Amanda Reis dos Santos

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  • Última atualização do currículo em 15/05/2018


Atualmente é Monitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Antiga e Medieval. (Texto gerado automaticamente pela aplicação CVLattes)


Identificação


Nome
Amanda Reis dos Santos
Nome em citações bibliográficas
SANTOS, A. R.


Formação acadêmica/titulação


2014
Graduação em andamento em Abi - História.
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.




Formação Complementar


2018 - 2018
VII Curso de Formação de Mediadores. (Carga horária: 42h).
Museu Nacional, MN, Brasil.
2016 - 2016
Epigrafia Latina. (Carga horária: 4h).
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitoria, Carga horária: 20
Outras informações
Monitora bolsista de História Antiga I (2016, 2018) e História Antiga II (2017).



Projetos de pesquisa


2016 - 2016
Tempo Presente no Ensino de História: historiografia, didática e cultura em diferentes contextos curriculares
Descrição: Os currículos como construção cultural expressam opções e processos de mediação realizados na/para atribuição de sentidos aos saberes ensinados/ aprendidos. Neste projeto de pesquisa focalizamos os saberes/práticas criados e mobilizados no fazer curricular de história, considerando as articulações e hibridizações entre historiografia, cultura, didática e questões do tempo presente para a produção de saberes/práticas no contexto das aulas da educação básica, da formação de professores, de livros didáticos, de espaços museológicos e da educação a distância. A focalização nos saberes/práticas é realizada em perspectiva que busca superar dicotomias entre prescrição e realização, entre currículo proposto e vivido, entre conhecimento cotidiano e escolar. Para isso, trabalhamos com perspectiva teórica que compreende o currículo como arena cultural, 'espaço-tempo de fronteira'. A produção de saberes e práticas é analisada enquanto expressão de embates entre sentidos atribuídos por docentes e estudantes aos saberes ensinados em diferentes contextos curriculares. Os processos de didatização são investigados em perspectiva que busca compreendê-los enquanto práticas discursivas através das quais significados são afirmados, questionados, negociados e fixados, constituídos e constituintes pela /da cultura e através de nexos estabelecidos entre presente e passado nos processos de significação. Assim, a noção de narrativa histórica, constitutiva do discurso historiográfico, mediadora entre a História (vivida) e a produção de um saber para a construção de sentido do mundo - articulada com as contribuições da epistemologia escolar/didática e da cultura, é utilizada para investigar processos de ressignificação de saberes e concepções do/ no /sobre o cotidiano no presente em sua relação com o passado, na escola e em outros espaços de mediação cultural. A metodologia é desenvolvida através da observação, registro e análise de aulas de professores de história marcantes para seus alunos, na análise de narrativas produzidas ao longo de entrevistas antes e depois da observação das aulas. Em outra vertente, textos de livros didáticos e entrevistas com seus autores possibilita a realização da investigação da epistemologia do conhecimento escolar produzido no fazer curricular..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (2) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Amanda Reis dos Santos - Coordenador / Ana Maria Ferreira da Costa Monteiro - Integrante.
2015 - Atual
Uma mulher antiga na aurora de novos tempos: a transição do evergetismo à caridade entre os séculos IV e V d.C
Descrição: Os séculos IV e V d.C. são de suma importância para a compreensão do alvorecer de um novo mundo, tanto no Ocidente quanto no Oriente, e marcam o início de uma periodização que tem sido gradualmente adotada pelos historiadores da Antiguidade: a Antiguidade Tardia. Antes nomeado de Baixo Império ? que carregava consigo um estigma negativo, resultado de interpretações decadentistas sobre o Império Romano com o advento do Cristianismo enquanto religião oficial e de Estado e incursões de povos germânicos -, o período que se estende do século IV até o VII ainda é pouco estudado na área, embora haja uma grande gama de documentação a ser analisada e inúmeras possibilidades de pesquisa. Nesse sentido, poderemos perceber que o Império, afinal, não ruiu, apenas transferiu-se para Bizâncio; a complexidade que envolve o entendimento sobre como a Igreja se tornou, a partir da conversão de Constantino, em uma potência política e religiosa, bem como os debates teológicos que acabaram por fragmentar o monoteísmo cristão; poderemos analisar mais de perto a suma importância do papel feminino nesse novo tipo de sociedade que se configura a partir do século IV ? tema este, aliás, bastante atual, uma vez que a discussão sobre a presença (ou não) da mulher em altos cargos eclesiásticos, como o de diaconisa, reemergiu no papado de Francisco; entre inúmeras outras possibilidades. O objetivo geral da pesquisa é compreender, no contexto de rápidas e intensas modificações no Império Romano com a consolidação do Cristianismo enquanto religião oficial e sua difusão entre as elites, a transição entre duas práticas econômicas ? o evergetismo, próprio do meio aristocrático clássico ? e a caridade ? direcionada pela primeira vez aos marginalizados da sociedade, como pobres, indigentes, doentes, estrangeiros e intimamente relacionada à preocupação contemporânea à época da Salvação da alma -, ambas realizadas por uma mulher recém-convertida à religião e proveniente de uma das famílias mais ricas de Roma. Através do estudo de uma hagiografia intitulada ?A Vida de Melânia, a Jovem?, da autoria de Jerônimo, da biografia da mesma santa contida na ?História Lausíaca?, de Paládio - ambas escritas por volta do século V d.C. -, do Novo Testamento e das epístolas do monge eremita, procurarei mostrar como a suposta caridade cristã de Melânia é ostensiva e eversiva ? isto é, subverte os valores de seu círculo social e, até certo ponto, do cristianismo ? revelando a dinamicidade própria da Antiguidade Tardia. Assim, procurarei investigar as mudanças econômicas em algumas províncias por onde Melânia passou, reflexo de uma nova conjuntura histórica que estava se delineando entre o quatro e o quinto séculos da Era Comum, bem como os diversos impactos ? ideológicos, morais, econômicos e até mesmo políticos ? gerados por suas doações..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Amanda Reis dos Santos - Coordenador / Deivid Valério Gaia - Integrante.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História Antiga e Medieval.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Currículo.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.


Produções



Produção bibliográfica
Apresentações de Trabalho
1.
SANTOS, A. R.. Entre evergetismo, caridade e ostentação: algumas reflexões sobre o status das doações de Melânia, a Jovem. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

2.
SANTOS, A. R.. A tênue fronteira entre evergetismo e caridade: algumas reflexões sobre o status das doações de Melânia, a Jovem.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

3.
SANTOS, A. R.. NARRATIVAS DO RIO DE JANEIRO EM EXAMES DE ACESSO ÀS UNIVERSIDADES PÚBLICAS: UMA ANÁLISE DE QUESTÕES DO ENEM E DA UERJ. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

4.
SANTOS, A. R.. Quando Roma era Amor: o período áureo do Imperium Romanum expresso no Discurso a Roma e em História Augusta. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

5.
SANTOS, A. R.. Doando bens, comprando o Céu: algumas considerações sobre as doações de Melânia, a Jovem na Antiguidade Tardia. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

6.
SANTOS, A. R.. Uma mulher antiga na aurora de novos tempos: passagem do evergetismo à caridade através do estudo da ?Vida de Melânia, a Jovem?,. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

7.
SANTOS, A. R.. Antiguidade Tardia: ruptura ou continuidade? Um estudo dos aspectos socioeconômicos e culturais na ?Vida de Melânia, a Jovem?. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
8ª Semana de Integração Acadêmica.UMA MULHER ANTIGA NA AURORA DE NOVOS TEMPOS: UM ESTUDO DA PRÁTICA EVERGÉTICO-CARITATIVA NA TRAJETÓRIA DE MELÂNIA, A JOVEM. 2017. (Outra).

2.
II Semana de História da UFRJ.Uma sujeira na áurea Dinastia Antonina: memória e esquecimento na obra ?Elogio a Roma?, de Élio Aristides. 2017. (Outra).

3.
IV Encontro Nacional de Pesquisadores do ATRIVM ? Sistemas de Crenças, Rituais e Magia na Antiguidade..Liberalidade, liberdade feminina e seus limites na Antiguidade Tardia: estudo de caso da Vita de Melânia, a Jovem (séculos IV ? V d.C.). 2017. (Encontro).

4.
Numismática em Exposição: entre papéis e moedas. 2017. (Seminário).

5.
VIII Colóquio do LEIR-UFOP - Modalidades de integração e seus limites no Mediterrâneo Antigo.A relação entre beneficência, castidade e liberdade em alguns documentos literários tardoantigos: estudo de caso de Melânia, a Jovem.. 2017. (Outra).

6.
XXVII Ciclo de Debates em História Antiga. 2017. (Outra).

7.
XXVII Ciclo de Debates em História Antiga.Peregrinações, caridade e ascese: as três formas de libertação feminina na Antiguidade Tardia (séculos IV e V d.C). 2017. (Outra).

8.
4ª Semana de História (UFF).Entre evergetismo, caridade e ostentação: algumas reflexões sobre o status das doações de Melânia, a Jovem. 2016. (Outra).

9.
7ª Semana de Integração Acadêmica (UFRJ).NARRATIVAS DO RIO DE JANEIRO EM EXAMES DE ACESSO ÀS UNIVERSIDADES PÚBLICAS: UMA ANÁLISE DE QUESTÕES DO ENEM E DA UERJ. 2016. (Outra).

10.
Explorando as aprendizagens das ciências humanas e suas tecnologias no ENEM. 2016. (Oficina).

11.
III Encontro de Pesquisadores do Atrivm.Entre a ostentação e a pobreza de uma santa: a caridade eversiva de Melânia, a Jovem. 2016. (Outra).

12.
XIII Jornada de História Antiga (UERJ).A tênue fronteira entre evergetismo e caridade: reflexões sobre o status das doações de Melânia, a Jovem. 2016. (Outra).

13.
XXVI Ciclo de Debates em História Antiga.Quando Roma era Amor: o período áureo do Imperium Romanum expresso no Discurso a Roma e em História Augusta. 2016. (Outra).

14.
XXVI Ciclo de Debates em História Antiga.Doando bens, comprando o Céu: algumas considerações sobre as doações de Melânia, a Jovem na Antiguidade Tardia. 2016. (Outra).

15.
XXV Ciclo de Debates em História Antiga. 2015. (Outra).

16.
XXV Ciclo de Debates em História Antiga.Uma mulher antiga em um novo tempo: a Antiguidade Tardia n'A Vida de Santa Melânia. 2015. (Outra).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
GAIA, D. V. ; BUSTAMANTE, R. M. C. ; LESSA, F. S. ; SANTOS, A. R. . XXVII Ciclo de Debates em História Antiga - Etnicidades. 2017. (Outro).

2.
SANTOS, A. R.. XXVI Ciclo de Debates em História Antiga - Integração e Contato. 2016. (Outro).

3.
SANTOS, A. R.. XXV Ciclo de Debates em História Antiga - Cidades. 2015. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Iniciação científica
1.
Amanda Reis dos Santos. Um estudo da prática evergético-caritativa nos séculos IV e V d.C a partir da trajetória de Melânia, a Jovem.. Início: 2015. Iniciação científica (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Iniciação científica
1.
Amanda Reis dos Santos. Narrativas do Estado do Rio de Janeiro nas aulas de História: um estudo a partir de diferentes vozes. 2016. Iniciação Científica. (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Amanda Reis dos Santos.



Inovação



Projetos de pesquisa



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