Luiz Rodrigo Ito Morioka

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  • Última atualização do currículo em 17/10/2018


Formado pela Universidade Estadual de Londrina-Paraná. Possui graduação em Ciências Biológicas, especialização em Bioquímica Aplicada, mestrado em Biotecnologia na área de atuação em Biotecnologia Agroindustrial e doutorado em Ciência dos Alimentos na área de atuação em Biotecnologia/Aproveitamento de Resíduos Agrícolas e Agroindustriais. Possui experiência na área de atuação em biotecnologia de microalgas. É docente junto ao Programa de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Leite e Derivados da Universidade Pitágoras Unopar. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Luiz Rodrigo Ito Morioka
Nome em citações bibliográficas
MORIOKA, L. R. I.;MORIOKA, LUIZ RODRIGO ITO;MORIOKA, LUIZ RODRIGO;MARIOKA, LUIZ RODRIGO ITO

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Norte do Paraná, Mestrado em Ciência e Tecnologia de Leite e Derivados.
Rua Marselha, 591
Parque Residencial Joaquim Toledo Piza
86041140 - Londrina, PR - Brasil
Telefone: (43) 33717723


Formação acadêmica/titulação


2005 - 2009
Doutorado em Ciência de Alimentos.
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Título: Otimização de Parâmetros para a Produção de Ácido Lipóico, sua Citotoxicidade e seu Potencial Antioxidante, Ano de obtenção: 2009.
Orientador: Raúl Jorge Hernan Castro Gómez.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Ácido Lipóico; Antioxidante Biológico.
Grande área: Ciências Biológicas
2003 - 2005
Mestrado em Biotecnologia.
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Título: Transformação de Aspergillus carbonarius mediada por Agrobacterium tumefaciens,Ano de Obtenção: 2005.
Orientador: Maria Helena Pelegrinelli Fungaro.
2000 - 2001
Especialização em Especialização Em Bioqímica Aplicada. (Carga Horária: 405h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Título: Cultivo de Nostoc sp em diferentes tipos de fermentação para produção de biomassa e ficobiliproteínas.
Orientador: Maria Helena Pimenta Pinotti.
1996 - 2000
Graduação em Ciências Biológicas.
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Título: Crescimento mixotrófico de Nostoc sp em sacarose e melaço de cana-de-açúcar para produção de biomassa e ficobiliproteínas.
Orientador: Maria Helena Pimenta Pinotti.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.


Pós-doutorado


2015 - 2017
Pós-Doutorado.
Universidade Norte do Paraná, UNOPAR, Brasil.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2011 - 2013
Pós-Doutorado.
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Grande área: Ciências Biológicas
Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Bioquímica dos Microorganismos.
2010 - 2010
Pós-Doutorado.
BioLogicus Indústria e Comércio de Produtos Naturais LDTA/ME, BIOLOGICUS, Brasil.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.


Formação Complementar


2016 - 2016
Microencapsulação, conceituação, materiais, métodos e aplicações. (Carga horária: 16h).
Universidade Tecnológica Federal do Paraná, UTFPR, Brasil.
2015 - 2015
Biotransformação microbiana. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2010 - 2010
Tecnologia de produtos lácteos. (Carga horária: 60h).
SENAI - Departamento Regional de Pernambuco, SENAI/DR/PE, Brasil.
2004 - 2004
Hibridação in situ. (Carga horária: 2h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2003 - 2003
Fundamentos e Técnicas de Biologia Molecular. (Carga horária: 15h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2000 - 2000
Aplicações da Biotecnologia: Clonagem ,Sondas, PCR. (Carga horária: 3h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2000 - 2000
Imobilização de Enzimas e Células. (Carga horária: 30h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
1999 - 1999
Criatividade, Motivação e Integração. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Norte do Paraná, UNOPAR, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Docente Titular, Carga horária: 30


Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Vínculo institucional

2011 - 2013
Vínculo: Bolsista recém-doutor, Enquadramento Funcional: Estagiário pós-doutoral, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.


Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Vínculo institucional

2005 - 2009
Vínculo: Doutorado, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.


Secretaria de Estado da Educação do Paraná - Núcleo R. de Educação Maringá, SEED, Brasil.
Vínculo institucional

2002 - 2005
Vínculo: Temporário, Enquadramento Funcional: Professor de Ensino Médio

Atividades

05/2002 - 08/2005
Ensino,

Disciplinas ministradas
Biologia


Projetos de pesquisa


2017 - Atual
Cultivo de microalgas em soro de queijo para a produção de biomassa e metabólitos bioativos de interesse agroindustrial.
Descrição: Nos últimos anos, muito interesse tem sido focado ao potencial biotecnológico das microalgas, principalmente devido à identificação de diversas substâncias sintetizadas por estes microrganismos. Nesse sentido, cultivos de microalgas têm sido realizados visando à produção de biomassa tanto para uso na elaboração de alimentos quanto para a obtenção de compostos naturais com alto valor agregado no mercado. O portfólio de produtos estende-se desde simples produção de biomassa para alimentação e ração animal como para produtos de valor extraído da biomassa, incluindo triglicerídeos que podem ser transformados e utilizados para a produção de biocombustíveis como, por exemplo, o biodiesel e também de pigmentos naturais que quando purificados podem ser utilizados na área cosmética, alimentícia, médica e farmacêutica. Considerando a enorme biodiversidade de microalgas e os recentes desenvolvimentos em sistemas e condições de cultivo, este grupo de microrganismos representa uma das fontes mais promissoras para novos produtos, usos e aplicações. Com o desenvolvimento detalhado da cultura e técnicas de triagem, a biotecnologia de microalgas podem se tornar um grande potencial para a alta demanda de indústrias de energia, alimentos, farmacêutica e ambiental. O crescimento e a composição química de uma população microalgal, tanto no ambiente natural quanto nos cultivos, é resultado da interação entre fatores biológicos e físico-químicos. Os fatores biológicos estão relacionados às próprias taxas metabólicas da espécie cultivada, bem como com a possível influência de outros organismos sobre o desenvolvimento microalgal. Quanto aos fatores físico-químicos, são principalmente reportados estudos sobre iluminação, temperatura, salinidade, disponibilidade de nutrientes, dentre outros. Nesse sentido, existe uma demanda por pesquisas prospectivas de fisiologia e composição química de microalgas para identificar espécies úteis para aplicações comerciais. O presente trabalho teve por objetivo estudar e viabilizar o crescimento de microalgas em meios de cultivo alternativo para a produção de biomassa e metabólitos de interesse agroindustrial..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2016 - Atual
Avaliação da diversidade genética e produção de beta-galactosidase a partir de Saccharomyces spp. e Aspergillus spp.
Descrição: Na produção de derivados lácteos há geração de diversos subprodutos, dentre eles o soro de queijo. O soro de queijo tem sua importância pelo volume gerado, pelo potencial de utilização e pelo impacto no meio ambiente. Uma das formas de se fazer um reaproveitamento do soro de queijo é utilizá-lo em processos fermentativos para a produção de enzimas como a beta-galactosidase e outros produtos como o etanol. Tecnologias enzimáticas frequentemente são empregadas para hidrólise da lactose, principal componente da carga orgânica do soro de queijo. Baseado neste contexto, o objetivo deste trabalho será avaliar a produção de beta-galactosidase obtida pela fermentação do soro de queijo por diferentes cepas da levedura Saccharomyces spp. e Aspergillus spp... A atividade enzimática da beta-galactosidase será avaliada por cultivo dos microrganismos Saccharomyces spp. e Aspergillus spp., em meio de cultura à base de soro de queijo por fermentação submersa e mantida em incubador rotativo a 150 rpm, a 30°C e pH 5,0. A concentração celular inicial será de 106 células/mL para o Aspergillus spp. e para Saccharomyces spp. será uma densidade óptica em A620 nm de 0,6. Para a extração da enzima beta-galactosidase, será realizada autólise das células utilizando o solvente orgânico etanol, em tampão fosfato de potássio (0,1 M) pH 6,8, a determinação de biomassa será feita por método gravimétrico e a determinação da atividade enzimática será avaliada pelos métodos ONPG e pelas taxas iniciais da reação de hidrólise de lactose. Para a caracterização do perfil genético das diferentes cepas de Saccharomyces spp. e de Aspergillus spp., será utilizado a técnica através de marcadores moleculares de DNA obtidos via RAPD-PCR. A importância biotecnológica da beta-galactosidase está em sua aplicação na indústria de laticínios, pois garantem alimentos com baixo teor de lactose, melhor solubilidade e digestibilidade do leite e derivados..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Luiz Rodrigo Ito Morioka - Coordenador / Hélio Hiroshi Suguimoto - Integrante / Fernanda Gonzales Paião - Integrante.
2016 - Atual
Produção e caracterização da beta-galactosidase de cepas de Aspergillus orizae cultivadas em soro de queijo
Descrição: Na produção de derivados lácteos há geração de diversos subprodutos, dentre eles o soro de queijo. O soro de queijo tem sua importância pelo volume gerado, pelo potencial de utilização e pelo impacto poluidor no meio ambiente. O objetivo deste projeto será produzir a enzima beta-galactosidase, utilizando soro de queijo como meio de cultura para o crescimento de cepas do fungo filamentoso Aspergillus oryzae utilizando como nutrientes: extrato de levedura, peptona bacteriológica, fosfato monobásico de potássio, sulfato de amônio e sulfato de magnésio. Será analisado a interferência das variações das concentrações de lactose presente no soro de queijo e dos nutrientes no crescimento celular (g/L) e consequentemente na produção de beta-galactosidase. Amostras serão coletadas em intervalos de 24 horas ao longo de 120 horas de fermentação e testes de massa celular, proteína total bem como de atividade enzimática serão efetuados. Após a fermentação a cultura será centrifugada para a obtenção do sobrenadante e da biomassa, que serão utilizados para as análises posteriores. A biomassa passará por uma etapa de extração da enzima utilizando solventes orgânicos. A determinação de biomassa será feita por método gravimétrico. A atividade enzimática será avaliada através de delineamentos estatísticos tendo como resposta a atividade enzimática definida pelos métodos ONPG e pelas taxas iniciais da reação de hidrólise de lactose. A importância biotecnológica da beta-galactosidase está em sua aplicação na indústria de laticínios, pois garantem alimentos com baixo teor de lactose, melhor solubilidade e digestibilidade do leite e derivados..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Luiz Rodrigo Ito Morioka - Coordenador / Hélio Hiroshi Suguimoto - Integrante / caroline dos santos viana - Integrante.
2015 - 2016
Determinação da atividade enzimática de β-Galactosidase obtida da fermentação do soro de queijo por Aspergillus oryzae e Saccharomyces fragilis.
Descrição: Na produção de derivados lácteos há geração de diversos subprodutos, dentre eles o soro de queijo. O soro de queijo tem sua importância pelo volume gerado, pelo potencial de utilização e pelo impacto no meio ambiente. Uma das formas de se fazer um reaproveitamento do soro de queijo é utilizá-lo em processos fermentativos para a produção de enzimas como a -galactosidase. Tecnologias enzimáticas frequentemente são empregadas para hidrólise da lactose, principal componente da carga orgânica do soro de queijo. Baseado neste contexto, o objetivo deste trabalho será padronizar a atividade enzimática da -galactosidase obtida da fermentação do soro de queijo por Saccharomyces fragilis e Aspergillus oryzae. A enzima β-galactosidase será produzida por cultivo dos microrganismos S. fragilis e A. oryzae, em meio de cultura à base de soro de queijo por fermentação submersa e mantida em incubador rotativo a 150 rpm, a 30°C e pH 5,0. A concentração celular inicial será de 106 células/mL para o A. oryzae e para S. fragilis será uma densidade óptica em A620 nm de 0,6. Para a extração da enzima β-galactosidase, será realizada autólise das células utilizando o solvente orgânico etanol, em tampão acetato, a determinação de biomassa será feita por método gravimétrico e a determinação da atividade enzimática realizada pelo método das taxas iniciais da reação de hidrólise de lactose. A importância biotecnológica da β-galactosidase está em sua aplicação na indústria de laticínios, pois garantem alimentos com baixo teor de lactose, melhor solubilidade e digestibilidade do leite e derivados..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) .
Integrantes: Luiz Rodrigo Ito Morioka - Coordenador / Hélio Hiroshi Suguimoto - Integrante / GONÇALVES, CIBELY MARIA - Integrante / LUCATTO, MAYARA KAROLINE - Integrante.
2011 - 2013
Microalgas: Uma inédita alternativa para a produção de biodiesel e insumos alimentares no Semi árido do Nordeste
Descrição: É verdadeiro que grande parte do petróleo existente atualmente tenha sido originado a partir de algas em oceanos remotos. Entende-se também que este petróleo não renovável esgota-se rapidamente e que alternativas para substituição devem ser estudadas. A energia solar apresenta-se como renovável e uma excelente opção para captar esta energia é a fotossíntese, o que acontece normalmente para suprir nossas necessidades de alimentos, mas que também pode vir a suprir nossas necessidades energéticas, desde que conversões químicas apropriadas sejam executadas. Esta opção torna-se mais atrativa na medida em que se aliem algumas situações problemáticas oriundas de necessidades atuais, como geração de águas residuais e ocupação de áreas impróprias para cultivo e produção de alimentos. Esta situação apresenta-se no semi árido nordestino onde existe a necessidade da utilização de águas subterrâneas. Porém, devido a características geológicas e climáticas, além de ações antrópicas, muitos destes aqüíferos apresentam concentrações salinas em níveis superiores aos recomendados para o consumo. Assim, para que estas águas possam ser utilizadas para o consumo humano, faz-se necessária a utilização de processos de dessalinização. Estes, no entanto, produzem rejeitos com elevadas concentrações salinas que apresentam grande impacto ambiental, o qual se presta sobremaneira para o cultivo de microalgas, particularmente de Chlorella vulgaris. Paralelamente, a carência de água e na maioria das regiões com solos inférteis e inadequados a produção de alimentos, obrigam muitas comunidades a viverem em situações com baixos níveis de desenvolvimento social. O sucesso desta iniciativa pode vir a minimizar ou ou reverter algumas destas situações. Sistemas de produção de microalgas, desde que agregados as unidades de desalinização ou mesmo com captação direta de águas subterrâneas, irão se constituir em uma excelente alternativa para geração de rendas a partir da produção de biodiesel e de insumos..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2005 - 2009
Otimização de Parâmetros para a Produção de Ácido Lipóico, sua Citotoxicidade e seu Potencial Antioxidante
Descrição: A descoberta contínua de novos metabólitos microbianos que possuem aplicação farmacêutica e em alimentos tem levado ao desenvolvimento de sistemas de cultivo eficientes e de baixo custo. A escolha de um microrganismo apropriado e condições para produção adequadas são fatores cruciais para o processo de recuperação do metabólito. Membros da espécie de Bacillus são os procariotos mais freqüentemente usados para produção industrial de metabólitos de interesse. Esses organismos são sobretudo favorecidos pelo fato de que seu cultivo em sistemas de produção em larga escala são de simples operação, porém com certos cuidados e além de um custo não elevado. Bacillus spp são bactérias Gram positivas de solo, que secretam numerosas proteínas que degradam uma grande variedade de substratos, possibilitando à bactéria a sobreviver em ambientes que estão em mudança contínua. O Bacillus spp sintetiza uma coenzima conhecida como Ácido Lipóico (AL) que é um componente bioativo natural encontrado tanto em membranas celulares bem como, em compartimentos celulares aquosos. Neste estudo, inicialmente foi avaliado o efeito de diferentes fontes de carbono e nitrogênio na concentração de AL na biomassa de Bacillus spp e em seguida aplicou-se a técnica de análise de superfície de resposta que definiram as melhores condições de cultivo (temperatura, agitação e concentração de nutrientes). A extração e determinação do ácido lipóico da biomassa do Bacillus spp foram determinadas pela técnica preconizada por Kataoka et al., 1993 e Aboul-Enein; Hoenen (2005). A capacidade antioxidante e o mecanismo de ação do AL foi determinada pela capacidade de seqüestro do radical livre estável DPPH?, a inibição da degradação da deoxirribose por radical hidroxila e a atividade queladora do íon Fe2+. A toxicidade do AL foi realizada utilizando a técnica de Mosmann (1983). Verificou-se que a melhor fonte de carbono e de nitrogênio foram glicerol e extrato de levedura, respectivamente..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2003 - 2005
Transformação de Aspergillus carbonarius mediada por Agrobacterium tumefaciens
Descrição: Um fator essencial no avanço da tecnologia do DNA recombinante tem sido o desenvolvimento de sistemas para a transformação genética. O estudo genético de Aspergillus carbonarius é pouco desenvolvido e neste trabalho foi descrito um sistema de transformação para este fungo filamentoso. Conídios foram transformados utilizando a linhagem AGL-1 de Agrobacterium tumefaciens que contém o gene hph de Escherichia coli que confere resistência à higromicina B, sob controle do promotor gpd (gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase) e pela seqüência terminal trp C ambos de Aspergillus nidulans. A transformação genética foi avaliada sob duas condições: crescimento de células de A. tumefaciens em meio de indução com acetoseringona (MI+AS) ou sem acetoseringona (MI-AS) antes do co-cultivo. A média da freqüência de transformação nas condições com MI+AS e MI-AS foram de 62.2 e 44.5 transformantes por 105 conídios, respectivamente. A estabilidade mitótica dos transformantes obtidos em ambas as condições foi alta (92%). A presença do gene hph foi verificado por PCR. A análise de Southern demonstrou que o gene hph foi integrado aleatoriamente no genoma fúngico. O número de integrações no genoma foi dependente das condições de transformação: a condição MI-AS produziu uma maior percentagem de transformantes que continham apenas uma única cópia do T-DNA (87%) comparada à condição MI+AS (62%). Seqüências fúngicas que flaqueiam o sítio de inserção do T-DNA de três transformantes foram amplificados por Thermal Asymmetric Interlaced - Polymerase Chain Reaction (TAIL-PCR) e seqüenciadas. Dentre as três seqüências obtidas uma delas mostrou similaridade significativa com um gene predito no banco de dados do NCBI. A descrição de metodologia de transformação genética mediada por A. tumefaciens para obtenção de transformantes resistentes à higromicina B pode ser considerada um importante passo para o estudo de mutagênese insercional em Aspergillus carbonarius..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2000 - 2001
Cultivo de Nostoc sp em diferentes tipos de fermentação para produção de biomassa e ficobiliproteínas
Descrição: As microalgas, devido ao grande número de espécies e variedades, constituem uma reserva muito grande de substâncias naturais com alto potencial comercial. Muitas indústrias e instituições de pesquisa, em diversos países, estão engajadas no desenvolvimento de uma nova geração de produtos naturais derivados desses organismos. Nostoc sp, uma cianobactéria, apresenta pigmentos acessórios fotossintéticos brilhantemente coloridos, as ficobiliprotéinas, azuis ou vermelhas. Estas apresentam potencial de aplicação como corantes de alimentos e de cosméticos e como marcadores fluorescentes para imunoensaios, microscopia fluorescente ou separação de células ativadas por fluorescência, além de serem utilizadas em biotratamentos de águas residuárias. Portanto, o crescente interesse das cianobactérias leva ao estudo de diferentes formas de cultivo para a obtenção da melhor produção de biomassa e de ficobiliproteínas. Dentro das diferentes formas de cultivo, a fermentação contínua apresentou melhor produção de biomassa. Os principais resultados apontados foram: a) o cultivo contínuo, em relação à produção de biomassa, foi 3,69 vezes e 2,98 vezes maior que em batelada alimentada e em batelada em Erlenmeyer, respectivamente; b) a produção de biomassa foi maior em baixa luminosidade (600 lux) e em alta temperatura (36oC); c) a produção de ficobiliproteínas acompanhou a produção de biomassa..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
1996 - 2000
Crescimento mixotrófico de Nostoc sp em sacarose e melaço de cana-de-açúcar para produção de biomassa e ficobiliproteínas
Descrição: Cianobactérias são microalgas unicelulares, coloniais ou filamentosas, simples ou ramificadas. Essas microalgas são organismos fotossintetizantes que contém como pigmentos acessórios solúveis em água, as ficobiliproteínas, que apresentam potencial de utilização como corantes de alimentos, medicamentos e cosméticos, podendo substituir os pigmentos sintéticos atualmente usados. Apresentam aplicação adicional em diagnóstico e pesquisa biomédica, como marcadores fluorescentes de moléculas bioativas. Uma produção mais elevada de biomassa e ficobiliproteínas podem ser alcançadas, quando a cianobactéria é cultivada no claro com adição de substratos orgânicos, caracterizando o crescimento mixotrófico. Cultivo mixotrófico é utilizado como alternativa aos sistemas convencionais autotróficos, sendo que estudos comparativos no crescimento e produção de ficobiliproteínas por Nostoc sp foram realizados em diferentes condições ambientais e nutricionais. Os principais resultados apontados foram: a) existe um aproveitamento satisfatório dos substratos orgânicos por Nostoc sp na produção de biomassa e ficobliproteínas; b) a produção de biomassa aumenta com o aumento da luminosidade; c) conforme se adiciona substrato orgânico ao meio em baixa luminosidade, aumenta-se a biomassa, mostrando assim, que a fotossíntese e o metabolismo oxidativo da microalga alternam-se..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Revisor de periódico


2013 - Atual
Periódico: Ciência Rural (UFSM. Impresso)
2015 - Atual
Periódico: Unopar Científica Ciências Biológicas e da Saúde
2016 - Atual
Periódico: AFRICAN JOURNAL OF BIOTECHNOLOGY


Revisor de projeto de fomento


2015 - Atual
Agência de fomento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Ciência e Tecnologia de Alimentos.
2.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Biotecnologia.
3.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Bioquímica dos Microorganismos.
4.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Biologia Molecular.


Idiomas


Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.


Produções



Produção bibliográfica
Citações

SCOPUS
Total de trabalhos:3
Total de citações:3
Morioka, L.R.I.  Data: 01/11/2015

Artigos completos publicados em periódicos

1.
MORIOKA, L. R. I.2018MORIOKA, L. R. I.; KOGA, E. C. ; SUGUIMOTO, H. H. . Development and evaluation of freeze-dried milk powder with low lactose content. ACTA ALIMENTARIA, v. 47, p. 283-290, 2018.

2.
VIANA, C. S.2018VIANA, C. S. ; PEDRINHO, D. R. ; MORIOKA, L. R. I. ; SUGUIMOTO, H. H. . Determination of Cell Permeabilization and Beta-Galactosidase Extraction from Aspergillus oryzae CCT 0977 Grown in Cheese Whey. INTERNATIONAL JOURNAL OF CHEMICAL ENGINEERING, v. 2018, p. 1-6, 2018.

3.
SUGUIMOTO, H. H.2017SUGUIMOTO, H. H. ; COLOGNESI, G. O. ; PEDRINHO, D. R. ; MORIOKA, L. R. I. ; GARCIA, S. . Fermentation of deproteinized cheese whey by Saccharomyces fragilis IZ 275 for ethanol production on pilot scale. AFRICAN JOURNAL OF BIOTECHNOLOGY, v. 16, p. 2043-2049, 2017.

4.
BOSSO, A.2016BOSSO, A. ; MORIOKA, L. R. I. ; SANTOS, L. F. ; SUGUIMOTO, H. H. . Lactose hydrolysis potential and thermal stability of commercial β-galactosidase in UHT and skimmed milk. Ciência e Tecnologia de Alimentos (Online), v. 36, p. 159-165, 2016.

5.
MORIOKA, L. R. I.2016MORIOKA, L. R. I.; COLOGNESI, G. O. ; SUGUIMOTO, H. H. . Permeabilization of Saccharomyces fragilis IZ 275 cells with ethanol to obtain a biocatalyst with lactose hydrolysis capacity. Acta Scientiarum. Biological Sciences (Online), v. 38, p. 149-155, 2016.

6.
APLEVICZ, KRISCHINA SINGER2015APLEVICZ, KRISCHINA SINGER ; SILVA, TIAGO DA ; MORIOKA, LUIZ RODRIGO ITO ; SANT´ANNA, ERNANI SEBASTIÃO ; TORRES, REGINA COELI DE OLIVEIRA . STUDY OF FERMENTATION GROWTH KINETICS AND SURVIVAL AFTER FREEZING AND LYOPHILIZATION OF MICROORGANISMS ISOLATED FROM BRAZILIAN GRAPE SOURDOUGH. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, v. 13, p. 270/1-283, 2015.

7.
MATOS, ÂNGELO PAGGI2015MATOS, ÂNGELO PAGGI ; FERREIRA, WERUSKA BRASILEIRO ; DE OLIVEIRA TORRES, REGINA COELI ; MORIOKA, LUIZ RODRIGO ITO ; CANELLA, MARIA HELENA MACHADO ; ROTTA, JEFFERSON ; DA SILVA, TIAGO ; MOECKE, ELISA HELENA SIEGEL ; SANT?ANNA, ERNANI SEBASTIÃO . Optimization of biomass production of Chlorella vulgaris grown in desalination concentrate. Journal of Applied Phycology, v. 27, p. 1473-1483, 2015.

8.
MATOS, A. P.2014MATOS, A. P. ; SILVA, T. ; MORIOKA, L. R. I. ; ROTTA, J. ; MOECKE, E. H. S. ; SANTANNA, E. S. . Heterotrophic/Mixotrophic/Autotrophic Cultivation of Chlorella vulgaris on Desalination Concentrate. Revista Facultad Nacional de Agronomia, v. 67, p. 955-957, 2014.

9.
MATOS, A. P.2014MATOS, A. P. ; TORRES, R. C. O. ; MORIOKA, L. R. I. ; MOECKE, E. H. S. ; FRANCA, K. B. ; SANTANNA, E. S. . Growing Chlorella vulgaris in Photobioreactor by Continuous Process Using Concentrated Desalination: Effect of Dilution Rate on Biochemical Composition. International Journal of Chemical Engineering, v. 2014, p. 1-6, 2014.

10.
MATOS, ÂNGELO PAGGI2014MATOS, ÂNGELO PAGGI ; MORIOKA, LUIZ RODRIGO ITO ; SANT'ANNA, ERNANI SEBASTIÃO ; FRANÇA, KEPLER BORGES . Teores de proteínas e lipídeos de Chlorella sp. cultivada em concentrado de dessalinização residual. Ciência Rural (UFSM. Impresso), v. 00, p. 00-00, 2014.

11.
MORIOKA, L. R. I.;MORIOKA, LUIZ RODRIGO ITO;MORIOKA, LUIZ RODRIGO;MARIOKA, LUIZ RODRIGO ITO2014 MORIOKA, L. R. I.; MATOS, A. P. ; OLIVO, G. ; SANTANNA, E. S. . Floculação de Chlorella sp. produzida em concentrado de dessalinização e estudo de método de extração de lipídeos intracelulares. Química Nova (Impresso), v. 37, p. 44-49, 2014.

12.
BORSARI, R. R. J.2007 BORSARI, R. R. J. ; MORIOKA, L. R. I. ; RIBEIRO, M. L. L. ; BUZATO, J. B. ; PINOTTI, M. H. P. . Crescimento mixotrófico de Nostoc sp. Glucose, sacarose e melaço de cana-de-açúcar foram testados como substratos para produção de biomassa e ficobiliproteinas. Acta Scientiarum. Biological Sciences (Impresso), v. 29, p. 09, 2007.

13.
MORIOKA, L. R. I.;MORIOKA, LUIZ RODRIGO ITO;MORIOKA, LUIZ RODRIGO;MARIOKA, LUIZ RODRIGO ITO2006 MORIOKA, L. R. I.; FURLANETO, M. C. ; BOGAS, A. C. ; POMPERMAYER, P. ; DUARTE, R. T. D. ; VIEIRA, M. L. C. ; WATANABE, M. A. E. ; FUNGARO, M. H. P. . Efficient Genetic Transformation System for the Ochratoxigenic Fungus Aspergillus carbonarius. Current Microbiology (Print), v. 52, p. 469-472, 2006.

14.
LUNARDI, L. U.2006 LUNARDI, L. U. ; FIER, C. B. ; ASHIKAGA, F. Y. ; MORIOKA, L. R. I. ; FUNGARO, M. H. P. . Obtenção de mutantes de Aspergillus carbonarius via transformação genética mediada por Agrobacterium tumefaciens. Semina. Ciências Biológicas e da Saúde (Impresso) (Cessou em 2001), v. 27, p. 95, 2006.

15.
BORSARI, R. R. J.1999BORSARI, R. R. J. ; MORIOKA, L. R. I. ; RIBEIRO, M. L. L. ; PINOTTI, M. H. P. . Cultivo de Nostoc SP em diferentes luminosidades para produção de biomassa e ficobiliproteínas. Semina. Ciências Biológicas e da Saúde (Impresso) (Cessou em 2001), Ci. Biol. Saúde. Londrina-PR, v. 20, n.número 2, p. 67, 1999.

Capítulos de livros publicados
1.
MORIOKA, L. R. I.; COLOGNESI, G. O. ; SUGUIMOTO, H. H. . Obtaining biocatalysts by cell permeabilization of Saccharomyces fragilis IZ 275 with lactose hydrolysis capacity. In: Alan Mario Zuffo; Fábio Steiner; Jorge González Aguilera. (Org.). Impactos das Tecnologias nas Ciências Agrárias e Multidisciplinar 2. 1ed.Ponta Grossa: Atena Editora, 2018, v. 2, p. 64-74.

2.
FUNGARO, M. H. P. ; IAMANAKA, B. ; FIER, C. B. ; SARTORI, D. ; HIROOKA, E. Y. ; ONO, E. Y. S. ; PAULA, F. M. ; FERRACIN, L. M. ; LUNARDI, L. U. ; MORELLO, L. G. ; MORIOKA, L. R. I. ; FURLANETO, M. C. ; MATA, M. M. ; MAGNANI, M. . Métodos moleculares para detecção de fungos ocratoxigênicos em café. In: Leonor Costa Maia; Elaine Malosso; Adriana Mayumi Yano-Melo. (Org.). Micologia: avanços no conhecimento. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2007, v. , p. 297-305.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
MORIOKA, LUIZ RODRIGO ITO; GONÇALVES, CIBELY MARIA ; LUCATTO, MAYARA KAROLINE ; SUGUIMOTO, HÉLIO HIROSHI . Permeabilização Celular de Saccharomyces fragilis IZ 275 com Etanol por Metodologia de Superfície e Resposta. In: V Simpósio de Bioquímica e Biotecnologia, 2015, Londrina. Anais do V Simpósio de Bioquímica e Biotecnologia. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2015. p. 71.

2.
MORIOKA, L. R. I.; BORSARI, R. R. J. ; PINOTTI, M. H. P. ; RIBEIRO, M. L. L. . Crescimento Mixotrófico de Nostoc sp em Melaço de cana-de-açúcar e Sacarose para a Produção de Ficobiliproteínas. In: III Mostra Acadêmica de Trabalhos de Agronomia (MATA)., 1999, Londrina-PR. III Mostra Acadêmica de Trabalhos de Agronomia. Londrina-PR: Editora da Universidade Estadual de Londrina, 1999. p. 127-127.

3.
MORIOKA, L. R. I.; FRANCISCO, I. A. ; TAKAGUI, M. T. ; PINOTTI, M. H. P. . Extração e Purificação das Ficobiliproteínas da Cianobactéria Phormidium sp. In: VII Encontro Anual de Iniciação Científica, 1998, Maringá-PR. Anais do VII Encontro Anual de Iniciação Científica. Maringá-PR: Editora da Universidade Estadual de Maringá, 1998. p. 238-238.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
MATOS, A. P. ; MORIOKA, L. R. I. ; SANTANNA, E. S. . Cultivation of Chlorella sp. in photobioreactor by continuous process using a culture medium based on concentrated desalination.. In: The second International conference on Algal Biomass, Biofuels & Bioproducts., 2012, San Diego. Anais, 2012. v. 1. p. 1-1.

2.
APLEVICZ, K. S. ; SANTANNA, E. S. ; CANELLA, M. H. ; SILVA, T. ; MORIOKA, L. R. I. ; TORRES, R. C. O. . Evaluation of fermentation kinetics of microrganisms isolated from grape sourdough. In: 16th IUFOST World Congress of Food Science and Technology, 2012, Foz do Iguaçu. 16th IUFOST World Congress of Food Science and Technology, 2012.

3.
MATOS, A. P. ; FRANCA, K. B. ; MORIOKA, L. R. I. ; SANTANNA, E. S. . Potencialidades de Chlorella vulgaris cultivada em meio a base de concentrado de dessalinização. In: XIX Jornadas de Jóvenes Investigadores, 2011, Ciudad del Este. Ciencia en el bicentenario de los pueblos latinoamericanos.. Ciudad del Este: Ediciones UNE, 2011. v. 1. p. 309-309.

4.
BORSARI, R. R. J. ; MORIOKA, L. R. I. ; RIBEIRO, M. L. L. ; PINOTTI, M. H. P. . Efeito de Diferentes Luminosidades no Crescimento da Microalga Nostoc sp em Meio Mineral. In: I Encontro Paranaense de Microbiologia, 2000, Londrina-PR. Anais do I Encontro Paranaense de Microbiologia. Londrina-PR: Editora da Universidade Estadual de Londrina, 2000. p. 72-72.

5.
MORIOKA, L. R. I.; BORSARI, R. R. J. ; PINOTTI, M. H. P. ; RIBEIRO, M. L. L. . Obtenção de Ficobiliproteínas por Nostoc sp em Diferentes Substratos Orgânicos e Luminosidades. In: I Encontro Paranaense de Microbiologia, 2000, Londrina-PR. Anais do I Encontro Paranaense de Microbiologia. Londrina-PR: Editora da Universidade Estadual de Londrina, 2000. p. 75-75.

6.
MORIOKA, L. R. I.; BORSARI, R. R. J. ; PINOTTI, M. H. P. ; RIBEIRO, M. L. L. . Cultivo de Nostoc sp em Glucose e Sacarose para Produção de Ficobiliproteínas. In: IX Encontro Anual de Iniciação Científica, 2000, Londrina-PR. Anais do IX Encontro Anual de Iniciação Científica. Londrina-PR: Editora da Universidade estadual de Londrina, 2000. v. 2. p. 227-228.

7.
MORIOKA, L. R. I.; BORSARI, R. R. J. ; PINOTTI, M. H. P. ; BUZATO, J. B. ; RIBEIRO, M. L. L. . Cultivo de Nostoc sp em Fermentação Contínua para Produção de Ficobiliproteínas. In: I Encontro Paranaense de Microbiologia, 2000, Londrina-PR. Anais do I Encontro Paranaense de Microbiologia. Londrina-PR: Editora da Universidade Estadual de Londrina, 2000. p. 80-80.

8.
PINOTTI, M. H. P. ; RIBEIRO, M. L. L. ; MORIOKA, L. R. I. ; BORSARI, R. R. J. . Cultivo mixotrófico de Nostoc sp em glucose e acetato. In: XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999, Salvador. Anais do XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999.

Artigos aceitos para publicação
1.
MATOS, A. P. ; FERREIRA, WERUSKA BRASILEIRO ; MORIOKA, L. R. I. ; MOECKE, E. H. S. ; FRANÇA, KEPLER BORGES ; SANTANNA, E. S. . Cultivation of Chlorella vulgaris in medium supplemented with desalination concentrate grown in a pilot-scale open raceway. BRAZILIAN JOURNAL OF CHEMICAL ENGINEERING, 2018.

Apresentações de Trabalho
1.
MORIOKA, L. R. I.. Determinação da atividade enzimática da beta-galactosidase. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
MORIOKA, L. R. I.. Determinação da hidrólise da lactose do leite. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

3.
MATOS, A. P. ; MORIOKA, L. R. I. ; SANTANNA, E. S. . Estudo das potencialidades do uso de microalgas na indústria de alimentos.. 2012. (Apresentação de Trabalho/Outra).

4.
MATOS, A. P. ; FRANCA, K. B. ; MORIOKA, L. R. I. ; SANTANNA, E. S. . Cultivation of Chlorella sp. in photobioreactor by continuous process using a culture medium based on concentrated desalination.. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

5.
MORIOKA, L. R. I.; SILVA, T. ; SANTANNA, E. S. . Composição de ácidos graxos da microalga Chlorella sp. cultivada em concentrado de dessalinização. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

6.
APLEVICZ, K. S. ; CANELLA, M. H. ; MORIOKA, L. R. I. ; SANTANNA, E. S. . Evaluation of fermentation kinetics of microrganisms isolated from grape sourdough. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

7.
GLIELMO, M. L. D. ; MORIOKA, L. R. I. ; QUINTANA, L. R. ; LIRA, L. N. ; QUADROS, C. P. ; BENIZIO, E. E. C. ; BUENO, L. A. ; FONSECA, F. ; MARQUES, D. . Uso de Imobilizados Probióticos em Processo de Fermentação Semi-contínuo de Bebida Probiótica de Limão. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

8.
MATOS, A. P. ; MORIOKA, L. R. I. ; TORRES, R. C. O. ; SANTANNA, E. S. . Potencialidades de Chlorella vulgaris cultivada em meio a base de concentrado de dessalinização.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

9.
FUNGARO, M. H. P. ; MORIOKA, L. R. I. ; DUARTE, R. T. D. ; FURLANETO, M. C. . Agrobacterium tumefaciens-mediated genetic transformation of Aspergillus carbonarius. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

10.
MORIOKA, L. R. I.; DUARTE, R. T. D. ; POMPERMAYER, P. ; BOGAS, A. C. ; MATA, M. M. ; FURLANETO, M. C. ; FUNGARO, M. H. P. . Transformação genética de Aspergillus carbonarius madiada por Agrobacterium tumefaciens. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

11.
MATA, M. M. ; MORIOKA, L. R. I. ; FURLANETO, M. C. ; FUNGARO, M. H. P. . Transformação genética de Aspergillus ochraceus mediada por Agrobacterium tumefaciens. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

12.
MORIOKA, L. R. I.. Cultivo de Nostoc sp em diferentes tipos de fermentação para a produção de biomassa e ficobiliproteínas. 2001. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

13.
MORIOKA, L. R. I.; BORSARI, R. R. J. ; PINOTTI, M. H. P. . Cultivo de Nostoc sp em glucose e sacarose para produção de ficobiliproteínas. 2000. (Apresentação de Trabalho/Outra).

14.
MORIOKA, L. R. I.; BORSARI, R. R. J. ; PINOTTI, M. H. P. ; BUZATO, J. B. ; RIBEIRO, M. L. L. . Cultivo de Nostoc sp em fermentação Contínua para produção de Ficobiliproteínas. 2000. (Apresentação de Trabalho/Outra).

15.
MORIOKA, L. R. I.; BORSARI, R. R. J. ; PINOTTI, M. H. P. ; RIBEIRO, M. L. L. . Obtenção de ficobiliproteínas por Nostoc sp em diferentes substratos orgânicos e luminosidades. 2000. (Apresentação de Trabalho/Outra).

16.
BORSARI, R. R. J. ; MORIOKA, L. R. I. ; RIBEIRO, M. L. L. ; PINOTTI, M. H. P. . Efeito de diferentes luminosidades no crescimento da microalga Nostoc sp em mineral. 2000. (Apresentação de Trabalho/Outra).

17.
PINOTTI, M. H. P. ; RIBEIRO, M. L. L. ; MORIOKA, L. R. I. ; BORSARI, R. R. J. . Cultivo de Nostoc sp em sacarose e melaço de cana-deaçúcar para produção de ficobiliproteínas. 2000. (Apresentação de Trabalho/Outra).

18.
MORIOKA, L. R. I.. Crescimento mixotrófico de Nostoc sp em melaço de cana-de-açúcar e sacarose para a produção de ficobiliproteínas. 1999. (Apresentação de Trabalho/Outra).


Demais tipos de produção técnica
1.
MORIOKA, L. R. I.; SUGUIMOTO, H. H. . Determinação da hidrólise da lactose do leite. 2015. .



Patentes e registros



Patente

A Confirmação do status de um pedido de patentes poderá ser solicitada à Diretoria de Patentes (DIRPA) por meio de uma Certidão de atos relativos aos processos
1.
 SUGUIMOTO, H. H. ; MORIOKA, L. R. I. . Cerveja Artesanal à Base de soro de Queijo e Processo para Preparação. 2016, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020160307554, título: "Cerveja Artesanal à Base de soro de Queijo e Processo para Preparação" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 28/12/2016



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
SUGUIMOTO, H. H.; MORIOKA, L. R. I.; ROIG, S. M.. Participação em banca de Érika de Pádua Alves. Avaliação da produção de etanol e beta-galactosidase por diferentes cepas de leveduras cultivada em soro de queijo. 2018. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

2.
SUGUIMOTO, H. H.; MORIOKA, L. R. I.; BOSSO, A.. Participação em banca de Caroline dos Santos Viana Silva. Produção e extração de beta-galactosidase de Aspergillus oryzae cultivado em soro de queijo. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

3.
SUGUIMOTO, H. H.; SOUZA, C. H. B.; MORIOKA, L. R. I.. Participação em banca de Evelyn Caroline Koga. Desenvolvimento a avaliação de leite em pó obtido por liofilização com baixo teor de lactose. 2015. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

Qualificações de Mestrado
1.
SUGUIMOTO, H. H.; ALEGRO, L. C. A.; MORIOKA, L. R. I.. Participação em banca de Ana Caroline Iglecias Setti. Extração e caracterização da beta-galactosidase produzida por Saccharomyces fragilis IZ 275 cultivada em soro de queijo. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

2.
SUGUIMOTO, H. H.; MORIOKA, L. R. I.; MARQEUS, J. B. S.. Participação em banca de Maicon Jhonatan Bueno do Amaral Santos. Produção da B-galactosidase por Chlorella vulgaris cultivada em soro de queijo. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

3.
MORIOKA, L. R. I.; SUGUIMOTO, H. H.; UENO, C. T.. Participação em banca de Carla Iglesias. Células permeabilizadas de Kluyveromyces marxianus CCT 3172 cultivada em soro de queijo com potencial para hidrólise da lactose. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

4.
SOUZA, C. H. B.; LUDOVICO, A.; MORIOKA, L. R. I.. Participação em banca de Flávia Maronesi. Sorvete funcional de beterraba utilizando gordura de palma e inulina: desenvolvimento a avaliação das características físico-químicas do produto. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

5.
SUGUIMOTO, H. H.; MORIOKA, L. R. I.; ADONA, P. R.. Participação em banca de Érika de Pádua Alves. Avaliação da produção de etanol e beta-galactosidase por diferentes cepas de levedura cultivado em soro de queijo. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

6.
SUGUIMOTO, H. H.; MORIOKA, L. R. I.; PAIAO, F. G.. Participação em banca de Caroline dos Santos Viana Silva. Produção de enzima B-galactosidase de Aspergillus oryzae em meio com soro de queijo. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

7.
GOMEZ, R. J. H. C.; MORIOKA, L. R. I.; COSTA, G. A. N.. Participação em banca de Emely Osti Zanon. Desenvolvimento de um creme à base de proteína de soro de leite e B-glucana. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

8.
SUGUIMOTO, H. H.; GOMEZ, R. J. H. C.; MORIOKA, L. R. I.. Participação em banca de Geyci de Oliveira Colognesi. Produção de etanol em escala piloto a partir da fermentação dos soro de queijo concentrado. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
SUGUIMOTO, H. H.; MORIOKA, L. R. I.; ULATE, B. V.. Participação em banca de Cibely Maria Gonçalves e Mayara Karoline Lucatto.Determinação da atividade enzimática de B-galactosidase obtida da fermentação do soro de queijo por Saccharomyces fragilis IZ 275. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Nutrição) - Universidade Norte do Paraná.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Outras participações
1.
MORIOKA, L. R. I.; CASTRO, F. A. B.; OLIVEIRA, R. F.. 7º Seminário de Iniciação Científica. 2016. Universidade Norte do Paraná.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
III Congresso Paranaense de Microbiologia. Percentage of lactose hydrolysis by beta-galactosidase obtained from the cell extraction of Saccharomyces fragilis IZ 275 by ultrasound. 2018. (Congresso).

2.
III Congresso Paranaense de Microbiologia. Comparison of different concentrations of beta-galactosidase enzyme in the percentage of lactose hydrolysis. 2018. (Congresso).

3.
XIII ENZITEC - Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática.Evaluation of the hydrolysis of lactose by the beta-galactosidaseof Saccharomyces fragilis IZ 275 obtained by the ultrasonic method. 2018. (Seminário).

4.
XIII ENZITEC - Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática.Beta-galactosidase extraction of Saccharomyces fragilis IZ 275 utilizing by response surface methodology. 2018. (Seminário).

5.
XIII ENZITEC - Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática.Evaluation of beta-galactosidase activity from Saccharomyces fragilis IZ 275 extracted by the ultrasonic method. 2018. (Seminário).

6.
XIII ENZITEC - Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática.Hydrolysis of lactose using beta-galactosidase from Saccharomyces fragilis IZ 275. 2018. (Seminário).

7.
12º Simpósio Latino Americano de Ciência de Alimentos - SLACA.Influência da Composição do Meio de Fermentação na Obtenção da Enzima Β-Galactosidase. 2017. (Simpósio).

8.
12º Simpósio Latino Americano de Ciência de Alimentos - SLACA.Avaliação do Efeito da Hidrólise da Lactose em Iogurte Comercial. 2017. (Simpósio).

9.
12º Simpósio Latino Americano de Ciência de Alimentos - SLACA.Composição Bioquímica das Microalgas Chlorella vulgaris e Scnedesmus obliquus Cultivadas em Soro de Queijo. 2017. (Simpósio).

10.
12º Simpósio Latino Americano de Ciência de Alimentos - SLACA.Variabilidade Genética de Leveduras Produtoras de Etanol a Partir de Lactose. 2017. (Simpósio).

11.
Associação Brasileira de Incentivo à Ciência - ABRIC.Hidrólise da lactose do leite a partir da enzima beta-galactosidase obtida através de extração e permeabilização de células de Saccharomyces fragilis IZ 275. 2017. (Outra).

12.
Minas Láctea. Otimização da permeabilização de beta-galactosidase produzida pela levedura Kluyveromyces marxianus CCT 3172. 2017. (Congresso).

13.
Minas Láctea. Produção de etanol por leveduras a partir do soro de queijo. 2017. (Congresso).

14.
Mostratec.Hidrólise da lactose do leite a partir da enzima beta-galactosidase obtida através de extração e permeabilização de células de Saccharomyces fragilis IZ 275. 2017. (Outra).

15.
Simpósio Interativa de Tecnologia e Ciências.Ciências Biológicas e Agrárias. 2017. (Simpósio).

16.
VI Simpósio de Bioquímica e Biotecnologia.Produção de beta-galactosidase de Aspergillus oryzae em meio de fermentação contendo soro de queijo. 2017. (Simpósio).

17.
VI Simpósio de Bioquímica e Biotecnologia.Alterações nos níveis de glicose por tratamento térmico em leite UHT com lactose hidrolisada. 2017. (Simpósio).

18.
VI Simpósio de Bioquímica e Biotecnologia.Utilização do soro de queijo para produção de β-galactosidase utilizando Kluyveromyces marxianus CCT 3172. 2017. (Simpósio).

19.
VI Simpósio de Bioquímica e Biotecnologia.Produção de β-galactosidase por Kluyveromyces marxianus CCT 3172 utilizando diferentes meios de fermentação. 2017. (Simpósio).

20.
VI Simpósio de Bioquímica e Biotecnologia.Caracterização enzimática da beta-galactosidase de Aspergillus oryzae CCT 0977. 2017. (Simpósio).

21.
XI versión del Congreso Iberoamericano de Ingeniería de Alimentos. Determinación del mejor Tiempo de Hidrólisis de la Lactosa a Partir de Beta-Galactosidasa Microencapsulada en Alginato de Sodio. 2017. (Congresso).

22.
19º Encontro de Atividades Científicas.CARACTERIZAÇÃO DA ENZIMA BETA-GALACTOSIDASE DE ASPERGILLUS ORYZAE EM MEIO COM SORO DE QUEIJO. 2016. (Encontro).

23.
19º Encontro de Atividades Científicas.CARACTERIZAÇÃO DA ATIVIDADE ENZIMÁTICA DA B-GALACTOSIDASE EXTRAÍDA DE SACCHAROMYCES FRAGILIS IZ 275. 2016. (Encontro).

24.
19º Encontro de Atividades Científicas.PRODUÇÃO DE BETA-GALACTOSIDASE DE ASPERGILLUS ORYZAE EM MEIO COM SORO DE QUEIJO. 2016. (Encontro).

25.
19º Encontro de Atividades Científicas.OTIMIZAÇÃO DA EXTRAÇÃO DE BETA-GALACTOSIDASE PRODUZIDA PELA LEVEDURA KLUYVEROMYCES MARXIANUS CCT 3172. 2016. (Encontro).

26.
II Congresso Paranaense de Microbiologia. Permeabilization of Saccharomyces fragilis IZ 275 cells with ethanol to obtain a biocatalyst with lactose hydrolysis capcity. 2016. (Congresso).

27.
II Congresso Paranaense de Microbiologia. Otimização de meio de cultivo para a produção de biomassa e B-galactosidase por Aspergillus oryzae. 2016. (Congresso).

28.
Palestra UNOPAR.Advances and Perspectives in Dairy Probiotic Research. 2016. (Outra).

29.
Palestra UNOPAR.Protocols for Studying Probiotics Properties. 2016. (Outra).

30.
Simpósio Interativa de Tecnologia e Ciências.Ciências Biológicas e Agrárias. 2016. (Simpósio).

31.
18º Encontro de Atividades Científicas.Determinação da atividade enzimática de beta-galactosidase obtida da fermentação do soro de queijo por Sacharomyces fragilis IZ 275. 2015. (Encontro).

32.
18º Encontro de Atividades Científicas.Efeito da hidrólise da lactose no crescimento e produção de etanol por Sacharomyces fragilis. 2015. (Encontro).

33.
18º Encontro de Atividades Científicas.Escurecimento do leite com lactose hidrolisada em diferentes tempos e tratamentos térmicos. 2015. (Encontro).

34.
V Simpósio de Bioquímica e Biotecnologia-SIMBBTEC.Permeabilização celular de Saccharomyces fragillis IZ 275 com etanol por metodologia de superfície e resposta. 2015. (Seminário).

35.
IV Congresso Latino-Americano de Biotecnologia de Algas. Otimização do Processo de Floculação da Biomassa de MIcroalgas Produzida em Fotobiorreator Tubular Compacto para a Produção de Biocombustíveis. 2013. (Congresso).

36.
MICROAL 2012. Freeze-Drying of Lactic Acid Bacteria and Yeast Isolated from Grape Sourdough. 2012. (Congresso).

37.
AGRINORDESTE. 2010. (Outra).

38.
Processos Biotecnológicos: APLs e Agronegócio: em busca de sinergia. 2006. (Outra).

39.
XXIII Congresso Brasileiro de Microbiologia. Transformação genética de Aspergillus carbonarius por Agrobacterium tumefaciens. 2005. (Congresso).

40.
VII Encontro Paranaense de Genética. 2004. (Encontro).

41.
1° Seminário de Biodiesel do Estado do Paraná. 2003. (Seminário).

42.
III Seminário de Integração Científica do Departamento de Bioqímica.Cultivo de Nostoc sp em diferentes tipos de fermentação para a produção de biomassa e ficobiliproteínas. 2001. (Seminário).

43.
8ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisadores Nikkeis - SBPN.Cultivo de Nostoc sp em sacarose e melaço e cana-de-áçucar para produção de ficobiliproteínas. 2000. (Outra).

44.
I Encontro Paranaense de Microbiologia.Cultivo de Nostoc sp em Fermentação Contínua para Produção de Ficobiliproteínas. 2000. (Encontro).

45.
I Encontro Paranaense de Microbiologia.Obtenção de Ficobiliproteínas por Nostoc sp em Diferentes Substratos Orgânicos e Luminosidades. 2000. (Encontro).

46.
I Encontro Paranaense de Microbiologia.Efeito de Diferentes Luminosidades no Crescimento da Microalga Nostoc sp em Meio Mineral. 2000. (Encontro).

47.
III Congresso Londrinense de Biologia Aplicada à Saúde. 2000. (Congresso).

48.
IX Encontro Anual de Iniciação Científica.Cultivo de Nostoc sp em Glucose e Sacarose para Produção de Ficobiliproteínas. 2000. (Encontro).

49.
Seminários do Departamento de Bioquímica. 2000. (Seminário).

50.
II Congresso Londrinense de Biologia Aplicada à Saúde. 1999. (Congresso).

51.
III Mostra Acadêmica de Trabalhos de Agronomia.Crescimento Mixotrófico de Nostoc sp em Melaço de cana-de-açúcar e Sacarose Para a Produção de Ficobiliproteínas. 1999. (Outra).

52.
XX Congresso Brasileiro de Microbiologia. Cultivo Mixotrófico de Nostoc sp em glucose e acetato. 1999. (Congresso).

53.
VII Encontro Anual de Iniciação Científica.Extração e Purificação das Ficobiliproteínas da Cianobactéria Phormidium sp. 1998. (Encontro).

54.
Seminário de Apresentação das Monografias dos Alunos do Curso de Ciências Biológicas. 1996. (Seminário).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Dissertação de mestrado
1.
Ariane Bachega. Microcápsulas de alginato de sódio com soro de queijo e seu efeito sobre a atividade da beta-galactosidase.. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná. (Orientador).

2.
Carla Iglesias. Produção da enzima beta-galactosidase de Saccharomyces fragilis. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia do Leite) - Universidade Norte do Paraná. (Orientador).

Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Cibely Maria Gonçalves e Mayara Karoline Lucatto. Determinação da atividade enzimática de beta-galactosidase obtida da fermentação do soro de queijo por Saccharomyces fragilis IZ 275. Início: 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Nutrição) - Universidade Norte do Paraná. (Orientador).



Inovação



Patente
1.
 SUGUIMOTO, H. H. ; MORIOKA, L. R. I. . Cerveja Artesanal à Base de soro de Queijo e Processo para Preparação. 2016, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020160307554, título: "Cerveja Artesanal à Base de soro de Queijo e Processo para Preparação" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 28/12/2016



Educação e Popularização de C & T



Apresentações de Trabalho
1.
MORIOKA, L. R. I.. Determinação da hidrólise da lactose do leite. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
MORIOKA, L. R. I.. Determinação da atividade enzimática da beta-galactosidase. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).


Cursos de curta duração ministrados
1.
MORIOKA, L. R. I.; SUGUIMOTO, H. H. . Determinação da hidrólise da lactose do leite. 2015. .



Outras informações relevantes


1) Nomeação para o 4º Processo Seletivo Simplificado/2013 - UNIOESTE, para contração de docente por tempo determinado de acordo com Edital nº 180/2013 - GRE.


2) Membro do Comitê Interno da UNOPAR de avaliação de projetos de pesquisa do programa PIBIC/PIBIT - CNPq/UNOPAR.



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