Daiane Vidal

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  • Última atualização do currículo em 12/04/2017


Especializanda em Advocacia Civil e Empresarial pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC). Graduada em Direito pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (UNOCHAPECÓ). Membro da Rede pelo Constitucionalismo Democrático no Brasil. Desenvolve pesquisa nos temas: constitucionalismo latino-americano, direitos humanos, acesso à justiça e cidadania. Advogada. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Daiane Vidal
Nome em citações bibliográficas
VIDAL, D.


Formação acadêmica/titulação


2017
Especialização em andamento em Pós-Graduação Advocacia Civil e Empresarial. (Carga Horária: 360h).
Universidade do Oeste de Santa Catarina, UNOESC, Brasil.
Orientador: Dr. Narciso Leandro Xavier Baez.
2012 - 2016
Graduação em Direito.
Universidade Comunitária da Região de Chapecó, UNOCHAPECO, Brasil.
Título: Direitos Humanos: (Re)evolução pendente na América Latina - Diálogos errantes.
Orientador: Maria Aparecida Lucca Caovilla.
Bolsista do(a): Bolsa de Iniciação Cientifica Unochapecó/ Art. 170 Constituição de SC, ART. 170, Brasil.




Formação Complementar


2015 - 2015
Curso de curta duração em Tutela Coletiva. (Carga horária: 32h).
Escola do Ministério Público - SC, ESCOLA MP, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Comunitária da Região de Chapecó, UNOCHAPECO, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - 2016
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisadora Voluntaria, Carga horária: 20
Outras informações
Membro do Núcleo de Iniciação Cientifica Cidadania e Justiça na América Latina

Vínculo institucional

2015 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Cientifica, Carga horária: 20
Outras informações
Pesquisa: Constitucionalismo latino-americano: contribuições da teoria da libertação para a emancipação indigena

Vínculo institucional

2015 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Extensão, Carga horária: 20
Outras informações
Projeto de Extensão: "Bem viver": Germinando alternativas para uma educação libertadora

Vínculo institucional

2014 - 2014
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Cientifica, Carga horária: 20
Outras informações
Pesquisa: Acesso à justiça dos povos indígenas no novo constitucionalismo latino-americano

Vínculo institucional

2013 - 2013
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Cientifica, Carga horária: 20
Outras informações
Pesquisa: A Interculturalidade como base do novo constitucionalismo latino-americano



Projetos de pesquisa


2015 - 2015
CONSTITUCIONALISMO LATINO-AMERICANO: CONTRIBUIÇÕES DA FILOSOFIA DA LIBERTAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO INDÍGENA
Descrição: No Brasil, o percurso da história dos povos indígenas é marcada por diferentes formas de violências institucionalizadas, começa pela negação à humanidade, transita em longo tempo pela negação da cultura e chega à contemporaneidade consubstanciado no limite ao exercício de direitos e, consequentemente, de cidadania. Mesmo com uma população de quase 900 mil índios de 305 etnias e 274 idiomas, a causa indígena no país nunca foi resolvida. Esta parcela da população tem enfrentado desde a pobreza e a injustiça social até a discriminação e a marginalização. Tal situação é insustentável. É preciso ouvir as vozes dos povosindígenas. É preciso levar em conta seus direitos, suas culturas e sistemas de conhecimento. A referida temática torna-se, ainda mais forte com a ascensão de uma tendência teórica crítica do constitucionalismo latino-americano, uma proposta que se contrapõe à matriz teórica eurocêntrica, sustentando-se na possibilidade de uma nova reflexão jurídico-constitucional voltada justamente ao debate sobre a alteridade, incluindo temas como: diferença, diversidade, processos de exclusão social, consolidação de uma nova cidadania e de uma outra sociedade voltada para compreensão das pessoas, grupos de pessoas e comunidades em seus espaços sociais, culturais e ambiente natural, mas também voltada ao respeito às suas identidades, personalidades e opções de vida.Coadunando-se a este novo arranjo constitucional, surge a teoria da libertação, com uma perspectiva orientada para a mudança e libertação/emancipação do ?outro?, possui uma potencialidade transformadora imprescindível para a concretização de uma a autêntica cultura jurídica latino-americana. A contribuição deste projeto de pesquisa caminha, portanto no sentido de chamar a atenção para a necessidade de se começar a pensar o Direito desde outras perspectivas, distintas, das que vem sendo tradicionalmente utilizadas pelo campo juspositivista. Uma vez que a pesquisa pelo método empírico, pressupõe, justamente, o direcionamento do olhar para o contexto fático, a partir da Comunidade Indígena Cacique Vanhkre, localiza-se no oeste do município de Ipuaçu, na Terra Indígena Xapeco. Aspira-se realizar pesquisas capazes de subsidiar uma interferência de modo positivo, permitindo a aproximação de instrumentos eficientes que comportem o enfrentamento dos problemas sociais.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2014
A INTERCULTURALIDADE COMO BASE DO NOVO CONSTITUCIONALISMO LATINO-AMERICANO
Descrição: A formação dos Estados e a elaboração das Constituições dos países latino-americanos basearam-se nos ideais de soberania, homogeneidade e unidade, culminando na dominação cultural, social, política e econômica dos povos originários. No entanto, nas últimas décadas, as comunidades marginalizadas assumiram a função de agentes transformadores, reivindicaram seus direitos e promoveram mudanças institucionais pautadas nos ideais do movimento conhecido como novo constitucionalismo latinoamericano. Essa teoria científica, fruto da construção social, tem desafiado a teoria constitucional moderna através da promulgação de novas Constitui- ções, as quais consolidam mecanismos de igualdade material, procedimentos que garantem a participação de grupos marginalizados nos processos institucionais, legitimando-os a participar da tomada de decisões políticas e auxiliar na condução do Estado, e ao mesmo tempo, possibilitar vivenciar, com orgulho, a cultura originária. Arquitetar um modelo de Estado que ofereça condições favoráveis para o pleno desenvolvimento de uma sociedade plurinacional, como orienta o novo constitucionalismo, capaz de abarcar distintas formas culturais, políticas e econômicas das coletividades étnicas que se assentam em um determinado país, é o grande desafio do movimento latino-americano. As alternativas à convivência pacífica e democrática entre os diversos grupos culturais que vivem no mesmo país, com respeito à diferença por meio do diálogo, podem ser encontradas na interculturalidade, teoria que especializou os preceitos do movimento multiculturalista. Embora o multiculturalismo tenha projetado grandes avanços na luta pela extinção das desigualdades culturais, apresentou lacunas e, para colmatá-las, a interculturalidade se especializou e fundamentou a proposta de descolonização adotada nas novas constituições latino-americanas. A pesquisa tem com base nas definições normativas do movimento do novo constitucionalismo latino-americano, idealizado, em especial, pelas revolucionárias Constituições do Equador e da Bolívia, a adoção da matriz hermenêutica da interculturalidade como fundamento das mudan- ças institucionais promovidas pelos Estados plurinacionais.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2014
ACESSO À JUSTIÇA DOS POVOS INDÍGENAS NO NOVO CONSTITUCIONALISMO LATINO-AMERICANO
Descrição: O direito, articulado em um horizonte político liberal, com atuação horizontal, desenvolveu regras que sustentaram as instituições desconsiderando as distintas expressões étnico-cultural dos povos latino-americanos, impondo uma unificação desatenta aos anseios sociais. Diversos agrupamentos multiétnicos, como os povos indígenas, ao longo da história permaneceram às margens das estruturas político-sociais adotadas pelos países latinos, mas o movimento do novo constitucionalismo latino-americano promoveu rupturas epistemológicas na relação Estado, Direito e povos indígenas e avançou na consolidação do Estado plurinacional. As insurgências das ideias periféricas são consideradas no novo marco constitucional, a fim de que se evite a epistemologia jurídica europeizada, excludente e hegemônica, que durante muito tempo foi responsável por encobrir a verdadeira identidade e forma de atuação dos povos indígenas, sendo que os mesmos, por conseguinte foram obrigados a submeter-se a uma cultura jurídica ineficiente em suas comunidades, sofrendo uma aculturação por parte dos países colonizadores. Apesar das agressões uniformizadoras e violações sistemáticas de seus direitos, os indígenas têm demonstrado capacidade de resistência apta a legitimar mudanças estruturais promovidas nos processos legislativos na América Latina. Com esta proposta emancipatória, os povos indígenas são definidos como sujeitos políticos, povos com direitos a autodeterminação e autonomia nos seus valores, crenças e tradições. As transformações, a partir de reflexões emancipatórias, legitimam a participação das comunidades indígenas nas instituições e no sistema de justiça comunitária. As organizações indígenas conquistam o direito, no novo constitucionalismo latino-americano, de promover o acesso à justiça por meio da administração, condução e reconhecimento estatal dos métodos tradicionais utilizados nos espaços territoriais comunitários. O pluralismo jurídico emancipatório juntamente com a justiça comunitária e as demais ferramentas de valorização da cultura indígena, surgem com o intuito de quebrar os paradigmas jurídicos vigentes na sociedade, onde são responsáveis por transformar o Direito um monopólio Estatal e ferramenta positivista de resolução de muitos conflitos, em que não se é levado em conta as particularidades de cada grupo étnico nativo. A concepção pluralista valoriza a cultura peculiar que cada grupo possui de resolver seus litígios, em que simultaneamente não se desvalorizará a certeza do Direito, no entanto, se evitará a imposição de juridicidade ocidental. Neste sentido, a pesquisa oportunamente aborda temas como pluralismo jurídico, acesso à justiça, justiça comunitária, interculturalidade com o intuito de contribuir para a dimensão, o avanço e a consolidação de um projeto político-jurídico latino-americano, fundado em uma cultura democrática, solidária e emancipatória..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2015 - 2015
BEM VIVER: GERMINANDO ALTERNATIVA PARA UMA EDUCAÇÃO LIBERTADORA
Descrição: No Brasil, o percurso da história dos povos indígenas é marcado por diferentes formas de opressão. Começa pela negação à humanidade, transita em longo tempo pela negação da cultura e chega à contemporaneidade consubstanciado no limite ao exercício de direitos e, consequentemente, de cidadania. Para Paulo Freire, a libertação dos oprimidos, tão necessária a si e ao opressor, será possível mediante uma nova concepção de educação: a educação libertadora, aquela que vai remar na contramão da dominação. Freire propõe abandonar a educação bancária, a qual transforma os homens em vasilha, em recipientes, a serem preenchidos pelos que julgam educar, pois acredita que essa educação defende os interesses do opressor, que trata os homens como seres vazios, desfigurados, dependentes. Ao invés disso, buscou defender uma educação humanizadora. Queremos uma educação que saiba responder às necessidades de nossos povos de acordo com a região onde vivem. [...] Queremos uma educação que nos ensine o justo, para praticar a justiça. Queremos uma educação onde se respeite a igualdade de direitos entre homens e mulheres e a defende-los com dignidade. Queremos uma educação onde se respeite a sabedoria e se de valor a nossa dignidade. Alimentados pela esperança e pelo desejo de construir um outro mundo possível, uma sociedade democrática, plural, mais humana, que possibilite o reconhecimento das diferentes identidades culturais e que seja engajada em compreender o outro, é que propõem-se esta ação educativa, a qual está embasada no principio do Bem Viver. A experiência do Bem Viver própria dos povos indígenas dos Andes tem elementos fundamentais para essa nova civilização, estabelece uma convivência comunitária intercultural e sem assimetrias de poder. O Bem Viver se funda em quatro princípios fundamentais: 1) O saber ouvir tem uma importância muito grande, ouvirmos entre nós, ouvir a Mãe Terra, ouvir todos os seres, o rio, as nossas aves, sobretudo, ouvir os mais humildes. Quem ouve aprende, muda, está preparado para servir ao seu povo. 2) Saber compartilhar é saber distribuir a riqueza de modo equilibrado entre todos e todas. Compartilhar é deixar de competir para se complementar, é saber dar para receber, é reconhecer que todos somos irmãos e temos uma só mãe, que é a natureza, que é Pachamama, que é esta terra. 3) Saber conviver, é avançar até a construção de relações igualitárias, o que somente será possível construindo relações humanas baseadas no amor. O mundo em que vivemos precisa de seres humanos que derrubem os muros do individualismo e do egoísmo, e que semeiem jardins, espalhando sementes de solidariedade e amor num deslocamento da questão individual para a coletiva. 4) Saber sonhar, os sonhos são possíveis, e como Raul Seixas dir-nos-ia: Sonho que se sonha só, é só um sonho que sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade. Portanto, o Bem Viver está inspirado em novos valores e diferentes posicionamentos na busca de uma cultura para a vida, em atitude de respeito e reciprocidade com todo o universo, apontando para a construção de um outro mundo: um mundo onde caibam todos os mundos. Este outro mundo não é ilusão, é possível para quem o quer construir. Apesar de que este querer não pode ser individual, tem que ser coletivo. Construir uma outra sociedade, com todas as características do Bem Viver, exige muita vontade, criatividade e principalmente novas ações. Para a construção de outro mundo é preciso que haja a transformação de toda a estrutura, desde suas raízes, para se tornar um mundo de relações humanas plenas, com dignidade e vida, convivência intercultural. Mas apostar nesse mundo sem saber qual direção tomar para atingi-lo, não chegaremos até ele. É puro sonho. Mas se neste sonho inserimos o acúmulo de conhecimento, de sabedoria e de ações solidárias, será possível cambiar o mundo: "o mundo que caibam muitos mundos"..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito.
2.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Público/Especialidade: Direito Constitucional.
3.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria do Direito/Especialidade: Teoria do Estado.
4.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Privado/Especialidade: Direito Civil.


Produções



Produção bibliográfica
Capítulos de livros publicados
1.
VIDAL, D.; LOCATELI, C. C. . Interculturalidade: matriz de fundamentação das Constituições do Equador e da Bolívia. In: Antonio Carlos Wolkmer; Maria Aparecida Lucca Caovilla. (Org.). Temas atuais sobre o constitucionalismo latino-americano. 1ed.São Leopoldo: Karywa, 2015, v. 1, p. 168-185.

2.
FERREIRA, B. ; VIDAL, D. ; CAOVILLA, M. A. L. . O pensamento "decolonial" na América Latina. In: Horácio Wanderlei Rodrigues, coordenador; Danilo Christiano Antunes Meira, Gabriela Natacha Bechara, Luana Renostro Heinen, organizadores. (Org.). Conhecer direito III : Anais do I Encontro Brasileiro de Pesquisa e Epistemologia Jurídica. IIIed.Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração/UFSC, 2015, v. 9, p. 585-602.

3.
VIDAL, D.; LOCATELI, C. C. . Sustentabilidade no novo constitucionalismo latino-americano. In: Reginaldo Pereira; Silvana Winckler. (Org.). Desafios socioambientais para a construção de um marco regulatório específico para a nanotecnologia no Brasil: anais do I Congresso Sul Brasileiro sobre Direito e Nanotecnologia. 1ed.São Leopoldo: Karywa, 2014, v. 1, p. 27-44.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
VIDAL, D.; CAOVILLA, M. A. L. . Educação para a teia da vida: tecendo redes de sustentabilidade. In: Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unochapecó, 2015, Chapecó. Anais do Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão: articulação ensino, pesquisa e extensão como princípio de aprendizagem. Chapecó: Argos, 2015. v. 1. p. 531-532.

2.
FERREIRA, B. ; VIDAL, D. ; CAOVILLA, M. A. L. . A colonialidade epístemica: o direito colonizado. In: II Congresso brasileiro de filosofia da libertação: historicidade e os sentidos da libertação hoje, 2014, Porto Alegre. Anais Filosofia da Libertação: historicidade e sentidos da libertação hoje. Nova Petrópolis: Nova Harmonia, 2014. v. 2. p. 144-148.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
VIDAL, D.; CAOVILLA, M. A. L. . Novas perspectivas para os direitos humanos na América latina: reflexões a partir da filosofia da libertação. In: A Reforma da Justiça no Brasil: uma década de desafi os e conquistas em uma perspectiva latino-americana, 2016, Rio de Janeiro. Anais do Seminário Reforma da Justiça no Brasil: uma década de desafios e conquistas em uma perspectiva latino-americana. Rio de Janeiro: Gramma, 2016. v. 1. p. 117-119.

2.
VIDAL, D.; CAOVILLA, M. A. L. . Justiça indígena: um modelo plurinacional e intercultural. In: Reforma da Justiça no Brasil: uma década de desafios e conquistas em uma perspectiva latino-americana, 2016, Rio de Janeiro. Anais do Seminário Reforma da Justiça no Brasil: uma década de desafios e conquistas em uma perspectiva latino-americana. Rio de Janeiro: Gramma, 2015. v. 1. p. 156-159.

3.
VIDAL, D.; LOCATELI, C. C. . Novo constitucionalismo latino-americano: a superação do modelo tradicional do direito. In: Conversações Interculturais no Sul Global:Descolonização, Direitos Culturais e Política em Debate, 2015, São Leopoldo - RS. Conversações Interculturais no Sul Global:Descolonização, Direitos Culturais e Política em Debate, 2015. v. 1. p. 77-78.

4.
VIDAL, D.; CAOVILLA, M. A. L. . A educação que precisamos para o mundo que queremos: as experiências do projeto de extensão Bem Viver germinando alternativas para uma educação libertadora. In: IX Congresso da Rede Latinoamericana de Antropologia Jurídica, 2015, Pirenópolis. Anais do IX Congresso da Rede Latinoamericana de Antropologia Jurídica: Sociedades Plurais e Estados Nacionais - Limites e Desafios para a Efetividade de Direitos. Pirenópolis: UFG - UnB - PUC/PR. v. 1. p. 215-216.

5.
VIDAL, D.; CAOVILLA, M. A. L. . Direitos Humanos: (Re)evolução pendente na América Latina. In: IX Congresso da Rede Latinoamericana de Antropologia Jurídica, 2015, Pirenópolis. Anais do IX Congresso da Rede Latinoamericana de Antropologia Jurídica: Sociedades Plurais e Estados Nacionais - Limites e Desafios para a Efetividade de Direitos. Pirenópolis: UFG - UnB - PUC/ PR,, 2015. v. 1. p. 358-358.

6.
VIDAL, D.; CAOVILLA, M. A. L. . Epistemologia do Sul: os novos rumos da educação jurídica. In: IX Congresso da Rede Latinoamericana de Antropologia Jurídica, 2015, Pirenópolis. Anais do IX Congresso da Rede Latinoamericana de Antropologia Jurídica: Sociedades Plurais e Estados Nacionais - Limites e Desafios para a Efetividade de Direitos. Pirenópolis: UFG - UnB - PUC/ PR, 2015. v. 1. p. 359-359.

7.
VIDAL, D.. Novo constitucionalismo latino-americano: para um pensamento do Sul. In: V Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unochapecó: articulação ensino, pesquisa e extensão como princípio de aprendizagem, 2015, Chapecó. Anais do V Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão: articulação ensino, pesquisa e extensão como princípio de aprendizagem. Chapecó: Argos, 2015. v. 1. p. 242-243.

8.
VIDAL, D.; LOCATELI, C. C. . Concepção Decolonial de Acesso à Justiça. In: Conversações Interculturais no Sul Global: descolonização, direitos culturais e política em debate, 2015, São Leopoldo. Conversações Interculturais no Sul Global:Descolonização, Direitos Culturais e Política em Debate. São Leopoldo: Editora Visão, 2015. v. 1. p. 76-78.

Apresentações de Trabalho
1.
VIDAL, D.. Da Universidade a Pluriversidade: a esperença vem do Sul. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

2.
VIDAL, D.. Direitos Humanos: (Re)evolução pendente na América Latina. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

3.
VIDAL, D.. A educação que precisamos para o mundo que queremos: as experiencias do projeto de extensão bem viver germinando alternativas para uma educação libertadora. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

4.
VIDAL, D.. Justiça indígena: um modelo plurincional e intercultural. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

5.
VIDAL, D.; CAOVILLA, M. A. L. . Novo constitucionalismo latino-americano: para um pensamento do Sul. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

6.
VIDAL, D.; CAOVILLA, M. A. L. . Educação para a teia da vida: tecendo redes de sustentabilidade. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

7.
VIDAL, D.. Educar para a Cidadania Planetária: Uma abordagem a partir do projeto extensionalista Bem-Viver. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

8.
VIDAL, D.. Bem Viver: A construção de um Direito Plural e Intercultural. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

9.
VIDAL, D.. Novas perspectivas para os direitos humanos na América Latina: reflexões a partir da filosofia da libertação. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

10.
VIDAL, D.. Novo constitucionalismo latino-americano: superação do paradigma tradicional do Direito. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

11.
VIDAL, D.. Concepção decolonial de Acesso à Justiça. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

12.
VIDAL, D.. Sustentabilidade no novo constitucionalismo latino-americano. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

13.
VIDAL, D.. A colonialidade epistêmica: o direito colonizado. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

14.
VIDAL, D.. O novo constitucionalismo latino-americano. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

15.
VIDAL, D.. Interculturalidade: Matriz de Fundamentação das Constituições do Equador e da Bolívia. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Conversações interculturais no Sul global. 2015. (Congresso).

2.
Direito de família em pauta: Guarda Compartilhada e Alienação Parearental. 2015. (Exposição).

3.
II Congresso internacional constitucionalismo: interculturalidade e pluralismo jurídico na América Latina e I Encontro de Grupos de pesquisa do sul. 2015. (Congresso).

4.
Direito e Rock: o brock e as expectativas normativas da Constituição de de 1988 e do julho de 2013. 2014. (Exposição).

5.
Educação e Direito. 2014. (Outra).

6.
I Congresso Sul brasileiro sobre direito e nanotecnologia: desafios socioambientais para a construção de uma marco regulatório nano específico. 2014. (Congresso).

7.
II Congresso Brasileiro de Filosofia da Libertação: historicidade e sentidos da libertação hoje. 2014. (Congresso).

8.
Paradoxos da auto-observação: percursos da teoria jurídica-contemporânea. 2014. (Outra).

9.
Prova penal e captura psíquica do juiz. 2014. (Outra).

10.
XXIII Congresso Nacional do CONPEDI. 2014. (Congresso).

11.
I Congresso internacional novo constitucionalismo: interculturalidade e pluralismo jurídico na América Latina e I e I Encontro Co Catarinense de grupos de pesquisa : o novo constitucionalimos. 2013. (Congresso).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
VIDAL, D.; CAOVILLA, M. A. L. ; BRAUN, H. A. D. ; LOCATELI, C. C. . II Congresso Internacional Constitucionalismo: Interculturalidade e Pluralismo Jurídico na América Latina e I Encontro de Grupos de Pesquisa do Sul. 2015. (Congresso).

2.
HERMES, D. L. ; VIDAL, D. . IV Fórum de Pesquisa, Ensino e Extensão da Acafe e IV Seminário de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unochapecó. 2013. (Outro).

3.
VIDAL, D.; FERREIRA, B. ; PINHEIRO, A. T. ; LOCATELI, C. C. ; BRAUN, H. A. D. ; CAOVILLA, M. A. L. . I Congresso Catarinense Novo Constitucionalismo: Interculturalidade e Pluralismo Jurídico na América Latina. 2013. (Congresso).




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