Rúbia Casagrande

Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2

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  • Última atualização do currículo em 31/10/2018


possui graduação em Farmácia Bioquímica pela Universidade Estadual de Londrina (2000) e doutorado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de São Paulo (2005). Atualmente é Professora Adjunto no Departamento de Ciências Farmacêuticas na Universidade Estadual de Londrina, orientadora permanente e membro da Comissão coordenadora do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, orientadora permanente do Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas, membro da Comissão de Ética no Uso de Animais e vice-chefe do departamento de Ciências Farmacêuticas da Uel. Além de suas atividades ligadas a UEL, é referee de diferentes Revistas de circulação internacional. Tem experiência na área de Ciências Farmacêuticas, com ênfase em estudo de substâncias antioxidantes, atuando principalmente nos seguintes temas: Investigação dos mecanismos de ação antioxidante de fármacos, desenvolvimento, análise e controle de qualidade de produtos semi-sólidos, avaliação da absorção cutânea e eficácia in vivo de formulações tópicas com fármacos antioxidantes contra danos fotoxidativos. Contato: rubiacasa@uel.br (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Rúbia Casagrande
Nome em citações bibliográficas
CASAGRANDE, R.;CASAGRANDE, R;Casagrande, Rubia;CASAGRANDE, RÚBIA

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Ciências Farmacêuticas.
Rodovia Celso Garcia Cid Pr 445 Km 380
Campus Universitário
86051-990 - Londrina, PR - Brasil - Caixa-postal: 6001
Telefone: (43) 33714565
URL da Homepage: http://www.uel.br


Formação acadêmica/titulação


2001 - 2005
Doutorado em Ciências Farmacêuticas.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Título: Desenvolvimento de Formulações Tópicas contendo Quercetina: Controle Físico-Químico e Avaliação da Eficácia in vivo, Ano de obtenção: 2005.
Orientador: Profa Dra. Maria José Vieira Fonseca.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Quercetina; Atividade antioxidante in vitro; Atividade Anti Peroxidação Lipídica; Permeação Cutânea; Indice de Eritema; Antividade antioxidante in vivo.
Grande área: Ciências da Saúde
Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Farmácia / Subárea: Garantia e controle de qualidade farmacêuticos.
Setores de atividade: Desenvolvimento de Produtos Tecnológicos Voltados Para A Saúde Humana.
2003 - 2004
Especialização em Especialização Em Homeopatia. (Carga Horária: 500h).
Instituto Homeopático François Lamasson, IHFL, Brasil.
Título: Avaliação da atividade antiedematogênica e inibidora da migração leucocitária da Arnica montana 6, 30 e 200 CH em modelo de inflamação induzido pela carragenina em camundongos.
Orientador: Alexadre HenriqueLeonel.
1996 - 2000
Graduação em Farmácia Bioquímica.
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.




Formação Complementar


2013 - 2013
Habilidades sociais educativas do professor no con. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2013 - 2013
I Curso de atualização em tecnologias farmacêutica. (Carga horária: 16h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2013 - 2013
Inovações no ensino superior: o papel das habilida. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2009 - 2009
Enteric release formulations: targeted pH-dependen. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual de Maringá, UEM, Brasil.
2009 - 2009
Nanotecnologia aplicada aos sistemas oftálmicos. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual de Maringá, UEM, Brasil.
2008 - 2008
Documentando a qualidade em laboratório. (Carga horária: 32h).
Qualimetria, QUALIMETRIA, Brasil.
2005 - 2005
Farmacopéia Americana, padrões de referência e tes. (Carga horária: 6h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2000 - 2000
Atualização Em Antibiograma e Detecção de Mecanism. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2000 - 2000
Medicamentos Genéricos Fundamentos de Biodisponibi. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2000 - 2000
Interpretação Laboratorial dos Hormônios da Tireói. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2000 - 2000
Trombose Fisiopatologia Diagnótico Laboratorial e. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
1999 - 1999
Desenvolvimento de Produtos e Técnicas de Manipula. (Carga horária: 72h).
Associação dos Farmacêuticos de Londrina, AFL, Brasil.
1999 - 1999
Gerenciamento da Qualidade Em Laboratórios. (Carga horária: 3h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
1999 - 1999
Farmácia Geriátrica. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
1998 - 1998
Diagnótico de Reações Adversas de Medicamentos. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
1998 - 1998
Como Desenvolver Produtos Cosméticos e Comprovar S. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
1998 - 1998
Introdução Aos Procedimentos Assistenciais Básicos. (Carga horária: 24h).
Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná, CRFPR, Brasil.
1998 - 1998
Nebulização Sinais Vitais e Pequenos Curativos. (Carga horária: 24h).
Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná, CRFPR, Brasil.
1998 - 1998
Aplicação de Injetáveis e Imunológicos. (Carga horária: 24h).
Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná, CRFPR, Brasil.
1997 - 1997
Áreas de Atuação do Farmacêutico. (Carga horária: 12h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
Vínculo institucional

2015 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional:


Universidade Estadual de Maringá, UEM, Brasil.
Vínculo institucional

2015 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional:


Universidade Tecnológica Federal do Paraná, UTFPR, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional:


Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional:


Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Vínculo institucional

2006 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Docente, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Docente da disciplinas:1. Formas farmacêuticas semi-sólidas, 2. Formas Farmacêuticas Líquidas, 3. Formas Farmacêuticas Sólidas, 4. Tecnologia de Fitoterápicos, 5. Habilidades I, Habilidades II, Habilidades V - Estágio supervisionado em medicamentos

Vínculo institucional

2005 - 2006
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora Doutora (Temporária), Carga horária: 40
Outras informações
Disciplinas: 1. Formas Farmacêuticas Líquidas; 2. Formas Farmacêuticas semi-sólidas; 3. Formas Farmacêuticas Sólidas; 4. Tecnologia de Fitoterápicos

Vínculo institucional

2000 - 2002
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 12

Vínculo institucional

1999 - 2000
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 9

Vínculo institucional

1999 - 2000
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 8

Vínculo institucional

1999 - 2000
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 2

Vínculo institucional

1998 - 1999
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: bolsista CNPq, Carga horária: 22
Outras informações
Bolsista do programa institucional de iniciação científica do CNPq/UEL edital CPG - 034/98

Vínculo institucional

1998 - 1998
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 1

Vínculo institucional

1998 - 1998
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 20

Vínculo institucional

1998 - 1998
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 1

Vínculo institucional

1998 - 1998
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 1

Vínculo institucional

1997 - 1997
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 6

Vínculo institucional

1997 - 1997
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 1

Atividades

03/2018 - Atual
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, .

Cargo ou função
Representante do Departamento de Ciências Farmacêuticas no Colegiado do Curso de Farmácia da UEL.
01/2018 - Atual
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, .

Cargo ou função
Representante do Centro de Ciências da Saúde na Comissão de ética no uso de animais da UEL.
05/2014 - Atual
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Ciências Farmacêuticas.

Cargo ou função
Membro do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Farmácia.
01/2013 - Atual
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, .

Cargo ou função
Membro da Comissão de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UEL (stricto sensu).
03/2005 - Atual
Ensino, Famácia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Formas Farmacêuticas Líquidas
Formas Farmacêuticas Semi-Sólidas
Formas Farmacêuticas Sólidas
Habilidades I
Habilidades II
Tecnologia de Fitoterápicos
03/2016 - 03/2018
Direção e administração, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Ciências Farmacêuticas.

Cargo ou função
Chefe do Departamento de Ciências Farmacêuticas.
03/2014 - 03/2016
Direção e administração, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Ciências Farmacêuticas.

Cargo ou função
Vice-Chefe do Departamento de Ciências Farmacêuticas.
02/2014 - 02/2016
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, .

Cargo ou função
Representante do Centro de Ciências da Saúde na Comissão de ética no uso de animais da UEL.
02/2014 - 02/2016
Conselhos, Comissões e Consultoria, Coordenadoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Diretoria de Pesquisa.

Cargo ou função
Membro representante da Comissão de ética no Uso de animais da UEL na Câmara de Pesquisa do CEPE.
11/2011 - 12/2013
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, .

Cargo ou função
Representante do Centro de Ciências da Saúde na Comissão de ética no uso de animais da UEL.
03/2012 - 04/2013
Direção e administração, Centro de Ciências da Saúde, .

Cargo ou função
Vice coordenadora do Colegiado do curso de Farmácia.
06/2005 - 07/2012
Extensão universitária , Centro de Ciências Agrárias, .

Atividade de extensão realizada
Revitalização da implantação da Farmácia-Escola da UEL.
06/2010 - 03/2012
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Ciências Farmacêuticas.

Cargo ou função
Membro da comissão de extensão do Departamento de Ciências Farmacêuticas/UEL.
10/2011 - 02/2012
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Ciências Farmacêuticas.

Cargo ou função
Representante do Dep de Ciência Farmacêuticas no Colegiado de curso.
03/2010 - 05/2010
Direção e administração, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Ciências Farmacêuticas.

Cargo ou função
Vice-chefe de departamento.
03/2008 - 03/2010
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, .

Cargo ou função
Membro do Colegiado do Curso de Farmácia da UEL.
03/2008 - 12/2009
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, .

Cargo ou função
Membro do Comitê Assessor do Programa de Iniciação Científica (PROIC/UEL).
03/2008 - 12/2009
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, .

Cargo ou função
Membro da Câmara de Pesquisa - Comitê Proic Saúde.
09/2006 - 03/2008
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências da Saúde, .

Cargo ou função
Coordenadora da Comissão de Pesquisa do Departamento de Ciências Farmacêuticas da UEL.
2005 - 2007
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias, .

Cargo ou função
Membro da comissão de Avaliação do curso de farmácia da UEL.
7/2000 - 7/2002
Estágios , Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Patologia Aplicada, Análise Clínicas e Toxicológicas.

Estágio realizado
Estudo epidemiológico das infecções cérvico-vaginais em pacientes atendidas no setor de ginecologia do HURNP - projejto de pesquisa 5842/00.
3/2000 - 12/2000
Estágios , Laboratório de Produção de Medicamentos, Centro de Ciências Exatas Tam.

Estágio realizado
Laboratório de produção de medicamentos.
11/1999 - 10/2000
Estágios , Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Patologia Aplicada, Análise Clínicas e Toxicológicas.

Estágio realizado
Setor de coletas de análises clínicas - ambulatório do hospital de clínicas - UEL.
3/1999 - 10/2000
Estágios , Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Patologia Aplicada, Análise Clínicas e Toxicológicas.

Estágio realizado
Laboratório de urgências do HURNP.
8/1999 - 7/2000
Estágios , Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Patologia Aplicada, Análise Clínicas e Toxicológicas.

Estágio realizado
Setor de microbiologia da laboratório de análises clínicas - HURNP.
9/1998 - 7/1999
Estágios , Centro de Ciências Exatas, Departamento de Bioquímica.

Estágio realizado
Mutação de Corynebacterium glutamicum ATCC 13032 por ultra violeta objetivando isolamento de mutantes resistentes a análogos estruturais com excreção de altos teores de lisina - atuando no subprojeto Isolamento e seleção de mutantes de Corynebacterium glu.
8/1998 - 11/1998
Estágios , Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Patologia Aplicada, Análise Clínicas e Toxicológicas.

Estágio realizado
Visão bioquímica do tecido hepático nas diferentes etapas de formação do aluno de farmácia-bioquímica.
4/1998 - 11/1998
Estágios , Farmácia Escola, Farmácia.

Estágio realizado
atendimento à comunidade do campus.
8/1998 - 10/1998
Estágios , Assessoria de Relações Internacionais, Setor de Relações Públicas.

Estágio realizado
Preparação das diferentes unidades da UEL para visitas de escolares de 1º e 2º graus de Londrina - projeto conheç a UEL.
3/1998 - 7/1998
Estágios , Centro de Ciências Exatas, Departamento de Bioquímica.

Estágio realizado
Fatores nutricionais na produção de lisina por Corynebacterium glutamicum - projeto de pesquisa 317391/95.
8/1997 - 11/1997
Estágios , Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Patologia Aplicada, Análise Clínicas e Toxicológicas.

Estágio realizado
Visão bioquímica do tecido hepático nas diferentes etapas de formação do aluno de farmácia bioquímica.
3/1997 - 11/1997
Estágios , Centro de Ciências Exatas, Departamento de Bioquímica.

Estágio realizado
Estudos de fatores nutricionais na produção de lisina por Corynebacterium glutamicum - projeto de pesquisa 317391/95.

Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Vínculo institucional

2004 - 2004
Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 6
Outras informações
Programa de Aperfeiçoamento e Ensino - Disciplina de Farmacotécnica, na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto - USP Docente responsável - Profa. Dra. Renata Fonseca Vianna Lopez

Vínculo institucional

2002 - 2002
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 6
Outras informações
Programa de aperfeiçoamento de ensino - PAE, na disciplina de enzimologia industrial do Departamento de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto - USP

Vínculo institucional

2002 - 2002
Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 6
Outras informações
Programa de Aperfeiçoamento de ensino - PAE, na disciplina de Controle de Qualidade de Produtos Farmacêuticos e Cosméticos, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto - USP

Atividades

02/2004 - 07/2004
Estágios , Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Departamento de Ciências Farmacêuticas.

Estágio realizado
PAE na disciplina de Farmacotécnica II.
8/2002 - 12/2002
Estágios , Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Departamento de Ciências Farmacêuticas.

Estágio realizado
PAE na disciplina de controle de qualidade de produtos farmacêuticos e cosméticos.
2/2002 - 7/2002
Estágios , Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Departamento de Ciências Farmacêuticas.

Estágio realizado
Programa de aperfeiçoamento de ensino - Enzimologia industrial.

Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - Ribeirão Preto - SP, SENAC, Brasil.
Vínculo institucional

2001 - 2001
Vínculo: Professor contratado, Enquadramento Funcional: professor contratado, Carga horária: 18
Outras informações
Professora contratada para disciplina de farmacologia no curso técnico de farmácia

Atividades

09/2001 - 10/2001
Ensino, Curso Técnico em Farmácia, Nível: Aperfeiçoamento

Disciplinas ministradas
Farmacologia


Projetos de pesquisa


2017 - Atual
MICROCÁPSULAS MULTICAMADAS A BASE DE BOPOLÍMEROS: PRODUÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E MODELO DE LIBERAÇÃO PARA O FÁRMACO HESPERIDINA METIL CHALCONA

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marcela Maria Baracat em 18/04/2018.
Descrição: A MICROENCAPSULAÇÃO É UM MÉTODO PELO QUAL UM MATERIAL, OU UMA MISTURA DE MATERIAIS SÃO REVESTIDOS OU APRISIONADOS DENTRO DE OUTRO MATERIAL EM FORMA DE MICRO/NANOPARTICULA. SEU PRINCIPAL OBJETIVO É PROPORCIONAR PROTEÇÃO AO MATERIAL ENCAPSULADO CONTRA CONDIÇÕES ADVERSAS DO MEIO EXTERNO E, PERMITIR SUA LIBERAÇÃO EM SEU LOCAL DE AÇÃO, EM QUANTIDADE E NO MOMENTO ADEQUADO, MEDIANTE ESTÍMULOS ESPECÍFICOS. ESSA LIBERAÇÃO ESPECIFICA DO MATERIAL ENCAPSULADO PODE OCORRER POR RUPTURA MECÂNICA, TEMPERATURA, PH, SOLUBILIDADE NO MEIO, BIODEGRADAÇÃO OU POR DIFUSÃO. A RESISTÊNCIA MECÂNICA E A PERMEABILIDADE DESTAS PARTÍCULAS PODEM SER MELHORADAS COM A FORMAÇÃO, POR INTERAÇÃO ELETROSTÁTICA, DE UMA OU MAIS CAMADAS DE POLIELETRÓLITOS DE CARGAS OPOSTAS SOBRE SUA SUPERFÍCIE. UMA VARIEDADE DE POLÍMEROS NATURAIS E SINTÉTICOS TEM SIDO INVESTIGADA PARA A FORMAÇÃO DE MULTICAMADAS. A PROJEÇÃO E A FABRICAÇÃO DE PARTÍCULAS COM MULTICAMADAS, PODERÁ ATINGIR A ESTABILIDADE FÍSICO-QUÍMICA, ATENDER AS CONDIÇÕES DE PROTEÇÃO E LIBERAÇÃO DO MATERIAL ENCAPSULADO, MEDIANTE ESTÍMULOS ESPECÍFICOS. AS DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS (DII) SÃO CONDIÇÕES INFLAMATÓRIAS CRÔNICAS INTERMITENTES QUE ACOMETEM PREFERENCIALMENTE ADULTOS JOVENS E REPRESENTAM UM SÉRIO PROBLEMA DE SAÚDE, POIS CURSAM COM RECIDIVAS FREQUENTES E APRESENTAM FORMAS CLÍNICAS DE ALTA GRAVIDADE. A INFLAMAÇÃO INTESTINAL ESTÁ ASSOCIADA AO AUMENTO TECIDUAL NA PRODUÇÃO DE CITOCINAS E QUIMIOCINAS, RECRUTAMENTO DE NEUTRÓFILOS E ESTRESSE OXIDATIVO. OS TRATAMENTOS CONVENCIONAIS UTILIZADOS PARA AS DII NÃO SÃO COMPLETAMENTE EFICAZES E A UTILIZAÇÃO A LONGO PRAZO ESTÁ ASSOCIADA A EFEITOS ADVERSOS QUE COMPROMETEM A ADESÃO AO TRATAMENTO. DESTA FORMA, O DESENVOLVIMENTO DE NOVAS TERAPIAS QUE PROMOVAM A MELHORA NA QUALIDADE DE VIDA DOS PORTADORES DESTAS DOENÇAS SE FAZ NECESSÁRIO. FLAVONÓIDES SÃO CONSIDERADAS MOLÉCULAS PROMISSORAS NO TRATAMENTO DE DII AO PASSO QUE APRESENTAM BAIXA INCIDÊNCIA DE EFEITOS COLATERAIS. POR ISSO, O PROJETO VISA DESENVOLVER SISTEMAS MICROENCAPSULADOS MULTICAMADAS CONTENDO HESPERIDINA METIL CHALCONA (HMC). A HMC É UM FLAVONÓIDE UTILIZADO CLINICAMENTE NO TRATAMENTO DE DOENÇA VENOSA CRÔNICA E APRESENTA PROPRIEDADES ANTI-INFLAMATÓRIAS E ANTIOXIDANTES EM ESTUDOS PRÉ-CLÍNICOS. AS FORMULAÇÕES MICROENCAPSULADAS SERÃO PREPARADAS UTILIZANDO DIFERENTES PROPORÇÕES DE POLÍMERO (COMPLEXO PECTINA-CASEÍNA) ATÉ OBTENÇÃO DAS MULTICAMADAS E CARACTERIZADAS POR AVALIAÇÃO MORFOLÓGICA, ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DO TAMANHO DA PARTÍCULA, ANÁLISE DE DIFRAÇÃO DE RAIOS X, CALORIMETRIA EXPLORATÓRIA DIFERENCIAL (DSC), DETERMINAÇÃO DO POTENCIAL ZETA, QUANTIFICAÇÃO DE HMC NOS SISTEMAS MICROENCAPSULADOS PELO MÉTODO DE POLIFENÓIS TOTAIS E TESTE DE DISSOLUÇÃO PARA MICROCÁPSULAS CONTENDO HMC. ESPERAMOS COM O MÉTODO DE MICROENCAPSULAÇÃO MULTICAMADAS AUMENTAR A EFICIÊNCIA DE ENCAPSULAÇÃO, CONSIDERANDO SER UM FÁRMACO HIDROSSOLÚVEL, VISANDO AUMENTO DA POTÊNCIA DO FLAVONOIDE MICROENCAPSULADO EM COMPARAÇÃO COM O NÃO MICROENCAPSULADOS. ESTE PROJETO DEVE CONTRIBUIR PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES COM DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS AO PROPOR NOVAS POSSIBILIDADES DE ABORDAGENS TERAPÊUTICAS PARA ESTA DOENÇA..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
Busca de novas abordagens terapêuticas para artrite em pacientes com próteses articulares
Descrição: Aprovação de R$ 209.860,00 na Chamada Pública 01/2016 - Programa Pesquisa para o Sistema Único de Saúde: Gestão compartilhada em Saúde - PPSUS edição 2015 (Fundação Araucária-PR/ SESA-PR/ CNPq/ MS-Decit. Faixa C, com participação da UEL, UNIFIL, UNOPAR e ICC-PR. Tema 2-Doenças não-transmissíveis. A artroplastia substituindo articulações danificadas por próteses compostas por biomateriais como o dióxido de titânio (TiO2) é comum. A osteoartrite, osteonecrose, artrite reumatoide e artrite psoriásica são exemplos para as quais a artroplastia pode ser necessária no decurso da doença. Apesar da artroplastia ser eficaz para restabeler a independência funcional e controlar a dor articular, pode falhar devido ao desgaste natural da prótese e liberação de seus componentes, acometendo 10-15% dos pacientes que sofrem com inflamação articular e dor intensas e osteólise nas regiões do tecido peri-protético. Assim, estudos que busquem o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para os pacientes submetidos a artroplastia são necessários. Nesse sentido, o objetivo deste projeto é avaliar em modelo pré-clínico novas perspectivas terapêuticas para o tratamento da artrite induzida por biomateriais de próteses como o TiO2. As moléculas a serem avaliadas são os polifenóis curcumina, naringenina, hesperidina metil chalcona (HMC) e quercetina e os mediadores lipídicos pró-resolução resolvinas D1 e D2 (RvD1 e RvD2, respectivamente), maresina 1 (Mar1) e lipoxina A4 (LxA4). Já temos dados no nosso laboratório sobre as ações anti-inflamatória e analgésica dos flavonoides, da curcumina e mediadores lipídicos pró-resolução em outros modelos de dor e inflamação. Ainda, dados da literatura também demonstram efeitos anti-inflamatórios e de modulação da dor por lipídeos pró-resolução. Ademais, o modelo de artrite induzida por TiO2 já foi padronizado em nosso laboratório, inclusive todas as metodologias que descrevemos neste projeto. Assim, neste projeto serão avaliados 2 tipos de abordagens terapêuticas: 1) polifenóis, que possuem propriedades analgésicas, antioxidantes e anti-inflamatórias e menos efeitos colaterais do que as terapias atualmente disponíveis; e 2) compostos com potencial promissor para o tratamento de doenças inflamatórias como os lipídeos pró-resolução. Estas abordagens serão dividas em 8 subprojetos com enfoque nos efeitos destas moléculas na inflamação e dor em modelo de artrite induzida por TiO2. Será avaliada a capacidade dessas moléculas em inibir a dor e edema articular, recrutamento celular para a articulação, alterações histopatológicas, estresse oxidativo, produção de citocinas e modulação de vias de sinalização intracelular como os fatores de transcrição fator de transcrição nuclear kappa B (NF-κB) e fator nuclear eritroide 2 (Nrf2). In vitro será avaliado se estas abordagens terapêuticas inibem a ativação do NF-kB e/ou inflamassoma em cultura de macrófagos. Esperamos determinar a eficácia pré-clínica dessas moléculas e seus mecanismos de ação na artrite induzida pelo TiO2. Assim, contribuiremos para a melhoria da saúde e qualidade de vida dos pacientes submetidos à artroplastias..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE IN VITRO E DO EFEITO IN VIVO DO EXTRATO DE ROSMARINUS OFFICINALIS SOBRE A INFLAMAÇÃO E ESTRESSE OXIDATIVO INDUZIDOS PELA RADIAÇÃO UVB EM CAMUNDONGOS

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Sandra Regina Georgetti em 19/04/2018.
Descrição: ESTUDOS CLÍNICOS, EPIDEMIOLÓGICOS E BIOLÓGICOS DEMONSTRAM QUE A LUZ SOLAR ULTRAVIOLETA, ESPECIALMENTE A RADIAÇÃO UVB (290-320NM), É UM AGENTE CARCINOGÊNICO COMPLETO, E QUE REPETIDAS EXPOSIÇÕES PODEM DESENCADEAR CÂNCER DE PELE DO TIPO MELANOMA E NÃO MELANOMA. MUITOS DOS DANOS INDUZIDOS PELA RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA (RUV) OCORREM PRINCIPALMENTE DEVIDO À GERAÇÃO DE ESPÉCIES REATIVAS DE OXIGÊNIO (EROS). QUANDO A RUV É ABSORVIDA POR UM CROMÓFORO NA PELE, ORIGINA-SE UMA SEQUÊNCIA DE REAÇÕES QUÍMICAS QUE RESULTAM EM DANO CELULAR. AS DIFERENTES CAMADAS DA PELE APRESENTAM MUITAS MOLÉCULAS QUE PODEM SERVIR DE ALVO AOS DANOS OXIDATIVOS, COMO PROTEÍNAS, LIPÍDEOS E DNA. CONSIDERANDO TAMBÉM QUE ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS DEMONSTRAM QUE O USO DE PROTETORES E BLOQUEADORES SOLARES NÃO É COMPLETAMENTE EFETIVO NA PREVENÇÃO DOS DIVERSOS MALEFÍCIOS CAUSADOS PELA EXPOSIÇÃO À RUV, O ACRÉSCIMO DE AGENTES ANTIOXIDANTES SE APRESENTA COMO UMA IMPORTANTE ALTERNATIVA NAS TERAPIAS DE FOTOPROTEÇÃO. OS EXTRATOS DE PLANTAS, ESPECIALMENTE VEGETAIS SUPERIORES RICOS EM COMPOSTOS FENÓLICOS DE AÇÃO ANTIOXIDANTE, ASSOCIADOS A FORMULAÇÕES COSMÉTICAS DEMONSTRAM SER UMA ALTERNATIVA POTENCIAL NA PREVENÇÃO E TERAPIA DOS DANOS FOTOXIDATIVOS CAUSADOS PELA RUV Á PELE. DENTRE AS PLANTAS BRASILEIRAS, DESTACA-SE A ROSMARINUS OFFICINALIS (ALECRIM) QUE APRESENTA VÁRIOS COMPOSTOS SECUNDÁRIOS, ENTRE ELES OS TRITERPENOS, ÁCIDOS FENÓLICOS E FLAVONOIDES, QUE APRESENTAM ATIVIDADE ANTIOXIDANTE E ANTI-INFLAMATÓRIA. ASSIM, O OBJETIVO DO TRABALHO SERÁ OBTER EXTRATO PADRONIZADO DE ROSMARINUS OFFICINALIS, AVALIAR SEU MECANISMO DE AÇÃO ANTIOXIDANTE IN VITRO, COMO TAMBÉM, AVALIAR SUA AÇÃO FOTOQUIMIOPREVENTIVA IN VIVO CONTRA OS DANOS CAUSADOS PELA RUV QUANDO INCORPORADO EM EMULSÕES TÓPICAS E FOTOPROTETORAS. OS RESULTADOS DESTE PROJETO VISAM SUGERIR O EXTRATO DE ALECRIM, ASSOCIADO À FORMULAÇÕES TÓPICAS, COMO NOVA E POSSÍVEL ABORDAGEM TERAPÊUTICA PARA A PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE PATOLOGIAS CUTÂNEAS RELACIONADAS COM O ESTRESSE OXIDATIVO COMO CÂNCER E FOTOENVELHECIMENTO..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
Desenvolvimento de formulação farmacêutica tópica contendo desoxi-Δ12,14-Prostaglandina J2 e avaliação do potencial terapêutico para o controle da inflamação e estresse oxidativo induzidos por radiação UVB em camundongos
Descrição: Edital PROPPG 03/2016 - PROGRAMA DE PESQUISA BÁSICA E APLICADA DA UEL - PBA 2016 FAIXA DE FINANCIAMENTO: 2 - R$ 25.000,00 - Financiamento Fundação Araucária. A pele é uma interface biológica com o meio ambiente continuamente exposta a fatores que ameaçam a integridade de estruturas celulares como radiação visível, radiação ultravioleta B (UVB) e altas concentrações de oxigênio. A radiação UVB é o fator físico mais importante e é uma das principais causas de danos na pele, que resulta em lesões pré-cancerosas, cancerosas e aceleração do envelhecimento cutâneo. A hipótese provável para o aparecimento de doenças de pele devido exposição à radiação solar é a formação de espécies reativas de oxigênio (EROs) com ativação, por exemplo, da nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato (NADPH) oxidase. Aliado às EROs, existe a produção de outras moléculas pró-inflamatórias como as citocinas via fatores de transcrição como o fator nuclear κB (NF-κB) e recrutamento de leucócitos como os neutrófilos. Dessa forma, as terapias para o controle da inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB devem ter como alvo seus mecanismos fisiopatológicos. A 15-desoxi-Δ12,14-Prostaglandina J2 (15-d-PGJ2) é um dos produtos finais da via do ácido araquidônico que, em geral, inibe a produção de citocinas, recrutamento de células pró-inflamatórias, ativação do NF-κB e induz a ativação da via do Nrf2 (fator de transcrição relacionado a expressão de moléculas antioxidantes) e hemeoxigenase-1. No entanto, até o momento não foi determinado se a 15-d-PGJ2 pode inibir a inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB. Neste contexto, propomos para este projeto avaliar o efeito de formulação tópica contendo 15-d-PGJ2 na inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB. Dessa forma, este projeto deve propor uma nova abordagem terapêutica para o tratamento dos danos cutâneos induzidos pela radiação UVB..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Coordenador / Sandra R Georgetti - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Renata M. Martinez - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri JR - Integrante / Carolina Bottura - Integrante / Alessandro Welbi Domingues Junior - Integrante / Talita Laiane Cardozo Cezar - Integrante / Cristina de Paula Barros de Melo - Integrante / gabriela Amaral - Integrante / Priscila Saito - Integrante / Clovis Minoru Kumagai - Integrante.Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2017 - Atual
Avaliação da atividade antioxidante in vitro e do efeito in vivo do extrato de Cordia verbenacea adicionado em sistema nanoestruturado sobre a inflamação e estresse oxidativo induzidos pela irradiação UVB em camundongos.

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Sandra Regina Georgetti em 26/05/2017.
Descrição: Edital PROPPG 03/2016 - PROGRAMA DE PESQUISA BÁSICA E APLICADA DA UEL - PBA 2016 FAIXA DE FINANCIAMENTO: 1 - R$12.500,00 - Financiamento Fundação Araucária. A fotoquimioprevenção tem sido apreciada como um modo inovador e viável de reduzir a ocorrência de câncer de pele e os antioxidantes botânicos tem recebido atenção como agentes fotoquimiopreventivos para uso humano. Em adição, há um crescente interesse na busca por produtos tópicos delineados a partir de ingredientes providos de recursos naturais que possam substituir substâncias sintéticas. O extrato de erva baleeira possui promissores grupos de compostos que podem ser explorados como agentes fotoquimiopreventivos ideal para prevenção de doenças foto-oxidativas. Assim, este projeto visa desenvolver produto tópico adicionado de erva baleeira que poderá apresentar grande aceitação do público consumidor, aliado a sua incorporação em sistema nanoestruturado que apresenta vantagens em relação às formulações convencionais como maior estabilidade, aspecto sensorial agradável, alta capacidade de espalhabilidade e hidratação, além de, poder facilitar a penetração dos ativos na pele...
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
O microambiente ácido como alvo terapêutico no tratamento da dor óssea associada ao câncer
Descrição: Projeto aprovado no edital ERANet-LAC (ELAC2015/T07-0713) processo CNPq 443180/2016-4. Aprovados R$180.000,00 para o grupo Brasileiro. O projeto é conjunto com 1 grupo no Brasil, 2 grupos na Itália (com coordenação geral), 1 grupo na Alemanha e 1 grupo na Argentina. Resumo publicável: Through a transcontinental collaboration between EU and LAC countries, we intend to improve the current palliative treatments to reduce cancerinduced bone pain (CIBP) in oncologic patients with advanced disease who suffer from bone metastases (BM). By a multicentric clinical observational study and the set up of preclinical models of CIBP, we aim at: 1) increasing the assessment of differences in the treatment regimens for CIBP among different countries and healthcare system; 2) validating the use of novel therapeutic approaches. These will be based on targeting the high proton efflux occurring in BM microenvironment that is able to stimulate acidsensing nociceptors in bone, a pain mechanism that is not targeted by current therapies. By an observational study we will assess current palliative therapeutic protocols and will validate the correlation of CIBP with acidity mediated osteolysis and with the local and systemic release of nociceptive and inflammatory mediators in response to acidosis. By preclinical models and functional MRI, we will dissect the mechanisms of nociceptive pain induced by local intratumoral acidosis, including the effects on peripheral and central nervous system, and the subsequent inflammatory reaction. Finally, through an interventional clinical study, we will evaluate the effectiveness of proton pump inhibitors to block intratumoral acidification, and, as a result, CIBP in patients with BM. We are confident that this integrated approach will effectively translate into a significant improvement of pain management and quality of life in advanced cancer patients.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
Potencial terapêutico de lipídeos pró-resolução no controle de doenças inflamatórias, neuropsiquiátricas, neuropatias e dor.
Descrição: Aprovação de Projeto no total de R$ 400.000,00 na chamada Fundação Araucária - PRONEX 02/2016, protocolo 46843. Neste projeto avaliaremos o efeito e mecanismos de ação de diversos lipídeos pró-resolução nos seguintes modelos experimentais: 1) hiperalgesia e inflamação induzidas pela formalina, carragenina e LPS; 2) inflamação e dor abdominal induzidos na colite induzida por ácido acético; 3) hiperalgesia e inflamação crônicos induzidos pelo adjuvante completo de Freund (CFA); 4) hiperalgesia e inflamação crônicos induzidos pelo dióxido de titânio (TiO2); 5) dor neuropática induzida pela constrição crônica do nervo ciático; 6) dor neuropática induzida pela constrição do nervo infra-orbital; 7) neuropatia diabética induzida pela estreptozotocina; 8) hiperalgesia crônica no modelo de células tumorais de Ehrlich; 9) inflamação e estresse oxidativo cutâneos induzidos pela radiação UVB; 10) modelo de psoríase induzida por Imiquimod; 11) lesão hepática induzida pelo acetaminofeno utilizando modelo em peixes; 12) lesão renal induzida pelo diclofenaco sódico; 13) teste de suspensão da cauda; teste do nado forçado, labirinto em cruz elevado e teste do campo aberto para estudo neuropsiquiátricos. Não há evidências do efeito e mecanismos de ação desses lipídeos pró-resolução nesses modelos experimentais exceto para ATLA4 em modelo de dor neuropática (Wang, Z. F. et al., 2014), para PD1 há evidências de sua eficácia em modelo de colite induzido por dextran sulfato de sódio (DSS) (Masterson et al., 2015) e em modelo de dor neuropática (Xu; Liu; et al., 2013). Assim, esses lipídeos pró-resolução foram selecionados considerando o seu potencial terapêutico e o ineditismo científico possibilitado pela experiência deste Núcleo de Excelência nos modelos experimentais descritos acima. Dessa forma, há coerência temática, a avaliação da eficácia terapêutica e mecanismos de ação de lipídeos pé-resolução em modelos de inflamação, dor, doenças neuropsíquicas com cunho inflamatório e modelos de intoxicação induzidos por anti-inflamatórios não esteroidais. Este projeto conta com pesquisadores da UEL e UFPR que trabalharão em colaboração para seu desenvolvimento. Ademais, há participação de diversos alunos de IC, mestrado, doutorado e pós-doutorado..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
Mecanismos espinais envolvidos na hiperalgesia induzida por Trypanossoma cruzi e Leishmania amazonensis
Descrição: Processo CNPq 435357/2016-6. Bolsa PDJ. R$ 54.000,00 (bolsa + Taxa de bancada). A dor de caráter agudo ou crônico representa um dos principais desafios para a saúde pública, com impacto direto na economia do país. As dores de origem inflamatória e neuropática afetam milhares de brasileiros. Neste sentido, a busca de melhor compreensão sobre os mecanismos relacionados à gênese e cronificação da dor nas doenças inflamatórias e do sistema nervoso, assim como a busca pelo desenvolvimento de novas terapias para o tratamento da dor são necessários. Embora grandes avanços sobre os mecanismos moleculares e celulares envolvidos na indução e manutenção da dor crônica em doenças como artrite reumatoide, neuropatias e câncer tenham sido observados recentemente, o estudo da dor em pacientes com doenças negligenciadas como a Doença de Chagas e Leishmaniose ainda permanece inexplorado e pouco compreendido, apesar de inúmeros e crescentes relatos clínicos de dor na fase aguda da Doença de Chagas e também na Leishmaiose. Sendo assim, o desenvolvimento de estudos experimentais e clínicos se mostra necessário para elucidação dos mecanismos relacionados à dor na fase aguda da Doença de Chagas e Leishmaniose. Estudos clínicos epidemiológicos reportam a dor (abdominal, mialgias e cefaleias) como sintoma frequente em pacientes na fase aguda da Doença de Chagas. Ademais, embora as lesões ulcerativas características de pacientes com Leishmaiose cutânea sejam descritas com indolores, estudos recentes tem relatado casos com lesões dolorosas associadas a locais próximos às articulações. Ainda, lesões eritematosas com presença do parasito em locais como a palma da mão, escápula ou músculo esquelético são relatadas como dolorosas. Estas questões controversas sobre a percepção da dor em pacientes portadores de Leishmaniose cutânea são intrigantes e merecem atenção adicional da comunidade científica para maiores esclarecimentos. Por fim, estudos com modelos experimentais de fase aguda da Doença de Chagas ou Leishmaniose evidenciaram dor em camundongos após inoculação de Trypanosoma cruzi e Leishmania major, dependente de citocinas (como por exemplo, TNF-α, IL-1β e IL-6) e fatores de crescimento como o fator de crescimento do nervo (NGF). No entanto, os estudos citados acima se propuseram a investigar apenas os mecanismos periféricos relacionados ao processamento nociceptivo na Doença de Chagas e Leishmaniose experimental. Desta forma, o presente projeto tem como objetivo avaliar os mecanismos espinais do processamento nociceptivo em modelos de hiperalgesia induzida por Trypanosoma cruzi e por Leishmania amazonensis com enfoque na participação espinal de citocinas, canais iônicos relacionados à hipersensibilidade, fatores de transcrição como o NFκB e células da glia. Selecionamos a Leishmania amazonensis ao invés da Leishmania major porque a Leishmania amazonensis é uma das principais espécies causadoras da Leishamaniose no Brasil..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
Mecanismos neuroinflamatórios espinais envolvidos na hiperalgesia induzida pela infecção com Trypanossoma cruzi e Leishmania amazonensis em camundongos.
Descrição: Aprovação em Edital Fundação Araucária de R$25.000,00. PROGRAMA DE PESQUISA BÁSICA E APLICADA DA UEL - PBA 2016 - Resultado no edital PROPPG 03/2016. Nosso laboratório na Universidade Estadual de Londrina tem trabalhado com farmacologia da inflamação e dor. Temos estudado os mecanismos nociceptivos espinais em modelos clássicos de dor. Por exemplo, fomos os primeiros a demonstrar a participação de oligodendrócitos espinais em modelo de dor neuropática induzida pela injúria por constrição crônica do nervo ciático via liberação de IL-33 (ZARPELON et al., 2016). Porém, além desses modelos, temos interesse em desenvolver novos modelos para o estudo da dor e em entender os mecanismos nociceptivos espinais em doenças nas quais há menor compreensão desses mecanismos. Em especial, infecções que são acompanhadas de dor cujos mecanismos necessitam de maior compreensão. Destacamos as infecções com Trypanosoma cruzi e Leishmania amazonensis, nas quais pacientes relatam dor. Contudo, até o momento não foram investigados os mecanismos nociceptivos espinais nessas infecções. Assim, neste projeto propomos investigar os mecanismos neuroinflamatórios espinais de regulação da dor em modelos murinos de infecção por Trypanosoma cruzi e Leishmania amazonensis com enfoque na participação de citocinas (TNFα, IL-1β e IL-33), sinalização intracelular (p.ex. NFκB) e células da glia. Este projeto deve contribuir para melhor entendimento dos mecanismos hiperalgésicos espinais ativados nas infecções por Trypanosoma cruzi e Leishmania amazonensis. Durante o desenvolvimento do projeto também haverá formação e capacitação de alunos de IC, mestrado, doutorado e pós-doutorado. Esperamos publicar 2-4 artigos em periódicos de impacto na área. Corroborando a novidade e importância científica deste projeto, recebemos recentemente a aprovação de bolsa PDJ do CNPq para este projeto na área CBII - Farmacologia..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2016 - 2018
PLATAFORMA DE ESTUDOS DE EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA E PERFIL DE DISSOLUÇÃO COMPARATIVO PARA MEDICAMENTOS CONTENDO FÁRMACOS COM ÍNDICE TERAPÊUTICO ESTREITO
Descrição: NO BRASIL, OS MEDICAMENTOS ALOPÁTICOS SÃO DIVIDIDOS EM TRÊS CATEGORIAS QUANTO AO REGISTRO JUNTO À AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA): REFERÊNCIA, GENÉRICOS E SIMILARES. A EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA ENTRE DOIS MEDICAMENTOS RELACIONA-SE À COMPROVAÇÃO DE QUE AMBOS CONTÊM O MESMO FÁRMACO (MESMA BASE, SAL OU ÉSTER DA MESMA MOLÉCULA TERAPEUTICAMENTE ATIVA), NA MESMA DOSAGEM E FORMA FARMACÊUTICA, O QUE PODE SER AVALIADO POR MEIO DE TESTES IN VITRO. TEM SE TORNADO PRÁTICA COMUM EM NOSSO PAÍS A TROCA DE MEDICAMENTOS PRESCRITOS POR OUTROS SIMILARES, POR PRODUTOS GENÉRICOS E ATÉ MESMO POR PRODUTOS MANIPULADOS, MUITAS VEZES IGNORANDO-SE PRECEITOS BÁSICOS DE BIOEQUIVALÊNCIA, PERMUTABILIDADE, ESTABILIDADE E CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DO COMPOSTO FARMACÊUTICO. NO CASO DE FÁRMACOS DE ÍNDICE TERAPÊUTICO ESTREITO (FITE), COMO O CLORIDRATO DE VERAPAMIL (VCL), ESSES PROBLEMAS SE AGRAVAM COLOCANDO EM SÉRIO RISCO A EFICÁCIA DO TRATAMENTO E A SAÚDE DO PACIENTE. ESTE PROJETO TEM COMO OBJETIVO AVALIAR A EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA E REALIZAR ESTUDOS COMPARATIVOS DE PERFIL DE DISSOLUÇÃO ENTRE MEDICAMENTOS REFERÊNCIA E GENÉRICOS (7 DIFERENTES MARCAS), DISPONIBILIZADOS COMERCIALMENTE EM LONDRINA-PR, E CONTENDO COMPRIMIDOS REVESTIDOS DE LIBERAÇÃO IMEDIATA DE VCL (80 MG). AS METAS SÃO: VERIFICAÇÃO DO MÉTODO ANALÍTICO PARA QUANTIFICAÇÃO DO VCL EM COMPRIMIDOS; VERIFICAÇÃO DO MÉTODO ANALÍTICO PARA QUANTIFICAÇÃO DO VCL EM ENSAIOS DE DISSOLUÇÃO; REALIZAR O CONTROLE DE QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICO E ESTUDOS DE EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA ENTRE MEDICAMENTO REFERÊNCIA E GENÉRICOS, POR MEIO DOS ENSAIOS DE IDENTIFICAÇÃO DO FÁRMACO, PESO MÉDIO, DUREZA, FRIABILIDADE, TEMPO DE DESINTEGRAÇÃO, DOSEAMENTO, UNIFORMIDADE DE DOSE UNITÁRIA E DISSOLUÇÃO, DE ACORDO COM A MONOGRAFIA APRESENTADA NA FARMACOPEIA BRASILEIRA 5a ED.(2010); REALIZAR ESTUDOS DE PERFIL DE DISSOLUÇÃO COMPARATIVO ENTRE MEDICAMENTOS REFERÊNCIA E GENÉRICOS, DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO NACIONAL VIGENTE. ESPERA-SE COM A REALIZAÇÃO DESTE PROJETO CONTEMPLE: I) GERAÇÃO DE CONHECIMENTO TÉCNICO-CIENTÍFICO; II) FORMAÇÃO MULTIDISCIPLINAR DE RECURSOS HUMANOS QUALIFICADOS NA ÁREA DE CONTROLE DE QUALIDADE DE MEDICAMENTOS; III) PROMOÇÃO DO USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS; IV) FORNECER SUBSÍDIOS TEÓRICOS QUE CONTRIBUA NA TOMADA DE DECISÕES SOBRE A SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS NO TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL; V) PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS EM PERIÓDICOS DE RECONHECIDA POLÍTICA EDITORIAL; VI) APRESENTAÇÕES EM REUNIÕES DE CARÁTER CIENTÍFICO; E, VII) OS ITENS ANTERIORES, EM CONJUNTO, CONTRIBUAM COM O DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO DO PAÍS..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2016 - Atual
AVALIAÇÃO DA HIPERALGESIA E DOS MECANISMOS ESPINAIS DA RESPOSTA INDUZIDA PELAS PROTEÍNAS E1 E E2 DO VÍRUS CHIKUNGUNYA EM CAMUNDONGOS
Descrição: DADOS PRELIMINARES DO NOSSO LABORATÓRIO EM COLABORAÇÃO COM A PROFA. CLÁUDIA N. DUTRA DOS SANTOS DO LABORATÓRIO DE VIROLOGIA MOLECULAR DO INSTITUTO CARLOS CHAGAS (ICC FIOCRUZ, CURITIBA - PR) DEMONSTRAM QUE UMA ÚNICA ADMINISTRAÇÃO DA RE2 INDUZ HIPERALGESIA MECÂNICA POR 90 DIAS. NESSE SUB-PROJETO AVALIAREMOS OS MECANISMOS ESPINAIS ENVOLVIDOS NA HIPERALGESIA INDUZIDA PELA PROTEÍNA RECOMBINANTE E2 (RE2) DO VÍRUS CHIKUNGUNYA. NESTE SUB-PROJETO INVESTIGAREMOS A PARTICIPAÇÃO ESPINAL DA: 1) IL-33/ST2, 2) TNF-Α, 3) IL-1/IL-1R, 4) VIAS DE SINALIZAÇÃO DAS MAP QUINASES (ERK1/2, P38 E JNK), PI3K, MTOR E NFKB E 5) DAS CÉLULAS DA GLIA NA HIPERALGESIA INDUZIDA PELA RE2. AS FERRAMENTAS FARMACOLÓGICAS QUE UTILIZAREMOS PARA AVALIAR O PAPEL DESSAS VIAS NA HIPERALGESIA INDUZIDA PELA RE2 SÃO: I) ST2 SOLÚVEL, II) ETANERCEPT, III) IL-1RA, IV) INIBIDOR DA MAP QUINASE ERK (PD98059), V) INIBIDOR DA MAP QUINASE P38 (SB202190), VI) INIBIDOR DA MAP QUINASE JNK (SP600125), VII) INIBIDOR DA PI3K (WORTMANIN), VIII) INIBIDOR DA MTOR (RAPAMICINA), IX) INIBIDOR DO NFKB (PDTC), E X) INIBIDORES DE CÉLULAS DA GLIA (INIBIDORES SELETIVOS DE ASTRÓCITOS [FLUROCITRATO E Α-AMINOADIPATO] E INIBIDOR DE MICRÓGLIA [MINOCICLINA]). EM CONJUNTO COM O EFEITO DAS FERRAMENTAS DESCRITAS ACIMA SOBRE A RESPOSTA COMPORTAMENTAL, UTILIZAREMOS TÉCNICAS DE BIOLOGIA MOLECULAR PARA COMPROVAR A ATIVAÇÃO DOS MECANISMOS DESCRITOS NA MEDULA ESPINAL. O PRESENTE PROJETO FOI APROVADO PELA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UEL SOB O Nº: 16425.2015.66..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2016 - Atual
Doenças inflamatórias: Desenvolvimento de fármacos, fisiopatologia e tratamento - MULTINFLAMA
Descrição: Aprovados R$ 1.564.948,00 na Chamada Pública MCTI/FINEP/CT-Infra - PROINFRA - 02/2014.Este projeto visa o desenvolvimento da pesquisa e pós-graduação com implicações diretas no fortalecimento da estrutura de equipamentos multiusuários, vinculados a grupos de pesquisa em desenvolvimento ou desenvolvidos em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional da UEL. Os equipamentos requisitados estão vinculados a 24 grupos de pesquisa na área de Ciências da Saúde e a 8 Programas de Pós-graduação (Ciências da Saúde, Ciências da Reabilitação, Enfermagem, Química, Multicêntrico em Ciências Fisiológicas, Educação Física, Patologia Experimental e Saúde Coletiva). O foco acadêmico é o estudo de doenças inflamatórias em vários níveis. Os grupos de pesquisa vinculados ao projeto apresentam conhecimento comprovado para o desenvolvimento de novos fármacos, desde o isolamento de novas biomoléculas, investigação do seu mecanismo de ação, desenvolvimento de novas formas farmacêuticas, investigação dos mecanismos fisiopatológicos de doenças inflamatórias com enfoque no estresse oxidativo, citocinas e vias de sinalização intracelular, biomarcadores de doenças, terapias farmacológicas, ensaios clínicos, técnicas de avaliação e reabilitação física e atenção ao paciente com doenças inflamatórias. Estes grupos de pesquisa desenvolvem estudos pré-clínicos e clínicos de doenças inflamatórias. Progressivamente, temos conseguido desenvolver projetos de pesquisa em colaboração, alinhando a pesquisa básica e clínica em vários níveis como, por exemplo, a validação de marcadores de doença previstos em modelos animais de doenças com envolvimento inflamatório e ensaios clínicos tendo tais moléculas como alvo. Esse ambiente científico translacional é imprescindível para o avanço científico com implicações regionais e mundiais. Nosso ambiente científico também está intimamente relacionado ao desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas ainda em fase pré-clínica, mas já com depósitos de pedido de patente. A estrutura física para os equipamentos já está disponível nos Laboratórios Periféricos dos Grupos de Pesquisa da proposta associados aos Programas de Pós-graduação e no CEPPOS (Centro Especializado em Pesquisa e Pós-Graduação em Saúde), caracterizado por laboratórios multiusuários para todos os cursos de pós-graduação do Centro de Ciências da Saúde, que foi construído com recursos FINEP e inaugurado em 2015. São solicitadas 4 Estruturas: 1. Imuno-Biologia Celular (citometria de fluxo); 2. Desenvolvimento de Fármacos (spray dryer); 3. Biologia Molecular (sistemas para PCR e western blot); e 4. Avaliação Cardiorrespiratória e Cinético-Funcional (sistemas para avaliação metabólica - gases, eletrofisiológica e de movimento). Os equipamentos solicitados serão importantes para o desenvolvimento de novas formas farmacêuticas no caso do Spray Dryer; propiciar o uso de ferramentas de biologia molecular nos projetos de pesquisa com sistemas para PCR e Western blot; propiciar o uso de ferramentas de biologia celular para investigar de maneira mais profunda os tipos celulares envolvidos na fisiopatologia de modelos de doença e de doenças em amostras de pacientes utilizando-se a citometria de fluxo; e a estrutura de equipamentos para o estudo da reabilitação de pacientes, como o analisador de gases, o sistema de análise de marcha e o amplificador eletrofisiológico em associação com o estudo de marcadores de doença (p.ex. estresse oxidativo e citocinas) fornecerão conhecimento mais detalhado do progresso terapêutico e de eventuais oportunidades de novos alvos terapêuticos. Assim, este subprojeto pretende a aquisição de novos equipamentos para o incremento e consolidação de grupos de pesquisa, bem como a formação de novas redes de pesquisa envolvendo a pesquisa pré-clínica e clínica em estudos translacionais para benefício dos pacientes com doenças inflamatórias..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - Atual
AVALIAÇÃO DO EFEITO ANTINOCICEPTIVO DOS FLAVONOIDES NARINGENINA E DIOSMIN EM MODELO DE DOR INDUZIDA PELAS CÉLULAS TUMORAIS DE EHRLICH EM CAMUNDONGOS
Descrição: A SENSAÇÃO DA DOR É DE GRANDE IMPORTÂNCIA PARA SOBREVIVÊNCIA DO HOMEM, POIS QUASE SEMPRE É PROVOCADA POR ESTÍMULOS PREJUDICIAIS. A DOR É UMA RESPOSTA DIRETA A UM EVENTO INDESEJÁVEL, QUE PODE SER UM TRAUMA, UMA INFLAMAÇÃO E ATÉ MESMO O CÂNCER. A DOR NO CÂNCER É UM GRAVE PROBLEMA PARA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES, SENDO QUE A INEFICIÊNCIA DOS TRATAMENTOS JUNTAMENTE COM A PROGRESSÃO TUMORAL POTENCIALIZA ESTE PROBLEMA. OS MECANISMOS QUE DESENCADEIAM A DOR NO CÂNCER NÃO SÃO COMPLETAMENTE ESCLARECIDOS, PORÉM, EXISTEM EVIDÊNCIAS QUE PELO MENOS EM PARTE ENVOLVA MECANISMOS SEMELHANTES AOS DA DOR INFLAMATÓRIA E NEUROPÁTICA. A DOR NO CÂNCER É TRATÁVEL, PORÉM OS TRATAMENTOS UTILIZADOS NA CLÍNICA ALGUMAS VEZES SÃO INEFICAZES, OU POSSUEM EFEITOS COLATERAIS QUE DEBILITAM AINDA MAIS A QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES. SABE-SE TAMBÉM QUE COMO EXISTEM DIFERENTES TIPOS DE CÂNCER E LOCALIZAÇÃO DA MASSA TUMORAL, ACREDITA-SE QUE EXISTA DIFERENTES TIPOS DE DOR NO CÂNCER. ISTO DIFICULTA A ELIMINAÇÃO DA DOR E DIMINUI EXTREMAMENTE AS CHANCES DE TERMOS UM ÚNICO MEDICAMENTO PARA TODOS OS PACIENTES. ATUALMENTE, MUITOS ESTUDOS TÊM BUSCADO TRATAMENTOS ALTERNATIVOS E NATURAIS QUE POSSAM SER UTILIZADOS COMO UMA TERAPIA ADICIONAL PARA O CONTROLE DESTE TIPO DE DOR. NESTE SENTIDO, OS FLAVONÓIDES TÊM SIDO AMPLAMENTE ESTUDADOS, POIS APRESENTAM PROPRIEDADES BENÉFICAS COMO, ATIVIDADE ANTI-INFLAMATÓRIA, ANTINOCICEPTIVA, ANTITUMORAIS E ANTIPARASITÁRIAS. SUAS PROPRIEDADES PARECEM ESTAR RELACIONADAS COM AÇÃO SOBRE MEDIADORES CELULARES COMO PROTEÍNAS QUINASES, ENZIMAS DA CASCATA INFLAMATÓRIA E AÇÃO ANTIOXIDANTE, O QUE CARACTERIZAM SEU POTENCIAL ANTIINFLAMATÓRIO. OS FLAVONOIDES TAMBÉM PARECE INDUZIR APOPTOSE E INIBIR A PROMOÇÃO TUMORAL, SENDO DESTACADOS COMO UM POSSÍVEL AGENTE ANTICÂNCER. OS FLAVONÓIDES SÃO COMPOSTOS POLIFENÓLICOS BIOSSINTETIZADOS, PRECURSORES DE VÁRIOS GRUPOS DE SUBSTÂNCIAS COMO AMINOÁCIDOS, TERPENÓIDES, ÁCIDOS GRAXOS, DENTRE OUTROS (MANN, ET AL. 1987). ELES PARTICIPAM DE IMPORTANTES FUNÇÕES NO CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO E NA DEFESA DOS VEGETAIS CONTRA O ATAQUE DE PATÓGENOS (DIXON & HARRISON, 1990) E ESTÃO PRESENTES NAS PLANTAS, CONCENTRADOS EM SEMENTES, FRUTOS, CASCAS, RAÍZES, FOLHAS E FLORES (FELDMANN, ET AL. 2001). CONSIDERANDO O FATO DA NARINGENINA E DO DIOSMIN SEREM FLAVONÓIDES, ACREDITAMOS QUE ELES POSSAM ATRIBUIR TODOS OS EFEITOS BENÉFICOS JÁ DESCRITOS. SENDO QUE NA LITERATURA É POSSÍVEL ENCONTRAR TRABALHOS QUE DEMONSTRAM A ATIVIDADE DESTES FLAVONOIDES PRINCIPALMENTE IN VITRO, SENDO A NARINGENINA UM POSSÍVEL AGENTE ANTI-INFLAMATÓRIA, ANTIOXIDANTE, E ANTITUMORAL E O DIOSMIN POSSUI EFEITO PROTETOR, ANTI-INFLAMATÓRIO E ANTI-APOPTÓTICO. OUTRO ASPECTO IMPORTANTE EM ESTUDAR OS FLAVONOIDES SE DA AO FATO DELES APRESENTAREM BAIXA TOXICIDADE E SEREM DISPONÍVEIS COMERCIALMENTE PARA COMPRA, PODENDO FACILITAR A FABRICAÇÃO DE FORMULAÇÕES TERAPÊUTICAS DESTES COMPOSTOS. ASSIM, ESTE PROJETO TEM COMO OBJETIVO AVALIAR O EFEITO ANTINOCICEPTIVO E MECANISMO DE AÇÃO DOS FLAVONÓIDES NARINGENINA E DIOSMIN EM MODELO DE DOR INDUZIDA PELAS CÉLULAS TUMORAIS DE EHRLICH EM CAMUNDONGOS..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - Atual
IPA/NO-ASPIRINA, UMA NOVA MOLÉCULA FORMADA POR UM DOADOR DE NITROXIL COMPLEXADO À ASPIRINA: EFEITO E MECANISMO DE AÇÃO NA HIPERALGESIA MECÂNICA INDUZIDA PELA CONTRIÇÃO CRÔNICA DO NERVO CIÁTICO EM CAMUNDONGOS
Descrição: ESTE TRABALHO JÁ FOI APROVADO PELA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA/UEL) SOB PROTOCOLO NÚMERO 22588.2015.19. A DOR CRÔNICA REPRESENTA UM IMPORTANTE PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA E, CADA VEZ MAIS, EXISTE A NECESSIDADE DE ENTENDÊ-LA VISANDO À OBTENÇÃO DE NOVOS TRATAMENTOS. NOS ÚLTIMOS ANOS, INÚMEROS AVANÇOS TÊM SIDO ALCANÇADOS NO QUE DIZ RESPEITO AOS MECANISMOS MOLECULARES QUE PARTICIPAM NA INDUÇÃO E MANUTENÇÃO DA DOR CRÔNICA. NESSE SENTIDO, É ESSENCIAL O DESENVOLVIMENTO DE NOVAS TERAPIAS ANALGÉSICAS QUE MODULEM EFETIVAMENTE TAIS MECANISMOS. DESCREVEMOS RECENTEMENTE QUE O DOADOR DE NITROXIL (HNO/NO-), SAL DE ANGELI, APRESENTA EFEITO ANALGÉSICO POR INIBIR A PRODUÇÃO DE CITOCINAS E ATIVAR A VIA DE ANALGESIA GMPC/PKG/CANAIS DE K+ ATP SENSÍVEIS EM MODELOS DE DOR INFLAMATÓRIA. O SAL DE ANGELI TAMBÉM APRESENTA EFEITO MICROBICIDA E REDUZ A INFLAMAÇÃO NA ARTRITE SÉPTICA. EM OUTROS SISTEMAS COMO O CARDIOVASCULAR, DEMONSTROU-SE QUE O NITROXIL APRESENTA EFEITOS ADICIONAIS AO NO (SEM CARGA OU CARREGADO POSITIVAMENTE) ATUANDO COMO FATOR RELAXANTE DO ENDOTÉLIO E FATOR HIPERPOLARIZANTE. ASSIM, O HNO PARECE TER EFEITOS ADICIONAIS AO NO. RECENTEMENTE FOI SINTETIZADO UM NOVO DOADOR DE NITROXIL CONJUGADO A ASPIRINA (ANTI-INFLAMATÓRIO NÃO ESTEROIDAL, AINE), O IPA/NO-ASPIRINA. ESTA NOVA MOLÉCULA APRESENTA 2 CARACTERÍSTICAS POTENCIALMENTE IMPORTANTES: 1) A PRESENÇA DA ASPIRINA, UM DOS ANALGÉSICOS MAIS UTILIZADOS ATUALMENTE QUE ATUA TANTO PELA INIBIÇÃO DA COX-1 QUANTO PELA INDUÇÃO DE LIPOXINAS VIA COX-2 ACETILADA; 2) A DOAÇÃO MAIS PROLONGADA DE HNO EM COMPARAÇÃO AO SAL DE ANGELI, E OS EFEITOS ANALGÉSICOS DO HNO. CONTUDO, NÃO FORAM AVALIADOS SEUS EFEITOS ANALGÉSICOS EM MODELO DE NEUROPATIA E SE SEUS MECANISMOS REFLETEM À ADIÇÃO DAS DUAS MOLÉCULAS. DESSA FORMA ESTE PROJETO TEM COMO OBJETIVO AVALIAR O EFEITO E MECANISMOS DE AÇÃO DO IPA/NO-ASPIRINA NO MODELO DE DOR NEUROPÁTICA INDUZIDA PELA INJÚRIA POR CONSTRIÇÃO CRÔNICA DO NERVO CIÁTICO EM CAMUNDONGOS COM ENFOQUE NA MODULAÇÃO DE MECANISMOS IMPORTANTES NA FISIOPATOLOGIA DA DOR NEUROPÁTICA COMO: A) ATIVAÇÃO SPINAL DE CÉLULAS DA GLIA E NEURÔNIO, B) MAP QUINASES E NF-ΚB, C) ATIVAÇÃO DA PLATAFORMA DO INFLAMASSOMA NALP1/ASC/CASPASE-1, D) TRANSMISSÃO SINÁPTICA E DO INFLUXO DE CÁLCIO E) PRODUÇÃO DE CITOCINAS, F) MEDIADORES LIPÍDICOS (ATLA4 E PGE2) F) ATIVAÇÃO DA VIA GMPC/PKG/CANAIS DE K+ ATP SENSÍVEIS G) PRODUÇÃO DE HNO POR NEURÔNIOS E CÉLULAS DA GLIA. UTILIZAREMOS PARA COMPARAÇÃO O TRATAMENTO COM AS MOLÉCULAS SEPARADAS E EM COMBINAÇÃO: IPA/NO (DOADOR DE NITROXIL) E ASPIRINA. ESPERAMOS QUE ESTA NOVA MOLÉCULA (IPA/NO-ASPIRINA) SEJA PROMISSORA PARA O TRATAMENTO DA DOR NEUROPÁTICA. ADEMAIS, VISAMOS QUANTIFICAR O HNO EM CULTURA DE CÉLULAS GLIAIS E NEURONAIS COM OBJETIVO DE ELUCIDAR, ALÉM DO PAPEL EXÓGENO, O PAPEL ENDÓGENO DO HNO NA MODULAÇÃO DA DOR NEUROPÁTICA.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - Atual
AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE E DESENVOLVIMENTO DE MÉTODOS DE SECAGEM EM EXTRATOS OU FRAÇÕES CONTENDO DITERPENOS E/OU ANTOCIANINAS
Descrição: OXIDAÇÃO É A TRANSFERÊNCIA DE ELÉTRONS DE UM ÁTOMO PARA OUTRO E REPRESENTA UMA PARTE ESSENCIAL DA VIDA AERÓBIA E DO NOSSO METABOLISMO, UMA VEZ QUE O OXIGÊNIO É O ÚLTIMO ACEPTOR NO SISTEMA DE FLUXO DE ELÉTRONS QUE PRODUZ ENERGIA NA FORMA DE ATP, ENTRETANTO, PROBLEMAS PODEM SURGIR QUANDO O FLUXO DE ELÉTRONS TORNA-SE INCOMPLETO, GERANDO RADICAIS. UMA VEZ FORMADO, O RADICAL PODE REAGIR COM OUTRO RADICAL OU COM OUTRA MOLÉCULA POR VÁRIOS TIPOS DE REAÇÕES. O TERMO ?ESPÉCIES REATIVAS DE OXIGÊNIO? (EROS) É FREQUENTEMENTE USADO PARA INCLUIR ESPÉCIES DE RADICAIS E NÃO RADICAIS E SÃO CONSTANTEMENTE FORMADAS IN VIVO PODENDO SER EXTREMAMENTE TÓXICAS QUANDO GERADAS EM EXCESSO OU EM MEIO AMBIENTE NÃO APROPRIADO DESTA FORMA, ESTRESSE OXIDATIVO É O TERMO USADO PARA REFERIR O DESEQUILÍBRIO ENTRE FORMAÇÃO DE EROS E A ATIVIDADE DE DEFESA ANTIOXIDANTE. OS COMPOSTOS ANTIOXIDANTES REFEREM-SE ÀS MOLÉCULAS QUE POSSAM DIMINUIR OU BLOQUEAR AS REAÇÕES DE OXIDAÇÃO INDUZIDAS PELOS RADICAIS LIVRES, PODENDO AGIR NO BLOQUEIO DA PROPAGAÇÃO EM CADEIA DOS RADICAIS, QUELANDO ÍONS METÁLICOS DE TRANSIÇÃO OU AINDA ATRAVÉS DA CATÁLISE ENZIMÁTICA NA REDUÇÃO DE PERÓXIDOS. EXISTEM MUITAS EVIDÊNCIAS EPIDEMIOLÓGICAS QUE DIETAS RICAS EM FRUTOS COLORIDOS PODEM REDUZIR A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS RELACIONADAS COM O ESTRESSE OXIDATIVO COMO, CARDIOVASCULARES, DIABETES E CÂNCER. ESTES EFEITOS PROTETORES PODEM SER ATRIBUÍDOS AOS COMPOSTOS DA CLASSE DOS FLAVONOIDES (ANTOCIANINAS/ANTOCIANIDINA) E DITERPENOS (ÁCIDO CAURENÓICO), A ESTES COMPOSTOS SÃO RELATADAS ATIVIDADES ANTI-INFLAMATÓRIA, ANTINOCICEPTIVA E ANTICANCERÍGENA, PODENDO ESTAR RELACIONADAS ÀS SUAS CAPACIDADES ANTIOXIDANTES, PORÉM ALGUMAS DESTAS PRINCIPALMENTE AS ANTOCIANINAS DEMONSTRAM BAIXA ESTABILIDADE E ATRAVÉS DO PROCESSO DE SECAGEM POR SPRAY-DRYING, UMA TÉCNICA QUE EXERCE INFLUÊNCIA VISANDO A MELHORA NÃO SOMENTE DAS CARACTERÍSTICAS TECNOLÓGICAS, FÍSICAS E QUÍMICAS DOS PRODUTOS OBTIDOS, MAS TAMBÉM SOBRE À ATIVIDADE BIOLÓGICA. DIANTE DO EXPOSTO, O PRESENTE PROJETO DE PESQUISA TEM COMO OBJETIVO A OBTENÇÃO DE EXTRATO DICLOROMETÂNICO DA SPHAGNETICOLA TRILOBATA, VISANDO O FRACIONAMENTO E ISOLAMENTO DO ÁCIDO CAURENÓICO; OBTENÇÃO DE EXTRATOS E/OU FRAÇÕES RICAS EM ANTOCIANINAS/ANTOCIANIDINAS DA JABOTICABA E JAMBOLÃO, REALIZAR A IDENTIFICAÇÃO ESTRUTURAL DO ÁCIDO CAURENÓICO E DAS ANTOCIANINAS/ANTOCINIDINAS ATRAVÉS DE HPLC, RMN E LC-MS; DETERMINAR OS MECANISMOS DE AÇÃO ANTIOXIDANTE/SEQUESTRADORA DE RADICAL LIVRE DE AMBOS OS COMPOSTOS E VERIFICAR A VIABILIDADE DO PROCESSO DE SECAGEM POR SPRAY-DRYER DOS EXTRATOS, FRAÇÕES E/OU DOS COMPOSTOS ISOLADOS..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - Atual
AVALIAÇÃO DO EFEITO TERAPÊUTICO DA VIMPOCETINA, HESPERIDINA METIL-CHALCONA, TRANS-CHALCONA E SUAS FORMAS MICROENCAPSULADAS EM MODELO DE COLITE EM CAMUNDONGOS
Descrição: DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS (DII) É UM TERMO GERAL PARA UM GRUPO DE DESORDENS INFLAMATÓRIAS CRÔNICAS QUE INCLUI A DOENÇA DE CROHN E A COLITE ULCERATIVA. AS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS OCORREM PRINCIPALMENTE DEVIDO ÀS DESORDENS INFLAMATÓRIAS RESULTANTES DA INFILTRAÇÃO TRANSMURAL DE NEUTRÓFILOS, MACRÓFAGOS E LINFÓCITOS NA MUCOSA E SUBMUCOSA DO CÓLON. OS NEUTRÓFILOS E MACRÓFAGOS INFILTRADOS E ATIVADOS REPRESENTAM UMA IMPORTANTE FONTE DE ESPÉCIES REATIVAS DE OXIGÊNIO, COMO ÂNION SUPERÓXIDO E RADICAL HIDROXIL, E SÃO CONSIDERADOS AS CÉLULAS RESPONSÁVEIS PELA DESTRUIÇÃO DA INTEGRIDADE EPITELIAL E DESENVOLVIMENTO DA INJÚRIA COLÔNICA OBSERVADA NESTES PACIENTES. ALÉM DISTO, INÚMEROS MEDIADORES, INCLUINDO LEUCOTRIENOS E CITOCINAS INFLAMATÓRIAS, SÃO PRODUZIDOS E CONTRIBUEM PARA A QUIMIOTAXIA DE NEUTRÓFILOS NESTAS DOENÇAS. O EXCESSO NA PRODUÇÃO DE MEDIADORES PRÓ-INFLAMATÓRIOS E PRÓ-OXIDANTES, ASSOCIADO À REDUÇÃO DAS DEFESAS ANTIOXIDANTES, CAUSAM DANOS A COMPONENTES CELULARES, LEVANDO A PROGRESSÃO DA INJÚRIA, DISFUNÇÃO E INFLAMAÇÃO, O QUE CULMINA COM A EXACERBAÇÃO DO PROCESSO PATOLÓGICO NO CÓLON. AO CONSIDERARMOS A PARTICIPAÇÃO DE MEDIADORES PRÓ-INFLAMATÓRIOS, COMO CITOCINAS E RADICAIS LIVRES NA PATOGÊNESE DAS DII, A PESQUISA EM NOVOS FÁRMACOS COM PROPRIEDADES ANTI-INFLAMATÓRIAS E ANTIOXIDANTES PARA O TRATAMENTO DAS DII APRESENTA-SE COMO UMA ABORDAGEM TERAPÊUTICA PROMISSORA. A VIMPOCETINA É UM DERIVADO SEMI-SINTÉTICO DA VINCAMINA E TEM SIDO UTILIZADA AMPLAMENTE NO TRATAMENTO DE DESORDENS CEREBROVASCULARES E NA MELHORIA DOS DANOS COGNITIVOS, TAIS COMO NO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL, NA DOENÇA DE ALZHEIMER E DISTÚRBIOS DE MEMÓRIA. O SEU EFEITO CLÍNICO BENÉFICO DEVE-SE A SUA AÇÃO ANTIOXIDANTE, ANTI-INFLAMATÓRIA, VASODILATADORA E NEUROPROTETORA. ALÉM DISSO, OUTROS ESTUDOS DEMONSTRARAM A PARTICIPAÇÃO DA VIMPOCETINA NA PREVENÇÃO DE DANOS À MUCOSA GÁSTRICA DE ANIMAIS, ASSIM COMO PROPRIEDADES ANTIOXIDANTES EM MODELO IN VITRO. JÁ A HESPERIDINA METIL-CHALCONA É UM FLAVONÓIDE DERIVADO DA HESPERIDINA. DADOS NA LITERATURA MOSTRAM QUE ESTE FLAVONÓIDE, QUANDO ASSOCIADO AO EXTRATO DE RUSCUS ACULEATUS E ÁCIDO ASCÓRBICO, MELHORA A QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES COM COMPLICAÇÕES VENOSAS CRÔNICAS. A TRANS-CHALCONA, UM FLAVONOIDE PERTENCENTE À CLASSE DAS CHALCONAS, APRESENTOU EFEITOS ANTIOXIDANTES AO REDUZIR A PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA E OS NÍVEIS DE GLUTATIONA PEROXIDASE INDUZIDAS POR PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO EM CÉLULAS DE CARCINOMA HEPATOCELULAR. ALÉM DISTO, DADOS RECENTES DO NOSSO LABORATÓRIO MOSTRARAM QUE A HESPERIDINA METIL-CHALCONA E A TRANS-CHALCONA REDUZEM A INFLAMAÇÃO E A DOR INFLAMATÓRIA EM MODELOS EXPERIMENTAIS. UMA VEZ QUE NÃO EXISTEM DADOS NA LITERATURA SOBRE A UTILIZAÇÃO DESTAS TRÊS SUBSTÂNCIAS EM MODELOS EXPERIMENTAIS DE COLITE E QUE DEMONSTRAMOS O AUMENTO DA EFICÁCIA DO FLAVONÓIDE QUERCETINA MICROENCAPSULADO EM RELAÇÃO A QUERCETINA NÃO MICROENCAPSULADA PARA AO TRATAMENTO DA COLITE EXPERIMENTAL, NÓS PROPOMOS AVALIAR O EFEITO TERAPÊUTICO DESTAS SUBSTÂNCIAS EM MODELO DE COLITE EXPERIMENTAL INDUZIDA POR ÁCIDO ACÉTICO E, TAMBÉM, AVALIAR SE A MICROENCAPSULAÇÃO PROPORCIONA EFEITOS ADICIONAIS A ESTAS SUBSTÂNCIAS SOBRE A COLITE EXPERIMENTAL EM CAMUNDONGOS..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - Atual
Sistemas líquido-cristalinos como potencial estratégia para incorporação do trans-resveratrol: desenvolvimento, caracterização físico-química e ensaios biológicos in vitro e in vivo
Descrição: Financiamento Edital de Fluxo contínuo Fapesp 2014/24180-0 (R$ 33.729,85 + US$ 35.075,00). A exposição diária da pele à radiação ultravioleta (UV) pode causar dano direto ao DNA e ocasionar a proliferação de espécies reativas de oxigênio (EROs), conduzindo ao desequilíbrio entre estes radicais livres e as enzimas antioxidantes presentes na epiderme, como a superóxido dismutase (SOD), a catalase (CAT) e a glutationa peroxidase (GPx). Este desequilíbrio leva a um estado definido como estresse oxidativo, o qual pode desencadear uma série de desordens cutâneas, dentre elas o câncer de pele. Pesquisas têm demonstrado que o trans-resveratrol (RES), devido às suas propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e quimiopreventivas, é um fármaco potencial na terapia contra as alterações decorrentes do estresse oxidativo. Entretanto, algumas de suas propriedades físico-químicas, como a limitada solubilidade aquosa, dificultam sua eficiência terapêutica cutânea, uma vez que possui baixa penetração na pele. Dessa forma, a utilização de sistemas de liberação nanoestruturados para administração cutânea do RES, como os sistemas líquido-cristalinos (SLC), seria extremamente viável, em virtude de suas características de interação com o estrato córneo e outras camadas da pele e capacidade de arranjo do fármaco com efeito protetor e sustentador da liberação. Os objetivos deste trabalho são desenvolver SLC para incorporação do RES e caracterizá-los por meio de microscopia de luz polarizada, espalhamento de raios-X de baixo ângulo (SAXS), reologia, análise térmica, perfil de textura e bioadesão in vitro. Serão realizados ensaios de liberação, retenção e permeação in vitro empregando pele de modelo animal. Posteriormente, serão realizados ensaios de citotoxicidade in vitro e eficácia anti-inflamatória e antioxidante in vivo em modelo de estresse oxidativo cutâneo induzido por radiação UVB. A partir dos resultados obtidos neste projeto, espera-se obter sistemas inovadores que possam ser uma alternativa ao tratamento de desordens cutâneas decorrentes do estresse oxidativo, contribuindo para o aprimoramento tecnológico e científico do país, através do desenvolvimento de novos sistemas nanoestruturados de liberação de fármacos que possam ser acessíveis à população..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - Atual
Investigação química e avaliação do potencial fotoquimioprotetor de Campomanesia guaviroba visando o desenvolvimento de formulação tópica
Descrição: Chamada: MCTI/CNPQ/Universal 14/2014 ? Nº do Processo: 446540/2014-5 (01/2015-12/2017) ? 33.310,00. O fotoenvelhecimento ou envelhecimento extrínseco têm como principal agente causador ou acelerador as radiações ultravioletas (UV), geradora de espécies reativas de oxigênio, que exercem efeitos fotoquímicos importantes na pele humana mediados pelo estresse oxidativo, associado a processos inflamatórios, alterações imunológicas e físicas, dificuldades de cicatrização, danos às estruturas de colágenos, danos ao DNA, aceleração do envelhecimento cutâneo e carcinogêneses. As células possuem sistemas de defesa antioxidante endógeno, contudo com a instalação do estresse oxidativo estes sistemas carecem de uma suplementação de antioxidantes de fontes exógenas. Considerando que espécies vegetais são fontes de antioxidantes naturais capazes de combater ou prevenir os danos oxidativos provocados pelas radiações UV, neste trabalho objetiva-se realizar estudo químico, avaliar in vitro a citotoxicidade e a capacidade antioxidante de insumos obtidos de Campomanesia guaviroba em fibroblastos de murino após exposição ao UVA e ao UVB, incorporar o insumo com maior atividade antioxidante em emulsão e avaliar in vivo a capacidade fotoquimioprotetora da formulação tópica ao estresse oxidativo induzido pelo UVB, por meio da mensuração da capacidade de seqüestro do ABTS+ e do poder de redução férrica, produção de ânion superóxido, da atividade da metaloproteinase e da catalase, de edema, da migração de neutrófilos por medida indireta da atividade de mieloperoxidase, do efeito preventivo nos níveis de glutationa reduzida (GSH) da pele e histologia cutânea. Com os resultados obtidos neste trabalho espera-se identificar os principais constituintes químicos e demonstrar o potencial medicinal de C. guaviroba para o tratamento e prevenção de doenças associadas ao estresse oxidativo mediado pelas radiações UV..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Celso Vataru Nakamura - Integrante / Maria da Conceição Torrado Truiti - Coordenador / Lilian dos Anjos Oliveira Ferreira - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2014 - Atual
Avaliação do efeito terapêutico e mecanismo de ação do ácido vanílico em modelos de dor inflamatória em camundongos
Descrição: Os efeitos do ácido vanílico e seu potencial terapêutico têm sido evidenciados em trabalhos recentes na literatura (kim et al. 2010; prince et al., 2011; itoh et al., 2009; kim et al.,2011), porém não se tem completo conhecimento sobre os mecanismos e mediadores químicos envolvidos em sua atividade. Desta forma, torna-se importante a elucidação dos mecanismos de ação do ácido vanílico, sendo necessários testes em modelos experimentais de dor e inflamação. Também é importante avaliar o potencial terapêutico do ácido vanílico como pré ou pós-tratamento, elucidando assim, se o ácido vanílico se comporta como um tratamento para doenças instaladas, ou apresenta capacidade preventiva no desenvolvimento da inflamação. Desse modo, o atual estudo avaliará se o tratamento com ácido vanílico é capaz de exercer efeito terapêutico em modelos experimentais de dor inflamatória e dor manifesta. Esperamos que os resultados deste trabalho demonstrem a eficácia do ácido vanílico na redução da dor inflamatória, possibilitando melhorias no prognóstico de doenças inflamatórias e qualidade de vida dos pacientes..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Avaliação do efeito terapêutico da quercetina microencapsulada nos danos foto-oxidativos cutâneos induzidos pela radiação UVB em camundongos
Descrição: A exposição diária da pele à radiação ultravioleta pode causar dano direto ao DNA e ocasionar a proliferação de espécies reativas de oxigênio (EROs), conduzindo ao desequilíbrio entre estes radicais livres e as enzimas antioxidantes presentes na epiderme, como a superóxido dismutase (SOD), a catalase (CAT) e a glutationa peroxidase (GPx). Este desequilíbrio leva a um estado definido como estresse oxidativo, o qual pode ser adiado e até mesmo tratado por meio da utilização de produtos com propriedades antioxidantes. Neste contexto podemos destacar a quercetina, um flavonóide encontrado em abundância nos alimentos, o qual tem como característica a alta lipossolubilidade, dificultando sua penetração cutânea e absorção sistêmica. Este flavonóide apresenta diversas atividades biológicas, como ação antialérgica, antineoplásica, antiviral, antimicrobiana, antioxidante e anti-inflamatória e suas propriedades antioxidantes devem-se principalmente à sua capacidade de eliminar radicais livres e quelar metais de transição. Estudos evidenciaram efeitos benéficos do uso tópico de quercetina livre na diminuição dos danos oxidativos causados pela RUV na pele e do uso oral na forma microencapsulada para tratamento de colite em camundongos. No entanto o uso de outras estratégias capazes de aumentar a penetração de quercetina na pele e melhorar a sua biodisponibilidade por via oral devem ser consideradas a fim de otimizar sua ação cutânea. A partir da década de 70 foi introduzido o conceito de sistema de liberação de fármacos (SLF), que permite prever e controlar a velocidade de liberação de um fármaco, prolongando, portanto sua atividade terapêutica e/ou proporcionando liberação sítio específica. O uso de SLF resulta na otimização da resposta terapêutica, prolongando a eficácia, reduzindo a toxicidade e possíveis efeitos adversos, conduzindo geralmente à redução de dosagem ou freqüência de administração, refletindo de maneira positiva na eficácia terapêutica e na aderência ao tratamento. Assim, a evolução da tecnologia tem permitido a produção de formulações de uso tópico e oral mais eficazes e estáveis. Dentre as propostas tecnológicas para incorporação de substâncias ativas, encontram-se os sistemas multiparticulados como as microcápsulas. A singularidade da microencapsulação é o revestimento de partículas muito pequenas e a possibilidade de utilização destas em ampla variedade de formas farmacêuticas. Em se tratando de produtos de uso tópico a substância ativa, ao invés de ser adicionada diretamente no veículo, ou seja, na forma livre, é microencapsulada em vesículas denominadas microcápsulas. Estas vesículas proporcionam um modo diferente de carrear e distribuir as substâncias ativas, oferecendo vantagens como: 1) proteger o ativo de degradação pelo revestimento formado, 2) proporcionar um maior desempenho da substância ativa na pele por permitir liberação gradual da substância, concomitantemente com o aumento do tempo de contato com a pele, evitando possíveis irritações locais que poderiam ocorrer caso o ativo estivesse livre, isto é, disponível para agir, de uma só vez, 3) aumentar a eficácia de fármacos lipossolúveis quando administrados por via oral. Sendo assim, o desenvolvimento de um sistema de liberação microencapsulado para a veiculação da quercetina permitirá modular a liberação e/ou absorção da mesma, o que poderá otimizar sua eficácia in vivo contra os danos oxidativos na pele causados pela exposição à RUV. Assim este trabalho tem como objetivo avaliar a eficácia terapêutica da quercetina microencapsulada quando administrados via tópica e oral em camundongos, no modelo de lesão cutânea induzida pela radiação UVB..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Coordenador / Sandra Regina Georgetti - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Renata M. Martinez - Integrante / Daniela Cristina de Medeiros - Integrante / Vinicius Soares Steffen - Integrante / CARLA VENTURELLI CAVIGLIONE - Integrante / Carolina Bottura - Integrante / Waldiceu A Verri JR - Integrante / Camila Rocha - Integrante / Alessandro Welbi Domingues Junior - Integrante / Georgia Peluci Durante - Integrante.
2014 - Atual
AVALIAÇÃO DO EFEITO ANALGÉSICO E ANTI-INFLAMATÓRIO PERIFÉRICO DA HESPERIDINA-METIL-CHALCONA EM CAMUNDONGOS
Descrição: A DOR É UM SINTOMA PRESENTE NA MAIORIA DAS DOENÇAS INFLAMATÓRIAS, PODENDO ATÉ MESMO LEVAR AO DESENVOLVIMENTO DA DEPRESSÃO OU PERDA DA FUNÇÃO DE TECIDOS OU ÓRGÃOS AFETADOS. DURANTE A INFLAMAÇÃO OCORRE A ATIVAÇÃO PERIFÉRICA DE MECANISMOS RESPONSÁVEIS PELA INDUÇÃO DE EDEMA, MIGRAÇÃO DE LEUCÓCITOS E HIPERALGESIA. A PRODUÇÃO DE ESPÉCIES REATIVAS DE OXIGÊNIO E CITOCINAS PRÓ- E ANTI-INFLAMATÓRIAS TÊM GRANDE PARTICIPAÇÃO NA RESPOSTA MAL-ADAPTATIVA DA INFLAMAÇÃO E NO DESENVOLVIMENTO DA DOR. FLAVONÓIDES COMO A HESPERIDINA-METIL-CHALCONA TÊM RECEBIDO GRANDE ATENÇÃO DA COMUNIDADE CIENTÍFICA E VEM SENDO FOCO DE DIVERSOS ESTUDOS DEVIDO À CAPACIDADE MODULADORA DO PROCESSO INFLAMATÓRIO E AOS POUCOS EFEITOS COLATERAIS QUE ESTES COMPOSTOS APRESENTAM. ASSIM, ESTE PROJETO IRÁ AVALIAR OS MECANISMOS MOLECULARES PERIFÉRICOS PELOS QUAIS A HESPERIDINA-METIL-CHALCONA EXERCE SEUS EFEITOS PROTETORES NA INFLAMAÇÃO E NA DOR, AGUDA E CRÔNICA, POSSIBILITANDO A AMPLIAÇÃO DAS ALTERNATIVAS TERAPÊUTICAS A FIM DE COMPLEMENTAR OS ATUAIS TRATAMENTOS ATRAVÉS DA COMBINAÇÃO DE FÁRMACOS OU PELA SUBSTITUIÇÃO POR COMPOSTOS DE MENOR TOXICIDADE, COMO A HESPERIDINA-METIL-CHALCONA..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Avaliação do Efeito Antinflamatório de Flavonoides e Diterpenos no Modelo de Asma Induzido por Ovalbumina em Camundongos
Descrição: A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas inferiores, caracterizada clinicamente por obstrução reversível das vias aéreas e hiperresponsividade das vias aéreas (ahr). Sua etiologia é resultado de uma interação entre predisposição genética, exposição ambiental a alérgenos e irritantes, e outros fatores específicos que levam ao desenvolvimento e manutenção dos sintomas. No brasil, ocorrem anualmente, cerca de 350.000 inter nações por asma, constituindo-se ela na quarta causa de hospitalizações pelo sistema único de saúde (2,3% do total). A principal característica fisiopatogênica da asma é a inflamação brônquica resultante de um amplo e complexo espectro de interações entre células inflamatórias, mediadores e células estruturais das vias aéreas. Mais de 50 mediadores inflamatórios já foram identificados na inflamação das vias aéreas. Um destes é o óxido nítrico (no) que atua como um bronco dilatador do músculo liso das vias aéreas e como vasodilatador pulmonar e é responsável pela modulação da resposta imune. Sabe-se que a produção de no é aumentada nas vias aéreas de pacientes asmáticos e que esta molécula promove intensamente o processo de quimiotaxia de células inflamatórias no pulmão favorecendo assim, o desenvolvimento de uma resposta th2 clássica do processo asmático. Há evidências de que os inibidores do no podem suprimir a inflamação das vias aéreas por inibir o recrutamento de células inflamatórias e secreção de muco nos pulmões. Assim sendo, a inibição da produção de no pode ser um bom alvo para o estudo clínico de asma. Para o tratamento da asma persistente é recomendado o uso de corticoides inalatórios, no entanto, o controle da doença não é obtido em todos os casos mesmo com a medicação utilizada em altas doses ou em combinação com outras drogas. Dentro do reino vegetal existem vários grupos de compostos químicos produzidos pelas plantas, metabólitos secundários como os flavonoides e os diterpenos, que figuram como alternativas para terapias convencionais de muitas doenças. Estudos in-vitro, tem mostrando que vários compostos diterpenicos possuem atividade anti-hipertensiva, antirretroviral, anticancerígena, anti-inflamatória, analgésica e antibacteriana, bem como funções adoçantes, antioxidantes e alucinógenas. Estudos in-vivo apresentaram atividade antiasmática em cobaias diminuindo a resistência das vias aéreas, o recrutamento de células e a liberação de histamina. Quanto aos flavonoides, seu potencial uso como droga terapêutica advém de sua propriedade de varrer os radicais livres, atuando como antioxidantes eficazes. São ainda, conhecidos por suas atividades anti-inflamatórias e imunomoduladoras inibindo a produção de citocinas pró-inflamatórias e seus receptores. Estudos têm mostrado que flavonoides como a quercetina podem reduzir a inflamação induzida por alérgenos e a hiperresponsividade das vias aéreas e ainda que o risco de desenvolver asma diminui com maior consumo de flavonoides na dieta. Ambos os grupos de produtos naturais apresentam função antioxidante e atividades anti-inflamatórias inibindo recrutamento celular e a produção de citocinas envolvidas no processo asmático, assim, é possível que estes compostos apresentem efeito antiasmático. No presente estudo esperamos demonstrar pela primeira vez a atividade antiasmática dos diterpenos (ácido caurenóico e ácido pimaradienóico) e dos flavonoides (trans-chalcona, hesperidina metil chalcona e da vitexina) bem como elucidar, pelo menos parcialmente, seu mecanismo de ação (citocinas, quimiocinas e mediadores inflamatórios envolvidos)..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
PRODUÇÃO DE ÁCIDO HIALURÔNICO POR STREPTOCOCCUS ZOOEPIDEMICUS ATCC 39920 EM MELAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR: CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO DO PRODUTO.
Descrição: O ÁCIDO HIALURÔNICO É UM POLISSACARÍDEO DE ALTA MASSA MOLAR CONSTITUÍDO DE ÁCIDO D-GLICURÔNICO E N-ACETILGLICOSAMINA. SUAS PROPRIEDADES VISCOELÁSTICA, HIDRATANTE, E ANTIOXIDANTE, FAZEM DO ÁCIDO HIALURÔNICO UM PRODUTO COM INÚMERAS APLICAÇÕES, SENDO A MAIOR DELAS NA INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS. A PRODUÇÃO MICROBIANA DO POLÍMERO VEM SUBSTITUINDO O ÁCIDO HIALURÔNICO EXTRAÍDO DA CRISTA DE GALO, DEVIDO AO RISCO DE CONTAMINAÇÃO VIRAL EM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL. O ÁCIDO HIALURÔNICO MICROBIANO É SINTETIZADO COMO UMA CAPSULA EXTRACELULAR POR STREPTOCOCCUS DO GRUPO A E C DE LANCERFIELD. ESSAS BACTÉRIAS APRESENTAM EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS QUE PODEM SER OBTIDAS DO MELAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR, SUBPRODUTO AGROINDUSTRIAL RICO EM AÇÚCARES, NITROGÊNIO E SAIS. A ECONOMIA DE UM PROCESSO DE FERMENTAÇÃO INDUSTRIAL DEPENDE DO MEIO DE CULTIVO UTILIZADO, LOGO O OBJETIVO DESTE TRABALHO É VIABILIZAR O CUSTO DE PRODUÇÃO DO ÁCIDO HIALURÔNICO UTILIZANDO MELAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR. A ESTRATÉGIA DE OTIMIZAÇÃO ALTERNARÁ ETAPAS DE TRIAGEM E ESCOLHA DE VARIÁVEIS COM ETAPAS DE OTIMIZAÇÃO POR METODOLOGIA DE SUPERFÍCIE DE RESPOSTA. O PRODUTO OBTIDO APÓS AS ETAPAS DE OTIMIZAÇÕES SERÁ CARACTERIZADO E APLICADO EM UMA FORMULAÇÃO TÓPICA PARA AVALIAÇÕES DE SEUS BENEFÍCIOS QUANDO UTILIZADO EM COSMÉTICOS..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Potencial terapêutico de lipídeos anti-inflamatórios/pró-resolução para o controle da inflamação e estresse oxidativo induzidos por radiação UVB em camundongos
Descrição: Edital MCTI/CNPQ/Universal 14/2014 - Faixa B, processo 444106/2014-6 (R$ 45.000,00 + 19.800 de bolsa de AT/NS). A pele é uma interface biológica com o meio ambiente continuamente exposta a fatores que ameaçam a integridade de estruturas celulares como radiação visível, radiação UV (RUV) e altas concentrações de oxigênio. A RUV é o fator físico mais importante e é uma das principais causas de danos na pele, que resulta em lesões pré-cancerosas e cancerosas e aceleração do envelhecimento cutâneo. A hipótese provável para o aparecimento de patologias de pele devido exposição à radiação solar é formação de espécies reativas de oxigênio (EROs) com ativação, por exemplo, da NADPH oxidase. Aliado às EROs, existe a grande produção de outras moléculas pró-inflamatórias como as citocinas via fatores de transcrição como o fator nuclear NFκB e recrutamento de leucócitos como neutrófilos. Dessa forma, as terapias para o controle da inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB devem ter como alvo seus mecanismos fisiopatológicos. Isto pode ser alcançado utilizando-se uma forma de abordagem cuja relevância está consolidada atualmente que se baseia na redução ou resolução da inflamação tratando-se o processo desencadeado pela radiação UVB com mediadores lipídicos anti-inflamatórios/pró-resolução que incluem 4 classes de moléculas principais: lipoxinas, protectinas, resolvinas e maresinas. De maneira geral, essas moléculas inibem a produção de citocinas, recrutamento de células pró-inflamatórias, aumentam o recrutamento de células anti-inflamatórias, inibem a ativação do NFκB, inibem a expressão/atividade da NADPH oxidase e aumentam a expressão do Nrf2 e hemeoxigenase-1. Comercialmente, há disponibilidade de algumas lipoxinas, resolvinas e maresina, bem como agonistas (BML-111) e antagonistas (BOC-2) de receptor de lipoxina. Dessa forma, propomos para este projeto 4 sub-projetos: 1) Avaliação do efeito da lipoxina A4 e papel endógeno na inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB; 2) Avaliação do efeito da 15-epi-lipoxina A4 e papel no mecanismo de ação da aspirina na inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB; 3) Avaliação do efeito das resolvinas D1, D2 e 17(R) resolvina D1 na inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB; 4) Avaliação do efeito da 7(S) maresina 1 na inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB. Este projeto deve contribuir para melhor entendimento dos mecanismos fisiopatológicos da radiação UVB, bem como propor novas abordagens terapêuticas para o seu tratamento..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Coordenador / Sandra R Georgetti - Integrante / Maria José V Fonseca - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Fabiana Testa Moura de Carvalho Vicentini - Integrante / Ana Carla Zarpelon - Integrante / Felipe Almeida de Pinho Ribeiro - Integrante / Vinicius Soares Steffen - Integrante / CARLA VENTURELLI CAVIGLIONE - Integrante / MARTINEZ, RENATA M. - Integrante / Carolina Bottura - Integrante / Waldiceu A Verri JR - Integrante / Camila Rocha - Integrante / David Laios do Vale - Integrante / Alessandro Welbi Domingues Junior - Integrante / Georgia Peluci Durante - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2014 - Atual
EFEITO DOS FLAVONOIDES NARINGENINA, HESPERIDINA-METIL-CHALCONA E TRANS-CHALCONA NA INFLAMAÇÃO INDUZIDA PELO ÂNION SUPERÓXIDO.
Descrição: A DOR É UM SINTOMA PRESENTE NA MAIORIA DAS DOENÇAS INFLAMATÓRIAS, PODENDO ATÉ MESMO LEVAR AO DESENVOLVIMENTO DA DEPRESSÃO OU PERDA DA FUNÇÃO DE TECIDOS OU ÓRGÃOS AFETADOS. DURANTE A INFLAMAÇÃO O ÂNION SUPERÓXIDO É PRODUZIDO PELA NADPH OXIDASE QUE PODE SER ATIVADA PELO TNFΑ, ET-1 E IL-33/ST2. ESTE ÂNION, POR SUA VEZ, ATIVA MAP QUINASES, PI3K E O FATOR DE TRANSCRIÇÃO NFΚB INDUZINDO A PRODUÇÃO DE CITOCINA E MEDIADORES PRÓ-INFLAMATÓRIOS. DURANTE A INFLAMAÇÃO OCORRE A ATIVAÇÃO PERIFÉRICA E ESPINAL DESSES MECANISMOS PARA INDUÇÃO DE EDEMA, RECRUTAMENTO CELULAR E HIPERALGESIA/ DOR. OS FLAVONOIDES CONSTITUEM UM GRUPO DE COMPOSTOS FENÓLICOS AMPLAMENTE BIOSSINTETIZADOS NAS PLANTAS. POSSUEM UMA ESTRUTURA QUÍMICA QUE CONFERE UM BAIXO POTENCIAL REDOX À MOLÉCULA E UMA ALTA CAPACIDADE DE TRANSFERIR ELÉTRONS, O QUE TEM SUGERIDO O USO POTENCIAL DESTAS SUBSTÂNCIAS COMO AGENTES TERAPÊUTICOS. A HESPERIDINA-METIL-CHALCONA, NARINGENINA E TRANS-CHALCONA, SÃO FLAVONOIDES QUE TÊM SIDO FOCO DE DIVERSOS ESTUDOS DEVIDO À CAPACIDADE MODULADORA DO PROCESSO INFLAMATÓRIO E AOS POUCOS EFEITOS COLATERAIS QUE ESTES COMPOSTOS APRESENTAM. ASSIM, ESTE PROJETO IRÁ AVALIAR OS MECANISMOS MOLECULARES PERIFÉRICOS PELOS QUAIS HESPERIDINA-METIL-CHALCONA, NARINGENINA E TRANS-CHALCONA EXERCEM SEUS EFEITOS PROTETORES NA INFLAMAÇÃO E NA DOR AGUDA, POSSIBILITANDO A AMPLIAÇÃO DAS ALTERNATIVAS TERAPÊUTICAS A FIM DE COMPLEMENTAR OS ATUAIS TRATAMENTOS ATRAVÉS DA COMBINAÇÃO DE FÁRMACOS OU PELA SUBSTITUIÇÃO POR COMPOSTOS DE MENOR TOXICIDADE, COMO A HESPERIDINA-METIL-CHALCONA, NARINGENINA E TRANS-CHALCONA..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Efeitos terapêuticos e mecanismos de ação de diterpenos nos danos fotoxidativos cutâneos induzidos pela irradiação UVB em camundongos: avaliação do ácido caurenóico, ácido pimaradienóico, ácido diidroabiético, esclareol e manool
Descrição: A pele está continuamente exposta a fatores que ameaçam a integridade de estruturas celulares. Entre eles, a radiação UV figura como um dos agentes mais nocivos, causando inflamação, lesões pré-cancerosas e cancerosas e aceleração do envelhecimento cutâneo. O mecanismo provável que explica o aparecimento de patologias de pele devido exposição à radiação solar é a formação de espécies reativas de oxigênio (EROs) e a mobilização de metais de transição. Portanto, a utilização de antioxidantes de fontes exógenas pode ser uma estratégia terapêutica de sucesso para prevenir danos fotoxidativos cutâneos mediados pela radiação UV. Os diterpenos são metabólitos secundários encontrados em diversas plantas que têm demonstrado considerável atividade biológica na proteção contra os danos causados pelas EROs. Entre os diversos diterpenos existentes, o presente estudo focará em cinco deles: ácido caurenóico, ácido pimaradienóico, ácido diidroabiético, esclareol e manool, cujas atividades antioxidantes já foram demonstradas em outros estudos. Este estudo objetiva determinar os mecanismos de atividade antioxidante in vitro dos diterpenos, bem como seus efeitos terapêuticos e mecanismos de ação quando administrados via oral em camundongos, no modelo de estresse oxidativo cutâneo induzido pela radiação UVB. Dessa forma, será possível estabelecer novas evidências científicas a respeito da utilização e da ação destes compostos e também novas e possíveis abordagens terapêuticas para a prevenção e para o tratamento de patologias cutâneas relacionadas com o estresse oxidativo, como câncer e fotoenvelhecimento. Além das importantes implicações científicas citadas, destacam-se também as sociais e as de saúde coletiva, uma vez que a possível diminuição da incidência de câncer e de danos fotoxidativos resultaria em uma melhora na qualidade de vida da população como um todo, bem como em menores gastos com os atuais medicamentos utilizados para o tratamento dessas doenças..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) Doutorado: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Coordenador / Sandra Regina Georgetti - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Renata M. Martinez - Integrante / José Carlos Duarte - Integrante / Ana Laura Mantuani Ivan - Integrante / Marcela Zambrim Campanini - Integrante / Ana Carla Zarpelon - Integrante / Nilton Syogo Arakawa - Integrante / Vinicius Soares Steffen - Integrante / CARLA VENTURELLI CAVIGLIONE - Integrante / Carolina Bottura - Integrante / Waldiceu A Verri JR - Integrante / Camila Rocha - Integrante / David Laios do Vale - Integrante / Alessandro Welbi Domingues Junior - Integrante / Georgia Peluci Durante - Integrante.
2014 - Atual
AVALIAÇÃO DO EFEITO TERAPÊUTICO E MECANISMO DE AÇÃO DO DIOSMIN EM MODELOS DE DOR EM CAMUNDONGO
Descrição: A dor é um dos sintomas clássicos do processo inflamatório. Esta é decorrente da sensibilização dos nociceptores, produzindo a hiperalgesia e a produção e liberação de mediadores inflamatórios. O crescente interesse no estudo de compostos naturais observado recentemente, se deve principalmente ao fato de muitos desses compostos apresentarem propriedades benéficas e baixa toxicidade. Dentre tais compostos, podemos destacar os flavonoides, os quais têm sido amplamente estudados devido às suas diversas atividades biológicas. O diosmin é um flavonoide, que além de apresentar várias atividades biológicas, é considerado um composto seguro, com boa tolerabilidade e não exerce efeito tóxico. Assim, considerando a participação dos mediadores inflamatórios e estresse oxidativo nos modelos de dor inflamatória e visando o desenvolvimento de novas perspectivas terapêuticas no tratamento da dor e inflamação, neste estudo serão avaliados os efeitos e mecanismos de ação do flavonoide diosmin no controle da dor e inflamação..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
AVALIAÇÃO DOS EFEITOS ANALGÉSICO E ANTI-INFLAMATÓRIO DO ÁCIDO CAURENÓICO EM MODELOS DE PERITONITE, DOR NEUROPÁTICA E ARTRITES EM CAMUNDONGOS.
Descrição: A DOR NEUROPÁTICA É UMA SÍNDROME COMPLEXA RESULTANTE DE LESÕES OU DISFUNÇÃO DE FIBRAS NERVOSAS. ESTUDOS TÊM DEMONSTRADO TAMBÉM A PARTICIPAÇÃO DE CÉLULAS DA GLIA (ASTRÓCITOS E MICROGLIA), LINFÓCITOS T, NEUTRÓFILOS E MACRÓFAGOS QUE LIBERAM CITOCINAS PRÓ-INFLAMATÓRIAS QUE CONTRIBUEM PARA O DANO AXONAL E MODULAM A ATIVIDADE ESPONTÂNEA DOS NOCICEPTORES E A SENSIBILIDADE A ESTÍMULOS, INDUZINDO UMA REAÇÃO NEUROINFLAMATÓRIA COM A EXPRESSÃO DE UM PADRÃO ORDENADO DE CITOCINAS. EXISTEM DIFERENTES TERAPIAS PARA O CONTROLE DA DOR NEUROPÁTICA, EM GERAL VOLTADAS PARA A DIMINUIÇÃO DA ATIVIDADE NEURONAL POREM ALGUNS PACIENTES NÃO RESPONDEM BEM AO TRATAMENTO. A ARTRITE É UM PROCESSO INFLAMATÓRIO QUE SE MANIFESTA NAS ARTICULAÇÕES, TENDO COMO CONSEQUÊNCIA ALGUNS SINAIS E SINTOMAS COMO INCHAÇO NAS ARTICULAÇÕES, RIGIDEZ E FORTES DORES, DECORRENTE DO DANO ARTICULAR E DAS CONSTANTES REAÇÕES INFLAMATÓRIAS NAS ARTICULAÇÕES. EXISTEM DIFERENTES FORMAS DE ARTRITE, CADA UMA COM UM PADRÃO ESPECÍFICO DE RESPOSTA INFLAMATÓRIA. A ARTRITE REUMATOIDE (AR) É CARACTERIZADA POR SER UMA DOENÇA INFLAMATÓRIA CRÔNICA, AUTO-IMUNE E POTENCIALMENTE INCAPACITANTE. HÁ UM AUMENTO DO INFILTRADO CELULAR (LINFÓCITOS T E B, MACRÓFAGOS) DENTRO DA MEMBRANA SINOVIAL, CAVIDADES E TECIDO PERIARTICULAR, LEVANDO A DESTRUIÇÃO DAS ARTICULAÇÕES, LIMITAÇÕES NOS MOVIMENTOS E DECLÍNIO DA FUNÇÃO DOS SISTEMAS METABÓLICOS, NEUROLÓGICOS E CARDIOVASCULARES. A ARTRITE SÉPTICA É CARACTERIZADA PELA PRESENÇA DE BACTÉRIAS VIÁVEIS NA ARTICULAÇÃO, QUE POR SUA VEZ, INDUZEM RESPOSTA INFLAMATÓRIA LOCAL COM LESÃO ARTICULAR E POSSUI RÁPIDA EVOLUÇÃO CAUSANDO A DESTRUIÇÃO E DEFORMAÇÃO NA ARTICULAÇÃO. O ÁCIDO CAURENÓICO (AC) É UM DITERPENO COM AÇÃO ANTIMICROBIANA, ANTI-CANCERÍGENA, HIPOGLICÊMICA, VASORELAXANTE, ANALGÉSICA E ANTI-INFLAMATÓRIA. ADEMAIS, EXTRATO CONTENDO O DITERPENO AC DEMONSTROU ATIVIDADE ANTIBACTERIANA AO INIBIR O CRESCIMENTO E A ADESÃO DE STREPTOCOCCUS MUTANTES, O CRESCIMENTO DE STAPHYLOCOCCUS AUREUS, STAPHYLOCOCCUS EPIDERMIDIS E BACILLUS CEREUS. ASSIM, A ATIVIDADE ANTIBACTERIANA DO AC PARECE SER UM DOS MECANISMOS DE AÇÃO RELEVANTE PARA ESTE COMPOSTO. LIN ET AL. EM 2009 E BOLLER ET AL. EM 2010, DEMONSTRARAM O EFEITO ANTI-INFLAMATÓRIO DO AC EM MODELOS DE EDEMA DE PATA E ORELHA, RESPECTIVAMENTE. EXPERIMENTOS IN VITRO TAMBÉM DEMONSTRARAM QUE O TRATAMENTO COM ÁCIDO CAURENÓICO INIBE A PRODUÇÃO DE OXIDO NÍTRICO, PROSTAGLANDINA E2 E CICLOXIGENASE 2 INDUZIDA POR LPS EM CULTURAS DE MACRÓFAGOS RAW 264.7. NOSSO LABORATÓRIO TAMBÉM CONFIRMOU O EFEITO ANALGÉSICO E ANTI-INFLAMATÓRIO DO AC E CONSTATOU QUE SEU EFEITO ANALGÉSICO SE DEVE À DIMINUIÇÃO NA PRODUÇÃO DE CITOCINAS PRÓ-INFLAMATÓRIAS (TNF-Α EIL-1Β), LIBERAÇÃO DE OXIDO NÍTRICO E ATIVAÇÃO DA VIA DA GMPC (GUANOSINA MONOFOSFATO CÍCLICO), PKG (PROTEÍNA QUINASE G), K+ATP (CANAIS DE POTÁSSIO SENSÍVEIS A ATP). ESTES DADOS CORROBORAM COM OS APRESENTADOS POR TIRAPELLI ET AL. (2004) NA AVALIAÇÃO DO EFEITO VASODILATADOR DO AC EM ARTÉRIAS ISOLADAS DE RATOS. DESSA FORMA, O AC PODERIA SER ÚTIL EM CONDIÇÕES INFECCIOSAS (EX. PERITONITE E ARTRITE SÉPTICA) DEVIDO AO SEU EFEITO ANTIBACTERIANO, E COMO ANALGÉSICO/ANTI-INFLAMATÓRIO DEVIDO A INIBIÇÃO DA PRODUÇÃO DE CITOCINAS E POR ATIVAR A VIA NO/GMPC/PKG/K+ATP, OU EM SITUAÇÕES NAS QUAIS SEJA NECESSÁRIO O USO CONCOMITANTE DE ANTI-INFLAMATÓRIOS E ANTIBACTERIANOS..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2015
Avaliação do efeito analgésico e anti-inflamatório do piracetam e do levetiracetam em modelos de artrite reumatóide, artrite gotosa e neuropatia em camundongos
Descrição: Condições crônicas como artrite e neuropatia representam um sério problema de saúde devido ao efeito incapacitante que promovem. As terapias padrão utilizadas não são eficazes ou são contraindicadas para alguns pacientes, além de o uso prolongado estar associado a efeitos adversos que comprometem a adesão ao tratamento. Essas limitações das terapias padrão têm contribuído para a busca por novas opções terapêuticas mais eficazes e seguras a fim de melhorar a qualidade de vida dos pacientes. O piracetam, fármaco que tem se mostrado seguro ao longo de mais de 40 anos de uso como agente nootrópico, tem apresentado efeito analgésico e anti-inflamatório em modelos de dor visceral e de dor inflamatória na pata de camundongos. O mecanismo de ação do fármaco nesses modelos está relacionado, ao menos em parte, à diminuição da produção de citocinas pró-inflamatórias e do estresse oxidativo. Como na neuropatia, AR e artrite gotosa há a participação desses mecanismos inibidos pelo piracetam como um dos principais fatores causadores de hiperalgesia, nós propomos investigar se o tratamento com piracetam inibe a hiperalgesia observada na neuropatia, na artrite gotosa e na AR e os possíveis mecanismos de ação envolvidos. O levetiracetam tem sido bem tolerado pelos pacientes durante seus mais de 10 anos de uso como fármaco antiepilético e se mostrado eficaz em tratar algumas neuropatias. Além disso, o fármaco reduz o nível de IL-1β e o estresse oxidativo, os quais estão envolvidos na fisiopatologia da artrite e da neuropatia. Por isso, nós propomos investigar se o tratamento com levetiracetam é eficaz em reduzir a hiperalgesia observada na AR e gota. Além disso, investigaremos os prováveis mecanismos de ação envolvidos no efeito do levetiracetam na neuropatia e na artrite reumatóide e gotosa. Para tanto, utilizaremos o modelo de AR induzida por metil éster albumina do soro bovino, artrite gotosa induzida por MSU e neuropatia induzida por contrição crônica do nervo ciático em cam.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2015
Avaliação do efeito analgésico e anti-inflamatório da vitexina em modelo de dor induzida por carragenina em camundongos
Descrição: A dor é um dos principais sintomas do processo inflamatório e é causada pela liberação de diversos mediadores químicos. Nosso laboratório tem demonstrado efeito importante dos flavonóides no controle da inflamação, dor e estresse oxidativo. a vitexina é um flavonóide encontrado em diversos tipos de plantas que vem sendo foco de vários estudos devido à capacidade moduladora do processo inflamatório e aos poucos efeitos colaterais que estes compostos apresentam. Este projeto avaliará se a vitexina apresenta efeito analgésico e anti-inflamatório em diversos modelos e investigará seus mecanismos de ação com enfoque na participação de citocinas, estresse oxidativo, canais trpv1 e sinalização via NO/CGMP/PKG/K+ATP. Espera-se demonstrar o efeito analgésico da vitexina e seus mecanismos de ação..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Efeitos terapêuticos e mecanismos de ação de flavonóides nos danos cutâneos fotoxidativos induzidos pela irradiação UVB em camundongos: avaliação da trans-chalcona, naringenina e hesperidina metil-chalcona
Descrição: Edital Universal Fundação Araucária (24/2012 Programa de Pesquisa Básica e Aplicada). VAlor Financiado de R$ 25.000,00. A pele é uma interface biológica com o meio ambiente continuamenteexposta a fatores que ameaçam a integridade de estruturas celulares como radiação visível, radiação UV (RUV) e altas concentrações de oxigênio. A RUV é o fator físico mais importante e é uma das principais causas de danos na pele, que resulta em lesões pré-cancerosas e cancerosas e aceleração do envelhecimento cutâneo. A hipótese provável para o aparecimento de patologias de pele devido exposição à radiação solar é formação de espécies reativas de oxigênio (EROs) e mobilização de metais de transição. Com o aumento do fluxo de EROs, a regeneração de antioxidantes endógenos torna-se insuficiente ocasionando a sua depleção e o desequilíbrio entre a formação de EROs e a atividade de defesa antioxidante é denominado estresse oxidativo. Portanto, considerando que a pele está constantemente exposta a fatores que levam a instalação do estresse oxidativo e poucos tecidos estão sujeitos a similar grau de exposição, a utilização de antioxidantes de fontes exógenas pode ser uma estratégia terapêutica de sucesso para prevenir danos cutâneos fotoxidativos mediados pela RUV. Nesse sentido, os flavonóides têm despertado interesse, uma vez que apresentam diferentes ações em eventos que envolvem a participação de EROs e substâncias pró-inflamatórias. No entanto, a avaliação dos mecanismos antioxidantes dos flavonóides: trans-chalcona, naringenina e hesperidina metil-chalcona frente a diferentes radicais livres e suas possíveis contribuições e mecanismos de ação na redução dos danos cutâneos fotoxidativos induzidos pela RUV ainda não foram demonstradas. Os flavonóides constituem um grupo de compostos fenólicos amplamente biossintetizados nas plantas, os quais possuem uma estrutura química que confere um baixo potencial redox e uma alta probabilidade em transferir elétrons nas reações, o que tem sugerido o uso potencial destas substâncias como agentes terapêuticos. Assim, a investigação dos mecanismos antioxidantes e dos efeitos terapêuticos e mecanismos de ação destes três flavonóides nos danos fotoxidativos cutâneos contribuirá para estabelecimento de novas evidências científicas a respeito da utilização destes compostos. Os resultados deste projeto visam sugerir os flavonóides: trans-chalcona, naringenina e hesperidina metil-chalcona como novas e possíveis abordagens terapêuticas para a prevenção e tratamento de patologias cutâneas relacionadas com o estresse oxidativo como câncer e fotoenvelhecimento. Além disso, os resultados esperados apresentam importantes implicações científicas, sociais e econômicas, uma vez que a diminuição da incidência de câncer e dos danos fotoxidativos resultará numa melhora na qualidade de vida dos pacientes, como também os estudos pré-clínicos sugeridos neste projeto devem promover o interesse no desenvolvimento de um novo medicamento e ainda contribuirá com a formação de recursos humanos..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (4) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Coordenador / Sandra R Georgetti - Integrante / Maria José V Fonseca - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Renata M. Martinez - Integrante / Fabiana Testa Moura de Carvalho Vicentini - Integrante / Ana Laura Mantuani Ivan - Integrante / Marcela Zambrim Campanini - Integrante / Ana Carla Zarpelon - Integrante / Nilton Syogo Arakawa - Integrante / Karla Guivernau Gaudens Serafim - Integrante / Maria Ines Possebon - Integrante / Vitor Sottero Ferreira - Integrante / Fabiane Yuri Yamacita - Integrante / Suelen Andrade Navarro - Integrante / Vinicius Soares Steffen - Integrante / Danilo Pala - Integrante / CARLA VENTURELLI CAVIGLIONE - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri JR - Integrante / Josiane Alessandra Vignoli - Integrante.Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2013 - Atual
Avaliação do efeito anti-inflamatório e analgésico da vimpocetina na inflamação induzida pelo ânion superóxido.
Descrição: Alguns trabalhos têm demonstrado que a vimpocetina é capaz de reduzir a produção de mediadores pró-inflamatórios devido à inibição da ativação do fator de transcrição nuclear NFκB, diminuição de estresse oxidativo, entre outros mecanismos que levam a um efeito anti-inflamatório. A avaliação dos efeitos farmacológicos e mecanismo de ação da vimpocetina é importante, pois permite atribuir uma nova abordagem terapêutica a este medicamento que atualmente é utilizado para neuroproteção e vasodilatação. Assim, neste trabalho será avaliado o efeito e mecanismo de ação da vimpocetina na dor inflamatória induzida pelo ânion superóxido. Assim, o objetivo desse projeto é investigar os efeitos anti-inflamatório e analgésico da vimpocetina na dor e inflamação induzidas pelo superóxido de potássio (KO2), doador de ânion superóxido, em camundongos. Palavras-chave: dor, inflamação, ânion superóxido, vimpocetina.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Desenvolvimento de microcápsulas de rutina de liberação prolongada e avaliação da sua eficácia in vivo em camundongos
Descrição: Os sistemas de liberação de fármacos são parte integrante da investigação farmacêutica atual para a criação assim como melhoramento dos medicamentos existentes, representando uma etapa crucial para a modulação da liberação do fármaco. A veiculação de fármacos em sistemas de liberação modificada apresenta várias vantagens do ponto de vista terapêutico no tratamento de diversas patologias. Sistemas de liberação modificada evitam a rápida e completa liberação do fármaco, resultando em melhor eficácia terapêutica e adesão do paciente ao tratamento. Sendo assim, o presente trabalho tem como objetivo a obtenção de um sistema de liberação modificada de rutina, no intuito de aumentar a sua eficácia e seu tempo de ação. Para obtenção da rutina microencapsulada será empregado o método físico-químico de coacervação complexa, utilizando o conjugado pectina/caseína para a obtenção da matriz polimérica. A avaliação da morfologia e do tamanho das partículas será realizada por microscopia eletrônica de varredura e pela técnica de espalhamento de luz, respectivamente. Através do método de extração exaustiva será avaliada a quantidade de rutina presente nas microcápsulas, quantificada pelo método de DPPH. A dissolução in vitro será realizada de acordo com as especificações da farmacopéia brasileira 5.ed. a avaliação da eficácia in vivo da rutina microencapsulada será realizada em modelo de carragenina em camundongos. Com o presente projeto espera-se obter um novo produto farmacêutico microencapsulado, de baixo custo, e que possua liberação prolongada, como proposta para o tratamento da dor inflamatória..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
AVALIAÇÃO DE NOVOS ALVOS TERAPÊUTICOS NA DOR NO CÂNCER
Descrição: Chamada de Projetos 12/2013 - Fundação Araucária em parceria com Capes (Bolsa de pós-doc/ R$208.000,00). A DOR AFETA DIRETAMENTE A QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES COM CÂNCER O QUE RESSALTA A IMPORTÂNCIA DESTE CAMPO DE PESQUISA. AS TERAPIAS UTILIZADAS CLINICAMENTE NO COMBATE DESTE TIPO DE DOR SÃO POUCO EFETIVAS E DEPENDEM DE VÁRIOS FATORES: TIPO DA CÉLULA TUMORAL, RESPOSTA DO ORGANISMO CONTRA O TUMOR, PRODUÇÃO DE CITOCINAS, INDUÇÃO DE INFLAMAÇÃO, LOCALIDADE DA MASSA TUMORAL E INJÚRIA DE NEVOS. EMBORA OS MECANISMOS ENVOLVIDOS NA DOR NO CÂNCER NÃO ESTEJAM TOTALMENTE COMPREENDIDOS, PARECEM ENVOLVER MECANISMOS SEMELHANTES AO DA DOR INFLAMATÓRIA E DA DOR NEUROPÁTICA. ATUALMENTE AS PESQUISAS TÊM BUSCADO ENCONTRAR NOVAS ABORDAGENS TERAPÊUTICAS PARA ESTE TIPO DE DOR E COM MENOS EFEITOS COLATERAIS SISTÊMICOS. DESTA FORMA, SABENDO QUE AS VIAS DAS MAP QUINASES, NFΚB, PI3K E MTOR SÃO IMPORTANTES PARA O DESENVOLVIMENTO DE DOR, NÓS ACREDITAMOS QUE ESTAS VIAS TAMBÉM ESTEJAM ENVOLVIDAS NA MANUTENÇÃO DA DOR NO CÂNCER E QUE A INIBIÇÃO DESTAS VIAS PODERIA SER CONSIDERADA UM NOVA ABORDAGEM TERAPÊUTICA. MAIS RECENTEMENTE, PADRONIZAMOS UM MODELO DE HIPERALGESIA MECÂNICA E TÉRMICA INDUZIDA PELA ADMINISTRAÇÃO DE CÉLULAS TUMORAIS DE EHRLICH POR VIA SUBCUTÂNEA PLANTAR EM CAMUNDONGOS. ESSE MODELO TRAZ UMA CARACTERÍSTICA FARMACOLÓGICA IMPORTANTE, A HIPERALGESIA NÃO É SUSCETÍVEL AO TRATAMENTO COM ANTI-INFLAMATÓRIO NÃO ESTEROIDAL (INDOMETACINA) OU ANTIDEPRESSIVO TRICÍCLICO (AMITRIPTILINA), MAS É INIBIDA PELO TRATAMENTO COM MORFINA. ISSO INDICA QUE NESSE MODELO TEMOS UM PROCESSO NOCICEPTIVO EXTREMAMENTE DIFÍCIL DE SER MODULADO E QUE NÃO É INIBIDO APENAS REDUZIDO POR OPIÓIDES, UMA CARACTERÍSTICA DOS TUMORES MAIS DEBILITANTES AO PACIENTE. ASSIM, TERAPIAS QUE INIBAM A HIPERALGESIA NESSE MODELO INDUZIDO PELA ADMINISTRAÇÃO DE CÉLULAS TUMORAIS DE EHRLICH, PODEM REPRESENTAR BOAS PERSPECTIVAS DE FERRAMENTAS FARMACOLÓGICAS NO CONTROLE DA DOR NO CÂNCER. A DESCOBERTA DE TRATAMENTOS MAIS EFETIVOS PARA A DOR NO CÂNCER PODE PERMITIR UM AUMENTO NA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES, PERMITINDO TAMBÉM UM AUMENTO NA INDUSTRIALIZAÇÃO DESTAS DROGAS GERANDO NOVOS EMPREGOS..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Mecanismos periféricos e espinais envolvidos na hiperalgesia induzida pela jararagina: participação das citocinas, do fator de transcrição NFκB e do estresse oxidativo
Descrição: Os acidentes botrópicos, muito comuns no Brasil, resultam em graves lesões locais que não são neutralizadas pela soroterapia podendo resultar em incapacidade temporária ou permanente dos pacientes. A dor e a inflamação são sinais clínicos frequentemente presentes nas vítimas desses acidentes e são atribuídos à ação sinérgica de metaloproteinases, fosfolipases A2 e serinoproteinases encontradas nos venenos. As metaloproteinases de venenos de serpentes (SVMPs) são toxinas chave no estabelecimento da lesão local, induzindo hemorragia, necrose, inflamação e edema. Alguns relatos na literatura sugerem que as SVMPs também estão envolvidas no desencadeamento da hiperalgesia inflamatória, entretanto, os mecanismos envolvidos neste efeito ainda não foram explorados. Nesse sentido, a caracterização dos componentes envolvidos na dor decorrente do envenenamento ofídico é muito importante para entender a patologia do envenenamento e para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas que visam melhorar a recuperação das vítimas de acidentes ofídicos. A jararagina, protótipo de SVMP hemorrágica, é a toxina mais estudada do veneno de Bothrops jararaca. Além de induzir evidente lesão hemorrágica, a jararagina possui ação pró-inflamatória induzindo liberação de citocinas e acúmulo de leucócitos no local da injeção. Entretanto, seu potencial hiperalgésico foi pouco estudado, bem como o pró-oxidante. Diante disso, nossa hipótese considera que os mediadores inflamatórios liberados pela jararagina poderiam ativar uma cascata de sinalização culminando na sensibilização de nociceptores, resultando em hiperalgesia inflamatória. Desta forma, considerando o exposto acima e a importância comprovada clinicamente do TNF-α, IL-1β, IL-33 e NFκB na hiperalgesia, neste projeto avaliaremos a participação de citocinas pró-inflamatórias, do fator de transcrição e do estresse oxidativo tanto em nível periférico como espinais na hiperalgesia mecânica e térmica induzida pela jararagina..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Avaliação do potencial terapêutico e mecanismo de ação da Budleina A para o tratamento de artrites.
Descrição: Aprovação de projeto na Chamada de Projetos 04/2013 PPSUS 2012 Fundação Araucária/SESA- PR/MS/CNPQ, R$50.000,00. A artrite reumatóide é uma doença crônica, auto-imune, caracterizada por lesões articulares graves, diferenciação de linfócitos T auxiliares para o fenótipo Th17, e produção das citocinas envolvidas nesse padrão de resposta. A gota também é um tipo de artrite, porém esta é caracterizada pela deposição de cristais de urato monossódico nas articulações e tecidos periarticulares, apresentando dor e rigidez intensa. Em ambos modelos há ativação do fator de transcrição NFκB. Existe atualmente uma série de terapias, como por exemplo, as que inibem a ação das citocinas, anti-TNF e anti-IL-1, e os glicocorticóides que de maneira receptor-dependente inibem a ativação e/ou atividade do fator de transcrição NFκB. Contudo, apesar da inibição da atividade/ativação do NFκB ser um mecanismo antiinflamatório eficaz, os efeitos adversos relacionados à atividade hormonal dos glicocorticóides limitam o seu uso. Dessa forma, a inibição da ativação do NFκB por drogas que não apresentem efeitos adversos hormonais semelhantes aos glicocorticóides é uma estratégia promissora. Nesse sentido, foi demonstrada a atividade da budleína A, uma lactona sesquiterpênica, em um modelo de inflamação inata aguda induzida por carragenina, o qual está relacionado à inibição da produção de citocinas como TNFα e IL-1β. Outro estudo demonstrou in vitro que a budleína A inibe a ativação do NFκB. Porém, não foi investigada a sua atividade em modelos de artrite. Assim, propomos no presente estudo a investigação do efeito terapêutico da budleína A em modelo de artrite induzida por antígeno (artrite reumatóide) e gota induzida pela administração intra-articular de cristais de urato monosódico e seu mecanismo de ação. Investigaremos in vivo se o tratamento com budleína A reduz a ativação do NFκB, e in vitro em cultura de macrófagos transfectados para produção de luciferase quando ocorre a interação do NFκB com elementos transcripcionais responsivos ao NFκB. Esperamos demonstrar neste trabalho que o tratamento com budleína A inibe o desenvolvimento de inflamação (dor, edema e recrutamento de leucócitos), a produção de citocinas pró-inflamatórias e a ativação do NFκB. Os resultados devem sugerir o tratamento com budleína A como possível abordagem terapêutica na artrite reumatóide e artrite gotosa e que seu mecanismo de ação está relacionado à inibição da ativação do NFκB. Dessa forma, o tratamento com budleína A representaria uma nova possível abordagem terapêutica para a artrite reumatóide e artrite gotosa que melhoraria a qualidade de vida dos pacientes, pois não apresenta os efeitos colaterais de anti-inflamatórios esteroidais e não-esteroidais...
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Busca de novas terapias para melhoria da saúde do paciente com artrite gotosa
Descrição: Projeto aprovado com fomento na Chamada de Projetos 04/2013 PPSUS 2012 Fundação Araucária/SESA- PR/MS/CNPQ. R$150.000,00. A artrite gotosa (gota) apresenta um quadro inflamatório articular grave. Na fase aguda da doença o paciente sofre de dor articular intensa e incapacitante, que se agrava com a evolução da doença, logo a dor é o principal sintoma clínico que leva os indivíduos a procurarem os serviços primários do sistema único de saúde (SUS). A terapia atual é restrita aos glicocorticóides, anti-inflamatórios não esteroidais, colchicina e terapaias anti-Interleucina-1β, os quais apresentam diversos efeitos adversos, eficácia limitada e alto custo no caso de imunobiológicos. Assim, faz-se necessário o desenvolvimento de novas terapias que promovam a melhora na qualidade de vida dos portadores desta doença. Dessa forma, o objetivo do projeto é avaliar novas perspectivas terapêuticas para o tratamento da artrite gotosa utilizando modelo em camundongos. As moléculas a serem avaliadas são: Sal de Angeli (um doador de nitroxil), Ru (Ru(bpy)2(NO)SO3](PF6)) (doador de óxido nítrico sintético), nanopartículas contendo glutationa-NO (GSNO, forma nanoparticulada para veiculação de doador de óxido nítrico), nanocápsulas contendo prostaglandina J2 (PGJ2 ? uma prostaglandina anti-inflamatória que em nanocapsulas necessita-se de uma dose 33 x menor para ter efeito comparando-se a PGJ2 não-encapsulada), naringenina, hesperidina-metil-chalcona e trans-chalcona (flavonóides com ação anti-inflamatória e analgésica segundo estudos preliminares em outros modelos em nossos laboratórios). Assim, neste projeto serão avaliados 3 tipos de abordagens terapêuticas: 1) doadores de óxido nítrico (NO) em diversas formas 2) nanocápsulas contendo PGJ2 (uma prostaglandina anti-inflamatória) que reduzem em até 33 vezes a dose de PGJ2 necessária para sua atividade anti-inflamatória e analgésica; e 3) flavonoides que em outros modelos de inflamação, inibem mecanismos que estão envolvidos na artrite gotosa como a produção de citocinas, recrutamento celular, dor, edema, ativação do NLRP3 inflamassoma e estresse oxidativo aliado ao baixo índice de efeitos colaterais. Estas abordagens serão divididas em 7 subprojetos com enfoque nos efeitos destes compostos na inflamação e dor em modelo de artrite gotosa. Será avaliada a capacidade dessas moléculas em inibir o desenvolvimento da artrite gotosa em camundongos por meio de parâmetros como: dor articular, edema articular, recrutamento celular para articulação, análise histopatológica, produção de mediadores pró-inflamatórios (p.ex. citocinas), estresse oxidativo, vias de sinalização intracelular como fator de transcrição NFκB e vias de reconhecimento de moléculas padrão ativadas na gota como o inflamossoma. Assim, esperamos demonstrar a eficácia e mecanismos de ação destes compostos contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes com artrite gotosa ao propor novas possibilidades de abordagens terapêuticas para esta doença..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Extração do ácido fítico do farelo de arroz utilizando ultrassom e purificação por meio de filtração com membrana
Descrição: No beneficiamento do arroz são geradas quantidades apreciáveis de farelo que é subutilizado. O farelo de arroz apresenta maior teor de ácido fítico (AF) em relação ao arroz polido, portanto, apresenta grande potencial para sua extração. O objetivo deste projeto de pesquisa é avaliar a influência do tempo de ultrassom, proporção sólido-líquido e pH na extração do AF do farelo de arroz utilizado o delineamento fatorial 23 com triplicata no ponto central, totalizando 11 ensaios que serão realizados aleatoriamente; verificar a influência de diferentes membranas poliméricas e cerâmicas utilizadas para microfiltração e ultrafiltração no processo de purificação do AF do farelo de arroz; caracterizar quimicamente o AF purificado por meio das determinações do teor do teor de AF (rendimento e pureza), inositois fosfatos, constituintes minerais, fósforo total e inorgânico, proteínas e solubilidade e avaliar a propriedade antioxidante do AF purificado e compará-la ao AF padrão (Sigma) por meio da determinação da atividade queladora do íon ferro utilizando a batofenatrolina (BPS). Universal/Fundação Araucária Chamada Pública nº 24/2012 (R$42.530,00)..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2017
Padronização de um modelo de hiperalgesia mecânica e térmica induzidas por tumor de Ehrlich em camundongos
Descrição: Descrição: Projeto aprovado na Chamada de Projetos 05/2011: Programa Universal Pesquisa Básica e Aplicada da Fundação Araucária na modalidade A1 (até R$15 mil). Processo Fundação Araucária 23419. Aprovados R$15mil. A sensação de dor é de grande importância para sobrevivência do homem, pois quase sempre é provocada por estímulos prejudiciais. No câncer, a dor afeta diretamente a qualidade de vida dos pacientes. Os mecanismos que desencadeiam e mantêm a dor no câncer não são totalmente conhecidos. Porém existem evidências que a dor no câncer pode apresentar mecanismos também envolvidos na dor inflamatória e dor neuropática. O tumor de Ehrlich foi descrito em 1906 como um carcinoma mamário de camundongos podendo se desenvolver na forma sólida ou ascítica. Neste projeto pretendemos avaliar se a administração subcutânea plantar de células tumorais de Ehrlich induz hiperalgesia mecânica, térmica, edema em camundongos. Também será traçado um perfil farmacológico do modelo, com classes de drogas utilizadas nos tratamentos de pacientes com câncer: Inibidor não seletivo da COX (Indometacina), Opióide (Morfina) e antidepressivo tricíclico (cloridrato de amitriptilina). Para avaliar se o efeito da morfina será dose receptor específico, realizar-se-á o tratamento com o antagonista de receptor opióide (naloxona). Os resultados deste projeto devem contribuir para melhor entendimento da dor no câncer e o desenvolvimento de um novo modelo de hiperalgesia induzida pela administração de células tumorais de Ehrlich para o estudo de novas terapias...
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2016
Análise do efeito antinociceptivo e mecanismos de ação do doador de nitroxil, sal de angeli, no modelo de dor neuropática induzida pela constrição crônica do nervo ciático: estudos in vivo e in vitro
Descrição: Edital Fundação Araucária 08/2012 Bolsas de Pós-Doutorado (Capes e Fundação Araucária - R$ 208.000,00). O controle farmacológico efetivo da dor crônica em neuropatias ainda é um grande desafio tanto para a comunidade médica quanto a científica, uma vez que os fármacos disponíveis na clínica apresentam baixa eficácia além de apresentarem muitos efeitos colaterais. Uma alternativa para contornar esses problemas é a descoberta de potenciais alvos e terapias específicas para o controle da dor crônica. Com relação à dor, apesar de não haverem estudos publicados demonstrando o efeito benéfico do hno, resultados prévios obtidos no nosso laboratório demonstraram que o sal de angeli reduz de forma significativa a hiperalgesia inflamatória aguda induzida pela carragenina, LPS, TNF-α e IL-1β e PGE2. Contudo, não se sabe sobre o possível efeito analgésico desse doador relacionado ao controle de quadros de dores crônicas. Diante disso, o objetivo do presente projeto é investigar o efeito antinociceptivo, bem como os mecanismos de ação, do sal de angeli/doador de nitroxil na dor neuropática induzida pela constrição crônica do nervo ciático (cci) em camundongos, utilizando ferramentas farmacológicas, bioquímicas e microscopia confocal. Nesse sentido, o desenvolvimento do presente projeto poderá contribuir para elucidar mais um possível alvo terapêutico associado a síndromes dolorosas crônicas neuropáticas. Dependendo dos resultados alcançados, as informações obtidas nesse estudo podem servir de base para o desenvolvimento de uma nova classe de fármacos para o tratamento/controle da dor neuropática, representando inovação científica na área de patologia e farmacologia. Além disso, o desenvolvimento do presente projeto contribuirá para a consolidação do conhecimento da pós-doutoranda acerca dos mecanismos envolvidos na dor, além de contribuir para solidificar o programa de pós-graduação em patologia experimental da Universidade Estadual de Londrina..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2015
AVALIAÇÃO DO EFEITO FOTOQUIMIOPROTETOR DO EXTRATO DE AZADIRACHTIA INDICA (NEEM) SOBRE A PREVENÇÃO DO DANO OXIDATIVO CAUSADO POR RADIAÇÃO UVB

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Sandra Regina Georgetti em 18/04/2013.
Descrição: Nas últimas décadas, verificou-se um crescente interesse pelo uso de plantas medicinais e dos respectivos extratos na terapêutica de várias doenças. Uma vez que o Brasil é um país com grande potencial neste campo, por possuir a maior diversidade vegetal do mundo e, além disso, por se tratar de um país tropical, está sendo observado um grande aumento do número de casos de câncer de pele. Portanto, considerando que a pele está constantemente exposta à radiação UV que leva a formação de EROS envolvidas em várias desordens da pele como, câncer, doenças auto-imunes e envelhecimento precoce, o objetivo do projeto é avaliar a quantificação de azadirachtina e de flavonóides e polifenóis totais, a determinação dos mecanismos de atividade antioxidante dos extratos das folhas de Azadirachta indica in vitro e a avaliação o efeito fotoquimiopreventivo de formulações tópicas adicionadas do extrato, com melhor ação antioxidante, por meio de estudos em camundongo sem pêlo expostos à radiação UVB. Desta forma, o projeto visa à obtenção de um produto antioxidante com possível utilização promissora no tratamento de patologias de pele causadas por estresse oxidativo, além de contribuir com a formação de recursos humanos na área de estudo de substâncias antioxidantes..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (2) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Sandra Regina Georgetti - Coordenador / Maria José V Fonseca - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Integrante / José Carlos Duarte - Integrante / Ana Laura Mantuani Ivan - Integrante / Marcela Zambrim Campanini - Integrante / Camila Martins Kawakami - Integrante / Nilton Syogo Arakawa - Integrante / BARACAT, MARCELA MARIA - Integrante / Clara Ruiz de Souza - Integrante / Aline Heloisa Vicensoti - Integrante / Heloyse Hott Paulino - Integrante / Juliana Gueroni - Integrante.
2012 - 2015
Avaliação do efeito terapêutico e mecanismo(s) de ação analgésico e anti-inflamatório do diterpeno ácido pimaradienóico em camundongos.
Descrição: O ácido pimaradienóico é um diterpeno da classe dos pimaranos extraído da Viguiera arenaria Baker (Asteraceae), possui atividades biológicas, tais como ação anti-inflamatória, antimicrobiana e antiespasmódica. Recentes estudos mostraram que esta substancia possui atividade reguladora sobre a resposta inflamatória bloqueando os mediadores envolvidos neste processo. O objetivo do nosso estudo é avaliar a atividade anti-inflamatória e analgésica deste composto, as possíveis vias e mecanismo(s) de ação, através dos modelos de hipernocicepção inflamatória induzidos quimicamente e termicamente (teste da placa quente) em camundongos. Para tanto serão utilizados camundongos Swiss machos pesando entre 20 a 25 gramas. Na avaliação da hipernocicepção inflamatória serão utilizados os modelos de hipernocicepção induzida por carragenina, ácido acético, CFA, PBQ e formalina. A hipernocicepção mecânica será avaliada utilizando os Filamentos de Von Frey. Além destes, outros testes serão realizados como a avaliação do desempenho motor (rota rod), estresse oxidativo, atividade da enzima mieloperoxidase e toxicidade pelo doseamento das enzimas hepáticas. No final do nosso trabalho pretendemos demonstrar uma nova alternativa para o alívio de problemas de saúde da população, como também pela busca de novos compostos biologicamente ativos a fim de se obter medicamentos que sejam oferecidos à população a um baixo custo, com menores efeitos colaterais; e produção de artigo para publicação em revista cientifica..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Sandra R Georgetti - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Coordenador / Marcela M Baracat - Integrante / Nilton Syogo Arakawa - Integrante / Maria Ines Possebon - Integrante.
2012 - 2015
Mecanismos moleculares periféricos e espinais envolvidos na hiperalgesia e inflamação induzidas pelo ânion superóxido
Descrição: Protocolo 21421. Chamada de Projetos 05/2011. Programa Universal Pesquisa Básica e Aplicada, Fundação Araucária. Modalidade C. R$ 50.000,00 aprovados. A NADPH oxidase é ativada pelo TNFα e ET-1 via ativação de MAP quinases e PI3K. A NADPH oxidase produz o ânion superóxido que por sua vez ativa MAP quinases, PI3K e NFκB induzindo a produção de TNFα e ET-1. Durante a inflamação ocorre a ativação periférica e espinal desses mecanismos para indução de edema, migração celular e hiperalgesia. Porém, falta determinar a interação entre esses mecanismos periféricos e espinais para hiperalgesia e inflamação. Assim, o objetivo deste projeto é avaliar os mecanismos moleculares periféricos e espinais na hiperalgesia e inflamação induzidas pelo ânion superóxido e contextualizar esses mecanismos no modelo de inflamação induzida pela carragenina em camundongos. São 5 subprojetos: 1) Caracterizar a hiperalgesia e inflamação induzidas pelo superóxido de potássio (doador de ânion superóxido); 2) Avaliar a interação do TNFα e ânion superóxido na hiperalgesia e inflamação; 3) Avaliar a interação da ET-1 e ânion superóxido na hiperalgesia e inflamação; 4) Avaliar o envolvimento de MAP quinases e PI3K espinais na hiperalgesia e inflamação induzidas pelo ânion superóxido; e 5) Avaliar o envolvimento do NFκB na hiperalgesia e inflamação induzidas pelo ânion superóxido. Este projeto deve contribuir para melhor entendimento dos mecanismos hiperalgésicos e inflamatórios ativados pelo ânion superóxido, seus mecanismos, e possíveis implicações terapêuticas da sua modulação. Esperamos formar 4 mestres, 1 TCC e publicar 5 artigos...
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (12) / Doutorado: (5) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Coordenador / Thiago M cunha - Integrante / Fernando Q Cunha - Integrante / Sérgio H Ferreira - Integrante / Thacyana T Carvalho - Integrante / Carla Fabiana Souza Guazelli - Integrante / Ana Carla Zarpelon - Integrante / Victor Fattori - Integrante / Larissa S Ferrari - Integrante / Miriam Hohmann - Integrante / Cássia Calixto de Campos - Integrante / Sérgio Borghi - Integrante / Sandra Satie Mizokami - Integrante / Renato Cardoso - Integrante / Bárbara Bresciani Colombo - Integrante / Daniela Cristina de Medeiros - Integrante / Karla Guivernau Gaudens Serafim - Integrante / Kenji William Ruiz Myazawa - Integrante / Talita Perdigão Domiciano - Integrante / Felipe Almeida de Pinho Ribeiro - Integrante / Cristiani Baldo da Rocha - Integrante / Maria Ines Possebon - Integrante / Nayara Aparecida Maioli - Integrante / Jean Gabriel Vieira Coutinho - Integrante / Fabiane Yuri Yamacita - Integrante / Suelen Andrade Navarro - Integrante.Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2012 - 2015
Mecanismos moleculares periféricos e espinais envolvidos na hiperalgesia e inflamação induzidas pelo ânion superóxido: Participação de MAP quinases, PI3K, NFκB, endotelina-1, TNFα e IL-33

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Waldiceu Aparecido Verri Junior em 10/12/2012.
Descrição: Projeto de Pesquisa aprovado no Edital MCT / CNPq No 14/2012 Universal Faixa A. Processo CNPq 481049/2012-6. Aprovados R$21mil e adicional de 1 bolsa de iniciação científica de 36 meses e 1 bolsa de técnico de 36 meses. A participação de espécies reativas do oxigênio na inflamação e dor tem ficado cada vez mais evidente, sendo o ânion superóxido uma das moléculas mais importantes. Durante a inflamação o ânion superóxido é produzido pela NADPH oxidase que pode ser ativada pelo TNFα, ET-1 e IL-33/ST2. Embora não tenha sido demonstrado claramente para esses três mediadores, essa ativação de NADPH oxidase envolve a ativação de MAP quinases e PI3K. O ânion superóxido que por sua vez ativa MAP quinases, PI3K e NFκB induzindo a produção de citocinas e ET-1. Durante a inflamação ocorre a ativação periférica e espinal desses mecanismos para indução de edema, recrutamento celular e hiperalgesia/dor. Porém, falta determinar a relevância e interação entre esses mecanismos periféricos e espinais para hiperalgesia e inflamação induzidas pelo ânion superóxido. Assim, o objetivo deste projeto é avaliar os mecanismos moleculares periféricos e espinais na hiperalgesia e inflamação (edema e recrutamento de leucócitos) induzidas pelo ânion superóxido e contextualizar esses mecanismos no modelo de inflamação induzida pelo zimosan em camundongos. Serão 6 subprojetos: 1) Caracterizar a hiperalgesia e inflamação induzidas pelo superóxido de potássio, um doador de ânion superóxido; 2) Avaliar a interação do TNFα e ânion superóxido na hiperalgesia e inflamação; 3) Avaliar a interação da IL-33/ST2 e ânion superóxido na hiperalgesia e inflamação; 4) Avaliar a interação da ET-1 e ânion superóxido na hiperalgesia e inflamação; 5) Avaliar o envolvimento de MAP quinases e PI3K espinais na hiperalgesia e inflamação induzidas pelo ânion superóxido; e 6) Avaliar o envolvimento do NFκB na hiperalgesia e inflamação induzidas pelo ânion superóxido. Este projeto deve contribuir para m.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (9) / Doutorado: (10) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Coordenador / Thiago M cunha - Integrante / Sérgio H Ferreira - Integrante / Thacyana T Carvalho - Integrante / Carla Fabiana Souza Guazelli - Integrante / Cunha, Fernando Q. - Integrante / Wander Rogério Pavanelli - Integrante / Ana Carla Zarpelon - Integrante / Larissa Staurengo-Ferrari - Integrante / Victor Fattori - Integrante / Daniela Cristina Medeiros - Integrante / Miriam Hohmann - Integrante / Cássia Calixto de Campos - Integrante / Sérgio Borghi - Integrante / Paula de Azevedo Oliveira Milanez - Integrante / Sandra Satie Mizokami - Integrante / Renato Cardoso - Integrante / Bárbara Bresciani Colombo - Integrante / Catia Campaner Ferrari Bernardy - Integrante / Karla Guivernau Gaudens Serafim - Integrante / Kenji William Ruiz Myazawa - Integrante / Talita Perdigão Domiciano - Integrante / Felipe Almeida de Pinho Ribeiro - Integrante / Maria Ines Possebon - Integrante / Jean Gabriel Vieira Coutinho - Integrante / Fabiane Yuri Yamacita - Integrante / Crisitiani Baldo da Rocha - Integrante / Marilia Fernandes Manchope - Integrante / Daniela Tagliari Longhi Balbinot - Integrante / Suelen Andrade Navarro - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2012 - 2015
AVALIAÇÃO TERAPÊUTICA E MECANISMO DE AÇÃO DOS FLAVANÓIDES RUTINA E QUERCETINA EM MODELOS DE INFLAMAÇÃO EM CAMUNDONGOS
Descrição: Considerando as evidencias de que a rutina e a quercetina são flavonóides com potenciais efeitos antiinflamatórios, este projeto propõe estudar esta propriedade e ainda, se esta atividade está relacionada somente com a capacidade em diminuir a formação de espécies reativas de oxigênio (ROS) e migração leucocitária ou se há a inibição de algum outro mediador inflamatório. Esperamos que esses flavonóides sejam uma terapia eficaz: 1) para redução da hiperalgesia mecânica em diferentes modelos de hiperalgesia (carragenina, CFA, nado, etc) 2) sobre o processo inflamatório per se pela redução do influxo de leucócitos na pata, cavidade peritoneal e na articulação, ressaltando que os leucócitos infiltrados na articulação são os grandes responsáveis pelas lesões articulares na artrite reumatóide pela produção de radicais livres e liberação de várias proteases e citocinas que modulam a atividade de células como os osteoclastos; 3) Na redução da produção de mediadores inflamatórios 4) Na redução do estresse oxidativo nos diferentes modelos propostos. Dessa forma, o tratamento com a quercetina ou rutina seria uma forma eficaz de reduzir os processos inflamatório nos modelos de intoxicação, e dor nos modelos de dor inflamatória, dor no câncer, dor neuropática, dor induzida por exercício físico e na dor articular , melhorando tanto o prognóstico, curso da doença, reduzindo as lesões e, e melhorando a qualidade de vida dos pacientes que se encontram nessas condições mencionadas..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2015
AVALIAÇÃO DO EFEITO E MECANISMO DE AÇÃO DO HYPERICUM PERFORATUM EM MODELOS DE DOR INFLAMATÓRIA, DOR NEUROPÁTICA, DOR NO CÂNCER E DE INTOXICAÇÃO EM CAMUNDONGOS
Descrição: Existem evidências de possíveis efeitos anti-inflamatórios do extrato de Hypericum perforatum em alguns modelos. Porém, a utilização clínica do extrato se restringe ao seu efeito antidepressivo. Dessa forma, considerando a participação de citocinas pró-inflamatórias, o recrutamento celular, o extresse oxidativo e consequente produção de EROS nos modelos acima apresentados; e que estudos evidenciam a atividade antioxidante, seqüestradora de EROS e capacidade de regulação da produção de citocinas inflamatórias pelo Hypericum perforatum em outros modelos, neste projeto avaliaremos o efeito e mecanismos de ação do extrato de Hypericum perforatum nos seguintes modelos (sub-projetos): (1) modelos de inflamação; (2) modelo de dor no câncer induzido por tumor de Ehrlich; (3) modelo de neuropatia pela constrição crônica do nervo ciático; e (4) modelo de intoxicação por acetaminofeno (APAP)..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2015
Apoio técnico ao laboratório de dor, inflamação, neuropatia e câncer

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Waldiceu Aparecido Verri Junior em 03/12/2012.
Descrição: 24 meses de bolsa de técnico para apoio ao desenvolvimento de projetos de pesquisa do "Laboratório de Dor, inflamação, neuropatia e câncer (DINC)" aprovada na chamada de projetos 09/2011 da Fundação Araucária, Ato da Diretoria Executiva 053/2012 (R$ 13.200,00). Estamos solicitando duas bolsas de 24 meses sendo uma bolsa modalidade 2 e uma bolsa modalidade 4. O laboratório de Dor, Inflamação, Neuropatia e Câncer (DINC) atua em várias linhas de pesquisa ligadas pelo interesse na investigação dos mecanismos fisiopatológicos e novas abordagens terapêuticas e seus mecanismos de ação. Utilizamos modelos de dor e inflamação aguda e crônica, dor neuropática e câncer. As abordagens experimentais utilizadas englobam experimentos in vivo e in vitro e técnicas comportamentais, bioquímicas, farmacológicas e imunoensaios. Dessa forma, o DINC utiliza de abordagens multidisciplinares para a abordagem da fisiopatologia e susceptibilidade farmacológicas de modelos de doença. Essa multidisciplinariedade atrai alunos de pós-graduação com diversas formações como medicina, ciências farmacêuticas, biomedicicina, fisioterapia, e enfermagem. Assim, o DINC apresenta grande inserção nas várias áreas das ciências da saúde e ciências biológicas. Neste projeto serão atendidos diretamente 24 alunos de mestrado, doutorado e pós-doutorado das pós-graduações em Patologia Experimental e em Ciências da Saúde, ambas da UEL e de outras pós-graduações. O DINC também atende a alunos orientados por outros professores dos programas de Universidades como a UEM. Os dois técnicos solicitados serão importantes para fornecimento de suporte técnico adequado aos 31 alunos vinculados ao DINC. O suporte pelos técnicos está relacionado a realização e ensino de técnicas aos alunos...
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (9) / Doutorado: (6) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Sandra R Georgetti - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Coordenador / Marcela M Baracat - Integrante / Thiago M cunha - Integrante / Fernando Q Cunha - Integrante / Sérgio H Ferreira - Integrante / Thacyana T Carvalho - Integrante / Carla Fabiana Souza Guazelli - Integrante / Ana Carla Zarpelon - Integrante / Larissa Staurengo-Ferrari - Integrante / Victor Fattori - Integrante / Miriam Hohmann - Integrante / Cássia Calixto de Campos - Integrante / Sérgio Borghi - Integrante / Sandra Satie Mizokami - Integrante / Bárbara Bresciani Colombo - Integrante / Daniela Cristina de Medeiros - Integrante / Catia Campaner Ferrari Bernardy - Integrante / Karla Guivernau Gaudens Serafim - Integrante / Kenji William Ruiz Myazawa - Integrante / Suelen Navarro Andrade - Integrante / Felipe Almeida de Pinho Ribeiro - Integrante / Maria Ines Possebon - Integrante / Jean Gabriel Vieira Coutinho - Integrante / Fabiane Yuri Yamacita - Integrante / Crisitiani Baldo da Rocha - Integrante / Suelen Andrade Navarro - Integrante.Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
2012 - 2015
N-ACETILCISTEÍNA PARA A CESSAÇÃO DO TABAGISMO (CENTRO DE REFERÊNCIA EM ABORDAGEM E TRATAMENTO DO TABAGISTO NA REDE SUS)
Descrição: O estudo busca elucidar o papel dos marcadores inflamatórios e do estresse oxidativo associados à dependência da nicotina e o uso da N-acetilcisteína (NAC), um precursor acetilado da cisteína, que é um aminoácido natural e tem ação antioxidante, em reduzir os radicais livres e inflamação em pacientes tabagistas com e sem transtornos psiquiátricos. Serão recrutados fumantes do Centro de Referência de Abordagem e Tratamento do Tabagismo (CRATT), localizado no Ambulatório do Hospital de Clínicas (AHC). Avaliar-se-á o uso da NAC na cessação do tabagismo, após 4 semanas e após 3 meses de tratamento. Também, será avaliado as alterações de estresse oxidativo e inflamatórias antes do início do tratamento com NAC e após 3 meses de tratamento em fumantes com ou sem comorbidade com transtornos de humor..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2014
Redução da inflamação cutânea induzida pela irradiação UVB em camundongos sem pêlo: efeito terapêutico, mecanismos de ação e desenvolvimento de formulação tópica contendo ditiocarbamato de pirrolidina.
Descrição: Projeto de Pesquisa aprovado no Edital MCT / CNPq No 14/2011 Universal Faixa A. Processo CNPq: 470716/2011-8. Aprovados R$14mil. A pele é uma interface biológica com o meio ambiente e está continuamente exposta a fatores que ameaçam a integridade de estruturas celulares como radiação visível, radiação UV e altas concentrações de oxigênio. A radiação UV é o fator físico mais importante e é uma das principais causas de danos na pele, resultando em lesões pré-cancerosas e cancerosas e aceleração do envelhecimento cutâneo. A hipótese provável para o aparecimento de patologias de pele devido exposição à radiação solar é formação de radicais livres de oxigênio e nitrogênio e mobilização de metais de transição. Com o aumento do fluxo de radicais livres, a regeneração de antioxidantes endógenos torna-se insuficiente ocasionando a sua depleção. O resultado do desequilíbrio entre radicais livres e antioxidantes modula vias de sinais de transdução celular redox-sensível e expressão de genes. Os danos cutâneos também podem ser resultado da produção de radicais livres durante a resposta inflamatória induzida pela radiação UV. Portanto, considerando que a pele está constantemente exposta a fatores que levam a instalação do estresse oxidativo e poucos tecidos estão sujeitos a grau similar de exposição, a utilização de antioxidantes de fontes exógenas pode ser uma estratégia terapêutica de sucesso para prevenir danos fotoxidativos mediados pela radiação UV. Neste sentido, o ditiocarbamato de pirrolidina (PTDC) é um fármaco que tem despertado interesse uma vez que ele apresenta diferentes ações em eventos que envolvem a participação de radicais livres e substâncias pró-inflamatórias. Ele apresenta capacidade de quelar metais, inibir a ativação do fator de transcrição nuclear κB (NF-B) e enzimas, seqüestrar radicais livres e pode induzir a expressão de genes relacionados à produção de antioxidantes endógenos. O PDTC também induz o aumento da expressão de RNAm para heme.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Coordenador / Maria José Vieira Fonseca - Integrante / Sandra Regina Georgetti - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Renata M. Martinez - Integrante / Fabiana Testa Moura de Carvalho Vicentini - Integrante / José Carlos Duarte - Integrante / Ana Laura Mantuani Ivan - Integrante / Marcela Zambrim Campanini - Integrante / Lais Santos Nogueira - Integrante / Ana Carla Zarpelon - Integrante / Francieli Pereira - Integrante / Marcela Belleza Milani - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 11
2010 - 2015
Soja e Produtos: Ciência e Tecnologia no Paraná - PROGRAMA DE APOIO A NÚCLEO DE EXCELÊNCIA
Descrição: Este projeto visa pesquisar Soja e Produtos com integração de 19 pesquisadores do Núcleo de Excelência da UEL, UEM, UEPG, UFTPR/MD e Embrapa-Soja, e formar Mestres e Doutores, com suporte técnico-administrativo de um Doutor, um Graduado da Instituição?sede e um Mestre em Química com bolsa de apoio técnico/CNPq. Os objetivos serão: Investigar as -glicosidases endógenas, as isoflavonas e compostos fenólicos de soja e produtos com capacidades antioxidantes e mobilização de compostos fenólicos de farinha de soja fermentada por diferentes fungos; Avaliar a qualidade de variedades de soja para consumo humano quanto o teor de ácidos graxos e aminoácidos, bem como a estabilidade dos grãos armazenados naturalmente e acelerado, e o processamento de extratos aquosos e tofus obtidos por diferentes métodos e Desenvolver processos e novos produtos de soja como tipo vegetal, produtos contendo agliconas, fermentados, produtos cárneos contendo proteínas de soja, tofus especiais, bebidas com amido de mandioca e de baixo custo e ingredientes funcionais para alimentação humana. Além dos resultados esperados para o desenvolvimento científico e tecnológico de Soja e Produtos com previsão de publicações de 35 artigos científicos e periódicos reconhecidos nacionalmente e internacionalmente, há previsão de desenvolver processos e vários produtos com soja que poderão ser transferidos para o setor produtivo e de capacitar 10 Doutores e 07 Mestres para atuarem no desenvolvimento do setor. R$ 800.000,00.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (5) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / M M Baracat - Integrante / Sandra Regina Georgetti - Integrante / Elza Y Ida - Coordenador / Sandra Helena Prudêncio - Integrante / Cristiane Canan - Integrante / Adelaide Del Pino Beleia - Integrante / Sandra Garcia - Integrante / Maria Victoria E Grossmann - Integrante / Fabio Yamashita - Integrante / Mara Lucia Luiz Ribeiro - Integrante / Jesui Vergílio Wisentainer - Integrante / Cláudio Celestino de Oliveira - Integrante / Ivo Mottin Demiate - Integrante / Ana Cláudia Barana - Integrante / Mareci Mendes de Almeida - Integrante / José Marcos G Mandarino - Integrante / Cleonice Pereira Mendes Sarmento - Integrante / Mercedes Concordia Carrão Panizzi - Integrante.Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2010 - 2013
Desenvolvimento de formulações tópicas contendo extrato de Pimenta pseudocaryophyllus: avaliação da atividade antioxidante in vitro e da eficácia in vivo.
Descrição: Considerando que radiação UV é o maior indutor do câncer de pele, vários esforços têm sido realizados para a prevenção desse tipo de patologia. Portanto, a utilização de novas substâncias que apresentam atividade antioxidante, é de extrema importância para a prevenção de danos oxidativos à pele causados pelos raios UV, principalmente em países tropicais como o Brasil. Assim, uma maneira de controlar a instalação do extresse oxidativo na pele é a utilização de formulações tópicas contendo antioxidante, os quais reduzem a formação de espécies reativas de oxigênio. Neste contexto, existem evidências da presença de flavonóides, que apresentam atividades biológicas relacionadas com suas propriedades antioxidantes na Pimenta pseudocaryophyllus, uma planta encontrada na mata atlântica e no cerrado brasileiro. No entanto, apesar da presença de flavonóides em quantidades significativas, ainda não foi avaliada a possível atividade antioxidante do extrato etanólico desta planta. Desta forma, a obtenção de extrato etanólico de Pimenta pseudocaryophyllus devidamente caracterizado quanto ao conteúdo de flavonóides e polifenóis totais, bem como a avaliação das suas atividades antioxidantes e avaliação da manutenção dessa atividade após incorporação em formulações tópicas, como também, o estudo da eficácia in vivo na prevenção do estresse oxidativo induzido por UVB, são etapas importantes para o desenvolvimento de um novo produto tópico. R$ 30.000,00.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Maria José Vieira Fonseca - Integrante / Sandra R Georgetti - Coordenador / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Fabiana Testa Moura de Carvalho Vicentini - Integrante / Maria Júlia Radigonda Paranzini - Integrante / Terezinha de Jesus Faria - Integrante / Marcela Zambrim Campanini - Integrante / Sarah M Martins - Integrante / Liliane K Miguel - Integrante.Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2010 - 2013
Avaliação da atividade antioxidante in vitro e do efeito terapêutico da betalaína no estresse oxidativo induzido por radiação UVB
Descrição: Edital FAEPE/UEL 01/2011. R$ 4mil. A pele é uma interface biológica com o meio ambiente e está continuamente exposta a fatores que ameaçam a integridade de estruturas celulares como radiação visível, radiação UV e altas concentrações de oxigênio. A radiação UV é o fator físico mais importante e é uma das principais causas de danos na pele, resultando em lesões pré-cancerosas e cancerosas e aceleração do envelhecimento cutâneo. A hipótese provável para o aparecimento de patologias de pele devido exposição à radiação solar é formação de radicais livres de oxigênio e nitrogênio e mobilização de metais de transição. Com o aumento do fluxo de radicais livres, a regeneração de antioxidantes endógenos torna-se insuficiente ocasionando a sua depleção. O resultado do desequilíbrio entre radicais livres e antioxidantes modula vias de sinais de transdução celular redox-sensível e expressão de genes. Os danos cutâneos também podem ser resultado da produção de radicais livres durante a resposta inflamatória induzida pela radiação UV. Portanto, considerando que a pele está constantemente exposta a fatores que levam a instalação do estresse oxidativo e poucos tecidos estão sujeitos a similar grau de exposição, a utilização de antioxidantes de fontes exógenas pode ser uma estratégia terapêutica de sucesso para prevenir danos fotoxidativos mediados pela radiação UV. Assim, uma vez que o Brasil apresenta uma flora rica em substâncias com potencial utilização clínica, uma abordagem promissora seria a utilização de extratos de plantas encontradas no Brasil ricos em substâncias antioxidantes. Neste contexto, existem evidências da presença de betalaínas nos extratos de Beta vulgaris, um grupo de compostos com atividade anticancerígena e antioxidante utilizado como corante na indústria alimentícia, mas com poucas investigações de sua aplicação na medicina. Neste sentido, o extrato de Beta vulgaris, rico em betalaínas tem despertado grande interesse dos pesquisadores uma vez que ele aprese.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Coordenador / M M Baracat - Integrante / Maria José Vieira Fonseca - Integrante / Sandra Regina Georgetti - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Integrante / Renata M. Martinez - Integrante / Fabiana Testa Moura de Carvalho Vicentini - Integrante / José Carlos Duarte - Integrante / Vanessa VM Zimermann - Integrante / Joice Sartorato Sanson - Integrante / Lais Santos Nogueira - Integrante / Rogério Corte Sassonia - Integrante.Financiador(es): Fundo de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 3 / Número de orientações: 5
2010 - 2013
Controle da artrite séptica pelo tratamento com um doador de nitroxil, o Sal de Angeli: avaliação do efeito e mecanismos de ação na redução da dor, inflamação e infecção - Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde
Descrição: Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (R$81.350,00). É cada vez mais evidente a necessidade da busca de novas terapias para o paciente com artrite séptica devido à perda de função, sofrimento prolongado, dor, a destruição articular e a necessidade de substituição da articulação por prótese. A importância de novas terapias para a artrite séptica tem aumentado devido ao aumento da incidência de artrite séptica em pacientes com artrite reumatóide, os quais ficam mais suscetíveis à artrite séptica e outras infecções devido à imunossupressão que ocorre pelos tratamentos para a artrite reumatóide com drogas modificadoras de doenças (DMARDs), corticóides e imunobiológicos. Neste projeto estamos propondo a avaliação de uma nova terapia, o tratamento com o Sal de Angeli, uma droga doadora de óxido nítrico menos ou nitroxil. Estudos recentes têm demonstrado que o nitroxil também é uma molécula endógena em nosso organismo funcionando como fator relaxante derivado do endotélio assim como o óxido nítrico (NO) ponto (sem carga), e, além disso, com papel como fator hiperpolarizante derivado do endotélio o que o NO ponto não apresenta. Assim, as atividades endógenas do nitroxil e NO ponto são iguais em alguns pontos e diferentes em outros demonstrando que são moléculas diferentes. Aparentemente, o nitroxil tem a capacidade de apresentar os efeitos do NO ponto e outros efeitos adicionais. Ressalta-se que o papel do nitroxil é potencialmente amplo e em grande parte desconhecido. Isso abre possibilidades para patente dos efeitos terapêuticos que investigaremos neste projeto. Quanto ao NO em geral, existem evidências do seu efeito microbicida, sendo um mediador importante para a morte de agentes infecciosos como bactérias, para redução do influxo de leucócitos para o foco inflamatório reduzindo a inflamação e como analgésico. Como existem evidências que o nitroxil apresenta as atividades do NO ponto e atividades adicionais, esperamos que o tratamento com nitrox.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (8) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Coordenador / Sandra Regina Georgetti - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Thiago M cunha - Integrante / Fernando Q Cunha - Integrante / Sérgio H Ferreira - Integrante / Renata M. Martinez - Integrante / Thacyana T Carvalho - Integrante / Carla Fabiana Souza Guazelli - Integrante / Ana Carla Zarpelon - Integrante / Victor Fattori - Integrante / Larissa S Ferrari - Integrante / Miriam Hohmann - Integrante / Cássia Calixto de Campos - Integrante / Sérgio Borghi - Integrante / Paula de Azevedo Oliveira Milanez - Integrante / Sandra Satie Mizokami - Integrante / Renato Cardoso - Integrante / Giovana Tedeschi - Integrante / Gabriela Fogaça Pavão de Souza - Integrante / Bárbara Bresciani Colombo - Integrante / Katrina Miranda - Integrante / Mario Marchesi - Integrante / Jacinta Sanches Pelayo - Integrante / Halha Ostrenski Saridakis - Integrante / José Carlos Alves Filho - Integrante.Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2010 - 2013
AVALIAÇÃO DO EFEITO TERAPEUTICO E MECANISMOS DO EXTRATO DE TEPHROSIA CINAPOU EM MODELOS DE INFLAMAÇÃO EM CAMUNDONGOS
Descrição: O PROCESSO INFLAMATÓRIO ENVOLVE O DESENVOLVIMENTO DE QUATRO SINAIS CARDINAIS; ERITEMA, AUMENTO DA TEMPERATURA LOCAL OU SISTÊMICA (FEBRE), EDEMA E DOR. DEPENDENDO DA EXTENSÃO DO PROCESSO INFLAMATÓRIO PODE OCORRER A PERDA DE FUNÇÃO. OUTRO FENÔMENO IMPORTANTE PARA O PROCESSO INFLAMATÓRIO É O RECRUTAMENTO DE LEUCÓCITOS PARA O FOCO INFLAMATÓRIO. O DESENVOLVIMENTO DESSES QUATRO SINAIS CARDINAIS DA INFLAMAÇÃO ESTÁ RELACIONADO À PRODUÇÃO DE DIVERSOS MEDIADORES COMO CITOCINAS, PROSTANÓIDES E RADICAIS LIVRES. FLAVONÓIDES COMO A QUERCETINA INIBEM O DESENVOLVIMENTO DA DOR MANIFESTA E HIPERALGESIA, EDEMA E RECRUTAMENTO DE LEUCÓCITOS POR UM MECANISMO RELACIONADO À INIBIÇÃO DA PRODUÇÃO DE CITOCINAS PRÓ-INFLAMATÓRIAS COMO A IL-1ß E ESTRESSE OXIDATIVO. O EXTRATO DE METANÓLICO DAS RAÍZES DA TEPHROSIA CINAPOU APRESENTA GRANDES QUANTIDADES DE FLAVONÓIDES. ASSIM, É POSSÍVEL QUE O EXTRATO DE TEPHROSIA CINAPOU APRESENTE EFEITO ANALGÉSICO E ANTIINFLAMATÓRIO. DESSA FORMA, UTILIZAREMOS ALGUNS MODELOS DE INFLAMAÇÃO E DOR PARA AVALIAR O EFEITO E MECANISMOS ANTIINFLAMATÓRIOS E ANALGÉSICOS DO EXTRATO DE METANÓLICO DAS RAÍZES DA TEPHROSIA CINAPOU EM CAMUNDONGOS..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Sandra Regina Georgetti - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Coordenador / Marcela M Baracat - Integrante / Renata M. Martinez - Integrante / César Cornélio Andrei - Integrante / Ana Carla Zarpelon - Integrante.Número de orientações: 1
2010 - 2013
AVALIAÇÃO DO EFEITO TERAPEUTICO E MECANISMOS DO EXTRATO DE TEPHROSIA CINAPOU EM MODELOS DE INFLAMAÇÃO EM CAMUNDONGOS
Descrição: O PROCESSO INFLAMATÓRIO ENVOLVE O DESENVOLVIMENTO DE QUATRO SINAIS CARDINAIS; ERITEMA, AUMENTO DA TEMPERATURA LOCAL OU SISTÊMICA (FEBRE), EDEMA E DOR. DEPENDENDO DA EXTENSÃO DO PROCESSO INFLAMATÓRIO PODE OCORRER A PERDA DE FUNÇÃO. OUTRO FENÔMENO IMPORTANTE PARA O PROCESSO INFLAMATÓRIO É O RECRUTAMENTO DE LEUCÓCITOS PARA O FOCO INFLAMATÓRIO. O DESENVOLVIMENTO DESSES QUATRO SINAIS CARDINAIS DA INFLAMAÇÃO ESTÁ RELACIONADO À PRODUÇÃO DE DIVERSOS MEDIADORES COMO CITOCINAS, PROSTANÓIDES E RADICAIS LIVRES. FLAVONÓIDES COMO A QUERCETINA INIBEM O DESENVOLVIMENTO DA DOR MANIFESTA E HIPERALGESIA, EDEMA E RECRUTAMENTO DE LEUCÓCITOS POR UM MECANISMO RELACIONADO À INIBIÇÃO DA PRODUÇÃO DE CITOCINAS PRÓ-INFLAMATÓRIAS COMO A IL-1ß E ESTRESSE OXIDATIVO. O EXTRATO DE METANÓLICO DAS RAÍZES DA TEPHROSIA CINAPOU APRESENTA GRANDES QUANTIDADES DE FLAVONÓIDES. ASSIM, É POSSÍVEL QUE O EXTRATO DE TEPHROSIA CINAPOU APRESENTE EFEITO ANALGÉSICO E ANTIINFLAMATÓRIO. DESSA FORMA, UTILIZAREMOS ALGUNS MODELOS DE INFLAMAÇÃO E DOR PARA AVALIAR O EFEITO E MECANISMOS ANTIINFLAMATÓRIOS E ANALGÉSICOS DO EXTRATO DE METANÓLICO DAS RAÍZES DA TEPHROSIA CINAPOU EM CAMUNDONGOS..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2010 - 2012
Desenvolvimento de micro-cápsulas contendo quercetina e efeito terapêutico em modelo de colite em camundongos

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Waldiceu Aparecido Verri Junior em 17/04/2013.
Descrição: Processo: 557043/2010-7. Edital MCT/CNPq nº 70/2009 - Mestrado. No presente projeto de pesquisa científica estamos propondo avanços quanto ao tratamento da colite desenvolvendo microcápsulas contendo quercetina. Será desenvolvido um sistema de liberação colônica de quercetina utilizando microcápsula e a avaliação in vivo da eficácia desse sistema em modelo de colite. Assim, entendemos que o projeto também inclui características de inovação quanto à terapêutica de doenças inflamatórias intestinais. Este trabalho será desenvolvido em colaboração com a Profa. Dra. Marcela Maria Baracat que trabalha com o desenvolvimento de sistemas de liberação microencapsulados. Assim, estamos associando os seus conhecimentos de desenvolvimento farmacêutico com os nossos conhecimentos em farmacologia e fisiopatologia da inflamação. Este projeto já recebeu recursos no valor de R$ 25.000,00 em projeto Universal da Fundação Araucária para 2010-2012. Escolhemos a quercetina como princípio ativo para as microcápsulas porque: 1) a quercetina é o protótipo de antioxidantes flavonóides pois apresenta todos os grupamentos ativos possíveis para essa classe de drogas; 2) inibe a produção de citocinas e ativação de outros fatores de transcrição como NFκB; 3) o processo inflamatório na colite envolve lesão tecidual por estresse oxidativo e inflamação com participação de citocinas, ou seja, o tratamento com quercetina poderia inibir o desenvolvimento da colite; 4) utilizando um sistema de liberação colônica, esperamos obter efeito local (cólon) com a quercetina, o que evita possíveis efeitos sistêmicos adversos da droga. É interessante ressaltar que este projeto é multidisciplinar, incluindo o estudo farmacotécnico para o desenvolvimento de microcápsulas contendo quercetina, estudo fisiopatológico da colite e estudo farmacológico da atividade das microcápsulas contendo quercetinae seu mecanismo de.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / M M Baracat - Integrante / Sandra Regina Georgetti - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Coordenador / Carla Fabiana Souza Guazelli - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
2009 - 2010
Desenvolvimento de formulações tópicas contendo extrato glicólico de Tephrosia toxicaria: avaliação in vitro da atividade antioxidante e da estabilidade físico-química e funcional
Descrição: Uma vez que o Brasil apresenta uma flora rica em substâncias com potencial utilização clínica e a pele está constantemente exposta à radiação UV, comprometendo a integridade de estruturas oxidáveis, uma abordagem promissora seria a utilização de extratos de plantas encontradas no Brasil ricos em substâncias antioxidantes. Assim, considerando o aumento da incidência de patologias de pele relacionadas ao estresse oxidativo, o objetivo do projeto é determinar os mecanismos de ação antioxidante do extrato glicólico de Tephrosia toxicaria, desenvolver formulações tópicas contendo o extrato, visando determinar qual formulação será mais adequada para manter a atividade antioxidante. Além disso, avaliar a estabilidade física e funcional destas formulações. Desta forma, o projeto visa à obtenção de um produto antioxidante estável com utilização promissora no tratamento de patologias de pele causadas por radicais livres, além de contribuir com a formação de recursos humanos na área de estudo de substâncias antioxidantes..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Coordenador / Sandra Regina Georgetti - Integrante / Maria José V Fonseca - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Marlene Maria Fregonezi Nery - Integrante / José Carlos Duarte - Integrante / Elisabeth Aparecida dos Santos Gianotto - Integrante / Isabel C Moreira - Integrante / César Cornélio Andrei - Integrante.Financiador(es): Fundo de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão - Auxílio financeiro.Número de orientações: 4
2009 - 2010
Avaliação in vitro da atividade antioxidante e da estabilidade fisico-química e funcional de formulações tópicas adicionadas de extrato de Pimenta pseudocaryophyllus
Descrição: NAS ÚLTIMAS DÉCADAS, VERIFICOU-SE UM CRESCENTE INTERESSE PELO USO DE PLANTAS MEDICINAIS E DOS RESPECTIVOS EXTRATOS NA TERAPÊUTICA DE VÁRIAS DOENÇAS. UMA VEZ QUE O BRASIL É UM PAÍS COM GRANDE POTENCIAL NESTE CAMPO, POR POSSUIR A MAIOR DIVERSIDADE VEGETAL DO MUNDO E, ALÉM DISSO, POR SE TRATAR DE UM PAÍS TROPICAL, ESTÁ SENDO OBSERVADO UM GRANDE AUMENTO DO NÚMERO DE CASOS DE CÂNCER DE PELE. PORTANTO, CONSIDERANDO QUE A PELE ESTÁ CONSTANTEMENTE EXPOSTA À RADIAÇÃO UV QUE LEVA A FORMAÇÃO DE EROS ENVOLVIDAS EM VÁRIAS DESORDENS DA PELE COMO, CÂNCER, DOENÇAS UTO-IMUNES E ENVELHECIMENTO PRECOCE, O OBJETIVO DO PROJETO É DETERMINAR OS MECANISMOS DE AÇÃO ANTIOXIDANTE DO EXTRATO ETANÓLICO DE PIMENTA PSEUDOCARYOPHYLLUS, DESENVOLVER FORMULAÇÕES TÓPICAS CONTENDO O EXTRATO, VISANDO DETERMINAR QUAL FORMULAÇÃO SERÁ MAIS ADEQUADA PARA MANUTENÇÃO DA SUA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE. ALÉM DISSO, AVALIAR A ESTABILIDADE FÍSICA E FUNCIONAL DESTAS FORMULAÇÕES. DESTA FORMA, O PROJETO VISA À OBTENÇÃO DE UM PRODUTO ANTIOXIDANTE ESTÁVEL COM POSSÍVEL UTILIZAÇÃO PROMISSORA NO TRATAMENTO DE PATOLOGIAS DE PELE CAUSADAS POR ESTRESSE OXIDATIVO, ALÉM DE CONTRIBUIR COM A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NA ÁREA DE ESTUDO DE SUBSTÂNCIAS ANTIOXIDANTES..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Sandra R Georgetti - Coordenador / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / José Carlos Duarte - Integrante / Maria Júlia Radigonda Paranzini - Integrante / Terezinha de Jesus Faria - Integrante / Marcela Zambrim Campanini - Integrante / Sarah M Martins - Integrante / Liliane K Miguel - Integrante.Financiador(es): Fundo de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 3
2008 - 2010
Caracterização do ácido fítico do arroz de diferentes cultivares, obtenção, propriedades antioxidantes e aplicação em carne mecanicamente separada (CMS) de frango e embutido cárneo - Faixa B
Descrição: Universal CNPq (49.365,00). O ácido fítico (AF) ou mio-inositol hexafosfato, IP6, está distribuído em formas diferentes nos grãos de cereais, leguminosas, oleaginosas e amêndoas. Embora, são poucos os estudos quanto a sua obtenção. Devido a sua habilidade de formar um quelato com íons di e tri valentes, o AF foi caracterizado como um antinutriente, por indisponibilizar minerais importantes à saúde humana. Entretanto, pesquisas têm demonstrado que o AF possui efeitos benéficos no qual apresenta propriedade antioxidante com atuação na inibição de formação de radical hidroxil. O seu poder antioxidante foi demonstrado pelo significativo efeito anti-cancerígeno e outras doenças, como efeito hipocolesterolêmico e tratamento de diabetes. As indústrias de carnes, em especial, buscam produtos macios, suculentos, cor e sabor agradáveis, características de frescor e estáveis durante a sua validade, maior segurança, e se possível com menor custo. O AF como antioxidante em alimentos é utilizado em muitos países e no Brasil a sua aplicação ainda não ocorre, devido à escassez de informações, disponibilidade e elevado custo. Portanto, métodos de obtenção de AF serão desenvolvidos com finalidade de investigar sua propriedade antioxidante e aplicá-lo em alimentos. O arroz polido é considerado um produto de grande importância econômica de vários países e faz parte da dieta do brasileiro. Entretanto, no beneficiamento gera quantidades apreciáveis de cascas que são subutilizadas. A casca e farelo de arroz apresentam maior teor de AF em relação ao arroz polido, portanto apresentam grande potencial para sua obtenção. Atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores de carne de frango no mundo, e devido ao aumento do consumo e procura por carne desossada e produtos processados, os atributos de qualidade de um frango inteiro tornou-se menos relevante para o consumidor. O objetivo deste projeto de pesquisa será caracterizar o ácido fítico nos componentes do arroz de diferentes cultivares, ob.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Elza Y Ida - Coordenador / Massami Shimokomaki - Integrante / Cristiane Canan - Integrante / Cleonice M P Sarmento - Integrante / Felipe Tsuruta - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2007 - 2010
Desenvolvimento de formulações tópicas contendo extrato glicólico de Tephrosia toxicaria: Avaliação da atividade antioxidante in vitro, estabilidade e absorção percutânea
Descrição: Programa Primeiros Projetos PPP-2006 (R$30.000,00). Uma vez que o Brasil apresenta uma flora rica em substâncias com potencial utilização clínica e a pele está constantemente exposta à radiação UV, comprometendo a integridade de estruturas oxidáveis, uma abordagem promissora seria a utilização de extratos de plantas encontradas no Brasil ricos em substâncias antioxidantes. Assim, considerando o aumento da incidência de patologias de pele relacionadas ao estresse oxidativo, o objetivo do projeto é determinar os mecanismos de ação antioxidante do extrato glicólico de Tephrosia toxicaria, desenvolver formulações tópicas contendo o extrato, visando determinar qual formulação será mais adequada para manter a atividade antioxidante. Além disso, avaliar a estabilidade física e funcional destas formulações. Desta forma, o projeto visa à obtenção de um produto antioxidante estável com utilização promissora no tratamento de patologias de pele causadas por radicais livres, além de contribuir com a formação de recursos humanos na área de estudo de substâncias antioxidantes. R$ 30.000,00.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Coordenador / Maria José Vieira Fonseca - Integrante / Sandra R Georgetti - Integrante / Waldiceu Aparecido Verri Junior - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Marlene Maria Fregonezi Nery - Integrante / GAbriela A.N. Zonta - Integrante / Renata M. Martinez - Integrante / José Carlos Duarte - Integrante / Elisabeth Aparecida dos Santos Gianotto - Integrante / César Cornélio Andrei - Integrante.Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 5
2007 - 2010
DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA PARA DETERMINAÇÃO DE MALEATO DE ENALAPRIL EM COMPRIMIDOS
Descrição: A HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA É A DOENÇA CARDIOVASCULAR MAIS FREQÜENTE E O PRINCIPAL FATOR DE RISCO PARA AS COMPLICAÇÕES MAIS COMUNS COMO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO. A TAXA DE MORBIMORTALIDADE DEVIDO À DOENÇA É MUITO ALTA E POR ISSO A HIPERTENSÃO ARTERIAL É UM PROBLEMA GRAVE DE SAÚDE NO BRASIL E NO MUNDO. OS INIBIDORES DA ENZIMA CONVERSORA DA ANGIOTENSINA CONSTITUEM INOVAÇÃO NO CAMPO DOS AGENTES ANTI-HIPERTENSIVOS E EXERCEM AÇÃO PELA INIBIÇÃO DA ENZIMA DIPEPTIDIL CARBOXIPEPTIDASE (ECA) QUE CONVERTE A ANGIOTENSINA I INATIVA À ANGIOTENSINA II RESULTANDO NA DIMINUIÇÃO DA AÇÃO VASOCONSTRITORA DIMINUINDO A PRESSÃO ARTERIAL. O ENALAPRIL É UM PRÓ-FÁRMACO QUE HIDROLISADO NO FÍGADO LIBERA O ENALAPRILATO DE AÇÃO PROLONGADA E MAIS ATIVO QUE O ENALAPRIL. DOS FÁRMACOS ANTI-HIPERTENSIVOS DE AÇÃO PROLONGADA COMERCIALIZADOS NO BRASIL, APENAS O MALEATO DE ENALAPRIL CONSTA NA RELAÇÃO DE MEDICAMENTOS ESSENCIAIS (RENAME), SENDO COMERCIALIZADO COMO GENÉRICO SIMILAR E REFERÊNCIA. A MAIORIA DOS MÉTODOS ANALÍTICOS PARA DETERMINAÇÃO DE MALEATO DE ENALAPRIL EM MEDICAMENTOS EMPREGA A CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA, MÉTODO NÃO APLICÁVEL EM PELAS FARMÁCIAS DE MANIPULAÇÃO POR NECESSITAR DE TÉCNICO ESPECIALIZADO E DE EQUIPAMENTO SOFISTICADO. O DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA ANALÍTICA SIMPLES, RÁPIDA E ECONÔMICA PARA ANÁLISE DE MALEATO DE ENALAPRIL EM COMPRIMIDOS POSSIBILITARÁ A SUA UTILIZAÇÃO EM FARMÁCIAS DE MANIPULAÇÃO, LABORATÓRIOS OFICIAIS DE CONTROLE DE QUALIDADE (LACEN) E INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS. O MÉTODO A SER DESENVOLVIDO BASEIA-SE NOS AUTORES BONAZZI D. ET AL. QUE UTILIZA A ESPECTROFOTOMETRIA NA REGIÃO DO ULTRAVIOLETA. APÓS A VALIDAÇÃO DO MÉTODO SERÃO AVALIADOS OS MEDICAMENTOS INDUSTRIALIZADOS E MANIPULADOS CONTENDO MALEATO DE ENALAPRIL EM COMPRIMIDOS, ADQUIRIDOS NO COMÉRCIO LOCAL. POR MEIO DESSA AVALIAÇÃO SERÁ POSSÍVEL VERIFICAR A QUALIDADE DOS PRODUTOS DO MERCADO COM A FINALIDADE DE PROTEÇÃO DA SAÚDE DO CONSUMIDOR..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Sandra R Georgetti - Integrante / Marlene Maria Fregonezi Nery - Coordenador / Roberto Bortolazo Júnior - Integrante / Elisabeth Aparecida dos Santos Gianotto - Integrante / BARACAT, MARCELA MARIA - Integrante / Antônio Martins de Almeida - Integrante / Carlos Eduardo Alves de Souza - Integrante / Gabriela Bordini Fregonezi - Integrante / Gabriela Uchida Athanazio - Integrante / Guilherme Cristiani Sabino - Integrante / José Carlos Dalmas - Integrante.
2006 - 2008
Implementação de tecnologia de extração e obtenção de ácido fítico de soja, milho e arroz e caracterização das suas propriedades químicas e uso potencial como antioxidante em sistemas modelos e alimentares - Faixa B
Descrição: Universal CNPq (R$ 49.600,00). O ácido fítico (AF) ou mio-inositol hexafosfato,IP6, é um componente que está presente principalmente em cereais, leguminosas, oleaginosas, polens e amêndoas, com teor entre 1 e 5% do seu peso. Nos grãos, o AF é encontrado na forma de fitato de Ca2Mg5 (fitina), fitato de Na2Mg5 e K2Mg5. Uma das principais funções fisiológicas do AF na planta é a sua atuação como reserva de fósforo e representa cerca de 60 a 97% do fósforo total. Nos cereais, o AF está distribuído em diferentes componentes do grão. No trigo a maior concentração do AF está na aleurona e no arroz no pericarpo, enquanto que no milho é elevado no germe com teor médio de 6,5%. No arroz o teor de fitato é cerca de 962 mg/100g e a soja apresenta teor médio de 1300mg /100g. Na soja, o AF está presente nos cotilédones e dentro dos corpos protéicos. Assim, o germe de milho, pericarpo do arroz e cotilédones de soja pode ser uma fonte potencial de AF para sua extração, obtenção e aplicação como um antioxidante ou aditivo alimentar. O AF até meados da década de 80, foi considerado como um antinutriente devido a sua habilidade de quelar os minerais divalentes e reduzir a sua absorção. Porém, foi demonstrado também por vários pesquisadores que o AF apresenta efeitos benéficos à saúde humana, como diminuição do colesterol e triglicérides, na prevenção do câncer de cólon, doenças do coração e outras doenças. A estrutura química do AF com 12 hidrogênios dissociáveis proporciona uma propriedade quelante com os cátions di e trivalentes com formação de complexos. Esta propriedade quelante do AF foi investigada como um potente inibidor da formação de radical hidroxilo ( OH) devido a sua habilidade de formar um único quelato com o ferro que o torna cataliticamente inativo. O mecanismo proposto do fitato sobre a peroxidação lipídica foi a formação do complexo no qual os 6 sítios de coordenação do Fe(III) foram ocupados pelo fitato. O efeito do AF sobre a peroxidação lipídica na carne b.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (2) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Marcela M Baracat - Integrante / Elza Y Ida - Coordenador / Massami Shimokomaki - Integrante / Adriana L Soares - Integrante / Mara Lucia L Ribeiro - Integrante / Cristina T Filgueiras - Integrante / Diogo L Ferreira - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2004 - 2006
Desenvolvimento de sistemas microencapsulados através de processos de secagem por leito de jorro e spray drying para liberação cólon específica
Descrição: A tecnologia dos sistemas de liberação de fármacos tem passado por avanços significativos principalmente devido à necessidade de desenvolvimento de formas farmacêuticas estáveis. Estas devem ser biodisponíveis e capazes de modular a liberação do fármaco, sustentando a atividade terapêutica e/ou liberando seletivamente em um sítio específico. Entre os processos utilizados para obter sistemas de liberação, a microencapsulação torna possível a preparação de várias formas farmacêuticas. O objetivo do trabalho será obter sistemas microencapsulados através de polímero biodegradável para liberação colônica de fármaco solúvel nos fluidos gastrintestinais e utilizando como adjuvante no controle de liberação os processos de secagem. As microcápsulas contendo fármaco serão preparadas pelo método de coacervação complexa e secas em spray dryer e leito de jorro. A liberação do fármaco a partir das microcápsulas será analisada pelo teste de liberação in vitro, com o interesse em avaliar as constantes de velocidade de dissolução e o mecanismo de liberação do fármaco envolvido no processo..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Lis M Monteiro - Integrante / Osvaldo de Freitas - Integrante / Marcela M Baracat - Coordenador / Marlene Maria Fregonezi Nery - Integrante / Elisabeth Aparecida dos Santos Gianotto - Integrante.
2003 - 2005
?Desenvolvimento de formulações tópicas com antioxidantes e associações: Avaliação da estabilidade física, química, permeação cutânea ?in vitro? e ação antioxidante ?in vivo?.
Descrição: A exposição da pele à irradiação ultravioleta e visível pode levar ao aparecimento de espécies reativas de oxigênio. Esses oxidantes podem causar câncer, envelhecimento precoce e outras dermatoses. Se não forem antagonizados por antioxidantes naturais, os produtos intermediários da peroxidação lipídica podem ganhar a corrente circulatória e atacar outros tecidos, promovendo mutações de base de DNA e ativação de certos oncogenes. O sistema de defesa antioxidante da pele é composto por dois grupos principais, os antioxidantes enzimáticos e os de baixo peso molecular. Entre as enzimas antioxidantes, a superóxido dismutase mostrou ser a de maior importância para o sistema de defesa celular contra espécies reativas de oxigênio, sendo que o uso tópico mostrou ser mais benéfico do que o uso sistêmico. Devido as suas propriedades anticâncer, os isoflavonóides, principalmente a genisteina, tem chamado a atenção e aumentado o interesse para seu uso na prevenção e tratamento dos danos induzidos por radicais livres, principalmente por peroxidação lipídica. No entanto, a aplicação de um único antioxidante pode proteger um sistema, mas falhar em outro, levando ao consumo dos demais, tendo como conseqüência um efeito pró-oxidante. A combinação de antioxidantes mostrou ser mais efetiva do que a aplicação de um único composto. Uma formulação contendo mais de um antioxidante poderia melhorar o mecanismo de defesa da pele contra o estresse oxidativo, tanto pela ação sinérgica, quanto pela diferença na penetração, protegendo assim camadas mais profundas da pele.Tendo em vista o crescente uso de antioxidantes em formulações tópicas, o presente trabalho tem por objetivo avaliar a estabilidade física, química, permeação cutânea e a ação tópica de formulações contendo antioxidantes e associações..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Maria José Vieira Fonseca - Coordenador / Valéria Maria Di Mambro - Integrante / Sandra R Georgetti - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.
2001 - 2005
Desenvolvimento de formulações tópicas contendo quercetina: controle físico-químico e avaliação da eficácia in vivo
Descrição: A pele é uma barreira entre o meio externo e o organismo, sofrendo ação de radiação UV, ozônio, radiação ionizante e de vários compostos químicos pró-oxidantes. A exposição prolongada da pele à radiação UV resulta em grande diminuição dos antioxidantes nela presentes, na formação de espécies reativas de oxigênio (EROS) e na elevação dos produtos da peroxidação lipídica, responsáveis pelos danos oxidativos na pele como câncer e fotoenvelhecimento. Flavonóides, compostos polifenólicos, encontrados em frutas e vegetais têm atraído substancial atenção devido à suas propriedades antioxidantes e sua aplicação tópica tem encontrado grande interesse por sua eficácia na prevenção dos danos induzidos pela radiação UV na pele, além de não apresentarem toxicidade e serem inofensivos a esta. A quercetina é o flavonóide encontrado em maior quantidade nos alimentos e o que possui a maior atividade antioxidante por sequestrar EROS e inibir a peroxidação lipídica. Tendo em vista o crescente uso desse composto na prevenção e tratamento dos danos induzidos por radicais livres, o objetivo desse trabalho foi determinar os mecanismos de ação antioxidante da quercetina, desenvolver formulações tópicas creme e gel-creme contendo o flavonóide, avaliar a estabilidade física, química e funcional dessas formulações, a liberação e permeação/retenção cutânea e a ação antioxidante das formulações aplicadas à pele exposta à radiação UVB. Os resultados demonstraram que a quercetina apresenta vários mecanismos antioxidantes, sequestrando diferentes radicais livres, inibindo enzimas, protegendo antioxidantes endógenos e quelando metais. O menor IC50 obtido foi para atividade sequestradora de radical hidroxil seguido pela atividade antilipoperoxidativa e sequestradora do radical DPPH·. Para aplicação tópica da quercetina foram desenvolvidas formulações creme e gel creme acrescidas de 0,05% (p/p) do flavonóide. Então, essas formulações foram avaliadas quanto a estabilidade física, funcional e química..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Maria José V Fonseca - Coordenador.Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.


Projetos de extensão


2010 - 2012
Controle de qualidade de cápsulas de liberação entérica produzidas em farmácias magistrais da região de Londrina
Descrição: O tratamento de algumas patologias tópicas do intestino é mais efetivo quando o fármaco é liberado diretamente no local de ação. Sendo assim, a forma farmacêutica escolhida deverá proporcionar a proteção do fármaco até que o mesmo alcance seu sítio específico. A utilização de cápsulas gastroresistente é um recurso acessível e de eficiência comprovada. No entanto, o controle de qualidade se faz necessário com intuito de garantir a liberação esperada do sistema. As cápsulas com revestimento entérico são caracterizadas pela resistência a desintegração em meios com valores baixos de ph, como o encontrado no estômago e, ao mesmo tempo, pela rápida desintegração em ambientes com valores mais altos de pH, como o observado no intestino. O revestimento entérico tem sido aplicado com intuito de evitar a degradação de fármacos sensíveis ao pH ácido do estômago, reduzir os efeitos adversos e retardar a liberação de alguns fármacos, mascarar sabores e odores desagradáveis e, ou permitir que o fármaco seja liberado em partes específicas do aparelho digestivo, como no cólon. A prescrição magistral tem aumentado rapidamente e representa atualmente uma importante área da prática farmacêutica. Diversas formas farmacêuticas têm sido manipuladas em farmácias magistrais, destacando-se entre essas as cápsulas, particularmente as cápsulas duras que, por sua facilidade de formulação e versatilidade, permitem o preparo magistral das mais diversas formulações em doses individualizadas. As cápsulas permitem inclusive a elaboração de sistemas de liberação modificada, como liberação prolongada e entérica. Uma alternativa farmacotécnica para a obtenção de cápsulas com liberação entérica em farmácia magistral é o recobrimento dessas cápsulas por um filme gastroresistente, à semelhança do que acontece com os comprimidos. Esse processo tem crescido ultimamente não só devido ao aparecimento de novos materiais, mas também pelo desenvolvimento de novas técnicas de aplicação. Este trabalho tem por obje.
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / M M Baracat - Coordenador / Sandra Regina Georgetti - Integrante / Daniela Cristina de Medeiros - Integrante.


Projetos de desenvolvimento


2009 - 2013
Implementação de tecnologia de microencapsulação utilizando polímero biodegradável e obtenção de sistema de liberação de fármaco para terapia das Doenças Inflamatórias Intestinais

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marcela Maria Baracat em 27/05/2016.
Descrição: Universal Fundação Araucária/ 2008. R$ 14523,70. Sistemas de liberação de fármacos (SLF) permitem prever e controlar a velocidade de liberação do fármaco, prolongando assim a atividade terapêutica e/ou proporcionando liberação sítio específica. Entre os SLF, os microencapsulados apresentam como vantagem a maior reprodutibilidade no tempo de trânsito intestinal em relação ao monolítico, deixando o estômago gradualmente e se estendendo ao longo do trato intestinal. Isto contribui para minimizar sítios de alta concentração, diminuindo irritações, ulcerações e efeitos colaterais locais. Para o tratamento na região colônica, o fármaco deve ser protegido até alcançar o local de ação. Este objetivo pode ser obtido pelo uso de polímeros resistentes às condições do trato gastrointestinal (TGI) superior, porém sensíveis às condições bioquímico-fisiológicas do ambiente colônico, que é abundante em enzimas, proporcionando a liberação do fármaco por hidrólise do polímero. Uma alternativa promissora de polímero são os polissacarídeos naturais, como a pectina, que é hidrolisada especificamente por enzimas colônicas. O principal inconveniente deste tipo de polímero é a sua alta velocidade de intumecimento no fluído do TGI, dificultando que a forma farmacêutica alcance o cólon antes da liberação do fármaco, sendo necessário modificação na estrutura química do polissacarídeo. Estudos sugerem que a presença de grupos protéicos proporciona a formação de um complexo com as cadeias de pectina, retardando a hidratação da matriz ou reduzindo a velocidade de difusão do fármaco. A demonstração de que vários fármacos são bem absorvidos no TGI, inclusive no cólon, aumentam as possibilidades de desenvolvimento de sistemas de liberação cólon específica, que são considerados uma importante alternativa para o tratamento de patologias tópicas do intestino, entre elas as Doenças Inflamatórias Intestinais (DII). O aumento gradual da incidência das DII representa sério problema de saúde, pois estas at.
Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Sandra R Georgetti - Integrante / Osvaldo de Freitas - Integrante / Marcela M Baracat - Coordenador / José Carlos Duarte - Integrante / Vanessa VM Zimermann - Integrante / Carla Fabiana Souza Guazelli - Integrante / Luiz Henrique Dall' Antonia - Integrante / Fonseca, Maria J. V - Integrante / Waldiceu A Verri JR - Integrante.Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2005 - 2011
Implantação da Farmácia-Escola Modelo da UEL
Descrição: O projeto visa desenvolver formulações de medicamentos alopáticos e homeopáticos, cosméticos, bem como, atividades de atenção farmacêutica e atender as necessidades curriculares possibilitando a realização de estágio..
Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.
Alunos envolvidos: Graduação: (10) .
Integrantes: Rúbia Casagrande - Integrante / Marcela M Baracat - Coordenador / Marlene Maria Fregonezi Nery - Integrante / Elisabeth Aparecida dos Santos Gianotto - Integrante / Aparecida de Lourdes Perim - Integrante / Inês Janete Matozzo Takeda - Integrante.Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.


Membro de corpo editorial


2012 - 2015
Periódico: Revista Científica Inovação e Tecnologia


Revisor de periódico


2006 - Atual
Periódico: AAPS Pharm SciTech
2006 - Atual
Periódico: Current Medicinal Chemistry (Hilversum)
2006 - Atual
Periódico: Journal of Dermatological Science (Amsterdam)
2006 - Atual
Periódico: International Journal of Pharmaceutics
2006 - Atual
Periódico: European Journal of Inorganic Chemistry
2007 - Atual
Periódico: Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis
2007 - Atual
Periódico: Journal of Photochemistry and Photobiology. A, Chemistry
2009 - Atual
Periódico: Planta Medica
2011 - Atual
Periódico: Revista Brasileira de Farmacognosia (Impresso)
2011 - Atual
Periódico: Semina. Ciências Agrárias (Impresso)
2010 - Atual
Periódico: RBCF. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas (Cessou em 2008. Cont. I
2012 - Atual
Periódico: Revista Científica Inovação e Tecnologia
2012 - Atual
Periódico: Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada
2012 - Atual
Periódico: Journal of Medicinal Food
2013 - Atual
Periódico: Journal of Pharmacy and Pharmacology
2013 - Atual
Periódico: Revista Brasileira de Plantas Medicinais (Impresso)


Revisor de projeto de fomento


2014 - Atual
Agência de fomento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
2013 - Atual
Agência de fomento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul
2013 - Atual
Agência de fomento: Fundação Araucária
2011 - Atual
Agência de fomento: Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Farmácia / Subárea: Garantia e controle de qualidade farmacêuticos/Especialidade: Estudo de Substâncias Antioxidantes.
2.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Farmácia / Subárea: Garantia e controle de qualidade farmacêuticos/Especialidade: Controle Microbiológico.
3.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Farmácia / Subárea: Farmacotécnica e tecnologia farmacêutica/Especialidade: Desenvolvimento de sistemas de liberação controlada.
4.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Farmácia / Subárea: Estresse fotooxidativo cutâneo.


Idiomas


Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.


Prêmios e títulos


2017
Nome de turma da 62o turma do curso de farmácia da Uel, UEL.
2017
1o lugar na categoria de apresentação oral na área de fisiologia e farmacologia - modalidade pós-graduação, 7o CPCB/UEL.
2015
Nome de turma da 60a Turma de Farmácia da Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Londrina.
2015
1o Lugar na categoria de apresentação de pôster na área de Patologia, 5o Congresso Paranaense de Ciências Biomédicas.
2014
Paraninfa da 59a Turma de Farmácia da Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Londrina.
2013
1o. Lugar na categoria apresentação oral de pós-graduação, 3o. Congresso Paranaense de Ciências Biomédicas.
2013
1o. Lugar na categoria apresentação de pôster na área de patologia, 3o. Congresso Paranaense de Ciências Biomédicas.
2012
Menção honrosa de melhor trabalho na área de bioquímica e biotecnologia, Colegiado do curso de biomedicina do Centro de Ciências Biológicas - UEL.
2011
2o Lugar - trabalhos científicos acadêmicos na 21o. Semana Racine: "Avaliação da qualidade de cápsulas gastro-resistentes produzidas em farmácias magistrais, Instituto Racine.
2011
Menção honrosa de melhor trabalho na área de patologia: Efeito do tratamento com sistema microencapsulado para liberação cólon-específica sobre edema e recrutamento de neutrófilos em modelo de colite, 1o Congresso Paranaense de Ciências Biomédicas.
2011
Menção honrosa de melhor trabalho na área de bioquímica e biotecnologia: Importância da padronização dos revestimentos utilizados em cápsulas gastroresistentes produzidas em farmácias magistrais, 1o Congresso Paranaense de Ciências Biomédicas.
2011
1o. lugar do Prêmio José Vitor Jankevicius na área de comunicação oral - categoria pós-graduação: Camundongos deficientes na 5-lipoxigenase apresentam melhor sobrevida e menor migração leucocitária pa, 1o Congresso Paranaense de Ciências Biomédicas.
2010
Menção honrosa conferido ao trabalho Avaliação do efeito anti-inflamatório e analgésico do flavonóide quercetina na artrite induzida por zimozan, Unesp Botucatu.
2006
Honra ao mérito pelo pôster intitulado "Quercetin antinociceptive mechanism of action: inhibition os oxidative stress"apresentado na XXI Reunião Anual da FeSBE, Federação de Sociedades de Biologia Experimental.
2006
Homenagem pela classificação do trabalho intitulado "Protective effect of topical formulations containing quercetin against UVB-induced oxidative stress in hairless mice" em 12ºlugar no science direct, Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribierão Preto.
2005
Prêmio de melhor pôster do setor de controle de qualidade do 5th International Congress of Pharmaceutical Sciences, Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto.
2002
Prêmio HBA South America, Associação brasileira de cosmetologia.


Produções



Produção bibliográfica
Citações

Web of Science
Total de trabalhos:24
Total de citações:217
Fator H:6
Casagrande R (2003-2013)  Data: 08/01/2013

SciELO
Total de trabalhos:2
Total de citações:0
Casagrande r  Data: 17/03/2009

SCOPUS
Total de trabalhos:103
Total de citações:1834
Casagrande, Rubia index h=24  Data: 19/10/2018

Outras
Total de trabalhos:122
Total de citações:2379
Rubia Casagrande, Index h=27  Data: 19/10/2018

Artigos completos publicados em periódicos

1.
BORGHI, SERGIO M.2018BORGHI, SERGIO M. ; Mizokami, Sandra S. ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A. ; Fattori, Victor ; CRESPIGIO, JEFFERSON ; CLEMENTE-NAPIMOGA, JULIANA T. ; NAPIMOGA, MARCELO H. ; PITOL, DIMITRIUS L. ; ISSA, JOÃO P.M. ; FUKADA, SANDRA Y. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . The flavonoid quercetin inhibits titanium dioxide (TiO 2 )-induced chronic arthritis in mice. JOURNAL OF NUTRITIONAL BIOCHEMISTRY, v. 53, p. 81-95, 2018.

2.
GUAZELLI, CARLA F.S.2018GUAZELLI, CARLA F.S. ; Staurengo-Ferrari, Larissa ; Zarpelon, Ana C. ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A. ; RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W. ; VICENTINI, FABIANA T.M.C. ; VIGNOLI, JOSIANE A. ; CAMILIOS-NETO, DOUMIT ; Georgetti, Sandra R. ; BARACAT, MARCELA M. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Quercetin attenuates zymosan-induced arthritis in mice. BIOMEDICINE & PHARMACOTHERAPY, v. 102, p. 175-184, 2018.

3.
COLOMBO, BÁRBARA B.2018COLOMBO, BÁRBARA B. ; Fattori, Victor ; GUAZELLI, CARLA F. S. ; ZANINELLI, TIAGO H. ; CARVALHO, THACYANA T. ; FERRAZ, CAMILA R. ; BUSSMANN, ALLAN J. C. ; RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W. ; BARACAT, MARCELA M. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; Verri, Waldiceu A. . Vinpocetine Ameliorates Acetic Acid-Induced Colitis by Inhibiting NF-κB Activation in Mice. INFLAMMATION, v. 41, p. 1276-1289, 2018.

4.
RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W.2018RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W. ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A. ; BORGHI, SERGIO M. ; Staurengo-Ferrari, Larissa ; Fattori, Victor ; AMARAL, FLAVIO A. ; TEIXEIRA, MAURO M. ; ALVES-FILHO, JOSE C. ; Cunha, Thiago M. ; Cunha, Fernando Q. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Hesperidin Methylchalcone Suppresses Experimental Gout Arthritis in Mice by Inhibiting NF-κB Activation. JOURNAL OF AGRICULTURAL AND FOOD CHEMISTRY, v. 66, p. 6269-6280, 2018.

5.
MARTINEZ, R.M.2018 MARTINEZ, R.M. ; FATTORI, V. ; SAITO, P. ; MELO, C.B.P. ; BORGHI, S.M. ; PINTO, I.C. ; BUSSMANN, A.J.C. ; BARACAT, M.M. ; GEORGETTI, S.R. ; VERRI, W.A. ; CASAGRANDE, R. . Lipoxin A4 inhibits UV radiation-induced skin inflammation and oxidative stress in mice. JOURNAL OF DERMATOLOGICAL SCIENCE, v. 91, p. 164-174, 2018.

6.
Staurengo-Ferrari, Larissa2018Staurengo-Ferrari, Larissa ; TREVELIN, SILVIA C. ; Fattori, Victor ; NASCIMENTO, DANIELE C. ; DE LIMA, KALIL A. ; PELAYO, JACINTA S. ; FIGUEIREDO, FLORÊNCIO ; Casagrande, Rubia ; FUKADA, SANDRA Y. ; TEIXEIRA, MAURO M. ; Cunha, Thiago M. ; LIEW, FOO Y. ; OLIVEIRA, RENE D. ; LOUZADA-JUNIOR, PAULO ; Cunha, Fernando Q. ; ALVES-FILHO, JOSÉ C. ; Verri, Waldiceu A. . Interleukin-33 Receptor (ST2) Deficiency Improves the Outcome of Staphylococcus aureus-Induced Septic Arthritis. Frontiers in Immunology, v. 9, p. 1-14, 2018.

7.
BORGHI, SERGIO M.2018BORGHI, SERGIO M. ; Fattori, Victor ; RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W. ; BERTOZZI, MARIANA M. ; LOURENCO-GONZALEZ, YURI ; TATAKIHARA, ROBERTO I. ; BUSSMANN, ALLAN J.C. ; MAZZUCO, TÂNIA L. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Pyrrolidine dithiocarbamate inhibits mouse acute kidney injury induced by diclofenac by targeting oxidative damage, cytokines and NF-κB activity. LIFE SCIENCES, v. 208, p. 221-231, 2018.

8.
MARTINEZ, RENATA M.2018MARTINEZ, RENATA M. ; IVAN, ANA L. M. ; VALE, DAVID L. ; CAMPANINI, MARCELA Z. ; FERREIRA, VITOR S. ; STEFFEN, VINICIUS S. ; Vicentini, Fabiana T. M. C. ; VILELA, FERNANDA M. P. ; Fonseca, Maria J. V. ; BARACAT, MARCELA M. ; Georgetti, Sandra R. ; Verri, Waldiceu A. ; CASAGRANDE, RÚBIA . Topical emulsion containing pyrrolidine dithiocarbamate: effectiveness against ultraviolet B irradiation-induced injury of hairless mouse skin. JOURNAL OF PHARMACY AND PHARMACOLOGY, v. 70, p. 1461-1473, 2018.

9.
STAURENGO-FERRARI, L.2018STAURENGO-FERRARI, L. ; RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; FATTORI, V. ; ZANINELLI, TIAGO H. ; BADARO-GARCIA, S. ; BORGHI, S. ; CARVALHO, T. T. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, T. M. ; CUNHA, F. Q. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Trans-Chalcone attenuates pain and inflammation in experimental acute gout arthritis in mice. Frontiers in Pharmacology, v. 9, p. 1-15, 2018.

10.
FATTORI, V.2018FATTORI, V. ; ZARPELON, A. C. ; STAURENGO-FERRARI, L. ; BORGHI, S. ; ZANINELLI, TIAGO H. ; COSTA, F. B. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, T. M. ; CUNHA, F. Q. ; CASAGRANDE, R ; ARAKAWA, N. S. ; VERRI, WA, JR . Budlein A, a Sesquiterpene Lactone From Viguiera robusta, Alleviates Pain and Inflammation in a Model of Acute Gout Arthritis in Mice. Frontiers in Pharmacology, v. 9, p. 1-13, 2018.

11.
RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W.2018RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W. ; STAURENGO-FERRARI, L. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; FATTORI, V. ; ZANINELLI, TIAGO H. ; BADARO-GARCIA, S. ; BORGHI, S. ; ANDRADE, K. C. ; CLEMENTE-NAPIMOGA, J. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, T. M. ; FRACETO, L. ; CUNHA, F. Q. ; NAPIMOGA, MARCELO H. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . 15d-PGJ2-loaded nanocapsules ameliorate experimental gout arthritis by reducing pain and inflammation in a PPAR-gamma-sensitive manner in mice. Scientific Reports, v. 8, p. 1-13, 2018.

12.
BORGHI, SERGIO M.2017BORGHI, SERGIO M. ; Fattori, Victor ; RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W. ; MIRANDA-SAPLA, MILENA M. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; PINGE-FILHO, PHILENO ; PAVANELLI, WANDER R. ; Verri, Waldiceu A. . Leishmania (L). amazonensis induces hyperalgesia in balb/c mice: Contribution of endogenous spinal cord TNFα and NFκB activation. Chemico-Biological Interactions (Print), v. 268, p. 1-12, 2017.

13.
MANCHOPE, MARÍLIA F.2017MANCHOPE, MARÍLIA F. ; Casagrande, Rubia ; VERRI, JR., WALDICEU A. . Naringenin: an analgesic and anti-inflammatory citrus flavanone. OncoTarget, v. 8, p. 3766-3767, 2017.

14.
Fattori, Victor2017Fattori, Victor ; BORGHI, SERGIO M. ; GUAZELLI, CARLA F.S. ; GIROLDO, ANDRESSA C. ; CRESPIGIO, JEFFERSON ; BUSSMANN, ALLAN J.C. ; COELHO-SILVA, LETÍCIA ; LUDWIG, NATASHA G. ; MAZZUCO, TÂNIA L. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Vinpocetine reduces diclofenac-induced acute kidney injury through inhibition of oxidative stress, apoptosis, cytokine production, and NF-κB activation in mice. Pharmacological Research, v. 120, p. 10-22, 2017.

15.
ZUCOLOTO, AMANDA Z.2017ZUCOLOTO, AMANDA Z. ; MANCHOPE, MARÍLIA F. ; STAURENGO-FERRARI, LARRISA ; ALVES-FILHO, JOSÉ C. ; Cunha, Thiago M. ; ANTUNES, MAÍSA M. ; MENEZES, GUSTAVO B. ; Cunha, Fernando Q. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Probucol attenuates overt pain-like behavior and carrageenan-induced inflammatory hyperalgesia and leukocyte recruitment by inhibiting NF- B activation and cytokine production without antioxidant effects. INFLAMMATION RESEARCH, v. 66, p. 591-602, 2017.

16.
Staurengo-Ferrari, Larissa2017Staurengo-Ferrari, Larissa ; RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W. ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A. ; DOMICIANO, TALITA P. ; Fattori, Victor ; Mizokami, Sandra S. ; PELAYO, JACINTA S. ; BORDIGNON, JULIANO ; FIGUEIREDO, FLORÊNCIO ; Casagrande, Rubia ; MIRANDA, KATRINA M. ; Verri, Waldiceu A. . The nitroxyl donor Angeli's salt ameliorates Staphylococcus aureus -induced septic arthritis in mice. FREE RADICAL BIOLOGY AND MEDICINE, v. 108, p. 487-499, 2017.

17.
MARTINEZ, R. M.2017 MARTINEZ, R. M. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; VALE, D. L. ; STEFFEN, VINICIUS S ; VICENTINI, F. T. M. C. ; VIGNOLI, J. A. ; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; VERRI, WA, JR ; CASAGRANDE, R. . Trans-chalcone added in topical formulation inhibits skin inflammation and oxidative stress in a model of ultraviolet B radiation skin damage in hairless mice. JOURNAL OF PHOTOCHEMISTRY AND PHOTOBIOLOGY B-BIOLOGY, v. 171, p. 139-146, 2017.

18.
ZUCOLOTO, A. Z.2017ZUCOLOTO, A. Z. ; MANCHOPE, MARÍLIA F. ; STAURENGO-FERRARI, L. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; ZARPELON, A. C. ; SARAIVA, A. ; CECILIO, T. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, T. M. ; MENEZES, G. B. ; CUNHA, F. Q. ; CASAGRANDE, R. ; VERRI, WA, JR . Probucol attenuates lipopolysaccharide-induced leukocyte recruitment and inflammatory hyperalgesia: effect on NF-кB activation and cytokine production. EUROPEAN JOURNAL OF PHARMACOLOGY, v. 809, p. 52-63, 2017.

19.
BERNARDY, CATIA C. F.2017BERNARDY, CATIA C. F. ; Zarpelon, Ana C. ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A. ; CALIXTO-CAMPOS, CÁSSIA ; CARAVALHO, THACYANA T. ; Fattori, Victor ; BORGHI, SERGIO M. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Tempol, a Superoxide Dismutase Mimetic Agent, Inhibits Superoxide Anion-Induced Inflammatory Pain in Mice. Biomed Research International, v. 2017, p. 1-15, 2017.

20.
Martinez, Renata M2017Martinez, Renata M ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A ; STEFFEN, VINICIUS S ; CAVIGLIONE, CARLA V ; Fattori, Victor ; BUSSMANN, ALLAN J.C. ; BOTTURA, CAROLINA ; FONSECA, MARIA J.V. ; VIGNOLI, JOSIANE A ; Baracat, Marcela M ; Georgetti, Sandra R ; VERRI, WALDICEU A ; Casagrande, Rubia . Trans-Chalcone, a Flavonoid Precursor, Inhibits UV-Induced Skin Inflammation and Oxidative Stress in Mice by Targeting NADPH Oxidase and Cytokine Production. PHOTOCHEMICAL & PHOTOBIOLOGICAL SCIENCES, v. 16, p. 1162-1173, 2017.

21.
Fattori, Victor2017Fattori, Victor ; SERAFIM, KARLA G. G. ; Zarpelon, Ana C. ; BORGHI, SERGIO M. ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A. ; ALVES-FILHO, JOSÉ C. ; Cunha, Thiago M. ; Cunha, Fernando Q. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; Verri, Waldiceu A. . Differential regulation of oxidative stress and cytokine production by endothelin ET A and ET B receptors in superoxide anion-induced inflammation and pain in mice. JOURNAL OF DRUG TARGETING, v. 25, p. 264-274, 2017.

22.
Zarpelon, Ana C.2017Zarpelon, Ana C. ; Fattori, Victor ; Souto, Fabricio O. ; PINTO, LARISSA G. ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A. ; RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W. ; TURATO, WALTER M. ; Cunha, Thiago M. ; DA COSTA, FERNANDO B. ; Cunha, Fernando Q. ; Casagrande, Rubia ; Arakawa, Nilton S. ; Verri, Waldiceu A. . The Sesquiterpene Lactone, Budlein A, Inhibits Antigen-Induced Arthritis in Mice: Role of NF-κB and Cytokines. INFLAMMATION, v. 40, p. 2020-2032, 2017.

23.
BERTOZZI, MARIANA M.2017BERTOZZI, MARIANA M. ; ROSSANEIS, ANA C. ; Fattori, Victor ; LONGHI-BALBINOT, DANIELA T. ; FREITAS, ANDRESSA ; Cunha, Fernando Q. ; ALVES-FILHO, JOSÉ C. ; Cunha, Thiago M. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Diosmin reduces chronic constriction injury-induced neuropathic pain in mice. CHEMICO-BIOLOGICAL INTERACTIONS, v. 273, p. 180-189, 2017.

24.
RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W.2017RUIZ-MIYAZAWA, KENJI W. ; Staurengo-Ferrari, Larissa ; Mizokami, Sandra S. ; DOMICIANO, TALITA P. ; Vicentini, Fabiana T. M. C. ; CAMILIOS-NETO, DOUMIT ; PAVANELLI, WANDER R. ; PINGE-FILHO, PHILENO ; AMARAL, FLÁVIO A. ; TEIXEIRA, MAURO M. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Quercetin inhibits gout arthritis in mice: induction of an opioid-dependent regulation of inflammasome. INFLAMMOPHARMACOLOGY, v. 25, p. 555-570, 2017.

25.
MARCONDES-ALVES, LEANDRO2017MARCONDES-ALVES, LEANDRO ; Fattori, Victor ; BORGHI, SERGIO M. ; LOURENCO-GONZALEZ, YURI ; BUSSMANN, ALLAN J.C. ; HIROOKA, ELISA Y. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. ; Arakawa, Nilton S. . Kaurenoic acid extracted from Sphagneticola trilobata reduces acetaminophen-induced hepatotoxicity through inhibition of oxidative stress and pro-inflammatory cytokine production in mice. NATURAL PRODUCT RESEARCH, v. 20, p. 1-4, 2017.

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MARTINEZ, R. M.2016 MARTINEZ, R. M. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; STEFFEN, V. S. ; SILVA, T. C. C. E. ; CAVIGLIONE, C. V. ; BOTTURA, C. ; FONSECA, M. J. V. ; VICENTINI, F. T. M. C. ; VIGNOLI, J. A. ; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; VERRI, WA, JR ; CASAGRANDE, R . Topical Formulation Containing Naringenin: Efficacy against Ultraviolet B Irradiation-Induced Skin Inflammation and Oxidative Stress in Mice. Plos One, v. 11, p. e0146296, 2016.

27.
Mizokami, Sandra S.2016Mizokami, Sandra S. ; HOHMANN, MIRIAM S. N. ; Staurengo-Ferrari, Larissa ; CARVALHO, THACYANA T. ; Zarpelon, Ana C. ; POSSEBON, MARIA I. ; DE SOUZA, ANDERSON R. ; VENEZIANI, RODRIGO C. S. ; Arakawa, Nilton S. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Pimaradienoic Acid Inhibits Carrageenan-Induced Inflammatory Leukocyte Recruitment and Edema in Mice: Inhibition of Oxidative Stress, Nitric Oxide and Cytokine Production. Plos One, v. 11, p. e0149656, 2016.

28.
PINHO-RIBEIRO, FELIPE A.2016PINHO-RIBEIRO, FELIPE A. ; Zarpelon, Ana C. ; Fattori, Victor ; MANCHOPE, MARÍLIA F. ; Mizokami, Sandra S. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Naringenin reduces inflammatory pain in mice. Neuropharmacology, v. 105, p. 508-519, 2016.

29.
Martinez, Renata M2016 Martinez, Renata M ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A ; STEFFEN, VINICIUS S ; CAVIGLIONE, CARLA V ; PALA, DANILO ; Baracat, Marcela M ; Georgetti, Sandra R ; VERRI, WALDICEU A ; Casagrande, Rubia . Topical formulation containing hesperidin methyl chalcone inhibits skin oxidative stress and inflammation induced by ultraviolet B irradiation. Photochemical & Photobiological Sciences (Print), v. 15, p. 554-563, 2016.

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MANCHOPE, M. F.2016MANCHOPE, M. F. ; CAMPOS, C. C. ; SILVA, L. C. ; ZARPELON, A. C. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; GEORGETTI, S. R. ; BARACAT, M. M. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Naringenin Inhibits Superoxide Anion-Induced Inflammatory Pain: Role of Oxidative Stress, Cytokines, Nrf-2 and the NO−cGMP−PKG−KATPChannel Signaling Pathway. Plos One, v. 11, p. e0153015, 2016.

31.
RIBEIRO, F. A. P.2016RIBEIRO, F. A. P. ; ZARPELON, A. C. ; MIZOKAMI, S. S. ; BORGHI, S. ; BORDIGNON, J. ; SILVA, R. L. ; CUNHA, T. M. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, F. Q. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . The Citrus Flavonone Naringenin Reduces Lipopolysaccharide-Induced Inflammatory Pain and Leukocyte Recruitment by Inhibiting NF-κB Activation. Journal of Nutritional Biochemistry, v. 33, p. 8-14, 2016.

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MARTINEZ, R. M.2016MARTINEZ, R. M. ; ZARPELON, A. C. ; DOMICIANO, T. P. ; GEORGETTI, S. R. ; BARACAT, M. M. ; MOREIRA, I. C. ; ANDREI, C. C. ; VERRI, WA, JR ; CASAGRANDE, R . Antinociceptive Effect of Tephrosia sinapou Extract in the Acetic Acid, Phenyl-p-benzoquinone, Formalin, and Complete Freund’s Adjuvant Models of Overt Pain-Like Behavior in Mice. Scientifica, v. 2016, p. 1-8, 2016.

33.
PINHO-RIBEIRO, F. A.2016PINHO-RIBEIRO, F. A. ; Fattori, Victor ; ZARPELON, A. C. ; BORGHI, S. ; STAURENGO-FERRARI, L. ; CARVALHO, T. T. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, F. Q. ; CUNHA, T. M. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Pyrrolidine dithiocarbamate inhibits superoxide anion-induced pain and inflammation in the paw skin and spinal cord by targeting NF-κB and oxidative stress. Inflammopharmacology (Dordrecht. Print), v. 24, p. 97-107, 2016.

34.
BRINHOLI, FRANCIS FREGONESI2016BRINHOLI, FRANCIS FREGONESI ; FARIAS, CARINE CONEGLIAN DE ; BONIFÁCIO, KAMILA LANDUCCI ; HIGACHI, LUCIANA ; CASAGRANDE, RÚBIA ; MOREIRA, ESTEFÂNIA GASTALDELLO ; BARBOSA, DÉCIO SABBATINI . Clozapine and olanzapine are better antioxidants than haloperidol, quetiapine, risperidone and ziprasidone in in vitro models. Biomedicine & Pharmacotherapy, v. 81, p. 411-415, 2016.

35.
FUJIMURA, A. T.2016FUJIMURA, A. T. ; MARTINEZ, R. M. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; SILVA, A. M. L. D. ; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; VERRI JR, W. A. ; CHORILLI, M. ; CASAGRANDE, R . Resveratrol-Loaded Liquid-Crystalline System Inhibits UVB-Induced Skin Inflammation and Oxidative Stress in Mice. Journal of Natural Products (Print), v. 79, p. 1329-1338, 2016.

36.
BALBINOT, D. T. L.2016BALBINOT, D. T. L. ; ROSSANEIS, A. C. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; BERTOZZI, M. M. ; CUNHA, F. Q. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, T. M. ; PERON, J. P. S. ; MIRANDA, K. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . The nitroxyl donor, Angeli?s salt, reduces chronic constriction injury-induced neuropathic pain. Chemico-Biological Interactions (Print), v. 256, p. 1-8, 2016.

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BORGHI, SERGIO M.2016BORGHI, SERGIO M. ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A. ; Fattori, Victor ; BUSSMANN, ALLAN J. C. ; VIGNOLI, JOSIANE A. ; CAMILIOS-NETO, DOUMIT ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Quercetin Inhibits Peripheral and Spinal Cord Nociceptive Mechanisms to Reduce Intense Acute Swimming-Induced Muscle Pain in Mice. Plos One, v. 11, p. e0162267, 2016.

38.
VILELA, FERNANDA M.P.2016VILELA, FERNANDA M.P. ; OLIVEIRA, FRANCIANE M. ; VICENTINI, FABIANA T.M.C. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. ; Cunha, Thiago M. ; FONSECA, MARIA J.V. . Commercial sunscreen formulations: UVB irradiation stability and effect on UVB irradiation-induced skin oxidative stress and inflammation. Journal of Photochemistry and Photobiology. B, Biology, v. 163, p. 413-420, 2016.

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CARVALHO, T. T.2015CARVALHO, T. T. ; BORGHI, S. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; MIZOKAMI, S. S. ; CUNHA, T. M. ; Ferreira, Sérgio H. ; Cunha, Fernando Q. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Granulocyte-colony stimulating factor (G-CSF)-induced mechanical hyperalgesia in mice: Role for peripheral TNFα, IL-1β and IL-10. European Journal of Pharmacology, v. 749, p. 62-72, 2015.

40.
PINHO-RIBEIRO, F. A.2015PINHO-RIBEIRO, F. A. ; HOHMANN, MIRIAM S. N. ; BORGHI, S. ; ZARPELON, A. C. ; GUAZELLI, CARLA F. S. ; MANCHOPE, M. F. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI JR, W. A. . Protective effects of the flavonoid hesperidin methyl chalcone in inflammation and pain in mice: role of TRPV1, oxidative stress, cytokines and NF-κB. Chemico-Biological Interactions (Print), v. 228, p. 88-99, 2015.

41.
RUIZ-MIYAZAWA, K. W.2015RUIZ-MIYAZAWA, K. W. ; ZARPELON, A. C. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; PAVAO-DE-SOUZA, G. F. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI JR, W. A. . Vinpocetine Reduces Carrageenan-Induced Inflammatory Hyperalgesia in Mice by Inhibiting Oxidative Stress, Cytokine Production and NF-κB Activation in the Paw and Spinal Cord. Plos One, v. 10, p. e0118942, 2015.

42.
MARTINEZ, R. M.2015 MARTINEZ, R. M. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; STEFFEN, V. S. ; CAVIGLIONE, C. V. ; VIGNOLI, J. A. ; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; VERRI, WA, JR ; CASAGRANDE, R . Hesperidin methyl chalcone inhibits oxidative stress and inflammation in a mouse model of ultraviolet B irradiation-induced skin damage. Journal of Photochemistry and Photobiology. B, Biology, v. 148, p. 145-153, 2015.

43.
BORGHI, S.2015BORGHI, S. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; ZARPELON, A. C. ; CUNHA, T. M. ; ALVES FILHO, J. C. ; FERREIRA, S. H. ; CUNHA, F. Q. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Interleukin-10 limits intense acute swimming-induced muscle mechanical hyperalgesia in mice. Experimental Physiology (Print), v. 100, p. 531-544, 2015.

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HOHMANN, M.2015HOHMANN, M. ; CARDOSO, RENATO D. R. ; FATTORI, V. ; Arakawa, Nilton S. ; TOMAZ, J. C. ; LOPES, N. P. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Hypericum perforatum Reduces Paracetamol-Induced Hepatotoxicity and Lethality in Mice by Modulating Inflammation and Oxidative Stress. PTR. Phytotherapy Research, v. 29, p. 1097-1101, 2015.

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RUIZ-MIYAZAWA, K. W.2015RUIZ-MIYAZAWA, K. W. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; ZARPELON, A. C. ; STAURENGO-FERRARI, L. ; SILVA, R. L. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, T. M. ; CUNHA, F. Q. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Vinpocetine reduces lipopolysaccharide-induced inflammatory pain and neutrophil recruitment in mice by targeting oxidative stress, cytokines and NF-κB. Chemico-Biological Interactions (Print), v. 237, p. 9-17, 2015.

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FERRAZ, CAMILA R.2015FERRAZ, CAMILA R. ; CAMPOS, C. C. ; MANCHOPE, M. F. ; CASAGRANDE, R ; CLISSA, P. ; BALDO, C. ; VERRI, WA, JR . Jararhagin-induced mechanical hyperalgesia depends on TNF-α, IL-1β and NFκB in mice. Toxicon (Oxford), v. 103, p. 119-128, 2015.

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MARTINEZ, R. M.2015MARTINEZ, R. M. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; STEFFEN, V. S. ; CAVIGLIONE, C. V. ; VIGNOLI, J. A. ; BARBOSA, D. S. ; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; VERRI, WA, JR ; CASAGRANDE, R . Naringenin Inhibits UVB Irradiation-Induced Inflammation and Oxidative Stress in the Skin of Hairless Mice. Journal of Natural Products (Print), v. 78, p. 1647-1655, 2015.

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CAMPOS, C. C.2015CAMPOS, C. C. ; CARVALHO, T. T. ; HOHMANN, M. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; FATTORI, V. ; MANCHOPE, M. F. ; ZARPELON, A. C. ; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Vanillic Acid Inhibits Inflammatory Pain by Inhibiting Neutrophil Recruitment, Oxidative Stress, Cytokine Production, and NFκB Activation in Mice. Journal of Natural Products (Print), v. 78, p. 1799-1808, 2015.

49.
CAMPOS, C. C.2015CAMPOS, C. C. ; CORREA, M. P. ; CARVALHO, T. T. ; ZARPELON, A. C. ; HOHMANN, M. ; ROSSANEIS, A. C. ; SILVA, L. C. ; PAVANELLI, W. R. ; PINGE-FILHO, P. ; CRESPIGIO, J. ; BERNARDY, C. C. F. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Quercetin Reduces Ehrlich Tumor-Induced Cancer Pain in Mice. ANAL CELL PATHOL, v. 2015, p. 1-18, 2015.

50.
SERAFIM, K. G. G.2015SERAFIM, K. G. G. ; Navarro, S.A. ; ZARPELON, A. C. ; RIBEIRO, F. A. P. ; FATTORI, V. ; CUNHA, T. M. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, F. Q. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Bosentan, a mixed endothelin receptor antagonist, inhibits superoxide anion-induced pain and inflammation in mice. Naunyn-Schmiedeberg's Archives of Pharmacology, v. 388, p. 1211-1221, 2015.

51.
YAMACITA-BORIN, F. Y.2015YAMACITA-BORIN, F. Y. ; ZARPELON, A. C. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; FATTORI, V. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, F. Q. ; CUNHA, T. M. ; CASAGRANDE, R ; VERRI, WA, JR . Superoxide anion-induced pain and inflammation depends on TNFα/TNFR1 signaling in mice. Neuroscience Letters (Print), v. 605, p. 53-58, 2015.

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Fattori, Victor2015Fattori, Victor ; PINHO-RIBEIRO, FELIPE A. ; BORGHI, SERGIO M. ; ALVES-FILHO, JOSÉ C. ; Cunha, Thiago M. ; Cunha, Fernando Q. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Curcumin inhibits superoxide anion-induced pain-like behavior and leukocyte recruitment by increasing Nrf2 expression and reducing NF-κB activation. Inflammation Research (Printed ed.), v. 64, p. 993-1003, 2015.

53.
MARTINEZ, RENATA M.2015MARTINEZ, RENATA M. ; LONGHI-BALBINOT, DANIELA T. ; Zarpelon, Ana C. ; Staurengo-Ferrari, Larissa ; BARACAT, MARCELA M. ; Georgetti, Sandra R. ; SASSONIA, ROGÉRIO C. ; Verri, Waldiceu A. ; Casagrande, Rubia . Anti-inflammatory activity of betalain-rich dye of Beta vulgaris: effect on edema, leukocyte recruitment, superoxide anion and cytokine production. ARCHIVES OF PHARMACAL RESEARCH, v. 38, p. 494-504, 2015.

54.
MAIOLI, N. A.2015MAIOLI, N. A. ; ZARPELON, A. C. ; MIZOKAMI, S. S. ; CAMPOS, C. C. ; GUAZELLI, C. F. S. ; HOHMANN, M. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; CARVALHO, T. T. ; MANCHOPE, M. F. ; FERRAZ, CAMILA R. ; CASAGRANDE, R. ; VERRI, WA, JR . The superoxide anion donor, potassium superoxide, induces pain and inflammation in mice through production of reactive oxygen species and cyclooxygenase-2. Brazilian journal of medical and biological research, v. 48, p. 321-331, 2015.

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CAMPANINI, M. Z.2014CAMPANINI, M. Z. ; CUSTODIO, D. L. ; IVAN, A. L. M. ; MARTINS, S. M. ; PARANZINI, M. J. R. ; MARTINEZ, R. M. ; VICENTINI, F. T. M. C. ; VERRI JR, W. A. ; ARAKAWA, N. S. ; FARIA, T. J. ; BARACAT, M. M. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; GEORGETTI, S. R. . Topical Formulations Containing Pimenta pseudocaryophyllus Extract: In Vitro Antioxidant Activity and In Vivo Efficacy Against UV-B-Induced Oxidative Stress. AAPS PharmSciTech, v. 15, p. 86-95, 2014.

56.
BORGHI, S.2014BORGHI, S. ; ZARPELON, A. C. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; CARDOSO, R. ; CUNHA, T. M. ; ALVES FILHO, J. C. ; FERREIRA, S. H. ; CUNHA, F. Q. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI, WA, JR . Targeting interleukin-1β reduces intense acute swimming-induced muscle mechanical hyperalgesia in mice. Journal of Pharmacy and Pharmacology, v. 66, p. 1009-1020, 2014.

57.
BORGHI, S.2014BORGHI, S. ; ZARPELON, A. C. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; CARDOSO, RENATO D. R. ; MARTINS-PINGE, M. C. ; TATAKIHARA, R. I. ; Cunha, Thiago M. ; FERREIRA, S. H. ; CUNHA, F. Q. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI JR, W. A. . Role of TNF-α/TNFR1 in intense acute swimming-induced delayed onset muscle soreness in mice. Physiology & Behavior, v. 128, p. 277-287, 2014.

58.
STAURENGO-FERRARI, L.2014STAURENGO-FERRARI, L. ; ZARPELON, A. C. ; BALBINOT, D. T. L. ; MARCHESI, M. ; CUNHA, T. M. ; ALVES FILHO, J. C. ; CUNHA, F. Q. ; FERREIRA, S. H. ; CASAGRANDE, R ; MIRANDA, K. ; VERRI JR, W. A. . Nitroxyl inhibits overt pain-like behavior in mice: Role of cGMP/PKG/ATP-sensitive potassium channel signaling pathway. Pharmacological Reports, v. 66, p. 691-698, 2014.

59.
IVAN, A. L. M.2014IVAN, A. L. M. ; CAMPANINI, M. Z. ; MARTINEZ, R. M. ; FERREIRA, V. S. ; STEFFEN, V. S. ; VICENTINI, F. T. M. C. ; VILELA, F. M. P. ; MARTINS, F. S. ; ZARPELON, A. C. ; CUNHA, T. M. ; FONSECA, M. J. V. ; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; VERRI JR, W. A. ; CASAGRANDE, RÚBIA . Pyrrolidine dithiocarbamate inhibits UVB-induced skin inflammation and oxidative stress in hairless mice and exhibits antioxidant activity in vitro. JOURNAL OF PHOTOCHEMISTRY AND PHOTOBIOLOGY B-BIOLOGY, v. 138, p. 124-133, 2014.

60.
Staurengo-Ferrari, Larissa2014Staurengo-Ferrari, Larissa ; Mizokami, Sandra S. ; Fattori, Victor ; SILVA, JEAN J. ; ZANICHELLI, PATRÍCIA G. ; Georgetti, Sandra R. ; BARACAT, MARCELA M. ; DA FRANÇA, LUIZ G. ; PAVANELLI, WANDER R. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . The ruthenium nitric oxide donor, [Ru(HEDTA)NO], inhibits acute nociception in mice by modulating oxidative stress, cytokine production and activating the cGMP/PKG/ATP-sensitive potassium channel signaling pathway. Naunyn-Schmiedeberg's Archives of Pharmacology, v. 387, p. 1053-1068, 2014.

61.
POSSEBON, MARIA I.2014POSSEBON, MARIA I. ; Mizokami, Sandra S. ; CARVALHO, THACYANA T. ; Zarpelon, Ana C. ; HOHMANN, MIRIAM S. N. ; Staurengo-Ferrari, Larissa ; FERRAZ, CAMILA R. ; HAYASHIDA, THIAGO H. ; DE SOUZA, ANDERSON R. ; Ambrosio, Sergio R. ; Arakawa, Nilton S. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Pimaradienoic Acid Inhibits Inflammatory Pain: Inhibition of NF-κB Activation and Cytokine Production and Activation of the NO-Cyclic GMP-Protein Kinase G-ATP-Sensitive Potassium Channel Signaling Pathway. Journal of Natural Products (Print), v. 77, p. 2488-2496, 2014.

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FARIAS, C. C.2014FARIAS, C. C. ; BONIFACIO, K. L. ; MATSUMOTO, A. K. ; HIGACHI, L. ; CASAGRANDE, R. ; MOREIRA, E. G. ; BARBOSA, D. S. . Comparison of the antioxidant potential of antiparkinsonian drugs in different in vitro models. Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences (Impresso), v. 50, p. 819-826, 2014.

63.
STAURENGO-FERRARI, L.2013STAURENGO-FERRARI, L. ; MIZOKAMI, S. S. ; SILVA, J. J. ; SILVA, F. O. ; SOUSA, E. H. ; FRANCA, L. G. ; MATUOKA, M. L. ; GEORGETTI, S. R. ; BARACAT, M. M. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; PAVANELLI, W. R. ; VERRI JUNIOR, W. A. . The ruthenium NO donor, [Ru(bpy)2(NO)SO3](PF6), inhibits inflammatory pain: Involvement of TRPV1 and cGMP/PKG/ATP-sensitive potassium channel signaling pathway. Pharmacology, Biochemistry and Behavior, v. 105, p. 157-165, 2013.

64.
Navarro, S.A.2013Navarro, S.A. ; SERAFIM, K. G. G. ; MIZOKAMI, S. S. ; HOHMANN, M. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI JUNIOR, W. A. . Analgesic activity of piracetam: Effect on cytokine production and oxidative stress. Pharmacology, Biochemistry and Behavior, v. 105, p. 183-192, 2013.

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ZARPELON, A. C.2013ZARPELON, A. C. ; SOUZA, G. R. ; CUNHA, T. M. ; SCHIVO, I. R. ; MARCHESI, M. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; PINGE-FILHO, P. ; CUNHA, F. Q. ; FERREIRA, S. H. ; MIRANDA, K. ; VERRI JUNIOR, W. A. . The nitroxyl donor, Angeli s salt, inhibits inflammatory hyperalgesia in rats. Neuropharmacology, v. 71, p. 1-9, 2013.

66.
STAURENGO-FERRARI, L.2013STAURENGO-FERRARI, L. ; SAITO, A. Y. ; PELAYO, J. S. ; GEORGETTI, S. R. ; BARACAT, M. M. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI JUNIOR, W. A. . Influence of bacterial suspension storage in the inflammatory response in mice. Semina. Ciências Biológicas e da Saúde (Online), v. 34, p. 33-44, 2013.

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Magro, Danilo A.2013Magro, Danilo A. ; HOHMANN, M. ; MIZOKAMI, S. S. ; CUNHA, T. M. ; ALVES FILHO, J. C. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; Ferreira, Sergio H. ; LIEW, F. ; CUNHA, F. Q. ; VERRI JUNIOR, W. A. . An interleukin-33/ST2 signaling deficiency reduces overt pain-like behaviors in mice. Brazilian Journal of Medical and Biological Research on line, v. 46, p. 601-606, 2013.

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GUAZELLI, CARLA F. S.2013GUAZELLI, CARLA F. S. ; Fattori, Victor ; COLOMBO, BARBARA B. ; Georgetti, Sandra R. ; Vicentini, Fabiana T. M. C. ; Casagrande, Rubia ; BARACAT, MARCELA M. ; Verri, Waldiceu A. . Quercetin-Loaded Microcapsules Ameliorate Experimental Colitis in Mice by Anti-inflammatory and Antioxidant Mechanisms. Journal of Natural Products (Print), v. 76, p. 200-208, 2013.

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BORGHI, S.2013BORGHI, S. ; CARVALHO, T. T. ; STAURENGO-FERRARI, L. ; HOHMANN, M. ; PINGE-FILHO, P. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI JUNIOR, W. A. . Vitexin Inhibits Inflammatory Pain in Mice by Targeting TRPV1, Oxidative Stress, and Cytokines. Journal of Natural Products (Print), v. 76, p. 1141-1149, 2013.

70.
CAMPOS, C. C.2013CAMPOS, C. C. ; ZARPELON, A. C. ; CORREA, M. P. ; CARDOSO, R. ; RIBEIRO, F. A. P. ; CECCHINI, R. ; MOREIRA, E. G. ; CRESPIGIO, J. ; BERNARDY, C. C. F. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI JR, W. A. . The Ehrlich Tumor Induces Pain-Like Behavior in Mice: A Novel Model of Cancer Pain for Pathophysiological Studies and Pharmacological Screening. Journal of Biomedicine and Biotechnology (Print), v. 2013, p. 1-12, 2013.

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GEORGETTI, S. R.2013GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VICENTINI, F. T. M. C. ; BARACAT, M. M. ; VERRI JR, W. A. ; FONSECA, M. J. V. . Protective Effect of Fermented Soybean Dried Extracts against TPA-Induced Oxidative Stress in Hairless Mice Skin. Journal of Biomedicine and Biotechnology (Print), v. 2013, p. 1-8, 2013.

72.
MARTINEZ, RENATA M.2013MARTINEZ, RENATA M. ; ZARPELON, A. C. ; CARDOSO, RENATO D. R. ; VICENTINI, F. T. M. C. ; GEORGETTI, S. R. ; BARACAT, MARCELA M. ; ANDREI, C. C. ; MOREIRA, I. C. ; VERRI JR, W. A. ; CASAGRANDE, R . Tephrosia sinapou ethyl acetate extract inhibits inflammatory pain in mice: Opioid receptor dependent inhibition of TNFa and IL-1b production. Pharmaceutical Biology, v. 51, p. 1262-1271, 2013.

73.
CAMPANINI, M. Z.2013CAMPANINI, M. Z. ; RIBEIRO, F. A. P. ; IVAN, A. L. M. ; FERREIRA, V. S. ; VILELA, F. M. P. ; VICENTINI, F. T. M. C. ; MARTINEZ, R. M. ; ZARPELON, A. C. ; FONSECA, M. J. V. ; FARIA, T. J. ; BARACAT, M. M. ; VERRI JUNIOR, W. A. ; GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, RÚBIA . Efficacy of topical formulations containing Pimenta pseudocaryophyllus extract against UVB-induced oxidative stress and inflammation in hairless mice. Journal of Photochemistry and Photobiology. B, Biology, v. 127, p. 153-160, 2013.

74.
HOHMANN, M.2013HOHMANN, M. ; CARDOSO, RENATO D. R. ; CRESPIGIO, J. ; CUNHA, T. M. ; ALVES FILHO, J. C. ; SILVA, R. ; PINGE-FILHO, P. ; FERREIRA, S. H. ; CUNHA, F. Q. ; RIBEIRO, F. A. P. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI JR, W. A. . 5-Lipoxygenase Deficiency Reduces Acetaminophen-Induced Hepatotoxicity and Lethality. BioMed Research International, v. 2013, p. 1-13, 2013.

75.
NAPIMOGA, M. H.2013NAPIMOGA, M. H. ; CLEMENTE-NAPIMOGA, J. ; MACEDO, C. ; FREITAS, F. ; STIPP, R. ; RIBEIRO, F. A. P. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI JR, W. A. . Quercetin Inhibits Inflammatory Bone Resorption in a Mouse Periodontitis Model. Journal of Natural Products (Print), v. 76, p. 2316-2321, 2013.

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FRANCO, S. C.2013FRANCO, S. C. ; SILVA, F. C. ; BARACAT, M. M. ; CASAGRANDE, R ; RAFAEL, J. A. ; MEDEIROS, D. C. . The importance of coating standardization in gastro-resistant capsules produced in magistral pharmacy. Acta Scientiarum. Health Sciences (Impresso), v. 35, p. 211-214, 2013.

77.
Martinez, Renata M2012Martinez, Renata M ; Zarpelon, Ana C ; Zimermann, Vanessa V. M ; Georgetti, Sandra R ; Baracat, Marcela M ; Fonseca, Maria J. V ; Vicentini, Fabiana T. M. C ; Moreira, Isabel C ; Andrei, Cesar C ; Verri Jr, Waldiceu A ; Casagrande, Rubia . Tephrosia sinapou extract reduces inflammatory leukocyte recruitment in mice: effect on oxidative stress, nitric oxide and cytokine production. Revista Brasileira de Farmacognosia (Impresso), v. 22, p. 587-597, 2012.

78.
Pavao-de-Souza, Gabriela F.2012Pavao-de-Souza, Gabriela F. ; Zarpelon, Ana C. ; Tedeschi, Giovana C. ; Mizokami, Sandra S. ; Sanson, Joice S. ; Cunha, Thiago M. ; Ferreira, Sérgio H. ; Cunha, Fernando Q. ; Casagrande, Rubia ; Verri, Waldiceu A. . Acetic acid- and phenyl-p-benzoquinone-induced overt pain-like behavior depends on spinal activation of MAP kinases, PI3K and microglia in mice. Pharmacology, Biochemistry and Behavior, v. 101, p. 320-328, 2012.

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BARACAT, M. M.2012BARACAT, M. M. ; NAKAGAWA, A. ; CASAGRANDE, R ; GEORGETTI, S. R. ; VERRI JUNIOR, W. A. ; FREITAS, O. . Preparation and Characterization of Microcapsules Based on Biodegradable Polymers: Pectin/Casein Complex for Controlled Drug Release Systems. AAPS PharmSciTech, v. 1, p. E1-E9, 2012.

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Mizokami, Sandra S.2012Mizokami, Sandra S. ; Arakawa, Nilton S. ; Ambrosio, Sergio R. ; Zarpelon, Ana C. ; Casagrande, Rubia ; Cunha, Thiago M. ; Ferreira, Sergio H. ; Cunha, Fernando Q. ; Verri, Waldiceu A. . Kaurenoic Acid from Sphagneticola trilobata Inhibits Inflammatory Pain: Effect on Cytokine Production and Activation of the NO Cyclic GMP Protein Kinase G ATP-Sensitive Potassium Channel Signaling Pathway. Journal of Natural Products (Print), v. 75, p. 896-904, 2012.

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Canan, Cristiane2012Canan, Cristiane ; Delaroza, Fernanda ; CASAGRANDE, RÚBIA ; BARACAT, MARCELA MARIA ; Shimokomaki, Massami ; Ida, Elza Iouko . Antioxidant capacity of phytic acid purified from rice bran. Acta Scientiarum. Technology (Impresso), v. 34, p. 457-463, 2012.

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Souto, Fabricio O.2011Souto, Fabricio O. ; Zarpelon, Ana C. ; Staurengo-Ferrari, Larissa ; Fattori, Victor ; Casagrande, Rubia ; Fonseca, Maria J. V. ; Cunha, Thiago M. ; Ferreira, Sergio H. ; Cunha, Fernando Q. ; Verri, Waldiceu A. . Quercetin Reduces Neutrophil Recruitment Induced by CXCL8, LTB 4 , and fMLP: Inhibition of Actin Polymerization. Journal of Natural Products (Print), v. 74, p. 113-118, 2011.

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Canan, Cristiane2011Canan, Cristiane ; Cruz, Felipe Tsuruta Lisboa ; Delaroza, Fernanda ; Casagrande, Rubia ; Sarmento, Cleonice Pereira Mendes ; Shimokomaki, Massami ; Ida, Elza Iouko . Studies on the extraction and purification of phytic acid from rice bran. Journal of Food Composition and Analysis (Print), v. 24, p. 1057-1063, 2011.

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BARACAT, M. M.2009BARACAT, M. M. ; MONTANHER, C. ; KUBACKI, A. C. ; MARTINEZ, R. M. ; ZONTA, G. A. ; DUARTE, J. C. ; NERY, M. M. F. ; GIANOTTO, E. A. S. ; GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, R . Avaliação da qualidade de formulações manipuladas e industrializadas de sinvastatina. Acta Farmaceutica Bonaerense, v. 28, p. 427-432, 2009.

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FILGUEIRAS, C. T.2009FILGUEIRAS, C. T. ; SOARES, A. L. ; SHIMOKOMAKI, M. ; CASAGRANDE, R ; IDA, E. Y. . Avaliação da atividade antioxidante do ácido fítico de germe de milho. Química Nova (Impresso), v. 32, p. 1787-1791, 2009.

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VALERIO, D. A.2009VALERIO, D. A. ; Georgetti, Sandra R. ; Magro, Danilo A. ; Casagrande, Rubia ; Cunha, Thiago M. ; Vicentini, Fabiana T. M. C. ; Vieira, Silvio M. ; Fonseca, Maria J. V. ; Ferreira, Sergio H. ; Cunha, Fernando Q. ; Verri, Waldiceu A. . Quercetin Reduces Inflammatory Pain: Inhibition of Oxidative Stress and Cytokine Production. Journal of Natural Products (Print), v. 72, p. 1975-1979, 2009.

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CASAGRANDE, R2009CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; VERRI JUNIOR, W. A. ; VICENTINI, F. T. M. C. ; RAFAEL, J. A. ; JABOR, J. R. ; FONSECA, M. J. V. . Method validation and stability study of quercetin in topical emulsions. Química Nova (Impresso), v. 32, p. 1939-1942, 2009.

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GEORGETTI, S. R.2008GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, R. ; SOUZA, C. R. F. ; OLIVEIRA, W. P. ; FONSECA, M. J. V. . Spray drying of the soybean extract: Effects on chemical properties and antioxidant activity. Food Science and Technology / Lebensmittel-Wissenschaft + Technologie, v. 41, p. 1521-1527, 2008.

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VICENTINI, F. T. M. C.2008VICENTINI, F. T. M. C. ; CASAGRANDE, R. ; VERRI JUNIOR, W. A. ; GEORGETTI, S. R. ; BENTLEY, M. V. L. B. ; FONSECA, M. J. V. . Quercetin in Lyotropic Liquid Crystalline Formulations: Physical, Chemical and Functional Stability. AAPS PharmSciTech, v. 9, p. 591-596, 2008.

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CASAGRANDE, R.;CASAGRANDE, R;Casagrande, Rubia;CASAGRANDE, RÚBIA2007CASAGRANDE, R.; GEORGETTI, S. R. ; VERRI JUNIOR, W. A. ; BORIN, M. F. ; LOPEZ, R. F. V. ; FONSECA, M. J. V. . In vitro evaluation of quercetin cutaneous absorption from topical formulations and its functional. International Journal of Pharmaceutics (Print), v. 328, p. 183-190, 2007.

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RAFAEL, J. A.2007RAFAEL, J. A. ; JABOR, J. R. ; CASAGRANDE, R. ; GEORGETTI, S. R. ; BORIN, M. F. ; FONSECA, M. J. V. . Validation of HPLC, DPPH and nitrosation methods for the mesalamine determination in pharmaceutical dosage. RBCF. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, v. 43, p. 97-103, 2007.

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NERY, M. M. F.2007NERY, M. M. F. ; GIANOTTO, E. A. S. ; DALMAS, J. C. ; BARACAT, M. M. ; CASAGRANDE, R. ; MACHADO, H. T. ; MIGLIORANZA, B. . Determinação de cloridrato de fluoxetina por espectrofotometria no ultravioleta. Revista Brasileira de Farmácia, v. 88, p. 3-6, 2007.

95.
MONTEIRO, L. M.2007MONTEIRO, L. M. ; SOUZA, A. E. ; GIANOTTO, E. A. S. ; NERY, M. M. F. ; DUARTE, J. C. ; FREITAS, O. ; CASAGRANDE, R. ; BARACAT, M. M. . Comprimidos Matriciais Preparados com Hidroxipropilmetilcelulose e Pectina contendo Quercetina para Liberação Cólon-específica. Acta Farmaceutica Bonaerense, v. 26, p. 179-184, 2007.

96.
VICENTINI, F. T. M. C.2007VICENTINI, F. T. M. C. ; CASAGRANDE, R. ; GEORGETTI, S. R. ; BENTLEY, M. V. L. B. ; FONSECA, M. J. V. . Influence of vehicle on antioxidant activity of quercetin: a liquid crystal formulation. Acta Farmaceutica Bonaerense, v. 26, p. 805-810, 2007.

97.
GEORGETTI, S. R.2007GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, R ; VERRI JUNIOR, W. A. ; BORIN, M. F. ; RAFAEL, J. A. ; JABOR, J. R. ; FONSECA, M. J. V. . Assessment of the Antioxidant Activity of Two Plant Extracts Containing Isoflavonoids by Different In Vitro Methods. Acta Farmaceutica Bonaerense, v. 26, p. 252-257, 2007.

98.
CASAGRANDE, R.;CASAGRANDE, R;Casagrande, Rubia;CASAGRANDE, RÚBIA2006CASAGRANDE, R.; GEORGETTI, S. R. ; VERRI JUNIOR, W. A. ; JABOR, J. R. ; SANTOS, A. C. ; FONSECA, M. J. . Evaluation of functional stability of quercetin as a raw material and in different topical formulations by its antilipoperoxidative activity. AAPS PharmSciTech, v. 7, p. E1-E8, 2006.

99.
CASAGRANDE, R.;CASAGRANDE, R;Casagrande, Rubia;CASAGRANDE, RÚBIA2006CASAGRANDE, R.; GEORGETTI, S. R. ; VERRI JUNIOR, W. A. ; DORTA, D. J. ; SANTOS, A. C. ; FONSECA, M. J. V. . Protective effect of topical formulations containing quercetin against UVB-induced oxidative stress in hairless mice. Journal of Photochemistry and Photobiology. B, Biology, v. 84, p. 21-27, 2006.

100.
GEORGETTI, S. R.2006GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, R. ; MOURA-DE-CARVALHO, F. T. ; VERRI JUNIOR, W. A. ; FONSECA, M. J. V. . Evaluation of the antioxidant activity of soybean extract by different in vitro methods and investigation of this activity after its incorporation in topical formulations. European Journal of Pharmaceutics and Biopharmaceutics, v. 64, p. 99-106, 2006.

101.
MARQUELE, F. D.2005MARQUELE, F. D. ; MAMBRO, V. M. ; GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, R. ; VALIM, Y. M. L. ; FONSECA, M. J. V. . Assessment of the antioxidant activities of Brazilian extracts of propolis alone and in topical pharmaceutical formulations. Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis, v. 39, p. 455-462, 2005.

102.
GEORGETTI, S. R.2003GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, R. ; MAMBRO, V. ; AZZOLINI, A. E. ; FONSECA, M. J. V. . Evaluation of the antioxidant activity of different flavonoids by the chemiluminescence method. AAPS PharmSci, Virgínia USA, v. 05, p. 210/20-214, 2003.

103.
ROCHA, K. M.1997ROCHA, K. M. ; ESPIGA, F. C. ; IRAMINA, E. ; MANZANO, P. M. ; CODAGNONE, F. T. ; CASAGRANDE, R. ; KIMURA, C. M. ; ONO, E. ; DUARTE, L. M. ; CORONEL, G. S. ; FRIGONZI, G. A. F. ; NISHIYAMA, V. ; PUZZI, P. C. M. ; OBERDICK, H. I. . Gestação: Orientações Básicas. Semina (Londrina), Londrina - Pr - Brasil, v. 18, p. 85-88, 1997.

Capítulos de livros publicados
1.
HOHMANN, M. ; LONGHI-BALBINOT, DANIELA T. ; GUAZELLI, C. F. S. ; Navarro, S.A. ; Zarpelon, Ana C ; CASAGRANDE, R ; Arakawa, Nilton S. ; VERRI, WA, JR . Sesquiterpene Lactones: Structural Diversity and Perspectives as Anti- Inflammatory Molecules. In: Atta-ur-Rahman. (Org.). Studies in Natural Products Chemistry. 1ed.Oxford: Elsevier, 2016, v. 49, p. 243-264.

2.
VERRI JUNIOR, W. A. ; VICENTINI, F. T. M. C. ; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; CARDOSO, R. ; CUNHA, T. M. ; FERREIRA, S. H. ; CUNHA, F. Q. ; FONSECA, M. J. V. ; CASAGRANDE, R . Flavonoids as Anti-Inflammatory and Analgesic Drugs: Mechanisms of Action and Perspectives in the Development of Pharmaceutical Forms. In: ATTA-UR-RAHMAN. (Org.). Studies In Natural Products Chemistry. Amsterdam: Elsevier, 2012, v. 36, p. 295-329.

3.
OKINO, A. M. ; MARRONI, F. E. C. ; NAKAJIMA, L. M. ; MENEGHELLI, L. ; NATALÍCIO, M. A. ; SORIANI, R. R. ; CASAGRANDE, R . Correlação clínico-laboratorial na anemia hemolítica autoimune. In: Edna Maria Vissoci Reiche; Leda Mezzaroba; José Wander Breganó; Marsileni Pelisson; Egídio Tesser. (Org.). Abordagem interdisciplinar em análises clínicas. 2ed.Londrina: Eduel, 2009, v. , p. 363-367.

4.
OKINO, A. M. ; MARRONI, F. E. C. ; NAKAJIMA, L. M. ; MENEGHELLI, L. ; NATALÍCIO, M. A. ; SORIANI, R. R. ; CASAGRANDE, R. . Correlação clínico-laboratorial na anemia hemolítica auto-imune. In: Edna Maria Vissoci Reiche; Leda Mezzaroba; José Wander Breganó; Marsileni Pelisson; Egídio Tesser. (Org.). Abordagem interdisciplinar em análises clínicas. Londrina: Eduel, 2006, v. , p. 323-327.

Textos em jornais de notícias/revistas
1.
DESGUALDO, P. ; CASAGRANDE, R ; MARCHIORI, V. ; DALEPRENE, J. B. ; DOVICHI, S. S. . Um Q de saúde. Revista Saúde, São Paulo, p. 16 - 19, 01 maio 2009.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
CONTI, B. C. ; MARTINEZ, R. M. ; CASAGRANDE, R . AVALIAÇÃO DO POTENCIAL TERAPÊUTICO DA TRANS-CHALCONA EM DANOS CUTÂNEOS INFLAMATÓRIOS INDUZIDOS PELA RADIAÇÃO UVB EM CAMUNDONGOS SEM PELO. In: 26o Encontro Anual de Iniciação Científica - EAIC, 2017, Londrina. Anais do 26o Encontro Anual de Iniciação Científica - EAIC, 2017. p. 1-4.

2.
SILVA, B. C. ; MARTINEZ, R. M. ; CASAGRANDE, R . Avaliação do potencial terapêutico da trans-chalcona em danos cutâneos oxidativos induzidos pela radiação UVB em camundongos sem pelo. In: 26o Encontrol Anual de Iniciação Científica - EAIC, 2017, Londrina. Anais do 26o Encontrol Anual de Iniciação Científica - EAIC, 2017. p. 1-4.

3.
BOTTURA, C. ; MARTINEZ, R. M. ; CASAGRANDE, R . NARINGENINA INIBE A INFLAMAÇÃO INDUZIDA PELA RADIAÇÃO UVB EM CAMUNDONGOS SEM PELO. In: XXV EAIC, 2016, Londrina. Anais do XXV EAIC, 2016. p. 1-4.

4.
DURANTE, G. P. ; MARTINEZ, R. M. ; CASAGRANDE, R . FORMULAÇÃO TÓPICA CONTENDO HESPERIDINA METIL CHALCONA PROTEGE ANTIOXIDANTES ENDÓGENOS CUTÂNEOS DE DANO OXIDATIVO INDUZIDO POR RADIAÇÃO UVB. In: XXV EAIC, 2016, Londrina. Anais do XXV EAIC, 2016. p. 1-4.

5.
DOMINGUES JUNIOR, A. W. ; MARTINEZ, R. M. ; STEFFEN, V. S. ; CAVIGLIONE, C. V. ; BOTTURA, C. ; DURANTE, G. P. ; CASAGRANDE, R . EFICÁCIA TÓPICA DE FORMULAÇÃO CONTENDO NARINGENINA NA INFLAMAÇÃO/ESTRESSE OXIDATIVO INDUZIDOS POR RADIAÇÃO UVB EM CAMUNDONGOS SEM PÊLO. In: VI EAITI, 2016, Londrina. Anais do VI EAITI, 2016. p. 1-4.

6.
AMARAL, G. ; CAVIGLIONE, C. V. ; STEFFEN, V. S. ; BOTTURA, C. ; PALA, D. ; CASAGRANDE, R . Eficácia tópica de formulação contendo Hesperidina Metil Chalcona na inflamação/estresse oxidativo induzidos por radiação UVB em camundongos sem pelo: Avaliação do edema cutâneo e citocinas. In: VI EAITI, 2016, Londrina. Anais do VI EAITI, 2016. p. 1-4.

7.
BOTTURA, C. ; MARTINEZ, R. M. ; CASAGRANDE, R . AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA TERAPÊUTICA DA HESPERIDINA METIL CHALCONA NO ESTRESSE OXIDATIVO INDUZIDO POR RADIAÇÃO UVB: AVALIAÇÃO DO FRAP, ABTS, GSH E MMP-9. In: XXIV EAIC, 2015, Londrina. Anais do XXIV EAIC, 2015. p. 1-4.

8.
DURANTE, G. P. ; MARTINEZ, R. M. ; CASAGRANDE, R . AVALIAÇÃO TERAPÊUTICA DA HESPERIDINA METIL CHALCONA NO PROCESSO INFLAMATÓRIO INDUZIDO POR RADIAÇÃO UVB: EDEMA, RECRUTAMENTO DE NEUTRÓFILOS E CITOCINAS. In: XXIV EAIC, 2015, Londrina. Anais do XXIV EAIC, 2015. p. 1-4.

9.
DOMINGUES JUNIOR, A. W. ; MARTINEZ, R. M. ; STEFFEN, V. S. ; CAVIGLIONE, C. V. ; BOTTURA, C. ; DURANTE, G. P. ; CASAGRANDE, R . FORMULAÇÃO TÓPICA CONTENDO HESPERIDINA METIL CHALCONA REDUZ O ESTRESSE OXIDATIVO CUTÂNEO INDUZIDO POR RADIAÇÃO UVB EM CAMUNDONGOS SEM PELO. In: V EAITI, 2015, Bandeirantes. Anais do V EAITI, 2015. p. 1-5.

10.
CAVIGLIONE, C. V. ; MARTINEZ, R. M. ; STEFFEN, V. S. ; PALA, D. ; BOTTURA, C. ; CASAGRANDE, R . PREPARO E AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE FUNCIONAL DE FORMULAÇÕES TÓPICAS CONTENDO HESPERIDINA METIL CHALCONA. In: V EAITI, 2015, Bandeirantes. Anais do V EAITI, 2015. p. 1-5.

11.
SILVA, T. C. C. E. ; PALA, D. ; STEFFEN, V. S. ; CAVIGLIONE, C. V. ; IVAN, A. L. M. ; MARTINEZ, R. M. ; CASAGRANDE, R. . AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA TERAPÊUTICA DO DITIOCARBAMATO DE PIRROLIDINA NO ESTRESSE OXIDATIVO INDUZIDO POR RADIAÇÃO UVB EM CAMUNDONGOS SEM PELO: PODER ANTIOXIDANTE DE REDUÇÃO FÉRRICA, SEQUESTRO DO RADICAL 2,2? AZINOBIS (3-ETILBENZOTIAZOLINA-6-ÁCIDO SULFÔNICO) E PARTICIPAÇÃO DA IL-1β. In: XXIII Encontro Anual de iniciação científica - EAIC, 2014, Londrina. Anais do XXIII Encontro Anual de iniciação científica - EAIC, 2014. p. 1-4.

12.
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Resumos expandidos publicados em anais de congressos
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2.
STAURENGO-FERRARI, L. ; ZARPELON, A. C. ; MANCHOPE, M. F. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; VERRI JR, W. A. . Redução da dor manifesta pelo doador de nitroxil, sal de angeli, pela ativação da sinalização via GMPc/PKG/canais de K+ ATP sensíveis. In: Práticas em Iniciação a Pesquisa, 2013, Londrina. Práticas em Iniciação a Pesquisa. Londrina: Unifil, 2013. p. 935-936.

3.
MEDEIROS, D. C. ; MIZOKAMI, S. S. ; BALBINOT, D. T. L. ; GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; BARACAT, M. M. ; VERRI JR, W. A. . Preparação e caracterização de microcápsulas contendo rutina: avaliação da eficácia analgésica em camundongos. In: Práticas em Iniciação a Pesquisa, 2013, Londrina. Práticas em Iniciação a Pesquisa. Londrina: Unifil, 2013. p. 933-934.

4.
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5.
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150.
AIDA, A. M. ; JADÃO, C. C. ; SORIANI, R. R. ; CASAGRANDE, R. ; NEGRÃO, F. A. ; CARRARA, F. E. ; PELISSON, M. ; PERUGINI, M. R. E. ; AZEVEDO, E. M. M. . Aspectos clínicos e laboratoriais em vaginoses - estudo preliminar. In: IV Jornada de Farmácia e Análises Clínicas de Londrina e III Fórum Paranaense de Medicamentos, 2000, Londrina. IV Jornada de Farmácia e Análises Clínicas de Londrina e III Fórum Paranaense de Medicamentos, 2000. p. 56-56.

151.
CAVASSIN, E. D. ; RUMIATO, A. C. ; IDA, M. F. ; CASAGRANDE, R. ; MENEGHELLI, L. ; SORIANI, R. R. ; NATALÍCIO, M. A. ; PERUGINI, M. R. E. . Controle microbiológico de dietas enterais, estabelecendo rotinas e custos. In: Controle de Infecções e Epidemiologia Hospitalar III Congresso Pan-Americano, VII Congresso Brasileiro e I Congresso da Odontologia de Minas Gerais, 2000, Belo Horizonte. Controle de Infecções e Epidemiologia Hospitalar III Congresso Pan-Americano, VII Congresso Brasileiro e I Congresso da Odontologia de Minas Gerais, 2000. p. 173-173.

152.
SORIANI, R. R. ; CASAGRANDE, R. ; NATALÍCIO, M. A. ; MENEGHELLI, L. ; PERUGINI, M. R. E. ; RUMIATO, A. C. ; IDA, M. F. ; CAVASSIN, E. D. . Relação entre a contaminação do ambiente de preparo de nutrição enteral e sua qualidade microbiológica. In: Controle de Infecções e Epidemiologia Hospitalar III Congresso Pan-Americano, VII Congresso Brasileiro e I Congresso da Odontologia de Minas Gerais, 2000, Belo Horizonte. Controle de Infecções e Epidemiologia Hospitalar III Congresso Pan-Americano, VII Congresso Brasileiro e I Congresso da Odontologia de Minas Gerais, 2000. p. 149-149.

153.
CASAGRANDE, R.; SORIANI, R. R. ; KOQUICHI, R. R. ; BUZATO, J. B. ; CELLIGOI, M. A. P. . Estudo do melhor tempo de cultivo de Zymomonas mobilis para a atividade invertásica em meio de sacarose a 10% (p/v). In: VIII Encontro Anual de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq, 1999, Cascavel. VIII Encontro Anual de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq, 1999. v. 2. p. 184.

154.
SORIANI, R. R. ; CASAGRANDE, R. ; BUZATO, J. B. ; CELLIGOI, M. A. P. . Mutação de Corynebacterium glutamicum ATCC 13032 por ultra-violeta, objetivando o isolamento de mutantes resistentes à analogos estruturais com excreção de altos teores de lisina. In: VIII Encontro Anual de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq, 1999, Cascavel. VIII Encontro Anual de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq, 1999. v. 2. p. 185.

155.
CASAGRANDE, R.; SORIANI, R. R. ; BUZATO, J. B. ; CELLIGOI, M. A. P. . Metodologia para mutação e isolamento de Corynebacterium glutamicum resistente ao controle por retroinibição objetivando produção industrial de lisina. In: 1º Encontro de atividades científicas da UNOPAR, 1998, Londrina. 1º Encontro de atividades científicas da UNOPAR, 1998. p. 186.

Resumos publicados em anais de congressos (artigos)
1.
GEORGETTI, S. R.2003GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, R. ; MAMBRO, V. M. ; AZZOLINI, A. E. ; FONSECA, M. J. . Evaluation of the antioxidant activity of different flavonoids by the chemiluminescence method. Aaps Newsmagazine, EUA, v. 6, p. 39-39, 2003.

2.
PELISSON, M.2000PELISSON, M. ; PERUGINI, M. R. E. ; VESPERO, E. C. ; CAVASSIN, E. D. ; QUESADA, R. M. B. ; CASAGRANDE, R. ; SORIANI, R. R. . Caracterização de vaginose bacteriana através dos critérios de Amsel e gradiente de Nugent. Jornal Brasileiro de Patologia, Rio de Janeiro, v. 36, n.3, p. 76-76, 2000.

Artigos aceitos para publicação
1.
SAITO, PRISCILA ; MELO, CRISTINA P. B. ; MARTINEZ, RENATA M. ; Fattori, Victor ; CEZAR, TALITA L. C. ; PINTO, INGRID C. ; BUSSMANN, ALLAN J. C. ; VIGNOLI, JOSIANE A. ; Georgetti, Sandra R. ; BARACAT, MARCELA M. ; Verri, Waldiceu A. ; Casagrande, Rubia . The Lipid Mediator Resolvin D1 Reduces the Skin Inflammation and Oxidative Stress Induced by UV Irradiation in Hairless Mice. Frontiers in Pharmacology, 2018.

Apresentações de Trabalho
1.
CASAGRANDE, R. Controle e produção de medicamentos fitoterápicos (Faculdade Dom Bosco). 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
HAOULI, T. E. ; GODOY, S. ; MACHADO, B. ; CASAGRANDE, R. . Mesa redonda: Experiência de ex-alunos nos diferentes campos de atuação do farmacêutico - Docência e pesquisa. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).

3.
CASAGRANDE, R.. Mesa Redonda "Formação do acadêmico da UEL e sua inserção no mercado de trabalho". 2007. (Apresentação de Trabalho/Outra).

4.
CASAGRANDE, R.. Controle de qualidade de fitoterápicos. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

5.
MONTEIRO, L. M. ; CALIXTO, L. A. ; GRADE, L. C. ; CASAGRANDE, R. ; BARACAT, M. M. . Sistemas matriciais para liberação de quercetina utilizada em doenças inflamatórias crônicas do cólon intestinal. 2005. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

6.
CASAGRANDE, R.; GEORGETTI, S. R. ; JABOR, J. R. ; LOPEZ, R. F. V. ; FONSECA, M. J. V. . In vitro evaluation of cutaneous absorption of quercetin in topical formulations. 2004. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).


Produção técnica
Assessoria e consultoria
1.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc ao edital CNPq Bolsas no País - Pós-doutorado Júnior - PDJ. 2018.

2.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad Hoc ao edital CNPq - Apoio a Eventos Científicos - Apoio à Participação em Eventos Científicos no Exterior - AVG. 2018.

3.
CASAGRANDE, R. Parece Ad Hoc ao edital CNPQ - Apoio a Projetos de Pesquisa - Chamada 19/2018 - Linha 1 - Inovação em Fitoterápicos. 2018.

4.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad Hoc ao edital CNPq - Bolsas no País - Chamada CNPq Nº 09/2018 - Bolsas de Produtividade em Pesquisa - PQ. 2018.

5.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad Hoc ao edital CNPq - Bolsas no Exterior - Pós Doutorado no Exterior - PDE. 2018.

6.
CASAGRANDE, R.. Parecer Ad-Hoc ao edital de Bolsas no Exterior - Doutorado no Exterior - GDE/ CNPq. 2017.

7.
CASAGRANDE, R.. Parecer Ad-Hoc ao edital de Bolsas no Exterior - Pós Doutorado no Exterior - PDE/CNPq. 2017.

8.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc ao edital de Bolsas no Exterior - Doutorado Sanduíche - SWE/CNPq. 2017.

9.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc ao edital CNPq Bolsas no País - Pós-doutorado Júnior - PDJ. 2017.

10.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc ao edital Produtividade em Pesquisa - PQ CNPQ - 2017. 2017.

11.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-hoc para Apoio a Eventos Científicos / Apoio à Participação em Eventos Científicos no Exterior - AVG - CNPq. 2016.

12.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-hoc para Apoio a Projetos de Pesquisa / Universal 01/2016 - CNPq. 2016.

13.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc ao Edital FACEPE 02/2016 Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/FACEPE - 2016. 2016.

14.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc CNPq - Apoio à Participação em Eventos Científicos no Exterior - AVG. 2015.

15.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc ao edital CNPq Bolsas no País - Pós-doutorado Júnior - PDJ. 2015.

16.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc CAPES - Apoio à Participação em Eventos Científicos. 2015.

17.
CASAGRANDE, R. Avaliador dos trabalhos apresentados no 5o EAITI. 2015.

18.
CASAGRANDE, RÚBIA. Parecer Ad-Hoc ao edital Pós-doutorado Júnior - PDJ / Bolsas no País - CNPq. 2014.

19.
CASAGRANDE, RÚBIA. Parecer Ad-Hoc ao edital Doutorado no Exterior - GDE / Bolsas no Exterior - CNPq. 2014.

20.
CASAGRANDE, RÚBIA. Parecer Ad-Hoc na análise de Relatório Técnico, da Chamada 14/2009 - Programa de Pesquisa Básica Aplicada, da Fundação Araucária. 2014.

21.
CASAGRANDE, RÚBIA. Parecer Ad-Hoc ao edital MCTI/CNPQ/Universal 14/2014. 2014.

22.
CASAGRANDE, RÚBIA. Parecer Ad-Hoc ao edital CNPq/MS/SCTIE/DECIT Nº 27/2014 - Pesquisas sobre Doenças Neurodegenerativas. 2014.

23.
CASAGRANDE, RÚBIA. Avaliador dos trabalhos apresentados no 4o EAITI. 2014.

24.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc ao edital Produtividade em Pesquisa - PQ CNPQ - 2014. 2014.

25.
CASAGRANDE, RÚBIA. Parecer Ad-Hoc na Análise do Relatório Técnico da chamada 08/2009 - Programa de Apoio a Projetos de Pesquisa para o SUS: Gestão compartillhada em Saúde - Fundação Araucária. 2013.

26.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc EDITAL PIBIC/FACEPE ? 2013 - Concessão de Bolsas de Iniciação Científica. 2013.

27.
CASAGRANDE, RÚBIA. Parecer Ad-Hoc em Projetos do Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde - PPSUS 2013-2015 (Chamada Pública 002/2013 - FAPERGS/MS/CNPq/SERSR). 2013.

28.
CASAGRANDE, RÚBIA. Parecer Ad-Hoc em Projetos de iniciação científica financiados pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco. 2011.

29.
CASAGRANDE, RÚBIA. Parecer para o Programa institucional de iniciação científica, institucional de iniciação tecnológica e de ações afirmativas para inclusão social da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. 2011.

30.
CASAGRANDE, R. Parecer Ad-Hoc EDITAL FACEPE 02/2011 Concessão de Bolsas de Iniciação Científica. 2011.

31.
CASAGRANDE, RÚBIA. Parecer para o Programa Institucional de Iniciação Tecnológica e Inovação e Programa de Ações Afirmativas para Inclusão Social da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. 2010.

32.
CASAGRANDE, R. XVII Encontro Anual de Iniciação Científica. 2008.

Produtos tecnológicos
1.
FUJIMURA, A. T. ; CASAGRANDE, R ; MARTINEZ, R. M. ; CHORILLI, M. . Composição farmacêutica e uso da mesma. 2015.

2.
BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; MARTINEZ, R. M. ; VERRI JR, W. A. ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; STEFFEN, V. S. ; CASAGRANDE, R . Formulação tópica contendo trans-chalcona para redução dos danos cutâneos inflamatórios e oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B. 2015.

3.
BARACAT, M. M. ; MEDEIROS, D. C. ; MIZOKAMI, S. S. ; CASAGRANDE, R ; GEORGETTI, S. R. ; MARTINEZ, R. M. ; VERRI, WA, JR . Formulação tópica contendo rutina microencapsulada para redução dos danos cutâneos foto-oxidativos induzidos pela irradiação UVB. 2014.

4.
CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; MARTINEZ, R. M. ; VERRI, WA, JR ; PINHO-RIBEIRO, F. A. . Formulação tópica contendo hesperidina metil chalcona para redução dos danos cutâneos induzidos pela radiação ultravioleta B.. 2014.

5.
CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; MARTINEZ, R. M. ; VERRI, WA, JR ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; CAVIGLIONE, C. V. ; STEFFEN, V. S. . Formulação tópica contendo naringenina para redução dos danos cutâneos foto-oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B.. 2014.

6.
CAMPANINI, M. Z. ; CUSTODIO, D. L. ; IVAN, A. L. M. ; MARTINS, S. M. ; PARANZINI, M. J. R. ; MARTINEZ, R. M. ; VICENTINI, F. T. M. C. ; VERRI JR, W. A. ; ARAKAWA, N. S. ; FARIA, T. J. ; BARACAT, M. M. ; CASAGRANDE, R ; GEORGETTI, S. R. . Topical Formulations Containing Pimenta pseudocaryophyllus Extract: In Vitro Antioxidant Activity and In Vivo Efficacy Against UV-B-Induced Oxidative Stress. 2014.

7.
VERRI JR, W. A. ; BARACAT, M. M. ; MEDEIROS, D. C. ; MIZOKAMI, S. S. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; FREITAS, O. ; GEORGETTI, S. R. ; CELLIGOI, M. A. P. ; VIGNOLI, J. A. . Sistema microencapsulado contendo D-frutose-1,6 difosfato para melhora da eficácia analgésica e anti-inflamatória do fármaco. 2013.

8.
VERRI JUNIOR, W. A. ; BARACAT, M. M. ; MEDEIROS, D. C. ; MIZOKAMI, S. S. ; CASAGRANDE, RÚBIA ; GEORGETTI, S. R. ; FREITAS, O. . Sistema microencapsulado contendo rutina para terapêutica analgésica. 2013.

9.
VERRIJR, W ; Baracat, Marcela M ; GUAZELLI, C. F. S. ; Fattori, Victor ; FREITAS, O. ; Georgetti, Sandra R. ; Casagrande, Rubia . Composição compreendendo quercetina microencapsulada para liberação modificada na região colônica intestinal. 2012.

Trabalhos técnicos


Patentes e registros



Patente

A Confirmação do status de um pedido de patentes poderá ser solicitada à Diretoria de Patentes (DIRPA) por meio de uma Certidão de atos relativos aos processos
1.
 VERRI, WA, JR ; BARACAT, M. M. ; GUAZELLI, C. F. S. ; FATTORI, V. ; FREITAS, O. ; GEORGETTI, S. R. ; CASAGRANDE, R . Composição compreendendo quercetina microencapsulada para liberação modificada na região colônica intestinal. 2012, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020120242532, título: "Composição compreendendo quercetina microencapsulada para liberação modificada na região colônica intestinal" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 01/12/2012

2.
 VERRI, WA, JR ; BARACAT, M. M. ; MEDEIROS, D. C. ; MIZOKAMI, S. S. ; CASAGRANDE, R ; FREITAS, O. ; GEORGETTI, S. R. ; CELLIGOI, M. A. P. ; VIGNOLI, J. A. . Sistema microencapsulado contendo D-frutose-1,6 difosfato para melhora da eficácia analgésica e anti-inflamatória do fármaco. 2013, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020130321524, título: "Sistema microencapsulado contendo D-frutose-1,6 difosfato para melhora da eficácia analgésica e anti-inflamatória do fármaco" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 13/12/2013

3.
 VERRI, WA, JR ; BARACAT, M. M. ; MEDEIROS, D. C. ; MIZOKAMI, S. S. ; CASAGRANDE, R ; GEORGETTI, S. R. ; FREITAS, O. . Sistema microencapsulado contendo rutina para terapêutica analgésica. 2013, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020130159115, título: "Sistema microencapsulado contendo rutina para terapêutica analgésica" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 21/06/2013

4.
 BARACAT, M. M. ; MEDEIROS, D. C. ; MIZOKAMI, S. S. ; CASAGRANDE, R ; GEORGETTI, S. R. ; MARTINEZ, R. M. ; VERRI, WA, JR . Formulação tópica contendo rutina microencapsulada para redução dos danos cutâneos foto-oxidativos induzidos pela irradiação UVB. 2014, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020140207015, título: "Formulação tópica contendo rutina microencapsulada para redução dos danos cutâneos foto-oxidativos induzidos pela irradiação UVB" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 22/08/2014

5.
 CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; MARTINEZ, R. M. ; VERRI, WA, JR ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; CAVIGLIONE, C. V. ; STEFFEN, VINICIUS S . Formulação tópica contendo naringenina para redução dos danos cutâneos foto-oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B. 2014, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020140323449, título: "Formulação tópica contendo naringenina para redução dos danos cutâneos foto-oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 22/12/2014

6.
 CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; MARTINEZ, R. M. ; VERRI, WA, JR ; PINHO-RIBEIRO, F. A. . Formulação tópica contendo hesperidina metil chalcona para redução dos danos cutâneos induzidos pela radiação ultravioleta B. 2014, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020140323457, título: "Formulação tópica contendo hesperidina metil chalcona para redução dos danos cutâneos induzidos pela radiação ultravioleta B" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 22/12/2014

7.
 BARACAT, M. M. ; GEORGETTI, S. R. ; MARTINEZ, R. M. ; VERRI, WA, JR ; PINHO-RIBEIRO, F. A. ; STEFFEN, V. S. ; CASAGRANDE, R . Formulação tópica contendo trans-chalcona para redução dos danos cutâneos inflamatórios e oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B. 2015, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020150319290, título: "Formulação tópica contendo trans-chalcona para redução dos danos cutâneos inflamatórios e oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 18/12/2015

8.
 FUJIMURA, A. T. ; CASAGRANDE, R ; MARTINEZ, R. M. ; CHORILLI, M. . Composição farmacêutica e uso da mesma. 2015, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020150227060, título: "Composição farmacêutica e uso da mesma" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 11/09/2015



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
CASAGRANDE, R; MARTINEZ, R. M.; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Priscila Saito. Avaliação do efeito das resolvina D1 na inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB em camundongos sem pelo. 2018. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) - Universidade Estadual de Londrina.

2.
ARAKAWA, N. S.; BISPO, M. L. F.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Caroline da Rocha Tonetti. Obtenção do extrato bruto do fruto jambolão (Syzygium culmino): Identificação dos compostos bioativas, avaliação da capacidade antioxidante, antimicrobiana e citotóxica. 2017. Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Estadual de Londrina.

3.
CASAGRANDE, R; VIGNOLI, J. A.; CERAVOLO, G. S.. Participação em banca de Talita Laiane Cardozo Cezar. AVALIAÇÃO DO EFEITO DA 7(S) MARESINA 1 NA INFLAMAÇÃO E ESTRESSE OXIDATIVO INDUZIDOS PELA RADIAÇÃO UVB. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

4.
CASAGRANDE, R; TRUITI, M. C. T.; OLIVEIRA, A. J. B.. Participação em banca de Regina Gomes Daré. Investigação química e avaliação de atividades biológicas de Senegalia polyphylla (Fabaceae). 2016. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Estadual de Maringá.

5.
CASAGRANDE, R; BARBOSA, D. S.; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de David Laios do Vale. Avaliação do efeito terapêutico a quercetina microencapsulada nos danos cutâneos induzidos pela radiação ultravioleta B em camundongos sem pelo. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

6.
CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.; ARAKAWA, N. S.. Participação em banca de Camila da Rocha. POTENCIAL TERAPÊUTICO DO ÁCIDO PIMARADIENÓICO NOS DANOS CUTÂNEOS INDUZIDOS PELA RADIAÇÃO UVB EM CAMUNDONGOS SEM PÊLO. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

7.
CASAGRANDE, R; FONSECA, M. J. V.; LAUTENSCHLAGER, S. O. S.. Participação em banca de Fabianne Martins Ribeiro. Avaliação da atividade fotoquimioprotetora do extrato bruto hidroetanólico e fração clorofórmica de Arrabidaea chica (Humb. & Bonpl.) B. Verlot (Bignoniaceae) em fibroblastos L929. 2015. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Estadual de Maringá.

8.
RIBEIRO, M. L. L.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Cintia Ladeira Handa. Multi-response optimisation of the extraction of phenolics from fermented and defatted soy flour and their antioxidant activities. 2015. Dissertação (Mestrado em Ciências de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina.

9.
CASAGRANDE, R; TRUITI, M. C. T.; NAKAMURA, C. V.. Participação em banca de Karen Elaine Peloi. Avaliação da atividade fotoquimioprotetora do extrato bruto e frações das cascas de Trichilia catigua A. Juss. (Meliaceae) em fibroblastos L929. 2015. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Estadual de Maringá.

10.
CASAGRANDE, RÚBIA; BARBOSA, D. S.; VICENTINI, F. T. M. C.. Participação em banca de Ana Laura Mantuani Ivan. Avaliação da atividade antioxidante in vitro e do efeito anti-inflamatório e antioxidante do ditiocarbamato de pirrolidina no estresse oxidativo induzido por radiação UVB. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

11.
CASAGRANDE, RÚBIA; BARBOSA, D. S.; VICENTINI, F. T. M. C.. Participação em banca de Marcela Zambrim Campanini. Formulações tópicas contendo extrato de Pimenta pseudocaryophyllus: Avaliação da atividade antioxidante e da eficácia anti-inflamatória e antioxidante in vivo. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

12.
RUSSO, A. L. S.; MADRUGA, M. S.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Gleice Rocha dos Santos Almeida. Suplementação de selênio e vitamina E na ração e qualidade de filés de frango. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciências de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina.

13.
CASAGRANDE, RÚBIA; BARACAT, M. M.; CHACRA, N. A. B.. Participação em banca de Lis Marie Monteiro. Sistema nanoestruturado polimérico contendo hidroximetilnitrofural: preparação, caracterização físico-química e avaliação in vitro da atividade leishmanicida. 2013. Dissertação (Mestrado em Fármacos e Medicamentos) - Universidade de São Paulo.

14.
FONSECA, M. J. V.; CORDEIRO, L. R. G.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Mirela Mara de Oliveira Lima Leite Vaz. A quimioluminescência na quantificação da penetração de componentes antioxidantes do extrato de açaí na pele. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade de São Paulo.

15.
CASAGRANDE, R; GERARDIN, D. C. C.; MOREIRA, E. G.. Participação em banca de Karine Maria Boll. Avaliação toxicológica e antioxidante da Passiflora incarnata em ratas tratadas durante a gestação e amamentação. 2012. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

16.
BARBOSA, D. S.; GROSSMANN, M. V. E.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Chiara Cristina Bortolasci. Avaliação dos efeitos do consumo de chá verde e/ou aveia no perfil lipídico e estresse oxidativo em pacientes com síndrome metabólica. 2012. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

17.
CASAGRANDE, R; MOREIRA, I. C.; FARIA, T. J.. Participação em banca de Rafaela Pinheiro Burgo. Estudo químico e avaliação de atividades biológicas do extrato de Cássia leptophylla e do óleo essencial de Tynnanthus micranthus. 2010. Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Estadual de Londrina.

18.
BELEIA, A. P.; CASAGRANDE, R; SEIBEL, N. F.. Participação em banca de Beatriz Cervejeira Bolanho. Compostos Bioativos e Potencial Antioxidante em Derivados de Soja. 2010. Dissertação (Mestrado em Ciências de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina.

19.
CECCHINI, R.; SOUZA, H. M.; CASAGRANDE, R.. Participação em banca de Leila REgina Arias Rotunno. Perfil do estresse oxidativo nas hemácias e plasma de animais com caquexia induzida por tumor de Walker-256. 2007. Dissertação (Mestrado em Patologia Experimental) - Universidade Estadual de Londrina.

20.
CASAGRANDE, R.; SANTOS, L. C.; RADDI, M. S. G.. Participação em banca de Verônica Cristina Gomes Soares. Potencial citotóxico in vitro dos flavonóides kaempferol, quercetina e rutina. 2005. Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Teses de doutorado
1.
FONSECA, M. J. V.; GASPARI, P. D. M.; NAKAMURA, C. V.; AIRES, C. P.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Geórgia de Assis Dias Alves. Avaliação do potencial fotoquimioprotetor do extrato e das formulações tópicas contendo o extrato de Cecropia obtusa. 2017. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêutica) - Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto.

2.
BARBOSA, DÉCIO SABBATINI; VENTURINI, D.; BRINHOLI, FRANCIS FREGONESI; CASAGRANDE, R; NUNES, S. O. V.. Participação em banca de Kamila Landucci Bonifácio. Relação entre transtorno de humor e biomarcadores inflamatórios e de estresse oxidativo em pacientes com resistência à insulina e análise do potencial antioxidante in vitro em drogas utilizadas no tratamento da depressão. 2017.

3.
MOREIRA, E. G.; ROSSANEIS, A. C.; DIONISIO, A. F. M.; SCHIVO, I. R.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Simone Bortolan dos Santos. Avaliação dos efeitos antinociceptivos e anti-inflamatórios da boldina e da fração polar do extrato aquoso das folhas da Vernonia condensata Baker em camundongos. 2016. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

4.
BARBOSA, D. S.; VENTURINI, D.; CERAVOLO, G. S.; CASAGRANDE, R; NUNES, S. O. V.. Participação em banca de Francis Fregonesi Brinholi. Relação entre níveis de citocinas e da paraoxonase-1 em primeiro episódio psicótico: poderia a farmacoterapia influir nas defesas antioxidantes?. 2016. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

5.
PRUDENCIO, S. H.; YAMASHITA, F.; BENASSI, M. T.; CASAGRANDE, R; PIMENTEL, T. C.. Participação em banca de Dirlei Diedrich Kieling. Aplicação de derivados de capim-limão em alimentos e bebidas e avaliação das propriedades físico-químicas, antioxidantes e sensoriais. 2016. Tese (Doutorado em Ciências de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina.

6.
FONSECA, M. J. V.; LOPEZ, R. F. V.; ANTUNES, L. M. G.; CASAGRANDE, R.; CHORILLI, M.. Participação em banca de Rebeca Oliveira de Souza. Avaliação in vitro e in vivo da atividade fotoquimioprotetora da fração de Byrsonima crassifolia e da (+) - catequina contra os danos induzidos pela radiação UVB. 2015. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêutica) - Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto.

7.
CASAGRANDE, R; NAKAMURA, C. V.; BARBOSA, D. S.; FONSECA, M. J. V.; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Renata Micheli Martinez. Trans-chalcona, hesperidina metil chalcona e naringenina: potencial terapêutico e mecanismos de ação nos danos cutâneos inflamatórios e oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B em camundongos sem pelo. 2015. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

8.
BARBOSA, D. S.; VENTURINI, D.; CERAVOLO, G. S.; CASAGRANDE, R; NUNES, S. O. V.. Participação em banca de Chiara Cristina Bortolasci. Relacao entre o status da paraoxonase-1, os genótipos QQ, QR e RR e estresse oxidativo em pacientes com transtornos do humor e comorbidades: transtorno por uso de tabaco e síndrome metabólica fumantes com transtornos de Humor e comorbidades:. 2015. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

9.
BARBOSA, D. S.; CERAVOLO, G. S.; ARAKAWA, N. S.; CASAGRANDE, RÚBIA; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Wanderlei Onofre Schmitz. Ação de extratos vegetais e alimentos funcionais no tratamento de ratos wistar com resistência à insulina induzida por frutose. 2014. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

10.
REICHE, E. M. V.; CASELLA, A. M. B.; NAVARRO, I. T.; BREGANO, R. M.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Jaqueline Dario Capobiango. Toxoplasmose adquirida na gestação e congênita: características epidemiológicas, clínicas e diagnóstico laboratorial. 2014. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

11.
CARRILHO, A. J. F.; SILVA, F. G.; SOUZA, H. M.; CASAGRANDE, R; DELFINO, V. D. A.. Participação em banca de Emerson Sampaio. Diminuição da ação antioxidante da lipoproteína de alta densidade de homens com diabetes mellitus tipo 1 e microalbuminúria. 2012. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

12.
MIGLIORANZA, L. H. S.; FARINA, L. O.; CASAGRANDE, R.; RUSSO, A. L. S.; PRUDENCIO, S. H.. Participação em banca de marly Sayuri Katsuda. Microemulsão de óleo de peixe estabilizada por membrana formada de pectina e proteína do leite. 2007. Tese (Doutorado em Ciência de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina.

Qualificações de Doutorado
1.
IDA, E. Y.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Natalia Cenedesi Vicentim Bom. Alterações nas isoflavonas e capacidade antioxidante em cultivares de soja com e sem lipoxigenases durante o envelhecimento. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina.

2.
BARBOSA, D. S.; VENTURINI, D.; BRINHOLI, FRANCIS FREGONESI; CASAGRANDE, R; NUNES, S. O. V.. Participação em banca de Kamila Landucci Bonifácio. Relação entre transtorno de humor e biomarcadores inflamatórios e de estresse oxidativo em pacientes com resistência à insulina e análise do potencial antioxidante in vitro em drogas utilizadas no tratamento da depressão. 2017.

3.
ROSSANEIS, A. C.; DIONISIO, A. F. M.; MOREIRA, E. G.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Simone Bortolan dos Santos. Avaliação dos efeitos antinociceptivos e anti-inflamatórios da boldina e da fração polar do extrato aquoso das folhas da Vernonia condensata Baker em camundongos. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

4.
BARBOSA, D. S.; VENTURINI, D.; CERAVOLO, G. S.; CASAGRANDE, R.; NUNES, S. O. V.. Participação em banca de Francis Fregonesi Brinholi. Relação entre níveis de citocinas e da paraoxonase-1 em primeiro episódio psicótico: poderia a farmacoterapia influir nas defesas antioxidantes?. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

5.
CASAGRANDE, R; NAKAMURA, C. V.; GEORGETTI, S. R.; FONSECA, M. J. V.; BARBOSA, D. S.. Participação em banca de Renata Micheli Martinez. Trans-chalcona, hesperidina metil chalcona e naringenina: potencial terapêutico e mecanismos de ação nos danos cutâneos inflamatórios e oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B em camundongos. 2015. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

6.
BARBOSA, D. S.; NUNES, S. O. V.; CASAGRANDE, R; CERAVOLO, G. S.; VENTURINI, D.. Participação em banca de Chiara Cristina Bortolasci. Relacao entre o status da paraoxonase-1, os genótipos QQ, QR e RR e estresse oxidativo em pacientes fumantes com transtornos de Humor. 2015. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

7.
BARBOSA, D. S.; CERAVOLO, G. S.; ARAKAWA, N. S.; CASAGRANDE, RÚBIA; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Wanderlei Onofre Schmitz. Ação de extratos vegetais e alimentos funcionais no tratamento de ratos wistar com resistência à insulina induzida por frutose. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

8.
REICHE, E. M. V.; CASELLA, A. M. B.; GARCIA, J. L.; BREGANO, R. M.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Jaqueline Dario Capobiango. Toxoplasmose adquirida na gestação e congênita em um serviço de referência do norte do estado do Paraná: características epidemiológicas, clínicas e diagnóstico laboratorial. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

9.
CARRILHO, A. J. F.; FARIA, E. C.; SILVA, F. G.; DELFINO, V. D. A.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Emerson Sampaio. Diminuição da ação antioxidante da lipoproteína de alta densidade em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 com microalbuminúria. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

10.
PRUDENCIO, S. H.; CASAGRANDE, R.. Participação em banca de Renata Dinnies Santos. Estabilidade oxidativa da manteiga adicionada de compostos fenólicos de especiarias e avaliação da toxicidade de extrato de alecrin. 2009. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Mestrado e Doutorado em Ciência de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina.

11.
FONSECA, M. J. V.; LOPEZ, R. F. V.; CASAGRANDE, R.. Participação em banca de Fabiana Testa Moura de Carvalho Vicentini. Sistema de liberação microemulsionado para a liberação de quercetina: avaliação da permeação/retenção in vitro e da atividade in vivo. 2007. Exame de qualificação (Doutorando em Fármacos e Medicamentos) - Universidade de São Paulo.

12.
CASAGRANDE, R.; IDA, E. Y.; MATULAITIS, E. Y. Y.. Participação em banca de Rafael Carlos Eloy Dias. Metodologia para avaliação de diterpernos em café torrado e tecido de café: pericarpo, perisperma, endosperma e folha. 2007. Exame de qualificação (Doutorando em Ciência de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina.

Qualificações de Mestrado
1.
GEORGETTI, S. R.; CAMILIOS-NETO, DOUMIT; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Katia Sabino Takayama. Avaliação da atividade antioxidante in vitro e do efeito in vivo do extrato de Rosmarinus oficinais sobre a inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB em camundongos. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Biotecnologia) - Universidade Estadual de Londrina.

2.
Casagrande, Rubia; MARTINEZ, R. M.; GEORGETTI, S. R.; BARBOSA, D. S.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Priscila Saito. Avaliação do efeito da resolvida D1 na inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

3.
CASAGRANDE, R; CERAVOLO, G. S.; VIGNOLI, J. A.. Participação em banca de Talita Laiane Cardozo Cezar. Efeito da 7(S) maresina 1 na inflamação e estresse oxidativo induzios pela radiação UVB. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

4.
ARAKAWA, N. S.; BISPO, M. L. F.; Casagrande, Rubia. Participação em banca de Caroline da Rocha Tonetti. Obtenção do extrato bruto do fruto jambolão (Syzygium cumini): Identificação dos compostos bioativos, avaliação da capacidade antioxidante, antimicrobiana e citotóxica. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Química) - Universidade Estadual de Londrina.

5.
GEORGETTI, S. R.; BARBOSA, D. S.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de David Laios do Vale. Avaliação do efeito terapêutico da quercetina microencapsulada nos danos s cutâneos induzidos pela radiação ultravioleta B em camundongos sem pelo. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

6.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.; COUTO, R. O.. Participação em banca de Camila da Rocha. Efeitos fotoprotetores do ácido pimaradienóico nos danos foto-oxidativos cutâneos induzidos pela radiação UVB em camundongos sem pelo. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

7.
NAKAMURA, C. V.; IWAMOTO, E. L. I.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Karen Elaine Peloi. Avaliação da atividade fotoquimioprotetora do extrato bruto das cascas de Trichilia catigua A. Juss (Meliaceae) em fibroblastos L 929. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Estadual de Maringá.

8.
LAUTENSCHLAGER, S. O. S.; XIMENES, V. F.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Fabianne Martins Ribeiro. Avaliação da atividade fotoquimioprotetora do extrato bruto hidroetanólico e frações de Arrabidaea chica Verlot (Bignoniaceae). 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Estadual de Maringá.

9.
COTRIM, P. C.; CASAGRANDE, R; CHACRA, N. A. B.. Participação em banca de Lis Marie Monteiro. Nanopartícula polimérica contendo hidroximetilnitrofural: preparação, caracterização físico-química e avaliação in vitro da atividade leishmanicida potencial. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-graduação em Fármaco e Medicamento) - Faculdade de Ciências Farmacêuticas - USP.

10.
BARBOSA, D. S.; VICENTINI, F. T. M. C.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Marcela Zambrim Campanini. Desenvolvimento de formulações tópicas contendo extrato de pimenta pseudocaryophyllus: avaliação da atividade antioxidante in vitro e da eficácia in vivo. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

11.
BARBOSA, D. S.; VICENTINI, F. T. M. C.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Ana Laura Mantuani Ivan. Atividade antioxidante in vitro e do efeito terapêutico do ditiocarbamato de pirrolidina no estresse oxidativo induzido por radiação UVB em camundongos sem pelo. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

12.
MATULAITIS, E. Y. Y.; CASAGRANDE, R.. Participação em banca de Carolina Tolentino Marcucci. Atividade antioxidante e teores de compostos bioativos em cafés solúveis brasileiros. 2011. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina.

13.
CASAGRANDE, R; CRAVEIRO, I.; FARIA, T. J.. Participação em banca de Rafaela Pinheiro Burgo. EStudos da composição química e avaliação das atividades biológicas de Cassia leptophylla e do óleo essencial de Tynanthus micranthus. 2009. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado em química dos recursos naturais) - Universidade Estadual de Londrina.

Monografias de cursos de aperfeiçoamento/especialização
1.
VERRI JUNIOR, W. A.; Casagrande, Rubia; PAVANELLI, W. R.. Participação em banca de Ana Clara Alves. Avaliação do efeito terapêutico do flavonóide quercetina na dor neuropática induzida pela lesão periférica do nervo ciático em camundongos. 2010. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Biologia Aplicada à Saúde) - Universidade Estadual de Londrina.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
ARAKAWA, N. S.; CASAGRANDE, R; COUTO, R. O.. Participação em banca de Ian Lucas Alves Cardoso.Estudo fitoquímico do extrato diclorometânico das partes aéreas da sphagneticola trilobata (Asteraceae). 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

2.
ARAKAWA, N. S.; COUTO, R. O.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Érika Cristina Kanaoka da Silva.Reisolamento do ácido grandiflorênico do extrato hexânico olhar de Sphagneticola trilobata. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

3.
GEORGETTI, S. R.; BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Fernanda Arduino.Emulsões tópicas adicionadas de extrato de Cordia verbenácea (erva-baleeira): Avaliação da estabilidade físico-química e funcional. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

4.
GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Paulo Henrique Correa Dutra da Cunha.Avaliação da eficácia terapêutica do extrato de Cordia verbenácea (erva-baleeira) no estresse oxidativo induzido por radiação UVB em camundongos sem pelo. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

5.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Maria Raquel de Oliveira Cambuí.Desenvolvimento de sistemas microencapsulados multicamadas para veiculação da hesperidina metilchalcona utilizando biopolímeros. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

6.
CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.; COUTO, R. O.. Participação em banca de Carla Venturelli Caviglione.Avaliação da estabilidade da hesperidina metil Chalcona veiculada em formulação tópica à 1%. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

7.
CASAGRANDE, R; DUARTE, J. C.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Danila Pala.Desenvolvimento e estudo de estabilidade físico-química e funcional de formulações tópicas contendo hesperidina metil chalcona 0,5%. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

8.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R; ALVES FILHO, J. C.. Participação em banca de Gabriela Florentino Borges.Estudo sobre a importancia de formas farmacêuticas no mercado farmacêutico atual. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

9.
BARBOSA, D. S.; CASAGRANDE, R; CERAVOLO, G. S.. Participação em banca de Ana Paula Michelin.DeterminaçÃo do potencial antioxidante rm medicamentos utilizados no tratamento de transtorno biolar. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

10.
GEORGETTI, S. R.; BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Clara Ruiz de Souza.Avaliação da atividade antioxidante de diferentes formulações tópicas adicionadas do extrato de Azadirachta indica (neem) e estudo de liberação in vitro. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

11.
GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Carla Menegucci.Desenvolvimento e caracterização de sistemas nanoestruturados para uso tópico. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

12.
ARAKAWA, N. S.; CASAGRANDE, R; DUARTE, J. C.. Participação em banca de Ellen Takase Tudisco.Estudo fitoquímico de resuna de Pinus elliottii vr. elliottii: purificação, isolamento e verificação da presença dos principal (is) diterpeno (s) e do ácidodi-idroabiético. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

13.
LONNI, A. A. S. G.; BARBOSA, D. S.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Ana Carolina Coraza de Souza.Avaliação da capacidade anti-radical livre de formulação cosmética contendo extrato bruto de Trichilia catigua. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

14.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Isabella Trevisan Pastre.Desenvolvimento e avaliação in vivo da eficácia de sistemas microencapsulados para a liberação modificada de rutina em modelo de inflamação. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

15.
GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, R.; DUARTE, J. C.. Participação em banca de Amanda Rafaela Luciano Breganó.Avaliação de formulação tópica adicionada de Azadirachta indica (neem) no estresse oxidativo induzido plea radiação UVB. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

16.
CASAGRANDE, R; GEORGETTI, S. R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Vinicius Soares Steffen.Avaliação do potencial terapêutico e mecanismos de ação da hesperidina metil chalcona nos danos cutâneos inflamatórios e oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B em camundongos. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

17.
ARAKAWA, N. S.; BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Elaine Eiko Hoshino.Estudo do extrato hexanico das folhas de Sphagneticola triloobata pruski (asteraceae) e verificacao do diterpeno ácido caurenóico. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

18.
ARAKAWA, N. S.; CASAGRANDE, R; LONNI, A. A. S. G.. Participação em banca de Tamiris Aparecida Diniz do Reis.Estudi fitoquímico da raiz de Cosmos sulphureus (Asteraceae): verificação da presença do diterpeno ácido caurenóico. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

19.
BARBOSA, D. S.; CASAGRANDE, RÚBIA; GOMES, G. G. P.. Participação em banca de Luciana Higachi.Estudo de síndrome metabólica induzida por frutose e relação com estresse oxidativo. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

20.
GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, RÚBIA; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Amanda Ortigossa.Efeito de diferentes solventes no mecanismo de ação antioxidante e no teor de polifenóis e flavonóides totais de Azadirachta indica (neem). 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

21.
CASAGRANDE, RÚBIA; DUARTE, J. C.; ARAKAWA, N. S.. Participação em banca de Talita Laiane Cardozo Cezar.Avaliação in vitro da atividade antioxidante do ácido vanílico. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

22.
CASAGRANDE, RÚBIA; BARACAT, M. M.; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Thais Colombo Costa e Silva.Preparo de formulações tópicas contendo naringenina e análise da estabilidade físico-química e funcional. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

23.
KUROZAWA, L. E.; GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Melissa Ferreira Sbroggio.Avaliação dos peptídeos bioativos obtidos por hidrólise enzimática das proteínas do okara. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

24.
ARAKAWA, N. S.; CASAGRANDE, R.; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Thiago Hideki Hayashida.Biotransformação do ácido caurenóico pelo fungo Aspergillus terreus: avaliação da atividade antinociceptiva do principal biotransformado. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

25.
CASAGRANDE, RÚBIA; GEORGETTI, S. R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Raissa Caroline Pereira.Estudo da estabilidade de mesalazina microencapsulada. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

26.
CASAGRANDE, RÚBIA; BARACAT, M. M.; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Vitor Sottero Ferreira.Avaliação do perfil temporal de instalação da inflamação e estresse foto-oxidativo cutâneo induzidos pela radiação UVB. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

27.
ARAKAWA, N. S.; CASAGRANDE, RÚBIA; DUARTE, J. C.. Participação em banca de Paola Eid Masseto.Comparação entre dois diferentes métodos extrativos para o isolamento do ácido caurenóico de raízes de Sphagneticola trilabata (Asteraceae). 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

28.
GEORGETTI, S. R.; BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Heloyse Hott Paulino.Emulsões tópicas adicionadas de extrato de Azadirachta indica (NEEM): Estabilidade físico-química e funcional. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

29.
BARACAT, M. M.; GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Priscila Colon de Oliveira.Desenvolvimento de sistemas de liberação prolongada de D-frutose 1,6-difosfato microencapsulada. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

30.
GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, RÚBIA; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Juliana Gueroni.Avaliação da estabilidade físico-química e funcional de gel-creme adicionado de extrato de Azadirachta indica (NEEM). 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

31.
BARBOSA, D. S.; CASAGRANDE, RÚBIA; MOREIRA, E. G.. Participação em banca de Andressa Keiko Matsumoto.Avaliação da ação antioxidante in vitro de drogas antiparkinsonianas. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

32.
CASAGRANDE, RÚBIA; OBA, A.; RUSSO, A. L. S.. Participação em banca de Flávia Maria Beteto.Avaliação da atividade de glutationa peroxidase e oxidação lipídica em sobrecoxas de frangos suplementados com selênio quelatado. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

33.
CASAGRANDE, RÚBIA; GEORGETTI, S. R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Mariana Elizabete Sabatin.Avaliação in vitro da retenção cutânea de quercetina microencapsulada incorporada em formulação tópica. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

34.
GEORGETTI, S. R.; BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, RÚBIA. Participação em banca de Marcela Belleza Milani.Desenvolvimento de formulação tópica contendo ditiocarbamato de pirrolidina (PDTC) e análise da estabilidade físico-química e funcional. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

35.
CASAGRANDE, RÚBIA; BARACAT, M. M.; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Izabela Rapcham.Avaliação da atividade antioxidante como parâmetro para qualidade funcional dos extratos de Gingko biloba e Camelia sinensis. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

36.
CASAGRANDE, RÚBIA; GEORGETTI, S. R.; DUARTE, J. C.. Participação em banca de Lais Santos Nogueira.Avaliação in vitro da atividade antioxidante do extrato de Beta vulgaris. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

37.
CASAGRANDE, RÚBIA; GEORGETTI, S. R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Francieli Pereira.Desenvolvimento de formulações tópicas e estudo de estabilidade físico-química e funcional de formulações contendo extrato antioxidante de Beta vulgaris. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

38.
CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Karina da Silva Teixeira.Avaliação do mecanismo de atividade antioxidante e teor de flavonóides e polifenóis totais de extratos do caule de Pimenta pseudocaryophyllus. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

39.
BARACAT, M. M.; GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Flávia Cristina da Silva.Controle de qualidade de cápsulas com revestimento entérico produzidas em farmácias magistrais da região de Londrina. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

40.
BARACAT, M. M.; GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Joice Sartorato Sanson.Estudo de absorção percutânea e avaliação in vitro da atividade antioxidante do extrato de Tephrosia toxicaria. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

41.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Sarah Moherdaui Martins.Avaliação da manutenção da atividade antioxidante de diferentes formulações tópicas adicionadas do extrato de Pimenta pseudocaryophyllus e estudo de liberação, retenção/permeação cutânea in vitro. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

42.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R; VERRI JUNIOR, W. A.. Participação em banca de Gabriela Fogaça Pavão de Souza.Avaliação da participação de MAP quinases e fosfatidilinositol-3 quinase espinais no comportamento nociceptivo de contorções abdominais induzidas pela fenil-p-benzoquinona em camundongos. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

43.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R; VERRI JUNIOR, W. A.. Participação em banca de Giovana Caroline Tedeschi.Avaliação da participação de MAP quinases e fosfatidi linositol-3 quinase (PI3K) no comportamento nociceptivo de contorções abdominais induzidas pelo ácido acético em camundongos. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

44.
GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Liliane Kelen Miguel.EStudo de processo de envelhecimento cutâneo e as novas perspectivas de ativos e formas farmacêuticas empregadas no combate aos radicais livres. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

45.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R; DUARTE, J. C.. Participação em banca de Giovana Corrêa Gonçalves.Avaliação da eficiência de revestimento em diferentes condições do preparo de microcápsulas contendo rutina. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

46.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R; ARAKAWA, N. S.. Participação em banca de Emanuele Caroline Macedo Altran.Preparação de comprimidos de quercetina obtidos de sistemas multiparticulados. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

47.
BARACAT, M. M.; DUARTE, J. C.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Suelen Cristina Franco.Avaliação dos diferentes tipos de revestimento entérico de cápsulas de mesalazina produzidas em farmácia de manipulação de Londrina-PR.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

48.
VERRI JUNIOR, W. A.; PAVANELLI, W. R.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Cássia Calixto de Campos.Padronização de um modelo de hiperalgesia mecânica e térmica induzidas por tumor de Ehrlich em camundongos. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) - Universidade Estadual de Londrina.

49.
CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.; GEORGETTI, S. R.. Participação em banca de Vanessa Von Mühlen Zimermann.Desenvolvimento de formulações tópicas contendo extrato de Tephrosia toxicaria e avaliação da estabilidade físico-química e funcional. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

50.
GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Marcela Zambrim Campanini.Avaliação da estabilidade físico-química e funcional de diferentes formulações tópicas adicionadas de extrato etanólico de Pimenta pseudocaryophyllus. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

51.
FARIA, T. J.; GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Renata Micheli Martinez.AVALIAÇÃO IN VITRO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DO EXTRATO DE Tephrosia toxicaria. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

52.
BARACAT, M. M.; DUARTE, J. C.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Talita Alvez da Cruz.ESTUDO DE PERMEAÇÃO CUTÂNEA IN VITRO E FUNÇÕES DOS PROMOTORES QUÍMICOS DE ABSORÇÃO. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

53.
CASAGRANDE, R; GEORGETTI, S. R.; FARIA, T. J.. Participação em banca de Lilian Agapito.COMPOSIÇÃO QUÍMICA E ATIVIDADE ANTIFÚNGICA DO ÓLEO ESSENCIAL DE Callistemon viminalis DA REGIÃO SUL DO BRASIL. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

54.
Casagrande, Rubia; DUARTE, J. C.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Rebeca Marques dos Santos.Comparação entre os métodos de compressão direta e granulação a úmido na produção de comprimidos e influência no produto final. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

55.
CASAGRANDE, R; GEORGETTI, S. R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Ana Maria Vendramini.Estudo sobre principais materiais e processos envolvidos no revestimento pelicular de comprimidos. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina.

56.
VERRI JUNIOR, W. A.; CASAGRANDE, R; PAVANELLI, W. R.. Participação em banca de Renato Daniel Ramalho Cardoso.A IL-33 via ST2 medeia o estresse oxidativo hepático induzido pela intoxicação com tetracloreto de carbono em camundongos. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) - Universidade Estadual de Londrina.

57.
CASAGRANDE, R; DUARTE, J. C.. Participação em banca de Daniela Rezkallah Iwasso.Controle de qualidade: preparo de soluções na indústria farmacêutica Sandoz do Brasil. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

58.
CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Juliana de Lima Santoro.Pesquisa e desenvolvimento analítico da empresa Medley Indústria Farmacêutica S/A. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

59.
CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Daniela Maldonado Cavalari.Melhorias e lançamentos de medicamentos no Laboratório Teuto Brasileiro. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

60.
CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Fábio Francisco Hidalgo.Pesquisa e desenvolvimento de formas farmacêuticas sólidas da Indústria Farmacêutica Prati-Donaduzzi. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

61.
CASAGRANDE, R.; DUARTE, J. C.. Participação em banca de Maurílio José Lara Filho.Produção e controle de qualidade de medicamentos magistrais na Farmácia magistral Esperança. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

62.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Patrícia Sayuri Yonamine.Desenvolvimento farmacotécnico da Geolab Indústria Farmacêutica. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

63.
BENETOLI, A.; CASAGRANDE, R.. Participação em banca de Gabriela Garcia Meirelles.Garantia da qualidade da pesquisa e desenvolvimento analítico da indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

64.
DUARTE, J. C.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Juliana Shih Sae Cher.Controle microbiológico da Indústria Farmacêutica Neo química. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

65.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Bárbara Nodari.Pesquisa e desenvolvimento da Indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

66.
DUARTE, J. C.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Denise Honda Kitamura.Controle de qualidade microbiológico da empresa Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos LTDA. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

67.
DUARTE, J. C.; CASAGRANDE, R. Participação em banca de Jussiara Domingues de Lima.Controle de qualidade microbiológico na empresa Neo Química. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

68.
CASAGRANDE, R.; OLIVEIRA, F. M.. Participação em banca de Luciana Carvalho Grade.Produção e controle de qualidade de medicamentos magistrais na Farmácia Viviane Ltda. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

69.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Lis Marie Monteiro.Controle de qualidade: estabilidade de medicamentos na Cimed Industria de Medicamentos. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

70.
CASAGRANDE, R.; DUARTE, J. C.. Participação em banca de Francine Raimundo Carneiro.Desenvolvimento e controle de qualidade de produtos cosméticos na indústria Palmindaya Cosméticos LTDA. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

71.
CASAGRANDE, R.; DUARTE, J. C.. Participação em banca de ANA ELISA RODRIGUES MARANGON.Garantia de qualidade na BOEHRINGER INGELHEIM DO BRASIL QUÍMICA E FARMACÊUTICA LTDA. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

72.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R.. Participação em banca de Sara Rico Bocato.Desenvolvimento galênico na Indústria Sandoz do Brasil. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

73.
GIANOTTO, E. A. S.; CASAGRANDE, R.. Participação em banca de Letícia Schiavo.Desenvolvimento analítico na Herbarium Laboratório Botânico LTDA. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

74.
NERY, M. M. F.; CASAGRANDE, R.. Participação em banca de Bruno Mariano.Desenvolvimento analítico na indústria Sandoz do Brasil. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

75.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de André Golin Morante.Assustos regulatórios na indústria farmacêutica Teuto. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

76.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Dielen Hennig.Pesquisa e desenvolvimento da indústria farmacêutica Prati Donaduzzi. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

77.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Gihan Mohamed Pereira.Cosmetologia na indústria Pepilon. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

78.
CASAGRANDE, R.; SOUZA, J. M. C. E.. Participação em banca de Paula Fernanda Ferrari Artilha.Assustos regulatórios: o elo entre a indústria farmacêutica e a Anvisa. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

79.
CASAGRANDE, R.; NERY, M. M. F.. Participação em banca de Edson Moretti.Validação de Processo. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

80.
CASAGRANDE, R.; DUARTE, J. C.. Participação em banca de Patrícia Zattiti Benedeti.Produção e controle de qualidade em farmácia de manipulação. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

81.
CASAGRANDE, R.; DUARTE, J. C.. Participação em banca de Evelise Canassa da Silva.Produção de produtos cosméticos na indústria Natuphitus Cosmética. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

82.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Érika Laryssa fukuda.Preparo de líquidos e semi-sólidos, antibióticos e não antibióticos. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

83.
CASAGRANDE, R.; SOUZA, J. M. C. E.. Participação em banca de Vinícius Delgado.Desenvolvimento de medicamentos fitoterápicos e corantes naturais na Indústria Centroflora. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

84.
CASAGRANDE, R.; SOUZA, J. M. C. E.. Participação em banca de Andréia Milaneze.Farmácia magistral São Sebastião. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

85.
CASAGRANDE, R.; SOUZA, J. M. C. E.. Participação em banca de Rafaela Pinheiro Burgo.Extração e isolamento de óleo essencial de Tynanthus fasciculatus. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

86.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Alisson Panontim da Nóbrega.Pesquisa e desenvolvimento, controle de qualidade e garantia de qualidade no Laboratório Madrevita. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

87.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Érica Fiorotto Astolfi.Garantia, produção e controle de qualidade na indústria farmacêutica Rioquímica. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

88.
CASAGRANDE, R.; NERY, M. M. F.. Participação em banca de Tatia Tie Yuhara.Produção e controle de qualidade de medicamentos magistrais da farmácia Bela Vista. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

89.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.. Participação em banca de Érika Rosa Jarzinski.Desenvolvimento farmacotécnico e metodologia analítica para medicamentos de liberação imediata e liberação sustentada e controlada. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.

90.
CASAGRANDE, R.; SANTOS, E. A. G.. Participação em banca de Alexandre Cézar Casimiro.Equivalência farmacêutica no Instituto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Cimed (REBLAS). 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1.
GIANOTTO, E. A. S.; NERY, M. M. F.; CASAGRANDE, R. Teste Seletivo Público para área de Controle de Qualidade de Fármacos e Medicamentos. 2011. Universidade Estadual de Londrina.

2.
DINIZ, A.; CASAGRANDE, R.; GEORGETTI, S. R.. Teste Seletivo público para área de farmacognosia. 2010. Universidade Estadual de Londrina.

3.
CASAGRANDE, R.; PERAZZO, F. F.; SOUZA, G. H. B.. Concurso Público para provimento do cargo de professor adjunto na área de Farmacognosia. 2010. Universidade Estadual de Londrina.

4.
BORIN, M. F.; CASAGRANDE, R; VICENTINI, F. T. M. C.. Concurso Público para provimento do cargo de professor adjunto - nível , na área de farmacotécnica e cosmetologia. 2009. Universidade de Brasília.

5.
GEORGETTI, S. R.; NERY, M. M. F.; CASAGRANDE, R. Teste Seletivo público para área de Cosmetologia e Homeopatia. 2009. Universidade Estadual de Londrina.

6.
CASAGRANDE, R.; NERY, M. M. F.; ABREU FILHO, B. A.. Concurso Público para provimento do cargo de professor adjunto na área de Tecnologia da Fermentações e enzimologia/Controle de qualidade biológico de produtos farmacêuticos. 2007. Universidade Estadual de Londrina.

7.
CASAGRANDE, R.; GIANOTTO, E. A. S.; NERY, M. M. F.. Teste Seletivo público para área de farmacotécnica. 2007. Universidade Estadual de Londrina.

8.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.; NERY, M. M. F.. Teste seletivo público para área de Tecnologia Farmacêutica. 2006. Universidade Estadual de Londrina.

9.
CASAGRANDE, R.; BARACAT, M. M.; GOMEZ, R. J. H. C.. Teste seletivo Público para área de Tecnologia de Fermentações e Enzimologia. 2005. Universidade Estadual de Londrina.

Outras participações
1.
BARACAT, M. M.; CASAGRANDE, R; SILVA, S. L. R.. Ascensão interclasse de professor adjunto D para associado A. 2018. Universidade Estadual de Londrina.

2.
CASAGRANDE, R; GUIDONI, C. M.; DUARTE, J. C.. Ascensão internivel de professor associado B para C. 2016. Universidade Estadual de Londrina.

3.
CASAGRANDE, R; GEORGETTI, S. R.; LONNI, A. A. S. G.. Ascensão internivel de professor associado B para C. 2016. Universidade Estadual de Londrina.

4.
GUIDONI, C. M.; CASAGRANDE, R; BARACAT, M. M.. Ascensão de nível de Professor Adjunto C para D. 2015. Universidade Estadual de Londrina.

5.
CASAGRANDE, RÚBIA; GUIDONI, C. M.; GEORGETTI, S. R.. Ascensão de nível Associado A para B. 2014. Universidade Estadual de Londrina.

6.
CASAGRANDE, R.; CARRARA, V. S.; GEORGETTI, S. R.. Ascensão de nível Adjunto A para B. 2014. Universidade Estadual de Londrina.

7.
GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, RÚBIA; ARAKAWA, N. S.. Ascensão internível de Professora adjunto B para professor adjunto C. 2013. Universidade Estadual de Londrina.

8.
FARIA, T. J.; CHORILLI, M.; CASAGRANDE, R. Promoção a classe de professor associado da Universidade Estadual de Londrina. 2012. Universidade Estadual de Londrina.

9.
CASAGRANDE, R; NERY, M. M. F.; DUARTE, J. C.. Ascensão internível de Professora adjunto B para professor adjunto C. 2011. Universidade Estadual de Londrina.

10.
BARACAT, M. M.; Casagrande, Rubia; GEORGETTI, S. R.. Ascensão internível de Professora adjunto A para professor adjunto B. 2011. Universidade Estadual de Londrina.

11.
GEORGETTI, S. R.; CASAGRANDE, R; DUARTE, J. C.. Ascensão inter-nível de professor adjunto C para professor adjunto D. 2010. Universidade Estadual de Londrina.

12.
CASAGRANDE, R.; GIANOTTO, E. A. S.; NERY, M. M. F.. Ascensão inter-nível de professor adjunto B para professor adjunto C. 2008. Universidade Estadual de Londrina.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
V Curso de Atualização em Tecnologias Farmacêuticas Aplicadas (ATEFA) - Pesquisa e Desenvolvimento nas Ciências Farmacêuticas. 2017. (Outra).

2.
XXVI ENCONTRO ANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UEL (EAIC 2017).Avaliador de trabalhos científicos. 2017. (Encontro).

3.
Curso de capacitação e treinamento para os agentes universitários e docentes da uel : acerca do sistema acadêmico da Prograd e da re resolução CEPE 016/2014. 2015. (Outra).

4.
III Curso de atualização em tecnologias farmacêuticas aplicadas (ATEFA) - perícia forense e cosmetologia me. 2015. (Outra).

5.
OCC 2015 ? Oxygen Club of California World Congress ? ?Oxidants and antioxidants in biology?. Trans-chalcone, a flavonoid precursor, inhibits UVB-induced skin inflammation and oxidative stress in mice by targeting NADPH oxidase and cytokine production. 2015. (Congresso).

6.
II Curso de atualização em tecnologias farmacêuticas aplicadas (ATEFA) - Fitoterápicos. 2014. (Outra).

7.
9th Internation Congress of Pharmaceutical Sciences - CIFARP 2013. Efficacy of topical formulation containing PDTC aginst UVB-induced oxidative stress and inflammation in hairless mice skin. 2013. (Congresso).

8.
I Curso de atualização em tecnologias farmacêuticas aplicadas. 2013. (Outra).

9.
II Ciclo de palestras beauty pro-nutricosméticos e nutrição esportiva. 2013. (Outra).

10.
III Simpósio Nacional de Iniciação Científica.Avaliação do efeito ani-inflamatório e antioxidante da hesperidina metil chalcona no estresse oxidativo induzido por radiação UVB em camundongos sem pelo. 2013. (Simpósio).

11.
14th World Congress on Pain. Kaurenoic acid from Sphagneticola trilobata (L.) Pruski inhibits inflammatory pain: Effect on cytolkine production an activation of NO/GMPc/PKG/K+ATP channels signaling pathway. 2012. (Congresso).

12.
2012 AAPS Annual Meeting and Exposition. Evaluation of functional stability of pyrrolidine dithiocarbamate as a raw material and in topical formulation by hydrogen-donating ability. 2012. (Congresso).

13.
Feira de Profissões da UEL.Feira de Profissões da UEL. 2012. (Outra).

14.
I Simpósio de integração universitária à indústria (I SIUIN).Avaliação tempo-dependente do estresse oxidativo induzido por irradiação UVB em camundongos sem pelo. 2012. (Simpósio).

15.
Workshop de Cosmetologia. 2011. (Outra).

16.
XXVI Reunião anual da federação de sociedades de biologia experimental - FeSBE. Tephrosia sinapou extract reduces inflammatory leukocyte recruitment in mice: effect on oxidative stress, nitric oxide and cytokine production. 2011. (Congresso).

17.
Oxygen club of California 2010 World Congress - Oxidants and antioxidants in biology. Evaluation of the in vivo photoprotective effect and the in vitro antioxidant activity of topical formulations containing quercetin. 2010. (Congresso).

18.
8o. Congresso Londrinense de Biologia Aplicada à Saúde, 4o. Encontro Paranaense de Patologia Experimental e 1o. Encontro Nacional da Rede de Cooperação das Pós-graduações em Patologia. INIBIÇÃO DA FORMAÇÃO DE HIDROPERÓXIDOS LIPÍDICOS PELO EXTRATO DE TEPHROSIA TOXICARIA. 2009. (Congresso).

19.
Fórum 2009 de Pesquisa e Pós-Graduação da UEL. 2009. (Outra).

20.
III Congresso Internacional de Saúde e III CISDEM (Cátedra Iberoamericano-Suiza de Desarrollo de Medicamentos. AVALIAÇÃO DO MECANISMO DE ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DA FRAÇÃO ETANÓLICA DE PIMENTA PSEUDOCARYOPHYLLUS. 2009. (Congresso).

21.
2008 AAPS Annual Meeting and Exposition. Evaluation of antilipoperoxidative and iron-chelating activities of Tephrosia toxicaria extracts. 2008. (Congresso).

22.
Fórum 2008 de pesquisa e pós-graduação da Universidade Estadual de Londrina. 2008. (Outra).

23.
Pipetas Gilson: como aumentar a vida útil e obter melhores resultados. 2008. (Seminário).

24.
2007 AAPS Annual Meeting and Exposition. Validation and stability study of quercetin in different topical formulations using a HPLC method. 2007. (Congresso).

25.
I Fórum de farmácia: "Adequação no currículo vigente". 2007. (Outra).

26.
2006 AAPS Annual Meeting and Exposition. Evaluation of functional stability of quercetin as a raw material and in different topical formulation by hydrogen-donating ability. 2006. (Congresso).

27.
5th International Congress of Pharmaceutical Sciences. 5th International Congress of Pharmaceutical Sciences. 2005. (Congresso).

28.
I Fórum Farmacêutico de Londrina.I Fórum Farmacêutico de Londrina. 2005. (Outra).

29.
VIII Jornada de Farmácia e Análises Clínicas de Londrina e II Encontro de Farmácia Industrial.VIII Jornada de Farmácia e Análises Clínicas de Londrina e II Encontro de Farmácia Industrial. 2005. (Outra).

30.
1° SINPOSPq.1° SINPOSPq. 2004. (Simpósio).

31.
12° Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP.12° Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP. 2004. (Simpósio).

32.
I Workshop Ourofino de Atualização para Indústrias Farmacêuticas e Veterinárias. 2004. (Outra).

33.
11º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP.11º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP. 2003. (Simpósio).

34.
4th Congress of Pharmaceutical Sciences - CIFARP. 4th Congress of Pharmaceutical Sciences. 2003. (Congresso).

35.
Programa de Seminários em Nanociência e Nanotecnologia. 2003. (Seminário).

36.
VII Pharmatech e IV Enecq. VII Pharmatech e IV Enecq. 2003. (Congresso).

37.
10º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP.10ºsimpósio Internacional de Iniciação Científica da USP. 2002. (Simpósio).

38.
16ºCongresso brasileiro de cosmetologia. 16ºcongresso brasileira de cosmetologia. 2002. (Congresso).

39.
Programa de Seminários em Nanociência e Nanotecnologia. 2002. (Seminário).

40.
Separação de proteínas do soro do leite com resinas hidrofóbicas e de exclusão por tamanho. 2002. (Seminário).

41.
XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia. XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia. 2001. (Congresso).

42.
IV Jornada de Farmácia e Análises Clínicas de Londrina e III Fórum Paranaense de Medicamentos.IV Jornada de Farmácia e Análises Clínicas de Londrina e III Fórum Paranaense de Medicamentos. 2000. (Outra).

43.
III Jornada de farmácia e anásiles clínicas de Londrina.III Jornada de Farmácia e Anásiles Clínicas de Londrina. 1999. (Outra).

44.
VIII Encontro anual de iniciação científica - PIBIC/CNPq.VIII Encontro Anual de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq. 1999. (Encontro).

45.
XXII Encontro Nacional dos Estudantes de Farmácia.XXII Encontro Nacional dos Estudantes de Farmácia. 1999. (Encontro).

46.
II Fórum Paranaense de medicamentos.II Fórum Paranaense de Medicamentos. 1998. (Outra).

47.
II Semana acadêmica do curso de farmácia.II Semana Acadêmica do Curso de Farmácia. 1998. (Outra).

48.
XXI Encontro nacional de estudantes de farmácia.XXI Encontro Nacional de Estudantes de Farmácia. 1998. (Encontro).

49.
I Jornada de farmácia e Análises Clínicas de Londrina.I Jornada de Farmácia e Análises Clínicas de Londrina. 1997. (Outra).

50.
Semana acadêmica do curso de farmácia.Semana Acadêmica do Curso de Farmácia. 1997. (Outra).

51.
XIX encontro nacional e estudantes de farmácia.XIX Encontro Nacional de Estudantes de Farmácia. 1996. (Encontro).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
CASAGRANDE, RÚBIA; MOREIRA, E. G. ; BARBOSA, D. S. ; VERRI JR, W. A. . I Encontro Científico do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde. 2014. (Outro).

2.
CASAGRANDE, RÚBIA; DUARTE, J. C. ; GEORGETTI, S. R. ; BARACAT, M. M. ; GUIDONI, C. M. ; GIROTTO, E. . III Simpósio de integração universitária à indústria (III SIUIN). 2014. (Outro).

3.
CASAGRANDE, R. Feira das Profissões da Uel - 2013. 2013. .

4.
CASAGRANDE, R. XVIII Encontro Anual de Iniciação Científica - EAIC. 2009. (Outro).

5.
CASAGRANDE, R. XVII Encontro Anual de Iniciação Científica - EAIC. 2008. (Outro).

6.
CASAGRANDE, R.. VIII Jornada de farmácia e análises clínicas de Londrina e II Encontro de farmácia industrial. 2005. (Outro).

7.
CASAGRANDE, R.. IV Jornada de farmácia e análises clínicas de Londrina e III Fórum paranaense de medicamentos. 2000. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Dissertação de mestrado
1.
Ingrid Caroline Pinto. Avaliação do efeito das resolvina D2 na inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

2.
Camilla Carolina Arriero Rodrigues. Determinação da eficácia in vivo do ácido vanílico na diminuição da inflamação e do estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB em camundongos. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

3.
Clovis Minoru Kumagai. Desenvolvimento de formulação farmacêutica tópica contendo desoxi-Δ12,14-Prostaglandina J2 e avaliação do potencial terapêutico para o controle da inflamação e estresse oxidativo induzidos por radiação UVB em camundongos. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Estadual de Londrina. (Orientador).

Tese de doutorado
1.
David Laios do Vale. Efeito do tratamento intraperitoneal e tópico de protectina D1 para o controle de inflamação e estresse oxidativo induzido por radiação UVB em camundongos sem pelo. Início: 2018. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

2.
Priscila Saito. Efeito do tratamento intraperitoneal e tópico de resolvina D5 para o controle da inflamação e estresse oxidativo induzido por radiação UVB em camundongos sem pelo. Início: 2018. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

3.
Talita Laine Cardozo Cezar. Potencial terapêutico de formulações tópicas adicionadas de lípidios pró-resolução 7(S) maresina 1, resolvina D1 e lipoxina A4 sobre a inflamação e o estresse oxidativo induzidos pela irradiação UVB em camundongos. Início: 2017. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina. (Orientador).

4.
CAMILA CRISTINA IWANAGA. ESTUDO FITOQUÍMICO E AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE ANTIOXIDANTE DE ESPÉCIES DE Eugenia L. VISANDO O DESENVOLVIMENTO DE FORMULAÇÃO TÓPICA FOTOQUIMIOPROTETORA. Início: 2016. Tese (Doutorado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Estadual de Maringá, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Coorientador).

5.
Cristina de Paula Barros de Melo. Avaliação da atividade antioxidante in vitro e do efeito in vivo do extrato de erva baleeira adicionado em nanoemulsão sobre a inflamação e o estresse oxidativo induzidos pela irradiação UVB em camundongos. Início: 2015. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina. (Orientador).

6.
Lilian dos Anjos Oliveira. Investigação química e avaliação do potencial fotoquimioprotetor de Campomanesia guaviroba visando o desenvolvimento de formulação tópica. Início: 2015. Tese (Doutorado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Estadual de Maringá. (Coorientador).

Iniciação científica
1.
Júlia Rojo Bezerra. Potencial terapêutico de formulação farmacêutica tópica contendo desoxi-Δ12,14-Prostaglandina J2 em modelo de inflamação cutânea induzida por radiação UVB em camundongos. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Londrina. (Orientador).

2.
Bruna Namye Sagae. Avaliação do efeito da resolvina D1 no estresse oxidativo induzido pela radiação UVB em camundongos sem pelo. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. (Orientador).

3.
Isabela Bueno Gonçalves Ferraz. Avaliação do efeito da resolvina D1 na inflamação induzida pela radiação UVB em camundongos sem pelo. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).

4.
Juliana Dias Sepulveda. Potencial terapêutico antioxidante de formulação farmacêutica tópica contendo desoxi-Δ12,14-Prostaglandina J2. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Dissertação de mestrado
1.
Priscila Saito. Avaliação do efeito das resolvina D1 na inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação UVB em camundongos sem pelo. 2018. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Rúbia Casagrande.

2.
Talita Laiane Cardozo Cezar. Avaliação do efeito da 7(S) maresina 1 na inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, . Orientador: Rúbia Casagrande.

3.
Camila Rocha. POTENCIAL TERAPÊUTICO DO ÁCIDO PIMARADIENÓICO NOS DANOS CUTÂNEOS INDUZIDOS PELA RADIAÇÃO UVB EM CAMUNDONGOS SEM PÊLO. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, . Orientador: Rúbia Casagrande.

4.
David Laios do Vale. Avaliação do efeito terapêutico da quercetina microencapsulada nos danos cutâneos induzidos pela radiação ultravioleta B em camundongos sem pelo. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. Orientador: Rúbia Casagrande.

5.
Maria Inês Possebon. Avaliação do efeito terapêutico e mecanismos de ação analgésico e antiinflamatório do ácido pimaradienóico em camundongos. 2014. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, . Orientador: Rúbia Casagrande.

6.
Andressa Terumi Fujimura. Desenvolvimento e caracterização de sistemas líquido-cristalinos para incorporação do trans-resveratrol: ensaios de permeação cutânea in vitro e avaliação da eficácia in vivo. 2014. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, . Coorientador: Rúbia Casagrande.

7.
Fabiane Yuri Yamacita Borin. Avaliação da participação do TNF-α na hiperalgesia e inflamação induzida por doador de ânion superóxido. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, . Orientador: Rúbia Casagrande.

8.
Ana Laura Mantuani Ivan. Avaliação da atividade antioxidante in vitro e do efeito terapêutico antiinflamatório e antioxidante do ditiocarbamato de pirrolidina no estresse oxidativo induzido por radiação UVB. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Rúbia Casagrande.

9.
Marcela Zambrim Campanini. Formulações tópicas contendo extrato de Pimenta pseudocaryophyllus: avaliação da atividade antioxidante in vitro e da eficácia antiinflamatória e antioxidante in vivo. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Rúbia Casagrande.

10.
Renata Micheli Martinez. Atividade antioxidante, anti-inflamatória e analgésica do extrato de Tephrosia sinapou em modelos experimentais. 2011. Dissertação (Mestrado em Medicina e Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, . Orientador: Rúbia Casagrande.

Tese de doutorado
1.
Renata Micheli Martinez. Trans-chalcona, hesperidina metil chalcona e naringenina: potencial terapêutico e mecanismos de ação nos danos cutâneos inflamatórios e oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B em camundongos sem pelo. 2015. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Rúbia Casagrande.

2.
Cristiane Canan. Purificação do ácido fítico do farelo de arroz: propriedades antioxidantes e aplicaçao em embutidos cárneos. 2010. Tese (Doutorado em Ciência de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Coorientador: Rúbia Casagrande.

3.
Cristina Tostes Filgueiras. Purificação do ácido fítico do germe de milho e avaliação da propriedade antoxidante. 2009. Tese (Doutorado em Ciência de Alimentos) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Coorientador: Rúbia Casagrande.

Supervisão de pós-doutorado
1.
Renata Micheli Martinez. 2016. Universidade Estadual de Londrina, . Rúbia Casagrande.

Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Alessandro Welbi Domingues Júnior. Preparo de formulação semi-sólida contendo naringenina 0,5% e análise da estabilidade físico-química e funcional. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

2.
Beatriz Cardoso da Silva. Preparo de formulação tópica contendo ácido vanílico e análise de estabilidade físico-química. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

3.
Carolina Bottura. Formulação tópica contendo naringenina: Eficácia contra inflamação e estresse oxidativo induzidos pela radiação ultravioleta B em camundongos. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

4.
Gabriela Amaral. Avaliação da atividade sequestradoras de radicais livres do extrato de Cordia verbenacea por quimioluminescência. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

5.
Carla Venturelli Caviglione. Avaliação da estabilidade da hesperidina metil Chalcona veiculada em formulação tópica à 1%. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

6.
Danilo Pala. Desenvolvimento e estudo de estabilidade físico-química e funcional de formulações tópicas contendo hesperidina metil chalcona 0,5%. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

7.
Vinicius Soares Steffen. Avaliação do potencial terapêutico e mecanismos de ação da hesperidina metil chalcona nos danos cutâneos inflamatórios e oxidativos induzidos pela radiação ultravioleta B em camundongos. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

8.
Talita Laiane Cardozo Cezar. Avaliação in vitro da atividade antioxidante do Ácido Vanilico. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

9.
Thaís Colombo Costa e Silva. Preparo de formulações tópicas contendo naringenina e análise da estabilidade físico-química e funcional. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

10.
Vitor Sottero Ferreira. Avaliação do perfil temporal de instalação da inflamação e estresse fotoxidativo cutâneo induzidos pela irradiação UVB. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

11.
Francieli Pereira. DESENVOLVIMENTO DE FORMULAÇÕES TÓPICAS E ESTUDO DE ESTABILIDADE FÍSICO-QUÍMICA E FUNCIONAL DE FORMULAÇÕES CONTENDO EXTRATO ANTIOXIDANTE DE Beta vulgaris. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

12.
Lais Santo Nogueira. AVALIAÇÃO IN VITRO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DO EXTRATO DE Beta vulgaris. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

13.
Marcela Belleza Milani. Desenvolvimento de formulação tópica contendo ditiocarbamato de pirrolidina (PDTC) e análise da estabilidade físico-química e funcional. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

14.
Karina da Silva Teixeira. Avaliação do mecanismo de atividade antioxidante e teor de flavonóides e polifenóis totais de extratos do caule de Pimenta pseudocaryophyllus. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

15.
Joice Sartorato Sanson. Estudo de absorção percutânea e avaliação in vitro da atividade antioxidante do extrato de Tephrosia toxicaria. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

16.
Suelen Cristina Franco. Avaliação dos diferentes tipos de revestimento entérico de cápsulas de mesalazina produzidas em farmácia de manipulação de Londrina-PR. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

17.
Flávia Cristina da Silva. Controle de qualidade de cápsulas com revestimento entérico produzidas em farmácias magistrais da região de Londrina. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

18.
Vanessa Von Mühlen Zimermann. Desenvolvimento de Formulações tópicas contendo extrato de Tephrosia toxicaria e avaliação da estabilidade físico-química e funcional. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

19.
Talita Alves da Cruz. ESTUDO DE PERMEAÇÃO CUTÂNEA IN VITRO E FUNÇÕES DOS PROMOTORES QUÍMICOS DE ABSORÇÃO. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

20.
Renata Micheli Martinez. AVALIAÇÃO IN VITRO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DO EXTRATO DE Tephrosia toxicaria. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

Iniciação científica
1.
Bruna Namye Sagae. Avaliação do efeito da 7(S) Maresina 1 no estresse oxidativo induzido pela radiação UVB. 2018. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

2.
Alessandro Welbi Domingues Junior. Formulação tópica contendo naringenina protege a pele da depleção de antioxidantes endógenos e peroxidação lipídica. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

3.
Beatriz Cardoso da Silva. Avaliação do potencial terapêutico da trans-chalcona em danos cutâneos oxidativos induzidos pela radiação UVB em camundongos sem pelo. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. Orientador: Rúbia Casagrande.

4.
Carolina Bottura. Avaliação do potencial terapêutico da trans-chalcona em danos cutâneos inflamatórios induzidos pela radiação UVB em camundongos sem pelo. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

5.
Gabriela Amaral. Formulação tópica contendo naringenina: ação no sistema glutationa e sinalização redox. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. Orientador: Rúbia Casagrande.

6.
Júlia Rojo Bezerra. Controle do processo inflamatório cutâneo induzido por radiação UVB por formulação farmacêutica tópica contendo desoxi-Δ12,14-Prostaglandina J2 em camundongos. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

7.
Juliana Dias Sepulveda. Avaliação do potencial terapêutico de formulação farmacêutica tópica contendo desoxi-Δ12,14-Prostaglandina J2 para o controle do processo oxidativo induzido por radiação UVB em camundongos. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

8.
Beatriz Chbane Conti. Avaliação do efeito da 7(S) Maresina 1 no estresse oxidativo induzido pela radiação UVB. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

9.
Isabela Bueno Gonçalves Ferraz. Avaliação do efeito da 7(S) Maresina 1 na inflamação induzida pela radiação UVB. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

10.
Gabriela Amaral. Avaliação da eficácia da naringenina na proteção de antioxidantes endógenos e produção de oxidantes induzidos pela radiação UVB em camundongos sem pelo. 2015. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

11.
Carolina Bottura. Avaliação do potencial terapêutico da naringenina em danos cutâneos inflamatórios induzidos pela radiação UVB em camundongos sem pelo. 2015. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

12.
Alessandro Welbi Domingues Junior. Eficácia tópica de formulação contendo naringenina na inflamação/estresse oxidativo induzidos por radiação UVB em camundongos sem pêlo. 2015. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. Orientador: Rúbia Casagrande.

13.
Carla Venturelli Caviglione. Eficácia tópica de formulação contendo Hesperidina Metil Chalcona na inflamação/estresse oxidativo induzidos por radiação UVB em camundongos sem pêlo: Avaliação do edema cutâneo, citocinas e peroxidação lipídica. 2015. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

14.
Geórgia P. Durante. Avaliação de formulação tópica contendo Hesperidina Metil Chalcona na proteção de antioxidantes endógenos cutâneos em modelo de estresse oxidativo induzido por radiação UVB em camundongos sem pelo. 2015. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

15.
Alessandro Welbi Domingues Junior. Avaliação da eficácia terapêutica tópica da Hesperidina Metil Chalcona no estresse oxidativo induzido por radiação UVB em camundongos sem pêlo: poder antioxidante de redução férrica, sequestro do radical ABTS, níveis de glutationa reduzida, catalase e ânion superóxido. 2014. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. Orientador: Rúbia Casagrande.

16.
Geórgia Peluci Durante. Determinação da atividade seqüestradora do radical hidroxil pela hesperidina metil chalcona e naringenina. 2014. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

17.
Vinicius Soares Steffen. Avaliação da eficácia terapêutica tópica do ditiocarbamato de pirrolidina no estresse oxidativo/inflamação induzido por radiação UVB em camundongos sem pelo: Edema, recrutamento de neutrófilos e dosagem de metaloproteinase 9. 2014. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

18.
Carla Venturelli Caviglione. Preparo e avaliação da estabilidade funcional de formulações tópicas contendo Hesperidina Metil Chalcona. 2014. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

19.
Carolina Bottura. Avaliação da eficácia terapêutica da Hesperidina Metil Chalcona no estresse oxidativo induzido por radiação UVB em camundongos sem pêlo: poder antioxidante de redução férrica, sequestro do radical ABTS, níveis de GSH e atividade de MMP-9. 2014. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. Orientador: Rúbia Casagrande.

20.
Carolina Bottura. Determinação da atividade inibidora da peroxidação lipídica e queladora do íon Fe2+ pelo ditiocarbamato de pirrolidina. 2013. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

21.
Danilo Pala. Estudo da atividade seqüestradora dos radicais livres e do poder antioxidante de redução férrica do ditiocarbamato de pirrolidina. 2013. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

22.
Vinicius Soares Steffen. Avaliação da eficácia terapêutica tópica do ditiocarbamato de pirrolidina no estresse oxidativo/inflamação induzido por radiação UVB em camundongos sem pelo: Edema, recrutamento de neutrófilos e dosagem de metaloproteinases 9. 2013. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

23.
Thais Colombo Costa e Silva. Avaliação da eficácia terapêutica do ditiocarbamato de pirrolidina no estresse oxidativo induzido por radiação UVB em camundongos sem pelo: Poder antioxidante de redução férrica, sequestro do radical 2,2? azinobis (3-etilbenzotiazolina-6-ácido sulfônico) e participação da IL-1β.. 2013. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. Orientador: Rúbia Casagrande.

24.
Carla Venturelli Caviglione. Desenvolvimento de formulações tópicas contendo ditiocarbamato de pirrolidina e estudo da sua eficácia terapêutica no modelo de irradiação UVB: níveis de glutationa reduzida, poder antioxidante de redução férrica e sequestro do radical 2,2? azinobis (3-etilbenzotiazolina-6-ácido sulfônico). 2013. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

25.
Vitor Sottero Ferreira. Determinação da eficácia terapêutica do ditiocarbamato de pirrolidina (PDTC) no estresse oxidativo/inflamação induzido por radiação UVB em camundongos sem pelo por meio do ensaio de mieloperoxidase (MPO) e dosagem de metaloproteinases 2 e 9 (MMP-2 e MMP-9). 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

26.
Vinicius Soares Steffen. Avaliação da estabilidade físico-química de formulações tópicas contendo extrato de Beta vulgaris. 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

27.
Danilo Pala. Avaliação do efeito terapêutico do ditiocarbamato de pirrolidina na formação do edema e na depleção dos níveis de glutationa reduzida induzidos por radiação UVB em camundongos sem pelo. 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. Orientador: Rúbia Casagrande.

28.
Carla Venturelli Caviglione. Desenvolvimento e avaliação da estabilidade funcional de formulações tópicas contendo extrato de Beta vulgaris. 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

29.
Marcela Belleza Milani. Determinação da atividade doadora de átomos de hidrogênio ao radical ABTS+ pelo extrato de Beta vulgaris. 2011. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. Orientador: Rúbia Casagrande.

30.
Francieli Pereira. Avaliação do poder redutor e da capacidade sequestradora do radical ABTS+ pelo extrato aquoso de Beta vulgaris. 2011. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

31.
Vitor Sottero Ferreira. Padronização dos ensaios de avaliação do estresse fotoxidativo cutâneo. 2011. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

32.
Lais Santos Nogueira. Determinação da atividade inibidora da peroxidação lipídica dependente e independente de Fe2+ pelo extrato de Beta vulgaris. 2011. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

33.
Vanessa Von Mühlen Zimermann. Determinação da atividade doadora de átomos de hidrogênio ao radical DPPH● pelo extrato de Beta vulgaris. 2010. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

34.
Lais Santos Nogueira. Determinação da atividade queladora de íons ferro pelo extrato aquoso de Beta vulgaris e Determinação da atividade doadora de átomos de hidrogênio ao radical. 2010. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

35.
Joice Sartorato Sanson. Desenvolvimento e avaliação da estabilidade funcional de formulações tópicas contendo frações hexânica e metanólica do extrato de Tephrosia toxicaria. 2010. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

36.
Vanessa Von Mühlen Zimermann. Determinação da atividade inibidora de peroxidação lipídica independente de Fe2+ das frações hexânicas e metanólicas do extrato de Tephrosia toxicaria. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

37.
Joice Sartorato Sanson. Desenvolvimento de formulações tópicas contendo extrato glicólico de Tephrosia toxicaria: avaliação in vitro da atividade antioxidante e da estabilidade físico-química e funcional. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

38.
Maria Luiza Diniz. Utilização de polímero biodegradável no desenvolvimento de sistemas microencapsulados contendo quercetina para liberação cólon-específica como terapia das Doenças Inflamatórias Intestinais. 2008. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

39.
Renata Micheli Martinez. Determinação da atividade inibidora de peroxidação lipídica induzida por Fe2+ pelos extratos de Tephrosia toxicaria. 2008. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

40.
Renata Micheli martinez. Quantificação do conteúdo de flavonóides totais e determinação da atividade seqüestradora do radical hidroxil pelo extrato de Tephrosia toxicaria. 2007. Iniciação Científica. (Graduando em Famácia) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Rúbia Casagrande.

41.
Gabriela Amanda Nogueira Zonta. Alteração nos parâmetros de secagem de microcápsulas para liberação colônica. 2007. Iniciação Científica. (Graduando em Famácia) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária. Orientador: Rúbia Casagrande.

42.
Renata Micheli Martinez. Preparação e avaliação de sistemas de liberação de fármacos e validação de metodologia analítica. 2006. Iniciação Científica. (Graduando em Famácia) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

43.
Luciana Carvalho Grade. Desenvolvimento de sistemas matriciais contendo quercetina para liberação cólo-específica. 2005. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

44.
Leandro Augusto Calixto. Desenvolvimento de sistemas Matriciais contendo quercetina para liberação cólon-específica. 2005. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

45.
Astréa Estela de Sousa. Preparação e avaliação de sistemas de liberação de fármacos. 2005. Iniciação Científica. (Graduando em Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

Orientações de outra natureza
1.
Camila Martins Kawakami. Laboratório de Tecnologia de Cosméticos. 2012. Orientação de outra natureza. (Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

2.
Felipe Canto de Souza. Laboratório de Estrutura e Função de Receptores Associados à Proteína G. 2012. Orientação de outra natureza. (Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

3.
Larissa Bueno Tofani. Desenvolvimento de sistemas líquido-cristalinos. 2012. Orientação de outra natureza. (Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

4.
Bruna Silva Terra. Síntese da Goniotalamina: um fragmento chave para a síntese do Goniotalenol. 2011. Orientação de outra natureza. (Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

5.
André Luiz Guiselli Gallina. Pesquisa e desenvolvimento da indústria farmacêutica Allvet Química Industrial LTDA. 2009. Orientação de outra natureza. (Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

6.
Francieli de Morais Magalhães. Desenvolvimento de processos na indústria Prati, Donaduzzi e Cia Ltda. 2009. Orientação de outra natureza. (Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

7.
Gideão Silva Ribeiro. Desenvolvimento de produtos da indústria Hervarium laboratório Botânico LTDA. 2009. Orientação de outra natureza. (Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

8.
Roberto Bortolazo Júnior. Desenvolvimento de processos líquidos e semi-sólidos da indústria Prati-Donaduzzi & Cia Ltda. 2009. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

9.
Priscilla Ito. Odontofarma farmácia de manipulação. 2009. Orientação de outra natureza. (Farmácia generalista) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

10.
Daniela Maldonado Cavalari. Melhorias e lançamentos de produtos farmacêuticos no Laboratório Teuto Brasileiro. 2008. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

11.
Fábio Francisco HIdalgo. Pesquisa e desenvolvimento da indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi. 2008. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

12.
Juliana de Lima Santoro. Estudo de estabilidade de medicamentos da Medley Indústria Farmacêutica S/A. 2008. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

13.
Daniela Rezhallah Iwasso. Controle de qualidade: preparo de soluções da Indústria Farmacêutica Sandoz do Brasil. 2008. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

14.
Maurílio José Lara Filho. Produção e controle de qualidade de medicamentos magistrais da Farmácia de Manipulação Esperança. 2008. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

15.
Ana Elisa Rodrigues Marangon. Garantia de qualidade na Indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim do Brasil. 2007. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

16.
Francine Raimundo Carneiro. Desenvolvimento e controle de qualidade de produtos cosméticos na indústria Palmindaya Cosméticos LTDA. 2007. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

17.
Lis Marie Monteiro. Controle de qualidade de medicamento: Validação de métodos analíticos na Cimed Industria de Medicamentos. 2007. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

18.
Luciana Carvalho Grade. Produção e controle de qualidade de medicamentos magistrais na Farmácia Viviane Ltda. 2007. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

19.
André Golin Morante. Assustos regulatórios na indústria farmacêutica Teuto. 2006. Orientação de outra natureza. (Farmácia Industrial) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Rúbia Casagrande.

20.