Caterina Alessandra Rea

  • Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/9726491546177501
  • Última atualização do currículo em 24/10/2018


É professora Adj C I na UNILAB- Universidade (Federal) da Integração da Lusofonia Afro-brasileira - Campus de São Francisco do Conde - BA. Possui graduação em Filosofia pela Università Cattolica de Milão (Italia), DEA (Diplôme d'Etudes Approfondies) e doutorado em Filosofia pela Université Catholique de Louvain - Belgica e Master 2 em Clinique du Corps et Anthropologie Psychanalytique pela Université Denis Diderot - Paris VII. Trabalhou como "Assistant" em Antropologia Filosofica no Institut Supérieur de Philosophie, Université Catholique de Louvain, como Chargé de cours em Sciences Humaines, Arts et Culture na Université Charles de Gaulle - Lille 3 e como pós-doutoranda no Interdisciplinar em Ciências Humanas pela Universidade Federal de Santa Catarina, no Nucleo Identidades de Gênero e Subjetividade (NIGS). É autora de três livros: "Dénaturaliser le corps. De l'opacité charnelle à l'énigme de la pulsion", L'Harmattan, Paris, 2009, "Psychanalyse sans Oedipe. Antigone, genre et subversion", L'Harmattan, Paris, 2010 e "Corpi senza frontiere. Il sesso come questione politica", Dedalo, 2012. Tem experiência na área de Filosofia, Estudos de gênero, Teoria e Crítica Queer of Colour (QOC), Feminismos transnacionais e Estudos pos-coloniais. Na UNILAB/Campus dos Malês, coordena o Grupo de Pesquisa FEMPOS/Pós-colonialidade, Feminismos e Epistemologias anti-hegemônicas (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Caterina Alessandra Rea
Nome em citações bibliográficas
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea


Formação acadêmica/titulação


2001 - 2007
Doutorado.
Université Catholique de Louvain, UCL, Bélgica.
Título: Reprendre et instituer le corps. Lecture croisée de Merleau-Ponty et Castoriadis, Ano de obtenção: 2007.
Orientador: Nathalie Frogneux.
Grande área: Ciências Humanas
2007 - 2009
Mestrado em Clinique du corps et anthropologie psychanalytique.
Université Paris Diderot, PARIS 7, França.
Título: Dé-fonctionnalisation et création : quelques éléments pour une métapsychologie de la pulsion à partir de l?approche psychanalytiques de Cornelius Castoriadis,Ano de Obtenção: 2009.
Orientador: Paul-Laurent Assoun.
2000 - 2001
Mestrado em Diplome d'études approfondies.
Université Catholique de Louvain, UCL, Bélgica.
Título: L'inbtrigue de l'utopique: de Levinas à Jonas,Ano de Obtenção: 2001.
Orientador: Nathalie Frogneux.
1993 - 1999
Graduação em Lettere e filosofia.
Universita Cattolica del Sacro Cuore di Milano, UCSC, Itália.


Pós-doutorado


2012
Pós-Doutorado.
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Grande área: Ciências Humanas


Atuação Profissional



Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira, UNILAB, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional:


Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, UNILAB, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Adjunto A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Sociedade, História e Cultura nos Espaços Lusófonos Políticas das Minorias no Contexto Pós-Colonial (Optativa)

Vínculo institucional

2016 - 2016
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Adjunto A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Tópicos Interculturais nos Espaços Lusófonos Teorias Feministas e Epistemologias da Dominação (Optativa)

Vínculo institucional

2015 - 2015
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Adjunto A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Metodologia interdisciplinar de pesquisa em Humanidades I Inserção na vida universitária

Vínculo institucional

2015 - 2015
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Adjunto A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Metodologia de Pesquisa Interdisciplinar em Humanidades II (Optativa) Sociedade e Cultura nos Espaços Lusófonos

Vínculo institucional

2014 - 2015
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Adjunto A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Debates e correntes dos feminismos pós-coloniais

Vínculo institucional

2014 - 2014
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor adjunto A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Tópicos Interculturais nos espaços lusófonos

Atividades

02/2016 - Atual
Ensino, Humanidades, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Teorias Feministas e Epistemologia da Dominação
Tópicos interculturais nos Espaços Lusófonos
Sociedade, História e Cultura nos Espaços Lusófonos
Política das Minorias no Contexto Pós-Colonial
05/2014 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , unilab, .

02/2015 - 12/2015
Ensino, Humanidades, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Metodologia de Pesquisa Interdisciplinar em Humanidades I
Inserção na Vida Universitária
Metodologia de Pesquisa Interdisciplinar em Humanidades II
Sociedade, História e Cultura nos Espaços Lusófonos
05/2014 - 11/2014
Ensino, Humanidades, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Sociedades, História e cultura nos espaços lusofónos
Tópicos interculturais nos Espaços Lusófonos

Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - 2014
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pos-doutoranda, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Este projeito, desenvolvido no Núcleo Identidades de gênero e subjetividades da Universidade Federal de Santa Catarina, se articula a traves de organização de grupos de estudo e de reflexão sobre epistemologia feminista enquanto processo de historialização e politização do saber e das suas condições de possibilidade. Trata-se de analisar como, desde sua posição subalterna nas relações de poder, as mulheres conseguem elaborar formas de saber e de produção cientifica alternativas ao respeito do saber (acadêmico) dominante. A analise dos feminismos pós-coloniais constitui a seguente etapa da pesquisa. Para estas correntes, os desafios se incarnam na produção deslocalizada e relocalizada de novas formas de conhecimento e de ações coletivas enquanto estrategias de participação politica, empoderamento e de subjetivação. Do ponto de vista metodológico, nos servimos da noção de ponto de vista (stand-point) elaborado pela epistemologia feminista (Nancy Harstock, Sandra Harding, Evelyne Fox-Keller), da noção de situação histórica do conhecimento elaborada no quadro do feminismo materialista que interrogam as condições sociais e históricas de qualquer produção de saber.


Université Lille 3 - Sciences Humaines, Lettres et Arts, U. LILLE 3, França.
Vínculo institucional

2011 - 2011
Vínculo: Chargé de cours, Enquadramento Funcional: Chargé de cours Université de Lille3, Carga horária: 9


Université Catholique de Louvain, UCL, Bélgica.
Vínculo institucional

2001 - 2009
Vínculo: Assistant/doctorand, Enquadramento Funcional: temporário



Linhas de pesquisa


1.
Teorias feministas pós-coloniais e teoria Queer
2.
Teorias feministas pós-coloniais, interseccionalidade, teoria queer e críticas queer of colour


Projetos de pesquisa


2018 - Atual
Traduzindo a África Queer: ampliação do mapeamento
Descrição: Este projeto visa a realizar traduções de textos feministas e queer da África, de forma a fortalecer o debate sobre a dissidência sexual e de gênero, no contexto da UNILAB. Na sua primeira edição, este projeto realizou traduções da primeira coletânea queer da África, o Queer African Reader, editado pela ativista nigeriana, Sokari Ekine, e pela ativista egípcia, Hakima Abbas, em 2013. Com esta nova proposta, entendemos ampliar as traduções do Queer African Reader e mapear novas produções na área, como a coletânea de 2014, "Reclaiming Afrikan", editada pela acadêmica sul-africana, Zethu Matebeni, assim como a coletânea "Queer in Africa. LGBTQI identities, citizenship and activism", editado neste ano de 2018 pela mesma Zethu Matebeni, e o texto francófono "Queer Maroc. Sexualités, genres et transidentités dans la littérature marocaine" de Jean Zaganiaris de 2014. No desenvolvimento do projeto, a realização das traduções não se separa da discussão, análise e do estudo dos principais conteúdos defendidos nos textos. A partir desta literatura é, assim, possível afirmar que, contrariamente a estereótipos largamente difundidos, a África não é toda homofóbica, nem toda heterossexual ou machista, mas que, nela, existem, sítios de lutas feministas e de dissidência sexual. O projeto se situa no campo filosófico e epistemológico, embora, pela temática abordada e pelas categorias propostas, se coloque em um diálogo interdisciplinar com as Humanidades e, em particular, com os estudos de gênero e de sexualidades, os estudos queer, a crítica Queer of Color e os estudos africanos. No quadro das ações PIBIC, o projeto tem o objetivo de consolidar o embasamento teórico na área, implementando oficinas de tradução dos principais textos estudados..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Caterina Alessandra Rea - Coordenador / João Bosco Soares da Fonseca Fonseca - Integrante.
2018 - Atual
Discutindo gênero e sexualidades: traduções e trajetórias queer no eixo sul-sul
Descrição: Este projeto visa a compreender e analisar como as questões de gênero e de sexualidades dissidentes estão sendo discutidas nos contextos do Sul global, particularmente na África e no Brasil. Na academia brasileira, o termo queer é mais frequentemente associado com um conjunto teórico elaborado nos países do Norte (USA e Europa) e exportado para contextos do Sul, sem uma efetiva adequação com as realidades e necessidades destes últimos. Existem, porém, outras versões do queer que permitiriam um diálogo diferente com esta noção, a partir de uma perspectiva descolonizada e engajada com uma leitura interseccional da dissidência sexual. Chamamos esta versão do queer de ?Crítica Queer de Cor? e, neste projeto, apresentaremos suas articulações em vários contextos da África, particularmente, anglófona. O esforço de tradução que estamos realizando, para disponibilizar estes textos em português, marca a possibilidade de novas trajetórias do queer no eixo Sul-Sul, se tornando assim parte das diretrizes do projeto UNILAB e de sua afirmação de estratégias de integração e de diálogo..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Caterina Alessandra Rea - Coordenador / Izzie Madalena Santos Amancio - Integrante.
2017 - 2018
Diversidade sexual, homofobia e debate sobre teoria Queer em contextos africanos: uma primeira abordagem
Descrição: Este projeto pretende conduzir um primeiro mapeamento do campo de estudo sobre práticas feministas, diversidade sexual e teoria queer em contextos africanos. A África está se delineando como um laboratório de produção de práticas teóricas, no campo do feminismo e das sexualidades dissidentes. Este projeto se integra no projeto guarda-chuva de fluxo contínuo "Sexualidades dissidentes, Interseccionalidade e Teoria Queer na África: um primeiro mapeamento". Ao analisar a teoria da interseccionalidade e as formas imbricadas de dominação, destacaram-se as produções teóricas de uma jovem geração de africanos que problematiza as normas sexuais nos diversos países da África. Do ponto de vista teórico, nos fundamentamos nas contribuições das primeiras coletâneas de teoria Queer africana, o Queer African Reader e Reclaiming Afrikan, que reúnem contribuições de estudiosos e militantes de vários países do continente. O maior aporte destas reflexões consiste em romper com a imagem de uma África homogênea, do ponto de vista cultural e das práticas sexuais, colocando contra o muro tanto a representação da África ?obsessivamente? homofóbica, perpetuada pelos países ocidentais e pelas agendas LGBT globais, quanto a representação do caráter supostamente não-africano da homossexualidade, disseminada pelos discursos essencialistas e nacionalistas de grupos religiosos locais. É para além destes discursos homogeneizantes e redutores que as construções de sexualidades e identidades de gênero não-hegemônicas proliferam no continente africano. O projeto se situa no campo filosófico e epistemológico, embora, pela temática abordada e pelas categorias propostas, se coloque em um diálogo interdisciplinar com as Humanidades e, em particular, com os estudos de gênero e de sexualidades, os estudos queer e os estudos africanos. No quadro das ações PIBIC, o projeto tem o objetivo de consolidar o embasamento teórico na área, implementando oficinas de tradução dos principais textos estudados..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (5) .
Integrantes: Caterina Alessandra Rea - Coordenador / Icaro Santos Amancio - Integrante.
2016 - Atual
Sexualidades dissidentes, Interseccionalidade e Teoria Queer na África: um primeiro mapeamento
Descrição: Este projeto pretende conduzir um primeiro mapeamento do campo de estudo sobre sexualidades e teoria queer em contextos africanos. A África está se delineando como um laboratório de produção de práticas teóricas, no campo do feminismo e das sexualidades dissidentes. Este projeto constitui uma continuação e um aprofundamento de pesquisas bibliográficas realizadas pelo grupo FEMPOS, sobre a noção de interseccionalidade e sua utilização no feminismo pós/descolonial. Ao analisar a teoria da interseccionalidade e as formas imbricadas de dominação, destacaram-se as produções teóricas de uma jovem geração de africanos que problematiza as normas sexuais nos diversos países da África. Do ponto de vista teórico, nos fundamentamos nas contribuições da primeira coletânea de teoria Queer africana, o Queer African Reader, que reúne contribuições de estudiosos e militantes de vários países do continente. O maior aporte destas reflexões consiste em romper com a imagem de uma África homogênea, do ponto de vista cultural e das práticas sexuais, colocando, contra o muro, tanto a representação da África ?obsessivamente? homofóbica, perpetuada pelos países ocidentais e pelas agendas LGBT globais, quanto a representação do caráter supostamente não-africano da homossexualidade, disseminada pelos discursos essencialistas e nacionalistas de grupos religiosos locais. É para além destes discursos homogeneizantes e redutores que as construções de sexualidades e identidades de gênero não-hegemônicas proliferam no continente africano. O projeto se situa no campo filosófico e epistemológico, embora, pela temática abordada e pelas categorias propostas, se coloque em um diálogo interdisciplinar com as Humanidades e, em particular, com os estudos de gênero e de sexualidades, os estudos queer e os estudos africanos. O projeto tem o objetivo de consolidar o embasamento teórico na área, implementando oficinas de tradução dos principais textos estudados..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - 2016
Interseccionalidade, uma categoria útil de análise da dominação: gênero, orientação sexual, raça e classe no entrecruzamento das relações de poder.
Descrição: O projeto pretende analisar as contribuições teóricas e práticas da noção de interseccionalidade e sua utilização atual para delinear uma teoria complexa das relações de poder em termos de gênero, orientação sexual, raça/etnia e classe. O projeto pretende mapear as utilizações mais recentes desta categoria no contexto brasileiro e internacional (principalmente França e Estados Unidos), levando em conta as produções na área dos Estudos de Gênero e Sexualidades, que vão ao encontro dos Estudos Étnico-raciais. A partir de uma análise teórica da noção de interseccionalidade, apresentada por Kimberlé Crenshaw como uma encruzilhada de caminhos (CRENSHAW, 2000/2002), a pesquisa visa a interrogar as diferentes normas e normatividades que operam na sociedade, reproduzindo formas entrecruzadas e complexas de dominação e de exclusão de grupos e de sujeitos considerados minoritários. Seguiremos uma abordagem construtivista do gênero e das outras relações de poder, argumentando o caráter sócio-historicamente produzido e instituído das normas e das hierarquias sociais. Do ponto de vista metodológico e epistemológico, nos interessa articular ?um pensamento da historicidade das relações de poder reputadas a-históricas?, (DORLIN, 2008: 10), na tentativa de desconstruir aquilo que, mais frequentemente, costumamos considerar como estável e natural. O projeto se situa no campo filosófico e epistemológico, embora, pela temática abordada e pelas categorias propostas, se coloque, permanentemente, em um diálogo interdisciplinar com as Humanidades e, em particular, com os estudos de gênero e de sexualidades e com os estudos subalternos. No quadro das ações PIBIC, o projeto aqui apresentado tem o objetivo de consolidar o embasamento teórico de pesquisas conduzidas pelos alunos, que envolvam populações e sujeitos tradicionalmente produzidos como subalternos, no quadro das atuais relações sociais de dominação..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) .
Integrantes: Caterina Alessandra Rea - Coordenador / Cleber Daniel Lambert - Integrante / Icaro Santos Amancio - Integrante / Thais Lago - Integrante / Solange Cabral - Integrante.


Projetos de extensão


2018 - Atual
Aids e Ação: prevenção e luta contra preconceitos e discriminações
Descrição: Estatísticas recentes mostram que a contaminação por HIV/AIDS e por outras doenças sexualmente transmissíveis está voltando a ser um fenômeno de relevância em nível internacional e no Brasil, em consequência à chamada ?cascata de cuidado para HIV AIDS (UNAIDS, 2016) ?. Os jovens, em particular, que não viveram a fase crítica do desenvolvimento da doença, estariam atravessando uma fase de relaxamento em relação ao risco de contaminação (OSHIRO: 2011). Sem contar que os próprios avanços médicos no tratamento da doença, graças à introdução dos antirretrovirais (TARV), teriam contribuído para esta mesma atitude. Enquanto as políticas públicas de prevenção e controle do HIV visam à eliminação dos comportamentos de risco, cresce a discussão sobre a procura de novas estratégias de prevenção, percebidas como menos normativas e opressoras. Além de apontar para a exigência de novas práticas preventivas, que revertam à despreocupação das jovens gerações quanto à necessidade de prevenção, este projeto traz, também, à tona a questão da discriminação e do preconceito, enquanto fatores que contribuem para acentuar a vulnerabilidade ao vírus do HIV/AIDS. O projeto pretende realizar ações de prevenção voltadas para sensibilizar alunos da UNILAB e membros de comunidades externas (testagem rápida, distribuição de camisinhas), assim como palestras e seminários com pessoas envolvidas na luta contra o HIV/AIDS e as discriminações correlatas..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) .
Integrantes: Caterina Alessandra Rea - Coordenador / Edneusa Diamantino Cá - Integrante.


Membro de corpo editorial


2016 - Atual
Periódico: Cadernos de Gênero e Diversidade
2016 - Atual
Periódico: Epistemologias do Sul: Pensamento Social e Político na A. Latina e Caribe


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Interdisciplinar em Humanidades; Estudos Feministas; Estudos Pós-coloniais.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Estudos Queer e críticas Queer of Colour, Epistemologias subalternas.


Idiomas


Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
REA, C.2018REA, C.. Pensamento Lésbico e Formação da Crítica Queer of Color. Cadernos de Gênero e Diversidade, v. 4, p. 30-46, 2018.

2.
REA, CATERINA2018REA, CATERINA; Izzie Madalena Santos Amancio . Descolonizar a sexualidade: Teoria Queer of Color e trânsito para o Sul. Cadernos Pagu (UNICAMP), v. 53, p. 1-38, 2018.

3.
Caterina Alessandra Rea2018Caterina Alessandra Rea. Descolonização, feminismos e condição queer em contextos africanos. REVISTA ESTUDOS FEMINISTAS, v. 26, p. 1, 2018.

4.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2017REA, C.. Redefinindo as fronteiras do pós-colonial. O feminismo cigano no século XXI. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso), v. 25, p. 31-50, 2017.

5.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2017REA, C.. Filosofia da libertação e analítica da dominação: uma leitura interseccional. Cadernos de Gênero e Diversidade, v. 02, p. 15-20, 2017.

6.
REA, C.2017REA, C.. Sexualidades dissidentes e teoria Queer pós-colonial: o caso africano. Revista Epistemologias do Sul, v. 1, p. 145-165, 2017.

7.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2015REA, C.; MINELLA, L. S. . Gênero nas Ciências biomédicas: entrevista com Ilana Lowy. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso), v. 23, p. 477-496, 2015.

8.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2014REA, C.. Existe uma psicanálise sem Edipo?. Ex aequo Revista da APEM, v. 30, p. 81-95, 2014.

9.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2013REA, C.. Nous avons été muettes pendant très llongtemps...Maintenant nous voulons parler de tout'. La constitution d´un féminisme tsigane. Études Tsiganes, v. 51, p. 120-135, 2013.

10.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2011 REA, C.. Denaturalización de la sexualidad: última frontera de la democracia. Formas afectivas y parentales a la prueba de la noción de género. Ex Aequo (Oeiras), v. 23, p. 97, 2011.

11.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2011 REA, C.. Psicoanálisis y dispositivo de la sexualidad: cuerpo, norma y construcción de género. Revista de Filosofia: Aurora (PUCPR. Impresso), v. 23, p. 407, 2011.

12.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2011REA, C.; CARON, R. . Le rapport au monde dans la maladie d?Alzheimer. Une lecture plurielle. Annales Médico-Psychologiques, v. 169, p. 26, 2011.

13.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2011REA, C.. Meditérranée comme frontière: ordre symbolique, materialization des corps et imigration. Revista Polis e Psique, v. 1, p. 65, 2011.

14.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2010REA, C.. Matérialité des corps et resignification de l?ordre symbolique : lorsque le ?mauvais genre? genre interroge la psychanalyse. Lectures du Genre, v. 7, p. 58, 2010.

15.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2010REA, C.; BAUNE, D. . Un destin post-?dipien pour la psychanalyse ? Possibilités et limites. Chimères (Paris. 1987), v. 72, p. 75, 2010.

16.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2010REA, C.. Corporéité, désir et création. Merleau-Ponty et Castoriadis face aux interrogations de la psychanalyse. Corrélats, v. 4/5, p. 220, 2010.

17.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2009REA, C.. L?envers anonyme du sujet corporel. Adverbum (Campinas), v. 4/1, p. 47, 2009.

18.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2008REA, C.. Le sous-sol de la phénoménologie : anonymat et profondeur du sujet corporel. Echos anthropologiques à partir de Merleau-Ponty. Topos, v. 3, p. 94, 2008.

19.
REA, CATERINA2007REA, CATERINA. L?Ips?it? Corporelle Entre Finitude Naturelle et Institution. CHIASMI INTERNATIONAL, v. 9, p. 149-165, 2007.

20.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2005REA, C.. Corps subjectif et question morale chez Maine de Biran. Revue Philosophique de Louvain (Imprimé), v. 1-2, p. 82, 2005.

21.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2002REA, C.. Retrait de Dieu et question du mal : une lecture éthique du mythe à partir de Hans Jonas. Revue Philosophique de Louvain (Imprimé), v. 3, p. 527, 2002.

22.
REA, C.;REA, CATERINA;Caterina Alessandra Rea2002REA, C.. De l'ontologie à l'éthique. Revue Philosophique de Louvain (Imprimé), v. 1/2, p. 80, 2002.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
REA, C.. Corpi senza frontiere. Il sesso come quastione politica. Bari - Italia: Dedalo, 2012. v. 1. 176p .

2.
REA, C.; BAUNE, D. . Psychanalyse sans ?dipe. Antigone, genre et subversion. , 2010.

3.
REA, C.. Dénaturaliser le corps. De l?opacité charnelle à l?énigme de la pulsion. , 2009.

Capítulos de livros publicados
1.
REA, C.. Feminismo, transnacionalidade e intersecção: o caso da constituição do feminismo cigano. In: Miriam Pillar Grossi e Alinne de Lima Bonetti. (Org.). Caminhos feministas no Brasil: teorias e movimentos sociais. 1ed.Florianópolis: Copiart, 2018, v. , p. 235-248.

2.
REA, C.. aberturas e limites do conceito de democracia sexual: debate em torno do casamento igualitário, nacionalidade e racialização na Argentina e na França. In: Miriam Pillar Grossi e Felipe Bruno Martins Fernandes. (Org.). A força da situação de campo. Ensaio sobre antropologia e teoria queer. 1ed.Florianópolis: Editora UFSC, 2018, v. , p. 51-69.

3.
REA, C.. Queerizando las normas familiares: el caso de la ley de matrimonio igualitario en Argentina. In: Elizabeth Sara Lewis, Rodrigo Borba, Branca Falabella Fabrício, Diana de Souza Pinto. (Org.). Queering Paradigms IVa. Insurgências queer ao Sul do Equador. 1ed.Bern: Peter Lang International Academic Publishers, 2017, v. 2, p. 137-.

4.
REA, C.; Icaro Santos Amencio . O Grupo de Pesquisa Pós-colonialidade, Feminismos e Epistemologias Anti-hegemônicas/ FEMPOS-UNILAB. O Grupo de Pesquisa Pós-colonialidade, Feminismos e Epistemologias Anti-hegemônicas/FEMPOS-UNILAB. 1ed.Campina Grande: Realize, 2016, v. , p. 4020-4030.

5.
REA, C.. Produzindo gênero na farmacologia: reflexões sobre uma área de exelência. In: Luzinete Simões Minella; Cecilia Maria Barcellar Sardenberg. (Org.). Gênero e Ciências: mulheres em novos campos. 260ed.Salvador: EDUFBA, 2015, v. , p. 245-.

6.
REA, C.. The Origin of Corporeal Ipseity: Between Lag and Institution. In: David Morris / Kym Maclaren. (Org.). Time, Memory, Institution. Merleau-Ponty's new ontology of Self. 1ed.Athens Ohio: Ohio University Press, 2014, v. 1, p. 155-.

7.
REA, C.. Défonctionnalisation et création : quelques éléments pour une lecture castoriadienne de la psychanalyse. In: Auréòien Liarte/Philippe Georges. (Org.). Imaginer avec Castoriadis. 1ed.: Ovadia, 2013, v. , p. 61-81.

8.
REA, C.. Corporéité et inconscient. Merleau-Ponty et Castoriadis face aux interrogations de la psychanalyse. In: Karel Novotný, Taylor S. Hammer, Anne Gléonec, Petr ?pecián. (Org.). Thinking in Dialogue with Humanities. Paths into the Phenomenology of Merleau-Ponty. : , 2011, v. , p. -.

9.
REA, C.. La vérité de l?humain entre dé-fonctionnalisation de la pulsion et création. In: Sophie Klimis; Philippe Caumières; Laurent Van Eynde. (Org.). Cahiers Castoriadis. : , 2010, v. 6, p. 101-.

10.
REA, C.. Viaggio alla frontiera di natura e cultura: il corpo umano tra de-biologizzazione e istitutzione. In: Matteo Negro; Fabio Ciaramelli; Guido Nicolosi. (Org.). Figure della Corporeità - L'esperienza del corpo nell'era delle biotecnologie. : , 2009, v. , p. 115-.

11.
REA, C.. L?institution comme praxis de la finitude. Lecture anthropologique de Castoriadis. In: Philippe Caumières; Sophie Klimis; Laurent Van Eynde. (Org.). Cahiers Castoriadis. : , 2008, v. 4, p. 77-.

12.
REA, C.. Perception et imaginaire : l?institution humaine entre créativité et sédimentation. Une lecture à partir de Merleau-Ponty et Castoriadis. In: Sophie Klimis Laurent Van Eynde. (Org.). Cahiers Castoriadis 1. L'imaginaire selon Castoriadis - thèmes et enjeux. : , 2006, v. 1, p. -.

Textos em jornais de notícias/revistas
1.
REA, C.. Femministe gitane: movimenti del XXI secolo. Il Manifesto, 06 nov. 2012.

2.
REA, C.. America Latina verso i diritti sessuali. Il Manifesto, 28 maio 2011.

3.
REA, C.. De la dénaturalisation du corps à la politisation de l?ordre sexuel. Une lecture inspirée par Judith Butler. Temps Marranes, 01 fev. 2011.

4.
REA, C.. Omofobia ultima frontiera dell?ordine. Il Manifesto, 13 jun. 2010.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
REA, CATERINA. Crítica Queer of Colour e deslocamentos para o Sul. In: Fazendo Gênero 11/13° Mundo de Mulheres, 2018, Florianópolis. Mundo de mulheres e Fazendo Gênero: Apresentando os Anais. Florianópolis, 2017.

2.
REA, C.. Expérience personnelle et institution social-historique : une réflexion à partir de C. Castoriadis. In: Philosophy of culture in the Age of globalization, 2006, Samos. The Philosophy of Culture, 2005. v. 1. p. 206.

3.
SALAMANCA-AVILA, L. ; REA, C. ; RUSSO, F. . L?école de Louvain-la-Neuve est-t-elle constructiviste ?. In: Le costructivisme dans les sciences de la communication, 2003, Béziers. La place du constructivisme pour l'étude des Communications, 2003.

Apresentações de Trabalho
1.
REA, C.. Trajetórias queer, direitos humanos e diálogos Sul-Sul. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
REA, C.. Dissidence sexuelle, positions Queer et critique post-coloniale: le cas africain. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

3.
REA, C.. Epistemologias do Sul na encruzilhada da teoria Queer, do Feminismo negro e da Antropologia da cidade. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

4.
REA, C.. Geopolíticas Queer y nuevas perspectivas desde el Sur: crítica Queer of color y descolonización de lo Queer. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

5.
REA, C.. Aids e Ação; prevenção e luta contra preconceitos e discriminações. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

6.
REA, C.. Crítica Queer of Color e deslocamento para o Sul. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

7.
REA, C.. Geopoliticas Queer y nuevas perspectivas desde el Sur: crítica Queer of Color y descolonización de lo Queer. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

8.
REA, C.. Sexualidades dissidentes e posições Queer no continente africano: um primeiro mapeamento. 2016.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

9.
REA, C.. Descolonizar as sexualidade e a teoria queer na Africa, um primeiro mapeamento. 2016.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

10.
REA, C.. O Grupo de Pesquisa Pós-Colonialidade, Feminismos e Epistemologias Anti-Hegemônicas/FEMPOS-UNILAB. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

11.
REA, C.. Projeto Gênero e Ciência. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

12.
REA, C.. Descolonizar a sexualidade: Teoria Queer of Color e trânsito para o Sul. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

13.
REA, C.. Filosofia da Libertação e analítica da dominação: uma leitura interseccional.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

14.
REA, C.. Pós-colonialidade, Feminismos e Epistemologias anti-hegemônicas.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

15.
REA, C.. Redefinindo as fronteiras da Pós-Colonialidade. O surgimento do feminismo cigano no século XXI. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

16.
REA, C.. Rumo ao desenvolvimento da visibilidade cigana no Brasil: interseccionalidade e empoderamento das mulheres Kalin e Romani. 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

17.
REA, C.. Gênero e raça na diáspora africana. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

18.
REA, C.. Circulações, deslocamementos, diásporas: feminismo negro e feminismo cigano em confronto.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

19.
REA, C.. Gênero, politica e ciência: prospectivas teóricas nos estudos feministas sobre a ciência. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

20.
REA, C.. Homossexualidade e politica. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

21.
REA, C.. Gênero, questoes raciais e militância. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

22.
REA, C.; NICHNIG, C. R. . Direitos, igualdade e democracia sexual: a união entre pessoas do mesmo sexo na Argentina e no Brasil. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

23.
REA, C.. Existe uma psicanalise sem Édipo?. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

24.
REA, C.; NICHNIG, C. R. . Direitos, igualdade e Democracia sexual: a união entre pessoas do mesmo sexo na Argentina e no Brasil.. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

25.
REA, C.. Queerizando las normas familiares: el caso de la ley de matrimonio igualitario en Argentina. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

26.
REA, C.. Gênero, deslocamento, militância, democracia. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

27.
REA, C.. Politiques de genre et égalité des droits en Argentine : le cas de la loi de ?mariage égalitaire?.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

28.
REA, C.. Desnaturalización del cuerpo y institución : la homoparentalidad como cuestión política.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

29.
REA, C.. Dénaturaliser et matérialiser les corps : pour une lecture queer de l?identité. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

30.
REA, C.. Méditerranée comme frontière : ordre symbolique, matérialisation des corps et immigration. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

Outras produções bibliográficas
1.
REA, C.. Narrativas contestadoras da África Queer. Dakar/Nairobi/Oxford: Pambazuka Press, 2017. (Tradução/Artigo).

2.
REA, C.. Une pensée risquée du Sida. Paris: Nonfiction.fr, 2011 (Resenha).


Demais tipos de produção técnica
1.
REA, C.. Teorias feministas pos-coloniais: analise das categorias teoricas. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

2.
REA, C.; Miriam Grossi ; Michel Bozon ; Eric Fassin ; Letticia Leite ; Lorena Moraes ; Sabreen Al Rassace ; ~deyse Moreira Santos ; Vinícius Kauê Ferreira ; Simone Ávila ; Anna Paula Luna Salles ; Felipe Bruno Martins Fernandes ; Jorge Gato ; Matine Gross ; Jérome Courduriès . Questions LGBT en France et au Brésil. 2012. (Editoração/Periódico).

3.
REA, C.. Travaux Dirigés de Philosophie des Arts. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

4.
REA, C.. Travaux Dirigés de Industries culturelles et culture de masse. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

5.
BAUNE, D. ; CARON, R. ; REA, C. . Psychothérapies et psychanalyse.. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

6.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

7.
REA, C.. Introduction à la philosophie. 2009. .

8.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

9.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

10.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

11.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

12.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

13.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2003. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

14.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2002. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Teses de doutorado
1.
REA, C.; Eduardo Oliveira; Clelia Côrtes; Francisca Droguett; Pedro Abib. Participação em banca de Bóris Alfonso Ramírez Gusmán. Colonialidade, Estado, Educação: uma análise da construção das relações de interculturalidade em Chile, Bolívia e Brasil. 2016. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Educação) - Universidade Federal da Bahia.

2.
Grossi, M; Pillotto, S; REA, C.; Graupe, M; Minella, L.; NESPOLINI, M. S.. Participação em banca de Izabela Liz Schlindwein. Os Natais da livre pensadora alemã Julie Engell-Gunther: relações de gênero e interraciais no Brasil do século 19. 2015. Tese (Doutorado em Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.

3.
Miriam Grossi; NASCIMENTO, J. C.; ALMEIDA NETO, L. M.; SENA, T.; LAGO, M. C. S.; MINELLA, L. S.; WOLFF, C. S.; ARENDT, S.; REA, C.. Participação em banca de Patricia Rosalba Salvador Moura Costa. Aracaju dos anos 90: crimes sexuais, homossexualidade,homofobia, justiça. 2012 - Universidade Federal de Santa Catarina.

Qualificações de Doutorado
1.
Miriam Grossi; Miriam Furtado Hartung; Anna Uziel; REA, C.. Participação em banca de Anna Carolina Amorim. Maternidades lésbicas e novas tecnologias reprodutivas conceptivas: um estudo comparativo sobre parentesco no Brasil e na França. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pos Graduacao em Antropologia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

2.
Miriam Grossi; NEDEL, L. B.; MUZART, Z. L.; REA, C.. Participação em banca de Izabela Liz Schlindwein. Relações de gênero e interétnicas a partir das memorias sobre o Brasil de uma jornalista feminista alemã do século 19. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
Clarisse Paradis; REA, CATERINA; Maria Claudia Ferreira. Participação em banca de Leila Abade Nery.Violência doméstica na perspectiva das profissionais do Centro de referência no atendimento à mulher (CRAM) no Município de Candeias/BA. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelada em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira.

2.
Tatiana Carrascal; Clarisse Paradis; REA, CATERINA. Participação em banca de Roseane Abraão do Sacramento.Empoderamento econômico e seu papel para o enfrentamento da violência doméstica na cidade de Santo Amaro/BA. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelada em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira.

3.
REA, C.; Ismael Tcham. Participação em banca de Joane Ferreira de Freitas.Histórias do Samba de Roda em Saubara: uma pesquisa sobre o grupo de sambadeiras e do protagonismo de Dona Rita da Barquinha do Bom Jesus dos Pobre. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelada em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira.

4.
Cristina Teodoro; REA, CATERINA; Maria Claudia Ferreira. Participação em banca de Josilene de Jesus Oliveira.Mulheres chefe de família: desempenho e sucesso escolar dos filhos/as. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelada em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira.

5.
REA, C.; Darlane Silva Andrade; Felipe Bruno Martins Fernandes. Participação em banca de Fernanda Oliveira da Silva Santos."Pode tudo mas não é obrigada a nada": poliamor e swing e o papel da mulher soteropolitana nesses novos arranjos afetivos-sexuais. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelado em Estudos de Gênero e Diversidade) - Universidade Federal da Bahia.

6.
Alcides Caldas; SILVA, M. A.; REA, C.. Participação em banca de Marcelo Goulart Santos.UNILAB: instrumento de integração da comunidade dos Países de Lingua portuguesa (CPLP). 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Geografia) - Universidade Federal da Bahia.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Outras participações
1.
REA, C.; Olga Regina Zigelli Garcia; Tania Mara Cruz. Concurso 1º Prêmio GDE - Gênero e Diversidade na Escola. 2013. Universidade Federal de Santa Catarina.

2.
REA, C.; Olga Regina Zigelli Garcia; Tania Mara Cruz. Concurso 1º Prêmio GDE - Gênero e Diversidade na Escola. 2013. Universidade Federal de Santa Catarina.

3.
Miriam Grossi; REA, C.. Premio ABA Lévy-Strauss, avaliadora de posters. 2012. Associação Brasileira de Antropologia.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
CASCA/IUAES 2017. Dissidence sexuelle, positions Queer et critique post-coloniale: le cas africain. 2017. (Congresso).

2.
Congreso de la Asociación Latinoamericana de Antropologia. Geopolíticas Queer y nuevas perspectivas desde el Sur: crítica Queer of Color y descolonización de lo Queer. 2017. (Congresso).

3.
Fazendo Gênero 11. Crítica Queer of Color e deslocamentos para o Sul. 2017. (Congresso).

4.
1 Congresso Internacional de Estudos de Gênero em debate: percursos, desafios e olhares interdisciplinares.Sexualidades dissidentes e posições Queer no continente africano: um primeiro mapeamento. 2016. (Simpósio).

5.
Epistemologias do Sul.Direitos e direitos humanos: reflexões desde o Sul como categoria epistêmica. 2016. (Simpósio).

6.
Estudios Poscoloniales y Feminismos.Sexualidades dissidentes e teoria queer pós-colonial: o caso africano. 2016. (Simpósio).

7.
I Encontro Cultura, Gênero, Sexualidade.Crítica Queer of Colour e Teoria Queer na África: uma primeira abordagem. 2016. (Encontro).

8.
II Seminário e Treinamento em Pesquisa sobre Sexualidades, Relações de Gênero e Diretos Humanos. Descolonizando gênero e sexualidades: dissidência sexual e teoria queer na Africa. 2016. (Congresso).

9.
Rede Feminista de Norte e Nordeste REDOR. O Grupo de Pesquisa Pós-colonialidade, Feminismos e Epistemologias Anti-hegemônicas da UNILAB/Malês. 2016. (Congresso).

10.
Seminário da Pós-graduação em POlíticas Sociais e Cidadania da PUCSal.Descolonizar as sexualidade e a teoria queer na Africa, um primeiro mapeamento. 2016. (Seminário).

11.
III Congresso Brasileiro de Filosofia da Libertação.Filosofia da Libertação e analítica da dominação: uma leitura interseccional. 2015. (Simpósio).

12.
II Seminário Internacional Desfazendo Gênero.Pós-colonialidade, Feminismos e Epistemologias anti-hegemônicas. 2015. (Simpósio).

13.
Simposio NEIM/UFBA.Empoderamento das mulheres no campo e na cidade. 2015. (Simpósio).

14.
29 Reunião brasileira de Antropologia.Rumo o desenvolvimento da visibilidade cigana no Brasil: interseccionalidade e empoderamento das mulheres Kalin e Romani. 2014. (Simpósio).

15.
3ª Semana de Estudos em Psicologia: Vozes do Feminino. Gênero e Raça na Diáspora Africana. 2014. (Congresso).

16.
4 Curso de curta duração em Gênero e feminismo.Circulações, deslocamementos, diásporas: feminismo negro e feminismo cigano em confronto. 2014. (Seminário).

17.
Fazendo genero 10.Genero, politica e ciencia: prospectivas teoricas nos estudos feministas sobre a ciencia. 2013. (Simpósio).

18.
Trabalho de campo, etica e sexualidades.Homossexualidade e politica. 2013. (Simpósio).

19.
TransOceanik. Genero, questoes raciais e militancia. 2013. (Congresso).

20.
Congresso Internacional de Psicologia XIII Semana de psicologia da UEM. Existe uma psicanalise sem Edipo?. 2012. (Congresso).

21.
Congresso Internacional Interdisciplinar em Ciencias Sociais e Humanas. Direitos, igualdade e Democracia sexual: a uniao entre pessoas do mesmo sexo na Argentina e no Brasil. 2012. (Congresso).

22.
Queering paradigms. Queerizando las normas familiares: el caso de la ley de matrimonio igualitario en Argentina. 2012. (Congresso).

23.
De la question sociale à a question politique en Amérique Latine.Politiques de genre et égalité des droits en Argentine : le cas de la loi de ?mariage égalitaire?. 2011. (Simpósio).

24.
Les dénaturalizations du corps.Desnaturalización del cuerpo y institución : la homoparentalidad como cuestión política. 2011. (Seminário).

25.
Des corps, des identités?et après - UEEH.Dénaturaliser et matérialiser les corps : pour une lecture queer de l?identité. 2010. (Encontro).

26.
Education et homophobie, une forme de discrimination dans le système éducatif : états de lieux, actions et relais de l?action,. Norme (hétéro)-sexuelle et performativité : construction du discours homophobe. 2010. (Congresso).

27.
Good Sex, Bad Sex. Sexual Law, Crime and Ethics. Re-thinking Symbolic Order: Psychoanalysis questioned by Queer Studies. 2010. (Congresso).

28.
Les contraintes de genre sur les corps : corps genré / corps monstrueux.Matérialité des corps et resignification de l?ordre symbolique : lorsque le ?mauvais genre? interroge la psychanalyse. 2010. (Simpósio).

29.
Les politiques du corps.De la dénaturalisation du corps à la politisation de la norme symbolique : l?ordre sexuel à l?épreuve du changement social. 2010. (Simpósio).

30.
Meditérranée étrangère.Méditerranée comme frontière : ordre symbolique, matérialisation des corps et immigration. 2010. (Simpósio).

31.
Banlieues et favelas : phénoménologie et psychanalyse du malaise social.Précarité et vulnérabilité, nouvelles frontières de l?humain : les périphéries comme question anthropologique ». 2009. (Simpósio).

32.
Castoriadis : fondements et ouvertures.Défonctionnalisation et création. Quelques éléments pour une lecture castoriadienne de la psychanalyse. 2009. (Seminário).

33.
Journées Castoriiadis. castoriiadis et la vérité.La vérité de l?humain entre défonctionnalisation de la pulsion et institution. 2009. (Seminário).

34.
Centenaire de la naissance de Merleau-Ponty. L?envers anonyme du sujet corporel. 2008. (Congresso).

35.
Corporéité et affectivité. Centenaire de la naissance de Merleau-Ponty. Corporéité et inconscient. Merleau-Ponty et Castoriadis face aux interrogations de la psychanalyse. 2008. (Congresso).

36.
III Encontro Nacional de pesquisadores em filosofia e psicanalise : Psicanalise e sociedade. Autonomie humaine à l?épreuve de la finitude. Le travail analytique selon Castoriadis. 2008. (Congresso).

37.
32th Merleau-Ponty Conference. Passivity,. The passive background of creativity. 2007. (Congresso).

38.
Journées Castoriadis : Praxis et institution.L?institution comme praxis de la finitude. Lecture anthropologique de Castoriadis. 2007. (Seminário).

39.
31st International Merleau-Ponty Conference Body and Institution. Corporeal Ispeity between natural finitude and institution. The enigma of human being according to Merleau-Ponty and Castoriadis. 2006. (Congresso).

40.
Midis de l'anthropologie -Les désaccords fondateurs. Mondialisation, identité, systèmes symboliques,.Ecart et institution : notes pour une lecture du lien social. 2006. (Seminário).

41.
Philosophy of culture in the Age of globalization. Expérience personnelle et institution social-historique : une réflexion à partir de C. Castoriadis. 2005. (Congresso).

42.
Midis de l'anthropologie - La violence.Violence et question identitaire. 2004. (Seminário).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Iniciação científica
1.
Thais Lago. Estudos de Gênero, Teoria feminista e contribuições teóricas de mulheres negras no Brasil.. Início: 2015. Iniciação científica (Graduando em Bacharelado em Humanidades) - PIBIC/UNILAB. (Orientador).

2.
Icaro Santos Amancio. Interseccionalidade, uma categoria útil de análise da dominação: gênero, orientação sexual. raça e classe no entrecruzamento das relações de poder. Início: 2015. Iniciação científica (Graduando em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, PIBIC/UNILAB. (Orientador).

3.
Solange Cabral. Estudos de Gênero, Sexualidades e Poder numa perspectiva interseccional.. Início: 2015. Iniciação científica (Graduando em Bacharelado em Humanidades) - PIBIC/UNILAB. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Klylissa Carla Ribeiro Freitas. Resgate à identidade capilar: cabelo crespo das mulheres santamarenses/BA. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Bacharelada em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira. Orientador: Caterina Alessandra Rea.

2.
Tatiane de Barros Santos. A liderança feminina nas manifestações do Bembé do Mercado/Santo Amaro Bahia. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Bacharelada em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira. Orientador: Caterina Alessandra Rea.

3.
Mamadú Baldé. Mulheres africanas na UNILAB: registro de uma experiência em processo. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Bacharelada em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira. Orientador: Caterina Alessandra Rea.

4.
Marcelo Lenz Lopes. A representação da mulher negra nas peças publicitárias veiculadas na TV. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Bacharelada em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira. Orientador: Caterina Alessandra Rea.

5.
Nádia Conceição dos Santos Miranda. A relação das mulheres ciganas evangélicas em suas comunidades. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Bacharelada em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira. Orientador: Caterina Alessandra Rea.

6.
Elane Rodrigues do Nascimento Guedes. Lei Maria da Penha: como ela vem sendo discutida e incrementada ao longo de seu surgimento?. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Bacharelada em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira. Orientador: Caterina Alessandra Rea.

7.
Ícaro Santos Amancios. Trajetória de vida e interseccionalidade: Rubens Celestino e as encruzilhadas. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Orientador: Caterina Alessandra Rea.

8.
Solange Cabral. Casamento forçado na Guiné-Bissau: diversas formas de violar o direito da mulher. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Orientador: Caterina Alessandra Rea.

9.
Naentrem Sanca. Políticas públicas para ciganos no município de Santo Amaro. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Humanidades) - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Orientador: Caterina Alessandra Rea.



Educação e Popularização de C & T



Cursos de curta duração ministrados
1.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2002. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

2.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2003. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

3.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

4.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

5.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

6.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

7.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

8.
REA, C.. Travaux pratiques de Anthropologie philosophique. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

9.
REA, C.. Travaux Dirigés de Philosophie des Arts. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

10.
REA, C.. Travaux Dirigés de Industries culturelles et culture de masse. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

11.
BAUNE, D. ; CARON, R. ; REA, C. . Psychothérapies et psychanalyse.. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

12.
REA, C.. Teorias feministas pos-coloniais: analise das categorias teoricas. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

13.
REA, C.. Introduction à la philosophie. 2009. .




Página gerada pelo Sistema Currículo Lattes em 14/12/2018 às 2:02:51