Alberto Martín Chillón

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  • Última atualização do currículo em 19/10/2018


Possui graduação e licenciatura em Historia del Arte pela Universidade Complutense de Madrid (2006), mestrado em História da Arte - Universidad Complutense (2010), e doutorado em Artes (História e Crítica da Arte) na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2017). Professor Adjunto do Departamento de História da Arte da Escola de Belas Artes, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Membro do grupo Entresséculos. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em História e Crítica da Arte, atuando na arte do século XIX, especialmente na escultura, sobre conceitos como academismo; modernidade e tradição; indianismo e construção da imagem nacional brasileira. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Alberto Martín Chillón
Nome em citações bibliográficas
CHILLÓN, A. M.


Formação acadêmica/titulação


2013 - 2017
Doutorado em Artes.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Título: A escultura e seu oficio no Brasil do Segundo Reinado (1840-1889), Ano de obtenção: 2017.
Orientador: Maria C. Louro Berbara.
Bolsista do(a): Fundação Biblioteca Nacional, FBN, Brasil.
Palavras-chave: Arte brasileira; Escultura brasileira; Escultura siglo XIX.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes
Grande Área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Artes Plásticas / Especialidade: Escultura.
2006 - 2010
Mestrado em História da Arte.
Universidad Complutense, UCMADRI, Espanha.
Título: Aproximación a la vida y obra del escultor Eduardo Barrón (1858-1911),Ano de Obtenção: 2010.
Orientador: María Socorro Salvador Prieto.
Bolsista do(a): Instituto de Estudios Zamoranos Florián de Ocampo, I.E.Z, Espanha.
2007 - 2007
Graduação em Certificado de Aptitud Pedagógica.
Universidad Complutense de Madrid, UCM, Espanha.
2001 - 2006
Graduação em Historia del Arte.
Universidad Complutense de Madrid, UCM, Espanha.
Bolsista do(a): Universidad Complutense de Madrid, U.C.M, Espanha.


Pós-doutorado


2017
Pós-Doutorado.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes


Formação Complementar


2011 - 2011
Enseñanza del español como lengua extranjera.
Universidad Complutense de Madrid, U.C.M, Espanha.
2010 - 2010
Atención a la diversidad en la educación. (Carga horária: 110h).
Universidad Camilo José Cela, UCJC, Espanha.
2009 - 2009
El uso de nuevas tecnologías en la clase. (Carga horária: 110h).
Universidad Camilo José Cela, UCJC, Espanha.
2009 - 2009
La didáctica de la Historia del Arte. (Carga horária: 110h).
Universidad Camilo José Cela, UCJC, Espanha.
2007 - 2007
Diseño web e internet en la docencia. (Carga horária: 110h).
Universidad Camilo José Cela, UCJC, Espanha.
2006 - 2006
41 Lecciones de Arquitectura Española. (Carga horária: 30h).
Instituto de Arquitectura Juan de Herrera, IAJH, Espanha.
2006 - 2006
Actualidad de las exposiciones temporales. (Carga horária: 30h).
Universidad Complutense de Madrid, U.C.M, Espanha.
2006 - 2006
I Congreso internacional del románico. (Carga horária: 50h).
Ayuntamiento de Zamora, AYTO ZAMORA, Espanha.
2006 - 2006
El legado de Al-Ándalus. (Carga horária: 25h).
Fundación del Patrimonio Histórico de Castilla y León, FPHCL, Espanha.
2005 - 2005
Jornadas sobre tasación y peritaje de obras dearte. (Carga horária: 2005h).
Universidad Complutense de Madrid, U.C.M, Espanha.
2004 - 2004
Los museos como biografías arquitectónicas.
Museo Thyssen Bornemisza, MUSEO THYSSEN, Espanha.
2003 - 2003
Vermeer y el interior holandés.
Museo del Prado, MUSEO DEL PRADO, Espanha.
2003 - 2003
Manet en el Prado.
Museo del Prado, MUSEO DEL PRADO, Espanha.
2002 - 2002
Venus-Tiziano y la idea de la Pintura.
Museo Thyssen Bornemisza, MUSEO THYSSEN, Espanha.


Atuação Profissional



Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Vínculo institucional

2018 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto História da Arte, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

08/2018 - Atual
Ensino, História da Arte, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
História das Artes Visuais I
História das Artes Visuais II
História da Arte I
Evolução das Artes Visuais II

Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: BOLSISTA DE PÓS-DOUTORADO NOTA 10


Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Professor substituto, Enquadramento Funcional: Professor substituto, Carga horária: 20

Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de pós-doutorado, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2013 - 2017
Vínculo: Aluno de Doutorado, Enquadramento Funcional: Aluno de Doutorado

Atividades

09/2017 - Atual
Ensino, Artes, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Arte e escritura
Arte e institucionalização
Historiografia da arte no Brasil
03/2015 - 07/2015
Ensino, Artes, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
História da Arte I: Arte e Cultura Material

Fundação Biblioteca Nacional, FBN, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de pesquisa, Carga horária: 20


Galería de arte Raquel Ponce, GALERIA, Espanha.
Vínculo institucional

2007 - 2008
Vínculo: Asistente, Enquadramento Funcional: Asistente, Carga horária: 45


Instituto de Estudios Zamoranos Florián de Ocampo, I.E.Z, Espanha.
Vínculo institucional

2009 - 2010
Vínculo: Becario, Enquadramento Funcional: Becario de Investigación


The Getty Foundation, GETTY, Estados Unidos.
Vínculo institucional

2015 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Assistente editorial
Outras informações
Unfolding Art History in Latin America Project


Universidad Complutense de Madrid, UCM, Espanha.
Vínculo institucional

2005 - 2006
Vínculo: Becario, Enquadramento Funcional: Becario de Colaboración, Carga horária: 20



Projetos de pesquisa


2017 - 2018
Francisco Manuel Chaves PInheiro e a escultura através da Academia Imperial de Belas Artes (1852-1884)
Descrição: O presente projeto ocupa-se de uma das figuras mais importantes da escultura do Segundo Reinado, o escultor e professor de estatuária da Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro entre 1852 e 1884, Francisco Manuel Chaves Pinheiro. O conhecimento da vida e obra deste artista resulta indispensável para entender não só a escultura da sua época mas também para compreender a arte do Segundo Reinado, assim como grandes temas da historiografia artística. Chaves Pinheiro, membro da primeira geração de escultores brasileiros formada com os irmãos Marc e Zepherin Ferrez, foi responsável pela formação dos escultores da Corte durante 32 anos e da avaliação dos projetos de obras a serem realizados na Corte ou emissão de pareceres de obras já realizadas, que procuravam a legitimação acadêmica. Apesar da relevância do escultor, sua figura apenas conta com um estudo monográfico. Nesse sentido, este projeto pretende contribuir para o conhecimento deste escultor tão relevante, elaborando uma biografia exaustiva e um catálogo de sua obra, incidindo no estudo estilístico e formal, assim como nas suas relações e na sua posição como acadêmico. Ademais, sua condição de artista pardo resulta muito importante, devido à posição alcançada e à documentação conservada, para o entendimento da formação e produção desse tipo de artistas. O estudo do artista levanta questões muito importantes para a historiografia artística, como o estudo da Academia Imperial de Belas Artes, fora de uma perspectiva modernista, mas também fora de uma visão polarizada entre acadêmico e moderno. O estudo de caso de Chaves Pinheiro permitirá um entendimento da Seção de Escultura da Academia Imperial de Belas Artes, um tema escassamente tratado, contribuindo aos debates sobre o academismo, tanto em questões de estilo quanto terminológicos, além de oferecer uma visão mais clara e ajustada da escultura e da arte do seu tempo.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2015
Modernidade e modernismo no Brasil Imperial (1860-1889)
Descrição: O presente projeto propõe-se a realizar um estudo aprofundado das diferentes acepções e usos do termo arte moderna no Brasil Imperial, entre 1860 e 1890, através da imprensa e da bibliografia dedicada à arte da época. Analisaremos, além dos discursos sobre a modernidade, os protagonistas desses discursos, os críticos e intelectuais, da mais variada natureza, e suas relações e implicações, que podem iluminar um tema pouco estudado e construído, muitas vezes, mais por estereótipos do que por um estudo pormenorizado a partir de fontes primárias..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2017
A escultura e seu oficio no Brasil oitocentista (1840-1889)
Descrição: Entre 1840 e 1884, apresentaram-se nas Exposições Gerais de Belas Artes aproximadamente 40 escultores, embora saibamos muito pouco ou nada da maioria deles. Por isso, na tese doutoral, nos aproximamos à escultura carioca oitocentista através de vários problemas principais. Assim, a escultura indianista e a criação de uma arte nacional, a Academia de Belas Artes, a consideração da figura do escultor e estatuário, os lugares de exposição e relação artística, os mercados e os clientes e a questão dos materiais são os principais pontos tratados. Como elo central, como um cicerone que nos guia pelo ambiente escultórico, tomaremos a figura de Cândido Caetano de Almeida Reis, cuja vida e obra, atravessada por todos os problemas citados, nos servirá como ponto de partida para criar um panorama mais amplo, e analisar a escultura como um campo específico, mas não isolado, com caraterísticas e problemas próprios..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Recepção da Tradição Clássica
Descrição: idéia de que toda a evolução da arte ocidental, da Antiguidade até o momento presente, possa ser concebida em termos do diálogo que trava com a assim chamada tradição clássica é um topos universal da história da arte. O conceito de modernidade, neste sentido, vem sucessivamente configurando-se, em grande medida, seja a partir da emulação, renovação ou rejeição deste legado visual, o qual se define não necessariamente como um estilo determinado, mas como um auto-referente processo de incessante re-elaboração dos modelos formulados ao menos entre o período arcaico grego e o tardo-imperial romano. No âmbito deste projeto pretende-se pesquisar a recepção da tradição clássica pela arte européia e latino-americana em seu sentido lato, privilegiando-se no entanto o arco temporal compreendido entre os séculos XIV e o momento presente; não se restringirá, contudo, ao academicismo ou aos movimentos denominados classicistas ou neo-classicistas (como por exemplo o classicismo avant-garde neo-impressionista, a fase clássica de Picasso ou a pintura metafísica), buscando-se antes avaliar a multiplicidade de reações ao clássico incluindo tanto correntes artísticas tradicionalmente alheias a ele quanto a elaboração do discurso histórico-artístico que o forma e define. Subjacentes ao tema desta proposta estão o próprio escrutínio e definição dos termos clássico ou classicismo e dos conceitos de imitação e renovação , assim como a sua transmissão e transformação ao longo dos sucessivos momentos históricos..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.


Membro de corpo editorial


2016 - Atual
Periódico: LABORHISTÓRICO
2015 - Atual
Periódico: 19&20 (Rio de Janeiro)
2013 - 2014
Periódico: Concinnitas (Online) (Rio de Janeiro)


Áreas de atuação


1.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes.
2.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Fundamentos e Crítica das Artes.
3.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Fundamentos e Crítica das Artes/Especialidade: Teoria da Arte.
4.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Fundamentos e Crítica das Artes/Especialidade: História da Arte.
5.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Fundamentos e Crítica das Artes/Especialidade: Crítica da Arte.


Idiomas


Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.


Prêmios e títulos


2018
Aprovação em concurso público. Professor Adjunto História da Arte. EBA/UFRJ, UFRJ.
2017
Aprovação em concurso público: professor substituto. Teoria e História da Arte., Instituto de Artes. Universidade do Estado do Rio de Janeiro..
2017
Bolsa de Pós-doutorado Nota 10, FAPERJ Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.
2014
Bolsa de investigação. Doutorado., Programa Nacional de Apoio à Pesquisa / Fundação Biblioteca Nacional.
2012
Certificado avançado CELPE-BRAS, INEP.
2010
Aprovação em concurso público: Cuerpo de Profesores de Educación Secundaria de Madrid, Comunidad de Madrid.
2009
Bolsa de investigação, Instituto de Estudios Zamoranos Florián de Ocampo.
2005
Bolsa de investigação e colaboração, Universidad Complutense de Madrid.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
CHILLÓN, A. M.2018CHILLÓN, A. M.. Leon Despres de Cluny: um escultor oitocentista esquecido. H-art, v. I, p. 1-20, 2018.

2.
CHILLÓN, A. M.2018CHILLÓN, A. M.. O gênio e o copiador de cavalos ou Almeida Reis e Chaves Pinheiro: originalidade e cópia na escultura brasileira oitocentista. FIGURA. STUDI SULL`IMMAGINE NELLA TRADIZIONE CLASSICA, v. 6, p. 33-67, 2018.

3.
CHILLÓN, A. M.2016CHILLÓN, A. M.. Apontamentos para o conhecimento dos escultores Antônio Quirino Vieira e Severo da Silva Quaresma. 19&20 (Rio de Janeiro), v. XI, p. 1-10, 2016.

4.
CHILLÓN, A. M.2015 CHILLÓN, A. M.. Escultura e indianismo(s) no Brasil oitocentista. 19&20 (Rio de Janeiro), v. x, p. 1-30, 2015.

5.
CHILLÓN, A. M.2015 CHILLÓN, A. M.. El Brasil independiente y la defensa del imperio a través de la escultura pública. Kaypunku, v. 2, p. 117-155, 2015.

6.
CHILLÓN, A. M.2015CHILLÓN, A. M.. Anseios de eternidade: o uso do mármore no Brasil imperial. Arte & Ensaio (UFRJ), v. 30, p. 92-101, 2015.

7.
CHILLÓN, A. M.2014 CHILLÓN, A. M.. O Gênio de Brasil e as Musas: um manifesto ideológico numa nação em construção. 19&20 (Rio de Janeiro), v. IX, p. 1-50, 2014.

8.
CHILLÓN, A. M.2014 CHILLÓN, A. M.. Entre tradição e modernidade: Almeida Reis e O Paraíba. Caiana. Revista de Historia del Arte y Cultura Visual del Centro Argentino de Investigadores del Arte, v. 5, p. 29-43, 2014.

Capítulos de livros publicados
1.
CHILLÓN, A. M.. Escultura decimonónica en Rio de Janeiro: entre pérdida, ausência y olvido. In: Carvajal Gonzáles, Helena. (Org.). Perspectivas actuales, horizontes insólitos. Dinámicas y aportaciones teóricas en Historia del Arte. 1ed.Madrid: Aguja de Palacio, 2018, v. , p. 397-416.

2.
CHILLÓN, A. M.. La formación escultórica en el Río de Janeiro decimonónico. In: Begoña Alonso Ruiz et al.. (Org.). La formación histórica: creadores-historiadores-espectadores. Ied.Santander: Editorial de la Universidade de Cantabria, 2018, v. I, p. 488-499.

3.
CHILLÓN, A. M.. A casa das artes. (A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e seu papel na escultura imperial). In: MAGALHÃES, ALINE MONTENEGRO et al.. (Org.). Misericórdia. Um bairro na paisagem do Rio de Janeiro. 1ed.Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2017, v. 1, p. 63-78.

4.
CHILLÓN, A. M.. Almeida Reis e o atelier escultórico no Brasil Imperial. In: Arthur Valle; CAmila Dazzi; Isabel Portella; Rosangela de Jesus Silva. (Org.). Oitocentos. Tomo IV. O atelier do artista. 1ed.Rio de Janeiro: , 2017, v. I, p. 13-22.

5.
CHILLÓN, A. M.. O prêmio de viagem de Almeida Reis: o trânsito entre o acadêmico e o moderno. In: CAVALCANTI, Ana; MALTA, Marize; PEREIRA, Sonia Gomes. (Org.). Histórias da Escola de Belas Artes: Revisão crítica de sua História. 1ed.Rio de Janeiro: , 2016, v. , p. 222-231.

6.
CHILLÓN, A. M.. Sobre la formación de un escultor brasileño en París: el caso excepcional del pensionado Almeida Reis. In: NETO, Mª João; MALTA, Marize. (Org.). Coleções de arte em Portugal e Brasil nos séculos XIX e XX. As Academias de Belas Artes Rio de Janeiro-Lisboa-Porto (1816-1836). Ensino, artistas, mecenas, coleções. Ied.Lisboa: Caleidoscopio, 2016, v. , p. 289-302.

7.
CHILLÓN, A. M.. Murillo no Museu dom João VI e o papel da escola espanhola no panorama artístico carioca. In: Ana Cavalcanti; Marize Malta; Sonia Gomes Pereira. (Org.). Coleções de arte: formação, exibição, ensino. 1ed.Rio de Janeiro: Rio books, 2015, v. , p. 147-158.

8.
CHILLÓN, A. M.. A propósito da coleção do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro: Reflexões sobre a escultura brasileira oitocentista. In: HOFFMANN, A. M. P.; BRANDÃO, A.; GUZMÁN, F.; CARROZA, M. (Org.). História da Arte: coleções, arquivos e narrativas. 1ed.: , 2015, v. , p. 201-211.

9.
CHILLÓN, A. M.. Mercados y mecenas en el Brasil imperial: la cuestión nacional en la escultura. In: Abella, Raquel; Brandão, Angela; Guzmán, Fernando; Miranda, Carla; Tavares, André. (Org.). El sistema de las artes. VII Jornadas de Historia del arte. 1ed.Santiago de Chile: , 2014, v. , p. 155-166.

10.
CHILLÓN, A. M.. Academias. In: BERBARA, M. C. L.; CONDURU, R. L. T.; SIQUEIRA, V. B. C.. (Org.). Conexões: ensaios de história da arte. 1ed.Rio de Janeiro: EDUERJ, 2014, v. , p. 1-.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
CHILLÓN, A. M.. Coleções escultóricas no Rio de Janeiro do Segundo Reinado: Honorato Manuel de Lima e a Academia Imperial de Belas Artes. In: VIII Seminário do Museu dom João VI/ IV Colóquio Internacional Coleções de arte em Portugal e Brasil nos séculos XIX e XX, 2017, Rio de Janeiro. Arte e seus lugares: coleções em espaços reais, 2017. v. 1. p. 128-139.

2.
CHILLÓN, A. M.. O índio e o Império: o indianismo escultórico brasileiro e seu uso como símbolo imperial. In: III Colóquio Internacional de História da Arte e da Cultura, 2015, Juiz de Fora. II Colóquio Internacional de História da Arte e da Cultura - A Arte e suas funções. Juiz de Fora, 2014.

3.
CHILLÓN, A. M.. A imagem escultórica do índio brasileiro durante o Império: Leon Despres de Cluny. In: XXXIV Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte, 2015, Uberlandia. Territórios da História da Arte, 2014. v. 1. p. 401-408.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
CHILLÓN, A. M.. A Carioca e Paraíba: dois nus entre Europa e Brasil. In: XXXVIII Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte, 2018, Florianópolis. Arte & erotismo: prazer e transgressão na História da Arte, 2018. p. 144-144.

2.
CHILLÓN, A. M.. Coleções escultóricas no Rio de Janeiro do Segundo Reinado: Honorato Manuel de Lima e a Academia Imperial de Belas Artes. In: VIII Seminário do Museu dom João VI/ IV Colóquio Internacional Coleções de arte em Portugal e Brasil nos séculos XIX e XX., 2017, Rio de Janeiro. Arte e seus lugares: coleções em espaços reais. Rio de Janeiro, 2017. v. 1. p. 1-1.

3.
CHILLÓN, A. M.. Almeida Reis e o ateliê escultórico no Brasil imperial. In: IV Colóquio de Estudos sobre a Arte Brasileira do Século XIX, 2015, Rio de Janeiro. O Ateliê do artista. IV Colóquio de Estudos sobre a Arte Brasileira do Século XIX, 2015.

4.
CHILLÓN, A. M.. O prêmio de viagem de Almeida Reis: o trânsito entre o acadêmico e o moderno. In: VI Seminário do Museu dom João VI, 2015, Rio de Janeiro. Histórias da Escola de Belas Artes: revisão crítica de sua trajetória, 2015.

5.
CHILLÓN, A. M.. Os conceitos de arte moderna e modernismo no Brasil Imperial. In: 1ª Jornada de Pesquisadores da Fundação Biblioteca Nacional, 2015, Rio de Janeiro. 1ª Jornada de Pesquisadores da Fundação Biblioteca Nacional, 2015.

6.
CHILLÓN, A. M.. A propósito da coleção do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro: Reflexões sobre a escultura brasileira oitocentista. In: vIII Jornadas de História da Arte. Coleções, arquivos e narrativas., 2015, São Paulo. História da Arte: Coleções, Arquivos e Narrativas. São Paulo, 2015. p. 201-211.

7.
CHILLÓN, A. M.. O classicismo na imagem escultórica do índio brasileiro durante o Império. In: XXXIV Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte, 2014, Uberlândia. Territórios da História da Arte, 2014. p. 135-136.

8.
CHILLÓN, A. M.. Murillo no Museu Dom João VI e o papel da ?escola espanhola? no panorama artístico carioca. In: V Seminário do Museu Dom João VI, 2014, Rio de Janeiro. Coleções de arte: formação, exibição e ensino, 2014.

9.
CHILLÓN, A. M.. O índio e o Império: o indianismo escultórico brasileiro e seu uso como símbolo imperial. In: III Colóquio Internacional de História da Arte e da Cultura, 2014, Juiz de Fora. III Colóquio Internacional de História da arte e da cultura. A Arte e suas funções, 2014.

Artigos aceitos para publicação
1.
CHILLÓN, A. M.. Um escultor no museu: revisitando Almeida Reis. Anuário do Museu Nacional de Belas Artes., 2016.

2.
CHILLÓN, A. M.. Modernidade e modernismo: crítica de arte no Brasil imperial (1860-1889). Anais da Biblioteca Nacional, 2016.

Apresentações de Trabalho
1.
CHILLÓN, A. M.. O gênio e o copiador de cavalos: originalidade e cópia na escultura oitocentista brasileira. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

2.
CHILLÓN, A. M.. O sobrado que queria ser palácio: a casa dos estucadores Meira. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

3.
CHILLÓN, A. M.. Revisitando o escultor Francisco Manuel Chaves Pinheiro. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

4.
CHILLÓN, A. M.. A Carioca e O Paraíba: dois nus entre Europa e Brasil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

5.
CHILLÓN, A. M.. As coleções escultóricas no Rio de Janeiro do Segundo Reinado: Honorato Manuel de Lima e a Academia Imperial de Belas Artes. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

6.
CHILLÓN, A. M.. Os monumentos a Joaquim Buarque de Macedo. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

7.
CHILLÓN, A. M.. La escultura decimonónica brasileña: entre pérdida, ausencia y olvido. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

8.
CHILLÓN, A. M.. Por qué es aburrida la escultura? Planteamientos, problemas y abordajes sobre la escultura brasileña decimonónica. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

9.
CHILLÓN, A. M.. Sobre la formación de un escultor brasileño en París: el caso excepcional del pensionado Almeida Reis. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

10.
CHILLÓN, A. M.. La formación escultórica en el Brasil decimonónico. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

11.
CHILLÓN, A. M.. O prêmio de viagem de Almeida Reis: o trânsito entre o acadêmico e o moderno. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

12.
CHILLÓN, A. M.. Almeida Reis e o ateliê escultórico no Brasil imperial. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

13.
CHILLÓN, A. M.. Os conceitos de arte moderna e modernismo no Brasil Imperial. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

14.
CHILLÓN, A. M.. A Santa Casa da Misericórdia e seu papel na escultura brasileira imperial. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

15.
CHILLÓN, A. M.. A propósito da coleção do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro: Reflexões sobre a escultura brasileira oitocentista. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

16.
CHILLÓN, A. M.. Fontes para o estudo da arte na Idade Média. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

17.
CHILLÓN, A. M.. A arte das três culturas na Península Ibérica medieval: os cristãos. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

18.
CHILLÓN, A. M.. A arte das três culturas na Península Ibérica medieval: judeus e muçulmanos. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

19.
CHILLÓN, A. M.. Arte e literatura na Idade Media. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

20.
CHILLÓN, A. M.. De Condado a Reino: sobre a formação de Portugal. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

21.
CHILLÓN, A. M.. Murillo no Museu dom João VI e o papel da 'escola espanhola' no panorama artístico carioca. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

22.
CHILLÓN, A. M.. O classicismo na imagem escultórica do índio brasileiro durante o Império. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

23.
CHILLÓN, A. M.. Mercados y mecenas en el Brasil Imperial. La cuestión nacional en la escultura. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

24.
CHILLÓN, A. M.. O índio e o Império: o indianismo escultórico brasileiro e seu uso como símbolo imperial. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

25.
CHILLÓN, A. M.. Os estilos artísticos na Península Ibérica Medieval. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

26.
CHILLÓN, A. M.. Arte e Literatura: Temáticas e linguagens. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

27.
CHILLÓN, A. M.. O Gênio de Brasil e as Musas: um manifesto ideológico numa nação em construção. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

Outras produções bibliográficas
1.
CHILLÓN, A. M.; MARCOTULIO, L. L. . O novo estatuário, de Manuel de Araújo Porto Alegre. Rio de Janeiro: 19&20, 2014 (Disponibilização e comentário de Fonte Primária).

2.
CHILLÓN, A. M.. PENSAMENTO PERIFÉRICO & REDES INTELECTUAIS EM NUESTRA AMÉRICA. Rio de Janeiro: Instituto de artes. Uerj, 2012 (Transcrição).

3.
CHILLÓN, A. M.. Repercussõies de Aby Warburg na América Latina. Rio de Janeiro: Instituto de artes. Uerj, 2012. (Tradução/Artigo).


Demais tipos de produção técnica
1.
CHILLÓN, A. M.. Revisão de artigos em espanhol para a revista Concinnitas, n. 22. 2014. (Revisão).

2.
CHILLÓN, A. M.. III Colóquio Internacional de História da Arte e da Cultura. 2014. (Moderador de mesa).

3.
MARCOTULIO, L. L. ; FAGUNDES, M. ; BASTOS, M. ; DIEZ, X. C. L. ; CHILLÓN, A. M. . Quatro olhares sobre a Idade Média Ibérica: História, Arte, Língua e Literatura. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

4.
CHILLÓN, A. M.. História externa da Península Ibérica. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Outra).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Teses de doutorado
1.
CHILLÓN, A. M.. Participação em banca de Miriam Cera Brea. La historia de la arquitectura en la construcción de la identidad nacional: Las Noticias de los arquitectos de Llaguno y Ceán. 2018. Tese (Doutorado em Doutorado em História da Arte) - Universidad Autónoma de Madrid.

Qualificações de Doutorado
1.
BERBARA, M. C. L.; SIQUEIRA, V. B.; CHILLÓN, A. M.. Participação em banca de Daniele Cristina Liberato de Oliveira. O encontro Egito-Brasil: as relações da antiguidade na formação cultural brasileira no longo século XIX. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Artes) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

2.
SIQUEIRA, V. B.; PEREIRA, S. G.; CHILLÓN, A. M.. Participação em banca de Marcos Florence Martins Santos. Percursos da crítica brasileira na segunda metade do século XIX. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Artes) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Outras participações
1.
CHILLÓN, A. M.. Avaliador da 27ª Semana de Iniciação Científica da Uerj. 2018. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
I Congresso da Sociedade Brasileira de Estudos do Renascimento: O Conceito de Cópia e a Figura do Artista. O gênio e o copiador de cavalos: originalidade e cópia na escultura oitocentista brasileira. 2018. (Congresso).

2.
IX Seminário do Museu Dom João VI.Revisitando o escultor Francisco Manuel Chaves Pinheiro. 2018. (Seminário).

3.
XXXVIII Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte. A Carioca e o Paraíba: dois nus entre Europa e Brasil. 2018. (Congresso).

4.
IV Colóquio Internacional Coleções de arte em Portugal e Brasil nos séculos XIX e XX. As coleções escultóricas no Rio de Janeiro do Segundo Reinado: Honorato Manuel de Lima e a Academia Imperial de Belas Artes. 2017. (Congresso).

5.
VIII Seminário do Museu dom João VI.As coleções escultóricas no Rio de Janeiro do Segundo Reinado: Honorato Manuel de Lima e a Academia Imperial de Belas Artes. 2017. (Seminário).

6.
XII Encontro de História da Arte.Os monumentos a Manuel Buarque de Macedo. 2017. (Encontro).

7.
III Colóquio Internacional Coleções em Portugal e Brasil nos séculos XIX e XX. As Academias de Belas Artes do Rio de Janeiro, de Lisboa e do Porto, 1816-1836: Ensino, artistas, mecenas e coleções. Sobre la formación de un escultor brasileño en París: el caso excepcional del pensionado Almeida Reis. 2016. (Congresso).

8.
VIII Encuentro Complutense de Jóvenes Investigadores de Historia del Arte.La escultura decimonónica brasileña: entre pérdida, ausencia y olvido. 2016. (Encontro).

9.
XXI Congreso Nacional de Historia del Arte. La formación artística: creadores-historiadores-espectadores. La formación escultórica en el Brasil decimonónico. 2016. (Congresso).

10.
1ª Jornada de Pesquisadores de Fundação Biblioteca Nacional. Os conceitos de arte moderna e modernismo no Brasil Imperial. 2015. (Congresso).

11.
IV Colóquio de Estudos sobre a Arte Brasileira do século XIX. Almeida Reis e o ateliê escultórico no Brasil imperial. 2015. (Congresso).

12.
New worlds: Frontiers, Inclusions, Utopias. 33th World Congress of Art History. 2015. (Congresso).

13.
Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional.A Santa Casa da Misericórdia e seu papel na escultura brasileira imperial. 2015. (Seminário).

14.
VIII Jornadas de História da Arte: coleções, arquivos e narrativas. A propósito da coleção do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro: Reflexões sobre a escultura brasileira oitocentista. 2015. (Congresso).

15.
VI Seminário do Museu dom João VI.O premio de viagem de Almeida Reis: o trânsito entre o acadêmico e o moderno. 2015. (Seminário).

16.
XXXV Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte. 2015. (Congresso).

17.
III Colóquio Internacional de História da Arte e da Cultura. O índio e o Império: o indianismo escultórico brasileiro e seu uso como símbolo imperial. 2014. (Congresso).

18.
VII Jornadas de Historia del Arte. El sistema de las artes. Mercados y mecenas en el Brasil Imperial. La cuestión nacional en la escultura. 2014. (Congresso).

19.
V Seminário do Museu Dom João VI.Murillo no Museu dom João VI e o papel da "escola espanhola" no panorama artístico carioca. 2014. (Seminário).

20.
XXXIV Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte. O classicismo na imagem escultórica do índio brasileiro durante o Império. 2014. (Congresso).

21.
Para uma Historiografia Hispano-Brasileira da Arte Ibero-Americana. 2013. (Seminário).

22.
Unfolding Art History in Latin America: Modern Tradition Seminar.O Gênio de Brasil e as Musas: um manifesto ideológico numa nação em construção. 2013. (Seminário).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
PEREIRA, S. G. ; CAVALCANTI, A. M. T. ; TEIXEIRA, M. M. ; FLOR, F. P. ; CHILLÓN, A. M. . IX Seminário dom João VI. 2018. (Congresso).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Orientações de outra natureza
1.
Caio Henrique Berçácola. Fontes documentais para a história da arte brasileira: edição e estudo de textos avulsos oitocentistas da Academia Imperial de Belas Artes. Início: 2017. Orientação de outra natureza. Universidade Federal do Rio de Janeiro. (Orientador).

2.
Yago Antunes Vieira. Fontes documentais para a história da arte brasileira: edição e estudo do Livro de registro da correspondência recebida e expedida pela Academia Imperial de Belas Artes (1843-1852), códice 6125, livro n. 6 - L. 2 C.. Início: 2017. Orientação de outra natureza. Universidade Federal do Rio de Janeiro. (Orientador).

3.
Izabelle Savignon de Nadai dos Santos. Fontes documentais para a história da arte brasileira: edição e estudo do Livro de registro da correspondência recebida e expedida pela Academia Imperial de Belas Artes (1852-1855), códice 6126 - L. 3 C.. Início: 2017. Orientação de outra natureza. Universidade Federal do Rio de Janeiro. (Orientador).




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