Eduardo Santana Moreira

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  • Última atualização do currículo em 10/12/2018


Mestrando em Estudos da Linguagem pela Universidade Federal Fluminense (UFF). É especialista em Língua Portuguesa pela mesma instituição de ensino. Licenciado em Letras Português, Inglês e Literaturas pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Participou como bolsista do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/CAPES). Posteriormente, foi bolsista de Iniciação Científica pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). Possui experiência em Ensino de Língua Portuguesa e Inglesa. Apresentou palestras e comunicações em Semanas Acadêmicas; além disso, é autor de artigos referentes ao Ensino de Língua Portuguesa. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Eduardo Santana Moreira
Nome em citações bibliográficas
MOREIRA, E. S.


Formação acadêmica/titulação


2018
Mestrado em andamento em ESTUDOS DE LINGUAGEM.
Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil. Orientador: Maria Jussara Abraçado de Almeida.
2017 - 2018
Especialização em Língua Portuguesa. (Carga Horária: 420h).
Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Título: Um estudo sobre a rede construcional do verbo pagar no português brasileiro.
Orientador: Maria Jussara Abraçado de Almeida.
2013 - 2016
Graduação em Português, Inglês e Literaturas.
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Brasil.
Título: Construções resultativas intransitivas com objeto implícito no português brasileiro.
Orientador: Roza Maria Palomanes Ribeiro.
Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.




Formação Complementar


2015 - 2015
Introdução aos estudos da Cognição. (Carga horária: 2h).
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Brasil.
2015 - 2015
Divergências e polêmicas gramaticais nas gramáticas normativas. (Carga horária: 12h).
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Brasil.
2015 - 2015
Ensino de Semântica em sala de aula. (Carga horária: 2h).
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Brasil.


Atuação Profissional



Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.
Vínculo institucional

2015 - 2016
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.


Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação, Carga horária: 8, Regime: Dedicação exclusiva.


Alternative Language Learning, ALL, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - Atual
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora de Língua Inglesa, Carga horária: 20



Projetos de pesquisa


2015 - 2016
As construções de mudança de estado no português do Brasil
Descrição: A Gramática das Construções (GC) foi desenvolvida nos anos 80 por linguistas como Fillmore, Goldberg, Kay, Lakoff e outros. Trata-se de uma família de teorias sintáticas, mais que uma teoria unificada, cognitivamente baseadas, que compartilham princípios fundamentais, havendo, no entanto, diferenças entre a desenvolvida por Goldberg e Lakoff e a desenvolvida por Fillmore, Kay e outros. A abordagem proposta por Goldberg (1995) e desenvolvida no seu mais recente livro (2006) é chamada de Gramática Cognitiva das Construções (GCC) (Cognitive Constructions Grammar CCG) para que se diferencie de outras propostas construcionistas. Algumas diferenças entre a abordagem propostas por Goldberg e as demais incluem questionamentos com: a) Os aspectos gramaticais são, redundantemente, especificados nas várias construções? b) O modelo é baseado no uso ou não? c) A motivação é buscada na relação entre forma e função? d) A unificação é adotada como meio formal de representar as construções? Dentre os aspectos gerais apresentados pela GC, a unidade preliminar da gramática não é a unidade lexical atômica nem combinações sintagmáticas lineares de unidades lexicais. Na verdade, a unidade preliminar é a construção gramatical. As estruturas sintáticas de uma língua não podem ser descritas somente segundo critérios sintáticos ou morfossintáticos, nem se levando em conta as propriedades sintáticas e semânticas dos verbos que as integram. Na verdade, as construções sintáticas possuem estruturas semânticas próprias. Assim, o significado da construção não corresponde à soma dos significados das unidades lexicais que possuem. Esta é a principal hipótese desta teoria: as gramáticas das línguas são compostas por pares de esquema conceptuais e padrões gramaticais que se inter-relacionam. Os esquemas associados às formas sintáticas representam a experiência humana mais básica e são como ferramentas como as quais organizamos nossa compreensão, estruturando percepções, imagens e eventos. Os esquemas associados a padrões sintáticos representam a experiência humana relevante mais básica como os movimentos corporais através do espaço, a manipulação de objetos e a dinâmica de forças. Esses esquemas são vistos como ferramentas para a organização da compreensão e comunicação humanas, podendo estruturar, indefinidamente, muitas percepções, imagens e eventos (Johnson (1987), Langacker (1991)). Nos últimos anos, cientistas cognitivos encontraram forte evidência para a existência de tais esquemas. Exemplos incluem o papel dos esquemas no entendimento metafórico (Lakoff & Johnson, 1980), e como precursores da aquisição da linguagem pelas crianças. Goldberg (1995) analisa a semântica de várias construções do Inglês, uma delas é a construção de movimento causado (doravante CMC). Exemplos desta construção incluem: (1) The audience laghed the poor guy out of the room...
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Eduardo Santana Moreira - Integrante / Roza Maria Palomanes Ribeiro - Coordenador.Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Bolsa.


Projetos de extensão


2014 - 2015
Expressividade em textos de língua portuguesa e inglesa: perspectivas de ensino
Descrição: A relevância deste subprojeto é o de contribuir para a iniciação à docência com um assunto que envolve reflexão quanto ao conteúdo em si e quanto à metodologia para uma prática pedagógica de leitura dos gêneros textuais. Sabe-se o quanto a escola vive o desafio para com uso das tecnologias em termos do acesso à informação e à comunicação. Como professores de línguas e literaturas, sabemos da enorme dificuldade em vencer as resistências e despertar o desejo que vai desencadear, com o trabalho, não só a leitura como prazer, mas também como forma de acesso aos bens sociais e individuais. Ancorada em práticas pedagógicas cognitivas e interacionais, a escola está vivendo esta transformação transformando-se: formas de ensinar, formas de mediar e interagir com o outro tendem a compor um novo quadro na relação ensino- aprendizagem, considerando principalmente a diversidade e expressividade dos gêneros textuais na contemporaneidade como formas de controle social e político.
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (24) .
Integrantes: Eduardo Santana Moreira - Integrante / Maria do Rosário Roxo - Coordenador.Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: ..


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
MOREIRA, E. S.2016MOREIRA, E. S.; COSTA, W. A. S. . Anáforas indiretas no gênero textual tirinha: uma proposta para o ensino de leitura. Artefactum (Rio de Janeiro), v. 1, p. 1-13, 2016.

2.
MOREIRA, E. S.2016MOREIRA, E. S.; RIBEIRO, R. M. P. . A linguística cognitiva e os estudos da linguagem: uma (re)leitura atualizada. REVISTA PHILOLOGUS, v. 65, p. 36-47, 2016.

3.
RIBEIRO, R. M. P.2016RIBEIRO, R. M. P. ; MOREIRA, E. S. ; MENDES, T. F. S. . Ensino de produção textual a partir dos gêneros textuais: uma abordagem sociointeracionista. Democratizar (Faetec), v. IX, p. 135-149, 2016.

4.
MOREIRA, E. S.2015MOREIRA, E. S.; MENDES, T. F. S. ; COSTA, W. A. S. . A poesia em sala de aula: relevância na formação de leitores críticos. Democratizar (Faetec), v. 8, p. 50-64, 2015.

Apresentações de Trabalho
1.
MOREIRA, E. S.. O apóstolo e o discurso pentecostal: uma análise à luz da teoria de elaboração de face. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

2.
MOREIRA, E. S.. A linguística cognitiva e os principais campos de estudos. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

3.
MOREIRA, E. S.. Resultativade no português brasileiro: uma análise das construções intransitivas de percurso com objeto implícito. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

4.
MOREIRA, E. S.. A relevância do ensino de poesia na educação básica para a formação de leitores críticos-reflexivos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

5.
MOREIRA, E. S.. O ensino de poesia no ensino fundamental e médio e sua relevância na sua formação de leitores críticos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

6.
MOREIRA, E. S.. Ensino de produção textual no ensino fundamental: uma abordagem sociointeracionista. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

7.
MOREIRA, E. S.. Aluno-aprendiz em foco: reflexão sobre o ato de leitura. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Outras produções bibliográficas
1.
MOREIRA, E. S.. O ensino da gramática: caminhos e descaminhos. Rio de Janeiro: Democratizar, 2017 (Resenha de livro).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Gramática Normativa: verdades e mentiras. 2015. (Seminário).

2.
II Seminário de Línguas da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. 2015. (Seminário).

3.
A importância da Língua Portuguesa: da Faculdade ao Mercado de Trabalho. 2014. (Seminário).

4.
A importância do PIBID na formação docente. 2014. (Seminário).

5.
I Fórum refletindo sobre os cursos de Letras: Mobilidade Internacional. 2014. (Seminário).

6.
II Fórum refletindo sobre os cursos de Letras: Formação em Evidência: Programas Institucionais da UFRRJ (PIBID/PET/IC/MONITORIA). 2014. (Seminário).

7.
III Fórum refletindo sobre os cursos de Letras: O profissional de Letras fora da sala de aula. 2014. (Seminário).

8.
I SIPIBID - Seminário Institucional do PIBID - Edital 2013 - Concepção Formativas na Iniciação à Docência. 2014. (Seminário).

9.
VI Encontro Presencial da Especialização em Ensino de Leitura e Produção Textual UFRRJ/CECIERJ - I CEL, Círculo de Estudos Linguísticos da UFRRJ. 2014. (Encontro).

10.
V Semana de Letras - Letras em Diálogos. 2014. (Seminário).

11.
I Seminário de Línguas da UFRRJ. 2013. (Seminário).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
MOREIRA, E. S.. III Seminário de estudos sobre o português em uso. 2018. (Outro).




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