Viviane Martins Tostes

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  • Última atualização do currículo em 23/06/2016


Graduada em Biotecnologia pela Universidade Estadual da Zona Oeste - RJ. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Viviane Martins Tostes
Nome em citações bibliográficas
TOSTES, V. M.

Endereço


Endereço Profissional
Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Oswaldo Cruz.
Av. Brasil, 4365 Laboratório de Toxinologia ;Pavilhão Ozório de Almeida, Sala 7
Manguinhos
21045900 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil - Caixa-postal: 926
Telefone: (21) 25621263
URL da Homepage: http://www.fiocruz.br


Formação acadêmica/titulação


2006 - 2009
Graduação em Biotecnologia.
Centro Universitário Estadual da Zona Oeste, UEZO, Brasil.
Título: Efeito da auxina no crescimento de bactérias benéficas de monocotiledôneas.
Orientador: Eduardo de Matos Nogueira.
Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.
2004 - 2005
Curso técnico/profissionalizante.
Escola Tecnica Estadual de Saude Herbert Daniel de Souza, ETESHDS, Brasil.
2001 - 2003
Ensino Médio (2º grau).
Escola Tecnica Estadual Republica - FAETEC, ETER-FAETEC, Brasil.




Formação Complementar


2013 - 2013
5S:1 Ferramenta básica p/ implantação da qualidade. (Carga horária: 3h).
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2013 - 2013
Biossegurança - Modulo Risco Biologico. (Carga horária: 34h).
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2013 - 2013
Principíos Básicos das boa praticas de laboratório. (Carga horária: 16h).
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2012 - 2012
Biossegurança: Gestão de Qualidade em Lab Pesquisa. (Carga horária: 20h).
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2012 - 2012
Biossegurança- Modulo Experimentação Animal. (Carga horária: 20h).
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2011 - 2011
Biossegurança: Modulo Risco Quimico. (Carga horária: 20h).
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2011 - 2011
Biossegurança - Modulo Risco Fisico e ergonômico. (Carga horária: 20h).
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2011 - 2011
Biossegurança: Modulo Introdutório. (Carga horária: 20h).
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2011 - 2011
Biossegurança: Gestão de Qualidade em Lab Clinico. (Carga horária: 20h).
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.


Atuação Profissional



Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
Vínculo institucional

2011 - 2016
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista Fiotec, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2010 - 2010
Vínculo: bolsista /faperj, Enquadramento Funcional: Bolsista tec-tec, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.


Centro Universitário Estadual da Zona Oeste, UEZO, Brasil.
Vínculo institucional

2007 - 2009
Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: bolsista, Regime: Dedicação exclusiva.



Projetos de pesquisa


2007 - 2009
Caracterização do papel da auxina produzida pelas bactérias endofíticas na associação com monocotiledôneas
Descrição: Na associação entre monocotiledôneas e bactérias endofíticas, elas colonizam espaços apoplásticos (James e col., 1994; Olivares e col., 1996). Sevilla e col. (2001), mostrou que pode existir dois benefícios: um dependente e outro não-dependente da FBN. Já foi mostrado que os endofíticos são capazes de produzir fitohormônios em meio de cultura (Steenhoudt e Vanderleyden, 2000), podendo então contribuir para o efeito não-dependente da FBN. Auxina é um dos mediadores no desenvolvimento radicular. Em arroz, foi descrita uma proteína (Crl1) induzida por auxina que é envolvida na formação da raiz (Inukai e col.,2005). Em Arabidopsis, a proteína NAC1 é induzida por auxina e media a sinalização de auxina na promoção do desenvolvimento da raiz lateral (Xie e col., 2000). A função da auxina na defesa, depende da espécie da planta, do tipo do microorganismo e sua estratégia ofensiva, podendo tanto aumentar a susceptibilidade ou a resistência a patógenos. Em algumas interações com patogênos, os níveis de auxina aumentam e genes que respondem a auxina são induzidos (Engler e col., 2005). Alguns integrantes da via de transdução de sinal da auxina, estão envolvidos diretamente na suceptibilidade/resistência à doença (Navarro e col., 2006). Alguns mutantes de Arabidopsis que tem maior susceptibilidade a doenças não respondem aos efeitos inibitórios da auxina no desenvolvimento vegetal (Mayda e col., 2000). Muitas bactérias patogênicas produzem auxina. Um dos efeitos da patogenicidade provocada pela Agrobacterium é devido à produção de auxina pelos tecidos vegetais. Algumas bactérias produtoras de auxina podem se tornar mais patogênicas quando produzem menores níveis de auxina (Mazzola e White, 1994). Este projeto se propõe a estudar a função da auxina na associação entre monocotiledôneas-endofíticos. Dentre as atividades previstas, estão: (i) Análise da produção de auxina pelos endofíticos dentro dos tecidos vegetais, (ii) Estudo da função da auxina no desenvolvimento radicula..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Idiomas


Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Italiano
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.


Produções



Produção bibliográfica


Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
workshop Tópicos Avançados em Proteômica. 2013. (Outra).

2.
V FORUM DA REDE PROTEOMICA DO RIO DE JANEIRO. 2012. (Outra).

3.
IV FORUM DA REDE PROTEOMICA DO RIO DE JANEIRO. 2010. (Outra).

4.
2º Simpósio Brasileiro de Genética Molecular de Plantas. 2009. (Simpósio).

5.
I semana de tecnologia da UEZO.Desenvolvimento de uma Metodologia de Quantificação da Microbiota de Monocotiledôneas por PCR em Tempo Real. 2008. (Outra).




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