Luiz Gonzaga Chitarra

Iniciou a graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Católica de Petrópolis (1980), Bacharel em Ciências Agrárias (especialização em Agronomia) pela University of Arizona (1984), mestrado em Agronomia (Fitopatologia) pela Universidade Federal de Lavras (1996) e doutorado em Food Science and Microbiology - Wageningen University and Research Centre (2001). Atualmente é pesquisador A da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Algodão). Experiência em Fitopatologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Gossypium hirsutum L., algodão, manejo de doenças, epidemiologia e fungicidas.
(Texto informado pelo autor)

Última atualização do currículo em 31/01/2012
Endereço para acessar este CV:
http://lattes.cnpq.br/5329392306332235

Dados pessoais
NomeLuiz Gonzaga Chitarra
Nome em citações bibliográficasCHITARRA, L. G.
SexoMasculino
Endereço profissionalEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Centro Nacional de Pesquisa de Algodão.
Avenida dos Jacarandás, 2639
Setor Residencial Sul
78550-003 - Sinop, MT - Brasil
Telefone: (66) 35327626
URL da Homepage: http://

Formação acadêmica/Titulação
1997 - 2001Doutorado em Food Science and Microbiology .
Wageningen University and Research Centre.
Título: FLUORESCENSE TECHNIQUES TO DETECT AND TO ASSESS VIABILITY OF PLANT PATHOGENIC BACTERIA, Ano de Obtenção: 2001.
Orientador: Prof Dr. ir. Frans M. Rombouts.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior .
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade / Especialidade: Fitopatologia.
Setores de atividade: Produtos e Processos Biotecnológicos.
1993 - 1996Mestrado em Agronomia (Fitopatologia) .
Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
Título: ASPECTOS BIOQUÍMICOS, FISIOLÓGICOS E SANITÁRIOS DE SEMENTES DE ALGODOEIRO (Gossypium hirsutum L.) DESLINTADAS QUIMICAMENTE, Ano de Obtenção: 1996.
Orientador: José da Cruz Machado.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior .
Palavras-chave: Sementes.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade / Especialidade: Fitopatologia.
Setores de atividade: Produtos e Processos Biotecnológicos.
2001 - 2001Especialização em Especialização/Pesquisa .
Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico .
1981 - 1984Graduação em Engenharia Agronômica .
University of Arizona, ARIZONA, Estados Unidos.
1979 - 1980Graduação em Engenharia Mecânica .
Universidade Católica de Petrópolis, UCP, Brasil.

Formação complementar
1998 - 1998Disease Resistence in Plants.
Wagenigen University and Research Centre.
1997 - 1997International Advanced Course on Physiology.
Wageningen University and Research Centre.
1992 - 1992Controle Biológico de Ferrugem em Feijoeiro.
Universidade Federal de Viçosa.
1981 - 1981Inglês.
University of Arizona.

Atuação profissional
Embrapa Algodão, CNPA, Brasil.
Atividades
2008 - 2011Atividades de Participação em Projeto, EMBRAPA ALGODÃO, .
2009 - 2010Atividades de Participação em Projeto, EMBRAPA ALGODÃO, .
Projetos de pesquisa
Controle químico da mancha de ramulária em cultivares de algodoeiro no Oeste da Bahia em função do número de aplicações.
RESISTÊNCIA DE LINHAGENS FINAIS, PRELIMINARES E VARIEDADES DE ALGODOEIRO A DOENÇAS FOLIARES E AO COMPLEXO FUSARIUM (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) NEMATÓIDE (Meloidogyne incognita) NO OESTE DA BAHIA.
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
Vínculo institucional
2001 - Atual Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Pesquisador A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações Supervisor da Embrapa Algodão no Estado do Mato Grosso: 01/03/2002 a 31/01/2007
Atividades
2008 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
Sistema de manejo do solo para o controle do mofo branco (Esclerotinia sclerotiorum) na cultura do algodoeiro
12/2007 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
CONTROLE QUÍMICO DA MANCHA DE RAMULÁRIA EM CULTIVARES DE ALGODOEIRO NO OESTE DA BAHIA.
09/2007 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
Resistência de linhagens de algodoeiro a doenças foliares e ao complexo fusarárium (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) - Nematóide (Meloidogyne incognita - raça 3). Macroprograma 3
05/2006 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
RESISTÊNCIA DE DIFERENTES LINHAGENS DE ALGODOEIRO AO COMPLEXO FUSARIUM (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) NEMATÓIDE (Melodoigyne incógnita raça 3)
02/2002 - AtualConselhos, Comissões e Consultoria, Comissão de Defesa Sanitária Vegetal - CDSV - MT, .
Cargo ou função
Representante da Embrapa na Comissão de Defesa Sanitária Vegetal - CDSV - MT.
10/2001 - AtualDireção e administração, Embrapa Algodão, .
Cargo ou função
Pesquisador A.
10/2001 - AtualPesquisa e desenvolvimento , Embrapa Algodão, .
Linhas de pesquisa
Fitopatologia, Epidemiologia, Diagnose de doenças em algodoeiro, Resistência do algodoeiro a doenças,Patologia de Sementes, Assistência ao Programa de Melhoramento Genético do Algodão
2010 - 2011Atividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
Avaliação da severidade e controle químico das doenças do algodoeiro em cultivo adensado no Oeste da Bahia.
2008 - 2009Atividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
CONTROLE QUÍMICO DA MANCHA DE RAMULÁRIA (Ramularia areola) EM CULTIVARES DE ALGODOEIRO NO OESTE DA BAHIA
RESISTÊNCIA DE LINHAGENS DE ALGODOEIRO A DOENÇAS FOLIARES E AO COMPLEXO FUSÁRIUM (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) NEMATÓIDE (Meloidogyne incognita raça 3) NO OESTE DA BAHIA.
Controle da mela foliar do algodoeiro causada por Thanatephorus cucumeris (anamorfo Rhizoctonia solani)
2008 - 2008Atividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
Aquisição de Casa de Vegetação Climatizada
12/2006 - 12/2007Atividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
Controle químico de manchas foliares do algodoeiro no Estado de Mato Grosso - Safra 2006 / 2007
10/2006 - 12/2007Atividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
Controle químico da mancha de ramularia do algodoeiro no Estado da Bahia Safra 2006 / 2007
12/2005 - 12/2006Atividades de Participação em Projeto, Fundação Centro Oeste, .
Projetos de pesquisa
Controle químico de ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) do algodoeiro no Estado de Mato Grosso - safra 2005/2006
12/2005 - 12/2006Atividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
Controle químico da mancha de ramularia do algodoeiro no Estado de Mato Grosso
12/2004 - 12/2005Atividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
Controle da mancha de ramularia do algodoeiro em função da idade da planta, da severidade da doença e da alternância de aplicação de produtos químicos
08/2004 - 08/2005Atividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
CONTROLE QUÍMICO DE Myrothecium roridum Tode ex Fr EM CULTIVARES DE ALGODÃO
05/2005 - 05/2005Treinamentos ministrados , Embrapa Algodão, .
Treinamentos ministrados
Coordenador / Organizador / Palestrante do Curso sobre Monitoramento da Cultura do Algodoeiro, Versão II, destinado a monitores de campo, agrônomos e técnicos. Foram abordados os seguintes assuntos: Manejo de Pragas, Tecnologia de Aplicação de Defens
03/2005 - 04/2005Treinamentos ministrados , Embrapa Algodão, .
Treinamentos ministrados
Coordenador / Organizador / Palestrante do Curso sobre Monitoramento da Cultura do Algodoeiro, Versão I, destinado a monitores de campo, agrônomos e técnicos. Foram abordados os seguintes assuntos: Manejo de Pragas, Tecnologia de Aplicação de Defensi
10/2001 - 12/2004Atividades de Participação em Projeto, Embrapa Algodão, .
Projetos de pesquisa
CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS NA IDENTIFICAÇÃO DE Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum EM SEMENTES DE ALGODOEIRO - 2003/2004
Tratamento de sementes de algodoeiro com fungicidas no controle de patógenos causadores de tombamento de plântulas - 2002/2003
GENÉTICA DA RESISTÊNCIA DO ALGODOEIRO À VIROSE DOENÇA AZUL (2 ANO) 2003/2004
PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DA RICINOCULTURA EM MATO GROSSO
10/2003 - 10/2003Treinamentos ministrados , Embrapa Algodão, .
Treinamentos ministrados
Coordenador / Organizador / Participante do treinamento sobre CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS NA IDENTIFICAÇÃO DE Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum EM SEMENTES DE ALGODOEIRO, realizado em Rondonópolis - MT entre os dias 13 e 15 de outubro de 2003.
Casa Benjamin Hunnicutt Ltda., ICBEU, Brasil.
Vínculo institucional
1993 - 1995 Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor de Inglês
Outras informações Casa Benjamin Hunnicutt Ltda. Cargo: Professor de Inglês. Local: Lavras - MG Período: setembro de 1993 à maio de 1995.
Vínculo institucional
1993 - 1995 Vínculo: Professor de Inglês, Enquadramento Funcional: Empregado, Carga horária: 10
Atividades
09/1993 - 05/1995Ensino, Nível: Outro.
Disciplinas ministradas
Professor de Inglês no ICBEU
Provaso Comércio de Fertilizantes Orgânicos Ltda, PROVASO, Brasil.
Vínculo institucional
1993 - 1993 Vínculo: Empregado, Enquadramento Funcional: Supervisor de Vendas, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações Cargo: Supervisor de vendas. Local: Mogi-Mirim - SP Função: Responsável pelos resultados de vendas na região compreendida pelos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
Atividades
01/1993 - 05/1993Direção e administração, .
Cargo ou função
Função: Responsável pelos resultados de vendas na região compreendida pelos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro..
Fábrica de Telas Trevo Ltda, FÁBRICA DE TELAS, Brasil.
Vínculo institucional
1991 - 1992 Vínculo: , Enquadramento Funcional: Administrador, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações Fábrica de Telas Trevo Ltda. Cargo: Administrador Local: Viçosa - MG Função: Coordenação das áreas de administração, produção e vendas.
Vínculo institucional
1991 - 1992 Vínculo: Sócio Proprietário, Enquadramento Funcional: Sócio Proprietário, Carga horária: 40
Atividades
08/1991 - 12/1992Direção e administração, .
Cargo ou função
Cargo: Administrador.
Bioplanta Tecnologia de Plantas S.A, BIOPLANTA, Brasil.
Vínculo institucional
1988 - 1991 Vínculo: , Enquadramento Funcional: 2) Gerente de Produção Agrícola, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações Função: Produção de mudas cítricas livres de vírus, doenças e micorrizadas, em Araraquara (Rincão) a fim de atender contratos de produção com as empresas FRUTESP, Pamiro e Citrosuco.
Vínculo institucional
1987 - 1991 Vínculo: Empregado, Enquadramento Funcional: Assistente Comercial/Gerente de Produção Agri, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações Bioplanta Tecnologia de Plantas S. A. Cargo: Assistente Técnico Comercial Função: Pesquisa de mercado a nível de Brasil na área de flores, plantas ornamentais e gengibre, objetivando a pesquisa básica, melhoramento de produtos, produção e comercialização (interna e exportação). Cargo: Gerente de Produção Agrícola Função: Produção de mudas cítricas livres de vírus, doenças e micorrizadas, em Araraquara (Rincão) a fim de atender contratos de produção com as empresas FRUTESP, Pamiro e Citrosuco. Período: março de 1987 à julho de 1991.
Vínculo institucional
1987 - 1988 Vínculo: , Enquadramento Funcional: 1) Assistente Técnico Comercial, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações 1) Cargo: Assistente Técnico Comercial Função: Pesquisa de mercado a nível de Brasil na área de flores, plantas ornamentais e gengibre, objetivando a pesquisa básica, melhoramento de produtos, produção e comercialização (interna e exportação).
Atividades
03/1987 - 07/1991Direção e administração, .
Cargo ou função
Assistente Técnico Comercial / Gerente de Produção Agrícola.
03/1987 - 07/1991Pesquisa e desenvolvimento , Bioplanta, .
Linhas de pesquisa
Produção de mudas cítricas livres de vírus, doenças e micorrizadas, em Araraquara (Rincão)
Pesquisa de mercado a nível de Brasil na área de flores, plantas ornamentais e gengibre, objetivando a pesquisa básica, melhoramento de produtos, produção e comercialização (interna e exportação).
Companhia Riograndense de Adubos, CRA, Brasil.
Vínculo institucional
1987 - 1987 Vínculo: Empregado, Enquadramento Funcional: Inspetor de Vendas, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações Companhia Riograndese de Adubos Divisão de Vendas Campinas Cargo: Inspetor de Vendas Local: Grande São Paulo, Vale do Paranaíba e Sul de Minas Gerais. Função: Vendas de adubos com identificação e otimização dos canais de distribuição.
Atividades
01/1987 - 03/1987Direção e administração, CRA, .
Cargo ou função
Cargo: Inspetor de Vendas.
Duratex S.A, DURATEX S.A, Brasil.
Vínculo institucional
1984 - 1986 Vínculo: , Enquadramento Funcional: Assistente Comercial e Administração, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações Rações Anhanguera - Duratex S.A. - Divisão de Vendas Campinas I Cargo: Supervisor de mercado Local: Sul de Minas Gerais - Sede: Varginha Função: vendas de rações com identificação e otimização dos canais de distribuição. - Setor de Assistência à Vendas Cargo: Assistente de Vendas Brasil Loca: São Paulo - SP Função: Assistência ao Gerente Geral de Vendas, a 5 Gerentes Regionais e a 2 Setores Regionais de Vendas. - Setor de Vendas Campinas II Cargo: Chefe do Setor de Vendas Local: Campinas - SP Função: Responsável pelos resultados do setor na região compreendida pelos Estados de Mato Grosso do Sul, Norte e Nordeste de São Paulo e Norte do Paraná.
Atividades
09/1984 - 11/1986Direção e administração, .
Cargo ou função
1) Cargo: Supervisor de Vendas. Local: Sul de Minas Gerais, com sede em Varginha - MG. 2) Cargo: Assistente de Vendas Brasil. Local: São Paulo - SP. 3) Chefe do Setor de Vendas Campinas II. Local: Campinas - SP.

Linhas de Pesquisa
1. Produção de mudas cítricas livres de vírus, doenças e micorrizadas, em Araraquara (Rincão)
2. Pesquisa de mercado a nível de Brasil na área de flores, plantas ornamentais e gengibre, objetivando a pesquisa básica, melhoramento de produtos, produção e comercialização (interna e exportação).
3. Fitopatologia, Epidemiologia, Diagnose de doenças em algodoeiro, Resistência do algodoeiro a doenças,Patologia de Sementes, Assistência ao Programa de Melhoramento Genético do Algodão
Objetivos: Fornecer ao Programa de Melhoramento Genético da Embrapa Algodão subsídios sobre os aspectos fitossanitários das variedades de algodão (linhagens e comerciais) bem como solucionar os problemas fitossanitários da cultura em prol dos produtores de algodão..
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade / Especialidade: Defesa Fitossanitária.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade / Especialidade: Fitopatologia.
Palavras-chave: Doenças; Sementes; Detection.

Projetos de Pesquisa
2010 - 2011Avaliação da severidade e controle químico das doenças do algodoeiro em cultivo adensado no Oeste da Bahia.
Descrição: Existem muitas dúvidas em relação ao plantio de algodoeiro no sistema adensado, principalmente em relação à severidade das doenças que podem incidir sobre a cultura nesse sistema. Essas dúvidas ainda não estão totalmente elucidadas pela pesquisa, principalmente a nível Brasil. Com o objetivo de reduzir os custos de produção de algodão, muitos produtores estão aderindo ao sistema de cultivo de algodoeiro adensado , sistema no qual é utilizado o espaçamento de 0,50 m ao invés de 0,90 m ou 0,76m entre linhas. Os cotonicultores presumem que ao usarem esse sistema, o ciclo de cultivo será reduzido de três a quatro semanas, conseqüentemente, minimizando os custos de produção em algumas etapas durante o ciclo da cultura. Porém, esse sistema de cultivo é pouco estudado no Brasil. Severino et al. (2004) ressaltam que para se utilizar a tecnologia do adensamento da população de plantas é necessário que se façam vários estudos, visto que esta tecnologia precisa ser adaptada a cada região, considerando as características locais. No cultivo adensado do algodoeiro há uma maior competição entre plantas e uma tendência de encurtarem o ciclo, o número de estruturas reprodutivas por planta é menor, mas a lavoura ganha em número de maçãs-capulho por área, proporcionando uma maior produtividade por área. Também, com um cultivo mais adensado, o controle de plantas daninhas pode ser favorecido, devido à menor entrada de raios solares. O rápido fechamento da copa do algodoeiro e o sombreamento da parte inferior podem ocasionar condições propícias ao desenvolvimento de doenças e pragas, principalmente se houver muita chuva na fase final do ciclo, aumentando a umidade do ar e diminuindo a temperatura. Outro aspecto que deve ser estudado é quanto à aplicação de defensivos, pois devido ao maior fechamento da lavoura, pode-se verificar uma maior dificuldade de penetração de defensivos na hora do manejo de doenças. Em decorrência da falta de informações sobre a severidade das doenças e o con.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Cleiton Antônio S. Barbosa - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão - Auxílio financeiro..
2009 - 2011RESISTÊNCIA DE LINHAGENS FINAIS, PRELIMINARES E VARIEDADES DE ALGODOEIRO A DOENÇAS FOLIARES E AO COMPLEXO FUSARIUM (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) NEMATÓIDE (Meloidogyne incognita) NO OESTE DA BAHIA.
Descrição: No decorrer dos últimos anos têm-se observado nas principais regiões produtoras do cerrado brasileiro o aumento significativo do plantio repetitivo de cultivares de algodoeiro suscetíveis as doenças. Este fato tem-se agravado com a falta de práticas culturais como a rotação de culturas e a destruição adequada de soqueiras, fatores estes que potencializam os riscos de surtos epidêmicos, principalmente nas regiões onde as condições climáticas são mais favoráveis ao desenvolvimento dos patógenos, resultando, conseqüentemente, em grandes perdas na produção. Outro fator importante é a utilização indiscriminada de defensivos agrícola, especialmente fungicidas, no controle das doenças, afetando diretamente o meio ambiente. Para minimizar as perdas na produção e manter a sustentabilidade da cultura na região do cerrado brasileiro, é fundamental que as medidas de manejo e controle das doenças sejam realizadas de maneira adequada, adotando principalmente as práticas culturais de rotação de cultura, destruição de soqueira bem como a utilização de variedades com resistência múltipla a doenças. Baseado no exposto é de fundamental importância que as novas variedades que serão disponibilizadas comercialmente nos próximos anos tenham resistência múltipla as principais doenças que incidem sobre a cultura do algodoeiro. Portanto, os objetivos deste projeto são testar linhagens finais, preliminares e também variedades comerciais de algodoeiro no campo quanto à resistência as principais doenças do algodoeiro: ramulose, mancha de ramulária, mancha angular e a doença azul bem como ao complexo fusarium - nematóide em casa de vegetação. Os resultados obtidos irão fornecer subsídios aos programas de melhoramento do algodoeiro na tomada de decisão sobre lançamento de variedades, sabendo-se que, atualmente, muitas das variedades de algodoeiro existentes no mercado não contemplam estas características. .
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Cleiton Antônio S. Barbosa - Integrante / Murilo Barros Pedrosa - Integrante / Sandra Eliza Guimarães - Integrante / Nelson Freire Machado - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão - Auxílio financeiro..
2009 - 2010Controle químico da mancha de ramulária em cultivares de algodoeiro no Oeste da Bahia em função do número de aplicações.
Descrição: A mancha de Ramulária, causada pelo fungo Ramularia areola Atk, é considerada uma das principais doenças do algodoeiro na região do cerrado brasileiro devido a sua ocorrência e intensidade, principalmente em áreas onde se cultiva o algodão sem utilizar a prática da rotação de culturas. O nível de severidade e o controle químico da mancha de ramulária continuam sendo um dos principais problemas e desafios no manejo da cultura por não ter disponível no mercado, até o momento, variedades resistentes a esta doença. Anualmente, surgem no mercado, novas variedades de algodão que possuem determinadas características, sejam elas tecnológicas ou de tolerância/resistência a determinadas doenças, as quais devem ser testadas com o objetivo de proporcionar aos cotonicultores novas opções de cultivo. No entanto, a dispersão do patógeno é bastante rápida e perdas significativas podem ocorrer se intervenções de controle não forem adotadas em tempo hábil. O controle químico desponta como uma das táticas de manejo que reduzem a taxa de progresso da doença no campo. Portanto, este trabalho tem como objetivos avaliar e comparar o número de aplicações de fungicidas necessários no controle da mancha de ramulária em função do nível de severidade da doença nas cultivares BRS 286, 2059, Delta Opal e FMT 707, que resulte em incrementos da produção e menores custos..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Cleiton Antônio S. Barbosa - Integrante / Murilo Barros Pedrosa - Integrante / Nelson Freire Machado - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão - Auxílio financeiro..
2008 - 2011Sistema de manejo do solo para o controle do mofo branco (Esclerotinia sclerotiorum) na cultura do algodoeiro
Descrição: Sclerotinia sclerotiorum é um fungo polífago, tendo como hospedeiras plantas de 75 famílias, 278 gêneros e 408 espécies (Leite, 2005). É um fungo amplamente distribuído em todas as regiões temperadas, tropicais ou subtropicais onde se cultiva feijão, soja, girassol, canola, ervilha, pepino, tomate, batata, quiabo, fumo, alface e algodão. No algodoeiro, o mofo branco foi constatado pela primeira vez em 1996, na cultivar Deltapine, irrigada sob pivô central, em Paracatu, MG (Charchar et al., 1999). Atualmente esta doença encontra-se disseminada pelas principais regiões produtoras de algodão, tanto em áreas irrigadas como em áreas de sequeiro, nas regiões de Unai (MG), Patos de Minas (MG), Montividíu (GO), Jussara (GO), Pedra Preta (MT) e São Desidério (BA), principal região produtora de algodão no Oeste Baiano. O controle deste patógeno em diversas culturas tem sido difícil devido à formação de estruturas de resistência que garantem a sua sobrevivência por muitos anos, mesmo em condições climáticas adversas. No entanto, sugere-se que um programa integrado de medidas seja adotado para o controle efetivo do patógeno. Portanto, os objetivos deste estudo são avaliar a incidência do mofo branco em algodoeiro e desenvolver para as condições do Oeste da Bahia um sistema de produção sustentável para a cultura do algodoeiro. Neste estudo serão avaliados a eficácia/eficiência de tratamentos químicos e do controle biológico no controle do mofo branco em algodoeiro; a incidência do mofo branco, plantas daninhas, pragas, biomassa microbiana do solo e outras doenças do algodoeiro como as manchas de ramulária, alternária e myrothecium, além dos nematóides do algodoeiro nos diferentes sistemas de manejo do solo; e também a incidência do mofo branco nos diferentes sistemas de rotação de culturas. Os resultados obtidos neste estudo irão fornecer aos cotonicultores além de informações adequadas para o controle do mofo branco os sistemas adequados de manejo de solo para que a cultura ten.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Cleiton Antônio Barbosa - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Fábio Martins Mercante - Integrante / Luís Carlos Hernani - Integrante / Luiz Alberto Staut - Integrante / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / Valmor dos Santos - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão - Auxílio financeiro..
2008 - 2009CONTROLE QUÍMICO DA MANCHA DE RAMULÁRIA (Ramularia areola) EM CULTIVARES DE ALGODOEIRO NO OESTE DA BAHIA
Descrição: A mancha de Ramulária, causada pelo fungo Ramularia areola Atk, é considerada uma das principais doenças do algodoeiro na região do cerrado brasileiro devido a sua ocorrência e intensidade, principalmente em áreas onde se cultiva o algodão sem utilizar a prática da rotação de culturas. A dispersão do patógeno é bastante rápida e perdas significativas podem ocorrer se intervenções de controle não forem adotadas em tempo hábil. O controle químico desponta como uma das táticas de manejo que reduzem a taxa de progresso da doença no campo. Portanto, este trabalho tem como objetivos avaliar a eficácia/eficiência de tratamentos químicos normalmente empregados no controle da Ramulária, em função do número de aplicações e do nível de severidade da doença, bem como avaliar os tratamentos que resultem em incrementos da produção e menores custos..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Cleiton Antônio S. Barbosa - Integrante / Murilo Barros Pedrosa - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão - Auxílio financeiro..
2008 - 2009RESISTÊNCIA DE LINHAGENS DE ALGODOEIRO A DOENÇAS FOLIARES E AO COMPLEXO FUSÁRIUM (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) NEMATÓIDE (Meloidogyne incognita raça 3) NO OESTE DA BAHIA.
Descrição: As doenças do algodoeiro são consideradas uns dos principais fatores que influenciam a produção de algodão, as quais são responsáveis pela redução significativa da produtividade física ou econômica do algodoeiro, e em determinados casos, podem ser causa impeditiva dessa atividade (Ridgway et al, 1984). Atualmente são reconhecidos cerca de 250 microrganismos capazes de causar doenças no algodoeiro, dentre os quais 90% são fungos. Outros patógenos importantes que também podem causar danos econômicos a cultura são os vírus, micoplasmas, nematóides e bactérias. No Brasil, pelo menos 30 diferentes patógenos têm causado problemas, com maior ou menor gravidade (Cia & Fuzatto, 1999). Dentre estes patógenos, os mais importantes são Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (ramulose), Fusarium oxysporum f.sp. vasinfectum (murcha de fusário), Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum (mancha angular), Meloidogyne incognita (nematóide das galhas) (Cia & Fuzatto, 2000), além de Ramularia areola (mancha de ramularia) e a virose (mosaico das nervuras "Doença Azul") transmitida pela pulgão (Aphis gossypii). No decorrer dos últimos anos, têm-se observado nas principais regiões produtoras do cerrado brasileiro, o aumento significativo do plantio repetitivo de cultivares de algodoeiro suscetíveis as doenças. Este fato tem-se agravado com a falta de práticas culturais como a rotação de culturas e a destruição adequada de soqueiras, fatores estes que potencializam os riscos de surtos epidêmicos, principalmente nas regiões onde as condições climáticas são mais favoráveis ao desenvolvimento dos patógenos, resultando, consequentemente, em grandes perdas na produção. Outro fator importante é a utilização indiscriminada de defensivos agrícola, especialmente fungicidas, no controle das doenças, afetando diretamente o meio ambiente. Para minimizar as perdas na produção e manter a sustentabilidade da cultura na região do cerrado brasileiro, é fundamental que as medidas de manejo e controle.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Cleiton Antônio S. Barbosa - Integrante / Murilo Barros Pedrosa - Integrante / Sandra Eliza Guimarães - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão - Auxílio financeiro..
2008 - 2009Controle da mela foliar do algodoeiro causada por Thanatephorus cucumeris (anamorfo Rhizoctonia solani)
Descrição: Dentre as doenças que atacam o algodoeiro, o tombamento é considerado uma das principais, sendo causado por um complexo de fungos de solo e de semente, os quais, ocorrendo separadamente ou em combinação, podem ocasionar o tombamento de pré e pós-emergência das plântulas. Os principais agentes etiológicos causadores do tombamento de plântulas de algodoeiro são Rhizoctonia solani Khun, Colletotrichum gossypii South var. cephalosporioides Costa (causador da ramulose) e Colletotrichum gossypii South (causador da antracnose), seguidos de Fusarium spp. e Pythium sp., que são considerados secundários nas condições do Estado da Bahia. Além do tombamento, tem-se observado a elevada ocorrência da mela foliar, doença fúngica causada por Thanatephorus cucumeris, presente principalmente na fase inicial de desenvolvimento da cultura do algodoeiro no Oeste da Bahia, causando perdas econômicas. Dentre estas medidas, o tratamento de sementes adequado, o plantio na palha e o tratamento químico foliar podem contribuir para minimizar a incidência de tombamento e da mela foliar em algodoeiro como também assegurar maior rentabilidade e sustentabilidade da cultura no Oeste da Bahia.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Cleiton Antônio S. Barbosa - Integrante / Murilo Barros Pedrosa - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão - Auxílio financeiro..
2008 - 2008Aquisição de Casa de Vegetação Climatizada
Descrição: O algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) é uma das culturas anuais mais importantes do Brasil, pelo seu valor econômico e social. A área de algodoeiro cultivada na safra 2007 / 2008 foi de 1,09 milhão de hectares e o Estado da Bahia consolidou-se como o segundo maior produtor do Brasil com uma área de 297,7 mil hectares. No entanto, a elevação nos níveis de incidência e severidade das doenças que afetam o algodoeiro vem acompanhando a evolução dessa área plantada. O plantio repetitivo no decorrer dos últimos anos de cultivares suscetíveis as doenças, bem como as condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento dos patógenos, a falta de práticas culturais como a rotação de culturas e a destruição adequada de soqueiras, potencializam os riscos de surtos epidêmicos, resultando em perdas na produção. Nos programas de melhoramento da região do cerrado brasileiro, as doenças se destacam, sendo o complexo fusárium nematóide um dos principais entraves na tomada de decisão sobre lançamento de variedades, pois a maioria das variedades de algodoeiro disponíveis no mercado não contempla esta característica. No Brasil, M. incognita tem ocorrência generalizada, estando distribuída praticamente por toda região algodoeira do país. Os danos causados por esse nematóide são maiores em solos de textura arenosa, com baixa fertilidade, e quando em associação com o agente causador da murcha do algodoeiro, Fusarium oxysporum. f. sp. vasinfectum, formam o complexo fusárium - nematóide. A murcha de fusárium caracteriza-se pela ação do patógeno nos vasos condutores do algodoeiro, por meio da produção e liberação de toxinas e enzimas hidrolíticas, comprometendo o transporte de seiva na planta. Quando associado aos nematóides do gênero Meloidogyne, a severidade de Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum tende a ser maior em função da abertura de ferimentos na raiz e da debilitação da planta. Portanto, as variedades a serem disponibilizadas comercialmente aos cotonicultores devem ter resistência.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Murilo Barros Pedrosa - Integrante / Ygor Brasileiro Lyra - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão - Auxílio financeiro..
2007 - 2009Resistência de linhagens de algodoeiro a doenças foliares e ao complexo fusarárium (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) - Nematóide (Meloidogyne incognita - raça 3). Macroprograma 3
Descrição: As doenças do algodoeiro são consideradas uns dos principais fatores que influenciam a produção de algodão, as quais são responsáveis pela redução significativa da produtividade física ou econômica do algodoeiro, e em determinados casos, podem ser causa impeditiva dessa atividade (Ridgway et al, 1984). Atualmente são reconhecidos cerca de 250 microrganismos capazes de causar doenças no algodoeiro, dentre os quais 90% são fungos. Outros patógenos importantes que também podem causar danos econômicos a cultura são os vírus, micoplasmas, nematóides e bactérias. No Brasil, pelo menos 30 diferentes patógenos têm causado problemas, com maior ou menor gravidade (Cia & Fuzatto, 1999). Dentre estes patógenos, os mais importantes são Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (ramulose), Fusarium oxysporum f.sp. vasinfectum (murcha de fusário), Xanthomonas axonopodis, pv. malvacearum (mancha angular), Meloidogyne incognita (nematóide das galhas) (Cia & Fuzatto, 2000), além de Ramularia areola (mancha de ramularia) e a virose (mosaico das nervuras "Doença Azul") transmitida pela pulgão (Aphis gossypii). No decorrer dos últimos anos, têm-se observado nas principais regiões produtoras do cerrado brasileiro, o aumento significativo do plantio repetitivo de cultivares de algodoeiro suscetíveis as doenças. Este fato tem-se agravado com a falta de práticas culturais como a rotação de culturas e a destruição adequada de soqueiras, fatores estes que potencializam os riscos de surtos epidêmicos, principalmente nas regiões onde as condições climáticas são mais favoráveis ao desenvolvimento dos patógenos, resultando, consequentemente, em grandes perdas na produção. Outro fator importante é a utilização indiscriminada de defensivos agrícola, especialmente fungicidas, no controle das doenças, afetando diretamente o meio ambiente. Para minimizar as perdas na produção e manter a sustentabilidade da cultura na região do cerrado brasileiro, é fundamental que as medidas de manejo e control.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 1) .
Integrantes: Gilma Silva Chitarra - Integrante / Andrea Quixabeira Machado - Integrante / Tatiane Cheila Zambiasi - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola - Cooperação / Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro / KCLP - Distribuidora de Produtos Médicos - Cooperação..
2007 - 2008CONTROLE QUÍMICO DA MANCHA DE RAMULÁRIA EM CULTIVARES DE ALGODOEIRO NO OESTE DA BAHIA.
Descrição: A mancha de Ramulária, causada pelo fungo Ramularia areola Atk, é considerada uma das principais doenças do algodoeiro na região do cerrado brasileiro devido a sua ocorrência e intensidade, principalmente em áreas onde se cultiva o algodão sem utilizar a prática da rotação de culturas. A dispersão do patógeno é bastante rápida e perdas significativas podem ocorrer se intervenções de controle não forem adotadas em tempo hábil. O controle químico desponta como uma das táticas de manejo que reduzem a taxa de progresso da doença no campo. Portanto, este trabalho tem como objetivos: 1) o controle da mancha de Ramulária do algodoeiro em função da idade da planta, da severidade da doença e da alternância de aplicação de produtos químicos; 2) o controle químico da mancha de ramulária nas cultivares Delta Opal e FMT 701 no Oeste da Bahia, que resultem em incrementos da produção e menores custos..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Gilma Silva Chitarra - Integrante / Cleiton Antônio S. Barbosa - Integrante / Murilo Barros Pedrosa - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Círculo Verde Assessoria Agronômica - Cooperação / Embrapa Algodão - Cooperação / Fundação Bahia - Cooperação / Fundeagro - Auxílio financeiro / KCLP - Distribuidora de Produtos Médicos - Cooperação..
2006 - 2008RESISTÊNCIA DE DIFERENTES LINHAGENS DE ALGODOEIRO AO COMPLEXO FUSARIUM (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) NEMATÓIDE (Melodoigyne incógnita raça 3)
Descrição: Nas safras 2002/2003, 2003/2004, e 2004/2005 a murcha de fusarium ou fusariose, causada pelo fungo Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum, foi constatada em diversas lavouras do Estado do Mato Grosso, tornando-se alvo de preocupação dos produtores, técnicos e profissionais da área. A fusariose pode se manifestar em qualquer idade da planta do algodoeiro causando queda acentuada na produção além de afetar a qualidade ou características tecnológicas da fibra do algodão. Este fungo pode ser transportado tanto internamente como externamente pela semente. Além disto, a taxa de incidência da murcha fusariana cresce proporcionalmente ao índice de infestação do nematóide Meloidogyne incógnita no solo, uma vez que os traumatismos radiculares (perfurações e rupturas de epiderme) causadas pelo nematóide facilitam a penetração do fungo. Este trabalho tem como objetivos testar linhagens de algodoeiro (safra 2005/2006 e 2006/2007) para a resistência ao complexo fusarium-nematóide em casa de vegetação e auxiliar os programas de melhoramento do algodoeiro na tomada de decisão sobre lançamento de variedades..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Andrea Quixabeira Machado - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso - Auxílio financeiro / Fundação Centro Oeste - Cooperação / Embrapa Algodão - Cooperação..
2006 - 2007Controle químico da mancha de ramularia do algodoeiro no Estado da Bahia Safra 2006 / 2007
Descrição: A mancha da Ramulária, causada pelo fungo Ramularia areola Atk, é considerada uma das principais doenças do algodoeiro no cerrado brasileiro, em virtude da sua alta freqüência e intensidade de ocorrência, sobretudo em áreas onde se cultiva o algodão sem se utilizar à prática da rotação de culturas. Esta doença foliar foi descrita pela primeira vez em 1890 e desde então tem sido relatada em todas as regiões produtoras de algodão do mundo. A doença é prevalecente em condições de alta umidade e, historicamente, na maioria das vezes, causou poucas perdas econômicas, devido à sua ocorrência apenas no final do ciclo da cultura. Todavia, nos plantios de algodão do cerrado brasileiro tem sido constatado que epidemias iniciadas previamente atingem todo o terço inferior da planta causando desfolhamento precoce e, algumas vezes, atingindo o terço médio e superior. O desfolhamento extensivo da planta em infecções severas resulta em perdas qualitativas e quantitativas por induzir o número de capulhos por planta ou o seu enchimento. A dispersão do patógeno é bastante rápida e perdas significativas podem ocorrer se intervenções de controle não forem adotadas em tempo hábil. O controle químico desponta como uma das táticas de manejo que reduzem a taxa de progresso da doença no campo. Atualmente, dentre os principais cultivares plantados no estado, a Delta Opal continua sendo o mais importante, porém, com um grau elevado de suscetibilidade a esta doença. Baseado no exposto, propõe-se a realização de estudos em campo com o seguintes objetivo: → Avaliar a eficácia/eficiência de tratamentos químicos normalmente empregados no controle da Ramulária em função do número de aplicações e do nível de severidade da doença (pré- determinada - folhas do baixeiro apresentando até 5% da área foliar com sintomas de ramularia), que resulte em incrementos da produção e menores custos. Este estudo será conduzido em duas regiões produtoras de algodão no Estado d.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Cleiton Antônio Barbosa - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão - Auxílio financeiro / Círculo Verde Assessoria Agronômica - Cooperação..
2006 - 2007Controle químico de manchas foliares do algodoeiro no Estado de Mato Grosso - Safra 2006 / 2007
Descrição: A mancha de Ramulária, causada pelo fungo Ramularia areola Atk, é considerada uma das principais doenças do algodoeiro na região do cerrado brasileiro devido a sua ocorrência e intensidade, principalmente em áreas onde se cultiva o algodão sem utilizar a prática da rotação de culturas. A dispersão do patógeno é bastante rápida e perdas significativas podem ocorrer se intervenções de controle não forem adotadas em tempo hábil. O controle químico desponta como uma das táticas de manejo que reduzem a taxa de progresso da doença no campo. Portanto, este trabalho tem como objetivos avaliar a eficácia/eficiência de tratamentos químicos normalmente empregados no controle da Ramulária que resulte em incrementos da produção na região de Primavera do Leste MT..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Gilma Silva Chitarra - Integrante / Valdemir Lima Menezes - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Centro Universitário de Várzea Grande - Cooperação..
2005 - 2006Controle químico de ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) do algodoeiro no Estado de Mato Grosso - safra 2005/2006
Descrição: A ramulose, causada pelo fungo Colletotrichum gossypii (South) var. cephalosporioides (A.S.Costa), é considerada uma das principais doenças do algodoeiro na região do cerrado brasileiro devido a sua ocorrência e intensidade, principalmente em áreas onde se cultiva o algodão sem utilizar a prática da rotação de culturas. A dispersão do patógeno é bastante rápida e perdas significativas podem ocorrer se intervenções de controle não forem adotadas em tempo hábil. O controle químico desponta como uma das táticas de manejo que reduzem a taxa de progresso da doença no campo. Portanto, este trabalho tem como objetivos comparar a performance de Priori Xtra, Priori e Mertin em relação aos padrões Stratego e Cabrio Top bem como definir a melhor dose de Priori Xtra, Priori e Mertin para o controle de ramulose..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 1) .
Integrantes: Valdemir Lima Menezes - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): SYNGENTA Proteção de Cultivos - Matriz - Auxílio financeiro / Fundação Centro Oeste - Cooperação..
2005 - 2006Controle químico da mancha de ramularia do algodoeiro no Estado de Mato Grosso
Descrição: A mancha de Ramulária, causada pelo fungo Ramularia areola Atk, é considerada uma das principais doenças do algodoeiro na região do cerrado brasileiro devido a sua ocorrência e intensidade, principalmente em áreas onde se cultiva o algodão sem utilizar a prática da rotação de culturas. A dispersão do patógeno é bastante rápida e perdas significativas podem ocorrer se intervenções de controle não forem adotadas em tempo hábil. O controle químico desponta como uma das táticas de manejo que reduzem a taxa de progresso da doença no campo. Portanto, este trabalho tem como objetivos avaliar a eficácia/eficiência de tratamentos químicos normalmente empregados no controle da Ramulária, em função do número de aplicações, que resulte em incrementos da produção e comparar os resultados dos ensaios das diferentes regiões onde os trabalhos serão realizados no Estado do Mato Grosso..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Valdemir Lima Menezes - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador.
Financiador(es): Fundo de Apoio a Cultura do Algodão - Auxílio financeiro / Fundação Centro Oeste - Cooperação..
2004 - 2005PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DA RICINOCULTURA EM MATO GROSSO
Descrição: A mamoneira (Ricinus communis L.) é uma importante oleaginosa que vegeta como planta asselvajada em quase todos os Estados brasileiros. Trata-se de uma espécie polimórfica, com grande variação no hábito de crescimento, cor de folhagem, ramos e tamanho das sementes (Weis, 1971). Segundo Weiss (1983), o teor de óleo pode variar de 40 a 60% nas variedades comerciais. O Brasil é um dos maiores produtores de mamona, assim como China, Índia e os países da antiga União Soviética. A produtividade média nacional está em torno de 800 kg/ha. Com o uso de cultivares melhoradas, essa produtividade pode alcançar níveis superiores a 1.500 kg/ha e sob condições irrigadas pode chegar a mais de 4.000 kg/ha. A Embrapa Algodão dispõe de um programa de melhoramento de mamoneira e de sistemas de produção direcionados à região Nordeste. Hoje se dispõe de duas cultivares adaptadas a esta região. Embora tenham apresentado boa produtividade, em ensaios preliminares realizados em Cárceres e Novo São Joaquim - MT, essas cultivares apresentam fatores limitantes para uso em sistemas de produção mecanizado. Os principais problemas observados são decorrentes do ciclo da cultura, altura das plantas e suscetibilidade a doenças, que podem ser traduzidos pela inadequação das cultivares ao sistema de produção. A mamoneira, todavia, possui grande diversidade genética, apresentando cultivares adaptáveis a diferentes condições edafoclimáticas e a diversos sistemas de cultivo. No banco de germoplasma da Embrapa Algodão existem alguns acessos que apresentam características que podem viabilizar a exploração da cultura em sistema plenamente tecnificado, tais como: porte abaixo de 1,50 metros de altura; frutos indeiscentes; precocidade; e ramificações do tipo trifurcada ou universal, que permite um maior adensamento das plantas. Bancos de germoplasma da Índia, Estados Unidos e Costa Rica dispõem de genótipos de porte anão que podem ser incorporados ao Banco de germoplasma da Embrapa e alimentar um programa.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 3) .
Integrantes: Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Márcio Mendes Castrillon - Integrante / Valter Martins de Almeida - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Integrante.
Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso - Auxílio financeiro / Empresa Matogrossense de Pesquisa Assistência e Extensão Rural - Cooperação.
Número de produções C, T & A: 1.
2004 - 2005CONTROLE QUÍMICO DE Myrothecium roridum Tode ex Fr EM CULTIVARES DE ALGODÃO
Descrição: Dentre as doenças que atacam o algodoeiro, a mancha de myrothecium , causada pelo fungo Myrothecium roridum Tode ex Fr, se manifestou em diversas lavouras na safra 2003/2004 nos Estados do Maranhão, Mato Grosso, Goiás, e Bahia. No Estado do Maranhão esta doença causou perdas de aproximadamente 50% na produção de algodão. Myrothecium roridum Tode ex Fr (M. roridum) é um fungo comum de solo, saprófita, oportunista, que sobrevive em restos culturais e pode ser transmitido via sementes. Em condições favoráveis, o fungo é capaz de penetrar nos tecidos de plantas danificadas ou estressadas, causando desfolha e apodrecimento de maçãs e, conseqüentemente, perdas de produção. Pode também ocasionar o tombamento de pré e pós-emergência das plântulas. Devido à ocorrência da mancha de Myrothecium em diversas regiões do Brasil, esta doença tornou-se alvo de preocupação dos produtores, por sua agressividade, rápida disseminação e falta de informações técnicas sobre seu controle em plantas de algodão. Os objetivos deste projeto são avaliar a eficiência de diversos fungicidas no controle desta doença em variedades comerciais plantadas no Estado de Mato Grosso bem como avaliar a sua transmissibilidade em condições de casa de vegetação. .
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Daniel Cassetari Neto - Integrante / Leimi Kobayasti - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Integrante.
Financiador(es): Universidade Federal de Mato Grosso - Cooperação / Fundação de A. a Pesquisa, A. Técnica e E. Rural do Estado do MT - Cooperação / Fundo de Apoio a Cultura do Algodão - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 1.
2004 - 2005Controle da mancha de ramularia do algodoeiro em função da idade da planta, da severidade da doença e da alternância de aplicação de produtos químicos
Descrição: A mancha de ramularia, causada pelo fungo Ramularia areola Atk, é considerada uma das principais doenças do algodoeiro na região do cerrado brasileiro devido a sua ocorrência e intensidade, principalmente em áreas onde se cultiva o algodão sem utilizar a prática da rotação de culturas. A dispersão do patógeno é bastante rápida e perdas significativas podem ocorrer se intervenções de controle não forem adotadas em tempo hábil. O controle químico desponta como uma das táticas de manejo que reduzem a taxa de progresso da doença no campo. Portanto, este trabalho teve como objetivos determinar a idade limite da planta onde o tratamento químico possa ser administrado e resulte em incremento da produção e avaliar a eficácia e eficiência de tratamentos químicos normalmente empregados no controle da ramularia, em função do nível de severidade e da alternância da aplicação de produtos químicos..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Valdemir Lima Menezes - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Integrante.
Financiador(es): Fundo de Apoio à Cultura do Algodão - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 1.
2003 - 2004CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS NA IDENTIFICAÇÃO DE Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum EM SEMENTES DE ALGODOEIRO - 2003/2004
Descrição: A murcha de fusarium ou fusariose tem, como agente etiológico, o fungo Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum. Esta moléstia foi constatada pela primeira vez, no Nordeste, ocorrendo com maior ou menor incidência na maioria dos Estados desta região. Atualmente, sua ocorrência constitui uma ameaça geral, em todas as regiões produtoras de algodão do Brasil. No Estado do Mato Grosso, safra 2002/2003, a fusariose foi detectada em diversas lavouras, tornando-se alvo de preocupação de produtores, técnicos e profissionais da área. Este fungo pode ser transportado tanto internamente como externamente pela semente. Estudos experimentais revelam que a transmissibilidade do referido patógeno pela semente é da ordem de 0,6%. O patógeno localizado nos vasos atinge a casca do caule, indo até o pedúnculo da maçã, penetrando no seu interior e infectando as sementes.O fungo também pode veicular através do sistema vascular e atingir o embrião da semente onde se localiza. Esta doença, além de causar queda acentuada na produção, pode afetar a qualidade ou características tecnológicas da fibra do algodoeiro, como comprimento, uniformidade, finura, resistência e no peso de 100 sementes e de capulho. A semente é um dos principais veículos de disseminação do patógeno, e uma das principais dificuldades dos laboratoristas, é a identificação correta do Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum na semente, a qual deve ser feita por profissionais treinados. Portanto, este treinamento na APROSMAT, em Rondonópolis, e em lavouras de algodoeiro, tem como objetivos: 1) capacitar técnicos e profissionais, através de palestras e prática laboratorial na identificação correta de Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum em sementes; 2) capacitar técnicos, profissionais, produtores, e estudantes na identificação dos sintomas da fusariose em lavouras, proporcionando, deste modo, subsídios para adotarem medidas de controle adequado em prol dos produtores do Estado do Mato Grosso. .
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
Integrantes: Maria de Fátima Zorato - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Luiz Gonzaga Chitarra - Integrante.
Financiador(es): Fundo de Apoio a Cultura do Algodão - Auxílio financeiro / Fundação de A. a Pesquisa, A. Técnica e E. Rural do Estado do MT - Cooperação / Associação dos Produtores de Sementes do Mato Grosso - Cooperação..
2002 - 2004GENÉTICA DA RESISTÊNCIA DO ALGODOEIRO À VIROSE DOENÇA AZUL (2 ANO) 2003/2004
Descrição: A doença azul do algodoeiro ou mosaico das nervuras f. Ribeirão Bonito é uma das doenças mais importantes da cultura do algodão no Estado do Mato Grosso. Os prejuízos decorrem da ação direta do patógeno na cultura, reduzindo a produtividade e a qualidade da fibra produzida, pelo custo de produção mais elevado devido às aplicações adicionais de inseticida realizadas para manter o pulgão Aphis gossypii em níveis adequados como vetor da doença, ao invés de praga. Há variabilidade genética passível de manipulação pelos programas de melhoramento, pois parte das variedades recomendadas para cultivo no Estado são resistentes à doença. Como a base genética destas variedades é diferente, é possível que haja mais de uma fonte de resistência. Apesar da importância econômica da doença, pouco foi feito para melhor compreende-la. No caso da genética da resistência, grande parte dos conhecimentos existentes é fruto de observações realizadas durante a condução de populações de melhoramento, formadas pelo cruzamento entre genitores contrastantes para a resistência. Devido aos experimentos nos quais se realizaram as observações não terem sido delineados para estudar aspectos genéticos da doença, informações importantes para o melhoramento podem não ter sido obtidas. Permanecem por serem determinados de modo acurado: i) o tipo de herança da resistência, se qualitativa ou quantitativa; ii) o número de locos envolvidos na expressão do caráter; iii) a relação entre alelos, visando determinar se a herança é predominante dominante ou aditiva; iv) se as variedades resistentes oriundas de base genética diferente contém alelos de resistência distintos; v) se existe variabilidade para a resistência dentro dos bancos de germoplasma brasileiros, principalmente entre acessos de outras espécies tetraplóides. Os conhecimentos da genética da resistência e a determinação de fontes alternativas de variabilidade para o caráter permitirão que os melhoristas manejem de modo mais racional a resist.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Luiz Gonzaga Chitarra - Integrante.
Financiador(es): Fundo de Apoio a Cultura do Algodão - Auxílio financeiro / Fundação Centro Oeste - Cooperação..
2002 - 2003Tratamento de sementes de algodoeiro com fungicidas no controle de patógenos causadores de tombamento de plântulas - 2002/2003
Descrição: A semente desempenha um papel fundamental no estabelecimento da lavoura, pois suas qualidades intrínsecas que irão determinar o estabelecimento da cultura em condições vigorosas com respostas adequadas às diversidades de clima e solo. Por outro lado, a semente representa uma das vias mais eficientes de transporte de fitopatógenos e transmissão de doenças. Dentre estas doenças, o tombamento é considerado uma das principais, sendo causado por um complexo de fungos de solo e da semente, os quais ocorrendo separadamente ou em combinação, podem ocasionar o tombamento de pré e pós-emergência das plântulas, reduzindo o estande e levando, muitas vezes, à necessidade da ressemeadura, onerando portanto, o custo do produto final. Os principais agentes etiológicos causadores do tombamento são Rhizoctonia solani Khun, Colletotrichum gossypii South (causador da antracnose) e Colletotrichum gossypii South var. cephalosporioides Costa (causador da ramulose). O controle desses referidos patógenos através do tratamento de sementes com fungicidas tem sido reconhecido como uma das medidas mais eficazes e convenientes, tornando-se cada vez mais difundida e adotada em esquemas de manejo integrado de doenças. Com o aumento da área cultivada com algodão nos últimos anos, tem-se observado no Estado do Mato Grosso uma incidência bastante elevada do tombamento de plântulas de algodoeiro especialmente em áreas de plantio direto. Observações em nível de campo têm revelado a necessidade de reavaliar a eficiência dos fungicidas tradicionalmente utilizados no controle desta doença. Portanto, os objetivos deste trabalho são avaliar o efeito de diversos fungicidas utilizados em tratamentos de sementes de algodão no controle de patógenos associados às sementes e/ou presentes no solo bem como avaliar a eficiência do tratamento de sementes no tombamento de plântulas de algodão causado por fungos de solos e fungos associados às sementes em condições de campo, laboratório e casa de vegetação; e verific.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Augusto César Pereira Goulart - Integrante / Maria de Fátima Zorato - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Luiz Gonzaga Chitarra - Integrante.
Financiador(es): Fundo de Apoio a Cultura do Algodão - Auxílio financeiro / Associação dos Produtores de Sementes do Mato Grosso - Cooperação / Embrapa Agropecuária Oeste - Cooperação / Fundação Centro Oeste - Cooperação.
Número de produções C, T & A: 1.

Revisor de periódico
2004 - Atual Periódico: Ciência e Agrotecnologia
2007 - Atual Periódico: Fitopatologia Brasileira
2006 - Atual Periódico: Summa Phytopathologica

Áreas de atuação
1. Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade / Especialidade: Fitopatologia.
2. Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Melhoramento do algodão e plantas oleaginosas.
3. Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia.
4. Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade / Especialidade: Defesa Fitossanitária.

Idiomas
Inglês Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.


Produção em C,T & A
Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos
1. ZANCAN, W. L. A. ; CHITARRA, L. G. ; CHITARRA, G. S. . FUNGOS ASSOCIADOS À PODRIDÃO DE MAÇÃS DO ALGODOEIRO NA REGIÃO DE PRIMAVERA DO LESTE, MT, BRASIL: OCORRÊNCIA, CONTROLE QUÍMICO E INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DA FIBRA. Bioscience Journal (Online), v. 27, p. 518-525, 2011.
2. Tebald, N. D ; Peters, J ; SOUZA, R. M. ; CHITARRA, L. G. ; ZOEWEN, P. V. D. ; BERGERVOET, J. H. W. ; Wolf . Detection of Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli in bean seeds by flow cytometry, immunostaining and direct viable counting. Tropical Plant Pathology (Impresso), v. 35, p. 213-222, 2010.
3.   CHITARRA, L. G. ; GOULART, A. C. P. ; ZORATO, M. F. . TRATAMENTO DE SEMENTES DE ALGODOEIRO COM FUNGICIDAS NO CONTROLE DE PATÓGENOS CAUSADORES DE TOMBAMENTO DE PLÂNTULAS. Revista Brasileira de Sementes, v. 31, p. 168-176, 2009.
4. Pupim Júnior, Osmério ; SCHUSTER, I ; PINTO, R.B ; PIRES, E ; BELOT, J.L ; PIERRE, S ; CHITARRA, L. G. ; HOFFMANN, L.V ; BARROSO, P . INHERITANCE OF RESISTANCE OF COTTON BLUE DISEASE. Pesquisa Agropecuária Brasileira (Online), v. 44, p. 661-665, 2008.
5.   CHITARRA, L. G. ; BREEUWER, P. ; ABEE, T. ; Van Den Bulk, R. W. . THE USE OF FLUORESCENT PROBE TO ASSESS VIABILITY OF THE PLANT PATHOGENIC BACTERIUM Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis BY FLOW CYTOMETRY. Fitopatologia Brasileira, v. 31, p. 349-356, 2006.
6. MOURA, A. B. ; CHITARRA, L. G. ; SOUZA, R. M. . MÉTODOS DE DETECÇÃO DE BACTÉRIAS EM SEMENTES. Revisão Anual de Patologia de Plantas, Passo Fundo, v. 13, p. 297-319, 2005.
7.   CHITARRA, L. G. ; Van Den Bulk, R. W. . THE APPLICATION OF FLOW CYTOMETRY AND FLUORESCENT PROBE TECHNOLOGY FOR DETECTION AND ASSESSMENT OF VIABILITY OF PLANT PATHOGENIC BACTERIA. European Journal of Plant Pathology, Printed in The Netherlands, v. 109, n. 1, p. 407-417, 2003.
8. CHITARRA, L. G. ; MACHADO, J. C. ; VIEIRA, M. G. G. C. ; CHITARRA, G. S. . EFEITO DO DESLINTAMENTO QUÍMICO SOBRE A OCORRÊNCIA E DESENVOLVIMENTO DE Colletotrichum gossypii ASSOCIADO ÀS SEMENTES DE ALGODOEIRO (Gossypium hirsutum L.). Fitopatologia Brasileira, v. 27, n. 1, p. 128-133, 2002.
9.   CHITARRA, L. G. ; LANGERAK, C. J. ; BERGERVOET, J. H. W. ; Van Den Bulk, R. W. . DETECTION OF THE PLANT PATHOGENIC BACTERIUM Xanthomonas campestris pv. campestris IN SEED EXTRACTS OF Brassica sp. APPLYING FLUORESCENT ANTIBODIES AND FLOW CYTOMETRY. Phytopathology, v. 47, n. 1, p. 118-126, 2002.
10. TEIXEIRA, H. ; ARIAS, S. M. S. ; CHITARRA, L. G. ; MACHADO, J. C. . EFICIÊNCIA COMPARATIVA E LÂMPADAS FLUORESCENTES NA DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE FUNGOS EM SEMENTES. Ciência e Agrotecnologia (UFLA), Lavras (MG), v. 26, n. 02, p. 259-268, 2002.
11. TEIXEIRA, H. ; CHITARRA, L. G. ; ARIAS, S. M. S. ; MACHADO, J. C. . EFEITO DE DIFERENTES FONTES DE LUZ NO CRESCIMENTO E ESPORULAÇÃO IN VITRO DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS. Ciência e Agrotecnologia, v. 1, n. 1, p. 89-97, 2001.
12.   CHITARRA, L. G. ; BREEUWER, P. ; Van Den Bulk, R. W. ; ABEE, T. . RAPID FLUORESCENCE ASSESSMENT OF INTRACELLULAR PH AS A VIABILITY INDICATOR OF Clavibacter michiganensis spp. michiganensis. Journal of Applied Microbiology, v. 88, n. 1, p. 809-816, 2000.
13. CHITARRA, L. G. ; CHITARRA, A. B. ; MACHADO, J. C. ; MENEZES, J. B. . TEORES DE AÇÚCARES NEUTROS, ÁCIDOS URÔNICOS E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO EXSUDATO DE SEMENTES DE ALGODOEIRO (Gossypium hirsutum L.) EM FUNÇÃO DO TEMPO DE DURAÇÃO DO DESLINTAMENTO QUÍMICO. Brazilian Archives of Biology and Technology, v. 41, n. 1, p. 129-143, 1998.
14. CHITARRA, L. G. ; MACHADO, J. C. ; VIEIRA, M. G. G. C. ; SILVA, C. M. . DESEMPENHO DE SEMENTES DE ALGODOEIRO (Gossypium hirsutum L.) EM FUNÇÃO DO TEMPO DE DURAÇÃO DO DESLINTAMENTO COM ÁCIDO SULFÚRICO. Ciência e Agrotecnologia, Lavras/MG, v. 21, n. 4, p. 425-435, 1997.
Capítulos de livros publicados
1. SUASSUNA, N. ; COUTINHO, W. M ; ASMUS, G. L. ; INOMOTO, M. M. ; CHITARRA, L. G. . Manejo de doenças do algodoeiro. In: Napoleão Esberard de Macêdo Beltrão; Demóstenes Marcos Pedrosa de Azevedo. (Org.). O Agronegócio do Algodão no Brasil. 2ª ed. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2008, v. 2, p. 983-1032.
Textos em jornais de notícias/revistas
1. CHITARRA, L. G. ; BARBOSA, C. A. S. ; CHITARRA, G. S. . Ataque Severo. Cultivar - Grandes Culturas, Pelotas - RS, p. 26 - 29, 01 jun. 2011.
2. CHITARRA, L. G. . Ambiente perfeito (Depósito de fungos). Cultivar - Caderno Técnico - Depósito de fungos, Pelotas - RS, p. 03 - 05, 01 ago. 2008.
3. CHITARRA, L. G. . Poder destrutivo (mofo branco em algodoeiro). Cultivar, Pelotas RS, p. 36 - 38, 01 jun. 2008.
4. CHITARRA, L. G. . O futuro do algodão. Grandes Culturas - Cultivar, Pelotas - RS, p. 14 - 16, 01 set. 2007.
5. CHITARRA, L. G. . Aspecto fitossanitário das lavouras de algodão, em Roda Velha, Oeste da Bahia. Informaiba, Barreiras, p. 7 - 7, 01 abr. 2007.
6. CHITARRA, L. G. ; SILVA FILHO, J. L. ; MENEZES, V. L. ; MEIRA, S. A. . Ramulária Controlada. Cultivar, Pelotas - RS, p. 12 - 15, 01 set. 2006.
7. CHITARRA, L. G. . Qualidade ameaçada. Cultivar - Caderno Técnico Cultivar, Pelotas - RS, p. 3 - 9, 01 maio 2005.
8. CHITARRA, L. G. . Ainda sem controle. Cultivar - Grandes Culturas, Pelotas - RS, p. 19 - 11, 01 fev. 2005.
9. CHITARRA, L. G. . Entrevista. Jornal da ABRAPA, Brasília, 01 out. 2004.
10. CHITARRA, L. G. ; MEYER, M. C. . Novo e sem controle. Cultivar, Pelotas - RS, p. 16 - 18, 15 jun. 2004.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. CHITARRA, L. G. . Manejo Integrado do Mofo Branco. In: 3º Encontro Técnico do PAS "Avanços do SPD no Oeste Baiano", 2008, São Desidério. 3º Encontro Técnico do PAS "Avanços do SPD no Oeste Baiano". Luís Eduardo Magalhães : VirtualPP - Agência de Comunicação, 2008. p. 10-12.
2. CHITARRA, L. G. ; ARAUJO, A. E. . Mancha angular causada por Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum em algodoeiro. In: XXXVI Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2003, Uberlândia - MG. Fitopatologia Brasileira, 2003. v. 28. p. S173-S175.
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. CHITARRA, L. G. ; BARBOSA, C. A. S. ; SANTANA FILHO, B. O. ; BRUGNERA, P. . SEVERIDADE DA MANCHA DE RAMULÁRIA NAS CULTIVARES DE ALGODOEIRO BRS 286, DELTA OPAL E FMT 707 NO OESTE DA BAHIA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APLICAÇÕES COM FUNGICIDAS. In: VIII Congresso Brasileiro do Algodão & I Cotton Expo 2011, 2011, São Paulo. VIII Congresso Brasileiro do Algodão & I Cotton Expo 2011, 2011. p. 469-469.
2. CHITARRA, L. G. ; ZANCAN, W. L. A. ; LIRA, A. J. S. ; MENEZES, V. L. ; RODRIGUES, S. M. M. . Avaliação da eficiência do fungicida Tiofanato Metílico - Ciproconazole no controle da mancha de ramulária (Ramularia areola) em algodoeiro. In: VII Congresso Brasileiro do Algodão, 2009, Foz do Iguaçú. Sustentabilidade da Cotonicultura Brasileira e Expansãodos Mercados, 2009.
3. CHITARRA, L. G. ; BARBOSA, C. A. S. ; S. FILHO, B. O. ; PEDROSA, M. B. ; CHITARRA, G. S. . Comparação entre programas de fungicidas no controle da mancha de ramulária visando épocas de aplicações, produtividade e rentabilidade do algodoeiro no Oeste da Bahia. In: VII Congresso Brasileiro do Algodão, 2009, Foz do Iguaçú. Sustentabilidade da Cotonicultura Brasileira e Expansão dos Mercados, 2009.
4. CHITARRA, L. G. ; ZANCAN, W. L. A. ; LIRA, A. J. S. ; MENEZES, V. L. ; RODRIGUES, S. M. M. ; BETTINI, P. C. . Avaliação da eficiência de Trifenil Hidróxido de Estanho no controle de ramulária (Ramularia areola) em algodoeiro. In: VII Congresso Brasileiro do Algodão, 2009, Foz do Iguaçú. Sustentabilidade da Cotonicultura Brasileira e Expansão dos Mercados, 2009.
5. PEDROSA, M. B. ; SILVA FILHO, J. L. ; MORELLO, C. L. ; FREIRE, E. C. ; ALENCAR, A.R ; ANDRADE, F.P. ; CHITARRA, L. G. ; FARIAS, F.J.C ; VIDAL NETO, F. C . BRS 286: Cultivar de algodão com alta produtividade de pluma e de porte baixo, para cultivo no Estado da Bahia. In: VII Congresso Brasileiro do Algodão, 2009, Foz do Iguaçú. Sustentabilidade da Cotonicultura Brasileira e Expansão dos Mercados, 2009.
6. FARIAS, F.J.C ; FREIRE, E. C. ; SILVA FILHO, J. L. ; LIRA, A. J. S. ; CHITARRA, L. G. ; CAVALCANTE, M. G. R. . Avaliação conjunta dos ensaios estaduais de algodoeiro no Mato Grosso. Safra 2006/07. In: VII Congresso Brsileiro do Algodão, 2009, Foz do Iguaçú. Sustentabilidade da Cotonicultura Brasileira e Expansão dos Mercados, 2009.
7. CHITARRA, L. G. ; LAMAS, F. M. ; MENEZES, V. L. . Severidade da mancha de ramulária e ramulose em função do sistema de manejo de solo em cultivares de algodoeiro. In: VI Congresso Brasileiro do Algodão, 2007, Uberlândia - MG. VI Congresso Brasileiro do Algodão - CD, 2007.
8. CHITARRA, L. G. ; RODRIGUES, S. M. M. ; BETTINI, P. C. ; MENEZES, V. L. . Avaliação da eficiência do ativador de plantas acibenzolar-s-methyl na proteção contra a mancha de ramularia do algodoeiro. In: VI Congresso Brasileiro do Algodão, 2007, Uberlândia - MG. VI Congresso Brasileiro do Algodão - CD, 2007.
9. CHITARRA, L. G. ; CASTRILLON, M. M. ; ALMEIDA, V. M. ; SILVA, J. S. ; MACHADO, F. T. ; VIEIRA NETO, J. R. . Competitividade de cultivares de mamona em Mato Grosso. In: Congresso Brasileiro de Mamona, 2004, Campina Grande - PB. Energia e sustentabilidade - Anais...Campina Grande: Embrapa Algodão. Campina Grande - PB : Embrapa Algodão, 2004. v. CDROM.
10. CHITARRA, L. G. . Diagnose e Controle das Doenças do Algodoeiro. In: I Forum Mato-Grossense da Cultura do Algodoeiro, 2004, Cuiabá - MT. Forum Mato-Grossense da Cultura do Algodoeiro, 1., 2004, Cuiabá, MT. A pesquisa no contexto da Agricultura Tropical: anais. Cuiabá: UFMT/FAMEV/PPGAT, dez 2004.. Cuiabá - MT : Editora Universitária, 2004. p. 31-38.
11. CHITARRA, L. G. ; GOULART, A. C. P. ; ZORATO, M. F. . Tratamento de sementes de algodoeiro com fungicidas no controle de patógenos causadores de tombamento de plântulas. In: IV Congresso Brasileiro de Algodão, 2003, Goiânia. CD Rom - (Embrapa Algodão, Documentos, 118), 2003.
12. CHITARRA, L. G. . Detection of the plant pathogenic bacterium Xanthomonas campestris pv. campestris applying fluorescent antibodies and flow cytometry. In: Symposium: Technological perspectives of food science, 2000, Lund. Abstract Book - Food Science Study Tour 2000, 2000. p. 16-16.
13. CHITARRA, L. G. . Viability of Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis in relation to its intracellular pH. In: 7th International Congress of Plant Pathology, 1998, Edinburgh, Escócia. ICCP 98 Offered Papers Abstracts, 1998. v. 3. p. 3.3.2.
Resumos publicados em anais de congressos
1. BIEZUS, E. C. ; CHITARRA, G. S. ; CHITARRA, L. G. ; SILVA, F. A. ; PINTAR, L. Z. ; DEINA, F. R. ; RODRIGUES, A. R. . Avaliação da severidade da mancha alvo (Corynespora casiicola) em cultivares de soja. In: 44 Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2011, Bento Gonçalves - RS. Tropical Plant Pathology - Suplemento Agosto 2011, 2011.
2. CHITARRA, L. G. ; CHITARRA, G. S. ; MENEZES, V. L. ; PINTAR, L. Z. ; DEINA, F. R. ; BETTINI, P. C. . Controle químico da mancha de ramulária (Ramularia areola) em algodoeiro adensado e convencional. In: 44 Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2011, Bento Gonçalves. Tropical Plant Pathology - Suplemento Agosto 2011, 2011.
3. CHITARRA, L. G. ; CHITARRA, G. S. ; MENEZES, V. L. ; PINTAR, L. Z. ; DEINA, F. R. ; BETTINI, P. C. . Eficácia de fungicidas no controle da mancha de ramulária (Ramularia areola) em algodoeiro. In: 44 Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2011, Bento Gonçalves - RS. Tropical Plant Pathology - Suplemento Agosto 2011, 2011.
4. CHITARRA, L. G. ; BARBOSA, C. A. S. . Controle químico da mancha de ramulária do algodoeiro nas cultivares Delta Opal, BRS 286 e 2059 no Oeste da Bahia. In: 43º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2010, Cuiabá - MT. Tropical Plant Pahology - Suplemento Agosto 2010. São Paulo : Editora TecArt, 2010. v. 35. p. S75-S75.
5. CHITARRA, L. G. ; BARBOSA, C. A. S. . Controle químico da mancha de ramulária (Ramularia areola) do algodoeiro no Oeste da Bahia. In: 43º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2010, Cuiabá - MT. Tropical Plant Pathology - Suplemento Agosto 2010. São Paulo : Editora TecArt, 2010. v. 35. p. S75-S75.
6. CHITARRA, G. S. ; MARCONDES, F.F ; CHITARRA, L. G. . Ocorrência de patógenos em sementes de pinhão manso (Jatropha curcas L.) provenientes de Tangará da Serra (MT), Rio Verde (GO), Belo Horizonte (MG), Garanhus (PE).. In: 43º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2010, Cuiabá - MT. Tropical Plant Pathology - Suplemento Agosto 2010. São Paulo : Editora TecArt, 2010. v. 35. p. S248-S248.
7. ZANCAN, W. L. A. ; CHITARRA, L. G. ; CHITARRA, G. S. . Detecção e identificação de fungos associados ao apodrecimento de maçãs em diferentes cultivares de algodoeiro. In: 43º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2010, Cuiabá - MT. Tropical Plant Pathology - Suplemento Agosto 2010. São Paulo : Editora TecArt, 2010. v. 35. p. S271-S271.
8. CHITARRA, G. S. ; ZANCAN, W. L. A. ; LIRA, A. J. S. ; CHITARRA, L. G. ; FARIAS, F.J.C ; MENEZES, V. L. ; MATTOS, V. M. ; SILVA, L. L. ; FERNANDES, A. C. . Apodrecimento de maçãs em cultivares e linhagens de algodoeiro no Estado de Mato Grosso. In: 42º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2009, Rio de Janeiro. Tropical Plant Pathology. São Paulo : TecArt, 2009. v. 34. p. S120-S120.
9. ZANCAN, W. L. A. ; CHITARRA, G. S. ; CHITARRA, L. G. . Incidência de fungos associados ao apodrecimento de maçãs do algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) em Primavera do Leste, MT. In: 42º Congresso Brasileiro de Fitopatologa, 2009, Rio de Janeiro. Tropical Plant Pathology. São Paulo : TecArt, 2009. v. 34. p. S124-S124.
10. ZANCAN, W. L. A. ; CHITARRA, G. S. ; CHITARRA, L. G. . Influência do tratamento químico na podridão de maçãs e na produtividade das cultivares de algodeiro NUOPAL, BRS ARAÇÁ e FMT 701. In: 42º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2009, Rio de Janeiro. Tropical Plant Pathology. São Paulo : TecArt, 2009. v. 34. p. S86-S86.
11. ANDRADE JUNIOR, E. R. ; GALBIERI, R. ; CHITARRA, L. G. . Influência do número de aplicações de fungicidas no controle de mancha de ramularia no algodoeiro, em Primavera do Leste - MT. In: 42º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2009, Rio de Janeiro. Tropical Plant Pathology. São Paulo : TecArt, 2009. v. 4. p. S83-S83.
12. CHITARRA, L. G. ; ZANCAN, W. L. A. ; CHITARRA, G. S. ; MENEZES, V. L. . Influência de diferentes ´pocas de aplicações de fungiciasno controle da ramulária visando rentabilidade e produtividade do algodoeiro. In: 42º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2009, Rio de Janeiro. Tropical Plant Pathology. São Paulo : TecArt, 2009. v. 34. p. S82-S82.
13. CHITARRA, L. G. ; ZANCAN, W. L. A. ; MENEZES, V. L. ; CHITARRA, G. S. . Controle da mancha de ramulária do algodoeiro com uso de acibenzolar - s - methyl isolado e com fungicida. In: 42º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2009, Rio de Jaeiro. Tropical Plant Pthology. São Paulo : TecArt, 2009. v. 34. p. S82-S82.
14. CHITARRA, L. G. ; BARBOSA, C. A. S. . Controle químico da mancha de ramulária do algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) no oeste da Bahia. In: 41º CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 2008, Belo Horizonte. Tropical Plant Pathology - Fitopatologia Brasileira. Lavras - MG : INDI Gráfica Editora Ltda, 2008. v. 33. p. S155-S155.
15. CHITARRA, L. G. ; LAMAS, F. M. ; MENEZES, V. L. . Influência do sistema de manejo de solo na severidade da mancha de ramularia em cultivares de algodoeiro. In: 41º CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 2008, Belo Horizonte - MG. Tropical Plant Pathology - Fitopatologia Brasileira. Lavras - MG : INDI Gráfica Editora Ltda, 2008. v. 33. p. S117-S117.
16. CHITARRA, L. G. ; RODRIGUES, S. M. M. ; BETTINI, P. C. ; MENEZES, V. L. . Controle da ramulose do algodoeiro com uso de acibenzolar-s-methyl isolado e em mistura com fungicida. In: XL Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2007, Maringá - PR. Fitopatologia Brasileira. Maringá - PR : Gráfica e Editora \\\clichetec Ltda, 2007. v. 32. p. S 195-S 195.
17. CHITARRA, L. G. ; MEIRA, S. A. ; MENEZES, V. L. . Controle químico da mancha de ramularia em algodoeiro no município de Primavera do Leste - MT, safra 2004/2005. In: XXXIX Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2006, Salvador - BA. Fitopatologia Brasileira. Itabuna - BA : Editoração e arte/Composition. v. 31. p. S123-S123.
18. CHITARRA, L. G. ; KOBAYASTI, L. ; MEIRA, S. A. ; PAULA, C. A. ; KRUG, R. . Controle químico de Myrothecium roridum Tode ex FR em cultivares de algodoeiro. In: XXXIX Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2006, Salvador - BA. Fitopatologia Brasileira. Itabuna - BA : Editoração e arte/Composition. v. 31. p. S123-S123.
19. KOBAYASTI, L. ; CHITARRA, L. G. ; MEIRA, S. A. ; CORASSA, J. ; CORDENONZI, P. . Efeito de diferentes fungicidas in vitro no crescimento micelial de Myrothecium roridum. In: XXXIX Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2006, Salvador - BA. Fitopatologia Brasileira. Itabuna - BA : Editoração e arte/Composition. v. 31. p. S263-S263.
20. ARAUJO, A. E. ; CHITARRA, L. G. . Efeito de níveis de inóculo nas sementes sobre o progresso da ramulose do algodoeiro no Mato Grosso. In: XXXVIII Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2005, Brasília - DF. Fitopatologia Brasileira. Brasília - DF, 2005. v. 30. p. 193-193.
21. CHITARRA, L. G. ; MEIRA, S. A. ; MENEZES, V. L. . Controle químico da mancha de ramularia em algodoeiro no município de Campo Verde - MT, safra 2003/2004. In: XXXVIII Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2005, Brasília - DF. Fitopatologia Brasileira - Suplemento. Brasília - DF, 2005. v. 30. p. 94-94.
22. CHITARRA, L. G. ; FREIRE, E. C. ; LIRA, A. J. S. ; MENEZES, V. L. . Incidência e severidade de ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) em diferentes linhagens de algodoeiro no estado de Mato Grosso, safra 2004/2005. In: XXXVIII Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2005, Brasília - DF. Fitopatologia Brasileira - Suplemento. Brasília - DF, 2005. v. 30. p. 125-125.
23. CHITARRA, L. G. ; FREIRE, E. C. ; SUASSUNA, N. ; SUINAGA, F. A. ; BASTOS, C. S. ; LIRA, A. J. S. . Resistência de diferentes linhagens de algodão a ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) no Estado de Mato Grosso. In: 37º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2004, Gramado - RS. Fitopatologia Brasileira - Suplemento, 2004. v. 29. p. 128-128.
24. CHITARRA, L. G. ; MEYER, M. C. . Primeiro relato da Mancha de Myrothecium (Myrothecium roridum Tode ex FR) em algodão no Estado de Mato Grosso. In: 37º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2004, Gramado - RS. Fitopatologia Brasileira - Suplemento. Brasília - DF, 2004. v. 29. p. 43-43.
25. CHITARRA, L. G. ; ARAUJO, A. E. ; FREIRE, E. C. . Comportamento das cultivares CNPA Ita 90 e Delta Opal em relação as principais doenças do algodoeiro no Estado do Mato Grosso - Safra 2001/2002. In: XXXVI Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 2003, Uberlândia - MG. Fitopatologia Brasileira, 2003. v. 28. p. S396.
26. CHITARRA, L. G. ; BERGERVOET, J. H. W. ; Van Den Bulk, R. W. . Detection of the plant pathogenic bacterium Xanthomonas campestris pv. campestris applying fluorescent antibodies and flow cytometry. In: The 10th International Conference on Plant Pathogenic Bacteria, 2000, Charlottetown, Canada. Conference Program and Abstracts, 2000. p. P4.
27. Van Den Bulk, R. W. ; CHITARRA, L. G. ; ROBERTS, S. J. . Reference Materials for standardization and quality control in seed health testing - an EU fair project. In: The 10th International Conference of Plant Pathogenic Bacteria, 2000, Charlottetown, Canada. Conference Program and Abstracts, 2000. p. P7.
28. CHITARRA, L. G. . Detection of the plant pathogenic bacterium Xanthomonas campestris pv. campestris applying fluorescent antibodies and flow cytometry. In: Food Science Tour 2000 Denmark - Sweden, 2000, Lund, Sweden. Abstract Book Food Science Tour. Wageningen, 2000. p. 16.
29. CHITARRA, L. G. . Reference materials for standardization and quality control in seed health testing - AN EU Fair Project. In: The 10th International Conference on Plant Pathogenic Bacteria, 2000, Charlottetown. Conference Program and Abstracts, 2000. p. P 7-P 7.
30. CHITARRA, L. G. . Detection of the plant pathogenic bacterium Xanthomonas campestris pv. campestris applying fluorescent antibodies and flow cytometry. In: Interactions between Plants and Attacking Organisms, 2000. Abstract Book - Interactions between Plants and Attacking Organisms. Wageningen, 2000. p. 24-24.
31. CHITARRA, L. G. ; BREEUWER, P. ; ABEE, T. ; Van Den Bulk, R. W. . Fluorescent techniques to assess viability of Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis. In: 3rd ISTA-PDC Seed Health Symposium, 1999, Ames, Iowa, USA. 3rd International Seed Testing Association-PDC Seed Health Symposium, 1999. p. 29.
32. CHITARRA, L. G. ; BREEUWER, P. ; ABEE, T. ; Van Den Bulk, R. W. . Viability of Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis determined by measuring intracellular pH. In: Disease Resistance in Plants - Theory and application, 1998, Wageningen, Holanda. Book of Abstracts, 1998. p. 37.
33. CHITARRA, L. G. . Viability of Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis determined by measuring intracellular pH. In: Disease Resistance in Plants - Theory & Application, 1998, Wageningen. Book of Abstracts - Disease Resistance in Plants, 1998. p. 37-37.
34. CHITARRA, L. G. . Fluorescent Techniques to assess viability of Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis. In: 3rd ISTA PDC Seed Health Symposium, 1998. Seed Health Symposium. Iowa, 1998. p. 29-29.
35. CHITARRA, L. G. ; MACHADO, J. C. ; VIEIRA, M. G. G. C. ; SILVA, C. M. . Desenvolvimento de Colletotrichum gossypii em meios enriquecidos com exsudato de sementes de algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) deslintadas quimicamente. In: Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 1996, Campo Grande MS. Brasília, 1996. v. 21. p. 353.
36. TEIXEIRA, H. ; CHITARRA, L. G. ; ARIAS, S. M. S. ; MACHADO, J. C. . Eficiência comparativa de lâmpadas fluorescentes na detecção de alguns fungos em sementes. In: Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 1994, Itajai. Fitopatologia Brasileira, 1994. v. 19. p. 282.
37. ARIAS, S. M. S. ; CHITARRA, L. G. ; TEIXEIRA, H. ; MACHADO, J. C. . Efeito de diferentes fontes de luz no crescimento e esporulação de alguns fungos associados a sementes. In: Congresso Brasileiro de Fitopatologia, 1994, Itajai SC. Brasília, 1994. v. 19. p. 275.
Demais tipos de produção bibliográfica
1. CHITARRA, L. G. ; BARBOSA, C. A. S. . Controle Químico da Mancha de Ramulária em Cultivares de Algodoeiro no Oeste da Bahia de Acordo com o Número de Aplicações 2011 (Documentos 238).
2. CHITARRA, L. G. ; BARBOSA, C. A. S. ; PEDROSA, M. B. . Controle Químico da Mancha de Ramulária (Ramularia areola) em Cultivares de Algodoeiro no Oeste da Bahia. In: Benites, R.F.G.; Pedrosa, M.B.; Silva Filho, J.L. (Coordenadores). Resultados de pesquisa com algodão no estado da Bahia - safra 2008/2009. Campina Grande - PB. Embrapa Algodão. Campina rande - PB: Embrapa Algodão, 2010 (Documentos (232)).
3. CHITARRA, L. G. ; GUIMARÃES, S.E ; CRUZ, R. . Importância do controle dos fitonematóides em algodoeiro no cerrado da Bahia. Fundação Bahia, 2010 (Boletim).
4. CHITARRA, L. G. . Controle da mancha de ramulária (Ramularia areola) do algodoeiro.. Fundação Bahia, 2010 (Boletim).
5. FARIAS, F.J.C ; FREIRE, E. C. ; RODRIGUES, S. M. M. ; CHITARRA, L. G. ; LAMAS, F. M. . Resultados de Pesquisa com a Cultura do Algodoeiro no Mato Grosso - Safra 2006-07. Campina Grande - PB: Embrapa Algodão, 2009 (Documentos (225)).
6. FARIAS, F.J.C ; SILVA FILHO, J. L. ; FREIRE, E. C. ; LIRA, A. J. S. ; RODRIGUES, S. M. M. ; CHITARRA, L. G. . Melhoramento Genético do Algodoeiro no Cerrado do Mato Grosso - Safra 2006-07. In: Farias, F.J.C et al. Resultados de Pesquisa com a Cultura do Algodoeiro no Mato Grosso - Safra 2006-07. Campina Grande - P. Embrapa Algodão. Campina Grande - PB: Embrapa Algodão, 2009 (Documentos 225).
7. CHITARRA, L. G. ; MENEZES, V. L. . Ativação da resistência de plantas através de aplicações de acibenzolar - S - methyl no controle da ramulária (Ramularia areola) do algodoeiro. In: Farias, F.J.C et al. Resultados de Pesquisa com a Cultura do Algodoeiro no Mato Grosso - Safra 2006-07. Campina Grande - PB. Embrapa Algodão. Campina Grande - PB: Embrapa Algodão, 2009 (Documentos (225)).
8. CHITARRA, L. G. ; MENEZES, V. L. ; RODRIGUES, S. M. M. . Avaliação da Eficiência de Difeconazole no Controle da Ramularia (Ramularia areola) comparado com outros produtos recomendados. In: Farias, J.F.C et al. Resultados de Pesquisa com a Cultura do Algodoeiro no Mato Grosso - Safra 2006-07. Campina Grande - PB: Embrapa Algodão, 2009 (Documentos (225)).
9. CHITARRA, L. G. ; MENEZES, V. L. ; RODRIGUES, S. M. M. . Avaliação da Eficiência de Trifenil Hidróxido de Estanho no Controle da Mancha de Ramulária (Ramularia areola) em Algodoeiro. In: Farias, F.J.C. et al. Resultados de Pesquisa com a Cultura do Algodoeiro no Mato Grosso - Safa 2006-07. Campina Grande - PB: Embrapa Algodão, 2009 (Documentos (225)).
10. CHITARRA, L. G. ; MENEZES, V. L. . Avaliação da Eficiência do Fungicida Tiofanato Metílio-Ciproconazole no Controle da Mancha de Ramulária (Ramularia areola) do algodoeiro. In: Farias, F.J.C. et al. Resultados de Pesquisa com a Cultura do Algodoeiro no Mato Grosso - Safra 2006-07. Campina Grande - PB. Embrapa Algodão. Campina Grande - PB: Embrapa Algodão, 2009 (Documentos (225)).
11. LAMAS, F. M. ; STAUT, L.S ; MERCANTE, F.M ; CHITARRA, L. G. ; MENEZES, V. L. . Algodoeiro em Sistema Plantio Direto. In: Farias, F.J.C. et al. Resultados de Pesquisa com a Cultura do Algodoeiro no Mato Grosso - Safra 2006-07. Campina Grande -PB. Embrapa Algodão. Campina Grande - PB: Embrapa Algodão, 2009 (Documentos (225)).
12. CHITARRA, L. G. ; BARBOSA, C. A. S. ; PEDROSA, M. B. . Controle Químico da mancha de Ramulária do Algodoeiro no Oeste da Bahia. In: Silva Filho, J.L. & Pedrosa, M.B. (Coordenadores). Pesquisas com Algodoeiro no Estado da Bahia - Safra 2006/2007. Campina Grande - PB. Embrapa Algodão 2008 ((Documentos 188)).
13. CHITARRA, L. G. . Identificação e Controle das Principais Doenças do Algodoeiro (2ª Edição) 2008 (Cartilha).
14. CHITARRA, L. G. . Mofo Branco em Algodoeiro. Campina Grande 2007 (Comunicado Técnico).
15. CHITARRA, L. G. . Identificação e Controle das Principais Doenças do Algodoeiro. Campina Grande 2007 (Cartilha).
16. CHITARRA, L. G. ; MEIRA, S. A. ; MENEZES, V. L. . Controle Químico da Mancha de Ramularia do Algodoeiro, Causado por Ramularia areola em Função da Idade da Planta e da Severidade da Doença - Safra 2003/2004. Campina Grande - PB: Embrapa Algodão, 2005 (Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento).
17. SUINAGA, F. A. ; FREIRE, E. C. ; CHITARRA, L. G. ; LIRA, A. J. S. ; MENEZES, V. L. . Comportamento de linhagens e cultivares de algodoeiro no cerrado do Mato Grosso: resultados da safra 2003/2004. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2005 (Comunicado Técnico).
18. FREIRE, E. C. ; SUINAGA, F. A. ; RANGEL, L. E. P. ; CHITARRA, L. G. ; BASTOS, C. S. ; LIRA, A. J. S. ; MENEZES, V. L. . Comportamento de Linhagens e Cultivares de Algodoeiro no Cerrado de Mato Grosso - Resultados da Safra 2002/2003. Campina Grande - PB: Embrapa Algodão, 2004 (Comunicado Técnico).
Produção técnica
Produtos tecnológicos
1. SILVA FILHO, J. L. ; PEDROSA, M. B. ; MORELLO, C. L. ; FREIRE, E. C. ; ALENCAR, A.R ; ANDRADE, F.P. ; CHITARRA, L. G. ; FARIAS, F.J.C ; VIDAL NETO, F. C . Cultivar de Algodoeiro - BRS 286. 2008.
2. FREIRE, E. C. ; SUINAGA, F. A. ; FARIAS, F.J.C ; MORELLO, C. L. ; SILVA FILHO, J. L. ; PEDROSA, M. B. ; CHITARRA, L. G. ; VIDAL NETO, F. C ; ANDRADE, F.P. ; SANTOS, J. W. . Cultivar de Algodoeiro - BRS Araçá. 2005.
3. FREIRE, E. C. ; SUINAGA, F. A. ; CHITARRA, L. G. ; FARIAS, F.J.C ; RANGEL, L. E. P. ; MORELLO, C. L. ; OUTROS, . Cultivar de Algodoeiro - BRS Peroba. 2004.
Demais tipos de produção técnica
1.
CHITARRA, L. G. . CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E MANEJO DA CULTURA DO ALGODOEIRO. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
2.
CHITARRA, L. G. . Especialização em Gestão e Manejo da Cultura do Algodão - Manejo Integrado de Doenças (Fungos, Vírus e Bactérias). 2008. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
3.
CHITARRA, L. G. . Capacitação sobre a cultura do algodoeiro. 2005. .
4.
CHITARRA, L. G. . Curso sobre Monitoramento do Algodoeiro - versão I. 2005. .
5.
CHITARRA, L. G. . Curso sobre Monitoramento do Algodoeiro - versão II. 2005. .

Bancas
Participação em bancas examinadoras
Dissertações
1. ALVES, M. C.; CHITARRA, L. G.; COUTO, E. G.; SANCHES, L.. Participação em banca de Rafael Noetzold. AVALIAÇÃO DE METODOLOGIAS DE ANÁLISE ESTATÍSTICA E GEOESTATÍSTICA PARA ESTUDAR O PROGRESSO ESPACIAL DE Colletotrichum truncatum EM SEMENTES DE SOJA. 2011. Dissertação (Mestrado em Agricultura Tropical) - Universidade Federal de Mato Grosso.
2. CASSETARI NETO, D.; CHITARRA, L. G.; ALVES, M. C.; KOBAYASTI, L.. Participação em banca de Edson Ricardo de Andrade Júnior. Uso de silicato de potássio no controle de doenças da cultura da soja no Mato Grosso. 2009. Dissertação (Mestrado em Agricultura Tropical) - Universidade Federal de Mato Grosso.
3. CASSETARI NETO, D.; BELOT, J.L; CHITARRA, L. G.; SILVA, R.A. Participação em banca de Tatiane Cheila Zambiasi. Identificação de Fontes de Resistência do Algodoeiro (Gossypium hirstum L.) à Meloidogyne incognita Raça 3. 2008. Dissertação (Mestrado em Agricultura Tropical) - Universidade Federal de Mato Grosso.
4. CHITARRA, L. G.; KOBAYASTI, L.; VALENTE, J. P.; GASPAROTTO, L.. Participação em banca de Márcia Benedita Martins. Comportamento da Sigatoka negra (Mycosphaerella fijiensis Morelet) da bananeira no município de Cáceres, Mato Grosso - Brasil. 2005. Dissertação (Mestrado em Agricultura Tropical) - Universidade Federal de Mato Grosso.
Trabalhos de Conclusão de Curso de graduação
1. SILVA, R.A; CHITARRA, L. G.; CHITARRA, G. S.. Participação em banca de Luana Lima da Silva. Avaliação de linhagens de algodoeiro a doenças foliares e ao complexo Fusarium (Fusarium oxysporum s. sp. vasinfectum) - Nematóide (Meloidogyne incognita - raça 3). 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Centro Universitário de Várzea Grande.
2. CHITARRA, L. G.; SILVA, R.A; CHITARRA, G. S.. Participação em banca de Willian Luis Antônio Zancan. Levantamento e controle químico de fungos associados a podridão de maçãs do algodoeiro na região de Primavera do Leste - MT. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Centro Universitário de Várzea Grande.
3. CHITARRA, L. G.; MACHADO, A. Q.; CHITARRA, G. S.. Participação em banca de Izamara Moraes Moura. Detecção e caracterização dos fungos associados ao feijão (Phaseolus vulgaris L.) coletados em supermercados de Cuiabá e Várzea Grande, Mato Grosso. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Centro Universitário de Várzea Grande.
4. CHITARRA, L. G.; MACHADO, A. Q.; CHITARRA, G. S.. Participação em banca de Aucione Regina Rosseto Davoglio. Levantamento da população fúngica na cultura do milho (Zea mays L.) de segunda safra 2004/05 e 2005/06 das regiões produtoras do Estado de Mato Grosso. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Centro Universitário de Várzea Grande.
Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1. CHITARRA, L. G.; CHITARRA, G. S.. Bancas de Desempenho Didático dos Candidatos Classificados na Prova Objetivo para as vagas ao Cargo de Professor de Agronomia do IFMT. 2010. Instituto Federal de Mato Grosso.
2. CHITARRA, L. G.; ROSA, C.C.B.; Silveira, S.F. Comissão Examinadora do Concurso Público de Provas e Títulos para provimento de Cargos de Docente na área/sub-área Fitossanidade/Fitopatologia Agrícola e Florestal do Curso de Agronomia doInstituto Universitário do Norte Matogrossense do campus de Sinop. 2008. Universidade Federal de Mato Grosso.

Eventos
Participação em eventos
1. 44º Congresso Brasileiro de Fitopatologia.Poster. 2011. (Congresso).
2. VIII Congresso Brasileiro do Algodão.Posters. 2011. (Congresso).
3. 43º Congresso Brasileiro de Fitopatologia.Presidente. 2010. (Congresso).
4. 42º Congresso Brasileiro de Fitopatologia.Controle da mancha de ramularia do algodoeiro com uso de acibenzlar-s-methyl isolado e com fungicida. 2009. (Congresso).
5. VII Congresso Brasileiro do Algodão.Comparação entre programas de fungicidas no controle da mancha de ramulária visando épocas de aplicações, produtividade e rentabilidade do algodoeiro no Oeste da Bahia. 2009. (Congresso).
6. 41º CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA.Poster. 2008. (Congresso).
7. XL Congresso Brasileiro de Fitopatologia.Controle da ramulose do algodoeiro com uso de acibenzolar-s-methyl isolado e em mistura com fungicida. 2007. (Congresso).
8. XXXIX Congresso Brasileiro de Fitopatologia.Controle químico da mancha de ramulária em algodoeiro no município de Primavera do Leste - MT, safra 2004/2005. 2006. (Congresso).
9. XXXVIII Congresso Brasileiro de Fitopatologia.Controle químico da mancha de ramularia em algodoeiro no município de Campo Verde - MT, safra 2003/2004. 2005. (Congresso).
10. V Congresso Brasileiro de Algodão.V Congresso Brasileiro de Algodão. 2005. (Congresso).
11. A cultura do dendê no Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel.A cultura do dendê no Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. 2005. (Seminário).
12. 4º Seminário Nacional sobre Agrotóxicos.4º Seminário Nacional sobre Agrotóxicos. 2005. (Seminário).
13. BIENAL dos Negócios da Agricultura.BIENAL dos Negócios da Agricultura. 2005. (Encontro).
14. XXXVII Congresso Brasileiro de Fitopatologia.XXXVII Congresso Brasileiro de Fitopatologia. 2004. (Congresso).
15. I Fórum Mato-Grossense da Cultura do Algodoeiro: a pesquisa no contexto da agricultura tropical.Diagnose e Controle das Doenças do Algodoeiro. 2004. (Outra).
16. XXXVI Congrsso Brasileiro de Fitopatologia.XXXVI Congresso Brasileiro de Fitopatologia. 2003. (Congresso).
17. IV Congresso Brasileiro de Algodão.Tratamento de sementes de algodoeiro com fungicidas no controle de patógenos causadores de tombamento de plântulas. 2003. (Congresso).
18. Workshop Aspectos Sanitários de Sementes em Relação à murcha de Fusarium em Algodoeiro.Workshop Aspectos Sanitários de Sementes em Relação à murcha de Fusarium em Algodoeiro. 2003. (Outra).
19. XXXIV Congresso Brasileiro de Fitopatologia e XI Congresso Latino Americano de Fitopatologia. 2001. (Congresso).
20. II Workshop Brasileiro de Controle de Qualidade de Sementes Estratégia de Revisão e Fotalecimento do Programa Brasileiro de Sementes. 2001. (Encontro).
21. The 10th International Conference on Plant Pathogenic Bacteria.Detection of the plant pathogenic bacterium Xanthomonas campestris pv. campestris applying fluorescent antibodies and flow cytometry. 2000. (Congresso).
22. Interactions between Plants and Attacking Organisms.Detection of the plant pathogenic bacterium Xanthomonas campestris pv. campestris applying fluorescent antibodies and flow cytometry. 2000. (Seminário).
23. Symposium: Technological perspectives of food science.Detection of the plant pathogenoc bacterium Xanthomonas campestris pv. campestris applying fluorescent antibodies and flow cytometry. 2000. (Simpósio).
24. 1st ISTA PDC Latin American Workshop on Detection of Seed-borne Bacteria. 1999. (Oficina).
25. Encontro sobre Micropartículas e Fluxo Citométrico.Encontro sobre Micropartículas e Fluxo Citométrico. 1999. (Encontro).
26. 7th International Congress of Plant Pathology.Viability of Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis in relation to its intracellular pH. 1998. (Congresso).
27. 3rd ISTA PDC Seed Health Symposium.Fluorescent Techniques to assess viability of Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis. 1998. (Simpósio).
28. Disease Resistance in Plants - Theory & Application.Viability of Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis determined by measuring intracellular pH. 1998. (Outra).
29. 1 Simpósio Focus on Fluorescence.1 Simpósio Focus on Fluorescence . 1997. (Simpósio).
30. XXIX Congresso Brasileiro de Fitopatologia.XXIX Congresso Brasileiro de Fitopatologia. 1996. (Congresso).
31. IX Congresso Brasileiro de Sementes.IX Congresso Brasileiro de Sementes. 1995. (Congresso).
32. XXVIII Congresso Brasileiro de Fitopatologia.XXVIII Congresso Brasileiro de Fitopatologia. 1995. (Congresso).
33. VIII Congresso de Pós-Graduação da UFLA.VIII Congresso de Pós-Graduação da UFLA. 1995. (Congresso).
34. XXVII Congresso Brasileiro de Fitopatologia.Efeito de diferentes fontes de luz no crescimento e esporulação de alguns fungos associados a sementes. 1994. (Congresso).
35. VII Congresso de Pós-Graduação da ESAL.VII Congresso de Pós-Graduação da ESAL. 1994. (Congresso).
36. IV Seminário Mineiro de Ciência e Tecnologia.IV Seminário Mineiro de Ciência e Tecnologia. 1994. (Seminário).
37. I Seminário de Pesquisa do Departamento de Fitossanidade.I Seminário de Pesquisa do Departamento de Fitossanidade. 1994. (Seminário).
38. I Seminário Internacional de Porta-Enxerto de Citros.I Seminário Internacional de Porta-Enxerto de Citros. 1990. (Seminário).
39. III Encontro Técnico de Citros.III Encontro Técnico de Citros. 1989. (Encontro).
Organização de eventos
1. CHITARRA, L. G. . 43º Congresso Brasileiro de Fitopatologia. 2010. (Congresso).

Orientações
Supervisões e orientações concluídas
Trabalho de conclusão de curso de graduação
1. Luana Lima da Silva. RESISTÊNCIA DE LINHAGENS DE ALGODOEIRO A DOENÇAS FOLIARES E AO COMPLEXO FUSARIUM (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) NEMATÓIDE (Meloidogyne incognita raça 3). 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Agronomia) - Centro Universitário de Várzea Grande. Orientador: Luiz Gonzaga Chitarra.
2. Willian Luís Antônio Zancan. Levantamento e controle químico de fungos associados a podridão de maçãs do algodoeiro na região de Primavera do Leste - MT. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Agronomia) - Centro Universitário de Várzea Grande. Orientador: Luiz Gonzaga Chitarra.
Orientações de outra natureza
1. Aryane Cristina Fernandes. RESISTÊNCIA DE LINHAGENS DE ALGODOEIRO A DOENÇAS FOLIARES E AO COMPLEXO FUSARIUM (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) NEMATÓIDE (Meloidogyne incognita raça 3). 2009. Orientação de outra natureza. (Agronomia) - Centro Universitário de Várzea Grande. Orientador: Luiz Gonzaga Chitarra.

Outras informações relevantes
Presidente do 43º Congresso Brasileiro de Fitopatologia realizado na cidade de Cuiabá, capital do Estado de Mato Grosso, no período de 15 a 19 de agosto de 2010.

Presidente da Sociedade Brasileira de Fitopatologia - Agosto 2011 a Agosto 2013.
                                                                        
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