Larissa de Oliveira Jesus

possui graduação em história pela Universidade Federal da Bahia (2009) . Atualmente é Professor da Secretaria de Educação do Estado da Bahia.
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Última atualização do currículo em 30/01/2012
Endereço para acessar este CV:
http://lattes.cnpq.br/4078881198152363
Dados pessoais
NomeLarissa de Oliveira Jesus
Nome em citações bibliográficasJESUS, L. O.
SexoFeminino

Formação acadêmica/Titulação
2006 - 2009Graduação em história .
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.

Atuação profissional
Secretaria de Educação do Estado da Bahia, SEEBA, Brasil.
Vínculo institucional
2012 - Atual Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
Vínculo institucional
2007 - 2010 Vínculo: Pesquisador junior, Enquadramento Funcional: pesquisador, Carga horária: 10
Atividades
01/2008 - AtualAtividades de Participação em Projeto, faculdade de Filosofia e Ciências Humanas- Oficina Cinema-História, .
Projetos de pesquisa
De quando o profano é sagrado e a desordem é a ordem na Bahia. Imagens e representações da cultura popular baiana

Projetos de Pesquisa
2008 - AtualDe quando o profano é sagrado e a desordem é a ordem na Bahia. Imagens e representações da cultura popular baiana
Descrição: A proposta do presente projeto de pesquisa é analisar expressões da cultura popular na Bahia, estado fortemente marcado pelo sincretismo religioso e, de forma ampla, pelo hibridismo cultural (CANCLINI, 2000). Nessa primeira fase, pois pretendemos continuar nos debruçando sobre esse objeto, serão privilegiadas três festas importantes: o Carnaval, especificamente a Mudança do Garcia , o São João e o Caruru. Nessas três expressões culturais percebemos uma intrínseca e indissociável relação entre o profano e o sagrado, característica marcante da cultura popular na Bahia. Consideramos a cultura como um conjunto de idéias, de práticas, de valores e de representações, de modos de pensar e de agir significativos para determinado grupo social. Sendo que, as práticas, os costumes, as concepções e as transformações fazem sentido para determinado agrupamento, somente relacionando as práticas culturais com os contextos em que são re/produzidas, inclusive as forças sociais que movem a sociedade, poderemos compreender seu significado. No entanto, a cultura não pode ser reduzida às relações sociais das quais é produto, ela possui sua dinâmica própria e seu caráter criador. Partimos do pressuposto da pluralidade cultural. De acordo com Certeau (1995), uma cultura monolítica impediria que as práticas criadoras tivessem significado, destinando à apenas uma cultura, em detrimento de outras, as criações de práticas sociais. Não existe, apesar das inúmeras tentativas da classe dominante, um único setor particular da sociedade que possa fornecer a todos o que os proverá de significação. Tomamos por base, também, o pensamento de Bakhtin (1999) sobre a circularidade cultural, considerando que elementos de uma cultura interajam e passem a compor outra, numa troca contínua e influência recíproca. Bakhtin revelou que as culturas compartilham padrões e signos, existindo uma intensa relação de permuta contínua e permanente. As culturas transitam em vários sentidos, estabelecendo incess.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 3) / Doutorado ( 1) .
Integrantes: Jorge Luiz Bezerra Nóvoa - Coordenador / Soleni Biscoito Fressato - Integrante / Catarina Cerqueira de Freitas Santos - Integrante / Ruydemberg Trindade Junior - Integrante / Larissa de Oliveira Jesus - Integrante.
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Áreas de atuação

Idiomas
Espanhol Compreende Razoavelmente Lê Razoavelmente.


Produção em C,T & A
Produção bibliográfica
Apresentações de Trabalho
1.   JESUS, L. O. ; NOVOA, J. L. B. . No Dia da Festa dele, São Cosme Quer Caruru. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Eventos
Participação em eventos
1. Festas Populares de Salvador. 2011. (Oficina).
2. XXVII SEMINÁRIO ESTUDANTIL DE PESQUISA / IX SEMINÁRIO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO.No Dia da Festa dele, São Cosme Quer Caruru. 2008. (Seminário).
3. SEMANA DE HISTÓRIA - 2008. 2008. (Seminário).
4. Mini-curso Cinema e História da SEMANA DE HISTÓRIA - 2008. 2008. (Oficina).
Organização de eventos
1. JESUS, L. O. ; SANTOS, C. C. F. ; TRINDADE JUNIOR, R. ; EMANOEL, W. ; ASSIS, V. ; MARX, H. . SEMANA DE HISTÓRIA - 2008. 2008. (Outro).
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