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Mariana Cecilia de Gainza Possui graduação em Sociologia pela Universidade de Buenos Aires (2001) e doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2009). Atualmente é pós-doutoranda em Filosofia da USP.
Última
atualização do currículo em 29/01/2011
Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/5086874266823438 |
| Nome | Mariana Cecilia de Gainza |
| Nome em citações bibliográficas | GAINZA, M. |
| Sexo | Feminino |
| 2010 | Pós-Doutorado
. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo ,FAPESP ,Brasil . Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia. |
| 2003 - 2009 | Doutorado em Filosofia
.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil. Título: Espinosa: Uma filosofia materialista do infinito positivo, Ano de Obtenção: 2009. Orientador: Marilena de Souza Chaui.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo ,FAPESP ,Brasil . Palavras-chave: infinito positivo. |
| 1992 - 2001 | Graduação em Sociologia
.
Universidad de Buenos Aires, UBA, Argentina. |
| Universidade de São Paulo, USP, Brasil. |
| Atividades |
| 2008 - Atual | Atividades de Participação em Projeto, Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, . |
|
Projetos de pesquisa Ruptura e Continuidade: Investigações sobre a relação entre Natureza e História a partir de sua formulação pelo Grande Racionalismo Seiscentista |
| 2003 - 2006 | Atividades de Participação em Projeto, Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, . |
|
Projetos de pesquisa Experiência e razão no pensamento moderno |
| 2008 - Atual | Ruptura e Continuidade: Investigações sobre a relação entre Natureza e História a partir de sua formulação pelo Grande Racionalismo Seiscentista |
| Descrição: O projeto se volta para a elaboração das relações entre Natureza e História na Filosofia do Século XVII buscando não somente as concepções seiscentistas, mas também o legado sobre o qual se apóiam, bem como as críticas e retomadas das formulações dos Seiscentos na filosofia posterior, particularmente na Ilustração Francesa, no Idealismo Alemão e em alguns filósofos contemporâneos, como Nietzsche, Merleau-Ponty, Deleuze e Foucault. O ponto de partida serão as formulações renascentistas dos florentinos e dos juristas franceses, sua presença e modificações nas obras de Bacon, Espinosa, Pascal e Leibniz. O primeiro contraponto, em que a ruptura se apresenta superior à continuidade, será feito com a obra de Vico, que anuncia os trabalhos da Ilustração Francesa. Da Renascença à Ilustração, as relações entre Natureza e História não são tensas: não só a História está inserida na Natureza, como esta, pensada como artefato e artesã, está embebida na História; além disso, a idéia de natureza humana fornece a mediação necessária entre ambas. Tudo muda e a ruptura se torna patente com as obras do Idealismo Alemão, isto é, com a distinção entre Natureza e Cultura, ainda que o Romantismo pretenda retomar sua inseparabilidade, graças a uma nova Filosofia da Natureza. Tomando como referência a análise do Grande Racionalismo, por Merleau-Ponty, suas críticas ao fracasso das filosofias dialéticas e sua hipótese da possibilidade de fundar na Natureza uma nova concepção da História, algumas das pesquisas examinarão o papel dos conceitos de devir e acontecimento nas filosofias de Nietzsche e Deleuze, a ênfase na idéia de descontinuidade temporal, nas primeiras obras de Foucault, e o ressurgimento da determinação natural do histórico em suas últimas obras, dedicadas ao conceito de biopoder.. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Integrantes: Marilena de Souza Chaui - Coordenador - Coordenador / Mariana Cecilia de Gainza - Integrante. Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.. |
| 2003 - 2006 | Experiência e razão no pensamento moderno |
| Descrição: O projeto examina um tema que, atualmente, vem ocupando os pesquisadores do pensamento seiscentista, a saber, a relação entre experiência e razão na formulação da filosofia e da ciência modernas. Para tanto, a pesquisa se distribuirá em três vertentes principais: 1) vertente epistêmica, na qual recusaremos a distinção tradicional entre empirismo e racionalismo no pensamento clássico, uma vez que o racionalismo é a marca do pensamento moderno, a diferença entre empiristas e racionalistas encontrando-se simplesmente no lugar que atribuem à experiência e à razão na fundamentação do conhecimento; 2) vertente ético-política, na qual examinaremos o nascimento do pensamento ético-político moderno a partir do lugar que a experiência passa a ocupar na formulação de uma teoria das ações humanas cuja racionalidade depende, justamente, da relação entre a experiência prática e sua elaboração pela razão; 3) vertente ontológica, na qual examinaremos a relação entre experiência e razão, filosofia e ciência, teoria e prática a partir da idéia de infinito positivo ou de infinito atual.. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Integrantes: Marilena de Souza Chaui - Coordenador - Coordenador / Mariana Cecilia de Gainza - Integrante. . |
| Português | Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem. |
| Inglês | Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente. |
| Francês | Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco. |
| Espanhol | Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem. |
| Italiano | Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco. |
| Produção bibliográfica |
| Artigos completos publicados em periódicos |
| 1. | GAINZA, M. . A transindividualidade spinozista: entre a determinação e a expressão. Dissertatio (UFPel) , v. 31, p. 77-95, 2010. |
| 2. | GAINZA, M. . O tempo das partes. Temporalidade e perspectiva em Espinosa. Cadernos Espinosanos (USP) , v. XXI, p. 118-129, 2009. |
| 3. | GAINZA, M. . Zizek e Althusser. Vida ou morte da leitura sintomática. Revista de Economia Política e História Econômica (São Paulo) , v. 11, p. 133-153, 2008. |
| 4. | GAINZA, M. . O pensamento do singular em Espinosa e Leibniz: entre a determinação e a expressão. Revista Conatus , v. 2, p. 61-67, 2008. |
| 5. | GAINZA, M. . A negatividade interrogada: Espinosa entre Bayle e Hegel. Cadernos Espinosanos (USP) , v. XVI, p. 9-40, 2007. |
| 6. | GAINZA, M. . O privilégio do pensamento: um ensaio de interpretação. Cadernos Espinosanos (USP) , v. XVII, p. 71-79, 2007. |
| 7. | GAINZA, M. . Espinosa versus Hegel. Motivos de uma confrontação. Cadernos Espinosanos (USP) , v. XIII, p. 9-23, 2005. |
| Capítulos de livros publicados |
| 1. | GAINZA, M. . La modalidad de lo no existente en el orden del discurso. In: TATIÁN, D.. (Org.). Spinoza. Sexto Coloquio. Córdoba: Brujas, 2010, v. , p. 259-267. |
| 2. | GAINZA, M. . Existe un sistema absoluto spinozista? Disquisiciones sobre la lectura kojeviana de Spinoza. In: TATIÁN, D.. (Org.). Spinoza. Quinto Coloquio. Córdoba: Brujas, 2009, v. , p. 97-103. |
| 3. | GAINZA, M. . De metáforas, desequilibrios y esfuerzos compensatorios. Cuestiones de justicia teórica. In: TATIÁN, D.. (Org.). Spinoza. Cuarto Coloquio. Córdoba: Brujas, 2008, v. , p. 209-218. |
| 4. | GAINZA, M. . La negatividad interrogada. In: TATIÁN, Diego. (Org.). Spinoza. Tercer Coloquio. Córdoba: Brujas, 2007, v. , p. 33-42. |
| 5. | GAINZA, M. . Determinación y expresión. El problema de las esencias singulares en una confrontación de Spinoza con Leibniz. In: TATIÁN, Diego. (Org.). Spinoza. Segundo Coloquio. Buenos Aires: Altamira, 2006, v. , p. 11-22. |
| 6. | GAINZA, M. . Beatitud. Sobre la potencia del pensamiento. In: TATIÁN, Diego; TORRES, Sebastián. (Org.). Las aventuras de la inmanencia. Ensayos sobre Spinoza. Córdoba: Nombres, 2002, v. , p. 131-135. |
| Textos em jornais de notícias/revistas |
| 1. | GAINZA, M. . Zizek y Althusser. Vida o muerte de la lectura sintomática. Décalages. An Althusser Studies Journal, The Berkeley Electronic Press, p. 1 - 17, 01 mar. 2010. |
| 2. | GAINZA, M. . desde Brasil. A propósito de A nervura do real, de Marilena Chaui. El Ojo Mocho, Buenos Aires, 03 mar. 2003. |
| Resumos publicados em anais de congressos |
| 1. | GAINZA, M. . Espinosa e Althusser. In: XIV Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF, 2010, Aguas de Lindóia. Atas do XIV Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF. Campinas : ANPOF, 2010. p. 398-399. |
| 2. | GAINZA, M. . Perspectivismo e verdade, entre Spinoza e Nietzsche. In: II Congresso Internacional Spinoza & Nietzsche, 2009, São Paulo. Livro de Resumos - II Congresso Internacional Spinoza & Nietzsche. Sao Paulo : FFLCH, USP, 2009. p. 79-80. |
| 3. | GAINZA, M. . Totalidade e determinação na ontologia de Espinosa. In: XII Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF, 2006, Salvador, Bahia. Atas do XII Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF, 2006. p. 395-395. |
| 4. | GAINZA, M. . Espinosa versus Hegel. Motivos de uma confrontação. In: XI Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF, 2004, Salvador, Bahia. Atas do XI Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF, 2004. p. 329-329. |
| Demais tipos de produção bibliográfica |
| 1. | GAINZA, M. . Perspectiva e temporalidade em Espinosa. Rio de Janeiro: Mauad X, 2010 (Capítulo de livro (no prelo): "Spinoza & Nietzsche: filósofos contra a tradição"). |
| 2. | GAINZA, M. . Espinosa: Uma filosofia materialista do infinito positivo.
Sao Paulo:
Edusp, 2010 (Livro (no prelo)). |
| 3. | GAINZA, M. . Amistad. Rehusarse a servir, 2010. (Tradução/Artigo). |
| 4. | GAINZA, M. . Il limite e la parte: I confini dell interiorità nella filosofia spinoziana. Milano: Mimesis, 2009 (Capítulo de livro (no prelo): "Sul transindividuale" (a cura di Balibar, E. e Morfino, V.)). |
| 5. | GAINZA, M. . El tiempo de las partes. Temporalidad y perspectiva en Spinoza. Milano: Ghibli, 2009 (Capítulo de livro (no prelo): "Ontologia e temporalità. Spinoza e i suoi lettori nell'età moderna"). |
| 6. | GAINZA, M. . Zizek e Althusser. Sovradeterminazione e nucleo traumatico reale. Milano: Mimesis, 2009 (Capítulo de livro (no prelo): "Marxismo e Psicanalisi" (a cura di Morfino, V. e Pinzolo, L.)). |
| 7. | GAINZA, M. . El deseo y la textura imaginaria de lo real en la ontología indirecta de Merleau-Ponty. Rosario: Revista Nadja, Ediciones de las 47 picas, 2008. (Tradução/Artigo). |
| 8. | GAINZA, M. . Spinoza y el mecanicismo en el siglo XVII: una herencia cartesiana?. Córdoba: Brujas, 2007. (Tradução/Artigo). |
| 9. | GAINZA, M. . Estamos todos malucos O sujeito moderno e a falha geológica. Cadernos Espinosanos, USP, 2007. (Tradução/Artigo). |
| 10. | GAINZA, M. . Anais de Cogressos, artigos varios. Sao Paulo - Buenos Aires: CLACSO, 2007. (Tradução/Livro). |
| 11. | GAINZA, M. . La sintaxis de la violencia entre Hegel y Marx. Youkali (Tierra de Nadie Ediciones), 2006. (Tradução/Artigo). |
| 12. | GAINZA, M. . La historia en el pensamiento de Marx. CLACSO, 2006. (Tradução/Artigo). |
| 13. | GAINZA, M. . Filosofia e revelação no Tratado Teológico-Político de Espinosa. Sao Paulo: Cadernos Espinosanos, 2005. (Tradução/Artigo). |
| 14. | GAINZA, M. . Imaginação e razão na política de Espinosa. Sao Paulo: Cadernos Espinosanos, 2005. (Tradução/Artigo). |
| 15. | GAINZA, M. . El nacimiento del Estado. Buenos Aires: Gorla, 2003. (Tradução/Livro). |
| Produção técnica |
| Trabalhos técnicos |
| 1. | GAINZA, M. . Parecerista da Revista Cadernos de Ética e Filosofia Política. 2008. |
| 2. | GAINZA, M. . Leitura de livros originais para assessoria editorial. 2002. |
| Participação em eventos |
| 1. | III Colóquio Internacional Benedictus de Spinoza.A individualidade spinozista, entre a determinação e a expressão. 2010. (Congresso). |
| 2. | VII Coloquio Internacional Spinoza.Spinoza sin Spinoza. 2010. (Congresso). |
| 3. | XIV Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF.Espinosa e Althusser. 2010. (Encontro). |
| 4. | II Congresso Internacional Spinoza & Nietzsche.Perspectivismo e verdade, entre Spinoza e Nietzsche. 2009. (Congresso). |
| 5. | Convegno Ontologia e temporalità. Spinoza e i suoi lettori nell'età moderna.El tiempo de las partes. Temporalidad y perspectiva en Spinoza. 2009. (Congresso). |
| 6. | Marxismo e Psicoanalisi (Universita degli Studi di Milano-Bicocca).Nucleo traumatico e/o surdeterminazione. 2009. (Seminário). |
| 7. | Fondazione Corrente.La negatività interrogata. 2009. (Seminário). |
| 8. | Quinto Coloquio Internacional Spinoza.La alteridad en Spinoza: entre la distinción y la negación. 2008. (Congresso). |
| 9. | Cuarto Coloquio Internacional Spinoza.Spinoza y la práctica crítica. Leer la eternidad. 2007. (Congresso). |
| 10. | Tercer Coloquio Internacional Spinoza.Spinoza: la negatividad interrogada. 2006. (Congresso). |
| 11. | I Congresso Internacional Spinoza & Nietzsche. 2006. (Congresso). |
| 12. | Seminário de Estudos Leibniz.Espinosa e Leibniz: determinação e expressão. 2006. (Seminário). |
| 13. | XII Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF.Totalidade e determinação na ontologia de Espinosa. 2006. (Encontro). |
| 14. | II Coloquio Spinoza.Spinoza: determinación y expresión. 2005. (Congresso). |
| 15. | XI Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF.Espinosa versus Hegel. Motivos de uma confrontação. 2004. (Encontro). |
| 16. | Jornadas sobre Baruch Spinoza.Beatitud. Sobre la potencia del pensamiento. 2001. (Encontro). |
| 17. | IV Jornadas de Sociología. Taller "Baruch Spinoza y su relación con las ciencias sociales".Althusser y Spinoza. Apuntes para una teoría del conocimiento. 2000. (Oficina). |
| Organização de eventos |
| 1. | TATIAN, D. ; GAINZA, M. . Jornadas sobre el pensamiento de Baruch Spinoza. 2001. (Outro). |
| 2. | GAINZA, M. . Oficina "Baruch Spinoza y su relación con las ciencias sociales". 2000. (Outro). |
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