Rafael Mires Araujo

Bolsista de Iniciação Científica do CNPq

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  • Última atualização do currículo em 18/05/2017


Graduado em bacharelado interdisciplinar em artes pela Universidade Federal da Bahia, e graduando em licenciatura em Letras Vernáculas com Língua estrangeira moderna (espanhol), pesquisador do grupo Cartografias da infância e da adolescência: lugares e não lugares da literatura infantil e juvenil nos estudos literários, pesquisador dos movimentos e estudos feministas (especialmente feminismo negro) e dos estudos dos gêneros. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Rafael Mires Araujo
Nome em citações bibliográficas
ARAUJO, R. M.


Formação acadêmica/titulação


2017
Graduação em andamento em Abi - Letras Vernáculas e Língua Estrangeira Moderna.
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
2012 - 2017
Graduação em Interdisciplinar em Artes.
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
Título: Mafalda e sua Mãe: Representatividade e Conflito Entre Duas Gerações Femininas.
Orientador: Mônica de Menezes Santos.




Formação Complementar


2015
Extensão universitária em NUPEL ITALIANO. (Carga horária: 400h).
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
2015
Extensão universitária em PROFICI FRANCÊS. (Carga horária: 360h).
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
2012 - 2014
Extensão universitária em PROFICI Espanhol. (Carga horária: 360h).
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
Vínculo institucional

2015 - Atual
Vínculo: pesquisador, Enquadramento Funcional: estudante, Carga horária: 2
Outras informações
aluno do grupo de pesquisa Cartografias da infância e da adolescência: lugares e não lugares da literatura infantil e juvenil nos estudos literários.

Atividades

03/2015 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Letras da UFBA, .


Produtor Cultural Independente, PCI, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - Atual
Vínculo: autônomo, Enquadramento Funcional: autônomo
Outras informações
Desenvolvo atividade de produtor cultural independente, trabalhando com música, audiovisual e literatura.



Linhas de pesquisa


1.
Cartografias da infância e da adolescência: lugares e não lugares da literatura infantil e juvenil nos estudos literários


Projetos de pesquisa


2015 - 2016
Ilhas-prisão: biopolítica e experiência concentracionária na literatura brasileira
Descrição: Ao longo do século XX, os regimes ditatoriais mantidos no Brasil foram responsáveis pela perseguição e assassinato de inúmeros dissidentes. No contexto de exílio, tortura e aprisionamento instaurados tanto pelo Estado Novo, na Era Vargas, quanto pela Ditadura Civil-Militar dos anos 1960, uma prática específica ? a de isolar indivíduos indesejáveis pelo regime em uma ilha-prisão (no caso, Ilha Grande) merece uma investigação à parte. Essa prática, que remonta ao Império e às experiências prisionais de Fernando de Noronha e da Ilha das Cobras, se torna, no contexto do século XX, exemplo decisivo e confirmação do exercício do poder como biopolítica, fato que se deu com a afirmação escancarada do estado de exceção como forma dominante de governo e autoridade. O presente trabalho se propõe, portanto, a investigar os rastros e vestígios dessa experiência em textos literários brasileiros, buscando, através do confronto desse material com o pensamento político-filosófico do século XX, construir uma reflexão que procure dar conta dessa prática singular que caracterizou o autoritarismo no Brasil. Nosso corpus literário aqui será formado pelos livros Angústia (1936) e Memórias do Cárcere (1953) de Graciliano Ramos. O primeiro, com seu clima de perseguição e paranoia, antecipa a trajetória do próprio Graciliano Ramos que, como todos sabem, foi um dos muitos prisioneiros políticos do regime dirigido Getúlio Vargas. O segundo, como o nome já diz, faz justamente o relato memorialístico da experiência prisional de Ramos que incluiu, por sua vez, um período de internação em Ilha Grande. Nosso objetivo é cotejar esses dois textos com o pensamento de Michel Foucault, Giorgio Agamben e Hannah Arendt, procurando ver na Ilha-Prisão respectivamente um espaço de controle do corpo, um lugar de práticas totalitárias e, em um limite, como já foi anunciado aqui, um exemplo de como o estado de exceção é o devir dos regimes políticos regidos pelo capital. Na medida em que a Ilha-prisão isola, controla e, muitas vezes, o extermina os indivíduos ali alocados, ela é lugar privilegiado para o exercício da biopolítica. Da mesma maneira que os campos de concentração nos regimes totalitários europeus, as Ilhas-prisão brasileiras dão a ver um intrincado sistema de dominação que reduz o prisioneiro a seu corpo e lhe tira toda espontaneidade humana..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) .
Integrantes: Rafael Mires Araujo - Integrante / Lisa Carvalho Vasconcellos - Coordenador.
2014 - Atual
Cartografias da infância: lugares e não lugares da literatura infantil e juvenil nos estudos literários brasileiros contemporâneos
Descrição: O Projeto pretende investigar os modos de ler a literatura destinada à infância e à juventude nos estudos literários brasileiros contemporâneos, a partir da análise de artigos e ensaios publicados, nos últimos cinco anos, em revistas de Associações de Estudos Literários e de Faculdades de Letras do Brasil, objetivando avaliar quais são os principais objetos estudados nas instituições pesquisadas, bem como que perspectivas teórico-críticas são ativadas para a sua leitura, de modo a delinear que espaços a literatura infantil e juvenil tem ocupado no âmbito dos estudos literários acadêmicos e, ainda, aferir de que maneira a susceptibilidade deste gênero às interferências externas ? sobretudo por conta do seu vínculo estreito com a pedagogia e com o mercado e por ser essa uma literatura destinada a um público específico e considerado menos preparado ? o colocou e tem ainda o colocado em situação de desprestígio nestes ambientes de construção de conhecimento. Como um dos resultados finais do trabalho, pretende-se constituir um banco de dados, em forma de catálogo, que constituirá material de pesquisa sobre o tema, o qual será disponibilizado a outros estudiosos, via rede mundial de computadores, com o propósito de contribuir para o fortalecimento do estudo crítico da literatura infantil e juvenil nos estudos literários brasileiros e também para a construção de uma cartografia sobre os conceitos de infância e adolescência que se elaboram e reelaboram desde a modernidade..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Rafael Mires Araujo - Integrante / Mônica de Menezes Santos - Coordenador / Tainá Amado Basílio dos Santos - Integrante / Leticia Oliveira Zumaêta - Integrante / Yasmin Meneses Silva Lima - Integrante / Rute Martins Fernandes - Integrante / Henrique Magalhães dos Santos - Integrante / Fabrícia Santos - Integrante / Aline Cesar de Carvalho - Integrante / Yasmin Queiróz S. Sanches - Integrante / Arly Cristina Bastos Silva - Integrante / Luíza Carvalho S. Brandão - Integrante / Bruno José Loureiro - Integrante / Igor Queroz - Integrante / Jamilly Starling Santos - Integrante / Lívia Viana - Integrante.


Projetos de extensão


2014 - 2015
Narrativas, imagens e sons da cidadania
Descrição: registro das narrativas orais da cidade de Lauro de Freitas..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2013 - 2013
Daqui pra lá, de lá pra cá
Descrição: Ligado a escola de dança da UFBA, que teve como objetivo aproximar a escola de dança das escolas públicas de Salvador, através de oficinas..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes.
2.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Letras.


Idiomas


Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Italiano
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.


Produções



Produção bibliográfica
Apresentações de Trabalho
1.
ARAUJO, R. M.. MAFALDA E SUA MÃE. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

2.
ARAUJO, R. M.. Degradação e Ruína: O espaço urbano e a ditadura em Onde Andará Dulce Veiga?. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

3.
ARAUJO, R. M.. Mafalda Feminista. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

4.
ARAUJO, R. M.. Monica vs Mafalda. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).




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