Gabriel Vilarinho João do Prado

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  • Última atualização do currículo em 04/11/2018


Estudante de graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Membro do Laboratório de Filosofia Contemporânea da UFRJ e da Red Iberoamericana de Filosofía Política. Bolsista FAPERJ de Iniciação Científica atuando nas áreas de Filosofia Política e Filosofia Contemporânea. Realiza pesquisa com ênfase nos temas da ética, estética, subjetividade, biopolítica e terrorismos de Estado a partir das obras e pensamento de Michel Foucault, Hannah Arendt, Achille Mbembe, Agamben, Walter Benjamin, Baudelaire e Rimbaud. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Gabriel Vilarinho João do Prado
Nome em citações bibliográficas
VILARINHO, G. J. P.


Formação acadêmica/titulação


2015
Graduação em andamento em Abi - Filosofia.
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.




Atuação Profissional



Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Vínculo institucional

2018 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica

Vínculo institucional

2016 - 2017
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica

Atividades

2015 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, .



Linhas de pesquisa


1.
Ética e Filosofia Política
2.
Filosofia Contemporânea
3.
História da Filosofia


Projetos de pesquisa


2018 - Atual
Biopolítica: o terror e os excessos do poder
Descrição: Este projeto de pesquisa tem por objetivos trabalhar a noção de biopolítica e abordar de que maneira ela e suas tecnologias de poder, a governamentalidade, operam juntas na gestão e administração da vida da população, assim como pensar mecanismos de resistência a esse tipo de poder que é, ao mesmo tempo, individualizante e totalizante. Mostraremos que o exercício desse poder sobre a vida (biopoder) toma os corpos dos indivíduos, primeiro, como lugar de análise; e, em segundo lugar, como múltiplos e biológicos, como população, para se produzir dados globais que governamentem a massa populacional de acordo com os interesses das estruturas de poder estabelecidas. Por essa razão, vê-se a necessidade do exercício de resistências a essa forma de poder, como atitude crítica do indivíduo, a fim de que recusemos essa imposição sobre nós..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2016 - 2017
Foucault: Estética da Existência como Resistência ao Poder
Descrição: A partir do pensamento de Michel Foucault, este projeto de pesquisa tem por objetivo trabalhar o conceito de estética da existência como uma forma de resistência ao poder. Trata-se de evidenciar como a busca por um desprender-se máximo do assujeitamento e da dominação está ligada à criação e exercício, de forma livre e ativa, de um estilo de vida de caráter ético-estético..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Gabriel Vilarinho João do Prado - Integrante / Guilherme Castelo Branco - Coordenador.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.


Idiomas


Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
VILARINHO, G. J. P.2016 VILARINHO, G. J. P.. Foucault: estética da existência como resistência ao poder. REVISTA DO CFCH (CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DA UFRJ), v. 4, p. 29, 2016.

Apresentações de Trabalho
1.
VILARINHO, G. J. P.. Biopolítica e governamentalidade: gestão da vida e terrorismos de Estado. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

2.
VILARINHO, G. J. P.. A leitura de Foucault sobre Kant: a Aufklärung como atitude crítica e possível ferramenta de um governo de si. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

3.
VILARINHO, G. J. P.. Biopolítica: o terror e os excessos da racionalidade política. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

4.
VILARINHO, G. J. P.. Vida como obra de arte: agonística e atitude crítica frente ao poder. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

5.
VILARINHO, G. J. P.. Foucault: estética da existência como reistência ao poder. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

6.
VILARINHO, G. J. P.. A Morte do Homem: Aproximações entre Nietzsche e Foucault. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
6ª Olimpíada Estadual de Filosofia do Rio de Janeiro. 2018. (Olimpíada).

2.
9ª Semana de Integração Acadêmica da UFRJ. Biopolítica e governamentalidade: gestão da vida e terrorismos de Estado. 2018. (Feira).

3.
II Encontro Licenciaturas: Metodologias no Ensino de Filosofia. 2018. (Encontro).

4.
XI Colóquio Internacional Michel Foucault. 2018. (Congresso).

5.
25º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP 2017.A leitura de Foucault sobre Kant: a Aufklärung como atitude crítica e possível ferramenta de um governo de si. 2017. (Simpósio).

6.
8ª Semana de Integração Acadêmica da UFRJ. Vida como obra de arte: agonística e atitude crítica frente ao poder. 2017. (Feira).

7.
II Seminário Internacional do Grupo de Pesquisa ''O estado de exceção no Brasil contemporâneo'' - Desobediências e democracias radicais: a potência comum dos direitos que vêm.Biopolítica: o terror e os excessos da racionalidade política. 2017. (Seminário).

8.
Parresia, vida plena, estética da existência. 2017. (Seminário).

9.
Seminário Internacional - A Epidemia das Drogas Psquiátricas: Causas, Danos, Alternativas. 2017. (Seminário).

10.
1º Colóquio Nacional de Filosofia Michel Foucault. 2016. (Congresso).

11.
7ª Semana de Integração Acadêmica da UFRJ. Foucault: estética da existência como resistência ao poder. 2016. (Feira).

12.
Colóquio Artes, Manifestos, Manifestações. 2016. (Congresso).

13.
XVIII Encontro de pesquisa na graduação em Filosofia da Unicamp.A Morte do Homem: Aproximações entre Nietzsche e Foucault. 2016. (Encontro).

14.
5° Colóquio Internacional de Filosofia Política. Micropolíticas. 2015. (Congresso).

15.
I Encontro Heterotopias das artes. 2015. (Congresso).




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