Paula de Moreira Guimaraes

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  • Última atualização do currículo em 04/09/2017


Mestranda em Arquitetura e Urbanismo, pela Universidade Federal de Minas Gerais sob orientação da professora Dra. Natacha Araújo Rena. A pesquisa em desenvolvimento aborda a temática o desastre-crime na bacia do Rio Doce, sob a perspectiva do método cartográfico. Tal estudo constitui uma frente de ação do projeto extensionista Cartografias Emergentes, vinculado ao programa IndLab, do grupo de pesquisa Indisciplinar, sediado na Escola de Arquitetura da UFMG. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (2015). Tem interesse em questões que perfazem o urbanismo: cartografia, produção do espaço, meio ambiente, metropolização, globalização e cotidiano. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Paula de Moreira Guimaraes
Nome em citações bibliográficas
GUIMARAES, P. M.


Formação acadêmica/titulação


2016
Mestrado em andamento em Arquitetura.
Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Brasil.
Título: Cartografias das Resistências pós-desastre tecnológico no Rio Doce (provisório),Orientador: Natacha Silva Araújo Rena.
Palavras-chave: Rio Doce; Cartografia.
2009 - 2015
Graduação em Arquitetura e Urbanismo.
Universidade Federal do Espírito Santo, UFES, Brasil.
Título: Inquietações Urbanas - ações projetuais em Jardim Camburi.
Orientador: Milton Esteves Junior.





Projetos de pesquisa


2016 - Atual
Programa IND.LAB - LABORATÓRIO NÔMADE DO COMUM
Descrição: Descrição: O Programa IND.LAB - Laboratório Nômade do Comum é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa do CNPQ sediado na Escola de Arquitetura da UFMG denominado Indisciplinar (http://blog.indisciplinar.com) e pretende desenvolver projetos de extensão associados à pesquisa gerando tecnologia social através de ações diretas com a sociedade distribuídas em dois eixos metodológicos que se cruzam: 1) O Eixo de alta tecnologia pretende desenvolver ações que utilizam a tecnologia digital e as redes na internet com intensidade. Mapas georreferenciados, cartografias críticas colaborativas em rede, aplicativos para celular e outras maneiras de atuar dentro do que compreende como Cidade Instantânea ou Inteligente. Os dispositivos para realização dos projetos com ênfase neste eixo também se encaixam no que denominamos urbanismo performativo. Os projetos de Extensão Projeto de extensão associados a este Programa aqui proposto que ja foram aprovados e estão sendo executados são: Multitude: Cartografia da Cultura Multitudinária e Cartografias Emergentes. Em ambos estão envolvidas também disciplinas de graduação e pós-graduação com vários experimentos sendo desenvolvidos com relação ao uso de plataformas digitais colaborativas para construção de mapas georreferenciados com dados que levantam a cultura, os commons urbanos, enfim, problemas, potencialidades e ações multitudinárias nas metrópoles. As disciplinas são: UNI009_Cartografias Emergentes, que é aberta para toda a universidade, a disciplina ARQ 033 - Projeto Integrado do Design que utilizou de metodologias criadas a partir da extensão para mapear o Bairro de Santa Tereza e leventar seus problemas e potencialidades para que os alunos possam dar soluções coletivas para o bairro. 2) O Eixo de baixa tecnologia possui projetos que trabalham principalmente artesanias acreditando que a autogestão dos espaços e de diversas ações colaborativas podem ser desenvolvidas dentro de uma lógica tática de confecção dos próprios utilitários, mobiliário, e arquitetura. A ênfase nas artesanias também pressupões o uso de materiais recicláveis e reutilizados e a produção coletiva dos espaços. O projeto Artesanias do Comum pretende montar 3 laboratórios de confecção artesanal no Espaço Comum Luiz Estrela, que é uma ocupação cultural que conseguiu consessão de uso durante 20 anos. Pretende-se construir mobiliário e coleções de produtos artesanais para serem comercializados dentro dos preceitos da economia solidária. Sobre o Grupo INDISCIPLINAR: é um Grupo de Pesquisa do CNPQ sediado na Escola de Arquitetura da UFMG.. Situação: Em andamento; Natureza: Extensão..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2016 - Atual
NATUREZA URBANA
Descrição: NATUREZA URBANA é um projeto extensionista, vinculado ao Programa IND.LAB_Laboratório Nômade do Comum, pertencente ao grupo INDISCIPLINAR, grupo de pesquisa do CNPQ sediado na Escola de Arquitetura da UFMG, que tem suas ações focadas na produção contemporânea do espaço urbano. Em fevereiro de 2013, o grupo de Pesquisa Indisciplinar inicia sua participação efetiva na teia formada ao redor do movimento Fica Ficus. Desde então, muitas conexões com outros grupos e movimentos em defesa da qualidade de vida urbana aconteceram. Entre 2013 e 2015, com a intensificação dos movimentos multitudinários contra os processos de urbanização neoliberal no Brasil, constituiu-se uma rede de apoio mútuo compartilhando experiências ativistas e aos poucos, agregando movimentos sociais, culturais e ambientais, tanto da Região Metropolitana de Belo Ho rizonte quanto de outras regiões do país como o Parque Augusta de São Paulo ou o Ocupe Estelita de Recife. O Indisciplinar faz parte da Rede Verde que é um movimento que emerge na conexão das ações coletivas pela defesa da Mata do Planalto, do Parque Jardim América e das demais áreas verdes da cidade ameaçadas pelo Projeto de Emenda à Lei Orgânica (PELO) de Belo Horizonte que propõe mudanças nas regras de ocupação das áreas verdes da cidade. De autoria da prefeitura, a proposta PELO nº 7/2014 permite a instalação de equipamentos públicos de saúde, educação e assistência social em praças, parques, reservas ecológicas e espaços tombados, onde até então é proibida qualquer construção. Em 2016 foi elaborado um seminário no Verão Arte contemporânea com o objetivo de aproximar ainda mais essas lutas e difundir o desejo por uma cidade mais verde.Gestado dentro do IND.Lab o Natureza urbana pretende apoiar esses movimentos no que diz respeito à projetos de parques urbanos e natureza na cidade. Está sendo desenvolvido atualmente o Projeto do Parque das Ocupações do Barreiro em Belo Horizonte MG, Brasil, proposto na interseção entre uma área de proteção Ambiental e a ocupação habitacional como forma de promover a convivência e a interação entre ambos. Valendo-se da premissa de que seria possível uma convivência harmoniosa entre ocupação e área verde e que a existência da área de proteção ambiental seria importante para a qualidade do espaço das habitações foi proposto o Parque. A necessidade de trabalhar essa questão torna-se ainda mais pertinente se entendemos as dinâmicas do capital imobiliário e neoliberalismo, que resultam nas cidades onde o seu avanço provoca a perda de espaços para morar da população pobre nos centros urbanos, forçando a sua migração para regiões não especulativas, não ocupadas ou para onde o zoneamento urbano não permite ocupação legal. Dessa forma é que surge o conflito ocupação e área de proteção Ambiental. Porém a presença desse verde é extremamente necessária para boa qualidade de vida da população. O Parque das Ocupações é uma tentativa de mostrar a importância de ocupar sem deixar de lado a sustentabilidade e mostrar como é possível a coexistência de habitações e áreas verdes, independente de poder aquisitivo e como essas questões podem ser complementares e ser reforçarem mutuamente. Assim a proposta cresce e tem a necessidade de se desdobrar. Parques, praças, jardins, áreas de preservação ambiental são fundamentais para a qualidade de vida e garantem uma vida mais saudável e locais coletivos para que os cidadãos possam viver parte das suas vidas também em espaços de convívio que não sejam necessariamente shoppings, instituições, condomínios fechados, entre outros. O direito à vida de qualidade nas cidades deve fazer parte da vida cotidiana de todos!.
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
2016 - Atual
CARTOGRAFIAS EMERGENTES
Descrição: O projeto de extensão denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte através da produção de cartografias críticas colaborativas por meio da construção de uma rede de protagonismo comunitário e com processos participativos de construção dos mapas (oficinas). Estes pretendem revelar espacialmente fenômenos urbanos socialmente segregadores, característica esta muito forte nas cidades contemporâneas e, neste caso, Belo Horizonte está totalmente inserido neste processo excludente. As ações serão registradas on-line, através de plataformas de mapeamento georreferenciado e blog. Toda a atividade terá como produto peças gráficas, como diagramas e cartografias desenvolvidas a partir de dados coletados e em colaboração com as comunidades locais envolvidas. Este projeto procura, portanto, além de construir conhecimento coletivamente através das cartografias críticas, investigar as políticas urbanas neoliberais em processo na cidade a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado CARTOGRAFIAS CRÍTICAS. A proposição de projetos de extensão faz parte das diretrizes gerais do novo Grupo de Pesquisa recém certificado no CNPQ intitulado INDISCIPLINAR. Sediado na escola de Arquitetura da ufmg, grupo este que tem suas ações focadas na produção contemporânea do espaço. CARTOGRAFIAS EMERGENTES é o projeto de extensão envolvido diretamente com as diretrizes conceituais e práticas do grupo e objetiva-se investigar, através de inúmeros processos de elaboração e síntese de dados, e inúmeros contatos com as comunidades em estado de vulnerabilidade social envolvidas, a produção contemporânea do espaço em seus múltiplos platôs. Considerada a metropolização e a mundialização - os impasses e potencialidades decorrentes - , e os processos constitutivos do espaço social, toma-se o urbano em sua capacidade de fazer pensar e forçar criar singularidades. Neste sentido, a dimensão do Comum e a produção da Diferença são norteadores dos estudos e práticas propostas aqui. Considera-se que as estratégias investigativas para a construção do conhecimento são importantes para abordar indissociadamente a teoria da prática, portanto, interessa a Copesquisa como o método adotado na composição dos projetos. Nos últimos anos, o instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propõe-se a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 4 eixos: EIXO 01: processos de neoliberalização da politica urbana e gentrificação em regiões atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: Processos participativos, ativismo, desobediência civil e função social da propriedade. (MUQUIFU, POLOS, CIDADE E ALTERIDADE e Ministério Público, Grupos de pesquisa Praxis e CIDADE E ALTERIDADE como parceiros); EIXO 03: Novas práticas culturais e Biopolítica da Multidão (Carnaval de rua, Praia da Estação, Duelo de MC?s entre outros) EIXO 04: Ecologia, Paisagem e Natureza Urbana; (parceiros como o Grupo AMAU- Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana, AUÊ - estudos em agricultura urbana da UFMG, movimento FICA FICUS). Situação: Em andamento; Natureza: Extensão..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Arquitetura e Urbanismo.


Idiomas


Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Bem.


Produções



Produção bibliográfica
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
CAMPOS, M. M. ; GUIMARAES, P. M. . Porto e paisagem em áreas centrais: centro histórico de Vitória (ES). In: Jornada de Iniciação Científica da UFES, 2012, Vitória. Anais da Jornada de Iniciação Científica da UFES. Vitória: PRPPG, 2012. v. 3.

2.
CAMPOS, M. M. ; GUIMARAES, P. M. ; LOUREIRO, R. M. . PAISAGEM, PROJETO E VIDA URBANA: O CENTRO HISTÓRICO PORTUÁRIO DE VITÓRIA (ES, BRASIL). In: III SEMINÁRIO INTERNACIONAL URBICENTROS, 2012, SALVADOR, BA. Caderno de Resumos do 3º Seminário Internacional URBICENTROS: Morte e vida dos centros urbanos. Salvsoe: PPG-AU/UFBA, 2012. p. 1-176.

Apresentações de Trabalho
1.
GUIMARAES, P. M.; LAGE, G. T. L. . Cartografias Indisciplinares das redes de resistências emergentes frente ao desastre sociotecnológico no Rio Doce. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).


Produção técnica
Trabalhos técnicos
1.
BOWEN, B. V. N. ; GUIMARAES, P. M. ; RIBEIRO, R. R. ; MAFORTE, F. . Estudo de Impacto de Vizinhança - Ed. Fibrasa. 2015.

2.
TAVARES, H. G. ; LINDGREN, M. C. ; BOWEN, B. V. N. ; RIBEIRO, R. R. ; GUIMARAES, P. M. ; LOUREIRO, R. M. . Concurso de Projetos de Urbanismo - Orla Noroeste. 2014.

3.
MENDES, M. C. P. ; BRITO, E. ; AGUIAR, F. M. ; FERREIRA, P. R. ; GUIMARAES, P. M. ; SALES, V. G. . Estudo de impacto de Vizinhança (EIV) - Loteamento residencial Santa Cruz. 2013.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
6ª CONFERÊNCIA DA CIDADE DE VITÓRIA.A função social da propriedade e da cidade - cidades inclusivas, participativas e socialmente justas. 2016. (Outra).

2.
EREA ITAUNAS - XVII Encontro Regional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo. 2014. (Encontro).

3.
XVII ENEPEA. 2014. (Encontro).

4.
EREA IBITIPOCA - XV Encontro Regional dos Estudantes de Arqutetitetura e Urbanismo. 2012. (Encontro).

5.
III SEMINÁRIO INTERNACIONAL URBICENTROS.PAISAGEM, PROJETO E VIDA URBANA: O CENTRO HISTÓRICO PORTUÁRIO DE VITÓRIA (ES, BRASIL). 2012. (Seminário).

6.
Jornada de Iniciação Científica da UFES.Porto e paisagem em áreas centrais: centro histórico de Vitória (ES). 2012. (Outra).

7.
EREA VILA VELHA - VIX Encontro Regional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo. 2011. (Encontro).

8.
Mutirão Beco limpo e em cores. 2011. (Oficina).

9.
EREA RIO DE JANEIRO - XIII Encontro Regional dos Estudantes de Arquitetura Urbanismo. 2010. (Encontro).

10.
SeNEMAU - Seminário Nacional sobre Escritórios Modelos de Arquitetura e Urbanismo. 2010. (Seminário).

11.
ENEA BELO HORIZONTE. Encontro Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo.. 2009. (Encontro).

12.
EREA POÇOS DE CALDAS - VII Encontro Regional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo.. 2009. (Encontro).




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