Fernanda Azeredo de Moraes

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  • Última atualização do currículo em 06/06/2017


É Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná (2009) e Mestra em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (2012). Foi professora colaboradora de Ciências Sociais no Departamento de Educação da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) entre 2013 e 2014 e professora colaboradora de Antropologia no Departamento de Antropologia Social da Universidade Federal do Paraná (DEAN - UFPR). Tem experiência na área de Sociologia e Antropologia com ênfase em Estudos de Gênero, Teoria Feminista, Estudos de Envelhecimento, Antropologia da ciência e História da Antropologia. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Fernanda Azeredo de Moraes
Nome em citações bibliográficas
MORAES, F. A.


Formação acadêmica/titulação


2010 - 2012
Mestrado em Antropologia Social.
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Título: ?PÂNTANOS DE RELAÇÕES E COLCHÕES DE CUMPLICIDADE?: ACADEMIA E CONJUGALIDADE NA PERSPECTIVA DE QUATRO MULHERES INTELECTUAIS,Ano de Obtenção: 2012.
Orientador: Miriam Pillar Grossi.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: trajetórias intelectuais femininas; conjugalidade; academia; gênero; história das ciências sociais no Brasil.
2005 - 2009
Graduação em Ciências Sociais.
Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.
Título: Sobre glórias do passado: um estudo sociológico sobre homossocialidade, espaço, masculinidade e envelhecimento.
Orientador: Miriam Adelman e Marlene Tamanini.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
2005 interrompida
Graduação interrompida em 2007 em Relações Internacionais.
Centro Universitário Curitiba, UNICURITIBA, Brasil.
Ano de interrupção: 2007




Formação Complementar


2017 - 2017
A vida das plantas: uma metafísica da mistura. (Carga horária: 12h).
Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.
Vínculo institucional

2015 - 2017
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professora Colaboradora, Carga horária: 40

Vínculo institucional

2007 - 2008
Vínculo: Bolsista CNPQ, Enquadramento Funcional: Bolsista CNPQ de iniciação científica

Atividades

08/2016 - 01/2017
Ensino, Ciências Sociais, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Antropologia, Gênero e Feminismos
08/2016 - 01/2017
Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Antropologia da Saúde
03/2016 - 07/2016
Ensino, Psicologia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Antropologia das sociedades complexas
08/2015 - 12/2015
Ensino, Abi - Enfermagem, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Antropologia da Saúde
08/2015 - 12/2015
Ensino, Nutrição, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Antropologia da Saúde
08/2015 - 12/2015
Ensino, Design de Produto, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Antropologia da Cultura
02/2015 - 06/2015
Ensino, Abi - Ciências Sociais, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Laboratório Etnográfico II
02/2015 - 06/2015
Ensino, Design Gráfico, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Antropologia da Cultura
02/2015 - 06/2015
Ensino, Nutrição, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Antropologia da Saúde

Universidade Estadual de Ponta Grossa, UEPG, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - 2014
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: DEED, Carga horária: 40
Outras informações
Professora colaboradora de ciências sociais para o Departamento de Educação da Universidade Estadual de Ponta Grossa

Atividades

02/2014 - 07/2014
Ensino, Administração, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Sociologia Aplicada à Administração
02/2014 - 07/2014
Ensino, Ciências Econômicas, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Sociologia
02/2014 - 07/2014
Ensino, Engenharia de Alimentos, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Relações Humanas
02/2014 - 07/2014
Ensino, Química, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Ética e Cidadania
02/2014 - 07/2014
Ensino, Administração, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Cidadania e Sociedade
06/2013 - 12/2013
Ensino, Administração, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Sociologia aplicada à Administração
06/2013 - 12/2013
Ensino, Odontologia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Sociologia aplicada à Odontologia
03/2013 - 12/2013
Ensino, Administração, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Cidadania e Sociedade
03/2013 - 12/2013
Ensino, Pedagogia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Cidadania e Sociedade
03/2013 - 12/2013
Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Sociologia aplicada à enfermagem
03/2013 - 06/2013
Ensino, Engenharia de Alimentos, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Relações Humanas

Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Vínculo institucional

2010 - 2011
Vínculo: Outro (especifique) Mestranda, Enquadramento Funcional: Mestranda, Regime: Dedicação exclusiva.


Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos, CLAM, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - 2013
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Tradutora


Instituto Brasileiro de Administração Municipal, IBAM, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - 2013
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Assistente de Pesquisa, Carga horária: 20
Outras informações
Assistente de pesquisa contratada para atuar no Projeto SINASE


Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, IPPUC, Brasil.
Vínculo institucional

2006 - 2007
Vínculo: Estágio na área de sociologia, Enquadramento Funcional: estágiaria, Carga horária: 20



Projetos de pesquisa


2012 - 2016
Trajetórias femininas na antropologia brasileira: ensino, pesquisa e a transmissão disciplinar
Descrição: Descrição: A presença das mulheres nos cursos de graduação em ciências sociais é registrada em várias faculdades pelo Brasil desde as décadas de 1930 e 1940. Ou seja, desde que os cursos de ciências sociais foram implantados no Brasil. Entretanto, ainda sabemos pouco sobre a inserção profissional dessas ex-alunas como pesquisadoras e professoras universitárias em sua área de formação. A proposta deste projeto é conhecer, localizar temporal, espacial e institucionalmente as trajetórias de professoras e pesquisadoras em antropologia responsáveis pela transmissão e pela produção do conhecimento das sociedades desde a visada antropológica, em articulação com seus pares masculinos, em relação ao campo de possibilidades institucionais de seu tempo, levando-se também em consideração a coexistência com outras áreas das ciências sociais e humanas. A pesquisa se baseia na realização de entrevistas com mulheres que trabalharam em departamentos de antropologia ou que lecionaram aulas de antropologia em departamentos de ciências sociais nas universidades federais em estados do Nordeste e do Sul do Brasil. O período de trabalho das entrevistadas pode ir dos anos 1950 aos anos 1990 (considerando-se que aquelas que ingressaram nas universidades como professoras nos anos 1960, podem ter se aposentado cerca de 25 anos depois). Podemos assim registrar trajetórias de formação em antropologia ou capacitação para lecionar antropologia que ocorrem em período anterior e/ou posterior ao surgimento das pós-graduações em Antropologia Social no Brasil. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) .
Integrantes: Fernanda Azeredo de Moraes - Coordenador / Miriam Grossi - Integrante / Candice Vidal e Souza - Integrante.Financiador(es): Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2010 - 2012
Sexualidades, violências e reproducao em uma perspectiva comparada
Descrição: Este projeto tem como principal objetivo contribuir com o campo dos estudos de gênero e sexualidade no Brasil através de vários estudos de caso, com abordagem etnográfica, sobre temáticas relativas à homossexualidades, violências e reprodução. O projeto estará centrado em dois grandes eixos temáticos: Homossexualidades e Reprodução, ambos articulados pela problemática teórica central dos estudos sobre violências (homofóbicas e de gênero). Os dois grandes eixos de investigação visam: a) Homossexualidades - Desenvolver pesquisas sobre os movimentos LGBTT e sobre Homofobia/lesbofobia /transfobia em diferentes espaços institucionais (Estado, Escola, Judiciário, Campo médico e Religioso). b) Reprodução - Desenvolver pesquisas sobre conjugalidades, amor, parentalidades, maternidade e parto; corpo, afeto e identidades de gênero relacionadas com classes etárias (juventude e terceira idade). A pesquisa será desenvolvida em diferentes contextos urbanos contemporâneos, tendo como objeto de investigação diferentes espaços discursivos institucionais (campo jurídico, médico, escolar, religioso) e indivíduos envolvidos em processos de subjetivação vinculados à constituições identitárias (LGBTTT, parentais, conjugais e geracionais). O projeto dará continuidade e ampliará as reflexões teóricas desenvolvidas há duas décadas pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da UFSC. A pesquisa será desenvolvida por doutorand@s, mestrand@s e graduand@s que desenvolvem pesquisas individuais nos principais eixos do projeto...
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2007 - 2008
Fortes apertos de mão: um olhar sociológico sobre homossocialidade e masculinidade no Jockey Club do Paraná
Descrição: Resumo O objetivo desta pesquisa, sub-projeto da pesquisa Poder, Cultura e Esporte: um estudo etnográfico do Jockey Club do Paraná que focaliza questões de relações de gênero, homosocialidade e a recente inserção feminina, foi o de observar etnograficamente e pensar sociologicamente as masculinidades dos freqüentadores do Jockey Club do Paraná, local de relações marcadas pela especificidade do espaço de homens para homens. Assim, ao longo da pesquisa procurei compreender através de entrevistas em profundidade, questionários e imersão no meio como se constroem espacialmente, subjetivamente e corporalmente as relações homossociais entre estes homens, de idade média de 50 a 70 anos. Hoje, 53 anos depois a fundação de sua sede do Tarumã, após ter passado por anos de grande sucesso como um importante ponto de encontro familiar para a classe média curitibana, apenas os freqüentadores mais antigos se recordam dos dias de glória do JCP. O clube se encontra em visível decadência, com pouco público, funcionários e jockeys mal pagos e poucos proprietários interessados em manter cavalos nas cocheiras. Contudo, é bastante curioso observar que estes mesmos poucos saudosos freqüentadores formam de fato um público fiel e assíduo - faça frio, chuva ou sol ? a mais de 20 anos. Recentemente foi veiculado em um programa de TV chamado RPC Revista, uma matéria sobre o JCP no qual apareceram apenas homens. A caracterização pela reportagem do espaço como estritamente masculino não foi em vão; o JCP é quase um ?clube de homens?, um local para a socialização intra-gênero, tanto em sua esfera de trabalho quanto em seu momento de lazer e espetáculo. Assim, partindo do conceito de Sedgwick (1985) e Almeida (2000) entendo a homossocialidade no JCP como fruto de um desejo masculino, subjetivo e subentendido, por uma socialização igualitária e competitiva simultaneamente, que busca afastamento das relações hierárquicas e de responsabilidade do mundo do trabalho e da família em momentos de lazer.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Fernanda Azeredo de Moraes - Coordenador.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
2006 - Atual
Poder, cultura e esporte: um estudo etnográfico do Jockey Club do Paraná
Descrição: nsere-se em várias áreas substantivas da sociologia contemporânea (assim como no campo transdisciplinar dos Estudos Culturais), visando contribuir para estudos sobre cultura urbana, lazer e esporte na atualidade e sobre os dinâmicos processos vinculados às relações de gênero na sociedade brasileira atual. Tem como objetivo específico, a realização de um estudo etnográfico do Jockey Club do Paraná, que dá destaque a várias questões centrais: 1) mudanças históricas qual o lugar que o esporte do turfe ocupa na cultura e sociedades locais para 2) produzir, a partir deste olhar historicizado, um retrato de mudanças e o que estas significam para os diversos atores sociais envolvidos, ou seja, as pessoas que vivem e dependem de, e/ou identificam-se com estas atividades e 3) as relações de gênero, como elemento destas mudanças. Desconsiderando, por enquanto, a questão dos espectadores, podemos ver que o turfe é historicamente um espaço majoritariamente (se não exclusivamente) masculino. A participação das mulheres como joquetas é fenômeno recente, assim como o é a crescente participação de mulheres como veterinárias e noutras funções deste campo. Portanto, torna-se um lugar interessante para trabalhar na identificação das tendências de mudança nas relações de gênero no Brasil na atualidade, de forma particularmente sensível às conexões classe/raça/ gênero, sendo que os/as jócqueis proveem principalmente de camadas populares que por sua vez caracterizam-se como posição social onde arraigam-se formas particulares de resistência ao desmanche da dominação masculina ...
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.


Outros Projetos


2010 - 2012
?PÂNTANOS DE RELAÇÕES E COLCHÕES DE CUMPLICIDADE?: ACADEMIA E CONJUGALIDADE NA PERSPECTIVA DE QUATRO MULHERES INTELECTUAIS
Descrição: Muitas vezes, aquilo que está mais próximo escapa de nosso escopo antropológico, seja por sua complexidade, seja por sua ?naturalidade?. Assim, nessa dissertação abordo, através da trajetória de quatro mulheres intelectuais da área das ciências humanas, casadas com outros intelectuais, como academia e conjugalidade interpelam-se ao longo de suas carreiras. Ao acompanharmos suas histórias de vida e depoimentos suscitam-se questões importantes para os estudos de gênero e estudos de meios intelectuais: quais são as condições de produção de mulheres acadêmicas no Brasil dos últimos 50 anos? Quais os padrões de conjugalidade que emergem dessas trajetórias? Assim, discuto ao longo da minha dissertação as condições do trabalho intelectual feminino, conjugalidade em camadas médias intelectualizadas, cotidiano e competição acadêmica, nomeação e renomeação conjugal e suas relações com um meio de produção autoral. Por fim, essa iniciativa insere-se em uma vertente dos estudos feministas que propõe-se a visibilizar trajetórias acadêmicas-intelectuais-científicas femininas de modo a propor outras linhagens e possibilidades de filiação para nossas disciplinas..
Situação: Em andamento; Natureza: Outra.


Membro de corpo editorial


2015 - Atual
Periódico: Campos (UFPR)


Revisor de periódico


2014 - Atual
Periódico: Sociologias Plurais: Revista Discente do Programa de Pós-Graduação em Socio
2015 - 2015
Periódico: Revista Tempos Históricos
2015 - Atual
Periódico: Campos (UFPR)


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas/Especialidade: Estudos de gênero.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas/Especialidade: Teoria Feminista.
3.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Urbana.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.


Prêmios e títulos


2012
Aprovada em 2º lugar no concurso para Professora Substituta em Sociologia de ensino básico, técnico e técnológico, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
MORAES, F. A.2012 MORAES, F. A.. A loquela amorosa de André Gorz. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso), v. 19, p. 1014-1017, 2012.

2.
ADELMAN, M.2008ADELMAN, M. ; MORAES, F. A. . Tomando as rédeas: um estudo etnográfico da participação feminina e das relações de gênero no turfe brasileiro. Esporte e Sociedade, v. 3, p. 1-29, 2008.

3.
MORAES, F. A.2008MORAES, F. A.; ADELMAN, M. . Tomando as rédeas: um estudo etnográfico da participação feminina e das relações de gênero no turfe brasileiro. Esporte e Sociedade, v. v.3, p. 1, 2008.

Capítulos de livros publicados
1.
MORAES, F. A.; GROSSI, M. P. ; SOUZA, C. V. E. ; FERREIRA, V. K. ; REA, C. ; SARDENBERG, C. M. B. ; MINELLA, L. S. ; SOUZA, A. M. F. L. E. ; MENEZES, M. B. . RENOMEANDO-SE: NOME E AUTORIA EM EXPERIÊNCIAS FEMININAS. In: Luzinete Simões Minella ; Cecilia Maria Bacellar Sardenberg. (Org.). Gênero e ciências: mulheres em novos campos. 1ed.Salvador: Edufba, 2016, v. , p. 1-292.

2.
MORAES, F. A.; GROISSMAN, Alberto ; OLIVEIRA, B.F. ; CRUZ, F. ; NOERNBERG, P. ; GERBER, R.M. . Uma antropóloga no Jockey: Reflexões metodológicas e epistemológicas a partir de encontros entre campo e teoria. In: GROISMAN, A. (Org.) ; OLIVEIRA, B. F. (Org.) ; CRUZ, F. G. (Org.) ; NOERNBERG, P. (Org.) ; GERBER, R. M. (Org.). (Org.). Theatrum Ethnographicum: campo, experiência, agência.. 1ed.Florianópolis: Editora da UFSC, 2012, v. , p. 01-198.

3.
ADELMAN, M. ; MORAES, F. A. . Breaking Their Way In: Women Jockeys at the Racetrack in Brazil. In: Segal, Marcia T.; Vasilikie Demos.. (Org.). Advancing Gender Research from the Nineteenth to Twentieth Centuries. Bingley: Emerald, 2008, v. 12, p. 99-123.

Textos em jornais de notícias/revistas
1.
MORAES, F. A.; BILMAN, M. . Fernanda Moraes : « Malgré le virus Zika, l?avortement reste un tabou au Brésil ». Les Echos, França, 07 fev. 2016.

2.
MORAES, F. A.. Clube da Luta: um olhar de gênero. IHU Online: Revista do Instituto Humanitas de Ensino, São Leopoldo, p. 44 - 47, 07 maio 2012.

3.
MORAES, F. A.; SOUZA, H. R. ; FERNANDES, Felipe . O PT pode mais!. Boletim NIGS Eleições 2010, Florianópolis, p. 1 - 1, 03 out. 2010.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
MORAES, F. A.. PENSANDO CASAIS DE INTELECTUAIS A PARTIR DE ANDRÉ E DORINE GORZ E SIMONE DE BEAUVOIR E JEAN-PAUL SARTRE. In: XXVI Simpósio Nacional de História, 2011, São Paulo. Anais Eletrônicos XXVI SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA, 2011.

2.
MORAES, F. A.; ADELMAN, M. . Breaking their way in: women jockeys at the racetrack in Brazil. In: Congreso Internacional e interdisciplinar Mundo de Mujeres Women´s Worlds 2008, 2008, Madrid. Breaking their way in: women jockeys at the racetrack in Brazil, 2008. v. 1. p. 1-8.

3.
ADELMAN, M. ; MORAES, F. A. . Las mujeres entrando en las pistas: las jockeys del turfe brasileno.. In: ALESDE, 2008, Curitiba. Esporte na America Latina: Atualidade e perspectivas, 2008. v. 1. p. 1-9.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
MORAES, F. A.. Sensibilidades em transformação: feminismo acadêmico, coletivos feministas, masculinidades e luta contra violência sexual na UFPR. In: XI Reunión de Antropologia del Mercosur, 2015, Montevideo. RESÚMENES GRUPOS DE TRABAJO, 2015.

2.
MORAES, F. A.. Fusão ou Competição? Conjugalidade e academia na institucionalização das ciências sociais no Brasil.. In: 29º Reunião Brasileira de Antropologia, 2014, Natal. 044. Histórias da Antropologia: pessoas, instituições e obras no Brasil e na América Latina, 2014.

3.
MORAES, F. A.. Academia e Conjugalidade: Mulheres Intelectuais na Cidade de São Paulo (1960'-2000'). In: III Seminário Nacional de Gênero e Práticas Culturais, 2011, João Pessoa. Anais eletrônicos III Seminário Nacional de Gênero e Práticas Culturais, 2011.

4.
MORAES, F. A.. Fortes apertos de mão: um olhar sociológico sobre homossocialidade e masculinidade no Jockey Club do Paraná. In: 16º EVINCE e 1ºEINTI, 2008, Curitiba. 16º EVINCE e 1º EINTI, 2008.

Apresentações de Trabalho
1.
MORAES, F. A.. Academic endogamy: a feminist pathway for the history of anthropology. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

2.
MORAES, F. A.. Sensibilidades em transformação: feminismo acadêmico, coletivos feministas, masculinidades e luta contra violência sexual na UFPR.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

3.
MORAES, F. A.. Fusão ou Competição? Conjugalidade e academia na institucionalização das ciências sociais no Brasil. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

4.
MORAES, F. A.. Ageing together, dying together: An anthropological analysis to a romantic value.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

5.
MORAES, F. A.. FUSÃO OU COMPETIÇÃO? A EXPERIÊNCIA DE CONJUGALIDADE ACADÊMICA NA PERSPECTIVA DE QUATRO MULHERES.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

6.
MORAES, F. A.. Clube da Luta: um olhar de gênero. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

7.
MORAES, F. A.. PENSANDO CASAIS DE INTELECTUAIS A PARTIR DE ANDRÉ E DORINE GORZ E SIMONE DE BEAUVOIR E JEAN-PAUL SARTRE.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

8.
MORAES, F. A.. Academia e conjugalidade: mulheres intelectuais na cidade de São Paulo (1960'- 2000'). 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

9.
MORAES, F. A.. SENHORAS E SENHORES: UM ESTUDO SOBRE CASAIS DE INTELECTUAIS NA TERCEIRA IDADE. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra).

10.
MORAES, F. A.; ADELMAN, M. . Breaking their way in: Women of the turf in Brazil.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

11.
ADELMAN, M. ; MORAES, F. A. . MUJERES ENTRANDO EN LAS PISTAS: LAS JOCKEYS DEL TURF BRASILEÑO. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

12.
MORAES, F. A.. Fortes apertos de mão: um olhar sociológico sobre homossocialidade e masculinidade no Jockey Club do Paraná. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).

13.
Miriam Adelman ; MORAES, F. A. . Gênero e espaço: pesquisando masculinidades e feminilidades no Jocke Club do Paraná.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

14.
MORAES, F. A.; ADELMAN, M. . Poder, cultura e esporte: um estudo etnográfico do Jockey Club do Paraná. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

Outras produções bibliográficas
1.
José Antonio Kelly Luciani ; MORAES, F. A. . Uma etnografia de ponta a ponta: O Ministério de Saúde e os Yanomami da Amazonas, Venezuela.. Florianópolis: UFSC-IBP-ABA, 2013. (Tradução/Artigo).

2.
MORAES, F. A.; CORREA, M. . Body Fantasies. Rio de Janeiro: CEPESC, 2012. (Tradução/Artigo).

3.
Cláudia Fonseca ; MORAES, F. A. . Death of a gigolo: the current borders of sexuality and transgression. Rio de Janeiro: CEPESC, 2012. (Tradução/Artigo).

4.
MORAES, F. A.; FASSIN, E. . Da crítica à critique. Paris, 2012. (Tradução/Artigo).

5.
MORAES, F. A.; SHAFFNER, Justin . Nem plural, nem singular: Ontologia, descrição e a Nova Etnografia Melanesia. Florianópolis: UFSC, 2010. (Tradução/Artigo).


Produção técnica
Trabalhos técnicos
1.
GROSSI, M. P. ; MORAES, F. A. . ?Um estudo interdisciplinar sobre o II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres?. 2012.

Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
MORAES, F. A.. UFPR notícias. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).


Demais tipos de produção técnica
1.
Eva Lenita Scheliga ; MORAES, F. A. ; RICKLI, J. F. ; NAVEIRA, M. C. . Campos - revista de Antropologia Social (Vol. 15, número 1, ano 2014). 2015. (Editoração/Periódico).

2.
MORAES, F. A.; COSTA, T. K. L. . Eixos de exclusão e formas de inclusão. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - livro didático).

3.
GROSSI, M. P. ; MORAES, F. A. ; FERNANDES, Felipe ; FERREIRA, Emília ; SOUZA, H. R. . Cartilha de prevenção às violências sexistas, homofóbicas e racistas nos trotes universitários. 2011. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Cartilha).

4.
MORAES, F. A.; OLIVEIRA, E. A. ; SOUZA, H. R. . Oficina Projeto Papo Sério: Sexo, gênero e identidade de gênero. 2010. (curso de curta duração ministrado/Extensão).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
Laura Pérez Gil; NAVEIRA, M. C.; VALENTIN, M. A.; MORAES, F. A.. Participação em banca de Alisson Gebrim Krasota. Uma noção de pessoa trans não-binária. 2016. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Paraná.

Qualificações de Mestrado
1.
Laura Pérez Gil; Miguel Alfredo Carid Naveira; MORAES, F. A.. Participação em banca de ALISSON GEBRIM KRASOTA. UMA NOÇÃO DE PESSOA TRANS NÃO-BINÁRIA. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia Social) - Universidade Federal do Paraná.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
MORAES, F. A.; Laura Pérez Gil; Maria Inês Smiljanic Borges. Participação em banca de Bianca HAMMERSCHMIDT.DO LEITE AO SANGUE: ESTUDO SOBRE A PRESENÇA DO FEMININO NO XAMANISMO AMERÍNDIO. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Paraná.

2.
Laura Pérez Gil; Eva Lenita Scheliga; MORAES, F. A.. Participação em banca de Helen de Moraes Sarmento Kaliski.DO SEXO AO DESEJO: uma análise antropológica dos filmes Tomboy e XXY. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal do Paraná.

3.
MORAES, F. A.; Miguel Alfredo Carid Naveira; Eva Lenita Scheliga. Participação em banca de HEMERSON BOLSI.GOHONZON ? O ESPELHO DA VIDA. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Paraná.

4.
MORAES, F. A.; Laura Pérez Gil; Andréa Carvalho Mendes de Oliveira Castro. Participação em banca de Letícia Wons.Corporalidade Virtual: positivação do corpo em um grupo online de nudez feminista. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Paraná.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Outras participações
1.
Eva Lenita Scheliga; MORAES, F. A.. Prêmio Florestan Fernandes de Monografias. 2015. Universidade Federal do Paraná.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Encontro do NEG - "Hunting Ground": enfrentamento à violência sexual no ambiente universitário."Hunting Ground": enfrentamento à violência sexual no ambiente universitário. 2016. (Encontro).

2.
Jornadas dos 25 anos do NIGS.Projetos Institucionais CNPq, SPM de apoio a núcleos. 2016. (Encontro).

3.
Semana de Mobilização Antropologia UFPR.O Gênero do Golpe. 2016. (Outra).

4.
VIII SEMANA DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA.Cinema, antropologia e gênero. 2016. (Seminário).

5.
VIII SEMANA DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA.Debatedora do GT04. 2016. (Seminário).

6.
X Semana de Ciências Sociais UFPR.Dialogos entre Pibids e a questão do gênero nas escolas. 2016. (Seminário).

7.
XXVIII Semana de Ensino Pesquisa e Extensão da UFPR.Rodas de conversa sobre violência sexual. 2016. (Oficina).

8.
1º Jornada Nacional Mulher Viver Sem Violência. Rodas de conversa sobre violência sexual. 2015. (Congresso).

9.
VII Semana de Antropologia - Desafios da Alteridade. GT 02 -Corpo, Gênero e Subjetividade: Narrativas e Experiências. 2015. (Congresso).

10.
29º Reunião Brasileira de Antropologia. FUSÃO OU COMPETIÇÃO? Conjugalidade e academia na institucionalização das ciências sociais no Brasil. 2014. (Congresso).

11.
IX International Conference International Association for the Study of Sexuality, Culture and Society. Ageing together, dying together: An anthropological analysis to a romantic value. 2013. (Congresso).

12.
Jornada Gênero, feminismos e ciência.FUSÃO OU COMPETIÇÃO? A EXPERIÊNCIA DE CONJUGALIDADE ACADÊMICA NA PERSPECTIVA DE QUATRO MULHERES. 2013. (Simpósio).

13.
Ciclo Gênero e Cinema.Clube da Luta: Um olhar de gênero. 2011. (Oficina).

14.
III Seminário Nacional de Gênero e Práticas Culturais.Academia e Conjugalidade: Mulheres Intelectuais na Cidade de São Paulo (1960'-2000'). 2011. (Seminário).

15.
IX Reunião de Antropologia do Mercosul. 2011. (Congresso).

16.
XXVI Simpósio Nacional de História.PENSANDO CASAIS DE INTELECTUAIS A PARTIR DE ANDRÉ E DORINE GORZ E SIMONE DE BEAUVOIR E JEAN-PAUL SARTRE. 2011. (Simpósio).

17.
Etnografia, Gênero e Poder: Antropologia Feminista em Ação.. 2010. (Outra).

18.
Fazendo Gênero 9. 2010. (Congresso).

19.
Jornada Miguel Vale de Almeida.Corpo e Corporalidades. 2010. (Encontro).

20.
Jornadas Antropológicas.SENHORAS E SENHORES: UM ESTUDO SOBRE CASAIS DE INTELECTUAIS NA TERCEIRA IDADE. 2010. (Outra).

21.
Nas tramas do gênero: um diálogo internacional.. 2010. (Encontro).

22.
16º EVINCE e 1ºEINTI.Fortes apertos de mão: um olhar sociológico sobre homossocialidade e masculinidade no Jockey Club do Paraná. 2008. (Encontro).

23.
31º ANPOCS - Associação Nacional Pós- Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais. Poder, cultura e esporte: um estudo etnográfico do Jockey Club do Paraná. 2007. (Congresso).

24.
1º Semana Academica de Ciências Sociais. 2006. (Outra).

25.
9º ENERI - Encontro Nacional de Estudantes de Relações Internacionais. 2005. (Encontro).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
CARAMURU, B. ; OLIVEIRA, B.F. ; MORAES, F. A. ; RICKLI, J. F. ; Laura Pérez Gil ; ROSA, P. C. . VIII Semana de Antropologia e Arqueologia. 2016. (Congresso).

2.
MORAES, F. A.; RUGGI, L. O. ; AZEVEDO, M. C. ; CORREA, A. S. . Rodas de Conversa sobre Violência Sexual. 2015. (Outro).

3.
Laura Pérez Gil ; RICKLI, J. F. ; CARAMURU, B. ; MORAES, F. A. . VII Semana de Antropologia - Desafios da Alteridade. 2015. (Congresso).

4.
GROSSI, M. P. ; MORAES, F. A. ; OLIVEIRA, E. A. ; SOUZA, H. R. . Jornada Miguel Vale de Almeida. 2010. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Monografias de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1.
Noemi Klaus. Casa de Caboclo. Início: 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Antropologia Cultural) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná. (Orientador).

2.
Hellen Albuquerque. O USO E SIGNIFICADO DA INDUMENTÁRIA PARA AS PROSTITUTAS DE CURITIBA. Início: 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Antropologia Cultural) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná. (Orientador).

3.
Amanda Talhari Franco. Elas e eles, elas por elas? - Uma análise sobre a representação de gênero na ilustração de cinco jovens ilustradoras de arte sequencial brasileiras. Início: 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Antropologia Cultural) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná. (Orientador).

4.
Heloize Souza Montowski. ?TRAJETÓRIAS: VIDA E TRABALHO DOS COLETORES DE LIXO EM CURITIBA/PR?. Início: 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Antropologia Cultural) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná. (Orientador).

5.
Franciele Alves da Silva. PRODUÇÃO AUDIOVISUAL INDÍGENA: PERSPECTIVAS E INTERLOCUÇÕES. Início: 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Antropologia Cultural) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1.
EDUARDO FELIPE HENNERICH PACHECO. Transformação: a construção do feminino pelas travestis. 2016. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Antropologia Cultural) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Orientador: Fernanda Azeredo de Moraes.

2.
Helen Stefany MIlitão. Gênero e relacionamento abusivo: narrativas por mulheres vítimas de estupro. 2016. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Antropologia Cultural) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Orientador: Fernanda Azeredo de Moraes.

Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Rejane Teresinha Scholz. Entre Passos e Abraços: Sociabilidade nos bailes de idosos em Curitiba. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Paraná. Orientador: Fernanda Azeredo de Moraes.



Educação e Popularização de C & T



Textos em jornais de notícias/revistas
1.
MORAES, F. A.. Clube da Luta: um olhar de gênero. IHU Online: Revista do Instituto Humanitas de Ensino, São Leopoldo, p. 44 - 47, 07 maio 2012.


Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
MORAES, F. A.. UFPR notícias. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
MORAES, F. A.; RUGGI, L. O. ; AZEVEDO, M. C. ; CORREA, A. S. . Rodas de Conversa sobre Violência Sexual. 2015. (Outro).

2.
Laura Pérez Gil ; RICKLI, J. F. ; CARAMURU, B. ; MORAES, F. A. . VII Semana de Antropologia - Desafios da Alteridade. 2015. (Congresso).



Outras informações relevantes


Participante do Núcleo de estudos de gênero da Universidade Federal do Paraná desde 2006.


Recebeu o certificado de 1º lugar na turma de formando do 1º semestre de 2009 em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná.



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