Catarina Cerqueira de Freitas Santos

Mestranda em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia e licenciada em História (UFBA, 2010). Atualmente é membro do grupo Oficina Cinema História, credenciado pelo CNPq, sob coordenação dos professores Dr. Jorge Nóvoa e Drª. Soleni Fressato. Suas áreas temáticas de interesse são: Festas Populares, Cultura, São João, Industria Cultural, Cinema-História.
(Texto informado pelo autor)

Última atualização do currículo em 08/09/2011
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Dados pessoais
NomeCatarina Cerqueira de Freitas Santos
Nome em citações bibliográficasSANTOS, Catarina C. F.
SexoFeminino

Formação acadêmica/Titulação
2011            Mestrado em andamento em Ciencias Sociais .
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
Título: São João no Centro Histórico de Salvador - Um estudo do processo de espetacularização das festas juninas, Orientador: Jorge Luiz Bezerra Nóvoa.
Palavras-chave: Cultura Popular; Festas; São João; Cultura e Turismo; Industria Cultural.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.
2006 - 2010Graduação em Historia .
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia .

Atuação profissional
Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Brasil.
Vínculo institucional
2010 - Atual Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 12
Outras informações Monitoria do Projeto Universidade Para Todos realizado pela Uneb em parceria com a Secretaria de Educação do Estado da Bahia
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
Vínculo institucional
2011 - Atual Vínculo: Mestranda, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Vínculo institucional
2007 - 2010 Vínculo: outro - pesquisador junior, Enquadramento Funcional: pesquisador junior - Iniciação científica, Carga horária: 20
Atividades
2011 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - Oficina Cinema-História, Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais.
Projetos de pesquisa
São João do Pelô: (Re)Significações das Tradições no Espetáculo Junino
2009 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - Oficina Cinema-História, .
Projetos de pesquisa
Festas populares na capital baiana
1/2008 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - Oficina Cinema-História, .
Projetos de pesquisa
De quando o profano é sagrado e a desordem é a ordem na Bahia. Imagens e representações da cultura popular baiana

Projetos de Pesquisa
2011 - AtualSão João do Pelô: (Re)Significações das Tradições no Espetáculo Junino
Descrição: Projeto de Mestrado.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico ( 1) .
Integrantes: Catarina Cerqueira de Freitas Santos - Coordenador.
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2009 - AtualFestas populares na capital baiana
Descrição: O presente projeto é uma continuidade de seu anterior, De quando o profano é sagrado e a desordem é a ordem na Bahia. Imagens e representações da cultura popular baiana, porém com um recorte mais preciso, uma vez que ao longo da pesquisa observou-se a amplidão da temática e a impossibilidade de abraçarmos todas as suas facetas num único ano. Dessa forma, continuamos estudando as festas populares baianas Mudança do Garcia, São João e Caruru, porém de forma mais específica, conforme explicitado nos planos individuais dos alunos. Partimos do pressuposto que essas festas, enquanto expressões da cultura popular, são espaços de contradição, pois ao mesmo tempo que se apresentam como irreverentes, desafiando o poder estabelecido, também possuem elementos de aquiescência às regras dominantes. Consideramos também a cultura como um conjunto de idéias, de práticas, de valores e de representações, de modos de pensar e de agir significativos para determinado grupo social. Sendo que, as práticas, os costumes, as concepções e as transformações fazem sentido para determinado agrupamento, somente relacionando as práticas culturais com os contextos em que são re/produzidas, inclusive as forças sociais que movem a sociedade, poderemos compreender seu significado. No entanto, a cultura não pode ser reduzida às relações sociais das quais é produto, ela possui sua dinâmica própria e seu caráter criador. Tomamos por base o pensamento de Bakhtin (1999) sobre a circularidade cultural, considerando que elementos de uma cultura interajam e passem a compor outra, numa troca contínua e influência recíproca. Bakhtin revelou que as culturas compartilham padrões e signos, existindo uma intensa relação de permuta contínua e permanente. .
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 3) / Doutorado ( 2) .
Integrantes: Jorge Luiz Bezerra Nóvoa - Coordenador / Ruydemberg Trindade Junior - Integrante / Soleni Fressato - Integrante / larissa de Oliveira Jesus - Integrante / Catarina Cerqueira de Freitas Santos - Integrante.
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2008 - AtualDe quando o profano é sagrado e a desordem é a ordem na Bahia. Imagens e representações da cultura popular baiana
Descrição: A proposta do presente projeto de pesquisa é analisar expressões da cultura popular na Bahia, estado fortemente marcado pelo sincretismo religioso e, de forma ampla, pelo hibridismo cultural (CANCLINI, 2000). Nessa primeira fase, pois pretendemos continuar nos debruçando sobre esse objeto, serão privilegiadas três festas importantes: o Carnaval, especificamente a Mudança do Garcia , o São João e o Caruru. Nessas três expressões culturais percebemos uma intrínseca e indissociável relação entre o profano e o sagrado, característica marcante da cultura popular na Bahia. Consideramos a cultura como um conjunto de idéias, de práticas, de valores e de representações, de modos de pensar e de agir significativos para determinado grupo social. Sendo que, as práticas, os costumes, as concepções e as transformações fazem sentido para determinado agrupamento, somente relacionando as práticas culturais com os contextos em que são re/produzidas, inclusive as forças sociais que movem a sociedade, poderemos compreender seu significado. No entanto, a cultura não pode ser reduzida às relações sociais das quais é produto, ela possui sua dinâmica própria e seu caráter criador. Partimos do pressuposto da pluralidade cultural. De acordo com Certeau (1995), uma cultura monolítica impediria que as práticas criadoras tivessem significado, destinando à apenas uma cultura, em detrimento de outras, as criações de práticas sociais. Não existe, apesar das inúmeras tentativas da classe dominante, um único setor particular da sociedade que possa fornecer a todos o que os proverá de significação. Tomamos por base, também, o pensamento de Bakhtin (1999) sobre a circularidade cultural, considerando que elementos de uma cultura interajam e passem a compor outra, numa troca contínua e influência recíproca. Bakhtin revelou que as culturas compartilham padrões e signos, existindo uma intensa relação de permuta contínua e permanente. As culturas transitam em vários sentidos, estabelecendo incess.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 3) / Doutorado ( 2) .
Integrantes: Jorge Luiz Bezerra Nóvoa - Coordenador / Ruydemberg Trindade Junior - Integrante / Soleni Fressato - Integrante / larissa de Oliveira Jesus - Integrante / Catarina Cerqueira de Freitas Santos - Integrante.
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Áreas de atuação
1. Grande área: Ciências Humanas / Área: História.
2. Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.

Idiomas
Francês Compreende Pouco Lê Razoavelmente.
Espanhol Compreende Razoavelmente Lê Bem, Escreve Pouco.
Inglês Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.


Produção em C,T & A
Produção bibliográfica
Apresentações de Trabalho
1.   SANTOS, Catarina C. F. . Um brinde à Vida. Viva a São João!. 2009. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
2.   SANTOS, Catarina C. F. . São João da Bahia esse ano é no Pelô. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
3.   SANTOS, Catarina C. F. ; NOVOA, J. L. B. . Reinventando a tradição: uma análise da atual configuração do São João da Bahia. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
Demais tipos de produção bibliográfica
1. SANTOS, Catarina C. F. . Resenha: Festas e Utopias no Brasil Colonial de Mary Lucy DEL PRIORE. (São Paulo, Brasiliense, 2000). 2009 (Resenha de livro).
Produção técnica
Demais tipos de produção técnica
1. NOVOA, J. L. B. ; FRESSATO, S. ; SANTOS, Catarina C. F. . Revista O Olho da História. 2010. (Secretaria Executiva).

Eventos
Participação em eventos
1. XXVI Simposio Nacional de história - ANPUH.Nessa Cidade Todo Mundo É D'Oxum? Afirmações e contradições do discurso da Baianidade em Ò Pai Ò!. 2011. (Simpósio).
2. II Encontro de Pesquisadores de São Lazaro.Tradição e Espetaculo nas quadrilhas juninas de Salvador (BA). 2011. (Encontro).
3. VII ENECULT.A FESTA DO INTERIOR NA CAPITAL: O SÃO JOÃO DO PELÔ. 2011. (Encontro).
4. I Encontro dos Programas de Pós-Graduação em São Lázaro. 2010. (Encontro).
5. X Seminário de Pesquisa e Pós-Graduação (X SEMPPG)/ XXVIII Seminário Estudantil de Pesquisa (XXVIII SEMEP).Um Brinde à Vida. Viva Soa João!. 2009. (Seminário).
6. IX Seminário de Pesquisa e Pós-Graduação (IX SEMPPG)/ XXVII Seminário Estudantil de Pesquisa (XXVII SEMEP).Reinventando a tradição: uma análise da atual configuração do São João da Bahia. 2008. (Seminário).
7. I EBECULT I Encontro Baiano de Estudos em Cultura.São João na Bahia esse ano é no Pelô?. 2008. (Encontro).
8. Colóquio Internacional Constituições Primeiras do arcebispado da Bahia: 300 anos. 2007. (Simpósio).
Organização de eventos
1.   NOVOA, J. L. B. ; FRESSATO, S. ; SANTOS, Catarina C. F. ; TRINDADE JUNIOR, R. ; JESUS, L. O. ; EAMANUEL, W. . I Mostra de Cinema-Historia Social. 2010. (Outro).
2.   SANTOS, Catarina C. F. . II Semana de História da UFBA. 2008. (Outro).
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