Vanessa Sasso Padilha

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  • Última atualização do currículo em 30/07/2018


Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (2011), mestrado (2013) e doutorado (2015) em Ciência Animal com ênfase em anestesiologia pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Santa Catarina, campus Curitibanos, sendo responsável pelas disciplinas de Anestesiologia e Farmacologia. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Vanessa Sasso Padilha
Nome em citações bibliográficas
PADILHA, V. S.;PADILHA, VANESSA SASSO;PADILHA, VANESSA S.;PADILHA, VANESSA S;PADIHA, V.

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC - Campus Curitibanos.
advogado sebastião calomeno
são francisco
89520000 - Curitibanos, SC - Brasil
Telefone: (48) 37217169


Formação acadêmica/titulação


2013 - 2015
Doutorado em Ciencia Animal.
Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.
Título: Cetorolaco, meloxicam ou dipirona administrados antes ou após ovariossalpingohisterectomia em gatas, Ano de obtenção: 2015.
Orientador: Nilson Oleskovicz.
2011 - 2013
Mestrado em Ciencia Animal.
Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.
Título: Eficácia analgésica da metadona, da cetamina ou da sua associação em gatas.,Ano de Obtenção: 2013.
Orientador: Nilson Oleskovicz.
Coorientador: Suzane Lilian Beier.
Grande área: Ciências Agrárias
Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Anestesiologia veterinaria.
2006 - 2011
Graduação em Medicina Veterinária.
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.




Formação Complementar


2010 - 2010
Extensão universitária em Estágio Curricular. (Carga horária: 344h).
Universidade Estadual de Santa Catarina, UDESC, Brasil.
2010 - 2010
Extensão universitária em Estágio Curricular em Anestesiologia Veterinária. (Carga horária: 152h).
Universidade de Passo Fundo, UPF, Brasil.
2009 - 2009
Extensão universitária em Monitoria em Anestesiologia Veterinária. (Carga horária: 128h).
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2009 - 2009
Extensão universitária em Estágio em Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais. (Carga horária: 60h).
Clínica Veterinária Cães e Gatos Camobi, CV, Brasil.
2009 - 2009
Extensão universitária em Campanha de Vacinação contra raiva em cães e gatos. (Carga horária: 20h).
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2008 - 2008
Extensão universitária em Campanha de Vacinação contra raiva em cães e gatos. (Carga horária: 20h).
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2008 - 2008
Extensão universitária em Estágio em Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais. (Carga horária: 100h).
Clínica Veterinária Cães e Gatos Camobi, CV, Brasil.
2008 - 2008
Extensão universitária em Estágio extra-curricular. (Carga horária: 44h).
Granja Luíza Ltda, GRANJA LUIZA, Brasil.
2007 - 2008
Extensão universitária em Estágio Extra-Curricular no Lab. de Microbiologia. (Carga horária: 431h).
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2007 - 2007
Extensão universitária em Campanha de Vacinação contra raiva em cães e gatos. (Carga horária: 20h).
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - 2016
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: professor colaborador, Carga horária: 20
Outras informações
Professora colaboradora nas disciplinas de Farmacologia Geral, Farmacodinâmica e Patologia Clínica Cirúrgica.

Vínculo institucional

2012 - 2012
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: plantonista, Carga horária: 8

Vínculo institucional

2011 - 2011
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: plantonista, Carga horária: 8


Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
Vínculo institucional

2009 - 2009
Vínculo: Monitoria, Enquadramento Funcional: Monitoria da disciplina Anestesiologia Veteri, Carga horária: 12

Vínculo institucional

2008 - 2009
Vínculo: aluna da graduação, Enquadramento Funcional: bolsista de iniciação científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Bolsista PIBIC/Cnpq

Vínculo institucional

2007 - 2008
Vínculo: aluna da graduação, Enquadramento Funcional: bolsista de iniciação científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Bolsista PIBIC/ Cnpq


Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2015 - 2016
Vínculo: temporário, Enquadramento Funcional: professor colaborador, Carga horária: 40



Projetos de pesquisa


2014 - Atual
Avaliação dos efeitos analgésicos preemptivos de duas doses de cetamina em cães submetidos à ovariosalpingohisterectomia eletiva
Descrição: A maior dificuldade no diagnóstico da dor em medicina veterinária deve-se ao fato das avaliações serem muito subjetivas, dificultando a identificação da mesma. Dentre os vários protocolos estudados, a cetamina apresenta grande destaque, pois apresenta efeito analgésico, no entanto, existe muita controvérsia em relação a dose ideal a ser utilizada para produzir analgesia sem anestesia. O objetivo deste estudo é avaliar o efeito analgésico preemptivo da cetamina nas doses de 1,5 e 2,0 mg kg-1, bem como as alterações cardiovasculares, respiratórias e hemogasométricas de cadelas submetidas a ovariossalpingohisterectomia eletiva. Serão utilizados 30 cadelas, com idade entre 1 e 5 anos, pesando de 10 à 15 kg, comprovadamente hígidas após exames clínicos e laboratoriais e encaminhadas para cirurgia de ovariossalpingohisterectomia (OSH) eletiva. Os animais serão alocados aleatoriamente em 5 grupos (n=6): Grupo cetamina 1,5 pré (GCpré1,5), os quais receberão 10 minutos antes da incisão cirúrgica uma dose de 1,5 mg kg-1 de cetamina por via intravenosa e o mesmo volume de solução salina ao final da cirurgia; Grupo cetamina 1,5 pós (GCpós1,5), que receberão solução salina 10 minutos antes da incisão cirúrgica e a mesma dose de cetamina, porém ao final da cirurgia; Grupo cetamina 2,0 pré (GCpré2,0), os quais receberão 10 minutos antes da incisão cirúrgica uma dose de 2,0 mg kg-1 por via intravenosa e o mesmo volume de solução salina ao final da cirurgia; Grupo cetamina 2,0 pós (GCpós2,0), que receberão solução salina 10 minutos antes da incisão cirúrgica e a mesma dose de cetamina ao final da cirurgia e Grupo controle (GCS), que receberão solução fisiológica em ambos os momentos. Os animais serão avaliados nos seguintes momentos: Basal (animais acordados), M0 (após a indução anestésica), M1 (5 minutos após a administração dos tratamentos e imediatamente antes da incisão cirúrgica), M2 (após incisão da pele), M3 (após pinçamento do ovário direito), M4 (após pinçamento do ovário esquerdo), M5 (após pinçamento da cérvix), M6 (após celiorrafia) e M7 (ao final da cirurgia). A análise estatística dos dados paramétricos será realizada por meio de ANOVA seguida de teste de Tukey entre grupos e ANOVA-RM seguido pelo teste de Student-Newman-Keuls para a avaliação entre tempos. Para os dados não paramétricos será utilizado o teste de Kruskall-Walliss e o teste de Friedmann, seguido pelo Student-Newman-Keuls (SNK). As análises serão desenvolvidas com significância de 5%..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Avaliação da troponina I e eletrocardiograma durante o coma induzido em cães
Descrição: O objetivo deste estudo será avaliar a concentração de troponina I em dois protocolos de infusão contínua para sedação prolongada em cães. Serão selecionados 12 cães, adultos, SRD, machos com peso entre 10 e 15 Kg, comprovadamente hígidos através de exame clínico geral, laboratorial (hemograma, função hepática e renal). Após período de ambientalização, esses animais passarão por jejum hídrico-alimentar prévio, e no dia do experimento, ocorrerá a coleta de sangue para avaliação basal da concentração sérica da troponina, e avaliação da pressão arterial média (PAM) e eletrocardiograma. Após avaliação dos dados basais, os animais serão induzidos com propofol 2 mg/kg, cetamina 1 mg/Kg e morfina 0,5 mg/Kg no GI e 2 mg/Kg de propofol, 5 g/Kg de fentanil e 0,5 mg/Kg de diazepam pela via intravenosa no GII. Após a indução esses animais serão submetidos a infusão contínua durante 24 horas, sendo realizada no GI com propofol, cetamina e morfina, nas doses de 0,1 mg/Kg/min, 0,6 mg/Kg/hora e 0,24 mg/Kg/hora respectivamente ou GII propofol, diazepam e fentanil, nas doses de 0,1/mg/Kg/min, 0,5 mg/Kg/hora e 0,0036 mg/Kg/hora e então intubados com sonda endotraqueal apropriada e submetidos a ventilação controlada, ciclada a pressão com oxigênio a 30%. Após início da infusão, a concentração sérica da troponina, a PAM e o eletrocardiograma serão avaliados as 8, 12, 24 horas após início da infusão, e ainda 12, 24 e 72 horas após o término da infusão. Os dados referentes à avaliação entre tempos serão submetidos à análise de variância de uma via com repetições múltiplas, (ANOVA-RM) e posterior Teste de Student Newman Keuls, e as diferenças entre grupos, submetidos ao teste T de Student e os dados considerados significativos quando p≤0,05...
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Avaliação trans e pós operatória de gatas submetidas à ovariosalpingohisterectomia eletiva realizada por cirurgião experiente ou inexperiente.
Descrição: A manipulação cirúrgica exacerbada predispõe a um maior trauma celular e como conseqüência maior grau de dor trans e pós-operatória. O objetivo deste estudo é avaliar a analgesia trans e pós-operatória e qualidade da cicatrização de gatas submetidas a ovariossalpingohisterectomia eletiva realizada por dois cirurgiões: um experiente e outro inexperiente. Serão utilizadas 14 gatas provenientes da rotina hospitalar, encaminhadas para ovariossalpingohisterectomia eletiva. Os animais serão pré-medicados com acepromazina (0,05 mg/kg) e metadona (0,3 mg/kg), e induzidos a anestesia com propofol (4mg/kg) e mantidos com isofluorano em concentração suficiente para manutenção de plano adequado de anestesia. Após, os animais serão alocados em dois grupos; GE (n=7) o procedimento será realizado pelo cirurgião experiente, e o GNE (n=7), o procedimento realizado pelo cirurgião inexperiente, mas sempre sendo observado pelo cirurgião experiente. Durante o trans operatório, serão avaliados frequência cardíaca e respiratória, saturação de oxigênio, concentração de dióxido de carbono ao final da expiração, concentração de isofluorano ao final da expiração e pressão arterial sistólica pelo método não invasivo. Durante o trans anestésico o resgate analgésico será realizado com fentanil na dose de 2,5 ug/kg pela via intravenosa quando houver aumento em 20% da FC e/ou f e/ou PAS. Os momentos avaliados serão: T0 (após indução anestésica), T1 (10 minutos após a indução anestésica), T2 (após incisão da pele, subcutâneo e musculatura), T3 (após pinçamento do 1º pedículo ovariano), T4 (após pinçamento do 2º pedículo ovariano), T5 (após pinçamento da cérvix), T6 (após sutura da musculatura), T7 (ao final da cirurgia). Serão avaliados o tempo total para o procedimento cirúrgico, o número de resgates analgésicos trans operatórios necessários, e o tempo para extubação. No pós-operatório os animais serão avaliados com a escala multidimensional de dor aguda em felinos por 2 avaliadores cegos aos tratamentos as 2, 4, 6, 8, 12 e 24 horas após a extubação. O resgate analgésico será realizado com morfina na dose de 0,2mg/kg pela via intramuscular. Os animais receberão alta 48 horas após o procedimento cirúrgico e retornarão 7 dias após para a retirada dos pontos e avaliação da cicatrização cirúrgica. A cicatrização cirúrgica será avaliada por meio de uma tabela por dois avaliadores. A análise estatística será conduzida com auxilio do software SigmaStat 3.0 e as diferenças serão consideradas estatisticamente significativas quando p0,05..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Alterações eletrocardiográficas em cadelas com diferentes tipos de neoplasias mamárias
Descrição: Na rotina clínica é frequente a observação de complexos ventriculares prematuros ou extrassístoles ventriculares em cadelas apresentando diversos tipos de neoplasia mamária. O complexo ventricular prematuro (CVP), arritmia mais frequente em cães e gatos, é proveniente de um foco ectópico localizado no miocárdio ventricular sendo que esta arritmia pode ocorrer em cães normais, secundariamente a injúrias miocárdicas como cardiomiopatias, infarto do miocárdio, miocardite e pericardite e ainda como consequência de doenças extracardíacas, como neoplasias. Os objetivos do estudo são investigar arritmias em cadelas apresentando neoplasias mamárias e correlacionar se estas arritmias cessam após a retirada da neoplasia e ainda se há correlação entre tipo tumoral e presença de metástase com a ocorrência de arritmias. Serão utilizadas 24 cadelas com diagnóstico clínico de neoplasias mamárias, as quais serão submetidas previamente ao exame físico completo, eletrocardiograma, exames complementares (hemograma, ALT, fosfatase alcalina, ureia e creatinina), hemogasometria venosa e dosagem de eletrólitos. O protocolo anestésico será padronizado de acordo com os estudos pilotos e será realizado sempre pelo mesmo anestesista experiente. Durante a manutenção da anestesia os animais serão monitorados continuamente através eletrocardiografia computadorizadaImediatamente após a intubação serão conectados os eletrodos para início da monitoração eletrocardiográfica transcirúrgica, através eletrocardiografia computadorizada (Módulo para aquisição de ECG para computador TEB ECG PC. Tecnologia Eletrônica Brasileira, São Paulo, SP), utilizando a derivação II, com velocidade de 50 mm/s e o aparelho calibrado para 1mV= 1cm (N). Com o animal em decúbito os eletrodos serão conectados por meio de garras metálicas presas à pele na região das articulações úmero-rádio-ulnar e fêmoro-tíbio-patelar, para as derivações de membros. Serão registradas as derivações bipolares DI, DII e DIII, as derivações unipolares aumentadas aVR, aVL e aVF, avaliando-se a frequência e o ritmo cardíacos, a duração (s) e amplitude (mV) da onda P e do complexo QRS, a duração (s) dos intervalos PR e QT, o nivelamento do segmento ST, a polaridade da onda T e o eixo elétrico do QRS. O eixo elétrico do complexo QRS será obtido a partir da soma das deflexões positivas e negativas das derivações I e III. Nos momentos 24, 48 e 72 horas, bem como 07 dias após a cirurgia os animais serão novamente submetidos ao exame eletrocardiográfico afim de detectar possíveis alterações pós operatórias tardias...
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Eficácia, segurança e relação custo benefício de diferentes protocolos anestésicos para castração em cadelas e o impacto na sociedade
Descrição: A população crescente de animais de rua é um problema para sociedade. A castração cirúrgica, principalmente de fêmeas, juntamente com a conscientização da população é de suma importância, e deve ser realizada apoiada sobre os princípios éticos e de anestesia e analgesia. Entretanto, diversos protocolos podem ser utilizados, não havendo uma compilação de qual destes apresenta o melhor custo benefício, garantindo a segurança, a qualidade e o baixo custo do procedimento. O objetivo deste estudo é avaliar a relação custo benefício de 4 protocolos anestésico/analgésicos para castração cirúrgica em cadelas e a avaliação do impacto sócio cultural da realização destes procedimentos no bem estar animal e da saúde pública. Serão utilizadas 32 cadelas submetidas à castração cirúrgica no hospital veterinário da UDESC-CAV no município de Lages. Previamente à cirurgia os animais serão selecionados e cadastrados, onde obrigatoriamente os proprietários dos animais devem passar por uma palestra de conscientização e informação sobre o bem estar animal e a saúde pública. O estudo será composto de 2 fases. Na primeira serão utilizados 2 grupos (n=8) comparando-se a segurança, eficácia e relação custo/benefício da utilização de propofol (0,4mg/kg/min) ou isofluorano (2 V%) para castração de cadelas pré medicadas com morfina (0,5mg/kg) associada à acepromazina (0,05mg/kg), induzidas com propofol (5mg/kg) e mantidas com suplementação de oxigênio à 100%. O melhor grupo da fase 1 será complementado com um protocolo de anestesia epidural com lidocaína na dose de 0,33ml/kg (n=8) ou lidocaína na mesma dose associada a morfina (0,1mg/kg) (n=8) e redução de 30 % do agente de manutenção (propofol ou isoflurano), finalizando um total de 4 grupos experimentais (Fases 1 e 2). Para segurança, serão avaliados: frequências cardíaca e respiratória e pressão arterial sistólica durante o trans-cirúrgico. Para eficácia, serão avaliados os planos anestésicos adequados, a necessidade de complementação anestésica ou analgésica tanto trás como pós operatótia, o miorrelaxamento cirúrgico e os tempos e qualidade de recuperação anestésica. A relação custo/benefício será avaliada pela eficácia do protocolo aliada ao baixo custo total do protocolo. A análise estatística será realizada por ANOVA-RM seguida de teste de Dunnet para comparações dentre grupos e ANOVA seguida de teste de Tukey para comparações entre grupos. Para análises não paramétricas será utilizado ANOVA on Ranks seguida do teste SNK. Será considerado um grau de significância de 5%..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Efeito hemostático, digestório, renal e analgésico preemptivo do cetorolaco de trometamina e meloxicam em gatas submetidas à ovariosalpingohisterectomia
Descrição: Antiinflamatórios não-esteroidais tem sido amplamente utilizados para o controle da dor em cães e gatos, porém a falta de segurança e os efeitos colaterais na espécie felina tem limitado seu uso. Objetiva-se com este estudo avaliar analgesia preemptiva do meloxicam e do cetorolaco de trometamina em gatas, bem como sua segurança clínica renal, digestória e hemostática. Para isso, serão utilizadas 28 gatas, sem raça definida, pesando entre 2 e 4 kg, comprovadamente hígidas através de exame clínico e laboratorial, provenientes da rotina cirúrgica do Hospital de Clínicas Veterinária do CAV/UDESC, encaminhadas para ovariossalpingohisterectomia eletiva. Os animais serão adaptados em sala silenciosa, com espaço para interação, por um período de dois dias. No dia anterior ao experimento, os animais serão anestesiados com propofol para colocação de cateter na veia jugular, para posterior coleta de sangue para mensuração da agregação plaquetária. Os animais serão alocados em 4 grupos, os quais receberão meloxicam 0,2mg/kg antes do estímulo cirúrgico (MPRE, n=7), meloxicam 0,2mg/kg após o estímulo cirúrgico (MPOS, n=7), cetorolaco de trometamina 0,3mg/kg antes do estímulo cirúrgico (CTPRE, n=7) e cetorolaco de trometamina 0,3mg/kg após o estímulo cirúrgico (CTPOS, n=7), todos pela via intravenosa, 15 minutos antes do estímulo ou logo após o término do procedimento. Os animais serão induzidos com propofol e fentanil e mantidos com isofluorano e infusão de fentanil, sendo o procedimento cirúrgico realizado sempre pelo mesmo cirurgião e com a técnica padronizada. Os animais receberão no pós-operatório meloxicam (0,1mg/kg, a cada 24 horas pela via oral) ou cetorolaco de trometamina (0,15mg/kg, a cada 12 horas pela via oral) durante 2 dias. A avaliação pós-operatória será realizada por meio da escala multidimensional de dor aguda em felinos nos momentos 2, 4, 6, 8, 12, 24, 28, 36, 48, 52, 56 e 72 horas após o término da cirurgia. A coleta de sangue para realização dos testes bioquímicos será feita no pré-operatório e no 3º e 7º dia após a cirurgia. A avaliação renal contará também com o número de micções até às 72 horas de pós-operatório. A avaliação do sistema digestório será realizada através do consumo de ração, ganho de peso, defecação e presença de vômito ou diarreia. O tempo de sangramento será realizado no pré-operatório e com 52 horas de pós-operatório, já a coleta para realização da agregação plaquetária será feita no pré-operatório, e com 4, 28 e 52 horas de pós-operatório. A cicatrização será avaliada no 7º dia por meio de escala descritiva simples. Os dados coletados serão submetidos à análise estatística, e as diferenças serão consideradas estatisticamente significativas quando P0,05..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Utilização de dreno de sucção fechado para avaliação pós-operatória de feridas cirúrgicas de mastectomias radicais unilaterais em cadelas.
Descrição: Devido o alto índice de tumores de mama na espécie canina, a realização de mastectomias em cadelas é rotina em medicina veterinária. As mastectomias radicais em cadelas resultam em grandes feridas cirúrgicas e uma comum complicação é a formação de seroma. A literatura humana atribui fatores de risco a esta complicação e há muito utiliza medidas preventivas, entre elas o uso de drenos. Entretanto, em medicina veterinária pouco se sabe destes métodos em pós-mastectomias. O objetivo deste trabalho é avaliar a utilização de dreno de sucção fechado para avaliação de feridas cirúrgicas de mastectomias radicais unilaterais em cadelas. Serão utilizados 18 cães, fêmeas, provenientes da rotina hospitalar, com prévia avaliação oncológica e encaminhamento para mastectomia radical unilateral. Seis cadelas passarão por mastectomia radical unilateral convencional sem utilização de dreno (GC), em 6 cadelas serão avaliadas a utilização de dreno de sucção fechado (GD) e as 6 restantes serão avaliadas a utilização de dreno de sucção fechado com seringa adaptada (GDS). Após os animais estarem sob anestesia geral, será realizada mastectomia radical em cadeia mamária acometida, divulsão romba entre o tecido subcutâneo e fáscia abdominal, colocação do dreno fechado de sucção, posterior sutura do subcutâneo em padrão contínuo simples, dermorrafia em padrão isolado simples, fixação do dreno em pele com ponto isolado simples (GD e GDS). No GC realizar-se-á mastectomia da mesma maneira, sem colocação de dreno, com aproximação das bordas cutâneas com pontos isolados e dermorrafia em padrão isolado simples. Ao final do procedimento realização de bandagem compressiva. A avaliação dos animais será diária através de parâmetros como freqüência cardíaca (FC), freqüência respiratória (FR), temperatura (T◦C), mucosas, tempo de preenchimento capilar (TPC), pressão arterial sistólica (PAS), grau de desidratação. Serão realizados também avaliação do dreno, avaliação da ferida cirúrgica e análise do líquido. A troca da bandagem será realizada ao final de cada avaliação. A análise estatística será realizada com auxilio do software GraphPrisma 5.0 utilizando-se Análise de Variância de uma via com repetições múltiplas (ANOVA - RM) seguida de teste de Dunnet para variações entre os tempos dentro de cada grupo e teste de ANOVA de uma via seguida pelo teste de SNK para variações entre os tratamentos, dentro de cada momento..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Avaliação clínica, analgésica e laboratorial da infusão contínua intravenosa de lidocaína sem vasoconstritor em gatos.
Descrição: A anestesia total intravenosa (TIVA) é uma técnica muito difundida na Medicina Veterinária, podendo ser realizada através da utilização de uma vasta opção de fármacos nas diferentes espécies domésticas. Anestésicos locais como a lidocaína também podem ser utilizados em infusões intravenosas, com segurança em cães, atuando como adjuvante na anestesia balanceada, diminuindo o requerimento de agentes inalatórios e auxiliando no controle da dor. Porém o uso da TIVA de lidocaína em gatos é uma técnica pouco difundida, devido a possível toxicidade que estes animais possam apresentar em relação a este anestésico local. Desta forma, este estudo tem por objetivo avaliar parâmetros clínicos, analgésicos e laboratoriais de gatos submetidos à TIVA de lidocaína s/v. Serão utilizados 18 gatas, hígidas comprovados através de hemograma e perfil bioquímico prévio ao estudo, com idade entre 1 e 4 anos, pesando entre 2 a 4,5 Kg. Estes animais serão alocados em três grupos: grupo GF os quais receberão bolus de solução fisiológica, sendo posteriormente submetidos à infusão contínua de solução fisiológica na taxa de 50 g/Kg/min durante 60 min; GB os quais receberão um bolus de lidocaína s/v na dose de 1,5 mg/Kg após indução anestésica, sendo submetido a TIVA de solução fisiológica na taxa de 50 g/Kg/min durante 60 min; e grupo GL os quais receberão bolus de lidocaína s/v na dose de 1,5 mg/Kg, com posterior TIVA de lidocaína s/v na dose de 50 g/Kg/min durante 60 min. Após início da TIVA estes animais serão submetidos a ovariossalpingohisterectomia ou orquiectomia eletiva. Os parâmetros avaliados durante a infusão serão: frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial sistólica, temperatura corporal, saturação periférica de oxigênio e fração expirada de gás carbônico. Artéria femoral será canulada para coleta de sangue arterial para posterior avaliação hemogasométrica. O resgate analgésico será realizado com fentanil na dose de 2,5ug/kg pela via intravenosa quando FC e/ou f e/ou PAS aumentar em 20% ou mais em comparação ao basal. Clinicamente será avaliada a ocorrência ou não de toxicidade em relação à infusão de lidocaína s/v através dos seguintes parâmetros: 0; animal apresenta-se estável, sem alteração nos parâmetros fisiológicos, com ausência de qualquer sinal de intoxicação. 1; animal apresenta diminuição da frequência cardíaca ou da pressão arterial sistólica em 20%, podendo apresentar tremores musculares. 2; animal apresenta moderado tremor muscular e rigidez muscular além de bradicardia acentuada. 3; animal apresenta intenso tremor muscular e rigidez muscular além de bradicardia acentuada e presença de regurgitação. Caso algum animal apresente sinais de toxicidade a infusão será suspensa e se iniciará o tratamento suporte. No pós-operatório será colhido 3 ml de sangue venoso para avaliar perfil bioquímico e renal às 6, 12 e 24 horas após o término da infusão. A analgesia pós-operatória será avaliada através da escala multidimensional de dor aguda em felinos, nos momentos: basal, 2, 4, 6, 8, 12 e 24 horas pós-operatória; sendo o resgate analgésico realizado com morfina, na dose de 0,2mg/kg pela via intramuscular. A analgesia será avaliada por dois observadores cegos aos tratamentos..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Efeitos cardiovasculares, hemodinâmicos e metabólicos de dois protocolos de infusão contínua para sedação em câes durante 24 horas
Descrição: O objetivo deste estudo será determinar a dose e avaliar dois protocolos de infusão contínua para sedação prolongada em cães. Serão selecionados 12 cães, adultos, SRD, machos com peso entre 10 e 15 Kg, hígidos. Na Fase I, serão avaliados os dados basais (M0): escore de sedação, frequência cardíaca, respiratória e PAM, e após serão alocados em dois grupos, que receberão como protocolo indutor: GI propofol 2 mg/kg, cetamina 1 mg/Kg e morfina 0,5 mg/Kg e GII propofol 2 mg/Kg, fentanil 5 μg/Kg e diazepam 0,5 mg/Kg, pela via intravenosa. Após o protocolo de indução, serão submetidos à infusão contínua, no GI com propofol, cetamina e morfina, nas doses de 0,1 mg/Kg/min, 0,6 mg/Kg/hora e 0,24 mg/Kg/hora respectivamente ou propofol, diazepam e fentanil, nas doses de 0,1/mg/Kg/min, 0,5 mg/Kg/hora e 3,6 μ/Kg/hora no GII. Após início da infusão os mesmos parâmetros serão avaliados a cada 15 minutos durante 2 horas e então definidos as doses de infusão. Na Fase II, 2 semanas após a fase I, os animais serão instrumentados sob anestesia geral inalatória e serão recuperados da anestesia geral, após 30 minutos serão aferidos os valores basais: FC, PAM, PVC, DC, VS, IRVS, f, TR, análise hemogasométrica arterial, hemograma, função hepática e renal, lactato, glicose sanguínea, pressão intraocular, prova de coagulação e escala de sedação. Após avaliação dos dados basais, os animais serão induzidos e mantidos sob infusão contínua com os protocolos e doses estabelecidos na fase I (propofol, cetamina e morfina no GI e propofol, fentanil e diazepam no GII) e então serão entubados e colocados sob ventilação mecânica com oxigênio a 30%. Após início da infusão, serão avaliados: FC, PAM, PVC, TC e f a cada hora, durante 24 horas. Os parâmetros como DC, VS, IC, IRVS, hemogasometria arterial, pressão intraocular, débito urinário, lactato e glicose sérica, serão avaliados a cada 2 horas durante 24 horas. O hemograma, função hepática e renal e provas de coagulação serão avaliados com 12, 24, 36, 48 e 72 horas após o início da infusão dos protocolos. Os dados referentes à avaliação entre tempos serão submetidos à análise de variância de uma via com repetições múltiplas, (ANOVA-RM) e posterior Teste de Student. Newman Keuls, e as diferenças entre grupos, submetidos ao teste ANOVA de uma via..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Infusão de morfina e cetamina, associada ou não à lidocaína felinos anestesiados com isofluorano, submetidos à OSH eletiva.
Descrição: A utilização de analgesia multimodal é amplamente utilizada em medicina veterinária. Entretanto, os efeitos da associação de morfina, lidocaína e cetamina ainda são desconhecidos na espécie felina. O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos cardiovasculares e respiratórios em gatos anestesiados com isofluorano, submetidos à infusão contínua da associação de morfina, lidocaína e cetamina em comparação a infusão contínua de morfina e cetamina. Serão utilizadas 16 gatas, provenientes da rotina hospitalar, encaminhadas para ovariossalpingohisterectomia eletiva. Os animais serão pré-medicados com acepromazina (0,1mg/kg) e morfina (0,5mg/kg), induzidos a anestesia com propofol (4mg/kg) e cetamina (1mg/kg) e mantidos com isofluorano em concentração suficiente para mantê-los em plano anestésico. Após, os animais receberão por via intravenosa os seguintes tratamentos: 1mg/kg de lidocaína sem vasoconstritor pela via intravenosa e em seguida início da infusão de lidocaína, morfina e cetamina diluídos em solução fisiológica na taxa de 10ml/kg/h (MLK, n=8); 1ml/kg de solução fisiológica pela via intravenosa e em seguida infusão de cetamina e morfina diluídos em solução fisiológica na taxa de 10ml/kg/h (MK, n=8). Serão avaliados frequência cardíaca e respiratória, saturação de oxigênio, concentração de dióxido de carbono ao final da expiração, concentração de isofluorano ao final da expiração e pressão arterial sistólica. Os momentos avaliados serão: M0(basal), antes da administração dos tratamentos; M1, imediatamente após a administração dos tratamentos e M5, M10, M15, M20, M30, M40, M50 e M60 correspondente aos 5, 10, 15, 20, 30, 40, 50 e 60 minutos após a administração dos tratamentos. Ainda, será avaliado tempo para extubação e tempo para recuperação total. A análise estatística será conduzida com auxilio do software SigmaStat 3.0 e as diferenças serão consideradas estatisticamente significativas quando p0,05..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Anestesia epidural com lidocaína, bupivacaína ou associação de ambas em cães, submetidos à orquiectomia eletiva
Descrição: A utilização da mistura de lidocaína e bupivacaína para realização de anestesia epidural é amplamente utilizada em medicina veterinária. Entretanto, os benefícios da associação ainda não estão comprovados cientificamente e a literatura disponível diverge em relação a este ponto. O objetivo deste estudo é avaliar os reais benefícios da associação de lidocaína e bupivacaína pela via epidural em cães. Serão utilizados 18 cães, machos, provenientes da rotina hospitalar, encaminhados para orquiectomia eletiva. Os animais serão induzidos à anestesia geral com propofol na dose de 7mg/kg pela via intravenosa e isofluorano à 2V% diluído em oxigênio à 100% na taxa de 50ml/kg/min por via inalatória. Após 15 minutos, os animais receberão por via epidural os seguintes tratamentos: lidocaína à 2% sem vasoconstritor (GL, n=6), na dose de 0,25ml/kg; bupivacaína à 0,5% sem vasoconstritor (GB, n=6) na mesma dose; e a associação 1:1 de ambas na mesma dose (GLB, n=6). Ao final da realização da epidural será cessada a anestesia inalatória e através de pinçamento interdigital será avaliado o início do bloqueio anestésico nos membros pélvicos a cada minuto e o tempo de duração a cada 15 minutos. Também serão avaliadas freqüências cardíaca e respiratória e a pressão arterial sistólica antes dos tratamentos e a cada 15 minutos até 2 horas pós. A análise estatística será conduzida com auxilio do software GraphPrisma 5.0 utilizando-se análise de variância (ANOVA) seguida de teste de Dunnet para variações dentre grupo e teste de Tukey para variações entre os tratamentos.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Avaliação eletrocardiográfica e ecocardiográfica de cães submetidos a diferentes protocolos de sedação e diferentes protocolos de indução anestésica
Descrição: A eletrocardiografia e a ecocardiografia são os principais recursos utilizados no diagnóstico, prognóstico e direcionamento terapêutico das cardiopatias caninas. As principais dificuldades na sua execução em animais são a dificuldade de acesso dos ultrasons ao tórax, a agressividade, estresse ou angústia respiratória. Diante disso, a contenção química do animal não cooperativo é essencial para a realização de um exame adequado. Por conseguinte, o aumento da expectativa de vida crescente, faz com que muitos animais cardiopatas necessitem de um procedimento anestésico-cirúrgico, levantando-se a importância da avaliação de protocolos de indução anestésica. O presente estudo será dividido em 2 fases: fase I (sedação) - Protocolo 1 (acepromazina associada ao butorfanol), protocolo 2 (acepromazina associado à metadona), protocolo 3 (acepromazina associada à metadona e ao midazolam), visando verificar seus possíveis efeitos na função e no ritmo cardíacos, determinando-se o melhor protocolo de sedação (MPS) e fase II (indução), na qual os animais serão sedados com o MPS e realizada indução com diazepam/propofol, cetamina/propofol, diazepam/cetamina, etomidato/diazepam. Cada grupo sedação ou indução será composto por seis cães, os quais serão avaliados clinicamente e por meio de eletrocardiografia, ecocardiografia e aferição da pressão arterial antes (M0S e M0 I) e vinte minutos após a sedação com os diferentes protocolos (M1S) e imediatamente pós indução (M1I). Os critérios de exclusão envolverão a presença de cardiopatias e de afecções que possam impedir a utilização dos protocolos. Os dados serão submetidos à análise estatística pelo método de ANOVA por teste de T de Student com significância de p < 0,05..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Avaliação dos efeitos analgésicos preemptivos da cetamina em cães submetidos à ovariosalpingohisterectomia eletiva
Descrição: A maior dificuldade no diagnóstico da dor em medicina veterinária deve-se ao fato das avaliações serem muito subjetivas, dificultando a identificação da mesma. Dentre os vários protocolos estudados, a cetamina apresenta grande destaque, pois apresenta efeito analgésico, no entanto, existe muita controvérsia em relação a dose ideal a ser utilizada para produzir analgesia sem anestesia. O objetivo deste estudo é avaliar o efeito analgésico preemptivo da cetamina nas doses de 1,5 e 2,0 mg kg-1, bem como as alterações cardiovasculares, respiratórias e hemogasométricas de cadelas submetidas a ovariossalpingohisterectomia eletiva. Serão utilizados 30 cadelas, com idade entre 1 e 5 anos, pesando de 10 à 15 kg, comprovadamente hígidas após exames clínicos e laboratoriais e encaminhadas para cirurgia de ovariossalpingohisterectomia (OSH) eletiva. Os animais serão alocados aleatoriamente em 5 grupos (n=6): Grupo cetamina 1,5 pré (GCpré1,5), os quais receberão 10 minutos antes da incisão cirúrgica uma dose de 1,5 mg kg-1 de cetamina por via intravenosa e o mesmo volume de solução salina ao final da cirurgia; Grupo cetamina 1,5 pós (GCpós1,5), que receberão solução salina 10 minutos antes da incisão cirúrgica e a mesma dose de cetamina, porém ao final da cirurgia; Grupo cetamina 2,0 pré (GCpré2,0), os quais receberão 10 minutos antes da incisão cirúrgica uma dose de 2,0 mg kg-1 por via intravenosa e o mesmo volume de solução salina ao final da cirurgia; Grupo cetamina 2,0 pós (GCpós2,0), que receberão solução salina 10 minutos antes da incisão cirúrgica e a mesma dose de cetamina ao final da cirurgia e Grupo controle (GCS), que receberão solução fisiológica em ambos os momentos. Os animais serão avaliados nos seguintes momentos: Basal (animais acordados), M0 (após a indução anestésica), M1 (5 minutos após a administração dos tratamentos e imediatamente antes da incisão cirúrgica), M2 (após incisão da pele), M3 (após pinçamento do ovário direito), M4 (após pinçamento do ovário esquerdo), M5 (após pinçamento da cérvix), M6 (após celiorrafia) e M7 (ao final da cirurgia). A análise estatística dos dados paramétricos será realizada por meio de ANOVA seguida de teste de Tukey entre grupos e ANOVA-RM seguido pelo teste de Student-Newman-Keuls para a avaliação entre tempos. Para os dados não paramétricos será utilizado o teste de Kruskall-Walliss e o teste de Friedmann, seguido pelo Student-Newman-Keuls (SNK). As análises serão desenvolvidas com significância de 5%..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Infusão contínua de metadona, ou morfina associada à cetamina e lidocaína em cadelas submetidas à OSH eletiva.
Descrição: O objetivo deste trabalho é avaliar os efeitos cardiovasculares, hematológicos e hemostasia em 2 protocolos de infusão contínua para analgesia multimodal em pacientes anestesiados com isoflurano. Serão utilizadas 12 cadelas adultas hígidas, SRD, peso entre 10 e 15 Kg. Após jejum prévio será realizada a aferição dos dados basais (T0): frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial média (PAM) não invasiva, temperatura corpórea, hemograma completo e provas de coagulação sanguínea. Em seguida os animais serão pré-medicados com Acepromazina 0,05 mg/Kg e após 15 minutos ocorrerá novamente a leitura dos parâmetros avaliados (T1). Serão então induzidos a anestesia geral com propofol e mantidos em 1 CAM de isoflurano, posicionados em decúbito ventral onde permanecerão por 15 minutos para padronização do plano anestésico e então novamente avaliados (T2). Após administração da dose bolus (cetamina 1 mg/Kg, lidocaína, 1,5 mg/Kg associados à 0,5 mg/Kg de morfina, grupo MLK ou metadona 0,5 mg/Kg MeLK), será iniciada a infusão contínua em ambos os grupos: infusão de cetamina (10 μg/Kg/min), e lidocaína (50 μg/Kg/min) associada a morfina (4 μg/Kg/min) no grupo MLK, e metadona (4 μg/Kg/min no grupo MeLK. Serão considerados os seguintes momentos de avaliação: 5 minutos após início da infusão, 10 minutos após infusão, início da cirurgia de OSH, tracionamento do pedículo ovariano esquerdo, tracionamento do pedículo ovariano direito, final de celiorrafia, e final de sutura de pele (T3, T4, T5, T6, T7, T8 e T9 respectivamente). Os hemogramas e provas de coagulação serão realizados nos momentos: Basal (T0), (T4), e ainda 4, 12 e 24 horas após o término da infusão. Os dados referentes à avaliação entre tempos serão submetidos à (ANOVA-RM), seguidas da comparação pelo Teste de Student Newman Keuls. Para determinação das diferenças entre grupos, serão submetidos ao Teste t-Student, sendo consideradas estatisticamente significativas quando P0..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2014
Efeitos cardiovasculares e analgésicos da administração epidural de ropivacaína isolada ou associada à morfina, em felinos
Descrição: O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos cardiovasculares e analgésicos dos protocolos epidurais: ropivacaína isolada (GR) ou ropivacaína associada à morfina, (GRM) em felinos. Serão utilizadas 16 gatas adultas, sem raça definida, pesando aproximadamente 4 Kg, hígidas. Após aferição dos dados basais, será administrada a medicação pré-anestésica (MPA), dexmedetomidina 5μg/Kg e após induzidas com propofol, 4 mg/Kg e colocadas na anestesia inalatória com isoflurano em 0,5 CAM. Subsequente será realizado o protocolo epidural específico dependente do grupo: ropivacaína 0,75% 1 mg/kg no GR ou Ropivacaína 0,75% 1 mg/kg + morfina na dose de 0,1 mg/kg no GRM. Após 15 minutos em decúbito ventral, serão reposicionados em decúbito dorsal para o início do procedimento de OSH. Será considerado os seguintes momentos experimentais: Tempo 0 (T0); 1 (T1); 2 (T2); 3 (T3); 4 (T4); 5 (T5); 6 (T6) e 7 (T7), 8(T8) sendo respectivamente os tempos: basal; 15 minutos após MPA; após peridural; 15 minutos após peridural; ligadura do pedículo ovariano esquerdo; ligadura do pedículo ovariano direito; ligadura cervical; início de sutura da cavidade; e final da sutura de pele. Em cada tempo será avaliado: frequência respiratória e cardíaca; pressão arterial sistólica não-invasiva, análise da glicose sanguínea; temperatura retal e grau de analgesia, miorrelaxamento e período de recuperação. Os dados referentes à avaliação estatística das médias entre tempos serão submetidos à análise de variância de uma via com repetições múltiplas, seguidas da comparação pelo Teste Student Newman Keuls, e as diferenças estatísticas entre grupos, submetidos ao Teste t-Student..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2013
Efeito antiendotoxêmico da cetamina em doses subanestésicas em gatos, submetidos à endotoxemia experimental
Descrição: O choque endotoxêmico é um dos problemas com maiores dificuldades para tratamento, devido à alta produção de citocinas, as quais culminam com febre, hipotensão e disfunção de múltiplos órgãos. A cetamina possui efeitos imunomodulatórios em diversas espécies, quando administrada previamente a sepse induzida por lipopolissacarídeo (LPS), entretanto, em felinos este efeito ainda não foi avaliado. Objetiva-se neste estudo, avaliar os efeitos cardiovasculares e antiendotoxêmicos da administração de cetamina, em doses subanestésicas, em gatos com endotoxemia induzida por LPS. Serão utilizados nove gatos machos, hígidos, adultos, sendo autocontroles...
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - Atual
Avaliação dos valores de Troponia I em gatos anestesiados com cetamina
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2012
Influencia de três técnicas de castração sobre o desempenho de leitões, na fase de lactação
Descrição: O objetivo deste estudo é comparar o ganho de peso em leitões, durante o aleitamento, após a castração (orquiectomia) realizada por três diferentes técnicas de manejo. Além do mais objetiva-se comparar os gastos da anestesia com o ganho de peso e dos animais ao final da fase de aleitamento. Para isso serão utilizados 60 suínos (Sus scrofa domestica) machos, com idade entre 4 e 7 dias, como peso de 2,5 a 3,5 kg..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2012
Avaliação anestésica e analgésica de dois protocolos em suínos submetidos a orquiectomia
Descrição: O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos clínicos, cardiorespiratórios, hemogasométricos e analgésicos de uma nova formulação anestésica contendo três fármacos (cetamina S(+), midazolam e tramadol) em comparação a associação de azaperone e tramadol, em suínos submetidos a orquiectomia. Serão utilizados 24 suínos, machos, com idade entre 55 e 70 dias, pesando entre 20 e 30 kg, hígidos..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2012
Eficácia analgésica da metadona, da cetamina ou da sua associação em gatas
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2011
Toxicidade renal aguda da tepoxalina em cães e gatos submetidos à hipotensão com isofluorano
Descrição: participante do projeto.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2011
Efeitos sedativos da associação da cetamina e midazolam administrados pela via intranasal ou intramuscular em papagaio (Amazona aestiva e Amazona vinacea)
Descrição: O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos sedativos, bem como a viabilidade da associação de Cetamina e Midazolam pela via Intranasal (IN) em comparação com a via intramuscular (IM) em papagaios (Amazona aestiva). Serão utilizados 14 animais (machos e fêmeas) com peso entre 300 e 350g, oriundos de criador particular localizado na cidade de São José- SC. No dia do experimento, os animais serão pesados, identificados e distribuídos aleatoriamente em dois grupos. Nos animais do grupo IN, os animais receberão a associação de Cetamina (10mg/kg) e Midazolam (0,5mg/kg) aplicados pela via intranasal. Nos animais do grupo IM, os animais receberão a associação de Cetamina (10mg/kg) e Midazolam (0,5mg/kg) aplicados pela via intramuscular. Os parâmetros avaliados serão o período de latência, duração e qualidade de sedação e tempo de recuperação total..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2010 - 2011
Reposição Volêmica com hidroxietilamido 130/0,4 ou solução de ringer lactato em cães com gastroenterite hemorrágica por parvovírus
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2008 - 2009
Estudo da viabilidade de microorganismo probiótico (Bifidobacterium lactis) aplicado em produto cárneo cozido.
Descrição: Projeto de pesquisa, participação como aluna de iniciação científica.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2007 - 2008
Staphylococcus xylosus e Lactococcus lactis ssp lactis nativos utilizados na elaboração de salame tipo italiano.
Descrição: Projeto de pesquisa, participação como aluna de iniciação científica.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Anestesiologia veterinaria.
2.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Farmacologia Veterinária.


Prêmios e títulos


2011
2º lugar no 21º Seminário de Iniciação Científica, UDESC/CAV.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
Comassetto, F.2017Comassetto, F. ; ROSA, L. ; RONCHI, S.J. ; FUCHS, K. ; REGALIN, B.D. ; Regalin, D. ; PADIHA, V. ; OLESKOVICZ, N. . Correlação entre as escalas analógica visual, de Glasgow, Colorado e Melbourne na avaliação de dor pós-operatória em cadelas submetidas à mastectomia total unilateral. ARQUIVO BRASILEIRO DE MEDICINA VETERINARIA E ZOOTECNIA, v. 69, p. 355-363, 2017.

2.
GEHRCKE, MARTIELO IVAN2017GEHRCKE, MARTIELO IVAN ; Regalin, D. ; PADILHA, V. S. ; Comassetto, F. ; SILVA, G. ; MORAES, AURY N. DE ; OLESKOVICZ, NILSON . Arterial, Mixed Venous or Central Venous Hemogasometry and End Tidal CO2 in Dogs under Different Hemodynamic States. ACTA SCIENTIAE VETERINARIAE (ONLINE), v. 45, p. 1448, 2017.

3.
GEHRCKE, MARTIELO IVAN2016GEHRCKE, MARTIELO IVAN ; CARDOSO, HELENA MONDARDO ; REGALIN, DOUGHLAS ; SILVA, GIZELLI DA ; PADILHA, VANESSA SASSO ; MORAES, AURY NUNES DE ; OLESKOVICZ, NILSON . Cardiac index by thermodilution or transthoracic echocardiography in dogs at different hemodynamic states. Ciência Rural, v. 46, p. 2049-2054, 2016.

4.
CARDOSO, HELENA MONDARDO2016CARDOSO, HELENA MONDARDO ; PADILHA, VANESSA SASSO ; TOCHETO, RONISE ; REGALIN, DOUGLAS ; GEHRCKE, MARTIELO IVAN ; OLESKOVICZ, NILSON . Electrocardiographic, echocardiographic, and indirect blood pressure evaluation in dogs subjected to different sedation protocols. Ciência Rural, v. 46, p. 2043-2048, 2016.

5.
PADILHA, V. S.2015 PADILHA, V. S.; TOCHETO, R. ; BEIER, SUZANE L. ; VOLPATO, J. ; OLESKOVICZ, NILSON . Eficácia analgésica da metadona, da cetamina ou da sua associação em gatas. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v. 67, p. 372-380, 2015.

6.
TOCHETO, R.2015TOCHETO, R. ; PADILHA, VANESSA SASSO ; CARDOSO, H. M. ; BITENCOURT, EDUARDA H. ; VOLPATO, J. ; ANDRADE, J. N. B. ; OLESKOVICZ, NILSON . Avaliação dos valores de troponina I, eletrocardiograma e ecocardiograma em felinos sedados com cetamina e midazolam, suplementados ou não com oxigênio. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia (Online), v. 67, p. 1572-1580, 2015.

7.
FARIAS, F. H.2015FARIAS, F. H. ; GEHRCKE, MARTIELO IVAN ; PADILHA, VANESSA S ; VOLPATO, J. ; TOCHETO, R. ; Comassetto, F. ; OLESKOVICZ, N. . Efeitos da cetamina em doses subanestésicas em gatos submetidos à endotoxemia experimental.. Revista Brasileira de Medicina Veterinária, v. 37, p. 297-302, 2015.

8.
Moresco, M.2014Moresco, M. ; Regalin, D. ; PADILHA, V. S. ; TOCHETO, R. ; OLESKOVICZ, NILSON . Efeitos cardiovasculares e analgésicos da administração epidural de ropivacaína isolada ou associada à morfina, em felinos. Ciência Rural (UFSM. Impresso), v. 44, p. 2228-2235, 2014.

9.
LOPES, CARLIZE2014LOPES, CARLIZE ; CARREGARO, ADRIANO B ; FREITAS, GABRIELLE C ; PADILHA, VANESSA S ; LUKARSEWSKI, RAFAEL ; PAIM, FRANCINE C ; LOPES, SÔNIA TDA . Effect of tepoxalin on renal function and hepatic enzymes in dogs exposed to hypotension with isoflurane. Veterinary Anaesthesia and Analgesia (Print), v. 41, p. n/a-n/a, 2014.

10.
BITENCOURT, EDUARDA H.2013BITENCOURT, EDUARDA H. ; PADILHA, VANESSA S. ; LIMA, MARCOS PAULO A. DE ; BEIER, SUZANE L. ; MORAES, AURY N. DE ; OLESKOVICZ, NILSON . Efeitos sedativos da associação de Cetamina e Midazolam administrados pela via intranasal ou intramuscular em papagaio (Amazona aestiva e Amazona vinacea). Pesquisa Veterinária Brasileira (Impresso), v. 33, p. 1125-1129, 2013.

11.
GHIGGI, EDUARDO2013GHIGGI, EDUARDO ; PADILHA, VANESSA SASSO ; MORAES, AURY NUNES DE ; LIMA, MARCOS PAULO ANTUNES ; GEHRCKE, MARTIELO IVAN ; LUIZ, RAFAEL MESSIAS ; OLESKOVICZ, NILSON . Reposição volêmica com hidroxietilamido ou solução de ringer lactato em cães com gastroenterite hemorrágica por parvovírus. Semina. Ciências Agrárias (Online), v. 34, p. 1783-1791, 2013.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
PADILHA, V. S.; SOUZA, C. L. ; PAIM, F. C. ; LAZZARI, M. ; DULLIUS, A. P. ; VOLPATO, J. ; LIBRELOTTO, G. P. . Hepatozoonose em um canino: relato de caso. In: 38º Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, 2011, Florianópolis. Revista de Ciências Agroveterinárias, 2011.

2.
OLESKOVICZ, N. ; GHIGGI, E. ; MORAES, A. N. ; PADILHA, V. S. ; LIMA, M. P. A. ; GALL, G. O. ; GEHRCKE, M. I. . Reposição Volêmica com hidroxietilamido 130/0,4 ou solução de ringer lactato em cães com gastroenterite hemorrágica por parvovírus. In: 38º Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, 2011, Florianópolis. Revista de Ciências Agroveterinárias, 2011.

3.
LIBRELOTTO, G. P. ; DULLIUS, A. P. ; LAZZARI, M. ; PADILHA, V. S. . Anemia Hemolítica Imunomediada em cão - relato de caso. In: 38º Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, 2011, Florianópolis. Revista de Ciências Agroveterinárias, 2011.

4.
LIBRELOTTO, G. P. ; DULLIUS, A. P. ; LAZZARI, M. ; PADILHA, V. S. . Hiperadrenocorticismo canino - relato de caso. In: 38º Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, 2011, Florianópolis. Revista de Ciências Agroveterinárias, 2011.

5.
PADILHA, VANESSA SASSO; GRESSELER, L. ; DULLIUS, A. P. ; LAZZARI, M. ; VOLPATO, J. ; WOLLE, L. B. . Insuficiência Cardíaca Congestiva: relato de caso. In: 38 Congresso Nacional de Medicina Veterinária, 2011, Florianópoilis. Revista de Ciências Agroveterinárias, 2011.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
OLESKOVICZ, N. ; GEHRCKE, MARTIELO IVAN ; Regalin, D. ; Comassetto, F. ; MORAES, AURY N. DE ; PADILHA, VANESSA S ; CARDOSO, H. M. . Indirect calorimetry in hemodynamic and metabolic monitoring in dogs under different hemodynamic states. In: 12 World Congress Veterinary Anaesthesiology - Congress Handbook 2015. Kyoto: Japanese Society od Veterinary Anesthesia and Surgery, 2015, Kyoto. Indirect calorimetry in hemodynamic and metabolic monitoring in dogs under different hemodynamic states, 2015. v. 1. p. 183-183.

2.
OLESKOVICZ, N. ; Regalin, D. ; GEHRCKE, MARTIELO IVAN ; COSTA, B. D. ; Comassetto, F. ; PADILHA, VANESSA S ; MORAES, AURY N. DE . Metabolic and hemodynamic evaluation for two long term sedation protocols in dogs. In: 12 World Congress Veterinary Anaesthesiology, 2015, Kyoto. 12 World Congress Veterinary Anaesthesiology - Congress Handbook 2015. Kyoto: Japanese Society od Veterinary Anesthesia and Surgery, 2015. v. 1. p. 181-181.

3.
OLESKOVICZ, NILSON ; Comassetto, F. ; LIMA, I. T. ; RONCHI, S. ; FUCHS, K. S. ; PADILHA, VANESSA S ; FRECCIA, C. ; ROSA, L. ; Regalin, D. ; COSTA, B. D. . AVALIAÇÃO DOS EFEITOS ANALGÉSICOS PREEMPTIVOS DA CETAMINA EM CADELAS SUBMETIDAS À OVARIOSSALPINGOHISTERECTOMIA ELETIVA. In: 25 Seminário de Iniciação Científica Universidade do Estado de Santa Catarina, 2015, Lages. 25 Seminário de Iniciação Cientifica SIC UDESC, 2015.

4.
OLESKOVICZ, NILSON ; RONCHI, S. ; FUCHS, K. S. ; LIMA, I. T. ; PADILHA, VANESSA S ; TOCHETO, R. ; Comassetto, F. ; COSTA, B. D. ; CARDOSO, H. M. ; MARTINS, T. . AVALIAÇÃO TRANS E PÓS-OPERATÓRIA DE OSH EM GATAS REALIZADA SOB DOIS NÍVEIS DE MANIPULAÇÃO CIRÚRGICA. In: 25 Seminário de Iniciação Científica Universidade do Estado de Santa Catarina, 2015, Lages. 25 Seminário de iniciação Científica SIC UDESC, 2015.

5.
OLESKOVICZ, NILSON ; RONCHI, S. ; Comassetto, F. ; PADILHA, VANESSA S ; TOCHETO, R. ; ROSA, L. ; LIMA, I. T. ; FUCHS, K. S. . AVALIAÇÃO CLÍNICA E ANALGÉSICA DA INFUSÃO CONTÍNUA INTRAVENOSA DE LIDOCAÍNA SEM VASOCONSTRITOR EM GATAS. In: 25 Seminário de Iniciação Científica Universidade do Estado de Santa Catarina, 2015, Lages. 25 Seminário de Iniciação Científica SIC UDESC, 2015.

6.
FERNANDES, K. M. ; LUCIANI, M. G. ; PADILHA, VANESSA S ; SALBEGO, F. Z. . Avaliação da dor e da recuperação funcional do membro pélvico em cães, submetidos à excisão artroplástica da cabeça e colo femorais decorrente de causas traumáticas, tratados ou não com laser Arseneto de Gálio. In: 24º Seminário de Iniciação Científica UDESC, 2014, Lages. 24º SIC UDESC, 2014.

7.
OLESKOVICZ, NILSON ; JESUS, M. ; PADILHA, VANESSA S ; MARCON, C. ; SILVA, G. ; TOCHETO, R. . Infusão de morfina e cetamina, associada ou não à lidocaína em gatas submetidas á OSH eletiva. In: 24º Seminário de Iniciação Científica UDESC, 2014, Lages. 24º SIC UDESC, 2014.

8.
SOUZA, L. P. ; CARDOSO, H. M. ; FERIAN, P. E. ; TOCHETO, R. ; MULLER, T. R. ; PADILHA, VANESSA S ; MORAES, AURY N. DE ; OLESKOVICZ, NILSON . Diagnóstico de ruptura abdominal traumática em felino por celiografia - Relato de caso. In: 3º SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM, 2013, Rio de Janeiro. Diagnóstico de ruptura abdominal traumática em felino por celiografia - Relato de caso, 2013. v. 1. p. 78-81.

9.
OLESKOVICZ, N. ; BITENCOURT, E. H. ; Moresco, M. ; Comassetto, F. ; TOCHETO, R. ; CARDOSO, H. M. ; PADILHA, VANESSA S . Avaliação dos valores de troponina I e do eletrocardiograma em gatos anestesiados com cetamina e midazolam. In: 23º Seminário de Iniciação Científica UDESC, 2013, Lages. 23º SIC UDESC, 2013.

10.
Moresco, M. ; OLESKOVICZ, N. ; Comassetto, F. ; BITENCOURT, E. H. ; Regalin, D. ; PADILHA, VANESSA S ; TOCHETO, R. . Efeitos cardiovasculares e analgésicos da administração de ropivacaína isolada ou associada à morfina, pela via epidural em felinos anestesiados com isofluorano. In: 23º Seminário de Iniciação Científica UDESC, 2013, Lages. 23º SIC UDESC, 2013.

11.
OLESKOVICZ, N. ; Moresco, M. ; LEMPEK, M. R. ; SAITO, M. E. ; MORAES, AURY N. DE ; PADILHA, VANESSA S ; FLORES, F. N. ; BEIER, S. L. . Avaliação eletrocardiográfica e ecocardiográfica de cães submetidos a protocolos de sedação com acepromazina ou acepromazina e morfina. In: 23º Seminário de Iniciação Científica, 2013, Lages. 23º SIC UDESC, 2013.

12.
Lopes, C. ; CARREGARO, A. B. ; FREITAS, G. C. ; PADILHA, V. S. ; LUKARSEWSKI, R. ; PAIM, F. C. . Toxicidade renal e hepática da tepoxalina em cães submetidos à hipotensão com isofluorano. In: 10º Encontro de Anestesiologia Veterinária, 2011, Campos do Jordão. 10º Encontro de Anestesiologia Veterinária, 2011.

13.
GHIGGI, E. ; OLESKOVICZ, N. ; PADILHA, V. S. . Reposição Volêmica com hidroxietilamido 130/0,4 ou solução de ringer lactato em cães com gastroenterite hemorrágica por parvovírus. In: 21º Seminário de Iniciação Científica - UDESC, 2011, Lages. Anais do 21º Seminário de Iniciação Científica - UDESC, 2011.

Apresentações de Trabalho
1.
PADILHA, V. S.. Controle da dor no paciente crítico. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

2.
PADILHA, V. S.. Analgesia pré, trans e pós-operatória. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

3.
PADILHA, V. S.; TOCHETO, R. ; VOLPATO, J. ; BEIER, S. L. ; OLESKOVICZ, N. . Eficácia analgésica da metadona, da cetamina ou da sua associação em gatas. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

4.
FARIAS, F. H. ; GEHRCKE, MARTIELO IVAN ; PADILHA, VANESSA SASSO ; VOLPATO, J. ; TOCHETO, R. ; OLESKOVICZ, N. . Efeitos da cetamina em doses subanestésicas em gatos submetidos à endotoxemia. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

5.
Moresco, M. ; OLESKOVICZ, N. ; Comassetto, F. ; BITENCOURT, E. H. ; Regalin, D. ; PADILHA, V. S. ; TOCHETO, R. . Efeitos Cardiovasculares e analgésicos da administração de ropivacaína isolada ou associada à morfina, pela via epidural em felinos anestesiados com isofluorano. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

6.
OLESKOVICZ, N. ; GHIGGI, E. ; MORAES, A. N. ; PADILHA, V. S. ; LIMA, M. P. A. ; GALL, G. O. ; GEHRCKE, M. I. . Reposição Volêmica com Hidroxietilamido 130/0,4 ou solução de ringer lactato em cães com gastroenterite hemorrágica por parvovírus. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

7.
PADILHA, V. S.; SOUZA, C. L. ; PAIM, F. C. ; LAZZARI, M. ; DULLIUS, A. P. ; VOLPATO, J. ; LIBRELOTTO, G. P. . Hepatozoonose em um canino. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

8.
Lopes, C. ; CARREGARO, A. B. ; FREITAS, G. C. ; PADILHA, V. S. ; LUKARSEWSKI, R. ; PAIM, F. C. . Toxicidade renal e hepática da tepoxalina em cães submetidos à hipotensão com isofluorano. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).


Demais tipos de produção técnica
1.
PADILHA, VANESSA SASSO. Avaliação e tratamento da dor em felinos. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

2.
PADILHA, VANESSA S. Uso de analgésicos no paciente crítico. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

3.
PADILHA, V. S.. Avaliação e Tratamento da dor em felinos. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

4.
PADILHA, VANESSA S. Programa de Incentivo ao Talento. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
MORAES, A. N.; ROSA, A. C.; PADILHA, V. S.. Participação em banca de Lais Villa Demétrio. BLOQUEIO ECOGUIADO DO PLANO TRANSVERSO ABDOMINAL COMPARADO À INFUSÃO DE MORFINA, LIDOCAÍNA E CETAMINA EM CADELAS SUBMETIDAS À MASTECTOMIA. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciencia Animal) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
PEREIRA, M. L.; STOLF, L. C.; PADILHA, VANESSA S. Participação em banca de Anacleto de Souza Rosa Júnior.TCC. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina.

2.
PEREIRA, M. L.; MOREIRA, A. V.; PADILHA, VANESSA S. Participação em banca de Izadora Loeff Zardo.TCC. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina.

3.
PADILHA, V. S.; OLESKOVICZ, N.; MORAES, A. N.. Participação em banca de Samuel Ronchi.Anestesiologia Animal. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

4.
PADILHA, V. S.; OLESKOVICZ, N.; ROSA, A. C.. Participação em banca de Karen Suzane Fuchs.Anestesiologia Animal. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

5.
TOCHETO, R.; CARDOSO, H. M.; PADILHA, V. S.. Participação em banca de Letícia Goedert.Clínica Médica de Pequenos Animais. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

6.
PADILHA, V. S.. Participação em banca de Laura Taís Nickelle Sasse.Anestesiologia Veterinária. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

7.
PADILHA, V. S.; GEHRCKE, M. I.. Participação em banca de Felipe Comassetto.Anestesiologia Veterinária. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

8.
PADILHA, V. S.; GEHRCKE, M. I.. Participação em banca de Eduarda Hoffmann Bitencourt.Anestesiologia Veterinária. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina/Centro de Ciências Agroveterinária.

9.
PADILHA, V. S.; CARDOSO, H. M.. Participação em banca de Marina Moresco.Anestesiologia Veterinária/Clínica de Pequenos Animais. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina/Centro de Ciências Agroveterinária.

10.
PADILHA, V. S.; TOCHETO, R.. Participação em banca de Karina Hahnemann.Anestesia de Pequenos Animais. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

11.
PADILHA, V. S.; FLORES, F. N.. Participação em banca de Monica Pavei.Farmacologia. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Outras participações
1.
PADILHA, V. S.. Presidente do 25º Seminário de Iniciação Científica da UDESC-Lages. 2015. Universidade do Estado de Santa Catarina.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
XI Encontro de Anestesiologia Veterinária. 2013. (Encontro).

2.
I Simpósio de Medicina Felina. 2012. (Simpósio).

3.
X Congresso Brasileiro de Cirurgia e Anestesia Veterinária. 2012. (Congresso).

4.
38º Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária. 2011. (Congresso).

5.
Seminário de Responsabilidade Técnica - Módulo Básico. 2010. (Seminário).

6.
18º Encorte e 3º Simeveq. 2009. (Outra).

7.
24º Jornada Acadêmica Integrada.Estudo da Viabilidade de Microorganismo Probiótico (Bifidobacterium Lactis) aplicado em produto cárneo cozido. 2009. (Outra).

8.
PIT - Programa de Incentivo ao Talento.Medicina Veterinária. 2009. (Oficina).

9.
V Curso de Controle de Qualidade na Indústria de Alimentos. 2009. (Outra).

10.
23º Jornada Acadêmica Integrada.Staphylococcus xylosus e Lactococcus lactis ssp lactis nativos utilizados na elaboração de salame ipo italiano.. 2008. (Outra).

11.
I Ciclo de Palestras em Clinica e Cirurgia de Pequenos Animais. 2008. (Outra).

12.
1° Simpósio Internacional sobre produtos cárneos fermentados. 2007. (Simpósio).

13.
13° Semana Acadêmica da Medicina Veteriária. 2006. (Outra).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
OLESKOVICZ, N. ; MORAES, A. N. ; PADILHA, V. S. ; TOCHETO, R. . III Simpósio de Medicina Felina. 2014. (Outro).

2.
OLESKOVICZ, N. ; PADILHA, V. S. ; TOCHETO, R. ; MORAES, A. N. . II Simpósio de Medicina Felina. 2013. (Outro).

3.
PADILHA, V. S.. I Simpósio de Medicina Felina. 2012. (Outro).

4.
PADILHA, V. S.. Campanha de Vacinação Anti-rábica canina e felina.. 2009. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões concluídas
Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Débora Tomazeli. UTILIZAÇÃO DE BLOQUEIO ECOGUIADO DO PLANO TRANSVERSO DO ABDOMEN EM CADELA COM PIOMETRA: RELATO DE CASO. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

2.
Ana Cláudia Bireahls. RELATO DE CASO: EXTRUSÃO DE NÚCLEO PULPOSO AGUDA NÃO COMPRESSIVA EM UM CÃO. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

3.
Tábata Vignol Acosta. CISTOLITÍASE EM CÃO: RELATO DE CASO. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

4.
Morgana de Liz Seula. MESAESÔFAGO SECUNDÁRIO A PERSISTÊNCIA DO ARCO AÓRTICO DIREITO (PAAD): RELATO DE CASO. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

5.
Marilise França da Rocha. Dioctophyma renale em testículo de cão no município de Curitibanos, SC, Brasil ? Relato de Caso. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

6.
Ana Cristina de Andrade. ESPLENECTOMIA EM CÃO COM HEMANGIOMA ESPLÊNICO E HEMANGIOSSARCOMA CUTÂNEO. RELATO DE CASO. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

Orientações de outra natureza
1.
Stephanie Winter. Monitoria em Farmacologia Geral. 2015. Orientação de outra natureza. (Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina, Universidade do Estado de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

2.
Sandy Sara da Silva. Monitoria em Farmacodinâmica. 2015. Orientação de outra natureza. (Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina, Universidade do Estado de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

3.
Stephanie Winter. Monitoria em Farmacologia Geral. 2015. Orientação de outra natureza. (Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina, Universidade do Estado de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

4.
Júlia Herter. Monitoria em Farmacodinâmica. 2015. Orientação de outra natureza. (Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina, Universidade do Estado de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

5.
Camila Azevedo da Rocha. Monitoria em Farmacologia Geral e Farmacodinâmica. 2014. Orientação de outra natureza. (Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

6.
Sandy Sara da Silva. Monitoria em Farmacologia Geral e Farmacodinâmica. 2014. Orientação de outra natureza. (Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

7.
Camila Azevedo da Rocha. Monitoria em Farmacologia Geral e Farmacodinâmica. 2013. Orientação de outra natureza. (Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.

8.
Taís Martins. Monitoria em Farmacologia Geral e Farmacodinâmica. 2013. Orientação de outra natureza. (Medicina Veterinária) - Universidade do Estado de Santa Catarina. Orientador: Vanessa Sasso Padilha.



Educação e Popularização de C & T



Apresentações de Trabalho
1.
PADILHA, V. S.. Controle da dor no paciente crítico. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

2.
PADILHA, V. S.. Analgesia pré, trans e pós-operatória. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).



Outras informações relevantes


Aprovada em 2º lugar no concurso público edital nº 01/2015 para professor efetivo na área de Farmacologia Veterinária (Centro de Ciências Agroveterinárias/Universidade do Estado de Santa Catarina).



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