Diogo de Carvalho Cabral

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  • Última atualização do currículo em 16/10/2018


Geógrafo do Departamento de Geografia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Possui graduação em Geografia (2004), mestrado em História Social (2007), e doutorado em Geografia (2012) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Publicou dezenas de trabalhos, entre artigos, livros e capítulos de livro, nas áreas de História Ambiental, Geografia Histórica, e Ecologia Aplicada. Vencedor do Best Paper Prize 2016 do Journal of Historical Geography e recebedor de menção honrosa no Prêmio Milton Santos 2017, conferido pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Diogo de Carvalho Cabral
Nome em citações bibliográficas
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho

Endereço


Endereço Profissional
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia.
Avenida República do Chile/3o andar
Centro
20031170 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil
Telefone: (21) 21424998
URL da Homepage: www.ibge.gov.br


Formação acadêmica/titulação


2008 - 2012
Doutorado em Geografia.
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
com período sanduíche em University of British Columbia (Orientador: Graeme Wynn).
Título: O 'bosque de madeiras' e outras histórias: a Mata Atlântica no Brasil colonial (séculos XVIII e XIX), Ano de obtenção: 2012.
Orientador: Gisela Aqüino Pires do Rio.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Relações sociedade-natureza; Sociedade colonial; Economia madeireira; economia colonial; História ambiental.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana / Especialidade: Geografia Econômica.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana / Especialidade: História Ambiental.
2005 - 2007
Mestrado em História Social.
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Título: Homens e Árvores no Ecúmeno Colonial: Uma história ambiental da indústria madeireira na bacia do Macacu, Rio de Janeiro, 1763-1825,Ano de Obtenção: 2007.
Orientador: José Augusto Valladares Pádua.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Indústria madeireira; Brasil Colônia; História ecológica.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana / Especialidade: História Ambiental.
Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Manejo Florestal / Especialidade: Economia Florestal.
Setores de atividade: Silvicultura, Exploração Florestal e Serviços Relacionados; Desenvolvimento Rural.
2000 - 2004
Graduação em Geografia.
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Título: O açúcar, a farinha e a floresta: sistemas agrários e indústria madeireira em Santo Antônio de Sá (RJ), final do século XVIII.
Orientador: Maurício de Almeida Abreu.
Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.




Formação Complementar


2013 - 2013
ArcGIS I e II. (Carga horária: 40h).
Imagem Geosistemas e Comércio, IGC, Brasil.
2012 - 2012
INDE: Implementação e configuração de geosserviços. (Carga horária: 30h).
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, Brasil.
2006 - 2006
Introdução à Paleografia. (Carga horária: 6h).
Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.
2005 - 2005
Fragmentação da Mata Atlântica. (Carga horária: 5h).
Sociedade de Ecologia do Brasil, SEB*, Brasil.
2000 - 2000
Treinamento em Interpretação Ambiental. (Carga horária: 6h).
Instituto Iguaçu de Pesquisa e Preservação Ambiental, IIPPA, Brasil.
1996 - 2000
Extensão universitária em Curso Avançado de Inglês.
Instituto Brasil Estados Unidos, IBEU, Brasil.


Atuação Profissional



Escola Nacional de Ciências Estatísticas, ENCE/IBGE, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - 2015
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor Colaborador, Carga horária: 20


Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Tecnologista em Informações Geográficas, Carga horária: 40

Atividades

06/2013 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Escola Nacional de Ciências Estatísticas, .


Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Colaborador PPGHIS

Vínculo institucional

2008 - 2012
Vínculo: Bolsista de Doutorado, Enquadramento Funcional: Pesquisador

Vínculo institucional

2009 - 2009
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2005 - 2007
Vínculo: Bolsista de Mestrado, Enquadramento Funcional: Pesquisador

Atividades

03/2009 - Atual
Ensino, Geografia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Estágio de Campo III
Geografia Humana do Brasil
Geografia Humana e Econômica
05/2002 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Geociências, .


Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
Vínculo institucional

2000 - 2004
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2002 - 2003
Vínculo: Bolsista IC FAPERJ, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2002 - 2002
Vínculo: Consultor CNPq, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2000 - 2001
Vínculo: Bolsista ITI CNPq, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

Atividades

07/2000 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Escola Nacional de Saúde Pública, .

8/2000 - 12/2003
Estágios , Escola Nacional de Saúde Pública, Departamento de Ciências Sociais.

Estágio realizado
Minha trajetória no Departamento de Ciências Sociais tem início no âmbito do projeto "A fragmentação sutil: um estudo na Mata Atlântica"..
07/2000 - 12/2003
Pesquisa e desenvolvimento , Escola Nacional de Saúde Pública, .


Colégio e Curso Ph, PH, Brasil.
Vínculo institucional

2000 - 2000
Vínculo: Funcionário, Enquadramento Funcional: Monitor de Geografia, Carga horária: 20

Atividades

3/2000 - 12/2000
Ensino,

Disciplinas ministradas
Geografia

University of British Columbia, UBC, Canadá.
Vínculo institucional

2010 - 2011
Vínculo: Pesquisador Visitante, Enquadramento Funcional: Pesquisador Visitante, Regime: Dedicação exclusiva.



Linhas de pesquisa


1.
Sócio-economia do desflorestamento e fragmentação da Mata Atlântica

Objetivo: Coordenado pelo Prof. Dr. Rui Cerqueira (Depto. Ecologia/UFRJ), o projeto "A Fragmentação Sutil: Um Estudo na Mata Atlântica "? que fazia parte do Programa Nacional de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (PROBIO/Ministério do Meio Ambiente) ? foi concebido como uma abordagem holística do fenômeno da fragmentação florestal. Buscava-se enfocar, além dos aspectos biológicos (genética de populações, ecologia de comunidades, etc.), também as dimensões sócio-econômicas relacionadas ao manejo dos remanescentes de mata pelas populações humanas assentadas em suas circunvizinhanças..
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Aplicada.
Palavras-chave: Mata Atlântica; Distúrbios antrópicos; Fragmentação florestal; Economia rural.
2.
Metodologia em Ecologia da Paisagem

Objetivo: Buscar formas de inserir o componente humano-social nas pesquisas geoecológicas, buscando métodos capazes de integrar levantamentos sócio-econômicos de campo às analises imagéticas. Libertado de concepções puramente tecnicistas, o conceito de "sensor" - entendido como um aparato técnico-metodológico que importa dados empíricos brutos, organiza-os através de um modelo primário e os exporta como informação codificada - nos abre a possibilidade de captar as inúmeras ?camadas de tempo? e suas complexas interações que respondem pela configuração das paisagens que experienciamos diretamente no tradicional trabalho de campo geográfico..
Grande área: Ciências Exatas e da Terra
Grande Área: Ciências Humanas / Área: História.
Palavras-chave: Metodologia geoecológica; Levantamento sócio-econômico de campo; Sensoriamento remoto; Transformação da paisagem.
3.
Geografia histórica da Mata Atlântica fluminense

Objetivo: Considerando o grau de transfiguração de seus atributos geoecológicos ?primitivos?, torna-se problemático referir-se a ela, no tempo presente, como um domínio da natureza. Este complexo de florestas tropicais e sub-tropicais que cobria, originalmente, cerca de 1 milhão de quilômetros quadrados ao longo da costa brasileira (entre 8 e 28 graus de latitude sul) ? interiorizando-se a cerca de 100 quilômetros ao norte e a mais de 500 quilômetros ao sul ? se encontra, nos dias de hoje, reduzido a menos de oito por cento de sua área ?original?, pulverizada em pequenas manchas localizadas, geralmente, sobre elevações topográficas pouco acessíveis e/ou legalmente protegidas por áreas de preservação. A maioria, talvez toda, a cobertura florestal ainda existente pode ser considerada secundária (denominação aplicada à vegetação que se regenera a partir de um distúrbio, apresentando, frequentemente, ausência de muitas espécies da mata nativa), tendo sofrido algum tipo e grau de intervenção humana, de sorte que é impossível dizer em que medida se parece com a floresta que ali estava antes da chegada dos primeiros homens. A geografia histórica, atentando para a ação humana sobre o ambiente, no tempo e no espaço, pode contribuir para elucidar os processos de formação de um novo domínio vegetacional do território brasileiro: essa Mata Atlântica biologicamente empobrecida e espacialmente confinada..
Grande área: Ciências Humanas
Palavras-chave: Mata Atlântica; Rio de Janeiro; Ocupação humana; Transformação da paisagem.
4.
História Ambiental do Território Brasileiro

Objetivo: Com a linha de pesquisa "História Ambiental do Território Brasileiro", desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em População, Território e Estatísticas Públicas (ENCE/IBGE), pretende-se oferecer uma nova abordagem ao estudo da relação espaço-sociedade, para o caso do Brasil. Parte-se da premissa de que humanos não ?transformam a natureza?, mas tomam parte, ao lado de outros seres, no processo em que a natureza transforma a si própria. Eles fazem isso como corpos e não apenas como mentes e imaginações. Na construção de suas vidas, os humanos não encontram somente idéias do mundo, mas, fundamentalmente, outros corpos do mundo. A partir desse enunciado teórico, procuramos interpretar a formação do território brasileiro como um processo de ?negociação socionatural?. A história territorial do Brasil pode ser pensada a partir dos movimentos de povoamento e das interações que eles estabeleceram com os atributos ambientais de cada bioma: Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Amazônia e Pampa. Sob esta ótica, podem ser identificados ?complexos eco-históricos? com clara expressão territorial: o complexo açucareiro litorâneo dos séculos XVI-XIX, baseado no corte e queima da Mata Atlântica, o complexo da pecuário sertaneja, baseado nas pastagens naturais que o rio São Francisco oferecia em suas margens, tanto na Caatinga quanto no Cerrado, o complexo extrativista da Amazônia, o complexo da soja no Cerrado, entre outros. A linha de pesquisa pretende cobrir toda a história brasileira, desde 1500 até os dias atuais..
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil / Especialidade: História Regional do Brasil.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana / Especialidade: História Ambiental.
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.
Palavras-chave: Transformação da paisagem; Território; Atividades humanas; Brasil; América portuguesa.


Projetos de pesquisa


2014 - Atual
Colonização alfabética e dissolução socioecológica dos territórios ameríndios (Mata Atlântica brasileira, 1549-1694)
Descrição: Juntamente com as armas de fogo, os animais domésticos, os micróbios e o aparato estatal, a escrita alfabética integrou o dispositivo biotécnico que os europeus renascentistas usaram para conquistar, espoliar e governar os povos ameríndios e seus territórios, a partir do século XVI. Vivendo e promovendo, em sua própria terra natal, um processo de normatização etnolinguística ? é entre o final do século XV e começo do XVI que surgem as primeiras gramáticas das línguas castelhana e portuguesa ?, os ibéricos renascentistas encontraram na diversidade de línguas ágrafas do Novo Mundo um campo mais do que adequado para continuar sua cruzada. Essa normatização e esse fortalecimento da "língua nacional" eram alcançados por meio do alfabeto e da alfabetização, instrumentos que abstraíam o pensamento, a fala e a textualidade do mundo ecológico concreto. O modelo alfabético encetava ruinosos impactos sobre as culturais e línguas orais ameríndias, altamente conectadas ao e ?vocalizadoras? do entorno não-humano. Neste sentido, a colonização portuguesa da Mata Atlântica, a partir de 1500, pode ser estudada como a alfabetização de comunidades ameríndias de cultura oral, processo através do qual o "império da palavra escrita" silenciava as vozes extra-humanas e suprimia a textualidade vivencial dos territórios nativos. O objetivo do projeto é documentar e analisar esse processo de ?colonização alfabética?, utilizando documentação histórica, etnografias recentes e trabalho de campo. O marco temporal inicial é 1549, quando se inicia um programa oficial de povoamento baseado na imigração de um contingente restrito de colonos, oficiais e missionários para criar e controlar, a partir das vilas portuárias, uma base litorânea de produção e exportação agrícola. O marco final situa-se na descoberta de ouro, em Minas Gerais, ao redor de 1694, momento a partir do qual se engendra um novo regime demográfico e de poder, marcado por um grande aumento da imigração portuguesa e pela interiorização das instituições coloniais de apropriação e controle das terras e dos índios..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Mapeamento histórico de localidades como instrumento de documentação e análise das dinâmicas territoriais e ambientais de longa duração (Brasil, 1530-2010)
Descrição: O mapeamento de localidades sempre foi um instrumento essencial para os trabalhos de recenseamento realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, principal instituição executora deste projeto. Em resolução da presidência, definiu-se localidade como ?todo lugar do território nacional onde exista um aglomerado permanente de habitantes?. Recentemente, motivado pela crescente demanda pública por informações georreferenciadas, o IBGE disponibilizou o ?Cadastro de Localidades Selecionadas?, base de dados que fornece o nome, categoria e subordinação político-administrativa, coordenadas geográficas e altitude de 21.304 localidades. Segundo a categoria, seu atributo mais importante, elas são classificadas em ?Capital Federal?, ?Capital (UF)?, ?Cidade?, ?Vila?, ?Aglomerado Rural? e ?Aldeia Indígena?, e suas eventuais subdivisões. Há um claro sentido de hierarquia político-administrativa nessa classificação, que normalmente é correlacionada com a hierarquia demográfica e econômica. Mais do que um mero inventário geográfico, portanto, esse conjunto de categorias, quando apreciado em sua distribuição espacial ? sobretudo sobre o pano de fundo de variáveis ambientais como hidrografia, solo, relevo e vegetação ?, ajuda a compreender um aspecto importante da organização do território e da dinâmica social: os sistemas de povoamento. O projeto que ora submetemos tem como objetivo geral expandir ? com propósitos analíticos ? o cadastro de localidades selecionadas, embora não no espaço, mas no tempo. Nossa proposta, em outras palavras, é mapear as localidades do passado para construir uma base comparativa de longa duração (começando em 1530 e terminando em 2010), incluindo a variável população. Construída a partir de pesquisa em fontes históricas primárias e manejada com uma grade teórico-conceitual interdisciplinar, ela será capaz de subsidiar modelagens inéditas da dinâmica territorial brasileira, em suas múltiplas dimensões: demográfica, socioeconômica, política e ambiental. Tendo ainda em vista que não somente a estrutura e o funcionamento presentes dos ecossistemas, mas também suas respostas a futuros estresses ambientais e práticas de manejo são, ao menos em parte, um legado da história desses sistemas, fica evidente a importância de um estudo sobre a trajetória temporal dos sistemas de ocupação e transformação dos biomas brasileiros..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Diogo de Carvalho Cabral - Coordenador / Freitas, Simone Rodrigues - Integrante / César Ajara - Integrante / Julia Celia Mercedes Strauch - Integrante / Alexandro Solórzano - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.


Membro de corpo editorial


2015 - Atual
Periódico: Revista Brasileira de Geografia


Revisor de periódico


2010 - Atual
Periódico: Varia História (UFMG. Impresso)
2011 - Atual
Periódico: Historia Ambiental Latinoamericana e Caribenha
2011 - Atual
Periódico: Journal of Horticulture and Forestry
2013 - Atual
Periódico: Journal of Historical Geography
2013 - Atual
Periódico: Caminhos de Geografia (UFU)
2014 - Atual
Periódico: Fronteiras (Florianópolis)
2015 - Atual
Periódico: Estudos Historicos (Rio de Janeiro)
2017 - Atual
Periódico: Natureza & Conservação
2016 - Atual
Periódico: História, Ciências, Saúde-Manguinhos (Impresso)
2017 - Atual
Periódico: The William and Mary Quarterly


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana/Especialidade: História Ambiental.
3.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil/Especialidade: História Regional do Brasil.
4.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Demografia / Subárea: Demografia Histórica/Especialidade: Distribuição Espacial.
5.
Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende PoucoLê Razoavelmente.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.


Prêmios e títulos


2017
Prêmio Milton Santos 2017 - Menção Honrosa, Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional.
2016
2015 Best Paper Award, Journal of Historical Geography.
2005
Dignidade acadêmica no grau Magna Cum Laude, Universidade Federal do Rio de Janeiro.


Produções



Produção bibliográfica
Citações

Web of Science
Total de trabalhos:2
Total de citações:64
Fator H:4
CABRAL, DC ou CABRAL, Diogo de Carvalho  Data: 29/12/2011

Outras
Total de trabalhos:15
Total de citações:23
Cabral, Diogo de Carvalho; Cabral, DC  Data: 17/03/2010

Artigos completos publicados em periódicos

1.
Cabral, Diogo de Carvalho2018Cabral, Diogo de Carvalho. Landscape and letterscape in early colonial Brazil. Studia Geohistorica, v. 6, p. 7-27, 2018.

2.
CABRAL, D. C.2017CABRAL, D. C.. História e saliva, ou como a história ambiental nos reconduz ao mundo. BOLETIM DO MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI. CIÊNCIAS HUMANAS, v. 12, p. 973-976, 2017.

3.
COSTA, R. L.2017COSTA, R. L. ; PREVEDELLO, J. A. ; SOUZA, B. G. ; CABRAL, D. C. . Forest transitions in tropical landscapes: A test in the Atlantic Forest biodiversity hotspot. Applied Geography (Sevenoaks), v. 82, p. 93-100, 2017.

4.
LEON, CLAUDIA MARIA LEAL2017LEON, CLAUDIA MARIA LEAL ; Cabral, Diogo de Carvalho ; MIRAGLIA, MARINA ; OLIVEIRA, ROGÉRIO RIBEIRO DE . Territórios e Paisagens na América Latina / Territories and Landscapes in Latin America. Fronteiras: Journal of Social, Technological and Environmental Science, v. 6, p. 12-21, 2017.

5.
CABRAL, D. C.2016 CABRAL, D. C.; SOLÓRZANO, Alexandro ; OLIVEIRA, R. R. . Urbanising rainforests: emergent socioecologies in Rio de Janeiro, Brazil. Landscape History, v. 37, p. 57-78, 2016.

6.
CABRAL, D. C.2015CABRAL, D. C.. Palavra e território: escrita alfabética e a colonização portuguesa da Mata Atlântica. Fronteiras: Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente, v. 4, p. 207-223, 2015.

7.
CABRAL, D. C.2015 CABRAL, D. C.. Into the bowels of tropical earth: Leaf-cutting ants and the colonial making of agrarian Brazil. Journal of Historical Geography, v. 50, p. 92-105, 2015.

8.
Cabral, Diogo de Carvalho2014Cabral, Diogo de Carvalho. 'O Brasil é um grande formigueiro': território, ecologia e a história ambiental da América portuguesa, parte 1. Historia Ambiental Latinoamericana y Caribeña (HALAC), v. 3, p. 467-489, 2014.

9.
Cabral, Diogo de Carvalho2014Cabral, Diogo de Carvalho. No mutirão da vida - pensando como um historiador ambiental. Desenvolvimento e Meio Ambiente (UFPR), v. 31, p. 139-154, 2014.

10.
CABRAL, D. C.2014CABRAL, D. C.. 'O Brasil é um grande formigueiro': território, ecologia e a história ambiental da América portuguesa - Parte 2. Historia Ambiental Latinoamericana y Caribeña (HALAC), v. 4, p. 87-113, 2014.

11.
Cabral, Diogo de Carvalho2011Cabral, Diogo de Carvalho. Von Thünen e o abastecimento madeireiro de centros urbanos pré-industriais. Revista Brasileira de Estudos de População (Impresso), v. 28, p. 405-427, 2011.

12.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2011CABRAL, D. C.. Aguas passadas: sociedade e natureza no Rio de Janeiro oitocentista. Ra'e ga (UFPR), v. 23, p. 159-190, 2011.

13.
Freitas, Simone Rodrigues2011Freitas, Simone Rodrigues ; Lignani, Leonardo de Bem ; CABRAL, D. C. . Influence of Landscape Features on Forest Maturity: the Case of a Fragmented Landscape in the erra do Mar Coastal Forest in Brazil. Natureza & Conservação, v. 9, p. 194-199, 2011.

14.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2009CABRAL, D. C.. Florestas e ribeiras no Império português: o caso do Rio de Janeiro. Revista do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, v. 3, p. 77-93, 2009.

15.
Cabral, Diogo de Carvalho2008Cabral, Diogo de Carvalho; CESCO, Susana . Notas para uma história da exploração madeireira na Mata Atlântica do sul-sudeste. Ambiente e Sociedade (Campinas), v. 11, p. 33-48, 2008.

16.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2008CABRAL, D. C.. Substantivismo econômico e história florestal da América portuguesa. VARIA HISTÓRIA (UFMG. IMPRESSO), v. 24, p. 113-133, 2008.

17.
Cabral, Diogo de Carvalho2008Cabral, Diogo de Carvalho. Floresta, política e trabalho: a exploração das madeiras-de-lei no Recôncavo da Guanabara (1760-1820). Revista Brasileira de História (Impresso), v. 28, p. 217-241, 2008.

18.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2008CABRAL, D. C.. Lendo uma floresta do passado: a paisagem da Bacia do Rio Macacu (RJ) no final do século XVIII e início do XIX. Geografia (Rio Claro. Impresso), v. 33, p. 217-234, 2008.

19.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2007CABRAL, D. C.. A economia madeireira no colonial tardio fluminense: uma primeira aproximação. História Econômica & História de Empresas, v. X, p. 5-48, 2007.

20.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2007CABRAL, D. C.. Floresta, Agricultura e Extrativismo Madeireiro na Modelagem da Paisagem Agrária do Rio de Janeiro Colonial Tardio: o caso da bacia do Macacu. Heera (UFJF. Online), v. 1, p. 1-32, 2007.

21.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2007CABRAL, D. C.. A bacia hidrográfica como unidade de análise em história ambiental. Revista de História Regional, v. 12, p. 133-162, 2007.

22.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2007CABRAL, D. C.; CESCO, Susana . Árvores do rei, floresta do povo: A instituição das 'madeiras-de-lei' no Rio de Janeiro e na ilha de Santa Catarina (Brasil) no final do período colonial. Luso-Brazilian Review, v. 44, p. 50-86, 2007.

23.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2007CABRAL, D. C.. Entre o machado e o tição: agricultura tropical extensiva e exploração madeireira no Rio de Janeiro colonial tardio. História & Perspectivas, v. 36-37, p. 313-362, 2007.

24.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2007CABRAL, D. C.; FREITAS, S. R. ; FISZON, J. T. . Combining Sensors in Landscape Ecology: Imagery-Based and Farm-Level Analysis in the Study of Human-Driven Forest Fragmentation. Sociedade & Natureza (UFU. Impresso), v. 19, p. 69-87, 2007.

25.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2007CABRAL, D. C.. Economia do desperdício, ecologia da destruição: historiografia, ambientalismo e o debate político contemporâneo. Esboços (UFSC), v. 18, p. 73-104, 2007.

26.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2005CABRAL, D. C.. Madeireiros do Brasil colonial. Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v. 212, p. 16-19, 2005.

27.
CABRAL, D. C.;Cabral, Diogo Carvalho;Cabral, Diogo de Carvalho2004CABRAL, D. C.; FISZON, J. T. . Padrões sócio-espaciais de desflorestamento e suas implicações para a fragmentação florestal: estudo de caso na bacia do rio Macacu, RJ. Scientia Forestalis (IPEF), Piracicaba, SP, v. 66, p. 13-24, 2004.

28.
Cabral, Diogo de Carvalho2004Cabral, Diogo de Carvalho. Produtores rurais e indústria madeireira no Rio de Janeiro do final do século XVIII: evidências empíricas para a região do Vale do Macacu. Ambiente e Sociedade (Campinas), Campinas, v. 7, n.2, p. 125-144, 2004.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
STENNER, C. (Org.) ; FIGUEIREDO, A. (Org.) ; CABRAL, D. C. (Org.) ; FERREIRA, A. L. (Org.) ; RODRIGUES, C. M. (Org.) ; CIRIACO, D. P. (Org.) ; ARAUJO, M. L. D. (Org.) . A Geografia da Cana-de-Açúcar. 1. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2017. v. 1. 172p .

2.
CABRAL, D. C.; BUSTAMANTE, A. G. . Metamorfoses florestais: culturas, ecologias e as transformações históricas da Mata Atlântica. 1. ed. Curitiba: Prismas, 2016. 460p .

3.
CABRAL, D. C.. Na Presença da Floresta: Mata Atlântica e História Colonial. 1. ed. Rio de Janeiro: Garamond/FAPERJ, 2014. 536p .

Capítulos de livros publicados
1.
SOLÓRZANO, Alexandro ; CABRAL, D. C. ; OLIVEIRA, R. R. . Revealing Hidden Forest Dialogs: Species Introduction, Charcoal Production and the Environmental History of Rio de Janeiro s Urban Forests. In: Cristina Joanaz de Melo; Estelita Vaz; Lígia M. Costa Pinto. (Org.). Environmental History. 1ed.: Springer International Publishing, 2017, v. II, p. 219-237.

2.
Cabral, Diogo de Carvalho. The Alphabetic Colonization of Amerindian Oral Ecologies in Early Brazil. In: William Beezley. (Org.). Oxford Research Encyclopedia of Latin American History. 1ed.New York: Oxford University Press, 2017, v. , p. 1-.

3.
SOLORZANO, A. ; CABRAL, D. C. ; OLIVEIRA, R. R. . Espécies exóticas, produção de energia e história ambiental das florestas urbanas do Rio de Janeiro. In: Alvaro Ferreira; João Rua Regina; Célia de Mattos. (Org.). Desafios da Metropolização do Espaço. 1ed.Rio de Janeiro: Consequência Editora, 2015, v. 1, p. 537-564.

4.
BUSTAMANTE, A. G. ; CABRAL, D. C. ; SILVA, J. K. . Patrimônio ambiental e diversidade cultural do Brasil. In: Consolacion Udry, Jane Simoni Eidt. (Org.). Conhecimento tradicional: conceitos e marco legal. 1ed.Brasília: Embrapa, 2015, v. 1, p. 103-159.

5.
FISZON, J. T. MARCHIORO, Nilson de Paula Xavier BRITEZ, Ricardo Miranda de CABRAL, D. C. CAMELY, Nazira C CANAVESI, Vanessa CASTELLA, Paulo Roberto CASTRO, Ernesto B Viveiros de CULLEN JÚNIOR, Laury CUNHA, Maurício Borges Sampaio FIGUEIREDO, Evandro Orfanó FRANKE, Idésio Luis GOMES, Herbert GOMES, Laura Jane HREISEMNOU, Vera Helena Vieira LANDAU, Elena Charlotte LIMA, Sandra Maria Faleiros LOPES, Ana Tereza Lyra MARIANO NETO, Eduardo MELLO, Ana Lucia de OLIVEIRA, Luís Cláudio de ONO, Katia Yukari PEREIRA, Nadia Waleska Valentim RODRIGUES, Aníbal dos Santos RUIZ, Carlos Ramon , et al.SANTOS, Luiz Fernando G Leandro dos SOUZA, Cimone Rozendo de ; Causas antrópicas. In: Denise Marçal Rambaldi; Daniela América Suárez de Oliveira. (Org.). Fragmentação de ecossistemas: causas, efeitos sobre a biodiversidade e recomendações de políticas públicas. 2ed.Brasília: MMA/SBF, 2005, v. , p. 65-99.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
CABRAL, D. C.. Palavra e território: alfabetização e mudança socioecológica na Mata Atlântica colonial. In: Encontro da ANPPAS, 2015, Brasília. Anais do VII Encontro da ANPPAS, 2015.

2.
Cabral, Diogo de Carvalho. No mutirão da vida: pensando como um historiador ambiental. In: III Workshop Internacional de História do Ambiente e Educação Ambiental, 2013, Florianópolis. Anais do III Workshop Internacional de História do Ambiente e Educação Ambiental. Florianópolis: Universidade do Estado de Santa Catarina, 2013.

3.
CABRAL, D. C.. Águas passadas: sociedade e natureza no Rio de Janeiro oitocentista. In: XVI Encontro Nacional de Geógrafos, 2010, Porto Alegre. XVI Encontro Nacional de Geógrafos, 2010.

4.
Frias, Renato C ; CABRAL, D. C. ; Lima, Amanda C ; Galdino, Gustavo V C ; Brandão, Emily A F . Cidade, história e natureza: questões ecológicas sobre o Rio de Janeiro oitocentista. In: 12do Encontro de Geógrafos da América Latina, 2009, Montevideo. Anais do 12do Encontro de Geógrafos da América Latina, 2009.

5.
Frias, Renato C ; CABRAL, D. C. ; Lima, Amanda C ; Galdino, Gustavo V C ; Brandão, Emily A F . Cidade, história e natureza: questões ecológicas sobre o Rio de Janeiro oitocentista. In: 12o Encontro de Geógrafos da América Latina, 2009, Montevideo. Anais do 12o Encontro de Geógrafos da América Latina. Montevideo, 2009.

6.
CABRAL, D. C.. Teorias da devastação ecológica colonial na historiografia brasileira contemporânea: algumas notas críticas. In: XXIV Simpósio Nacional de História, 2007, São Leopoldo. Anais do XXIV Simpósio Nacional de História, 2007.

7.
CABRAL, D. C.. Fronteiras après-la-vague: dinâmicas de expansão da economia agrária em áreas de povoamento consolidado no Brasil colonial. In: III Simpósio Internacional de História, 2007, Goiânia. Anais Eletrônicos do III Simpósio Internacional de História. Goiânia: ANPUH-GO, 2007.

8.
CABRAL, D. C.. Pau-pra-toda-obra: paisagem florestal e usos da madeira na bacia do rio Macacu, Rio de Janeiro, final do século XVIII. In: III Encontro da ANPPAS, 2006, Brasília-DF. Anais do III Encontro da ANPPAS, 2006.

9.
CABRAL, D. C.; CESCO, Susana . A política da floresta: a instituição das 'madeiras-de-lei'na virada do século XVIII para o XIX. In: I Encontro Nordestino de História Colonial, 2006, João Pessoa. Anais Eletrônicos do I Encontro Nordestino de HIstória Colonial. João Pessoa: Universidade Federal da Paraíba, 2006.

10.
CABRAL, D. C.. Pau-pra-toda-obra: paisagem florestal e usos da madeira na bacia do rio Macacu, Rio de Janeiro, final do século XVIII. In: III Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ambiente e Sociedade, 2006, Brasília-DF. Anais do III Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ambiente e Sociedade, 2006.

11.
CABRAL, D. C.. Homens e árvores no ecúmeno colonial: a indústria madeireira na Bacia do rio Macacu, Rio de Janeiro (1763-1827). In: I Jornada de Estudos Históricos, 2005, Rio de Janeiro. I Jornada de Estudos Históricos do PPGHIS, 2005.

12.
FISZON, J. T. ; CABRAL, D. C. . Os efeitos ambientais das casas de veraneio nas periferias metropolitanas: o caso do município de Guapimirim (RJ). In: I Congresso Interamericano de Saúde Ambiental, 2004, Porto Alegre. Anais do I Congresso Interamericano de Saúde Ambiental, 2004.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
LIGNANI, L. B. ; CABRAL, D. C. ; FREITAS, S. R. ; CERQUEIRA, R. . Conectividade da rede de estradas como indicador de fragmentação florestal antropogênica: uma aplicação à bacia do rio Macacu, RJ. In: VII Congresso de Ecologia do Brasil, 2005, Caxambu. Anais do VII Congresso de Ecologia do Brasil, 2005.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
CABRAL, D. C.. Timber export economies in the colonial Americas: A comparison between Portuguese and English dominions. In: 7th Biennual Conference of the European Society for Environmental History, 2013, Munique. 7th Biennual Conference of the European Society for Environmental History, 2013.

2.
CABRAL, D. C.; CESCO, Susana . A política da floresta: a instituição das madeiras-de-lei na virada do século XVIII para o XIX. In: I Encontro Nordestino de História Colonial, 2006, João Pessoa. Programação & Caderno de Resumos: I Encontro Nordestino de História Colonial. João Pessoa: Universidade Federal da Paraíba, 2006.

3.
CABRAL, D. C.. Pau-pra-toda-obra: paisagem florestal e usos da madeira na bacia do Macacu, final do século XVIII. In: II Jornada de Estudos Históricos, 2006, Rio de Janeiro. Anais da II Jornada de Estudos Históricos. Rio de Janeiro: Programa de Pós-Graduação em História Social, 2006.

4.
CABRAL, D. C.. Exploração madeireira e produção social da Mata Atlântica no Rio de Janeiro colonial: uma análise da diferenciação das relações entre os produtores rurais e a floresta no Distrito de Santo Antônio de Sá, final do séc. XVIII. In: XXV Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2003, Rio de Janeiro, 2003.

5.
CABRAL, D. C.; LIGNANI, L. B. . O papel das estradas no processo de fragmentação do habitat: conectividade de rede como indicador de pressão antrópica sobre remanescentes de Mata Atlântica. In: XXV Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2003, Rio de Janeiro, 2003.

6.
CRAVINHO, F F ; MENDES, R C ; MELO, P B ; CABRAL, D. C. . Representação temática do Estado do Rio de Janeiro - trabalho e previdência. In: XXV Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2003, Rio de Janeiro, 2003.

7.
CABRAL, D. C.. Padrões sócio-espaciais de desflorestamento e suas implicações para a fragmentação florestal: estudo de caso na bacia do rio Macacu, RJ. In: XXV Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2003, Rio de Janeiro, 2003.

8.
CABRAL, D. C.; GOMES, Herbert . A humanização da paisagem e os resquícios de uma natureza bruta: tipologia de formas geográficas e processos geradores dos remanescentes de Mata Atlântica dos municípios de Guapimirim (RJ) e Cachoeiras de Macacu (RJ). In: XXIII Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2001, Rio de Janeiro, 2001.

Apresentações de Trabalho
1.
CABRAL, D. C.. Emplacing Nature: Human Territoriality and Leaf-Cutting Ants in Preindustrial Brazil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

2.
Cabral, Diogo de Carvalho. Overwriting the land: Alphabetic literacy and socio-environmental change in early Brazil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

3.
Cabral, Diogo de Carvalho. Terra letrada: literacia, colonialismo e mudanças socioambientais no Brasil (séculos XVI e XVII). 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

4.
CABRAL, D. C.. Terra, indústria e arcaísmo: por uma história sócio-ambiental do Antigo Regime luso-brasileiro. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

5.
Cabral, Diogo de Carvalho. Floresta, cidade e história: socioecologias emergentes no Rio de Janeiro. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

6.
CABRAL, D. C.. Overwriting the land: literacy, colonialism and socio- environmental change in early Brazil. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

7.
CABRAL, D. C.. Alfabetização e colonização: a mata atlântica como 'ecúmeno colonial' (séculos XVI-XVIII). 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

8.
Cabral, Diogo de Carvalho. 'A vida é mutirão de todos': a perspectiva da história ambiental. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

9.
CABRAL, D. C.. Timber export economies in the colonial Americas: A comparison between Portuguese and English dominions. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

10.
CABRAL, D. C.. Timber export economies in the colonial Americas: A comparison between Portuguese and English dominions. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

11.
Cabral, Diogo de Carvalho. O Brasil é um grande formigueiro: território, ecologia e história ambiental da América portuguesa. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

12.
Cabral, Diogo de Carvalho. No mutirão da vida: pensando como um historiador ambiental. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

13.
Cabral, Diogo de Carvalho. Para se escrever a história ambiental da Mata Atlântica. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

14.
CABRAL, D. C.. O que é uma floresta? Natureza, materialismo e dialética socionatural. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

15.
CABRAL, D. C.. Para escrever história ambiental. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

16.
CABRAL, D. C.. Hinterlândia urbana de abastecimento madeireiro nos trópicos pré-industriais: uma discussão a partir de von Thünen e Boserup. 2009. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

17.
CABRAL, D. C.. A fronteira colonial repensada: uma contribuição a partir da ótica da história ambiental. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

18.
CABRAL, D. C.. Sobre homens e árvores: a madeira na construção da paisagem cultural do Rio de Janeiro colonial tardio (c.1760 - c.1830). 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

19.
CABRAL, D. C.. Teorias da devastação ecológica colonial na historiografia brasileira contemporânea: algumas notas críticas. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

20.
CABRAL, D. C.; CESCO, Susana . A política da floresta: a instituição das 'madeiras-de-lei' na virada do século XVIII para o XIX. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).

21.
CABRAL, D. C.. 'Pau-pra-toda-obra': paisagem florestal e usos da madeira na bacia do Macacu (RJ), final do século XVIII. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).

22.
CABRAL, D. C.. Homens e árvores no ecúmeno colonial: a indústria madeireira na bacia do Macacu, Rio de Janeiro (1763-1825). 2005. (Apresentação de Trabalho/Outra).

23.
FISZON, J. T. ; CABRAL, D. C. . Os efeitos ambientais das casas de veraneio nas periferias metropolitanas: o caso do município de Guapimirim (RJ). 2004. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

24.
CABRAL, D. C.. Exploração madeireira e produção social da Mata Atlântica no Rio de Janeiro colonial: uma análise da diferenciação das relações entre os produtores rurais e a floresta no Distrito de Santo Antônio de Sá, final do séc. XVIII. 2003. (Apresentação de Trabalho/Outra).

25.
CABRAL, D. C.; LIGNANI, L. B. . O papel das estradas no processo de fragmentação do habitat: conectividade de rede como indicador de pressão antrópica sobre remanescentes de Mata Atlântica. 2003. (Apresentação de Trabalho/Outra).

26.
CABRAL, D. C.. Padrões sócio-espaciais de desflorestamento e suas implicações para a fragmentação florestal: estudo de caso na bacia do rio Macacu, RJ. 2003. (Apresentação de Trabalho/Outra).

27.
CRAVINHO, F F ; MENDES, R C ; MELO, P B ; CABRAL, D. C. . Representação temática do Estado do Rio de Janeiro - Trabalho e Previdência. 2003. (Apresentação de Trabalho/Outra).

28.
CABRAL, D. C.; GOMES, Herbert . A humanização da paisagem e os resquícios de uma 'natureza bruta': as tipologias de formas geográficas e processos geradores dos remanescentes de Mata Atlântica nos municípios de Guapimirim e Cachoeiras de Macacu (RJ). 2001. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Outras produções bibliográficas
1.
CABRAL, D. C.. Atlas Nacional do Brasil - uma pequena introdução. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2017 (Apresentação).


Produção técnica
Assessoria e consultoria
1.
CABRAL, D. C.. Seleção e análise de indicadores antrópicos nas modificações do ambiente. 2002.

Trabalhos técnicos
1.
CABRAL, D. C.. O estudo da organização territorial aplicado ao monitoramento ambiental: uma contribuição para o aperfeiçoamento de uma base metodológica para construção de indicadores. 2003.

2.
CABRAL, D. C.. O estudo da organização territorial aplicado ao monitoramento ambiental: uma contribuição para o aperfeiçoamento de uma base metodológica para construção de indicadores. 2003.

3.
CABRAL, D. C.. Seleção e análise de indicadores antrópicos nas modificações do ambiente. 2002.

4.
CABRAL, D. C.. Seleção e análise de indicadores antrópicos nas modificações do ambiente. 2001.

5.
CABRAL, D. C.. Seleção e análise de indicadores antrópicos nas modificações do ambiente. 2001.


Demais tipos de produção técnica
1.
Cabral, Diogo de Carvalho; OLIVEIRA, R. R. ; MIRAGLIA, M. ; LEAL, C. . Fronteiras - Journal of Social, Technological and Environmental Science. 2017. (Editoração/Periódico).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
SOUZA, M. L.; BUHLER, E.; CABRAL, D. C.. Participação em banca de Eduardo Bayer Knopman. A LUTA PELA ÁGUA NO MACIÇO DA TIJUCA (RIO DE JANEIRO): O CASO DAS FAVELAS DO ALTO DA BOA VISTA. 2018. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

2.
CABRAL, D. C.; Sedrez, Lise; Pádua, José Augusto. Participação em banca de Pedro de Moraes Trovão Reis. Colinas outrora verdejantes: o Estado imperial e a questão do desflorestamento na Corte e na província fluminense (1850-1889). 2013. Dissertação (Mestrado em História Social) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Teses de doutorado
1.
CABRAL, D. C.; Pádua, José Augusto; Sedrez, Lise; MIRANDA, L. M.; SA, M. R.. Participação em banca de Luis Otávio Viana Airoza. Corpos, sentidos e ideias: experiências sensoriais e percepções culturais de viajantes na planície amazônica entre os séculos XVI e XVIII. 2016. Tese (Doutorado em História Social) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

2.
CABRAL, D. C.; Pádua, José Augusto; KLUG, J.; NODARI, E. S.; VERNAL, J. I.; NODARI, A. A.; MACEDO, R. C.. Participação em banca de Fábio Eduardo de Giusti Sanson. Florestas do Antropoceno: tensões no contexto das mudanças climáticas. 2016. Tese (Doutorado em Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Qualificações de Mestrado
1.
CABRAL, D. C.; Pádua, José Augusto; CARVALHO, A. I.. Participação em banca de Tayná Gruber. Entre os 'urros das feras e a música soturna do vento': o bioma Mata Atlântica nos relatos de viajantes paranaenses (1875-1921). 2018. Exame de qualificação (Mestrando em História, cultura e identidades) - Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Monografias de cursos de aperfeiçoamento/especialização
1.
CABRAL, D. C.; KRONEMBERGER, D. M. P.; BRITTO, F. G. A.. Participação em banca de Aline Freire de Miranda Cavalcante. Conservação internacional da natureza - Uma avaliação do Programa de Trabalho de Áreas Protegidas da Convenção sobre Diversidade Biológica. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Análise Ambiental e Gestão do Território) - Escola Nacional de Ciências Estatísticas.

2.
Cervi, JL; Nascimento, JAS; Ajara, C; Cabral, Diogo de Carvalho. Participação em banca de Flávia B. Magioli. O potencial do Plano Diretor na implementação do planejamento territorial: o caso do município do Rio de Janeiro. 2013. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Análise Ambiental e Gestão do Território) - Escola Nacional de Ciências Estatísticas.




Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
5o Simpósio de História Ambiental e Migrações.Terra letrada: literacia, colonialismo e mudanças socioambientais no Brasil (séculos XVI e XVII). 2018. (Simpósio).

2.
Encontro da ANPPAS.Palavra e território: alfabetização e mudança socioecológica na Mata Atlântica colonial. 2015. (Encontro).

3.
VII Simpósio da Sociedade Latinoamericana e Caribenha de História Ambiental.Alfabetização e colonização: a mata atlântica como 'ecúmeno colonial' (séculos XVI-XVIII). 2014. (Simpósio).

4.
7th Biennial Conference of the European Society for Environmental History.Timber export economies in the colonial Americas: A comparison between Portuguese and English dominions. 2013. (Encontro).

5.
III Workshop Internacional de História do Ambiente e Educação Ambiental.No mutirão da vida; pensando como um historiador ambiental. 2013. (Outra).

6.
Simpósio Diálogo Brasil-Estados Unidos em História Ambiental. 2013. (Simpósio).

7.
XXVI Simpósio Nacional de História.O que é uma floresta? Natureza, materialismo e dialética socionatural. 2011. (Simpósio).

8.
XVI Encontro Nacional de Geógrafos.Águas passadas: sociedade e natureza no Rio de Janeiro oitocentista. 2010. (Encontro).

9.
12o Encontro de Geógrafos da América Latina.Cidade, história e natureza: questões ecológicas sobre o Rio de Janeiro oitocentista. 2009. (Encontro).

10.
XXV Simpósio Nacional de História.Hinterlândia urbana de abastecimento madeireiro nos trópicos pré-industriais: uma discussão a partir de von Thünen e Boserup. 2009. (Simpósio).

11.
Fórum Internacional de Meio Ambiente - A Conferência da Terra. 2008. (Outra).

12.
IV SImpósio da Sociedade Latino Americana e Caribenha de História Ambiental.A fronteira colonial repensada: uma contribuição a partir da ótica da história ambiental. 2008. (Simpósio).

13.
III Simpósio Internacional de História.Fronteiras après-la-vague: dinâmicas de expansão da economia agrária em áreas de povoamento consolidado no Brasil colonial. 2007. (Simpósio).

14.
XXIV Simpósio Nacional de História.Teorias da devastação ecológica colonial na historiografia brasileira contemporânea: algumas notas críticas. 2007. (Simpósio).

15.
I Encontro Nordestino de História Colonial.A política da floresta: a instituição das 'madeiras de lei' na virada do século XVIII. 2006. (Encontro).

16.
III Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ambiente e Sociedade.Pau-pra-toda-obra: paisagem florestal e usos da madeira na bacia do rio Macacu, Rio de Janeiro, final do século XVIII. 2006. (Encontro).

17.
II Jornada de Estudos Históricos.Pau-pra-toda-obra: paisagem florestal e usos da madeira na bacia do Macacu, Rio de Janeiro, final do século XVIII. 2006. (Outra).

18.
IV Conferência Latino-Americana e Caribenha de Ciências Sociais. 2006. (Outra).

19.
Nas Rotas do Império: Eixos Mercantis, Tráfico de Escravos e Relações Sociais no Mundo Português. 2006. (Seminário).

20.
V Simpósio Nacional e I Internacional sobre Espaço e Cultura. 2006. (Simpósio).

21.
Colóquio em História Agrária. 2005. (Outra).

22.
Encontro de Historiografia e História Política. 2005. (Encontro).

23.
I Jornada de Estudos Históricos.Homens e árvores no ecúmeno colonial: a indústria madeireira na bacia do rio Macacu, Rio de Janeiro (1763-1827). 2005. (Outra).

24.
Seminário Escravidão em Perspectiva Comparada. 2005. (Seminário).

25.
VII Congresso de Ecologia do Brasil. Conectividade da rede de estradas como indicador de fragmentação florestal antropogênica: Uma aplicação à bacia do rio Macacu, RJ. 2005. (Congresso).

26.
I Congresso Interamericano de Saúde Ambiental. I Congresso Interamericano de Saúde Ambiental. 2004. (Congresso).

27.
II Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ambiente e Sociedade. 2004. (Encontro).

28.
XXV Jornada de Iniciação Científica - UFRJ.Representação temática do Estado do Rio de janeiro - Trabalho e Previdência. 2003. (Outra).

29.
XXIII Jornada de Iniciação Científica - UFRJ.A humanização da paisagem e os resquícios de uma 'natureza bruta': as tipologias de formas geográficas e processos geradores dos remanescentes de Mata Atlântica nos municípios de Guapimirim e Cachoeiras de Macacu (RJ). 2001. (Outra).



Orientações



Orientações e supervisões concluídas
Iniciação científica
1.
Renato Coimbra Frias. De Santo Antônio para toda a cidade: a expansão da rede de abastecimento d'água do Rio de Janeiro nos séculos XVIII e XIX. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Diogo de Carvalho Cabral.

2.
GUSTAVO VILELLA DA COSTA GALDINO. Mangues, "usos sujos" e ferrovias: novas questões sobre o Rio de Janeiro oitocentista. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Diogo de Carvalho Cabral.

3.
EMILY APARECIDA FERREIRA BRANDÃO. Mangues, "usos sujos" e ferrovias: novas questões sobre o Rio de Janeiro oitocentista. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Diogo de Carvalho Cabral.

4.
RENATO COIMBRA FRIAS. Mangues, "usos sujos" e ferrovias: novas questões sobre o Rio de Janeiro oitocentista. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Diogo de Carvalho Cabral.

5.
PATRICIA GOMES DA SILVEIRA. O Surgimento De Um Bairro Sobre O Mangal De São Diogo (Rio de Janeiro). 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Diogo de Carvalho Cabral.

6.
EMILY APARECIDA FERREIRA BRANDÃO. Eletricidade, ressacas e epidemias: novas questões sobre o Rio de Janeiro oitocentista. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Diogo de Carvalho Cabral.

7.
GUSTAVO VILELLA DA COSTA GALDINO. Eletricidade, ressacas e epidemias: novas questões sobre o Rio de Janeiro oitocentista. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Diogo de Carvalho Cabral.

8.
AMANDA CAVALIERE LIMA. Eletricidade, ressacas e epidemias: novas questões sobre o Rio de Janeiro oitocentista. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Diogo de Carvalho Cabral.

9.
RENATO COIMBRA FRIAS. Eletricidade, ressacas e epidemias: novas questões sobre o Rio de Janeiro oitocentista. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Diogo de Carvalho Cabral.

10.
AMANDA CAVALIERE LIMA. Mangues, "usos sujos" e ferrovias: novas questões sobre o Rio de Janeiro oitocentista. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Diogo de Carvalho Cabral.



Inovação



Projetos de pesquisa


Educação e Popularização de C & T



Livros e capítulos
1.
CABRAL, D. C.; BUSTAMANTE, A. G. . Metamorfoses florestais: culturas, ecologias e as transformações históricas da Mata Atlântica. 1. ed. Curitiba: Prismas, 2016. 460p .


Apresentações de Trabalho
1.
Cabral, Diogo de Carvalho. 'A vida é mutirão de todos': a perspectiva da história ambiental. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).



Outras informações relevantes


Ao longo do ano de 2000, participei, como professor de Geografia, do Pré-Vestibular Comunitário "Sonho Cidadão", realizado no Colégio Estadual André Maurois, na bairro da Gávea, município do Rio de Janeiro. A maioria dos alunos provinha da Rocinha, Vidigal, Cruzada São Sebastião e alguns municípios da Baixada Fluminense. 
(18/11/2005)



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