Maria Theresa da Costa Barros

Graduada em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1974). Especialização em Socioanálise pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise, Grupos e Instituições - IBRAPSI (1981), Mestrado em Teoria Psicanalítica pelo Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (1992) e Doutorado em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social- UERJ (2002). Pós-Doutorado em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social - UERJ (2009). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Social e Psicanálise, atuando principalmente nos seguintes temas: psicanálise, teoria e psicoterapia psicanalítica, feminilidade, juventude, violência e clínica social.
(Texto informado pelo autor)

Última atualização do currículo em 12/12/2011
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Dados pessoais
NomeMaria Theresa da Costa Barros
Nome em citações bibliográficasBARROS, M. T. C.
SexoFeminino

Formação acadêmica/Titulação
2007 - 2009Pós-Doutorado .
Instituto de Medicina Social-UERJ.
Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesq. do Estado do Rio de Janeiro ,FAPERJ ,Brasil .
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise e Cultura.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicologia Social.
1998 - 2002Doutorado em Saúde Coletiva .
Instituto de Medicina Social-UERJ.
Título: O Despertar do Budismo no Ocidente no Século XXI: uma contribuição ao debate, Ano de Obtenção: 2002.
Orientador: Jurandir Freire Costa.
Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesq. do Estado do Rio de Janeiro ,FAPERJ ,Brasil .
Palavras-chave: EGO; Budismo; Índia; Não-Violência; Narcisismo; Psicanálise.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise / Especialidade: Psicanálise e Cultura.
1988 - 1992Mestrado em Mestrado em Teoria Psicanalítica .
Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Título: Linguagem e Realidade Psíquica nos Primórdios da Psicanálise, Ano de Obtenção: 1992.
Orientador: Joel Birman e Cílio Zivianni.
Palavras-chave: SUJEITO PSÏQUICO; Realidade Psíquica; Linguagem; Metapsicologia; Aparelho Psíquico; Aparelho de Linguagem.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise / Especialidade: Teoria Psicanalítica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise / Especialidade: Metapsicologia Freudiana.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise / Especialidade: Psicoterapia Psicanalítica.
1979 - 1981Especialização em Formação Analítica especialização em Sócio-Análise .
Instituto Brasileiro de Psicanálise Grupos e Instituições.
Título: Significação da Angústia em Freud e Melanie Klein.
Orientador: Oswaldo Saidon.
1970 - 1974Graduação em Psicologia .
Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Formação complementar
2008 - 2008 Extensão universitária em Seminário Depois do Grande Encarceramento.
Instituto Carioca de Criminologia.
2008 - 2008 Extensão universitária em Colóquio Juventudes, Violências e Subjetivações.
Instituto de Medicina Social-UERJ.
2008 - 2008 Extensão universitária em VII Jornada do EBEP - A Dor no Mundo. (Carga horária: 8h).
Espaço Brasileiro de Estudos Psicanalíticos.
2007 - 2007 Extensão universitária em VI Jornada do EBEP - Segregações. (Carga horária: 16h).
Espaço Brasileiro de Estudos Psicanalíticos.
2006 - 2006FORMAÇÃO E TREINAMENTO DE VISTORIADORES DE CURSOS. (Carga horária: 20h).
Associação Brasileira de Ensino de Psicologia.
2004 - 2004Empreendedorismo Social. (Carga horária: 24h).
Incubadora Cultural do Instituto Gênesis da Pontifícia Universidade Católic.
1996 - 1996 Extensão universitária em O Problema Mente e Corpo. (Carga horária: 40h).
Instituto de Medicina Social-UERJ.
1995 - 1995 Extensão universitária em Psicanálise Pragmática. (Carga horária: 40h).
Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro.
1994 - 1994 Extensão universitária em Transferência em Lacan. (Carga horária: 24h).
Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro.
1993 - 1993 Extensão universitária em Linguagem e Subjetividade. (Carga horária: 24h).
Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro.
1980 - 1980 Extensão universitária em Teorias e Técnicas da Psicanálise de Grupos. (Carga horária: 18h).
Instituto Brasileiro de Psicanálise Grupos e Instituições.
1980 - 1980 Extensão universitária em Relação Médico-Paciente. (Carga horária: 12h).
Instituto Brasileiro de Psicanálise Grupos e Instituições.
1977 - 1978Psicoterapia Infantil. (Carga horária: 30h).
Associação de Psiquiatria e Psicologia da Infância e Adolescência.
1972 - 1972Psicoterapias Breves. (Carga horária: 40h).
Associação de Psiquiatria e Psicologia da Infância e Adolescência.
1970 - 1970Introdução à Comunidade Terapêutica. (Carga horária: 40h).
Hospital Dr. Phelippe Pinel 65.

Atuação profissional
Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, IP/UERJ, Brasil.
Vínculo institucional
2011 - Atual Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor Visitante, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações Fui aceita como Professora Visitante, pelo Departamento de Psicologia Social, do Instituto de Psicologia, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro com proposta de dar aulas, tanto na graduação quanto na pós-graduação, e o desenvolvimento do seguinte Projeto de Pesquisa: Questões da Subjetividade e suas Vicissitudes na Adolescência em Risco . No primeiro semestre de 2011, lecionei as seguintes disciplinas para o curso de graduação em psicologia: Teorias e Técnicas Psicoterápicas, para o terceiro período. No segundo semestre de 2011, leciono as seguintes disciplinas para o curso de graduação em psicologia: Teorias e Técnicas Psicoterápicas, para o terceiro período e Psicologia Social III, para o quinto período. Lecionei também para o curso de especialização em psicopedagogia a disciplina: Contribuições da Psicánálise à Educação.
Atividades
2011 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, .
Projetos de pesquisa
Questões da Subjetividade e suas Vicissitudes na Adolescência em Risco
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Vínculo institucional
1976 - 1980 Vínculo: Auxiliar de Ensino, Enquadramento Funcional: Auxiliar de Ensino do Instituto de Psicologia, Carga horária: 20
Outras informações Atividade desenvolvidas durante este período junto à Unidade Clínica de Adolescentes do Hospital Pedro Ernesto da UERJ: 1 )Coordenação de Grupos de Discussão da Relação Médico - Paciente, Tipo Ballint, formado por alunos do terceiro ano do Curso de Medicina da Clínica Médica II. ( Março à Dezembro de 1976 ) 2 )Coordenação do Setor de Psicologia da Unidade Clínica de adolescentes ( a partir de julho de 1976, por indicação do Prof. Aloysio Amâncio, Chefe da Clínica médica II ). 3 )Atendimento Conjunto Médico-Psicológico no Ambulatório Clínico de Adolescentes ( julho de 1976 à setembro de 1977 ) 4 )Coordenação da Reunião de Equipe da Unidade Clínica de Adolescentes, com médicos do staff, residentes, internos, enfermeira, assistente social, etc, ( a partir de março de 1976 à janeiro de 1980 ). 5 )Supervisão das Atividades Realizadas pelos Estagiários de Psicologia: - Reuniões de Família de Adolescentes Hospitalizados. - Reuniões de Grupos de Adolescentes hospitalizados. - Atendimentos Individuais na Enfermaria e Ambulatório em Psicoterapia Breve. - Supervisão das Atividades de Observação da Unidade Clínica de Adolescentes 6 )Coordenação do Centro de Estudos da Unidade Clínica de Adolescentes. 7 )Atendimento Individual, em Psicoterapia Breve no Ambulatório Clínico de Adolescentes. 8 )Participação nas Reuniões Gerais do Setor de Psicologia do Hospital de Clínicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atividades Didáticas: 1 ) Atividade de Ensino sobre Relação Médico Paciente, Cadeira de Psicologia e Psiquiatria do Hospital de Clínicas da Universidade do Estado do Rio de janeiro ( Período: Fevereiro à Agosto de 1976 ). 2 ) Curso sobre "Dinâmica da Personalidade - Culpa e Depressão", durante o Curso de Atualização em Psiquiatria para Enfermeiros. ( Período: 29 de Agosto `03 de Setembro de 1977 - Local: Antigo Hospital de Clínicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro/ Atual Hospital Pedro Ernesto) 3 ) Mesa Redonda: "O Rel
Vínculo institucional
1972 - 1975 Vínculo: Estagiária de Psicologia, Enquadramento Funcional: Estagiária de Psicologia do HPE-UERJ, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações Estágio no Serviço de Psicologia e Psiquiatria do Antigo Hospital de Clínicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro / Atual Hospital Pedro Ernesto ( Período: de Agosto de 1972 à Fevereiro de 1975 ). Supervisor: Lindemberg Rocha. Atividades: 1 ) Coordenação de Grupos de Familiares de Pacientes Internados ( Período: De Agosto de 1972 à Fevereiro de 1973 ). 2 ) Supervisão das Reuniões Gerais de Família ( Período: Fevereiro de 1973 à Fevereiro de 1975 ) 3 ) Terapia de Familia Nuclear. 4 ) Centro de Estudos sobre Teorias e Técnicas de Terapia Familiar. Estágio no Grupo de Adolescentes do Antigo Hospital de Clínicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro / Atual Pedro Ernesto ( Período: Agosto de 1972 à Dezembro de 1973 ) Atividades: 1) Reuniões com Adolescentes Hospitalizados - Supervisor: Narciso de Mello Teixeira, 2 ) Co-coordenação de Grupos de Discussão sobre Relação Médico - Paciente, Tipo Ballint com Médicos do staff, internos e residentes da Clínica Médica II ( Período: Março à Dezembro de 1973 ), Supervisores - Psicóloga Maria da Glória Ribeiro da Costa e Prof. Dr. Aloysio Amâncio.
Atividades
2009 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Instituto de Medicina Social, .
Projetos de pesquisa
Juventudes, Sublimações e Novas Formas de Subjetivação: Transgressão ou Submissão
2006 - 2008Atividades de Participação em Projeto, Instituto de Medicina Social, .
Projetos de pesquisa
Violência TÔ FORA! Uma investigação das relações entre juventude, violência e feminilidade
02/1976 - 01/1980Treinamentos ministrados , Unidade Clínica de Adolescentes do Hospital Pedro Ernesto da UERJ, .
Treinamentos ministrados
Supervisão das Atividades Desenvolvidas por Estagiários de Psicologia na Unidade Clínica de adolescentes do Hospital Pedro Ernesto da UERJ
07/1974 - 01/1980Outras atividades técnico-científicas , Unidade Clínica de Adolescentes do Hospital Pedro Ernesto da UERJ, .
Atividade realizada
Coordenação do Setor de Psicologia da Unidade Clínica de Adolescentes do Hospital Pedro Ernesto da UERJ.
2/1978 - 8/1978Ensino, Psicologia Social, Nível: Pós-Graduação.
Disciplinas ministradas
A Psicologia na Instituição Hospitalar
2/1978 - 8/1978Ensino, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas
Atividade de Ensino sobre Relação Médico - Paciente, Cadeira de Psicologia e Psiquiatria do Hospital de Clínicas da Universidade do Estado do rio de Janeiro, ( Período: Fevereiro de 1978 à Agosto de 1978 )
O Relacionamento da Equipe de Saúde com o Adolescente Hospitalizado - ( Período - Dezembro de 1979 )
07/1974 - 09/1977Serviços técnicos especializados , Unidade Clínica de Adolescentes do Hospital Pedro Ernesto da UERJ, .
Serviço realizado
Atendimento Conjunnto Médico-Psicológico no Ambulatório Clínico de Adolescentes da Unidade Clínica de Adolescentes do Hospital Pedro Ernesto da UERJ.
10/1973 - 10/1975Pesquisa e desenvolvimento , Centro Biomédico, Unidade Clínica de Adolescentes.
Linhas de pesquisa
Juventudes, Sublimações e Novas Formas de Subjetivação: transgressão ou submissão?
03/1974 - 12/1974Treinamentos ministrados , Clínica Médica II do Hospital Pedro Ernesto, .
Treinamentos ministrados
Co-coordenação de Grupos de Discussão Sobre Relação Médico Paciente Tipo Ballint para Alunos do Terceiro Ano de Medicina da Clinica Médica II do Hospital Pedro ernesto da UERJ
02/1972 - 12/1973Estágios , Clínica Médica II do Hospital Pedro Ernesto, .
Estágio realizado
Estágio no Grupo de Adolescentes da Clínica Médica II do Hospital Pedro Ernesto da UERJ.
Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Vínculo institucional
1997 - 1998 Vínculo: Professor Substituto, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 20
Outras informações Contratada como Professora Substituta da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, ministrando aulas nas disciplinas de Psicologia da Educação e Construção do Conhecimento, para o Curso de enfermagem, e, Psicologia da educação V para licenciatura em Letras, História e Ciências Sociais. ( Período: de Maio de 1997 à Maio de 1998 ).
Atividades
5/1997 - 5/1998Ensino, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas
Psicologia da Educação e Construção do Conhecimento
Psicologia da educação V
Faculdades Maria Thereza Instituto de Ciência e Tecnologia, FAMAT, Brasil.
Vínculo institucional
1995 - 1996 Vínculo: Professora Assistente, Enquadramento Funcional: Professora Assistente, Carga horária: 24
Atividades
3/1995 - 6/1996Ensino, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas
Cadeira de Psicologia II, para o quarto período do Curso de Graduação em Psicologia.
Cadeira de Psicologia Institucional, para o oitavo período do Curso de Graduação em Psicologia.
Grupo IBMEC, IBMEC, Brasil.
Vínculo institucional
2008 - 2008 Vínculo: Professor Horista, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 4
Outras informações Disciplina Lecionada: Introdução à Psicologia Geral - Para o Primeiro período do Curso de Administração
ONG VIVA RIO, ONG VIVA RIO, Brasil.
Vínculo institucional
2001 - 2003 Vínculo: Coordenadora de Projetos, Enquadramento Funcional: Voluntária da Ong Viva Rio, Carga horária: 20
Outras informações Atuei como Voluntária pela Ong Viva Rio, desenvolvendo um trabalho de discussão e reflexão em Grupos Operativos, com 180 jovens, em sua maioria saídos do tráfico, que participavam do Projeto do Governo do Estado "Jovens pela Paz" durante um período de seis meses, entre março de 2001 a agosto de 2001. Inicialmente realizamos com esses jovens atividades de construção de painéis, a partir de gravuras rasgadas a mão de revistas. A finalidade destes painéis era fazer um levantamento da problemática central dos diversos grupos(sexualidade, violência). Depois de identificada que a questão central de todos os grupos era a temática da violência, propusemos a projeção do filme "Notícias de Uma Guerra Particular", de João Salles, seguido de debate com o Major Carballo, que chefiava a implantação do primeiro Gepae - Grupamento Especial de Polícia para Áreas Especiais na Comunidade do Cantagalo, Pavão e Pavãozinho, e com o Diretor da Ong Viva Rio, Rubem César Fernandes. Paralelamente, partimos para a construção de uma Metodologia de Intervenção Institucional em Creches Comunitárias, "Mudando Histórias de Vidas: Criando Crianças Cidadãs", entre Março de 2001 e Julho de 2003, para melhoria de qualidade dos espaços físico, social e psicopedagógico que foi colocada em prática em três Creches Comunitárias: Sempre Vida; Shalom e Lar de Eurípedes nas Comunidades do Cantagalo, Pavão e Pavãozinho e Rocinha, que atendiam a 135 crianças. Iniciamos a construção dessa metodologia pelo Projeto SOL na Creche, que foi apoiado financeiramente pela Coca Cola. Pensavamos que investir na melhoria de qualidade da educação infantil era uma maneira de criar novas perspectivas de futuro para essas crianças, evitando que se tornassem presas fáceis das redes do crime organizado.
Atividades
03/2001 - 07/2003Atividades de Participação em Projeto, ONG Viva Rio, .
Projetos de pesquisa
"Mudando Histórias de Vidas: Criando Crianças Cidadãs"
Jovens Pela Paz
SOL na Creche
ONG Mundo Melhor, ONG MUNDO MELHOR, Brasil.
Vínculo institucional
2003 - 2005 Vínculo: Voluntária, Enquadramento Funcional: Diretora Executiva, Carga horária: 20
Outras informações A ONG Mundo Melhor desenvolveu-se a partir da experiência de um grupo de voluntários que resolveu repensar e investigar a forma de gerenciamento e resultados dos esforços despendidos pelas comunidades pobres na educação infantil, em que o apoio recebido dos órgãos governamentais é sempre insuficiente. Essas atividades foram desenvolvidas desde agosto de 2003 até julho de 2005 nas Comunidades do Cantagalo, Pavão e Pavãozinho e Rocinha, da Zona Sul do Rio de Janeiro. Nesse período conseguimos garantir um atendimento de qualidade a 135 crianças, anualmente, que realizavam três refeições diárias durante cinco dias na semana. Realizamos seminários mensais de treinamento para as equipes das creches comunitárias, reuniões mensais com as famílias visando o atendimento psicosocial e passeios semestrais, com as crianças em parques e jardins públicos da nossa cidade.
Atividades
07/2003 - 07/2005Direção e administração, ONG Mundo Melhor, .
Cargo ou função
Diretora Executiva.

Linhas de Pesquisa
1. Juventudes, Sublimações e Novas Formas de Subjetivação: transgressão ou submissão?
Objetivos: O objetivo principal desta pesquisa é desenvolver ferramentas teóricas para a construção de uma rede de assistência clínica e social, voltada para o desamparo e o mal-estar das juventudes femininas brasileiras segregadas. Pensamos que esse objetivo pode se constituir como uma estratégia de ampliar as condições de possibilidade para um nascimento social mais auspicioso para as novas formas de subjetivação advindas desses altos índices de natalidade entre as juventudes femininas segregadas. Em última instância, resgatar a capacidade das juventudes femininas segregadas de se constituírem como matriz transformadora dessas mesmas condições sociais insatisfatórias, pelo papel relevante que desempenham no cuidado e na formação de novas formas de subjetivação que serão constitutivas das próximas gerações de crianças e futuras juventudes brasileiras. Logo, um outro objetivo de nossa pesquisa se delineia, não apenas a partir do seu desenvolvimento, mas também na etapa de divulgação de seus resultados: tornar-se uma contribuição significativa ao debate sobre a necessidade de reformulação das políticas públicas a serem implementadas, seja na área da saúde, da educação ou da própria segurança pública. Nesse âmbito, uma das questões cuja resposta pode ser decisiva para o futuro das juventudes femininas segregadas é: como gerar as condições de possibilidade para seu nascimento social? Porque se as juventudes femininas segregadas vivem em áreas onde a norma é a mais absoluta precariedade e o risco de vida permanente, como é possível nessas condições alcançar um nascimento social? Se tais condições, por si só já seriam muito desfavoráveis, este nascimento social se torna ainda mais inviabilizado quando verificamos que essas juventudes femininas segregadas estão tendo que fazer frente a situações para as quais não contam com o apoio mínimo necessário. Por exemplo, apesar desses altos índices de natalidade entre as juventudes femininas segregadas, elas não dispõem de uma rede púb.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise e Cultura.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicologia Social.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Tratamento e Prevenção Psicológica / Especialidade: Trabalho Em Equipe Interdisciplinar.
Setores de atividade: Saúde e Serviços Sociais; Educação; Pesquisa e desenvolvimento científico.
Palavras-chave: Juventudes; Violências; Natalidade; Sublimações; Subjetivações; Feminilidades.

Projetos de Pesquisa
2011 - AtualQuestões da Subjetividade e suas Vicissitudes na Adolescência em Risco
Descrição: A proposta deste nosso atual projeto de pesquisa é tomar como seu objeto de estudo a problemática das relações entre juventudes, feminilidades e violências aprofundando a questão de como este cenário presente amplamente na sociedade brasileira contemporânea, pode estar apontando para diferenças significativas nos processos de subjetivação entre as juventudes representantes de dois grupos sociais distintos em nossa sociedade: as juventudes brasileiras segregadas e as juventudes brasileiras não-segregadas. Essas diferenças nas formas de subjetivação podem ser tomadas como operadores e indicadores, de que as juventudes brasileiras segregadas encontram-se expostas, a uma situação de maior vulnerabilidade social, particularmente, no contexto sócio-político e econômico atual da cidade do Rio de Janeiro, mas também, de todas as grandes metrópoles brasileiras..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Maria Theresa da Costa Barros - Coordenador.
.
2009 - 2010Juventudes, Sublimações e Novas Formas de Subjetivação: Transgressão ou Submissão
Descrição: Tendo em vista a correlação entre altos índices de natalidade e violência, como marca das formas de subjetivação das juventudes que vivem nas áreas onde as condições econômicas são precárias, este projeto de pesquisa visa, a partir do discurso psicanalítico, desenvolver ferramentas teóricas para a construção de uma rede de assistência clínica e social, voltada para o desamparo e o mal-estar das juventudes femininas brasileiras segregadas. No intuito de desenvolver essas ferramentas teóricas, estamos fazendo uma aposta em uma investigação da metapsicologia da sublimação no discurso freudiano e de alguns autores da psicanálise que podem ser inscritos, genealogicamente, neste discurso: Ferenczi, Winnicott e Lacan, pois estes autores retiraram do discurso freudiano as conseqüências metapsicológicas e clínicas, inscrevendo o lugar do Outro no campo da dinâmica pulsional. Tomamos como eixo central de nossa investigação a seguinte questão: o alto índice de natalidade encontrado entre as juventudes femininas segregadas que é cinco vezes maior do que entre as juventudes não-segregadas pode ser tomado como um indicador da presença de formas de transgressão ou de formas de submissão às normas instituídas pela cultura? Para responder a essa indagação a respeito da problemática da correlação entre os altos índices de natalidade e de violência presente em áreas de grande vulnerabilidade social, no momento atual de nossas pesquisas, estamos utilizando como esquema conceitual referencial teórico, uma concepção de transgressão como formas de resistência ao imperativo normalizador do dispositivo social tal como proposta por Birman, em seu texto, Nas Bordas da Transgressão ..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Maria Theresa da Costa Barros - Coordenador.

Número de produções C, T & A: 3.
2006 - 2008Violência TÔ FORA! Uma investigação das relações entre juventude, violência e feminilidade
Descrição: Nosso objetivo neste projeto de pesquisa, ao nível de pós-doutorado, Violência, Tô Fora! Uma Investigação das Relações entre Juventude, Violência e Feminilidade é, realizar uma revisão crítica do pensamento psicanalítico sobre os conceitos de agressividade, violência e feminilidade, sob orientação direta do psicanalista Joel Birman ; autor de inúmeros livros e ensaios , que dedicou grande parte de suas pesquisas a temas correlacionados com esta problemática: a feminilidade e suas formas de subjetivação em psicanálise; a violência e a agressividade no discurso psicanalítico; a elaboração do conceito de juventude, em ensaio recentemente publicado , no qual propõe uma reflexão sobre as transformações sofridas por este conceito na contemporaneidade..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Maria Theresa da Costa Barros - Coordenador.
Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesq. do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 3.
2001 - 2005"Mudando Histórias de Vidas: Criando Crianças Cidadãs"
Descrição: Projeto de Criação de Metodologia de Intervennção Institucional em Creches Comunitárias para buscar a Melhoria de Qualidade dos espaços Físico, Social e Psicopedagógico, incluinndo atividades de pesquisa longitudinal junto à população compreendida na faixa etária entre zero e seis anos de idade, moradora de áreas de grande concentração de pobreza..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Célia Regina Machado Fonseca - Integrante / Anna Lacerda - Integrante / Henrique da Costa Barros Couceiro - Integrante / Marcus Adisse - Integrante / Maria Luiza Ferguson - Integrante / Maria Theresa da Costa Barros - Coordenador.
Financiador(es): Empresa Coca-cola - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 2.
2001 - 2005SOL na Creche
Descrição: No início do trabalho voluntário na ONG Viva Rio, foi pedida a minha opinião sobre a visita à Creche Comunitária Sempre Vida, quando então, expressei uma preocupação com as quarenta crianças que permaneciam confinadas durante todo o período de permanência nas creches, das oito horas da manhã às cinco horas da tarde, saindo apenas de suas salas no horário das refeições: As crianças são uma espécie de batata-quente, os pais têm que deixar os filhos para trabalhar e as professoras têm de ficar durante todo o dia com quarenta crianças restritas às duas salas de aula, por isso já que vocês estão falando em lançar uma campanha pela paz, estou pensando em lançar uma campanha pelo sol, afinal aqui é um lugar onde há tanto sol e, pegar sol não custa nada . Após a constatação dos problemas, como voluntária da Ong Viva Rio, começou a empenhar-se na criação dos vários projetos que visavam a melhoria de qualidade do espaço físico/social/psicopedagógico da creche comunitária. Assim foram criados, inicialmente, os seguintes projetos: Sol na Creche, Viva Madrinha e Brincar na Creche. O projeto Sol na Creche que tinha por meta a construção de um terraço na Creche Sempre Vida, acabou possibilitando também a construção de uma nova creche no Cantagalo, a creche comunitária Shalom, inaugurada em março de 2003. Este projeto foi encaminhado à Coca-Cola, que doou a verba necessária para as obras. Tal acontecimento ressaltou a importância do trabalho realizado pois tinha alcançado o apoio de uma grande empresa. O projeto Viva Madrinha, atualmente integrado na Campanha Madrinhas Para Paz, captou recursos da sociedade civil por meio de madrinhas e padrinhos. Estes padrinhos assinaram um acordo comprometendo-se a pagar um mínimo de trinta reais por mês, durante o período de um ano para manutenção das mensalidades das crianças da Creche Sempre Vida a partir de Novembro de 2001. O programa chegou a contar com cerca de quarenta madrinhas e padrinhos, e os recursos captados foram administr.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 5) / Especialização ( 2) / Mestrado acadêmico ( 1) / Doutorado ( 1) .
Integrantes: Maria Theresa da Costa Barros - Coordenador.
Financiador(es): Coca Cola - Auxílio financeiro..
2001 - 2001Jovens Pela Paz
Descrição: Realizado com 180 Jovens Saídos doTráfico que participavam dp projeto do Governo - Jovens pela Paz. Foram realizados Grupos Operativos, cada um dom 10 participantes, 9 grupos pela manhã e 9 grupos pela tarde. Inicialmennte realizamos a construção de Painéis a partir de um trabalho de recorte e colagem de gravuras rasgadas a mão de revistas, para pesquisar qual era a temática predominante nos grupos, constatando-se que a temática central era a Violência. A partir daí realizamos um trabalho de debates, com projeções de filmes e construção de peças teatrais, toda essa pesquisa durou seis meses, com os grupos sendo realizados uma vez por semana, todas as sextas-feiras de março de 2001 a agosto de 2001. .
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
Integrantes: Maria Theresa da Costa Barros - Coordenador.

Número de produções C, T & A: 1.

Áreas de atuação
1. Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise.
2. Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise / Especialidade: Psicanálise e Cultura.
3. Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicologia Social.
4. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva.
5. Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise / Especialidade: Análise Institucional.

Idiomas
Inglês Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês Compreende Bem Lê Bem.
Espanhol Compreende Bem Lê Bem.


Produção em C,T & A
Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos
1. BARROS, M. T. C. . Feminilidade e Violência: uma questão atual. Cadernos de Psicanálise (Círculo Psicanalítico/RJ), v. 33, p. 59-83, 2011.
2. BARROS, M. T. C. . Problematizações sobre as relações entre o desejo, seus objetos e a sublimação. Cadernos de Psicanálise (Círculo Psicanalítico/RJ), v. 23, p. 145-165, 2010.
3. BARROS, M. T. C. ; ARANHA, S. L. M. . Resenha do Livro de Bocayuva, H. & Nunes, S. A. (Orgs.). (2009). Juventudes, subjetivações e violências. Rio de Janeiro: Contra Capa, 160 páginas.. Psicologia Clínica (PUCRJ. Impresso), v. 22, p. 199-207, 2010.
4. BARROS, M. T. C. . Natalidade e violência: uma problemática das relações entre juventudes, feminilidades e violências. Adolescência & Saúde (UERJ), v. 6, p. 17-25, 2009.
5. BARROS, M. T. C. . A QUESTÃO DA PESSOA MORAL EM FREUD, NO PRAGMATISMO E NO BUDISMO. Cadernos de Psicanálise (Círculo Psicanalítico/RJ), Cadernos de Psicanálise, v. 11, p. 57-70, 1997.
6. BARROS, M. T. C. . Sobre os começos da Psicanálise. Boletim Mestrado em Teoria Psicanalítica, Boletim Mestrado em Teoria Psi, v. 5, n. 8, p. 11-46, 1991.
7. BARROS, M. T. C. . Lógica do Significante, Mudança de Problemática no Campo Psicanalítico. Boletim Mestrado em Teoria Psicanalítica, Ano II, Vol. 3, N. 5, primeiro semestre de 1990, Boletim Mestrado UFRJ, v. Vol. 3, n. N. 5, p. 07-37, 1989.
Capítulos de livros publicados
1. BARROS, M. T. C. ; EISENSTEIN, E. ; RUZANY, M. H. ; GAENSLY, C. . SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA. In: Zekcher, S. (Org.). ADOLESCENTE TAMBÉM É GENTE. 1 ed. RIO DE JANEIRO: ED. SUMUS, 1985, v. 1, p. -.
Textos em jornais de notícias/revistas
1. BARROS, M. T. C. . Psicanálise à Americana. Jornal do Brasil, 10 out. 1992.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. BARROS, M. T. C. . Do Século da Criança ao Século do desamparo: Problematizações sobre a passagem do Século XX ao XXI em Freud, Lacan e Klein. In: I Congresso Latino-Americano de Psicanálise na Universidade/VI Simpósio do Programa de Pós-Graduação em Psicanálise da UERJ, 2011, Rio de Janeiro. Clínica do Mal-Estar, 2011.
2. BARROS, M. T. C. . LIMITES E POSSIBILIDADES DE UMA ABORDAGEM INSTITUCIONAL AO ADOLESCENTE. In: Encontro Sobre Questões Teóricas, Ideológicas e Metodológicas da Psicologia na América Latina., 1986, Havana. Encontro Sobre Questões Teóricas, Ideológicas e Metodológicas da Psicologia na América Latina., 1986.
Resumos publicados em anais de congressos
1.   BARROS, M. T. C. . Feminilidade e Violência: Uma questão atual. In: Colóquio Internacional sobre Atualidade das Perversões, 2007, São Paulo. Colóquio Internacional sobre Atualidade das Perversões, 2007.
2. BARROS, M. T. C. . UMA REFLEXÃO SOBRE A DESTRUIÇÂO PÓS-MODERNISTA DO CORPO. In: VI Conferência Internacional sobre Filosofia, Psiquiatria e Psicologia: Ética Lingugem e Sofrimento, 2003, Brasília. Livro de Resumo/Abstracts. VI Conferência Internacional sobre Filosofia, Psiquiatria e Psicologia. Org. Costa, I.I.; Martins, F.M.M.C; Tafuri, M. I., 2003. p. 182-183.
3. BARROS, M. T. C. . O DESAMPARO DO EU EM FREUD E NO BUDISMO. In: V FÓRUM BRASILEIRO DE PSICANÁLISE - PSICANÁLISE E DESAMPARO, 1999, RECIFE. V Fórum Brasileiro de Psicanálise, 1999.
4. BARROS, M. T. C. . A QUESTÃO DA PESSOA MORAL EM FREUD, NO PRAGMATISMO E NO BUDISMO. In: IV FÓRUM BRASILEIRO DE PSICANÄLISE - A PSICANÁLISE E A CULTURA DA ILUSÃO, 1997, RIO DE JANEIRO. IV FÓRUM BRASILEIRO DE PSICANÄLISE - A PSICANÁLISE E A CULTURA DA ILUSÃO, 1997. v. 1. p. 244-246.
5. BARROS, M. T. C. . ATENDIMENTO MËDICO PSICOLÓGICO INTEGRADO. In: I CONGRESSO BRASILEIRO DE ADOLESCÊNCIA, 1985, SÃO PAULO. I CONGRESSO BRASILEIRO DE ADOLESCÊNCIA, 1985.
6. BARROS, M. T. C. ; GAENSLY, C. . UM GRUPO DE PÚBERES EM PSICOTERAPIA. In: I CONGRESSO BRASILEIRO DE ADOLESCÊNCIA, 1985, SÃO PAULO, 1985.
7. BARROS, M. T. C. . ATENDIMENTO INTEGRADO AO ADOLESCENTE. In: IV CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA PSICOSSOMÄTICA, 1984, RIO DE JANEIRO, 1984.
8. BARROS, M. T. C. . GRUPO COM ENFERMEIRAS. In: I SIMPÓSIO DO INSTITUTO BRASILEIRO DE PSICANÁLISE, GRUPOS E INSTITUIÇÕES, 1982, RIO DE JANEIRO, 1982.
9. BARROS, M. T. C. . ATENDIMENTO INTEGRADO AO PACIENTE ADOLESCENTE. In: IV ENCONTRO DE PSICÓLOGOS E PSIQUIATRAS DE JUIZ DE FORA, 1980, JUIZ DE FORA, 1980.
10. BARROS, M. T. C. . REAÇÃO DO ADOLESCENTE À HOSPITALIZAÇÃO. In: SEMANA DO XVII ANIVERSÁRIO DO HOSPITAL DE CLÏNICAS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - I ENCONTRO DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 1979, RIO DE JANEIRO, 1979.
11. BARROS, M. T. C. . ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO AO PACIENTE ADOLESCENTE HOSPITALIZADO FEITO PELO MÉDICO SOB ORIENTAÇÃO DO PSICÖLOGO. In: SEMANA DO XVII ANIVERSÁRIO DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 1979, RIO DE JANEIRO. Anais da Semana do XVII Aniversário do Hospital de Clínicas da Universidade do estado do rio de Janeiro, 1979.
12. BARROS, M. T. C. . EXPERIÊNCIA DA UNIDADE CLÍNICA DE ADOLESCENTES DO HOSPITAL DE CLÏNICAS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. In: I JORNADA DE MEDICINA DE ADOLESCENTES DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 1978, RIO DE JANEIRO, 1978.
13. BARROS, M. T. C. . SAÚDE DO ESCOLAR E DO ADOLESCENTE. In: SEMANA DO XIV ANIVERSÁRIO DO HOSPITAL DE CLÏNICAS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 1976, RIO DE JANEIRO, 1976.
14. BARROS, M. T. C. . O ADOLESCENTE INTERNADO - ASPECTOS PSICOlÓGICOS. In: SEMANA DO XIV ANIVERSÁRIO DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 1976, RIO DE JANEIRO, 1976.
Artigos aceitos para publicação
1. BARROS, M. T. C. . Feminilidade e Violência: uma questão atual. Cadernos de Psicanálise (Círculo Psicanalítico/RJ), 2011.
2. BARROS, M. T. C. . Problematizações sobre as relações entre o desejo, seus objetos e a sublimação. Cadernos de Psicanálise (Círculo Psicanalítico/RJ), 2010.
3. BARROS, M. T. C. . Resenha do Livro: Juventudes, Subjetivações e Violências. Psicologia Clínica (PUCRJ. Impresso), 2010.
4. BARROS, M. T. C. . Natalidade e Violência: Uma Problemática das Relações entre Juventudes, Feminilidades e Violências. Adolescência & Saúde (UERJ), 2009.
Apresentações de Trabalho
1. BARROS, M. T. C. . Um Fragmento Clínico como Ilustração da Relação entre o Desmentido e a Vioência. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
2. BARROS, M. T. C. . Do Século da Criança ao Século do desamparo: Problematizações sobre a passagem do Século XX ao XXI em Freud, Lacan e Klein. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
3.   BARROS, M. T. C. . Questões da Subjetividade na Adolescência em Risco. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
4. BARROS, M. T. C. . O Incesto e Suas Dimensões...Genealogia, Silênciao / Revelação. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
5. BARROS, M. T. C. . Problematizações para Uma Clínica do Social em Freud, Foucault, Deleuze e Gauchet. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
6.   BARROS, M. T. C. . Desamparo e Mal-estar das Juventudes Brasileiras Segregadas: uma contribuição ao debate:. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
7. BARROS, M. T. C. . Natalidade e Violência: Uma Problemática das Relações entre Juventudes, Feminilidades e Violênncias. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
8.   BARROS, M. T. C. . O Mal-Estar das Juventudes Brasileiras Segregadas. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
9.   BARROS, M. T. C. . Feminilidade e Violência: Uma Questão Atual. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
10. BARROS, M. T. C. . Destinos da Violência Frente à Mulher. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
11. BARROS, M. T. C. . "De Buda a Freud: o desejo e a sexualidade como causas de sofrimento psíquico". 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
12. BARROS, M. T. C. . "Psicanálise e Budismo: um diálogo sobre desamparo e desapego". 2005. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
13. BARROS, M. T. C. . "A Noção do Eu uma categoria sagrada do pensamento indiano". 2005. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
14. BARROS, M. T. C. . "O Eu Budista uma nova forma de subjetividade na Índia antiga". 2005. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
15. BARROS, M. T. C. . O Budismo Ocidental. 2005. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
16. BARROS, M. T. C. . O Budismo Ocidental. 2005. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
17. BARROS, M. T. C. . Uma Reflexão Sobre a Destruição do Corpo na Pós-Modernidade. 2003. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
18. BARROS, M. T. C. . O Desamparo do Eu em Freud e no Budismo. 1999. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
19. BARROS, M. T. C. . A Questão da Pessoa Moral em Freud, no Pragmatismo e no Budismo. 1997. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
20. BARROS, M. T. C. . Limites e Possibilidades de Uma Abordagem Institucional ao Adolescente. 1986. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
21. BARROS, M. T. C. ; GAENSLY, C. . Abordagem Preventiva. 1985. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
22. BARROS, M. T. C. . Atendimento Integrado ao Adolescente. 1984. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
23. BARROS, M. T. C. . A Psicologia na Instituição Hospitalar. 1981. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
24. BARROS, M. T. C. . Atendimento Integrado Médico-Psicológico ao Paciente Adolescente Hospitalizado. 1979. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
25. BARROS, M. T. C. . Reação do Adolescente à Hospitalização. 1979. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
26. BARROS, M. T. C. . Experiência da Unidade Clínica de Adolescentes do Hospital de Clínicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 1978. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
27. BARROS, M. T. C. . Dinâmica da Personalidade: Culpa e Depressão. 1977. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
28. BARROS, M. T. C. . Saúde do Escolar e do Adolescente. 1976. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
29. BARROS, M. T. C. . Unidade de Atendimento a Adolescentes - Parte II. 1976. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Demais tipos de produção bibliográfica
1. BARROS, M. T. C. . Desamparo e Mal-estar das Juventudes Brasileiras Segregadas. Rio de Janeiro: Revista Eletrônica Epos, 2010 (Artigo Científico em Primeiro Número de Revista Eletrônica).
Produção técnica
Produtos tecnológicos
1. BARROS, M. T. C. . Mudando Histórias de Vidas: Criando Crianças Cidadãs. 2004.
Demais tipos de produção técnica
1.
BARROS, M. T. C. . Do Século da Criança ao Século do Desamparo: problematizações da passagem do século XX ao XXI, em Freud, Foucault, Deleuze e Marcel Gauchet. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
2.
BARROS, M. T. C. . Aperfeiçoamento de Violência contra a Criança. 2009. .
3. BARROS, M. T. C. . Feminilidade e Violência: Uma questão atual. 2009. (Relatório de pesquisa).
4. BARROS, M. T. C. . Violência, TÔ FORA! Uma Investigação das Relações entre Juventude, Violência e Feminilidade. 2008. (Relatório de pesquisa).
5. BARROS, M. T. C. . Violência TÔ FORA! Uma Investigação das Relações entre Juventude, Violência e Feminilidade. 2007. (Relatório de pesquisa).
6. BARROS, M. T. C. . O Despertar do Budismo no Ocidente: Uma contribuição ao debate. 2002. (Relatório de pesquisa).
7. BARROS, M. T. C. . A Noção do eu: Uma Categoria Sagrada do Espírito Humano. 2001. (Relatório de pesquisa).

Bancas
Participação em bancas examinadoras
Teses de doutorado
1. BARROS, M. T. C.. Participação em banca de Luciana de Oliveira Santos. Transtorno de Pânico: Um Estudo sobre as Matrizes Sociais de seu Surgimento: A Sociedade de Risco e a Construção Contemporânea de Bio-Identidades. 2007. Tese (Doutorado em Doutorado em Saúde Coletiva) - Instituto de Medicina Social da UERJ.
Monografias de cursos de aperfeiçoamento/especialização
1. BARROS, M. T. C.. Participação em banca de Clara Duarte Guimarães. Seriam os Sistêmicos Budistas? Uma Articulação entre a Psicologia Budista e o Construtivismo / Construcionismo Social. 2007. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Especialização em Terapia de Família) - Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1. BARROS, M. T. C.. Prova de Psicólogo do Concurso Público para Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul. 2009. Instituto Brasileiro de Administração Municipal.

Eventos
Participação em eventos
1. VIII Jornada Sobre Violência Contra Crianças - Teoria e Prática.O Incesto e Suas Dimensõe... Genealogia, Silêncio/ Revelação. 2010. (Simpósio).
2. VII Jornada Internacional sobre Violência contra Crianças.Natalidade e Violência: Uma Problemática das Relações entre Juventudes, Feminilidades e Violências. 2009. (Outra).
3. Depois do Grande Encarceramento. 2008. (Seminário).
4. Juventudes, Subjetivações e Violências. 2008. (Simpósio).
5. Colóquio Internacional de Psicanálise: Atualidade das Perversões.Feminilidade e Violência: uma questão atual. 2007. (Simpósio).
6. Sexta Jornada do Espaço Brasileiro de Estudos Psicanalíticos.O Mal-estar das Juventudes Brasileiras Segregadas. 2007. (Outra).
7. Colóquio Internacional de Psicanálise: Atualidade das Perversões.Feminilidade e Violência: Uma Questão Atual. 2007. (Outra).
8. XIV Fórum de Psiquiatria FCM / UERJ - Doença Mental e Violência.Destinos da Violência Frente à Mulher. 2006. (Outra).
9. De Buda a Freud: o desejo e a sexualidade como causas de sofrimento psíquico.Psicologias e Práticas Integradoras. 2005. (Seminário).
10. "Psicanálise e Budismo: um diálogo sobre desamparo e desapego".Psicologias e Práticas Integradoras. 2005. (Seminário).
11. VI Conferência Internacional sobre Filosofia, Psiquiatria e Psicologia: Ética Lingugem e Sofrimento.Uma Reflexão sobre a destruição pós-modernista do corpo. 2003. (Congresso).
12. O Ser voluntário - relato de experiências pessoais.O Voluntariado nas Ongs/Aids. 2003. (Seminário).
13. Linha de Pesquisa Racionalidades Médicas. Cuidado, Atenção e Práticas na Sociedade Brasileira Atual. 2000. (Seminário).
14. Valores Humanos e sua Prática na Vida Cotidiana. 1999. (Seminário).
15. "O Desamparo do Eu Em Freud e no Budismo".V Fórum Brasileiro de Psicanálise. 1999. (Outra).
16. A Questão da Pessoa Moral em Freud, no Pragmatismo e no Budismo.IV FÓRUM BRASILEIRO DE PSICANÁLISE. 1997. (Outra).
17. Limites e Possibilidades de Uma Abordagem Institucional ao Adolescente.Encuentro Sobre Cuestiones Teoricas, Ideologicas e Metodologicas De La Psicologia En America Latina. 1986. (Congresso).
18. Um Grupo de Púberes em Psicoterapia.I Congresso Brasileiro de Adolescência. 1985. (Congresso).
19. Atendimento Médico Psicológico Integrado.I Congresso Brasileiro de Adolescência. 1985. (Congresso).
20. Atendimento Integrado ao Adolescente.IV Congresso Brasileiro de Medicina Psicossomática. 1984. (Congresso).
21. A Psicologia na Instituição Hospitalar.V Encontro de Psicólogos e Psiquiatras de Juiz de Fora. 1981. (Encontro).
22. Atendimento Integrado ao paciente Adolescente.IV Encontro de Psicólogos e Psiquiatras de Juiz de Fora. 1980. (Encontro).
Organização de eventos
1. BARROS, M. T. C. . Sexta Jornada do Espaço Brasileiro de Estudos Psicanalíticos. 2007. (Outro).

Outras informações relevantes
Em 1974 foi inaugurado no Hospital Universitário Pedro Ernesto, o primeiro serviço de medicina de adolescentes, no Brasil   a Unidade Clínica de Adolescentes   UCA. Nessa ocasião a medicina de adolescentes era uma prática já reconhecida nos Estados Unidos, porém ainda inexistente em nosso país. A Unidade Clínica de Adolescentes foi um núcleo pioneiro não só no atendimento hospitalar ao adolescente, mas também um dos primeiros serviços da área de saúde em Hospital Geral que era desenvolvido usando como metodologia   o trabalho em Equipe Interdisciplinar. Na época, tal fato representava uma grande inovação. Com a consolidação deste serviço, a Unidade Clínica de Adolescentes passou a ser considerada uma referência na área da medicina de adolescentes e, funciona desde então, como pólo irradiador para criação de outras Unidades Clínicas de Adolescentes em Hospitais Gerais, em todo o Brasil. Foi nesse serviço de adolescentes que tive a oportunidade de desenvolver a minha primeira experiência profissional. Fui designada, pelo Professor Aloysio Amâncio, chefe da Clínica Médica II, como psicóloga responsável pela Unidade Clínica de Adolescentes. No final deste mesmo ano, completava meu curso de graduação em Psicologia. A partir de fevereiro do ano seguinte e, durante os próximos cinco anos, exerci as funções de coordenadora e supervisora do setor de psicologia da Unidade Clínica de Adolescentes. Por se tratar de uma experiência pioneira com pacientes adolescentes, havia uma abertura para implantação de um modelo de trabalho em equipe interdisciplinar. O paciente adolescente era visto como necessitando de uma abordagem integrada e multidisciplinar. No entanto, a prática do psicólogo no âmbito do Hospital Geral, se diferenciava da prática dos demais profissionais da equipe de saúde. Enquanto os outros profissionais tinham procedimentos bastante concretos e visíveis, o psicólogo tinha como seu único instrumento terapêutico, a palavra, o que nem sempre era compreendido..
                                                                        
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