Gabrielle Clara de Andrade Freitas

Bolsista de Iniciação Científica do CNPq

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  • Última atualização do currículo em 10/08/2018


Possui ensino-medio-segundo-graupelo Colégio Pedro II(2013). Atualmente é Iniciação Científica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Educação. (Texto gerado automaticamente pela aplicação CVLattes)


Identificação


Nome
Gabrielle Clara de Andrade Freitas
Nome em citações bibliográficas
FREITAS, G. C. A.


Formação acadêmica/titulação


2014
Graduação em andamento em Pedagogia.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
2011 - 2013
Ensino Médio (2º grau).
Colégio Pedro II, CP II, Brasil.




Atuação Profissional



Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Vínculo institucional

2018 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2017 - 2018
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2016 - 2017
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação a Docência, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2015 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação a Docência, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.



Projetos de pesquisa


2015 - Atual
AS AUDIOVISUALIDADES E AS REDES DE SIGNIFICAÇÕES SOBRE GÊNERO E SEXUALIDADE TECIDAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORAS/ES: UM ESTUDO COM VÍDEOS ESCOLARES CONTRA HOMOFOBIA COMPARTILHADOS NO YOUTUBE
Descrição: Este projeto de pesquisa, em continuidade aos estudos que temos desenvolvido na interface currículo, narrativas audiovisuais e diferença, busca investigar, problematizar e alargar as redes de significações sobre gênero e sexualidade tecidas na formação de professores/as, dentro-fora do curso de Pedagogia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com o propósito de contribuir com as práticas-teorias que buscam pensar, desnaturalizar e combater a discriminação, a inferiorização e a violência contra mulheres e contra as pessoas consideradas como desviantes em relação aos modos hegemonicamente legitimados de experimentar as potências do corpo, tais como homossexuais, bissexuais, transexuais e transgêneros, entre outros, nos cotidianos escolares. Nosso interesse está na problematização dos processos de produção de conhecimentos e de subjetividades tecidos com as demandas curriculares da formação em suas articulações com as apropriações cotidianas de formas-conteúdos audiovisuais e com as múltiplas possibilidades de ação docente que se engendram nessa trama. Entendemos que a formação, como processo de invenção de si e de mundo, se tece com o que é aprendido nos diferentes contextos em que se vive, entre eles o dos usos das mídias. O recorte do estudo atual visa o mapeamento e a análise com os/as estudantes de Pedagogia de vídeos contra a homofobia produzidos como trabalhos escolares e divulgados no site de compartilhamento YouTube na internet. Em um levantamento exploratório, encontramos vídeos produzidos por estudantes de diferentes níveis em ensino, da educação básica à superior, das redes públicas e privadas de várias regiões do país, em diferentes disciplinas. Articulando múltiplos regimes de imagens (feitas com celular, webcam, máquina fotográfica, imagens de arquivo, etc), de sons (depoimentos, diálogos, leitura de textos, músicas, ruídos, silêncios, etc) e formatos (documentário, ficção, videoclipe, etc), essas narrativas audiovisuais se situam no limiar das audiovisualidades contemporâneas, embaçando fronteiras entre códigos, linguagens e recepção-produção. Essas produções, para além das técnicas e tecnologias, hibridizam também concepções teóricas e políticas sobre gênero e sexualidade e se constituem em um dos modos pelos quais o debate sobre a homofobia se forja e atravessa os cotidianos escolares, enfrentando e ao mesmo tempo compondo com as políticas educacionais e os programas governamentais. A pesquisa será desenvolvida em quatro eixos: 1) memórias fílmicas, a partir do qual pretendemos avançar no mapeamento do consumo e das apropriações de obras cinematográficas pelos/as estudantes de Pedagogia; 2) exibição de filmes produzidos pela indústria audiovisual (ficção e documentário) que abordam especificamente a temática de gênero e sexualidade, acompanhada por leitura de textos e debates sobre a questão proposta; 3) mapeamento, exibição e debates sobre os vídeos contra a homofobia produzidos por estudantes de diferentes redes de ensino e divulgados no YouTube, seguida da análise dessas produções visando à identificação das concepções teóricas e políticas que as atravessam; 4) produção de audiovisuais contra o preconceito e a violência contra mulheres e a população LGBT com as/os estudantes..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (5) / Doutorado: (4) .
Integrantes: Gabrielle Clara de Andrade Freitas - Integrante / Maria da Conceição Silva Soares - Coordenador / Simone Gomes da Costa - Integrante / Cristiano Sant'Anna de Medeiros - Integrante / Leonardo Amaro Nolasco da Silva - Integrante / Maria Clara Baldez Boing - Integrante / Nelson Santiago - Integrante / Rosane Tesch de Oliveira - Integrante / Bruno Costa Lima Rossato - Integrante / Fabiana Mendes Folly - Integrante / Brenda da Silva Ferreira - Integrante / Diogo Vieira Nascimento - Integrante / Vinícius Leite Reis - Integrante / Felipe dos S. Ferraz Pires - Integrante.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.


Idiomas


Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente.


Produções



Produção bibliográfica
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
VIEIRA, A. L. ; FREITAS, G. C. A. . SOBRE NARRATIVAS DE PESSOAS TRANS NOS AMBIENTES ESCOLARES - RESULTADOS DE PESQUISA. In: 4º Seminário Internacional de Educação e Sexualidade e 2º Encontro Internacional de Estudos de Gênero: Fundamentalismos e Violências, 2016, Vitoria - ES. #4 Seminário Internacional de Educação e Sexualidade e do #2 Encontro Internacional de Estudos de Gênero, 2016.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
FREITAS, G. C. A.. UM PROJETO COM VÍDEOS ESCOLARES COMPARTILHADOS NO YOUTUBE. In: V COLÓQUIO INTERNACIONAL EDUCAÇÃO, CIDADANIA E EXCLUSÃO, 2018, Niterói - RJ. Anais V CEDUCE, 2018. v. 2.

Apresentações de Trabalho
1.
FREITAS, G. C. A.. UM PROJETO COM VÍDEOS ESCOLARES COMPARTILHADOS NO YOUTUBE. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

2.
VIEIRA, A. L. ; FREITAS, G. C. A. . SOBRE NARRATIVAS DE PESSOAS TRANS NOS AMBIENTES ESCOLARES - RESULTADOS DE PESQUISA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
V COLÓQUIO INTERNACIONAL EDUCAÇÃO, CIDADANIA E EXCLUSÃO,. UM PROJETO COM VÍDEOS ESCOLARES COMPARTILHADOS NO YOUTUBE. 2018. (Congresso).

2.
16ª Semana de Graduação.DISCUTINDO HOMOFOBIA NAS ESCOLAS E NAS TELAS: UM ESTUDO COM VÍDEOS ESCOLARES COMPARTILHADOS NO YOUTUBE. 2017. (Outra).

3.
IX Seminário Internacional As Redes Educativas e as Tecnologias: Educação e democracia - aprenderensinar para um mundo plural e igualitário. 2017. (Seminário).

4.
4º Seminário Internacional de Educação e Sexualidade e 2º Encontro Internacional de Estudos de Gênero: Fundamentalismos e Violências.SOBRE NARRATIVAS DE PESSOAS TRANS NOS AMBIENTES ESCOLARES - RESULTADOS DE PESQUISA. 2016. (Seminário).

5.
15ª Semana de Graduação.NARRATIVAS AUDIOVISUAIS, REDES EDUCATIVAS E DIFERENÇA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORE(A)S DO CURSO DE PEDAGOGIA/UERJ. 2015. (Outra).




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