Diogo Mariano Carvalho de Oliveira

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  • Última atualização do currículo em 07/02/2019


Mestre em Ciência Jurídica pelo Programa de Pós-graduação em Ciência Jurídica da Universidade Estadual do Norte do Paraná - UENP. Especialista em Direito Penal e Criminologia pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER) em convênio com o Instituto de Criminologia e Política Criminal (ICPC). Bacharel em Direito na Universidade Estadual do Norte do Paraná - UENP. É pesquisador nas áreas de teoria crítica do direito, direito penal, criminologia, economia política, filosofia do direito e filosofia em geral. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Diogo Mariano Carvalho de Oliveira
Nome em citações bibliográficas
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De;MARIANO CARVALHO DE OLIVEIRA, DIOGO;OLIVEIRA, DIOGO MARIANO CARVALHO DE


Formação acadêmica/titulação


2016 - 2018
Mestrado em Ciência Jurídica.
Universidade Estadual do Norte do Paraná, UENP, Brasil.
Título: A dialética entre Hegel e Marx: elementos para uma crítica da forma jurídica e da forma política,Ano de Obtenção: 2018.
Orientador: Jorge Sobral da Silva Maia.
Coorientador: Oswaldo Giacóia Jr..
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Direito; Forma jurídica; Forma política; dialética; Valor.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas
Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria do Direito / Especialidade: Filosofia do Direito.
Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria Crítica do Direito.
2018 - 2019
Especialização em Direito penal e criminologia. (Carga Horária: 420h).
Centro Universitário Internacional, UNINTER, Brasil.
Título: Práticas punitivas de exceção e zonas de espera no Brasil.
Orientador: Amanda Cecatto Alcântara.
2017 interrompida
Graduação interrompida em 2018 em Filosofia.
Universidade Estadual do Norte do Paraná, UENP, Brasil.
Ano de interrupção: 2018
2011 - 2015
Graduação em DIREITO.
Universidade Estadual do Norte do Paraná, UENP, Brasil.
Título: Entre a espada e a balança da Têmis burguesa: da multidão como homini sacrii em potência.
Orientador: Luiz Fernando Kazmierczak.
2007 - 2009
Ensino Médio (2º grau).
Colégio Santo Antonio Diocesano, CD, Brasil.
1999 - 2006
Ensino Fundamental (1º grau).
Colégio Santo Antonio Diocesano, CD, Brasil.




Atuação Profissional



Centro Universitário Internacional, UNINTER, Brasil.
Vínculo institucional

2018 - 2018
Vínculo: , Enquadramento Funcional:


Universidade Estadual do Norte do Paraná, UENP, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - 2016
Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estágio de docência, Carga horária: 4

Vínculo institucional

2012 - 2013
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2012 - 2012
Vínculo: Bolsista Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

03/2012 - 12/2013
Conselhos, Comissões e Consultoria, Colegiado do Curso de Direito, Comissão Executiva, .

Cargo ou função
Representante discente.

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - 2018
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Mestrado, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.


Programa de Proteção e Defesa do Consumidor, PROCON, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - 2014
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20



Projetos de pesquisa


2018 - 2018
PRÁTICAS PUNITIVAS DE EXCEÇÃO E ZONAS DE ESPERA NO BRASIL
Descrição: A presente pesquisa tem por objeto a análise de algumas determinações que caracterizam o sistema penal brasileiro, principalmente no que se refere à sua imanente seletividade e ao seu funcionamento como mecanismo de exclusão social e de garantia da aparente estabilidade da ordem social e acumulação de capital. Dessa forma, a investigação aqui desenvolvida analisa, a partir de dados levantados pelo DEPEN em 2016, o perfil do presidiário padrão, bem como se verifica, a partir de uma leitura dialético material, os atuais elementos que caracterizam o modelo punitivo brasileiro e o paradigma política da exceção soberana que garante a sua desembaraçada perenização. Nessa esteira, propõe-se que o sistema prisional funciona a partir de um modelo punitivo cuja principal e atual forma de funcionamento se perfaz através da imposição da espera como sofrimento enquanto forma de deslocamento de um mal-estar generalizado que é rejeitado e revertido através de um fazer sofrer à massa de subintegrados encarcerados. Essa forma de funcionamento, a princípio manifestamente ilegal, subsiste precisamente em razão da exceção soberana que lhe subjaz e a mantém..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .

Integrantes: Diogo Mariano Carvalho de Oliveira - Coordenador / Amanda Cecatto Alcantara - Integrante.
2016 - 2018
A DIALÉTICA ENTRE HEGEL E MARX: ELEMENTOS PARA UMA CRÍTICA DA FORMA JURÍDICA E DA FORMA POLÍTICA

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Jorge Sobral da Silva Maia em 24/09/2018.
Descrição: A presente dissertação tem como objetivo fornecer algumas bases teóricas para se pensar o direito a partir de uma abordagem materialista da forma social, da forma jurídica e da forma política. Para tanto, utilizou-se o ?método? dialético, partindo da proposição de uma convergência imprescindível entre as dialéticas hegeliana e marxiana, fornecendo assim um substrato teórico adequado que pudesse sustentar uma investigação especulativa e sistemática dos objetos propostos, e que assegurasse não apenas a compreensão formalmente conceitual das categorias e determinações que envolvem o cerne da corrente análise, mas também uma conceituação material e historicamente determinada dos desenvolvimentos lógicos derivantes das categorias postas em movimento ao longo do trabalho, permitindo, desse modo, a captura das determinações essenciais que configuram o plano ontológico no qual se desenrolam os elementos que procuramos identificar. Nesse sentido, buscou-se, ao longo do trabalho, mobilizar, algumas vezes de forma implícita, as categorias fundamentais de forma valor, forma jurídica e forma política, favorecendo uma compreensão sistemática da totalidade moderna, sem com isso perder de vista a centralidade dos desdobramentos lógicos que tais formas manifestam reflexamente em suas expressões efetivas. A fim de que o processo de investigação pudesse constituir considerações e proposições critico-especulativas, também se fez necessário diferenciar dialeticamente as manistações fenomênicas dessas formas e categorias de seus fundamentos essenciais, constituindo-se, nesse nível, uma separação entre aparência e essência que fizesse emergir o conteúdo racional desses elementos. A observação dessas premissas metodológicas permitiu que os objetos centrais a presente investigação pudessem ser determinados de maneira crítica, viabilizando a proposição de novas determinações e conceitos que escapam às abordagens tradicionais da temática e asseguram uma compreensão dinâmica e material da formal social, jurídica e política em consonância com suas determinações historicamente específicas. Em suma, o trabalho se divide em três capítulos, intercedidos por um interregno, de modo que podemos dividí-lo em quatro blocos temáticos, o primeiro deles apresenta a dialética hegeliana e algumas chaves de leitura; o segundo, composto como um interregno, propõe uma linha de interpretação da convergência entre a dialética hegeliana e a dialética marxiana a partir da subsunção de ambas à categorização como dialéticas sistemáticas, ao mesmo tempo em que estabelece aproximações e analogias conceituais e estruturais entre ambas, apontando para a imprescindibilidade da dialética hegeliana como ponto de partida da dialética marxiana; o terceiro dispõe a apresentação das formas e categorias econômicas sistematizadas por Marx em suas obras da maturidade e os conceitos centrais que envolvem a forma valor; e por fim, no quarto bloco, apresenta-se a forma jurídica e a forma política como reflexos da forma valor, buscando explicitar conceitos centrais a uma abordagem materialista da forma jurídica e da forma política com a finalidade de estabelecer um conjunto de categorias críticas apropriadas para pavimentar o caminho de uma crítica adequada da totalidade concreta..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .

Integrantes: Diogo Mariano Carvalho de Oliveira - Integrante / Jorge Sobral da Silva Maia - Coordenador.
2014 - 2015
ENTRE A ESPADA E A BALANÇA DA TÊMIS BURGUESA: A MULTIDÃO COMO HOMINI SACRI EM POTÊNCIA ? POR UMA DESCONSTRUÇÃO DO SISTEMA PENAL SOB A ÓTICA MARXISTA
Descrição: A presente pesquisa busca estudar, sob uma metodologia específica, os fenômenos que se estendem na relação entre penalidade e economia. Para tanto, o que intentou-se inicialmente foi uma teorização sucinta do surgimento e da evolução das penas e das teorias punitivas, estabelecendo-se em seguida, na segunda parte deste trabalho, o marco teórico que orienta essa pesquisa e, na terceira parte, uma delimitação dos problemas atuais que permeiam a sistemática penal. Nesse sentido, a tarefa que se esboça ? sem pretensão alguma de esgotar o tema que lhe conforma ? parte de uma crítica marxista do Direito enquanto aparato ideológico de dominação e controle social sobre determinadas classes politicamente selecionadas, utilizando-se para tanto de uma metodologia materialista-histórica. Ao percalço desse método, o que constatou-se foi a imanente relação entre as políticas econômicas e as políticas penais da modernidade, onde ambas se interelacionam e mutuamente influenciam-se, de tal forma que as alterações estruturais de uma repercutem diretamente no complexo organizativo da outra. Para que tal conclusão pudesse ser alcançada foi necessário expor como o Direito se constitui como uma forma de dominação enquanto roupagem jurídico-ideológica do discurso hegemônico capitalista, analisando as implicações de uma sociedade disciplinar inserida em um paradigma de produção fordista que posteriormente desembocará em um pós-fordismo caracterizado pelo trabalho imaterial, pela ruptura com a tradicional estruturação capitalista e corolária formação de uma nova figura social, a Multidão, inseridos num contexto de controle social biopolítico. O que se desvela ao final é a existência concreta no âmbito prático de uma política penal de aprisionamento do risco, de contenção espaço-temporal de classes indesejadas, de exclusão e marginalização social e de uma expropriação violenta e ilegítima de direitos e garantias..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .

Integrantes: Diogo Mariano Carvalho de Oliveira - Coordenador / KAZMIERCZAK, Luiz Fernando - Integrante.
2012 - 2013
A EVOLUÇÃO DAS PENAS: A QUEBRA DE PARADIGMAS DO SISTEMA PRISIONAL BRASILEIRO
Descrição: Ao longo da história, houveram grandes alterações na forma como a pena era aplicada e de que forma a justiça penal era desempenhada. Passando do instituto da vingança privada para a jurisdição do Estado, é possível notar a "evolução" que as penas sofreram conforme o período histórico. Não só a aplicação da pena foi alterada ao longo do tempo, mas também as teorias que fundamentavam a aplicação da pena. Surgiram as teorias absolutas - retribuição ao agente do ilícito penal - relativas - prevenção geral ou especial e ressocialização do indivíduo - as teorias mistas ou absolutas e relativas - retribuição, prevenção geral e especial e ressocialização - as teorias abolicionistas - abolição da sanção penal - e outras teorias contemporâneas; nota-se, dessa forma, uma crise crônica do sistema penal como um todo. Hodiernamente, a grande discussão circula em torno da pena de prisão e sua potencial ofensa aos direitos humanos e garantias fundamentais. Principalmente no Brasil, verifica-se que o cumprimento da pena torna-se de fato um suplício que acaba por adquirir como finalidade a corrupção do indivíduo e o estímulo à reincidência do preso. Dessa forma, é imperiosa a busca da quebra deste paradigma punitivo, de forma a devolver à pena o seu intuito principal que é o de reinserir o indivíduo na sociedade e almejar a pacificação social. O presente trabalho, portanto, tem como objetivo buscar soluções eficientes e alternativas para a reconstrução de um sistema penal eficaz e ressocializador..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .

Integrantes: Diogo Mariano Carvalho de Oliveira - Integrante / Maurício Gonçalves Saliba - Coordenador.
Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
2012 - 2012
KAFKA, FOUCAULT E UMA ANÁLISE CRÍTICA DO DIREITO À LIBERDADE
Descrição: A literatura de Kafka foi responsável foi deflagrar um fenômeno que somente seria sistematizado por Weber muitos anos depois; a burocracia. Por trás de sua literatura ácida e muitas vezes "absurda", o autor arquitetou em várias de suas obras uma crítica a máquina burocrática, denunciando os perigos dessa nova modernidade; ela seria responsável por uma mecanização do homem e, por consectário, uma limitação radical da liberdade do homem. Tomando como base as obras "A Metamorfose" e "O Processo", é possível, através de uma cuidadosa análise, observar as críticas estendidas a este fenômeno o qual Weber chamou burocracia. Nesse sentido, mas através de uma abordagem diferente, Foucault denunciou as relações de poder que se desenvolvem entre o Estado e suas macro e micro estruturas e a sociedade. A disciplina e o uso do corpo como seu vetor acabaram por submeter o homem ao mando do Estado; essa disciplina seria exercida através de instituições menores do Estado, como as instituições pedagógicas, psiquiátricas, fábricas e as prisões, ou através do próprio Estado, de diversas formas, principalmente através das normas jurídicas. Através das críticas desses autores, é necessário investigar qual o conceito e a delimitação de liberdade em nosso ordenamento jurídico e se de fato a sociedade detém um direito à liberdade materializado; as mitigações deste direito devem ser ponderadas e analisadas a fim de descobrir se suas limitações são legítimas ou abusivas..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .

Integrantes: Diogo Mariano Carvalho de Oliveira - Integrante / Maurício Gonçalves Saliba - Coordenador.
Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.


Revisor de periódico


2018 - Atual
Periódico: REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS CRIMINAIS


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Público/Especialidade: Direito Penal.
2.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Criminologia crítica.
3.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria Geral do Direito.
4.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia.
5.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria do Direito/Especialidade: Filosofia do Direito.
6.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria Crítica do Direito.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Pouco, Lê Pouco.
Italiano
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
MARIANO CARVALHO DE OLIVEIRA, DIOGO2018MARIANO CARVALHO DE OLIVEIRA, DIOGO; SOBRAL DA SILVA MAIA, JORGE . Sobre a dialética entre capital, direito e educação e a necessidade de superação da ideologia jurídica. PENSAR - REVISTA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, v. 23, p. 1-15, 2018.

2.
OLIVEIRA, DIOGO MARIANO CARVALHO DE2018OLIVEIRA, DIOGO MARIANO CARVALHO DE; MAIA, JORGE SOBRAL DA SILVA . A CRISE DE (IR)RACIONALIDADE DO SISTEMA PENAL: A DESSUBJETIVAÇÃO DO -OUTRO- NO ESTADO DE EXCEÇÃO DAS SOCIEDADES PÓS-DISCIPLINARES. REVISTA JURÍDICA CESUMAR: MESTRADO (ONLINE), v. 18, p. 393-428, 2018.

3.
2OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De;MARIANO CARVALHO DE OLIVEIRA, DIOGO;OLIVEIRA, DIOGO MARIANO CARVALHO DE2018OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Direito, democracia e a política como torção do simbólico. SINAL DE MENOS, v. 12, p. 132-156, 2018.

4.
1OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De;MARIANO CARVALHO DE OLIVEIRA, DIOGO;OLIVEIRA, DIOGO MARIANO CARVALHO DE2017OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; MAIA, Jorge S. S. . Crítica marxista dos conceitos de liberdade e igualdade na doutrina jurídica brasileira. REVISTA CULTURAS JURÍDICAS, v. 4, p. 107-130, 2017.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; CUNHA, A. G. (Org.) ; SILVA, A. O. G. (Org.) . Pesquisas em direitos humanos: direitos humanos, políticas públicas e educação. 1. ed. Porto Alegre: Editora Fi, 2018. 283p .

Capítulos de livros publicados
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; MAIA, Jorge S. S. . Prolegômenos para pensar a vida genérica: uma breve crítica das relações entre capital, direito e educação. In: SILVA, Aline Oliveira G.; PEREIRA, Ana Lúcia; GABRIEL, Fábio Antonio; ALMEIDA, Herbert; CUNHA, Mércia Miranda V.; SKEIKA, Tatiane. (Org.). Pesquisas contemporâneas em educação: diálogos com a filosofia, direitos humanos e ciências humanas. 1ed.Rio de Janeiro: Multifoco, 2018, v. , p. 331-357.

2.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; MORAES, M. B. . O novo papel dos Estados num mundo sem fronteiras: legalização, criminalização e repressão dos movimentos sociais. In: OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho de; GODINHO, André Cunha; SILVA, Aline O. G. da.. (Org.). Pesquisas em direitos humanos: direitos humanos, políticas públicas e educação. 1ed.Porto Alegre: Editora Fi, 2018, v. , p. 119-156.

3.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; CUNHA, A. G. ; FURQUIM, A. . Refúgio, hospitalidade e biopolítica: um ensaio de possíveis aproximações. In: OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho de; CUNHA, André G.; SILVA, Aline O. G. da.. (Org.). Pesquisas em direitos humanos: direitos humanos, políticas públicas e educação. 1ed.Porto Alegre: Editora Fi, 2018, v. , p. 219-252.

4.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; OLIVEIRA, S. R. M. . Políticas punitivas de exceção: zonas de espera no Brasil e a justiça restaurativa como abertura à ruptura paradigmática. In: MARQUES, Verônica Teixeira; SPOSATO, Karyna Batista; LOURENÇO, Luiz Cláudio. (Org.). Direitos humanos na democracia contemporânea: velhos e novos embates. 1ed.Rio de Janeiro: Editora Bonecker, 2018, v. 3, p. 97-119.

Textos em jornais de notícias/revistas
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Quando as drogas conservam a ordem. Justificando, São Paulo, 05 jan. 2018.

2.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. A micropolítica do espetáculo e o preço da verdade. Justificando, São Paulo, 18 maio 2017.

3.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Greve Geral: devemos nos preocupar com os dias que se seguirão a partir de agora. Justificando, São Paulo, 02 maio 2017.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Esboços de uma crítica marxista do direito e a penalidade no contexto biopolítico. In: Simpósio Internacional de Análise Crítica do Direito, 2015, Jacarezinho. Violência e criminologia. Jacarezinho: Instituto Ratio Juris, 2015. p. 62-88.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Kafka, Foucault e uma análise crítica do direito à liberdade. In: 21.o EAIC - Encontro Anual de Iniciação Científica, 2012, Maringá. 21.o EAIC - Encontro Anual de Iniciação Científica, 2012.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Kafka, Foucault e uma análise crítica do direito à liberdade. In: V Jornada de Debates Encontro com a Filosofia - II Encontro de Iniciação Científica em Filosofia da UENP, 2012, Jacarezinho. V Jornada de Debates Encontro com a Filosofia - II Encontro de Iniciação Científica em Filosofia da UENP, 2012.

Apresentações de Trabalho
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Democracia numa era de expectativas decrescentes: o estado de exceção e a parte dos sem-parte. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; GARBOZA JR., J. M. ; LIMA, L. B. B. . Agamben, Zizek, Badiou: entre materialismo e teologia. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

3.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Práticas punitivas de exceção e zonas de espera no Brasil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Punição em discurso: análises e perspectivas críticas. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

5.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Mesa redonda: entendendo a crise política no Brasil. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

6.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Esboços de uma crítica marxista do direito e a penalidade no contexto biopolítico. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

7.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. A Evolução das Penas: a Quebra de Paradigmas do Sistema Prisional Brasileiro. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

8.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Kafka, Foucault e uma análise crítica do direito à liberdade. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

9.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Kafka, Foucault e uma análise crítica do direito à liberdade. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

10.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Júri Simulado da I Conferência de Direito Penal de Jacarezinho. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Outras produções bibliográficas
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. De volta a Zimmerwald: repensando o internacionalismo. Rio de Janeiro: Revista Crise e Crítica, 2017. (Tradução/Artigo).


Produção técnica
Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Há controvérsias: violência e o medo na cidade. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

Redes sociais, websites e blogs
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. A realidade não depende de uma sentença. 2018. (Site).

2.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Política e democracia na era de expectativas decrescentes. 2018; Tema: Filosofia e política. (Site).

3.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Ainda é possível pensar o futuro? O novo tempo do mundo entre Arantes e Koselleck. 2018; Tema: Filosofia e política. (Site).

4.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Capital fictício e o retorno da dominação pessoal. 2017. (Site).

5.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Zizek: Capital fictício e o retorno da dominação pessoal. 2017. (Site).

6.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. Entrevista com Alain Badiou. 2016. (Site).


Demais tipos de produção técnica


Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
SALIBA, Maurício Gonçalves; OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; GARBOZA JR., J. M.. Participação em banca de Caio Felipe Benedete de Moura.O medo, a guerra às drogas e o encarceramento em massa no Brasil. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Estadual do Norte do Paraná.

2.
BOTELHO, M. C.; OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; SILVA, A. J. S.. Participação em banca de José Mauro Garboza Júnior.Para uma filosofia do espírito objetivo materialista: do direito crítico à crítica do direito. 2016.

3.
BOTELHO, M. C.; OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; SILVA, A. J. S.. Participação em banca de Lucas Bertolucci Barbosa de Lima.Investigação e conexão dos conceitos de. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Estadual do Norte do Paraná.

4.
SALIBA, Maurício Gonçalves; OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; LEITE, Danieli. Participação em banca de Murilo Nogueira Nucini.De Deleuze a Guattari e Negri: breve análise sobre a máquina imperial e a multidão. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Estadual do Norte do Paraná.

5.
KAZMIERCZAK, Luiz Fernando; OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De; VALERIO, A. F.. Participação em banca de Khaliu Nogueira Nicolau.Pensar penal e a questão carcerária. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Estadual do Norte do Paraná.




Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
I Congresso Nacional de Filosofia & Direito: resistência, desobediência e revolta. Democracia numa era de expectativas decrescentes: o estado de exceção e a parte dos sem-parte. 2018. (Congresso).

2.
XI Jornada de Debates com a Filosofia. Agamben, Zizek, Badiou: entre materialismo e teologia. 2018. (Congresso).

3.
I Punir para quê(m): discursos e práticas penais contemporâneas.Punição em discurso: análise e perspectivas críticas. 2017. (Simpósio).

4.
XXXIX Encontros Nietzsche. 2017. (Encontro).

5.
1 ST Advanced Studies Meeting in Juridical Science. 2016. (Simpósio).

6.
Colóquio Psicanálise e a Hipótese Comunista.A hipótese comunista, hoje. 2016. (Simpósio).

7.
Mesa redonda: entendendo a crise política no Brasil.Entendendo a crise política no Brasil. 2016. (Simpósio).

8.
46ª Semana Jurídica da Universidade Estadual do Norte do Paraná. 2015. (Congresso).

9.
III Fórum de Teoria Crítica.Esboços de uma Crítica Marxista do Direito e a Penalidade no Contexto Biopolítico. 2015. (Outra).

10.
V Simpósio Internacional de Análise Crítica do Direito.Esboços de uma Crítica Marxista do Direito e a Penalidade no Contexto Biopolítico. 2015. (Simpósio).

11.
IV Conferência de Direito Internacional. 2014. (Simpósio).

12.
IV Simpósio Internacional de Análise Crítica do Direito. 2014. (Simpósio).

13.
22º Encontro Anual de Iniciação Científica.A Evolução das Penas: a Quebra de Paradigmas do Sistema Prisional Brasileiro. 2013. (Encontro).

14.
21º Encontro Anual de Iniciação Científica.Kafka, Foucault e uma Análise Crítica do Direito à Liberdade. 2012. (Encontro).

15.
I Conferência de Direito Penal de Jacarezinho.Advogado de Defesa do Júri Simulado da I Conferência de Direito Penal de Jacarezinho. 2012. (Seminário).

16.
II Conferência de Direito Internacional: O Direito Internacional Contemporâneo. 2012. (Simpósio).

17.
V Jornada de Debates Encontro com a Filosofia - II Encontro de Iniciação Científica em Filosofia da UENP.Kafka, Foucault e uma análise crítica do direito à liberdade. 2012. (Encontro).

18.
I Conferência de Direito Internacional - Características gerais do Direito Internacional na pós-modernidade. 2011. (Outra).

19.
I Simpósio Internacional de Análise Crítica do Direito. 2011. (Simpósio).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
OLIVEIRA, Diogo M. Carvalho De. I Punir para quê(m): discursos e práticas penais contemporâneas. 2017. (Congresso).



Orientações



Orientações e supervisões concluídas
Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Caio Felipe Benedete de Moura. O medo, a guerra às drogas e o encarceramento em massa no Brasil. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Direito) - Universidade Estadual do Norte do Paraná. Orientador: Diogo Mariano Carvalho de Oliveira.

2.
Lucas Bertolucci Barbosa de Lima. Investigação e conexão dos conceitos de "dispositivo", "exceção", "campo" e "potência" na filosofia de Giorgio Agamben. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Direito) - Universidade Estadual do Norte do Paraná. Orientador: Diogo Mariano Carvalho de Oliveira.

3.
Murilo Nogueira Nucini. De Deleuze e Guattar a Negri e Hardt: breve análise sobre a máquina imperial e a multidão. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Direito) - Universidade Estadual do Norte do Paraná. Orientador: Diogo Mariano Carvalho de Oliveira.

4.
Khalil Nogueira Nicolau. Pensar penal e a questão carcerária. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Direito) - Universidade Estadual do Norte do Paraná. Orientador: Diogo Mariano Carvalho de Oliveira.




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