Gilvan da Silva Costa

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  • Última atualização do currículo em 09/04/2018


Possui bacharelado em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário do Norte - UNINORTE (2015). É membro do grupo de Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas - MAUA no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Gilvan da Silva Costa
Nome em citações bibliográficas
COSTA, G. S.;COSTA, GILVAN DA S.

Endereço


Endereço Profissional
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Departamento de Ecologia.
Avenida André Araújo
Aleixo
69060000 - Manaus, AM - Brasil
Telefone: (092) 36433119


Formação acadêmica/titulação


2018
Mestrado em andamento em Biologia de Água Doce e Pesca Interior.
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.
Título: Interações peixes e plantas em áreas alagáveis amazônicas antropizadas,Orientador: Maria Teresa Fernandez Piedade.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Ecologia de Áreas Úmidas.
Grande área: Ciências Biológicas
2012 - 2015
Graduação em Ciências Biológicas.
Centro Universitário do Norte, UNINORTE, Brasil.
Orientador: Maria Teresa Fernandez Piedade.
Bolsista do(a): BOLSA UNIVERSIDADE PREFEITURA DE MANAUS, BUPM, Brasil.
2008 - 2010
Ensino Médio (2º grau).
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO SÃO JOSÉ, E.E.E.M.S.J., Brasil.




Formação Complementar


2017 - 2017
Monitoramento da Qualidade da Água em Rios e Reservatórios. (Carga horária: 40h).
Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.
2017 - 2017
Probabilidade e Estatística. (Carga horária: 60h).
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2017 - 2017
Introdução e Preparo de Amostras para Análise Isotópica da Madeira. (Carga horária: 40h).
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.
2017 - 2017
Planejamento, Manejo e Gestão de Bacias. (Carga horária: 40h).
Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.
2017 - 2017
Introdução ao Geoprocessamento. (Carga horária: 60h).
Ministério do Meio Ambiente, MMA, Brasil.
2017 - 2017
Hidrologia Geral. (Carga horária: 40h).
Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.
2016 - 2016
Espécies Indicadoras de Biodiversidade: usos e identificação de Samambaias. (Carga horária: 24h).
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.
2014 - 2014
Extensão universitária em Planejamento de Ensino de Ciências. (Carga horária: 30h).
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas, IFAM, Brasil.
2012 - 2012
Extensão universitária em Mini-curso: Noções de Entomologia Geral. (Carga horária: 6h).
Centro Universitário do Norte, UNINORTE, Brasil.


Atuação Profissional



Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: DTI-C, Processo 385348/2015-0, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Projeto - Distúrbios hidrológicos sobre a vegetação de florestas alagáveis por rios de água-preta (igapó) na Amazônia Central: diferenciando anomalias climáticas de impactos antropogênicos.Chamada Nº 68/2013 MCTI/CNPq/FNDCT - Ação Transversal - Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia - LBA - Processo 457893/2013-3

Vínculo institucional

2013 - 2013
Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Voluntário, Carga horária: 20

Atividades

04/2013 - 08/2013
Estágios , Departamento de Botânica, .

Estágio realizado
VOLUNTÁRIO.


Projetos de pesquisa


2017 - Atual
Áreas Úmidas Amazônicas - Ecologia e monitoramento da vegetação de áreas úmidas oligotróficas na Amazônia Central: impactos antropogênicos e implicações para conservação em áreas protegidas nas bacias dos rios Negro e Uatumã
Descrição: O PELD MAUA objetiva monitorar a vegetação arbórea, herbácea e os componentes epifíticos, epifílicos e fúngicos em florestas de áreas úmidas oligotróficas (campinarana e igapó), e compará-los a suas contrapartidas nas terras firmes adjacentes, para avaliar o impacto de eventos hidroclimáticos extremos e antrópicos em sistemas naturais e alterados na Amazônia Central. Este projeto dá continuidade à fase I do PELD MAUA, onde os resultados evidenciaram, entre outros, que as alterações do ciclo hidrológico, principalmente nas duas últimas décadas, com o aumento da frequência de cheias e secas extremas, interferem no crescimento da vegetação. Como é prognosticado que esses eventos extremos serão intensificados no futuro, é de se esperar alterações na composição de espécies vegetais desses ecossistemas e seus serviços ambientais, com consequências negativas em escala local e regional para as comunidades de plantas e o ciclo hidrológico. Essas consequências negativas poderão influenciar drasticamente as populações ribeirinhas residentes..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2016 - 2017
Distúrbios hidrológicos sobre a vegetação de florestas alagáveis por rios de água-preta (igapó) na Amazônia Central: diferenciando anomalias climáticas de impactos antropogênicos
Descrição: A presente proposta de projeto está focada em florestas alagáveis por rios de água preta, denominadas de igapó. Estas florestas sofrem um regime de alagamento por águas de pH ácido, com baixa carga de sedimentos. Os igapós ocorrem em formações antigas do período Terciário, que apresentam baixos níveis de nutrientes. Somente ao longo do Rio Negro e seus afluentes o igapó ocupa aproximadamente 118.000 km2 com uma grande, porém pouco estudada diversidade de espécies de árvores. O foco desta proposta de projeto é determinar como as alterações do regime hidrológico (cheias e secas) causadas por distúrbios naturais (eventos climáticos extremos) e impactos antropogênicos (implantação de hidroelétricas) afetam a flora fanerógama (espécies arbóreas e herbáceas) dos igapós da Amazônia Central. Os estudos serão conduzidos em ambientes naturais de igapó no Parque Nacional do Jaú (PARNA Jaú) e nas florestas de igapó ao longo do Rio Uatumã, à jusante da barragem da usina hidroelétrica de Balbina (UHE Balbina), na Reserva de Desenvolvimento Uatumã (RDS Uatumã). O estudo envolve o monitoramento da vegetação em parcelas permanentes avaliando, particularmente, a distribuição e a diversidade das espécies, estoques de carbono na biomassa e a dinâmica da regeneração, bem como análises retrospectivas aplicando métodos dendrocronológicos para datar a morte de árvores e arbustos, além de construir cronologias de anéis de crescimento para reconstruir o regime hidrológico para períodos pré-instrumentais. Espera-se como produto deste esforço produzir uma avaliação do impacto das mudanças climáticas, bem como as mudanças decorrentes da implantação de hidroelétricas na biodiversidade do igapó. Os dados a serem produzidos serão divulgados da mais ampla forma e também colocados à disposição para planos de manejo em unidades de conservação e outros, contribuindo assim para o conhecimento e a melhoria das condições de vida das populações amazônicas, notadamente as populações ribeirinhas...
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Gilvan da Silva Costa - Integrante / MARIA TERESA FERNANDEZ PIEDADE - Coordenador / ALINE LOPES - Integrante / Jochen Schöngart - Integrante / Layon Oreste Demarchi - Integrante / Florian Wittmann - Integrante / Bianca Weiss Albuquerque - Integrante.
2015 - 2015
Efeito da elevação do CO2 e temperatura na germinação de 5 espécies de macrófitas aquáticas da várzea amazônica
Descrição: As mudanças climáticas globais constituem uma das maiores preocupações em nível mundial e suas consequências já são evidentes, do derretimento das calotas polares às ondas de calor recordistas em muitos locais. Devido às mudanças climáticas globais a floresta amazônica vem se tornando gradualmente mais quente e seca; o fenômeno El Niño acentua essas secas favorecendo incêndios destrutivos. A temperatura e o CO2 afetam o crescimento, desenvolvimento e funcionamento das plantas e seu aumento comprometerá de maneira distinta os ecossistemas. Nas várzeas amazônicas ocorrem cerca de 400 espécies de herbáceas aquáticas, sendo as gramíneas aquáticas o grupo de maior importância devido a sua produtividade e área de cobertura. Neste estudo, a germinação de cinco espécies de gramíneas emergentes chaves da várzea amazônica (Echinochloa polystachya,Hymenachne amplexicaulis, Paspalum fasciculatum, Paspalum repens e Oryza grandiglumis) foi acompanhada em experimentos de enriquecimento de CO2 e aumento de temperatura em microcosmos. Diante da importância dessas plantas para a região é fundamental conhecer os efeitos das mudanças climáticas sobre elas, analisando a interferência do aumento na temperatura e nas concentrações de CO2 previstos em seu crescimento e, principalmente, em seu estabelecimento..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (2) .
Integrantes: Gilvan da Silva Costa - Integrante / MARIA TERESA FERNANDEZ PIEDADE - Coordenador / ALINE LOPES - Integrante.
2013 - 2014
Morfologia de plântulas de 5 espécies arbóreas de florestas alagáveis
Descrição: Este estudo tem como objetivo geral entender os processos iniciais do desenvolvimento de 5 espécies (Crataevatapia L., Cassia leiandra Benth., Sorocea duckei W. Burger., Nectandra amazonum Nees., Pouteria glomerata Pohl. ex. Miq.) de florestas de várzea por meio do estudo e descrição da morfologia de plântulas. Nestes ambientes com inundações extremas somente plantas que possuem eficientes adaptações para tolerar a fase aquática estão presentes. Devido à existência de poucas espécies altamente tolerantes a inundação, observa-se elevado grau de endemismo nas áreas alagáveis por rios de alta fertilidade e sedimentos em suspensão. Por isso torna-se importante a caracterização morfológica de sementes e plântulas que constitui a fase inicial no estudo do ciclo biológico das espécies florestais contribuindo para o entendimento da própria dinâmica florestal..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (2) .
Integrantes: Gilvan da Silva Costa - Integrante / JOSEPHINA BARATA DA VEIGA - Integrante / MARIA TERESA FERNANDEZ PIEDADE - Coordenador.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia de Áreas Úmidas.
2.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Limnologia e Dinâmica de Áreas Alagáveis.
3.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia e Manejo de Ecossistemas Aquáticos.


Idiomas


Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
COSTA-PEREIRA, RAUL2018COSTA-PEREIRA, RAUL ; LUCAS, CHRISTINE ; CROSSA, MARCELO ; ANDERSON, JILL T. ; ALBUQUERQUE, BIANCA WEISS ; DARY, EURIZÂNGELA P. ; PIEDADE, MARIA T. F. ; DEMARCHI, LAYON O. ; REBOUÇAS, ELIZABETH R. ; COSTA, GILVAN DA S. ; GALETTI, MAURO ; CORREA, SANDRA BIBIANA . Defaunation shadow on mutualistic interactions. PROCEEDINGS OF THE NATIONAL ACADEMY OF SCIENCES OF THE UNITED STATES OF AMERICA, v. X, p. 201801106, 2018.

Apresentações de Trabalho
1.
VEIGA, J. B. ; PIEDADE, M. T. F. ; COSTA, G. S. ; FERREIRA, C. S. . Germinação e morfologia de plântulas de Vitex cymosa Bertero Ex Spreng. e Cassia leiandra Benth. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
História e diversificação de comunidades de aves de áreas alagáveis na Amazônia: subsídios para um plano integrado de conservação.. 2017. (Simpósio).

2.
Inundações marinhas, clima e vegetação no mioceno da amazônia ocidental. 2017. (Seminário).

3.
O uso de sensoriamento remoto para zonas úmidas amazônicas. 2017. (Seminário).

4.
Padrões de paleo-precipitação na América do Sul. 2017. (Seminário).

5.
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia."A Matemática está em Tudo". 2017. (Oficina).

6.
Tree rings, isotopes and recent climate change in the Amazon basin. 2016. (Congresso).

7.
Pesquisa e Extensão do CEQUA - Projeto Tartarugas da Amazônia: Conservando para o Futuro. 2015. (Seminário).

8.
Dia do Biólogo.Profissão do Biólogo. 2014. (Seminário).

9.
II Congresso Brasileiro de Áreas Úmidas - CONBRAU. CONBRAU. 2014. (Congresso).

10.
III CONIC Congresso de Iniciação Científica do INPA. Morfologia de plântulas de 5 espécies arbóreas de florestas alagáveis. 2014. (Congresso).

11.
Seminário Final do CADAF 2014 - Dinâmica de Carbono da Floresta Amazônica. 2014. (Congresso).

12.
Simbio.Ecologia da Amazônia. 2014. (Simpósio).

13.
V Workshop INCT ADAPTA - Novos Paradigmas Científicos e Mudanças Climáticas Globais. 2014. (Congresso).

14.
A Reserva Florestal Adolpho Ducke e o Plano Diretor de Manaus. 2013. (Seminário).

15.
Evento Científico I Simpósio: Desenvolvimento Sustentável e A Rio+20. 2012. (Simpósio).



Outras informações relevantes


Informações sobre o grupo de pesquisa Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas (MAUA) no site: http://maua.inpa.gov.br/



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