Karina Couto Furlanetto

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  • Última atualização do currículo em 26/11/2018


Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Tem residência em Fisioterapia Pulmonar pela UEL, Hospital Universitário de Londrina. Possui título de especialista em Fisioterapia Respiratória pela ASSOBRAFIR, mestre e doutora em Ciências da Reabilitação pelo programa associado Universidade Estadual de Londrina (UEL) / Universidade Norte do Paraná (UNOPAR). Atualmente é docente do curso de Fisioterapia da UNOPAR, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Pulmonar (LFIP) da UEL e docente permanente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu associado UEL-UNOPAR em Ciências da Reabilitação (mestrado e doutorado). É editora associada da revista ASSOBRAFIR Ciência, Diretora Presidente da ASSOBRAFIR - Regional Paraná (Gestão 2017-2020) e Coordenadora do Departamento de Fisioterapia Respiratória da ASSOBRAFIR. Atua nas linhas de pesquisa: DPOC, Asma, Reabilitação Pulmonar, Tabagismo, Exercício, Atividade Física na Vida Diária. Tem experiência na área de Fisioterapia, com ênfase em Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e Terapia Intensiva. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Karina Couto Furlanetto
Nome em citações bibliográficas
FURLANETTO, K. C.;FURLANETTO, K.;KARINA FURLANETTO;KARINA C. FURLANETTO;KARINA COUTO FURLANETTO;Furlanetto, Karina C.;Furlanetto, Karina Couto;Furlanetto, K.C.;FURLANETTO, KARINA C;FURLANETTO, K C

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Fisioterapia.
Avenida Robert Koch - até 1351/1352
Operária
86038350 - Londrina, PR - Brasil
Telefone: (43) 33712477
Ramal: 2477


Formação acadêmica/titulação


2014 - 2016
Doutorado em Ciências da Reabilitação.
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Título: Atividade Física na Vida Diária e Comportamento Sedentário de Pacientes com DPOC: Mortalidade, Perfil dos Pacientes e Impacto da Variação Sazonal e do Uso de Equipamentos Portáteis., Ano de obtenção: 2016.
Orientador: Fabio de Oliveira Pitta.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica; Atividade Motora; Mortalidade; Estilo de Vida Sedentário; Equipamentos e Provisões.
2012 - 2013
Mestrado em Ciências da Reabilitação.
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Título: Redução Do Nível de Atividade Física Na Vida Diária E Seus Fatores Determinantes Em Tabagistas Sem Obstrução ao Fluxo Aéreo,Ano de Obtenção: 2013.
Orientador: Fabio de Oliveira Pitta.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2017 - 2018
Especialização em Especialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal.
Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, COFFITO, Brasil.
Título: Avaliação de conhecimento para obtenção do título de especialista..
2016 - 2017
Especialização em Fisioterapia Respiratória.
Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, COFFITO, Brasil.
Título: Avaliação de conhecimento para obtenção do título de especialista..
2010 - 2012
Especialização em Residência em Fisioterapia Pulmonar. (Carga Horária: 3840h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Título: Perfil da atividade física na vida diária em tabagistas aparentemente saudáveis e seus fatores correlatos - Resultados Preliminares.
Orientador: Fabio de Oliveira Pitta.
Bolsista do(a): Governo do Estado do Paraná, PR, Brasil.
2005 - 2008
Graduação em Fisioterapia.
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Título: Análise da Acurácia do Monitor SenseWear® Armband e do Pedômetro Digiwalker® Yamax 701 na Contagem de Passos e na Estimativa do Gasto Energético em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e Em Idosos Saudáveis.
Orientador: Fabio de Oliveira Pitta.
2002 - 2004
Ensino Médio (2º grau).
Colégio Marista de Londrina, ., Brasil.




Formação Complementar


2018 - 2018
Curso de Bioestatística - ANOVAS. (Carga horária: 4h).
Saustat, SAUSTAT, Brasil.
2018 - 2018
Curso de Bioestatística Básica II. (Carga horária: 4h).
Saustat, SAUSTAT, Brasil.
2017 - 2017
Curso Básico RTA ? Método Reequilíbrio Toracoabdominal. (Carga horária: 67h).
Mariangela Pinheiro de Lima, ., Brasil.
2015 - 2015
Ventilação Mecânica Não Invasiva: como trabalhar na prática com VN. (Carga horária: 8h).
ASSOBRAFIR - Regional Paraná, ASSOBRAFIR, Brasil.
2015 - 2015
Do Drone ao hospital. O que mudou nas novas diretrizes ILCOR 2015 sobre RCP. (Carga horária: 2h).
Hospital Universitário - Universidade Estadual de Londrina, HU-UEL, Brasil.
2015 - 2015
Certificado de Idiomas para Propósitos Acadêmicos - Espanhol.
CCAA Londrina, CCAA LONDRINA, Brasil.
2014 - 2014
Reabilitação Cardíaca, Pulmonar e Metabólica. (Carga horária: 12h).
ASSOBRAFIR - Regional Paraná, ASSOBRAFIR, Brasil.
2012 - 2012
Bioestatística. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2012 - 2012
Revisão Sistemática e Utilização do Revman. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2011 - 2011
Reabilitação em doenças pulmonares não obstrutivas. (Carga horária: 4h).
Associação Brasil. Fisiot. Cardiorrespiratória e Fisiot. Terap. Intensiva, ASSOBRAFIR, Brasil.
2011 - 2011
Atualidades em Reabilitação Cardiaca e Pulmonar. (Carga horária: 4h).
Associação Brasil. Fisiot. Cardiorrespiratória e Fisiot. Terap. Intensiva, ASSOBRAFIR, Brasil.
2010 - 2010
Ventilação Pulmonar Mecânica Teórico-Prático. (Carga horária: 10h).
Universidade Norte do Paraná, UNOPAR, Brasil.
2010 - 2010
Cardiopulmonary exercise testing in respiratory pa. (Carga horária: 4h).
European Respiratory Society, ERS, Suiça.
2010 - 2010
Techniques in noninvasive mechanical ventilation. (Carga horária: 4h).
European Respiratory Society, ERS, Suiça.
2009 - 2009
XI Curso de Ventilação Mecânica: Módulo I: O Siste. (Carga horária: 20h).
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2009 - 2009
First Certificate in English (FCE).
Cultura Inglesa - Londrina, ABCI, Brasil.
1998 - 2009
Curso de Inglês Avançado. (Carga horária: 680h).
Cultura Inglesa - Londrina, ABCI, Brasil.
2008 - 2008
Noções de Radiologia Para Fisioterapeutas. (Carga horária: 12h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2008 - 2008
Avaliação Funcional Respiratória. (Carga horária: 8h).
Associação Brasil. Fisiot. Cardiorrespiratória e Fisiot. Terap. Intensiva, ASSOBRAFIR, Brasil.
2008 - 2008
Fundamentos da Ventilação Não-Invasiva. (Carga horária: 20h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2007 - 2007
ISOSTRETCHING e Cadeias Musculares. (Carga horária: 20h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2007 - 2007
Biofeedback and cinesiotherapy. (Carga horária: 6h).
Associação dos Fisioterapeutas do Brasil, AFB, Brasil.
2007 - 2007
Fisioterapia em UTI. (Carga horária: 20h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2006 - 2006
Drenagem Linfática Manual. (Carga horária: 16h).
Korppus, KORPPUS, Brasil.
2006 - 2006
Método RPG - FM. (Carga horária: 16h).
Korppus, KORPPUS, Brasil.
2006 - 2006
Estética Corporal e Facial. (Carga horária: 16h).
Korppus, KORPPUS, Brasil.
2006 - 2006
Fisioterapia na Síndrome Dor/Disfunções Miofaciais. (Carga horária: 20h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2006 - 2006
Anatomia Palpatória. (Carga horária: 12h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2005 - 2005
Curso de Equilíbrio e Qualidade de Vida Através da. (Carga horária: 2h).
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Norte do Paraná, UNOPAR, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Docente do Programa de Mestrado e Doutorado, Carga horária: 20
Outras informações
Docente Permanente de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação associado UEL/UNOPAR

Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Docente do curso de Fisioterapia, Carga horária: 24
Outras informações
Docente de Graduação do Curso de Fisioterapia

Atividades

12/2017 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Pesquisa, .

02/2017 - Atual
Ensino, Ciências da Reabilitação, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Bioestatística I
Instrumentos de Avaliação em Reabilitação
08/2016 - Atual
Ensino, Fisioterapia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Disciplina Cardio-Pulmonar na Saúde do Adulto
Disciplina Cinesioterapia I
Disciplina Saúde do Adulto II (Cardio-Pneumo)
Disciplina Saúde do Adulto III (Cardio-Pneumo)
Estágio Supervisionado Hospitalar
Disciplina Fisioterapia Hospitalar
Disciplina Fisioterapia Cardio-pulmonar

Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta UTI Pediátrica, Carga horária: 5
Outras informações
Plantonista da UTI Pediátrica do Hospital Universitário de Londrina.

Vínculo institucional

2006 - Atual
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador Colaborador
Outras informações
Pesquisadora colaboradora no Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Pulmonar (LFIP)

Vínculo institucional

2014 - 2017
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 20
Outras informações
Docente da graduação e pós graduação (residência) do curso de Fisioterapia. Regime temporário (CRES)

Vínculo institucional

2014 - 2017
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Docente Plantonista, Carga horária: 10
Outras informações
Docente Plantonista na UTI Pediátrica ou no Pronto-Socorro e Enfermarias do Hospital Universitário de Londrina.

Vínculo institucional

2014 - 2016
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Doutoranda em Ciências da Reabilitação, Carga horária: 20
Outras informações
Doutoranda pela UEL em Ciências da Reabilitação. Bolsista CAPES.

Vínculo institucional

2013 - 2014
Vínculo: Fisioterapeuta/HU, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta UTI Adulto, Carga horária: 15
Outras informações
Fisioterapeuta Plantonista da UTI Adulto do Hospital Universitário de Londrina

Vínculo institucional

2012 - 2013
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Mestranda em Ciências da Reabilitação, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Mestranda pela UEL em Ciências da Reabilitação. Bolsista com dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2010 - 2012
Vínculo: Residente Fisiot. Pulmonar/HU, Enquadramento Funcional: Residente Fisioterapeuta/ HU, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Residente em Fisioterapia Pulmonar (dedicação exclusiva).

Atividades

09/2014 - Atual
Ensino, Residência em Fisioterapia Pulmonar, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
2FIT092 - BIOÉTICA E POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE
2FIT113- FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA I
2FIT114 - ATIVIDADES TEÓRICAS EM FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA I
2FIT115 - FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA II
2FIT116 - ATIVIDADES TEÓRICAS EM FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA II
Supervisão e orientação de residentes no treinamento em serviço
2009 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Fisioterapia.

09/2014 - 03/2017
Ensino, Fisioterapia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
6EST562 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FISIOTERAPIA CARDIOPNEUMOFUNCIONAL
6FIT039 - FISIOLOGIA DO ESFORÇO
6FIT048 - FISIOTERAPIA PNEUMOFUNCIONAL
6FIT049 - FISIOTERAPIA CARDIOVASCULAR
6TCC507 - TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
03/2014 - 06/2014
Ensino, Fisioterapia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Estágio em Docência do Doutorado em Ciências da Reabilitação na Disciplina Fisioterapia Pneumofuncional - 6FIT048 (UEL)
07/2012 - 12/2012
Ensino, Fisioterapia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Estágio em Docência do Mestrado em Ciências da Reabilitação na Disciplina Fisioterapia Pneumofuncional - 6FIT048 (UEL)
10/2011 - 10/2011
Extensão universitária , Hopital InCor (Instituto do Coração) - HCFMUSP, .

Atividade de extensão realizada
Estagio de Capacitação em Serviço de Fisioterapia no InCor com duração de 80 horas.
03/2008 - 12/2008
Estágios , Hospital Universitário, .

Estágio realizado
Estágio Não Obrigatório no Hospital Universitário/UEL - 116 horas.
03/2008 - 07/2008
Ensino, Monitoria Acadêmica, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Monitoria Acadêmica na disciplina 6FIT006 - Estudo da análise da postura e do movimento humano II
12/2007 - 12/2007
Estágios , Hospital Universitário, .

Estágio realizado
Estágio Não Obrigatório na Enfermaria Cardio-Pneumo - HU/UEL - 20 horas.
03/2006 - 10/2006
Estágios , Hospital Universitário, .

Estágio realizado
Estágio Não Obrigatório na Enfermaria Músculo-Esquelético - HU/UEL - 20 horas.
10/2005 - 11/2005
Estágios , Hospital Universitário, .

Estágio realizado
Estágio Não Obrigatório na Enfermaria Cardio-Pneumo - HU/UEL - 20 horas.
08/2005 - 09/2005
Estágios , Hospital Universitário, .

Estágio realizado
Estágio Não Obrigatório no Ambulatório Músculo-Esquelético- HU/UEL - 20 horas.

Associação Brasil. Fisiot. Cardiorrespiratória e Fisiot. Terap. Intensiva, ASSOBRAFIR, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Diretor Regional-PR ASSOBRAFIR, Enquadramento Funcional: Diretor Regional Paraná (Gestão 2017-2020)
Outras informações
Diretora da Regional Paraná da Associação Brasileira de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (ASSOBRAFIR).

Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Coordenadora Dpto. Fisio Resp., Enquadramento Funcional: Coordenadora Dpto. Fisio Resp. ASSOBRAFIR
Outras informações
Coordenadora do Departamento de Fisioterapia Respiratória da ASSOBRAFIR. Membros do Departamento:  Karina Couto Furlanetto - PR  Armele de Fátima Dornelas de Andrade - PE  Celso Ricardo Fernandes de Carvalho - SP  Luis Felipe da Fonseca Reis - RJ  Tereza Cristina Silva Brant - MG

Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: Associativo, Enquadramento Funcional: Editora Associada Revista ASSOBRAFIR Ciência
Outras informações
Editora Associada da Revista ASSOBRAFIR Ciência.


Instituto de Formação e Prestação de Serviço em Saúde, NSG, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: Docente, Enquadramento Funcional: Docente
Outras informações
Docente Convidada Colaboradora do Módulo sobre Reabilitação Cardíaca

Atividades

07/2016 - Atual
Ensino, Fisioterapia em terapia intensiva adulto e clínica hospitalar, Nível: Especialização

Disciplinas ministradas
Reabilitação Cardíaca - Fase I

Hospital Evangélico de Londrina, HEL, Brasil.
Vínculo institucional

2009 - 2010
Vínculo: Fisioterapeuta, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta, Carga horária: 30
Outras informações
Fisioterapeuta do grupo FitCare. Atendimentos em enfermarias, UTI e UCO.


Santa Casa da Misericórdia de Cambé, -, Brasil.
Vínculo institucional

2009 - 2009
Vínculo: Fisioterapeuta, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta, Carga horária: 30
Outras informações
Fisioterapeuta do grupo FitCare. Atendimentos em enfermarias (adulto e pediátrica) e UTI.


Cultura Inglesa - Londrina, ABCI, Brasil.
Vínculo institucional

2002 - 2002
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora de Inglês, Carga horária: 8



Linhas de pesquisa


1.
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
2.
Reabilitação Pulmonar
3.
Tabagismo
4.
Atividade Física na Vida Diária
5.
Asma
6.
Testes funcionais
7.
Exercício


Projetos de pesquisa


2018 - Atual
Valores de referência para testes funcionais em brasileiros: estudo multicêntrico
Descrição: Introdução: Na última década, ocorreu uma crescente utilização de testes simples que avaliam a capacidade funcional em pacientes com doenças crônicas respiratórias e cardíacas. Apesar do expressivo aumento dessa forma de avaliação tanto na literatura nacional quanto internacional, existem algumas recomendações sobre a forma de interpretação desses testes. Sabe-se que a utilização de valores de normalidade deve ser feita especificamente para cada população, ou seja, apenas uma fórmula de valores de referência para a população brasileira deveria ser utilizada para interpretar o desempenho de indivíduos brasileiros. No entanto, até o presente momento, apenas fórmulas de valores de normalidade desenvolvidas em outros países estão disponíveis na literatura científica. Objetivo: Propor valores de referência para a população brasileira de testes simples funcionais amplamente utilizados em pacientes com doenças crônicas pulmonares a cardíacas. Métodos: Estudo transversal, multicêntrico, com coleta de dados simultânea em quatro cidades do Brasil (representando quatro regiões) no qual 277 indivíduos aparentemente saudáveis serão avaliados em apenas um dia quanto à função pulmonar, capacidade de exercício, capacidade funcional (testes funcionais) qualidade de vida e atividade física na vida diária. Contribuições esperadas: O presente estudo almeja propor valores de referência para a população brasileira de diferentes testes funcionais, e dessa forma, auxiliar na interpretação do grau de funcionalidade avaliado de forma objetiva, facilitando na identificação da população de alto risco que merece maior atenção à saúde..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) .
Integrantes: Karina Couto Furlanetto - Coordenador / Fábio Pitta - Integrante / Andrea Akemi Morita - Integrante / Natielly Beatriz Soares Correia - Integrante / Daniel Martins Pereira - Integrante / Simone Dal Corso - Integrante / Daniel Pereira do Amaral - Integrante / Rafael Barreto de Mesquita - Integrante / Daniela Gardano Bucharles Mont´Alverne - Integrante.
2017 - Atual
Estudo sobre Funcionalidade, Atividade física e Exercício em Brasileiros (Estudo FAEB)
Descrição: Na última década, ocorreu uma crescente utilização de monitores de atividade física tecnologicamente mais avançados para avaliar de forma acurada o nível de atividade física na vida diária (AFVD) em diversas populações. Testes simples que avaliam a capacidade funcional em pacientes com doenças crônicas respiratórias e cardíacas também ganharam popularidade no últimos anos. Apesar do expressivo aumento dessa forma de avaliação em indivíduos doentes na literatura nacional e internacional, e de recomendações sugerirem a utilização de valores de normalidade específicos para cada população, até o presente momento, apenas fórmulas de valores de normalidade desenvolvidas em outros países estão disponíveis na literatura científica. Objetivo: Avaliar a funcionalidade, atividade física na vida diária e a capacidade de exercício de indivíduos aparentemente saudáveis e de indivíduos com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica e propor valores de referência para testes simples funcionais amplamente utilizados em pacientes com doenças crônicas pulmonares a cardíacas. Métodos: Estudo transversal, no qual 126 indivíduos aparentemente saudáveis e 17 indivíduos com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (sub-análise) serão avaliados em dois momentos quanto à função pulmonar, capacidade de exercício, capacidade funcional (testes funcionais e questionário de independência funcional), fragilidade e qualidade de vida. A AFVD será avaliada objetivamente por 7 dias. Contribuições esperadas: O presente estudo almeja propor valores de referência para a população brasileira de diferentes testes funcionais, e dessa forma, auxiliar na interpretação do grau de funcionalidade avaliado de forma objetiva, facilitando na identificação da população de alto risco que merece maior atenção à saúde..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Especialização: (1) .
Integrantes: Karina Couto Furlanetto - Coordenador / Gianna K. W. Bisca - Integrante / Andrea Akemi Morita - Integrante / Joice Mara de Oliveira - Integrante / Natielly Beatriz Soares Correia - Integrante / Moniqui Marques Prado dos Santos - Integrante / Mariane Mantoan - Integrante / Talita da Silva Jeronimo - Integrante / Aryela Alcantara Albuquerque - Integrante / Bruno Oliveira Zanin - Integrante / Roquelia de Paula - Integrante / Mileni Adrielle Pereira Silva - Integrante / Natalia Costa Lima - Integrante / Jessica Amanda de Oliveira Quirino - Integrante / André Vinícius Santana - Integrante / Katiussia Andreia de Oliveira - Integrante / Amanda Velozo Rodrigues Luz - Integrante / Jessica Oliveira Gonçalves - Integrante / Gabriela Guidone Rompinelli - Integrante / Denner Ildemar Feitosa de Melo - Integrante.Número de orientações: 2
2017 - Atual
Validação e reprodutibilidade de testes funcionais e da avaliação de atividade de vida diária em adultos asmáticos
Descrição: A asma é uma doença respiratória crônica comum caracterizada por inflamação crônica das vias aéreas e definida pela história de sintomas respiratórios como sibilância, dispneia, tosse e opressão torácica que variam em intensidade e tempo, juntamente com uma limitação expiratória variável ao fluxo aéreo. Indivíduos asmáticos relatam que a doença causa limitações nas atividades diárias, porém pouco têm se estudado sobre a capacidade funcional e de exercício, bem como as atividades de vida diária desta população. O objetivo principal do estudo é validar e testar a reprodutibilidade de testes funcionais e da avaliação da atividade de vida diária em indivíduos asmáticos. Serão realizadas avaliações de dados gerais e antropométricos, função pulmonar, força muscular respiratória e periférica, controle da doença, qualidade de vida, nível de dispneia na vida diária, capacidade de exercício, ansiedade e depressão, atividade de vida diária, testes funcionais e atividade física de vida diária..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (17) / Mestrado acadêmico: (2) .
Integrantes: Karina Couto Furlanetto - Coordenador / Fábio Pitta - Integrante / Thamyres Spositon - Integrante / Joice Mara de Oliveira - Integrante / Mileni Adrielle Pereira Silva - Integrante / Natalia Costa Lima - Integrante / Jessica Amanda de Oliveira Quirino - Integrante / André Vinícius Santana - Integrante / Katiussia Andreia de Oliveira - Integrante / Amanda Velozo Rodrigues Luz - Integrante / Gabriela Guidone Rompinelli - Integrante / Denner Ildemar Feitosa de Melo - Integrante / Fatima Mitsie Chibana Soares - Integrante / Alcindo Cerci Neto - Integrante / Francis Camila de Oliveira - Integrante / Jaqueline Meira Trindade Pereira - Integrante / Luiz Vinícius Keniti Shirai - Integrante / Letícia Caroline Falossi - Integrante / Alysson Oliveira Proença - Integrante / Lucas Filipe Maia Tôrres - Integrante / Melissa Maiara Pontes Macedo - Integrante / Jaqueline Stephani Gomes da Silva - Integrante / Elaine Coutinho de Souza - Integrante.
2016 - Atual
A adição do treinamento aeróbico de membros superiores ao treinamento aeróbico de membro inferiores e exercícios globais de força muscular se traduz em melhor desempenho nas atividades da vida diária e no nível de atividade física na vida diária em DPOC

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Fábio de Oliveira Pitta em 12/07/2016.
Descrição: INTRODUÇÃO: DIVERSOS FATORES CONTRIBUEM PARA A LIMITAÇÃO FÍSICA EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC), COMO O DESCONDICIONAMENTO, A DISFUNÇÃO MUSCULAR E A INATIVIDADE FÍSICA. ESSES FATORES SÃO ALVOS TERAPÊUTICOS QUE PODEM RESPONDER AO TREINAMENTO FÍSICO. POR ISSO, A LITERATURA CIENTÍFICA INDICA CLARAMENTE QUE O EXERCÍCIO FÍSICO É BENÉFICO PARA PACIENTES COM DPOC. APESAR DA RECENTE RECOMENDAÇÃO DE INCLUSÃO DO TREINAMENTO AERÓBICO DIRECIONADO PARA OS MÚSCULOS DOS MEMBROS SUPERIORES (MMSS) EM PROGRAMAS DE REABILITAÇÃO PULMONAR, O GRANDE FOCO DA MAIORIA DESSES PROGRAMAS AINDA É EM EXERCÍCIOS AERÓBICOS DE MEMBROS INFERIORES (MMII). ENTRETANTO, É IMPORTANTE LEMBRAR QUE PACIENTES COM DPOC PODEM TER O SEU DESEMPENHO FÍSICO AFETADO DURANTE SIMPLES ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA (AVDS) QUE ENVOLVEM OS MMSS, COMO ATIVIDADES DOMÉSTICAS OU DE CUIDADO PESSOAL. ALÉM DISSO, OS RESULTADOS SOBRE OS EFEITOS DE TREINAMENTOS QUE INCLUEM EXERCÍCIOS AERÓBICOS APENAS PARA MMII NO AUMENTO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA (AFVD) DEMONSTRADOS NA LITERATURA SÃO CONTRADITÓRIOS. PORTANTO, UMA DÚVIDA PERMANECE: O TREINAMENTO AERÓBICO DE MMII E EXERCÍCIOS GLOBAIS DE FORÇA SÃO OS COMPONENTES-CHAVE PARA A REDUÇÃO DA INATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA, OU É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DO TREINAMENTO AERÓBICO DE MMSS PARA OTIMIZAR ESSA REDUÇÃO? OBJETIVO: VERIFICAR SE PACIENTES COM DPOC SE TORNAM MAIS ATIVOS FISICAMENTE NA VIDA DIÁRIA E AUMENTAM O DESEMPENHO NAS AVDS APÓS DIFERENTES PROTOCOLOS DE TREINAMENTO FÍSICO DE ALTA INTENSIDADE, A SABER: UM INCLUINDO EXERCÍCIOS AERÓBICOS DE MMII E EXERCÍCIOS GLOBAIS DE FORÇA MUSCULAR, E OUTRO SIMILAR PORÉM ADICIONANDO-SE O TREINAMENTO AERÓBICO DE MMSS. MÉTODOS: SERÃO INCLUÍDOS 64 PACIENTES COM DPOC, QUE SERÃO ALEATORIZADOS EM DOIS GRUPOS: TREINAMENTO DE ALTA INTENSIDADE COM EXERCÍCIOS AERÓBICOS DE MMII E EXERCÍCIOS GLOBAIS DE FORÇA MUSCULAR; E O MESMO PROTOCOLO DE ALTA INTENSIDADE COM A ADIÇÃO DO TREINAMENTO AERÓBICO DE MMSS REALIZADO EM CICLOERGÔMETRO. AMBOS OS TREINAMENTOS SERÃO REALIZADOS TRÊS VEZES/SEMANA, DURANTE SEIS MESES. TODOS OS INDIVÍDUOS SERÃO AVALIADOS ANTES, APÓS TRÊS E SEIS MESES DE TREINAMENTO FÍSICO. OS PACIENTES REALIZARÃO AS SEGUINTES AVALIAÇÕES: FUNÇÃO PULMONAR (ESPIROMETRIA), FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA (PRESSÕES RESPIRATÓRIAS MÁXIMAS), COMPOSIÇÃO CORPORAL (BIOIMPEDÂNCIA ELÉTRICA), NÍVEL DE AFVD (ACELERÔMETROS), PERFORMANCE EM ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA (LONDRINA ADL PROTOCOL), CAPACIDADE DE EXERCÍCIO AVALIADA DE FORMA MÁXIMA (TESTE INCREMENTAL MÁXIMO DE MMSS E TESTE CARDIOPULMONAR DE ESFORÇO), SUB-MÁXIMA (TESTE DE ENDURANCE EM CICLOERGÔMETRO COM CARGA CONSTANTE) E FUNCIONAL (TESTE DE CAMINHADA DE 6 MINUTOS, FOUR-METER GAIT SPEED TEST, SIT TO STAND TEST E 6-MIN PEGBOARD AND RING TEST), FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA (DINAMOMETRIA E TESTE DE 1 REPETIÇÃO MÁXIMA), QUALIDADE DE VIDA, ESTADO FUNCIONAL, SENSAÇÃO DE DISPNEIA, ANSIEDADE E DEPRESSÃO (QUESTIONÁRIOS ESPECÍFICOS PARA CADA UM DESSES ASPECTOS). RESULTADOS ESPERADOS: OS RESULTADOS DO PROJETO ADICIONARÃO INFORMAÇÕES RELEVANTES À LITERATURA CIENTÍFICA DESSA ÁREA DE CONHECIMENTO AO INVESTIGAR A HIPÓTESE DE QUE A ADIÇÃO DO TREINAMENTO AERÓBICO DE MMSS A UM TREINAMENTO DE ALTA INTENSIDADE E LONGA DURAÇÃO (6 MESES) CONTRIBUI PARA REVERTER O ESTILO DE VIDA SEDENTÁRIO DE PACIENTES COM DPOC, OU SEJA, AUMENTAR O SEU NÍVEL DE AFVD. ALÉM DISSO, TAMBÉM SERÁ ANALISADA A HIPÓTESE DE QUE ESSE INCREMENTO DA AFVD PODE OCORRER JÁ APÓS 3 MESES DE INTERVENÇÃO POR POTENCIALIZAR O PACIENTE MAIS RAPIDAMENTE PARA UM MELHOR DESEMPENHO NA VIDA DIÁRIA..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - 2017
Estudo sobre (in)atividade física da vida diária e mortalidade em pacientes com DPOC.
Descrição: INTRODUÇÃO: O SEDENTARISMO ESTÁ ASSOCIADO A UM MAIOR RISCO DE DESENVOLVER DOENÇAS CARDIOVASCULARES, DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) E É PREDITOR INDEPENDENTE DE MORTALIDADE NA POPULAÇÃO ADULTA. O AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE (ACSM) RECOMENDA REALIZAR NO MÍNIMO 30 MINUTOS DIÁRIOS DE ATIVIDADE FÍSICA DE INTENSIDADE MODERADA A VIGOROSA (AFMV), SENDO ESSE CONSIDERADO ATUALMENTE COMO UM PONTO DE CORTE PARA QUE SE OBTENHA BENEFÍCIOS NA SAÚDE. NO ENTANTO, AINDA NÃO EXISTE UM PONTO DE CORTE PARA IDENTIFICAR A INATIVIDADE FÍSICA DE ACORDO COM O TEMPO GASTO EM SEDENTARISMO EM PACIENTES COM DPOC, BEM COMO A RELAÇÃO DESSE PONTO DE CORTE COM A MORTALIDADE NESSA POPULAÇÃO. OBJETIVO: DEFINIR UM PONTO DE CORTE PARA TEMPO GASTO EM SEDENTARISMO EM PACIENTES COM DPOC, E INVESTIGAR SUA ASSOCIAÇÃO COM A MORTALIDADE, COMPARANDO ESTE PONTO DE CORTE A OUTROS FATORES PREDITIVOS DE MORTALIDADE JÁ ESTABELECIDOS NA LITERATURA CIENTÍFICA. MÉTODOS: ANÁLISE RETROSPECTIVA DE PACIENTES COM DPOC, INCLUÍDOS EM UM PROGRAMA DE REABILITAÇÃO PULMONAR NOS ANOS DE 2006 A 2014. NA AVALIAÇÃO INICIAL, OS PACIENTES FORAM SUBMETIDOS À AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA (AFVD) POR MEIO DE ACELERÔMETROS, ALÉM DE AVALIAÇÕES DA FUNÇÃO PULMONAR, FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA, CAPACIDADE DE EXERCÍCIO, FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA, QUALIDADE DE VIDA, ESTADO FUNCIONAL E SENSAÇÃO DE DISPNEIA. OS DADOS ATUAIS REFERENTES AO ESTADO VITAL SERÃO COLETADOS POR MEIO DE CONTATO TELEFÔNICO OU VISITA DOMICILIAR. CASO O PACIENTE TENHA IDO A ÓBITO SERÃO COLETADAS INFORMAÇÕES SOBRE A DATA DE MORTE E A ETIOLOGIA. APÓS COLETADAS ESSAS INFORMAÇÕES, OS DADOS SERÃO ANALISADOS LEVANDO-SE EM CONSIDERAÇÃO DOIS GRUPOS: GRUPO SOBREVIVENTE E GRUPO NÃO-SOBREVIVENTE. ANÁLISE ESTATÍSTICA: INICIALMENTE, OS DADOS DE ATIVIDADE FÍSICA SERÃO ANALISADOS E POR MEIO DA CURVA ROC (RECEIVER OPERAITING CHARACTERISTIC) E VALORES DE SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE. UM NOVO PONTO DE CORTE DE TEMPO SEDENTÁRIO SERÁ DETERMINADO (TEMPO GASTO EM QUALQUER ATIVIDADE DE INTENSIDADE ABAIXO DE 2 EQUIVALENTES METABÓLICOS [<2 MET]) A PARTIR DA IDENTIFICAÇÃO DOS PACIENTES QUE ATINGIRAM OU NÃO NO MÍNIMO 30 MINUTOS DE AFMV. EM UM SEGUNDO MOMENTO, A ANÁLISE DE MORTALIDADE SERÁ REALIZADA POR MEIO DAS CURVAS DE SOBREVIVÊNCIA DE KAPLAN-MEIER E TESTE DE LOG-RANK. AS VARIÁVEIS QUE APRESENTAREM DIFERENÇAS SIGNIFICATIVAS SERÃO INCLUÍDAS NA REGRESSÃO DE COX. CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS: O PRESENTE ESTUDO ALMEJA SER O PRIMEIRO A IDENTIFICAR UM PONTO DE CORTE PARA SEDENTARISMO QUE SE ASSOCIA COM MORTALIDADE EM PACIENTES COM DPOC. TAMBÉM ALMEJA SER O PRIMEIRO A ESTUDAR PROFUNDAMENTE A AFVD E SUAS DIFERENTES VARIÁVEIS DE TEMPO GASTO EM ATIVIDADE OU INATIVIDADE FÍSICA COMO PREDITORA DE MORTALIDADE. ALÉM DISSO, SERÁ POSSÍVEL COMPARAR O PODER PREDITIVO DE ATIVIDADE OU INATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA COM OUTROS DESFECHOS PREDITORES DE MORTALIDADE JÁ CONSAGRADOS NA LITERATURA, COMO O TESTE DE CAMINHADA DE SEIS MINUTOS, O VOLUME EXPIRATÓRIO FORÇADO NO PRIMEIRO SEGUNDO E O ÍNDICE BODE, ENTRE OUTROS. HAVENDO ASSOCIAÇÃO DO TEMPO GASTO EM (IN)ATIVIDADE FÍSICA COM A MORTALIDADE, ISSO CONTRIBUIRÁ PARA A PRÁTICA CLÍNICA RESSALTANDO A VITAL IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO DETALHADA DA AFVD NO PACIENTE COM DPOC, VISTO A IMPORTÂNCIA DA CORRETA CARACTERIZAÇÃO DE GRAVIDADE DA DOENÇA NO PRIMEIRO MOMENTO EM QUE ESTE PACIENTE É AVALIADO POR PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (5) .
Integrantes: Karina Couto Furlanetto - Coordenador / Fábio Pitta - Integrante / Gianna K. W. Bisca - Integrante / Fernanda K. Morakami - Integrante / Leila Donária - Integrante / Lorena Paltanin Shneider - Integrante / Thais Sant?Anna - Integrante / Thais Paes - Integrante / Aline G. Nellessen - Integrante / Antenor L. L. Rodrigues - Integrante / Andrea Akemi Morita - Integrante / Natália Valadão - Integrante / Nidia Aparecida Hernandes - Integrante / Thamyres Spositon - Integrante.Número de orientações: 1
2015 - Atual
Estratégias para manutenção do equilíbrio corporal em DPOC: Associação da fraqueza muscular inspiratória e hiperinsuflação pulmonar com déficit de equilíbrio, um estudo controlado.
Descrição: INTRODUÇÃO: DIVERSOS FATORES CONTRIBUEM PARA A LIMITAÇÃO FÍSICA EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC), COMO O DESCONDICIONAMENTO, A DISFUNÇÃO MUSCULAR E A INATIVIDADE FÍSICA. MAIS RECENTEMENTE, FOI EVIDENCIADO QUE INDIVÍDUOS COM DPOC TAMBÉM APRESENTAM DÉFICIT DE EQUILÍBRIO E, PORTANTO, MAIOR RISCO DE QUEDAS. ALÉM DISSO, A OSTEOPOROSE É MAIS PREVALENTE EM INDIVÍDUOS COM DPOC QUANDO COMPARADO A INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS E, CONSEQUENTEMENTE, O RISCO DE FRATURAS E SUAS COMPLICAÇÕES É MAIOR, OCASIONANDO AUMENTO DA MORBIDADE DOS INDIVÍDUOS, DA NECESSIDADE DE ATENÇÃO DOMICILIAR PRECOCE, MENOR FUNCIONALIDADE, E MAIORES CUSTOS EM CUIDADOS COM A SAÚDE. HIPOTETIZA-SE QUE OS MÚSCULOS ACESSÓRIOS DA INSPIRAÇÃO SÃO MAIS SOLICITADOS NOS INDIVÍDUOS COM DPOC, DEIXANDO ENTÃO DE REALIZAR SUA FUNÇÃO PRIMÁRIA, A FUNÇÃO POSTURAL, O QUE ACARRETARIA EM PREJUÍZOS NO EQUILÍBRIO. NO ENTANTO, NÃO HÁ ESTUDOS NO MUNDO AVALIANDO AS ESTRATÉGIAS DE EQUILÍBRIO ESTÁTICO EM ASSOCIAÇÃO COM A ELETROMIOGRAFIA DA MUSCULATURA RESPIRATÓRIA NESSA POPULAÇÃO. PORTANTO, EXISTE UMA LACUNA NO ENTENDIMENTO ACERCA DOS MECANISMOS ENVOLVIDOS NA MANUTENÇÃO DO EQUILÍBRIO EM DPOC O QUE PREJUDICA A ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO DE QUEDAS E TAMBÉM A ELABORAÇÃO DE INTERVENÇÕES TERAPÊUTICAS INDIVIDUALIZADAS. OBJETIVOS: INVESTIGAR AS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS PARA A MANUTENÇÃO DO EQUILÍBRIO CORPORAL EM PACIENTES COM DPOC QUE APRESENTAM OU NÃO FRAQUEZA MUSCULAR RESPIRATÓRIA E/OU HIPERINSUFLAÇÃO PULMONAR, E COMPARAR COM AS ESTRATÉGIAS PRESENTES EM INDIVÍDUOS APARENTEMENTE SAUDÁVEIS. MÉTODOS: SERÃO INCLUÍDOS 68 PACIENTES COM DPOC E 68 IDOSOS SAUDÁVEIS PAREADOS POR GÊNERO, IDADE E ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA (GRUPO CONTROLE). TODOS OS INDIVÍDUOS SERÃO AVALIADOS QUANTO AO EQUILÍBRIO ESTÁTICO (PLATAFORMA DE FORÇA) ASSOCIADO À ELETROMIOGRAFIA DA MUSCULATURA DO TRONCO E DE MEMBROS INFERIORES, FUNÇÃO PULMONAR (AVALIAÇÃO POR PLETISMOGRAFIA PARA OS PACIENTES COM DPOC E POR ESPIROMETRIA PARA OS INDIVÍDUOS DO GRUPO CONTROLE), FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA (PRESSÕES RESPIRATÓRIAS MÁXIMAS), FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA (DINAMOMETRIA), COMPOSIÇÃO CORPORAL (BIOIMPEDÂNCIA ELÉTRICA), NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA (MONITORES DE ATIVIDADE FÍSICA), CAPACIDADE FUNCIONAL DE EXERCÍCIO (TESTE DE CAMINHADA DE 6 MINUTOS), QUALIDADE DE VIDA, SENSAÇÃO DE DISPNEIA, ANSIEDADE E DEPRESSÃO (QUESTIONÁRIOS ESPECÍFICOS PARA CADA UM DESSES ASPECTOS). RESULTADOS ESPERADOS: OS RESULTADOS DO PROJETO ADICIONARÃO INFORMAÇÕES RELEVANTES À LITERATURA CIENTÍFICA DESSA ÁREA DE CONHECIMENTO AO INVESTIGAR A HIPÓTESE DE QUE PACIENTES COM DPOC QUE APRESENTAM FRAQUEZA MUSCULAR INSPIRATÓRIA E/OU HIPERINSUFLAÇÃO PULMONAR UTILIZAM MAIS AS ESTRATÉGIAS DE QUADRIL E TORNOZELO PARA MANTER O EQUILÍBRIO, POIS A MUSCULATURA DE TRONCO ESTÁ ENVOLVIDA NA MANUTENÇÃO DA VENTILAÇÃO A QUAL ESTÁ PREJUDICADA PELO DISTÚRBIO OBSTRUTIVO DA DOENÇA. ALÉM DISSO, ESPERA-SE ENCONTRAR POSSÍVEIS ASSOCIAÇÕES ENTRE DÉFICIT DE EQUILÍBRIO E FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA, NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA, FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA, SENSAÇÃO DE DISPNEIA E FUNÇÃO PULMONAR E, COM ISSO, CONHECER MELHOR OS MECANISMOS PARA MANUTENÇÃO DO EQUILÍBRIO DOS PACIENTES COM DPOC, SENDO POSSÍVEL DIRECIONAR AS INTERVENÇÕES DE FORMA A OBTER RESULTADOS MAIS SATISFATÓRIOS..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2017
LONDRINA ADL PROTOCOL (LAP): Valores de referência e reprodutibilidade do protocolo em idosos aparentemente saudáveis

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Nidia Aparecida Hernandes em 25/06/2014.
Descrição: INTRODUÇÃO: É DE SUMA IMPORTÂNCIA A AVALIAÇÃO DO ESTADO FUNCIONAL NA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC). ENTRETANTO, OS TESTES E PROTOCOLOS EXISTENTES PARA A AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA (AVDS) NÃO CONTEMPLAM AS ATIVIDADES COTIDIANAS EM SUA TOTALIDADE. POR ISSO, O LONDRINA ADL PROTOCOL (LAP) FOI DESENVOLVIDO. PORÉM, FAZ-SE NECESSÁRIO O CONHECIMENTO DE VALORES DE REFERÊNCIA DO TEMPO DE EXECUÇÃO DO LAP EM IDOSOS SAUDÁVEIS A FIM DE SE INTERPRETAR OS RESULTADOS DO PROTOCOLO QUANDO ESTE FOR APLICADO EM PACIENTES PORTADORES DE DPOC. OBJETIVO: AVALIAR A INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS ANTROPOMÉTRICAS E DEMOGRÁFICAS SOBRE O TEMPO DE EXECUÇÃO DO LAP EM IDOSOS APARENTEMENTE SAUDÁVEIS E ESTABELECER UMA EQUAÇÃO DE REFERÊNCIA PARA ESSA VARIÁVEL. EM ADIÇÃO, VERIFICAR A REPRODUTIBILIDADE DO LAP NESSA POPULAÇÃO. MÉTODOS: IDOSOS APARENTEMENTE SAUDÁVEIS SERÃO RECRUTADOS E SERÃO AVALIADOS QUANTO A: AVDS (PROTOCOLO LAP), FUNÇÃO PULMONAR, CAPACIDADE FUNCIONAL, INDEPENDÊNCIA EM ATIVIDADES COTIDIANAS, ESTADO MENTAL, NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE VIDA DIÁRIA, EQUILÍBRIO E DADOS DEMOGRÁFICOS E ANTROPOMÉTRICOS (IDADE, PESO, ALTURA E GÊNERO). ANÁLISE ESTATÍSTICA: A DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS SERÁ ANALISADA PELO TESTE DE SHAPIRO-WILK. PARA VERIFICAR QUAIS VARIÁVEIS ANTROPOMÉTRICAS E DEMOGRÁFICAS QUE SE CORRELACIONAM COM O TEMPO DE REALIZAÇÃO DO LAP SERÁ REALIZADO O COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO DE PEARSON OU SPEARMAN. UM MODELO DE REGRESSÃO LINEAR MÚLTIPLA SERÁ CONSTRUÍDO, TENDO COMO VARIÁVEL DEPENDENTE O TEMPO DE EXECUÇÃO DO LAP E COMO INDEPENDENTES VARIÁVEIS ANTROPOMÉTRICAS E DEMOGRÁFICAS. PARA VERIFICAR A REPRODUTIBILIDADE DO LAP, SERÁ CALCULADO O COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO INTRACLASSE (ICC). O NÍVEL DE SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA ADOTADO SERÁ DE P < 0,05. CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS: ESPERA-SE QUE ATRAVÉS DESTE ESTUDO, POSSAMOS CONTRIBUIR PARA QUE A AVALIAÇÃO DAS AVDS EM LABORATÓRIO SEJA MAIS FÁCIL E REFLITA REALMENTE AS AVDS QUE OS INDIVÍDUOS REALIZAM NO DIA-A-DIA E QUE A INTERPRETAÇÃO DESSES DADOS SEJA COMPLETA, COM EQUAÇÕES DEREFERÊNCIA. ASSIM TORNANDO A AVALIAÇÃO DAS AVDS EM LABORATÓRIO UMA FORMA DE AVALIAÇÃO CONFIÁVEL..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2017
Atividade física na vida diária e força muscular periférica em tabagistas

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Fábio de Oliveira Pitta em 17/01/2015.
Descrição: INTRODUÇÃO: SABE-SE QUE UMA PARTE CONSIDERÁVEL DOS INDIVÍDUOS TABAGISTAS SEM OBSTRUÇÃO AO FLUXO AÉREO APRESENTA REDUÇÃO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA (AFVD), E DA MESMA FORMA ACONTECE COM RELAÇÃO À REDUÇÃO DA FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA (FMP). PORÉM, AINDA NÃO ESTÁ CLARO SE EXISTE RELAÇÃO ENTRE A REDUÇÃO DA AFVD E DA FMP NESSA POPULAÇÃO, OU SE ESSAS SÃO CONSEQUÊNCIAS INDEPENDENTES DO TABAGISMO. OBJETIVOS: ESTUDAR A RELAÇÃO ENTRE O NÍVEL DE AFVD E A FMP EM INDIVÍDUOS TABAGISTAS E COMPARAR COM INDIVÍDUOS NÃO TABAGISTAS. MATERIAIS E MÉTODOS: SERÃO INCLUÍDOS TABAGISTAS E NÃO TABAGISTAS (GRUPO-CONTROLE) SEM ALTERAÇÕES PATOLÓGICAS SEVERAS, QUE INICIALMENTE REALIZARÃO UMA ENTREVISTA PARA OBTENÇÃO DOS DADOS PESSOAIS E RESPONDERÃO A UM INQUÉRITO SOBRE HÁBITOS DE SAÚDE, QUESTIONÁRIOS ESPECÍFICOS PARA SINTOMAS DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO E QUESTIONÁRIO ESPECÍFICO PARA AVALIAR GRAU DE DEPENDÊNCIA DE NICOTINA. POSTERIORMENTE SERÁ AVALIADA A FUNÇÃO PULMONAR POR MEIO DA ESPIROMETRIA, ENQUANTO A FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA SERÁ QUANTIFICADA POR MEIO DO DINAMÔMETRO TRAÇÃO COMPRESSÃO (EMG SYSTEM), AVALIANDO O PICO DE FORÇA DOS MÚSCULOS EXTENSORES DE JOELHO. O NÍVEL DE AFVD SERÁ AVALIADO POR MEIO DE MONITORIZAÇÃO OBJETIVA COM USO DE PEDÔMETROS. ANÁLISE ESTATÍSTICA: PARA A ANÁLISE DA NORMALIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS SERÁ UTILIZADO O TESTE DE SHAPIRO-WILK. PARA A COMPARAÇÃO ENTRE OS GRUPOS SERÁ UTILIZADO O TESTE T NÃO PAREADO OU O TESTE DE MANN-WITHNEY, DEPENDENDO DA DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS. CORRELAÇÕES SERÃO AVALIADAS POR MEIO DOS COEFICIENTES DE PEARSON OU SPEARMAN, TAMBÉM A DEPENDER DA NORMALIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS. ANÁLISE DE REGRESSÃO SIMPLES SERÁ REALIZADA PARA ESTUDO DA RELAÇÃO INDEPENDENTE ENTRE TABAGISMO, INATIVIDADE E FRAQUEZA MUSCULAR. CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS: OS RESULTADOS TÊM O POTENCIAL DE CONTRIBUIR PARA A COMPREENSÃO DO MECANISMO DA INATIVIDADE FÍSICA EM TABAGISTAS, E CONSEQUENTEMENTE ADICIONAR INFORMAÇÕES IMPORTANTES AO COMBATE AOS EFEITOS DELETÉRIOS DO TABAGISMO NA POPULAÇÃO..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2017
Reprodutibilidade do teste de exercício cardiopulmonar realizado em esteira em pacientes com DPOC

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Fábio de Oliveira Pitta em 17/01/2015.
Descrição: INTRODUÇÃO: A DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) APRESENTA NÃO SÓ REPERCUSSÕES PULMONARES, MAS TAMBÉM SISTÊMICAS, COMO A REDUÇÃO NA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO. ATUALMENTE EXISTEM VÁRIOS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO, PORÉM ALGUNS AINDA NÃO FORAM ESTUDADOS EM PROFUNDIDADE EM PACIENTES COM DPOC. O TESTE DE EXERCÍCIO CARDIOPULMONAR (TCPE) É UM MÉTODO DE AVALIAÇÃO MUITO UTILIZADO ATUALMENTE, QUE CONSISTE NA REALIZAÇÃO DE UMA ATIVIDADE FÍSICA ATÉ A EXAUSTÃO, OU SEJA, TOLERÂNCIA MÁXIMA. O TESTE É MAIS COMUMENTE REALIZADO EM BICICLETA, E A SUA REPRODUTIBILIDADE QUANDO REALIZADO EM ESTEIRA ERGOMÉTRICA AINDA NÃO FOI COMPROVADA. OBJETIVO: AVALIAR A REPRODUTIBILIDADE DO TESTE DE ESFORÇO CARDIOPULMONAR NA ESTEIRA EM PACIENTES COM DPOC. MATERIAIS E MÉTODOS: SERÃO INCLUSOS PACIENTES COM DPOC DIAGNOSTICADOS DE ACORDO COM CRITÉRIOS INTERNACIONAIS, ESTÁVEIS, SEM RESTRIÇÕES À PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA. A AVALIAÇÃO DOS INDIVÍDUOS CONSISTIRÁ EM PROVA DE FUNÇÃO PULMONAR (ESPIROMETRIA) E DOIS TCPE COM INTERVALO DE 48H ENTRE SI PARA AVALIAR A REPRODUTIBILIDADE DO TESTE. ANÁLISE ESTATÍSTICA: A DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS SERÁ ANALISADA PELO TESTE DE SHAPIRO-WILK. O TESTE T PAREADO (OU O TESTE DE WILCOXON), O COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO INTRACLASSE (CCI) E A ANÁLISE GRÁFICA DE BLAND AND ALTMAN SERÃO UTILIZADOS PARA ANALISAR REPRODUTIBILIDADE DOS DOIS TCPE EM ESTEIRA. A SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA SERÁ DETERMINADA COMO P<0.05. CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS: ESTE ESTUDO ESPERA CONTRIBUIR COM A PRÁTICA CLÍNICA AVALIANDO A REPRODUTIBILIDADE DO TCPE EM ESTEIRA E, EM CASO DE REPRODUTIBILIDADE COMPROVADA, ASSEGURANDO AOS AVALIADORES QUE NÃO POSSUEM UM CICLO ERGÔMETRO À DISPOSIÇÃO QUE A UTILIZAÇÃO DA ESTEIRA ERGOMÉTRICA PODE SER UM MÉTODO ALTERNATIVO CONFIÁVEL. ISSO IRÁ COLABORAR COM O MELHOR CONHECIMENTO DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE PACIENTES COM DPOC..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2017
Qual teste funcional de exercício reflete melhor as mudanças na atividade física de vida diária após programa de treinamento físico em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica?

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Fábio de Oliveira Pitta em 17/01/2015.
Descrição: INTRODUÇÃO: SABE-SE QUE PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) SÃO CARACTERIZADOS POR INTOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO E ESSE FATOR PODE SER LIMITANTE NA REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES FÍSICAS DE VIDA DIÁRIA (AFVD). ALGUNS TESTES UTILIZADOS NA AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO E QUE REFLETEM A FUNCIONALIDADE DE PACIENTES COM DPOC TÊM SIDO PRECONIZADOS, COMO POR EXEMPLO, O 4-METER-GAIT-SPEED (4MGS) E O SIT-TO-STAND TEST (STST). PORÉM, AINDA NÃO SE SABE SE HÁ RELAÇÃO ENTRE AS MUDANÇAS OBSERVADAS NESTES TESTES E AS MUDANÇAS NA AFVD APÓS UM PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO DE ALTA INTENSIDADE. OBJETIVOS: IDENTIFICAR QUAL TESTE FUNCIONAL DE EXERCÍCIO É CAPAZ DE REFLETIR MELHOR A AFVD APÓS PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO DE ALTA INTENSIDADE EM PACIENTES COM DPOC E AVALIAR A RESPONSIVIDADE DOS DIFERENTES TESTES FUNCIONAIS. AVALIAR TRÊS DIFERENTES PROTOCOLOS DO SIT-TO-STAND TEST EM PACIENTES COM DPOC E CORRELACIONÁ-LOS COM A CAPACIDADE FUNCIONAL E MÁXIMA DE EXERCÍCIO, FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA E AFVD DESSES INDIVÍDUOS. MATERIAL E MÉTODOS: PARTICIPARÃO DO ESTUDO 22 PACIENTES COM DPOC, QUE SERÃO SUBMETIDOS ÀS SEGUINTES AVALIAÇÕES: FUNÇÃO PULMONAR, CAPACIDADE FUNCIONAL E MÁXIMA DE EXERCÍCIO, FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA E AFVD. APÓS A AVALIAÇÃO INICIAL, OS INDIVÍDUOS PARTICIPARÃO DE UM PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO DE ENDURANCE E FORÇA REALIZADO 3 VEZES POR SEMANA, DURANTE 12 SEMANAS (PROTOCOLO DE ALTA INTENSIDADE). AO FINAL DO PROGRAMA DE TREINAMENTO, OS PARTICIPANTES SERÃO REAVALIADOS SEGUINDO OS MESMOS TESTES REALIZADOS NA AVALIAÇÃO INICIAL. ANÁLISE ESTATÍSTICA: A NORMALIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS SERÁ AVALIADA PELO TESTE DE SHAPIRO-WILK E OS DADOS SERÃO DESCRITOS COMO MÉDIA±DESVIO OU MEDIANA [INTERVALO INTERQUARTÍLICO 25%-75%]. PARA ANALISAR AS DIFERENÇAS PRÉ E PÓS TREINAMENTO FÍSICO SERÁ UTILIZADO O TESTE T PAREADO OU O TESTE DE WILCOXON E AS CORRELAÇÕES ENTRE AS VARIÁVEIS DE INTERESSE SERÃO ANALISADAS POR MEIO DO COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO DE PEARSON OU SPEARMAN. O TESTE ONE-WAY ANOVA OU O TESTE DE KRUSKALL-WALLIS, AMBOS COM O PÓS-TESTE DE TUKEY, SERÁ UTILIZADO PARA AS COMPARAÇÕES DOS DIFERENTES PROTOCOLOS. PARA TODAS AS ANÁLISES, A SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA SERÁ DETERMINADA COMO P<0.05. CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS: ESPERA-SE QUE OS RESULTADOS DO PRESENTE ESTUDO MOSTREM QUE APÓS 3 MESES DE TREINAMENTO FÍSICO OS PACIENTES COM DPOC MELHOREM SUA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO AVALIADA POR MEIO DE TESTES FUNCIONAIS SIMPLES. ALÉM DISSO, O PRESENTE PROJETO DEFINIRÁ SE É POSSÍVEL IDENTIFICAR MUDANÇAS NO COMPORTAMENTO SEDENTÁRIO DE PACIENTES COM DPOC POR MEIO DAS MUDANÇAS OBSERVADAS NESSES TESTES E SEM A UTILIZAÇÃO DE MONITORES DE ATIVIDADE FÍSICA. ESPERA-SE TAMBÉM IDENTIFICAR QUAL PROTOCOLO DO STST REFLETE MELHOR A CAPACIDADE DE EXERCÍCIO, FORÇA MUSCULAR E AFVD EM PACIENTES COM DPOC E DESSA FORMA, SUGERIR A PADRONIZAÇÃO DE REALIZAÇÃO DE TAL PROTOCOLO PARA AQUELES QUE DESEJEM COMPLEMENTAR A AVALIAÇÃO GLOBAL DE SEUS PACIENTES UTILIZANDO-SE DESTE TESTE FUNCIONAL..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2015
Avaliação da relação entre hipoxemia e nível de atividade física na vida diária em pacientes com DPOC

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Fábio de Oliveira Pitta em 05/07/2013.
Descrição: AS ALTERAÇÕES NO SISTEMA RESPIRATÓRIO CAUSADAS PELA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) PODEM RESULTAR EM HIPOXEMIA, O QUE COLABORA COM O SURGIMENTO E A EVOLUÇÃO DE COMORBIDADES EXTRAPULMONARES QUE CARACTERIZAM A DOENÇA, COMO A DISFUNÇÃO MUSCULAR PERIFÉRICA. NA DISFUNÇÃO MUSCULAR PERIFÉRICA, A HIPOXEMIA ACARRETA ESTRESSE OXIDATIVO ELEVADO, ESPECIALMENTE DURANTE A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES FÍSICAS, COLABORANDO DIRETAMENTE COM A INTOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO E A DIFICULDADE NA REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES RELACIONADAS AO COTIDIANO DOS PACIENTES. EMBORA A INATIVIDADE FÍSICA EM PACIENTES COM DPOC SEJA COMUM, A PRESENÇA DE UMA RELAÇÃO DIRETA ENTRE HIPOXEMIA / DESSATURAÇÃO DE OXIGÊNIO E A LIMITAÇÃO NA REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA DESSA POPULAÇÃO AINDA NÃO FOI ELUCIDADA NA LITERATURA MUNDIAL. SENDO ASSIM, O PRESENTE ESTUDO TEM COMO OBJETIVOS 1) VERIFICAR A RELAÇÃO ENTRE A PRESENÇA DE HIPOXEMIA E O DESEMPENHO FUNCIONAL DE PACIENTES COM DPOC DURANTE A REALIZAÇÃO DE UM PROTOCOLO DE ATIVIDADES FÍSICAS DA VIDA DIÁRIA; 2) VERIFICAR A ASSOCIAÇÃO DA HIPOXEMIA E DO DESEMPENHO FUNCIONAL COM A PRESENÇA DE HIPERINSUFLAÇÃO PULMONAR (ESTÁTICA E DINÂMICA), O GASTO ENERGÉTICO E A SENSAÇÃO DE DISPNEIA E FADIGA DURANTE A REALIZAÇÃO DE UM PROTOCOLO DE ATIVIDADES FÍSICAS DA VIDA DIÁRIA EM PACIENTES COM DPOC E 3) VERIFICAR A RELAÇÃO ENTRE AS VARIÁVEIS SUPRACITADAS E A QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES. O PRESENTE ESTUDO IRÁ CONTRIBUIR PARA O CONHECIMENTO ATUAL SOBRE OS FATORES QUE INTERFEREM NO DESENVOLVIMENTO DA INATIVIDADE FÍSICA DESSA POPULAÇÃO. ADICIONALMENTE, ELUCIDAREMOS SE HÁ RELAÇÃO TAMBÉM ENTRE A HIPOXEMIA DURANTE A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA E OUTROS DESFECHOS IMPORTANTES EM DPOC, COMO HIPERINSUFLAÇÃO PULMONAR, GASTO ENERGÉTICO, SINTOMATOLOGIA E QUALIDADE DE VIDA. ISSO AUXILIARÁ PESQUISADORES E CLÍNICOS A COMPREENDEREM DE MANEIRA APROFUNDADA ALGUMAS VARIÁVEIS AINDA SUPERFICIALMENTE ESTUDADAS QUE PODEM SE RELACIONAR E INTERFERIR NEGATIVAMENTE NO ESTILO DE VIDA DOS PACIENTES COM DPOC. COM ISSO, SERÁ POSSÍVEL TRAÇAR ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO ESPECÍFICAS E EFICAZES BASEADAS EM EXERCÍCIO E OXIGENOTERAPIA,TENDO COMO BASE AS RELAÇÕES ENTRE ANORMALIDADES COMUMENTE ENCONTRADAS EM INDIVÍDUOS PORTADORES DA DOENÇA..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2014
Estudo cruzado para avaliar a relação entre a magnitude da hiperinsuflação dinâmica desenvolvida durante atividades de vida diária e o teste da caminhada de 6 minutos.

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Fábio de Oliveira Pitta em 25/06/2014.
Descrição: INTRODUÇÃO: EM PACIENTES COM DPOC, A DISPNEIA QUE CARACTERIZA A DOENÇA OCORRE PRINCIPALMENTE DURANTE A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES FÍSICAS, O QUE DETERMINA UM QUADRO CRÔNICO DE INATIVIDADE FÍSICA E SEDEN¬TARISMO. A DIMINUIÇÃO DA CAPACIDADE INSPIRATÓRIA (CI) REFLETE A PRESENÇA DE HIPERINSUFLAÇÃO PULMONAR E LIMITA A CAPACIDADE DE AUMENTAR A VENTILAÇÃO EM RESPOSTA ÀS CRESCENTES EXIGÊNCIAS METABÓLICAS DURANTE O EXERCÍCIO, CONTIBUINDO ASSIM PARA A INTENSA DISPNEIA RELATADA PELOS PACIENTES COM DPOC NO MOMENTO DE EXERCITAR-SE. DENTRO DE UMA PERSPECTIVA CLÍNICA, A ESTRATÉGIA MAIS SIMPLES E EFETIVA DE AVALIAR A HIPERINSUFLAÇÃO DINÂMICA (HD) DURANTE O EXERCÍCIO É ATRAVÉS DE MEDIDAS SERIADAS DA CI, QUE REFLETEM COM PRECISÃO MUDANÇAS NO VOLUME PULMONAR EXPIRATÓRIO FINAL. EMBORA O IMPACTO DA HIPERINSUFLAÇÃO DINÂMICA EM PACIENTES COM DPOC DURANTE O EXERCÍCIO JÁ SEJA RECONHECIDO, POUCA INFORMAÇÃO SOBRE A HD DURANTE AVDS ESTÁ DISPONÍVEL. OBJETIVO: AVALIAR A HIPERINSUFLAÇÃO DINÂMICA POR MEIO DE MEDIDAS SERIADAS DE CI DURANTE O TC6MIN E DURANTE UM PROTOCOLO DE AVDS EM PACIENTES COM DPOC, E VERIFICAR SE HÁ RELAÇÃO ENTRE A MAGNITUDE DA HD DESENVOLVIDA NELES. MÉTODO: SERÃO INCLUÍDOS 24 PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE DPOC QUE REALIZARÃO AS SEGUINTES AVALIAÇÕES: AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO PULMONAR (ESPIROMETRIA SIMPLES), AVALIAÇÃO DA CI DURANTE UM PROTOCOLO DE ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA E DURANTE A AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL DE EXERCÍCIO (TC6MIN), AVALIAÇÃO DA DISPNEIA POR MEIO DA ESCALA MMRC, BEM COMO REGISTRO DE PESO E ESTATURA PARA O CÁLCULO DO ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA (IMC). OS INDIVÍDUOS TAMBÉM SERÃO QUESTIONADOS QUANTO AOS DADOS PESSOAIS E HISTÓRICO DE SAÚDE E REALIZARÃO DOIS TC6MIN SEM A UTILIZAÇÃO DA MÁSCARA DO ESPIRÔMETRO, PARA QUE POSSA SER CALCULADO O SEU ÍNDICE BODE. ANÁLISE ESTATÍSTICA: A DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS SERÁ ANALISADA PELO TESTE DE SHAPIRO-WILK. OS RESULTADOS SERIADOS RELATIVOS À HD DESENVOLVIDA DURANTE OS PROTOCOLOS DE TC6MIN E DE AVDS SERÃO COMPARADOS POR MEIO DO TESTE T PAREADO OU WILCOXON. E PARA IDENTIFICAR QUAIS DAS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA APRESENTAM HD MAIS PRONUNCIADA, O TESTE DE ANOVA MEDIDAS REPETIDAS OU TESTE DE FRIEDMAN SERÁ UTILIZADO. OS MESMOS TESTES SERÃO UTILIZADOS PARA DETERMINAR QUAIS ATIVIDADES RESULTARÃO EM MAIOR HIPERINSUFLAÇÃO DINÂMICA DURANTE O PROTOCOLO DE AVDS. PARA TODAS AS ANÁLISES, A SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA SERÁ DETERMINADA COMO P<0.05. CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS: O PRESENTE ESTUDO ALMEJA SER O PRIMEIRO A ESTUDAR PROFUNDAMENTE A HIPERINSUFLAÇÃO DINÂMICA DURANTE UM PROTOCOLO DE ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA E DURANTE O TC6MIN EM PACIENTES COM DPOC, POR MEIO DE MEDIDAS SERIADAS DA CI DURANTE A SUA REALIZAÇÃO. ALÉM DISSO, SERÁ POSSÍVEL INVESTIGAR A EXISTÊNCIA DE CORRELAÇÃO ENTRE A HIPERINSUFLAÇÃO DINÂMICA DESENVOLVIDA DURANTE UM PROTOCOLO E AVDS E DURANTE O TC6MIN, O QUE CONTRIBUIRÁ PARA A PRÁTICA CLÍNICA NO MOMENTO DA AVALIAÇÃO DA HD DE PACIENTES COM DPOC VISTO A MAIOR FACILIDADE EM REALIZAR TC6MIN EM AMBIENTES AMBULATORIAIS EM RELAÇÃO À REPRODUÇÃO DE AVDS..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2016
Seguimento a longo prazo de um programa de treinamento físico de longa duração sobre aspectos pulmonares e sistêmicos de pacientes portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Fábio de Oliveira Pitta em 05/07/2013.
Descrição: DIVERSOS FATORES CONTRIBUEM PARA A LIMITAÇÃO FÍSICA EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC), COMO O DESCONDICIONAMENTO, A DISFUNÇÃO MUSCULAR E A INATIVIDADE FÍSICA. ESSES FATORES SÃO ALVOS TERAPÊUTICOS QUE SE BENEFICIAM DO EXERCÍCIO FÍSICO. A LITERATURA CIENTÍFICA INDICA CLARAMENTE QUE O EXERCÍCIO FÍSICO É BENÉFICO PARA PACIENTES COM DPOC, E A QUESTÃO CHAVE NO MOMENTO NÃO É SE O PACIENTE DEVE OU NÃO REALIZAR EXERCÍCIO FÍSICO, MAS SIM QUAL A CONTRIBUIÇÃO ESPECÍFICA DE CADA MODALIDADE DE EXERCÍCIO PARA ESSA POPULAÇÃO. SOBRE ESTE TÓPICO, AS CARACTERÍSTICAS DO PROGRAMA DE TREINAMENTO A SER OFERTADO AOS PACIENTES TEM SIDO MOTIVO DE GRANDE DEBATE ENTRE OS PESQUISADORES DESTA ÁREA, EMBORA RECENTEMENTE O TREINAMENTO DE ALTA INTENSIDADE TEM SIDO RECONHECIDO COMO SUPERIOR AO TREINAMENTO DE BAIXA INTENSIDADE. A LITERATURA CIENTÍFICA INDICA TAMBÉM QUE, PARA MUDAR A ROTINA DE INATIVIDADE FÍSICA DE PACIENTES COM DPOC, PROGRAMAS DE LONGA DURAÇÃO SÃO INDICADOS. PORÉM, UMA DÚVIDA PERMANECE: SE EXISTEM PACIENTES QUE RESPONDEM AO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS AUMENTANDO SEU NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA, ELES SERIAM CAPAZES DE MANTER UM ESTILO DE VIDA MAIS ATIVO A LONGO PRAZO APÓS O TÉRMINO DO PROGRAMA DE REABILITAÇÃO? COM BASE NESSA DÚVIDA, O OBJETIVO DESTE PROJETO É COMPARAR OS EFEITOS A LONGO PRAZO DE DOIS PROTOCOLOS DE TREINAMENTO FÍSICO EM UM PROGRAMA DE LONGA DURAÇÃO (6 MESES, 1 ANO E 2 ANOS) EM PACIENTES PORTADORES DE DPOC: UM PROTOCOLO DE ALTA INTENSIDADE (BASEADO EM TREINAMENTO DE ENDURANCE E FORÇA) E UM PROTOCOLO DE BAIXA INTENSIDADE (BASEADO EM EXERCÍCIOS RESPIRATÓRIOS E DE READEQUAÇÃO DO COMPLEXO TÓRACO-PULMONAR). ESPERA-SE QUE OS RESULTADOS DO PROJETO CONTRIBUAM PARA A LITERATURA CIENTÍFICA DA ÁREA AO DEFINIR SE O TREINAMENTO DE BAIXA INTENSIDADE PODE CONTRIBUIR TANTO QUANTO O DE ALTA INTENSIDADE PARA ALTERAR O ESTILO DE VIDA SEDENTÁRIO DOS PACIENTES A LONGO PRAZO APÓS UM PROGRAMA DE EXERCÍCIO DE LONGA DURAÇÃO..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2013
Entendendo em profundidade a inatividade física na vida diária em pacientes com DPOC: comparação da variação do nível de atividade física diária entre verão e inverno em pacientes brasileiros e americanos

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Fábio de Oliveira Pitta em 05/07/2013.
Descrição: SABE-SE QUE A INATIVIDADE FÍSICA OBSERVADA NOS PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) ESTÁ RELACIONADA A UMA PIOR EVOLUÇÃO DA DOENÇA E MAIOR MORBI-MORTALIDADE. ATÉ O PRESENTE MOMENTO, A GRANDE MAIORIA DOS ESTUDOS QUE AVALIAM O NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA EM PACIENTES COM DPOC SE RESTRINGE A UMA AVALIAÇÃO TRANSVERSAL, QUE NÃO LEVA EM CONSIDERAÇÃO AS VARIAÇÕES NATURAIS DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DECORRENTES DAS DIFERENTES SITUAÇÕES CLIMÁTICAS ENFRENTADAS PELOS PACIENTES AO LONGO DO ANO. ATUALMENTE, É IMPOSSÍVEL SABER SE AS VARIAÇÕES CLIMÁTICAS DECORRENTES DA MUDANÇA DE ESTAÇÕES DO ANO GERAM DIFERENÇAS NO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA EM PACIENTES COM DPOC DE CIDADES E PAÍSES COM SITUAÇÕES CLIMATOLÓGICAS CONTRASTANTES. PORTANTO, O PRESENTE PROJETO OBJETIVA QUANTIFICAR EM PACIENTES COM DPOC A VARIAÇÃO NO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA DECORRENTE DA SAZONALIDADE (EM ESPECIAL A VARIAÇÃO ENTRE AS ESTAÇÕES MAIS EXTREMAS DO ANO, VERÃO E INVERNO), E COMPARAR ESSA VARIAÇÃO EM PACIENTES QUE VIVEM EM REGIÕES DO MUNDO COM CARACTERÍSTICAS CLIMÁTICAS DISTINTAS. SERÁ INVESTIGADA A HIPÓTESE DE QUE PACIENTES COM DPOC QUE VIVEM EM UM LOCAL DE QUEDA MENOS ACENTUADA DE TEMPERATURA ENTRE VERÃO E INVERNO APRESENTAM MENOR A VARIAÇÃO NO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA AO LONGO DO ANO DO QUE EM PACIENTES QUE VIVEM EM UM LOCAL ONDE ESSA VARIAÇÃO CLIMÁTICA É MAIS ACENTUADA. PARA TAL, DOIS GRUPOS DE PACIENTES COM DPOC, UM EM LONDRINA (PROVENIENTE DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA) E OUTRO EM NOVA IORQUE (PROVENIENTE DA VETERANS AFFAIRS, NEW YORK HARBOR HEALTH SERVICES) SERÃO AVALIADOS SIMULTANEAMENTE QUANTO À SUA ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA UTILIZANDO-SE UM MONITOR DE ATIVIDADE FÍSICA (POWER WALKER, YAMAX, JAPÃO) DURANTE UMA SEMANA EM DOIS PERÍODOS DISTINTOS: EM JANEIRO DE 2013 (INVERNO EM NOVA IORQUE E VERÃO EM LONDRINA), E DEPOIS OS MESMOS PACIENTES SERÃO REAVALIADOS DURANTE MAIS UMA SEMANA EM JULHO DE 2013 (VERÃO EM NOVA IORQUE E INVERNO EM LONDRINA). AS MUDANÇAS NO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA ENTRE VERÃO E INVERNO DOS PACIENTES PROVENIENTES DOS DOIS CENTROS SERÃO ENTÃO COMPARADAS. OS RESULTADOS DO PRESENTE PROJETO PERMITIRÃO UMA DISCUSSÃO BASEADA EM EVIDÊNCIAS SOBRE A INFLUÊNCIA DOS FATORES CLIMÁTICOS (E CONSEQUENTEMENTE DA LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA) SOBRE O NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA EM PACIENTES COM DPOC, PODENDO MUDAR O ENTENDIMENTO ATUAL DA AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA EM PACIENTES COM DPOC DE TODO O MUNDO, POIS CADA REGIÃO DO GLOBO TEM SUAS CARACTERÍSTICAS CLIMÁTICAS PRÓPRIAS..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2010 - 2013
Força muscular respiratoria em pacientes hospitalizados por exacerbação aguda da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
Descrição: A LITERATURA SOBRE A DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) É PRATICAMENTE UNÂNIME QUANDO SE REFERE AOS EFEITOS NOCIVOS DE UMA EXACERBAÇÃO AGUDA (EA) DA DOENÇA SOBRE OS PACIENTES. DENTRE AS PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS AO ORGANISMO DOS PACIENTES ESTÁ O DECLÍNIO MAIS ACELERADO NA FUNÇÃO PULMONAR, A PIORA NA QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA A SAÚDE, A PIORA NA FORÇA DOS MÚSCULOS PERIFÉRICOS, A ACENTUADA REDUÇÃO NAS ATIVIDADES FÍSICAS NA VIDA DIÁRIA E O AUMENTO NA MORTALIDADE. ALÉM DISSO, OS SISTEMAS DE SAÚDE TAMBÉM SÃO AFETADOS, PRINCIPALMENTE EM TERMOS ECONÔMICOS, DEVIDO AO ALTO CUSTO DO TRATAMENTO E DAS INTERNAÇÕES DEVIDO ÀS EXACERBAÇÕES. NO ENTANTO, QUANDO A VARIÁVEL ESTUDADA É A FORÇA DOS MÚSCULOS RESPIRATÓRIOS DURANTE E APÓS UMA EA, A LITERATURA APRESENTA PONTOS CONTROVERSOS, PRINCIPALMENTE NO QUE SE REFERE À FORÇA DOS MÚSCULOS INSPIRATÓRIOS (PIMÁX). ALGUNS ESTUDOS AFIRMAM HAVER UMA MANUTENÇÃO DA PIMÁX DURANTE E APÓS UMA EA, EM RELAÇÃO À CONDIÇÃO ESTÁVEL, ENQUANTO OUTROS SUGEREM HAVER UMA DIMINUIÇÃO DA MESMA. SOBRE A FORÇA DOS MÚSCULOS EXPIRATÓRIOS (PEMÁX), A MAIORIA DOS ESTUDOS PARECE CONCORDAR QUE HÁ UMA DIMINUIÇÃO DA MESMA DURANTE E APÓS UM EA EM RELAÇÃO À CONDIÇÃO ESTÁVEL. DESSA FORMA, A FORÇA DOS MÚSCULOS INSPIRATÓRIOS E EXPIRATÓRIOS NOS PACIENTES COM DPOC DURANTE E APÓS A EA PARECEM SE COMPORTAR DE FORMA DISTINTA, E UMA COMPARAÇÃO DETALHADA E ESPECÍFICA DA EVOLUÇÃO DESSAS VARIÁVEIS PARECE NUNCA TER SIDO REALIZADA NA LITERATURA CIENTÍFICA. VISANDO ENTENDER MELHOR COMO ISSO OCORRE E PREENCHER ESSA LACUNA DE CONHECIMENTO, O PRESENTE ESTUDO OBJETIVA AVALIAR A EVOLUÇÃO DA FORÇA DOS MÚSCULOS RESPIRATÓRIOS (AVALIADA POR MEIO DA PIMÁX E PEMÁX) E DE FATORES RELACIONADOS, EM PACIENTES DURANTE E APÓS A HOSPITALIZAÇÃO POR EA GRAVE DA DPOC. O ESCLARECIMENTO DESSAS DIFERENÇAS PERMITIRÁ UMA DISCUSSÃO MAIS BASEADA EM EVIDÊNCIAS SOBRE AS MELHORES OPÇÕES TERAPÊUTICAS NO COMBATE À DISFUNÇÃO MUSCULAR RESPIRATÓRIA DURANTE O DIFÍCIL PROCESSO DE RECUPERAÇÃO DE UMA EXACERBAÇÃO GRAVE, ALÉM DE INCENTIVAR A PESQUISA NA ÁREA DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA E CONTRIBUIR PARA A GERAÇÃO DE CONHECIMENTO SOBRE A FORÇA DOS MÚSCULOS RESPIRATÓRIOS EM PACIENTES COM DPOC..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2010 - 2013
Acompanhamento a Longo Prazo após um Programa de Promoção de Atividade Física em Indivíduos Tabagistas
Descrição: INTRODUÇÃO: DE FORMA SIMILAR À CESSAÇÃO DO TABAGISMO, INICIATIVAS QUE VISEM PROMOVER ATIVIDADE FÍSICA REGULAR EM TABAGISTAS SÃO FUNDAMENTAIS NO SENTIDO DE PREVENIR OS EFEITOS DELETÉRIOS DA COMBINAÇÃO ENTRE TABAGISMO E INATIVIDADE FÍSICA. DENTRE AS AÇÕES PARA ESTIMULAR O AUMENTO DA ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA, DESTACA-SE O USO DE PEDÔMETROS EM PROGRAMAS DE ATIVIDADE FÍSICA QUE INCENTIVAM O INDIVÍDUO A PERFAZER NO MÍNIMO 10.000 PASSOS/DIA. EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS RECENTES REVELAM QUE INDIVÍDUOS QUE PERFAZEM CERCA DE 10.000 PASSOS/DIA GERALMENTE ATINGEM O NÍVEL MÍNIMO DE 30 MINUTOS/DIA DE ATIVIDADE FÍSICA MODERADA COMO RECOMENDADO PELO ACSM (SOH ET AL., 2006), E PORTANTO SE BENEFICIAM DOS EFEITOS DA ATIVIDADE FÍSICA REGULAR. DIVERSOS PROGRAMAS UTILIZANDO-SE DE PEDÔMETROS COM O OBJETIVO DE SE ATINGIR 10.000 PASSOS/DIA OBTIVERAM SUCESSO EM DIVERSAS POPULAÇÕES. EM UM PROJETO ANTERIOR RECENTEMENTE FINALIZADO, OS AUTORES DESSE PROJETO REALIZARAM UMA PROPOSTA DE INCENTIVO A ATIVIDADE FÍSICA EM TABAGISTAS COM O AUXÍLIO DE PEDÔMETROS, QUE MOSTROU CLARAMENTE QUE, A CURTO PRAZO, TABAGISTAS FISICAMENTE INATIVOS CONSEGUEM AUMENTAR SEU NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA AO UTILIZAREM PEDÔMETROS, E ESSE AUMENTO ESTÁ NEGATIVAMENTE RELACIONADO AO NÍVEL INICIAL DE ATIVIDADE FÍSICA. NO ENTANTO, O EFEITO A LONGO PRAZO DESSE BEM-SUCEDIDO PROGRAMA DE INCENTIVO À ATIVIDADE FÍSICA EM TABAGISTAS AINDA NÃO FOI ESTUDADO. OBJETIVO: ACOMPANHAR O EFEITO A LONGO PRAZO APÓS FINALIZAÇÃO DE UM PROGRAMA QUE UTILIZOU PEDÔMETROS PARA INCENTIVAR E MONITORAR O AUMENTO DE ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA EM INDIVÍDUOS TABAGISTAS. DELINEAMENTO: 80 TABAGISTAS DE AMBOS OS SEXOS E ACIMA DE 18 ANOS SERÃO ACOMPANHADOS POR UM PERÍODO DE 6 MESES (AV5), 1 ANO (AV6) E 2 ANOS (A7) APÓS UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO A ATIVIDADE FÍSICA. ELES REALIZARÃO AS SEGUINTES AVALIAÇÕES: FUNÇÃO PULMONAR, TOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO E QUALIDADE DE VIDA, ALÉM DE PERMANECER DURANTE 5 DIAS COM UM PEDÔMETRO PARA DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE PASSOS/DIA, SEMELHANTE À PRIMEIRA AVALIAÇÃO (AV1) DO PROJETO JÁ FINALIZADO. OS INDIVÍDUOS FORAM ALOCADOS EM DOIS GRUPOS, NUM DELINEAMENTO RANDOMIZADO E CRUZADO. UM GRUPO RECEBEU UM PEDÔMETRO E UM DIÁRIO ONDE RELATAVA O NÚMERO DE PASSOS ATINGIDOS EM CADA DIA NAS PRÓXIMAS 4 SEMANAS, E FOI ORIENTADO E INCENTIVADO A PERFAZER UM MÍNIMO DE 10.000 PASSOS POR DIA. O OUTRO GRUPO RECEBEU UMA APOSTILA COM INFORMAÇÕES SOBRE OS BENEFÍCIOS DE SE CAMINHAR REGULARMENTE E FORAM ESTIMULADOS A ANDAR MAIS NAS PRÓXIMAS 4 SEMANAS, PORÉM NÃO RECEBERAM PEDÔMETROS E NÃO TIVERAM NENHUM CONTROLE ESCRITO DE SUA ATIVIDADE FÍSICA. APÓS AS QUATRO SEMANAS INICIAIS, OS GRUPOS SE SUBMETERAM A UM NOVO MOMENTO DE AVALIAÇÃO (AV2), COM AS MESMAS AVALIAÇÕES CONSTANTES NO AV1. APÓS O AV2, OS GRUPOS E AS INTERVENÇÕES FORAM CRUZADOS E UM TERCEIRO MOMENTO DE AVALIAÇÃO (AV3) OCORREU AO FINAL DO SEGUNDO PERÍODO DE 4 SEMANAS. PARA FINALIZAÇÃO DO PROGRAMA UTILIZARAM O PEDÔMETRO POR 6 MESES APÓS O AV3, E REAVALIADOS NOVAMENTE (AV4) COM OS MESMOS TESTES CONSTANTES NO AV1, AV2 E AV3. PARA ESSE NOVO PROJETO, MEDIANTE O TÉRMINO DO PROGRAMA OS MESMOS INDIVÍDUOS SERÃO CONVIDADOS A REPETIR OS TESTES REALIZADOS NO PERÍODO DO PROGRAMA DE INCENTIVO À ATIVIDADE FÍSICA DURANTE O SEGUIMENTO DE 6 MESES (AV5), 1 ANO (AV6) E 2 ANOS (AV7). RESULTADOS ESPERADOS: ASSIM COMO OS ESTUDOS PRÉVIOS DISPONÍVEIS NA LITERATURA QUE TIVERAM SUCESSO AO UTILIZAR PEDÔMETROS PARA AUMENTAR A ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA EM DIVERSAS POPULAÇÕES, O PROJETO ANTERIOR DESENVOLVIDO PELOS PRESENTES AUTORES FOI BEM-SUCEDIDO AO FAZERCOM QUE TABAGISTAS FISICAMENTE INATIVOS AO INÍCIO DA INTERVENÇÃO ATINJAM O NÍVEL MÍNIMO RECOMENDADO DE ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA PARA MANUTENÇÃO DA SAÚDE. AGORA, AUMENTAR A CONSCIÊNCIA DE FUMANTES SOBRE A NECESSIDADE DE UM DIA-A-DIA MAIS ATIVO E SAUDÁVEL A LONGO PRAZO PODE ESTIMULÁ-LOS TAMBÉM A ABANDONAR O TABAGISMO..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2009 - 2012
Efeitos de um programa de exercício físico de longa duração sobre aspectos pulmonares e sistêmicos em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
Descrição: DIVERSOS FATORES CONTRIBUEM PARA A LIMITAÇÃO FÍSICA EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC), COMO O DESCONDICIONAMENTO, A DISFUNÇÃO MUSCULAR E A INATIVIDADE FÍSICA. ESSES FATORES SÃO ALVOS TERAPÊUTICOS QUE SE BENEFICIAM DO EXERCÍCIO FÍSICO. A LITERATURA CIENTÍFICA INDICA CLARAMENTE QUE O EXERCÍCIO FÍSICO É BENÉFICO PARA PACIENTES COM DPOC, E A QUESTÃO CHAVE NO MOMENTO NÃO É SE O PACIENTE DEVE OU NÃO REALIZAR EXERCÍCIO FÍSICO, MAS SIM QUAL A CONTRIBUIÇÃO ESPECÍFICA DE CADA MODALIDADE DE EXERCÍCIO PARA ESSA POPULAÇÃO. SOBRE ESTE TÓPICO, AS CARACTERÍSTICAS DO PROGRAMA DE TREINAMENTO A SER OFERTADO AOS PACIENTES TEM SIDO MOTIVO DE GRANDE DEBATE ENTRE OS PESQUISADORES DESTA ÁREA, EMBORA RECENTEMENTE O TREINAMENTO DE ALTA INTENSIDADE TEM SIDO RECONHECIDO COMO SUPERIOR AO TREINAMENTO DE BAIXA INTENSIDADE. A LITERATURA CIENTIFICA INDICA TAMBÉM QUE, PARA MUDAR A ROTINA DE INATIVIDADE FÍSICA DE PACIENTES COM DPOC, PROGRAMAS DE LONGA DURAÇÃO SÃO INDICADOS. PORÉM, UMA DÚVIDA PERMANECE: SE A LONGA DURAÇÃO DO PROGRAMA É O COMPONENTE-CHAVE PARA A REDUÇÃO NA INATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA, NÃO ESTÁ CLARO SE A ALTA INTENSIDADE DE TREINAMENTO É NECESSÁRIA NESSE PROTOCOLO DE LONGA DURAÇÃO. SE A DURAÇÃO FOR O ÚNICO FATOR A INFLUENCIAR OS RESULTADOS OBTIDOS COM O PROGRAMA, ENTÃO A INTENSIDADE DE TREINAMENTO PODE SER REDUZIDA, AUMENTANDO ASSIM A ADESÃO DOS PACIENTES AO PROTOCOLO. COM BASE NESSA DÚVIDA, O OBJETIVO DESTE PROJETO É COMPARAR OS EFEITOS DE DOIS PROTOCOLOS DE TREINAMENTO FÍSICO EM UM PROGRAMA DE REABILITAÇÃO DE LONGA DURAÇÃO (6 MESES) EM PACIENTES COM DPOC: UM PROTOCOLO DE ALTA INTENSIDADE (BASEADO EM TREINAMENTO DE ENDURANCE E FORÇA) E UM PROTOCOLO DE BAIXA INTENSIDADE (BASEADO EM EXERCÍCIOS RESPIRATÓRIOS E DE READEQUAÇÃO DO COMPLEXO TÓRACO-PULMONAR). ESPERA-SE QUE OS RESULTADOS DO PROJETO CONTRIBUAM PARA A LITERATURA CIENTÍFICA DA ÁREA AO DEFINIR SE O TREINAMENTO DE BAIXA INTENSIDADE PODE CONTRIBUIR TANTO QUANTO O DE ALTA INTENSIDADE PARA ALTERAR O ESTILO DE VIDA SEDENTÁRIO DOS PACIENTES APÓS UM PROGRAMA DE EXERCÍCIO DE LONGA DURAÇÃO..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2009 - 2010
Estudo sobre a Promoção de Atividade Física em Tabagistas (EPAFT) um estudo randomizado e cruzado sobre os efeitos a curto e médio prazo de um programa utilizando pedômetros para aumento da atividade física diária em tabagistas
Descrição: 1220 horas Resumo do Projeto: O OBJETIVO PRINCIPAL DO PRESENTE ESTUDO É AVALIAR A EFICÁCIA A CURTO E MÉDIO PRAZO DE UM PROGRAMA QUE UTILIZA PEDÔMETROS PARA INCENTIVAR E MONITORAR O AUMENTO DE ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA EM TABAGISTAS PARA O MÍNIMO DE 10.000 PASSOS POR DIA. DELINEAMENTO: 250 INDIVÍDUOS TABAGISTAS DE AMBOS OS SEXOS E ACIMA DE 18 ANOS SERÃO AVALIADOS QUANTO À FUNÇÃO PULMONAR, TOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO E QUALIDADE DE VIDA, ALÉM DE PERMANECER DURANTE 5 DIAS COM UM PEDÔMETRO PARA DETERMINAÇÃO INICIAL DO NÚMERO DE PASSOS/DIA (MOMENTO DE AVALIAÇÃO 1 - AV1). EM SEGUIDA, OS INDIVÍDUOS SERÃO ALOCADOS EM DOIS GRUPOS, NUM DELINEAMENTO RANDOMIZADO E CRUZADO (CROSSOVER). UM GRUPO RECEBERÁ UM PEDÔMETRO E UM DIÁRIO ONDE RELATARÁ O NÚMERO DE PASSOS ATINGIDOS EM CADA DIA NAS PRÓXIMAS 4 SEMANAS, E SERÁ ORIENTADO E INCENTIVADO A PERFAZER UM MÍNIMO DE 10.000 PASSOS POR DIA. O OUTRO GRUPO RECEBERÁ UMA APOSTILA COM INFORMAÇÕES SOBRE OS BENEFÍCIOS DE SE CAMINHAR REGULARMENTE E SERÃO ESTIMULADOS A ANDAR MAIS NAS PRÓXIMAS 4 SEMANAS, PORÉM NÃO RECEBERÃO PEDÔMETROS E NÃO TERÃO NENHUM CONTROLE ESCRITO DE SUA ATIVIDADE FÍSICA. OS GRUPOS ENTÃO SE SUBMETERÃO A UM NOVO MOMENTO DE AVALIAÇÃO (AV2), COM AS MESMAS AVALIAÇÕES CONSTANTES NO AV1. APÓS O AV2, OS GRUPOS E AS INTERVENÇÕES SERÃO CRUZADOS E DOIS OUTROS MOMENTOS DE AVALIAÇÃO OCORRERÃO AO FINAL DO SEGUNDO PERÍODO DE 4 SEMANAS (AV3) E 6 MESES DEPOIS (AV4). CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS: ESPERA-SE QUE O PRESENTE ESTUDO ATINJA SEU OBJETIVO AO PROPORCIONAR UM MODO DE VIDA MAIS ATIVO PARA TABAGISTAS, ASSIM COMO MOSTRADO EM VÁRIOS ESTUDOS EM OUTRAS POPULAÇÕES. COMO CONSEQÜÊNCIA, AUMENTAR A CONSCIÊNCIA DE FUMANTES SOBRE A NECESSIDADE DE UM DIA-A-DIA MAIS ATIVO E SAUDÁVEL PODE ESTIMULÁ-LOS TAMBÉM A ABANDONAR O TABAGISMO. PORTANTO, O PRESENTE TRABALHO TRAZ UMA PROPOSTA INÉDITA DE INTERVENÇÃO EM TABAGISTAS QUE, SE BEM-SUCEDIDA, PODE SE CONFIGURAR COMO UM IMPORTANTE FATOR DE MELHORA NA QUALIDADE DE VIDA E MESMO NA SOBREVIDA DESSA POPULAÇÃO, ALÉM DO PROFUNDO IMPACTO ECONÔMICO PELA REDUÇÃO DE CUSTOS RELATIVOS À PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES DA COMBINAÇÃO DO TABAGISMO E INATIVIDADE..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2006 - 2009
Perfil da atividade fisica na vida diária de pacientes portadores de DPOC: ensaio clinica randomizado de uma amostra da cidade de Londrina, Brasil.
Descrição: 2780 horas Resumo do Projeto: A DPOC É CARACTERIZADA POR OBSTRUÇÃO NÃO TOTALMENTE REVERSÍVEL DAS VIAS AÉREAS E GERALMENTE LIGADA AO TABAGISMO CRÔNICO. ALÉM DA LIMITAÇÃO AO FLUXO AÉREO E CONSEQUENTE DISPNÉIA, A DPOC TAMBÉM TEM SIDO RECENTEMENTE DESCRITA COMO UMA DOENÇA COM CONSEQUÊNCIAS SISTÊMICAS. ENTRE ELAS, A PROGRESSIVA PERDA DE CONDICIONAMENTO FÍSICO E DE FORÇA MUSCULAR, O QUE MUITAS VEZES OCORRE INDEPENDENTEMENTE DA GRAVIDADE DO QUADRO PULMONAR. TEM SIDO SUGERIDO QUE A INTERAÇÃO ENTRE DISPNÉIA, DESCONDICIONAMENTO E FRAQUEZA MUSCULAR AGEM COMO UMA ESPÉCIE DE CÍRCULO VICIOSO OU ESPIRAL NEGATIVO, RESULTANDO EM UM NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA DRAMATICAMENTE REDUZIDO NESSA POPULAÇÃO. A METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA EVOLUIU GRANDEMENTE NOS ÚLTIMOS ANOS. EQUIPAMENTOS COMO OS ACELERÔMETROS (OU MONITORES DE ATIVIDADE FÍSICA) FORAM DESENVOLVIDOS E SE TORNARAM DISPONÍVEIS E ACESSÍVEIS PARA PESQUISA CIENTÍFICA. TAL EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA PERMITIU QUE, ULTIMAMENTE, DIVERSOS ESTUDOS CONFIRMASSEM OBJETIVAMENTE A HIPÓTESE DE QUE A ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA NOS PACIENTES COM DPOC É ACENTUADAMENTE REDUZIDA, INCLUINDO UMA SÉRIE DE ESTUDOS DO AUTOR DESSE PROJETO. NO ENTANTO, TODOS ESSES ESTUDOS SÃO BASEADOS NA EUROPA E NOS ESTADOS UNIDOS. COMO JÁ SUGERIDO NA LITERATURA, O CLIMA E DIFERENÇAS SOCIO-CULTURAIS PODEM INFLUENCIAR NO PERFIL DE ATIVIDADE FÍSICA DE DIFERENTES POPULAÇÕES. NO ENTANTO, NÃO EXISTE ATÉ O MOMENTO NA LITERATURA CIENTÍFICA QUALQUER ESTUDO QUANTIFICANDO A ATIVIDADE FÍSICA NA POPULAÇÃO BRASILEIRA DE DPOC ATRAVÉS DE INSTRUMENTOS OBJETIVOS E PRECISOS COMO OS MONITORES DE ATIVIDADE FÍSICA, E COMPARANDO ESSE NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA COM UM GRUPO CONTROLE PAREADO POR IDADE E SEXO. ALÉM DISSO, NÃO SE SABE SE UM TESTE FUNCIONAL SIMPLES COMO O TESTE DA CAMINHADA DE SEIS MINUTOS (TC6) PODE REFLETIR ADEQUADAMANTE O NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA DE PACIENTES BRASILEIROS COM DPOC ASSIM COMO TEM SIDO DEMONSTRADO EM OUTRAS POPULAÇÕES. ATRAVÉS DESSE PROJETO DE PESQUISA SERÁ POSSÍVEL QUANTIFICAR O NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE UMA POPULAÇÃO DE PACIENTES BRASILEIROS PORTADORES DE DPOC E COMPARAR ESSE GRUPO A UM GRUPO CONTROLE. ISSO GERARÁ DIFERENTES CONTRIBUIÇÕES CLÍNICAS: 1) SERÁ POSSÍVEL DETERMINAR QUAL O GRAU DE INATIVIDADE DE PACIENTES COM DPOC EM RELAÇÃO A IDOSOS SAUDÁVEIS, E AS POTENCIAIS CONSEQÜÊNCIAS DESSA INATIVIDADE; 2) SERÁ POSSÍVEL SABER SE HÁ DIFERENÇA ENTRE O NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA DOS PACIENTES BRASILEIROS E EUROPEUS, E DETERMINAR A INFLUÊNCIA DO CLIMA E DE DIFERENÇAS SÓCIO-CULTURAIS NA ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA; 3) SERÁ POSSÍVEL DETERMINAR SE UM TESTE FUNCIONAL SIMPLES COMO O TC6 PODE SER CONSIDERADO COMO UM REFLEXO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA DE PACIENTES COM DPOC, EVITANDO A NECESSIDADE DE MONITORAÇÃO OBJETIVA COM EQUIPAMENTOS CAROS E COMPLEXOS..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Outros Projetos


2008 - 2008
Projeto Piloto para Implantação do Estágio Integrado de Fisioterapia em Atenção Primária à Saúde.
Descrição: Projeto de Pesquisa em Ensino 70 horas Resumo do Projeto: COM A CRIAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) EM 1988, FEZ-SE NECESSÁRIA A REALIZAÇÃO DE MUDANÇAS NA FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE, VISANDO A CONTEMPLAR OS PRINCÍPIOS DO SUS DE INTEGRALIDADE DAS AÇÕES DE SAÚDE, PROMOVENDO ATENDIMENTO QUE PROPORCIONE INTERFACE ENTRE ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE, PREVENÇÃO DE DOENÇAS E DE PRÁTICAS CURATIVAS INDIVIDUAIS E COLETIVAS. O PRESENTE PROJETO TEM COMO OBJETIVO POSSIBILITAR AOS ALUNOS DO 4º ANO DE FISIOTERAPIA O ESTÁGIO EM ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE EM CONSONÂNCIA AOS PRINCÍPIOS DO SUS EM TODAS AS FASES DO CICLO DA VIDA, DESENVOLVENDO HABILIDADES INTERPESSOAIS DE INTERAÇÃO COM A FAMÍLIA E OS DEMAIS PROFISSIONAIS ATUANTES NO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA, VISANDO A CRIAÇÃO DE VÍNCULO E A PRÁTICA DA INTERDISCIPLINARIEDADE. AS ATIVIDADES DO PRESENTE ESTÁGIO SERÃO DESENVOLVIDAS NA ÁRIA DE ABRANGÊNCIA DE UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE (UBS), NO PERÍODO VESPERTINO, COM ATIVIDADES TEÓRICAS E PRÁTICAS. PARTICIPARÃO DO PROCESSO OS 60 ALUNOS DA 4A. SÉRIE DO CURSO DE FISIOTERAPIA, DURANTE O SEGUNDO SEMESTRE DO ANO LETIVO DE 2006, DURANTE O ANO LETIVO DE 2007 E DE 2008, SENDO DIVIDIDOS EM 10 GRUPOS DE SEIS. AS ATIVIDADES EM ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DEVERÃO OCORRER DE ENCONTRO COM AS NECESSIDADES LOCAIS DE SAÚDE APRESENTADAS PELA POPULAÇÃO DA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DA UBS..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
2008 - 2008
Trabalho de conclusão de curso: uma prática necessária na formação de um fisioterapeuta
Descrição: Projeto de Pesquisa em Ensino 200 horas - Bolsista Resumo do Projeto: A EXIGÊNCIA ESTABELECIDA PELA DIRETRIZES CURRICULARES DE UM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PARA A ÁREA DE FISIOTERAPIA É UMA INOVAÇÃO PARA A MAIORIA DOS CURSOS NO BRASIL. ESSA EXIGÊNCIA TEM DEMANDADO ESFORÇOS DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO NO SENTIDO DE QUE ESSES ESTUDOS REPRESENTEM NÃO SOMENTE UM EXERCÍCIO ACADÊMICO, MAS TAMBÉM UM INDICADOR DE QUALIDADE INSTITUCIONAL E POSSÍVEL CONTRIBUIÇÃO PARA A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS SOCIAIS. ESTE PROJETO TEM COMO OBJETIVO PROPORCIONAR AOS DOCENTES E ESTUDANTES, SUBSÍDIOS PARA A PRÁTICA DE ELABORAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. OS TRABALHOS DE PESQUISAS DESENVOLVIDOS PODERÃO SER ELABORADOS EM UMA DAS ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO DO CURSO OU INSERIR-SE NAS LINHAS DE PESQUISA DO DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA, PODENDO SER DE NATUREZA TEÓRICA E/OU EMPÍRICA. PARTICIPARÃO DOCENTES E ESTUDANTES DO QUARTO ANO DO CURSO DE FISIOTERAPIA. O PROJETO POSSIBILITARÁ A CAPACITAÇÃO DOS DOCENTES DO CURSO DE FISIOTERAPIA E POSSIBILITARÁ AOS ESTUDANTES OPORTUNIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM TRABALHO CIENTÍFICO SOB ORIENTAÇÃO DOCENTE, O QUE COMPLEMENTARÁ SUA FORMAÇÃO, FACILITANDO SUA INSERÇÃO NO MERCADO PROFISSIONAL..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
2007 - 2009
Análise Biomecânica dos Movimentos Humanos
Descrição: Projeto de Pesquisa em Ensino 250 horas Resumo do Projeto: O INTERESSE DO HOMEM PELO CONHECIMENTO DO FUNCIONAMENTO DA MÁQUINA HUMANA REMONTA A PERÍODOS LONGÍNQUOS DA HISTÓRIA. ARISTÓTELES, NO ANO DE 384 A.C É CONSIDERADO UM DOS PRECURSORES DESTE TIPO DE ESTUDO, SENDO CHAMADO POR HISTORIADORES DE "PAI DA CINESIOLOGIA". É CONSIDERADO O PRIMEIRO ESTUDIOSO A ANALISAR E DESCREVER O COMPLEXOPROCESSO DA MARCHA. NA EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO AO LONGO DOS SÉCULOS SEGUINTES, OS MÉTODOS E TÉCNICAS DE ESTUDO TORNARAM-SE MAIS PRECISOS E ELLUCIDATIVOS, SENDO QUE NO SÉCULO XIX(DEZENOVE) MUYBRIDGE JÁ SE UTILIZAVA DE RECURSOS FOTOGRÁFICOS PARA REGISTRAR E ANALISAR OS PADRÕES DE MOVIMENTO. ATUALMETE, A UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS COM RECURSOSTRIDIMENCIONAIS VEM SENDO REALIZADA COM MUITA FREQÜÊNCIA, O DESENVOLVIMENTO E A ADAPTAÇÃODA ÁREA DA INFORMÁTICA PARA A ÁREA DA CINESIOLOGIA, TANTO NO QUE DIZ RESPEITO A HARDWARE COMO A SOFTWARE AVANÇOU SIGNIFICATIVAMENTE NA ÚLTIMA DÉCADA. O CONHECIMENTO GERADO PELO ESTUDO DA BIOMECÂNICA VEM SENDO UTILIZADOATUALMENTE PARA A OBTENÇÃO DE MELHORIA NO RENDIMENTO HUMANO NO ESPORTE, NO LAZER, NO TRABALHO, NA ARTE. É IMPORTANTE RESSALTAR QUE NA EXPRESSÃO "MELHORIA DO REDIMENTO HUMANO" ESTÃO INCLUÍDAS AS QUESTÕES RELACIONADAS À PREVENÇÃO DE DISTÚRBIOS E REABILITAÇÃO PÓS DISTÚBIOS. O OBJETIVO DESTE PROJETO DE ENSINO "ANÁLISE BIOMECÂNICA DOS MOVIMENTOS HUMANOS" É APRIMORAR NOSSOS CONHECIMENTOS NA ÁREA DA BIOMECÊNICA DO CORPO HUMANO, VISANDO OBTER UMA MELHOR BASE DE INFORMAÇÕES SOBRE O FUNCIONAMENTO DA MÁQUINA HUMANA. É COM BASE NESTE CONHECIMENTO BIOMECÂNICO QUE OS PROFISSIONAIS DA SAÚDE E EM ESPECIAL OS ACADÊMICOSDA FISIOTERAPIA IRÃO COMPREENDER OS DIFERENTES MÉTODOS DE TRATAMENTO E PREVENÇÃO. O PRJETO ENVOLVE ACADÊMICOS E DOCENTES DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA, JUSTAMENTE POR SER ESTA UMA DAS PROFISSÕES DE MAIOR RESPONSABILIDADE NO PROCESSO DE REABILITAÇÃO ASSIM COMO NAS CONDUTAS PREVENTIVAS..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.


Membro de corpo editorial


2016 - Atual
Periódico: ASSOBRAFIR Ciência


Revisor de periódico


2014 - Atual
Periódico: ASSOBRAFIR Ciência
2014 - Atual
Periódico: Respiratory Medicine
2014 - Atual
Periódico: Fisioterapia e Pesquisa
2015 - Atual
Periódico: Clinics
2016 - Atual
Periódico: Respiratory Care
2017 - Atual
Periódico: PHYSIOTHERAPY THEORY AND PRACTICE
2017 - Atual
Periódico: Journal of Cardiopulmonary Rehabilitation and Prevention
2017 - Atual
Periódico: JOURNAL OF HEALTH SCIENCE
2018 - Atual
Periódico: SAUDI MEDICAL JOURNAL
2018 - Atual
Periódico: Brazilian Journal of Physical Therapy
2018 - Atual
Periódico: DISABILITY AND REHABILITATION
2018 - Atual
Periódico: Jornal Brasileiro de Pneumologia


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Fisioterapia Cardiorrespiratória.
2.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
3.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Tratamento e Prevenção Psicológica/Especialidade: Treinamento e Reabilitação.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.


Prêmios e títulos


2018
Trabalho premiado em terceiro lugar (categoria PÔSTER) no Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória (SIFR) - Manaus (AM), ASSOBRAFIR.
2018
Trabalho premiado com o ERS Congress Sponsorship, European Respiratory Society.
2017
Patronesse da turma 54 do curso de graduação em Fisioterapia, Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Londrina.
2017
Patronesse da turma 32 do curso de graduação em Fisioterapia, Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), Universidade Norte do Paraná.
2017
Trabalho premiado em terceiro lugar (categoria ORAL) no XIV Congresso Londrinense de Fisioterapia (COLFIS), Centro Acadêmico - UEL, UNOPAR e UNIFIL.
2016
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria ORAL) no Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória (SIFR) - Belo Horizonte, ASSOBRAFIR.
2016
Trabalho premiado em terceiro lugar (categoria ORAL) no Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória (SIFR) - Belo Horizonte, ASSOBRAFIR.
2016
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria PÔSTER) no Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória (SIFR) - Belo Horizonte, ASSOBRAFIR.
2016
Trabalho premiado com o ERS Young Scientist Sponsorship 2016 no Annual European Respiratory Congress - Londres, European Respiratory Society (ERS).
2015
Trabalho premiado em segundo lugar (CATEGORIA PÔSTER) no Congresso LFIP 20 anos., Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Pulmonar da UEL e pelo ITEDES.
2014
Trabalho premiado em segundo lugar (CATEGORIA ORAL) no XVII Simpósio Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Terapia Intensiva (SIFR), ASSOBRAFIR.
2013
Trabalho premiado em terceiro lugar (categoria PÔSTER) NO VII Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiraória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, Assobrafir-RS.
2012
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria ORAL) no XI Congresso Londrinense de Fisioterapia, CAFIT-UEL.
2012
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria PÔSTER) na V Jornada de Fisioterapia do Hospital Santa Casa de Maringá, Serviço de Prevenção e Reabilitação Fisioterapêutica da Santa Casa de Maringá.
2012
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria PÔSTER) na V Jornada de Fisioterapia do Hospital Santa Casa de Maringá, Serviço de Prevenção e Reabilitação Fisioterapêutica da Santa Casa de Maringá.
2011
Trabalho premiado em segundo lugar (categoria ORAL) no VI Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, Assobrafir- PR.
2011
Trabalho premiado em terceiro lugar (categoria POSTER) no VI Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, Assobrafir-PR.
2011
Trabalho premiado em segundo lugar (categoria POSTER) no VI Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, Assobrafir-PR.
2010
Trabalho premiado com ERS Silver Sponsorship no ERS Congress, Barcelona, Spain, European Respiratory Society.
2010
Trabalho premiado em segundo lugar (categoria ORAL) no 15 Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória, Assobrafir - RS.
2009
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria ORAL) no V Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória, Assobrafir - SC.
2009
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria PÔSTER) no V Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória, Assobrafir - SC.
2009
Trabalho premiado em segundo lugar (categoria PÔSTER) no V Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória, Assobrafir - SC.
2009
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria PÔSTER) no XVIII Congresso Brasileiro de Fisioterapia, AFB - RJ.
2007
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria ORAL) no IV Congresso Sul-Brasileiro de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, Assobrafir - RS.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
MACHADO, F.V.C.2018MACHADO, F.V.C. ; BISCA, G.W. ; MORITA, A.A. ; RODRIGUES, A. ; PROBST, V.S. ; Furlanetto, K.C. ; PITTA, F. ; HERNANDES, N.A. . Agreement of different reference equations to classify patients with COPD as having reduced or preserved 6MWD. Revista Portuguesa de Pneumologia (English Edition), v. 24, p. 16-22, 2018.

2.
MORITA, A. A.2018MORITA, A. A. ; SILVA, L. K. ; BISCA, G. K. W. ; OLIVEIRA, J. M. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. ; FURLANETTO, K C . Heart Rate Recovery, Physical Activity Level, and Functional Status in Subjects With COPD. Respiratory Care, v. 63, p. 1002-1008, 2018.

3.
SANT?ANNA, THAÍS2018SANT?ANNA, THAÍS ; DONÁRIA, LEILA ; Hernandes, Nidia A. ; Furlanetto, Karina C. ; BARBOSA, DÉCIO S. ; GOSSELINK, RIK ; Pitta, Fabio . Oxygen Desaturation in Daily Life and During a Laboratory-Based Protocol of Activities of Daily Living in COPD: Is There Relationship?. LUNG, v. 196, p. 19-26, 2018.

4.
SCHNEIDER, L. P.2018SCHNEIDER, L. P. ; FURLANETTO, K. C. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA F . Does the wearing time of motion sensor interfere with the choice of physical activity in daily life outcomes of COPD patients?. Fisioterapia e Pesquisa, v. 25, p. 43-48, 2018.

5.
FURLANETTO, K. C.;FURLANETTO, K.;KARINA FURLANETTO;KARINA C. FURLANETTO;KARINA COUTO FURLANETTO;Furlanetto, Karina C.;Furlanetto, Karina Couto;Furlanetto, K.C.;FURLANETTO, KARINA C;FURLANETTO, K C2017FURLANETTO, K. C.; PITTA F . Oxygen therapy devices and portable ventilators for improved physical activity in daily life in patients with chronic respiratory disease. Expert Review of Medical Devices (Print), v. 14, p. 103-115, 2017.

6.
SANT'ANNA, THAÍS2017SANT'ANNA, THAÍS ; DONÁRIA, LEILA ; FURLANETTO, KARINA C ; MORAKAMI, FERNANDA ; RODRIGUES, ANTENOR ; GROSSKREUTZ, TALITA ; HERNANDES, NIDIA A ; GOSSELINK, RIK ; Pitta, Fabio . Development, Validity and Reliability of the Londrina Activities of Daily Living Protocol for Subjects With COPD. Respiratory Care, v. 62, p. 288-297, 2017.

7.
MESQUITA, RAFAEL2017MESQUITA, RAFAEL SPINA, GABRIELE Pitta, Fabio DONAIRE-GONZALEZ, DAVID DEERING, BRENDA M PATEL, MEHUL S MITCHELL, KATY E ALISON, JENNIFER VAN GESTEL, ARNOLDUS JR ZOGG, STEFANIE GAGNON, PHILIPPE ABASCAL-BOLADO, BEATRIZ VAGAGGINI, BARBARA GARCIA-AYMERICH, JUDITH JENKINS, SUE C ROMME, ELISABETH APM KON, SAMANTHA SC ALBERT, PAUL S WASCHKI, BENJAMIN SHRIKRISHNA, DINESH SINGH, SALLY J HOPKINSON, NICHOLAS S MIEDINGER, DAVID BENZO, ROBERTO P MALTAIS, FRANÇOIS , et al.PAGGIARO, PIERLUIGI MCKEOUGH, ZOE J POLKEY, MICHAEL I HILL, KYLIE MAN, WILLIAM D-C CLARENBACH, CHRISTIAN F HERNANDES, NIDIA A SAVI, DANIELA WOOTTON, SALLY FURLANETTO, KARINA C CINDY NG, LI W VAES, ANOUK W JENKINS, CHRISTINE EASTWOOD, PETER R JARRETA, DIANA KIRSTEN, ANNE BROOKS, DINA HILLMAN, DAVID R SANT?ANNA, THAÍS MEIJER, KENNETH DÜRR, SELINA RUTTEN, ERICA PA KOHLER, MALCOLM PROBST, VANESSA S TAL-SINGER, RUTH GIL, ESTHER GARCIA DEN BRINKER, ALBERTUS C LEUPPI, JÖRG D CALVERLEY, PETER MA SMEENK, FRANK WJM COSTELLO, RICHARD W GRAMM, MARCO GOLDSTEIN, ROGER GROENEN, MIRIAM TJ MAGNUSSEN, HELGO WOUTERS, EMIEL FM ZUWALLACK, RICHARD L AMFT, OLIVER WATZ, HENRIK SPRUIT, MARTIJN A ; Physical activity patterns and clusters in 1001 patients with COPD. CHRONIC RESPIRATORY DISEASE (ONLINE), v. 14, p. 256-269, 2017.

8.
FURLANETTO, K C2017FURLANETTO, K C; PITTA, F. . Editorial: Terminologias para descrever ausculta pulmonar: mudanças necessárias que nos atingem?. ASSOBRAFIR CIÊNCIA, v. 8, p. 7-9, 2017.

9.
FURLANETTO, KARINA C2017 FURLANETTO, KARINA C; Donária, Leila ; SCHNEIDER, LORENA P ; LOPES, JOSÉ R ; RIBEIRO, MARCOS ; FERNANDES, KAREN BP ; HERNANDES, NIDIA A ; PITTA, FABIO . Sedentary Behavior Is an Independent Predictor of Mortality in Subjects With COPD. Respiratory Care, v. 62, p. 579-587, 2017.

10.
TRAVASSOS, A2017TRAVASSOS, A ; RODRIGUES, A ; FURLANETTO, K C ; DONÁRIA, L ; BISCA, G W ; NELLESSEN, A G ; PITTA, F ; HERNANDES, N A . Fat-free mass depletion in patients with COPD in Brazil: development of a new cutoff point and its relation with mortality and extrapulmonary manifestations. EUROPEAN JOURNAL OF CLINICAL NUTRITION, v. 71, p. 1285-1290, 2017.

11.
Furlanetto, Karina Couto2017 Furlanetto, Karina Couto; DEMEYER, HELEEN ; SANT'ANNA, THAIS ; Hernandes, Nidia Aparecida ; Camillo, Carlos Augusto ; PONS, IGNASI SERRA ; Gosselink, Rik ; Troosters, Thierry ; PITTA, FABIO . Physical Activity of Patients with COPD from Regions with Different Climatic Variations. COPD. JOURNAL OF CHRONIC OBSTRUCTIVE PULMONARY DISEASE, v. 14, p. 276-283, 2017.

12.
MORAKAMI, FERNANDA KAZMIERSKI2017MORAKAMI, FERNANDA KAZMIERSKI ; MORITA, ANDREA AKEMI ; BISCA, GIANNA WALDRICH ; FELCAR, JOSIANE MARQUES ; RIBEIRO, MARCOS ; Furlanetto, Karina Couto ; Hernandes, Nidia Aparecida ; PITTA, FABIO . Can the six-minute walk distance predict the occurrence of acute exacerbations of COPD in patients in Brazil?. Jornal Brasileiro de Pneumologia, v. 43, p. 280-284, 2017.

13.
PAES, THAÍS2017PAES, THAÍS ; BELO, LETÍCIA FERNANDES ; DA SILVA, DIEGO RODRIGUES ; MORITA, ANDREA AKEMI ; Donária, Leila ; FURLANETTO, K. C. ; SANT'ANNA, THAÍS ; PITTA F ; Hernandes, Nidia Aparecida . Londrina Activities of Daily Living Protocol: Reproducibility, Validity, and Reference Values in Physically Independent Adults Age 50 Years and Older. Respiratory Care, v. 62, p. 298-306, 2017.

14.
FURLANETTO, K. C.2016 FURLANETTO, K. C.; PINTO, I. F. S. ; SANT?ANNA, T. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Profile of patients with chronic obstructive pulmonary disease classified as physically active and inactive according to different thresholds of physical activity in daily life.. Revista Brasileira de Fisioterapia (Impresso), v. .20, p. 517-524, 2016.

15.
SHNEIDER, L. P.2015SHNEIDER, L. P. ; SANT?ANNA, T. ; NANDI, G. ; FURLANETTO, K. C. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Comparação entre sensores de movimento quanto à estimativa do gasto energético em jovens saudáveis. ASSOBRAFIR Ciência, v. 6, p. 65-73, 2015.

16.
MOREIRA, G. L.2015MOREIRA, G. L. ; DONARIA, L. ; FURLANETTO, K. C. ; PAES, T. ; SANT'ANNA, T. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . GOLD B-C-D groups or GOLD II-III-IV grades: Which one better reflects the functionality of patients with chronic obstructive pulmonary disease?. Chronic Respiratory Disease (Print), v. 12, p. 102-110, 2015.

17.
MANTOANI, LEANDRO C.2014MANTOANI, LEANDRO C. ; Furlanetto, Karina C. ; Kovelis, Demétria ; Proença, Mahara ; Zabatiero, Juliana ; BISCA, GIANNA ; MORITA, ANDRÉA ; Pitta, Fabio . Long-term Effects of a Program to Increase Physical Activity in Smokers. Chest (American College of Chest Physicians), v. 146, p. 1627, 2014.

18.
Furlanetto, Karina Couto2014Furlanetto, Karina Couto; Mantoani, Leandro Cruz ; BISCA, GIANNA ; MORITA, ANDREA AKEMI ; Zabatiero, Juliana ; Proença, Mahara ; Kovelis, Demétria ; Pitta, Fabio . Reduction of physical activity in daily life and its determinants in smokers without airflow obstruction. Respirology (Carlton South. Print), v. 19, p. n/a-n/a, 2014.

19.
ZABATIERO, J.2014ZABATIERO, J. ; KOVELIS, D. ; FURLANETTO, K. C. ; MANTOANI, L. C. ; PROENCA, M. ; PITTA F . Comparison of Two Strategies Using Pedometers to Counteract Physical Inactivity in Smokers. Nicotine & Tobacco Research, v. 16, p. 562-568, 2014.

20.
Kovelis, Demétria2012Kovelis, Demétria ; Zabatiero, Juliana ; Furlanetto, Karina Couto ; Mantoani, Leandro Cruz ; Proença, Mahara ; Pitta, Fabio . Short-Term Effects of Using Pedometers to Increase Daily Physical Activity in Smokers: A Randomized Trial. Respiratory Care, v. 57, p. 1089-1097, 2012.

21.
PROENCA, M. G. L.2012PROENCA, M. G. L. ; PITTA F ; KOVELIS, D. ; MANTOANI, L. C. ; FURLANETTO, K. C. ; ZABATIERO, J. G. ; RAMOS, D. ; RAMOS, E. M. C. . Mucociliary clearance and its relation with the level of physical activity in daily life in healthy smokers and nonsmokers. Revista Portuguesa de Pneumologia, v. 18, p. 233-238, 2012.

22.
BISCA, G. K. W.2011BISCA, G. K. W. ; ARAÚJO, P. A. ; TREVIZAN, P. F. ; FURLANETTO, K. C. ; MATHEUS, G. B. . Atividades funcionais e sua relação com a capacidade física em idosos com insuficiência cardíaca. Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado de Sao Paulo, v. 21, p. 8-13, 2011.

23.
Furlanetto, Karina C.2010 Furlanetto, Karina C.; Bisca, Gianna W. ; Oldemberg, Nicoli ; Sant'Anna, Thaís J. ; Morakami, Fernanda K. ; Camillo, Carlos A. ; Cavalheri, Vinicius ; Hernandes, Nidia A. ; Probst, Vanessa S. ; Ramos, Ercy M. ; Brunetto, Antonio F. ; Pitta, Fábio . Step Counting and Energy Expenditure Estimation in Patients With Chronic Obstructive Pulmonary Disease and Healthy Elderly: Accuracy of 2 Motion Sensors. Archives of Physical Medicine and Rehabilitation (Print), v. 91, p. 261-267, 2010.

Capítulos de livros publicados
1.
Furlanetto, Karina C.; Hernandes, Nidia A. ; PITTA, FABIO . Patient-Centered Outcomes. Textbook of Pulmonary Rehabilitation. 1ed.: Springer International Publishing, 2018, v. , p. 253-272.

2.
KARINA FURLANETTO; DONARIA, L. ; PROENCA, M. ; PITTA, F. . Treinamento dos Músculos Respiratórios. In: Maria da Glória Rodrigues Machado. (Org.). Bases da Fisioterapia Respiratória. 2ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018, v. , p. 147-154.

3.
CAMILLO, C. A. ; FURLANETTO, K. C. ; PITTA, F. . Barreiras Associadas à Redução da Atividade Física na Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. In: Jocimar Avelar Martins; Marlus Karsten; Simone Dal Corso.. (Org.). PROFISIO - Programa de Atualização em Fisioterapia Cardiovascular e Respiratória - Ciclo 3. 1ed.Porto Alegra: Artmed Panamericana, 2017, v. 3, p. 9-38.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
CORREIA, N. B. S. ; SANTOS, M. M. P. ; MANTOAN, M. ; JERONIMO, T. S. ; ALBUQUERQUE, A. A. ; ZANIN, B. O. ; OLIVEIRA, J. M. ; MORITA, A. A. ; KARINA FURLANETTO . Existe diferença entre os protocolos do teste sit-to-stand e correlações com os testes funcionais em indivíduos saudáveis?. In: 20º Encontro Acadêmico Cientifico ? Kroton, 2017, Londrina. Anais do 20º Encontro Acadêmico Cientifico ? Kroton, 2017.

2.
SPOSITON, T. ; RODRIGUES, A. ; FURLANETTO, K. C. . Prevalência dos fatores preditores de mortalidade em pacientes com DPOC que procuram um programa de reabilitação pulmonar. In: XXV Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), 2016, Londrina. Anais do XXV EAIC, 2016.

3.
KNOOR, B. ; FURLANETTO, K. C. ; PITTA, F. . Influência de diferentes posturas e do tempo andando sobre o nível de atividade física de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. In: Encontro Anual de Iniciação Científica da UEL (EAIC), 2015, Londrina. Anais do Encontro Anual de Iniciação Científica da UEL, 2015.

4.
PINTO, I. F. S. ; FURLANETTO, K. C. ; SANT?ANNA, T. ; SHNEIDER, L. P. ; NANDI, G. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Perfil de pacientes com DPOC fisicamente ativos e inativos de acordo com diferentes formas de classificar o nível de atividade física na vida diária. In: XXIII Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), 2014, Londrina. Anais do XXIII EAIC, 2014. p. 1-4.

5.
GROSSKREUTZ, T. ; PAES, T. ; DONARIA, L. ; FURLANETTO, K. C. ; SANT?ANNA, T. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Atividades de vida diária em pacientes com DPOC: correlação entre as formas de avaliação objetiva e subjetiva - resultados preliminares. In: XXIII Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), 2014, Londrina. Anais do XXIII EAIC, 2014. p. 1-4.

6.
LOPES, J. R. R. ; FURLANETTO, K. C. ; SHNEIDER, L. P. ; SANT?ANNA, T. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Atividade física na vida diária relacionada ao histórico de tabagismo em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. In: 17o. Encontro de Atividades Científicas (EAC), 2014, Londrina. Anais do 17 EAC, 2014.

7.
GROSSKREUTZ, T. ; FURLANETTO, K. C. ; DONARIA, L. ; SANT?ANNA, T. ; PAES, T. ; PITTA, F. . Relação do COPD Assessment Teste (CAT) com fatores vinculados à mortalidade de pacientes com DPOC. In: Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), 2013, Foz do Iguaçu - PR. Anais do 22o. EAIC / EAITI, 2013.

8.
NANDI, G. ; SHNEIDER, L. P. ; SANT?ANNA, T. ; FURLANETTO, K. C. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Comparação entre duas classificações de tempo gasto em sedentarismo em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. In: Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), 2013, Foz do Iguaçu - PR. Anais do 22o. EAIC / EAITI, 2013.

9.
IKEZAKI, F. I. ; NELLESSEN, A. G. ; RODRIGUES, A. L. L. ; FURLANETTO, K. C. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Perfil dos pacientes com DPOC que realizam treinamento contínuo ou intervalado de alta intensidade. In: Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), 2013, Foz do Iguaçu - PR. Anais do 22o. EAIC / EAITI, 2013.

10.
IKEZAKI, F. I. ; LAMARI, M. M. ; HERNANDES, N. A. ; SANTANNA, T. J. ; FURLANETTO, K. C. ; PITTA, F. . Mudança na forma de treinamento após 12 semanas de treinamento físico de alta intensidade com pacientes com DPOC. In: 21o. Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), 2012, Maringá-PR. Anais do 21o. EAIC / 2o. EAITI, 2012.

11.
GOBBI, C. ; PROENCA, M. G. L. ; KOVELIS, D. ; MANTOANI, L. C. ; FURLANETTO, K. ; RAMOS, E. M. ; PITTA, F. . Impacto da ansiedade e depressão na qualidade de vida de tabagistas. In: Encontro Nacional de Iniciação Científica (EAIC), 2011, Ponta Grossa. Anais do Encontro Nacional de Iniciação Científica, 2011.

12.
GOBBI, C. ; PROENCA, M. G. L. ; FURLANETTO, K. C. ; MANTOANI, L. C. ; KOVELIS, D. ; RAMOS, E. M. ; PITTA, F. . Impacto da ansiedade e depressão na qualidade de vida de tabagistas. In: I Congresso de Iniciação Científica e Pós Graduação - Sul Brasil, 2010, Florianópolis. Anais do I Congresso de Iniciação Científica e Pós Graduação - Sul Brasil, 2010.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
PITTA, F. ; MACHADO, F. V. C. ; SCHNEIDER, L. P. ; FONSECA, J. ; BELO, L. F. ; BONOMO, C. ; FARIA, L. M. M. ; MORITA, A. A. ; RODRIGUES, A. ; FURLANETTO, K C ; CAMILLO, C. A. ; PROBST. V. S. ; FRANSSEN, F. ; SPRUIT, M. A. ; HERNANDES, N. A. . Body Composition Abnormalities Are Associated with Clinical Characteristics and Physical Function in Patients with COPD. In: American Thoracic Society Annual Congress, 2018, San Diego. Am J Respir Crit Care Med, 2018. v. 197. p. A4330.

2.
SPOSITON, T. ; RODRIGUES, A. ; FONSECA, J. ; SANTIN, L. ; OLIVEIRA, J. M. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. ; KARINA FURLANETTO . Ponto de corte de força muscular periférica para o teste de uma repetição máxima e sua associação com mortalidade em pacientes com DPOC. In: XIX Simpósio Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2018, Manaus. ASSOBRAFIR Ciência, 2018. v. 9. p. '1-494.

3.
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MANTOANI, L. C. ; GONCALVES, N. S. ; KOVELIS, D. ; FURLANETTO, K. C. ; PITTA, F. . Comparação de indivíduos tabagistas saudáveis com diferentes níveis de atividade física diária. In: V Congresso SulBrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória, 2009, Florianópolis-SC. Revista Inspirar, 2009. v. 1.

161.
PROENCA, M. G. L. ; GOLIAS, C. ; ZABATIERO, J. ; FURLANETTO, K. ; KOVELIS, D. ; MANTOANI, L. C. ; RAMOS, E. M. ; PITTA, F. . Perfil de fumantes e sua relação com atividade física na vida diária e qualidade de vida. In: V Congresso SulBrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória, 2009, Florianópolis-SC. Revista Inspirar, 2009. v. 1.

162.
GONCALVES, N. S. ; FELICI, J. A. C. ; KOVELIS, D. ; MANTOANI, L. C. ; FURLANETTO, K. C. ; BAVIA, D. ; MIOTTO, J. C. ; ZABATIERO, J. ; PITTA, F. . Fluxo expiratório forçado médio, atividade física, TC6mim e hábitos tabágicos em fumantes saudáveis. In: V Congresso SulBrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória, 2009, Florianópolis-SC. V Congresso SulBrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória, 2009. v. 1.

163.
CAVALARO, A. E. P. ; FURLANETTO, K. C. ; GOLIAS, C. ; BARBOZA, N. M. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Força muscular periférica e sua correlação com a capacidade de exercício em DPOC. In: V Congresso SulBrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória, 2009, Florianópolis-SC. Revista Inspirar, 2009. v. 1.

164.
CAVALARO, A. E. P. ; FURLANETTO, K. C. ; GOLIAS, C. ; BARBOZA, N. M. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Análise de diferentes fórmulas de predição de força muscular em DPOC. In: V Congresso SulBrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória, 2009, Florianópolis-SC. Revista Inspirar, 2009. v. 1.

165.
FURLANETTO, K. C.; RIBEIRO, P. ; FREITAS, P. ; ALMEIDA, I. R. F. ; KLETTINGUER, K. ; GONCALVES, S. G. ; SILVA, A. L. R. . Comparação do Centro de Massa entre Indivíduos Saudáveis e Paraplégicos.. In: VIII Congresso Londrinense de Fisioterapia, 2008, Londrina. Anais do VIII Congresso Londrinense de Fisioterapia, 2008.

166.
FURLANETTO, K. C.; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Força muscular periférica e sua relação com o índice BODE em pacientes com DPOC.. In: VIII Congresso Londrinense de Fisioterapia, 2008, Londrina. Anais do VIII Congresso Londrinense de Fisioterapia, 2008.

167.
CAVALARO, A. E. P. ; FURLANETTO, K. C. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Melhora da Força Muscular e sua Correlação com a Atividade física Diária em Pacientes com DPOC.. In: VIII Congresso Londrinense de Fisioterapia, 2008, Londrina. Anais do VIII Congresso Londrinense de Fisioterapia, 2008.

168.
FURLANETTO, K. C.; BISCA, G. K. W. ; MORAKAMI, F. K. ; SEGRETTI, N. O. ; SANTANNA, T. J. ; CAMILLO, C. A. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Análise da acurácia do monitor SenseWear® Armband e do pedômetro Digiwalker® Yamax 701 na contagem de passos e na estimativa do gasto energético em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e em idosos saudáveis.. In: V Congresso Científico e VIII Simpósio de Experiências e Pesquisas Integradas de Ensino, Serviços e Comunidade (SEPIESC), 2008, Londrina. Anais do V Congresso Científico e VIII Simpósio de Experiências e Pesquisas Integradas de Ensino, Serviços e Comunidade (SEPIESC), 2008.

169.
OLIVEIRA, N. H. ; PITTA, F. ; MORAES, V. C. ; TAKAKI, M. ; FURLANETTO, K. C. ; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. . Força Muscular respiratória e sua Correlação com a Força Muscular Periférica em Pacientes com DPOC.. In: 14º Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2008, Recife. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2008. v. 12. p. 19-20.

170.
CAVALARO, A. E. P. ; FURLANETTO, K. C. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Melhora da Força Muscular e sua Correlação com a Atividade Física Diária em Pacientes com DPOC.. In: 14º Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2008, Recife. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2008. v. 12. p. 88.

171.
FURLANETTO, K. C.; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Características da Avaliação da Força de Preensão Palmar em Pacientes com DPOC.. In: II InterCobraf ? Congresso Brasileiro de Fisioterapia, 2008, Curitiba. Revista de Fisioterapia da Universidade de São Paulo., 2008. v. 15.

172.
FURLANETTO, K. C.; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Características da Avaliação da Força de Preensão Palmar em Pacientes com DPOC.. In: 14º Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2008, Recife. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2008. v. 12. p. 88.

173.
FURLANETTO, K. C.; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Força muscular periférica e índice BODE em pacientes com DPOC. In: II InterCobraf ? Congresso Brasileiro de Fisioterapia, 2008, Curitiba. Revista de Fisioterapia da Universidade de São Paulo, 2008. v. 15.

174.
FURLANETTO, K. C.; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Força muscular periférica e índice BODE em pacientes com DPOC. In: 14º Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2008, Recife. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2008.

175.
FURLANETTO, K. C.; CARVALHO, M. J. ; SANVEZO, N. M. ; SEGRETTI, N. O. ; COLANGE, A. L. ; PITTA, F. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. . Relação entre a Melhora das AVD?s e Aumento da Força Muscular Periférica Após Treinamento Físico em Pacientes com DPOC. In: VII Congresso Londrinense de Fisioterapia, 2007, Londrina. Anais do VII Congresso Londrinense de Fisioterapia, 2007.

176.
SANVEZO, N. M. ; CARVALHO, M. J. ; FURLANETTO, K. C. ; SEGRETTI, N. O. ; COLANGE, A. L. ; PITTA, F. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. . Atividades da Vida diária e Força Muscular Periférica na DPOC.. In: 10º Encontro de Atividades Cientificas da UNOPAR, 2007, Londrina. Anais do 10º Encontro de Atividades Cientificas da UNOPAR, 2007.

177.
MONTEIRO, F. F. ; OLIVEIRA, S. C. ; UMENO, A. C. Y. ; CARVALHO, M. J. ; MANTOANI, L. C. ; HIRATA, R. ; SOUZA, N. D. ; BISCA, G. K. W. ; ORTEGA, L. M. ; FURLANETTO, K. C. ; SANVEZO, N. M. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . A Composição Corporal Reflete Melhor a Endurance ou a Força Muscular em Pacientes com DPOC?. In: IV Congresso Sul-Brasileiro de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva e V Jornada Gaúcha de Fisioterapia Respiratória e Terapia Intensiva, 2007, Santa Cruz do Sul. Anais do IV Congresso Sul-Brasileiro de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva e V Jornada Gaúcha de Fisioterapia Respiratória e Terapia Intensiva, 2007.

178.
CARVALHO, M. J. ; SANVEZO, N. M. ; FURLANETTO, K. C. ; SEGRETTI, N. O. ; COLANGE, A. L. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . O aumento da Força Muscular se Correlaciona com a Melhora nas Atividades de Vida diária na DPOC?. In: IV Congresso Sul-Brasileiro de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva e V Jornada Gaúcha de Fisioterapia Respiratória e Terapia Intensiva, 2007, Santa Cruz do Sul. Anais do IV Congresso Sul-Brasileiro de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva e V Jornada Gaúcha de Fisioterapia Respiratória e Terapia Intensiva, 2007.

179.
ZECHIM, F. C. ; FANTI, F. G. ; MORAKAMI, F. K. ; BISCA, G. K. W. ; FURLANETTO, K. C. ; PEREIRA, L. M. ; TRELHA, C. . Prevenções de Lesões Músculo Esqueléticas em Trabalhadores da Construção Civil.. In: III Congresso Científico e VI Simpósio de Experiências e Pesquisas Integradas de Ensino, Serviços e Comunidade (SEPIESC), 2006, Londrina. Anais do III Congresso Científico e VI Simpósio de Experiências e Pesquisas Integradas de Ensino, Serviços e Comunidade (SEPIESC), 2006.

Artigos aceitos para publicação
1.
RODRIGUES, A. ; CAMILLO, C. A. ; FURLANETTO, K C ; PAES, T. ; MORITA, A. A. ; SPOSITON, T. ; RIBEIRO, M. ; PROBST. V. S. ; DONARIA, L. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA F . Cluster analysis identifying patients with COPD at high-risk of 2-year all-cause 2 mortality. Chronic Respiratory Disease, 2018.

2.
FARIA, L. M. M. ; SILVA, D. R. ; DONÁRIA, LEILA ; FURLANETTO, K C ; MACHADO, F. V. C. ; SCHNEIDER, L. P. ; RIBEIRO, M. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Difference between slow and forced vital capacity and its relationship with dynamic hyperinflation in patients with chronic obstructive pulmonary disease. LUNG, 2018.

3.
SCHNEIDER, L. P. ; FURLANETTO, K C ; RODRIGUES, A. ; LOPES, JOSÉ R ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Sedentary behaviour and physical inactivity in patients with chronic obstructive pulmonary disease: Two sides of the same coin?. COPD-Journal of Chronic Obstructive Pulmonary Disease, 2018.

Apresentações de Trabalho
1.
PITTA, F. ; MACHADO, F. V. C. ; SCHNEIDER, L. P. ; FONSECA, J. ; BELO, L. F. ; BONOMO, C. ; FARIA, L. M. M. ; MORITA, A. A. ; RODRIGUES, A. ; FURLANETTO, K C ; CAMILLO, C. A. ; PROBST. V. S. ; FRANSSEN, F. ; SPRUIT, M. A. ; HERNANDES, N. A. . Body Composition Abnormalities Are Associated with Clinical Characteristics and Physical Function in Patients with COPD. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

2.
HIRATA, R. ; SCHNEIDER, L. P. ; LOPES, J. R. R. ; BERTOCHE, M. P. ; OLIVEIRA, J. M. ; BONOMO, C. ; MACHADO, F. V. C. ; BELO, L. F. ; PAES, T. ; RODRIGUES, A. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. ; KARINA FURLANETTO . Heterogeneity of physical activity and its relationship with clinical outcomes in patients with COPD. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

3.
FURLANETTO, K C. Sedentary behaviour and physical inactivity in patients with COPD: two sides of the same coin?. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

4.
LOPES, J. R. R. ; FURLANETTO, K C ; SCHNEIDER, L. P. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Effects of smoking history on the benefits of pulmonary rehabilitation in patients with COPD. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

5.
FURLANETTO, K. C.; DONARIA, L. ; SHNEIDER, L. P. ; LOPES, J. R. R. ; RIBEIRO, M. ; FERNANDES, K. P. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Quanto tempo gasto em sedentarismo aumenta o risco de mortalidade em pacientes com DPOC?. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

6.
FURLANETTO, K. C.; DONARIA, L. ; SHNEIDER, L. P. ; LOPES, J. R. R. ; RIBEIRO, M. ; FERNANDES, K. P. ; CAMILLO, C. A. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . How much time spent per day in sedentary behavior increases mortality risk in patients with COPD?. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

7.
FURLANETTO, K. C.; DEMEYER, H. ; SANT?ANNA, T. ; HERNANDES, N. A. ; CAMILLO, C. A. ; SHNEIDER, L. P. ; FARIA, L. M. M. ; NANDI, G. ; FONSECA, J. ; HORNIKX, M. ; SMEETS, A. ; GOSSELINK, R. ; TROOSTERS, T. ; PITTA, F. . Summerwinter variability of physical activity in daily life: comparison between Brazilian and Belgian patients with COPD. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

8.
FURLANETTO, K. C.; DEMEYER, H. ; SANT?ANNA, T. ; FARIA, L. M. M. ; NANDI, G. ; SHNEIDER, L. P. ; FONSECA, J. ; GROSSKREUTZ, T. ; CAMILLO, C. A. ; TROOSTERS, T. ; PITTA, F. . Atividade física na vida diária no verão e no inverno de pacientes com DPOC brasileiros e belgas.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

9.
FURLANETTO, K. C.; DEMEYER, H. ; SANT?ANNA, T. ; HERNANDES, N. A. ; CAMILLO, C. A. ; GOSSELINK, R. ; TROOSTERS, T. ; PITTA, F. . Comparação da variação do nível de atividade física na vida diária entre verão e inverno em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica brasileiros e belgas. 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

10.
FURLANETTO, K. C.; DONARIA, L. ; SANT?ANNA, T. ; SHNEIDER, L. P. ; NANDI, G. ; FERNANDES, K. P. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Como identificar sedentarismo em pacientes com DPOC: um ponto de corte e sua relação com mortalidade. 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

11.
FURLANETTO, K. C.; MANTOANI, L. C. ; BISCA, G. K. W. ; MORITA, A. ; ZABATIERO, J. ; PROENCA, M. ; KOVELIS, D. ; PITTA, F. . Reduction of physical activity in daily life and its determinants in smokers without airflow obstruction. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

12.
FURLANETTO, K. C.; FELICI, J. A. C. ; BISCA, G. K. W. ; MORITA, A. ; PROENCA, M. ; ZABATIERO, J. ; MANTOANI, L. C. ; KOVELIS, D. ; PITTA, F. . Quantifying the variability of physical activity in daily life caused by seasonality in smokers. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

13.
FURLANETTO, K. C.; ZABATIERO, J. ; KOVELIS, D. ; MANTOANI, L. C. ; PROENCA, M. ; MORITA, A. ; FELICI, J. A. C. ; PITTA, F. . Por que devemos realizar programas de incentivi a atividade física em tabagistas saudáveis?. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

14.
FURLANETTO, K. C.; ZABATIERO, J. ; KOVELIS, D. ; MANTOANI, L. C. ; PROENCA, M. ; MORITA, A. ; FELICI, J. A. C. ; PITTA, F. . Comparação entre duas estratégias que se utilizam de pedômetros para combater a inatividade física em tabagistas. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

15.
FURLANETTO, K. C.; ZABATIERO, J. ; MANTOANI, L. C. ; PROENCA, M. G. L. ; MORITA, A. ; FELICI, J. A. C. ; KOVELIS, D. ; PITTA, F. . Como classificar indivíduos em fisicamente ativos ou inativos através da contagem de passos/dia?. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

16.
FURLANETTO, K. C.; MANTOANI, L. C. ; KOVELIS, D. ; ZABATIERO, J. ; PROENCA, M. G. L. ; FELICI, J. A. C. ; PITTA, F. . Profile of physical activity in daily life in apparently healthy smokers and its correlate factors. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

17.
FURLANETTO, K. C.; MANTOANI, L. C. ; KOVELIS, D. ; GONCALVES, N. S. ; FELICI, J. A. C. ; MIOTTO, J. C. ; PROENCA, M. G. L. ; PITTA, F. . Effectiveness of an intervention aimed at increasing physical activity in daily life in healthy smokers. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

18.
FURLANETTO, K. C.; MANTOANI, L. C. ; KOVELIS, D. ; ZABATIERO, J. ; PROENCA, M. G. L. ; HERNANDES, N. A. ; CAMILLO, C. A. ; PITTA, F. . What is the best combination of two days to assess physical activity in smokers?. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

19.
FURLANETTO, K. C.; BISCA, G. K. W. ; OLDEMBERG, N. ; SANTANNA, T. J. ; MORAKAMI, F. K. ; CAMILLO, C. A. ; CAVALHERI, V. ; HERNANDES, N. A. ; PROBST. V. S. ; RAMOS, E. M. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Estimativa de gasto energético e contagem de passos em pacientes com DPOC e idosos saudáveis. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

20.
FURLANETTO, K. C.; MANTOANI, L. C. ; KOVELIS, D. ; HERNANDES, N. A. ; CAMILLO, C. A. ; PITTA, F. . Qual a melhor combinação de dois dias da semana para avaliar atividade física diária em tabagista. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

21.
FURLANETTO, K. C.; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Força muscular periférica e índice BODE em pacientes com DPOC. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

22.
FURLANETTO, K. C.; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Características da Avaliação da Força de Preensão Palmar em Pacientes com DPOC.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

23.
FURLANETTO, K. C.; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Características da avaliação da força de preensão palmar em pacientes com DPOC. 2008. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

24.
FURLANETTO, K. C.; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Força muscular periférica e índice BODE em pacientes com DPOC. 2008. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

25.
FURLANETTO, K. C.; FREITAS, P. ; RIBEIRO, P. ; ALMEIDA, I. R. F. ; KLETTINGUER, K. ; GONCALVES, S. G. ; SILVA, A. L. R. . Comparação do Centro de Massa entre Indivíduos Saudáveis e Paraplégicos.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

26.
FURLANETTO, K. C.; CAVALARO, A. E. P. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Força muscular periférica e sua relação com o índice BODE em pacientes com DPOC.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

27.
FURLANETTO, K. C.; CARVALHO, M. J. ; SANVEZO, N. M. ; OLDEMBERG, N. ; COLANGE, A. L. ; PITTA, F. ; PROBST. V. S. ; BRUNETTO, A. F. . Relação entre a Melhora das AVD?s e Aumento da Força Muscular Periférica Após Treinamento Físico em Pacientes com DPOC. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções bibliográficas
1.
PITTA, F. ; SCHNEIDER, L. P. ; FURLANETTO, K C . Sedentary behavior and physical inactivity: how far are we in the differentiation of these terms and their implications in patients with COPD? 2018 (Quarterly Bite - American Thoracic Society).

2.
FURLANETTO, K C; PITTA, F. . Terminologias para descrever ausculta pulmonar: mudanças necessárias que nos atingem?. ASSOBRAFIR Ciência, 2017 (Editorial).


Produção técnica
Trabalhos técnicos
1.
FURLANETTO, K C. Consultora ?ad hoc? - emissão de pareceres técnico-científicos na Chamada de Projetos e Alunos do Programa de Pesquisa e Iniciação Científica da Kroton. 2018.

2.
FURLANETTO, K C. Consultora ?ad hoc? - seleção trabalhos científicos enviados para o XIX Simpósio Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. 2018.

3.
FURLANETTO, K C. Banca examinadora no 9º Seminário de Iniciação Científica realizado na Universidade Pitágoras Unopar - UNOPAR,. 2018.

4.
FURLANETTO, K C. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Pôster - Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva. 2018.

5.
FURLANETTO, K C. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Pôster - IX Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em terapia Intensiva (ASSOBRAFIR). 2017.

6.
FURLANETTO, K C. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Pôster - European Respiratory Society Annual Congress 2017. 2017.

7.
FURLANETTO, K C. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Oral - Simpósio de Experiências e Pesquisas Integradas Ensino, Serviços e Comunidade (SEPIESC) do CCS-UEL. 2017.

8.
FURLANETTO, K C. Banca examinadora no 8º Seminário de Iniciação Científica realizado na Universidade Pitágoras Unopar - UNOPAR,. 2017.

9.
FURLANETTO, K C. Consultora ?ad hoc? - seleção trabalhos científicos enviados para o IX Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva (SULBRAFIR). 2017.

10.
FURLANETTO, K. C.. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Oral - Simpósio de Experiências e Pesquisas Integradas Ensino, Serviços e Comunidade (SEPIESC) do CCS-UEL. 2016.

11.
FURLANETTO, K. C.. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Oral - Simpósio de Experiências e Pesquisas Integradas Ensino, Serviços e Comunidade (SEPIESC) do CCS-UEL. 2015.

12.
FURLANETTO, K. C.. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Pôster - XIII Congresso Londrinense de Fisioterapia. 2015.

13.
FURLANETTO, K. C.. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Pôster - Congresso dos 35 anos da Fisioterapia da UEL. 2014.

14.
FURLANETTO, K. C.. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Oral - Simpósio de Experiências e Pesquisas Integradas Ensino, Serviços e Comunidade (SEPIESC) do CCS-UEL. 2014.

15.
FURLANETTO, K. C.. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Oral - Congresso de 15 anos da Residência de Fisioterapia da UEL. 2013.

16.
FURLANETTO, K. C.. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Pôster - Congresso de 15 anos da Residência de Fisioterapia da UEL. 2013.

17.
FURLANETTO, K. C.. Avaliação Trabalhos Científicos Apresentados na forma Comunicação Pôster - Simpósio de Experiências e Pesquisas Integradas Ensino, Serviços e Comunidade (SEPIESC) do CCS-UEL. 2013.

Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
FURLANETTO, K. C.; MANTOANI, L. C. ; BISCA, G. ; MORITA, A. ; ZABATIERO, J. ; PROENCA, M. ; KOVELIS, D. ; PITTA, F. . Notícia (by C.E. HUGGINS) na Reuters Health sobre a publicação 'Reduction of physical activity in daily life and its determinants in smokers without airflow obstruction'. 2014. (Programa de rádio ou TV/Comentário).


Demais tipos de produção técnica
1.
FURLANETTO, K C. Aula Pós Graduação - Residência Multiprofissional: Ventilação Mecânica Básica. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

2.
KARINA FURLANETTO; BURTIN, C. . Palestra: Highlights em Fisioterapia Respiratória: 2018 em revisão. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

3.
FURLANETTO, K. C.. Aula Pós Graduação - Residência Multiprofissional: Ventilação Mecânica Básica. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

4.
KARINA C. FURLANETTO. Curso: Fisioterapia Respiratória: Recursos e Técnicas. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

5.
KARINA C. FURLANETTO. Palestra: Capacidade de Exercício, Atividade Física e Atividades da Vida Diária: definição, avaliação e abordagem terapêutica. ESTILO DE VIDA SEDENTÁRIO E ATIVO. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

6.
KARINA C. FURLANETTO. Coordenadora da mesa do IX SULBRAFIR: Recursos terapêuticos na Fisioterapia Pediátrica e Neonatal. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

7.
FURLANETTO, K. C.. News 'Especial ASSOBRAFIR - 30 Anos'. Fisioterapia Respiratória: Você sabia?. 2017. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Instrucional).

8.
FURLANETTO, K C; ANDRADE, A. F. D. ; CARVALHO, C. R. F. ; REIS, L. F. F. . Elaboração de esclarecimento em nome do Departamento de Fisioterapia Respiratória da ASSOBRAFIR sobre a utilização de equipamentos da fisioterapia pela fonoaudiologia. 2017. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Instrucional).

9.
FURLANETTO, K C; MARTINEZ, B. P. . Elaboração de material (vídeo) em conjunto com o Departamento de Fisioterapia em Terapia Intensiva para divulgar nas redes sociais e no site da ASSOBRAFIR ambas as especialidades no dia 03/08/2018.. 2017. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Instrucional).

10.
FURLANETTO, K C; ANDRADE, A. F. D. ; CARVALHO, C. R. F. ; REIS, L. F. F. . Elaboração de resposta em nome do departamento em Fisioterapia Respiratória ao questionamento de uma sócia sobre necessidade de umidificação do sistema em oxigenoterapia de baixo fluxo em adultos. 2017. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Instrucional).

11.
FURLANETTO, K C; CARVALHO, C. R. F. ; ANDRADE, A. F. D. ; REIS, L. F. F. . Esclarecimento em nome do Departamento de Fisioterapia Respiratória da ASSOBRAFIR para responder a demanda do ministério público do estado do Espírito Santo sobre papel do Fisioterapeuta em relação ao uso do CPAP e BIPAP e seu quantitativo. 2017. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Instrucional).

12.
FURLANETTO, K C; CARVALHO, C. R. F. ; ANDRADE, A. F. D. ; REIS, L. F. F. . Elaboração de resposta à solicitação do CREFITO 1 acerca da solicitação de exames complementares pelos profissionais fisioterapeutas no escopo das especialidades Fisioterapia Respiratória, Fisioterapia em Terapia Intensiva e Fisioterapia Cardiovascular. 2017. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Instrucional).

13.
HERNANDES, N. A. ; FELCAR, J. M. ; FORGIARINI, L. ; FURLANETTO, K C . ASSOBRAFIR Ciência. 2017. (Editoração/Periódico).

14.
FURLANETTO, K. C.. Palestra: Desmame da ventilação mecânica: novos insights. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

15.
FURLANETTO, K. C.; FRANCO, A. . Coordenadora da sessão do EPAFIR: Papel do fisioterapeuta no tratamento de pacientes com Distúrbios Respiratórios do Sono?. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

16.
FURLANETTO, K. C.; PITTA, F. ; CAMILLO, C. A. ; FRANCO, A. ; KARSTEN, M. ; RIBEIRO, S. N. S. . Participação em mesa redonda do EPAFIR: 'Conversa com especialistas'. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

17.
FURLANETTO, K. C.. Aula Pós graduação: Reabilitação Cardíaca Fase 1. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

18.
HERNANDES, N. A. ; FELCAR, J. M. ; FORGIARINI, L. ; FURLANETTO, K. C. . ASSOBRAFIR Ciência. 2016. (Editoração/Periódico).

19.
FURLANETTO, K. C.. Palestra - Evidências em Ventilação Mecânica. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

20.
Furlanetto, K.C.. Palestra: Atuação da Fisioterapia Respiratória no ambiente ambulatorial e hospitalar. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

21.
FURLANETTO, K. C.; KOVELIS, D. . Coordenadora de Mesa Redonda com o tema: Incentivo à atividade física em tabagistas: estratégias disponíveis e suas implicações. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

22.
FURLANETTO, K. C.. Palestra - Ventilação Mecânica Não Invasiva. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

23.
FURLANETTO, K. C.. Palestra - Ventilação Mecânica Invasiva. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

24.
FURLANETTO, K. C.; SANT?ANNA, T. ; MANTOANI, L. C. . Curso de Ventilação Mecânica. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

25.
FURLANETTO, K. C.; MESQUITA, R. B. ; ZABATIERO, J. . Curso de ventilação pulmonar mecânica - Teórico prático; Palestra com o tema: Ventilação mecânica na DPOC e Mal Asmático. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
PITTA, F.; FURLANETTO, K C; YAMAGUTI, W. P. S.; FELCAR, J. M.; MESQUITA, R. B.. Participação em banca de Larissa Moreno Martinez Faria. Diferença entre as capacidades vitais lenta e forçada e sua relação com a hiperinsuflação dinâmica em indivíduos com DPOC. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) - Universidade Estadual de Londrina.

Monografias de cursos de aperfeiçoamento/especialização
1.
PITTA, F.; BISCA, G. W.; FURLANETTO, K. C.. Participação em banca de Larissa Moreno Martinez Faria. Hiperinsuflação Pulmonar Estática e sua Relação com a Força Muscular Respiratória e Periférica em Indivíduos com DPOC estável ou Hospitalizados. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência em Fisioterapia Pulmonar) - Universidade Estadual de Londrina.

2.
HERNANDES, N. A.; NELLESSEN, A.; FURLANETTO, K. C.. Participação em banca de Gabriela Nandi. Efeitos de um Programa de treinamento Físico de Baixa Intensidade Sobre a Atividade Física na Vida Diária de Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência em Fisioterapia Pulmonar) - Universidade Estadual de Londrina.

3.
GALVAN, C. C. R.; SOUZA, S. A. F.; FURLANETTO, K. C.. Participação em banca de Naiara Molina Garcia. A mínima diferença clinicamente importante no teste de caminhada de 6 minutos em pacientes submetidas à gastroplastia redutora Y de Roux. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência em Fisioterapia Pulmonar) - Universidade Estadual de Londrina.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
FURLANETTO, K C; PITTA, F.; FAKER, G. C.. Participação em banca de Ana Caroline Rodrigues.Relação entre a sensação de fadiga e a força muscular periférica em pacientes com DPOC. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

2.
PROBST. V. S.; FURLANETTO, K. C.; FELCAR, J. M.. Participação em banca de Ana Flávia Oliveira Quadros.Classificação dos pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica segundo a Global Initiative for Chronic Obstructive Disease (GOLD) ABCD utilizando diferentes instrumentos para avaliação dos sintomas. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

3.
HERNANDES, N. A.; FURLANETTO, K. C.; CASTRO, L. A.. Participação em banca de Cassiana Azevedo Cruz.Capacidade de exercício máxima e submáxima de indivíduos com DPOC subdivididos em diferentes categorias de IMC.. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

4.
HERNANDES, N. A.; FURLANETTO, K. C.; BRITO, I. L.. Participação em banca de Juliana Fonseca Micheleti.Prolongar o tempo de um protocolo de treinamento físico devido à exacerbação aguda da DPOC interfere em seus resultados?. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

5.
FURLANETTO, K. C.; MORITA, A. A.; RODRIGUES, A.; GALVAN, C. C. R.. Participação em banca de Lais Knott Oliveira Silva.Características dos indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crônica e incompetência cronotrópica. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

6.
FURLANETTO, K. C.; BISCA, G. K. W.; PITTA, F.. Participação em banca de Thamyres Spositon da Silva.Efeitos do treinamento físico de alta e baixa intensidade sobre a mudança dos fatores preditores de mortalidade em pacientes com DPOC. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

7.
PROBST. V. S.; CASTRO, L. A.; FURLANETTO, K. C.. Participação em banca de Mailla jaqueline Luzia.Correlação entre a diferença da capacidade vital lenta e forçada com a força muscular respiratória em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

8.
PITTA, F.; FURLANETTO, K. C.; RODRIGUES, A. L. L.. Participação em banca de Bárbara Emanuele Knooor.Influência de diferentes posturas e do tempo andando sobre o nível de atividade física em pacientes com DPOC. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

9.
HERNANDES, N. A.; FURLANETTO, K. C.; PROBST. V. S.. Participação em banca de Felipe Morano Candeloro.Existe associação entre o "4-metre gait speed test" e os preditores de prognóstico em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica?. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

10.
HERNANDES, N. A.; FURLANETTO, K. C.; PITTA, F.. Participação em banca de Felipe Vilaça Cavallari Machado.Concordância e responsividade de fórmulas de predição para o teste de caminhada de seis minutos em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crôncia. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

11.
FURLANETTO, K. C.; PITTA, F.; GALVAN, C. C. R.. Participação em banca de Laiza Francine Nascimento.Mudanças na capacidade de exercício e atividade física na vida diária após treinamento físico em pacientes com DPOC sobrepesos e obesos comparados a pacientes com IMC normal.. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

12.
FURLANETTO, K. C.; HERNANDES, N. A.; PROBST. V. S.. Participação em banca de Larissa Alves Siani.A necessidade de oxigênio suplementar durante um programa de treinamento físico de alta intensidade em pacientes com DPOC altera a progressão da intensidade de exercício ou apenas auxilia na manutenção da saturação periférica de oxigênio ?. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

13.
PROBST. V. S.; FURLANETTO, K. C.; CARVALHO, D. R.. Participação em banca de Renata Pasquarelli Volpe.Há diferenças na avaliação das atividades de vida diária pela escala London Chest Activity of Daily Living Scale (LCADL) entre homens e mulheres com DPOC?. 2015 - Universidade Estadual de Londrina.

14.
PITTA, F.; BISCA, G. K. W.; FURLANETTO, K. C.. Participação em banca de Andre Luiz Bassetto.O uso da máscara para avaliação de hiperinsuflação dinâmica durante o teste da caminhada de seis minutos influencia a distância percorrida pelo paciente com DPOC? Resultados preliminares. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

15.
GALVAN, C. C. R.; FURLANETTO, K. C.; SOUZA, S. A. F.. Participação em banca de Fernanda Orizio Rodrigues.Correlação entre capacidade funcional de exercício, nível de atividade física e qualidade de vida no pré e pós-operatório de cirurgia bariátrica. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

16.
BELLINETTI, L. M.; SILVA, A. L. R.; FURLANETTO, K. C.. Participação em banca de Mariana Barreto Di Martino.Mínima melhora detectável: há diferença entre treinamento de alta e baixa intensidade em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica ?. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

17.
HERNANDES, N. A.; FURLANETTO, K. C.; BELLINETTI, L. M.. Participação em banca de Taina Longo Oller.Há correlação entre força muscular periférica e força muscular inspiratória em pacientes portadores de DPOC ?. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

18.
HERNANDES, N. A.; FURLANETTO, K. C.; BELLINETTI, L. M.. Participação em banca de Talita da Silva Grosskreutz.Atividade de vida diária em pacientes com DPOC: correlação entre as formas de avaliação objetiva e subjetiva. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

19.
GALVAN, C. C. R.; FURLANETTO, K. C.; HERNANDES, N. A.. Participação em banca de Fernanda Ayumi de Lima Yara.Comparação da qualidade de vida de indivíduos obesos no pré e pós-operatório de um ano de gastroplastia redutora. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

20.
SOUZA, S. A. F.; FAKER, G. C.; FURLANETTO, K. C.. Participação em banca de Mariana Leiko Kawakani.Atividade física avaliada objetivamente através do IAPQ e nível de sedentarismo em mulheres obesas. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.

21.
PITTA, F.; HERNANDES, N. A.; FURLANETTO, K. C.. Participação em banca de Lorena Paltanin Schneider.Comparação entre três sensores de movimento quanto à estimativa do gasto energético e à classificação do nível de atividade física em jovens universitários saudáveis. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.




Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
American Thoracic Society Annual Congress. Body Composition Abnormalities Are Associated with Clinical Characteristics and Physical Function in Patients with COPD. 2018. (Congresso).

2.
European Annual Congress 2018. Heterogeneity of physical activity and its relationship with clinical outcomes in patients with COPD. 2018. (Congresso).

3.
Seminário de Iniciação Científica 2018.O nível de atividade física na vida diária e a capacidade submáxima de exercício de indivíduos saudáveis se correlacionam com testes funcionais?. 2018. (Seminário).

4.
Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e emTerapia Intensiva e.Highlights em Fisioterapia Respiratória - 2018 em Revisão. 2018. (Simpósio).

5.
Curso: Avaliação da função pulmonar: espirometria e força muscular respiratória.Prática sobre espirometria e força muscular respiratória. 2017. (Outra).

6.
Curso: Interpretação de exames de imagem pulmonar. 2017. (Outra).

7.
European Respiratory Society Annual Congress (Milão). Sedentary behaviour and physical inactivity in patients with COPD: two sides of the same coin?. 2017. (Congresso).

8.
IX Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Int Intensiva. Capacidade de Exercício, Atividade Física e Atividades da Vida Diária: definição, avaliação e abordagem terapêutica. ESTILO DE VIDA SEDENTÁRIO E ATIVO. 2017. (Congresso).

9.
Palestra: Fisioterapia nos Distúrbios Respiratórios do Sono. 2017. (Outra).

10.
Palestra: O treinamento físico em pacientes com câncer de pulmão. 2017. (Outra).

11.
Seminário de Iniciação Científica 2017... 2017. (Seminário).

12.
XIV Congresso Londrinense de Fisioterapia. Fisioterapia Respiratória: Recursos e Técnicas. 2017. (Congresso).

13.
Encontro Paranaense de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva.Desmame da ventilação mecânica: novos insights. 2016. (Encontro).

14.
European Respiratory Society Annual Congress (Londres). How much time spent per day in sedentary behavior increases mortality risk in patients with COPD?. 2016. (Congresso).

15.
Palestra: Atualidades em Ventilação Mecânica do Paciente com SARA. 2016. (Outra).

16.
XVIII Simpósio Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva.Quanto tempo gasto em sedentarismo aumenta o risco de mortalidade em pacientes com DPOC?. 2016. (Simpósio).

17.
Ciclo de Palestras Promovida pelo Fisio Junior.Atuação da fisioterapia respiratória no ambiente hospitalar e ambulatorial. 2015. (Outra).

18.
LFIP 20 anos. Incentivo à atividade física em tabagistas: estratégias disponíveis e suas implicações Leia mais: http://lfip20anos.webnode.com/palestras/. 2015. (Congresso).

19.
VIII Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Fisioterapia Intensiva (SULBRAFIR). Atividade Física na Vida Diária no verão e no inverno de pacientes com DPOC brasileiros e belgas. 2015. (Congresso).

20.
VIII Mostra Científica do CCS.Mudanças na capacidade de exercício e atividade física na vida diária após treinamento físico em pacientes com DPOC sobrepesos e obesos comparados a pacientes com IMC normal.. 2015. (Outra).

21.
V Simpósio Nacional de Atualização em Ventilação Mecânica.Evidências em Ventilação Mecânica. 2015. (Simpósio).

22.
XIII Congresso Londrinense de Fisioterapia. Avaliador de trabalhos científicos categoria pôster. 2015. (Congresso).

23.
Congresso dos 35 anos da Fisioterapia. 2014. (Congresso).

24.
IV Simpósio Nacional de Atualização em Ventilação Mecânica.Ventilação Mecânica Não-Invasiva (VNI). 2014. (Simpósio).

25.
IX Fórum Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação Stricto Sensu em Fisioterapia. 2014. (Outra).

26.
XVII Simpósio Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e e Fisioterapia em Terapia Intensiva.Comparação da variação do nível de atividade física na vida diária entre verão e inverno em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica brasileiros e belgas. 2014. (Simpósio).

27.
Annual Congress European Respiratory Society. Reduction of physical activity in daily life and its determinants in smokers without airflow obstruction. 2013. (Congresso).

28.
Congresso dos 15 anos de Residência em Fisioterapia. Existe relação entre a mudança na força muscular de membros superiores após treinamento físico e o nível de atividade física na vida diária em pacientes DPOC?. 2013. (Congresso).

29.
1o. Simpósio Internacional de Prática Baseada em Evidências em Saúde. 2012. (Simpósio).

30.
European Respiratory Society Annual Congress (Vienna). Quantifying the variability of physical activity in daily life caused by seasonality in smokers. 2012. (Congresso).

31.
XVI Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva.POR QUE DEVEMOS REALIZAR PROGRAMAS DE INCENTIVO À ATIVIDADE FÍSICA EM TABAGISTAS SAUDÁVEIS?. 2012. (Simpósio).

32.
European Respiratory Society Annual Congress 2011 (Amsterdam). Profile of physical activity in daily life in apparently healthy smokers and its correlatte factors. 2011. (Congresso).

33.
Palestra com o Tema: Exercício físico em pacientes internados na UTI (Chris Burtin). 2011. (Outra).

34.
VI Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Terapia Intensiva. Como classificar indivíduos em fisicamente ativos ou inativos através da contagem de passos/dia. 2011. (Congresso).

35.
Curso de Ventilação Pulmonar Mecânica - Teórico-Prático.Palestra com o tema: Ventilação mecânica na DPOC e Mal Asmático. 2010. (Outra).

36.
European Respiratory Society Annual Congress 2010 (Barcelona). What is the best combination of two days to assess physical activity in smokers. 2010. (Congresso).

37.
Palestra com o tema: Reabilitação em pacientes na UTI (Rik Gosselink). 2010. (Outra).

38.
V Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e VII Jornada Catarinense de Fisioterapia Cardiorrespiratória. Estimativa de gasto energético e contagem de passos em pacientes com DPOC e idosos saudáveis. 2009. (Congresso).

39.
14º Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva.Características da avaliação da força de preensão palmar em pacientes com DPOC. 2008. (Simpósio).

40.
Congresso dos 10 anos da Residência de Fisioterapia ? 1º Encontro de ex-residentes de Fisioterapia da UEL. 2008. (Congresso).

41.
I Congresso Paranaense da Assobrafir. 2008. (Congresso).

42.
II InterCOBRAF. Força muscular periférica e índice BODE em pacientes com DPOC. 2008. (Congresso).

43.
Palestra com o tema: ?Successful rehabilitation in patients with COPD: a matter of adjusting the sails!?. 2008. (Outra).

44.
Palestra com o tema: Abordagem da Fisioterapia na Cirurgia Cardíaca e pediátrica. 2008. (Outra).

45.
Palestra com o tema: Abordagem Fisioterápica na Reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior. 2008. (Outra).

46.
Palestra com o tema: Aspectos Teóricos e Práticos da EMG Cinesiológica. 2008. (Outra).

47.
Palestra com o tema: Atualidades em alongamento muscular. 2008. (Outra).

48.
Palestra com o tema: Método Pilates. 2008. (Outra).

49.
VIII Congresso Londrinense de Fisioterapia. Força muscular periférica e sua relação com o índice BODE em pacientes com DPOC.. 2008. (Congresso).

50.
Ciclo de Palestras em Fisioterapia Desportiva. 2007. (Outra).

51.
Palestra com o tema: Abordagem da Fisioterapia na Cirurgia Cardíaca em Adultos. 2007. (Outra).

52.
Palestra com o tema: Abordagem Fisioterápica na Síndrome Fêmuro-Patelar. 2007. (Outra).

53.
VII Congresso Londrinense de Fisioterapia. Relação entre a Melhora das AVD?s e Aumento da Força Muscular Periférica Após Treinamento Físico em Pacientes com DPOC. 2007. (Congresso).

54.
XVII Congresso Brasileiro de Fisioterapia (COBRAF). 2007. (Congresso).

55.
III Congresso Científico e VI Simpósio de Experiências e Pesquisas Integradas de Ensino, Serviços e Comunidade (SEPIESC). 2006. (Congresso).

56.
IV Blitz Educativa ? Prevenção de Acidentes de Trânsito em Londrina. 2006. (Outra).

57.
VI Congresso Londrinense de Fisioterapia. 2006. (Congresso).

58.
V Jornada da Liga do Trauma. 2006. (Outra).

59.
XX JOPEF. 2006. (Outra).

60.
Ciclo de Palestras em Medicina Ortopédica de Cyriax. 2005. (Outra).

61.
Feira das Profissões. 2005. (Oficina).

62.
V Congresso Londrinense de Fisioterapia. 2005. (Congresso).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
FURLANETTO, K C; BISCA, G. K. W. . Palestra: Atendimento domiciliar: como prescrever o exercício físico?. 2018. (Outro).

2.
KARINA FURLANETTO; BISCA, G. K. W. . Curso: Fisioterapia Neonatal. 2018. (Outro).

3.
FURLANETTO, K C; BISCA, G. W. . Curso: Mobilização precoce no paciente crítico: da Avaliação ao Tratamento. 2018. (Outro).

4.
FURLANETTO, K. C.; BISCA, G. K. W. ; MORAKAMI, F. K. . IX Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva (SULBRAFIR). 2017. (Congresso).

5.
FURLANETTO, K. C.; BISCA, G. K. W. ; MORAKAMI, F. K. . Palestra: Fisioterapia nos Distúrbios Respiratórios do Sono? durante a Semana do Sono. 2017. (Outro).

6.
FURLANETTO, K. C.; BISCA, G. K. W. ; MORAKAMI, F. K. . Curso de Avaliação da Função Pulmonar: Avaliação de espirometria e função muscular respiratória (4h). 2017. (Outro).

7.
FURLANETTO, K. C.; BISCA, G. K. W. ; MORAKAMI, F. K. . Curso Interpretação de exames de imagem pulmonar (4h). 2017. (Outro).

8.
FURLANETTO, K C; MORAKAMI, F. K. ; BISCA, G. W. . Palestra: O treinamento físico em pacientes com câncer de pulmão. 2017. (Outro).

9.
FURLANETTO, K. C.. Congresso LFIP 20 anos. 2015. (Congresso).

10.
FURLANETTO, K. C.. 24.o Encontro Anual de Iniciação Científica. 2015. (Congresso).

11.
PITTA, F. ; PROBST. V. S. ; HERNANDES, N. A. ; SANTANNA, T. J. ; FURLANETTO, K. C. . IX Fórum Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação Stricto Sensu em Fisioterapia. 2014. (Outro).

12.
FURLANETTO, K. C.. I Simpósio de Terapia Intensiva do HU. 2010. (Congresso).

13.
FURLANETTO, K.. Curso de Noções de Radiologia Para Fisioterapeutas com módulos de ortopedia(1), pneumologia(2) e neurologia(3). Mistrado pelos FITs. Henrique Durante e Roberto Kiyoshi Sashimoto (1), Paulo Armindo Seibert (2), Suhaila Mahmoud Smaili Santos (3). 2008. (Outro).

14.
FURLANETTO, K.. Curso de Fisioterapia Aquática. Ministrado pelo Dr. Jefferson R. Cardoso. 2008. (Outro).

15.
FURLANETTO, K.. Palestra com o tema: Aspectos Teóricos e Práticos da EMG Cinesiológica. Ministrada pelo FIT. Dr. Jefferson Rosa Cardoso. 2008. (Outro).

16.
FURLANETTO, K.. Palestra com o tema: ?Abordagem da Fisioterapia na Cirurgia Cardíaca e pediátrica(1)? e ?Abordagem da Fisioterapia na Cirurgia Cardíaca em Adultos(2)?. Ministrada pela Fit. Josiane M. Felcar(1) e Fit. Eliane R. S. S. de Freitas(2). 2008. (Outro).

17.
FURLANETTO, K.. Palestra com o tema: Atualidades em alongamento muscular. Ministrada pela FIT. Dr. Amélia Pasqual Marques. 2007. (Outro).

18.
FURLANETTO, K.. Palestra com o tema: Abordagem Fisioterápica na Síndrome Fêmuro-Patelar (1) e Abordagem Fisioterápica na Reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior (2). Ministrada pela FIT. Dra. Débora Bevilaqua Grossi (1) e FIT. MS. Alexandre Henrique Nowotny (2). 2007. (Outro).

19.
FURLANETTO, K.. VII Congresso Londrinense de Fisioterapia. 2007. (Congresso).

20.
FURLANETTO, K.. Curso de Libras. 2007. (Outro).

21.
FURLANETTO, K.. Noite Temática do Joelho. 2007. (Outro).

22.
FURLANETTO, K.. Dia da Saúde. 2007. (Outro).

23.
FURLANETTO, K.. Praia Fisio. 2007. (Outro).

24.
FURLANETTO, K.. Curso de Bandagem Funcional. 2007. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Dissertação de mestrado
1.
Thamyres Spositon da Silva. Ponto de corte de força muscular periférica e associação com mortalidade utilizando o teste de uma repetição máxima em pacientes com DPOC.. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) - Universidade Norte do Paraná. (Orientador).

2.
Joice Mara de Oliveira. Validação e reprodutibilidade de testes funcionais e da avaliação da atividade de vida diária em adultos asmáticos. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) - Universidade Norte do Paraná, Fundação Nacional do Desenvolvimento do Ensino Superior Particular. (Orientador).

Iniciação científica
1.
Denner Ildemar Feitosa de Melo. Testes funcionais de baixo custo podem predizer exacerbação de indivíduos com asma?. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Norte do Paraná, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).

2.
Amanda Velozo Rodrigues Luz. Funcionalidade, Atividade física e Exercício em ex-usuários de drogas em fase de recuperação.. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Norte do Paraná, Fundação Nacional do Desenvolvimento do Ensino Superior Particular. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Dissertação de mestrado
1.
Lorena Paltanin Schneider. Análise do comportamento de atividade física e sedentarismo em pacientes com DPOC.. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Coorientador: Karina Couto Furlanetto.

Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1.
José Roberto Lopes. Co-orientador. Influência da carga tabágica sobre a resposta a reabilitação pulmonar em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. 2017. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência em Fisioterapia Pulmonar) - Universidade Estadual de Londrina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

2.
Wagner Florentin Aguiar. Fisioterapia respiratória na pneumatocele: um relato de caso. 2016. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência em Fisioterapia Pulmonar) - Universidade Estadual de Londrina, Governo do Estado do Paraná. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

3.
Lorena Paltanin Schneider. Co-orientação. Redução do tempo gasto em atividades sedentárias após o treinamento físico em pacientes com DPOC. 2014. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência em Fisioterapia Pulmonar) - Universidade Estadual de Londrina, Governo do Estado do Paraná. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Lais Knott Oliveira Silva. Características dos indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crônica e incompetência cronotrópica. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

2.
Thamyres Spositon da Silva. Prevalência dos diferentes fatores preditores de mortalidade em pacientes com DPOC que procuram um programa de reabilitação pulmonar.. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

3.
Luana Pereira Chinellato. Co-orientação. Comparação do tempo sedentário em pacientes com DPOC durante o versão e o inverno. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

4.
Patricia Marina da Silva Loch. Co-orientação. Existe melhora da intensidade de movimento na atividade física na vida diária após dois tipos diferentes de treinamento físico de longa duração em pacientes com DPOC?. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

5.
Laiza Francine Nascimento. Mudanças na capacidade de exercício após treinamento físico em pacientes obesos e não obesos com doença pulmonar obstrutiva crônica.. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

6.
Larissa Alves Siani. A necessidade de oxigênio suplementar durante um programa de treinamento físico de alta intensidade em pacientes com DPOC altera a progressão da intensidade de exercício ou apenas auxilia na manutenção da saturação periférica de oxigênio ?. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

7.
Isabela Faria Soares Pinto. Co-orientação. Perfil de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) fisicamente ativos e inativos.. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

8.
José Roberto Ribeiro Lopes. Co-orientação. Nível de atividade física na vida diária e histórico de tabagismo em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica.. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

9.
Gabriela Nandi. Co-orientação. Comparação entre duas classificações de tempo gasto em sedentarismo em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

Iniciação científica
1.
Gabriela Guidone Rompinelli. Estudo sobre Funcionalidade, Atividade física e Exercício em Brasileiros (Estudo FAEB). 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Norte do Paraná, Fundação Nacional do Desenvolvimento do Ensino Superior Particular. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

2.
Jessica Amanda de Oliveira Quirino. Avaliação da relação entre testes funcionais simples e nível de atividade física na vida diária de indivíduos brasileiros.. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Norte do Paraná, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

3.
Thamyres Spositon da Silva. Prevalência dos fatores preditores de mortalidade em pacientes com DPOC que procuram um programa de reabilitação pulmonar.. 2016. Iniciação Científica. (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

4.
Luana Pereira Chinellato. Co-orientação. Comparação do tempo sedentário em pacientes com DPOC durante o versão e o inverno. 2016. Iniciação Científica - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

5.
Patricia Marina da Silva Loch. Co-orientação. Existe melhora da intensidade de movimento na atividade física na vida diária após dois tipos diferentes de treinamento físico de longa duração em pacientes com DPOC?. 2016. Iniciação Científica. (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

6.
Larissa Alves Siani. A necessidade de oxigênio suplementar durante um programa de treinamento físico de alta intensidade em pacientes com DPOC altera a progressão da intensidade de exercício ou apenas auxilia na manutenção da saturação periférica de oxigênio ?. 2015. Iniciação Científica. (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Londrina. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

7.
José Roberto Lopes. Co-orientação. Nível de atividade física na vida diária e histórico de tabagismo em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica.. 2015. Iniciação Científica. (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Karina Couto Furlanetto.

8.
Isabela Farias Soares Pinto. Co-orientação. Perfil de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) fisicamente ativos e inativos.. 2014. Iniciação Científica. (Graduando em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Karina Couto Furlanetto.



Outras informações relevantes


Membro da European Respiratory Society (ERS) desde 2010. Membro da Associação Brasileira de Fisioterapia Respiratória (ASSOBRAFIR) desde 2011. Membro da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) desde 2016. Pesquisadora do grupo de pesquisa Fisioterapia Cardiopulmonar (Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Pulmonar - LFIP) sob liderança do Prof. Dr. Fabio de Oliveira Pitta desde 2006. Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior‎ (CAPES) durante o mestrado e o doutorado.

*e-mail para contato: karinafurlanetto@gmail.com



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