José Fernando Richit

Bolsista de Iniciação Científica do CNPq

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  • Última atualização do currículo em 01/11/2018


Graduando em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atualmente trabalha em estudos sobre anatomia comparada do androceu em Bromeliaceae, no Laboratório de Anatomia Vegetal (LAVeg) - UFRGS. Tem interesse por genética da restauração, restauração florestal, conservação de recursos genéticos in situ, biologia reprodutiva vegetal e anatomia vegetal. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
José Fernando Richit
Nome em citações bibliográficas
RICHIT, J. F.


Formação acadêmica/titulação


2015
Graduação em andamento em Ciências Biológicas.
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2012 - 2014
Ensino Médio (2º grau).
Colégio Estadual Professor Mantovani, CEPM, Brasil.




Formação Complementar


2018 - 2018
Extensão universitária em Springer Nature Author Workshop. (Carga horária: 2h).
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2018 - 2018
Elaboração de Mapas de Distribuição com ArcGIS.
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2017 - 2017
Flora Campestre de Porto Alegre. (Carga horária: 8h).
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2012 - 2012
Informática Básica para Ensino Médio. (Carga horária: 76h).
Colégio Estadual Professor Mantovani, CEPM, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.



Projetos de pesquisa


2017 - Atual
Embriologia da família Bromeliaceae: Anatomia comparada do androceu entre as subfamílias.
Descrição: O projeto tem como objetivo analisar a morfoanatomia do androceu de espécies pertencentes as oito subfamílias de Bromeliaceae, caracterizando possíveis diferenças e particularidades apresentadas nas diferentes linhagens da família..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) .
Integrantes: José Fernando Richit - Integrante / Jorge Ernesto de Araujo Mariath - Coordenador / Maria Sara Cabrera Mendéz - Integrante / Sofia Aumond Kuhn - Integrante.
2016 - 2017
Efeito do Estresse no desenvolvimento embriológico de Tillandsia aeranthos (Loisel.) L.B.Sm. (Tillandsioideae-Bromeliaceae).
Descrição: O projeto objetiva estudar o efeito do estresse causado por altas temperaturas no desenvolvimento de grãos de pólen (gametófito masculino) em Tillandsia aeranthos (Loisel.) L. B. Sm., como ferramenta para a análise do impacto das mudanças climáticas, em especial o aumento da temperatura global, sobre o sucesso reprodutivo da família Bromeliaceae..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2016 - 2017
Estudo da diversidade estrutural e dinâmica celular na formação do aerênquima em macrófitas aquáticas em resposta ao hábito.
Descrição: Plantas sob inundação, seja esta temporária ou não, apresentam algumas características particulares morfo-anatômicas em tecidos e órgãos. A ocorrência de um tecido especializado denominado de aerênquima é parte do desenvolvimento das plantas de ambiente aquático ou em resposta ao estresse abiótico como, por exemplo, a hipóxia resultante do alagamento. O aerênquima é um tecido vegetal, o qual apresenta grandes lacunas de ar. Entre suas funções, destacam-se a circulação de gases e/ou a sustentação dos órgãos. O aerênquima esquizógeno é definido por separação celular e o lisígeno por morte celular. O tipo expansígeno forma lacunas de ar pela divisão e expansão celular durante o crescimento do órgão sem ocorrer a separação ou o colapso das células. Esses eventos são respostas estruturais-fisiológicas e a arquitetura final deste tecido é muito variável, mostrando a plasticidade fenotípica como resposta adaptativa. De fato, ainda não estão claros os processos envolvidos que levam à formação dessa variabilidade. Além das incongruências para a classificação do aerênquima faltam estudos do que ocorre a nível celular. Há vários estudos que focam as mudanças estruturais durante a formação do aerênquima, entretanto, modificações citológicas em nível ultraestrutural ou do ponto de vista bioquímico também são relevantes para entender esses processos de desenvolvimento e adaptativos. Baseado nisso, um dos focos para este projeto é a detecção dos polímeros que constituem a parede celular de células formadoras do aerênquima. Uma característica importante da parede celular é o seu papel na adesão/separação celular. Logo, a identificação de elementos que envolvam a sinalização celular que possam refletir nas mudanças estruturais durante os processos de esquizogenia ou lisigenia é relevante para o estudo de aerênquima. A partir dessas funções temos a hipótese de que as possíveis alterações da parede celular nas células formadoras de aerênquima durante o seu desenvolvimento possam revelar os eventos de separação e/ou lise (esquizogenia e lisigenia, respectivamente). Outra hipótese é que diferentes tipos de aerênquima possam revelar uma possível relação de tipos de aerênquima com o hábito da planta (flutuantes, emergentes, anfíbias ou submersas). A terceira hipótese é a de que células formadoras do aerênquima lisígeno não necessariamente sofrem morte celular programada baseado nos estudos em microscopia eletrônica que não confirmaram este processo. Dessa forma os objetivos do projeto são analisar as alterações citológicas nas células formadoras de aerênquima de origem lisígena e/ou esquizógena nos órgãos vegetativos de plantas aquáticas submersas e sob alagamento, analisar as alterações citológicas ultraestruturais durante a formação do aerênquima em microscopia eletrônica de transmissão e observar e comparar a composição e as possíveis alterações da parede celular das células formadoras do aerênquima durante o desenvolvimento do órgão, utilizando uma ampla linha de anticorpos monoclonais para detecção in situ dos polímeros constituintes da parede celular..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: José Fernando Richit - Integrante / Alexandra Antunes Mastroberti - Coordenador / Maria Elenice de Oliveira Alves - Integrante.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica.


Idiomas


Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.


Produções



Produção bibliográfica
Resumos publicados em anais de congressos
1.
RICHIT, J. F.; KUHN, S. A. ; MARIATH, J. E. A. . ANATOMIA DE ANTERAS EM ESPÉCIES DE VRIESEEAE W.TILL & BARFUSS - (TILLANDSIOIDEAE - BROMELIACEAE). In: 69º Congresso Nacional de Botânica, 2018, Cuiabá - MT. Anais do 69 Congresso Nacional de Botânica, 2018.

2.
RICHIT, J. F.; RICHIT, L. A. . RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL DO ALTO RIO URUGUAI. In: 69º Congresso Nacional de Botânica, 2018, Cuiabá - MT. Anais do 69 Congresso Nacional de Botânica, 2018.

3.
RICHIT, J. F.; MASTROBERTI, A. A. . Formação do aerênquima em raízes flutuantes e submersas em Nymphoides indica (L.) Kuntze (Menyanthaceae). In: Congresso Nacional de Botânica, 2017, Rio de Janeiro. Anais do 68 Congresso Nacional de Botânica, 2017.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
69º Congresso Nacional de Botânica. RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL DO ALTO RIO URUGUAI. 2018. (Congresso).

2.
69º Congresso Nacional de Botânica. ANATOMIA DE ANTERAS EM ESPÉCIES DE VRIESEEAE W.TILL & BARFUSS - (TILLANDSIOIDEAE - BROMELIACEAE). 2018. (Congresso).

3.
Salão de Iniciação Científica (SIC).Anatomia Comparada do Androceu em Bromeliaceae Juss.. 2018. (Outra).

4.
Salão de Iniciação Científica (SIC).Formação do aerênquima em raízes flutuantes e submersas em Nymphoides indica (L.) Kuntze (Menyanthaceae). 2017. (Outra).

5.
III Fórum de Meio Ambiente da Juventude do Alto Uruguai Gaúcho. 2014. (Seminário).




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