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Luis Eduardo Viveiros de Castro Possui Curso Técnico em Treinamento Esportivo (1999) pela Universidade Gama Filho, Especialização em Treinamento de Força (2001) pela Universidade Gama Filho, Graduação Plena e Bacharelado com enfâse em esporte em Educação Física (2002) pela Universidade Gama Filho. Mestrado em Educação Física na área de Fisiologia do Exercício pela Universidade Gama Filho (2006). Coordenador Científico da Missão Brasileira nos Jogos Pan-americanos Rio 2007. Coordenador Científico da Missão Brasileira durante os Jogos Olímpicos de Beijing 2008. Atuando desde 2006 como Coordenador da Área de Ciência do Esporte do Comitê Olímpico Brasileiro. Doutorando em Neurologia com concentração em Neurociências pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), 2010.
Última
atualização do currículo em 24/04/2011
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| Nome | Luis Eduardo Viveiros de Castro |
| Nome em citações bibliográficas | VIVEIROS, L. |
| Sexo | Masculino |
| Endereço profissional | Comitê Olímpico Brasileiro. Av das Americas 899 Barra da Tijuca 22631-050 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil Telefone: (021) 34335845 Fax: (021) 34335858 URL da Homepage: http://www.cob.org.br |
| 2010 | Doutorado em andamento em Doutorado em Neurologia
.
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Brasil. Título: Estimativa por representações matemáticas e computacionais da concentração de aminoácidos em neurônios do sistema nervoso central em resposta a aminoacidemia, Orientador: Luiz Claudio Cameron. Palavras-chave: modelagem matematica; respostas metabólicas; sistema nervoso central. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Clínica Médica / Especialidade: Neurologia. Setores de atividade: Atividades de atenção à saúde humana. |
| 2004 - 2006 | Mestrado em Educação Física
.
Universidade Gama Filho, UGF, Brasil. Título: Efeitos agudos e agudos tardios no treinamento da flexibilidade: influência da duração do estímulo e respostas cardiovasculares, Ano de Obtenção: 2006. Orientador: Paulo de Tarso Veras Farinatti.
Palavras-chave: alongamento; pressão arterial; tempo de tensão; Saúde. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física. Setores de atividade: Cuidado À Saúde das Pessoas. |
| 2000 - 2001 | Especialização em Treinamento de Força
.
Universidade Gama Filho, UGF, Brasil. Título: Treinamento da flexibilidade e seus componentes metodológicos. Orientador: Roberto Simão. |
| 2000 - 2002 | Graduação em Graduação Plena e Bacharelado em Educação Física
.
Universidade Gama Filho, UGF, Brasil. Título: Treinamento da Flexibilidade e suas Variações. Orientador: Roberto Simão. |
| 1998 - 1999 | Curso técnico/profissionalizante em Curso Superior em Treinamento Físico
.
Universidade Gama Filho, UGF, Brasil. |
| Comitê Olímpico Brasileiro, COB, Brasil. |
| Vínculo institucional |
| 2006 - Atual | Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Coordenador da Área de Ciência do Esporte, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva. |
| Outras informações | Coordenação e fomento de atividades para o desenvolvimento da ciência do esporte nacional. |
| Atividades |
| 2009 - Atual | Atividades de Participação em Projeto, Ciência do Esporte, . |
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Projetos de pesquisa Laboratório Olímpico Projeto de atendimento Bioquímico a Confederação Brasileira de Vela |
| 2008 - Atual | Atividades de Participação em Projeto, Ciência do Esporte, . |
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Projetos de pesquisa Programa de preparação dos atletas brasileiros para adaptação as condições ambientais dos Jogos olímpicos de Beijing 2008 Monitoramento do treinamento em atletas de Tae-kwon-do |
| 2007 - Atual | Pesquisa e desenvolvimento , Ciência do Esporte, . |
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Linhas de pesquisa Aplicações científicas no Esporte de Alto Rendimento |
| 2006 - Atual | Atividades de Participação em Projeto, Ciência do Esporte, . |
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Projetos de pesquisa Monitoramento bioquímico do treinamento de atletas da Seleção Brasileira Feminina de Basquetebol |
| 2008 - 2008 | Atividades de Participação em Projeto, Ciência do Esporte, . |
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Projetos de pesquisa Análises Biomecânicas do Atletismo Brasileiro: Preparação para os Jogos Olímpicos de Beijing 2008 |
| Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil. |
| Vínculo institucional |
| 2003 - 2007 | Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: pesquisador, Carga horária: 4 |
| Outras informações | Grupo de pesquisa do laboratório Labsau; linha de pesquisa em flexibilidade |
| Atividades |
| 02/2003 - 06/2007 | Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Educação Física e Desporto, . |
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Linhas de pesquisa Treinamento da Flexibilidade e suas variáveis |
| Universidade Gama Filho, UGF, Brasil. |
| Vínculo institucional |
| 2002 - 2008 | Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: professor de pós graduação latu senso |
| Outras informações | Professor nas disciplinas de treinamento de força, flexibilidade e metodologia da pesquisa. Atuando também como orientador nos trabalhos de monografia. |
| 1. | Treinamento da Flexibilidade e suas variáveis |
| Objetivos: Investigar as respostas mecânicas e cardiovasculares agudas e crônicas ao treinamento de flexibilidade.. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física. Setores de atividade: Saúde Humana. Palavras-chave: alongamento; respostas cardiovasculares; Saúde. |
| 2. | Aplicações científicas no Esporte de Alto Rendimento |
| 2009 - Atual | Laboratório Olímpico |
| Descrição: O objetivo geral do projeto é a promoção de ações integradas de ciência e tecnologia visando o desenvolvimento do esporte nacional nos próximos dois Ciclos Olímpicos (2009 a 2016), de maneira a produzir e transferir conhecimento científico aos treinadores e seus atletas, bem como proporcionar a geração de recursos humanos qualificados.
Metodologia:
1. Programas de incentivo à pesquisa, objetivando fomentar a capacitação profissional e o desenvolvimento científico aplicado ao esporte através bolsas de estudo, ações de intercambio científico, utilização dos equipamentos e orientação científica;
2. Difusão e troca do conhecimento científico produzido pelo Laboratório e demais parceiros, através do incentivo à publicação de artigos, livros, manuais, apostilas, revistas, promoção de seminários, simpósios, encontros e grupos de estudo;
3. Criação e gerenciamento de bancos de dados, com a utilização de modelos matemáticos e interpretação estatística como forma de observar a evolução do desempenho atlético auxiliando a tomada de decisão. O banco de dados servirá ainda como modelo para o desenvolvimento de novas gerações de atletas;
4. Acompanhamento de treinamentos e avaliações em campo, para o levantamento específico das demandas junto a cada modalidade esportiva e posterior análise critica dos resultados das atividades desenvolvidas, permitindo um rápido ajuste das estratégias de ação.
5. Integracão com outros Laboratórios de Ciência do Esporte, em diferentes estados/regiões para auxiliar na difusão e aplicabilidade do conhecimento científico;
6. Intercâmbios científicos com outros Comitês Olímpicos Nacionais e Centros de Treinamento
7. Capacitar recursos humanos para desenvolver as ações previstas no Laboratório Olímpico;
8. Estruturar programas de avaliações e treinamento em conjunto com as Confederações Brasileiras;
9. Acompanhar de forma direta e contínua as equipes olímpicas de acordo com os programas definidos para cada modalidade;
10. Aco. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Integrantes: Antonio Carlos Silva - Integrante / Marcelo Saldanha Aoki - Integrante / Dante De Rose Junior - Integrante / Ricardo Machado Leite de Barros - Integrante / Luiz Claudio Cameron - Integrante / Antonio Carlos Gomes - Integrante / Sérgio Gregório - Integrante / Luis Eduardo Viveiros de Castro - Coordenador. . |
| 2009 - Atual | Projeto de atendimento Bioquímico a Confederação Brasileira de Vela |
| Descrição: O projeto possui o objetivo de avaliar, diagnosticar e orientar metabolicamente os atletas ligados a modalidade da vela, buscando desenvolver protocolos de avaliação metabólica individuais e/ou coletivos que possam servir aos atletas. Aproveitando ainda para corrijir erros alimentares e nutricionais que prejudiquem a performance metabólica dos mesmos. As metas principais a serem alcançadas são o diagnóstico da resposta metabólica em experimentos de campo, prescrever correções na dieta do atleta, correlacionando-a com o treinamento e com o desempenho. O protocolo de ensaio foi produzido através de cinco coletas, as duas coletas iniciais aconteceram em repouso após o desjejum e após o exercício, que seguiu o padrão de treino. A terceira e quarta antes e depois da segunda regata e a quinta após duas horas do termino da segunda regata. As coletas aqui descritas receberam a seguinte denominação:
Pré-Regata 1 (T1, 0 min); Pós-Regata 1 (T2, 30 min); Pré-Regata 2 (T3, 60 min); Pós-Regata 2 (T4, 90 min); Recuperação (T5, 210 min), os hábitos diários típicos de alimentação e treino foram mantidos. Antes da primeira regata o atleta ingeriu seu desjejum usual. Entre a primeira e segunda regatas o atleta ingeriu alimento a base de açai. Entre a segunda regata e recuperação o atleta almoçou. O sangue foi coletado em veia cubital alternadamente.
Foram medidos diferentes parâmetros em diferentes tempos de coleta de acordo com a necessidade estabelecidada (ácido aspártico; ácido glutâmico; ACTH; adenosina deaminase; alanina; alfa 1 glicoproteina acida; ALT; amonia; asparagina; AST; cálcio; capacidade de combinação do ferro; cistina; CK; CK MB; cloreto; coagulograma completo com TAP e TPP; cobre; corpos cetônicos; cortisol; cortisol livre; creatinina; desidrogenase glutamica; desidrogenase láctica; dihidrotestosterona; eletroforese de proteínas; eritropoetina; estradiol; estriol; estrona; fenilalanina; ferritina; ferro livre; fosfatase alcalina; fosfato; FSH; Gama GT; GH.. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Integrantes: Luiz Claudio Cameron - Coordenador / Luis Eduardo Viveiros de Castro - Integrante. . |
| 2008 - 2008 | Programa de preparação dos atletas brasileiros para adaptação as condições ambientais dos Jogos olímpicos de Beijing 2008 |
| Descrição: O projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de São Paulo pelo Centro de Excelência Esportiva (CENESP), visando a avaliação e acompanhamento dos atletas brasileiros durante os Jogos Olímpicos de Beijing 2008. O projeto contou com a coordenação do Dr. Antonio Carlos Silva (UNIFESP), Ms. Luis Viveiros (COB) e do Eps. Ricardo Avellar (ME).
Considerando as condições ambientais a serem enfrentadas durante os Jogos Olímpicos de Beijing 2008, o presente projeto teve como objetivo:
- Avaliar o grau de sensibilidade do sistema respiratório de todos os atletas brasileiros;
- Identificar aqueles com maior sprobabilidade de desenvolver os efeitos negativos secundários as condições atmosféricas da China;
- Fornecer equipamentos para o controle da resposta respiratória (peak flow meter), para aqueles com maior sensibilidade do sistema respiratório;
- Orientar o treinamento muscular inspiratório e fornecer equipamento (power breathe) para a sua execução;
- Fornecer orientação nutricional adequada para minimizar o risco do atleta desenvolver BIE;
- Reavaliar após 03 meses para verificar os efeitos do treinamento sugerido;
- Fornecer orientações aos atletas, por meio de palestras e folders, sobre as medidas preventivas e de controle da desidratação;
- Avaliar a qualidade do sono, por meio de quaestionário específico;
- Identificar aqueles com comprometimento da qualidade do sono;
- Orientar os atletas quanto a medidas profiláticas dos sintomas do Jet-Lag;
- Monitorar as condições ambientais durante os Jogos Olímpicos de Beijing 2008;
- Disponibilizar equipe de suporte: médico pneumologista, especialisata em ritmos biológicos, médico fisiologista, fisiologista.
O objetivo do projeto é observar as respostas fisiológias em relação a termorregulação, os efeitos do jet lag e das respostas cardiovasculares e hemodinamicas dos atletas.. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Integrantes: Antonio Carlos Silva - Coordenador / Luis Eduardo Viveiros de Castro - Integrante. Financiador(es): Ministério do Esportes - Auxílio financeiro.. |
| 2008 - 2008 | Análises Biomecânicas do Atletismo Brasileiro: Preparação para os Jogos Olímpicos de Beijing 2008 |
| Descrição: A partir da iniciativa do Comitê Olímpico Brasileiro, com o apoio da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o laboratório de Instrumentação para Biomecânica (LIB) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) pode realizar análises científicas dos atletas brasileiros. O objetivo principal desse projeto foi fornecer análises biomecânicas a comissão técnica da Seleção Brasileira de Atletismo, durante competições importantes do período preparatório para os Jogos Olímpicos de Beijing 2008. Os objetivos específicos foram:Análisar biomecanicamente o desempenho do atleta em situaçõa de treinamento e competição. Fornecer e discutir com a equipe técnica e ou com os atletas os dados técnicos coletados; Gerar um banco de dados técnicos de variáveis biomecânicas dos atletas de alto rendimento, que servirão como para futuras comparações dos padrões biomecânicos de performance da evolução do atleta; Gerar conhecimento científico novo e específico da modalidade, de maneira a ampliar nossos conhecimentos sobre biomecânica no esporte de rendimento.. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Graduação ( 4) / Mestrado acadêmico ( 1) . Integrantes: Ricardo Machado Leite de Barros - Coordenador / Luciano A Mercadante - Integrante / Milton S Misuta - Integrante / Luis Eduardo Viveiros de Castro - Integrante. Financiador(es): Comitê Olímpico Brasileiro - Auxílio financeiro.. |
| 2008 - Atual | Monitoramento do treinamento em atletas de Tae-kwon-do |
| Descrição: A complexa organização do processo do treinamento esportivo visa promover o desempenho máximo dos atletas. Reforçando a importância do treinamento, De La Rosa (2004) sugere que a maior parte dos casos de sucesso no esporte é diretamente proporcional à magnitude da carga de treinamento aplicada no processo de preparação. Este autor acredita que a condição ideal para maximizar o desempenho está vinculada à utilização de cargas máximas, visando o nível ótimo de adaptação do organismo. Excluindo-se a hereditaridade, um dos principais fatores determinantes na resposta do organismo ao exercício, é a carga de treinamento. Esta pode ser definida como a magnitude do estímulo que contribui para elevar, consolidar ou manter os níveis de preparação para o rendimento de atletas (De La Rosa, 2004). No contexto atual, a utilização de cargas máximas associada ao elevado número de competições e restrito tempo de recuperação, é imprescindível controlar a magnitude da carga de treinamento, a fim de evitar respostas deletérias (lesões, overtraining, decréscimo do desempenho, etc.). Atualmente, existem poucos estudos disponíveis sobre o monitoramento da carga de treinamento em atletas de Tae-kwon-do. O presente projeto visa monitorar a magnitude das cargas de treinamento durante a fase de preparação de atletas de elite praticantes de Tae-kwon-do. Este monitoramento será realizado através de marcadores bioquímicos, testes de campo e percepção subjetiva do esforço.. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Integrantes: Marcelo Saldanha Aoki - Coordenador / Alexandre Moreira - Integrante / Luis Eduardo Viveiros de Castro - Integrante. . |
| 2006 - Atual | Monitoramento bioquímico do treinamento de atletas da Seleção Brasileira Feminina de Basquetebol |
| Descrição: A proposta do monitoramento bioquímico do treinamento visa fornecer informações adicionais relacionadas às respostas orgânicas ao processo de treinamento. O modelo teórico da Sídrome de Adaptação Geral preconiza que o ajuste do organismo, tanto agudo quanto crônico, às cargas de treinamento que lhe são impostas, é dependente da produção de uma série de substâncias (hormônios, citocinas e metabólitos) que por sua vez são influenciadas pela magnitude do estímulo (VIRU, 1992; VIRU e VIRU, 2001). Portanto, seria esperado que a variação da carga de treinamento seja acompanhada de respostas correspondentes sobre a secreção dos hormônios (catecolaminas, cortisol, GH, testosterona, etc) e a produção de substâncias pelo metabolismo celular (lactato, amônia, etc). Partindo deste presuposto, a quantidade de hormônios/metabólitos liberada refletiria à reação do organismo ao estímulo do treinamento (VIRU, 1992; VIRU e VIRU, 2001). A primeira tentativa de relacionar sobrecarga do treinamento à resposta hormonal foi realizada em meados da década de 80. ADLERCREUTZ e colaboradores (1986) preconizaram que uma redução superior a 30% na relação testosterona para cortisol (razão testosterona:cortisol) após o treino seria um indicativo que o estímulo foi demasiadamente intenso2. A partir desta idéia inicial de relacionar a concentração de hormônios à sobrecarga do treinamento, diversos estudos foram realizados no sentido de avaliar o comportamento destes hormônios em diferentes situações (BOSCO, 2005). O presente projeto visa monitorar as respostas hormonais (cortisol e testosterona salivar) e imunológicas (IgA) de atletas da Seleção Brasileira Feminina de Basquetebol durante a fase de preparação e competição. Geralmente, as medidas hormonais são realizadas por meio de procedimentos invasivos tais como a obtenção de amostras de sangue (Tremblay & Chu, 2000). Para muitos indivíduos o procedimento de coleta de sangue per se é um estímulo estressor.. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Doutorado ( 1) . Integrantes: Marcelo Saldanha Aoki - Coordenador / Dante De Rose Junior - Integrante / João Nunes - Integrante / Luis Eduardo Viveiros de Castro - Integrante. Financiador(es): Comitê Olímpico Brasileiro - Auxílio financeiro.. |
| 2006 - Atual | Periódico: Revista Brasileira de Medicina do Esporte |
| 1. | Grande área: Ciências da
Saúde / Área: Educação Física. |
| 2. | Grande área: Ciências
Biológicas / Área: Fisiologia / Subárea: Fisiologia do Esforço. |
| 3. | Grande área: Ciências
Biológicas / Área: Bioquímica. |
| 4. | Grande área: Ciências
Biológicas / Área: Imunologia. |
| Inglês | Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente. |
| Produção bibliográfica |
| Artigos completos publicados em periódicos |
| 1. | GOMES, R. ; COUTTS, A. ; VIVEIROS, L. ; Aoki, MS . Physiological demands of match play in elite tennis.. European Journal of Sport Science , v. 11, p. 105-109, 2011. |
| 2. | Nunes, J ; Costa E ; VIVEIROS, L. ; Moreira, A ; Aoki, MS . Monitoramento da carga interna no basquetebol.. Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano (Impresso) , v. 13, p. 67-72, 2011. |
| 3. | COUTTS, A. ; GOMES, R. ; VIVEIROS, L. ; Aoki, MS . Monitoring training loads in elite tennis. Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano , v. 12, p. 217-220, 2010. |
| 4. | SIMAO, R. ; FARINATTI, P. T. V. ; POLITO, M. ; VIVEIROS, L. ; FLECK, S. J. . INFLUENCE OF EXERCISE ORDER ON THE NUMBER OF REPETITIONS PERFORMED AND PERCEIVED EXERTION DURING RESISTANCE EXERCISE IN WOMEN. Journal of Strength and Conditioning Research , v. 21, p. 23-28, 2007. |
| 5. | SIMAO, R. ; STEINBACH, C. ; Carceres JM ; VIVEIROS, L. ; Souto Maior A . Influência do intervalo entre series e exercícios no número de repetições e percepção subjetiva do esforço no treinamento de força. Fitness and Performance Journal , v. 5, p. 199-203, 2006. |
| 6. | VIVEIROS, L. ; POLITO, M. ; Nicolau Zeghbi ; BIACHINI, R. ; SPINA, R. ; SIMAO, R. . A influência aguda do exercício resistido na flexibilidade. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício , Rio de Janeiro, v. 03, p. 46-51, 2004. |
| 7. | VIVEIROS, L. ; POLITO, M. ; SIMAO, R. ; FARINATTI, P. T. V. . Respostas agudas imediatas e tardias da flexibilidade na extensão do ombro em relação ao número de séries e durção do alongamento. Revista Brasileira de Medicina do Esporte , São Paulo, v. 10, p. 459-463, 2004. |
| 8. | SIMAO, R. ; GIACOMINI, M. B. ; DORNELLES, T. S. ; MARRAMOM, M. G. F. ; VIVEIROS, L. . Influência do aquecimento específico e da flexibilidade no teste de 1RM. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício , Rio de Janeiro, v. 02, p. 134-140, 2003. |
| 9. | SIMAO, R. ; LEMOS, A. ; VIVEIROS, L. ; PEREIRA, C. ; POLITO, M. . Força muscular máxima na extensão de perna uni e bilateral. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício , Rio de Janeiro, v. 02, p. 47-57, 2003. |
| 10. | POLITO, M. ; SIMAO, R. ; VIVEIROS, L. . Tempo de tensão, percentual de carga e esforço percebido em testes de força envolvendo diferentes repetições máximas. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício , Rio de Janeiro, v. 2, p. 290-296, 2003. |
| 11. | SIMAO, R. ; POLITO, M. ; VIVEIROS, L. ; FARINATTI, P. T. V. . Influência da manipulação na ordem dos exercícios de força em mulheres treinadas sobre o número de repetições e percepção de esforço. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde , Londrina, v. 07, p. 53-61, 2002. |
| 12. | VIVEIROS, L. ; SIMAO, R. . Treinamento da Flexibilidade uma abordagem metodológica. Revista Baiana de Educação Física , Bahia, v. 2, p. 20-26, 2001. |
| 13. | SIMAO, R. ; VIVEIROS, L. ; LEMOS, A. . Treinamento de força; Adaptasções Neurais e Hipertróficas. Revista Baiana de Educação Física , Bahia, v. 2, p. 39-44, 2001. |
| Capítulos de livros publicados |
| 1. | VIVEIROS, L. ; SIMAO, R. . Treinamento da Flexibilidade. In: Roberto Simão. (Org.). Treinamento de Força na Saúde e na Qualidade de Vida. São Paulo: Phorte Editora, 2004, v. 01, p. 39-54. |
| 2. | SIMAO, R. ; VIVEIROS, L. ; LEMOS, A. . Adaptações Neurais e Hipertróficas. In: Roberto Simão. (Org.). Treinamento de Força na Saúde e Qualidade de Vida. São Paulo: Phorte Editora, 2004, v. 1, p. 73-88. |
| Resumos publicados em anais de congressos |
| 1. | GOMES, R. ; VIVEIROS, L. ; COUTTS, A. ; UGRINOWISTCH, C. ; Aoki, MS . Effect of carbohydrate supplementation on tennis match play performance. In: Be active 09, 2009, Brisbane. Journal of Science and Medicine in Sport, 2009. v. 12. p. 108-108. |
| 2. | VIVEIROS, L. ; Nunes, J ; CREWTHER, B. ; ROSE JUNIOR, D. ; Aoki, MS . Salivary hormone and immune responses to different exersice schemes in elite female basketball players. In: Be active 09, 2009, Brisbane. Journal of Science and Medicine in Sport, 2009. v. 12. p. 109-109. |
| 3. | VIVEIROS, L. ; DUARTE, A. ; SOARES, P. P. ; FARINATTI, P. T. V. . Acute streching effects on heart rate variability of healthy young men. In: Be active 09, 2009, Brisbane. Journal of Science and Medicine in Sport, 2009. v. 12. p. 113-113. |
| 4. | VIVEIROS, L. ; VELOSO, U. ; DUARTE, A. ; FARINATTI, P. T. V. . Efeito Agudo do Alongamento na Frequência Cardíaca e Pressão Arterial. In: IX Simpósio Internacional de Atividades Físicas do Rio de Janeiro - IPCEFEx, 2005, Rio de Janeiro. Revista de Educação Física. Rio de Janeiro : Faer Editora e Publicidade Ltda, 2005. v. 132. p. 76-76. |
| 5. | VIVEIROS, L. ; ALBERTO LUCAS, ; VAUGHON, R. ; SIMAO, R. . Resposta aguda da pressão arterial durante o exercício de alongamento. In: Congresso da Sociedade de Medicina do Esporte do Rio de Janeiro, 2004, Petrópolis. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 2004. v. 10. p. 435-435. |
| 6. | VIVEIROS, L. ; POLITO, M. ; SIMAO, R. ; FARINATTI, P. T. V. . Respostas Agudas Imediatas e Tardias da Flexibilidade da Extensão do Ombro em Relação ao número de Séries e Duração do Alongamento. In: XXVI Simpósio Internacional de Ciências do Esporte, 2003, São Caetano. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 2003. |
| 7. | SIMAO, R. ; POLITO, M. ; FARINATTI, P. T. V. ; VIVEIROS, L. . ORDER MANIPULATION IN RESISTIVE EXERCISE OVER THE NUMBER OF REPETITIONS AND CONTRACTION TIME. In: American College, 2003. Medicine and Science in Sports and Exercise, 2003. v. 35. p. 1634-1634. |
| 8. | SIMAO, R. ; POLITO, M. ; FARINATTI, P. T. V. ; VIVEIROS, L. . Manipulação da Ordem de Exercícios Contra-resistência sobre o Número de Repetições, Frequência Cardíaca e Tempo de Duração. In: XXV Simpósio Internacional de Ciências do Esporte, 2002, São Paulo. Celafiscs, 2002. |
| 9. | POLITO, M. ; FARINATTI, P. T. V. ; SIMAO, R. ; VIVEIROS, L. . Tempo de Tensão, Percentual de Carga e Esforço Percebido em testes de Força Envolvendo diferentes Repetições Máximas. In: XXV Simpósio Internacional de Ciências do Esporte, 2002, São Paulo. Celafiscs, 2002. |
| Resumos publicados em anais de congressos(artigos) |
| 1. | VIVEIROS, L. ; LUCAS, A. ; VAUGHON, R. ; SIMAO, R. . Resposta aguda da pressão arterial durante o exercício de alongamento. Revista Brasileira de Medicina do Esporte , São Paulo, v. 10, p. 435-435, 2004. |
| Artigos aceitos para publicação |
| 1. | GOMES, R. ; COUTTS, A. ; VIVEIROS, L. ; Aoki, MS . Physiological demands of match play in elite tennis. European Journal of Sport Science , 2010. |
| 2. | Nunes, J ; CREWTHER, B. ; VIVEIROS, L. ; ROSE JUNIOR, D. ; Aoki, MS . The effects of resistance training periodization on performance and salivary immune-encodrine responses of elite female basketball athletes. Journal of Sports Medicine and Physical Fitness (Testo stampato) , 2010. |
| 3. | Nunes, J ; CREWTHER, B. ; UGRINOWISTCH, C. ; TRICOLI, V. ; VIVEIROS, L. ; ROSE JUNIOR, D. ; Aoki, MS . SALIVARY HORMONE AND IMMUNE RESPONSES TO THREE RESISTANCE EXERCISE SCHEMES IN ELITE FEMALE ATHLETES. Journal of Strength and Conditioning Research , 2010. |
| 4. | Nunes, J ; Costa E ; VIVEIROS, L. ; Moreira, A ; Aoki, MS . Monitoramento da carga interna no Basquete. Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano , 2010. |
| Apresentações de Trabalho |
| 1. | VIVEIROS, L. ; DUARTE, A. ; SOARES, P. P. ; FARINATTI, P. T. V. . Acute streching effects on heart rate variability of healthy young men. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso). |
| 2. | GOMES, R. ; VIVEIROS, L. ; COUTTS, A. ; UGRINOWISTCH, C. ; Aoki, MS . Effect of carbohydrate supplementation on tennis match play performance. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso). |
| 3. | VIVEIROS, L. ; Nunes, J ; CREWTHER, B. ; ROSE JUNIOR, D. ; Aoki, MS . Salivary hormone and immune responses to different exersice schemes in elite female basketball players. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso). |
| Participação em eventos |
| 1. | simposio de Estudos Avancados em Ciencia e Tecnologia.Ciencia e Tecnologia em Esportes. 2010. (Simpósio). |
| 2. | Congresso de atualização em Medicina do Exercício e do Esporte.Projetos Olímpicos. 2009. (Congresso). |
| 3. | Be Active 09.Acute streching effects on heart rate variability of healthy young men. 2009. (Congresso). |
| 4. | Seminário de Desenvolvimento Esportivo. 2009. (Seminário). |
| 5. | VI Jornada de Psicologia do Esporte.Suporte científico aos atletas de alto rendimento: Uma intervenção multidisciplinar. 2009. (Simpósio). |
| 6. | Evento de Psicologia do Esporte.Inserção da Psicologia no Âmbito Esportivo. 2009. (Oficina). |
| 7. | 27 Diálogo Bennett.A ciência no esporte de alto rendimento. 2008. (Encontro). |
| 8. | Encontro Pós-Olîmpico 2008.Um olhar nas Olimpíadas. 2008. (Encontro). |
| 9. | Congresso Pan-americano de Treinamento esportivo. 2007. (Congresso). |
| 10. | Jogos Pan Americanos 2007 em debate.Performance esportiva: estado da Arte e expectativas. 2007. (Simpósio). |
| 11. | Continental Forum of the Americas.Preparação Brasileira para os Jogos de Beijing 2008. 2007. (Outra). |
| 12. | IX Simpósio Internacional de Atividades Físicas do Rio de Janeiro - IPCEFEx. 2005. (Congresso). |
| 13. | Semana das Ciências da Saúde.Flexibilidade e suas respostas cardiovasculares. 2005. (Encontro). |
| 14. | XV Semana da Educação Física.Exercício físico aplicado a saúde e quallidade de vida: Uma abordagem científica em evidências. 2005. (Encontro). |
| 15. | Congresso da Sociedade de Medicina do Esporte do Rio de Janeiro.Resposta aguda da pressão arterial durante o exercício de alongamento. 2004. (Congresso). |
| 16. | II Encontro Brasileiro de Fisiologia do exercício. 2004. (Congresso). |
| 17. | Semana das Ciências da Saúde.A flexibilidade ajuda ou atrapalha os ganhos de força?. 2004. (Encontro). |
| 18. | XXVI Simpósio Internacional de Ciências do Esporte. 2003. (Simpósio). |
| Supervisões e orientações concluídas |
| Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização |
| 1. | Pablo Edney Stutmer. Efeito agudo da variação da força em função do número de séries. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
| 2. | Rosana Oliveira. Influência do tempo de alongamento do número de repetições máximas no treinamento contra resistido. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
| 3. | Anderson Camargo. O efeito do intervalo em programas de treinamento de força em diferentes grupos musculares.. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
| 4. | Luiz Gustavo Lorenci. A influência dos diferentes tipos de aquecimento no desempenho em 10RM.. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
| 5. | Fábia Justa. Efeitos do treinamento de força no alongamento da musculatura antagonista.. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
| 6. | Vanessa Steinbach. Influência do intervalo no tempo de movimento e no número de repetições do treinamento de força.. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
| 7. | Roberto Quintela Campos. A influência aguda e sub-aguda do treinamento de força na flexibilidade.. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
| 8. | Elisa Maria Rodrigues dos Santos. Comportamento agudo da pressão arterial após uma sessão de exercícios resistidos e de flexibilidade.. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
| 9. | Daniel Dias Sandy. Efeito agudo do treinamento contra resistência utilizando a comparação entre as puxadas pela frente e trás.. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
| 10. | Anderson dos Santos Carlos. Efeitos agudos do aquecimento sobre o treinamento de força.. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
| 11. | Rogério Rothe. Análise comparativa dos níveis de força máxima em mulheres praticantes de ginástica localizada e musculação.. 2005. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Treinamento de Força) - Universidade Gama Filho. Orientador: Luis Eduardo Viveiros de Castro. |
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