Felipe Rangel de Souza Machado

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  • Última atualização do currículo em 14/02/2019


Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mestrado e doutorado em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social - IMS/UERJ. Atualmente é pesquisador da Fiocruz na Escola Nacional de Saúde Pública, membro do Departamento de Direitos Humanos. Saúde e Diversidade Cultural (DIHS) . É professor do Mestrado em Educação Profissional em Saúde da EPSJV/Fiocruz e professor do Mestrado em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia do ILMD/Fiocruz. Compõe o grupo de pesquisadores do Núcleo de Estudos em Democratização e Sociabilidades na Saúde (NEDSS).Vem atuando principalmente nos seguintes temas: direito na saúde, políticas de saúde e educação profissional. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Felipe Rangel de Souza Machado
Nome em citações bibliográficas
MACHADO, F. R. S.;Machado, Felipe Rangel de Souza

Endereço


Endereço Profissional
Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública.
Avenida Brasil - 4036, sala 905, Prédio da Expansão
Manguinhos
21040361 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil
Telefone: (21) 38829222
URL da Homepage: http://dihs.ensp.fiocruz.br/


Formação acadêmica/titulação


2006 - 2010
Doutorado em Saúde Coletiva.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Título: A Judicialização da Saúde no Brasil: cidadanias e assimetrias, Ano de obtenção: 2010.
Orientador: Sulamis Dain.
Palavras-chave: Direito à Saúde; Judicialização da Saúde; políticas de saúde; SUS; financiamento; federalismo.
2004 - 2006
Mestrado em Saúde Coletiva.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Título: Direito à Saúde, Integralidade e Participação: um estudo sobre as relações entre Sociedade e Ministério Público na experiência de Porto Alegre.,Ano de Obtenção: 2006.
Orientador: Roseni Pinheiro.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: Direito à Saúde; Integralidade; Ministério Público; Conselho de Saúde.
Grande área: Ciências da Saúde
2000 - 2003
Graduação em Ciências Sociais.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Título: Experiências de programas de atenção integral no cuidado em saúde e as práticas terapêuticas alternativas no sistema público de saúde.
Orientador: Myrian Sepúlveda dos Santos.
Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.




Atuação Profissional



Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - 2013
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Colaborador

Atividades

03/2013 - Atual
Ensino, Saúde Coletiva, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Leituras sobre Estado, Direito e Saúde

Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
Vínculo institucional

2008 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Pesquisador em Saúde Pública, Carga horária: 40

Atividades

04/2016 - Atual
Ensino, Curo de Especialização em Comunicação e Saúde - ICICT, Nível: Especialização

Disciplinas ministradas
fundamentos e políticas de comunicação e saúde
03/2015 - Atual
Ensino, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condiçõ, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Sistemas e Serviços de Saúde
03/2013 - Atual
Ensino, Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Democratização e Sociabilidades na Saúde
Políticas de Saúde no Brasil
01/2014 - 01/2016
Conselhos, Comissões e Consultoria, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, .

Cargo ou função
Membro do Comitê de Política Editorial da EPSJV.
11/2013 - 12/2014
Ensino, Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Políticas de Saúde no Brasil
08/2009 - 07/2013
Direção e administração, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, .

Cargo ou função
Coordenador do Laboratório de Educação Profissional em Atenção à Saúde (Laborat).

Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, EPSJV, Brasil.
Vínculo institucional

2007 - 2008
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista PAETEC, Carga horária: 40


Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Vínculo institucional

2004 - 2006
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador Voluntário

Vínculo institucional

2001 - 2003
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

04/2001 - 12/2004
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Medicina Social, Departemento de Planejamento e Administração Em Saúde.
4/2001 - 12/2004
Estágios , Centro Biomédico, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde.

Estágio realizado
Iniciação Científica.


Projetos de pesquisa


2017 - Atual
Os rumos da judicialização da saúde no Brasil
Descrição: A Constituição Federal de 1988 assegura a saúde como ?direito de todos e dever do Estado?. Entretanto, tal direito não vem sendo garantido na prática. A partir da constatação dessa contradição, alguns grupos da Sociedade Civil têm buscado na Justiça a materialização de seus direitos até então abstratos. A recente inserção do Poder Judiciário no campo da saúde pode ser percebida como uma forma de ?judicialização da política?. O termo, entretanto, carece de uma definição mais clara, que permita identificar mais precisamente a profundidade deste fenômeno no Brasil. Na análise da judicialização, é possível perceber duas correntes de pensamento distintas: uma que vê no ativismo político do judiciário um empecilho para o desenvolvimento da cidadania, ou seja, uma forma de acirrar as assimetrias sociais, e outra que atribui a este fenômeno uma forma de ampliação da própria cidadania. O campo da saúde brasileiro tem indícios para subsidiar ambos os argumentos. Para tanto, deve-se analisar a judicialização sob dois enfoques: o individual e o coletivo. Cada uma dessas perspectivas enseja formas de atuação distintas e sujeitos diferenciados. Assim, a judicialização da saúde, inicialmente requerida de forma individual e restrita à primeira instância do Judiciário, acabou ganhando novos contornos e exigindo um debate mais profundo, inclusive com a entrada da instância máxima deste poder: o Supremo Tribunal Federal. Este projeto visa atualizar a discussão no cenário nacional tendo em vista o crescimento que as demandas judiciais tiveram no Brasil na última década..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Coordenador / Izabel Cristina Souza Araujo - Integrante.
Número de orientações: 1
2017 - Atual
Formação de trabalhadores em saúde mental: análise da experiência Rede-Sampa
Descrição: Trata-se de projeto de pesquisa que visa compreender a experiência formativa dos trabalhadores de saúde mental do município de São Paulo no contexto de implantação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). A análise debruça-se tanto sobre o espaço de reflexão constituído a partir do compartilhamento de experiências proporcionado pelo momento de encontro da sala de aula, quanto sobre as possíveis transformações que este momento de encontro/reflexão proporcionaram aos trabalhadores..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (2) .

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Coordenador / Christiane Mery Costa - Integrante / Claudia Regina Graziano de Moraes e Abreu - Integrante.
2015 - Atual
Apoio institucional na Atenção Básica em Saúde: estudo sobre democratização e gestão pública.
Descrição: Recentemente, a partir do ano de 2011, a função apoio institucional foi incorporada de modo amplo como uma estratégia relevante para implementação de políticas de saúde prioritárias, direcionadas à qualificação de redes de atenção à saúde no SUS (QualiSUS- rede). Essa inserção tem como contexto político-institucional o enfrentamento de alguns problemas históricos deste sistema, em particular sua elevada fragmentação e os problemas de comunicação e ação coordenada entre entes federativos. O recurso à função apoio institucional é desta forma justificado como uma alternativa aos modos hegemônicos de gestão em saúde, que se revelaram ineficientes na resolução de um conjunto de questões centrais à consolidação do SUS. Na atual inserção do apoio institucional na qualificação de redes de atenção os apoiadores são diretamente contratados pelo poder executivo federal, exercendo o mandato de articulação e suporte aos demais entes federados, em relação a um determinado conjunto de objetivos específicos da política de saúde. Com isto, o cenário atual das políticas de saúde é marcado pela ampliação em âmbito nacional do recurso ao apoio institucional como uma função específica de gestão, à qual não correspondeu equivalente produção de indicadores e metodologias de monitoramento de seu desenvolvimento. Tendo em vista estes fatores, o projeto de pesquisa em tela visa produzir dados qualitativos que permitam acompanhar e problematizar o processo político de inserção do apoio institucional na atenção básica em saúde (AB). Tal delimitação do objeto de pesquisa se justifica pela relevância e capilaridade dessa política, responsável pela principal porta de entrada do SUS, pela maior oferta de serviços e pela função ordenadora do sistema...
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (1) .

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Integrante / Francini Lube Guizardi - Coordenador / Alda Lacerda - Integrante / Nélida Aleixo Cassella - Integrante / Raquel Damasceno dos Santos - Integrante.
Número de orientações: 2
2014 - Atual
Construção de Direitos na Saúde e Central Única dos Trabalhadores (CUT): encontros e desencontros em torno de uma ideia
Descrição: Defendemos que o direito à saúde se constrói e reconstrói permanentemente nas lutas políticas, nos embates entre governo e sociedade e no interior da própria sociedade civil, a partir dos diversos centros de mobilização social, para além do que prevê sua definição legal normativa. Isto é facilmente perceptível se contrastarmos dois momentos na luta pelo direito à saúde: um primeiro, anterior ao Sistema Único de Saúde (SUS), vale dizer, de luta por sua criação, num contexto de ampla mobilização e disputa social em torno de um poder constituinte transformador; e, um segundo momento, posterior, de luta por sua defesa e consolidação, num cenário em que este poder, já constituído, baliza o campo de ação por mudanças políticas e reformas sociais, quando se observa um esvaziamento das bandeiras de luta mais radicais da reforma sanitária. De modo semelhante às lutas políticas pela saúde, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), nos anos 90, diante do desmanche neoliberal, adota uma postura mais defensiva e redefine sua ação política e sindical em direção a uma agenda caracterizada por para pautas cidadãs de lutas por direitos e por ampliação da democracia, em detrimento de enfrentamentos mais abertamente classistas e anti-capitalistas. Neste sentido, esta pesquisa visa investigar os sentidos do direito à saúde construídos historicamente numa das centrais sindicais mais importantes do Brasil, a CUT..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Integrante / Camila Furlanetti Borges - Integrante / José Roberto Franco Reis - Coordenador.
2013 - 2017
Ouvidorias no SUS: avanços e desafios na garantia e na construção de direitos
Descrição: No Brasil a função de ouvidoria tem tido várias propostas de definição, objetivos e modos de funcionamento, tanto na área pública quanto na privada. No campo da saúde pública a ouvidoria tem sido debatida como mais uma estratégia de participação social no SUS, especialmente a partir das Conferências Nacionais de Saúde (CNS). Ressalta-se que as últimas cinco CNS se debruçaram sobre este tema, formulando propostas de implantação e funcionamento no interior do SUS e propondo formas de relação com a sociedade e com outros órgãos de Estado. Assim, importa estudar a implementação e a atuação da Ouvidoria do SUS, tendo em vista os obstáculos e dificuldades de fortalecimento da participação social, suas possibilidades e desafios no contexto atual de consolidação do SUS..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Coordenador / Camila Furlanetti Borges - Integrante.
2013 - Atual
Dialéticas do Direito na Saúde
Descrição: Esta pesquisa tem como objetivo aprofundar a discussão sobre o direito na saúde no Brasil. Compreendemos o direito a partir de sua dupla função: 1) integridade (que confere estabilidade e segurança à sociedade com base em princípios permanentes) e 2) necessidade de dar respostas a novos anseios da sociedade. Perceber esta dupla função do Direito é fundamental para superar as expectativas mais conservadoras tanto de que o Direito deve ser estático, rígido e olhar apenas para o passado, quanto de um Direito que serve como elemento unificador da sociedade, na medida em que seria imune às questões políticas e econômicas. Ao contrário disto, entendemos que é o político-econômico que dá significado e realidade ao Direito, assim como o Direito é indissociável do Estado, também o é de questões políticas e econômicas. É intenção dessa pesquisa examinar essas interfaces. O campo do Direito à Saúde no Brasil tem se voltado para compreensão do modus operandi do Poder Judiciário e da atuação de advogados na área da saúde, estudos que têm se mantidos restritos ao fenômeno da Judicialização. Nossa perspectiva é fornecer elementos que auxilie na ampliação deste olhar, compreendendo a forma Direito como algo constitutivo e constituinte da política. Além disso, ressalta-se que por ser um campo necessariamente interdisciplinar, a saúde ? mesmo sendo um setor das políticas sociais ? fornece elementos que auxiliam a pensar criticamente a constituição das diversas políticas no Brasil. É neste sentido que propomos o termo ?dialéticas do direito?, pois acreditamos que exista um constante processo de crítica e realização de práticas que possibilitam a transformação dos Direitos no Brasil. A dialética se manifesta, desta forma, na contradição entre o fato do Direito ser normativo e, portanto, conservador e, ao mesmo tempo, portar expectativas que vão além dessa normatividade. A prática de saúde brasileira hoje dá conta de experiências que ampliam os direitos já garantidos. Trata-se, portanto, de um duplo movimento, ao mesmo tempo em que se quer ampliar os direitos, busca-se sua inscrição nos textos legais, mas, na medida em que são inscritos tornam-se conservadores. A fim de abarcar os principais elementos presentes no Direito, defendemos que sua análise deve partir de pelo menos três eixos exploratórios: 1) O surgimento do Direito; 2) Os processos de garantia do Direito (processos tanto da prática quanto da hermenêutica); e 3) As formas de coerção caso os Direitos não sejam garantidos. O primeiro eixo volta-se para a compreensão do contexto em que determinada demanda foi considerada legítima de aceder como forma jurídica. O segundo eixo visa analisar de que forma e em que grau os Direitos são garantidos e como os processos de interpretação dos Direitos, mediados por trabalhadores, gestores e cidadãos, auxiliam ou dificultam a materialização destes Direitos. Este componente analítico pode ser subdividido em três níveis: 1) nível do cotidiano das práticas dos serviços de saúde; 2) nível da disputa política no âmbito do Executivo e do Legislativo; e 3) nível da busca na Justiça de uma hermenêutica mais próxima às necessidades sociais. Por fim, o terceiro eixo exploratório tem como objetivo identificar mecanismos coercitivos e reguladores do Direito, sem os quais o Direito pode existir apenas como ficção, sem nenhuma materialidade..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (1) .

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Coordenador / José Victor Regadas Luiz - Integrante / Andrey Luis Mozzer - Integrante / Laura Gabriella Brito Teixeira - Integrante.
Número de orientações: 1
2011 - 2013
Dilemas da participação política no Sistema Único de Saúde: Um estudo sobre a implementação da Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa pelo governo do Estado do Rio de Janeiro.
Descrição: O projeto de pesquisa tem por objetivo estudar a implementação da Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS) no Estado do Rio de Janeiro, tendo em vista os obstáculos e dificuldades de fortalecimento do controle social, suas possibilidades e desafios no contexto atual de consolidação do SUS. Parte-se do reconhecimento, a partir de ampla revisão de literatura, de que os dispositivos de participação propostos constitucionalmente no SUS (conselhos e conferências de saúde) são, por uma vasta gama de motivos, insuficientes para concretizar uma efetiva dinâmica de participação política da sociedade na formulação e gestão das políticas de saúde. Pretende-se abordar a referida política considerando a inter-relação entre as instituições políticas (polity), o processo político (politics) e a configuração dos dispositivos e do conteúdo material da política pública (policy), procurando construir um diálogo entre os referenciais teóricos da Saúde Coletiva e da Ciência Política sobre o tema da participação política no campo da saúde. Nesse sentido, o caminho metodológico adotado configura a pesquisa em duas etapas: na primeira serão analisados dados secundários a partir dos documentos oficiais da política em âmbitos nacionais e estadual e realizada revisão de literatura, procurando preparar o campo de trabalho a ser seguido na segunda etapa. Nesta, serão realizadas entrevistas com atores-chave, os quais serão identificados no decorrer daa primeira etapa. Esta segunda etapa abordará a dinâmica de trabalho da Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SESDEC-RJ) em torno à política, principalmente nas relações estabelecidas com os outros atores e grupos políticos, isto é, as maneiras como a SESDEC-RJ tem materializado a proposta do ParticipaSUS de ampliar a participação política. Tais relações serão estudadas na perspectiva de compreender as articulações entre a ação dos atores políticos, as normas institucionais, as decisões d.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Integrante / Francini Lube Guizardi - Coordenador / Grasiele Nespoli - Integrante.
Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
2011 - 2013
OS RUMOS DA JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA AUDIÊNCIA PÚBLICA DA SAÚDE
Descrição: A Constituição Federal de 1988 assegura a saúde como ?direito de todos e dever do Estado?. Entretanto, tal direito não vem sendo garantido na prática. A partir da constatação dessa contradição, alguns grupos da Sociedade Civil têm buscado na Justiça a materialização de seus direitos até então abstratos. A recente inserção do Poder Judiciário no campo da saúde pode ser percebida como uma forma de ?judicialização da política?. O termo, entretanto, carece de uma definição mais clara, que permita identificar mais precisamente a profundidade deste fenômeno no Brasil. Na análise da judicialização, é possível perceber duas correntes de pensamento distintas: uma que vê no ativismo político do judiciário um empecilho para o desenvolvimento da cidadania, ou seja, uma forma de acirrar as assimetrias sociais, e outra que atribui a este fenômeno uma forma de ampliação da própria cidadania. O campo da saúde brasileiro tem indícios para subsidiar ambos os argumentos. Para tanto, deve-se analisar a judicialização sob dois enfoques: o individual e o coletivo. Cada uma dessas perspectivas enseja formas de atuação distintas e sujeitos diferenciados. Assim, a judicialização da saúde, inicialmente requerida de forma individual e restrita à primeira instância do Judiciário, acabou ganhando novos contornos e exigindo um debate mais profundo, inclusive com a entrada da instância máxima deste poder: o Supremo Tribunal Federal. Esta inserção ganhou maior relevância a partir da convocação de uma Audiência Pública para discussão dos rumos da judicialização da saúde no Brasil. Esta Audiência foi exemplar, pois reuniu os principais interessados ou na continuação deste fenômeno ou em sua restrição. O presente projeto propõe justamente analisar as falas públicas realizadas durante a Audiência Pública da Saúde a fim de compreender os principais argumentos em disputa e os possíveis rumos da judicialização da saúde no Brasil..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Coordenador.
Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
2011 - 2012
Áreas Programáticas estratégicas e direito à saúde: construção da integralidade no contexto do apoio institucional
Descrição: Este projeto visa a sistematização de estudos sobre a atuação do apoiador institucional no desenvolvimento de políticas específicas, tendo em vista os desafios que a construção do direito à saúde e da integralidade do cuidado colocam à gestão das políticas de saúde. Identificamos como aspecto central ao problema de estudo os efeitos de produção de subjetividade relacionados à prática do apoio institucional, principalmente no que concerne a construção de processos transversais às diferentes políticas específicas, respeitando as necessidades singulares dos grupos populacionais a que se destinam. Deve-se ressaltar a esse respeito que o direito humano à vida deve ser buscado acima de qualquer recorte institucional. Entende-se que o apoio institucional tem como principal desafio superar, a partir de procedimentos democráticos, essa limitação das práticas impostas pela estrutura de gestão, mesmo porque o Direito não está restrito a áreas específicas de atuação. Assim, as áreas estratégicas não são apreendidas como a definição final de um direito, mas como uma proposta de atuação localizada sobre uma área deficitária. O desafio está justamente em congregar os diferentes programas, ou seja, olhar para o sujeito de direitos não pelas vias dos programas, mas buscando conciliar estratégias com vistas a responder às especificidades daquele sujeito. A tarefa do apoio institucional reside justamente em auxiliar a construção deste olhar integral. Diante do exposto, delimitou-se como objeto deste projeto a atuação dos apoiadores institucionais, a fim de conhecer e avaliar suas possibilidades de intervenção no desenvolvimento de políticas específicas, tendo como objetivo aumentar a transversalidade entre as diferentes áreas programáticas. O projeto tem como estratégia teórico-metodológica a rede de pesquisa multicêntrica desenvolvida por meio da Incubadora de Integralidade /LAPPIS2 e será operacionalizado em dois planos específicos articulados entre si: ensino e pesquisa-intervenção.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Integrante / Roseni Pinheiro - Coordenador / Bruno Pereira Stelet - Integrante / Francini Lube Guizardi - Integrante / Alda Lacerda - Integrante / Aluísio Gomes da Silva Junior - Integrante.
2010 - 2012
INTEGRAÇÃO DA REDE DE SAÚDE MENTAL COM A ATENÇÃO BÁSICA: ELABORAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO
Descrição: Estudo de corte transversal, em 3 municípios do Rio de Janeiro (Niterói, Macaé e Piraí grande, médio e pequeno porte, respectivamente), com integrantes dos serviços de Saúde Mental, para construção de um instrumento de avaliação da integração entre rede de SM e Atenção Básica (AB). Dimensão qualitativa: entrevistas, grupos focais e observação participante visando compreender relações entre profissionais da AB, da SM e gestores/coordenadores dos serviços para identificar barreiras e fatores facilitadores à implantação dos apoios matriciais. Dimensão quantitativa: a) consolidação dos conhecimentos sobre modos de integração entre AB e SM para definir critérios/indicadores; b) construção e validação: b.1) avaliação dimensões objetivas clarificação do constructo, estudo piloto qualitativo (grupos focais), estudo piloto do instrumento e teste de campo; b.2) avaliação dimensões subjetivas entrevistas semi-estruturadas (participantes: estudo piloto e teste de campo)...
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Integrante / Cecília Araújo de Carvalho - Coordenador / Maria Tavares Cavalcanti - Integrante / Erotildes Maria Leal - Integrante / Paulo Roberto Fagundes da Silva - Integrante.
Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
2006 - 2009
Estudos Multicêntricos Integradores de Tecnologias Avaliativas sobre a Relação entre Demanda, Necessidade e Direito à Saúde.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Integrante / Roseni Pinheiro - Coordenador / Angélica Ferreira Fonseca - Integrante.
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 2
2003 - 2006
Projeto Integralidade 2a fase - Pesquisa e Institucionalização do Laboratório de Pesquisa de Praticas de Integralidade em Saúde (antigo registro lappis)
Descrição: A segunda fase do projeto Integralidade visa cumprir um duplo objetivo: a) dar continuidade a analises de experiências iniciada na primeira fase do projeto e b) institucionalizar o Laboratório de Pesquisas de Praticas de Integralidade em Saúde - LAPPIS - como Grupo de Pesquisa no Brasil do CNPQ. Este projeto fundamenta-se na intersecção de linhas de pesquisas originárias, entre as quais destacamos a linha de pesquisa Saberes e Praticas do Grupo de Pesquisa do CNPq Racionalidades Médicas e a linha de pesquisa Dimensões das Praticas de Saúde: contextos institucionais e as relações com os saberes, inter-áreas das áreas de Concentração Política, Planejamento e Administração e Ciências Humanas em Saúde do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Medicina Social da UERJ, inscrita na CAPES. Realiza projetos de pesquisa de caráter interdisciplinar sobre práticas de integralidade em saúde, com ênfase na construção cotidiana de saberes e práticas inovadoras relacionadas à organização e atuação das instituições de saúde. Dos resultados e atividades realizadas constatou-se que o termo integralidade vem sendo evocado como diretriz conceitual e norteadora de uma estratégia, adotada em nível nacional, destinada a oferecer atenção à saúde às famílias em centenas de localidades no país, especialmente por meio do Programa Saúde da Família. Por outro lado, observou-se que o termo integralidade é polissêmico e polifônico, apresentando um conjunto de sentidos e significados, muitas vezes sem uma clara explicitação ou sistematização sobre a forma como esse termo vem sendo utilizado pelos atores em suas práticas cotidianas nesses programas e serviços. A integralidade entendida é aqui no sentido mais ampliado de sua definição legal, ou seja, como uma ação social que resulta da interação democrática entre os atores no cotidiano de suas práticas na oferta do cuidado de saúde nos diferentes niveis de atenção. Essa definição pode auxiliar no estabelecimento de um patamar..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Integrante / Roseni Pinheiro - Coordenador / Bruno Pereira Stelet - Integrante / Francini Lube Guizardi - Integrante / Lilliam Koifman - Integrante / Madel Therezinha Luz - Integrante / Ruben Araujo Mattos - Integrante.
Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
2001 - 2003
Projeto Integralidade 1a fase : saberes e praticas no cotidiano das instituições de saúde
Descrição: O projeto focaliza como problema a ser investigado a construção e a utilização do principio da integralidade como eixo conceitual e de organização de praticas de saúde prestada ao individuo e a população nas unidades publicas de saúde. A integralidade destaca-se como um dos princípios mais importantes para a consolidação da Reforma do sistema de saúde brasileiro, pois se relaciona diretamente com a materialização do direito à saúde como direito de cidadania. Isto porque o cumprimento do principio da integralidade´possibilita assegurar aos indivíduos uma atenção integral à saúde aos diferentes níveis complexidade, da atenção curativa e preventiva, sobretudo na compreensão de sua totalidade nos indivíduos/coletividade em suas singularidades. Contudo, este entendimento tem sido apresentado com sentidos e usos diversos, de acordo com o campo de conhecimento no qual esse conceito é discutido e aplicado. Embora a incorporação deste principio nos textos legais, tenha surgido na necessidade de plasmar ano setor um conceito, que superasse as dicotomias históricas entre preventivo e curativo e individual e coletivo, expressas no campo da saúde coletiva pelo conflito saúde pública X assistência médico hospitalar; a sua conceituação é de difícil definição. O objetivo principal do projeto é analisar o conceito de integralidade,a partir do cotidiano dos atores e suas praticas nos serviços de saúde, a fim de identificar os elementos constitutivos dessa categoria, ao mesmo tempo esclarecer se esses elementos impedem ou não a sua materialização nas praticas de saúde. Considerando o reduzido numero de estudos sobre as praticas cotidianas nas instituições de saúde, no que concerne os efeitos da reforma da reforma do sistema de saúde brasileiro, vem sendo utilizados ferramentas metodologicas de natureza qualitativa, mais especificamente dos campos da ciência política, sociologia e filosofia, sendo o campo de investigação sistema de saúde regionais e locais em diferentes estados. ..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) .

Integrantes: Felipe Rangel de Souza Machado - Integrante / Roseni Pinheiro - Integrante / Francini Lube Guizardi - Integrante / Aluísio Gomes da Silva Junior - Integrante / Madel Therezinha Luz - Coordenador / Ruben Araujo Mattos - Integrante.
Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.


Revisor de periódico


2011 - Atual
Periódico: Ciência e Saúde Coletiva (Impresso)
2011 - Atual
Periódico: Trabalho, Educação e Saúde (Impresso)
2013 - Atual
Periódico: Revista de Direito Administrativo


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas.
2.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva.


Idiomas


Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.


Prêmios e títulos


2006
Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS 2006, Ministério da Saúde.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
CASSELLA, NÉLIDA ALEIXO2018CASSELLA, NÉLIDA ALEIXO ; Machado, Felipe Rangel de Souza . APOIO INSTITUCIONAL: A PERCEPÇÃO DOS APOIADORES EM UMA MATERNIDADE PÚBLICA DE ALAGOAS. TRABALHO, EDUCAÇÃO E SAÚDE (IMPRESSO), v. 16, p. 799-820, 2018.

2.
GUIZARDI, Francini Lube2018GUIZARDI, Francini Lube ; LEMOS, A. S. P. ; MACHADO, F. R. S. ; PASSERI, L. . Apoio Institucional na Atenção Básica: Análise dos efeitos relatados. PHYSIS. REVISTA DE SAÚDE COLETIVA (ONLINE), v. 28, p. online, 2018.

3.
1Machado, Felipe Rangel de Souza2017Machado, Felipe Rangel de Souza; BORGES, CAMILA FURLANETTI . Análise do componente ouvidoria na implementação da política de participação no SUS no estado do Rio de Janeiro. SOCIOLOGIAS (UFRGS. IMPRESSO), v. 19, p. 360-389, 2017.

4.
2Machado, Felipe Rangel de Souza2012Machado, Felipe Rangel de Souza; Dain, Sulamis . A Audiência Pública da Saúde: questões para a judicialização e para a gestão de saúde no Brasil. Revista de Administração Pública (Impresso), v. 46, p. 1017-1036, 2012.

5.
3Fonseca, Angélica Ferreira2012Fonseca, Angélica Ferreira ; Machado, Felipe Rangel de Souza ; Bornstein, Vera Joana ; PINHEIRO, Roseni . Avaliação em saúde e repercussões no trabalho do agente comunitário de saúde. Texto & Contexto Enfermagem (UFSC. Impresso), v. 21, p. 519-527, 2012.

6.
4MACHADO, F. R. S.2009MACHADO, F. R. S.. O Direito à Saúde na Interface entre Sociedade Civil e Estado. Trabalho, educação e saúde (Online), v. 7, p. 355-371, 2009.

7.
6MACHADO, F. R. S.2008MACHADO, F. R. S.; ASENSI, Felipe Dutra . Sociedad civil e instituciones jurídicas: pensando el derecho a la salud como un ?derecho vivo?. Revista Via Iuris, v. 4, p. 12-46, 2008.

8.
5MACHADO, F. R. S.2008MACHADO, F. R. S.. Contribuições ao Debate da Judicialização da Saúde no Brasil. Revista de Direito Sanitário, v. 9, p. 73-91, 2008.

9.
7SILVA, José Paulo Vicente da2004SILVA, José Paulo Vicente da ; PINHEIRO, Roseni ; MACHADO, F. R. S. . Integralidade como inovação institucional - a experiência da Secretaria de Saúde/RS, 1999 - 2002: considerações sobre a gestão no SUS. Revista de Administração Pública (Impresso), Rio de Janeiro, v. 38, p. 481-500, 2004.

10.
8SILVA, José Paulo Vicente da2003SILVA, José Paulo Vicente da ; PINHEIRO, Roseni ; MACHADO, F. R. S. . Necessidade demanda e oferta: algumas contribuições para o debate para a construção da integralidade da atenção no SUS. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 27, p. 234-242, 2003.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
PONTES, A. L. M. ; MOREL, A. P. M. ; OLIVEIRA, E. A. ; MACHADO, F. R. S. ; NOGUEIRA, M. L. ; GARCIA, S. C. P. . Programa de Qualificação de Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e Agentes Indígenas de Saneamento (AISAN)- Área Temática I Unidade III. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. v. 1. 138p .

2.
GUIZARDI, Francini Lube ; NESPOLI, G. ; CUNHA, M. L. S. ; MACHADO, F. R. S. ; LOPES, M. . Políticas de Participação e Saúde. 1. ed. RECIFE / RIO DE JANEIRO: Editora Universitária UFPE / EPSJV, 2014. v. 1. 376p .

3.
LACERDA, Alda ; MACHADO, F. R. S. ; GUIZARDI, Francini Lube . Democratização e Novas Formas de Sociabilidade no Contexto Latino-Americano. 1. ed. Rio de Janeiro e Recife: EPSJV e Editoria Universitária UFPE, 2013. v. 1. 232p .

Capítulos de livros publicados
1.
MACHADO, F. R. S.. Judicialização. In: Julio César Lima França. (Org.). Dicionário de empresas, grupos econômicos e finaceirização na saúde. 1ed.São Paulo: Hucitec, 2018, v. 1, p. 310-318.

2.
MACHADO, F. R. S.; FONSECA, A.F. ; BORGES, C. F. . O Sistema Único de Saúde e as Políticas Públicas no Brasil. In: Marco Aurélio Soares Jorge; Maria Cecília de Araujo Carvalho; Paulo Roberto Fagundes da Silva. (Org.). Políticas e Cuidado em Saúde Mental: contribuições para a prática profissional. 1ed.Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2014, v. , p. 19-39.

3.
MACHADO, F. R. S.. Ouvidorias no SUS e direito responsivo: avanços e desafios na garantia de direitos e na construção de novos direitos. In: Guizardi, F. L.; Nespoli, G.; Cunha, M. L. Machado, F. R. S; Lopes, M.. (Org.). Políticas de Participação e Saúde. 1ed.RECIFE / RIO DE JANEIRO: eD. ufpe / epsjv, 2014, v. 1, p. 349-370.

4.
Regadas, J. V. ; MACHADO, F. R. S. . Notas críticas sobre democracia, socialismo e emancipação. In: Alda Lacerda; Felipe Machdo; Francini Guizardi. (Org.). Democratização e novas formas de sociabilidade em saúde no contexto Latino-Americano. 1ed.Rio de Janeiro e Recife: EPSJV / Editora Universitária da UFPE, 2013, v. 1, p. 181-207.

5.
MACHADO, F. R. S.; GUIZARDI, Francini Lube ; LACERDA, Alda . La Salud pública y la construcción del derecho a la salud en el caso brasileño. In: Alda Lacerda; Felipe Machado; Francini Guizardi. (Org.). Democratização e novas formas de sociabilidade em saúde no contexto Latino-Americano. 1ed.Rio de Janeiro e Recife: EPSJV / Editoria Universitária da UFPE, 2013, v. 1, p. 209-227.

6.
GUIZARDI, Francini Lube ; MACHADO, F. R. S. ; LACERDA, Alda . As políticas específicas no SUS e o desafio de construção da integralidade: uma análise das relações institucionais no desenvolvimento do trabalho das áreas técnicas da Secretaria Municipal de Saúde deRio Branco, Acre. In: Roseni Pinheiro; Rodrigo Silveira; Juliana Lofego; Osvaldo Leal; Francini Lube Guizardi. (Org.). Apoiando a Gestão do SUS em Rio Branco - Acre: A estratégia da incubadora de integralidade no desenvolvimento institucional. 1ed.Rio de Janeiro: CEPESC - IMS - UERJ - ABRASCO, 2013, v. , p. 43-68.

7.
MACHADO, F. R. S.; GUIZARDI, Francini Lube ; LACERDA, Alda . Trajetos, trajetórias e caminhos para a garantia de direitos na saúde no município de Rio Branco, Acre. In: Roseni Pinheiro; Rodrigo Silveira; Juliana Lofego; Osvaldo Leal; Francini Lube Guizardi. (Org.). Apoiando a Gestão do SUS em Rio Branco - Acre: A estratégia da incubadora de integralidade no desenvolvimento institucional. 1ed.Rio de Janeiro: CEPSC - IMS - UERJ - ABRASCO, 2013, v. , p. 69-92.

8.
LACERDA, Alda ; GUIZARDI, Francini Lube ; MACHADO, F. R. S. . O trabalho como mediação na constituição de redes no cenário das áreas programáticas em saúde no município de Rio Branco. In: Roseni Pinheiro; Rodrigo Silveira; Juliana Lofego; Osvaldo Leal; Francini Lube Guizardi. (Org.). Apoiando a Gestão do SUS em Rio Branco - Acre: A estratégia da incubadora de integralidade no desenvolvimento institucional. 1ed.Rio de Janeiro: CEPSC - IMS - UERJ - ABRASCO, 2013, v. , p. 93-109.

9.
MACHADO, F. R. S.; DAIN, S. . Direito e Saúde: contribuições para o estudo da judicialização. In: Felipe Dutra Asensi; Roseni Pinheiro. (Org.). Direito Sanitário. Rio de Janeiro: Elsevier - Campus Jurídico, 2012, v. , p. 463-489.

10.
MACHADO, F. R. S.; LACERDA, Alda ; GUIZARDI, Francini Lube . Democratização e sociabilidade na saúde: uma proposta de investigação científica. In: Roseni Pinheiro; Rodrigo Silveira; Juliana Lofego; Aluisio Gomes Silva Junior. (Org.). Integralidade sem fronteiras: itinerários de justiça, formativos e de gestão na busca por cuidado. 1ed.Rio de Janeiro: Cepesc/IMS - Uerj/Abrasco, 2012, v. , p. 89-110.

11.
MACHADO, F. R. S.. Algumas interfaces do direito à saúde. In: Roseni Pinheiro; Aluisio Gomes da Silva Junior. (Org.). Cidadania no Cuidado: o universal e o comum na integralidade das ações de saúde. Rio de Janeiro: CEPESC-IMS-UERJ-ABRASCO, 2011, v. , p. 85-100.

12.
PINHEIRO, Roseni ; MACHADO, F. R. S. ; GUIZARDI, Francini Lube . Cidadania no cuidado: um ensaio sobre os caminhos de se (re)pensar a integralidade na s práticas integrativas e complementares em saúde. In: Alexandre Franca Barreto. (Org.). Integralidade e saúde: epistemologia, política e práticas de cuidado. REcife: Editora Universitária UFPE, 2011, v. , p. 75-94.

13.
BORGES, C. F. ; ABRUNHOSA, M. A. ; MACHADO, F. R. S. . Cuidado, acessibilidade e integralidade: elementos fundamentais para pensar a saúde e o trabalho do ACS.. In: Maurício Monken; André Dantas. (Org.). Estudos de politecnia e saúde: volume 4. Rio de Janeiro: EPSJV/Fiocruz, 2009, v. 4, p. 167-190.

14.
FONSECA, A.F. ; MACHADO, F. R. S. ; BARRETO, C.M.G. . Avaliação do trabalho educativo do Agente Comunitário de Saúde: desafios para o setor saúde. In: Roseni Pinheiro; Aluisio Gomes da Silva Junior; Ruben Araujo de Mattos. (Org.). Atenção Básica e Integralidade: Contribuição para estudos de práticas avaliativas em saúde. Rio de Janeiro: CEPESC - IMS/UERJ - ABRASCO, 2008, v. , p. 255-272.

15.
MACHADO, F. R. S.; FONSECA, A.F. ; PEREIRA, I.B. ; CARVALHO, C. A. de . Elementos para a discussão sobre avaliação do trabalho educativo em saúde. In: Roseni Pinheiro; Aluisio Gomes da Silva Junior; Ruben Araujo de Mattos. (Org.). Atenção Básica e Integralidade: Contribuição para estudos de práticas avaliativas em saúde. Rio de Janeiro: CEPESC - IMS/UERJ - ABRASCO, 2008, v. , p. 273-293.

16.
GUIZARDI, Francini Lube ; PINHEIRO, Roseni ; MACHADO, F. R. S. ; LAAI, T. . Participação, democracia institucional e competência: algumas questões sobre os modos de produção de gestão no SUS. In: Pinheiro, R.; Ferla, A. A.; Mattos, R. A.. (Org.). Gestão em Redes: tecendo os fios da integralidade em saúde. 1ed.Rio de Janeiro: EdUCS: IMS/UERJ: CEPESQ, 2006, v. 1, p. 9-24.

17.
MACHADO, F. R. S.; PINHEIRO, Roseni ; GUIZARDI, Francini Lube ; LAAI, T. ; ASENSI, Felipe Dutra . Novos espaços e estratégias na gestão em saúde pública: notas sobre parcerias entre Conselhos de Saúde e Ministério Público. In: Pinheiro, R.; Ferla, A. A.; Mattos, R. A.. (Org.). Gestão em Redes: tecendo os fios da integralidade em saúde. 1ed.Rio de Janeiro e Porto Alegre: EdUCS/UFRS: IMS/UERJ: CEPESC, 2006, v. 1, p. 25-36.

18.
PINHEIRO, Roseni ; GUIZARDI, Francini Lube ; MACHADO, F. R. S. ; GOMES, Rafael da Silveira . Demanda em Saúde e Direito à Saúde: Liberdades ou Necessidades? Algumas Considerações Sobre os Nexos Constituintes das Práticas de Integralidade. In: Roseni Pinheiro; Ruben Araujo de Mattos. (Org.). Construção Social da Demanda. 1ed.Rio de Janeiro: CEPESC/UERJ: ABRASCO, 2005, v. , p. 11-31.

19.
GUIZARDI, Francini Lube ; PINHEIRO, Roseni ; MACHADO, F. R. S. . Vozes da Participação: espaços, resistências e o poder da informação. In: Roseni Pinheiro; Ruben Araujo de Mattos. (Org.). Construção Social da Demanda. 1ed.Rio de Janeiro: CEPESC/UERJ: ABRASCO, 2005, v. , p. 225-238.

20.
MACHADO, F. R. S.; PINHEIRO, Roseni ; GUIZARDI, Francini Lube . Direito à Saúde e Integralidade no SUS: o Exercício da Cidadania e o Papel do Ministério Público. In: Roseni Pinheiro; Ruben Araujo de Mattos. (Org.). Construção Social da Demanda. 1ed.Rio de Janeiro: CEPESC/UERJ: ABRASCP, 2005, v. , p. 47-63.

21.
MACHADO, F. R. S.; PINHEIRO, Roseni ; GUIZARDI, Francini Lube . As novas formas de cuidado integral nos espaços públicos de saúde. In: Roseni Pinheiro; Rubens A. de Mattos. (Org.). Cuidado: as fronteiras da integralidade. Rio de Janeiro: HUCITEC / IMS-UERJ / ABRASCO, 2004, v. 01, p. 57-74.

22.
PINHEIRO, Roseni ; SILVA, José Paulo Vicente da ; MACHADO, F. R. S. . Novas Práticas de Gestão da Atenção Especializada e a Construção da Integralidade no SUS: Notas Sobre a Experiência da 4a Coordenadoria Regional de Saúde /RS. In: Alcindo Antônio Ferla; Sandra Maria Sales Fagundes. (Org.). Tempo de Inovações: a experiência da gestão na saúde do Rio Grande do Sul. 1ed.Porto Alegre: Dacasa Editora, 2002, v. 1, p. 53-65.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
MACHADO, F. R. S.. Direito à Saúde, integralidade e participação: umestudo sobre as relações entre sociedade e Ministério Público na experiência de Porto Alegre (RS). In: Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS, 2006, Brasília. Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS - Edição comemorativa cinco anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. p. 74-76.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
MACHADO, F. R. S.; DAIN, S. . A judicialização da saúde no Brasil: análise da Audiência Pública da saúde. In: V Congresso Brasileiro Ciências Sociais e Humanas em Saúde, 2011, São Paulo. CD ROM do V Congresso Brasileiro Ciências Sociais e Humanas em Saúde, 2011.

2.
MACHADO, F. R. S.; DAIN, S. . O Direito à Saúde no Contexto Federativo: relações entre judicialização e financiamento. In: I Congresso Brasileiro de Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde, 2010, Salvador. http://www.politicaemsaude2010.com.br/, 2010.

3.
MACHADO, F. R. S.; DAIN, S. . Análise da Judicialização da Saúde no Supremo Tribunal Federal. In: IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2009, Recife. Anais do IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2009.

4.
NESPOLI, G. ; MACHADO, F. R. S. . A CONSTRUÇÃO DE UMA TECNOLOGIA EDUCACIONAL PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL E DOCENTE NA SAÚDE. In: IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2009, Recife. Anais do IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2009.

5.
NESPOLI, G. ; CASANOVA, A. M. ; SOUZA, T. P. ; MACHADO, F. R. S. . Hipermídia Educação Profissional e Docência em Saúde: a formação e o trabalho do Agente Comunitário de Saúde. In: IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2009, Recife. Anais do IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2009.

6.
MACHADO, F. R. S.; ASENSI, Felipe Dutra ; PINHEIRO, Roseni . Novas Estratégias na Gestão da Política de Saúde. In: 11o Congresso Mundial de Saúde Pública / 8o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2006, Rio de Janeiro. Saúde Coletiva em um Munod Globalizado: rompendo barreiras sociais, econômicas e políticas., 2006.

7.
MACHADO, F. R. S.; ASENSI, Felipe Dutra ; PINHEIRO, Roseni . VELHOS PROCEDIMENTOS E NOVOS DIREITOS - A ESTRATÉGIA DE PACTUAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO PÚBLICO, CONSELHO DE SAÚDE E GESTÃO MUNICIPAL. In: 11o Congresso Mundial de Saúde Pública / 8o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2006, Rio de Janeiro, 2006.

8.
MACHADO, F. R. S.; ASENSI, Felipe Dutra ; PINHEIRO, Roseni . NOVAS ESTRATÉGIAS DE FORTALECIMENTO DOS CONSELHOS DE SAÚDE - A PARCEIRA COM O MINISTÉRIO PÚBLICO. In: 11o Congresso Mundial de Saúde Pública / 8o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2006, Rio de Janeiro, 2006.

9.
ASENSI, Felipe Dutra ; MACHADO, F. R. S. ; PINHEIRO, Roseni . Interdisciplinaridade e Direito à Saúde em Porto Alegre: Novas Perspectivas através da atuação do Ministério Público. In: 58a Reuniõa Anual da SBPC, 2006, Florianópolis, 2006.

10.
ASENSI, Felipe Dutra ; MACHADO, F. R. S. ; PINHEIRO, Roseni . Questões para o SUS no Estado Contemporâneo. In: 11o Congresso Mundial de Saúde Pública / 8o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2006, Rio de Janeiro, 2006.

11.
ASENSI, Felipe Dutra ; PINHEIRO, Roseni ; MACHADO, F. R. S. . Gestores, Conselhos de Saúde e Novas Formas de Legitimação Social. In: 11o Congresso Mundial de Saúde Pública / 8o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2006, Rio de Janeiro, 2006.

12.
MACHADO, F. R. S.; PINHEIRO, Roseni . A integralidade como dispositivo jurídico-legal no cumprimento do direito à saúde nas relações entre sociedade e Ministério Público. In: III Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, 2005, Florianópolis. ABRASCO, 2005. v. 10.

13.
MACHADO, F. R. S.; PINHEIRO, Roseni ; ASENSI, Felipe Dutra . Desigualdades e Novas Formas de Acesso à Saúde. In: XXV Congresso ALAS, 2005, Porto Alegre, 2005.

14.
STELET, Bruno Pereira ; MACHADO, F. R. S. ; PINHEIRO, Roseni . Cuidado: um espaço de construção da cidadania na saúde. In: 6o Congresso Brasileiro de Família e Comunidade e 6o Congresso de Medicina Familiar, Região Conesul, CIMF/WONCA, 2004, Rio de Janeiro, 2004.

15.
STELET, Bruno Pereira ; MACHADO, F. R. S. ; PINHEIRO, Roseni . Vínculo: o diálogo como prática nos serviços de saúde. In: 6o Congresso Brasileiro de Família e Comunidade e 6o Congresso de Medicina Familiar, Região Conesul, CIMF/WONCA, 2004, Rio de Janeiro, 2004.

16.
MACHADO, F. R. S.. Práticas de Saúde e Interações Cotidianas: Novas Formas de Vínculo. In: 56a Reunião Anual da SBPC, 2004, Cuiabá - MT. Anais da 56a Reunião Anual da SBPC, 2004.

17.
SILVA, Rafael Vieira Braga da ; MACHADO, F. R. S. . Território Comum: espaço da equipe de saúde para a contrução da integralidade. In: XLII Congresso Brasileiro de Educação Médica, 2004, Vitória, 2004.

18.
MACHADO, F. R. S.; PINHEIRO, Roseni . Novas Formas de Cuidado Integral em Espaços Públicos de Saúde: Contribuições para a Formação em Saúde. In: XLII Congresso Brasileiro de Educação Médica, 2004, Vitória, 2004.

19.
MACHADO, F. R. S.. Práticas de Sáude e Cidadania: Novas Relações Institucionais de Saúde. In: 56a Reunião Anual da SBPC, 2004, Cuiabá - MT. Anais da 56a Reunião Anual da SBPC, 2004.

20.
SILVA, José Paulo Vicente da ; PINHEIRO, Roseni ; MACHADO, F. R. S. . Integralidade ea Gestão Compartilhada: Práticas Solidárias entre Serviço e Ensino na Oferta da Atenção Especializada em Saúde - A Experiência de Santa Maria na RS. In: VII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2003, Brasília. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: ABRASCO, 2003. v. 8. p. 75-75.

21.
MACHADO, F. R. S.; PINHEIRO, Roseni . Percepções Sobre Saúde, Doença e Cura em Usuários do SUS: Novas Práticas em Saúde na Atenção Integral. In: VII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2003, Brasília. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: ABRASCO, 2003. v. 8. p. 37-37.

22.
MACHADO, F. R. S.; STELET, Bruno Pereira . Cidadania no cuidado: novas práticas institucionais de saúde. In: 12a Semana de Iniciação Científica da UERJ, 2003, Rio de Janeiro. Livro de Resumos 12 SEMIC UERJ, 2003. p. 373-373.

23.
STELET, Bruno Pereira ; MACHADO, F. R. S. . Vínculo: alternativa para as práticas de saúde. In: 12a Semana de Iniciação Científica da UERJ, 2003, Rio de Janeiro. Livro de Resumo da 12SEMIC/UERJ, 2003. p. 131-131.

24.
MACHADO, F. R. S.; PINHEIRO, Roseni . Percepções e práticas dos paciente e homeopatas sobre o cuidado na atenção integral à saúde - um estudo de caso. In: Simpósio Internacional de Pesquisa em Homeopatia (SIPH) e 7 Simpósio Nacional de Pesquisa em Homeopatia (SINAPIH), 2002, Rio de Janeiro. I SIPH e VII SINAPIH, 2002.

25.
MACHADO, F. R. S.; PINHEIRO, Roseni . ACESSO E CUIDADO: UM ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS NA CONSTRUÇÃO DO PRINCÍPIO DA INTEGRALIDADE NA ATENÇÃO À SAÚDE EM SISTEMAS LOCAIS. In: 54 Reunião Anual da SBPC, 2002, Goiânia. Livro de Programação do Evento, 2002.

26.
MACHADO, F. R. S.. Percepções SobreSaúde, Doença e Cura No Cotidiano dos Atores em Suas Práticas na Integralidade das Ações em Saúde. In: 11a Semana de Iniciação Científica da UERJ, 2002, Rio de Janeiro. Livro de Resumos da 11a SEMIC/UERJ, 2002. p. 582-582.

27.
MACHADO, F. R. S.. Atenção integral em sistemas municipais de saúde: o cotidiano dos atores em suas práticas nos serviços de saúde. In: Décima semana de iniciação científica, 2001, Ri ode Janeiro. 10a. Semana de iniciaçào científica - Livro de resumos. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 2001. p. 252-252.

Apresentações de Trabalho
1.
MACHADO, F. R. S.. Direitos à Saúde: desafios para a consolidação do SUS. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
MACHADO, F. R. S.. Direito e Democratização: os itinerários na busca por cuidado. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

3.
MACHADO, F. R. S.. Direito à Saúde e Instituições Jurídicas. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
MACHADO, F. R. S.; DAIN, S. . A Judicialização da Saúde no Brasil: análise da Audiência Pública da SAúde. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

5.
MACHADO, F. R. S.. Direitos Sociais e Integralidade em Saúde: entre ameaças e possibilidades de efetivação. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

6.
MACHADO, F. R. S.. O instituído e o Instituinte no Direito à Saúde. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

7.
MACHADO, F. R. S.; DAIN, S. . O Direito à Saúde no Contexto Federativo: relações entre judicialização e financiamento. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

8.
MACHADO, F. R. S.. As interfaces entre judicialização e integralidade. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Outras produções bibliográficas
1.
MACHADO, F. R. S.. RESENHA DO LIVRO: Federalismo e Políticas Públicas no Brasil.. Cadernos de Saúde Pública, v.30, n.11, p.2477-2478., 2014 (Resenha).


Produção técnica
Processos ou técnicas
1.
MACHADO, F. R. S.; TEIXEIRA, M. ; FONTES, V. ; PRONKO, M. . Comissão de Recredenciamento. 2014.

Trabalhos técnicos
1.
MACHADO, F. R. S.. Parecer para a Revista de Direito Administrativo. 2017.

2.
MACHADO, F. R. S.. Parecer para a revista Saúde Sociedade. 2017.

3.
MACHADO, F. R. S.. Coordenador do GT Lutas Sociais por Saúde no VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde. 2013.

4.
MACHADO, F. R. S.. Health Care as a Human Right. 2010.

5.
MACHADO, F. R. S.. Os Direitos Sociais e o Poder Judiciário: o caso da saúde. 2009.

Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
SANTOS, I. S. ; NAHON, N. ; MACHADO, F. R. S. . Sala de Convidados - Canal Saúde. 2016. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

2.
MACHADO, F. R. S.. 'ousar' para quem?. 2016. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

3.
PEREIRA, R. ; DAFLON, S. ; MACHADO, F. R. S. ; MATIAS, M. . UNIDIVERSIDADE. 2016.

4.
MACHADO, F. R. S.. Mudança de valores para um sistema público e solidário de saúde. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).


Demais tipos de produção técnica
1.
TELLES, J. L. ; GUIZARDI, Francini Lube ; PEREIRA, A. M. M. ; MACHADO, F. R. S. . Accountability Processes in the Construction of the Unified Health System in Brazil. 2017. (Relatório de pesquisa).

2.
NESPOLI, G. ; ABRUNHOSA, M. A. ; SOUZA, T. P. ; MACHADO, F. R. S. . Hipermídia Educação Profissional e Docência em Saúde: a formação e o trabalho do Agente Comunitário de Saúde. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Hipermídia).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
CARVALHO, M. C. A.; MACHADO, F. R. S.; CRUZ, M. S.; BELMONTE, P. R.. Participação em banca de Keronlay da Silva MAchado. Insumos arte e laço social no contexto das práticas contemporâneas em redução de danos. 2017. Dissertação (Mestrado em Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz.

2.
LACERDA, Alda; LOPES, M. C. R.; SILVA, F. H.; MACHADO, F. R. S.. Participação em banca de Raquel Damasceno dos Santos. Construção Democrática em saúde: análises sobre a função apoio como estratégia de gestão. 2014. Dissertação (Mestrado em Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz.

3.
PINHEIRO, Roseni; SILVA JUNIOR, Aluísio Gomes da; MACHADO, F. R. S.; GUIZARDI, Francini Lube. Participação em banca de Alan Carlos da Silva. Participação política dos Conselhos Gestores de Unidades de Saúde nas ações intersetoriais no município de Piraí. 2012. 2012. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

4.
MATTA, G. C.; BAPTISTA, T. W. F.; MACHADO, F. R. S.; MORENO, A. B.. Participação em banca de Fábia Castro Lemos. Saúde como direito fundamental à vida: uma análise do direito à saúde e sua concepção atual na sociedade brasileira. 2012. Dissertação (Mestrado em Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz.

5.
RODRIGUES, M. S.; MACHADO, F. R. S.; VILLACA, L. M. S.. Participação em banca de Marlene Anchieta Vieira. Judicialização da saúde em Mato Grosso. 2012. Dissertação (Mestrado em Política Social) - Universidade Federal de Mato Grosso.

Teses de doutorado
1.
MACHADO, F. R. S.; ASENSI, Felipe Dutra; MENDONCA, M. H. M.; LIMA, L. D.; PEPE, V. L. E.; MACHADO, C. V.. Participação em banca de Tânia Maria Peixoto Fonseca. O Ministério Público e a tutela coletiva de saúde no Estados Brasileiros. 2014. Tese (Doutorado em Doutorado em Saúde Pública) - Fundação Oswaldo Cruz.

2.
FERES JUNIOR, J.; POBREBINSCHI, T.; BRINGEL, B.; MACHADO, F. R. S.; GUIZARDI, Francini Lube. Participação em banca de Felipe Dutra Asensi. Práticas sociais de efetivação e reivindicação do direito à saúde: uma análise do Brasil e Portugal.. 2012. Tese (Doutorado em Sociologia) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Qualificações de Doutorado
1.
PEPE, V. L. E.; MACHADO, F. R. S.; LIMA, L. D.; GERSCHMAN, S.. Participação em banca de Tânia Maria Peixoto Fonseca. A Atuação do Ministério Público na tutela coletiva da saúde. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em Doutorado em Saúde Pública) - Fundação Oswaldo Cruz.

Qualificações de Mestrado
1.
MACHADO, F. R. S.; PONTES, A. L. M.; MORAES, D. R.. Participação em banca de Raquel Damasceno dos Santos. O apoio institucional como estratégia de gestão e as compreensões sobre os processos de democratização em saúde. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz.

2.
MACHADO, F. R. S.; MOTTA, I. S.; BECKER, S. G.. Participação em banca de Keity Anne de Oliveira Silva. O acesso de mulheres aos serviços de saúde: desafios e barreiras para a garantia do direito à saúde. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia) - Universidade Federal do Amazonas.

3.
MACHADO, F. R. S.; CARVALHO, M. C. A.; BISNETO, J. A. V. S.. Participação em banca de Liz Barddal Feligueira. As formas de recepção no ambulatório geral do IPUB/UFRJ a partir da década de 1970 e a participação do assistente social. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz.

4.
MACHADO, F. R. S.; PENALVA, J. L.; PELINGEIRO, R.. Participação em banca de Guilherme Pinho Machado. Análise das decisões judiciais do Superior Tribunal de Justiça relativas a cobertura dfe tratamentos médicos no exterior. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação Justiça Administrativa) - Universidade Federal Fluminense.

5.
MACHADO, F. R. S.; PENALVA, J. L.; RAMOS, F. D.. Participação em banca de Otavio Augusto Lima de Pilla. O controle judicial da regulação da saúde suplementar no Brasil: critérios de jurisdição administrativa aplicáveis. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação Justiça Administrativa) - Universidade Federal Fluminense.

6.
MACHADO, F. R. S.; PENALVA, J. L.; PELINGEIRO, R.. Participação em banca de Mariana Rodrigues Kelly e Sousa. Reflexões acerca dos sistemas de saúde brasileiro e norte-americano. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação Justiça Administrativa) - Universidade Federal Fluminense.

7.
MACHADO, F. R. S.; LIMA, L. D.; PEPE, V. L. E.; GERSCHMAN, S.. Participação em banca de Carolina de Campos Carvalho. A atuação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro nas políticas de saúde. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Pós-graduação em Saúde Pública) - Fundação Oswaldo Cruz.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Outras participações
1.
MACHADO, F. R. S.. Mostra Fotográfica ?70 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos? - ICICT. 2018. Fundação Oswaldo Cruz.

2.
MACHADO, F. R. S.. Membro da Comissão Científica do II Congresso Brasileiro de Política, Planjemanto e Gestão em Saúde. 2013. Associação Brasileira de Saúde Coletiva.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Oficina Nacional da Rede de Escolas Técnicas do SUS.Apresentação da Proposta de Mestrado RET-SUS. 2016. (Oficina).

2.
76a Semana Brasileira de Enfermagem.Direito à saúde: desafios para a consolidação do SUS. 2015. (Simpósio).

3.
11o Congresso Mundial de Saúde Coletiva. Congresso Mundial de Saúde Pública. 2006. (Congresso).

4.
Decit + 2: atuação do Ministério da Saúde em ciência, tecnologia e inovação.Simpósio Ministério da Saúde. 2006. (Simpósio).

5.
4o Seminário de Direito e Saúde - Saúde, Direitos Humanos e Ética: o Desafio de Sustentar Políticas Públicas na Era do MErcado..4o Seminário de Direito e Saúde - Saúde, Direitos Humanos e Ética: o Desafio de Sustentar Políticas Públicas na Era do MErcado.. 2005. (Seminário).

6.
Gestão da Integralidade: ensino, pesquisa, produção e disseminação de conhecimentos em saúde.Gestão da Integralidade: ensino, pesquisa, produção e disseminação de conhecimentos em saúde. 2005. (Seminário).

7.
III Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde. III Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde. 2005. (Congresso).

8.
I Seminário de Integralidade em Saúde de Areal.I Seminário de Integralidade em Saúde de Areal. 2005. (Seminário).

9.
Movimentos Sociais, ação política e luta hegemônica.Movimentos Sociais, ação política e luta hegemônica. 2005. (Oficina).

10.
V Seminário do Projeto Integralidade: saberes e práticas no cotidiano das instituições de saúde.V Seminário do Projeto Integralidade: saberes e práticas no cotidiano das instituições de saúde. 2005. (Seminário).

11.
XXI Congresso Nacional das Secretarias Municipais de Saúde e II Congresso Brasileiro de Saúde, Cultura de Paz e não Violência. XXI Congresso Nacional das Secretarias Municipais de Saúde e II Congresso Brasileiro de Saúde, Cultura de Paz e não Violência. 2005. (Congresso).

12.
XXV Congresso Alas. XXV Congresso Alas. 2005. (Congresso).

13.
6o Congresso Brasileiro de Medicina de Família & Comunidade. 6o Congresso Brasileiro de Medicina de Família & Comunidade. 2004. (Congresso).

14.
II Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família. II Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família. 2004. (Congresso).

15.
IV Seminário do Projeto Integtralidade Saberes e Práticas no Cotidiano das Instituições de Saúde: DEsafios para Institucionalização.IV Seminário do Projeto Integtralidade Saberes e Práticas no Cotidiano das Instituições de Saúde: DEsafios para Institucionalização. 2004. (Seminário).

16.
V Seminário do Serviço de Homeopatia do Departamento de Terapêuticas Não-Convencionais do SUS - Juiz de Fora.V Seminário do Serviço de Homeopatia do Departamento de Terapêuticas Não-Convencionais do SUS - Juiz de Fora. 2004. (Seminário).

17.
XLII Congresso Brasileiro de Eduacação Médica. XLII Congresso Brasileiro de Eduacação Médica. 2004. (Congresso).

18.
III Seminário do Prejeto Integralidade.III Seminário do Projeto Integralidade. 2003. (Seminário).

19.
Novas formas de atenção à saúde e a expansão de práticas terapêuticas não convencionais (TNC): desafios para institucionalização.Novas formas de atenção à saúde e a expansão de práticas terapêuticas não convencionais (TNC): desafios para institucionalização. 2003. (Oficina).

20.
54 Reunião Anual da SBPC. 54 Reunião Anual da SBPC. 2002. (Congresso).

21.
54 Reunião Anual da SBPC.Literatura e Sociedade. 2002. (Oficina).

22.
Décimo Seminário do Grupo "Racionalidades Médicas".10 Seminário do Grupo de Pesquisa "Racionalidades Médicas". 2001. (Seminário).

23.
Segundo Seminário do Projeto "Integralidade: Saberes e Práticas no Cotidiano das Instituições de Saúde".II Seminário do Projeto "Integralidade: Saberes e Práticas no Cotidiano das Instituições de Saúde". 2001. (Seminário).

24.
Seminário de Descentralização e Nocas formas de Gestão.Descentralização e Novas Formas de Gestão Social. 2001. (Seminário).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
GUIZARDI, Francini Lube ; MACHADO, F. R. S. ; LEMOS, A. S. P. ; PASSERI, L. . I Seminário do projeto "Apoio institucional na Atenção Básica em Saúde: estudo sobre democratização e gestão pública". 2017. (Outro).

2.
GUIZARDI, Francini Lube ; MACHADO, F. R. S. ; LEMOS, A. S. P. ; PASSERI, L. . I Oficina metodológica do projeto "Apoio institucional na Atenção Básica em Saúde". 2017. (Outro).

3.
Regadas, J. V. ; ALVES, L. A. ; REIS, J. R. F. ; CRUZ, J. R. M. ; MACHADO, F. R. S. . Cinema, Literatura e Memória: o Golpe de 1964 e as ditaduras na América do Sul (Seminário). 2014. (Outro).

4.
LACERDA, Alda ; MACHADO, F. R. S. ; GUIZARDI, Francini Lube . Jornada Internacional Pré-ALAS na Saúde: Democratização e novas formas de sociabilidades em saúde no contexto Latino-Americano. 2013. (Congresso).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Dissertação de mestrado
1.
Christiane Mery Costa. Análise do componente educação no Projeto Rede Sampa. Início: 2017. Dissertação (Mestrado profissional em Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz. (Orientador).

2.
Claudia Regina Graziano de Moraes e Abreu. Utilização de narrativas coletiva como instrumento pedagógico. Início: 2017. Dissertação (Mestrado profissional em Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Dissertação de mestrado
1.
nélida aleixo cassela. A Implantação da PNH em Alagoas: um resgate histórico do processo. 2016. Dissertação (Mestrado em Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz, . Orientador: Felipe Rangel de Souza Machado.

2.
Raquel Damasceno dos Santos. O APOIO INSTITUCIONAL COMO ESTRATÉGIA DE GESTÃO E OS PROCESSOS DE DEMOCRATIZAÇÃO EM SAÚDE: ANÁLISE DOCUMENTAL. 2016. Dissertação (Mestrado em Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz, . Orientador: Felipe Rangel de Souza Machado.

3.
Izabel Cristina de Souza Araujo. Tratamentos Jurídicos: A Judicialização da saúde como forma de acesso a procedimentos médicos de média e alta complexidade na cidade de Manaus/AM. 2016. Dissertação (Mestrado em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia) - Fundação Oswaldo Cruz, . Orientador: Felipe Rangel de Souza Machado.

4.
Liz Barddal Feligueira. SERVIÇO SOCIAL E SAÚDE MENTAL: CONTRADIÇÕES E POSSIBILIDADES. 2016. Dissertação (Mestrado em Pós Graduação em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz, . Orientador: Felipe Rangel de Souza Machado.

Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1.
Vanessa Praxedes da Silva. Saúde do Adolescente: práticas assistenciais ou de atenção à saúde do adolescente?. 2007. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Educação Profissional em Saúde) - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. Orientador: Felipe Rangel de Souza Machado.

2.
Adeilson Fingolo Turques. O direito à saúde pelos moradores da Maré:. 2007. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Educação Profissional em Saúde) - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. Orientador: Felipe Rangel de Souza Machado.

Iniciação científica
1.
gabriela almeida franco. A Audiência Pública da Saúde como elemento de análise do fenômeno da Judicialização. 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Felipe Rangel de Souza Machado.

Orientações de outra natureza
1.
Clarisse Barroso Acássio Silveira. Reflexões e diálogos sobre o estigma relacionado com os usuários de álcool e outras drogas. 2010. Orientação de outra natureza. (Ciências Sociais) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Ministério da Saúde. Orientador: Felipe Rangel de Souza Machado.

2.
Marina de Freitas Garcia. Desenvolvimento de atividades de Audio-Visual. 2009. Orientação de outra natureza. (Ciências Sociais) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Centro de Integração Empresa Escola. Orientador: Felipe Rangel de Souza Machado.




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