Eduardo Arcoverde de Mattos
Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1D

Possuo Mestrado (1992) e Doutorado (1996) em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos. Sou Professor Adjunto do Departamento de Ecologia do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro desde de 1999. Tenho experiência na área de Ecologia, com ênfase em Ecofisiologia Vegetal, atuando principalmente nos seguintes temas: análise de crescimento, germinação, respostas das plantas a estresses, produtividade primária e estruturação de comunidades vegetais. Na graduação ministro as disciplinas de Ecologia Vegetal e Ecologia das Adaptações Vegetais e na Pós-Graduação em Ecologia da UFRJ ministro as disciplinas de Redação Científica, Delineamento Experimental e Ecofisiologia da Fotossíntese. Junto ao Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Biologia Evolutiva do Instituto de Biologia da UFRJ oriento estudos sobre plasticidade fenotípica no gênero Clusia. Desenvolvo pesquisas em vegetações de afloramentos rochosos, campos de altitude, restingas e mata atlântica. De agosto de 2009 a julho de 2011 fui coordenador substittuto de Programa de Pós Graduação em Ecologia da UFRJ, e assumi a partir de agosto de 2011 a coordenação do curso.
(Texto informado pelo autor)

Última atualização do currículo em 17/08/2011
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http://lattes.cnpq.br/0917719340591062

Dados pessoais
NomeEduardo Arcoverde de Mattos
Nome em citações bibliográficasde MATTOS, E.A.; de Mattos, Eduardo A.; DEMATTOS, E.A.; Mattos, E.A.d.
SexoMasculino
Endereço profissionalUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
CCS - IB - Laboratório de Ecologia Vegetal
Ilha do Fundão
21941970 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil - Caixa-Postal: 68020
Telefone: (21) 25626377
URL da Homepage: http://www.biologia.ufrj.br

Formação acadêmica/Titulação
2009 - 2009Pós-Doutorado .
Universitat de les Illes Balears.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ,CAPES ,Brasil .
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal / Especialidade: Ecofisiologia Vegetal.
1996 - 1997Pós-Doutorado .
Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo ,FAPESP ,Brasil .
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal / Especialidade: Ecofisiologia Vegetal.
1992 - 1996Doutorado em Ecologia e Recursos Naturais .
Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.
Título: Ecofisiologia Comparativa de Espécies Arbóreas de um Cerrado sensu stricto" durante estação Seca e Chuvosa em São Carlos (SP): Trocas gasosas, potencial hídrico, peso específico foliar e discriminação isotópica do carbono., Ano de Obtenção: 1997.
Orientador: Prof Dr. José Antonio Proença Vieira de Moraes.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ,CAPES ,Brasil .
Palavras-chave: eficiência no uso da água; fotossíntese; relações hídricas.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal / Especialidade: Ecofisiologia Vegetal.
1990 - 1992Mestrado em Ecologia e Recursos Naturais .
Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.
Título: Trocas Gasosas em Folhas de Três Espécies Arbóreas do Cerradão da Fazenda Canchim, São Carlos (SP): A disponibilidade hídrica durante a estiagem de inverno limita a abertura estomática ?, Ano de Obtenção: 1993.
Orientador: Prof Dr. José Antonio Proença Vieira de Moraes.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico ,CNPq ,Brasil .
Palavras-chave: ecofisiologia vegetal; relações hídricas; fotossíntese; sazonalidade.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal / Especialidade: Ecofisiologia Vegetal.

Atuação profissional
Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF, Brasil.
Vínculo institucional
2008 - Atual Vínculo: Pesquisar Projeto de Pesquisa, Enquadramento Funcional: Nenhum, Carga horária: 4
Atividades
2008 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Centro de Biociências e Biotecnologia, .
Projetos de pesquisa
O uso de atributos funcionais como ferramenta auxiliar na avaliação da estrutura da comunidade arbórea de fragmentos florestais visando à restauração ecológica
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Vínculo institucional
1999 - Atual Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto VI, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
08/2011 - AtualDireção e administração, Instituto de Biologia, .
Cargo ou função
Coordenador de Programa de Pós Graduação em Ecologia.
2010 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Instituto de Biologia, .
Projetos de pesquisa
A Disponibilidade Hídrica como um Fator Restritivo à Germinação de Sementes e suas Implicações para a Distribuição e Abundância de Arecaceae ao longo de Gradientes Ambientais
A Influência dos Fatores Ambientais, Dispersão e Predação de Sementes nos Limites Altitudinais de Palmeiras na Mata Atlântica
2008 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Instituto de Biologia, .
6/2004 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
Projetos de pesquisa
A Inclusão de Escalas Espaciais e Temporais no Estudo de Atributos Foliares e de Propriedades de um Ecossistema de Restinga no Norte Fluminense.
2001 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
Projetos de pesquisa
Programa de Ecologia de Longa Duração (PELD). Site: Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba.
7/1999 - AtualEnsino, Ecologia, Nível: Pós-Graduação.
Disciplinas ministradas
Ecofisiologia da Fotossíntese
Técnicas de Redação de Artigos Científicos
3/1999 - AtualPesquisa e desenvolvimento , Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
Linhas de pesquisa
Ecologia Vegetal
Ecofisiologia Vegetal
3/1999 - AtualEnsino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas
Elementos de Ecologia
Ecologia Básica
Ecologia Vegetal
Ecologia das Adaptações Vegetais
08/2009 - 07/2011Direção e administração, Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
Cargo ou função
Vice-Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ecologia.
8/2003 - 2006Atividades de Participação em Projeto, Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
Projetos de pesquisa
Seqüestro de Carbono em uma Restinga na Região de Influência da Bacia Petrolífera de Campos.
4/2004 - 4/2004Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
Cargo ou função
Membro de comissão de seleção de mestrado.
12/2001 - 01/2004Direção e administração, Instituto de Biologia, .
Cargo ou função
Chefe de Departamento.
12/2001 - 12/2003Atividades de Participação em Projeto, Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
Projetos de pesquisa
Ecologia Funcional de Plantas em Ecossistemas Sujeitos à Deficiência Hídrica e ou de Nutrientes.
9/2003 - 9/2003Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
Cargo ou função
Membro de comissão de seleção de doutorado.
8/2001 - 7/2003Atividades de Participação em Projeto, Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
Projetos de pesquisa
Ecophysiology of photosynthesis: the neotropical genus Clusia as a model for the study of constraints and plasticity of the photosynthetic apparatus in response to variable ecological stress.
3/2001 - 11/2001Direção e administração, Instituto de Biologia, Departamento de Ecologia.
Cargo ou função
Chefe Substituto.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Vínculo institucional
1997 - 1999 Vínculo: Professor Doutor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 40
Atividades
2/1998 - 2/1999Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Biociências, Departamento de Ecologia Geral.
Linhas de pesquisa
Ecofisiologia Vegetal
2/1998 - 2/1999Ensino, Ecologia, Nível: Pós-Graduação.
Disciplinas ministradas
Ecofisiologia da Fotossíntese
2/1997 - 2/1999Ensino, Biologia, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas
Ecologia Vegetal
Instrumentação para o Ensino de Ciências

Linhas de Pesquisa
1. Ecologia Vegetal
2. Ecofisiologia Vegetal
Objetivos: 1) Quantificar o balanço de carbono ao nível foliar em diversas espécies através de cursos diários das trocas gasosas de CO2 e H2O; 2) Descrever as características de emissão da fluorescência da clorofila a e caracterizar os mecanismos de dissipação termal em plantas de diferentes microhabitats e ao longo de gradientes de luz, regimes de temperatura e de déficit hídrico; 3) Relacionar características foliares, tais como: peso específico, longevidade foliar e conteúdo de nutrientes com o fluxo líquido máximo de CO2; 4) Detectar a variabilidade de respostas das plantas à condições de estresses ambientais através da inclusão de diferentes escalas espaciais e temporais, afim de obter um registro das variações diárias, sazonais e interanuais; 5) Comparar a eficiência no uso de água e nutrientes a fim de detectar as limitações ambientais impostas à atividade fotossintética; 6) Associar medidas ao nível foliar com o estudo dos padrões de alocação de biomassa entre os diferentes compartimentos da planta como um todo, isto é, folhas, caules e raízes. 7) Estudar o desempenho fotossintético de espécies de Clusia C3, C3-CAM e CAM em relação aos seus padrões de distribuição no campo. 8) Verificar se o desempenho fotossintético está de alguma maneira relacionado ao papel funcional na comunidade. 9) Estudar a germinação de sementes em espécies de restinga quando submetidas à diferentes condições de temperatura, salinidade e deficiência hídrica. .
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Teórica / Especialidade: Ecologia Vegetal.
Palavras-chave: características foliares; afloramentos rochosos; balanço de carbono; restinga; CAM; estresse hídrico.
3. Ecofisiologia Vegetal

Projetos de Pesquisa
2010 - AtualA Disponibilidade Hídrica como um Fator Restritivo à Germinação de Sementes e suas Implicações para a Distribuição e Abundância de Arecaceae ao longo de Gradientes Ambientais
Descrição: Temos como objetivo geral, contribuir para o entendimento de como a disponibilidade hídrica limita a germinação de sementes e influencia os padrões de distribuição e abundância de palmeiras ao longo de gradientes ambientais, naturais ou antrópicos, associados à Mata Atlântica. Especificamente, testaremos a hipótese de que a distribuição de palmeiras relacionada a maiores altitudes ou a remanescentes florestais está associada à menor suscetibilidade da germinação de sementes a diminuição na disponibilidade hídrica..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 5) .
Integrantes: Braz, Maria Isabel Guedes - Integrante / Rita de Cássia Quitete Portela - Integrante / Eduardo Arcoverde de Mattos - Coordenador.
Financiador(es): Universidade Federal do Rio de Janeiro - Auxílio financeiro..
2010 - AtualA Influência dos Fatores Ambientais, Dispersão e Predação de Sementes nos Limites Altitudinais de Palmeiras na Mata Atlântica
Descrição: De acordo com os limites de tolerância fisiológicos, mudanças climáticas causarão alterações na distribuição e abundância das espécies. Assim, comunidades diferentes das atuais serão estruturadas, influenciando de uma maneira ainda imprevisível o funcionamento dos ecossistemas. É reconhecido que atributos funcionais distintos determinam a maneira com que as espécies respondem à variação dos fatores abióticos e bióticos. A Mata Atlântica é reconhecida por sua biodiversidade única, mas também pelo seu avançado estado de fragmentação. Portanto, a dispersão e as mudanças nos limites de distribuição das espécies que provavelmente foram determinantes na estruturação das comunidades vegetais durante as mudanças climáticas do Quaternário, serão prejudicadas ou até mesmo inviabilizadas em um cenário futuro de mudanças climáticas. Neste projeto testaremos a hipótese de que os limites de distribuição altitudinais de palmeiras estão relacionados à alteração na intensidade de estresses e distúrbios com o aumento da altitude. Realizaremos experimentos de germinação, transplantes de plântulas e adição de sementes para investigar os efeitos da predação de sementes e da disponibilidade de microhabitats adequados para a germinação e estabelecimento de plântulas. Além disto, caracterizaremos os potenciais dispersores de sementes e testaremos se parâmetros demográficos são negativamente afetados em populações que ocorrem nos seus limites máximos de altitude. Desta forma, integrando diferentes linhas de pesquisa pretendemos contribuir para o entendimento dos fatores que determinam os limites de distribuição das plantas ao longo de gradientes ambientais. Neste sentido, por ocorrer ao longo de uma extensa faixa altitudinal, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos apresenta uma situação ideal para a realização de estudos sobre os limites de distribuição das espécies..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 5) / Mestrado acadêmico ( 1) .
Integrantes: Braz, Maria Isabel Guedes - Integrante / Rita de Cássia Quitete Portela - Integrante / Alexandra Pires - Integrante / Eduardo Arcoverde de Mattos - Coordenador.
Financiador(es): Universidade Federal do Rio de Janeiro - Auxílio financeiro..
2008 - 2010O uso de atributos funcionais como ferramenta auxiliar na avaliação da estrutura da comunidade arbórea de fragmentos florestais visando à restauração ecológica
Descrição: Importante não só pela sua beleza, mas principalmente por sua grande biodiversidade e por abrigar inúmeras espécies endêmicas de animais e plantas, a Floresta Atlântica tem sofrido acelerada destruição e a necessidade de preservação de seus remanescentes tem chamado atenção da comunidade científica nacional e internacional. A preocupação pela rápida conversão da Floresta Atlântica em fazendas foi registrada desde 1831. A carência de informações científicas sobre a florística da floresta estacional semidecídua do norte-noroeste fluminense torna primordiais os estudos botânicos e ecológicos nesse importante tipo fisionômico da floresta atlântica. Desta forma, deveremos ser capazes de entender os limites de distribuição e as implicações da associação de um conjunto específico de espécies e não de outro ao longo de gradientes ambientais associados à fragmentação, a fim de propor programas de restauração dos ecossistemas empobrecidos pela extinção local de espécies. Este projeto, portanto, é pioneiro para a região e fornecerá conhecimento básico e aplicado sobre diversos aspectos da flora arbórea, produzindo, assim, subsídios para o manejo e a conservação deste ecossistema..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 3) / Mestrado acadêmico ( 2) / Doutorado ( 2) .
Integrantes: Marcelo Trindade Nascimento - Coordenador / Dora Villela - Integrante / Maria Cristina Gaglianone - Integrante / Eduardo Arcoverde de Mattos - Integrante.
Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesq. do Estado do Rio de Janeiro - Auxílio financeiro..
2004 - 2008A Inclusão de Escalas Espaciais e Temporais no Estudo de Atributos Foliares e de Propriedades de um Ecossistema de Restinga no Norte Fluminense.
Descrição: Os sistemas ecológicos apresentam variações tanto no tempo quanto no espaço. No entanto, poucos trabalhos em ecologia têm incluído, simultaneamente, estas duas dimensões da heterogeneidade ambiental. Adicionalmente, devemos considerar que diferentes organismos ou espécies podem responder de formas distintas a descontinuidades que porventura ocorram ao longo da dimensão espaço-temporal. Isto quer dizer que dependendo do indivíduo ou da espécie, pode ocorrer um determinado grau de variabilidade das respostas frente à heterogeneidade ambiental, eventualmente alterando as trajetórias espaciais da dinâmica temporal da vegetação. Desta forma, apesar de podermos contar com uma certa linearidade nos eventos ecológicos, devemos estar preparados para lidar com alterações na velocidade e direção das tendências sucessionais, principalmente em função da contribuição singular e efetiva de determinadas espécies diminuindo ou acelerando a dinâmica temporal dos processos ecológicos. Os diferentes níveis hierárquicos em ecologia apresentam um determinado grau de interdependência, já que a variação na magnitude de um processo em um determinado nível irá implicar em efeitos em níveis superiores e/ou inferiores. Processos que modulam o grau de resposta no nível foliar e que estão relacionados aos mecanismos que contribuem para a manutenção de um balanço positivo de carbono ao mesmo tempo que interferem na capacidade de sobrevivência da planta no ambiente podem afetar por exemplo as taxas de herbivoria, decomposição e produtividade do sistema. O grau de previsibilidade dos processos ecológicos vai estar diretamente associado à variabilidade na dimensão espaço-temporal e ao nível hierárquico em questão e sempre apresentará uma natureza histórica e probabilística. Assim, iniciamos junto ao PELD um estudo sobre a variação espaço-temporal de características foliares, fenologia e crescimento de espécies lenhosas e dos seus efeitos na produtividade do ecossistema..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 2) / Especialização ( 0) / Mestrado acadêmico ( 2) / Mestrado profissionalizante ( 0) / Doutorado ( 1) .
Integrantes: Pedro Ortman Cavalin - Integrante / Maria Isabel Guedes Braz - Integrante / Bruno Henrique Pimentel Rosado - Integrante / Augusto Sulzer - Integrante / Eduardo Arcoverde de Mattos - Coordenador.
Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesq. do Estado do Rio de Janeiro - Auxílio financeiro..
2003 - 2006Seqüestro de Carbono em uma Restinga na Região de Influência da Bacia Petrolífera de Campos.
Descrição: Objetivo: descrever a dinâmica do fluxo de carbono entre a vegetação e a atmosfera em um ecossistema de restinga. Hipótese Central: a grande abundância de árvores da espécie Clusia hilariana, possuidora do metabolismo ácido das crassuláceas, implica em grande assimilação noturna de CO2, além da assimilação diurna realizada pelas demais espécies arbóreas que possuem metabolismo C3. Postulamos que tal fato confere à vegetação aberta no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba (PNRJ) capacidade de seqüestro de carbono igual ou superior à encontrada em florestas tropicais, tidas como os principais sumidouros de carbono do planeta. .
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 0) / Especialização ( 0) / Mestrado acadêmico ( 3) / Mestrado profissionalizante ( 0) / Doutorado ( 2) .
Integrantes: Fabio Rubio Scarano - Coordenador / Pedro Ortman Cavalin - Integrante / Bruno Henrique Pimentel Rosado - Integrante / André Tavares Dias - Integrante / Eduardo Arcoverde de Mattos - Integrante.
Financiador(es): Petróleo Brasileiro - Rio de Janeiro - Matriz - Auxílio financeiro..
2001 - 2003Ecophysiology of photosynthesis: the neotropical genus Clusia as a model for the study of constraints and plasticity of the photosynthetic apparatus in response to variable ecological stress.
Descrição: We will use the photosynthetic performance of a wide range of Clusia species, that differ in terms of life forms, leaf structure and photosynthetic metabolism, as a model to study plant adaptation to the constraints imposed by the environment. We do not expect that plant physiological performance will totally explain plant diversity and plant success in a given habitat. However a high degree of fitness within a given habitat is highly dependent on plant capacity to assimilate enough carbon for growth, reproduction and maintenance of homeostasis. Seedling establishment and growth is also strongly related to the acclimation potential of the photosynthetic apparatus and the acquisition and utilization of nitrogen. Other important factors such as herbivory and plant competition will ultimately affect carbon and nitrogen assimilation as well as carbon and nitrogen storage potential. Thus, we have selected the functioning of the photosynthetic apparatus and some parameters related to N metabolism as the key physiological indicators of plant performance. The status of the photosynthetic apparatus will be examined at different levels. At the cell and tissue level we will investigate the effects of environmental factors on the protein amount and enzyme activity of enzymes involved (i) in CO2 acquisition and CO2 fixation in C3 and CAM (PEP-carboxylase and Rubisco) and (ii) in plants' oxidative stress response (superoxide dismutase, catalase). At the leaf level, we will examine the effects of environmental factors on CO2 assimilation, transpiration and water use efficiency and we will assess the importance of CO2 concentrating mechanisms to alleviate the danger of photoinhibition.. These results will be related to leaf structure and the patterns of N distribution between chlorophyll and carboxylating eenzymes. We will also evaluate the effects of environmental stresses such as high light, flooding, drought and temperature extremes on the functioning of photosynthesis..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 0) / Especialização ( 0) / Mestrado acadêmico ( 0) / Mestrado profissionalizante ( 0) / Doutorado ( 0) .
Integrantes: Augusto Cesar Franco - Integrante / Geraldo W Fernandes - Integrante / Fabio Rubio Scarano - Integrante / Eduardo Arcoverde de Mattos - Coordenador.
Financiador(es): Fundação Volkswagen - Auxílio financeiro..
2001 - 2003Ecologia Funcional de Plantas em Ecossistemas Sujeitos à Deficiência Hídrica e ou de Nutrientes.
Descrição: Os padrões em larga escala na produtividade vegetal são determinados em parte pela capacidade que diferentes espécies vegetais apresentam para lidar com a variação nos fatores físicos. Disponibilidade de recursos como água, fósforo e nitrogênio têm sido apontados como fatores que afetam a assimilação de carbono nos diversos ecossistemas do planeta. Podemos considerar que ambientes adversos são aqueles onde condições ambientais e disponibilidade de recursos são desfavoráveis para o crescimento vegetal. Nesses ambientes, diferentes grupos de plantas tendem a apresentar uma constelação de atributos foliares que influenciam uma série de processos em níveis hierárquicos superiores, tais como: crescimento ao nível da planta como um todo; regulação de populações de herbívoros; taxas de seqüestro de CO2 a nível do ecossistema; taxas de mineralização da matéria orgânica, entre outros. Dentre as inúmeras possibilidades disponíveis observa-se que a sobrevivência em ambientes adversos está relacionada à posse de um determinado conjunto de características que contribuem para a manutenção de um balanço positivo de carbono sob condições de estresse. No entanto, apesar dos esforços realizados nas décadas passadas, principalmente com os estudos realizados na vegetação de cerrado, pouco ainda se conhece sobre as repostas de plantas nativas à natureza interativa dos múltiplos estresses ambientais que ocorrem em ambientes tropicais. Neste sentido, nós no presente projeto iremos estudar diferentes componentes que contribuem para a produtividade vegetal em uma dada área. Usaremos abordagens complementares como as trocas gasosas de CO2 e H2O e a emissão da fluorescência da clorofila a, bem como analisaremos o conteúdo foliar de nutrientes, a massa da folha por unidade de área, a suculência, a espessura e a longevidade foliar. Além disso, estudaremos os padrões de alocação de recursos entre a parte aérea e subterrânea de indivíduos jovens.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 0) / Especialização ( 0) / Mestrado acadêmico ( 3) / Mestrado profissionalizante ( 0) / Doutorado ( 2) .
Integrantes: Pedro Ortman Cavalin - Integrante / Leonardo da Silva - Integrante / Bruno Henrique Pimentel Rosado - Integrante / Jacqueline Martins Gomes - Integrante / Luiza São Thiago Martins - Integrante / Eduardo Arcoverde de Mattos - Coordenador.
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro..
2000 - 2009Programa de Ecologia de Longa Duração (PELD). Site: Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba.
Descrição: Definir os processos de sucessão da estrutura e do funcionamento dos ecossistemas da restinga do norte fluminense de forma a lançar bases para a conservação e manejo da mesma. Isto se dará através de uma abordagem de estudos de longa duração que permitirá detectar o efeito de perturbações naturais e antrópicas sobre tais processos servindo de base para compreensão e predição das conseqüências de mudanças globais (ver esquemas à frente). Contribuir para o conhecimento científico ecológico, teórica, experimental e empiricamente; Registrar padrões temporais de longo prazo de populações e comunidades de ecossistemas costeiros para correlacionar com possíveis mudanças globais; Integrar os estudos do site "Ecossistemas de Restinga do Norte Fluminense" do PELD com os dos demais sites visando o discernimento de padrões e processos biogeográficos; Inventariar a flora e a fauna locais Monitorar a entrada (invasão) e saída (extinção) de espécies na comunidade e determinar os fatores, naturais e antrópicos, responsáveis pelas alterações; Quantificar o efeito da perda da diversidade de interações sobre a comunidade, aspecto de extrema importância para a conservação de ecossistemas submetidos a alterações antrópicas como os ecossistemas de restinga; Contribuir para o conhecimento da autoecologia e do comportamento de espécies animais e vegetais de ecossistemas costeiros; Organizar coleções científicas de referência (animais e plantas) dos organismos da região; Caracterizar e comparar os diferentes habitats da restinga em relação a composição, riqueza e diversidade de espécies; Descrever a dinâmica temporal de populações e comunidades em diferentes habitats identificando padrões e os principais fatores determinantes, bióticos ou abióticos; Contribuir para a divulgação da causa conservacionista para a sociedade; Possibilitar a formação de pessoal especializado na área de Ecologia. .
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 0) / Especialização ( 0) / Mestrado acadêmico ( 5) / Mestrado profissionalizante ( 0) / Doutorado ( 3) .
Integrantes: Fabio Rubio Scarano - Integrante / Henrique LT Zaluar - Integrante / Pedro Ortman Cavalin - Integrante / Bruno Pimentel Rosado - Integrante / Maria Isabel Guedes Braz - Integrante / Dulce Gilson Mantuano - Integrante / Francisco de Assis Esteves - Coordenador / Eduardo Arcoverde de Mattos - Integrante.
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro..

Membro de corpo editorial
2006 - 2008 Periódico: Acta Botanica Brasilica
2006 - Atual Periódico: Neotropical Biology and Conservation

Revisor de periódico
2007 - 2007 Periódico: Plant Biology
2001 - Atual Periódico: Acta Botanica Brasilica
2007 - Atual Periódico: Trees (Berlin)
2004 - Atual Periódico: Revista Brasileira de Fisiologia Vegetal
2001 - Atual Periódico: Revista Brasileira de Botânica
2004 - Atual Periódico: Environmental and Experimental Botany
2011 - 2011 Periódico: Oecologia
2010 - 2010 Periódico: Brazilian Journal of Biology (Impresso)
2009 - 2009 Periódico: Biota Neotropica (Online. Edição em Inglês)

Áreas de atuação
1. Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal / Especialidade: Ecofisiologia Vegetal.
2. Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Teórica / Especialidade: Ecologia Vegetal.

Idiomas
Inglês Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Prêmios e títulos
2004Programa Primeiros Projetos, FAPERJ.


Produção em C,T & A
Produção bibliográfica
Citações
Web of Science
Total de trabalhos28Total de citações200Fator H8
de Mattos EA or Mattos EA or DEMATTOS EA  Data: 16/08/2011
SCOPUS
Total de trabalhos35Total de citações304  
de Mattos, E.A. & Mattos, E.A.d. (FATOR H=10)  Data: 16/08/2011
Artigos completos publicados em periódicos
1.   Rosado, Bruno Henrique P ; de Mattos, Eduardo A . Interspecific variation of functional traits in a CAM-tree dominated sandy coastal plain. Journal of Vegetation Science, v. 21, p. 43-54, 2010.
2. Cavalcante, Aline ; Braz, Maria Isabel Guedes ; de Mattos, Eduardo A . Germination biology and seedling growth of Clusia hilariana Schltdl., a dominant CAM-tree of drought-prone sandy coastal plains. Ecological Research, v. 25, p. 781-787, 2010.
3.   Braz, Maria Isabel Guedes ; De Mattos, Eduardo Arcoverde . Seed Dispersal Phenology and Germination Characteristics of a Drought-Prone Vegetation in Southeastern Brazil. Biotropica (Lawrence, KS), v. 42, p. 327-335, 2010.
4. SCARANO, F.R. ; Barros, c.F. ; Loh, R.K.T. ; de MATTOS, E.A. ; WENDT, T. . Plant morpho-physiological variation under distinct environmental extremes in restinga vegetation. Rodriguesia, v. 60, p. 221-235, 2009.
5. Franco-Cardoso, C.A. ; Junqueira, T.S. ; Costa, L. ; Gomes, A.P. ; de MATTOS, E.A. ; Siqueira-Batista, R. . Conversações entre Charles Darwin e Carlos Chagas: A infecção por Trypanosoma cruzi sob uma perspectiva eco-evolutiva e pedagógica. Cadernos Saúde Coletiva (UFRJ), v. XVII, p. 811-826, 2009.
6. Siqueira-Batista, R. ; RÔÇAS, G. ; Gomes, A.P. ; Cotta, R.M.M. ; Messeder, J.C. ; de MATTOS, E.A. . A bioética ambiental e a ecologia profunda são paradigmas para se pensar o século XXI?. Ensino, saúde e ambiente, v. 2, p. 44-51, 2009.
7. de Mattos, Eduardo A . Publish what? A reply to Scarano. Revista Brasileira de Botânica (Impresso), v. 32, p. 621-623, 2009.
8. LÜTTGE, U. ; MEIRELLES, S. T. ; de MATTOS, E.A. . Strong quenching of chlorophyll fluorescence in the desiccated state in three poikilohydric and homoiochlorophyllous moss species indicates photo-oxidadive protection on highly light-exposed rocks of a tropical inselberg.. Journal of Plant Physiology, v. 165, p. 172-181, 2008.
9. GESSLER, A. ; Nitschke, R. ; de MATTOS, E.A. ; ZALUAR, H.L.T. ; SCARANO, F.R. ; Rennenberg, H. ; LÜTTGE, U. . Comparison of the performance of three different ecophysiological life forms in a sandy coastal restinga ecosystem of SE-Brazil: a nodulated N2-fixing C3-shrub (Andira legalis (Vell.) Toledo), a CAM-shrub (Clusia hilariana Schltdl.) and a tap root C3-hemicryptophyte (Allagoptera arenaria (Gomes) O. Ktze.). Trees (Berlin), v. 22, p. 105-119, 2008.
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37. FRANCO, A.C. ; HAAGKERWER, A. ; HERZOG, B. ; GRAMS, T. E. E. ; BALL, E. ; de MATTOS, E.A. ; SCARANO, F. R. ; GARCIA, M. A. ; MANTOVANI, A. ; LÜTTGE, U. . The effect of light levels on daily patterns of chlorophyll fluorescence and organic acid accumulation in the tropical CAM tree Clusia hilariana.. Trees (Berlin), Alemanha, v. 10, p. 359-365, 1996.
38. PRADO, C. H. B. A. ; MORAES, J. A. P. V. ; de MATTOS, E.A. . Gas exchange and leaf water status in potted plants of Copaifera langsdorffii. II - Influences of low air humidity.. Photosynthetica, República Tcheca, v. 31, n. 1, p. 31-36, 1995.
39. PRADO, C. H. B. A. ; MORAES, J. A. P. V. ; de MATTOS, E.A. . Gas exchange and leaf water status in potted plants of Copaifera langsdorffii. I - Responses during water stress.. Photosynthetica, República Tcheca, v. 30, n. 2, p. 207-213, 1994.
Capítulos de livros publicados
1. de MATTOS, E.A. . O estudo da fluorescência da clorofila e a detecção de estresses ambientais em plantas.. In: C.H.B.A Prado; C.A. Casali. (Org.). Fisiologia Vegetal: Práticas em relações hídricas, fotossíntese e nutrição mineral.. São Paulo: Manole, 2006, v. , p. 255-266.
2. de MATTOS, E.A. ; BRAZ, M.I.G. ; CAVALIN, P. O. ; ROSADO, B.H.P. ; GOMES, J.M. ; MARTINS, L.S.T. ; ARRUDA, R. do C. . Variação espacial e temporal em parâmetros fisioecológicos de plantas.. In: C.F.D. Rocha; F.A. Esteves; F.R. Scarano. (Org.). Pesquisas de Longa Duração na Restinga de Jurubatiba: Ecologia, história natural e conservação. São Carlos: Rima, 2004, v. , p. 99-116.
3. REINERT, F. ; de MATTOS, E.A. ; MÁGUAS, C. ; GRIFFTHS, H. . Effects of light and drought on CAM and on-line carbon discrimination in the bromeliad Neoregelia cruenta (R. Graham) L.B. Smith.. In: International Congress Photosynthesis. (Org.). PS2001 Proccedings. 12th International Congress on Photosynthesis.. Collingwood: Csiro Publishing, 2001, v. , p. 1-6.
4. de MATTOS, E.A. . Perspectives on Comparative Ecophysiology of some Brazilian Vegetation Types: Leaf CO2 and H2O gas exchange, chlorophyll a fluorescence and carbon isotope discrimination.. In: Fábio Rubio Scarano; Augusto Cesar Franco. (Org.). Ecophysiological Strategies of Xerophytic and Amphybious Plants in the Neotropics.. 1 ed. Rio de Janeiro: Computer & Publish Editoração Ltda., 1998, v. IV, p. 1-13.
Textos em jornais de notícias/revistas
1. BARROS, Rafael ; SCARANO, F.R. ; de MATTOS, E.A. . Vizinha quebra-galho chama atenção de cientistas. Apesar de viver na seca, planta garante sombra e alimento para as companheiras. Entrevista. Ciência Hoje Online, 30 set. 2003.
2. PINHO, Cláudia ; de MATTOS, E.A. . Faxineiros do ar: Plantas tropicais absorvem a poluição e ajudam a reduzir o aquecimento do planeta. Entrevista. Isto é, v. 1755, p. 61 - 61, 21 maio 2003.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. BRAZ, M.I.G. ; de MATTOS, E.A. . Comparação de atributos foliares entre duas formações vegetais do PARNA da Restinga de Jurubatiba (RJ). . In: VI Congresso de Ecologia do Brasil, 2003, Fortaleza. Anais de Trabalhos Completos do VI Congresso de Ecologia do Brasil. Ecossistemas Brasileiros: manejo e conservação.. Fortaleza : Editora da Universidade Federal do Ceará., 2003. p. 187-189.
2. MANTUANO, D.G. ; de MATTOS, E.A. . Influência do processo de senescência da espécie-focal Clusia hilariana sobre a distribuição espacial de Aechmea nudicaulis e Neoregelia cruenta em restinga aberta de Clusia do norte fluminense. . In: VI Congresso de Ecologia do Brasil, 2003, Fortaleza. Anais de Trabalhos Completos do VI Congresso de Ecologia do Brasil. Ecossistemas Brasileiros: manejo e conservação.. Fortaleza : Editora da Universidade Federal do Ceará., 2003. p. 220-222.
3. GOMES, J.M. ; de MATTOS, E.A. . Investigação de potencial alelopático de Humiria balsamifera Aubl. (Humiriaceae) da Restinga de Jurubatiba na germinação de sementes de alface (Lactuca sativa). . In: VI Congresso de Ecologia do Brasil, 2003, Fortaleza. Anais de Trabalhos Completos do VI Congresso de Ecologia do Brasil. Ecossistemas Brasileiros: manejo e conservação.. Fortaleza : Editora da Universidade Federal do Ceará., 2003. p. 265-266.
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. de MATTOS, E.A. . O que leva uma planta a ter sucesso em formações abertas de restinga?. In: 59 Congresso Nacional de Botânica, 2008, Natal. Atualidades, desafios e perspectivas da Botânica no Brasil., 2008. p. 372-373.
2. ROSADO, B.H.P. ; de MATTOS, E.A. . Water relations, foliar morphology and leaf phenology of ten woody species in sandy coastal barriers in southeastern Brazil.. In: Annual Meeting of the Association for Tropical Biology and Conservation, 2005, Uberlândia, 2005.
Resumos publicados em anais de congressos
1. RODIN, P. ; de MATTOS, E.A. . Variação espacial do banco de sementes no Parque Nacional da restinga de Jurubatiba (PNRJ), Macaé - RJ.. In: 52 Congresso Nacional de Botânica, 2001, João Pessoa, 2001.
2. ROSADO, B.H.P. ; CAVALIN, P. O. ; de MATTOS, E.A. . Inclusão de Escalas Espaciais e Temporais no Estudo de Características Foliares de Clusia hilariana Schlecht. (Clusiaceae) em Vegetação de Restinga.. In: V Congresso de Ecologia do Brasil, 2001, Porto Alegre, 2001.
3. CAVALIN, P. O. ; de MATTOS, E.A. . Comparação de Atributos Foliares em Pares Filogenéticos entre o Cerrado e a Restinga. In: V Congresso de Ecologia do Brasil, 2001, Porto Alegre, 2001.
4. de MATTOS, E.A. . Overnight rainfall inducing rapid changes in photosynthetic behaviour in a cerrado woody species during a dry spell amidst the rainy season.. In: Advances in Physiological Plant Ecology, 1998, York. Proceedings of Advances in Physiological Plant Ecology, 1998.
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7. de MATTOS, E.A. ; FRANCO, A.C. ; SCARANO, F. R. . Uma abordagem fisioecológica da vegetação costeira do Rio de Janeiro. I - Trocas gasosas em espécies que ocorrem no afloramento rochoso do Pão de Açucar.. In: XLVI Congresso Nacional de Botânica, 1995, Ribeirão Preto. Anais do XLVI Congresso Nacional de Botânica, 1995.
8. FRANCO, A.C. ; de MATTOS, E.A. ; SCARANO, F. R. ; GARCIA, M. A. ; BARRETO, S. M. B. ; MANTOVANI, A. . Uma abordagem fisioecológica da vegetação costeira do Rio de Janeiro. II - Trocas gasosas em Clusia hilariana E. C. aff. parviflora. In: XLVI Congresso Nacional de Botânica, 1995, Ribeirão Preto. Anais do XLVI Congresso Nacional de Botânica, 1995.
9. SCARANO, F. R. ; FRANCO, A.C. ; de MATTOS, E.A. ; BARRETO, S. M. B. ; MANTOVANI, A. . Uma abordagem fisioecológica da vegetação costeira do Rio de Janeiro. III - Trocas gasosas em espécies lenhosas típicas da formação de Clusia da estinga de Macaé.. In: XLVI Congresso Nacional de Botânica, 1995, Ribeirão Preto. Anais do XLVI Congresso Nacional de Botânica, 1995.
10. ARRUDA, R. do C. ; de MATTOS, E.A. ; MEIRELLES, S. T. ; MORAES, J. A. P. V. . Fisioanatomia comparativa e discriminação isotópica do carbono em algumas espécies do gênero Rhipsalis Gaertner (Cactaceae).. In: XLVI Congresso Nacional de Botânica, 1995, Ribeirão Preto. Anais do XLVI Congresso Nacional de Botânica, 1995.
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13. MEIRELLES, S. T. ; de MATTOS, E.A. ; SILVA, A. C. . A tolerância à dessecação em plantas vasculares: características gerais e imporância ecológica.. In: VII Seminário Regional de Ecologia da Universidade Federal de São Carlos, 1992, São Carlos. Anais do VII Seminário Regional de Ecologia da Universidade Federal de São Carlos, 1992.
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15. de MATTOS, E.A. ; PRADO, C. H. B. A. ; MEIRELLES, S. T. ; MORAES, J. A. P. V. . A planta como um sistema balanceado: o significado funcional dos tipos fotossintéticos em relação a economia hídrica.. In: VII Seminário Regional de Ecologia da Universidade Federal de São Carlos, 1992, São Carlos. Anais do VII Seminário Regional de Ecologia da Universidade Federal de São Carlos, 1992.
16. PRADO, C. H. B. A. ; de MATTOS, E.A. ; MORAES, J. A. P. V. . Trocas gasosas em plantas jovens de Copaifera langsdorffii Desf. II - Depressão do meio dia em diferentes condições hídricas.. In: IX Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo, 1992, Ilha Solteira. Anais do IX Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo, 1992.
17. PRADO, C. H. B. A. ; de MATTOS, E.A. ; MORAES, J. A. P. V. . Trocas gasosas em plantas jovens de Copaifera langsdorffii Desf. I - O efeito do estress hídrico induzido artificialmente por ausência de rega.. In: IX Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo, 1992, Ilha Solteira. Anais do IX Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo, 1992.
18. de MATTOS, E.A. ; PRADO, C. H. B. A. ; MORAES, J. A. P. V. . Trocas gasosas em folhas de três espécies arbóreas do cerradão da fazenda Canchim, São Carlos (SP): A disponibilidade hídrica durane a estiagem de inverno limita a abertura estomática ?. In: II Congresso Latino Americano de Ecologia e I Congresso Brasileiro de Ecologia do Brasil, 1992, Caxambu. Anais do II Congresso Latino Americano de Ecologia e I Congresso Brasileiro de Ecologia do Brasil, 1992.
19. de MATTOS, E.A. ; MEIRELLES, S. T. . Ecologia da vegetação de afloramentos rochosos da região sudeste do Brasil.. In: II Congresso Latino Americano de Ecologia e I Congresso de Ecologia do Brasil, 1992, Caxambu. Anais do II Congresso Latino Americano de Ecologia e I Congresso de Ecologia do Brasil, 1992.
20. de MATTOS, E.A. ; MEIRELLES, S. T. . Metabolismo ácido das crassuláceas no gênero Rhipsalis Gaertner (Cacaceae).. In: VIII Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo, 1990, Campinas. Anais do VIII Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo, 1990.
21. de MATTOS, E.A. ; MEIRELLES, S. T. . Ecofisiologia compativa da resistência ao estress hídrico entre Piticairnia albiflos (Bromeliaceae) e Pleurostima purpurea (Velloziaceae).. In: XI Congresso Nacional de Botânica, 1989, Cuiabá. Anais do XI Congresso Nacional de Botânica, 1989.
22. MEIRELLES, S. T. ; de MATTOS, E.A. . Seleção de habitat por plantas tolerantes à dessecação em comunidades graníticas.. In: Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 1989, Fortaleza. Anais da Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 1989.
23. ALCANTARA, P. H. N. ; MEIRELLES, S. T. ; de MATTOS, E.A. . Evidências de acumulação de prolina em algumas plantas de comunidades graníticas.. In: Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 1989, Fortaleza. Anais da Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 1989.
24. MEIRELLES, S. T. ; de MATTOS, E.A. . Prováveis processos de dinâmica sucessional da flora granítica do litoral da região sudeste.. In: VI Seminário Regional de Ecologia da Universidade Federal de São Carlos, 1989, São Carlos. Anais do VI Seminário Regional de Ecologia da Universidade Federal de São Carlos, 1989.
25. de MATTOS, E.A. ; NESSIMIAN, J. L. ; CARVALHO, A. L. . Proposta de um novo coletor de bentos para ambientes lênticos.. In: II Congresso Brasileiro de Limnologia, 1988, Cuiabá. Anais do II Congresso Brasileiro de Limnologia, 1988.
26. de MATTOS, E.A. ; MEIRELLES, S. T. . Flutuações no conteúdo de água e clorofila em folhas de Pleurostima purpurea (Velloziaceae).. In: VII Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo, 1988, Rio Claro. Anais do VII Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo, 1988.

Bancas
Participação em bancas examinadoras
Dissertações
1. Haddad, C.R.P.; de MATTOS, E.A.; Oliveira, R.S.. Participação em banca de Luciano Pereira. Resistência à seca em plântulas de espécies arbóreas da floresta estacional semidecídua. 2011. Dissertação (Mestrado em Biologia Vegetal) - Universidade Estadual de Campinas.
2. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Aline Leal Neves. Síndrome de escape e defesa e a intensidade de herbivoria em sete espécies de Melastomataceae da floresta montana do PARNASO. 2011. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
3. SCARANO, F.R.; de MATTOS, E.A.; Freitas, L.. Participação em banca de Andrea Sánchez-Tapia. Regeneração natural e restauração ecológica em campos antropizados e capoeiras de Mata Atlântica submetidas a queimadas. 2011. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
4. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Cecília Cronemberger de Faria. Variação da riqueza de espécies de orquídeas em um gradiente altitudinal na Serra dos òrgãos, RJ.. 2010. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
5. de MATTOS, E.A.; Oliveira, R.S.; Widholzer, C.F.N.. Participação em banca de Aline Lopes e Lima. O papel ecológico da neblina e a absorção foliar de água em três espécies lenhosas de matas nebulares, SP, Brasil.. 2010. Dissertação (Mestrado em Biologia Vegetal) - Universidade Estadual de Campinas.
6. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Letícia Larcher de Carvalho. Alocação de biomassa e a tolerãncia à sombra em plântulas de espécies arbóreas da Floresta Atlântica. 2009. Dissertação (Mestrado em Ecologia e Conservação) - Universidade Federal do Paraná.
7. SCARANO, F.R.; Santos, F.A.M; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Talita Soares Reis. Os efeitos de borda na estrutura e dinâmica da comunidade de plântulas em um trecho de Mata Atlântica do Sudeste brasileiro.. 2008. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
8. Andrade, A.C.S.; de MATTOS, E.A.; Perez, S.C.J.G.A. Participação em banca de Luiza São Thiago Martins. Germinação de Sementes de Pilosocereus arrabidae (Lem.) Byl. & Row (Cactaceae) de Arraial do Cabo, Rio de Janeiro.. 2007. Dissertação (Mestrado em Botânica) - Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
9. de MATTOS, E.A.; Santiago, E.F.; Morbeck, A.K.. Participação em banca de Cristina Gurski. Estudos Comparativos de Plântulas Jovens de duas Espécies de Ormosia jackson Provenientes de Ambientes Distintos - Restinga e Mata Ciliar.. 2007. Dissertação (Mestrado em Biologia Vegetal) - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
10. de MATTOS, E.A.; FRANCO, A.C.; Vieira, R.C.. Participação em banca de Bruno Henrique Pimentel Rosado. A Importância da Inclusão de Diferentes Dimensões de Variação de Características Morfo-fisiológicas e de Crescimento para o Entendimento dos Padrões de Abundância de Espécies de Restinga.. 2006. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
11. de MATTOS, E.A.; JOLY, C.A.; SCARANO, F.R.. Participação em banca de Pedro Ortman Cavalin. Plasticidade foliar de Clusia parviflora Saldanha & Engl. (Clusiaceae) em populações de afloramento rochoso e mata de restinga: A influência da disponibilidade e natureza de recursos sobre a expressão fenotípica.. 2005. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
12. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Viviane Fernandez de Oliveira. Influência do estresse hídrico e salino na germinação de propágulos de Avicenia shaueriana Stapf e Leechman ex Moldenke e Laguncularia racemosa (L.) Gaert. f.. 2005. Dissertação (Mestrado em Botânica) - Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
13. Andrade, A.C.S.; Perez, S.C.J.G.A; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Viviane Fernandez de Oliveira. Influência do Estresse Hídrico e Salino na Germinação de Propágulos de Avicennia schaueriana Stapf e Leechman ex Moldenke e Laguncularia racemosa (L.) Gaertn. f.. 2005. Dissertação (Mestrado em Botânica) - Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
14. SILVA, M. E. F.; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Mario Eduardo Fraga da Silva. Efeitos a longo prazo da calagem e adubação sobre a disponibilidade de nutrientes no solo, a concentração de nutrientes na serapilheira e a nutrição mineral de três espécies lenhosas nativas de um cerrado sensu stricto.. 2001. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade de Brasília.
15. OLIVEIRA, A. L. H.; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Ana Lúcia Henriques de Oliveira. Distribuição Espacial e Temporal da Fauna de Chironomidae (Insecta, Diptera) em um Rio da Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ.. 2001. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
16. LEAL, L. R. Z. C.; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Luiz Roberto Zamith Coelho Leal. Recuperação da Vegetação de Restingas em Áreas Degradadas no Município do Rio de Janeiro- RJ.. 2001. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
17. SOARES, J. F. C.; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de José Fernando Caldas Soares. Diversisdade Genética de Eugenia uniflora Linneu através do Uso de Marcadores AFLP.. 2000. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
18. FERNANDES, J.; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Janaína Fernandes. Absorção de Compostos Nitrogenados em Neoregelia cruenta (R. Grahan) L.B. Smith (Bromeliaceae).. 2000. Dissertação (Mestrado em Biotecnologia Vegetal) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Teses de doutorado
1. AIDAR, M.; MEIRELLES, S. T.; de MATTOS, E.A.; Santos, F.A.M; JOLY, C.A.. Participação em banca de Bruno Henrique Pimentel Rosado. Ecologia funcional de árvores na Mata Atlântica: O papel de atributos morfológicos, grau de exposição da copa e altitude sobre o uso de água das espécies. 2011. Tese (Doutorado em Biologia Vegetal) - Universidade Estadual de Campinas.
2. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Fernanda Pinheiro da Cruz. Estudos funcionais de genes homeobox envolvidos na resposta ao estresse hídrico em café. 2009. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas (Genética)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
3. Araujo, D.S.D.; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Luciane Guimarães Coelho. Mudanças Ambientais Ocorridas na Reserva Biológica de Poço das Antas nos Últimos 6.000 ano A.P.. 2008. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
4. FRANCO, A.C.; KOZOVITS, A. R.; JACOBI, C. M.; de MATTOS, E.A.; LEMOS FILHO, J. P.. Participação em banca de Maíra Figueiredo Goulart. Diferenças Adaptativas entre Plantas de Savanas e Florestas: O caso das populações de Plathymenia reticulata (Leguminosae - Mimosoideae) do Cerrado e da Mata Atlântica.. 2008. Tese (Doutorado em Ecologia, Conservacao e Manejo da Vida Silvestre) - Universidade Federal de Minas Gerais.
5. JOLY, C.A.; Martinelli, L.A.; Sodek, L.; de MATTOS, E.A.; Nardoto, G.B.. Participação em banca de Erico Fernando Lopes Pereira da Silva. Estratégias Ecofisiológicas no Uso de Nitrogênio em Espécies Arbóreas de Floresta Ombrófila Densa Submontana e Estacional Semidecidual, SP.. 2008. Tese (Doutorado em Biologia Vegetal) - Universidade Estadual de Campinas.
6. de MATTOS, E.A.; FRANCO, A.C.; CALDAS, L.; BUCCI, S.. Participação em banca de Ieda Nunes Cornelio. Ecofisiologia de pares arbóreos congenéricos de cerrado s.s. e mata de galeria.. 2006. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade de Brasília.
7. Araujo, D.S.D.; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Cyl Farney Catarino de Sá. Estrutura, Diversidade e Conservação de Angiospermas no Centro de Diversidade de Cabo Frio, Estado do RJ.. 2006. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
8. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Fabiano Salgueiro. Análise da organização e dinâmica da diversidade genética de duas espécies da Mata Atlântica Brasileira: Araucaria angustifolia (Bert.) O. Kuntze e Eugenia uniflora L.. 2005. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas (Genética)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
9. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Maria Cristina Sanches. Crescimento e atividade fotossintética em duas espécies de lianas de uma floresta estacional semidecidual.. 2004. Tese (Doutorado em Biologia Vegetal) - Universidade Estadual de Campinas.
10. CALLADO, C. H.; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Cátia Henriques Callado. Anéis de Crescimento e Periodicidade do Crescimento Radial em Espécies Arbóreas de Matas Inundáveis da Floresta Atlântica, no Estado do Rio de Janeiro.. 2001. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
11. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Tânia Wendt. Hibridização e Isolamento Reprodutivo em Pitcairnia (Bromeliaceae).. 1999. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Qualificações de doutorado
1. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Mário Luís Garbin. O tratamento do espaço em comunidades vegetais: aspectos teóricos e um guia para estudos em múltiplas escalas. 2011. Exame de qualificação (Doutorando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
2. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Ricardo Finotti Leite. Uma abordagem sobre a similaridade da composição florística do componente arbóreo de florestas de formação terras baixas e submontana.. 2010. Exame de qualificação (Doutorando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
3. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Marcos de Souza Lima Figueredo. Conceitos e métricas de diversidade biológica interespecífica. 2009. Exame de qualificação (Doutorando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
4. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Ana Carolina Borges Lins e Silva. Diversidade vegetal em fragmentos florestais: o que dizem as teorias e para onde apontam as pesquisas?. 2009. Exame de qualificação (Doutorando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
5. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Fernanda Pinheiro da Cruz. Estudos Funcionais em Genes Homeobox Envolvidos com a Resposta à Estresse Hídrico em Café.. 2007. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Biológicas (Genética)) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
6. de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Cláudio Lopes Soares. Lagoas costeiras: Berçários ou armadilhas para peixes?. 2003. Exame de qualificação (Doutorando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
7. MELO, S.; de MATTOS, E.A.. Participação em banca de Sérgio Melo.. Produção Primária Fitoplanctônica em Ambientes Aquáticos Continentais.. 2000. Exame de qualificação (Doutorando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1. LEMOS FILHO, J. P.; Bustamante, M.; de MATTOS, E.A.. Concurso de Provas e Títulos para provimento de cargo de Professor Adjunto do Departamento de Botânica na Área de Ecofisiologia Vegetal. 2009. Universidade de Brasília.
2. Menezes, L.F.T.; de MATTOS, E.A.; Tognella, M.M.P.. Concurso de Provas e Títulos para provimento de cargo de Professor Adjunto do Departamento de Ciências da Saúde, Biológicas e Agrárias.. 2008. Universidade Federal do Espírito Santo.
3. Castro Neto, M.T. de; Pelacani, C.R.; de MATTOS, E.A.. Concurso de Provas e Títulos para provimento de cargo de Professor Adjunto do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas.. 2008. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
4. Araujo, D.S.D.; de MATTOS, E.A.; Monteiro, R.F.. Professor Substituto. 2007. Instituto de Biologia.
5. de MATTOS, E.A.; AIDAR, M.; HILDEBRANDO. Membro titular da comissão examinadora do concurso público de provas e títulos para seleção de professor integrante da carreira de magistério superior.. 2006. Universidade Federal de Ouro Preto.
6. de MATTOS, E.A.; AIDAR, M.. Concurso Público de Provas e Títulos para provimento de cargo de Professor Adjunto na área de Ecofisiologia Vegetal do departamento de Ciências Exatas e Biológicas. 2006. Universidade Federal de Ouro Preto.
7. de MATTOS, E.A.. Concurso de Professor Substituto. 2001. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Outras participações
1. de MATTOS, E.A.. Integrante do Comitê Consultor Externo do processo de seleção de bolsas de Iniciação Científica PIBIC/UERJ/CNPq.. 2004. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
2. de MATTOS, E.A.. 12a semana de iniciação científica da UERJ.. 2003. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
3. de MATTOS, E.A.. Membro do Comitê Externo do processo de seleção de candidatos ao ingresso no Programa de Incentivo à Produção Científica, Técnica e Artistica (Prociência) UERJ-FAPERJ.. 2003. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
4. de MATTOS, E.A.. Integrante do Comitê Consultor Externo do processo de seleção de bolsas de Iniciação Cientfífica PIBIC/CNPq.. 2003. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
5. de MATTOS, E.A.. 10a Semana de Iniciação Científica da UERJ.. 2001. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
6. de MATTOS, E.A.. 9a Semana de Iniciação Científica da UERJ.. 2000. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Eventos
Participação em eventos
1. IX Congresso de Ecologia do Brasil.Apresentação da Palestra: Ecofisiologia em Comunidades Vegetais do Sudeste do Brasil: O dilema do pouco saber e das hipóteses a formular. 2009. (Congresso).
2. 59 Congresso Nacional de Botânica.Apresentação da Palestra: O que leva uma planta a ter sucesso em formações abertas de restinga?. 2008. (Congresso).
3. VIII Congresso Nacional de Ecologia..Apresentação da Palestra: Grupos funcionais e características ecofisiológicas de espécies arbóreas da Floresta Ombrófila Densa Atlântica.. 2007. (Congresso).
4. III Simpósio Técnico Científico da Marambaia.Apresentação da Palestra: Seqüestro de Carbono em Ecossistemas de Restingas: Estudo no Parque Nacional de Jurubatiba.. 2006. (Simpósio).
5. II Simpósio de Ecologia Teórica.Coordenador da Mesa Redonda: Discutindo Ecologia Neotropical. 2006. (Simpósio).
6. Curso de Campo de Ecologia.Participação como Professor Convidado do Curso de Campo de Ecologia da Universidade Federal do Paraná. 2006. (Outra).
7. 56 Congresso Nacional de Botânica.Apresentação da Palestra: A Noção de Estresse em Plantas: Um modelo conceitual para o estudo das respostas das plantas à variação dos fatores ambientais.. 2005. (Congresso).
8. 56 Congresso Nacional de Botânica.Organizador do Simpósio Ecofisiologia de Plantas Tropicais: Desafios em um Cenário de Mudanças Climáticas Globais. 56 Congresso Nacional de Botânica. UFPR, Curitiba, PR.. 2005. (Simpósio).
9. Ecologia de Campo.Participação no Curso de Campo do Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais da Universidade Estadual do Norte Fluminense.. 2005. (Outra).
10. Ecologia da Floresta Amazônica.Pariticipação no Curso de Campo Ecologia da Floresta Amazônica.. 2005. (Outra).
11. Curso de Campo.Participação no Curso de Campo do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Unicamp.. 2005. (Outra).
12. 55 Congresso Nacional de Botânica.Apresentação da Palestra: A Deficiência Hídrica como Fator Estruturador da Vegetação de Afloramentos Rochosos: As implicações da posse de características morfo-fisiológicas contrastantes.. 2004. (Congresso).
13. XXIII Jornada Fluminense de Botânica.Apresentação da Palestra: As implicações das noções de ambiente e estresse em plantas.. 2004. (Congresso).
14. 54 Congresso Nacional de Botânica.Apresentação da Palestra: Anatomia fisiológica: A busca pelo entendimento da relação entre mecanismo, forma e função.. 2003. (Congresso).
15. Curso de Campo.Participação no Curso de Campo do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade de São Paulo.. 2003. (Outra).
16. XXI Jornada Fluminense de Botânica.Apresentação da Palestra: A Inclusão de Escalas Espaciais e Temporais no Estudo da Ecofisiologia Vegetal.. 2002. (Congresso).
17. 51 Congresso Nacional de Botânica.Apresentação da Palestra: Padrões Sazonais de Fotossíntese e Realções Hídricas em Plantas de Cerrado.. 2000. (Congresso).
18. Curso de Campo Ecologia do Pantanal.Participação no Curso de Campo Ecologia do Pantanal do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.. 2000. (Outra).
19. XVIII Jornada Fluminense de Botânica. Estrutura e Conservação da Vegetação de Afloramentos Rochosos.Apresentação da Palestra: Ecofisiologia da Vegetação de Afloramentos Rochosos.. 1998. (Simpósio).
20. Curso de Campo.Participação no Curso de Campo do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade de Brasília. 1998. (Outra).

Orientações
Orientações em andamento
Dissertação de mestrado
1. Sara Lucía Colmenares Trejos. Ecologia Funcional de Plantas de Afloramentos Rochosos. Início: 2011. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).
2. Álvaro Manassés Lima e Silva. Diversidade Funcional de Plantas da Caatinga. Início: 2011. Dissertação (Mestrado em ECOLOGIA E CONSERVAÇÃO) - Universidade Estadual da Paraíba. (Co-orientador).
Tese de doutorado
1. Sílvia Mardegan. Influência da variação na Disponibilidade de Niterogênio nos Ajustes Morfo-fisiológicos de duas Fisionomias de Restinga da Região Sudeste do Brasil. Início: 2009. Tese (Doutorado em ESALQ/CENA) - Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. (Co-orientador).
Supervisão de pós-doutorado
1. Maria Isabel Guedes Braz. A influência dos atributos ecológicos, morfofisiológicos e evolutivos na migração de espécies vegetais entre três ecossitemas do Bioma Mata Atlântica. Início: 2009. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesq. do Estado do Rio de Janeiro.
Iniciação científica
1. Mariana Passos Guimarães. A Influência da Disponibilidade de Luz e Nutrientes nas Taxas de Crescimento de Plantas da Mata Atlântica. Início: 2011. Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).
2. Fernando Martins. Análise de crescimento em palmeiras da mata atlântica. Início: 2011. Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. (Orientador).
Supervisões e orientações concluídas
Dissertação de mestrado
1. Aline Leal Neves. Síndromes de Escape e Defesa e a Intensidade de Herbivoria em Sete Espécies de Melatomataceae de Floresta Montana do PARNASO. 2011. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, . Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
2. Amanda Ferreira de Mello Pinto. Comparação de Atributos Morfo-fisiológicos em Plantas Lenhosas de um Ambiente Alpino Tropical Brasileiro, Itatiaia, RJ.. 2008. 0 f. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
3. Leonardo de Bem Lignani. Respostas Ecofisiológicas Contrastantes na Vegetação Aberta da Restinga de Jurubatiba, Macaé, RJ: Um estudo de caso em Protium icicariba (Burseraceae), uma espécie abundante, e Byrsonima sericea (Malpighiaceae), uma espécie subordinada.. 2008. 0 f. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
4. Cristina Gurski. Estudos Comparativos de Plântulas e Plantas Jovens de duas Espécies de Ormosia Jackson Provenientes de Ambientes Distintos - Restinga e Mata Ciliar.. 2007. 0 f. Dissertação (Mestrado em Biologia Vegetal) - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, FUNDECT. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
5. Bruno Henrique Pimentel Rosado. A importância da inclusão de diferentes dimensões de variação de características morfo-fisiológicas e de crescimento para o entendimento dos padrões de abundância de espécies de restinga. 2006. 0 f. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
6. Pedro Ortman Cavalin. Plasticidade foliar de Clusia parviflora Saldanha & Engl. (Clusiaceae) em populações de afloramento rochoso e mata de restinga: A inlfuência da disponibilidade e natureza de recursos sobre a expressão fenotípica.. 2005. 0 f. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, . Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
7. Leonardo da Silva Lima. Taxas de Crescimento Relativo e Capacidade Fotossintética de Espécies Lenhosas de Restinga. . 2004. 96 f. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
8. Dulce Gilson Mantuano. Distribuição Espacial e Ecofisiologia do Sub-Bosque das Moitas da Formação Arbustiva Aberta de Clusia em Resposta a Diminuição da Cobertura da Espécie Focal Clusia hilariana.. 2003. 0 f. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
9. Maria Isabel Guedes Braz. Comparação de Atributos Foliares em Espécies de Cerrado e Restinga.. 2002. 96 f. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
10. Milene Silvestrini. Fotossíntese e Acúmulo de Biomassa em Plantas Jovens de Duas Espécies Arbóreas de Diferentes Grupos Ecológicos (Pioneira x Climácica) de uma Floresta Estacional Semidecidual.. 2000. 0 f. Dissertação (Mestrado em Biologia Vegetal) - Universidade Estadual de Campinas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Co-Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
Tese de doutorado
1. Maria Isabel Guedes Braz. A Chuva de Sementes e os Atributos Germinativos de Espécies Lenhosas da Formação Aberta de Clusia no PARNA da Restinga de Jurubatiba.. 2008. 0 f. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
2. Gisele Rôças de Souza Fonseca. A Influência da Hibridização em Duas Populações de Pitcairnia (Bromeliaceae): Um estudo de caso envolvendo hibridização artificial e natural.. 2004. 160 f. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
3. Rosani do Carmo Arruda. Anatomia Ecológica Comparativa de Espécies de Cerrado e Restinga.. 2003. 0 f. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas (Botânica)) - Universidade de São Paulo, . Co-Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
Supervisão de pós-doutorado
1. Rodrigo Siqueira-Batista. 2010. Universidade Federal do Rio de Janeiro, . Eduardo Arcoverde de Mattos.
Iniciação Científica
1. Augusto Suzer Rego. Contribuição da Produção de Folhedo para o Entendimento dos Padrões de Abundância de Espécies Lenhosas da Restinga de Clusia do PARNA de Jurubatiba, Macaé, RJ.. 2007. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
2. Aline Leal Neves. Diferenças na Produção, Expansão, Morfologia e Fisiologia Foliar em Melastomataceae se Relacionam com o Grau de Herbivoria no Afloramento Rochoso do Pão de Açucar?. 2007. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
3. Aline Cavalcante de Souza. Germinação e análise de crescimento em indivíduos jovens de Clusia hilariana Schltdl. (Clusiaceae) sob diferentes regimes hídricos.. 2006. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Biológicas) - Instituto de Biologia, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
4. Luiza São Thiago Martins. Germinação e Crescimento de Schinus teribinthifolius (Anacardiaceae) sob Diferentes Níveis de Salinidade e Luminosidade.. 2003. 0 f. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
5. Jacqueline Martins Gomes. Variação Espacial no Índice de Área Foliar em Clusia hilariana no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba.. 2003. 0 f. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
6. Bruno Henrique Pimentel Rosado. Crescimento, fenologia e características foliares de seis espécies lenhosas da Restinga de Jurubatiba, Macaé, RJ.. 2003. 24 f. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
7. Pedro Ortman Cavalin. Variação Espacial e Temporal de Características Foliares, Acidez Titulável e Pigmentos Fotossintéticos em Clusia hilariana no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba.. 2002. 0 f. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
8. Leticia Terreri Serra Lima. Variação Sazonal no Conteúdo de Pigmentos Fotossintéticos em Espécies Arbóreas de Restinga.. 2002. 0 f. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
9. Patrícia Rodin. Banco de sementes no PARNA da Restinga de Jurubatiba, Macaé, RJ. 2002. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos.
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