Izadora Tabuso Vieira

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  • Última atualização do currículo em 03/08/2018


Gruaduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Ouro Preto. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Izadora Tabuso Vieira
Nome em citações bibliográficas
VIEIRA, I. T.;TABUSO VIEIRA, IZADORA;VIEIRA, IZADORA T.


Formação acadêmica/titulação


2012 - 2017
Graduação em Ciências Biológicas.
Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP, Brasil.
2014 - 2015
Graduação em Biotecnologia.
National University of Ireland Maynooth, NUI, Irlanda.
com período sanduíche em Universidade Federal de Ouro Preto (Orientador: Leando Márcio Moreira).
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.




Formação Complementar


2017 - 2017
Isolamento e caracterização morfológica e molecular de fungos fitopatogênic. (Carga horária: 20h).
Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.
2017 - 2017
Biossegurança Laboratorial. (Carga horária: 8h).
Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Programa de iniciação científica



Projetos de pesquisa


2016 - 2017
Aplicação de bactérias promotoras de crescimento de plantas isoladas de regiões de canga em Arabidopsis e tomate: uma alternativa para melhoria de crescimento vegetal e resistência a Arsênio e fitopatógenos
Descrição: Um dos grandes desafios enfrentados hoje pela agricultura é desenvolver sistemas sustentáveis que possam gerar alimentos suficientemente nutritivos sem prejudicar os recursos do solo e causar danos à saúde humana. Cada vez mais agricultores procuram insumos orgânicos para substituir os agroquímicos e se deparam com resultados positivos ? o biofertilizante é uma das alternativas. As bactérias promotoras de crescimento de plantas (BPCPs), presentes nesse insumo orgânico, potencializam o crescimento das plantas, agem como defensivos contra fitopatógenos e podem apresentar potencial biorremediador. Diante disso, o presente projeto tem como foco analisar as taxas de crescimento nas plantas modelo Arabidopsis thaliana e tomate na presença do fitopatógeno Fusarium oxysporum e de cepas bacterianas anti-Fusarium; cepas produtoras de auxina; em um ambiente rico em Arsênio; e cepas que metabolizam esse metal pesado (encontrado na região de Canga em Ouro Preto ? MG). Espera-se encontrar uma cepa que seja eficiente no controle da patogenia causada pelo fungo F.oxysporum, observar o crescimento vegetal através de uma variedade de tomate com marcador GUS para auxina e analisar a interação da planta no ambiente sob estresse arsênico. Trabalhos de bioprospecção anteriormente realizados no laboratório resultaram em um grande isolamento de cepas bacterianas, possibilitando a realização de testes com diferentes bactérias e aumentando assim a chance de encontrar microrganismos que encaixem nas perspectivas do projeto..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2015 - 2015
Estudo da clivagem de um conjunto de 8 proteínas candidatas da planta modelo Arabidopsis thaliana pelo fitopatógeno Pseudomonas syringae
Descrição: Projeto de pesquisa realizado durante dois meses como estágio de verão no Laboratório de Bioquímica Vegetal da Universidade Nacional da Irlanda, Maynooth..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2014
A glândula esofagiana do Schistosoma mansoni: caracterização proteômica para a proposição de novos alvos vacinais
Descrição: A Esquistossomose detém a quarta posição na lista de DALYs (Disabilty-Adjusted Life Year) para as doenças tropicais negligenciadas e representa o maior problema de saúde pública em países desenvolvidos e subdesenvolvidos em todo o mundo (Mathers, Ezzati et al. 2007). Mais de um século após o início das pesquisas científicas destinadas ao combate da doença, apenas uma droga contra Schistosomas adultos está atualmente disponível (Gryseels 2012). No entanto, devido a sua ação ser específica contra os vermes adultos, sua utilização é frequentemente iniciada em um momento no qual a maior parte dos danos porta-hepáticos se tornaram irremediáveis. A combinação de testes de diagnóstico pouco sensíveis ao surgimento de parasitos resistentes à quimioterapia indicam a urgente necessidade de uma vacina que efetivamente elimine a doença (McWilliam, Driguez et al. 2012). Apesar das abordagens genômicas e pós-genômicas terem contribuído para o melhor entendimento da biologia do Schistosoma, nenhuma molécula testada em modelos animais, até agora, satisfez os critérios para uma terapia vacinal segura e protetora. Nós atribuímos este enigma principalmente à crescente lista de mecanismos de evasão do sistema imune utilizado pelo parasito. Neste cenário, agora é clara a utilização, pelo parasito, de moléculas do hospedeiro aderidas a sua superfície, como CD44 e imunoglobulinas. Sabe-se também que o parasito age inativando a cascata do complemento, em seu estágio inicial, e também secreta moléculas com atividade imunomodulatória responsáveis por levar à uma resposta imune ineficaz, permitindo uma longa permanência dentro do hospedeiro vertebrado (Braschi and Wilson 2006; Castro-Borges, Dowle et al. 2011). Dentre as mais notáveis descobertas no campo da biologia celular/imunologia do Schistosoma devemos mencionar a auto-cura exibida pelo macaco Rhesus (Macaca mulatta) (Wilson, Langermans et al. 2008). Neste modelo, a eliminação do parasito ocorre dentro de um tempo relativamente curto após a infecção. As abordagens proteômicas tem revelado que o mecanismo de eliminação não depende apenas dos constituintes do tegumento do parasito, mas também no comprometimento da sua habilidade de se alimentar do sangue. Vermes recuperados de macacos Rhesus infectados por Schistosoma mansoni estavam com claros sinais de má nutrição devido a uma potente resposta humoral contra o intestino do parasito. O projeto tem como foco a identificação de proteínas constituintes da glândula esofagiana utilizando a análise proteômica da porção anterior de S. mansoni, onde se localiza a glândula esofagiana. Pretende-se também, por meio de uma abordagem imunoproteômica, selecionar candidatos vacinais expressos na região esofagiana do parasito a partir do seu reconhecimento específico pelo anti-soro de macaco Rhesus que exibiram auto-cura da infecção por Schistosoma mansoni..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
CANESCHI, WASHINGTON L.2018CANESCHI, WASHINGTON L. ; FELESTRINO, ÉRICA B. ; FONSECA, NATASHA P. ; VILLA, MORGHANA M. ; LEMES, CAMILA G. DE C. ; CORDEIRO, ISABELLA F. ; ASSIS, RENATA DE A. B. ; SANCHEZ, ANGÉLICA B. ; VIEIRA, IZADORA T. ; KAMINO, LUCIANA H. Y. ; DO CARMO, FLÁVIO F. ; GARCIA, CAMILA C. M. ; MOREIRA, LEANDRO M. . Brazilian Ironstone Plant Communities as Reservoirs of Culturable Bacteria With Diverse Biotechnological Potential. Frontiers in Microbiology, v. 9, p. 1-17, 2018.

2.
BARBOSA FELESTRINO, ÉRICA2017 BARBOSA FELESTRINO, ÉRICA ; DE ALMEIDA BARBOSA ASSIS, RENATA ; DE CARVALHO LEMES, CAMILA GRACYELLE ; FERREIRA CORDEIRO, ISABELLA ; PEIXOTO FONSECA, NATASHA ; VILLA, MORGHANA MARINA ; TABUSO VIEIRA, IZADORA ; YOSHINO KAMINO, LUCIANA HIROMI ; FONSECA DO CARMO, FLÁVIO ; MARCIO MOREIRA, LEANDRO . Alcaligenes faecalisassociated with Mimosa calodendron rizhosphere assist plant survival in arsenic rich soils. Journal of Soil Science and Plant Nutrition, v. 17, p. 1102-1115, 2017.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
I Jornada de Verão de Microbiologia UFV. 2017. (Outra).

2.
IV Simpósio de Microbiologia da UFMG - Metabolismo Microbiano: Saúde, Ambiente e Biotecnologia.APLICAÇÃO DE BACTÉRIAS PROMOTORAS DE CRESCIMENTO EM PLANTAS: UMA ALTERNATIVA PARA MELHORIA DE CRESCIMENTO VEGETAL E RESISTÊNCIA A ARSÊNIO. 2017. (Simpósio).

3.
III SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE MICROBIOLOGIA E BIOTECNOLOGIA.BACTERIAL ISOLATES FROM ENDEMIC PLANTS: A BIOPROSPECTION IN IRON QUADRANGLE FOR POTENCIAL BIOFERTILIZERS TARGETS. 2016. (Simpósio).

4.
II Simpósio de Microbiologia da UFMG Microbiologia Translacional: Do ambiente natural às aplicações biotecnológicas. 2015. (Simpósio).

5.
XXIII Seminário de Iniciação Científica da UFOP ENCONTRO DE SABERES.A GLÂNDULA ESOFAGIANA DO SCHISTOSOMA MANSONI: CARACTERIZAÇÃO PROTEÔMICA PARA A PROPOSIÇÃO DE NOVOS ALVOS VACINAIS. 2015. (Seminário).

6.
I Simpósio de Microbiologia da UFMG - A Microbiologia e a Sociedade. 2014. (Simpósio).




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