Syumara Queiroz de Paiva e Silva

Bolsista de Mestrado do CNPq

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  • Última atualização do currículo em 10/07/2018


Atualmente no mestrado em Oceanografia em andamento pela Universidade Federal de Pernambuco. Bacharela em Oceanografia pela Universidade Federal de Pernambuco. Possui especialização em Gerenciamento de Ecossistemas Marinhos pelo PRH-47/ANP - Gestão da Sustentabilidade para Exploração e Produção de Petróleo na Banda Equatorial. Estagiou na área de oceanografia física no LOFEC/CEERMA - UFPE. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Sedimentologia e Geoquímica do Petróleo.Tem experiência na área de Oceanografia, com ênfase em Oceanografia física. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Syumara Queiroz de Paiva e Silva
Nome em citações bibliográficas
QUEIROZ, S.;PAIVA, S. Q.;SILVA, S. Q. P.


Formação acadêmica/titulação


2018
Mestrado em andamento em Oceanografia.
Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
Título: Relações Nictimerais em Sub-Mesoescala entre a Hidrodinâmica e a Biota do Talude Oceânico de Tamandaré-PE,Orientador: Moacyr Cunha de Araujo Filho; Marcus André Silva.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: Borda sudoeste do Atlântico Tropical; Hidroacústica multifrequência; Dinâmica no Talude; Ecossistemas de transição; Nictimeral.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra
Grande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Oceanografia / Subárea: Oceanografia Física.
Grande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Oceanografia / Subárea: Oceanografia Biológica.
2014 - 2017
Especialização em Gestão de Risco dos Ecossistemas Marinhos da Banda Equatorial. (Carga Horária: 600h).
Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
Título: Modelagem Matemática Semi-lagrangeana de Dispersão de Óleo em Regiões Tropicais.
Orientador: Marcus André SIlva.
Bolsista do(a): Programa de Recursos Humanos da ANP, PRH-ANP, Brasil.
2014 - 2017
Graduação em Oceanografia.
Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
Título: MODELAGEM MATEMÁTICA SEMI-LAGRANGEANA DE DISPERSÃO DE ÓLEO EM REGIÕES TROPICAIS.
Orientador: Marcus André Silva.
2009 interrompida
Graduação interrompida em 2013 em Geologia.
Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
Ano de interrupção: 2013
2006 - 2008
Ensino Médio (2º grau).
Colégio 2001, 2001, Brasil.




Formação Complementar


2016 - 2016
Extensão universitária em Geocomunicação. (Carga horária: 18h).
Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
2016 - 2016
Extensão universitária em I Semana de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco. (Carga horária: 22h).
Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
2012 - 2012
Extensão universitária em Isótopos Estáveis e Radiogênicos. (Carga horária: 90h).
Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional:



Projetos de pesquisa


2014 - Atual
Projeto PIRATABR17 - Continuidade do monitoramento meteoceanográfico do Atlântico tropical através das bóias PIRATA
Descrição: A continuidade do monitoramento das variáveis de estado meteoceanográficas sobre o Atlântico Tropical é fundamental para as seguranças hídrica, energética e alimentar sobre o Brasil, constituindo o sistema de bóias PIRATA numa das mais importante redes de observação implantada no Atlântico tropical. O suporte logístico para o desenvolvimento e manutenção da rede é dividido entre o Brasil, França e EUA. O Brasil é responsável pela manutenção do lado ocidental da rede, incluindo 5 fundeios do arranjo principal e 3 fundeios da extensão Sudoeste; a França é responsável pelo lado do oriental da rede, com cinco fundeios do arranjo principal e um fundeio da extensão Sudeste; os EUA são responsáveis por quatro fundeios da extensão Nordeste. Portanto, cabe ao Brasil realizar anualmente cruzeiros oceanográficos para a troca e manutenção de 08 (oito) bóias Atlas (Autonomous Temperature Line Acquisition System). Os cruzeiros brasileiros do Projeto PIRATA são realizados pela DHN-MB (cerca de 55 dias de mar), um dos signatários brasileiros do MoU PIRATA. Entretanto, para a realização das campanhas de mar, são necessários recursos para aquisição de novos sensores e equipamentos, pagamento de serviços de calibração de sensores de hidrografia, desenvolvimento de programas computacionais para controle de qualidade e distribuição de dados, transporte de equipamentos e equipe de embarque. A razão de submissão da presente proposta Projeto PIRATABR17 é o conjunto de motivos enunciados acima. O objetivo principal deste projeto é garantir a continuidade do sistema de observações meteoceanográficas no Atlântico tropical, realizadas através da rede de bóias do Projeto PIRATA sob a responsabilidade do Brasil em parceria com a França e os EUA...
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
PROCESSOS OCEANOGRÁFICOS NA QUEBRA DA PLATAFORMA CONTINENTAL DO NORDESTE BRASILEIRO: FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PARA O PLANEJAMENTO ESPACIAL MARINHO
Descrição: Evidências científicas indicam que a zona de quebra das plataformas continentais apresenta expressivo potencial de diversidade biológica. Este ecótono favorece a coexistência de diferentes componentes das comunidades demersais, bentônicas e bentopelágicas da plataforma continental e talude superior, além da biota pelágica adjacente. O projeto REVIZEE e outros projetos posteriores indicaram que a zona de quebra da plataforma continental do nordeste brasileiro é caracterizada pela ocorrência de gradientes topográficos acentuados (canais, ravinas e cânions) que representam importantes áreas de pesca. Além disso, nela ocorrem agregações reprodutivas e alimentares de peixes recifais, em especial os lutjanídeos, serranídeos e carangídeos. Entretanto, esse ecótono não está inserido em nenhuma rede de Áreas Marinhas Protegidas no Atlântico Tropical Sudoeste. Uma recente iniciativa em direção à proteção deste estratégico ecossistema foi sua definição como EBSA, no âmbito da Convenção da Diversidade Biológica (CDB). Nesse contexto, é necessário avançar para compreender a relação entre a geodiversidade e a biodiversidade da zona de quebra da plataforma continental do nordeste do Brasil, através da investigação em pequena escala de prováveis ressurgências subsuperficiais. Logo, a presente proposta se baseia na integração de métodos, no sentido de investigar a dinâmica de processos oceanográficos na zona de quebra da plataforma continental oeste do Rio Grande do Norte, sul de Pernambuco e norte de Alagoas, sua relação com o ciclo de vida da biota marinha e a geomorfologia do assoalho. Para tanto, serão executados levantamentos hidrológicos, hidroacústicos e videográficos, além de coleta de amostras geológicas, biológicas e de dados de sensoriamento remoto, nas imediações da quebra da plataforma, canais e ravinas, ao longo de 03 anos. Logo, pretende-se gerar um conjunto de dados multidisciplinar e de pequena escala espacial; consolidar um protocolo replicável em escala regional; gerar oportunidade de formação de pessoal com experiência no mar; e contribuir para o fomento de iniciativas para o planejamento espacial marinho, promoção da pesca sustentável, da conservação biológica e de previsões de variações climáticas...
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2012 - Atual
Projeto INCT AmbTropic - Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Ambientes Marinhos Tropicais (CNPq 565054/2010-4)
Descrição: As regiões Norte e Nordeste do Brasil, devido às suas características, apresentam uma oportunidade única para se avaliar de que maneira a heterogeneidade espacial e temporal dos ambientes marinhos tropicais influencia os padrões de resposta destes ambientes e sua resiliência às mudanças climáticas que afetarão a região neste século. Nesta região, compreendida entre os estados do Espírito Santo e Amapá, encontram-se as principais construções recifais do oceano Atlântico Sul Ocidental, os principais deltas brasileiros, uma das áreas mais extensas de manguezais do mundo, uma plataforma continental que varia da mais estreita a mais larga do Brasil, as principais ilhas e montes submarinos, variações extremas nos fluxos de sedimentos e nutrientes, além da sua importância inegável na transferência de calor e massa interhemisférica. Em sua concepção, o INCT AmbTropic está estruturado em 3 Pacotes de Trabalho que contemplam as três escalas espaciais principais de investigação. Cada um destes Pacotes de Trabalho se desdobram em Grupos de Trabalho (GT) que investigarão aspectos específicos dentro de cada uma destas escalas espaciais. A escolha dos temas dos Grupos de Trabalho e suas áreas específicas de investigação foram balizadas pelos seguintes principios: (i) contemplar a heterogeneidade espacial e temporal nas suas três escalas principais de investigação, privilegiando gradientes fisico-quimicos e dinâmicos (ondas, marés, CO2, circulação, etc.) e ambientes marinhos intrinsecamente associados à região tropical do Brasil, tais como recifes de corais, manguezais, recursos vivos, ilhas oceânicas, processos oceânicos etc., (ii) construir sobre a experiência dos grupos de pesquisa locais, (iii) concentrar os esforços dos GTs em areas geográficas comuns, não só para minimizar custos, como também estimular a sinergia entre os GTs, e (iv) avaliação de recursos naturais (vivos e não vivos) específicos da região..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2012 - 2012
Museu de Minerais e Rochas Agentes de Popularização da Cultura Científico-tecnológica
Descrição: Este projeto objetiva aprimorar as atividades educativas realizadas no Museu de Minerais e Rochas da Universidade Federal de Pernambuco, através da implementação de uma rotina de atividades didáticas a serem realizadas em escolas de nível fundamental e médio, além do incremento das visitas agendadas no próprio Museu. A melhoria nas ações educativas seria dinamizada através da introdução de uma prática pedagógica que envolve o manuseio de jogos educativos de conteúdos relacionados ao acervo exposto no âmbito do museu propriamente, acervo este contatado durante as visitações..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) .
Integrantes: Syumara Queiroz de Paiva e Silva - Integrante / Sandra de Brito Barreto - Coordenador / Emanuela Sousa Ribeiro - Integrante / Édison Vicente - Integrante / Arlindo Francisco da Silva Filho - Integrante / Ana Gabriela Silva Pires - Integrante / Heloísa Montenegro Barbosa - Integrante / Tiago Blera - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Oceanografia / Subárea: Oceanografia.
2.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Oceanografia / Subárea: Geologia.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.


Produções



Produção bibliográfica

Produção técnica
Redes sociais, websites e blogs
1.
QUEIROZ, S.; PADOVANI, B. . Conservação Marinha. 2016; Tema: Página dedicada a divulgação e discussão de notícias sobre o meio ambiente e a Conservação Marinha. (Rede social).


Demais tipos de produção técnica
1.
QUEIROZ, S.; COSTA, M. F. ; OUTROS, E. . Derrames de Óleo no mar - estudos de caso. 2016. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Didático-cientifico).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso d da Ciênica - UFPE - Recife.Sociedade Brasileira de Geologia. 2013. (Outra).

2.
46º Congresso Brasileiro de Geologia. 2012. (Congresso).

3.
V EXPOUFPE. O curso de Geologia. 2012. (Feira).




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