Andréa Marcondes de Freitas

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  • Última atualização do currículo em 31/07/2018


Mestre e Doutora em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professora no Departamento de Ciência Política da UNICAMP. Coordena o Núcleo de Instituições Políticas e Eleições do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento) e é membro da Câmara de Pesquisadores da mesma casa. É pesquisadora no projeto temático ?Instituições Políticas, Padrões de Interação Executivo ? Legislativo e Capacidade Governativa? e no Núcleo de Estudos Comparados e Internacionais da USP (NECI/USP). Suas áreas de interesse são Coalizões, Relação Executivo-Legislativo, Partidos Políticos, Eleições, Migração Partidária. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Andréa Marcondes de Freitas
Nome em citações bibliográficas
FREITAS, A. M.;FREITAS, ANDRÉA;FREITAS, ANDREA;FREITAS, ANDRÉA MARCONDES

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.
Rua Cora Coralina
Cidade Universitária
13083896 - Campinas, SP - Brasil
Telefone: (19) 35211658
URL da Homepage: http://www.ifch.unicamp.br/


Formação acadêmica/titulação


2009 - 2013
Doutorado em Ciência Política.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
com período sanduíche em University of Oxford (Orientador: Timothy Power).
Título: O Presidencialismo da Coalizão, Ano de obtenção: 2013.
Orientador: Fernando de Magalhães Papaterra Limongi.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: Instituições Políticas; Presidencialismo de coalizão; Relação Executivo Legislativo; Partidos Políticos.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Estado e Governo / Especialidade: Instituições Governamentais Específicas.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Estado e Governo.
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.
2006 - 2009
Mestrado em Ciência Política.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Título: Migração Partidária na Câmara dos Deputados,Ano de Obtenção: 2009.
Orientador: Fernando de Magalhães Papaterra Limongi.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil.
Palavras-chave: Instituições Políticas; Partidos Políticos; Migração Partidária.
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.


Pós-doutorado


2014 - 2014
Pós-Doutorado.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Estado e Governo.


Formação Complementar


2011 - 2011
Multiple regression analysis. (Carga horária: 60h).
International Political Science Association, IPSA, Canadá.


Atuação Profissional



Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Doutor, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

08/2014 - Atual
Direção e administração, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, .

Cargo ou função
Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política.
07/2014 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, .


Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, CEBRAP, Brasil.
Vínculo institucional

2004 - Atual
Vínculo: Pesquisador permanente, Enquadramento Funcional: Pesquisador

Atividades

02/2013 - Atual
Direção e administração, Câmara de Pesquisadores, Instituições Políticas e Eleições.

Cargo ou função
Coordenação.
02/2013 - Atual
Conselhos, Comissões e Consultoria, Câmara de Pesquisadores, .

Cargo ou função
Membro.
02/2006 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Câmara de Pesquisadores, Instituições, Movimentos e Processos Políticos.

02/2004 - 02/2005
Estágios , Câmara de Pesquisadores, Centro de Estudos da Metrópole.

Estágio realizado
Estágio realizado no projeto temático "Instituições Políticas, Padrões de Interação Executivo-Lagislativo e Capacidade Governativa" com os Bancos de dados de Legislativos..

Núcleo de Estudos Comparados e Internacionais da USP, NECI, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - Atual
Vínculo: Livre, Enquadramento Funcional: Pesquisadora

Atividades

06/2012 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Núcleo de Pesquisadores, .



Linhas de pesquisa


1.
Instituições Políticas, Padrões de Interação Executivo-Legislativo e Capacidade Governativa

Objetivo: Este projeto é uma sequência dos três projetos temáticos anteriores e mantém seus objetivos analíticos e metodológicos. A pesquisa levada a cabo foi estruturada tomando a importância de duas variáveis de natureza institucional como chaves para o entendimento do padrão de relações entre Executivo e Legislativo e no desempenho governamental. Em acordo com a tendência dominante nos estudos comparados, assume o poder explicativo das variáveis institucionais, porém diferencia-se das tendências dominantes nesta corrente da literatura ao questionar a ênfase excessiva, quando não exclusiva, depositada nas variáveis ligadas aos sistemas eleitorais e partidários e à forma de governo. O caráter inovador do projeto permitiu que ele fosse capaz de fazer contribuições originais ao debate acadêmico nacional e internacional. A versão do projeto em andamento segue o formato das versões anteriores, a saber: é composto por dois tipos de projetos, um de cunho mais geral, ligado à perspectiva macro adotada e a sua aplicação concreta no estudo da democracia brasileira a que chamaremos de espinha dorsal do projeto e de projetos específicos, voltados para pesquisas focadas em temas selecionados e cuja execução e formatação se dão no interior da versão específica do projeto temático aprovado. Incluímos neste grupo, portanto, tanto projetos cuja definição decorre de um recorte da pesquisa mais ampla como também seus desdobramentos. A pesquisa relacionada à espinha dorsal foi mantida em todas as versões do projeto até aqui realizadas. Ela é constituída pela pesquisa iniciada e consolidada pelo grupo antes mesmo da aprovação da primeira versão do projeto temático. Trata-se da pesquisa acerca do funcionamento do sistema político brasileiro, com ênfase nas relações entre o Poder Executivo e o Legislativo. As variáveis independentes privilegiadas são as ligadas ao processo decisório, mais especificamente, as variáveis institucionais que definem que atores controlam a agenda decisória..
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.
Palavras-chave: Instituições Políticas; Presidencialismo de coalizão; Partidos Políticos; Relação Executivo Legislativo.
2.
Coalizões Governamentais em Presidencialismo Multipartidário: o caso do Brasil (1988-2011)

Objetivo: O presidencialismo de coalizão foi considerado por muito tempo um traço peculiar do sistema político brasileiro. Hoje, já se sabe que coalizões são comuns em sistemas presidencialistas, no entanto, pouco se sabe da dinâmica que se estabelece na relação entre Executivo/Legislativo em um presidencialismo de coalizão onde, como é sabido, o Executivo detém amplo sucesso e dominância do processo legislativo, apesar da alta fragmentação das casas legislativas. O objetivo deste trabalho é entender como funcionam as coalizões que sustentam o Executivo no Brasil, com um olhar direcionado ao processo legislativo, ou seja, ao processo de produção de leis dentro do Congresso Nacional. Pretendo então analisar como os partidos que compõem a coalizão participam deste processo, bem como quais são as estratégias dentro do legislativo que possibilitam a manutenção da coesão destes partidos em torno da agenda presidencial..
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.
Palavras-chave: Instituições Políticas; Partidos Políticos; Presidencialismo de coalizão; Relação Executivo Legislativo.
3.
Estudos sobre instituições políticas


Projetos de pesquisa


2017 - Atual
INSTITUIÇÕES POLÍTICAS, PADRÕES DE INTERAÇÃO EXECUTIVO-LEGISLATIVO E CAPACIDADE GOVERNATIVA

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Fernando Limongi em 22/11/2017.
Descrição: Esta proposta é uma seqüência dos quatro projetos temáticos anteriores e mantém seus objetivos analíticos e metodológicos. O principal objetivo do projeto é estudar o impacto das variáveis institucionais sobre o desempenho do governo. O escopo do projeto vem sendo redefinido e ampliado a cada versão. A linha de continuidade da pesquisa é dada por seu objeto e por sua orientação metodológica. Em sua versão inicial, o projeto se inseria na literatura sobre transições entre regimes. Por razões óbvias, esta deixou de ser a referência central deste projeto. Em consonância com as preocupações dominantes na literatura comparada, o projeto se orientou para o estudo da democratização e do funcionamento da democracia. O projeto continua a privilegiar as variáveis explicativas institucionais e, dentro delas, as ligadas ao processo decisório. Mantemos ainda nossa afiliação ao neo-institucionalismo e o compromisso com a mensuração objetiva das variáveis explicativas empregadas..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (5) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Andréa Marcondes de Freitas - Integrante / Fernando Limongi - Coordenador / Simone Diniz - Integrante / Maurício Izumi - Integrante / Glauco Peres da Silva - Integrante / Andréa Junqueira Machado - Integrante / Vitor Vasquez - Integrante / Graziele Silotto - Integrante / Joyce Luz - Integrante / Argelina Figueiredo - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.Número de orientações: 2
2017 - Atual
Lideranças partidárias no Brasil contemporâneo
Descrição: Os estudos sobre os partidos políticos no Brasil avançaram muito nos últimos anos. No entanto, ainda há lacunas a serem preenchidas no que toca à organização interna dos partidos e suas relações com as estratégias nas arenas governativa e eleitoral. Sendo assim, este projeto tem dois objetivos centrais: (a) construir um banco de dados inédito sobre quem ocupou cargos nos diretórios nacionais, estaduais e municipais dos partidos políticos brasileiros entre 1996 e 2015; e (b) analisar esses dados a partir de três perspectivas, a saber, organizacional, eleitoral e governamental. Para isso, utilizaremos abordagens qualitativas e quantitativas, relacionando informações provenientes de distintos bancos de dados. Com isso, pretendemos elaborar uma análise integrada sobre os partidos políticos e sobre o sistema representativo no Brasil nos últimos vinte anos e fornecer novos elementos empíricos para futuras pesquisas na área. O projeto ficará sediado no Centro de Estudos de Opinião Pública da Universidade Estadual de Campinas e contará com três professores-doutores de duas universidades, quatro alunos de pós-graduação e um consultor externo, também professor-doutor de uma terceira instituição..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Andréa Marcondes de Freitas - Integrante / Glauco Peres da Silva - Integrante / Oswaldo Martins Estanislau do Amaral - Coordenador / Vitor Vasquez - Integrante / Graziele Silotto - Integrante / Simone Boro - Integrante / Gustavo Souza Vieira - Integrante / Marcela Tanaka - Integrante / Joyce Luz - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.Número de orientações: 2
2015 - 2017
Presidente, coalizão e maioria: A importância das políticas no manejo das coalizões em sistemas presidencialistas
Descrição: Governos de coalizão são criticados por diluir a responsabilidade política. Nenhum partido ou governante pode ser responsabilizado pelas políticas implementadas. Eleitores não teriam como identificar os responsáveis. De fato, não se sabe muito bem como governos de coalizão funcionam. Duas alternativas dividem os estudiosos do tema. De um lado há os que afirmam que governos de coalizão funcionam de forma colegiada, isto é, em que todos os partidos membros da coalizão tomam parte e, portanto, são responsáveis pelas medidas tomadas. No outro extremo, há os que afirmam que governo de coalizão repartem o espaço político e as responsabilidades de acordo com a distribuição de pastas ministeriais. Se um partido recebe uma pasta, recebe também autonomia para decidir as políticas sobre sua responsabilidade. Entre estas duas visões polares, há um sem número de alternativas e possibilidades. No caso do regime presidencial em que o chefe do Executivo é eleito pelo voto popular, é claro que nenhuma das duas visões pode ser estritamente verdadeira. Em ambos os casos, o presidente cederia muito poder aos parceiros. Contudo, governo de coalizão não é o mesmo que governo unipartidário mesmo onde o chefe do executivo, como é o caso do Brasil, detém uma gama considerável de poderes legislativos. Este estudo pretende, dando continuidade ao meu trabalho de doutorado, determinar com maior precisão o modus operandi do governo de coalizão no Brasil. A pergunta central que guiará a pesquisa é: em que medida a agenda de políticas do Executivo é compartilhada entre os membros da coalizão governamental e quais seus efeitos sobre a governabilidade? O que se pretende, portanto, é entender qual o papel dos partidos políticos na formatação das políticas e quais as implicações do compartilhamento ou não dessa agenda no que tange ao funcionamento de coalizões em regimes presidencialistas..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Andréa Marcondes de Freitas - Coordenador.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.
2005 - 2009
Migração Partidária na Câmara dos Deputados de 1995 a 2005
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2017 - 2017
Escola São Paulo de Ciência Avançada em Metodologia para Ciências Humanas
Descrição: A Escola São Paulo de Ciência Avançada em Metodologia (ESPCA) em Ciências Humanas ocorreu no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP e teve duração de 10 dias. Neste período ocorreram 8 cursos, 10 palestras e os participantes apresentaram suas pesquisas em desenvolvimento..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (15) / Mestrado acadêmico: (40) / Doutorado: (55) .
Integrantes: Andréa Marcondes de Freitas - Coordenador / Rachel Meneguello - Integrante / Oswaldo Martins Estanislau do Amaral - Integrante / Barbara Castro - Integrante / Nashiele Loera - Integrante / Joice Melo Vieira - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Auxílio financeiro.


Membro de corpo editorial


2015 - Atual
Periódico: Agenda Política
2015 - Atual
Periódico: Revista Ágora: políticas públicas, comunicação e governança informacional
2014 - Atual
Periódico: Revista Habitus
2010 - Atual
Periódico: Leviathan (São Paulo)


Revisor de periódico


2013 - Atual
Periódico: Dados (Rio de Janeiro. Impresso)
2012 - Atual
Periódico: Revista de Sociologia e Política (UFPR. Impresso)
2011 - Atual
Periódico: Leviathan (São Paulo)
2014 - Atual
Periódico: Brazilian Political Science Review
2014 - Atual
Periódico: Revista Habitus
2014 - Atual
Periódico: Opinião Pública (UNICAMP. Impresso)
2014 - Atual
Periódico: Revista Brasileira de Ciências Sociais (Impresso)
2014 - Atual
Periódico: Revista de Sociologia e Política (Online)
2010 - Atual
Periódico: Lua Nova (Impresso)
2015 - Atual
Periódico: BIB. Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais
2015 - Atual
Periódico: BIB Revista Brasileira de Informacao Bibliografica em Ciencias Sociais
2014 - Atual
Periódico: Teoria e Pesquisa: Revista de Ciência Política
2014 - Atual
Periódico: Novos Estudos CEBRAP (Impresso)
2014 - Atual
Periódico: Novos estudos CEBRAP (Online)


Revisor de projeto de fomento


2015 - Atual
Agência de fomento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
2015 - Atual
Agência de fomento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Comportamento Político/Especialidade: Conflitos e Coalizões Políticas.
3.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Comportamento Político/Especialidade: Comportamento Legislativo.
4.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Comportamento Político/Especialidade: Estudos Eleitorais e Partidos Políticos.
5.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Estado e Governo/Especialidade: Relações Intergovernamentais.
6.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Estado e Governo/Especialidade: Sistemas Governamentais Comparados.


Prêmios e títulos


2015
Concurso de Tesis: Guillermo O´Donnell - Mención Honorífica, ALACIP Asociación Latinoamericana de Ciencia Política.
2014
Prêmio Capes de Tese 2014 - Menção Honrosa - Ciência Política e Relações Internacionais, CAPES.
2013
Melhores trabalhos do III Seminário Discente, Departamento de Ciência Política da USP.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
ARAUJO, V.2018ARAUJO, V. ; FREITAS, ANDRÉA ; VIEIRA, M. . The Presidential Logic of Government Formation in Latin American Democracies. Revista de Ciencia Politica, v. 38, p. 25-50, 2018.

2.
FREITAS, ANDRÉA2017FREITAS, ANDRÉA; VASQUEZ, V. . Estudos Legislativos no Brasil. CADERNOS ADENAUER (SÃO PAULO), v. 2, p. 9-18, 2017.

3.
1FREITAS, ANDREA2016 FREITAS, ANDREA. Unboxing the Active Role of the Legislative Power in Brazil. BRAZILIAN POLITICAL SCIENCE REVIEW, v. 10, p. 4, 2016.

4.
3SILVA, P.2015SILVA, P. ; DAVIDIAN, A. ; FREITAS, ANDRÉA ; CAZZOLATO, J. D. . Reforma política no Brasil: indagações sobre o impacto no sistema partidário e na representação. Opinião Pública (UNICAMP. Impresso), v. 21, p. 1-32, 2015.

5.
9FREITAS, ANDRÉA2014FREITAS, ANDRÉA. Making Brazil Work: Checking the President in a Multiparty System. Journal of Legislative Studies, v. 1, p. 1-2, 2014.

6.
6PRACA, S.2012 PRACA, S. ; FREITAS, A. M. ; FREITAS, A. M. ; HOEPERS, B. . A rotatividade dos servidores de confiança no governo federal brasileiro, 2010-2011. Novos Estudos CEBRAP (Impresso), p. 91-107, 2012.

7.
2FREITAS, ANDRÉA2012 FREITAS, ANDRÉA. Migração partidária na Câmara dos Deputados de 1987 a 2009. Dados (Rio de Janeiro. Impresso), v. 55, p. 951-986, 2012.

8.
7PRACA, S.2011 PRACA, S. ; FREITAS, A. M. ; FREITAS, A. M. ; HOEPERS, B. . Political appointments and coalition management in Brazil, 2007-2010. Journal of Politics in Latin America (Print), v. 3, p. 141-172, 2011.

9.
5FREITAS, ANDRÉA2011FREITAS, ANDRÉA; PRACA, S. ; HOEPERS, B. . Political appointments and coalition management in Brazil, 2007-2010. Journal of Politics in Latin America (Internet), v. 3, p. 141-172, 2011.

10.
8FREITAS, A. M.;FREITAS, ANDRÉA;FREITAS, ANDREA;FREITAS, ANDRÉA MARCONDES2010FREITAS, A. M.; FREITAS, A. M. ; MESQUITA, L. . Coligações em Eleições Proporcionais: Quem ganha com isso?. Revista On-Line Liberdade e Cidadania, v. 2, p. 3, 2010.

11.
4FREITAS, A. M.2008FREITAS, A. M.; Infidelidade partidária e representação política: alguns argumentos sobre a migração partidária no Brasil. Cadernos do CRH (UFBA), v. 21, p. 37-45, 2008.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
FREITAS, ANDRÉA. O presidencialismo da coalizão. 1. ed. Rio de Janeiro: Konrad Adenauer Stiftumg, 2016. 148p .

Capítulos de livros publicados
1.
ALMEIDA, M. H. T. ; LIMONGI, F. ; FREITAS, ANDRÉA . Da sociologia política ao (neo) institucionalismo: 30 anos que mudaram a ciência política no Brasil. In: Leonardo Avritzer; Carlos Milani; Maria Do Socorro Braga. (Org.). A ciência política no Brasil: 1960-2015. 1ed.Rio de Janeiro: Editora FGV, 2016, v. 1, p. 1-452.

2.
FREITAS, ANDRÉA. O papel fiscalizador do Poder Legislativo. Legislativo e Democracia Representativa. 1ed.São Paulo: Oficinal Municipal, 2015, v. 3, p. 41-64.

3.
DINIZ, S. ; FREITAS, A. M. ; FREITAS, A. M. . Parlamentarismo e Presidencialismo. In: Humberto Martins; José Pailo Martins Júnior. (Org.). Introdução à política brasileira. 1ºed.São Paulo: Paulus, 2007, v. 1, p. 95-108.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
ARAUJO, V. ; FREITAS, ANDRÉA . Partidos, Coalizões e Influência sobre Políticas Públicas no Brasil: um Jogo de Arenas Múltiplas e Payoffs Variados. In: 10° Encontro da ABCP, 2016, Belo Horizonte. Partidos, Coalizões e Influência sobre Políticas Públicas no Brasil: um Jogo de Arenas Múltiplas e Payoffs Variados, 2016.

2.
LIMONGI, F. ; FREITAS, ANDRÉA ; SILVA, G. P. . Presidential vetoes and coalition government in Brazil. In: ECPR General Conference, 2016, Praga. Presidential vetoes and coalition government in Brazil, 2016.

3.
LIMONGI, F. ; GUARNIERI, F.. ; FREITAS, ANDRÉA . Presidentialization of Politics and Presidentialization of Party Politics: evidences from Brazil. In: ECPR General Conference, 2016, Praga. Presidentialization of Politics and Presidentialization of Party Politics: evidences from Brazil, 2016.

4.
ARAUJO, V. ; FREITAS, ANDRÉA . Partidos, Coalizões e Influência sobre Políticas Públicas no Brasil: um Jogo de Arenas Múltiplas e Payoffs Variados. In: III Meeting Gel-Alacip, 2016, Santiago. III Meeting Gel-Alacip, 2016.

5.
FREITAS, ANDRÉA. O Legislativo na produção de políticas. In: 38º Encontro Anual da ANPOCS, 2014, Caxambu. GT: Partidos e Sistemas Partidários do 38º Encontro Anual da ANPOCS, 2014.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
FREITAS, ANDRÉA; Junqueira, A. . O papel positivo das comissões. In: 40° Encontro anual da ANPOCS, 2016, Caxambu. O papel positivo das comissões, 2016.

Apresentações de Trabalho
1.
FREITAS, ANDRÉA. Legislativo em Debate. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
FREITAS, ANDRÉA; ARAUJO, V. ; VIEIRA, M. . Parties and control over policy: The presidential logic of government formation. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

3.
FREITAS, ANDRÉA. Presidencialismo brasileiro: Coalizão e produção legislativa. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
FREITAS, ANDRÉA. The Next 30 Years. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

5.
FREITAS, ANDRÉA. Governo Dilma e o presidencialismo de coalizão. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

6.
FREITAS, ANDRÉA. Presidencialismo da Coalizão. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

7.
MEDEIROS, D. B. ; IZUMI, M. ; FREITAS, ANDRÉA ; CENEVIVA, R. . Do Coalitions Matter? Legislative success in the Brazilian Congress. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

8.
FREITAS, ANDRÉA. Presidente, coalizão e maioria: A importância das políticas no manejo das coalizões em sistemas presidencialistas. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

9.
FREITAS, ANDRÉA; SILVA, P. . What Legislators Say and What They Do about Political Reform. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

10.
FREITAS, A. M.; MEDEIROS, D. B. ; IZUMI, M. ; CENEVIVA, R. . Do Coalitions Matter? Success Rates and Duration Analysis of Legislative Initiatives in the Brazilian Lower Chamber. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

11.
FREITAS, ANDRÉA. O Papel do Legislativo: O Impacto das Emendas aos Projetos no Arcabouço Legal. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

12.
FREITAS, ANDRÉA. Presidencialismo brasileiro: da Coalizão à cooptação?. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

13.
FREITAS, ANDRÉA. O Legislativo na produção de políticas públicas. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

14.
MEDEIROS, D. B. ; FREITAS, ANDRÉA ; IZUMI, M. . Coalizões e Comportamento Legislativo no Brasil. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

15.
FREITAS, ANDREA; MEDEIROS, D. B. ; IZUMI, M. . How Coalitions Structure Preferences? A study on Legislative Behaviour in Brazil (1988-2010). 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

16.
SILVA, P. ; FREITAS, ANDREA . O Sentido da Migração Partidária na Cãmara dos Deputados. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

17.
FREITAS, ANDREA; IZUMI, M. ; MEDEIROS, D. B. ; CENEVIVA, R. . Fazendo política: o que ganham os partidos brasileiros quando entram para a coalizão governista?. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

18.
FREITAS, ANDREA; SILVA, P. . O Sentido da Migração na Câmara dos Deputados (1995-2011). 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

19.
FREITAS, A. M.; MEDEIROS, D. B. ; IZUMI, M. . O Congresso Nacional em duas dimensões: estimando pontos ideais de Deputados e Senadores (1988-2010). 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

20.
FREITAS, A. M.; DAVIDIAN, A. ; SILVA, P. ; CAZZOLATO, J. D. . Political Reform In Brazil: Impacts on Parties And Political Representation. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

21.
PRACA, S. ; FREITAS, A. M. ; FREITAS, A. M. ; HOEPERS, B. . Presidential Political Appointments and Coalition Governance in Brazil, 2007-2010. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

22.
FREITAS, ANDREA. Governmental Coalition in Multiparty Presidentialism: The Brazilian Case (1988-2011). 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

23.
FREITAS, A. M.; ZULINI, Jaqueline . Migração Partidária: As experiências democráticas em análise comparada. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

24.
FREITAS, A. M.; MESQUITA, L. . O Impacto das mudanças da legislação eleitoral no comportamento parlamentar no Brasil. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

25.
FREITAS, A. M.; Migração partidária na Câmara dos Deputados (1987 a 2008): Os efeitos da Legislação sobre o comportamento dos parlamentares. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

26.
FREITAS, A. M.; MESQUITA, L. . Migração Partidária e Emendas ao Orçamento. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

27.
FREITAS, ANDREA. Migração Partidária: Os efeitos da legislação sobre as trocas de legenda. 2008. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

28.
LIMONGI, F. ; FREITAS, A. M. ; FREITAS, A. M. ; MESQUITA, L. . Migração Partidária: o papel da arena eleitoral. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

29.
DINIZ, S. ; FREITAS, A. M. ; FREITAS, A. M. ; FREITAS, R. . A Agenda Não-Aprovada do Governando Fernando Henrique Cardoso. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

30.
LIMONGI, F. ; FREITAS, A. M. ; FREITAS, A. M. . Migração Partidária e Comportamento Legislativo. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).


Produção técnica
Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
FREITAS, ANDRÉA. Temer acaba o governo? Consegue aprovar reformas? Estes 2 analistas respondem. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

2.
FREITAS, ANDRÉA. 60% da Câmara ignora e-mail sobre Previdência, indica teste da Folha. 2017. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

3.
FREITAS, ANDRÉA. ?Partidos da coalizão de Temer não defendem ideias claras?. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

4.
FREITAS, ANDRÉA. Terremoto político volta a paralisar o país. 2017. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

5.
FREITAS, ANDRÉA. Reforma política não inibe criação de partidos. 2017. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

6.
FREITAS, ANDRÉA. O Congresso quer mesmo o ?distritão? ou é um ?bode na sala??. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

7.
FREITAS, ANDRÉA. Com distritão e financiamento misto, Reforma Política reúne o pior dos mundos. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

8.
FREITAS, ANDRÉA. A reforma política desinflou. Qual o balanço do que fica. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

9.
FREITAS, ANDRÉA. Congresso corre para ampliar dinheiro para campanhas; veja o que ainda pode mudar. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

10.
FREITAS, ANDRÉA. Nova lei deverá tornar mais difícil renovação da Câmara. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

11.
FREITAS, ANDRÉA. TSE analisa 50 pedidos de criação de partidos. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

12.
FREITAS, ANDRÉA. O Congresso quer mesmo o ?distritão? ou é um ?bode na sala??'. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

13.
FREITAS, ANDRÉA. Por que fazer política mesmo sem ser político, segundo estes 2 pesquisadores. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

14.
FREITAS, ANDRÉA. Por que políticos tradicionais lideram a corrida presidencial, segundo esta pesquisadora. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

15.
FREITAS, ANDRÉA. Como fica a relação entre Temer e Maia após a rejeição da denúncia. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

16.
FREITAS, ANDRÉA. Discurso das reformas é o restinho de legitimidade desse governo. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

17.
FREITAS, ANDRÉA. Fundo público de R$ 3,6 bi desafia fiscalização eleitoral. 2017. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

18.
FREITAS, ANDRÉA. Duas análises sobre o efeito da delação da Odebrecht para o governo Temer. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

19.
FREITAS, ANDRÉA. Delações à vista: seis meses após troca de governo, Lava Jato e TSE mantêm instabilidade sobre Planalto. 2016. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

20.
FREITAS, ANDRÉA. As ruas divididas. 2016. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

21.
FREITAS, ANDRÉA. Em 30 anos, América Latina teve 14 governos interrompidos. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

22.
FREITAS, ANDRÉA. Para especialistas, Renan Calheiros já optou por um lado do muro sobre o impeachment: o da vitória. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

23.
FREITAS, ANDRÉA. Brazil?s Largest Newspaper Commits Major Journalistic Fraud to Boost Interim President Temer. 2016. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

24.
FREITAS, ANDRÉA. Mudar a cara da política. 2016. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

25.
FREITAS, ANDRÉA. Fala, Doutor: Andréa Marcondes de Freitas - O presidencialismo da coalizão. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

26.
FREITAS, ANDRÉA. PL e Rede apostam em registro de partidos mesmo com novas regras. 2015. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

27.
FREITAS, ANDREA; LIMONGI, F. ; MENEGUELLO, R. ; AMARAL, O. . SP Pesquisa - Como vota o brasileiro?. 2015.

28.
FREITAS, ANDRÉA. 'Reforma não pode institucionalizar o caixa 2', diz Gilmar Mendes. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

29.
FREITAS, ANDRÉA. Planalto tenta reduzir derrotas no Congresso usando estatais. 2015. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

30.
FREITAS, ANDRÉA. Análise política: Andréa Marcondes de Freitas, profª. de Ciência Política da Unicamp, e Renato Janine Ribeiro, prof. de Filosofia da USP. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

31.
FREITAS, ANDRÉA. Distrito eleitoral menor pode fortalecer grandes partidos. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

32.
LIMONGI, F. ; MENEGUELLO, R. ; AMARAL, O. ; FREITAS, ANDRÉA . SP Pesquisa - Como vota o brasileiro?. 2015.

33.
FREITAS, ANDRÉA. Base de Dilma na Câmara é a mais infiel. 2014. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

34.
FREITAS, ANDRÉA. A migração dos redutos petistas. 2014. (Programa de rádio ou TV/Comentário).


Demais tipos de produção técnica
1.
FREITAS, ANDRÉA. Presidente, coalizão e maioria: A importância das políticas no manejo das coalizões em sistemas presidencialistas. 2017. (Relatório de pesquisa).

2.
FREITAS, ANDRÉA. Presidente, coalizão e maioria: A importância das políticas no manejo das coalizões em sistemas presidencialistas. 2016. (Relatório de pesquisa).

3.
FREITAS, ANDRÉA. Reforma política - Princípios orientadores. 2016. (Audiência pública).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
FREITAS, ANDRÉA; TERRON, S.; MENEGUELLO, R.. Participação em banca de Marco Antonio Faganello. O Voto na Bancada da Bala: Estudo de Geografia Eleitoral na cidade de São Paulo (2012/2016). 2017. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas.

2.
FREITAS, ANDRÉA; LIMONGI, F.; ARRETCHE, M. T. S.. Participação em banca de Paulo César da Silva Flores. A política da política de salario minimo no Brasil. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) - Universidade de São Paulo.

3.
FREITAS, ANDRÉA; Cunha, L.; MASSONETO, L. F.. Participação em banca de Guilherme Saraiva Grava. Direito, desenvolvimento e transformações institucionais: Como o Congresso Nacional regulou a Comissão Mista de Orçamento entre 1988-2015. 2017. Dissertação (Mestrado em Direito) - Fundação Getúlio Vargas - Direito - SP.

4.
FREITAS, ANDREA; AMARAL, O.; SILVA, G. P.. Participação em banca de Vitor Vasquez. Ao vencedor, a prefeitura: competitividade em eleições municipais (1996-2012). 2016. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas.

5.
FREITAS, ANDRÉA; BRAGA, M. S. S.; KERBAUY, M. T. M.. Participação em banca de Laila de Campos Tavares. Filiados Partidários no Estado de São Paulo: quem são e grau de participação. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciencia Politica) - Universidade Federal de São Carlos.

6.
FREITAS, ANDRÉA; DUARTE, A. N.; REGO, T. G.. Participação em banca de Vitor Baptista. Um modelo para a previsão da entrada ou saída da coalizão pelos deputados federais. 2015. Dissertação (Mestrado em Informática) - Universidade Federal da Paraíba.

7.
FREITAS, ANDREA; RIBEIRO, P. J. F.; BRAGA, M. S. S.. Participação em banca de Daniel Capucci Manffré. ARENA paulista: a trajetória do partido sob o ponto de vista dos conflitos na coalizão dominante estadual (1965- 1979). 2014. Dissertação (Mestrado em Ciencia Politica) - Universidade Federal de São Carlos.

Teses de doutorado
1.
FREITAS, ANDREA; ROMAO, W.; BRAGA, M. S. S.; SPECK, B. W.; ALBALA, A.. Participação em banca de Pedro Capra. O papel dos movimentos sociais na introdução e uso de mecanismos de democracia direta em Brasil, Venezuela e Bolívia.. 2016. Tese (Doutorado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas.

Qualificações de Doutorado
1.
FREITAS, ANDRÉA; MENEGUELLO, R.; SILVA, G. P.. Participação em banca de Monize Arquer Fernandes. Construção e Funcionamento do Sistema Partidário Paulista 1982-2014. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas.

Qualificações de Mestrado
1.
FREITAS, ANDRÉA; ROMAO, W.; TERRON, S.. Participação em banca de Marco Antônio Fagnello. Os Determinantes do Voto na Bancada da Bala. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas.

2.
FREITAS, ANDRÉA; Cunha, L.; Pinto, M.. Participação em banca de Guilherme Saraiva Grava. Direito, Desenvolvimento e Transformações Institucionais: Como o Congresso Nacional Regulou a Comissão Mista do Orçamento entre 1988-2015. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Fundação Getúlio Vargas - Direito - SP.

3.
TATAGIBA, L.; ROMAO, W.; FREITAS, ANDREA. Participação em banca de Renata Rodrigues Carone. A atuação dos movimentos sociais no Legislativo Federal (2000-2015). 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas.

4.
FREITAS, ANDRÉA; SILVA, G. P.; AMARAL, O.. Participação em banca de Vitor Lacerda Vasquez. Ao Vencedor, a prefeitura: competitividade em eleições municipais (1996-2012). 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas.




Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Crise, Ciência Política e a endogeneidade das instituições. O Neoinstitucionalismo e crise. 2016. (Congresso).

2.
Crise do Sistema Político Brasileiro, Estrutural ou Conjuntural ?.Em defesa do presidencialismo de coalizão. 2016. (Encontro).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
FREITAS, ANDRÉA. CRISE DO SISTEMA POLÍTICO BRASILEIRO: ESTRUTURAL OU CONJUNTURAL?. 2016. (Congresso).

2.
FREITAS, ANDREA; ROMAO, W. . Qual Reforma Política? Condições, limites e alternativas para melhorar a política no Brasil. 2015. (Outro).

3.
FREITAS, ANDREA. Coalitional Presidentialism in Comparative Perspective Latin America, Africa and Post-Communist Europe. 2013. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Dissertação de mestrado
1.
Wilian Marques. A DINÂMICA INSTITUCIONAL ENTRE EXECUTIVO E LEGISLATIVO NOS ESTADOS DE SÃO PAULO E RIO GRANDE DO SUL: O DILEMA DA FISCALIZAÇÃO. Início: 2016. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas. (Orientador).

2.
Antônio Marcos Pereira dos Santos. AGENDA LEGISLATIVA GOVERNAMENTAL: a tramitação da questão fundiária no Poder Legislativo do Maranhão no governo de Roseana Sarney. Início: 2016. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas. (Orientador).

Tese de doutorado
1.
Raul Wesley Leal Bonfim. Emendas Orçamentárias Impositivas no Presidencialismo de Coalizão Brasileiro. Início: 2018. Tese (Doutorado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

2.
Matheus Hebling. AGENDA DO PODER EXECUTIVO E COMISSÕES INTERMINISTERIAIS EM PERSPECTIVA COMPARADA ENTRE BRASIL E CHILE. Início: 2016. Tese (Doutorado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

3.
Vitor Vasquez. Critérios de recrutamento dos deputados federais para as Comissões Permanentes. Início: 2016. Tese (Doutorado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas. (Orientador).

4.
Paulo Hubert. Fatoração não-negativa de matrizes, seleção de modelos e o FBST: uma aplicação à análise do Legislativo Brasileiro. Início: 2015. Tese (Doutorado em Ciência Política) - Universidade de São Paulo, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Coorientador).

5.
Bruno Souza da Silva. Vereadores e produção parlamentar em municípios paulistas (2000-2012). Início: 2015. Tese (Doutorado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

Iniciação científica
1.
Simone Boro. Avanços e retrocessos da participação feminina nas organizações partidárias brasileiras. Início: 2017. Iniciação científica (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Estadual de Campinas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).

2.
Ana Flávia de Oliveira Magalhães. Compartilhamento e controle: Coalizões governamentais e seu efeito no Legislativo. Início: 2017. Iniciação científica (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Estadual de Campinas, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. (Orientador).

3.
Géssica Batista de Freitas. Processo Legislativo. Início: 2017. Iniciação científica (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Estadual de Campinas, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Dissertação de mestrado
1.
Marco Antonio Faganello. FACES DO VOTO NA BANCADA DA BALA EM SÃO PAULO. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Andréa Marcondes de Freitas.

2.
Vitor Vasquez. Ao vencedor, a prefeitura: competitividade em eleições municipais (1996-2012). 2016. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) - Universidade Estadual de Campinas, . Orientador: Andréa Marcondes de Freitas.

3.
Andréa Junqueira. O papel de coordenação dos partidos políticos: articulando preferências no legislativo brasileiro. 2015. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) - Universidade de São Paulo, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Coorientador: Andréa Marcondes de Freitas.

Iniciação científica
1.
Gustavo Souza Vieira. Presidentes de diretórios estaduais dos partidos políticos do Brasil. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Estadual de Campinas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Andréa Marcondes de Freitas.

2.
Andréa Junqueira. Construindo maiorias e articulando preferências: o papel de coordenação dos partidos políticos. 2013. Iniciação Científica - Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Orientador: Andréa Marcondes de Freitas.



Educação e Popularização de C & T



Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
FREITAS, ANDRÉA. Fala, Doutor: Andréa Marcondes de Freitas - O presidencialismo da coalizão. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

2.
FREITAS, ANDRÉA. PL e Rede apostam em registro de partidos mesmo com novas regras. 2015. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

3.
FREITAS, ANDRÉA. Base de Dilma na Câmara é a mais infiel. 2014. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

4.
FREITAS, ANDRÉA. A migração dos redutos petistas. 2014. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

5.
FREITAS, ANDRÉA. 'Reforma não pode institucionalizar o caixa 2', diz Gilmar Mendes. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

6.
FREITAS, ANDRÉA. Planalto tenta reduzir derrotas no Congresso usando estatais. 2015. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

7.
FREITAS, ANDRÉA. Análise política: Andréa Marcondes de Freitas, profª. de Ciência Política da Unicamp, e Renato Janine Ribeiro, prof. de Filosofia da USP. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

8.
FREITAS, ANDRÉA. Distrito eleitoral menor pode fortalecer grandes partidos. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

9.
LIMONGI, F. ; MENEGUELLO, R. ; AMARAL, O. ; FREITAS, ANDRÉA . SP Pesquisa - Como vota o brasileiro?. 2015.


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
FREITAS, ANDREA; ROMAO, W. . Qual Reforma Política? Condições, limites e alternativas para melhorar a política no Brasil. 2015. (Outro).

2.
FREITAS, ANDRÉA. CRISE DO SISTEMA POLÍTICO BRASILEIRO: ESTRUTURAL OU CONJUNTURAL?. 2016. (Congresso).




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