor de resistência predispõe as plantas..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
INCIDÊNCIA DE FUNGOS EM ALHOS COMERCIALIZADOS NO BRASIL E IDENTIFICAÇÃO TAXONÔMICA E POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE MICOTOXINAS E ENZIMAS EXTRACELULARES EM ISOLADOS DA SEÇÃO NIGRI
Descrição: O ALHO, UM PRODUTO BASTANTE UTILIZADO NA ALIMENTAÇÃO CONSTITUI-SE EM FATOR DE RISCO À SAÚDE HUMANA, PELO FATO DE PODER SER CONTAMINADO POR MICRORGANISMOS COMO OS FUNGOS. AS ETAPAS PÓS-COLHEITA, INCLUINDO MÉTODOS DE COMERCIALIZAÇÃO, SÃO FATORES FAVORÁVEIS AO DESENVOLVIMENTO DESTES MICRORGANISMOS, REDUZINDO A QUALIDADE DO PRODUTO. A CONTAMINAÇÃO DO ALHO PODE OCORRER POR ALGUMAS ESPÉCIES DE FUNGOS COMO AS DO GÊNERO ASPERGILLUS, QUE PODEM PRODUZIR MICOTOXINAS COMO OCRATOXINAS, AFLATOXINAS E FUMONISINAS, METABÓLITOS SECUNDÁRIOS NATURALMENTE PRODUZIDO PELO FUNGO. ESTAS MICOTOXINAS QUANDO INGERIDAS PODEM PRODUZIR EFEITOS TÓXICOS COMO NEFROTOXICIDADE, HEPATOTOXICIDADE, IMUNOSSUPRESSÃO E GENOTOXICIDADE, POR SEREM CUMULATIVAS NA CADEIA ALIMENTAR, DECORRENTE DE SUAS PROPRIEDADES TERMOESTÁVEIS. EMBORA AINDA EXISTAM POUCOS RELATOS DESCRITOS NA LITERATURA, RELATIVOS À PRESENÇA DE FUNGOS DO GÊNERO ASPERGILLUS EM ALHO, AS ESPÉCIES COMUMENTE ENCONTRADAS NESTE PRODUTO SÃO PERTENCENTES À SECÇÃO NIGRI E FLAVI. A TAXONOMIA DE AMBAS AS SECÇÕES É DINÂMICA E COM MUDANÇAS FREQUENTES DE NOMENCLATURA, PELO FATO DAS ESPÉCIES APRESENTAREM MORFOLOGIA BASTANTE SUTIL E A DISCRIMINAÇÃO REQUER NA MAIORIA DAS VEZES A ANÁLISE DE CARACTERES MOLECULARES. ALIADO À DIFICULDADE DE IDENTIFICAÇÃO, ESTÁ O FATO DE ALGUMAS ESPÉCIES DIFERIREM QUANTO À CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE MICOTOXINAS. EM CONTRASTE, FUNGOS DO GÊNERO ASPERGILLUS SÃO CONHECIDOS COMO BONS PRODUTORES DE ENZIMAS EXTRACELULARES COMO AMILASES E LIPASES. A IDENTIFICAÇÃO DAS ESPÉCIES FÚNGICAS ALIADA À SUA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE MICOTOXINAS, SERIA DE GRANDE UTILIDADE A FIM DE CONHECER QUAIS SÃO AS ESPÉCIES CONTAMINANTES DESTE PRODUTO ALIMENTAR E QUAIS LINHAGENS NÃO PRODUZEM MICOTOXINAS. ESTA INFORMAÇÃO, PERMITIRÁ SELECIONAR LINHAGENS NÃO PRODUTORAS DE MICOTOXINAS, QUE SEJAM BOAS PRODUTORAS DE ENZIMAS EXTRACELULARES, MUITAS DAS QUAIS PODERÃO SER APLICADAS NA BIOTECNOLOGIA..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA DE METABÓLITOS SECUNDÁRIOS DE PSEUDOMONAS AERUNGINOSA (CEPA LV) CONTRA RHIZOCTONIA SOLANI
Descrição: EM AMBIENTES ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADOS, VÁRIOS ORGANISMOS SUPRIMEM O CRESCIMENTO DE FUNGOS SAPROFÍTICOS ATRAVÉS DA COMPETIÇÃO POR NUTRIENTES E BIOSSÍNTESE DE ANTIFÚNGICOS, BENEFICIANDO ESPÉCIES VEGETAIS. OS BACILOS GRAM-NEGATIVOS PSEUDOMONAS AERUGINOSA SÃO UM EXEMPLO DE BACTÉRIAS BENÉFICAS ÀS PLANTAS. NA RIZOSFERA ESSAS BACTÉRIAS SINTETIZAM DIVERSOS METABÓLITOS SECUNDÁRIOS QUE PODEM INDUZIR RESISTÊNCIA SISTÊMICA EM VEGETAIS. P. AERUGINOSA TAMBÉM PRODUZEM FENAZINAS E SEUS DERIVADOS, QUE INIBEM O CRESCIMENTO DE FITOPATÓGENOS, CONFERINDO PROTEÇÃO À PLANTA. ALÉM DISSO, OUTROS COMPOSTOS DENOMINADOS SIDERÓFOROS SÃO LIBERADOS POR ESSAS BACTÉRIAS. OS SIDERÓFOROS AUMENTAM O TRANSPORTE DE ÍONS METÁLICOS COMO CU, ZN, FE, MG, PARA AS RAÍZES, ONDE SÃO INCORPORADOS, PROMOVENDO CRESCIMENTO VEGETAL. ATRAVÉS DE ESTUDOS REALIZADOS ANTERIORMENTE, P. AERUGINOSA CEPA LV, SINTETIZA DOIS METABÓLITOS DENOMINADOS FENAZINA CARBOXÍLICA ÁCIDA E FLUOPSINA C, AMBOS COM ATIVIDADE ANTIFÚNGICA. O OBJETIVO GERAL DESSE TRABALHO É AVALIAR SE, ALÉM DESSES, EXISTEM OUTROS COMPOSTOS ANTIFÚNGICOS, PRODUZIDO PELA CEPA LV. O OBJETIVO ESPECÍFICO DESSE TRABALHO É APERFEIÇOAR A EXTRAÇÃO, PARA MELHOR OBTENÇÃO DESSES COMPOSTOS. PARA AVALIAR A ATIVIDADE ANTIFÚNGICA SERÁ UTILIZADO O FUNGO DA ESPÉCIE RHIZOCTONIA SOLANI, ISOLADA DE RAIZ DE TABACO. A CEPA LV SERÁ CULTIVADA EM CALDO NUTRIENTE INCREMENTADO POR CUCL, A EXTRAÇÃO SERÁ REALIZADA POR PARTIÇÃO LÍQUIDO-LÍQUIDO COM OS SOLVENTES ORGÂNICOS DICLOROMETANO E CLOROFÓRMIO. A PURIFICAÇÃO DOS COMPOSTOS SERÁ REALIZADA POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA A VÁCUO, CROMATOGRAFIA FLASH E POR HPLC (CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA). A ATIVIDADE ANTIFÚNGICA DOS COMPOSTOS SERÁ AVALIADA ATRAVÉS DO TESTE DE ÁGAR DISCO DIFUSÃO.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
AVALIAÇÃO CITOLÓGICA E DA ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DO METALO-ANTIBIÓTICO (LEMICINA) EM COELHOS PRODUZIDO POR PSEUDOMONAS AERUGINOSA (PATENTE PI0803350-1 ? INPI 12/09/2009) SOBRE ISOLADOS CLÍNICOS MULTIRRESISTENTES
Descrição: NOVOS FÁRMACOS DE AÇÃO ANTIMICROBIANA PARA O CONTROLE DAS BACTÉRIAS RESISTENTES DEVEM SER ENCONTRADOS DEVIDO AO CRESCENTE SURGIMENTO DE CEPAS MULTIRRESISTENTES AOS ANTIBIÓTICOS DISPONÍVEIS NO MERCADO, PARA QUE OCORRA A REDUÇÃO DA MORBIMORTALIDADE E O TEMPO DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR ASSIM COMO O CUSTO DE TRATAMENTO DESTES PACIENTES COM INFECÇÕES. NO LABORATÓRIO DE ECOLOGIA MICROBIANA, ESTAMOS ESTUDANDO HÁ MAIS DE 10 ANOS O ISOLAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE CEPAS QUE PRODUZEM ANTIBIÓTICOS, E A SUA PURIFICAÇÃO PARA O CONTROLE DE BACTÉRIAS FITOPATOGÊNICAS E ISOLADOS CLÍNICOS BACTERIANOS QUE CAUSAM INFECÇÃO HOSPITALAR. OS RESULTADOS ATÉ O MOMENTO DEMONSTRARAM QUE QUANTO MAIOR O NÍVEL DE PURIFICAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS, MAIOR É O EFEITO NO CONTROLE DAS CEPAS PATOGÊNICAS. AS FRAÇÕES COM ATIVIDADE ANTIBIÓTICA JÁ FORAM CARACTERIZADAS E ESTÃO SENDO TESTADAS NOS MAIS IMPORTANTES GRUPOS DE BACTÉRIAS MULTIRRESISTENTES, TAIS COMO ENTEROCOCCUS SP. RESISTENTES A VANCOMICINA (VRE), BACTÉRIAS PRODUTORAS DE BETALACTAMASES E CARBOPENICILINASES (KPC) E STAPHYLOCOCCUS RESISTENTES A METICILINA (MRSA). NO ENTANTO, POUCO SE CONHECE SOBRE A FORMA DE AÇÃO DESTE COMPOSTO NO CONTROLE DE BACTÉRIAS MULTIRRESISTENTES EM COELHOS PREVIAMENTE INFECTADOS. A DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO INIBITÓRIA MÍNIMA E A FORMA DE AÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS NA ULTRAESTRUTURA DAS CÉLULAS DE ÓRGÃOS DO ANIMAL TRATADO, SÃO INFORMAÇÕES RELEVANTES PARA O DETERMINAR O POTENCIAL TERAPÊUTICO DO COMPOSTO. ESPERA-SE TAMBÉM NO TÉRMINO DESTE PROJETO, MELHORAR A PRODUÇÃO E QUALIDADE DAS SUBSTÂNCIAS ANTIBIÓTICAS PRODUZIDAS PELAS CEPAS DE P. AERUGINOSA..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (5) .
Integrantes: Mickely Liuti Dealis - Integrante / Ane Simionato - Integrante / Galdino Andrade Filho - Coordenador / Miguel Octavio Pérez Navarro - Integrante / Erika Tyemi Goya Niekawa - Integrante / Igor Matheus Oliveira Santos - Integrante / Janaina Emiliano - Integrante / Fluvio Modolon da Silva - Integrante / ANDRÉ BARAZETTI - Integrante.
2017 - Atual
BIOSSÍNTESE, PURIFICAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO ESTRUTURAL, SÍTIO DE AÇÃO, ATIVIDADE ANTIMICROBIANA E ANTIBIOFILME DE COMPOSTOS HETEROCÍCLICOS NITROGENADOS DE BAIXO PESO MOLECULAR DE ORIGEM MICROBIANA CONTRA ACINETOBACTER BAUMANNII E CANDIDA SPP.
Descrição: EMBORA ALGUMAS PESSOAS ESTÃO EM MAIOR RISCO DO QUE OUTRAS, NINGUÉM PODE EVITAR COMPLETAMENTE O RISCO DE INFECÇÕES POR MICRORGANISMOS RESISTENTES AOS ANTIBIÓTICOS, PRINCIPALMENTE EM AMBIENTES HOSPITALARES. AS INFECÇÕES POR MICRORGANISMOS RESISTENTES SÃO DIFÍCEIS DE TRATAR, EXIGINDO ALTERNATIVAS CARAS E ÀS VEZES TÓXICAS. DENTRE AS ALTERNATIVAS NECESSÁRIAS PARA O COMBATE DESTE CENÁRIO MUNDIAL, DESTACAM AS COMBINAÇÕES TERAPÊUTICAS ANTIMICROBIANAS E A BIOSSÍNTESE DE NOVOS ANTIBIÓTICOS E PRODUTOS ANTISSÉPTICOS, DESINFETANTES E / OU ESTERILIZANTES. OS PRODUTOS NATURAIS, PRINCIPALMENTE OS DE ORIGEM MICROBIANA, TÊM SIDO UMA FONTE RICA PARA A DESCOBERTA DE DROGAS DESDE OS PRIMÓRDIOS DA ANTIBIOTICOTERAPIA. ESTES COMPOSTOS EVOLUÍRAM NO SISTEMA PARA ROMPER AS BARREIRAS DE PENETRAÇÃO NAS BACTÉRIAS ALVO, E NA MAIORIA DAS VEZES, DIFICULTANDO O SURGIMENTO DE RESISTÊNCIA. APESAR DE SER DETENTOR DE IMENSA BIODIVERSIDADE, RECURSOS MICROBIANOS EXTREMAMENTE ABUNDANTES E DE POSSUIR UMA INDÚSTRIA QUÍMICA RAZOAVELMENTE DIVERSIFICADA, NÃO SE TEM PATENTES CONCEDIDAS A UM ANTIMICROBIANO GENUINAMENTE BRASILEIRO, EMBORA LUCROS BILIONÁRIOS TENHAM SIDO OBTIDOS POR EMPRESAS FARMACÊUTICAS MULTINACIONAIS BASEADAS EM INOVAÇÕES ADVINDAS DE SUBSTÂNCIAS NATURAIS, MUITAS DAS QUAIS DE ORIGEM BRASILEIRA. NESTE PROJETO PROPOMOS ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM NOVO FÁRMACO DE ORIGEM NATURAIS COM ATIVIDADE ANTIMICROBIANA E ANTIBIOFILME CONTRA BACTÉRIAS E LEVEDURAS MULTIRRESISTENTES. USO DE TÉCNICAS DE CROMATOGRAFIAS, ESPECTROSCOPIAS, ANÁLISES MOLECULARES E MICROSCOPIAS, ALÉM DE ENSAIOS IN VIVO EM MODELOS ALTERNATIVOS À EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL, SÃO TÉCNICAS PROPOSTAS PARA ATINGIR O OBJETIVO DA PROPOSTA. DESTA FORMA, PODEREMOS CONTRIBUI COM O RESSURGIMENTO DA MICROBIOLOGIA DOS PRODUTOS NATURAIS DE ORIGEM MICROBIANA COMO FÁRMACOS ANTIBIÓTICOS EFETIVOS NA GUERRA CONTRA A RESISTÊNCIA ANTIBIÓTICA. NO LABORATÓRIO DE ECOLOGIA MICROBIANA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA, ESTAMOS ESTUDANDO HÁ MAIS DE 10 ANOS O METABOLISMO MICROBIANO COMO FONTE DE BIOATIVOS. O CENÁRIO MUNDIAL SOBRE A RESISTÊNCIA A ANTIBIÓTICOS E OS RESULTADOS PRELIMINARES OBTIDOS ATÉ O MOMENTO CONTRA ISOLADOS MULTIRRESISTENTES DE KLEBSIELLA PNEUMONIAE PRODUTORAS DE CARBAPENEMASE, ACINETOBACTER BAUMANNII RESISTENTE AOS CARBAPENÊMICOS E DIFERENTES ESPÉCIES DE CANDIDA, ALÉM DA ATIVIDADE NA INIBIÇÃO DE PRODUÇÃO DE EXOPOLISSACARÍDEOS EM FUNGOS, SUBSIDIA ESTA PROPOSTA DE PESQUISA. COLABORANDO COM A NECESSIDADE MUNDIAL DE SE ENCONTRAR NOVAS CLASSES E OU MOLÉCULAS ANTIMICROBIANAS PARA O FUTURO DA ANTIBIOTICOTERAPIA.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (5) .
Integrantes: Mickely Liuti Dealis - Integrante / Ane Simionato - Integrante / Galdino Andrade Filho - Coordenador / Gabriel Liuti - Integrante / Erika Tyemi Goya Niekawa - Integrante / Admilton Gonçalves de Oliveira - Integrante / Igor Matheus Oliveira Santos - Integrante / Janaina Emiliano - Integrante / Fluvio Modolon da Silva - Integrante / ANDRÉ BARAZETTI - Integrante / Maria Luiza Abreu de Jesus - Integrante / Ana Paula Costa Jovalente - Integrante.
2017 - Atual
PURIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS PRODUZIDAS PELA PSEUDOMONAS AERUGINOSA CEPA LV E AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIBIÓTICA CONTRA MICRORGANISMOS PRODUTORES DE KPC
Descrição: Após o surgimento e disseminação das β-lactamases de amplo espectro em membros da família Enterobacteriaceae, os antibióticos carbapenêmicos têm sido considerados a terapia de escolha. Com o surgimento de microrganismos resistentes a essa classe de antimicrobianos, surgiu à necessidade de um novo antibiótico que atue no combate dessas infecções. A ocorrência de microrganismos produtores da enzima KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase) possui importante papel no atual cenário da resistência microbiana aos antibióticos. Produtos biológicos com atividade antibiótica, com alta ação de controle da doença, obtidos do metabolismo secundário de Pseudomonas aeruginosa (cepa LV) tem demonstrado resultados promissores para o controle de patógenos hospitalares. O objetivo deste trabalho é a purificação do composto antimicrobiano produzido pela cepa LV, através de métodos cromatográficos, além da avaliação da ação antibiótica do composto frente a cepas produtoras da enzima KPC isoladas do Hospital Universitário de Londrina, Paraná..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (5) .
Integrantes: Mickely Liuti Dealis - Integrante / Ane Simionato - Integrante / Galdino Andrade Filho - Coordenador.
2016 - 2016
IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL LIPOLÍTICO DE LINHAGENS DE ASPERGILLUS NIGER
Descrição: Lipases (EC. 3.1.1.3) são enzimas cuja ação ocorre sob ligações éster de vários compostos com acilgliceróis como substratos naturais. As lipases apresentam grande importância biotecnológica, sendo produzidas por animais, plantas e micro-organismos, com os últimos destacando-se quanto à produção industrial devido à sua estabilidade, seletividade e ampla especificidade pelo substrato. Diversas espécies de fungos filamentosos são bons produtores de lipases destacando-se Aspergillus niger, cuja produção de lipases tem grande importância comercial. Diante disso, o presente estudo selecionou 18 linhagens de A. niger, previamente isoladas de frutas secas e castanhas do Brasil, caracterizadas como não produtoras de ocratoxina A e fumonisina B2. Estas linhagens foram avaliadas quanto ao potencial de produção de lipases em meio de cultura, contendo Tween 20 como substrato. As linhagens foram cultivadas por 4 dias a 28°C, seguido por incubação por 12 horas a 4°C, antes da avaliação da presença ou ausência de halos de degradação. Este procedimento foi realizado em triplicata experimental. A avaliação do potencial de produção de lipases foi determinada por método semiquantitativo através do índice Enzimático (IE) ? (diâmetros da colônia + halo de degradação / diâmetro da colônia). Linhagens com IE maior ou igual a dois foram consideradas candidatas satisfatórias a análises posteriores. Os resultados permitiram verificar que as dezoito linhagens de A. niger apresentaram potencial lipolítico. No entanto, quatro linhagens (CB 1551; UV 10.124; UV 2.3 e FS 500) se destacaram apresentando os maiores IE (2,7; 2,6; 2,6 e 2,6; respectivamente). As linhagens foram selecionadas para avaliações posteriores com o intuito de serem disponibilizadas à finalidades industrial e biotecnológica..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Mickely Liuti Dealis - Integrante / Daniele Sartori - Coordenador.
2016 - Atual
BIOATIVOS DE ORIGEM MICROBIANA PARA CONTROLE DE BIOFILME E CONTAMINAÇÃO BACTERIANA NA PRODUÇÃO DO ETANOL COMBUSTÍVEL
Descrição: AVANÇOS TECNOLÓGICOS RELACIONADOS A PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS COMO O ETANOL SÃO DESAFIOS IMPORTANTES A SEREM CONQUISTADOS, DADA À ALTA DEMANDA ENERGÉTICA, À DEPENDÊNCIA DO PETRÓLEO E O IMPACTO AMBIENTAL CAUSADO PELO USO DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS. A PRODUÇÃO DO ETANOL NO BRASIL É FEITA POR FERMENTAÇÃO DO CALDO DE CANA EM DORNAS ABERTAS. ESSE SISTEMA BENEFICIA A CONTAMINAÇÃO BACTERIANA, QUE PODEM CAUSAR QUEDAS DE 14 A 90% NO RENDIMENTO DA PRODUÇÃO DO BIOETANOL COMBUSTÍVEL. DENTRE OS MICRORGANISMOS CONTAMINANTES, OS PRINCIPAIS SÃO BACTÉRIAS GRAM POSITIVAS DOS GÊNEROS LACTOBACILLUS, LEUCONOSTOC E BACILLUS. OUTRO PONTO CRÍTICO DE CONTAMINAÇÃO POR MICRORGANISMOS NO PROCESSO FERMENTATIVO É A FORMAÇÃO DE BIOFILME, QUE SE ENCONTRAM EM FENDAS E CANTOS DE CANOS, TANQUES E TROCADORES DE CALOR, ONDE A LIMPEZA AUTOMÁTICA DOS EQUIPAMENTOS NÃO CONSEGUE REMOVÊ-LOS. CONSIDERANDO A ESCASSEZ DE NOVAS CLASSES DE ANTIMICROBIANOS E DE BAIXA SELETIVIDADE E TOXICIDADE AO MEIO AMBIENTE E, A CRESCENTE PREOCUPAÇÃO COM O DESENVOLVIMENTO DA RESISTÊNCIA, TORNA-SE INDISPENSÁVEL A BUSCA POR NOVOS ANTIBIÓTICOS E/OU COMPOSIÇÕES SINÉRGICAS, PRINCIPALMENTE OS DE ORIGEM NATURAIS. NESTE PROJETO PROPOMOS O DESENVOLVIMENTO DE UM PRODUTO DE ORIGEM MICROBIANA E ASSOCIAÇÕES COM PARTÍCULAS POLIMÉRICAS PARA O CONTROLE DE BIOFILME E CONTAMINAÇÃO BACTERIANA DURANTE PROCESSO AGROINDUSTRIAL DE PRODUÇÃO DE BIOETANOL. O GÊNERO PSEUDOMONAS PRODUZ UMA AMPLA VARIEDADE DE METABÓLITOS SECUNDÁRIOS QUE PODEM INIBIR O CRESCIMENTO DE OUTROS MICRORGANISMOS. DENTRE OS DIFERENTES COMPOSTOS E FRAÇÕES ISOLADAS DO METABOLISMO DA P. AERUGINOSA CEPA LV, FOI OBTIDA UMA FRAÇÃO SEMI-PURIFICADA DENOMINADA F6A, QUE APRESENTOU UMA ALTA AÇÃO ANTIMICROBIANA FRENTE A GRAM POSITIVOS E INERTE PARA S. CEREVISEAE. ESTE PROJETO TEM COMO OBJETIVO DESENVOLVER ESTRATÉGIAS E PRODUTOS COM ATIVIDADE ANTIBACTERIANA E ANTIBIOFILME PARA CONTROLE DE CONTAMINANTES BACTERIANOS DO PROCESSO AGROINDUSTRIAL DE PRODUÇÃO DE BIOETANOL COMBUSTÍVEL UTILIZANDO COMPOSTOS POLARES E DE BAIXO PESO MOLECULAR ISOLADOS DO METABOLISMO SECUNDÁRIO DE PSEUDOMONAS AERUGINOSA CEPA LV..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2016 - Atual
AVALIAÇÃO DO EFEITO DE BIOPRODUTOS E DA INOCULAÇÃO MICORRÍZICA NO CONTROLE DA FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA, TEORES DE NUTRIENTES FOLIARES, PRODUTIVIDADE E PROTEÍNAS TOTAIS
Descrição: UM DOS MAIORES DESAFIOS QUE A HUMANIDADE DEVERÁ ENFRENTAR NAS PRÓXIMAS DÉCADAS É PRODUZIR ALIMENTOS EM MAIOR QUANTIDADE E COM QUALIDADE, SEM AGREDIR E EXAURIR OS RECURSOS NATURAIS. ENTRE AS PRINCIPAIS CULTURAS PRODUTORAS DE GRÃOS, A SOJA É A QUE OCUPA A MAIOR ÁREA CULTIVADA NO BRASIL, COM UM TOTAL DE 33,1 MILHÕES DE HECTARES CULTIVADOS, E PRODUÇÃO DE 98,9 MILHÕES DE TONELADAS. PARA MANTER ESSES ALTOS VALORES DE PRODUTIVIDADE, QUANTIDADES CONSIDERÁVEIS, TANTO DE FERTILIZANTES, COMO DE AGROQUÍMICOS, SÃO EMPREGADAS NA AGRICULTURA TODO ANO, GERANDO PROBLEMAS AMBIENTAIS E AUMENTO DA RESISTÊNCIA DAS PRAGAS E DOENÇAS. ESSA CONDIÇÃO É AGRAVADA EM SOLOS INTEMPERIZADOS COMO OS LATOSSOLOS, PREDOMINANTES NO BRASIL, UMA VEZ QUE O FÓSFORO, NUTRIENTE ESSENCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO DAS PLANTAS, É ENCONTRADO MAJORITARIAMENTE ADSORVIDO A OXIHIDROXIDOS DE FERRO E ALUMÍNIO EM FORMAS INDISPONÍVEIS À ABSORÇÃO PELAS PLANTAS, AUMENTANDO A QUANTIDADE DE FERTILIZANTES QUÍMICOS ADICIONADOS AO SOLO E CONSEQUENTEMENTE, OS CUSTOS DE PRODUÇÃO. OUTRO ASPECTO LIMITANTE NA OBTENÇÃO DE ALTAS PRODUTIVIDADES NA AGRICULTURA BRASILEIRA SÃO OS FATORES FITOSSANITÁRIOS, EM ESPECIAL DOENÇAS COMO A FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA (FAS), CAUSADA PELO FUNGO PHAKOPSORA PACHYRHIZI, CONSIDERADA A PRINCIPAL DOENÇA DA SOJA, E RESPONSÁVEL POR BILHÕES EM PREJUÍZOS. NA BUSCA POR NOVAS TECNOLOGIAS, A UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS NATURAIS COM AÇÃO ANTIMICROBIANA, NO COMBATE A FAS, E A UTILIZAÇÃO DE INOCULANTES AGRÍCOLAS SÃO DUAS ESTRATÉGIAS, QUE COMBINADAS, PODEM AUXILIAR NA OBTENÇÃO DE UMA AGRICULTURA MAIS SAUDÁVEL. FENAZINAS, EXTRAÍDAS DO METABOLISMO SECUNDÁRIO DA PSEUDOMONAS AERUGINOSA, CONHECIDAS A MUITO TEMPO PELAS SUAS PROPRIEDADES ANTIFÚNGICAS , PODEM SER UTILIZADAS COMO ANTIMICROBIANOS NATURAIS NO COMBATE A FITOPATÓGENOS, ASSIM COMO, FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES (FMA), QUE COLONIZAM AS RAÍZES DA MAIOR PARTE DAS PLANTAS, AUXILIANDO EM SUA NUTRIÇÃO PRINCIPALMENTE PELO APORTE DE P AS PLANTAS, ALÉM DE AUMENTAR O CRESCIMENTO E TOLERÂNCIA A DOENÇAS PODEM SER UTILIZADOS NA FORMA DE INOCULANTE AGRÍCOLA, SUPRINDO A CARÊNCIA DE FÓSFORO DOS SOLOS.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2016 - 2017
Desvendando o Corpo Humano
Descrição: Projeto vinculado à Universidade Estadual de Londrina pelo departamento de Anatomia e Histologia da UEL, ofertado à alunos do ensino fundamental e médio de escolas com baixo índice de IDEB com objetivo de proporcionar melhor contato com a universidade e mundo acadêmico..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (30) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .
Integrantes: Mickely Liuti Dealis - Integrante / Eduardo Araújo - Coordenador / Daniela Rejan - Integrante / Mateus Chueire - Integrante / Amanda Moreira - Integrante / Raquel Emi Suwa - Integrante / Leandro Afonso da Silva - Integrante / Vanessa Chagas de Almeida - Integrante / Ana Paula Costa Jovalente - Integrante.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia.
2.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biotecnologia.
3.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Ciência do Solo/Especialidade: Microbiologia e Bioquímica do Solo.
4.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Genética / Subárea: Genética Molecular e de Microorganismos.


Idiomas


Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Libras
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
LASSIE, F. S.2018 LASSIE, F. S. ; EMILIANO, J. ; SIMIONATO, A. S. ; NAVARRO, M. O. P. ; GIONCO, B. ; SILVA, C. S. ; NIEKAWA, E. T. G. ; SILVA, F. M. ; MICKELY L. DEALIS ; ANDRADE, G. . Bioactive substances produced by Burkholderia sp. with antifungal action in Candida spp. AGRONOMY SCIENCE AND BIOTECHNOLOGY, v. 4, p. 70-78, 2018.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
SIMIONATO, A. S. ; NAVARRO, M. O. P. ; TOKUTA, N. T. ; SILVA, F. M. ; ANDREATA, M. ; PIVA, A. C. M. ; DIAS, G. A. O. ; MUNUERA, M. D. ; MICKELY L. DEALIS ; ANDRADE, G. . ANTIMICROBIAL ACTIVITY OF POLAR FRACTION PRODUCED BY PSEUDOMONAS AERUGINOSA LV STRAIN AGAINST CONTAMINANTS OF ALCOHOLIC FERMENTATION. In: III CONGRESSO PARANAENSE DE MICROBIOLOGIA E INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF MYCOLOGY, 2018, Londrina. III CONGRESSO PARANAENSE DE MICROBIOLOGIA E INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF MYCOLOGY, 2018.

2.
NIEKAWA, E. T. G. ; DEALIS, M. L. ; MUNUERA, M. D. ; DIAS, G. A. O. ; NAVARRO, M. O. P. ; SANTOS, I. M. O. ; SILVA, F. M. ; TOKUTA, N. T. ; PINHEIRO, S. S. ; ANDRADE, G. . EVALUATION OF THE ANTIFUNGAL ACTIVITY OF PCA AND OAC OF PSEUDOMONAS AERUGINOSA STRAIN LV AGAINST FUSARIUM SP. In: III CONGRESSO PARANAENSE DE MICROBIOLOGIA E INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF MYCOLOGY, 2018, Londrina. III CONGRESSO PARANAENSE DE MICROBIOLOGIA E INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF MYCOLOGY, 2018.

3.
DEALIS, M. L.; SILVA, F. M. ; ANDREATA, M. ; PIVA, A. C. M. ; NIEKAWA, E. T. G. ; NAVARRO, M. O. P. ; LIUTI, G. ; TOKUTA, N. T. ; CRUZ, R. B. ; ANDRADE, G. . EVALUATION OF THE ANTIFUNGAL ACTIVITY OF PCA AND OAC OF PSEUDOMONAS AERUGINOSA STRAIN LV AGAINST RHIZOCTONIA SOLANI. In: III CONGRESSO PARANAENSE DE MICROBIOLOGIA E INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF MYCOLOGY, 2018, Londrina. III CONGRESSO PARANAENSE DE MICROBIOLOGIA E INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF MYCOLOGY, 2018.

4.
NAVARRO, M. O. P. ; SIMIONATO, A. ; BARAZETTI, A. ; NIEKAWA, E. T. G. ; PIVA, A. C. M. ; DEALIS, M. L. ; SILVA, F. M. ; EMILIANO, J. ; ANDRADE, G. ; MOREIRA, J. R. . ASSESSMENT OF THE BASELINE SENSITIVITY AND RESISTANCE RISK OF MULTIDRUG-RESISTANT CLINICAL ISOLATES TO ORGANOMETALLIC ANTIBIOTIC COMPOUND. In: III CONGRESSO PARANAENSE DE MICROBIOLOGIA E INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF MYCOLOGY, 2018, Londrina. III CONGRESSO PARANAENSE DE MICROBIOLOGIA E INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF MYCOLOGY, 2018.

5.
NAVARRO, M. O. P. ; SIMIONATO, A. S. ; BARAZETTI, A. ; SANTOS, I. M. O. ; ANDREATA, M. ; PIVA, A. C. M. ; DEALIS, M. L. ; SILVA, F. M. ; EMILIANO, J. ; ANDRADE, G. . ULTRASTRUCTURAL ANALYSIS OF ORGANOMETALIC ANTIMICROBIAL COMPOUND AGAINST MULTIDRUG-RESISTANCE CLINICAL ISOLATES. In: III CONGRESSO PARANAENSE DE MICROBIOLOGIA E INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF MYCOLOGY, 2018, Londrina. III CONGRESSO PARANAENSE DE MICROBIOLOGIA E INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF MYCOLOGY, 2018.

6.
SILVA, L. A. ; DEALIS, M. L. ; TAIRA, L. A. ; JOVALENTE, A. P. C. ; OLIVEIRA, C. H. B. ; SILVA, J. S. ; SILVA, B. D. M. ; REJAN, D. C. L. ; ANDRADE, F. G. ; ARAUJO, E. J. A. . A EDUCAÇÃO NÃO FORMAL APLICADA AO TEMA BIOLOGIA CELULAR E HISTOLOGIA: CONTRIBUIÇÕES À VIVÊNCIA ACADÊMICA DOS MEDIADORES. In: III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018, Londrina. III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018.

7.
ALMEIDA, V. C. ; OLIVEIRA, J. V. ; SILVA, K. R. ; DEALIS, M. L. ; SILVA, L. A. ; BUGANCA, M. S. ; JESUS, M. L. A. ; ANDRADE, M. A. B. S. . ANÁLISE DE AULA EXPERIMENTAL COM MICRORGANISMOS BASEADA NA AÇÃO REFLEXIVA. In: III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018, Londrina. III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018.

8.
SILVA, L. A. ; BUGANCA, M. S. ; DEALIS, M. L. ; SILVA, K. R. ; JESUS, M. L. A. ; ALMEIDA, V. C. ; VERGARA, I. T. ; SUWA, R. E. ; ANDRADE, M. A. B. S. . ANÁLISE DE UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA VOLTADA À EXPERIMENTAÇÃO COM FUNGOS BASEADA NA REFLEXÃO SOBRE A AÇÃO DOCENTE. In: III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018, Londrina. III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018.

9.
BUGANCA, M. S. ; SILVA, L. A. ; DEALIS, M. L. ; SILVA, K. R. ; JESUS, M. L. A. ; ALMEIDA, V. C. ; VERGARA, I. T. ; SUWA, R. E. ; OLIVEIRA, J. V. ; ANDRADE, M. A. B. S. . ANÁLISE REFLEXIVA DE ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS PARA A TEMÁTICA MICRORGANISMOS NO ENSINO FUNDAMENTAL. In: III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018, Londrina. III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018.

10.
JESUS, M. L. A. ; JOVALENTE, A. P. C. ; ALMEIDA, V. C. ; BUGANCA, M. S. ; DEALIS, M. L. ; SILVA, K. R. ; SILVA, L. A. ; ANDRADE, M. A. B. S. . DEMONSTRAÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DOS TIPOS DE SOLO NO 6° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. In: III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018, Londrina. III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018.

11.
SILVA, K. R. ; DEALIS, M. L. ; SILVA, L. A. ; BUGANCA, M. S. ; JESUS, M. L. A. ; ALMEIDA, V. C. ; OLIVEIRA, J. V. ; SUWA, R. E. ; ANDRADE, M. A. B. S. . EDUCAÇÃO ALIMENTAR PARA ALUNOS DO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL, COM AUXÍLIO DA PIRÂMIDE ALIMENTAR. In: III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018, Londrina. III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018.

12.
OLIVEIRA, J. V. ; ALMEIDA, V. C. ; BUGANCA, M. S. ; VERGARA, I. T. ; THIHARA, I. R. T. ; SILVA, K. R. ; DEALIS, M. L. ; SUWA, R. E. ; NAKAMA, R. P. ; ROSA-SILVA, P. O. . SIMULAÇÃO COMO AULA EXPERIMENTAL SOBRE TRANSMISSÃO DE INFECÇÕES. In: III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018, Londrina. III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018.

13.
DEALIS, M. L.; SILVA, K. R. ; SILVA, L. A. ; BUGANCA, M. S. ; JESUS, M. L. A. ; ALMEIDA, V. C. ; OLIVEIRA, J. V. ; ANDRADE, M. A. B. S. . A relação da motivação-aprendizagem em aulas práticas no ensino de ciências. In: III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018, Londrina. III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina, 2018.

14.
SIMIONATO, A. ; ANDRADE FILHO, G. ; LIUTI, G. ; DEALIS, M. L. ; NAVARRO, M. O. P. ; NIEKAWA, E. T. G. ; OLIVEIRA, A. G. . Bioproduct from Pseudomonas aeruginosa LV strain on the biofilm control formation during alcoholic fermentation. In: 6th Brazilian Conference on Natural Products (BCNP) and XXXII Annual Meeting on Micromolecular Evolution, Systematics and Ecology (RESEM), 2017, Vitória. Proceedings of Brazilian Conference on Natural Products and Annual Meeting on Micromolecular Evolution, Systematics and Ecology, 2017. v. 1.

15.
NIEKAWA, E. T. G. ; SIMIONATO, A. ; ANDRADE FILHO, G. ; DEALIS, M. L. ; SANTOS, I. M. O. ; ANDREATA, M. . Evaluation of the antifungal effect of a purified extract from secondary metabolites of Pseudomonas aeruginosa. In: 6th Brazilian Conference on Natural Products (BCNP) and XXXII Annual Meeting on Micromolecular Evolution, Systematics and Ecology (RESEM), 2017, Vitória. Proceedings of Brazilian Conference on Natural Products and Annual Meeting on Micromolecular Evolution, Systematics and Ecology, 2017. v. 1.

16.
DEALIS, M. L.; SARTORI, D. . IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL LIPOLÍTICO DE LINHAGENS DE ASPERGILLUS NIGER.. In: II Congresso Paranaense de Microbiologia e Simpósio Sul-Americano de Microbiologia Ambiental., 2016, Londrina. IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL LIPOLÍTICO DE LINHAGENS DE ASPERGILLUS NIGER., 2016.

17.
DEALIS, M. L.; SARTORI, D. . IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL AMILOLÍTICO DE LINHAGENS DE Aspergillus niger. In: VII Encontro de Ciências Biológicas da UEL, 2016, Londrina. IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL AMILOLÍTICO DE LINHAGENS DE Aspergillus niger, 2016.


Demais tipos de produção técnica
1.
REJAN, D. ; ARAUJO, E. ; DEALIS, M. L. . Desvendando o Corpo Humano. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

2.
REJAN, D. ; ARAUJO, E. ; DEALIS, M. L. . DESVENDANDO O CORPO HUMANO. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

3.
DEALIS, M. L.; SUWA, R. E. ; KAWASHISA, N. Y. . Sinalização extracelular. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material didático/animação online).



Bancas




Participação em bancas de comissões julgadoras
Outras participações
1.
DEALIS, M. L.. 16° Simpósio Interativa de Tecnologia e Ciências. 2017. Colégio Interativa de Londrina.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
II Congresso Paranaense de Microbiologia e Simpósio Sul-Americano de Microbiologia Ambiental. IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL LIPOLÍTICO DE LINHAGENS DE ASPERGILLUS NIGER.. 2016. (Congresso).

2.
VI Encontro de Ciências Biológicas da UEL. 2016. (Encontro).

3.
VII Encontro de Ciências Biológicas da UEL.IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL AMILOLÍTICO DE LINHAGENS DE Aspergillus niger. 2016. (Encontro).

4.
XIII Encontro Paranaense de Genética. 2016. (Encontro).

5.
XXV Encontro Anual de Iniciação Científica da UEL.IDENTIFICAÇÃO DO POTENCIAL LIPOLÍTICO DE LINHAGENS DE ASPERGILLUS NIGER. 2016. (Encontro).

6.
II Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina. 2015. (Congresso).

7.
V Simpósio de Bioquímica e Biotecnologia - SIMBBTEC. 2015. (Simpósio).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
DEALIS, M. L.. VII FEIRA DAS PROFISSÕES: CONHECENDO A UEL. 2018. .

2.
DEALIS, M. L.; SUWA, R. E. ; SILVA, K. R. ; SILVA, L. A. ; BUGANCA, M. S. ; JESUS, M. L. A. ; ALMEIDA, V. C. ; OLIVEIRA, J. V. ; JOVALENTE, A. P. C. ; VERGARA, I. T. ; THIHARA, I. R. T. ; NAKAMA, R. P. ; ALMEIDA, F. S. . III Congresso de Biologia da Universidade Estadual de Londrina. 2018. (Congresso).

3.
REJAN, D. ; ARAUJO, E. ; DEALIS, M. L. . Desvendando o Corpo Humano. 2017. (Outro).

4.
DEALIS, M. L.. VI Feira de Profissões: Conhecendo a UEL. 2017. .

5.
REJAN, D. ; ARAUJO, E. ; DEALIS, M. L. . Desvendando o Corpo Humano. 2016. (Outro).



Inovação



Projetos de pesquisa


Educação e Popularização de C & T



Cursos de curta duração ministrados
1.
REJAN, D. ; ARAUJO, E. ; DEALIS, M. L. . DESVENDANDO O CORPO HUMANO. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

2.
REJAN, D. ; ARAUJO, E. ; DEALIS, M. L. . Desvendando o Corpo Humano. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).


Desenvolvimento de material didático ou instrucional
1.
DEALIS, M. L.; SUWA, R. E. ; KAWASHISA, N. Y. . Sinalização extracelular. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material didático/animação online).




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