Raísa Abrantes Penna

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  • Última atualização do currículo em 22/10/2018


Graduanda em psicologia na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Integrante do grupo de pesquisa do Laboratório de Pesquisas em Práticas Dialógicas e Colaborativas (Dialog) e do Laboratório de Estudos Básicos e Aplicados em Análise do Comportamento (LEBAC). Foi membro do centro estudantil de psicologia no ano de 2017. É membro da comissão organizadora da Jornada de Análise do Comportamento da USP em Ribeirão Preto. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Raísa Abrantes Penna
Nome em citações bibliográficas
PENNA, R. A.;PENNA, Raísa Abrantes

Endereço


Endereço Profissional
Universidade de São Paulo.
Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP
Vila Monte Alegre
14040901 - Ribeirão Preto, SP - Brasil
Telefone: (16) 33153742


Formação acadêmica/titulação


2015
Graduação em andamento em Psicologia.
Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP), FFCLRP, Brasil.
2011 - 2013
Ensino Médio (2º grau).
Etec Antônio Devisate, ETEC, Brasil.




Atuação Profissional



Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Vínculo institucional

2015 - Atual
Vínculo: Estudante de graduação, Enquadramento Funcional: Estudante de graduação



Projetos de pesquisa


2017 - Atual
Comparação entre métodos de ensino de relações nome-face para crianças e idosos saudáveis
Descrição: O aumento do número de idosos no Barsil. Assim como em outros países do mundo, gera um aumento das demandas no âmbito da saúde (física e mental). Atualmente, estudos apontam que 20% da população idosa possuem depressão ou algum transtorno mental ou neurológico. Vários campos da Psicologia, como a Análise do Comportamento, têm contribuído com estudos sobre a cognição. Especificamente, estudos sob o paradigma da equivalência de estímulos têm auxiliado no desenvolvimento de estratégias para a recuperação da linguagem em idosos com transtornos neurocognitivos. O estabelecimento de relações condicionais entre palavras e seus referentes, em estudos experimentais, normalmente tem sido feito por meio de tarefas de emparelhamento ao modelo (AMTS), mas muitos idosos apresentam dificuldades de aprender/reaprender essas relações por mio dessa tarefa, sobretudo idosos com transtornos neurocognitivos. O desenvolvimento de intervenções para o ensino ou recuperação de relações envolvendo a linguagem demandam, portanto, estudos que testem diferentes tipos de intervenção. Para isso, estudos com idosos saudáveis sobre as facilidades e dificuldades na aprendizagem dessas tarefas podem ajudar a melhor mapear as características das tarefas e procedimentos para atingir esse objetivo. Os objetivos desse estudo são (a) comparar dois procedimentos de ensino: o AMTS associado ao ensino por exclusão, e o Pareamento Ostensivo (PO) associado ao AMTS, em idosos sem qualquer déficit cognitivo; (b) verificar a eficácia de cada procedimento na aprendizagem e manutenção de relações condicionais arbitrárias entre faces (fotos) e nomes (escritos e ditados); e (c) verificar se a eficácia de cada procedimento tem relação com a idade dos participantes. Participaram foram seis idosos saudáveis e alfabetizados e seis crianças com idades entre 9 e 13 anos. Foi conduzido um delineamento de medidas repetidas com balanceamento das condições entre os participantes. Na fase 1, foi realizado um teste de reconhecimento e nomeação de fotos com o objetivo de verificar se os estímulos eram familiares aos participantes. Na fase 2 era realizado o ensino de relações entre os nomes ditados e as fotos (AB) e entre osnomes ditados e os nomes escritos (AC) por AMTS (metade do grupo) e PO (outra metade), cada um com seis etapas. Foi testada a emergência de relações de equivalência entre os estímulos (testes BC e CB) e a nomeação das fotos. Os testes foram realizados imediatamente após o ensino e após uma semana. Todos os participantes aprenderam todas as relações ensinadas, mas os idosos necessitaram de uma maior exposição aos blocos de ensino, nos dois métodos de intervenção, em comparação às crianças. A maioria dos participantes apresentou formação de classes de equivalência, com manutenção das relações ensinadas, com exceção de dois participantes (um idoso e uma criança) que também apresentaram dificuldades nas fases de ensino. Houve diferenças de desempenho entre os grupos: as crianças realizaram todas as fases com pouco ou nenhum erro, enquanto os idosos apresentaram mais dificuldades e maior sensibilidade ao erro. Conclui-se que não houve diferenças entre os métodos de ensino em relação à facilitação da aprendizagem..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Raísa Abrantes Penna - Integrante / Andréia Schmidt - Coordenador.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
2016 - 2017
Caracterização de condições psicológicas e cognitivas de idosos brasileiros institucionalizados: análise da literatura
Descrição: Iniciação científica: Nas últimas décadas, a população idosa tem aumentado no Brasil. De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE - 2015) o aumento do envelhecimento da população também está relacionado com a queda rápida e contínua da fecundidade e pela queda da mortalidade em todas as idades. Os idosos se encontram no último estágio do ciclo vital, no qual ocorre de maneira progressiva e natural o declínio das funções motoras e cognitivas. É sabido que essa população está mais exposta às doenças e a agravos não transmissíveis. Por conta disso, há o predomínio de doenças crônicas e de comprometimento cognitivo, os quais podem comprometer a funcionalidade do idoso e, consequentemente, aumentar a sua dependência e demanda de cuidado. Considerando o contexto mais amplo do envelhecimento, que abrange não apenas aspectos biológicos, mas também sociais e econômicos, é necessário uma articulação entre o Estado, as famílias e o setor privado a fim de que se possam prover os cuidados necessários à população idosa brasileira. Os cuidados de longa duração podem ser definidos como apoio material, instrumental e emocional oferecidos formal ou informalmente durante um longo período de tempo. O cuidado formal envolve o atendimento integral ao idoso em Instituições de Longa Permanência, centros-dia, hospitais-dia e/ou em domicílio. É oferecido por profissionais, tanto do setor privado, quanto do público. Em contrapartida, por manter o residente fora de seu convívio familiar e pela necessidade de adaptação à rotina e ao ambiente da instituição, a institucionalização pode provocar isolamento, inatividade física e falta de estimulação cognitiva. Além disso, há perdas de autonomia e de identidade, uma vez que o idoso deve adaptar-se à instituição de forma a mudar seus hábitos e suas rotinas. É observada, ainda, a falta de profissionalização no funcionamento das IPLIs no Brasil, pois elas se fundamentam ainda no modelo filantrópico, o que acarreta em uma assistência protecionista, que é insensível à liberdade de escolha e às potencialidades das pessoas idosas. Esse contexto provoca o aumento da dependência do idoso, seu isolamento e a falta de perspectivas para uma vida ativa. Em vista disso, objetivo desse estudo é realizar uma revisão integrativa de estudos que caracterizam funções psicológicas e cognitivas de residentes de instituições de longa permanência para idosos no Brasil. Pretende-se, também, investigar se esses artigos relacionam tais funções a aspectos ambientais dessas instituições..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Raísa Abrantes Penna - Integrante / Andréia Schmidt - Coordenador.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia.


Idiomas


Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.


Produções



Produção bibliográfica
Apresentações de Trabalho
1.
PENNA, Raísa Abrantes; SCHMIDT, A. . Aprendizagem de relações nome-face por idosos: uma comparação de procedimentos de ensino. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
I Jornada de Análise do Comportamento USP Ribeirão Preto. 2018. (Outra).

2.
Minicurso Terapia de Casais. 2018. (Outra).

3.
V Seminário Internacional de Pós-Graduação (SIPG) do LAPICC-USP. 2018. (Seminário).

4.
II Congresso Internacional de Saúde Mental - Escola Franca e Franco Basaglia. 2017. (Congresso).

5.
II Seminário Internacional de Criminologia. 2017. (Seminário).

6.
Mesa-Redonda Entendendo a Doença de Alzheimer: do diagnóstico ao tratamento. 2017. (Outra).

7.
Psicologia e Políticas Públicas: a atuação no Ministério Público. 2017. (Outra).

8.
VI Seminário Internacional de Habilidades Sociais. 2017. (Seminário).

9.
XI Seminário Internacional sobre Delinquência Juvenil. 2017. (Seminário).

10.
15ª Jornada de Análise do Comportamento de São Carlos. 2016. (Outra).

11.
I Simpósio de Ciências Forenses. 2016. (Simpósio).

12.
Minicurso "Evidências de Eficácia e o Excesso de Confiança Translacional da Terapia Analítico-Comportamental: Reflexões sob a Ótica da Prática Baseada em Evidências". 2016. (Outra).

13.
minicurso Comunicação Não Verbal. 2016. (Outra).

14.
Minicurso de Sonhos. 2016. (Outra).

15.
XV Semana da Psicologia USP Ribeirão Preto. 2016. (Outra).

16.
I Seminário de Direito, Psicologia e Neurociência. 2015. (Seminário).

17.
Mesa redonda "A morte e a terminalidade". 2015. (Outra).

18.
X Encontro de Humanização da Cia do Riso. 2015. (Encontro).

19.
XIV Semana da psicologia. 2015. (Outra).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
PENNA, R. A.. Formação Profissional em Psicologia: 50 anos de práticas comprometidas com a comunidade. 2018. (Outro).

2.
PENNA, R. A.; GASPAROTI, L. C. ; ALVIM, V. A. F. ; SOUZA, Y. L. P. ; SCHMIDT, A. ; MANTOANI, L. R. ; BRUNELI, G. G. ; PIRAN, M. ; DZOEN, C. ; SILVA, S. A. ; CAVALCANTE, N. R. T. ; NAEGELI, R. O. . I Jornada de Análise do Comportamento USP Ribeirão Preto. 2018. (Congresso).

3.
PENNA, R. A.. VI Seminário Internacional de Habilidades Sociais. 2017. (Congresso).




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