Simone Silva

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  • Última atualização do currículo em 29/10/2018


Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (2001), mestrado (2004) e doutorado (2010) pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia social do Museu Nacional - UFRJ. É professora no departamento de Ciências Sociais da UFF (Campos dos Goytacazes), coordenadora do grupo de pesquisa Núcleo de Estudos Rurais/UFF, vice-coordenadora do curso de Bacharelado de Ciências Sociais e pesquisadora colaboradora no NUCEC/MN/UFRJ. As suas pesquisas e áreas de interesse estão centradas nos estudos rurais, sobretudo, nas diversas formas de sociabilidade (reuniões de amigos e parentes, festas, rituais diversos), que estão necessariamente atreladas às relações de outra natureza (política, religiosa, econômica, etc.), e nos estudos sobre linguagem. Nos últimos anos desenvolveu pesquisas voltadas às relações entre política e o universo poético na Zona da Mata pernambucana, a fim de compreender três conceitos nativos e suas respectivas convergências - brincadeira, trato e contrato, e, consequentemente, o exame dos múltiplos referenciais (linguagem, tempo e movimento) de uma sociabilidade marcada fundamentalmente pela poesia. Aproximadamente há dois anos tem orientado pesquisas etnográficas sobre casas em área rural (norte fluminense), tomando-a preferencialmente como conceito etnográfico. De forma similar, conceitos como vicinalidade e hospitalidade vem sendo essenciais para compreender e explicar também a relação entre terra, trabalho e alimentação (enquanto linguagem) a partir do espaço da casa. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Simone Silva
Nome em citações bibliográficas
SILVA, Simone


Formação acadêmica/titulação


2004 - 2010
Doutorado em Antropologia Social.
Museu Nacional, MN, Brasil.
com período sanduíche em Ecole des Hautes Études en Sciences Sociales (Orientador: Afranio Garcia).
Título: A gente não esquece porque a gente sabe o que vai dizer. Uma etnografia da cantoria de pé-de-parede da zona da mata de Pernambuco, Ano de obtenção: 2010.
Orientador: Lygia Maria Sigaud, Federico Neiburg.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: folhetos, publicação, poetas, dádiva.
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Edição, Impressão, Reprodução e Gravação Industriais de Jornais, Revistas, Livros, Discos, Fitas, Vídeos e Filmes.
2002 - 2004
Mestrado em Antropologia Social.
Museu Nacional, MN, Brasil.
Título: As rodas literárias de 1920-1930: troca e reciprocidade no mundo do livro,Ano de Obtenção: 2004.
Orientador: Lygia Maria Sigaud.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: troca, prestígio, mercado editorial, literatura.
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Edição, Impressão, Reprodução e Gravação Industriais de Jornais, Revistas, Livros, Discos, Fitas, Vídeos e Filmes.
1997 - 2001
Graduação em Abi - Ciências Sociais.
Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Título: A representação visual de Machado de Assis. O preto-e-branco do escritor brasileiro.
Orientador: Lígia Dabul.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.




Atuação Profissional



Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Vínculo institucional

2011 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor adjunto, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Disciplinas ministradas: Teoria antropológica II: Curso História Teoria antropológica I: Curso Geografia Teoria Antropológica I: Curso Ciências Sociais Teoria Antropológica IV: Ciências Sociais Teoria Antropológica II: CIências Sociais Tópicos Especiais em Antropologia: Texto Etnográfico Sociedade Camponesa Tópicos Especiais em Antropologia II: Comida, Sociabilidade e Açúcar Teoria antropológica III - Ciências Sociais Ruralidades - a casa enquanto conceito etnográfico Tópicos Especiais em Antropologia IV: Feminismo e antropologia: debates epistemológicos


Fundação Casa de Rui Barbosa, FCRB, Brasil.
Vínculo institucional

2009 - 2010
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20
Outras informações
Pesquisa: As edições de Leandro Gomes de Barros e de João Martins de Athayde. Uma análise dos dados da capa e da contracapa do folheto. Projeto de pesquisa de própria autoria apresentado à seleção de bolsista daquela instituição. Trata-se de um estudo sobre os primeiros folhetos de cordel impressos no Brasil.


IPHAN RJ, IPHAN, Brasil.
Vínculo institucional

2008 - 2009
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20
Outras informações
Pesquisa: Inventário Nacional de Registro Cultural ? Festa do Divino de Paraty. Atividades: Pesquisa bibliográfica e iconográfica sobre a festa; Trabalho de campo em Paraty com as pessoas envolvidas na organização da festa; Produção de relatórios bimensais; Produção de um texto final; Preenchimento de todas as fichas que compõem a metodologia do INRC-IPHAN.

Vínculo institucional

2002 - 2002
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20
Outras informações
Pesquisa: Inventário Nacional de Bens Imóveis em Sítios urbanos ? Sobral (Ceará). Atividades: Levantamento bibliográfico, iconográfico e cartográfico sobre o sítio urbano tombado como patrimônio Sobral. Elaboração de uma cronologia histórica sobre a cidade. Elaboração de um relatório sobre os acervos consultados, apontando as fontes relevantes para a pesquisa. Preenchimento de todas as fichas que compõem a metodologia do INBI-SU/IPHAN. Elaboração de um texto final sobre a constituição histórica da cidade.


Instituto Estadual do Patrimônio Cultural, INEPAC, Brasil.
Vínculo institucional

2003 - 2004
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20
Outras informações
Pesquisa: Inventário de Bens Culturais Imóveis ? Caminhos Singulares do Estado do Rio de Janeiro, no roteiro cultural denominado Caminhos do Ouro. Atividade: Preenchimento de todas as fichas que compõem a metodologia do INBI-SU/IPHAN. Levantamento bibliográfico, cartográfico e iconográfico em acervos do estado do Rio de Janeiro. Elaboração de cronologias históricas do município de Paraty e da Baixada Fluminense. Elaboração de uma cronologia dos bens culturais construídos no período do comércio aurífero. Apresentação da pesquisa em um seminário interno do INEPAC. Produção de um texto sobre os acervos consultados, apontando as obras relevantes para a pesquisa. Produção de um texto final da pesquisa.


Museu Nacional, MN, Brasil.
Vínculo institucional

2003 - 2004
Vínculo: Aluna de mestrado, Enquadramento Funcional: Aluna


Centro de Estudos Afro-Asiáticos, CEAA, Brasil.
Vínculo institucional

1999 - 2002
Vínculo: Pesquisadora junior, Enquadramento Funcional: Pesquisadora/estágio de iniciação científica, Carga horária: 20
Outras informações
Pesquisa: A imagem do Negro na mídia brasileira. Atividade: organização de um arquivo, cujo material base era uma série de mais de 60 mil clippings dos principais jornais brasileiros com notícias sobre o negro no Brasil. Realização de seminários quinzenais internos pelo grupo de estudo ?O negro na sociedade brasileira?.


Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
Vínculo institucional

1998 - 1999
Vínculo: Bolsa de Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20

Vínculo institucional

1998 - 1999
Vínculo: Bolsa de Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20
Outras informações
Pesquisa: Democracia e Forças Armadas no Conesul. Leitura sobre obras referentes ao tema da pesquisa. Produção de resumos dessas obras. Atualização da base de dados com notícias jornalísticas sobre o tema da pesquisa. Apresentação no seminário interno dos bolsistas alocados na FGV. Assistente na organização do Seminário Internacional ?Democracia e Forças Armadas no Conesul?, CPDOC/FGV.

Atividades

03/1998 - 03/1999
Estágios , Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, .

Estágio realizado
Pesquisa Democracia e Forças Armadas no Conesul.

LaSalle Institutos Superiores de Ensino, LASALLE, Brasil.
Vínculo institucional

2009 - 2010
Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20
Outras informações
Disciplina ministrada: Introdução à Antropologia Social para os seguintes cursos: História, Relações Internacionais, Administração e Direito.


Faculdade de Direito da FGV, FGV, Brasil.
Vínculo institucional

2009 - 2009
Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor colaborador, Carga horária: 30
Outras informações
Disciplina ministrada: ?Direito e Sociedade: por uma relativização das questões jurídicas? no quadro das ATCE ? Atividades Complementares Eletivas.


Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, IFCS, Brasil.
Vínculo institucional

2005 - 2005
Vínculo: Estágio Docência, Enquadramento Funcional: Professor- Auxiliar, Carga horária: 3
Outras informações
Disciplina ministrada com o Professor Doutor Peter Fry: Introdução à Antropologia Social para o curso de Psicologia.

Vínculo institucional

2004 - 2004
Vínculo: Estágio docência, Enquadramento Funcional: Professor - auxiliar, Carga horária: 3
Outras informações
Disciplina ministrada com a Professora Doutora Maria Laura Cavalcanti: Antropologia II para o curso de Ciências Sociais.


Universidade do Grande Rio, UNIGRANRIO, Brasil.
Vínculo institucional

2004 - 2005
Vínculo: Professor Assistente I, Enquadramento Funcional: Professor colaborador, Carga horária: 20
Outras informações
Disciplinas ministradas nos cursos de: Biologia, Odontologia, Letras, Contabilidade, Enfermagem e Medicina: Metodologia de Pesquisa Introdução à Antropologia Antropologia do corpo Sociologia do trabalho


Sociedade Unificada de Ensino Superior e Cultura, SUESC, Brasil.
Vínculo institucional

2007 - 2008
Vínculo: Professor Assistente, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 6
Outras informações
Disciplinas ministradas para o curso de Direito: Introdução à Antropologia Antropologia Jurídica Direito e Sociedade


Faculdade de Serviço Social Santa Luzia, FSSSL/UNIBRACE, Brasil.
Vínculo institucional

2008 - 2008
Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20
Outras informações
Disciplinas ministradas para o curso de Serviço Social: Introdução à Antropologia Social Antropologia II: antropologia urbana



Projetos de pesquisa


2016 - Atual
Casa rural no norte-fluminense: sociabilidade, terra e trabalho
Descrição: Este projeto busca refletir sobre casa rural no norte-fluminense, especificamente em Campos dos Goytacazes, a partir das transformações socioeconômicas que o município vem sofrendo com o fim de seu protagonismo no cultivo da cana e na produção açucareira e, posteriormente, com a sua inserção no ramo petrolífero e, consequentemente, o acelerado processo de urbanização. O objetivo central é pesquisar a casa rural em assentamentos, a partir de uma comparação histórica com as casas de morada do tempo pujante da economia açucareira, a fim de entendê-la em sua dimensão física, social e simbólica. Partindo da ideia de que a casa é uma prática cotidiana e que, como as pessoas, são constituídas através de relações, com isso são partíveis, acreditamos que o seu estudo ajude a compreender as relações supradomésticas. É dizer, estudar a casa do assentado implica em lidar diretamente com as questões do universo das relações sociais desses espaços. Seguindo esse propósito, o projeto vai priorizar o estudo da casa por meio do conceito de vicinalidade, buscando, assim, compreender a articulação de todas as unidades de morada do local e as lógicas plurais (amizade, geração, afinidade e parentesco) que fazem parte de sua constituição..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Simone Silva - Coordenador / Maria Tereza Duarte - Integrante / Renata Ferreira Claudino - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
2011 - 2013
Política local e cantoria de pé-de-parede na zona da mata pernambucana. Um estudo etnográfico a partir das eleições de 2012
Descrição: Esse projeto visa a analisar a relação entre política e cantoria de pé-de-parede na zona da mata pernambucana. Com base em pesquisa anterior, é possível afirmar que a cantoria é um dos principais espaços de sociabilidade na região e que os cantadores, considerados mestres locais, são os articuladores para a organização desse espaço. ?Colocar cantoria? em casa ou em seu bar constitui um capital simbólico e econômico na região. É através dela que o organizador, sua família e vizinhos/amigos reafirmam prestígio e honra, constroem reputações, dão destaque a dimensões específicas de suas vidas, que não aquelas do universo do trabalho. O evento é também um dom que intermedeia relações daqueles que dele participam. É nesse ambiente que os ?cabras? passam a ser ditos em termos de ?homem?. Sabe-se, além disso, que grande parte dos cantadores da região recebe o apoio de políticos locais, seja através de patrocínio de seu programa de rádio, seja por meio de contrato de trabalho na prefeitura. Em contrapartida, os cantadores, em época de campanha eleitoral, ?cantam o(s) candidato(s)? de quem recebem apoio ou para quem trabalham, por meio da chamada cantoria-política ou com a presença em palanques em dia de comício. Dito isso, o objetivo dessa pesquisa é, por um lado, realizar uma etnografia desse tipo específico de cantoria e/ou evento e, por outro, refletir sobre o modo como a política é vivida, negociada e concebida pelos ?fãs? de cantoria e cantadores na mata pernambucana e, assim, tentar ir além da constatação do ?efeito carismático? dos poetas..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2008 - 2009
INRC Festa do Divino Espírito Santo de Paraty - RJ
Descrição: O Inventário Nacional de Referências Culturais da Festa do Divino de Paraty consistiu num levantamento sistemático sobre os bens culturais de natureza imaterial dessa festividade, cujos trabalhos foram realizados em 2008-2009 por uma equipe interdisciplinar organizada pelo IPHAN. Entrevistas, pesquisas em arquivos e trabalho de campo formaram o conjunto das principais atividades do projeto..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2005 - 2010
"A gente não esquece porque sabe o que vai dizer." Uma etnografia da cantoria de pé-de-parede da Zona da Mata de Pernambuco
Descrição: Trata-se de estudo etnográfico da cantoria de pé-de-parede da Zona da Mata de Pernambuco. O pé-de-parede é uma reunião de fim de semana, que tem maior incidência no segundo semestre do ano, e congrega amigos, vizinhos e parentes no quintal de uma casa ou em um estabelecimento comercial semelhante a um bar para escutar uma dupla de poetas-cantadores criando versos de improviso. O objetivo dessa etnografia é compreender o significado da cantoria para as pessoas do contexto estudado e também apresentar a gênese da figura do poeta e o processo pelo qual o mesmo se insere na cantoria, desenvolve a habilidade de cantador e se torna ?profissional?. Buscar-se-á demonstrar com esse estudo que a cantoria é um espaço de socialização entre amigos, parentes, vizinhos e familiares, é também o lugar onde o prestígio e a honra locais são reafirmados, é um dom que intermedeia as relações daqueles que dela participam. O material etnográfico permitiu discutir alguns pontos envoltos no ato da organização e realização desse evento, entre eles: a interface entre as mudanças ocorridas no âmbito da realização da cantoria e as transformações sócio-econômicas da zona da mata a partir dos 1960; a constituição da viola enquanto uma oportunidade de profissionalização frente ao trabalho na cana ou na roça; a relação de reciprocidade e a criação e reafirmação de laços e papéis sociais no ambiente da cantoria, uma singular forma de sociabilidade e, por fim, os vários sentidos que as pessoas dão ao dinheiro desde a organização à realização do evento..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2003 - 2004
Inventário de Bens Culturais Imóveis Caminhos Singulares do Estado do Rio de Janeiro, no roteiro cultural denominado Caminhos do Ouro
Descrição: Preenchimento de todas as fichas que compõem a metodologia do INBI-SU/IPHAN. Levantamento bibliográfico, cartográfico e iconográfico em acervos do estado do Rio de Janeiro. Elaboração de cronologias históricas do município de Paraty e da Baixada Fluminense. Elaboração de uma cronologia dos bens culturais construídos no período do comércio aurífero. Apresentação da pesquisa em um seminário interno do INEPAC. Produção de um texto sobre os acervos consultados, apontando as obras relevantes para a pesquisa. Produção de um texto final da pesquisa..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (3) .
Integrantes: Simone Silva - Coordenador / Dina Lerner - Integrante / Flávia Brito - Integrante.
2003 - 2004
As rodas literárias nas décadas de 1920-30. Troca e obrigação no mundo do livro.
Descrição: Dedicou-se à compreensão de um sistema de trocas e obrigações do mundo do livro brasileiro nas décadas de 1920-30. Através da comparação entre os processos de publicação das obras de estréia de Mário de Andrade e de José Lins do Rego, demonstrou-se a dependência do mundo do livro em relação aos "grupos de amigos", comuns no período. A partir da trajetória de es estréia desses dois escritores, foram identificadas duas rodas literárias: o grupo dos cinco (SP) e a roda de Maceió (AL) e, com isso, foi possível analisar a importância delas para o progressivo processo de autonomização do mundo do livro no Brasil. Vale ressaltar ainda que essas rodas, formadas pela amizade e pela motivação profissional, são abordadas não somente como "grupos de amigos", mas como grupos sociais..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
1999 - 2000
O preto-e-branco de Machado de Assis
Descrição: A pesquisa dedicou-se à compreensão da transformação da representação retratística de Machado de Assis ao longo do seu processo de consagração, servindo como elemento principal à construção da memória oficial do escritor. Para isso, foram analisadas fontes visuais como caricaturas, desenhos e fotografias do início do século XX até os anos 1950. A determinação por esse período deu-se pelo fato de termos, em 1908, a morte de Machado de Assis, em 1939, a comemoração do seu centenário de nascimento e, por fim, os anos 1940 e 50 por marcarem o momento de consolidação do mercado editorial brasileiro. Percebeu-se que as representações visuais do escritor nos principais meios de comunicação do país variaram drasticamente. Se em 1908 o escritor teve a sua vida e morte apresentados via retrato oficial, em 1939, houve um balancete na imprensa brasileira acerca de quem seria Machado de Assis com a divulgação de imagens até mesmo desconhecidas daquelas que, mais tarde, consagrariam a imagem do maior escritor brasileiro..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2017 - Atual
Horta em nosso campus: técnicas de plantio e adubagem no trabalho de e no campo
Descrição: O projeto tenciona ampliar a pequena horta do campus com plantio de mais hortaliças, ervas medicinais e tubérculos, além de oferecer minicursos , oficinas sobre adubagem, transformação de matérias-primas, como o barro, e reuso de resíduos, como o bagaço da cana-de-açúcar, promovendo o diálogo com artesãs e agricultores locais. Busca-se através dessas práticas e compartilhamentos de saberes, criar um espaço de interlocução que reúna discentes, técnicos, pequena/o agricultor/a e artesãos locais em torno de questões como ecologia humana, segurança alimentar, a importância da salvaguarda de sementes crioulas, etc. Acreditamos que essa troca com pequenxs produtores locais possa ser o começo de uma ação reativa e problematizante a uma série de questões vitais que tem afetado não só a reprodução sócio-econômica da população do campo, como também todo o sul global, entre elas, o avanço do agronegócio e, consequentemente, a fragilização de acordos e políticas públicas em torno da segurança e soberania alimentares. Cabe informar que em 2008, 1/5 do uso mundial do agrotóxico ocorreu no Brasil e que, nos últimos 40 anos, houve um aumento de 700% de consumo de agrotóxico no país. Políticas públicas voltadas para a produção de alimentos vem sendo preteridas em detrimento da exportação de comodities, o que incorre a visível concentração de terra no Brasil, onde 1.48% controlam mais de 57% da terra fértil (CPT). O projeto tem plena convicção de que um dos caminhos de luta para o domínio daquilo ?que chega à nossa mesa? é a (re)união dos sujeitos e dos alimentos dessa ampla cadeia de produção e consumo alimentar..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (13) .
Integrantes: Simone Silva - Coordenador / Indira Caballero - Integrante / Ana Luísa Micaelo - Integrante / Ana Flávia dos Santos - Integrante.Número de orientações: 1
2016 - 2017
Agricultura itinerante e o campesinato negro no Brasil
Descrição: O grupo de leitura ?Agricultura itinerante e o campesinato negro no Brasil?, inscrito no âmbito das atividades do Núcleo de Estudos Rurais, está voltado para a discussão de um conjunto bibliográfico histórico-antropológico sobre as reminiscências do campesinato no Brasil. Com base na historiografia sobre quilombos, é possível afirmar que a sua base econômica era formada por múltiplas estruturas, estando vinculada, inclusive, às lógicas econômicas das regiões onde se estabeleceram. A resistência dos quilombos, por exemplo, deu-se justamente pela sua articulação com os taberneiros, lavradores, e etc., e não pelo seu suposto isolamento (GOMES, 2015). Essa múltipla articulação incidiu, no Brasil colônia, numa variedade de tipos de agricultores ? camponeses não proprietários, camponeses proprietários, atividades camponesas dos quilombolas e o protocampesinato escravo através de suas roças (CARDOSO, 1979) ? que nos permite apontar para um sistema agrícola político e economicamente complexo. Produtos como farinha de mandioca, milho, arroz, feijão, além de legumes, eram os elementos de articulação com escravos fugitivos, escravos, taberneiros e roceiros, de norte a sul do país. Pós-abolição, e, assim, com o fim da categoria ?fugitivos? e pela continuidade das microcomunidades camponesas em todo Brasil, camponeses negros foram transformados em caboclos, caiçaras, pescadores e retirantes (GOMES, 2015). Tanto a mobilidade/circulação desses grupos ? uma de suas características centrais -, quanto a própria atividade agrícola foram ignoradas nos censos agropecuários republicanos, compondo a ideologia do isolamento e da inércia das comunidades rurais. No campo acadêmico, a tradição marxista e, consequentemente, sua ênfase econômica (com base no sistema industrial) ajudaram a consolidar uma abordagem sobre o mundo rural em torno da tríade: capital, propriedade e Estado. Aspectos como o sistema de roça, praticado até os dias de hoje em muitas comunidades quilombolas, por exemplo, no Vale da Ribeira, foram sucumbidos à relação trabalho-capital, ou seja, passamos muito tempo pensando sobre a reprodução político-econômica, e mais do que isso, a partir de um modelo econômico ? capitalismo, e pouco se pensou sobre a reprodução e resistência simbólica dessas comunidades. Com base nesses pontos, o objetivo central desse projeto é dar conta de um conjunto de trabalhos/autores que estejam pensando, por um lado, a questão da mobilidade das práticas agrícolas e da circulação das comunidades rurais, e, por outro, sobre os aspectos simbólicos de sua reprodução..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Simone Silva - Coordenador.
2015 - 2015
Educação entre povos tradicionais
Descrição: O projeto, direcionado aos alunos e professores da rede pública, pretende discutir, a partir de uma perspectiva antropológica, como os povos tradionais do Brasil lidam com o conceito de educação..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (10) .
Integrantes: Simone Silva - Coordenador.
2014 - 2014
Oficina Etnográfica: diálogos em construção
Descrição: O projeto, com duração de 4 meses, visa a refletir sobre a utilização e a elaboração da entrevista no processo da pesquisa etnográfica. A partir de dois documentários (Zé Pureza, Cadê Zé Porfírio), os alunos vão elaborar roteiros de entrevistas, que serão discutidos nos encontros, à luz de uma bibliografia básica sobre o tema..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (9) / Especialização: (1) .
Integrantes: Simone Silva - Coordenador.
2011 - 2013
Oficinas temáticas em Assentamentos Rurais no município de Campos dos Goytacazes
Descrição: O projeto 'Oficinas temáticas em assentamentos rurais no município de Campos dos Goytacazes ' vem sendo desenvolvido há dois anos e tem como objetivo central estabelecer um diálogo entre os discentes do terceiro grau e do ensino fundamental. A atividade está inscrita no âmbito do Núcleo de Estudos Rurais - NuËRs e conta com a participação de alunos dos cursos de História e de Ciências Sociais. A oficina, realizada em 2013, contou com os alunos do oitavo e nono anos do ensino fundamental da Escola Estadual Carlos Chagas, e teve como tema 'A reprodução Social Camponesa', que buscou debater as singularidades sociais do grupo do qual os alunos envolvidos fazem parte. Entendo que tanto os acampamentos, quanto o grupo de assentados são uma linguagem da forma (Sigaud, 2010), ou seja, possuem signos e símbolos próprios que os destacam e os singularizam. Desse modo, a oficina temática proposta aqui caminha na direção de compreender e dialogar com essa linguagem singular que configura os assentados rurais. Além disso, partimos do pressuposto que a definição se dá pela objetivação das práticas e que essas são orientadas pelo universo simbólico dos agentes sociais, pelas representações, pelas leis e pelas categorias segundo as quais vivem e pensam a sua existência. Acreditamos que a condição camponesa não se restringe à sua reprodução econômica ou política, ao contrário, que relações de outra natureza são igualmente indispensáveis à sua existência e a sua reprodução..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (6) .
Integrantes: Simone Silva - Coordenador.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Rural.
3.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia e literatura.
4.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Ritos populares.


Idiomas


Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Árabe
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.


Prêmios e títulos


2010
Menção honrosa no concurso de monografias Silvio Romero, Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP-IPHAN).
2009
Programa de Incentivo à Produção do Conhecimento Técnico e Científico na Área de Cultura, Fundação Casa de Rui Barbosa.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
SILVA, Simone2018SILVA, Simone; Lucía Tennina . Introdução ao 'Dossier Etnografía del habla'. Revista del Museo de Antropología, v. 11, p. 5-8, 2018.

2.
YVINEC, C.2018 YVINEC, C. ; LANGDON, E. J. ; HARTMANN, L. ; PEREIRA, L. ; PALLEIRO, M. I. ; FINNEGAN, R. ; SILVA, Simone ; Lucía Tennina ; CARNEIRO, A. ; BONFIM, E. . Conversas cantadas: sobre poéticas e transformações no mundo rural. Revista del Museo de Antropología, v. 11, p. 61-70, 2018.

3.
SILVA, Simone2017 SILVA, Simone. Sur les sens et la poétique dans le monde rural brésilien. Revue L2C Langue, Cultures, communication, v. 2, p. 201-231, 2017.

4.
SILVA, Simone2014 SILVA, Simone. Money in the poetic universe of Pernambuco?s Zona da Mata region. Vibrant (Florianópolis), v. 11, p. 222-249, 2014.

5.
Lucía Tennina2011Lucía Tennina ; SILVA, Simone . "Literatura marginal" de las regiones suburbanas de la ciudad de San Pablo: el nomadismo de la voz. Ipotesi (UFJF. Impresso), v. 15, p. 13-29, 2011.

6.
SILVA, Simone2011SILVA, Simone. 'A 'roda Maceió' e o projeto regionalista. Uma perspectiva etnográfica das disputas ocorridas no mundo do livro dos anos 1930'. REVISTA DE CIÊNCIAS SOCIAIS - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - ECONOMIA E POLÍTICA, v. 42, p. 91-107, 2011.

7.
SILVA, Simone2010SILVA, Simone. A cantoria de pé-de-parede da zona da mata de Pernambuco. DESIGUALDADE & DIVERSIDADE (PUCRJ), v. no. 7, p. 1-20, 2010.

8.
SILVA, Simone2008SILVA, Simone. As rodas literárias no Brasil nas décadas de 1920-1930. Trocas e obrigações no mundo do livro. Latitude, v. 2, p. 182-210, 2008.

9.
PALMEIRA, M.2007 PALMEIRA, M. ; Commeford, J. ; Piccolo, F. ; Freitas, N. ; SILVA, Simone ; Benítez, Maria Elvira ; lacombe, andrea ; Garcia, Afranio ; Leite Lopes, José Sérgio ; Alvim, Rosilene ; Quirós, Julieta . Brejeiros e sertanejos: os daqui e os de lá. Uma análise do conceito de família a partir de "A bagaceira". Revista de Ciências Sociais (Fortaleza), v. 38, p. 40-45, 2007.

Capítulos de livros publicados
1.
SILVA, Simone. Versos cantados & Versos escritos: a oralidade e a escrita na cantoria e na literatura de cordel na Zona da Mata de Pernambuco. In: FISCHMAN, Fernando; HARTMANN, Luciana.. (Org.). Donos da Palavra: autoria, performance e experiência em narrativas orais na América do Sul. Santa Maria: Editora UFSM, 2007, v. 248, p. 191-213.

2.
SILVA, Simone. Os caminhos do ouro: Paraty e Inhomirim. A história dos bens arquitetônicos do período do comércio aurífero. In: Sebrae. (Org.). Inventário de bens imóveis. Rio de Janeiro: Sebrae RJ, 2006, v. , p. -.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
SILVA, Simone. O tempo e a pessoa: o processo de construção e comunicação na cantoria de pé-de-parede da zona da mata pernambucana. In: 5o. Encontro da Rede de Estudos Rurais, 2012, Belém. Desenvolvimento, ruralidades e ambientalização: paradigmas e atores em conflito, 2012.

2.
SILVA, Simone; Manoela Pedroza ; André Luiz Dias ; Outros . O mundo do trabalho na zona da mata pernambucana: a cana e a viola. In: I Encontro sul-americano de estudos agrários, 2011, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro sul-americano de estudos agrários, 2011. v. 1.

3.
SILVA, Simone. Quando a festa é uma brincadeira: parentes, vizinhos, família e amigos na cantoria-de-parede na zona da mata pernambucana. In: III Colóquio de Festas e Socialidades, 2011, Belo Horizonte. III Colóquio de Festas e Socialidades, 2011.

4.
SILVA, Simone. As rodas literárias das décadas de 1920-30. Troca e reciprocidade no mundo do livro.. In: I Seminário sobre o livro e o mercado editorial, 2004, Rio de Janeiro. I Seminário sobre o livro e o mercado editorial, 2004.

Apresentações de Trabalho
1.
SILVA, Simone. A importância da Iniciação Científica no Ensino Superior. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Outras produções bibliográficas
1.
SILVA, Simone. Ouvir, cantar e falar: algumas questões em torno da comunicação na zona da mata pernambucana 2014 (Texto).

2.
SILVA, Simone. Trato e contrato: as imbricações entre poesia, voto e dinheiro na zona da mata de Pernambuco 2013 (Texto).

3.
SILVA, Simone. Política local e cantoria de pé-de-parede na zona da mata pernambucana. Um estudo etnográfico a partir das eleições de 2012 2012 (Texto).

4.
SILVA, Simone. O tempo e a pessoa: o processo de construção e comunicação na cantoria de pé-de-parede da zona da mata pernambucana 2012 (Texto).

5.
SILVA, Simone. Quando a festa é uma brincadeira: parentes, vizinhos, família e amigos em cantorias de pé-de-parede na zona da mata pernambucana 2011 (Texto).

6.
SILVA, Simone; Ada Ferrer ; FERNANDEZ, S. ; FUNES, Reinaldo ; HEREDIA, F. ; HOLBRAAD, M. ; Michelle Chase ; Olívia Cunha ; PERTIERRA, A. C. ; Rebecca Scott ; Stephan Palmié ; TOMICH , D. & FUNES, R. . Outras ilhas: espaços, temporalidades e transformações em Cuba. Olívia Maria Gomes da Cunha (Org.). Rio de Janeiro, 2010. (Tradução/Livro).

7.
Ada Ferrer ; Rebecca Scott ; Stephan Palmié ; Michelle Chase ; Olívia Cunha ; HOLBRAAD, M. ; HEREDIA, F. ; SILVA, Simone . Outras ilhas: espaço, temporalidades e transformações em Cuba. Olívia Maria Gomes da Cunha (org.). Rio de Janeiro: Aeroplano, 2010. (Tradução/Livro).

8.
SILVA, Simone. Entre feiras e folhas: uma etnografia dos poetas de cordel de Recife e da Zona da Mata pernambucana em 2005. Relatório da pesquisa realizada em 2005. Rio de Janeiro, UFRJ - Museu Nacional, 2005. 2005 (Texto).

9.
SILVA, Simone. As rodas literárias das décadas de 1920-30. Troca e obrigações no mundo do livro 2004 (Texto).

10.
SILVA, Simone. Os caminhos do ouro: Paraty e Inhomirim. A história dos bens arquitetônicos do período do comércio aurífero. Texto. , 2003. (Outra produção bibliográfica) 2003 (Relatório).

11.
SILVA, Simone. Inventário bibliográfico e arquitetônico sobre a cidade de Sobral ? Ceará Sobral. Relatório final, 2002 2002 (Relatório de Pesquisa).

12.
SILVA, Simone. A coleta romântica de Mário de Andrade. O primitivo, o popular e as borboletas. Texto apresentado como avaliação de fim de curso (Cultura Popular e Sensibilidade Romântica), Rio de Janeiro, UFRJ ? IFCS, 2002. 2002 (texto).


Produção técnica
Trabalhos técnicos
1.
SILVA, Simone. Parecer ad hoc para Revista Mana. 2018.

2.
SILVA, Simone. Parecer ad hoc Coleção Antropologia Hoje. 2017.

3.
SILVA, Simone. Parecer ad hoc Áltera Revista. 2017.

4.
SILVA, Simone. Parecer 'ad hoc' para artigo submetido a Revista Pós Ciências Sociais. 2015.

5.
SILVA, Simone. Parecer 'ad hoc' - Mana. 2015.

6.
SILVA, Simone. Avaliadora no Programa de bolsas institucionais de extensão por edital para alunos dos cursos de graduação da UFRRJ. 2012.

7.
SILVA, Simone. Restrito. 2011.


Demais tipos de produção técnica
1.
SILVA, Simone; CARDOSO, G. . Verbalidades: narrativas e políticas de expressão no registro etnográfico. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).


Produção artística/cultural
Artes Visuais
1.
SILVA, Simone. The Brighton Royal Pavilion. 2009. Fotografia.



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
COSTA, G. V. L.; BAHIA, J. D. V.; SILVA, Simone. Participação em banca de Antônio Carlos Silva Nogueira. A nômade História Cultural do Lundu: o batuque viajante no Atlântico Negro. 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

2.
SOUZA, T. C.; BONFIM, E.; SILVA, Simone. Participação em banca de Claudiane da Silva Menezes. Puru mex kumrex: língua e etnobotânica na escola Mebêngôkre. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de pós-graduação em linguística e línguas indígenas - PROFLLIND) - Museu Nacional.

3.
PEREIRA, L. N. N.; DUARTE, L. F. D.; Simone Silva; RINALDI, A.; PEREIRA, L.; REINHEIMER, P.; SILVA, Simone. Participação em banca de Nathanael Araújo. As pessoas dos livros e os livros das pessoas. Uma etnografia sobre a produção e circulação de obras LGBTs. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

4.
Commeford, J.; SILVA, Simone; SCHMITT, Claudia J.. Participação em banca de Débora Silva de Azevedo. Nas redes dos donos da brincadeira: um estudo do mamulengo da zona da mata pernambucana. 2011. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - UFRRJ - CPDA.

5.
SILVA, Simone; Laura Lopez; Beatriz Ana Loner. Participação em banca de Francine Pinto da Silva Joseph. Territorialidade e direito étnico na comunidade negra rural Vila da lata Aceguá, fronteira Brasil/Uruguai. 2010. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Universidade Federal de Pelotas.

Qualificações de Mestrado
1.
DUARTE, L. F. D.; PEREIRA, L. N. N.; SILVA, Simone. Participação em banca de Nathanael Araújo da Silva. As pessoas dos livros e os livros das pessoas. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Sociais) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Monografias de cursos de aperfeiçoamento/especialização
1.
Gustavo Sora; Simone Silva; SILVA, Simone. Participação em banca de Adriana Vulponi. Etnografía de la primera feria infantil del libro Córdoba 2008. 2011. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialización en Antropología Social) - Universidad Nacional de Córdoba - Argentina.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
VALPASSOS, C. A.; SILVA, Simone. Participação em banca de Regiane da Silva Ferreira.Análise situacional em uma escola pública do ensino médio em Campos dos Goytacazes. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense.

2.
SILVA, Simone. Participação em banca de Renata Claudino Fernandes da Silva.As interseções entre sociabilidade e comida no acampamento Luis Maranhão. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense.

3.
SILVA, Simone. Participação em banca de Yuri Pinto Ferreira.Terra, educação e etnicidade. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense.

4.
LOUREIRO, T. N. M.; SCOTTO, G.; SILVA, Simone. Participação em banca de Jessica Cristina Ferreira da Silva.Mulheres na agricultura familiar: um estudo etnográfico sobre produção e consumo de alimentos no Assentamento Josué de Castro. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense.

5.
GOMES, E. R.; FANTINATO, M.; SILVA, Simone. Participação em banca de Mirila Bittencourt Cunha.Série curta dança: um estudo sobre espaço e representação na difusão da dança. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1.
SILVA, Simone; Andréa Osório; SCOTTO, G.; MOUZINHO, G.. Seleção Pública Simplificada para Professor Substituto. 2011. Universidade Federal Fluminense.

2.
Andréa Osório; VANDER VELDEN, Felipe; MACHADO, E. Ayres; OLIVEIRA, Oswaldo M. de.; SILVA, Simone. Concurso público de provas e títulos para a carreira de magistérios superior. 2011. Universidade Federal Fluminense.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
IX Semana de Ciências Socais.Mediação da mesa "O rural em debate: suheitos e subjetividades em contextos pós-coloniais". 2018. (Simpósio).

2.
XII Reunião de Antropologia do Mercosul. Coordenação de GT NARRATIVAS E POLíTICAS DE EXPRESSãO DESDE UM PONTO DE VISTA ETNOGRáFICO. 2017. (Congresso).

3.
Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia. A poética da casa rural do nordeste brasileiro: sobre a noção de ?ambiente?. 2016. (Congresso).

4.
De la Littérature orale comme patrimoine: regards croisés.Les chants paysans. 2016. (Simpósio).

5.
I Jornada de Estudos sobre Etnografias da Linguagem.A conversa cantada: sobre sentidos e poética no mundo rural. 2015. (Simpósio).

6.
Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação emSociologia Política da UENF.Escritores, poetas e cana-de-açúcar: o dilema da objetividade nas Ciências Sociais. 2015. (Seminário).

7.
Seminário do NUCEC.Política local e cantoria de pé-de-parede na zona da mata pernambucana. 2015. (Seminário).

8.
XI Reunião de Antropologia do Mercosul. Os sentidos e a poética no mundo rural brasileiro. 2015. (Congresso).

9.
VI Encontro da rede de estudos rurais. "Ouvir, cantar e falar: algumas questões em torno da comunicação na zona da mata pernambucana. 2014. (Congresso).

10.
X Reunión de Antropologia del Mercosur. Trato e contrato: as imbricações entre poesia, voto e dinheiro na zona da mata de Pernambuco (Nordeste brasileiro). 2013. (Congresso).

11.
X Reunión de Antropologia del Mercosur. Coordenadora do GT "A antropologia diante da criatividade social: etnografando limites e imbricações entre política e economia". 2013. (Congresso).

12.
5o. Encontro da rede de estudos rurais.O tempo e a pessoa: o processo de construção e comunicação na cantoria de pé-de-parede da zona da mata pernambucana. 2012. (Encontro).

13.
Desafios Antropológicos Contemporâneos.O trabalho etnográfico: o universo das festas.. 2012. (Outra).

14.
Seminário do NUCEC."Política local e cantoria de pé-de-parede na zona da mata pernambucana. Um estudo etnográfico a partir das eleições de 2012". 2012. (Seminário).

15.
I congresso sul-americano de estudos agrários. O mundo do trabalho na zona da mata pernambucana: a cana e a viola. 2011. (Congresso).

16.
III Colóquio Festas e sociabilidades.Quando a festa é uma brincadeira: parentes, vizinhos, família e amigos em cantorias de pé-de-parede na zona da mata pernambucana. 2011. (Simpósio).

17.
IX Reunión del Mercosul. Coordenação de GT - Antropologia da cultura escrita. 2011. (Congresso).

18.
Curso de Fundamentos em Educação e Trabalho. 2009. (Outra).

19.
4. Festival Recifense de Literatura.Organização do stand do poeta José Costa Leite e da Editora de cordel Coqueiro. 2006. (Outra).

20.
VII Feira Nacional de Negócios do Artesanato - FENNEART.Organização e acompanhamento do stand da Editora de cordel Coqueiro e do poeta e xilogravador Marcelo Soares. 2006. (Outra).

21.
Bienal de Livros do Recife.Organização e acompanhamento do stand da Editora de cordel Coqueiro. 2005. (Outra).

22.
I congresso sobre Literatura de cordel. Organização dos stands da Editora Coqueiro e dos poetas José Costa Leite e Marcelo Soares. 2005. (Congresso).

23.
VI Reunión de Antropología del Mercosur. La letra y la voz. Los poetas de la zona da Mata de Pernambuco. 2005. (Congresso).

24.
VI Reunión de Antropología del Mercosur. Las. 2005. (Congresso).

25.
I Seminário sobre o livro e o mercado editorial. As rodas literárias das décadas de 1920-30. Troca e obrigações no mundo do livro. 2004. (Congresso).

26.
Encontro Anual da ANPOCS. 2002. (Encontro).

27.
500 anos da Língua portuguesa no Brasil. 1999. (Seminário).

28.
I Seminário 'Relações Raciais e Educação'. 1999. (Seminário).

29.
História do Brasil em 5 tempos - Módulo IV: O Regime Militar. 1998. (Seminário).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
SILVA, Simone; ABRANTES, S. ; ANJOS, J. C. ; COMERFORD, J. ; FRUGOLI, H. ; SANABRIA, G. ; Domingos, E. . IX Semana de Ciências Sociais. 2018. (Outro).

2.
BENITES, S. ; PEDROZA, M. ; SILVA, Simone . Mediação da mesa Narrativas de resistência. 2017. (Outro).

3.
PEREIRA, L. ; Lucía Tennina ; BONFIM, E. ; CARNEIRO, A. ; LANGDON, E. J. ; HARTMANN, L. ; ANDRADE, K. ; FINNEGAN, R. ; CESARINO, P. ; YVINEC, C. ; PALLEIRO, M. I. ; HEURICH, G. ; SILVA, Simone . I Jornada de Estudos sobre Etnografias da Linguagem. 2015. (Outro).

4.
Domingos, E. ; SILVA, Simone . Ciclo de palestras do Laboratório de Pesquisa Etnográfica. 2014. (Outro).

5.
BENITES, L. F. R. ; PEREIRA, L. ; DUARTE, M. P. M. ; MENEZES, R. ; SILVA, Simone . Ciclo de Palestras do Núcleo de Estudos Rurais. 2013. (Outro).

6.
Marta Cioccari ; Paulo Honorato ; Eraldo Lírio de Azevedo ; SILVA, Simone ; PAULA, L. R. . Sessões do Núcleo de Estudos Rurais. 2012. (Outro).

7.
SILVA, Simone. Democracia e Forças Armadas no Conesul. 1999. (Congresso).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Iniciação científica
1.
Daniely Montenegro Rainha. Horta em nosso campus: técnicas de plantio e adubagem no trabalho no e de campo. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense, UFF PROEX. (Orientador).

2.
Lívia Sant'Anna. Casa rural no norte-fluminense: sociabilidade, terra e trabalho. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Dissertação de mestrado
1.
Lucía Tennina. Cuidado con los poetas! Una etnografía de los saraus de poesía de la perifería de San Pablo. 2011. Dissertação (Mestrado em Antropología Social) - Instituto de Altos Estudíos Sociales, . Coorientador: Simone Silva.

Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Renata Claudino Ferreira. As interseções entre sociabilidade e comida no acampamento Luis Maranhão. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense. Orientador: Simone Silva.

2.
Yuri Pinto Ferreira. Terra, Educação e Etnicidade em Conceição do Imbé. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense. Orientador: Simone Silva.

3.
Jessica Cristina Ferreira da Silva. Mulheres na agricultura familiar: um estudo etnográfico sobre produção e consumo de alimentos no assentamento Josué de Castro. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense. Orientador: Simone Silva.

Iniciação científica
1.
Alysson Maderi. Núcleos fabris das usinas de Campos dos Goytacazes. 2018. Iniciação Científica. (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal Fluminense, PROAES UFF. Orientador: Simone Silva.

2.
Alberto Lapa. Cara rural no norte-fluminense: sociabilidade, terra e trabalho. 2018. Iniciação Científica. (Graduando em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense, PROAES UFF. Orientador: Simone Silva.

3.
Maria Tereza Mesquita Siqueira da Rocha Duarte. Casa Rural no norte-fluminense: sociabilidade, terra e trabalho.. 2016. Iniciação Científica. (Graduando em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Simone Silva.



Educação e Popularização de C & T



Cursos de curta duração ministrados
1.
SILVA, Simone; CARDOSO, G. . Verbalidades: narrativas e políticas de expressão no registro etnográfico. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).



Outras informações relevantes


Participação em equipe de Projeto

1.
Módulo Projetos:
Título: Processos de transformação no mundo rural. Coordenado por: Lygia Maria Sigaud - Museu Nacional-UFRJ.

2. Membro do Núcleo de Pesquisas em Cultura e Economia (NUCEC/PPGAS-Museu Nacional - UFRJ). Coordenado por: Federico Neiburg e Lygia Sigaud (Museu Nacional - UFRJ): http://www.cultura-economia.org/



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