Izabelly Cristina Mendes Tinoco

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  • Última atualização do currículo em 26/11/2018


Graduada em Estatística (2011) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Mestrado em Demografia (2014) pela UFRN e Doutora em Ciências Climáticas na UFRN. Tem experiência em Probabilidade e Estatística, Demografia com ênfase no contexto Socioeconômico, além de agroclimatologia. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Izabelly Cristina Mendes Tinoco
Nome em citações bibliográficas
TINOCO, I. C. M.;TINÔCO, I. C. M.

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
BME
LAGOA NOVA
59078-970 - Natal, RN - Brasil


Formação acadêmica/titulação


2014 - 2018
Doutorado em CIÊNCIAS CLIMÁTICAS.
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
Título: Perfis de Vulnerabilidade Sociodemográfica e Agroclimatológica do Semiárido Brasileiro, Ano de obtenção: 2018.
Orientador: Bergson Guedes Bezerra.
Coorientador: Paulo Sérgio Lucio.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2012 - 2014
Mestrado em DEMOGRAFIA.
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
Título: DOIS ESTUDOS REGIONAIS SOBRE PERFIS POPULACIONAIS: TIPOLOGIA SOCIODEMOGRÁFICA E ÍNDICE SOCIOECONÔMICO DE VULNERABILIDADE À SECA,Ano de Obtenção: 2015.
Orientador: Paulo Sérgio Lucio.
Coorientador: Lára de Melo Barbosa.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2004 - 2011
Graduação em ESTATISTICA.
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
Título: INFLUÊNCIA DO CLIMA SOBRE OS ÍNDICES ENTOMOLÓGICOS DA DENGUE (AEDES AEGYPTI): UMA ABORDAGEM COM MODELOS DE EFEITOS MISTOS..
Orientador: Maria Helena Constantino Spirydes.
2001 - 2002
Curso técnico/profissionalizante.
Escola Agrícola de Jundiaí, EAJ, Brasil.




Formação Complementar


2018 - 2018
Introdução ao SIG QGIS.. (Carga horária: 8h).
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2015 - 2015
CURSO BÁSICO DE GRADS.
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2014 - 2014
Análise Espacial de Padrões de Área no Programa R. (Carga horária: 8h).
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2013 - 2013
Amostragem para dados Complexos. (Carga horária: 10h).
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2013 - 2013
Extensão universitária em Curso de Iniciação à Docencia.. (Carga horária: 45h).
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2001 - 2002
Técnico em Informática. (Carga horária: 1200h).
Escola Agrícola de Jundiaí, EAJ, Brasil.


Atuação Profissional



Centro Municipal de Educação Rural, CERU, Brasil.
Vínculo institucional

2004 - 2004
Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Secretaria Municipal de Educação


Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - 2017
Vínculo: Participante, Enquadramento Funcional: Participante
Outras informações
EV633-2017 - Ciclo de Seminários das Ciências Atmosféricas e Climáticas

Vínculo institucional

2016 - 2016
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista Docente
Outras informações
Bolsista Capes da componente curricular CLIMATOLOGIA ESTATÍSTICA I: CÁLCULO DAS PROBABILIDADES (2016.2) - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS E CLIMÁTICAS.

Vínculo institucional

2016 - 2016
Vínculo: Participante, Enquadramento Funcional: Participante
Outras informações
EV188-2016 - Semana das Ciências Atmosféricas e Climáticas

Vínculo institucional

2015 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista Docente
Outras informações
Bolsista Capes da componente curricular CLIMATOLOGIA ESTATÍSTICA I: CÁLCULO DAS PROBABILIDADES (2015.2) - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS E CLIMÁTICAS

Vínculo institucional

2013 - 2013
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagio
Outras informações
Bolsista Capes da componente curricular ELEMENTOS DE BIOESTATISTICA (2013.1).

Vínculo institucional

2009 - 2010
Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: BOLSISTA, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2009 - 2010
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário
Outras informações
Estágio na área de Estatística realizado na PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, a qual realizou um levantamento de laboratórios para a criação de indicadores que fornecessem subsídios para criação de novas vagas.

Atividades

11/2017 - 11/2017
Extensão universitária , Centro de Ciências Exatas, .

Atividade de extensão realizada
Participante da III Semana das Ciências Atmosféricas e Climáticas, coordenado pelo Professor WEBER ANDRADE GONCALVES, promovido pelo(a) DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS E CLIMÁTICAS.
08/2017 - 11/2017
Extensão universitária , Centro de Ciências Exatas, .

Atividade de extensão realizada
Participante do evento de extensão CICLO DE SEMINÁRIOS DAS CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS E CLIMÁTICAS.
12/2016 - 12/2016
Extensão universitária , Centro de Ciências Exatas, .

Atividade de extensão realizada
participou do evento de extensão WORKSHOP SOBRE CENÁRIOS ECOLÓGICOS E VULNERABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EM REGIÕES SEMIÁRIDAS,coordenado Pelo Professor PAULO SERGIO LUCIO..
05/2016 - 05/2016
Extensão universitária , Centro de Ciências Exatas, .

Atividade de extensão realizada
EV188-2016 - Semana das Ciências Atmosféricas e Climáticas.
11/2014 - 11/2014
Extensão universitária , Centro de Ciências Exatas, .

Atividade de extensão realizada
participou do evento de extensão QUARTAS DEMOGRÁFICAS QD1 | CONFERÊNCIA "POBLACIÓN Y SUSTENTABILIDAD: TEMAS ABIERTOS PARA EL SIGLO XXI" , com carga horária de 2 hora(s), coordenado pelo(a) Professor(a) RICARDO OJIMA,.
05/2013 - 05/2013
Extensão universitária , Centro de Ciências Exatas, .

Atividade de extensão realizada
Participou do evento de extensão A DINÂMICA DEMOGRÁFICA NORDESTINA E SEUS DESAFIOS PARA PESQUISAS TEÓRICO-METODOLÓGICAS: AÇÕES DO PROJETO PROCAD - CEDEPLAR/UFMG - PPGDEM/UFRN" , coordenado pelo(a) Professor(a) LARA DE MELO BARBOSA.


Projetos de pesquisa


2016 - Atual
ANALISE DA VULNERABILIDADE AOS DESASTRES NATURAIS NO NORDESTE BRASILEIRO
Descrição: O aumento expressivo nos registros das ocorrências de desastres naturais vem sendo observado nas ultimas décadas. Muitos são os fatores se apresentam como justificativa para cenário de elevação dessas notificações. Os desastres são ocasionados por pela ocorrência de fenômeno natural em uma determinada sociedade, que quando afetada fica impossibilitada de retomar as suas atividades de caráter imediato, os impactos ocasionados eles variam de acordo com a forma e intensidade com que a mesma foi atingida, podendo ocasionar grandes perdas humanas e materiais. Esse projeto se propõe a analisar a vulnerabilidade das populações frente às ocorrências de desastres no Nordeste brasileiro no período de 1990 a 2012. Ademais, pretende-se criar um indicador de vulnerabilidade a desastres, abrangendo os diferentes segmentos relacionados com a temática, utilizando-se de variáveis climáticas, sociais e demográficas. Tendo em consideração tal objetivo, utilizar-se-á diversas metodologias estatísticas, demográficas e meteorológicas pertinentes durante a análise dessas informações. Espera-se que os resultados obtidos possam gerar subsidiar para os gestores e tomadores de decisões a realizarem o direcionamento de politicas públicas eficazes na mitigação aos desastres naturais..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - 2016
Tipologia da vulnerabilidade sociodemográfica dos municípios do Semiárido do Brasil, 2010
Descrição: O aumento das ocorrências dos extremos climáticos tem afetado fortemente as sociedades tanto no que diz respeito à elevação de perdas de vidas humanas, além de afetar os fluxos migratórios e, também, causam outras consequências nas condições de vida da população, tais como: perdas matérias. As alterações climáticas também podem afetar a saúde da população, uma vez que podem, por exemplo, afetar na procriação de vetores que são influenciados pelo clima e transmitem doenças como: dengue, malária, febre amarela, leishmaniose; e doenças causadas pela má qualidade da água, tais como: toxoplasmose, leptospirose e diarreias agudas, ocasionando um aumento na morbi-mortalidade (CONFALONIERI, 2002). O Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima (IPCC) relata, em seu AR-5, que a temperatura média da superfície global continuará a elevar de 1,5ºC a 2ºC em meados do século XXI (IPCC, 2013). Estas alterações têm sido influenciadas por diversos fatores: variabilidade natural do clima; mudanças no uso da terra (desmatamento e urbanização); aquecimento global devido ao aumento da concentração de gases de efeito estufa e aerossóis na atmosfera (BARCELLOS et al., 2009). Paralelamente a discussão sobre a questão das mudanças climáticas no Brasil, está em curso no país as mudanças no padrão demográfico, com o aumento da longevidade e envelhecimento da população, e essas alterações vêm acompanhadas por mudanças no perfil epidemiológico e de morbidade. As consequências sociais, econômicas, e epidemiológicas das transformações recentes sobre o padrão demográfico nacional, principalmente entre os grupos etários extremos - os mais jovens (0 a 4 anos) e os mais idosos (acima de 65 anos), impõem desafios tanto para o poder público quanto para a sociedade fazendo com que a agenda da temática da vulnerabilidade social às mudanças climáticas tenha que se adequar às redefinições dos novos cenários demográficos para o presente e para um futuro próximo com o acirramento da mudanças ambientais e a possibilidade de ocorrências cada vez mais frequente dos eventos climáticos extremos. Nobre et al. (2008) argenta que a população brasileira é vulnerável às mudanças climáticas, principalmente ao considerar que a economia brasileira ainda tem forte dependência de recursos naturais não renováveis. Além disso, a sociedade brasileira é marcada por uma substancial desigualdade social. Em termos sintéticos, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mostra que, na Região Nordeste, as condições de vida são mais precárias do que as das demais regiões, quaisquer que sejam os indicadores considerados. Nesse contexto de desigualdades, o Semiárido do Brasil situa-se como um espaço onde prevalecem condições sociais precárias para a grande maioria da população, carente de saúde, educação e renda. Além disso, se reconhece que o Semiárido apresenta um regime de chuvas irregular e escasso, com longos períodos de seca. Diante disso, estudos de vulnerabilidade a extremos climáticos têm-se tornado cada vez mais importante para a sociedade e para os gestores públicos. A vulnerabilidade das regiões pode estar relacionada aos aspectos físicos, biológicos ou socioeconômicos e demográficos. A desigualdade social é um dos fatores determinantes da vulnerabilidade aos extremos climáticos de uma população. A partir de indicadores de condições de vida, é possível correlacionar o quão susceptível essa população se encontra aos riscos causados pelos efeitos climáticos dependendo da capacidade de adaptação desses indivíduos a tais efeitos. Em uma situação de tão amplas desigualdades sociais, a análise da vulnerabilidade à climática configura-se como um importante campo de estudo, na medida em que a ocorrência dos eventos extremos apresenta elevado potencial de crescimento afetando espaços de forma diferenciada. Assim, pretende-se nesse trabalho analisar os espaços mais susceptíveis aos eventos.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2015
OS RECURSOS MARINHOS DA REGIÃO DE PONTA DE PIRANGI E SEUS USUÁRIOS
Descrição: Os recursos marinhos, o clima e a paisagem são fatores que transformam a paisagem litorânea em espaços de consumo, desencadeando formas produtivas que se impõem ao espaço, promovendo um deslocamento populacional. Assim os ambientes marinhos vem sendo utilizado para diversas práticas, como subsistência, lazer e turismo. Tais práticas vêm sendo geradas diante da necessidade da sociedade fixar-se no território litorâneo quer seja permanentemente (primeira residência), temporariamente (em residência de uso não habitual ? segunda residência), ou em equipamentos hoteleiros, sendo estas duas últimas para a prática do lazer e para a atividade turística. A valorização social do litoral, que vem se dando com uma sociedade de consumo, define o litoral como uma paisagem de consumo, onde os atrativos naturais mais comercializados e por isso os mais procurados são, a praia e o mar. Nos últimos anos a Zona costeira do Litoral Oriental do Rio Grande do Norte (RN) vem ganhando uma nova dinâmica decorrente do aumento tanto do número de turistas nacionais e estrangeiros, quanto de usuários de residência de uso ocasional também chamada de segunda residência (FONSECA et al 2012), que adquirem imóveis para fins de lazer e descanso. No litoral, os atrativos naturais mais comercializados e por isso os mais procurados são, a praia e o mar. O mar é reconhecidamente citado como um dos lugares mais apropriados para a prática do lazer, um produto criado pela e para a sociedade de consumo. Segundo OLIVEIRA (2013), uma pesquisa realizada pela Secretaria de Turismo do Rio Grande do Norte- SETUR-RN, em 2010, indicou que 90,77% dos turistas entrevistados em Natal consideraram como fator decisório a visita os atrativos naturais. Em pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do estado do Rio Grande do Norte em janeiro de 2012, dos 350 turistas entrevistados que visitavam a cidade de Natal, 94% citou os atrativos naturais (sobretudo as praias) como principal fator de atração ao escolher o destino turístico. A população que chega ao litoral em foco pode ser também identificada por meio das segundas residências que nos últimos 10 anos tiveram um crescimento de 120,41% no município de Parnamirim e 64,85% em Nísia Floresta (IBGE 2010). A expansão das segundas residências e o desenvolvimento do turismo no litoral Potiguar tem provocado um processo de urbanização ao longo da costa, proporcionando a expansão de comércios e serviços públicos e privados para atender tanto à população flutuante (turistas e usuário de segunda residência) quanto à população permanente (moradores locais). A melhoria da infraestrutura (facilitando a acessibilidade) e dos serviços com a urbanização dessas áreas, por sua vez, tem favorecido o aumento da população residente na faixa litorânea. Assim no Litoral Oriental Potiguar o desenvolvimento da atividade turística juntamente com a expansão dos domicílios de uso ocasional vem acarretando modificações na paisagem, no conteúdo das áreas litorâneas e nos recursos biológicos. Em paralelo ao processo de ocupação espacial da costa, o uso dos recursos marinhos também se expande. Há o aumento de demanda por recursos pesqueiros e pesca predatória, assim como o aumento do uso de praias e mar pelos banhistas e praticantes do lazeres náuticos. Neste contexto as formações recifais rasas que se localizam próxima à costa e são de fácil acesso na maré baixa tornam-se ambientes de alta vulnerabilidade decorrente das frequentes e intensas visitações. Atualmente as formações recifais são consideradas como um dos ambientes naturais mais ameaçados do planeta, devido a falta de conhecimento por parte da sociedade de sua importância e fragilidade. Tais ambientes são considerados dos ecossistemas marinhos mais ricos do planeta, sustentando uma grande associação de organismos com destaque tanto pela riqueza taxonômica, como diversidade de.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2013
A Leishmaniose Visceral no Nordeste: uma análise epidemiológica
Descrição: A Leishmaniose Visceral (LV) é uma zoonose de grande impacto na saúde pública, caracterizada por elevada taxa de morbidade e letalidade. A LV é uma doença infecto-parasitária, que o seu controle depende da diversidade epidemiológica em função da grande variabilidade de espécies hospedeiras e reservatórios, de vetores e de características ambientais que interagem e possibilitam a manutenção e difusão da enfermidade (LANGONI et al., 2008). No Brasil a doença é popularmente conhecida como calazar sendo o principal agente etiológico o protozoário tripanossomatídeo leishmania chagasi, que é uma doença transmitida por vetores da espécie Lutzomia longipalpis e Lutzomia cruzi. O cão doméstico é considerado o reservatório epidemiologicamente mais importante para a LV (PEARSON et al., 1999; MINISTERIO DA SAÚDE, 2006). Na década de 90, dos casos registrados de LV em 12 países da AméricaLatina, 90% das notificações ocorreram no Brasil. No período 2001 a 2010, o Ministério da Saúde notificou mais de 35 mil casos de Leishmaniose Visceral (LV) no Brasil, sendo a maior parcela na região Nordeste, que concentrou 55,1% do total de notificações neste período. O Nordeste Brasileiro (NEB), portanto, constitui-se uma região de grande preocupação, principalmente, pela questão das condições favoráveis do climana proliferação do mosquito e transmissão da doença. As capitais do NEB, em sua maioria localizam-se no litoral, caracterizadas por um clima úmido e com temperaturas elevadas, condições climáticas favoráveis ao vetor de transmissão Lutzomia longipalpis e Lutzomia cruzi (XIMENES, 2007).
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2009 - 2010
Desenvolvimento de funções no pacote estatístico R para planejamento e análise de experimentos
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2016 - 2016
Workshop sobre Cenários Ecológicos e Vulnerabilidade Socioambiental em Regiões Semiáridas
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2015 - 2015
IV SEMINÁRIO DE ESTUDOS POPULACIONAIS DO NORDESTE: A DEMOGRAFIA NORDESTINA NO DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO ? PERSPECTIVAS E OPORTUNIDADES. JORNADA COMEMORATIVA DOS 20 ANOS DO GRUPO DE ESTUDOS DEMOGRÁFICOS - GED
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2015 - 2015
Seminário de Estudos: Previdência Social e Equilíbrio Financeiro e Atuarial
Descrição: O Curso, idealizado com a colaboração de ambas as instituições, foi precipuamente destinado à reciclagem e aprimoramento técnico dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil que atuam na orientação, supervisão e acompanhamento dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), estabelecendo-se, desde logo, na dinâmica de aprendizado, importante diálogo entre as impressões adquiridas por esses profissionais na sua experiência concreta de auditorias realizadas nos RPPS e as formulações teóricas das disciplinas ministradas por esta Universidade. Contou também com técnicos do Departamento do Regime Geral de Previdência Social ? DRGPS, abordando matérias relacionadas ao Regime Geral de Previdência Social. Nesse contexto, a riqueza dos estudos apresentados pelos pós-graduandos e a qualidade técnica e acadêmica dos trabalhos não justificam, mas, antes, impõem a divulgação e debate dos resultados das pesquisas empreendidas. O Seminário, que contará não apenas com a participação de formuladores e operadores das políticas públicas envolvidas, mas, também, com representantes do setor acadêmico, compõe, assim, indispensável etapa no processo de disseminação dos novos conhecimentos gerados com esses estudos, constituindo medida fundamental a possibilitar a discussão e aperfeiçoamento de técnicas e procedimentos no âmbito da supervisão atuarial dos regimes próprios, além de, por certo, consubstanciar valiosa oportunidade para divulgação dos resultados alcançados pela parceria entre a UFRN e o MPS.
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2013 - 2013
A dinâmica demográfica nordestina e seus desafios para pesquisas teórico-metodológicas: ações do Projeto Procad - Cedeplar/UFMG - PPGDEM/UFRN
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2011 - 2013
ORGANIZAÇÃO DE APRENDIZAGENS E SABERES EM INICIATIVAS SOLIDÁRIAS: Replicando Metodologias de Incubação em Iniciativas Sociais e Solidárias na Região Metropolitana de Natal e no Seridó Potiguar
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2011 - 2011
Organização de Aprendizagem e Saberes em Iniciativas Solidárias (OASIS) Processar Aprendizagens, Sistematizar Saberes, Socializar Tecnologias.
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
2011 - 2011
Educação Popular e Pedagogia da Alternância na Incubação de Incubadoras e de Empreendimentos Econômicos Solidários: Replicando a Experiência da Incubadora OASIS nos Territórios do Mato Grande e Seridó
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2011 - 2011
Educação Popular e Pedagogia da Alternância na Incubação de Incubadoras e de Empreendimentos Econômicos Solidários: Replicando a Experiência da Incubadora OASIS nos Territórios do Mato Grande e Seridó
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2011 - 2011
Organização de Aprendizagem e Saberes em Iniciativas Solidárias (OASIS) Processar Aprendizagens, Sistematizar Saberes, Socializar Tecnologias.
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2010 - 2010
Melhorando a qualidade de ensino com a prática de consultoria estatística
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2010 - 2010
Ciclo de Seminários de Estatística
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2009 - 2011
CONSULEST
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.


Outros Projetos


2010 - 2011
O Ensino dos Métodos Estatísticos
Situação: Concluído; Natureza: Outra.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Probabilidade e Estatística / Subárea: Probabilidade e Estatística Aplicadas.
2.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Demografia / Subárea: Componentes da Dinâmica Demográfica.
3.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Meteorologia/Especialidade: Climatologia.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
TINÔCO, I. C. M.2018TINÔCO, I. C. M.; BEZERRA, B. G. ; LUCIO, P. S. ; BARBOSA, L. M. . Characterization of Rainfall Patterns in the Semiarid Brazil. ANUÁRIO DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS (UFRJ. IMPRESSO), v. 41, p. 397-409, 2018.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
SILVEIRA, K.F ; ANDRADE, L.M.B ; TINOCO, I. C. M. ; SILVA, P. E. ; RIBEIRO, M. S. M. . Um retrato das causas de internações da população idosa residente no semiárido do Brasil, 2010-2015.. In: In: VII Congreso de la Asociación Latinoamericana de Población e XX Encontro Nacional de Estudos Populacionais, 2016, Foz do Iguaçu. VII Congreso de la Asociación Latinoamericana de Población e XX Encontro Nacional de Estudos Populacionais, 2016.

2.
SILVA, P. E. ; TINOCO, I. C. M. ; FERNANDES, L. L. ; SOUZA, T. R. ; LUCIO, P. S. . APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE BOX-JENKINS PARA PREVISÃO DE PRECIPITAÇÃO MENSAL. In: Simposio Internacional de Climatologia, 2015, Natal. Simposio Internacional de Climatologia, 2015.

3.
SILVA, P. E. ; TINOCO, I. C. M. ; SPYRIDES M H C ; LUCIO, P. S. ; BARBOSA, L. M. . Indice de vulnerabilidade Socioambiental para os Municípios do Rio Grande do Norte. Dados Censitários, 2000.. In: VI CONGRESSO DE ALAP, 2014, LIMA - PERU. POBREZA Y VULNERABILIDAD SOCIAL: APROXIMACIONES CONCEPTUALES Y MEDICIÓN EN LA ÚLTIMA DÉCADA EN AMÉRICA LATINA, 2014.

4.
TINOCO, I. C. M.; SPYRIDES M H C ; Barbosa, L.M . INFLUÊNCIA DO CLIMA SOBRE OS ÍNDICES ENTOMOLÓGICOS DA DENGUE. In: Las transiciones en América Latina y el Caribe. Cambios demográficos y desafíos sociales presentes y futuros, 2012, Montevidéo. INFLUÊNCIA DO CLIMA SOBRE OS ÍNDICES ENTOMOLÓGICOS DA DENGUE, 2012.

5.
TINOCO, I. C. M.; SPYRIDES M H C ; Barbosa, L.M . INFLUÊNCIA DO CLIMA SOBRE OS ÍNDICES ENTOMOLÓGICOS DA DENGUE (AEDES AEGYPTI): UMA ABORDAGEM COM MODELOS DE EFEITOS MISTOS.. In: XVIII Encontro Nacional de Estudos Populacionais, 2012, Águas de LIndóia - SP. ncontro Nacional de Estudos Populacionais:transformações na população brasileira: complexidades, incertezas e perspectivas, 2012.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
TINOCO, I. C. M.; BEZERRA, B. G. ; LUCIO, P. S. . CARACTERIZAÇÃO DOS PADRÕES DE PRECIPITAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO.. In: XX Congresso Brasileiro de Agrometeorologia V Simpósio de Mudanças Climáticas e Desertificação do Semiárido Brasileiro, 2017, Juazeiro-BA/Petrolina-PE. A agrometeorologia na solução de problemas multiescala, 2017.

2.
TINOCO, I. C. M.; LUCIO, P. S. ; SPYRIDES M H C ; BARBOSA, L. M. . SOCIODEMOGRAPHIC TYPOLOGY OF MUNICIPALITIES FROM THE BRAZILIAN SEMIARID: AN APPROACH VIA THE METHOD GRADE OF MEMBERSHIP (GoM). In: Simposio Internacional de Climatologia, 2015, Natal. Simposio Internacional de Climatologia, 2015.

Apresentações de Trabalho
1.
TINOCO, I. C. M.; LUCIO, P. S. ; BARBOSA, L. M. ; SPYRIDES M H C . Tipologia sociodemográfica dos municípios do Semiárido Brasileiro (Sab): uma abordagem via o método grade of membership,. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

2.
TINOCO, I. C. M.; LUCIO, P. S. ; BEZERRA, B. G. . Caracterização dos padrões de precipitação do Semiárido Brasileiro.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

3.
TINOCO, I. C. M.; LUCIO, P. S. ; SPYRIDES M H C ; BARBOSA, L. M. . TIPOLOGIA SOCIODEMOGRÁFICA DOS MUNICÍPIOS DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO: UMA ABORDAGEM VIA O MÉTODO GRADE OF MEMBERSHIP. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

4.
TINOCO, I. C. M.; SILVA, P. E. ; SPYRIDES M H C ; LUCIO, P. S. ; Barbosa, L.M . ÍNDICES DE VULNERABILIDADE SOCIOAMBIENTAL PARA OS MUNICÍPIOS DO RIO GRANDE DO NORTE. DADOS CENSITÁRIOS DE 2000.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

5.
TINOCO, I. C. M.; SPYRIDES M H C ; Barbosa, L.M . INFLUÊNCIA DO CLIMA SOBRE OS ÍNDICES ENTOMOLÓGICOS DA DENGUE. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

6.
TINOCO, I. C. M.; SPYRIDES M H C ; Barbosa, L.M . INFLUÊNCIA DO CLIMA SOBRE OS ÍNDICES ENTOMOLÓGICOS DA DENGUE. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

7.
Camara, Hugo Cesar Reis ; TINOCO, I. C. M. ; PINHO, A L S ; LIPAROTTI, J. R. . Estudo Comparativo entre diferentes protocolos para estimativa do percentual de gordura em futebolistas da categoria sub-20. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Café MeteoroLógico - 10ª Edição. 2017. (Outra).

2.
Café MeteoroLógico - 12ª Edição. 2017. (Outra).

3.
I Workshop Brasileiro para Avaliação de Ameaças, Vulnerabilidades, Exposição e Redução de Risco de Desastres.Tipologia sociodemográfica dos municípios do Semiárido Brasileiro (Sab): uma abordagem via o método grade of membership. 2017. (Outra).

4.
I Workshop Brasileiro para Avaliação de Ameaças, Vulnerabilidades, Exposição e Redução de Risco de Desastres ? BRAHVE.Tipologia sociodemográfica dos municípios do Semiárido Brasileiro. 2017. (Simpósio).

5.
Mini Atividade - EV633-2017 - A absorção de CO2 pode explicar como espécies nativas da Caatinga resistem à seca?. 2017. (Outra).

6.
Mini Atividade - EV633-2017 - Carta geotécnica de suscetibulidade a processos geoambientais e risco potencial a escorregamentos de terra e eventos destrutivos de natureza hidrogeológica no município de Natal-RN: Contribuição às políticas públicas. 2017. (Outra).

7.
Mini Atividade - EV633-2017 - Equação de estado para a atmosfera do tipo de van der Waals. 2017. (Outra).

8.
Mini Atividade - EV633-2017 - Oscilação de Madden-Julian: Por que ela é importante?. 2017. (Outra).

9.
Mini Atividade - EV633-2017 - Panorama das pesquisas geoespaciais e da alta atmosfera na Estação Antártica Comandante Ferraz. 2017. (Outra).

10.
Trocas de calor e massa entre ecossistemas naturais e agrícolas e a atmosfera no Nordeste do Brasil. 2017. (Outra).

11.
XX Congresso Brasileiro de Agrometeorologia e o V Simpósio de Mudanças Climáticas e Desertificação do Semiárido brasileiro.. Caracterização dos padrões de precipitação do Semiárido Brasileiro.. 2017. (Congresso).

12.
1ª Sessão - Condições Atmosféricas Associadas a Extremos de Precipitação. 2016. (Outra).

13.
1ª Sessão - Fundamentos e aplicações de modelagem dinâmica da atmosfera. 2016. (Outra).

14.
Café MeteoroLógico - 6ª Edição. 2016. (Outra).

15.
EV691-2016 - Café MeteoroLógico - 6ª Edição. 2016. (Outra).

16.
Mini Atividade - EV188-2016 - 1ª Sessão - Trocas de calor e massa entre ecossistemas naturais e agrícolas e a atmosfera no Nordeste do Brasil. 2016. (Outra).

17.
VI Simpósio Internacional de Climatologia.SOCIODEMOGRAPHIC TYPOLOGY OF MUNICIPALITIES FROM THE BRAZILIAN SEMIARID: AN APPROACH VIA THE METHOD GRADE OF MEMBERSHIP (GoM). 2016. (Simpósio).

18.
Workshop sobre Cenários Ecológicos e Vulnerabilidade Socioambiental em Regiões Semiáridas. 2016. (Outra).

19.
Big data e visualização: Aplicação em genética de plantas e mineração de texto. 2015. (Outra).

20.
Café MeteoroLógico - 1ª edição. 2015. (Outra).

21.
Café MeteoroLógico - 2ª edição. 2015. (Outra).

22.
GreenArid What do we know about the potential impacts of Greening Scenarios in semi-arid regions ?.SOCIODEMOGRAPHIC TYPOLOGY OF MUNICIPALITIES FROM THE BRAZILIAN SEMIARID: AN APPROACH VIA THE METHOD GRADE OF MEMBERSHIP (GoM). 2015. (Simpósio).

23.
Natal Special Course by NCAR and BCCR Weather and Climate Extremes. 2014. (Outra).

24.
?A dinâmica demográfica nordestina e seus desafios para pesquisas teórico-metodológicas. 2013. (Outra).

25.
A dinâmica demográfica nordestina e seus desafios para pesquisas teórico-metodológicas: ações do Projeto Procad - Cedeplar/UFMG - PPGDEM/UFRN. 2013. (Outra).

26.
IV SEMINÁRIO DE ESTUDOS POPULACIONAIS DO NORDESTE: A DEMOGRAFIA NORDESTINA NO DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO ? PERSPECTIVAS E OPORTUNIDADES. JORNADA COMEMORATIVA DOS 20 ANOS DO GRUPO DE ESTUDOS DEMOGRÁFICOS - GED.IV SEMINÁRIO DE ESTUDOS POPULACIONAIS DO NORDESTE: A DEMOGRAFIA NORDESTINA NO DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO ? PERSPECTIVAS E OPORTUNIDADES. JORNADA COMEMORATIVA DOS 20 ANOS DO GRUPO DE ESTUDOS DEMOGRÁFICOS - GED.. 2013. (Seminário).

27.
Quartas Demográficas QD1 | Conferência "Población y Sustentabilidad: temas abiertos para el siglo XXI". 2013. (Outra).

28.
Las transiciones en América Latina y el Caribe. Cambios demográficos y desafíos sociales presentes y futuros. INFLUÊNCIA DO CLIMA SOBRE OS ÍNDICES ENTOMOLÓGICOS DA DENGUE (AEDES AEGYPTI): UMA ABORDAGEM COM MODELOS DE EFEITOS MISTOS.. 2012. (Congresso).

29.
XVIII Encontro Nacional de Estudos Populacionais. INFLUÊNCIA DO CLIMA SOBRE OS ÍNDICES ENTOMOLÓGICOS DA DENGUE (AEDES AEGYPTI): UMA ABORDAGEM COM MODELOS DE EFEITOS MISTOS.. 2012. (Congresso).

30.
SID.O ENSINO DOS MÉTODOS ESTATÍSTICOS. 2011. (Seminário).

31.
62° REUNIÃO ANUAL DA SBPC.F. Ciências Sociais Aplicadas - 12. Educação Física e Esportes - 1. Educação Física e Esportes ESTUDO COMPARATIVO ENTRE DIFERENTES PROTOCOLOS PARA ESTIMATIVA DO PERCENTUAL DE GORDURA EM FUTEBOLISTAS DA CATEGORIA SUB-20. 2010. (Encontro).

32.
62 Reunião da Anual da SBPC.Estudo comparativo entre diferentes protocolos para estimativa do percentual de gordura em futebolistas da categoria sub-20. 2010. (Simpósio).

33.
CIC. PÓS TESTE FE FRIEDMAN PARA COMPARAÇÕES MÚLTIPLAS NO SOFTWARE ESTATÍSTICO R. 2010. (Congresso).

34.
II ESAMP - ESCOLA DE AMOSTRAGEM E METODOLOGIA DE PESQUISA. II ESAMP - ESCOLA DE AMOSTRAGEM E METODOLOGIA DE PESQUISA. 2009. (Congresso).

35.
Semana de Estatistica. 2006. (Encontro).




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