Claudinei Garlet

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  • Última atualização do currículo em 15/10/2018


Acadêmico do 10° período do curso de Engenharia Florestal na Universidade Federal de Santa Maria e estudante do 2° período do Curso Técnico em Geoprocessamento no Colégio Politécnico da mesma instituição. Bolsista de iniciação científica (IC) - PIBIC/Cnpq e integrante do Laboratório de Ecologia Florestal do Departamento de Ciências Florestais da Universidade Federal de Santa Maria. Integrante do grupo de pesquisa: Ciclagem de nutrientes em florestas nativas e plantações comerciais. Desenvolve trabalhos de pesquisa na subárea: silvicultura, com ênfase em nutrição florestal. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Claudinei Garlet
Nome em citações bibliográficas
GARLET, C.

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Federal de Santa Maria, Laboratório de Ecologia Florestal - UFSM.
Universidade Federal de Santa Maria
Camobi
97105900 - Santa Maria, RS - Brasil
Telefone: (55) 97209010


Formação acadêmica/titulação


2014
Graduação em andamento em Engenharia Florestal.
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2018
Curso técnico/profissionalizante em andamento em Técnico em Geoprocessamento.
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2010 - 2013
Ensino Médio (2º grau).
Escola Estadual de Educação Básica Rui Barbosa, E.E.E.B.R.B, Brasil.




Formação Complementar


2018 - 2018
Extensão universitária em Inglês Aplicado ao Trabalho. (Carga horária: 40h).
Escola do Trabalhador, UNB, Brasil.
2018 - 2018
Hidrologia Geral. (Carga horária: 40h).
Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.
2018 - 2018
Componente Solo nos Sistemas de ILPF. (Carga horária: 10h).
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2018 - 2018
Associativismo, Cooperativismo e Sindicalismo no Agronegócio. (Carga horária: 20h).
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2018 - 2018
Práticas Mecânicas de Conservação de Água e Solo. (Carga horária: 40h).
Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.
2018 - 2018
Produção de Mudas e Manejo Produtivo na Silvicultura. (Carga horária: 30h).
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2018 - 2018
Gestão Territorial para Recu. Hídricos com Software Livre de Código Aberto.. (Carga horária: 40h).
Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.
2018 - 2018
Planejamento, Manejo e Gestão de Bacias. (Carga horária: 40h).
Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.
2018 - 2018
Sistemas de Cultivo na Silvicultura e Projetos Florestais. (Carga horária: 20h).
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2017 - 2017
Curso de Desinibição e Oratória. (Carga horária: 6h).
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2017 - 2017
Curso de ArcGis. (Carga horária: 12h).
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2016 - 2016
Curso de Excel Avançado. (Carga horária: 10h).
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: PIBIC - CNPq/UFSM, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2016 - 2017
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: PROBIC - FAPERGS/UFSM, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2016 - 2016
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: PROBIC - FAPERGS/UFSM, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2015 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: PIBIC - CNPq/UFSM, Carga horária: 20



Projetos de pesquisa


2016 - 2017
Ciclagem biogeoquímica dos nutrientes em um híbrido de Eucalyptus globulus submetido ao estresse hídrico.
Descrição: Cientistas de várias partes do mundo se preocupam com as mudanças climáticas que poderão alterar e transformar os ecossistemas de nosso planeta. Em virtude disso, são realizadas simulações e grandes ensaios nos mais variados tipos de ecossistemas. Nestes trabalhos, os cientistas verificam como as alterações nos níveis de precipitação pluviométrica, monóxido de carbono e temperatura afetam a biosfera. O objetivo do presente trabalho foi monitorar e avaliar a ciclagem biogeoquímica dos nutrientes em um híbrido de Eucalyptus globulus, submetido ao estresse hídrico. O estudo realizou-se no município de Eldorado do Sul, onde foram avaliados dois tratamentos, com e sem restrição hídrica, contendo 8 linhas x 10 plantas cada. No tratamento com restrição hídrica foram alocadas calhas plásticas coletoras para desviar 30% da precipitação. Para a amostragem da quantidade e da composição química da solução da precipitação pluviométrica (P), instalou-se seis coletores (três para análise química e três para quantificação) em área anexa ao ensaio de estresse hídrico. Para quantificar a precipitação interna (Pi) e as características químicas da solução da mesma, em cada bloco, foram distribuídos 12 coletores (6 para quantidade e 6 para analise química). Também instalou-se 12 coletores de escoamento pelo tronco das arvores (Et). Com a amostragem da água da (P), (Pi) e (Et) foram determinados os valores de pH e de alguns elementos químicos. Para a coleta e caracterização química da serapilheira foram instalados 12 coletores de serapilheira em cada tratamento, para posteriormente ser determinada a taxa de decomposição da serapilheira e o tempo médio necessário para renovação da serapilheira acumulada sobre o solo. A amostragem das raízes finas (diâmetro . 2,0 mm) foi realizada a partir dos três anos de plantio, com repetições posteriores das análises a cada semestre. Também foram mensurados atributos químicos e físicos do solo, e avaliada a variação da umidade do solo por meio de sondas de medição da umidade. Para verificar o crescimento das plantas nas parcelas amostrais, foram mensuradas, semestralmente, altura (m) e diâmetro a altura do peito (cm), além de avaliações quanto à mortalidade de plantas. Também, determinou-se a área foliar específica, condutância estomática, fotossíntese, fluorescência e respiração..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2016 - Atual
Ciclagem biogeoquímica de nutrientes em ecossistemas florestais nativos e plantações comerciais.
Descrição: Em função do estabelecimento de práticas que venham a assegurar a sustentabilidade da capacidade produtiva dos solos surge à necessidade da realização de análises químicas de solo, planta e entradas de nutrientes pela água da chuva e mesmo da água do deflúvio das diferentes microbacias visando estabelecer o balanço nutricional das espécies arbóreas. O presente projeto de pesquisa tem como objetivos específicos: quantificar as entradas de íons através da precipitação e da deposição atmosférica (via seca e úmida); quantificar a biomassa e o estoque de nutrientes acumulados nas espécies florestais; avaliar a sazonalidade de deposição da serapilheira e a devolução de nutrientes e quantificar o estoque de nutrientes no solo em diferentes profundidades..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - Atual
Diagnose nutricional de plantas, água e solos.
Descrição: O presente projeto de prestação de serviços tem por objetivo a realização da diagnose nutricional em amostras de plantas (folhas, galhos, casca, madeira e raízes), solo e água oriundos de ecossistemas florestais nativos e plantações comercias com espécies de rápido crescimento (eucalipto, pinus, acácia e outras), culturas anuais bem como de viveiros florestais entre outros..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2016
Realização de análises de tecidos vegetais, água e solos
Descrição: O presente projeto de prestação de serviços tem por objetivo a realização de análises químicas de amostras de tecidos vegetais (folhas, casca, madeira e raízes), solo e água, oriundos de ecossistemas florestais e plantações agrícolas, bem como viveiros florestais entre outros..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2015
Ciclagem de nutrientes em ecossistemas florestais nativos e plantações comerciais.
Descrição: O presente projeto de pesquisa tem por finalidade avaliar a ciclagem dos nutrientes em diferentes ecossistemas florestais nativos e nas principais espécies que compõem as palntações florestais. Este projeto de longo prazo tem como objetivos: quantificar as entradas de íons através da precipitação e deposição atmosférica; estimar a biomassa e o estoque de nutrientes acumulados nas diferentes espécies florestais; avaliar a sazonalidade de deposição da serapilheira e a devolução de nutrientes e quantificar o estoque de nutrientes no solo em diferentes profundidades..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2017 - 2017
Planejamento ambiental de imóveis rurais frente aos dispositivos legais para a indicação de áreas potenciais à silvicultura.
Descrição: Cada vez mais é exigido que o conhecimento gerado nas instituições educacionais através do ensino e da pesquisa devem ser levados à comunidade por meio da extensão universitária. Em razão do exposto e por observar a constante demanda da comunidade rural por orientação e aperfeiçoamento, na busca da promoção social e melhoria da qualidade de vida, entende-se que a Universidade Federal de Santa Maria, por meio de parcerias, dispõe de recursos humanos e estruturais para o exercício de ações que venham ao encontro dos anseios da sociedade. Assim, o presente projeto visa o desenvolvimento de ações que se constituam de um facilitador da integração das informações ambientais fundamentais para o planejamento ambiental, a indicação de áreas potenciais ao desenvolvimento de atividades silviculturais e de áreas passíveis de recuperação em imóveis rurais, além de informar o produtor sobre as possibilidades de manejar a floresta nativa, tendo como foco os aspectos legais a partir da premissa do Cadastro Ambiental Rural ? CAR. Essa proposta justifica-se quando se percebe que uma das questões em pauta entre proprietários rurais, na atualidade, diz respeito à aplicação da Lei Federal nº 12.651/2012, sobretudo no que consiste a adequação ambiental da propriedade frente ao CAR. O presente projeto de extensão ocorrerá em três municípios distintos: Santa Maria, Frederico Westphalen e São Pedro do Sul; com previsão de duração de 1 (um) ano, podendo ser renovado por mais um ano de acordo o andamento do mesmo e da demanda pelas capacitações. Serão elaboradas capacitações (com duração de 8 horas, divididas em 4 horas teóricas e 4 horas práticas), tendo como público-alvo os proprietários de imóveis rurais e, os profissionais e os estudantes que atuam ou pretendem atuar na área ambiental. Para tanto, propõe parcerias com sindicatos de trabalhadores rurais, Emater e/ou empresas com atuação da área agrosilvopastoril das regiões de abrangência do trabalho. Anterior à realização das capacitações, será necessária a realização de reuniões de trabalho e troca de conhecimentos (experiências) entre os docentes e estudantes dos Campi de Santa Maria e de Frederico Westphalen integrantes do projeto e, demais parceiros. A fim de obtermos a base de dados para a elaboração de um documento informativo, em cada capacitação será solicitado aos participantes que exponham suas dúvidas, de modo que seja compilada uma lista de perguntas frequentes. O projeto terá como público-alvo os proprietários de imóveis rurais, profissionais e estudantes que atuam ou pretendem atuar na área ambiental e, propõe parcerias com sindicatos de trabalhadores rurais, Emater, empresas com atuação da área agrosilvopastoril da região, e, a Floresta Jr., empresa júnior do Curso de Engenharia Florestal. Objetivos Objetivo Geral Promover ações que se constituam em um facilitador da integração das informações ambientais elementares para o planejamento ambiental e a indicação de áreas potenciais à silvicultura em imóveis rurais, na tentativa de auxiliar na elucidação da premissa do Cadastro Ambiental Rural ? CAR. Objetivos específicos Desenvolver uma capacitação sobre o planejamento ambiental de imóveis rurais tendo como foco: - o entendimento dos aspectos legais que envolvem o mesmo; - apresentar áreas potenciais ao desenvolvimento de atividades silviculturais e áreas passíveis de recuperação; - capacitar os participantes para a compreensão das distintas potencialidades silviculturais em diferentes regiões do Rio Grande do Sul; - elaborar cartilha didática sobre a temática do projeto, para auxiliar as capacitações; - elaborar um documento informativo para consultas rápidas a partir das perguntas mais frequentes do público-alvo; - informar aos proprietários de imóveis rurais sobre as possibilidades de manejar a floresta nativa mediante licenciamento..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2017 - 2017
Empresa Floresta Junior: Projeto de apoio a formação e capacitação profissional.
Descrição: O termo "Empresa Júnior'', surgiu em 1967, na França como um projeto do governo a fim de incrementar a criação de novas empresas e obter assim a renovação da economia daquele país. O papel das empresas juniores é dar os acadêmicos a oportunidade de proporcionar o aprimoramento técnico, através da realização de trabalhos, que possibilite assim a resolução de tarefas práticas, desenvolvimento pessoal, complemento à formação teórica (fornecendo experiência), valorização da profissão, do Curso, da Instituição (universidade), dos mestres e, sobretudo, do acadêmico engajado em tal projeto, além de contribuir ao desenvolvimento da sociedade via um trabalho de extensão a ser realizado em sua área de atuação. A fim de garantir um ótimo aprendizado acadêmico, todo o trabalho executado é auxiliado por um docente específico da respectiva área de conhecimento, sem vínculo à Empresa Floresta Jr., visto que esses trabalhos são prestados como consultoria a todo tipo de média e pequena empresa, embora o mercado alvo seja o PPMR (pequeno e médio produtor rural). Além do diferencial obtido frente ao mercado de trabalho, os membros da Empresa Floresta Jr. vivenciaram a organização do trabalho em equipe, delegação de responsabilidades, disciplina, negociações, atividades financeiras, tomada de decisões, convívio com riscos e o contato direto com realidade do público..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal.


Produções



Produção bibliográfica
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
GARLET, C.; SCHUMACHER, M. V. ; RITTER, L. F. S. ; LOPES, B. N. ; KOWALSKI, M. E. N. ; UGALDE, E. S. . Produção de serapilheira em Pinus taeda no sul do Brasil. In: X Simpósio Brasileiro de Pós-Graduação em Ciências Florestais, 2018, Natal - RN. X Simpósio Brasileiro de Pós-Graduação em Ciências Florestais, 2018. p. 1438-1442.

2.
POLETO, G. C. ; LUDVICHAK, A. A. ; GARLET, C. ; KOWALSKI, M. E. N. ; RITTER, L. F. S. ; STAHL, J. . Distribuição da precipitação pluviométrica em um povoamento de Eucalyptus urograndis (Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis) em Telêmaco Borba ? PR ? Brasil. In: Simpósio IPEF 50, 2018, Piracicaba - SP. Simpósio IPEF 50, 2018.

3.
POLETO, G. C. ; LUDVICHAK, A. A. ; GARLET, C. ; LOPES, B. N. ; RITTER, L. F. S. ; STAHL, J. . Densidade de raízes finas em um povoamento de Eucalyptus urograndis (Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis) submetido a diferentes regimes hídricos no Sul do Brasil. In: Simpósio IPEF 50 anos, 2018, Piracicaba - SP. Simpósio IPEF 50 anos, 2018.

4.
GARLET, C.; SCHUMACHER, M. V. ; DICK, G. ; SOUZA, H. P. ; SANTOS, J. C. ; MOMOLLI, D. R. ; DAGOSTINI, T. ; MALHEIROS, A. C. . Devolução de cálcio através da serapilheira produzida em Eucalyptus dunnii em Alegrete, RS.. In: Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, Missiones. XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016.

5.
MOMOLLI, D. R. ; SCHUMACHER, M. V. ; DICK, G. ; GARLET, C. ; SANTOS, J. C. ; MALHEIROS, A. C. ; DAGOSTINI, T. ; SOUZA, H. P. . Distribuição da precipitação pluviométrica em Eucalyptus dunnii em Alegrete, RS, Brasil.. In: XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, Missiones. XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016.

6.
MOMOLLI, D. R. ; SCHUMACHER, M. V. ; DICK, G. ; GARLET, C. ; SANTOS, J. C. ; MALHEIROS, A. C. ; DAGOSTINI, T. ; PERIPOLLI, J. L. Z. ; SOUZA, H. P. . Entrada de Potássio pela precipitação pluviométrica em Eucalyptus dunnii no sul do Brasil.. In: XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, Missiones. XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016.

7.
SANTOS, J. C. ; SCHUMACHER, M. V. ; DICK, G. ; MOMOLLI, D. R. ; DAGOSTINI, T. ; GARLET, C. ; MALHEIROS, A. C. ; ARAUJO, E. F. . Efeito das copas das árvores de Eucalyptus saligna nos valores de pH da precipitação pluviométrica.. In: XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, Missiones. XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016.

8.
SANTOS, J. C. ; SCHUMACHER, M. V. ; DICK, G. ; MOMOLLI, D. R. ; DAGOSTINI, T. ; GARLET, C. ; MALHEIROS, A. C. ; ARAUJO, E. F. . Devolução de nitrogênio pela serapilheira produzida em Eucalyptus saligna no RS, Brasil.. In: XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, Missiones. XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016.

9.
MALHEIROS, A. C. ; SCHUMACHER, M. V. ; DICK, G. ; SANTOS, J. C. ; DAGOSTINI, T. ; GARLET, C. ; MOMOLLI, D. R. ; ARAUJO, E. F. . Densidade de raízes finas em Eucalyptus dunnii na região da Campanha Central.. In: Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, Missiones. XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, 2016.

10.
PERIPOLLI, J. L. Z. ; SCHUMACHER, M. V. ; DICK, G. ; SANTOS, J. C. ; MOMOLLI, D. R. ; DAGOSTINI, T. ; GARLET, C. ; MALHEIROS, A. C. . Entrada de sulfato pela precipitação pluviométrica em Eucalyptus dunnii no Bioma Pampa.. In: Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, Missiones. XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, 2016.

11.
DAGOSTINI, T. ; SCHUMACHER, M. V. ; DICK, G. ; SANTOS, J. C. ; MOMOLLI, D. R. ; GARLET, C. ; MALHEIROS, A. C. . Entrada de cloro pela precipitação pluviométrica em Eucalyptus dunnii Maiden em São Gabriel, RS.. In: Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, Missiones. XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, 2016.

12.
DICK, G. ; SCHUMACHER, M. V. ; MOMOLLI, D. R. ; MALHEIROS, A. C. ; DAGOSTINI, T. ; GARLET, C. ; SANTOS, J. C. ; ARAUJO, E. F. . Concentrações foliares de N, P e K em povoamento de Eucalyptus dunnii Maiden na região da Campanha Central do Rio Grande do Sul, Brasil.. In: Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, Missiones. XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, 2016.

13.
SANTOS, J. C. ; SCHUMACHER, M. V. ; DICK, G. ; MOMOLLI, D. R. ; DAGOSTINI, T. ; GARLET, C. ; MALHEIROS, A. C. . Macronutrientes na serapilheira acumulada de Eucalyptus saligna no RS, Brasil.. In: Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, Missiones. XVII Jornadas Técnicas Forestales y Ambientales, 2016, 2016.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
GARLET, C.; SCHUMACHER, M. V. . Produção de serapilheira em Eucalyptus globulus submetido ao estresse hídrico no município de São Gabriel, RS. In: XXXII Jornada Acadêmica Integrada, 2017, Santa Maria. Anais 32° Jornada Acadêmica Integrada, 2017, 2017.

2.
GARLET, C.; SCHUMACHER, M. V. . Fluxo de nutrientes através da precipitação pluviométrica incidente, precipitação interna e escoamento pelo tronco em um povoamento de Eucalyptus globulus. In: Jornada Acadêmica Integrada, 2016, Santa Maria. Anais 31° Jornada Acadêmica integrada, 2016., 2016.

3.
GARLET, C.; SCHUMACHER, M. V. ; MOMOLLI, D. R. ; DICK, G. ; SOUZA, H. P. ; FRANTZ, B. C. . Produção de serapilheira e devolução de nutrientes em povoamento Ecalyptus dunnii Maiden, estabelecido no Bioma Pampa, Alegrete, RS. In: XXX Jornada Acadêmica Integrada, 2015, Santa Maria. Anais, 30° Jornada Acadêmica Integrada, 2015., 2015.


Demais tipos de produção técnica
1.
SCHUMACHER, M. V. ; SOUZA, H. P. ; MOMOLLI, D. R. ; GARLET, C. . Ciclagem biogeoquímica de nutrientes em Eucalyptus dunnii Maiden em uma microbacia hidrográfica experimental do bioma Pampa.. 2015. (Relatório de Pesquisa).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
1°Congresso Brasileiro de Geotecnologias para o Meio Ambiente (CBGEO). 2018. (Congresso).

2.
Conversando sobre saúde mental. 2018. (Outra).

3.
Desafios Ambientais da atualidade: retrocessos na legislação e nas políticas públicas. 2018. (Outra).

4.
IV Encontro Brasileiro de Mensuração Florestal. 2018. (Encontro).

5.
Janela Aberta UFSM. Janela Aberta - 16 Edição. 2018. (Feira).

6.
Repensando sua rotina de estudos. 2018. (Encontro).

7.
VII Jornada Brasileira de gvSIG & X Jornada Latino Americana e do Caribe.Uso do gvSIG em empresas de Agricultura de Precisão. 2018. (Outra).

8.
X Simpósio Brasileiro de Pós-Graduação em Ciências Florestais.Produção de serapilheira em Pinus taeda no sul do Brasil. 2018. (Simpósio).

9.
Descubra UFSM. Descubra UFSM 2017. 2017. (Exposição).

10.
I Seminário Práticas Sustentáveis, Agroecologia e Biodiversidade. 2017. (Seminário).

11.
Santa Maria Jr. 2017.1. 2017. (Outra).

12.
XXXII Jornada Acadêmica Integrada.Produção de serapilheira em Eucalyptus globulus submetido ao estresse hídrico no município de São Gabriel, RS.. 2017. (Outra).

13.
V Canto do Pica Pau. 2016. (Outra).

14.
VII INTERFLORESTA - Bioenergia e Empreendedorismo. 2016. (Outra).

15.
XXXI Jornada Acadêmica Integrada.Fluxo de nutrientes através da precipitação pluviométrica incidente, precipitação interna e escoamento pelo tronco em um povoamento de Eucalyptus globulus.. 2016. (Outra).

16.
XIX Semana Acadêmica da Engenharia Florestal.Formação profissional e áreas de atuação. 2015. (Outra).

17.
XXX Jornada Acadêmica Integrada.Produção de serapilheira e devolução de nutrientes em povoamento Ecalyptus dunnii Maiden, estabelecido no Bioma Pampa, Alegrete, RS.. 2015. (Outra).




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