Maria Bernardete Ramos Flores

Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1B

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  • Última atualização do currículo em 29/10/2018


Professora Titular Aposentada do Departamento de História da UFSC. Pesquisadora do CNPq 1B. Graduada em História pela Universidade do Vale do Itajaí (1973), Mestre em História - UFSC (19790), Doutora em História - PUC/SP (1991), Pós-Doutorado - Universidade Nova de Lisboa/University of Maryland (1999-2000), Pós-Doutorado - IDAES - Universidad de San Martín (2009-2010). Professora visitante na Universidade de Salamanca (2003). Ano Sabático na University of California - Campus Davis (1994). Prêmio Destaque de Pesquisa - Centro de Filosofia e Ciência Humanas (2010). Dedica-se à pesquisa de História e Arte, Modernidade e Estética, Teoria da Imagem e Teoria da História. Atua na Linha de Pesquisa História da Historiografia, Arte, Memória e Patrimônio, do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC. Entre diversos artigos e livros publicados, destacam-se as obras Tecnologia e Estética do Racismo. Ciência e Arte na Política da Beleza (2007), pela Argos Editora, e Xul Solar e Ismael Nery entre outros Místicos Modernos. Sobre o revival espiritual, 2017, pela editora Mercado de Letras (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Maria Bernardete Ramos Flores
Nome em citações bibliográficas
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas.
UFSC
TRINDADE
88040-900 - Florianopolis, SC - Brasil - Caixa-postal: 476
Telefone: (48) 3319249
URL da Homepage: http://labharte.paginas.ufsc.br/


Formação acadêmica/titulação


1987 - 1991
Doutorado em História.
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.
Título: Teatros da vida cenarios da historia - a farra do boi no litoral de Santa Catarina, Ano de obtenção: 1991.
Orientador: Holien Goncalves Bezerra.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
1970 - 1973
Graduação em História.
Universidade do Vale do Itajaí, UNIVALI, Brasil.


Pós-doutorado


2009 - 2010
Pós-Doutorado.
Universidade de San Martin, UNSM, Argentina.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
1999 - 2000
Pós-Doutorado.
Universidade Nova de Lisboa, UNL, Portugal.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.


Formação Complementar


1982 - 1984
História Moderna e Comtemporânea. (Carga horária: 360h).
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Vínculo institucional

1987 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 0, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

02/2007 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Departamento de História, .

2/2006 - Atual
Direção e administração, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História.

Cargo ou função
Coordenador de Programa.
08/2003 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Departamento de História, .

8/2003 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Universidade Federal de Santa Catarina, .

08/1999 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História.

03/1992 - Atual
Ensino, História, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
História da Cultura Brasileira
Identidade e Representação
Metodologia da Pesquisa Histórica
03/1987 - Atual
Ensino, História, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Metodologia da História
09/1995 - 09/1999
Direção e administração, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História.

Cargo ou função
Coordenador de Programa.
03/1987 - 07/1999
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História.



Linhas de pesquisa


1.
Jogos de linguagens, cultura e poder
2.
Jogos de linguagens, cultura e poder
3.
Políticas da escrita, da imagem e da memória

Objetivo: Compreender acontecimentos que se configuram em imagens visuais, verbais ou gestuais, tais como, da escrita, das artes plásticas, da fotografia, do cinema, da moda, da arquitetura, dos monumentos, da dança, teatro, música, mídia, rituais e comemorações, os quais produzem o mundo sensível com suas partilhas, identidades/identificações e disputas, que cortam e recortam o social, distribuindo espaços e temporalidades. Os temas/problemas a serem trabalhados enfocam o texto na sua plasticidade e materialidade, como acontecimento retórico, incrustado numa ordem discursiva, constitutiva dos processos de pertencimentos e exclusões, de distinções e ocupações de lugares, da competência para ver e dizer, da qualidade do que deve ser dito, como práticas e técnicas ligadas ao poder e ao saber, na criação de subjetividades, memórias, identidades, representações. Obras/perfomances/objetos a serem investigadas são tomadas como parte do político ao serem percebidos os modos como refletem estruturas ou movimentos sociais; as intenções que as regem e as enformam; os tipos de inserção social dos autores e/ou atores; a participação nas políticas de preservação e patrimônio; as identidades e representações que ajudam a configurar, entre outros movimentos na cartografia política sócio-cultural..
4.
Artes, Mídia e Políticas Culturais
5.
Jogos de linguagens, cultura e poder


Projetos de pesquisa


2018 - Atual
Iconografia do Brasil Arte primitivista e Modernismo: sobre visualidades emergentes
Descrição: Se no século XIX, o interesse pelos povos estranhos aos europeus esteve relacionado às teorias raciais e à classificação hierarquizada da espécie humana, entre civilizados e não civilizados, entre desenvolvidos e primitivos, no começo do século XX, a tese da Decadência Ocidental relativizou a noção de cultura, percebendo outras lógicas de conhecimento e de relação com a existência, fora da lógica racional e utilitarista que provocava a sensação de alienação humana. Uma corrente de pensamento tinha como pressuposto de que nas culturas exógenas poderia estar situada a infância da humanidade, uma linguagem mítica que poderia ajudar aos modernos a se reatarem com suas fontes espirituais. Entre os artistas de vanguarda, as artes da África, da Oceania, da América pré-colombiana foram recebidas com entusiasmo. Nas suas formas, viam-se elementos para a experimentação de novas linguagens estéticas. A esse movimento de interesses pelas culturas não ocidentais, não modernas, designou-se como primitivismo ou arte primitivista. O contato dos brasileiros da primeira fase do modernismo com a arte primitivista praticada na Europa teve consequências. As viagens de ?descoberta? do Brasil arcaico promoveu um impulso para a emancipação de uma série de recalques históricos, sociais e étnicos. Houve uma inversão de valores na história do Brasil. A valorização do negro, elemento que permanecia recalcado em nossa cultura oficial e a recuperação da cultura indígena como oposição e critica a civilização europeia e como reivindicação de independência cultural, passaram a ser tratados de forma renovada nas artes e nas letras. Uma nova visão dos hábitos e tradições populares ultrapassou o mero registro folclórico. Se a denominação de arte primitivista no Brasil, na aproximação com o primitivismo europeu, durou pouco, não indo muito além da ?fase heroica? do modernismo e da defesa da antropofagia, a questão da brasilidade e do nacional carreou significativos desdobramentos: construção de uma iconografia do Brasil antropofágico, miscigenado, barroco, multicolorido, através do movimento de defesa do folclore e da política preservacionista, que desencadeou a pesquisa e o inventário das raízes da nação. Mas, a proposta de projeto que aqui se apresenta não trata tanto de pensar o tema da brasilidade e do ideário nacionalista, questão exaustivamente trabalhada pela literatura. O objetivo é o de pensar sobre as visualidades emergentes, acionadas pelas artes que vão da primeira fase do modernismo ao contexto getulista, que configuram na iconografia dessa brasilidade, os saberes e fazeres africanos e ameríndios, do caboclo, do caipira, do sertanejo, do roceiro, do pescador; os mitos amazônicos; o barroco e a arte sacra, através da literatura, poesia, pintura, escultura, do desenho e da fotografia..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (2) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Sabrina Fernandes Melo - Integrante / Marcos Luã Freitas - Integrante / Michele Bete Petry - Integrante.
2014 - Atual
O Programa Esporte para Todos no Brasil: politização dos corpos, alegria comunitária, fé no progresso da nação.
Descrição: O projeto tem como objetivo a produção de uma obra sobre esporte, aproveitando a realização das Olimpíadas de 2016 que, em alguma medida, despertará interesse do público leitor pelo tema, abordado academicamente. Nesse trabalho, trataremos do movimento Esporte para Todos que começou na Europa e que se espraiou por todo o mundo. Depois da Segunda Guerra Mundial e, especialmente, depois dos Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964, emergem na Europa diversos movimentos (Federação, Convenção, Manifesto, Conselho, Comitê, Campanhas) que questionam as vantagens do investimento apenas no esporte de rendimento, defendendo a esportivização massificada. O Esporte para Todos traria benefícios para a saúde prejudicada pelas consequências da era tecnológica; preencheria o tempo livre, fora do trabalho, com lazeres úteis; desenvolveria a cooperação entre as nações, pelas competições esportivas. No Brasil, o governo da Ditadura Civil Militar seguiu a tendência mundial, embora com diferenças, tanto no que se refere à metodologia quanto aos objetivos. Se na Europa, as iniciativas partiam mais de grupos da sociedade civil, o Brasil adotou um sistema misto, no qual se imbricavam projetos oficiais do governo com adesão de líderes intelectuais e um sistema de comunidade que participava diretamente das atividades esportivas. A Educação Física do sistema escolar, igualmente, teve tarefas que se integraram ao movimento. Sobre os objetivos, para o Brasil, o problema do uso do tempo livre e das consequências biológicas da vida sedentária e do mundo tecnológico ainda não era o principal motor que impulsionava o discurso da massificação do esporte. O problema dos militares abria-se em duas frentes: por um lado, sua política de desenvolvimento econômico acelerado requeria uma população com aptidão física para atender à economia tecnológica, e, por outro, o autoritarismo, para funcionar com auras de democracia, jogando para os porões do sistema os adversários, requeria a adesão do povo, pacífico, moralmente saudável, feliz, e cheio de fé no governo, no progresso e no futuro da nação. Equipe: Nailze Pereira de Azevedo Pazin CPF: 15486369832 Alexandre Fernandez Vaz CPF: 07879696806.
Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2016
Modernidade, Arte e Pensamento
Descrição: O projeto levanta hipótese de que os eventos de dimensão estética são fundamentais na Modernidade, no seu sentido amplo, como um modo de vida em que o homem acredita poder desencadear processos históricos, como afirmou Kant. A estética desenvolve-se nos tempos modernos porque seu pressuposto ligado à noção de beleza, de bom e de verdadeiro imiscui-se nas dimensões espaciais e temporais, nas políticas de raça, classe e gênero, nas construções das cidades vinculadas ao urbanismo e à arquitetura, nos projetos de modernização no que tange à técnica, nos meios de comunicação no que tange aos aparatos e aos intelectuais, na criação de imagens e imaginários, identidades e representações, ou seja, nos investimentos na visualidade ou na aparência em todas as esferas e, por fim, em algo que perpassa a todos estes quesitos, as subjetividades ou as sensibilidades. Segundo Rancière, na base da política existe uma estética, que nada tem a ver com a estetização da política, própria da era das massas, ou com a banalização da arte nos dias de hoje. Se, por um lado, a política é estética, por outro, a arte pode ser considerada política, determinando relações espaço-temporais, formas de visibilidade, relações entre as formas sensíveis e seus modos de representação. O acontecimento artístico presta-se à chamada revolução documental, da qual nos fala Jacques Le Goff: o documento não é qualquer coisa que ficou do passado, é um produto da sociedade que fabricou, segundo as relações de força que aí detinham o poder. E ademais, como lembra Jorge Coli, um quadro, uma escultura, uma arquitetura, um ajardinamento, uma peça de teatro, desencadeiam pensamentos sobre o mundo, sobre as coisas, sobre os homens, sobre as sociedades. Neste sentido, queremos com este projeto, desenvolver/aprofundar/consolidar uma maneira metodológica de lidar com os acontecimentos artísticos, especialmente, na sua nova relação com a noção de imagem, nos apropriamos de uma lógica em que a ideia seria criar um campo de pensabilidade fora do que orienta o pensamento entendido como representação. Dentro desta perspectiva, articulam-se algumas contribuições de filósofos como Foucault, Deleuze, Agamben, da psicanálise como a de Guattari, da linguística como de Derrida, da teoria da imagem e da história da arte, como Benjamin, Warburg, Didi-Huberman, entre outras, que buscam, com seus construtos teóricos, atravessar os modelos redutores de apreensão do mundo, oferecendo-nos novos planos para pensarmos a experiência estética, como experiência da Modernidade. Projeto Edital Universal - Processo 472241/2013-3 Recurso liberado 33.000,00 + uma bolsa AT e uma Bolsa IC Bolsistas: Daniel Della Zen (Apoio Técnico) ? 066230749-61 Poliana Santana (Iniciação Científica) ? 314180248-30 Victor Wolfgang Kegel Amal (Iniciação Científica) ? 094004709-83 Carolina Bayer (História) ? 089311559-21 Pesquisadores de outras Universidades Maria de Fátima Fontes Piazza (UFSC) ? 15180719100 Hermetes Reis de Araújo (UFSC) - 34198121915 Patricia Peterle (UFSC) ? 02493576748 Luciene Lehmkuhl (UFF) ? 561307409-72 Ana Lucia Vilela (UFG) ? 015863797-63 Daniela Queiroz ? 055952119-70 Marcelo Téo (UDESC) 02514114942.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (10) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Hermetes Reis de Araújo - Integrante / Luciene Lehmkuhl - Integrante / Ricardo Machado - Integrante / Maria de Fátima Fontes Piazza - Integrante / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Carolina Bayer - Integrante / Grégori Michel Czizeweski - Integrante / Daniela Queiroz Campos - Integrante / Sabrina Fernandes Melo - Integrante / Gloria Alejandra Luna - Integrante / Patricia Peterle - Integrante / Francielly Dossin - Integrante / Alexandra Liz Alvim - Integrante / Marcos Luã Freitas - Integrante / Ana Lucia Vilela - Integrante / Victor Wolfgang Kegel Amal - Integrante / Poliana Santana - Integrante / Christiane Kalb - Integrante / Luana Loiria - Integrante / Lucy Osteto - Integrante / Marcelo Téo - Integrante / Talita Sauer Medeiros - Integrante / Clarice Caldini Lemos - Integrante / Cristiane Garcia Teixeira - Integrante / Cecília Reibnitz - Integrante / Ricardo Machado - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.Número de orientações: 1
2013 - Atual
Modernidade Arte e Pensamento: a imaginação em curso (Misticismo ? Primitivismo - Androginia - Utopia) Projeto PQ 1B
Descrição: As primeiras décadas do século XX, na Europa, foram marcadas por um revival espiritual frente à crise do humanismo baseado na ideia de progresso, que via as ciência e a razão como eixos explicativos da vida e da sociedade e como propulsoras da evolução. Desde meados do século XIX, os sinais de uma derrocada da modernidade racional, industrial, utilitarista e imperialista, faziam emergir uma corrente de pensadores que vieram a ser denominados de decadentistas, de fin-de-siècle. Para sair desta crise existencial, a Europa faz um ?retorno?, buscando no passado da humanidade, nos mitos e nas culturas primitivas, um elo que re-ligasse o homem às suas origens espirituais, que lhe ensinasse a criar novos caminhos para a criação de uma nova humanidade. Os problemas dos intelectuais brasileiros, nas primeiras décadas do século XX, não eram propriamente da mesma ordem que os da Europa. O Brasil ainda devia construir a modernidade, o progresso e uma cultura racional e científica. Porém, os intelectuais brasileiros também fizeram um retorno ao passado, ao mundo primitivo indígena, para conhecer a ?essência? da nação, encontrar uma explicação para sua história, buscar elos que pudessem re-ligar passado-presente-futuro. Neste movimento, o Brasil acabou por assimilar muitas das idéias européias; bebeu na literatura e nas artes, as teses místicas e as crenças nos mitos; criou relações de aproximações com organizações místicas internacionais; enfim, participou, de alguma maneira, do movimento espiritual europeu, voltado para seu interior, através de movimentos literários e artísticos, que foram nomeados como, ?primitivistas?, ?espiritualistas? e ?dinamistas?. Projeto CNPq/PQ 1B Bolsa Produtividade.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (9) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Sabrina Fernandes Melo - Integrante / Gloria Alejandra Luna - Integrante / Marcos Luã Freitas - Integrante / Lucy Osteto - Integrante / JACINTA MILANEZ GISLON - Integrante / Reverson Nascimento - Integrante / Joaquim Paka Massanga - Integrante / Michele Bete Petry - Integrante / Thayse Fagundes e Braga - Integrante.
Número de produções C, T & A: 5
2011 - 2013
História da Dança Cênica em Caxias do Sual
Descrição: Esta pesquisa pretende compreender as implicações da experiência e da tradição que, possivelmente, sustentaram a política que informou a criação em 1997 da única companhia de dança cênica mantida pelo poder público no estado do Rio Grande do Sul, a Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul. Parte-se da suposição de que rastrear o passado da dança cênica na cidade, que teve início na década de 1950, fato inusitado, já que se tratava de um ambiente de interior e agrário, nos atende a dois objetivos. Se por um lado, acompanha-se a formação dessa linguagem artística, de elite, em meio às problemáticas sociais, culturais e políticas, ao ponto de se tornar vigorosa na cidade, por outro, tem-se a oportunidade de registrar através da História Oral as memórias das pessoas que participaram do processo, e ainda preservar seus arquivos pessoais ? fotografias, programas, convites, folhetos, recortes de jornais. Projeto de Pós-Doutoramento de Sigrid Augusta Busellato Nora - CPF 25505440053.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2010 - 2013
Os loucos anos vinte: imagina e utopia - estudos comparativos entre Brasil e Argentina
Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o que melhor define uma utopia é sua pretensão de fragmentar a ordem existente. O resultado de ler uma utopia é que ela põe em questão o que existe no presente; a utopia mostra o que há de estranho e de potencialidade no mundo atual; introduz um sentido de dúvida que abala o óbvio. A utopia pode ser uma ferramenta crítica para minar a realidade; pode igualmente ser um refúgio contra a realidade. A utopia trata do fenômeno da imaginação. Os artistas são homens de imaginação, abrem a marcha, proclamam o futuro, desenvolvem a parte poética do novo sistema..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2007 - 2009
De Musas e Apolos. O culto da beleza na formação do Brasil Moderno. Estética, imagem e tradição
Descrição: Resumo: A estética como uma teoria, um discurso, um pensamento ou uma filosofia, surgida no século XVIII, desenvolveu-se pari passu com o processo civilizacional, no ocidente, imbricada às questões raciais enfeixadas na abordagem do corpo, da classe, do sexo e da nação étnica. A obra de arte, como representação do modelo ideal a ser esculpido na carne da população, devia ensinar a beleza ao mundo, que devia se adaptar a ela. Numa concepção clássica de arte, insistia-se sobre certas dominantes, como a harmonia, o equilíbrio, a pureza, a nobreza, a serenidade, a integridade, a elevação dos sentimentos. Dentro desse panorama intelectual, que engendrou o mundo moderno, a pesquisa deve deter-se sobre intelectuais brasileiros, artistas, ensaístas, políticos, literatos de modo geral, para compreender como nossa intelligentsia assimilou as correntes de pensamento européias, no que tange às teorias e concepções estéticas, e tentou usá-las no debate sobre os meios para criar o Brasil moderno. Essa abordagem da estética, como um caminho historiográfico, deve suscitar incursões pela teoria da imagem, num campo da história cultural, que contemple a relação entre discurso e visualidade, entre um texto que ?faz ver? e uma imagem que ?dá a entender? como nexo privilegiado para delinear a querela entre os intelectuais artistas, e outros literatos, que debateram idéias, especialmente na década de 1920, no contexto da formação do Brasil moderno..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (6) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador.
2007 - 2008
A presença francesa no Brasil (século XiX e XX)
Descrição: Sob o título ?Em busca da narrativa perdida: rastros da presença francesa nas terras do Saí ? o caso da família Ledoux?, o projeto visa colaborar com um capítulo na abra coletiva, coordenada pelo Prof. Laurent Vidal (Universidade de La Rochelle) e Profª. Tânia Regina de Luca (UNESP/ASSIS), que visa desenvolver um estudo sobre a presença dos franceses no Brasil. O artigo em questão abordará a história de remanescentes do Falanstério do Saí, colônia societária sob as idéias de Furier instalada em São Francisco, Santa Catarina. A família Ledoux será a principal protagonista, uma vez que em 1992 empreendeu uma ?verdadeira ressurreição memorialística?, criando diversos eventos que comemorassem, representassem e escrevessem a história de Leon e Rosa, casal falansteriano que deixou na região numerosa descendência. Equipe: Laurent Vidal (La Rochelle), Tânia Regina de Luca (Unesp/Assis), Maria Bernardete Ramos Flores (UFSC), Émerson César Campos (UDESC), Carina Sartori (UFSC-PIBIC).
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Emerson Cesar de Campos - Integrante / Carina Sartori - Integrante.
2003 - 2007
Caliban chega antes de Tio: americanismo e virilização. Corpo e estética
Descrição: Dentro da problemática ampla da cultura de raça - acontecimento no qual se articulam nação (com a questão da identidade nacional), corpo (com a questão da identidade étnica) e sexualidade (com a questão da própria geração da raça) - o objetivo desta pesquisa é perceber a adesão do Brasil ao "americanismo", no período da República Velha, como modelo a ser seguido na formação do "novo homem brasileiro", viril, dotado das qualidades requeridas para a construção do Brasil Moderno. As problemáticas discursivas enunciam a querela entre os intelectuais: modelo americano, modelo inglês; americanismo, iberismo; pan-americanismo, latino-americanidade. Na defesa do americanismo, as palavras chaves são: progressismo, racionalismo, culto do indivíduo e do herói, utilitarismo, trabalho, ação, política de população, eugenia e imigração. Na relação da política com a arte, da estética com a ciência, percebe-se que corrente modernista, há uma adesão ao americanismo pelo ideário virilizante, expresso no movimento futurista; no ideário humanista, espiritualizante e católica, a estética do retorno à ordem foi avessa, tanto aos elementos formais da arte das vanguardas artísticas, quanto da modernidade utilitarista, pragmática e racional, de inspiração americanista..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (4) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Celso João de Souza Junior - Integrante / Beatriz D'Agostin Donadel - Integrante / Rose Elki Debiasi - Integrante / Priscilla Aparecida Goularte - Integrante / Priscilla Garcia Prates - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 15 / Número de orientações: 5
2001 - 2003
Acerca do masculino e do feminino na cultura de raça: nação, sexo e beleza
Descrição: Perceber como dentro da política da imagem, pela qual zelaram os governos nacionalistas - num leque grande, do nazismo, fascismos, ditaduras, às democracias - penetrou o corpo dos indivíduos na perspectiva da perfectibilidade racial e invenção e construção das etnias. Isto trouxe profundas conseqüências nas relações de gênero. A virilização da nação significaria centrar as mulheres numa feminilidade bem definida para que os homens pudessem re-definir a masculinidade, em crise desde finais do século XIX. Em síntese, a virilização da raça passou, então, a ser uma estratégia para impulsionar a nação, às vésperas e no contexto das guerras mundiais..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 9 / Número de orientações: 3
1999 - 2001
A estética dos corpos masculinos e femininos no projeto de regeneração nacional: a sexualidade e o esforço para a beleza
Descrição: Este projeto que ora se apresenta dá continuidade às pesquisas realizadas no biênio 97/99. Esta próxima etapa dará uma verticalidade no eixo "gênero, corpo e sexualidade" no contexto do nacionalismo brasileiro, da primeira metade do século XX. As discussões em torno do nacionalismo, etnia e gênero, com intervenções nos corpos de homens e mulheres para moldá-los na perspectiva da construção étnica da nação, com ênfase no ideal de beleza que se propalava. Na chamada "era das etnias", época de criação e afirmação das nações modernas, a nação confundiu-se com a raça e, esta, qualificada pela estética do corpo e do caráter do indivíduo, qualificava o status do progresso e do desenvolvimento nacional. Ou seja, a nação era confundida com a raça, e a beleza da raça, tendo no topo da escala, a branca ariana, distinguia o grau da civilização, da moral, dos bons costumes e dos ideais estéticos de progresso e de história..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
1997 - 1999
No princípio o corpo em obra: re-atualização das fronteiras sexuais na cultura de guerra do século XX
Descrição: Trata de perceber como os termos sexualidade, nacionalismo, racismo, gênero, estética, corpo e beleza encontram-se imbricados nas discussões sobre a interpretação do Brasil por diversos intelectuais, especialmente da área da medicina e da antropologia, com ênfase sobre raça, eugenia e miscigenação. Como vinha acontecendo desde o século XIX entre as nações ocidentais, o sexo e o comportamento sexual passaram para a centralidade das políticas de controle da população, com papéis definidos para homens e para mulheres, com várias pressões e prescrições sobre o uso do corpo e empenho na definição da identidade de gênero. Dado o uso central da sexualidade na interpretação da cultura brasileira, desde a Carta de Caminha, passando por Paulo Prado e Gilberto Freire, os discursos que problematizaram o uso do sexo se fez proliferar intensamente. O sexo inscreveu-se exatamente no entrecruzamento do corpo com a Nação que se queria forjar pela regeneração do brasileiro de forma a embelezar a raça, caminho único, para muitos intelectuais, de se alcançar o Brasil Moderno..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 6


Projetos de desenvolvimento


2009 - 2013
Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina
Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu.
Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.
Alunos envolvidos: Graduação: (5) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 11


Outros Projetos


2011 - 2013
História do Remo em Santa Catarina
Descrição: O Projeto tem como objetivo geral produzir um livro que conte a história do Remo em Santa Catarina, prática esportiva que tem sua origem no início do Século XX, vinculada à modernização, à urbanização e à formação de espaços de lazer, sociabilidades e educação do corpo saudável e belo. A capital do Estado, Florianópolis, teve sua vida física, social, cultural, imagética e até política ligada à ?maritimidade?. Nesse meandro, a prática do remo carreou a sua historicidade no século XX. As outras cidades de projeção do Estado (Joinville, Blumenau, Itajaí) foram também atraídas para essa formalidade de prática esportiva carreada pela capital que, com seus diversos clubes promotores, seus grandes campeonatos e campeões do remo, promoveram a animação cultural, deu visibilidade aos grupos sociais e políticos, às redes de amizade e sociabilidade que transcendem o âmbito do tempo-espaço do esporte e do lazer, atingindo relações políticas, econômicas e sociais. Integrantes: Henrique Espada Lima, Maria Bernardete Ramos Flores, Marilange Nonnenmacher (UDESC).
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) .
Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Henrique Espada Lima - Integrante.


Membro de corpo editorial


2013 - Atual
Periódico: Revista História Hoje
2010 - Atual
Periódico: Revista Ars Historica
2009 - Atual
Periódico: Revista Internacional Interdisciplinar INTERthesis
2008 - Atual
Periódico: Revista Em Tempo de Histórias PPGHIS/UnB
2005 - Atual
Periódico: ArtCultura (UFU)
2005 - Atual
Periódico: Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso)
2000 - Atual
Periódico: Dialogos Latinoamericanos


Idiomas


Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
CAMPOS, D. Q.2018CAMPOS, D. Q. ; FLORES, M. B. R. . Vênus Desnuda: a nudez entre o pudor e o horror. REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS DA PRESENÇA [EPERIODICO], v. v8, p. 248-276, 2018.

2.
FLORES, M. B. R.2017FLORES, M. B. R.. A voz do silêncio na arte de Edward Hopper. Ou a modernidiade desencantada. MODOS, v. 1, p. 29-46, 2017.

3.
FLORES, M. B. R.2017FLORES, M. B. R.. Da revolta contra o tempo histórico à potência do anacronismo. REVISTA DE HISTÓRIA BILROS, v. 5, p. 175-193-193, 2017.

4.
FLORES, M. B. R.2015FLORES, M. B. R.. Olhar para as imagens como arquivos de histórias. Territórios e Fronteiras (Online), v. 8, p. 239-255, 2015.

5.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2014 FLORES, M. B. R.. O elogio do anacronismo para os andróginos de Ismael Nery. Topoi (Rio de Janeiro), v. 15, p. 414-443, 2014.

6.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2014FLORES, M. B. R.. Corpo e imagens replicantes. Cadernos de Pesquisa do CDHIS (Online), v. 27, p. 00-00-00, 2014.

7.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2014FLORES, M. B. R.. Xul Solar e sua utopia na América Latina. Intellèctus (UERJ. Online), v. 1, p. 68-81-81, 2014.

8.
FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2014FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS. Androginia e surrealismo a propósito de Frida e Ismael - velhos mitos: eterno feminino. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso), v. 22, p. 815-837, 2014.

9.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2012 FLORES, M. B. R.. Quando o dragão assume o lugar do cavalo. Um caráter pós-colonialista na obra criolla de Xul Solar. Revista Brasileira de História.. Revista Brasileira de História (Online), v. 32, p. 361-380, 2012.

10.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2012FLORES, M. B. R.. SOBRE OS MÍSTICOS MODERNOS A PROPÓSITO DE XUL SOLAR. Revista Brasileira de História das Religiões, v. II, p. 35-57, 2012.

11.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2011FLORES, M. B. R.. Dizer a infelicidade. Gênero (Niterói), v. 10, p. 125-150, 2011.

12.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2010FLORES, M. B. R.; BERETA, Cristiani . Gênero e Nação: a Série Fontes e a virilização da raça. História da Educação (UFPel). História da Educação (UFPel), v. 14, p. 77-107, 2010.

13.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2010FLORES, M. B. R.. Sobre a Vuelvilla de Xul Solar: técnica e liberdade no Reino do Ócio ou a Revolução Caraíba. ArtCultura (UFU), v. 12, p. 54-71, 2010.

14.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2010FLORES, M. B. R.. Xul Solar e o Brasil - Sobre uma Biblioteca muito particular. Eadem Utraque Europa. Revista del Centro de Estudios en Historia Cultural e Intelectual Edith Stein de la Escuela de Humanidades, v. 9, p. 119-154, 2010.

15.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2009FLORES, M. B. R.. Nacional versus internacional no modernismo brasileiro: a propósito da obra de Ismael Nery(2008). Textos de Historia (UnB), v. 1, p. 41-60, 2009.

16.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2008FLORES, M. B. R.. Sobre a visualidade do Brasil Moderno: Causas e combates. Estudos do Século XX, v. 8, p. 41-56, 2008.

17.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2007FLORES, M. B. R.; CAMPOS, E. C. . Carrosséis urbanos: da racionalidade moderna ao pluralismo temático (ou territorialidades contemporâneas). Revista Brasileira de História, v. 27, p. 267-296, 2007.

18.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2006FLORES, M. B. R.. Estética do corpo e da pedra: ciência e arte na política do belo. ArtCultura (UFU), v. 8, p. 21-40, 2006.

19.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2005FLORES, M. B. R.. O pensamento antifeminista. A querela dos sexos (republicação). Revista Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher, Lisboa, v. 1, n.14, p. 51-74, 2005.

20.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2005FLORES, M. B. R.. O mito de Caliban ma interpretação do Brasil: acerca do americanismo na Republica Velha Brasileira. Diálogos (Maringá), Aahus, p. 50-71, 2005.

21.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2005FLORES, M. B. R.. Lobato na América - americanismo e tecnologia da seleção. Estudos de História, Franca SP, v. 12, n.2, p. 205-231, 2005.

22.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2004FLORES, M. B. R.. O pensamento antifeminista. História Revista (UFG), Goiânia, v. 9, p. 227-252, 2004.

23.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2002FLORES, M. B. R.. O mito de Adão e Eva revisitado- A cerca do masculino e do feminino na cultura da nação. Revista Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher, PORTUGAL, v. 1, n.7, p. 45-67, 2002.

24.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2002FLORES, M. B. R.. Perfectíveis Corpos - corpo e nação: territorialidades imponderáveis. Projeto História (PUCSP), São Paulo, p. 291-312, 2002.

25.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2002FLORES, M. B. R.. "Ao Brasil dos meus sonhos" Feminismo e modernismo na utopia de Adalzira Bittencourt. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 1, p. 11-37, 2002.

26.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2001FLORES, M. B. R.. A Intimidade Luso-brasileira: Nacionalismo e Racialização. Revista de História das Ideias, Portugal, v. 22, n.1, p. 517-552, 2001.

27.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2001FLORES, M. B. R.; SERPA, Élio Cantalício . Os açorianos na história e na literatura de Santa Catarina (raça, nacionalismo e poder). Alcance (UNIVALI), Itajaí, n.6, p. 43-58, 2001.

28.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS2000FLORES, M. B. R.. A política da beleza. Nacionalismo, corpo e sexualidade no projeto de padronização brasilica.. Diálogos Latinoamericanos, Aarhus, v. 1, n.1, p. 88-109, 2000.

29.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS1999FLORES, M. B. R.; SERPA, E. C. . A hermenêutica do vazio - A viagem do governador ao Oeste de Santa Catarina. Projeto História, São Paulo, v. 18, p. 205-235, 1999.

30.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS1998FLORES, M. B. R.. A Invenção da Açorianidade. CADERNOS DO NOROESTE, BRAGA/PORTUGAL, v. 11, n.1, p. 125-148, 1998.

31.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS1997FLORES, M. B. R.. Imagens Que não se apagam - Relações de Gênero Na Oktoberfest. PROJETO HISTORIA - CULTURA E REPRESENTAÇÃO, São Paulo, n.14, p. 161-182, 1997.

32.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS1996FLORES, M. B. R.. Dois Pares de Olhos: Uma Introdução A Metodologia da Historia Cultural. ARRABALDES, RIO DE JANEIRO, n.4, p. 36-45, 1996.

33.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS1996FLORES, M. B. R.; SERPA, E. C. ; SOUSA, M. . Imagem e Pedagogia da Cruz de Cedro Renasce A Cidade Santa. REVISTA BRASILEIRA DE HISTORIA, SAO PAULO, n.32, p. 207-224, 1996.

34.
PEDRO, J. M.1995PEDRO, J. M. ; FLORES, M. B. R. . História, Experiência, Narrativa. REVISTA CATARINENSE DE HISTORIA, FLORIANOPOLIS, v. 3, n.1, p. 15-27, 1995.

35.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS1995FLORES, M. B. R.; WOLLF, C. ; CZESNAT, L. . O Grande Teatro Publico. REVISTA CATARINENSE DE HISTORIA, FLORIANOPOLIS, v. 3, n.1, p. 15-27, 1995.

36.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS1995FLORES, M. B. R.. Entre A Casa e A Rua. CADERNOS PAGU, CAMPINAS, n.4, p. 117-142, 1995.

37.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS1994FLORES, M. B. R.. Se me deixam falar - História e Festa Na Ilha de Santa Catarina. REVISTA DO INSTITUTO HISTORICO E GEOGRAFICO DE SANTA CATARINA, n.11, p. 120-137, 1994.

38.
FLORES, M. B. R.;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS1991FLORES, M. B. R.. A Farra do Boi No Litoral de Santa Catarina. BOLETIM DE PESQUISA DO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS DA PUC/SP, n.1, p. 7-11, 1991.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
FLORES, M. B. R.. Xul Solar e Ismael Nery entre outros místicos modernos: sobre o revival espiritual. 1. ed. Campinas SP: Mercado de Letras, 2017. v. 1. 287p .

2.
FLORES, M. B. R.; PIAZZA, M. F. F. (Org.) ; Peterle, P. (Org.) . Arte e Pensamento: Operações historiográficas. 1. ed. São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2016. v. 1000. 398p .

3.
FLORES, M. B. R.; PETERLE, P. (Org.) . História e Arte: Herança, Memória, Patrimônio. 1. ed. São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2014. v. 1. 420p .

4.
NORA, S. A. B. ; FLORES, M. B. R. . Frestas da memória: a dança cênica em Caxias do Sul. 1. ed. Caxias do Sul / RS: Lorigraf, 2013. v. 500. 204p .

5.
FLORES, M. B. R.; Peterle, Patrícia (Org.) . História e Arte: utopia, utopias. 1. ed. Campinas SP: Mercado de letras, 2013. v. 1000. 344p .

6.
LEHMKUHL, L. . (Org.) ; VILELA. Ana Lucia. (Org.) ; BOPPRÉ. Fernando C. (Org.) ; Ana Cavalcanti (Org.) ; FLORES, M. B. R. (Org.) . Dossiê História e Exposição de Artes Revista ArtCultura. 26. ed. Uberlândia: EdUFU, 2013. v. V.15. 100p .

7.
Maria Bernardete Ramos Flores (Org.) ; Peterle, Patrícia (Org.) ; FLORES, M. B. R. (Org.) . História e Arte: Imagem e Memória. 1. ed. Campinas, São Paulo: Mercado de Letras, 2012. v. 1. 356p .

8.
FLORES, M. B. R.; PIAZZA, M. F. F. (Org.) . História e Arte: Movimentos artísticos e correntes intelectuais. Campinas: Mercado de Letras, 2011. 293p .

9.
FLORES, M. B. R.; BRANCHER, Ana L. (Org.) . Historiografia 35 anos. 1. ed. Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2011. v. 1. 190p .

10.
FLORES, M. B. R.; VILELA. Ana Lucia. (Org.) . Encantos da Imagem - Estâncias para a prática historiográfica - Entre História e Arte. 00. ed. Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2010. v. 1. 259p .

11.
Burucúa, J. E. (Org.) ; FLORES, L. G. (Org.) ; Gómez, A. (Org.) ; Kern, M. L. B. (Org.) ; Chicangana-Bayona, Y. A. (Org.) ; FLORES, M. B. R. (Org.) . Revista ArtCultura - Dossiê O tempo da imagem. 21. ed. Uberlândia: Editora da UFU, 2010.

12.
FLORES, M. B. R.; BRANCHER, Ana L. . Esboços - revista do programa de pós graduação em História da UFSC - dossiê História, Arte e Imagem.. Florianópolis: , 2008. v. 500. 272p .

13.
FLORES, M. B. R.. Tecnologia e estética do racismo - ciência e arte na política da beleza. 1. ed. Chapecó/SC: Argos, 2007. v. 1. 450p .

14.
FLORES, M. B. R.; LEHMKUHL, Luciene (Org.) ; COLLAÇO, Vera (Org.) . A casa do baile: estética e modernidade em Santa Catarina. 1. ed. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2006. v. 1. 478p .

15.
FLORES, M. B. R.. Os espanhóis conquistam a Ilha de Santa Catarina - 1777. 1. ed. Florianópolis: Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, 2004. v. 1. 148p .

16.
FLORES, M. B. R.; SERPA, E. C. (Org.) ; PAULO, Heloísa (Org.) . O Beijo através do Atlântico: O lugar do Brasil no Panlusitanismo. 1. ed. Chapecó: Argos, 2001. v. 1. 479p .

17.
FLORES, M. B. R.. Povoadores da fronteira: Os casais açorianos rumo ao sul do Brasil. 1. ed. Florianópolis: Ed da UFSC, 2000. v. 1. 84p .

18.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C. . Catálogo de documentos avulsos manuscritos referentes à Capitania de Santa Catarina 1717-1827. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2000. v. 01. 174p .

19.
FLORES, M. B. R.. A Farra do Boi: Palavras, Sentidos, Ficções. 1. ed. FLORIANOPOLIS: Ed. da UFSC, 1997. 256p .

20.
FLORES, M. B. R.. Oktoberfest - Turismo, Festa e Cultura. 1. ed. FLORIANÓPOLIS: LETRAS CONTEMPORANEAS, 1997. 188p .

21.
FLORES, M. B. R.. A farra do boi: palavras, sentidos, ficções.. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 1997. v. 01. 256p .

22.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M. . Re-Inventando A Cidadania: Historia do Sindicato dos Eletricitarios. 1. ed. FLORIANÓPOLIS: SINERGIA, 1994. 147p .

23.
FLORES, M. B. R.. História. A luta dos homens. 1. ed. Itajaí: Secretaria do estado de Santa Catarina, 1986. v. 1. 82p .

Capítulos de livros publicados
1.
FLORES, M. B. R.. O homem do cravo verde ou o amor que não ousa dizer o seu nome: primeiro movimento pela defesa da homossexualidade. In: ISAÍA, Artur; PRIEGO, Natalia. (Org.). História, ciência e medicina no Brasil e América Latina: (séculos XIX e XX). 00ed.Canoas/RS: Ed. Unilasalle, 2016, v. 1, p. 153-185.

2.
FLORES, M. B. R.; CAMPOS, E. C. ; SARTORI, Carina . Les traces de la présence française dans les terres du Saí. In: Laurent Vidal, Tânia de Luca. (Org.). Les Français au Brésil - XIXe-Xxe 2.édition augmentée. 2ed.Paris: Les Français au Brésil - XIXe-Xxe, 2016, v. 1, p. 481-499.

3.
TONIN, T. ; CZIZEWESKI, G. M. ; FREITAS, M. L. ; FLORES, M. B. R. . História (e) Arte: experiência estética (e) acontecimento. In: Flores, M B R; Piazza, Maria de Fátima; Peterle, Patricia. (Org.). Arte e Pensamento: Operações historiográficas. 1ed.São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2016, v. 1, p. 5-37.

4.
FLORES, M. B. R.; MELO, S. F. . The Liberation of Ham: dicriminating to equalise. The brazilian racial issue. In: Cristina Carneiro Rodrigues; Tania Regina de Luca; Valéria Guimarães. (Org.). Brazialian Identities. Compositions and Recompositions. 1ed.São paulo: Cultura Acadêmica / UNESP, 2015, v. 1, p. 29-89.

5.
FLORES, M. B. R.. O corpo das imagens de Jesus no Modernismo: a propósito do espiritual da arte. In: Paulo Knauss e Marize Malta. (Org.). Objetos do olhar: história e arte. 1ed.São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2015, v. 1, p. 156-179.

6.
FLORES, M. B. R.. Tempo e distempo na história. In: Fernando Vojniak. (Org.). História e linguagens: historiografia, memória e política. 274ed.Jundiaí - São paulo: Paco Editorial, 2015, v. 1, p. 00-245.

7.
FLORES, M. B. R.; MELO, S. F. . A libertação de Cam. Discriminar para igualar. Sobre a questão racial brasileira. In: Guimarães, Valéria (Organizador); Luca, Tania Regina de (Organizador) e Rodrigues, Cristina Carneiro (Organizador). (Org.). Identidades Brasileiras: Composições e Recomposições. 1ed.São Paulo: Cultura Acadêmica / UNESP, 2014, v. 1, p. 31-86.

8.
FLORES, M. B. R.. Corpo e imagens replicantes. In: Instituto Festival de Dança de Joinville. (Org.). E por falar em ...corpo performático. 1ed.Joinville: Nova Letra, 2013, v. 1, p. 31-51.

9.
FLORES, M. B. R.. Sobre a Vuelvilla de Xul Solar: técnica e liberdade no Reino do Ócio ou a Revolução Caraíba. In: Maria Bernardete Ramos Flores; Patricia Peterle. (Org.). História e Arte: utopia, utopias. 1ed.Campinas SP: Mercado de Letras, 2013, v. 1, p. 239-267.

10.
FLORES, M. B. R.. Una ciudad que vuela contenta por el aire. La utopía posible: reflexiones y acercamiento. 1ed.Monterrey/México: Instituto Tecnológico de Monterrey, 2013, v. III, p. 23-40.

11.
FLORES, M. B. R.; Nancy Alessio Magalhães . ENTRE (IN)VISIBILIDADE: IMAGEM E CONHECIMENTO. In: PATRIOTA, Rosangela (Org.) ; RAMOS, Alcides Freire (Org.) ; COSTA, Cléria Botelho da (Org.). (Org.). Temas de História Cultural. 00ed.São Paulo: Hucitc, 2012, v. 1, p. 00-00.

12.
FLORES, M. B. R.; FLORES, M. B. R. . Museu Xul Solar: a presença do arquivo. In: Oliveira, Emerson Dionisio D. de; Couto, Maria de Fátima Morethy. (Org.). Instituições da Arte. 1ed.Porto Alegre: Zouk, 2012, v. 1, p. 209-226.

13.
FLORES, M. B. R.; CAMPOS, E. C. ; SARTORI, Carina . Les traces de la présence française dans les terres du Saí. In: Laurent Vidal et Tânia de Luca. (Org.). Les Français au Brésil - XIXe-XXe. 1ed.Paris: Rivagens des Xantons, 2011, v. 1, p. 453-470.

14.
FLORES, M. B. R.. Dizer a infelicidade ou a escrita autobiofágica de Pagu/Patrícia Galvão. In: FLORES, M.B.R.; PIAZZA, M.F.F.. (Org.). História e Arte: Movimentos artísticos e correntes intelectuais. Campinas: Mercado de Letras, 2011, v. , p. 263-290.

15.
FLORES, M. B. R.. A propósito do Jeca Tatu: biopolítica, vontade de potência e estética. In: Haroldo Resende. (Org.). Michel Foucault: Transversais entre educação, filosofia e história. 1ed.Belo Horizonte: Autêntica, 2011, v. 00, p. 117-130.

16.
FLORES, M. B. R.. Vanguardas e combates pelo advento do ?homem novo?. In: Flores, M.B.R; Vilela, Ana úcia. (Org.). Encantos das imagens. 00ed.Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2010, v. 00, p. 181-193.

17.
FLORES, M. B. R.; VILELA. Ana Lucia. . Ensaio sobre distâncias - imagem e sujeito. In: Paranhos, Katia., Lehmkuhl, Luciene., Paranhos, Adalberto.. (Org.). História e Imagens: Textos visuais e práticas de leitura. 1ed.Campinas: Mercado de Letras, 2010, v. 1, p. -.

18.
FLORES, M. B. R.; CAMPOS, E. C. ; SARTORI, Carina . Rastros da presença francesa nas terras do Saí: o caso da família Ledoux. In: LUCA, Tania R.; LAURENT, Vidal.. (Org.). Franceses no Brasil - Séculos XIX e XX.. 1ªed.São Paulo: UNESP, 2009, v. 1, p. 439-456.

19.
FLORES, M. B. R.. Imagem e memória.As musas inquientantes. In: PATRIOTA, Rosangela (Org.) ; RAMOS, Alcides Freire (Org.) ; PESAVENTO, S. J. (Org.). (Org.). Imagens na História - Objetos de História Cultural. São Paulo: HUCITEC, 2008, v. , p. 185-225.

20.
FLORES, M. B. R.. Estética e Modernidade. Sobre a visualidade do Brasil.. In: Aarão, Daniel Reis; Rolland, Denis.. (Org.). Modernidades alternativas.. Rio de Janeiro: FGV, 2008, v. , p. 191-206.

21.
FLORES, M. B. R.. Não têm os dançarinos ouvidos nas pontas dos pés?. In: MAYER, Sandra; PEREIRA, Roberto; NORA, Sigrid. (Org.). História em Movimento: biografia e registros em dança.. Caxias do Sul SC: Lorigraf, 2008, v. 1, p. 85-92.

22.
FLORES, M. B. R.. Estética e modernidade. In: Maria Bernardete Ramos Flores; Luciene Lehmkuhl; Vera Collaço. (Org.). A casa do baile: estética e modernidade em Santa Catarina. 1ed.Florianópolis: Fundação Boiteux, 2006, v. 1, p. 11-36.

23.
FLORES, M. B. R.. O nu e o vestido, o futuro e o passado, a pedra e a carne: ensaio sobre o Homem Brasileiro - estética e política racial. In: LOPES. Antônio Herculano; VELLOSO, Mônica Pimenta,; PESAVENTO, Sandra Jatahy. (Org.). História e Linguagens: Texto, imagem, oralidade e representações. Rio de Janeiro: 7Letras, 2006, v. 1, p. 168-182.

24.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C. . A hermenêutica do vazio: fronteira, região e brasilidade na viagem do governador ao oeste de Santa Catarina. In: Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina. (Org.). A viagem de 1929: Oeste de Santa Catarina. Documentos e leituras.. 1ed.Chapecó: Argos, 2005, v. 1, p. 129-153.

25.
FLORES, M. B. R.. Ao Brasil dos meus sonhos: feminismo e modernismo na utopia de Adalzira Bittencourt (republicação). In: Tania Navarro Swain; Diva do Couto G. Muniz. (Org.). Mulheres em ação: práticas discursivas, práticas políticas. 1ed.Florianópolis / Belo Horizonte: Editora Mulheres / PUC Minas, 2005, v. 1, p. 217-256.

26.
FLORES, M. B. R.. Corpos recompostos na morfologia artística para regenerar a nação: a propósito da obra de Hernani de Irajá. In: Élio Cantalício Serpa et al;. (Org.). Escritas da História: memória e linguagem. 1ed.Goiânia: Editora da UCG, 2004, v. 1, p. 167-197.

27.
FLORES, M. B. R.. Homens de pedra e cal do Estado Novo português: estatuária e virilização da nação. In: SZESZ, C. M. (Org.). Portugal-Brasil no século XX. Sociedade, Cultura e Ideologia. Bauru: EDUSC, 2003, v. , p. 343-368.

28.
FLORES, M. B. R.. Caliban e Ariel, acerca do anti-herói brasileiro. O Brasil varonil e a política de raça. In: Sandra Jatahy Pesavento. (Org.). História Cultural. Experiências de pesquisa. 01ed.Porto Alegre: UFRGS, 2003, v. 01, p. 83-105.

29.
FLORES, M. B. R.. Trabalho da memória/memória do trabalho/trabalho e festa. In: Antônio Morga. (Org.). História das mulheres de Santa Catarina. 1ed.Florianópolis/Chapecó: Letras conteporâneas/Argos, 2001, v. 1, p. 269-287.

30.
FLORES, M. B. R.. O amor Perfeito ou a medicalização do sexo. In: Alcione Leite da Silva; Tania Regina Oliveira Ramos; Mara Coelho de Souza Lago. (Org.). Fazendo Gênero. Florianópolis: Ed. das Mulheres, 1999, v. , p. 203-234.

31.
FLORES, M. B. R.. Política de Guerra, Politica de Sexo, Os Casais Açorianos da Defesa do Sul do Brasil. In: Joana Maria Pedro; Mirian P. Grossi. (Org.). MASCULINO FEMININO, PLURAL. 1ed.FORIANOPOLIS: Ed. das Mulheres, 1998, v. , p. 191-208.

32.
FLORES, M. B. R.; LEHMKUHL, Luciene . A Outra Face do Trabalhador: Os Retirantes de Portinari. In: Francisco Carlos Teixeira da Silva. (Org.). IMAGEM E HISTORIA. 1ed.RIO DE JANEIRO: Ed. da UFRJ, 1998, v. , p. 215-221.

33.
FLORES, M. B. R.. Diversidade Cultural: A Inquietaçao dos Sentidos. In: Tania Maria Tavares Bessone; Tereza Aline P. Queiroz. (Org.). AMÉRICA LATINA: IMAGENS, IMAGINAÇAO E IMAGINARIO. 1ed.SAO PAULO: EDUSP, 1994, v. , p. 153-166.

34.
FLORES, M. B. R.; WOLFF, C. S. . A Oktoberfest: Turismo e Identidade Na Invençao de Uma Tradiçao. In: Maria Bernadete Ramos. (Org.). OS ALEMAES NO SUL DO BRASIL. 1ed.CANOAS: Ed. da ULBRA, 1994, v. , p. 209-220.

35.
FLORES, M. B. R.. A Farra do Boi: Entre O Mito e O Fantastico, O Riso Rabelesiano. In: Maria Bernadete Ramos. (Org.). DIONISO EM SANTA CATARINA. 1ed.FLORIANOPOLIS: Ed. da UFSC, 1993, v. , p. 125-142.

36.
FLORES, M. B. R.. O Horror do Rogerio, A Alegria da Elvira. In: Eugênio Pascele Lacerda. (Org.). FARRA DO BOI: INTRODUÇÃO AO DEBATE. 1ed.FLORIANOPOLIS: FCC, 1990, v. , p. 23-32.

Textos em jornais de notícias/revistas
1.
Maria Bernardete Ramos Flores ; FLORES, M. B. R. . Um outro olhar sobre a Oktoberfest. EXPRESSÃO UNIVERSITÁRIA - PUBLICAÇÃO DO SINDICATO DOS SERVIDOS PÚBLICOS DO ENSINO SUPERIOR DE BLUMENAU, Blumenau, p. 4 - 5, 30 out. 2012.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
FLORES, M. B. R.. Conferencia Magistral - Xul Solar y el Brasil. In: La Modernidad en Cuestión: confluencias y divergencias entre América Latina y Europa, siglos XIX y XX - AHILA, 2016, Quito. Antología "Congreso Internacional de Historia - AHILA. Quito: Editora Universidad Central del Ecuador, 2016. v. 1. p. 17-24.

2.
FLORES, M. B. R.; CAMPOS, E. C. DE ; SARTORI, Carina . Ruínas da fala: memórias e narrativas nas terras do Saí. In: IV Encontro Regional Sul de História Oral, 2009, Florianópolis. IV Encontro Regional Sul de História Oral - Culturas, Identidades e Memórias. Florianópolis, 2009. v. 1.

3.
FLORES, M. B. R.. Xul Solar e uma utopia na América Latina. In: IV Colóquio Internacional Tradiçãoe Modernidade no Mundo Ibérico, 2009, Coimbra. Atas do IV Colóquio Internacional Tradiçãoe Modernidade no Mundo Ibérico. Coimbra: Rede Sirius, 2009. v. 1. p. 00-00.

4.
FLORES, M. B. R.. Não têm os dançarinos ouvidos nas pontas dos pés?. In: Seminários de Dança, 2008, Joinville. História em Movimento: biografia e registros em dança. Caxias do Sul: Lorigraf, 2007. v. 01. p. 85-92.

5.
FLORES, M. B. R.. Pagu/Patrícia Galvão. O expilio para dentro. In: V Congreso Europeo de Latinoamerricanistas, 2007, Bruxelas. V Congreso Europeo de Latinoamericanistas, 2007.

6.
FLORES, M. B. R.. Ciência e arte na política do belo. In: XI Encontro Estadual de História - ANPUH - SC, 2006, Florianópolis. Caderno de Programação e Resumos, 2006. p. 62-62.

7.
FLORES, M. B. R.. Musas inquietante, Evas em Harmonia - imagem e memória. In: VIII Jornada Nacionales de História de las Mujeres Y III Congresso Iberoamericano de Estudos de Género, 2006, Córdoba. VIII Jornada Nacionales de História de las Mujeres Y III Congresso Iberoamericano de Estudos de Género. Córdoba: Universidad Nacional de Córdoba, 2006.

8.
FLORES, M. B. R.. Entre americanismo e iberismo: o dilema da modernidade brasileira entrelaçado ao contexto latino-americano. In: Primer Encuentro de ADHILAC Argentina América Latina 1804-2004, 2003, Buenos Aires. Primer Encuentro de ADHILAC A doscientos anos del inicio de las luchas por la independencia. Buenos Aires: Escuela Superior de Comercio "Carlos Pellegrini", 2003.

9.
FLORES, M. B. R.. Fronteiras deslizantes: lugares de cultura, raca, genero e individuo. In: I Fórum de Pesquisa. Programa Associado de Pós-Graduação UEM/UEL, 2002, Maringa. Forum de Pesquisa: Programa Associado de Pos-Graduacao em Historia UEM/UEL. Maringa: PGH-UEM/UEL, 2002. p. 191-198.

10.
FLORES, M. B. R.. O Mundo que Portugal criou: sexualidade e miscigenação na interpretação do Brasil. In: Congresso Luso-Brasileiro - Portugal/Brasil - Memória e Imaginários, 2000, Lisboa. Lisboa: Actas, 2000. v. 1. p. 665-674.

11.
FLORES, M. B. R.. Fronteiras selibatárias: nação, corpo e etnia. In: XX Simpósio Nacional de HIstória., 1999, Florianópolis. História: Fronteiras. São Paulo: Humanitas/FFLCH/USP, 1999. v. II. p. 783-802.

12.
FLORES, M. B. R.. Imagem e Pedagogia. Da Cruz de Cedro renasce uma Cidade Santa. In: 1º Congresso Luso-Brasileiro de história da educação, 1998, Lisboa. Leitura e escrita em portugal e no Brasil. Política, mentalidades e práticas educativas, 1998. v. 1. p. 457-464.

13.
FLORES, M. B. R.. Política de Guerra, Política de Sexo - Os Casais Açorianos No Sul do Brasil. In: CONGRESSO DA ASSOCIACAO INTERNACIONAL DE LUSITANISTAS, 5, 1996. ANAIS. UNIVERSIDADE DE OXFORD. p. 1715-1724.

14.
FLORES, M. B. R.. Entre A Casa e A Rua. In: Seminário de estudos sobre a mulher, 1996. ANAIS. FLORIANOPOLIS. p. 161-166.

15.
FLORES, M. B. R.; WOLFF, C. . Imagens Que Não Se Apagam - Relações de Genero Na Oktoberfest. In: SEMINARIOS DE ESTUDOS SOBRE A MULHER, 1996. ANAIS. FLORIANOPOLIS. p. 166-170.

16.
FLORES, M. B. R.. Memória Feminina da Festas Açorianas No Sul do Brasil. In: CONGRESSO INTERNACIONAL - O ROSTO FEMININO DA EXPANSÃO PORTUGUESA, 1995. ANAIS. LISBOA. v. 2. p. 161-174.

17.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M. . Memória do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Energia Elétrica de Florianópolis. In: REUNIÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PESQUISA HISTORICA, 12, 1994. ANAIS. FLORIANOPOLIS. p. 325-328.

18.
FLORES, M. B. R.. Os Risos de Desterro No Seculo XIX. In: REUNIÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PESQUISA HISTORICA, 13, 1994. ANAIS. FLORIANOPOLIS. p. 229-232.

19.
FLORES, M. B. R.. A Farra do Boi - Entre o Mito e o Fantástico. In: CONGRESSO INTERNACIONAL - A FESTA, 1992. ANAIS. LISBOA. v. 1. p. 102-122.

20.
FLORES, M. B. R.. Memória e Festa. In: SIMPOSIO NACIONAL DE HISTORIA, 16, 1991. ANAIS - HISTORIA EM DEBATE. RIO DE JANEIRO. p. 25-45.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
FLORES, M. B. R.. Una ciudad que vuela contenta por el aire. Sobre la Vuelvilla de Xul Solar: utopía ? eutopía ? heterotopia?. In: CONGRESO INTERNACIONAL UTOPÍA: ESPACIOS ALTERNATIVOS Y EXPRESIONES CULTURALES EN AMÉRICA LATINA, 2010, Monterrey. CONGRESO INTERNACIONAL UTOPÍA: ESPACIOS ALTERNATIVOS Y EXPRESIONES CULTURALES EN AMÉRICA LATINA, 2010.

2.
FLORES, M. B. R.. Cícero Dias e o Surrealismo. In: XXV ANPUH, 2009. XXV ANPUH: História e Ética, 2009.

3.
FLORES, M. B. R.. Xul Solar e a utopia do novo homem mestiço para a realização das potencialidades da América Latina. In: VI Colóquio Internacional Tradição e Modernidade no Mundo Ibero-Americano, 2009, Coimbra. VI Colóquio Internacional Tradição e Modernidade no Mundo Ibero-Americano. Coimbra: Universidade de Coimbra, 2009. v. 1. p. 30.

4.
FLORES, M. B. R.. Estética, Biopolítica e Modernidade na América Latina. In: 53 ICA - Simpósio Estética Biopolítica e Modernidade na América Latina, 2009, Ciudad de México. 53 ICA, 2009.

5.
FLORES, M. B. R.. Catolicismo versus catolicismo na obra plástica de Ismael Nery. In: XXIV Simpósio Nacional de História, 2007, São Leopoldo. XXIV Simpósio Nacional de História. Unisinos: Unisinos, 2007. p. 414-414.

6.
FLORES, M. B. R.; CAMPOS, E. C. ; SARTORI, Carina . Ruínas da fala: memórias e narrativas nas terras do Saí. In: IV Encontro Regional Sul de História Oral - ABHO, 2007, Florianópolis. Culturas, identidades e memórias. Florianópolis: UFSC, 2007. v. 1. p. 58-59.

7.
FLORES, M. B. R.. Musas inquientante, Evas em Harmonia - Imagem e Memória. In: VIII Jornada Nacionales de História de las Mujeres Y III Congresso Iberoamericano de Estudos de Género, 2006, Córdoba. VIII Jornada Nacionales de História de las Mujeres Y III Congresso Iberoamericano de Estudos de Género. Córdoba: Universidad Nacional de Córdoba, 2006. p. 155-155.

8.
FLORES, M. B. R.. Imagem e memória. In: III Simpósio Nacional de História Cultural Mundos da Imagem do texto ao visual, 2006, Florianópolis. III Simpósio Nacional de História Cultural Mundos da Imagem do texto ao visual. Florianópolis: UFSC, 2006. p. 129-129.

9.
FLORES, M. B. R.. Estética do corpo e da pedra: ciência e arte na política do belo. In: XXIII Simpósio Nacional - História: Guerra e Paz, 2005, Londrina. XXIII Simpósio Nacional - História: Guerra e Paz - Programas e Resumos. Londrina: Editorial Midia, 2005. v. 1. p. 328-328.

10.
FLORES, M. B. R.. Caliban chega antes de Tio Sam: Americanismo e Virilização da Nação. In: V Congresso Luso-Brasileiro de História e Educação. Igreja, Estado, Sociedade Civil, 2004, Évora. Livro de Resumo, 2004. p. 180-181.

11.
FLORES, M. B. R.. Corpos recompostos na morfologia artística para regenerar a nação. Arte e Política. In: XXII Simpósio Nacional de História, 2003, João Pessoa. Anais do XXII Simpósio Nacional de História, 2003. p. 101.

12.
FLORES, M. B. R.. Corpo e sexualidade no projeto da nação brasileira. In: I Simpósio Internacional de história: cultura e identidades, 2003, Goiânia. Caderno de resumo do I Simpósio Internacional de história: cultura e identidades. Goiânia: Editora da UFG, 2003. v. 01. p. 72-72.

13.
FLORES, M. B. R.. Caliban e Ariel. O Brasil varonil e a política de raca. In: 1º Simposio Nacional de Historia Cultural, 2002, Porto Alegre. 1º Simposio Nacional de Historia Cultural. Porto Alegre, 2002.

14.
FLORES, M. B. R.. Eunice ou a Educação das Mulheres. Nacionalismo e Sexualidade.. In: III Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação - Escolas, Culturas e Identidades., 2000, Coimbra. Caderno de resumos. Coimbra: Universidade de Coimbra, 2000. p. 130.

15.
FLORES, M. B. R.. Estética do corpo - na invenção do Brasil Moderno. In: XX Simpósio Nacional de História., 1999, Florianópolis. Caderno de Resumos.. Florianópolis: UFSC, 1999. v. 1. p. 384-385.

16.
FLORES, M. B. R.. Festas escritas, alegorias do Brasil: raça e cultura política. In: XX Simpósio Nacional de História., 1999, Florianópolis. Caderno de Resumos. História: Fronteiras. Florianópolis: UFSC, 1999. p. 385.

17.
FLORES, M. B. R.. O Mundo que o Português criou no Brasil. Sexualidade, raça e miscigenação.. In: Congresso Luso-Brasileiro - Memória e Imaginários, 1999, Lisboa. Caderno de Resumo. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1999. p. 175.

18.
FLORES, M. B. R.. A Intimidade Luso-Brasileira e a Política do Espírito: A invenção da raça portuguesa no projeto nacional do Estado Novo.. In: I Jornadas do NEPS, 1999, Guimarães - Portugal. População e Sociedade. Guimarães - Portugal: Universidade do Minho, 1999. p. 100.

19.
FLORES, M. B. R.. A Medicalização do Sexo ou o Amor Perfeito. In: SEMINÁRIO FAZENDO GENERO, 3, 1998. RESUMOS. FLORIANÓPOLIS. p. 9.

20.
FLORES, M. B. R.. Amor e Erotismo e a Espiritualidade no limiar do Terceiro Milênio. In: ENCONTROS DE MAIO: JUVENTUDE MAIO DE 68, 1998. RESUMOS. FLORIANOPOLIS. p. 10.

21.
FLORES, M. B. R.. Religião, Gênero e Sexualidade. In: CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO LATINO AMERICANA DE SOCIOLOGIA, 21, 1997. CADERNO DE RESUMO. SÃO PAULO. p. 5.

22.
FLORES, M. B. R.. Festas Culturais. In: SIMPOSIO NACIONAL DE HISTORIA, 19, 1997. RESUMO. BELO HORIZONTE. p. 101-101.

23.
FLORES, M. B. R.. Masculino Feminino - Construções Assimétricas. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTORIA - HISTORIA E CIDADANIA, 19, 1997. CADERNO DE RESUMOS. BELO HORIZONTE. p. 139.

24.
FLORES, M. B. R.. Turismo e Festa - A Invenção da Cidade Etnica. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA - HISTÓRIA E CIDADANIA, 19, 1997. CADERNO DE RESUMO. BELO HORIZONTE. p. 152.

25.
FLORES, M. B. R.. No Priníipio o Corpo em obra: Re-Atualizaçao das Fronteiras Sexuais Na Cultura de Guerra do Século XX. In: BRASILIAN IDENTITY AND GLOBALIZATION, 1997. ABSTRACTS. WASHINGTON. v. 1. p. 14.

26.
FLORES, M. B. R.. A Oktoferfest de Blumenau - Turismo e Etnicidade. In: THIRD CONFERENCE - BRAZILIAN STUDIES ASSOCIATIONS, 1996. CADERNO DE RESUMOS. CAMBRIDGE. p. 10.

27.
FLORES, M. B. R.. Política de Guerra, Política de Sexo - Os Casais Açorianos No Sul do Brasil. In: FAZENDO GENERO, 1996. CADERNO DE RESUMOS. FLORIANOPOLIS. p. 8.

28.
FLORES, M. B. R.. Política de Guerra, Política de Sexo - Os Casais Açorianos Na Defesa No Sul do Brasil. In: REUNIÃO ESPECIAL DA SBPC, 3, 1996. CADERNO DE RESUMOS. FLORIANOPOLIS. p. 63.

29.
FLORES, M. B. R.. Memória Feminina das Festas Açorianas No Sul do Brasil. In: CONGRESSO INTERNACIONAL: OS ROSTOS FEMININOS DA EXPANSÃO PORTUGUESA, 1995. CADERNO DE RESUMOS. SAO PAULO. p. 20.

30.
FLORES, M. B. R.; SERPA, E. C. . Da Cruz de Cedro Renasce Uma Cidade Santa - Imagem e Pedagogia. In: SIMPOSIO NACIONAL DE HISTORIA, 18, 1995. CADERNO DE RESUMO. RECIFE. p. 106.

31.
FLORES, M. B. R.. Identidade e História - A Descoberta da Açorianidade. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTORIA - HISTORIA E IDENTIDADE, 18, 1995. CADERNO DE RESUMOS. RECIFE. p. 105.

32.
FLORES, M. B. R.. Entre A Casa e A Rua. In: SEMINÁRIO DE ESTUDOS SOBRE A MULHER, 1994. CADERNO DE RESUMOS. FLORIANÓPOLIS. p. 14.

33.
FLORES, M. B. R.. Imagens Que Não Se Apagam - Representação de Gênero Na Oktoberfest. In: SEMINÁRIO DE ESTUDOS SOBRE A MULHER, 1994. CADERNO DE RESUMOS. FLORIANÓPOLIS. p. 11.

34.
CZESNAT, L. O. ; WOLFF, C. ; FLORES, M. B. R. . O Grande Teatro Publico - Construção da Festa Municipal. In: ENCONTRO REGIONAL DE HISTORIA - CULTURA, MEMÓRIA, PODER, 12, 1994. CADERNO DE RESUMOS. CAMPINAS. p. 76.

35.
FLORES, M. B. R.. Memoria Feminina das Festas Açorianas No Sul do Brasil. In: CONGRESSO INTERNACIONAL - O ROSTO FEMININO NA EXPANSÃO PORTUGUESA, 1994. CADERNO DE RESUMOS. LISBOA. p. 37-38.

36.
WOLFF, C. S. ; FLORES, M. B. R. . Eles e Elas Na Oktoberfest, Construção Cultural de Gêneros Em Uma Festa Teuto-Brasileira. In: SEMANA DA PESQUISA, 1993. CATÁLOGO. FLORIANOPOLIS. v. 1. p. 157.

37.
FLORES, M. B. R.. Os Risos de Desterro No Seculo XIX. In: REUNIAO ANUAL DA SBPC, 13, 1993. RESUMO DAS COMUNICAÇÕES. FLORIANOPOLIS. v. 1. p. 22.

38.
WOLFF, C. S. ; FLORES, M. B. R. . Eles e Elas Na Oktoberfest, Construção Cultural de Gênero. In: REUNIÃO DA SBPH, 13, 1993. CADERNO DE RESUMOS. FLORIANOPOLIS. v. 1. p. 28.

39.
FLORES, M. B. R.. A Farra do Boi No Litoral de Santa Catarina: Diversidade Cultural. In: CONGRESSO INTERNACIONAL AMÉRICA 92 - RAÍZES E TRAJETÓRIAS, 1992. CADERNO DE RESUMOS. SAO PAULO. v. 1. p. 107.

Artigos aceitos para publicação
1.
FLORES, M. B. R.. DA REVOLTA CONTRA O TEMPO HISTÓRICO À POTÊNCIA DO ANACRONISMO NA ESCRITA DA HISTÓRIA. REVISTA DE HISTÓRIA BILROS, 2017.

Apresentações de Trabalho
1.
FLORES, M. B. R.; Petry, M. . Na caverna de Tarsila: o desejo pelo não colonial. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

2.
FLORES, M. B. R.; Petry, M. ; CAMPOS, D. Q. ; MELO, S. F. . Decolonialidade estética. Imagens da América Latina. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

3.
FLORES, M. B. R.. O terror da história - 'Escritas da História e Temporalidades'. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
FLORES, M. B. R.. Infância Berlinense: W. Benjamin e o Elogio da Infância. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

5.
FLORES, M. B. R.. A escrita da história como experiência estética. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

6.
FLORES, M. B. R.; FLORES, M. B. R. . Olhar para as imagens como arquivos de Histórias. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

7.
FLORES, M. B. R.. A Vuell Villa de Xul Solar e a Revolução Caraíba. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

8.
FLORES, M. B. R.. Xul Solar y el Brasil: La raza y la lengua en la utopía del hombre nuevo en América Latina. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

9.
Maria Bernardete Ramos Flores ; FLORES, M. B. R. . História (e) Arte. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

10.
FLORES, M. B. R.. Escutar as imagens. O homem do cravo verde, Jesus Cristo e outros homens. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

11.
FLORES, M. B. R.. Imagem e Silêncio: a arte de Edward Hopper. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

12.
FLORES, M. B. R.. A potência do anacronismo para a prática historiográfica. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

13.
FLORES, M. B. R.. O PENSAMENTO POR IMAGEM OU ITINERÁRIOS DO SABER. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

14.
FLORES, M. B. R.. A POTÊNCIA DO ANACRONISMO: TEMPO E DISTEMPO NA PRÁTICA HISTORIOGRÁFICA. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

15.
FLORES, M. B. R.. A história de Jesus Cristo disputadas entre anarquistas e integralistas. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

16.
FLORES, M. B. R.. A querela dos sexos: da medicina legal ao sexo artístico. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

17.
FLORES, M. B. R.. O corpo da imagem de Jesus Cristo. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

18.
FLORES, M. B. R.. O jogo anadiômeno nos andróginos de Ismael Nery. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

19.
FLORES, M. B. R.. Xul Solar e Ismael Nery: sobre Arquivo e Atlas. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

20.
FLORES, M. B. R.. Sobre os místicos modernos: o casod e Ismael Nery no Brasil. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

21.
FLORES, M. B. R.. Corpo e Imagens Replicantes. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

22.
FLORES, M. B. R.. Sobre o mito da androginia a propósito da obra plástica de Ismael Nery e de Frida Kahlo. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

23.
FLORES, M. B. R.. Quando o Dragão assume o lugar do Cavalo: Xul Solar e o seu ciclo Pré-Colombiano. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

24.
FLORES, M. B. R.. Una ciudad que vuela contenta por el aire. Sobre la Vuelvilla de Xul Solar: utopía ? eutopía ? heterotopia?. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

25.
FLORES, M. B. R.. V Simpósio Nacional de História Cultural. Brasília 50 Anos. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

26.
FLORES, M. B. R.. Encantos da Imagem: A propósito da Obra Plástica de Xul Solar e sua Utopia do Novo Homem Latino Americano. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

27.
FLORES, M. B. R.. Ensino de História: Desafios atuais. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

28.
FLORES, M. B. R.. ESTUDOS CULTURAIS NA PESQUISA: OBJETOS E PROBLEMAS. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

29.
FLORES, M. B. R.. "Tecnologia e estética do racismo: ciência e arte na política da beleza". 2009. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

30.
FLORES, M. B. R.. Estética, biopolítica e modernidade na América Latina. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

31.
FLORES, M. B. R.. Cícero Dias e o Surrealismo. 2009. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

32.
FLORES, M. B. R.. A angústia de Adão na América. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

33.
FLORES, M. B. R.. Xul Solar e a utopia do novo homem mestiço para as realizações das potencialidades da América Latina. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

34.
FLORES, M. B. R.. Corpo, subjetividade e narrativa. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

35.
FLORES, M. B. R.; VILELA. Ana Lucia. ; BOPPRÉ. Fernando C. . Modernidades em Trânsito. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

36.
FLORES, M. B. R.. O corpo nunca está no rascunho (debatedora). 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).

37.
FLORES, M. B. R.. Ciência e Arte e a utopia do futuro do homem. Biopolítica, técnica e estética na formação do Brasil Moderno.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

38.
FLORES, M. B. R.. Ciencia y arte en la formacion del Brasil moderno. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

39.
FLORES, M. B. R.. Experiência em orientação na Pós-Graduação. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

40.
FLORES, M. B. R.. Estética da existência e biopolítica.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

41.
FLORES, M. B. R.. Estética e biopolítica. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

42.
FLORES, M. B. R.. Estética e modernidade: o culto da beleza na formação do Brasil Moderno. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

43.
FLORES, M. B. R.. Não têm os dançarinos ouvidos nas pontas dos pés?. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

44.
FLORES, M. B. R.. Nacional versus Internacional na obra plástica de Ismael Nery. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

45.
FLORES, M. B. R.. Pagu/Patrícia Galvão - O exílio para dentro. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

46.
FLORES, M. B. R.; CAMPOS, E. C. ; SARTORI, Carina . Rinas da fala: memória e narrativa nas terras do Saí. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

47.
FLORES, M. B. R.. Tecnologia e estética do racismo: Ciência e arte na políica da beleza.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

48.
FLORES, M. B. R.. Catolicismo versus Catolicismo na obra plástica de Ismael Nery. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

49.
FLORES, M. B. R.. Modernidade e estética: sobre a visualidade do modernismo brasileiro - a propósito da obra plástica de Ismael Nery.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

50.
FLORES, M. B. R.. As musas inquietantes - Imagem e memória. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

Outras produções bibliográficas
1.
FLORES, M. B. R.. Prefácio. In: A prece ucraniana na pressa da cidade. Curitiba, 2017. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

2.
FLORES, M. B. R.. A vida que se narra ou a poética da lembrança. Florianópolis, 2014. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

3.
LEHMKUHL, L. ; FLORES, M. B. R. . De nota dissonante à harmonia estética. Uberlândia, 2011. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

4.
FLORES, M. B. R.. Olhar a vida. Itajaí, 2011. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

5.
FLORES, M. B. R.; SALOMON, M. ; H.P.Oliveira . A decadência de Santa Catarina. Florianópolis: EdUFSC, v.01, 2010 (Livro (orelha)).

6.
FLORES, M. B. R.. Personas e Personagens. Florianópolis, 2010. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

7.
FLORES, M. B. R.. Prefácio: Identidades móveis. Blumenau; Cândido Rondom, 2007. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

8.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C. . Não só de colibris e de macacos compõem-se as cartas dos imigrantes no Brasil. Florianópolis, 2002. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

9.
FLORES, M. B. R.. In: Nova Trento in canto de fé. Itajaí, 2000. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

10.
FLORES, M. B. R.. Entre a metáfora e a cidadania, a vida em questão. In:. Florianópolis, 2000. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

11.
FLORES, M. B. R.. A maquiagem possível. Itajaí, 1999. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

12.
FLORES, M. B. R.. Minhas lembranças. Memória e cidadania. Chapecó: Grifos, 1998 (Livro (orelha)).

13.
FLORES, M. B. R.. A história que fazemos. Pesquisa e ensino de história. Chapecó: Grifos, 1998 (Livro (orelha)).

14.
FLORES, M. B. R.. Igreja e poder em Santa Catarina. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1997 (Livro (orelha)).

15.
FLORES, M. B. R.. Cotidiano, trabalho e poder. A formação da cultura do Trabalho no extremo oeste do Paraná. Toledo, 1997. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

16.
FLORES, M. B. R.. Dos estilhaços da memória à memória registrada. Itajaí, 1997. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.


Produção técnica
Assessoria e consultoria
1.
FLORES, M. B. R.. Conselho Editorial da Revista Eletrônica História em Reflexão. 2011.

2.
FLORES, M. B. R.. Conselho Editorial da Revista ArteCultura. 2011.

3.
FLORES, M. B. R.. Conselho Consultivo Revista do Arquivo Histórico de Joinville. 2011.

4.
FLORES, M. B. R.. NTERthesis. 2011.

Programas de computador sem registro
1.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C. . Documentos avulsos manuscritos referentes à Capitania de Santa Catarina - 1717-1827. 2000.

Trabalhos técnicos
1.
FLORES, M. B. R.. Revista Bilros RETRATOS DA MORTE: Uma análise das representações da morte em Andy Warhol e Edvard Much.. 2018.

2.
FLORES, M. B. R.. a Comisión dictaminadora del Premio Internacional de Historia Intelectual en América Latina. 2018.

3.
FLORES, M. B. R.. Revista História em Reflexão. 2012.

4.
FLORES, M. B. R.. Revista Esboços. 2012.

5.
FLORES, M. B. R.. Revista Confluências Culturais - Joinville. 2012.

6.
FLORES, M. B. R.. Parecerista da revista eletrônica História em Reflexão - ISSN 1981-2434. 2011.

7.
FLORES, M. B. R.. Parecerista da revista eletrônica História em Reflexão - ISSN 1981-2434. 2011.

8.
FLORES, M. B. R.. Parecerista da revista Ars Histórica - ISNN 2178-244x. 2011.

9.
FLORES, M. B. R.. Parecerista da revista ArteCultura - ISSN 15168603 / 21783845. 2011.

10.
FLORES, M. B. R.. Parecerista da revista Fronteiras: Revista Catarinense de História - ISNN 1415-8701. 2011.

11.
FLORES, M. B. R.. Esboços. 2011.

12.
FLORES, M. B. R.. Esboços. 2011.

13.
FLORES, M. B. R.. Esboços. 2011.

14.
FLORES, M. B. R.. Revista Internacional Interdisciplinar INTERthesis - ISSN: 1807-1384. 2010.

15.
FLORES, M. B. R.. Parecerista da Revista Ars Historica - ISSN: 2178-244X. 2010.

16.
FLORES, M. B. R.. Parecerista do Cadernos do CEON. 2010.

17.
FLORES, M. B. R.. Parecerista da Revista Art&Cultura. 2010.

18.
FLORES, M. B. R.. Revista Estudos de História. 2009.

19.
FLORES, M. B. R.. Em tempo de História. 2009.

20.
FLORES, M. B. R.. Espaço Plural. 2009.

21.
FLORES, M. B. R.. Parecerista da Revista de Estudos Feministas. 2009.

22.
FLORES, M. B. R.. Parecerista do Cadernos do Ceon. 2009.

23.
FLORES, M. B. R.. Parecerista da Revista Art&Cultura. 2009.

Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
FLORES, M. B. R.. Conferência: Arte e Política. 2012. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).


Demais tipos de produção técnica
1.
FLORES, M. B. R.. Pós-doc História. 2018. (Parecer Programa PVE Júnior).

2.
FLORES, M. B. R.. UNA HISTORIA, VARIAS CUESTIONES: Ficción y realidad en la apropiación capitalista del espacio y del hombre. 2018. (Parecer de artigo).

3.
FLORES, M. B. R.. Cores Traços Rastros - Desenhos e Aquarelas de Mário César Coelho. 2012. (Curadoria de Exposição de Arte).

4.
FLORES, M. B. R.. De Musas e Apolos. O culto da beleza na formação do Brasil Moderno. Estética, imagem e tradição. 2010. (Relatório de pesquisa).


Produção artística/cultural
Outras produções artísticas/culturais
1.
FLORES, M. B. R.. Cores Traços Rastros - Desenhos e Aquarelas de Mário César Coelho. 2012 (Curadoria de Exposição de Arte).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
PEDRO, J. M.; FLORES, M. B. R.; LOHN, R. L.. Participação em banca de Arielle Rosa Rodrigues. Os alternativos da ditadura: o caso do jornal Afinal (Florianópolis 1980-1981). 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

2.
Silveira, A. d.; FLORES, M. B. R.; Bonaldo, R. B.. Participação em banca de Janaina de Fátima Zdevskyi. A Prostituição Sagrada e os entrelaçamentos transculturais no Antigo Crescente Fértil. 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

3.
Veloso, S; FLORES, M. B. R.; Almeida, M. Participação em banca de Lucienne de Almeida Machado. A arte no feminino como performance de si. 2018. Dissertação (Mestrado em PERFORMANCES CULTURAIS) - Universidade Federal de Goiás.

4.
Correa, Silvio M.S.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Kennya Souza Santos. Caricaturando a África do Sul: Dilemas e desafios em 20 anos de democracia (1994-2014). 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

5.
LIMA, H. E.; Mamigonian, Beatriz G.; Muaze, B.; Sayão, T.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Vera Beatriz de Jardim Sayão Barros. Os álbuns de Violeta: Trajetórias familiarese gostos sociais nos álbuns de fotografias (Rio de Janeiro, 1855-1897). 2017. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

6.
PEDRO, J. M.; FLORES, M. B. R.; FALCÃO, L. F.. Participação em banca de Arielle Rosa Rodrigues. Nas páginas impressas e nas memórias: a trajetória histórica do Jornal Afinal (Florianópolis, 1980-1981). 2017. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

7.
SANTANNA, M. R.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Gabriel Cruz de Souza. As artesãs irmãs Souza: visualidade e arte popular em Santa Catarina (Araranguá, 1980). 2017. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

8.
NEDEL, L B; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Hellen Martins Rios. Preserva ou deixe ruir? Processo de patrimonialização da Ponte Hercílio Luz. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

9.
PIAZZA, M. F. F.; FLORES, M. B. R.; DUARTE, A. L.; SILVA R. V.. Participação em banca de Tiago Alexandre Viktor. Trajetórias de constituição e fundamentos do modernismo de grupo Festa. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

10.
P. Knauss; MARTINS, I. L.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Pamella Amorim Liz. O homem das bruxas: memórias e apropriações de Franklin Cascaes. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal Fluminense.

11.
PIAZZA, M. F. F.; FLORES, M. B. R.; RAMOS, T. R. O.; MATOS, F.. Participação em banca de Cecília de Souza Reibnitz. A Literatura Catarinense a partir da Revista Terra: canonização, crítica literária e sociabilidades.. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

12.
Morga, A.E.; FLORES, M. B. R.; Queirós, C. A. B.. Participação em banca de Lidiane Álvares Mendes. Na esteira da loucura: Colônia de Alienados Eduardo Ribeiro Práticas e Representações na Ala Feminina Manaus (1894-1930). 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Amazonas.

13.
SERPA, É. C.; VILELA, A. L.; FLORES, M. B. R.; Sandes, N. F.. Participação em banca de Adérito Schneider Alencar e Távora. O Rap do Pequeno Príncipe contra as almas sebosas. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Goiás.

14.
FLORES, M. B. R.; Kraemer, C.; Fritzen, M. B.. Participação em banca de Luciana Fiamoncini. Corpo e escola multisseriada: dinâmicas da memória nas narrativas de estudantes da década de 60. 2015. Dissertação (Mestrado em Educacao) - Fundação Universidade Regional de Blumenau.

15.
SANTANNA, M. R.; ASSIS, G. de O.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Murilo Sousa Rosa. Arte e política na obra de Willy Zumblick. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

16.
LIMA, H. E.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Vera Beatriz Jardim de Sayão Barros. Representações da Família e da Vida Privada nos Álbuns de Retrato do Século XIX. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

17.
VIDAL, L.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Carina Sartori. Entre France et Brésil : l?itinéraire de Michel-Marie Derrion. 2013. Dissertação (Mestrado em Histoire) - Université de La Rochelle.

18.
FLORES, M. B. R.; FEDRIGO, F. S.; Rafael Saddi Teixeira. Participação em banca de Fernanda Rodrigues de Assunção. O universo de Frida Kahlo à sombra da experiência revolucionária mexicana: pintura, corpo e identidade, das décadas de 1920 a 1950.. 2013. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Goiás.

19.
COELHO, M.; FLORES, M. B. R.; CAMPOS, E. C.. Participação em banca de Everton de Oliveira Mores. Deslocados, desnecessários: o ódio e a ética nos fanzines punsks (Curitiba, 1900-2000). 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

20.
DIENER, P.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Cleber Alves Pereira Júnior. Rastros de um folguedo de roda: práticas e significados do cururu na Cuiabá do século XIX. 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Mato Grosso.

21.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Beatriz D'Agostin Donadel. Hélio Oiticica e o Sentido da Participação do Público na Arte Brasileira dos anos 60: da "Obra Aberta" ao "Exercício Experimental da Liberdade". 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

22.
FLORES, M. B. R.; PIAZZA, M. F. F.; BEIRED, J.L.B.. Participação em banca de Clarice Caldini Lemos. Os Bastiões da nacionalidade: nação e nacionalismo nas obras de Elysio da Carvalho. 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

23.
Flores, Cláudia R.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Hellen da Silva Zago. Ensino, Geometria e Arte: um olhar oara as obras de Rodrigo de Haro. 2009. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Santa Catarina.

24.
BRANCHER, Ana L.; SEVERINO, J. R.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Carla Fernanda da Silva. GRAFIAS DA LUZ: A narrativa visual sobre a cidade na Revista Blumenau em Cadernos. 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

25.
LIMA, H. E.; CHEREM, R.M.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Felipe Carlos de Oliveira. A aclamação da República: Imagens do ideário político catarinense. 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

26.
SALOMON, M.; FLORES, M. B. R.; FEDRIGO, F. S.. Participação em banca de Anna Maria Dias Vreeswijk. Subjetivação e disciplinarização dos sem-terra: uso e controle da imagem fotográfica no Jornal do MST. 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Goiás.

27.
FLORES, M. B. R.; Souza, João C.; LEITE, Eudes. F.. Participação em banca de Marcia Bortoli Uliana. Reler páginas e interpretar falas: Pato Bragado - Cidade, identidade e memória (1985-2005). 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal da Grande Dourados.

28.
PIAZZA, M. F. F.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Celso João de Souza Júnior. O exilio no Brasil profundo: a colônia Santa Tereza. 2007. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

29.
STADINISKY. Hilda P.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Rosemeri Moreira. Entre o escudo de Minerva e o manto de Penélope. 2007. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

30.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Carla Cristina Pedrozo da Silva. A cidade está em festa! Festas urbanas e representações do espaço no oeste catarinense (1980-1990). 2005. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

31.
BRANCHER, Ana L.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Fábio F. Feltrin de Souza. Canções de um fim de século. História música e comportamento na década encontrada (1978-1991). 2005. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

32.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Adriana Larentes da Silva. Fazendo cidade: a construção do urbano e da memória em São Miguel do Oeste - SC. 2004. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

33.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Valéria Ochoa Oliveira. Um olhar sobre as Musas de Eliseu Visconti: A pintura do Foyer do teatro Municipal do Rio de Janeiro. 2004. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Uberlândia.

34.
FLORES, M. B. R.; AURAS, M.; DALABRIDA, N.; SCHEIBE, L.. Participação em banca de Velor Pereira Carpes da Silva. Escola de aprendizes marinheiros e as criançasdesvalidas - Desterro/SC 1857-1889. 2002. Dissertação (Mestrado em Pedagogia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

35.
FLORES, M. B. R.; ISÁIAS, A. C.; CUNHA, M. T. S.; CAMPOS, C. M.. Participação em banca de Marilange Nonnenmacter. Um lugar de memória. Rua Conselheiro Mafra no século XX. 2002. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

36.
FLORES, M. B. R.; ISAIA, A. C.; KLUG, J.. Participação em banca de Delotide Cristina Flores Soratto. Poderes locais e a implantação da Diocese de Tubarão (1940-1960). 2002. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

37.
FLORES, M. B. R.; FALCÃO, L. F.; SOUZA, O.; CAMPOS, C. M.. Participação em banca de Lucésia Pereira. Florianópolis, década de 30: ruas, rimas e desencantos na poesia dissonante de Trajano Margarida. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

38.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; PEIXER, Z. I.; KUPKA, R. N.. Participação em banca de Silmara Luciane Miranda. Lages 1940 - Discursos e remodelações urbanas. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

39.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; CUNHA, M. T. S.; ISÁIAS, A. C.. Participação em banca de Karla Leonora Dahse Nunes. Antonieta de Barros: uma história. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

40.
FLORES, M. B. R.; PAULILO, M. I.; NODARI, E. S.; PEDRO, J. M.. Participação em banca de Alexandra Silva de Oliveira. As páginas da Beleza. As representações sobre a beleza feminina na imprensa (1960 - 1980). 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

41.
FLORES, M. B. R.; SCHMITZ, S.. Participação em banca de Santino de Andrade. Os alemães estão chegando: discurso sobre o imigrante alemão em Santa Catarina (1850-1890). 2000. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

42.
FLORES, M. B. R.; CUNHA, M. T. S.; BENAKOUCHE, T.; CZESNAT, L. O.. Participação em banca de Aldonei Machado. A cidade no Dial: Florianópolis nas ondas médicas e curtas da rádio (década de 40 e 50). 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

43.
FLORES, M. B. R.; SCHMTIZ, S.; WOLLF, C. S.; CZESNAT, L. O.. Participação em banca de Cláudia Cristina Zanela. Atrás da porta - o discurso sobre o turismo na Ilha de Santa Catarina. 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

44.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; CAMPOS, C. M.; SCHMITZ, S.. Participação em banca de Luciana Rossato. Imagens construidas: imaginario politico e discurso federalista no Rio Grande do Sul (1889-1896). 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

45.
FLORES, M. B. R.; KLUG, J.; DICKIE, M. A. S.; MAGALHÃES, M. B.. Participação em banca de Cristina Ferreira. Cidadania e Identidade na sociedade teuto-brasileira: José Decke e os embates inzerétnicos no Vale do Itajaí. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

46.
FLORES, M. B. R.; DIRKSEN, V.; KLUG, J.. Participação em banca de Lauci Aparecida Cavalett. O integralismo e o teuto-brasileiro Joinville 1930-1938. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

47.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; DIAS, M. F. S.; WOLLF, C. S.. Participação em banca de Marise da Silveira Veríssimo. Marias do socorro - mulheres presas, mulheres torturadas. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

48.
FLORES, M. B. R.; SCHMITZ, S.; ALMEIDA, R. P.; DIRKSEN, V.. Participação em banca de Maria do Carmo dos Santos Bastos. Luzes e sombras. A história da empresa Força e Luz Santa Catarina S.A.. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

49.
FLORES, M. B. R.; WOLLF, C. S.; PEDRO, J. M.; MALUF, S.. Participação em banca de Karen Christine Réchia. Lembranças intimas de minha avó: partos, parteiras e outras histórias em Treze de Maio - Santa Catarina. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

50.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Maria do Carmo Santos Freitas. Sombras e luzes - História da Energia Elétrica em Blumenau. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

51.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; SALGADO, M. L. L.; CUNHA, M. T. S.. Participação em banca de Juçara Nair Wollf. Espaços de sobrevivência e sociabilidade: uma análise do cotidiano de São Carlos/Santa Catarina (nas décadas de 1930 a 1945). 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

52.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; FERLINI, V. L. A.; GALLIAN, D. M. C.. Participação em banca de Carlos Renato Carola. Dos subterraneos da história: as trabalhadoras das minas de carvão em Santa Catarina (1937-1964). 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

53.
FLORES, M. B. R.; SCHMITZ, S.; PASAVENTO, S. J.; CZESNAT, L. O.. Participação em banca de João Batista Bitencourt. Clio positivada: a artesania da cidade histórica de Laguna. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

54.
FLORES, M. B. R.; MALATIAN, T. M.; DUARTE, A. L.. Participação em banca de Patricia de Freitas. Margem da palavra, silêncio do número: o negro na historiografia de Santa Catarina. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

55.
FLORES, M. B. R.; CUNHA, M. T. S.; FIORE, N. A.; SERPA, É. C.. Participação em banca de Paulete Maria Cunha dos Santos. Protocolo do bom cidadão - série fontes: liçõesde moral e civismo na organização da educação em Santa Catarina (1920-1950). 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

56.
FLORES, M. B. R.; DIRKSEN, V.; KLUG, J.; COELHO, H. M. F.; SCHMITZ, S.. Participação em banca de Roseli Zimmer. Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil. As manifestações de germanidade de uma festa teuto-brasileira. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

57.
FLORES, M. B. R.; DIRKSEN, V.; PEDRO, J. M.; MENEZES, L. M.; CZESNAT, L. O.. Participação em banca de Janine Gomes da Silva. Tensões, trabalho e sociabilidade: história de mulheres em Joinville no século XIX. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

58.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Gelta Madalena Jüng. O ensino de história - da teoria à pratica. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Fundação Universidade Regional de Blumenau.

59.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; RESENDE, A. L. M.; PEDRO, J. M.. Participação em banca de Beatriz Anselmo Olinto. Uma cidade em tempo de epidemia - Rio Grande e a gripe espanhola (RS-1918). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

60.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; CAPELATO, M. H. R.; SCHMITZ, S.. Participação em banca de Marlene de Faveri. Moços e moças para um bom partido (a construção das elites - Itajaí 1929-1960). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

61.
FLORES, M. B. R.; PIRES, F. D. Á.; CUNHA, M. T. S.; PEDRO, J. M.. Participação em banca de Adriane Schroeder Andermann. Histórias de engenho: os engenho de farinha de mandioca em Florianópolis, economia, cuidados com a produção, imagens (1917-1920). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

62.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; SOIHET, R.; CUNHA, M. T. S.; GESNAT, L. O.. Participação em banca de Paulo Rogério Melo de Oliveira. O naturalista e o selvagem: a visão de Saint-Hilaire sobre os indios guaranis do Rio Grande do Sul. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

63.
FLORES, M. B. R.; CAVALCANTE, B.; RAMOS, T. R. O.; CZERNAT, L. O.; CUNHA, M. T. S.. Participação em banca de Joseana Zimmermann. Ao sul os desejos: a cidade transfigurada na poesia de Eglê Malleiros. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

64.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; FELIX, L. O.; ISAIAS, A. C.. Participação em banca de Ivonete Pereira. As decaidas: mulheres no quotidiano de Florianópolis (1900-1940). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

65.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Elison Antonio Paim. Fala professor(a): O ensino de história em Chapecó 1970-1990. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

66.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Tércio Pereira Di Gianni. Etnicidade e fortuna - estratégias dos italianos de boa estrela radicados em Franca a partir da grande imigração. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

67.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Stélio Furlan. Agosto: Os (d)efeitos do real. 1995. Dissertação (Mestrado em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários) - Universidade Federal de Santa Catarina.

68.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Eugênio Pascele Lacerda. As farras de boi no litoral de Santa Catarina. 1995. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal de Santa Catarina.

69.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; SIQUEIRA, M. P. S.; SERPA, É. C.. Participação em banca de Sergio Luiz Ferreira. O banho de mar na Ilha de Santa Catarina 1900-1970. 1994. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

70.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Aurea Oliveira. A pedagogia do silêncio. 1993. Dissertação (Mestrado em Pedagogia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Teses de doutorado
1.
Reales, L.; FLORES, M. B. R.; Wolff, J; Maiz, C.. Participação em banca de Miguel Angel Schmitt Rodriguez. La cabeza de Goliat: microscopia de um corpo político. 2018. Tese (Doutorado em Literatura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

2.
BORGES, M. E.; FLORES, M. B. R.; Jesus, S.; Silva, V.. Participação em banca de Ana Rita Vidica Fernandes. Tempo andante da intervenção urbana: relações temporais nas obras "Imagens posteriores", "Giganto" e "Polaroide". 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Goiás.

3.
NEDEL, L B; LOHN, R. L.; Paim, E. A.; Machado, P.; WOLFF, C. S.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Fernando Antônio Vitória. Uma Nova História para o Velho Oeste. O "Resgate" da Memória e a Reescrita da História do Oeste Catarinense no Projeto do Ceom (1987-2006). 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

4.
FLORES, M. B. R.; PIAZZA, M. F. F.; ISAIA, A. C.; Luca, T. R.; MATOS, F.. Participação em banca de Clarice Caldini Lemos. O intercâmbio cultural luso-brasileiro através das revistas América Brasileira, Lusitania e Nacão Portuguesa. 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

5.
KLUG, J.; FLORES, M. B. R.; Segata, J.; FALCÃO, L. F.. Participação em banca de Nisael Costa Correa. As rinhas de galo no Brasil: o caso de uma prática diante das alterações de sensibilidades em relação aos animais. 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

6.
Campos, N.; FLORES, M. B. R.; Nascimento, L.; Carroso, V. L.. Participação em banca de Marcela Krüger Corrèa. Das ilhas de lá à ilha de cá: construção da identidade açoriana no litoral catarinense. 2017. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

7.
VAZ, A. F.; P. Knauss; V. A. Mello; FLORES, M. B. R.; COELHO, M. C.; CAMPOS, E. C.. Participação em banca de Michele Bete Petry. Revistas como exposição: arte do espetáculo e arte nova no Rio de Janeiro (1895-1904). 2016. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal de Santa Catarina.

8.
LEHMKUHL, L. .; FLORES, M. B. R.; RIBEIRO JUNIOR, F.P.R.; CARMO, M.A.A.; PARANHOS, K.R.. Participação em banca de Túlio Henrique Pereira. Que coisa é essa, yôYô? Cor e raça na imprensa ilustrada da Bahia. 2016. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Uberlândia.

9.
M. F. Hartung; FLORES, M. B. R.; F, Torres-Londoño; NUNES, M. J. F. R.; MALUF, S.; DETURCHE, J. P. L.. Participação em banca de Marta Magda Antunes Machado. A arte de ser parente. Negro/as açorianos/as e relações de família no Sul do Brasil. 2016. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade Federal de Santa Catarina.

10.
NEDEL, L B; FLORES, M. B. R.; XAVIER, J. J.; MONTYSUMA, M. F. F.; TORRES, V. L. A.. Participação em banca de Rafael Guarato dos Santos. Em boa companhia: a trajetória do Ballet Stagium na memória da crítica e da historiografia da dança no Brasil. 2016. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

11.
PIAZZA, M. F. F.; CUNHA, M. T. S.; FLORES, M. B. R.; NEDEL, L B; RAMOS, T. R. O.; Botelho, Denilson. Participação em banca de Joachin de Melo Azevedo Sobrinho Neto. Vida Literária e Desencanto: uma história da formação intelectual de Lima Barreto (1881-1922). 2015. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

12.
Rampinelli, W. J.; FLORES, M. B. R.; Voigt, M. R.; Oliveira, Paulo R.; TEO, M.. Participação em banca de Marcos Alexandre de Melo Santiago Arraes. Tramas do olhar: americanismo, guerra fria e a emergência de um novo regime visual no Brasil. 2015. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

13.
KLUG, J.; FLORES, M. B. R.; FALCÃO, L. F.. Participação em banca de Misael Costa Correa. As rinhas de galo no Brasil.. 2015. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

14.
PIAZZA, M. F. F.; FLORES, M. B. R.; Botelho, Denilson. Participação em banca de Joachin de Melo Azevedo Neto. Literatura e desencantos modernos: o mal no pensamento de Lima Barreto. 2013. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

15.
FLORES, M. B. R.; SOUZA, Rogério L.; ASSIS, G. de O.; FAVERI, M.; CAIRUS, H. F.. Participação em banca de Paulo Augusto Tamanine. A prece ucraniana na pressa da cidade: as renegociações das práticas religiosas ucranianas nos espaços da cidade de Curitiba a partir de 1960.. 2013. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

16.
FLORES, M. B. R.; BRANCHER, Ana L.; CAMPOS, E. C. DE. Participação em banca de Fábio Francisco Feltrin de Souza. Extremidades da nação: violência, biopolítica e anti-modernidade no discurso fundacional da Argentina. 2011. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

17.
LEWKOWICZ. Ida; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Tercio Pereira Di Gianni. Negociações e convívio cultura: Museu Histórico da sentinela paulista, 1957-1972. 2008. Tese (Doutorado em História) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

18.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Maria Rúbia Sant'Anna. Aparência e Poder - Novas sociabilidades urbanas em Florianópolis, de 1950 a 1970. 2005. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

19.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Luciana Rossato. A lupa e o diário: história natural, viagens científicas e relatos sobre a Capitania de Santa Catarina (1763-1822). 2005. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

20.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de MÁRCIA SANTOS DE SOUZA. Representações sociais e etnia: um retrato interdisciplinar de escola agrícola. 2004. Tese (Doutorado em Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.

21.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; ARAÚJO, H. R.; DIAS, M. O. L.; WOLFF, C. S.; NODARI, E. S.. Participação em banca de Marlene de Fáveri. Memórias de uma (outra) guerra. Cotidiano e medo durante a II Guerra Mundial em Santa Catarina. 2002. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

22.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de José Adilçon Campigoto. Hermenêutica da Fronteira: a fronteira entre o Brasil e o Paraguai. 2002. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

23.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Rosângela Miranda Cherem. Os faróis de Tempo Novo - política e cultura no amanhecer republicano da capital catarinense. 1998. Tese (Doutorado em História Social) - Universidade de São Paulo.

24.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Maurides Badista de Macedo F. Oliveira. Mito e sobrevivência no garimpo: a cidade de Baliza - Goiás 1922-1960. 1997. Tese (Doutorado em História) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

25.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Marcos Ayala. História e cultura: negros do Rosário de Pombal. 1996. Tese (Doutorado em História Social) - Universidade de São Paulo.

Qualificações de Doutorado
1.
NEDEL, L B; Gonçalves, J.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Fábio Andreas Ritcher. Em nome de um Estado: a assembléia legislativa e o patrimônio histórico, artístico e cultural. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

2.
Silveira, A. d.; CAMPOS, D. Q.; Veiga, A; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Rodolpho Alexandre Santos Melo Bastos. Ave Maria Cheia de Filmes! Transtemporalidade do Sagrado e do Feminino através da presença de Maria no filme Io sono con te.. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

3.
Avancine, J; FLORES, M. B. R.; Kern, D.. Participação em banca de Daiana Schvartz. O arquivo em Elke Hering: o indício de uma falta.. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Artes Visuais) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

4.
FLORES, M. B. R.; Santos, A C; Neckel, N. Participação em banca de Leisi Fernanda Moya. Danças circulares sagradas: a contribuição de Bernhard e Maria Gabriele Wosien. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Linguagem) - Universidade do Sul de Santa Catarina.

5.
Silva, J.G.; Oliveira, M. R.; Fiaminghy, L.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Rodrigo de Souza Mota. Construções identitárias na música de Florianópolis (1994-2014).. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

6.
Silveira, A. d.; Bonaldo, R. B.; Gaspari, S; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Daniel Lula Costa. Revelação Figural: alegoria e presença dos seres híbridos na Divina Comédia.. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

7.
Rampinelli, W. J.; FLORES, M. B. R.; Paulo R.. Participação em banca de Marcos Alexandre de Melo Santiago Arraes. Paradigmas do olhar: cultura visual e americanismo no Brasil nas duas primeiras décadas da Guerra Fria. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

8.
FLORES, M. B. R.; Assmann, S. J.; Piedade, A. T. de Camargo. Participação em banca de Sílvio Sérgio Oliveira Rodrigues. Ensaios da Poièsis "Manguebeat": fluxos interdiscursivos, tecnocultural e condição humana na contemporaneidade. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.

9.
FLORES, M. B. R.; BRANCHER, Ana L.. Participação em banca de Lucésia Pereira. Arte e Coexistência: Vanguarda artística em Santa catarina - sobreposições, choques e assimilações (1960/1980). 2011. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

10.
BRANCHER, Ana L.; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Fábio Francisco Feltrin de Souza. xxxxx. 2010. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Qualificações de Mestrado
1.
ANGELI, M. N. B.; Teixeira, L; Moraes, S; FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS; Maria Bernardete Ramos Flores. Participação em banca de Maria Inés Traviesco Rios Kincheschi. Rastros de uma memória urbana: (re)invenções do Casco Fundacional de Colónia do Sacramento. Uruguai. 2018.

2.
Veloso, S; FLORES, M. B. R.; Almeida, M; Reinato, E. Participação em banca de Lucienne de Almeida Machado. Pagu: A arte no feminino como performance de si. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em PERFORMANCES CULTURAIS) - Universidade Federal de Goiás.

3.
FLORES, M. B. R.; Idargo, A. B.; Luyten. S. B.. Participação em banca de Natália Marques Cavalcante de Oliveira. Nós somos Loli Lovers. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia Política) - Universidade Federal de Santa Catarina.

4.
LIMA, H. E.; NEDEL, L B; FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Leonardo Ibiapina Bevilaqua. Automóveis pela cidade: automobilidade e crimes de trânsito em Fortaleza na década de 1920. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
VAZ, A. F.; Oliveira, A.; FLORES, M. B. R.; Idargo, A. B.. Participação em banca de Natan Schmitz Kremer.Caixa Postal 384: a Revista Sul em diálogo com o Brasil (1948-1957). 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal de Santa Catarina.

2.
FLORES, M. B. R.; NONNENMACHER, M.. Participação em banca de Rita de Cassia Lopas Haas.As tramas, as significações e as transformações urbanas de Florianópolis através da História da Ponta do Coral. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

3.
FLORES, M. B. R.; NODARI, E. S.; NÖTZOLD, A. L. V.. Participação em banca de Laércio Luiz Vieira.Rendeira: profissão em extinção. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

4.
FLORES, M. B. R.; FARIAS, V. F.; COELHO, G. J.. Participação em banca de Sando da Silveira Costa.Os engenhos de farinha de mandioca na Ilha de Santa Catarina: uma perspectiva atual.. 1995. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

5.
FLORES, M. B. R.; CZESNAT, L. O.. Participação em banca de José Carlos dos Santos Debus.D. João de Jaqueta: um exercicio de historia e literatura. 1994. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Outros tipos
1.
FLORES, M. B. R.. Participação em banca de Hercídia Maara Facuri Coelho. Imigração e história local: Sírios e Libaneses em Franca. 1998. Outra participação, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Professor titular
1.
Gomes, A.; Muylaert, J.; FLORES, M. B. R.; Bresciani, M. S.. Jacy Seixas. 2018. Universidade Federal de Uberlândia.

2.
FLORES, M. B. R.; Menandro, P R; Odwayer, E.; Passos, E.. ANTONELLA tASSINARI. 2016. Universidade Federal de Santa Catarina.

3.
FLORES, M. B. R.; Menandro, P R; Odwayer, E.; Passos, E.. Sônia Weidner Maluf. 2016. Universidade Federal de Santa Catarina.

4.
Burnester, A. M; Queluz. M. L.; Queluz, G. L.; FLORES, M. B. R.. Magnus Roberto de Mello Pereira. 2016. Universidade Federal do Paraná.

5.
FLORES, M. B. R.; Chalhoub, S. História da Amazônia. 2015. Universidade Federal do Pará.

6.
FLORES, M. B. R.; Martins, E.; CHAUL, N. F.; Fróes, V.. Leandro Mendes Rocha. 2015. Universidade Federal de Goiás.

7.
FLORES, M. B. R.; CHAUL, N. F.; Martins, E.; Fróes, V.. Dulce Oliveira Amarante. 2015. Universidade Federal de Goiás.

8.
FLORES, M. B. R.; CHAUL, N. F.; Martins, E.; Fróes, V.. Noé Freire Sandes. 2015. Universidade Federal de Goiás.

9.
FLORES, M. B. R.; Lisboa, F.S.G.; Nagel, L.M.. Concurso para Professor Substituto do Departamento de História. 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.

Concurso público
1.
Karpinky, C; FLORES, M. B. R.; DIENER, P.. História, Cultura, Imagens e Oralidades na América Latina. 2013. Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

2.
FLORES, M. B. R.; Manuelina Duarte; Gilson Nunes. Concurso Público da Magistério Superior/Museologia e Gestão de Arquivos. 2013. Universidade Federal de Santa Catarina.

3.
FLORES, M. B. R.. Banca do Concurso Público 001/2002 para a Área/Disciplina: História Antiga e Medieval. 2002. Universidade do Estado de Santa Catarina.

Livre docência
1.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; SCAVANE, L.; COSTA, S. G.; BORGES, M. I. M.. Introdução à História da Formação dos Países Latino Americanos. 2014. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Avaliação de cursos
1.
FLORES, M. B. R.. Avaliação Trienal 2010 - CAPES. 2010. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

Outras participações
1.
FLORES, M. B. R.; AREND, S. Avaliadora de Iniciação Científica @¨SIC UDESC. 2016. Universidade do Estado de Santa Catarina.

2.
FLORES, M. B. R.; Hagemeyer, R. R.; CEZAR, T. A. C.; Gonçalves, J.. Comissão de Credenciamento e Recredenciamento de Docentes. 2015. Universidade do Estado de Santa Catarina.

3.
FLORES, M. B. R.; MEYER NUNES, s.; O'SHEA, José R B. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade do Estado de Santa Catarina.

4.
FLORES, M. B. R.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

5.
Cupani, Alberto O.; MINELLA, Ary C.; FLORES, M. B. R.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

6.
Cupani, Alberto O.; Botomé, Silvio P.; FLORES, M. B. R.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

7.
FLORES, M. B. R.; Mamigonian, Beatriz G.; SOUZA, Rogério L.; Correa, Silvio M.S.. Comissão de Seleção de Candidatos de Mestrado e Doutorado - Turma 2011. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

8.
MINELLA, Ary C.; FLORES, M. B. R.; Guerra, Rogério F.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

9.
FLORES, M. B. R.; LIMA, H. E.; Correa, Silvio M.S.; ISAIA, A. C.. Comissão de Critérios de Credenciamento e Aplicação. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

10.
FALEIRO, J. R.; FLORES, M. B. R.; COELHO, M.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento Res. 034/2007. 2008. Universidade do Estado de Santa Catarina.

11.
FLORES, M. B. R.. XXXVI Fórum dos Coordenadores dos Programas de Pós-Graduação em História. 2008. Associação Nacional de História.

12.
NODARI, E. S.; FLORES, M. B. R.. Solicitação de credenciamento ao Colegial de Pós-Graduação em História-UFSC (065/PPGH/2008). 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.

13.
FLORES, M. B. R.. Progressão Funcional 048/CFH/2008. 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.

14.
FLORES, M. B. R.. Progressão Funcional 033/CFH/2008. 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.

15.
FLORES, M. B. R.. Coordenadora, pro tempore, do Curso de Pós-Graduação em História do CFH. 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.

16.
FLORES, M. B. R.. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação Strictu sensu do CFH (Gestão 2006-2008). 2006. Universidade Federal de Santa Catarina.

17.
FLORES, M. B. R.. Coordenadora, pro tempore, do Curso de Pós-Graduação em História do CFH (FG-1). 2006. Universidade Federal de Santa Catarina.

18.
FLORES, M. B. R.. Consultora ad hoc, seleção dos projetos de pesquisa. 2005. Universidade do Estado de Santa Catarina.

19.
FLORES, M. B. R.. Banca examinadora do concurso público de professor titular- RDIDP. 2005. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

20.
FLORES, M. B. R.. Consultor ad hoc do CNPq e da CAPES. 2004. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

21.
FLORES, M. B. R.. Professora Convidada na Universidade do Ninho - Polo de Azúrem. 2000. Universidade do Ninho.

22.
FLORES, M. B. R.. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação strictu sensu do CFH. 1997. Universidade Federal de Santa Catarina.

23.
FLORES, M. B. R.. Concurso para professor assistente. 1992. Universidade Federal de Santa Catarina.

24.
FLORES, M. B. R.. Concurso para professor assistente. 1992. Universidade Federal de Santa Catarina.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
La modernidad en Cuestión: confluencias y divergencias entre América y Europa, siglos XIX y XX. Xul Solar y el Brasil: La raza y la langue en la utopía del hombre nuevo en América Latina. 2016. (Congresso).

2.
XXVIII Simpósio Nacional de História. Conferência de Encerramento: Laura de Mello e Souza. 2015. (Congresso).

3.
VII Colóquio de História e Arte.O corpo da imagem de Jesus Cristo. 2014. (Simpósio).

4.
XI Seminário Temático : A Constituição dos Saberes Elementares Matemáticos.A POTÊNCIA DO ANACRONISMO: TEMPO E DISTEMPO NA PRÁTICA HISTORIOGRÁFICA. 2014. (Seminário).

5.
Congresso Internacional Coleções Literárias: Textos/Imagens. Estudo de dois casos de acervo: da Biblioteca de Xul Solar e do artista Ismael Nery que não nos deixou uma biblioteca. 2013. (Congresso).

6.
I ENCONTRO PÓS MODERNIDADE EM PERSPECTIVAS.Anacronia como potência no trabalho historiográfico. 2013. (Seminário).

7.
XXXI International Congress of the Latin American Studies Association - LASA. Sobre os místicos modernos, o caso de Ismael Nery no Brasil. 2013. (Congresso).

8.
Café Cult - Secretaria da Cultura da UFSC.Invenção das Tradições. 2012. (Seminário).

9.
Semana Acadêmica de História.O mito da androginia a propósito de Ismael Nery e Frida Kahlo. 2012. (Encontro).

10.
Semana Integrada da UNESC.Arte e Política. 2012. (Encontro).

11.
VI Seminários de Dança de Joinville.Corpo e Imagens Replicantes. 2012. (Seminário).

12.
VI Simpósio GT-História Cultural.A androginia na arte de Ismael Nery. 2012. (Simpósio).

13.
XXVI Simpósio Nacional de História - ANPUH.Quando o Dragão assume o lugar do Cavalo: Xul Solar e seu ciclo Pré-Colombiano. 2011. (Simpósio).

14.
CONGRESO INTERNACIONAL UTOPÍA: ESPACIOS ALTERNATIVOS Y EXPRESIONES CULTURALES EN AMÉRICA LATINA. Una ciudad que vuela contenta por el aire: Sobre la Vuelvilla de Xul Solar: utopía ? eutopía ? heterotopia?. 2010. (Congresso).

15.
III Encontro do GT Nacional de História das Religiões e Religiosidades - ANPUH.Um mistico moderno: Xul Solar e. 2010. (Encontro).

16.
Semana Acadêmica de História: História, Cultura e Arte.Sobre a Vuelvilla de Xul Solar: técnica e liberdade no Reino do Ócio ou a Revolução Caraíba. 2010. (Encontro).

17.
VIII Semana de História / III Colóquio de Pesquisas da História.Encantos da Imagem: a propósito da obra plástica de Xul Solar e sua utopia do novo homem latino-americano. 2010. (Encontro).

18.
V Simpósio Nacional de História Cultural. Brasília 50 Anos.Sobre a Vuelvilla de Xul Solar: técnica e liberdade - e a Revolução Caraíba. 2010. (Simpósio).

19.
53°ICA. Estética, Biopolítica e Modernidade na América Latina. 2009. (Congresso).

20.
II Colóquio de História e Arte: Imagens da América Latina.A angústia de Adão na América. 2009. (Simpósio).

21.
Seminario General - Instituto de Altos Estudios Sociales IDAES."Tecnologia e Estética do Racismo: Ciência e Arte na Política da Beleza.". 2009. (Seminário).

22.
VI Colóquio Internacional Tradição e Modernidade no Mundo Ibero-Americano. Xul Solar e a Utopia do novo homem mestiço para a realização das potencialidades da América Latina. 2009. (Congresso).

23.
XXV ANPUH.Cícero Dias e o Surrealismo. 2009. (Simpósio).

24.
Ciencias, Tecnologías y Cultura - Diálogo entre las disciplinas del conocimiento Mirando al futuro de América Latina y El Caribe. Ciência e Arte e a utopia do futuro do homem. Biopolítica, técnica e estética na formação do Brasil Moderno. 2008. (Congresso).

25.
Colóquio Identidade, Memória e Subjetividade.Corpo e reflexão histórica. 2008. (Encontro).

26.
I Colóquio de estudos "História em reflexão: diálogos em construção".Experiência em orientação na Pós-Graduação. 2008. (Outra).

27.
I Colóquio de História e Arte: Trânsito da Modernidade. Modernidades em Trânsito. 2008. (Congresso).

28.
I Colóquio Michel Foucault: Educação, Filosofia, História - Transversais.Estética da existência e biopolítica. 2008. (Seminário).

29.
I Colóquio Nacional Michel Foucault: Educação, Filosofia, História - Transversais.Estética da existência e biopolítica. 2008. (Outra).

30.
Instituto de Investigaciones de la Universidad Ncional Autónoma de México. Ciencia y arte en la formacion del Brasil moderno. 2008. (Congresso).

31.
XII Encontro Estadual de História: História, Ensino e Pesquisa.Estética e biopolítica. 2008. (Encontro).

32.
IV Colóquio - Tradição e Modernidade no mundo ibero-americano.Nacional versus internacional na obra plástica de Ismael Nery. 2007. (Seminário).

33.
Seminários de Dança.Não tem os dançarinos ouvidos nas pontas dos pés?. 2007. (Seminário).

34.
XXIV Simpósio Nacional de História.Catolicismo versus catolicismo na obra plástica de Ismael Nery. 2007. (Simpósio).

35.
XI Encontro Estadual de História.Ciência e arte na política do belo. 2006. (Simpósio).

36.
Palestra.Corpos recompostos na Morfologia Artística para 'regenerar' a nação. 2005. (Outra).

37.
X Encontro Estadual de História.Lições de Modernidade: americanismo, eugenia e antifeminismo na literatura de Monteiro Lobato. 2004. (Simpósio).

38.
X Encontro Estadual de História.O nu e o vestido, o futuro e o passado, a pedra e a carne. A estética nazi-facista e a política da imagem. 2004. (Simpósio).

39.
X Encontro Estadual de História.História, Arte e Política. 2004. (Simpósio).

40.
I Simpósio Internacional de História.Arte e história na modernidade Brasileira. 2003. (Simpósio).

41.
I Simpósio Internacional de história: cultura e identidades.Corpo e sexualidade no projeto da nação moderna. 2003. (Simpósio).

42.
XXII Simpósio Nacional de História: história, acontecimento e narrativa.Corpos recompostos na morfologia artistica para regenerar a nação. Política e Estética. 2003. (Simpósio).

43.
XXII Simpósio Nacional de História: história, acontecimento e narrativa.História - Cultura - Linguagens. 2003. (Simpósio).

44.
Ciclo Identidad Regional en Brasil.Identidad Regional en Santa Catarina. 2002. (Seminário).

45.
Coloquio Internacional: Retratos de Brasil, Cultura, Historia, Sociedad, Economía y Derecho.Las relaciones Brasil-España, historia y perspectivas. 2002. (Outra).

46.
Encontro Internacional Fazendo Genero V.Histórias do feminismo. 2002. (Encontro).

47.
VI Congresso Internacional da BRASA. Ao Brasil dos meus sonhos - A utopia de Adalzira Bittencout: Feminismo e Modernismo. 2002. (Congresso).

48.
VI Congresso Internacional da BRASA. Ao Brasil de meus sonhos: a utopia de Adalzira Bittencourt - Feminismo e Modernismo. 2002. (Congresso).

49.
XIII Encontro regional de Historia.A Capes e a pos-graduacao em Minas Gerais. 2002. (Encontro).

50.
Aula inaugural.Racialização e Nacionalização: quanto de sangue português corre nas veias do brasileiro?. 2001. (Outra).

51.
Colóquio Internacional - Brasil/Portugal no século XX: sociedade, cultura e ideologia..Homens de pedra e cal do estado novo português - A estatuária e a virilização da raça. 2001. (Outra).

52.
III Congresso Internacional de historiadores latinoamericanistas. O aportuguesamento do Brasil para compor a imagem de Portugal como nação colonizadora. 2001. (Congresso).

53.
III Encontro enfoques feministas e as tradições disciplinares nas ciências e na academia.Nacionalismo e virilização da raça. 2001. (Encontro).

54.
Palestra.Virilização da Raça - Nação, corpo e etnia. 2001. (Outra).

55.
Palestra.A fealdade tem cura ou a política da beleza no projeto de patronização brasílica: nacionalismo, corpo e sexualidade. 2001. (Outra).

56.
Palestra.A lusitanização do atlântico Sul e o aportuguesamento do Brasil. 2001. (Outra).

57.
XXI Simpósio Nacional ANPUH - História do novo milênio - individual e coletivo.Racialização e nacionalismo (Mesa Redonda). O beijo através do Atlântico - o lugar do Brasil na Panlusitanismo. 2001. (Simpósio).

58.
XXI Simpósio Nacional ANPUH - História do novo milênio - individual e coletivo.Nação, etnia e virilidade. 2001. (Simpósio).

59.
A intimidade Luso-Brasileira e a Lusitanização do Atlântico Sul..A intimidade Luso-Brasileira e a Lusitanização do Atlântico Sul. (Conferência). 2000. (Outra).

60.
Ciclo de conferências aos alunos do Mestrado em História das Populações.Imigração açoriana em Santa Catarina/Imigração alemã e italiana em Santa Catarina/Imigração Portuguesa e a construção da Brasilidade (Ciclo de Conferências). 2000. (Outra).

61.
I Fórum de pesquisa. Programa associado de pós-graduação UEM/UEL - Mestrado em História Social.Metodologia da história das fronteiras: o termo das experiências. Mesa redonda: Tendências da historiografia comtemporânea. 2000. (Outra).

62.
I Fórum de pesquisa. Programa associado de pós-gradução UEM/UEL Mestrado em História..Fronteiras deslizantes - lugares de cultura, raça, gênero e individuo. Painel: Fronteiras e populações. 2000. (Outra).

63.
III Congresso Luso-Brasileira de históra da educação - escolas, culturas e identidades. Eunice ou a educação das mulheres. Nacionalismo e sexualidade. 2000. (Congresso).

64.
Congresso Luso Brasileiro - Memória e imaginários.. Mundo que o Português criou no Brasil. Sexualidade, raça e miscigenação.. 1999. (Congresso).

65.
Fazendo Gênero 3.A medicalização do sexo ou o amor perfeito (mesa redonda). 1999. (Seminário).

66.
I Jornada do NEPS.A intimidade luso-brasileira e a politica do espirito: a invenção da raça portuguesa no projeto nacional do estado novo. 1999. (Outra).

67.
Nacionalismo, corpo e sexualidade.A fealdade tem cura: a estetização do povo brasileiro (Conferência). 1999. (Outra).

68.
XVII Simpósio Nacional de História.Festas populares e escrita do Brasil (mesa redonda). 1999. (Simpósio).

69.
XVII Simpósio Nacional de História..Fronteiras Celibatárias - nação, corpo e gênero (Conferência). 1999. (Simpósio).

70.
Brazilian Studies Associations, thirt Conference. A Oktoberfest de Blumenau: turismo e etnicidade (grupo de trabalho). 1996. (Congresso).

71.
Fazendo Gênero.Política de guerra, política de sexo - casais açorianos na defesa do sul do Brasil. 1996. (Encontro).

72.
I Congresso Luso Brasileiro de história da educação. Leitura e escrita em Portugal e no Brasil 1500-1970. Imagem e pedagogia: da cruz de cedro renasce uma cidade santa. 1996. (Congresso).

73.
III Reunião especial da SBPC.Política de guerra, política de sexo - Os casai açorianos na defesa do sul do Brasil. 1996. (Outra).

74.
V Congresso da Associação internacional de lusitanistas. Política de guerra, política de sexo - os casais açorianos na defesa do sul do Brasil. 1996. (Congresso).

75.
II Congresso internacional "Os rostos femininos da expansão portuguesa. Memória feminina das festas açorianas no sul do Brasil. 1995. (Congresso).

76.
XVIII Simpósio Nacional de história - História e identidade.Identidade e história - a descoberta da açorianidade. 1995. (Simpósio).

77.
XVIII Simpósio nacional de história - histórias e identidades.Da cruz de Cedro renasce uma Cidade Santa - imagem e pedagogia. 1995. (Simpósio).

78.
Congresso internacional: O rosto feminino da expansão portuguesa. Memória feminina das festas açorianas no sul do Brasil. 1994. (Congresso).

79.
Fazendo Gênero.Imagens que não se apagam. Representações de gênero na Oktoberfest. 1994. (Seminário).

80.
Seminário de estudos sobre a mulher - Fazendo Gênero.Entre a casa e a rua. Memória Feminina das festas açorianas no sul do Brasil. 1994. (Seminário).

81.
XII Encontro regional de história: Cultura, memória e poder.O grande teatro público. Construção da festa municipal. 1994. (Encontro).

82.
Semana de pesquisa.Eles e elas na Oktoberfest. Construção cultural de gênero em uma festa teuto-brasileira. 1993. (Outra).

83.
XIII Reunião anual da SBPH.Os risos de Desterro no século XIX. 1993. (Outra).

84.
XIII Reunião anual da SBPH.Eles e elas na Oktoberfest - construção cultural de gêneros em uma festa teuto-brasileira. 1993. (Outra).

85.
Congresso internacional América 92 - Raízes e trajetórias. A farra do boi no litoral de Santa Catarina e diversidade cultural. 1992. (Congresso).

86.
XLII Reunião anual da SBPH.A farra do boi: o horror do Rogério e a alegria da Elvira - um campo para investigação da história cultural. 1991. (Outra).

87.
XVI Simpósio da ANPUH.Memória e festa. 1991. (Simpósio).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
FLORES, M. B. R.. Coordenação Simpósio Temático: Historia de los ámbitos intelectuales. 2016. (Congresso).

2.
FLORES, M. B. R.; Oliveira, E D G . Simpósio Temático Arte e Patrimônio. 2015. (Outro).

3.
FLORES, M. B. R.. Colóquio MODERNIDADE, ARTE, PENSAMENTO. 2015. (Congresso).

4.
FLORES, M. B. R.. Simpósio Temático História e Arte. 2014. (Congresso).

5.
FLORES, M. B. R.. Comissão Científica de Avaliação de Pôstes. 2014. (Outro).

6.
FLORES, M. B. R.; LEHMKUHL, L. . . Simpósio Temático: Imagens de arte atuam sobre nós - dialética, anacronismo, montagem, sobrevivência. 2013. (Congresso).

7.
FLORES, M. B. R.. VI Colóquio de História e Arte: Herança, Memória e Patrimônio. 2013. (Congresso).

8.
FLORES, M. B. R.; NORA, S. A. B. . IV Seminários de Dança de Joinville. 2012. (Congresso).

9.
FLORES, M. B. R.; PIAZZA, M. F. F. ; NEDEL, L B ; Peterle, Patrícia . V Colóquio de História e Arte: Utopia, Utopias. 2012. (Congresso).

10.
FLORES, M. B. R.. IV Colóquio de História e Arte - Imagem e Memória. 2011. (Congresso).

11.
FLORES, M. B. R.. III Colóquio de História e Arte - Movimentos artísticos e correntes intelectuais. 2010. (Congresso).

12.
FLORES, M. B. R.; VILELA. Ana Lucia. ; BOPPRÉ. Fernando C. . I Colóqui História e Arte: Trânsitos da Modernidade. 2008. (Congresso).

13.
FLORES, M. B. R.. Interpretações do Brasil e do Estado Novo.. 2007. (Congresso).

14.
FLORES, M. B. R.. Videoconferência - Roger Chartier - "O que é um autor". 2007. (Outro).

15.
FLORES, M. B. R.; PASAVENTO, S. J. . III Simpósio Nacional de História Cultural. 2006. (Congresso).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Dissertação de mestrado
1.
Everson Antunes. Estetização da violência no cinema e suas reações no público entre os anos de 1972 e 1994. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. (Orientador).

Tese de doutorado
1.
Stênio Ronald Mattos Rodrigues. "Uma parte de mim é todo mundo: memória, hibridação cultural e identidade no diálogo transcultural entre América Latina e a Península Ibérica na arte musical de Raimundo Fagner (1978-1983)". Início: 2018. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

2.
Reverson Nascimento. DAS TERRAS TUPINIQUINS A INSERÇÃO NO REINO DO TIO SAM: ARTE, MEMÓRIA E EXPERIÊNCIA DOS QUADRINISTAS BRASILEIROS NO MERCADO NORTE-AMERICANO (1991-2002). Início: 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. (Orientador).

3.
JACINTA MILANEZ GISLON. A EXALTAÇÃO DA ETNICIDADE E O CONSUMO CULTURAL NA ARQUITETURA DE CENÁRIO. Início: 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. (Orientador).

4.
Joaquim Paka Massanga. Ponta de Padrão e o Porto Mpinda - Angola: sobre Patrimônio. Início: 2017. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em História da UFSC) - Universidade Federal de Santa Catarina, PEC-PG-CAPES. (Orientador).

5.
Thayse Fagundes e Braga. O Neogótico de Simão Gramlich (1887-1968) no Sul do Brasil.. Início: 2016. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. (Orientador).

6.
LUCY CRISTINA OSTETTO. A ARTESANIA DE SÔNIA GOMES: MEMÓRIAS, POÉTICAS E RELAÇÕES. Início: 2015. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. (Orientador).

7.
Talita Sauer Medeiros. Mulheres produtoras de quadrinhos. Início: 2015. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

Supervisão de pós-doutorado
1.
Eduardo Gomes Silva. Início: 2018. Universidade Federal de Santa Catarina.

2.
Sabrina Fernandes Melo. Início: 2018. Universidade Federal de Santa Catarina.


Orientações e supervisões concluídas
Dissertação de mestrado
1.
Alexandra Lis Alvim. Um tardio sonho hippie em Porto Alegre: a cidade de Super-8 em "Deu pra ti, anos 70" (1981) e "Coisa na roda" (1982). 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

2.
Thays Tonin. Os fantasmas da modernidade e as imagens distópicas em quadrinhos e outras artes. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

3.
Sabrina Fernandes Melo. Arquitetura e ressonâncias urbanas em Florianópolis na primeira metade do século XX. 2013. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

4.
Carina Sartori. Na alvorada de um sport: o Remo na Ilha de Santa Catarina. 2013. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

5.
Beatriz D' Agostin Donadel. Hélio Hoiticica e o Sentido da Participação do Público na Arte Brasileira dos anos 60: da Obra Aberta ao Exercício Experimental da Liberdade. 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

6.
Cristiane Cecchin. Literatura para uma vida em matrimônio. 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

7.
Miguel Angel Scmitt Rodriguez. Cinema Clássico Americano e Produção de Subjetividades: o cigarro em cena. 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

8.
Adriana Angelita da Conceição. No vai e vem das cartas. A arte de governar da política colonial setecentista lusa através da epistolografia. 2006. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

9.
Ricardo Machado. De colônia à cidade : Blumenau: 1850-1920. 2006. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

10.
Ananias Alves Martins. A mobilidade da ordem urbana: a reconstrução dos lugares na São Luís do século XIX. 2005. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

11.
Marcos BAtista Schuh. Palavras de fé em mãos que trabalham. Caminhos para a organização da paróquia São carlos Borromeu - São Carlos/SC. 2004. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

12.
Gláucia Dias da Costa. Vida noturna e cultura urbana em Florianópolis (décadas de 50, 60 e 70 do século XX). 2004. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

13.
Joanna Steiner dos Santos. A nomatização dos sepultametos em Nossa Senhora do Desterro. uma história funerária. 2004. 0 f. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

14.
Silvia Gomes Bento de Mello. O Gigante e a locomotiva. Projetos de modernidade e estratégias de territorialização no Paraná. (Guarapuva 1919-1945). 2003. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

15.
Mirian Adriana Branco. Corpos Nefastos - Cidadania incerta. Em Lages, centro cívico Cruz e Souza e a invenção da nação. 2002. 0 f. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

16.
Luciana Rosar Fornazari. Luciana Rosar Fornazari. "Imagens de Homens, Imagens de Mulheres: a constituição da diferença entre os gêneros na publicização dos corpos pela imprensa (1946-1960).. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

17.
Francisco Alfredo Braun Neto. Artefatos do Corpo. Os desejos de produzir corpos perfeitos em itajaí na década de 20. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

18.
Cristina Iuskow. Brasilidade e embelezamento: o canto orfeônico e a assepsia dos gestos corporais. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

19.
Lourival Andrade Jr.. Mascara de Sonhos - as experiências do circo teatri en Santa Catarina O cine-teatro Nha Anna e a atividade mambembe de Getúlio a Juscelino. 2000. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

20.
Marli de Oliveira Costa. Artes de viver: recriando e reinventando espaços. Memórias das familias na vila operária mineira Próspera. Criciúma-1945-1961. 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

21.
Emerson Cesar de Campos. O catarinense de bombacha: Movimento tradicionalista gaucho em Santa Catarina (1959-1997). 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

22.
MIRIAM APARECIDA TESSEROLI. Passeio Pela Vida Breve de Sezefredo das Neves - Entretecendo Historia e Literatura. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

23.
JOSE ROBERTO SEVERINO. A Maquiagem Possivel - Itajai e A Identidade Acoriana. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

24.
Méri Frotscher. Etnicidade e trabalho alemão: outros usos e outros produtos do labor humano. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

25.
KATIANE BRUHNS. Espaço de Sociabilidade e O Idioma - A Campanha de Nacionalização Em Joinville. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

26.
LUCI OSTETO. Vozess Que Recitam, Lembranças Que Se Refazem. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

27.
MARIO CESAR COELHO. Moderna Ponte Velha - Arte e Tecnica Na Ponte Hercilio Luz. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

28.
PAULO CESAR DOS SANTOS. Espaco e Memoria - O Aterro da Baia Sul. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

29.
Arsele de Andrade da Fontoura. Por entre luzes e sombras. Hospital Colônia Santana: (re) significando um espaçp de loucura. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

30.
JOSEANE ZIMMERMANN. Ao Sul Os Desejos - A Cidade Figurada Na Poesia de Eglê Malheiros. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

31.
MARA RUBIA SANTANNA. O Velho No Espelho - Um Cidadao Que Envelheceu. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

32.
LUCIENE LEHMKUHL. Imagens Alem do Circulo - O Grupo de Artistas Plasticos de Florianopolis A A Positivacao de Uma Cultura Nos Anos 50. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

33.
ANA MARIA MARQUES. Codidiano e Religiao - A Construcao de Uma Cultura Religiosa Em Nova Trento. 1995. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

34.
DAVI FELIX SCHEURNER. A Formacao de Uma Cultura do Trabalho. 1995. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

Tese de doutorado
1.
Gloria Alejandra Guarnizo Luba. O (não) lixo na era do consumo: Museu, Cidade, Arte. 2018. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

2.
Marcos Sardá Vieira. Cidade do Desapego: o estar-queer na urbanidade contemporânea. 2018. Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

3.
Sabrina Fernandes Melo. Robert Chester Smith e o Colonial na Modernidade Brasileira: entre História da Arte e Patrimônio. 2018. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

4.
Marcos Luã Freitas. O entre-lugar de um pensamento próprio. Filosofia da história na obra do intelectual índio boliviano Fausto Reinaga (1940-1991). 2018. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

5.
Christiane Heloisa Kalb. Do instante esplêndido à decadência: patrimonialização e judicialização do Cine Palácio de Joinville.. 2017. Tese (Doutorado em Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

6.
Arnaldo Haas Junior. História, aprendizagem histórica e o Ensino Médio: Reflexões sobre (im)possibilidades da Educação Escolar no confronto com a cultura escolar.. 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

7.
Luana Loria. Manifestações artísticas como contra-narrativas: estudos de casos das periferias do Rio de Janeiro e Lisboa. 2017. Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Erasmus Mundus. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

8.
Ana Bárbara Pedrosa. Escritoras portuguesas e Estado Novo: as obras que a ditadura tentou apagar da vida pública.. 2017. Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Erasmus Mundus. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

9.
Ricardo Machado. O nomadismo de Félix Peyrallo Carbajal. 2016. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

10.
Francielly Rocha Dossin. Entre evidências visuais e novas histórias: sobre descolonização estética na arte contemporânea. 2016. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

11.
Grégori Michel Czizeweski. É APENAS UM JOGO: PENSAMENTO, CONDIÇÃO HUMANA E PÓS-MODERNIDADE NO FINAL DO SÉCULO XX NA HISTÓRIA EM QUADRINHOS OS INVISÍVEIS, DE GRANT MORRISON.. 2016. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

12.
Daniela Queiroz Campos. Entre o eucronismo e o anacronismo: percepções da imagem na coluna Garotas do Alceu. 2014. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

13.
Nailze Pereira de Azevedo Pazin. Esporte para Todos (EPT): a reinvenção da alegria brasileira (1971-1985). 2014. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

14.
Sandra Iris Sobrela Abella. Uma análise do afresco "A Árvore de Jessé", de Giuseppe Arcimboldo. Articulações simbólicas.. 2013. Tese (Doutorado em Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Coorientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

15.
Elisiana Trilha Castro. Aqui jaz uma morte: atitudes fúnebres através da trajetória da empresa funerária da família Haas de Blumenau. 2013. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

16.
Ana Lucia Vilela. "Lamber o fio da gilete?: fricções entre Hélio Oiticica e o Dispositivo. 2011. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

17.
Fátima Costa de Lima. Alegoria Benjaminiana e alegorias proibidas no sanbódromo carioca: o cristo mendigo e a carnavalíssima trindade. 2011. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

18.
Alexandre Sardá Viera. Sessão das Moças: História, Cinema e Educação (Florianópolis 1943-1962). 2010. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

19.
Adriano Larentes. Migrações Internacionais e Mundos do Trabalho: brasileiros em Portugal e na Espanha (1986-2008). 2009. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

20.
André Fabiano Voigt. A invenção do teuto-brasileiro. 2008. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

21.
Jacqueline Wildi Lins. Para uma históriadas sensibilidades e das percepções: vida e obra em Valda Costa. 2008. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

22.
SILVIA GOMES BENTO DE MELLO. Esses moços do Paraná. Circulação da escrita nos albores da República. 2008. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

23.
Edgard Garcia Junior. Tempo Narrado: Romances e Modernidades em Santa Catarina. 2008. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

24.
Marilange Nonnenmacher. Vida e Morte Miramar. Memórias urbanas nos espaços soterrados da cidade. 2007. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

25.
Mario César Coelho. Os Panorama perdidos de Victor Meirelles. 2007. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

26.
Fátima Costa de LIma. De Ratos, Urubus e um Cristo mendigo - Alegorias do carnaval carioca pós-Sambódromo. 2006. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

27.
Vera Regina Martins Colaço. O teatro da união operária: um palco em sintonia com a modernização brasileira. 2004. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

28.
Méri Frotscher. Da celebração da etnicidade teuto-brasileira à afirmação da brasilidade: ações e discursos das elites na esfera pública de Blumenau (1929-1950). 2003. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

29.
Emerson César de Campos. Territórios deslizantes: recortes, miscelâneas e exibições na cidade contemporânea - Cricuúma (SC) (1980-2002). 2003. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

30.
Eloah Rocha Monteiro de Castro. Jogo de formas híbridas. Arquitetura e modernidade em Florianópolis na década de 50. 2002. 0 f. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

31.
Marlon Salomon. O saber do espaco: ensaio sobre a geografizacao do espaco em Santa Catarina no s'eculo XIX. 2002. 292 f. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

32.
Luciene Lehmkuhl. Entre a tradição e a modernidade. O Café e a imagem do Brasil na Exposição do Mundo Português. 2002. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, . Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

Supervisão de pós-doutorado
1.
Michele Bete Pertry. 2018. Universidade Federal de Santa Catarina, . Maria Bernardete Ramos Flores.

2.
Sigrid Nora. 2013. Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Maria Bernardete Ramos Flores.

Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Daniel Cristian Postal. Miguel Littín e a imaginação da história. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

2.
Lara de Oliveira Beck. As vivências do artista catarinense Aldo Beck: um estudo biográfico. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

3.
Thays Tonin. Distopia de V DE VINGANÇA e a releitura hollywoodiana pós 11/09. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

4.
CAROLINE DE LIMA DASSOLER. CALENDÁRIO PIRELLI: O EROTISMO E FOTOGRAFIA. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

5.
Fernando Stahelin Hames. Enchentes em Blumenau (1983-1984). 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

6.
Gabrielli de Jesus Zanca. Walt Disney no Brasil: A Revista Clima e Fantasia. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

7.
Carolina Dominschek. Conversando e lembrando: a casa como objeto de memória. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

8.
Robson Luca. FARRA DO BOI, CULTURA CRIMINALIZADA:O Processo de Criminalização e o Confronto de 1988, em Ganchos.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

9.
Priscila Garcia Prates. A beleza e a fealdade nos filmes de Branca de Neve e os sete anões e Cinderela. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

10.
Ana Luiza Malnati Panariello. Da questão racial à questão da higiene: o caipira brasileiro representado por Monteiro Lobato. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

11.
Priscilla Aparecida Goularte. "Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante". Pão de milho: saberes e sabores. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

12.
Denise Gonzaga Santos. Museu de Arte de Santa Catarina e Arte e Educação. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

13.
Carina Sartori. Do outro lado da baía havia histórias: A presença francesa nas terras do Sahy - O caso Ledoux. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

14.
Rejane de Souza Rosa. Erotização em Cena: Imagens de Carmem Miranda e a Política da Boa Vizinhança. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

15.
Angela Augusta da Gama. A inserção da educação sexual na escola Coração de Jesus na década de 90. 2006. 87 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

16.
Fabrício Brusa Machado. O surgimento do surf em Florianópolis e sua consolidação na década de 80. 2006. 80 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

17.
Rose Elki Debiasi. Uma breve discussão sobre a questão racial na formação do pensamento social brasileiro. 2006. 60 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

18.
Beatriz D'Agostin Donadel. Imagens Siderópolis: progresso, modernidade, nostalgia e paradoxo. 2006. 57 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

19.
Juliana Carlin Bertollo. Palavras quase inúteis: a experiência modernista de Plínio Salgado. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

20.
Lizianai Márcia de Souza. Carnaval em Florianópolis 1947-1956. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

21.
Celso João de Souza Junior. Os Misantropos - Psiquiatria e eugenia (Santa Catarina - 1942). 2004. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

22.
Rita de cassia Lopes Haas. As tramas, as significações e as transformações urbanas de Florianópolis através da História da Ponta do Coral. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

23.
Miguel Angel Rodriguez. Erasmo de Roterdã e Descartes: o nascimento da razão. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

24.
Adriana Angelita da Conceição. No vai e vem das cartas: o funcionamento do governo colonial no enredo da Invasão Espanhola na Ilha de santa Catarina, 1777. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

25.
Helena Vieira Silva Heloisa. O passado de uma comunidade na história do Armazém Vieira. 2002. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

26.
Edneusa Carme de Souza. Da Invasão Espanhola da Ilha de Santa Catarina: a visão dos historiadores catarinenses. 2002. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

27.
Valmir Venício Inácio. Lembranças de Engenhos da Ffreguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada de Brito. 2002. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

28.
Jucélia Turatti. A criação do Museu Victor Meirelles (1940-1950). 2002. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

29.
Nailze Pereira de Azevedo Pazin. Educação dos gestos: a educação física no processo de regeneração da nação (1930-1945). 2001. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

30.
Glaucia Dias da Costa. Urbanização e identidade: Florianópolis nas décadas de 60 e 70.. 2000. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

31.
Tathianni Cristini da Silva. Série fontes - atualização das condutas masculinas. 1999. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

32.
Rosilene Maria Alves. Ein Proist: na celebração da festa, a construção de uma cultura. 1995. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

33.
Giane Beliziária Figueiredo. Fenarreco: a economia da imagem. 1995. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

34.
Clarinice Eller. A festa do Divino Espírito Santo em Santo Amaro da Imperatriz - mudanças e permanências. 1993. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

35.
Adriane Schroeder. Um engenho de farinha. Deve ter três cantado. O trabalho e o lúdico no engenho de farinha de mandioca.. 1991. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

Iniciação científica
1.
Carolina Bahier. Modernidade Arte e Pensamento: a imaginação em curso (Misticismo ? Primitivismo - Androginia - Utopia) Projeto PQ 1B. 2016. Iniciação Científica. (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

2.
Victor Wolfgang Kegel Amal. Modernidade Arte e Pensamento: a imaginação em curso (Misticismo ? Primitivismo - Androginia - Utopia) Projeto PQ 1B. 2016. Iniciação Científica. (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

3.
Thays Tonin. Os loucos anos vinte: imaginação e utopia. 2013. Iniciação Científica. (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

4.
Paola Rosa. OS LOUCOS ANOS VINTE: IMAGINAÇÃO E UTOPIAS. 2011. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, PIBIC- UFSC. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

5.
Letícia Gondim. OS LOUCOS ANOS VINTE: IMAGINAÇÃO E UTOPIAS. 2010. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

6.
Guilherme Vitoriano Pereira. De Musas e Apolos: O culto da beleza na formação do Brasil Moderno. Estética, imagem e tradição. 2010. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

7.
MARIANA CARMONA BRAGA. Loucos anos vinte: imaginação e utopia. 2010. Iniciação Científica. (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

8.
Larissa Chagas Daniel. De Musas e Apolos. O culto da beleza na formação do Brasil Moderno. Estética, imagem e tradição. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

9.
Gabrieli de Jesus Zanca. De Musas e Apolos. O culto da beleza na formação do Brasil Moderno. Estética, imagem e tradição. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

10.
Carina Sartori. De Musas e Apolos. Imagem e memória.. 2008. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

11.
Guilherme de Almeida Américo. De Musas e Apolo.. 2008. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

12.
Gabrielli Zanca. De Musas e Apolos. 2008. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

13.
Priscilla Aparecida Goularte. De Musas e Apolos: O culto da beleza na formação do Barsil Moderno. 2007. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

14.
Priscila Garcia Prates. De Musas e Apolos: O culto da beleza na formação do Brasil Moderno. 2007. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

15.
Beatriz D´Agostin Donadel. Caliban chega antes de Tio San: americanismo e virilização - corpo e estética. 2006. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

16.
Celso João de Souza Junior. Caliban chega antes de Tio San: americanismo e virilização - Corpo e estética. 2005. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

17.
Rose Elki Debiasi. Caliban chega antes de Tio: americanismo e virilização - corpo e estética. 2004. Iniciação Científica. (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

Orientações de outra natureza
1.
Daniel Dalla Zen. Os loucos anos vinte: imaginação e utopia (apoio técnico). 2012. Orientação de outra natureza. (Museologia) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

2.
Carina Sartori. Bolsista de Apoio Técnico - Nível Superior. 2011. Orientação de outra natureza. (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

3.
Paola Rosa. Estágio Não-Obrigatório. 2010. Orientação de outra natureza. (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

4.
Paola Rosa. Laboratório de História e Arte - Labharte. 2009. Orientação de outra natureza. (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.

5.
Larissa Chagas Daniel. Estágio Laboratório de Ensino. 2008. Orientação de outra natureza. (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores.



Outras informações relevantes


Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC - 1995-1999. Trabalhou na implantação do Curso de Doutorado do Programa, implantado em 1998.

Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC - 2005-2009.

Adjunta da Representação de Área na CAPES - Adjunta da Profa. Maria Stella Bresciani - 2002-2004

Ano Sabático - University of Califórnai - Campus Davis - 1995

Professora visitante - Universidad de San Matín(Argentina) - IDAES (Instituto de Altos Estudios de Ciencias Sociales) - 01 de agosto a 30 de novembro de 2009. 

Professora visitante - Universidade de Salamanca (Espanha) - 01 de fevereiro a 31 de maio de 2003 - Bolsa 
CNPq.

Sociedade Científica - Sócia da ANPUH ? Associação Nacional dos Professores de História
Sociedade Científica - LASA

Participação: Conselho Editorial ? 
- ArteCultura (UFU) 2010/2009
- Revista Ars Historica (UFRJ) 2010
- Cadernos do Ceon (UnoChapecó) 2009
- Revista de Estudos Feministas (UFSC) 2009
- Revista Internacional Interdisciplinar INTERthesis (UFSC) 2009
- Diálogos Latinoamericanos. Centro de Estudos Latinoamericanos. Universidade de Aarhus ? Dinamarca
- Espaço Plural (Marechal Candido Rondon)
- Em tempo de História (UnB) 2009/2008
- Estudos de História - UNESP - Franca

Parecerista ad doc
CAPES
CNPq
FAPESP
FAPESC
Editora da UDESC



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