Gustavo Pereira Lima

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  • Última atualização do currículo em 15/08/2018


Graduado em Ciências Biológicas, modalidade Bacharelado, pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Estagiário do Laboratório de Estudos Botânicos (LEB), sob orientação do Prof. Dr.Eduardo Bezerra de Almeida Jr. Voluntário no Programa de Educação Tutorial - PET/SESU/MEC de outubro de 2012 à dezembro de 2013, onde desenvolveu projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Gustavo Pereira Lima
Nome em citações bibliográficas
LIMA, G. P.;LIMA, GUSTAVO PEREIRA


Formação acadêmica/titulação


2016 - 2018
Mestrado em Biodiversidade e Conservação.
Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
Título: Taxonomia e distribuição geográfica potencial da tribo Cocoseae Mart. (Arecaceae) no Estado do Maranhão,Ano de Obtenção: 2018.
Orientador: Eduardo Bezerra de Almeida Júnior.
Palavras-chave: taxonomia; Arecaceae; Modelagem.
2011 - 2015
Graduação em Ciências Biológicas.
Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
Título: Estudo florístico e caracterização fisionômica da restinga de Panaquatira, São José de Ribamar, MA.
Orientador: Eduardo Bezerra de Almeida Jr..
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
2012 - 2015
Curso técnico/profissionalizante em Técnico em Controle Ambiental.
Universidade Estadual do Maranhão, UEMA, Brasil.
2008 - 2010
Ensino Médio (2º grau).
Colégio Solução Maranhense, COLEGIOSOLMA, Brasil.




Formação Complementar


2013 - 2013
VII Curso Bioestatística na Prática. (Carga horária: 24h).
Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
2013 - 2013
Princípios em Genética da Conservação. (Carga horária: 22h).
Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
2012 - 2012
Marcação - Recaptura em mamíferos. (Carga horária: 6h).
Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
Vínculo institucional

2015 - 2015
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 20
Outras informações
Monitor da disciplina "Morfologia e Anatomia de Plantas Vasculares", sob supervisão do professor Dr. Eduardo Bezerra de Almeida Jr., do Departamento de Biologia da UFMA.

Vínculo institucional

2014 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica - CNPq, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2013 - 2014
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsita de Iniciação Científica - UFMA, Carga horária: 20
Outras informações
Bolsita do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC)/UFMA, tendo como plano de trablaho: Diversidade de espécies da vegetação das dunas da Praia de Panaquatira, São José de Ribamar, Maranhão.


Programa de Educação Tutorial de Biologia, PETBIO, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - 2013
Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Voluntário do PET-Biologia, Carga horária: 20



Projetos de pesquisa


2017 - Atual
Conhecimento popular e concepção científica: como contribuir com a manutenção da tradição das quebradeiras de coco babaçu no Maranhão?
Descrição: No Brasil, a construção e a transformação do conhecimento etnobotânico ocorre em um cenário de diversidade cultural e biológico. Sendo a diversidade biológica considerada um patrimônio de inigualável valor potencial, uma vez que inclui plantas que apresentem valor econômico e cultural, sendo fontes de geração de renda para muitas comunidades (OLIVEIRA et al., 2009). Com isso, as pesquisas etnobotânicas no Maranhão tornam-se uma forma de contribuição à população que usam ou dependem diretamente dos recursos vegetais. Buscando incentivar ações que propiciem o manejo correto da vegetação, planos de recuperação e de conservação das áreas, permitindo o desenvolvimento de trabalhos de educação ambiental e social. O presente estudo, na linha da pesquisa acadêmica, requer a aplicação de conceitos e conhecimentos científicos alinhados às perspectivas de avanço tecnológico iminente, associando ao conhecimento tradicional da população que depende dos recursos vegetais. Nesse contexto, enquadram-se a atividade das quebradeiras de coco, diante das mudanças no cenário social devido aos avanços tecnológicos, assegurando a valorização, a cultura e o conhecimento de um povo, a fim de lutar pela valorização e manutenção do conhecimento popular, sem deixar que uma cultura rica e de grande importância venha um dia ser esquecida. Neste sentido, esse projeto justifica-se na medida em que, estrategicamente, contribui na disseminação de informações como fonte de referência para preencher uma lacuna específica de conhecimentos acerca da atividade de coleta e difusão de conhecimento sobre a quebra de coco babaçu para produção de produtos secundários que caracterizam a cultura maranhense, tendo em vista que nos babaçuais tem-se uma das palmeiras mais importantes e abundantes para o estado do Maranhão. Destacando-se como fonte de renda para as comunidades que vivem da quebra do coco como meio de subsistência, bem como o uso dessa atividade cultural, aliado à disponibilidade de matéria prima em toda região da baixada maranhense, com vistas a conservação e manejo adequado das áreas de babaçuais.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Gustavo Pereira Lima - Coordenador / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Monielle Alencar Machado - Integrante / Jailson Ferreira Moreira - Integrante / Ana Cássia Medeiros Araújo - Integrante / Aline Duarte Nascimento - Integrante / Brenda Hellen Izidio de Paiva - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Ingrid do Bom Parto Araújo Santana - Integrante / Luciano Mamede Freitas Junior - Integrante / Luciana Belfort - Integrante / Luann Brendo Costa - Integrante / Marina Gonçalves Soares - Integrante / Maira Rodrigues Diniz - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Integrante / Hynder Lima de Souza - Integrante / Jéssica Sousa dos Anjos - Integrante / Camila dos Santos Pires - Integrante / Stella Chrystine Camara dos Santos - Integrante / Glécio Machado Siqueira - Integrante / Jadeylson Ferreira Moreira - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
2017 - Atual
Diversidade vegetal do litoral setentrional maranhense: checklist, caracterização taxonômica, importância econômica e conservação
Descrição: Os ambientes costeiros apresentam altas concentrações salinas e escassez hídrica, além dos fortes ventos e alta incidência solar; esses fatores podem alterar o desenvolvimento morfológico das plantas, e, consequentemente, interferir na variação morfológica das espécies. Dessa forma, é imprescindível documentar essas variações em estudos taxonômicos, como forma de contribuir para a circunscrição desses táxons. Dentre os estados do Nordeste, o Maranhão foi o que menos apresentou registros novos de espécies vegetais entre 2010, de acordo com o Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, e 2015, ano da publicação do artigo do BFG. Isso se deve a falta de estudos taxonômicos no Estado que ainda eram incipientes durante esse período. Em 2016, a publicação de notas científicas, estudos fitossociológicos e florísticos para o Maranhão, após mais de 20 anos desde o primeiro estudo para o Estado, acrescentaram novas ocorrências de espécies de Fabaceae, Myrtaceae, Poaceae e Rubiaceae, registrando um maior volume de espécies para as famílias propostas nesse projeto. Esses achados podem indicar uma potencial diversidade para esses táxons ainda muito pouco explorada no Maranhão e no Litoral Setentrional Nordestino. Frente a isso, as famílias Asteraceae, Fabaceae, Malvaceae, Melastomataceae, Myrtaceae, Poaceae e Rubiaceae são sete das dez famílias de maior riqueza para o Brasil, além de também estar entre as dez mais representativas para o Cerrado, bioma que alcança o litoral setentrional maranhense. Adicionalmente, essas famílias apresentam ampla ocorrência ao longo do litoral brasileiro, atuando como componentes preponderantes para vegetação de restingas e dunas (BFG, 2015). A falta de estudos taxonômicos voltados para essas famílias no litoral brasileiro ainda é um problema, uma vez que revisões taxonômicas realizadas em alguns Estados do Brasil tendem a não abranger indivíduos ocorrentes em áreas litorâneas. Como consequência, tem-se uma lacuna de conhecimento acerca da variação morfológica das espécies que ocorrem nestes ambientes.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (8) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (4) .
Integrantes: Gustavo Pereira Lima - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Monielle Alencar Machado - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Luciano Mamede Freitas Junior - Integrante / Luciana Belfort - Integrante / Luann Brendo Costa - Integrante / Marina Gonçalves Soares - Integrante / Ana Cristina Ramos Souza - Integrante / Ilisandra Zanandrea - Integrante / Maira Rodrigues Diniz - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Integrante / Juliano dos Santos - Integrante / Hynder Lima de Souza - Integrante / Jéssica Sousa dos Anjos - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
2017 - Atual
Herbário do Maranhão (MAR): testemunho científico da diversidade florística do Meio Norte do Brasil
Descrição: De acordo Martins-da-Silva et al. (2014) o reduzido número de registrados de exemplares botânicos no acervo dos Herbários do Brasil deve-se principalmente à falta de uma política de incentivo ao crescimento e manutenção dos Herbários já existentes e à valorização das coleções biológicas. Desse modo, há uma necessidade premente de intensificar os levantamentos florísticos, ampliando os registros botânicos, para que se conheçam os recursos disponíveis e possam ser planejados projetos de desenvolvimento regional calcados em bases científicas. Dessa forma o presente projeto é fundamental para que os estudos sobre o conhecimento da flora do Estado e sua catalogação prossigam, ampliando e consolidando o importante acervo do Herbário do Maranhão (MAR), da Universidade Federal do Maranhão. Diante disso, conhecer a flora dos Parques, Reservas e Áreas de Proteção Ambiental (APA?s) contribuem para conservar a riqueza vegetal desses ecossistemas tão ameaçados, já que os registros das plantas ficarão catalogados num dos importantes acervos botânicos do Estado. Nesse contexto, o Herbário MAR tem desempenhado um papel importante nos estudos e na divulgação da flora maranhense, bem como no intercâmbio de informações com outros Herbários. Tudo isso por meio da informatização dos registros do acervo e disponibilização online dos dados na plataforma do SpeciesLink, podendo ser consultado por toda comunidade científica. Assim, o projeto permitirá a manutenção, ampliação e consolidação das ações até então desenvolvidas, gerando mais conhecimentos que são essenciais para dar suporte a pesquisas botânicas em outros níveis, podendo nortear decisões governamentais nas áreas de proteção ambiental e manejo dos ecossistemas maranhenses. Além de assegurar a biodiversidade da flora do Maranhão nos Parques, Reservas e APA.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Gustavo Pereira Lima - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Monielle Alencar Machado - Integrante / Jailson Ferreira Moreira - Integrante / Ana Cássia Medeiros Araújo - Integrante / Aline Duarte Nascimento - Integrante / Brenda Hellen Izidio de Paiva - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Ingrid do Bom Parto Araújo Santana - Integrante / Luciano Mamede Freitas Junior - Integrante / Luciana Belfort - Integrante / Marina Gonçalves Soares - Integrante / Ana Cristina Ramos Souza - Integrante / Ilisandra Zanandrea - Integrante / Maira Rodrigues Diniz - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Integrante / Hynder Lima de Souza - Integrante / Jéssica Sousa dos Anjos - Integrante / Camila dos Santos Pires - Integrante / Luann Brendo da Silva Costa - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
2014 - 2017
Ilha do Maranhão: estrutura, diversidade e distribuição da vegetação de restinga
Descrição: Considerando a necessidade de conservação dos ecossistemas litorâneos, frente a acelerada destruição, fragmentação e elevada diversidade e riqueza de espécies, que vem sendo suprimida antes mesmo de serem conhecidas, as restingas da Ilha do Maranhão demandam de estratégias de reconhecimento de sua riqueza e diversidade florística. A única referência para as áreas de restinga do Estado se deve a um levantamento florístico realizado nas praias de Ponta D Areia e Araçagi em 1993. No entanto, esse estudo não contempla a riqueza da vegetação litorânea maranhense, tendo em vista que o Maranhão possui o segundo maior litoral do país, com aproximadamente 640km de extensão. Estudos atuais trataram as restingas da região Sudeste como formações recentes que foram colonizadas por espécies da vegetação vizinha, o que, segundo alguns autores, tornaria a restinga como uma extensão da Floresta Atlântica. Baseado nessas observações é possível que a vegetação costeira do Maranhão receba influência de algum(ns) dos três biomas principais do Estado: Floresta Amazônica, Cerrado e Caatinga. Diante do exposto, pretendemos apresentar importante dados quanto a composição estrutural das restingas da Ilha do Maranhão. Analisar se as restingas da Ilha apresentam composição estrutural semelhante; qual a influência dos fatores edáficos na composição e distribuição e qual dos ecossistemas adjacentes podem influenciar na composição florística das restingas da Ilha.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (7) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Gustavo Pereira Lima - Coordenador / Carmen Silvia Zickel - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Flávia Cristina Vieira Serra - Integrante / Rômulo Sampaio Pinheiro - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Integrante / Patrícia Barbosa Lima - Integrante / Tássia de Sousa Pinheiro - Integrante / Nivaldo de Figueiredo - Integrante / Alan Rodrigo R. de Castro - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Monielle Alencar Machado - Integrante / Jailson Ferreira Moreira - Integrante / Ana Cássia Medeiros Araújo - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
2014 - 2016
Relações florísticas e caracterização fisionômica das Restingas no litoral do Maranhão
Descrição: A partir dos estudos realizados nas restingas do Nordeste, através de análises florísticas, fitossociológicas e ecológicas, percebe-se a necessidade de ampliação dos estudos aos demais Estados do Nordeste, devido à riqueza de espécies e da influência dos ecossistemas adjacentes na colonização das áreas de restinga. Tanto em Pernambuco, quanto no Piauí, as restingas apresentaram maior similaridade florística com a floresta Atlântica, sugerindo assim uma maior influência de espécies advindas da floresta Atlântica. Em alguns Estados do Nordeste, e em particular no Maranhão, existe apenas uma única publicação tratando da flora litorânea, e, até então, nenhum novo dado foi acrescentado em relação às áreas de litorâneas do Estado. Por ser uma região ecotonal, observa-se no Maranhão, uma grande heterogeneidade nas formações vegetais, com manchas de caatinga, de vegetação amazônica, campos inundáveis, cerrado e restinga. A partir dessas informações, este estudo justifica-se pela importância do aporte de conhecimentos sobre a riqueza nas áreas de restinga do litoral maranhense, a partir da florística e fisionomia, para que seja compreendida a semelhança florística entre as restingas do Maranhão com as demais restingas do Nordeste e qual ecossistema apresenta maior contribuição para colonização das áreas litorâneas do Maranhão. Para isso serão percorridas as restingas dos municípios de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa, Alcântara e Araioses a fim de levantar e analisar esses dados. Assim, a realização desta pesquisa contribuirá com informações importantes para os estudos que estão sendo desenvolvidos nas restingas do Nordeste, dando respostas, principalmente, quanto a influência dos ecossistemas adjacentes em relação a colonização das restingas do Maranhão. Além disso, a contribuição dos ecossistemas adjacentes na colonização e composição florística dos ecossistemas costeiros tem sido foco de alguns estudos realizados no Brasil, visando a necessidade de mais estudos para os processos ecologicos desse ecossistema. (Projeto referente a Bolsa de Produtividade).
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (7) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Gustavo Pereira Lima - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Carmen Silvia Zickel - Integrante / Liliane Ferreira Lima - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Alan Rodrigo Ribeiro de Castro - Integrante / Flávia Cristina Vieira Serra - Integrante / Rômulo Sampaio Pinheiro - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Bolsa.
2013 - 2015
Diversidade de espécies da vegetação das dunas da Praia de Panaquatira, São José de Ribamar, Maranhão.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Gustavo Pereira Lima - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador.Financiador(es): Universidade Federal do Maranhão - Bolsa.


Projetos de extensão


2014 - 2014
A botânica em cinco sentidos
Descrição: Os jardins sensoriais ou espaços sensoriais de botânica possuem a capacidade de utilização como uma ferramenta didática, sendo abordados nesses ambientes, temas relacionados a aspectos culturais e sociais, principalmente ligados a importância da botânica e da educação ambiental, intensificando a relação do ser humano com as plantas. Na interação dos visitantes com o ?jardim?, os sentidos fundamentais do corpo humano - visão, audição, tato, paladar e olfato - podem ser explorados, de modo a permitir uma integração com o ambiente, promovendo a percepção sensorial por meio de diferentes plantas. Um aspecto importante a ser considerado nesse contexto, é que a exploração de diferentes sentidos torna possível a participação de pessoas que apresentam alguma dificuldade sensorial (necessidades visuais, auditivas e/ou motoras). Além da abordagem sensorial, insere-se nesse contexto, apresentar a importância dos estudos acadêmicos relacionados às plantas e as pesquisas recentes desenvolvidas sobre a diversidade vegetal no estado do Maranhão, assim como, uma breve explanação sobre a importância de coletas botânicas, registros florísticos e conservação de espécies através da manutenção de acervos botânicos. De um modo geral, temas ligados ao conhecimento botânico, principalmente, sua diversidade e conservação são incipientes na educação básica e tornam-se cada vez mais relevantes diante das ameaças que as espécies vegetais têm sofrido. Assim, com o intuito de criar um espaço não-formal que vise o estímulo dos visitantes perante a importância do mundo vegetal, nós, professores e alunos do Laboratório de Estudos Botânicos (LEB) da Universidade Federal do Maranhão ? UFMA, temos a intenção de montar, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia - 2014, um pequeno Jardim Sensorial. Nesse jardim, os visitantes terão a oportunidade de explorar os cinco sentidos, conhecer sensações diferentes, e entrar em contato com o mundo vegetal em suas mais exuberantes formas, sendo envolvidos por cheiros, texturas, sons e sabores, além de conhecerem a importância das pesquisas acadêmicas acerca do tema apresentado.
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (11) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Gustavo Pereira Lima - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Flávia Cristina Vieira Serra - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Alan Rodrigo R. de Castro - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Monielle Alencar Machado - Integrante / Jailson Ferreira Moreira - Integrante / Ana Cássia Medeiros Araújo - Integrante / Albeane Guimarães Silva - Integrante / Sergio Luís Araújo Brenha - Integrante / Elda Ramos Macedo - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Maria Antônia de Melo - Integrante / Gabriela dos Santos Amorim - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
2012 - 2013
Raposa - Desenvolvendo a sensibilização ambiental em uma comunidade de pescadores da ilha do Maranhão
Descrição: O município da Raposa tem uma grande área de manguezal, um ecossistema costeiro de transição entre o ambiente terrestre e marinho de extrema importância ecológica. Contrastando-se a essa extraordinária riqueza natural está à problemática do lixo, principalmente no que se refere ao uso indiscriminado de descartáveis jogados no mangue, o que compromete a sobrevivência das suas espécies residentes, a saúde da população e as atividades de turismo na região. Assim, o projeto visa sensibilizar a população local sobre o uso de descartáveis, os malefícios de resíduos sólidos descartados indevidamente, o reaproveitamento de lixo orgânico e o emprego de medidas preventivas contra a poluição e degradação do manguezal.
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (17) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Gustavo Pereira Lima - Integrante / Gisele Garcia Azevedo - Coordenador.


Projetos de desenvolvimento


2016 - Atual
Desenvolvimento da plataforma etnobotânica (IBOTÂNICA): o uso popular das plantas medicinais ao alcance de todos
Descrição: O presente estudo, na linha da pesquisa acadêmica, requer a aplicação de conceitos e conhecimentos científicos alinhados às perspectivas de avanço tecnológico iminente. Com caráter multidisciplinar, evidenciado pela pesquisa da tecnologia da informação com a área da Botânica e Etnobotânica, este estudo integra capital intelectual representado por pesquisadores nas áreas das Ciências tecnológicas e biológicas. Neste cenário, justifica-se na medida em que, estrategicamente, contribui na disseminação de informações como fonte de referência para preencher uma lacuna específica de conhecimentos acerca da identificação das espécies vegetais conhecidas/utilizadas no estado do Maranhão, visando selecionar as indicações mais adequadas e seguras quanto as formas de uso popular, considerando a validação do nome cientifico dessas plantas. A realização de algumas metas do presente projeto contará com o apoio do Departamento de Biologia, por intermédio do Herbário do Maranhão (MAR) (Almeida Jr. 2015) que se configura com um importante acervo relacionado ao registro físico de plantas do estado do Maranhão e vem contribuindo nessa perspectiva não só como instrumento no processo de pesquisa na área botânica, mas quanto a indicação das formas de uso dessas plantas. Agregando informações para reprodução e reconhecimento dos padrões de crescimento destas plantas, incrementando, assim, as políticas de Educação Ambiental, com ações comunitárias no intuito de manter, conservar ou utilizar os dados de forma adequada para evitar a diminuição ou perda do material vegetal.
Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica.
2.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral.


Idiomas


Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
LIMA, G. P.2018 LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Diversidade e similaridade florística de uma restinga ecotonal no Maranhão, Nordeste do Brasil. INTERCIENCIA, v. 43, p. 275-282, 2018.

2.
LIMA, G. P.2017LIMA, G. P.; LACERDA, D. M. A. ; LIMA, H. P. ; ALMEIDA JR., E. B. . Caracterização fitofisionômica da Restinga da Praia de Panaquatira, São José de Ribamar, Maranhão. REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA FÍSICA, v. 10, p. 1910-1920, 2017.

3.
ALMEIDA JR., E. B.2017 ALMEIDA JR., E. B. ; SILVA, A. N. F. ; LIMA, G. P. ; AMORIM, I. F. F. ; SERRA, F. C. V. ; CORREIA, B. E. F. ; MACHADO, M. A. ; ALMEIDA, R. A. G. ; CASTRO, A. R. R. ; FIGUEIREDO, N. ; SILVA, R. M. ; SANTOS FILHO, F. S. . Checklist of the flora of the restingas of Maranhão State, Northeast, Brazil. INDIAN JOURNAL OF APPLIED RESEARCH, v. 7, p. 603-612, 2017.

4.
LIMA, GUSTAVO PEREIRA2016LIMA, GUSTAVO PEREIRA; PEIXOTO NETO, CARLOS ALBERTO ALGARVES ; AMARAL, YURI TEIXEIRA ; SIQUEIRA, GLÉCIO MACHADO . BIOGEOGRAPHICAL CHARACTERIZATION OF THE MARANHENSE EASTERN MESOREGION (BRAZIL). Journal of Geospatial Modelling, v. 1, p. 1-12, 2016.

5.
AMARAL, YURI TEIXEIRA2016AMARAL, YURI TEIXEIRA ; LIMA, GUSTAVO PEREIRA ; PEIXOTO NETO, CARLOS ALBERTO ALGARVES ; COSTA, MAYANNA KARLLA LIMA ; SIQUEIRA, GLÉCIO MACHADO . BIOGEOGRAPHICAL DISTRIBUTION OF THE SOUTH MESOREGION, MARANHÃO, BRAZIL. Journal of Geospatial Modelling, v. 1, p. 13-18, 2016.

6.
PEIXOTO NETO, CARLOS ALBERTO ALGARVES2016PEIXOTO NETO, CARLOS ALBERTO ALGARVES ; LIMA, GUSTAVO PEREIRA ; CHAVES, LIANNE POLLIANNE FERNANDES ARAÚJO ; SILVA, RAIMUNDA ALVES ; SIQUEIRA, GLÉCIO MACHADO . BIOGEOGRAPHY OF THE CENTRAL MESOREGION OF MARANHÃO (BRAZIL). Journal of Geospatial Modelling, v. 1, p. 33-40, 2016.

7.
FIGUEIREDO, A. Q. S. A.2015FIGUEIREDO, A. Q. S. A. ; MENDES, M. B. P. ; NASCIMENTO, A. D. ; VALE, A. A. M. ; PAIVA, B. H. I. ; SARAIVA JUNIOR, C. C. F. ; PEREIRA, D. M. ; ARAUJO JUNIOR, E. C. ; LIMA, G. P. ; DUTRA, I. L. ; SILVA, J. U. ; FEITOSA, L. M. ; TROVAO, L. O. ; MARTINS, L. P. ; LIMA, L. S. ; FERREIRA, M. A. M. ; BELFORT, M. R. C. ; OLIVEIRA, O. C. C. ; GARCIA NETO, P. G. ; BRANDAO, R. A. ; LIMA, R. R. ; AZEVEDO, G. G. . O perfil de sensibilização acerca do descarte e reutilização de resíduos sólidos na cidade universitária, Universidade Federal do Maranhão. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, v. 19, p. 152-159, 2015.

Capítulos de livros publicados
1.
ALMEIDA JR., E. B. ; SILVA, A. N. F. ; LIMA, G. P. ; AMORIM, G. S. ; GUTERRES, A. V. F. ; SANTOS-FILHO, F. S. . Coco babaçu: descrição botânica da palmeira, importância ecológica e abundância regional. Biocombustíveis de babaçu: ensaio técnico sobre oportunidades de produção de biocombustíveis a partir do coco de babaçu. In: Adeilton Pereira Maciel. (Org.). Biocombustíveis do Babaçu. 1ed.São Luís: EDUFMA, 2016, v. , p. 41-60.

Textos em jornais de notícias/revistas
1.
LIMA, G. P.; CORREIA, B. E. F. ; SERRA, F. C. V. ; ALMEIDA JR., E. B. . Descobrindo as restingas Maranhenses. Boletim PETBio UFMA, São Luís, p. 11 - 11, 18 nov. 2013.

2.
LIMA, G. P.. Oceano, 'terra' sem leis?. Boletim PET BIO UFMA, p. 8 - 8, 12 mar. 2013.

3.
LIMA, G. P.. Desvendando o espectro autista. Boletim PET BIO UFMA, São Luís, Maranhão, p. 8 - 8.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
NASCIMENTO, A. D. ; LIMA, G. P. ; PAIVA, B.H.I. ; COSTA, L. F. C. . Percepção Ambiental do Campus Bacanga da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). In: Congresso Nacional de Educação Ambiental e VI Congresso Nordestino de Biogeografia, 2016, João Pessoa. Educação Ambiental e Biogeografia. Itaiatuba: Barlavento, 2016. v. 1. p. 2088-2096.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
CORREIA, B. E. F. ; LIMA, G. P. ; ALMEIDA JR., E. B. . Levantamento da flora fanerogâmica de uma restinga no litoral oriental do Maranhão. In: 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), 2015, São Carlos, SP. Luz, Ciência e Ação, 2015.

2.
LIMA, G. P.; SILVA, A. N. F. ; ALMEIDA JR., E. B. . Flora e fisionomia da restinga de Panaquatira, São José de Ribamar, Maranhão. In: XII CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL, 2015, São Lourenço, MG. XII CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL, 2015.

3.
LIMA, G. P.; ARAUJO, A. C. M. ; AMORIM, I. F. F. ; ALMEIDA JR., E. B. . Análise fitossociológica inicial do estrato herbáceo do campo de dunas da Praia de Panaquatira, São José de Ribmar, MA. In: XII CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL, 2015, São Lourenço, MG. XII CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL, 2015.

4.
MACHADO, M. A. ; SERRA, F. C. V. ; CORREIA, B. E. F. ; LIMA, G. P. ; ALMEIDA JR., E. B. . Aspectos florísticos da restinga da Ilha de Curupu, Raposa - MA. In: XII CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL, 2015, São Lourenço, MG. XII CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL, 2015.

5.
GUTERRES, A. V. F. ; LIMA, G. P. ; AMORIM, I. F. F. ; SILVA, A. N. F. ; SERRA, F. C. V. ; MACHADO, M. A. ; ARAUJO, A. C. M. ; ALMEIDA JR., E. B. . Levantamento florístico em fragmentos da porção amazônica maranhense (registros preliminares). In: XII CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL, 2015, São Lourenço, MG. XII CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL, 2015.

6.
FERREIRA, M. A. M. ; FIGUEIREDO, A. Q. S. A. ; MENDES, M. B. P. ; NASCIMENTO, A. D. ; VALE, A. A. M. ; PAIVA, B. H. I. ; SARAIVA JUNIOR, C. C. F. ; FIGUEIREDO, C. M. E. ; PEREIRA, D. M. ; ARAUJO JUNIOR, E. C. ; LIMA, G. P. ; DUTRA, I.L. ; SILVA, J. U. ; FEITOSA, L. M. ; TROVAO, L. O. ; MARTINS, L. P. ; LIMA, L. S. ; BELFORT, M. R. C. ; OLIVEIRA, O. C. C. ; GARCIA NETO, P. G. ; BRANDAO, R. A. ; LIMA, R. R. ; AZEVEDO, G. G. . A percepção da Cidade Universitária (UFMA) quanto a produção, descarte e reutilização de resíduos no campus. In: XIX Encontro Nacional dos Grupos PET (ENAPET), 2014, Santa Maria, RS. Inovação e Formação: o desafio dessa construção, 2014.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Novos registros para a família Arecaceae no Nordeste brasileiro. In: 35ª Reunião Nordestina de Botânica, 2017, Recife. Anais da 35ª Reunião Nordestina de Botânica. Recife, 2017.

2.
LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Campo aberto não-inundável das restingas brasileiras: uma análise preliminar sobre a composição vegetal. In: XVI Ciclo de Estudos Biológicos, 2016, São Luís. Anais do XVI Ciclo de Estudos Biológicos, 2016.

3.
LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Caracterização fisionômica de uma restinga na porção nordeste da Ilha do Maranhão. In: XI Congreso Latinoamericano de Botánica, 2014, Salvador. Botânica na América Latina: Conhecimento, Interação e Difusão, 2014.

4.
LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Composição florística inicial do estrato herbáceo da restinga de Panaquatira, São José de Ribamar, Maranhão. In: XI Congreso Latinoamericano de Botánica, 2014, Salvador. Botânica na América Latina: Conhecimento, Interação e Difusão, 2014.

5.
SILVA, A. N. F. ; SERRA, F. C. V. ; LIMA, G. P. ; AMORIM, I. F. F. ; CORREIA, B. E. F. ; ALMEIDA JR., E. B. . Leguminosae: Potencial taxonômico para o litoral do Maranhão, Brasil. In: XI Congreso Latinoamericano de Botánica, 2014, Salvador. Botânica na América Latina: Conhecimento, Interação e Difusão, 2014.

6.
LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Diversidade de espécies da vegetação das dunas da praia de Panaquatira, São José de Ribamar. In: XXVII Seminário de Iniciação Científica, 2014, São Luís. XXVII Seminário de Iniciação Científica - Livro de resumos, 2014.

Apresentações de Trabalho
1.
LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Diversidade de espécies da vegetação das dunas da Praia de Panaquatira, São José de Ribamar. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

2.
LIMA, G. P.; ARAUJO, A. C. M. ; AMORIM, I. F. F. ; ALMEIDA JR., E. B. . Estrutura da vegetação herbácea do campo aberto não inundável da Praia de Panaquatira, São José de Ribamar,Maranhão. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

3.
CORREIA, B. E. F. ; LIMA, G. P. ; ALMEIDA JR., E. B. . Levantamento da flora fanerogâmica de uma restinga no litoral oriental do Maranhão. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

4.
LIMA, G. P.; SILVA, A. N. F. ; ALMEIDA JR., E. B. . Flora e fisionomia da restinga de Panaquatira, São José de Ribamar, Maranhão. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

5.
LIMA, G. P.; ARAUJO, A. C. M. ; AMORIM, I. F. F. ; ALMEIDA JR., E. B. . Análise fitossociológica inicial do estrato herbáceo do campo de dunas da Praia de Panaquatira, São José de Ribmar, MA. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

6.
MACHADO, M. A. ; SERRA, F. C. V. ; CORREIA, B. E. F. ; LIMA, G. P. ; ALMEIDA JR., E. B. . Aspectos florísticos da restinga da Ilha de Curupu, Raposa - MA. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

7.
GUTERRES, A. V. F. ; LIMA, G. P. ; AMORIM, I. F. F. ; SILVA, A. G. ; SERRA, F. C. V. ; MACHADO, M. A. ; ARAUJO, A. C. M. ; ALMEIDA JR., E. B. . Levantamento florístico em fragmentos da porção amazônica maranhense (registros preliminares). 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

8.
LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Diversidade de espécies da vegetação das dunas da Praia de Panaquatira, São José de Ribamar. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

9.
LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Fitofisionomias da Restinga de Panaquatira, São José de Ribamar. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

10.
ALMEIDA JR., E. B. ; SERRA, F. C. V. ; MACHADO, M. A. ; SILVA, A. N. F. ; LIMA, G. P. ; CORREIA, B. E. F. . Relações florísticas e caracterização fisionômica das restinga do litoral do Maranhão (dados preliminares). 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

11.
FERREIRA, M. A. M. ; FIGUEIREDO, A. Q. S. A. ; MENDES, M. B. P. ; NASCIMENTO, A. D. ; VALE, A. A. M. ; PAIVA, B.H.I. ; SARAIVA JUNIOR, C. C. F. ; FIGUEIREDO, C. M. E. ; PEREIRA, D. M. ; ARAUJO JUNIOR, E. C. ; LIMA, G. P. ; DUTRA, I. L. ; SILVA, J. U. ; FEITOSA, L. M. ; TROVAO, L. O. ; MARTINS, L. P. ; BELFORT, M. R. C. ; OLIVEIRA, O. C. C. ; GARCIA NETO, P. G. ; BRANDAO, R. A. ; AZEVEDO, G. G. . A percepção da Cidade Universitária (UFMA) quanto a produção, descarte e reutilização de resíduos no campus. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

12.
LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Caracterização fisionômica de uma restinga na porção nordeste da Ilha do Maranhão. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

13.
LIMA, G. P.; ALMEIDA JR., E. B. . Composição florística inicial do estrato herbáceo da restinga de Panaquatira, São José de Ribamar, Maranhão. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

14.
SILVA, A. N. F. ; SERRA, F. C. V. ; LIMA, G. P. ; AMORIM, I. F. F. ; CORREIA, B. E. F. ; ALMEIDA JR., E. B. . Leguminosae: Potencial taxonômico para o litoral do Maranhão, Brasil. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

15.
LIMA, G. P.. Reprogramação celular: as tecnologias atuais para alterar a identidade da célula. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

16.
LIMA, G. P.. Cerrado: um modelo de biodiversidade. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

17.
LIMA, G. P.. Epigenética vegetal: de especulações a fatos concretos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

18.
AZEVEDO, G. G. ; NASCIMENTO, A.L. ; PAIVA, B.H.I. ; SARAIVA JUNIOR, C. C. F. ; ARAUJO JUNIOR, E. C. ; MONTEIRO, F.P. ; LIMA, G. P. ; DUTRA, I.L. ; SILVA, J. U. ; FEITOSA, L.M. ; MARTINS, L.P. ; LIMA, L.S. ; BELFORT, M. R. C. ; CONDE, O.C.C. ; GARCIA NETO, P. G. ; LIMA, R. R. . Projeto Raposa: sensibilizando alunos quanto à problemática do descarte de lixo no manguezal. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Outras produções bibliográficas
1.
NASCIMENTO, A.L. ; LIMA, G. P. ; SILVA, J. U. . Entrevistas do Boletim PET-Biologia. São Luís 2013 (Entrevista).


Demais tipos de produção técnica
1.
GUTERRES, A. V. F. ; AMORIM, G. S. ; LIMA, G. P. ; COSTA, L. B. S. ; ALMEIDA JR., E. B. . Coleta, Identificação e Herborização de Plantas. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
ALMEIDA JR., E. B.; MACIEL, J. R.; LIMA, G. P.. Participação em banca de Kauê Nicolas Lindoso Dias.Estudos filogenéticos e taxonômicos em Olyra L. (Poaceae: Bambusoideae: Olyreae). 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.

2.
ALMEIDA JR., E. B.; SANTOS, J.; LIMA, G. P.. Participação em banca de Ariade Nazaré Fontes da Silva.Florística e taxonomia da vegetação de dunas da praia de São Marcos, São Luís, MA. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.




Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.Estrutura da vegetação herbácea do campo aberto não inundável da praia de Panaquatira, São José de Ribamar, Maranhão. 2015. (Outra).

2.
XII Congresso de Ecologia do Brasil. Flora e fisionomia da restinga de Panaquatira, São José de Ribamar, Maranhão. 2015. (Congresso).

3.
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.Fitofisionomias da restinga de Panaquatira, São José de Ribamar, Maranhão. 2014. (Outra).

4.
XI Congreso Latinoamericano de Botánica. CARACTERIZAÇÃO FISIONÔMICA DE UMA RESTINGA NA PORÇÃO NORDESTE DA ILHA DO MARANHÃO. 2014. (Congresso).

5.
Ciclo de seminários sobre a origem, diversificação e distribuição dos biomas brasileiros;. 2013. (Seminário).

6.
Ciclo de seminários sobre biotecnologia. 2013. (Seminário).

7.
Ciclo de seminários sobre o papel da epigenética no processo evolutivo. 2013. (Seminário).

8.
Mesa redonda sobre a ética na biologia ? Nos labirintos da moral. 2013. (Outra).

9.
V EREBIO: Encontro Regional de Ensino de Biologia do Nordeste.Estratégias didáticas no processo de sensibilização de alunos do ensino fundamental sobre o descarte de resíduos sólidos no muníncipio Raposa, Maranhão. 2013. (Encontro).

10.
XII Encontro Nordestino dos Grupos PET: Ideologia, Legado e Expansãnsão..Projeto Raposa: sensibilizando alunos quanto à problemática do descarte de lixo no manguezal. 2013. (Encontro).

11.
XVIII Encontro Nacional dos Grupos PET: Maioridade PET-Identidade, avaliação e expansão.. 2013. (Encontro).

12.
64ª Reunião Anual da SBPC. 2012. (Outra).

13.
Ciclo de discussão do livro Dedo mindinho e seus vizinhos. 2012. (Outra).

14.
XV Ciclo de Estudos Biológicos. 2012. (Outra).



Outras informações relevantes


Vountário do Grupo PET-Biologia durante outubro de 2012 até dezembro de 2013, participando de diversas atividades extracurriculares pautadas no ensino, pesquisa e extensão.



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