Ruydemberg Trindade Junior

Concluiu Licenciatura em História na Universidade Federal da Bahia (2009). Atualmente, conclui o Bacharelado. Tem experiência na área de História, com ênfase em Cultura Popular, atuando principalmente nos seguintes temas: carnaval, cultura popular e festas. Integra o Grupo de Pesquisa O Som do Lugar e o Mundo.
(Texto informado pelo autor)

Última atualização do currículo em 03/02/2011
Endereço para acessar este CV:
http://lattes.cnpq.br/0690147563837319

Dados pessoais
NomeRuydemberg Trindade Junior
Nome em citações bibliográficasTRINDADE JUNIOR, R.
SexoMasculino

Formação acadêmica/Titulação
2006 - 2009Graduação em História .
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.

Atuação profissional
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
Vínculo institucional
2007 - 2010 Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20
Atividades
01/2008 - AtualAtividades de Participação em Projeto, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - Oficina Cinema-história, .
Projetos de pesquisa
De quando o profano é sagrado e a desordem é a ordem na Bahia. Imagens e representações da cultura popular baiana

Projetos de Pesquisa
2008 - 2009De quando o profano é sagrado e a desordem é a ordem na Bahia. Imagens e representações da cultura popular baiana
Descrição: A proposta do presente projeto de pesquisa é analisar expressões da cultura popular na Bahia, estado fortemente marcado pelo sincretismo religioso e, de forma ampla, pelo hibridismo cultural (CANCLINI, 2000). Nessa primeira fase, pois pretendemos continuar nos debruçando sobre esse objeto, serão privilegiadas três festas importantes: o Carnaval, especificamente a Mudança do Garcia , o São João e o Caruru. Nessas três expressões culturais percebemos uma intrínseca e indissociável relação entre o profano e o sagrado, característica marcante da cultura popular na Bahia. Consideramos a cultura como um conjunto de idéias, de práticas, de valores e de representações, de modos de pensar e de agir significativos para determinado grupo social. Sendo que, as práticas, os costumes, as concepções e as transformações fazem sentido para determinado agrupamento, somente relacionando as práticas culturais com os contextos em que são re/produzidas, inclusive as forças sociais que movem a sociedade, poderemos compreender seu significado. No entanto, a cultura não pode ser reduzida às relações sociais das quais é produto, ela possui sua dinâmica própria e seu caráter criador. Partimos do pressuposto da pluralidade cultural. De acordo com Certeau (1995), uma cultura monolítica impediria que as práticas criadoras tivessem significado, destinando à apenas uma cultura, em detrimento de outras, as criações de práticas sociais. Não existe, apesar das inúmeras tentativas da classe dominante, um único setor particular da sociedade que possa fornecer a todos o que os proverá de significação. Tomamos por base, também, o pensamento de Bakhtin (1999) sobre a circularidade cultural, considerando que elementos de uma cultura interajam e passem a compor outra, numa troca contínua e influência recíproca. Bakhtin revelou que as culturas compartilham padrões e signos, existindo uma intensa relação de permuta contínua e permanente. As culturas transitam em vários sentidos, estabelecendo incess.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação ( 3) / Doutorado ( 1) .
Integrantes: Jorge Luiz Bezerra Nóvoa - Coordenador / Soleni Biscoito Fressato - Integrante / Catarina Cerqueira Freitas Santos - Integrante / Larissa de Oliveira Jesus - Integrante / Ruydemberg Trindade Junior - Integrante.
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Áreas de atuação
1. Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: Cultura Popular.


Produção em C,T & A
Produção bibliográfica
Apresentações de Trabalho
1. TRINDADE JUNIOR, R. ; NUNES, Antonietta d'Aguiar . Impacto da lei de terras de 1850 sobre as terras indígens da Bahia. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
2. TRINDADE JUNIOR, R. ; NUNES, Antonietta d'Aguiar . A relevância dos arquivos para o trabalho do historiador. 2009. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
3.   TRINDADE JUNIOR, R. ; NOVOA, J. L. B. . Mudança do garcia: o Carnaval do iso e da crítica. 2009. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
4.   TRINDADE JUNIOR, R. . O carnaval do riso e da crítica: o Mudança do Garcia. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).
5.   TRINDADE JUNIOR, R. ; NOVOA, J. L. B. . A Ordem é a Desordem no Mudança do garcia. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
Demais tipos de produção bibliográfica
1.   TRINDADE JUNIOR, R. . O carnaval do riso e da crítica: o Mudança do Garcia 2008 (Artigo).
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