Marcelo Bergamin Conter

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  • Última atualização do currículo em 22/08/2018


Marcelo Bergamin Conter é professor EBTT no IFRS. Realizou pós-doutorado em Comunicação na Unisinos (Bolsista da CAPES, Projeto 88881.030393/2013-01) onde integrou a pesquisa Creative Industries, Cities and Popular Music Scenes: The Social Media Mapping of Urban Music Scenes. É doutor e mestre pela UFRGS, com doutorado sanduíche (CAPES) pela Columbia University (Nova Iorque). Em 2013, publicou seu primeiro livro, "Imagem-música em vídeos para web" e, em 2016, sua segunda publicação, "LO-FI ? Música pop em baixa definição". É membro das bandas Musical Amizade e Gentrificators. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Teoria da Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: materialidades da comunicação; semiótica; música pop; música amadora; cultura digital; audiovisualidades. Atualmente é coordenador do Grupo de Pesquisa Sonoridades, Imagem e Materialidades da Comunicação. Também é produtor de áudio. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Marcelo Bergamin Conter
Nome em citações bibliográficas
CONTER, Marcelo B.;CONTER, M. B.;CONTER, Marcelo


Formação acadêmica/titulação


2012 - 2016
Doutorado em Programa de Pós- Graduação em Comunicação e Informação.
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
com período sanduíche em Columbia University (Orientador: Ana Maria Ochoa Gautier).
Título: Lo-fi: agenciamentos de baixa definição na música pop, Ano de obtenção: 2016.
Orientador: Alexandre Rocha da Silva.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Lo-Fi; música pop; Semiótica da Cultura; Materialidades; Máquina Abstrata.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas
Grande Área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Música.
Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Teoria da Comunicação / Especialidade: Semiótica.
2010 - 2012
Mestrado em Comunicação e Informação.
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Título: Imagem-música em vídeos para web,Ano de Obtenção: 2012.
Orientador: Alexandre Rocha da Silva.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: Imagem-música; Audiovisualidades; Sampler audiovisual; Videoclipe; tempos audiovisuais simultâneos; Música.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes
Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Teoria da Comunicação.
2018
Especialização em andamento em Educação na docência de nível técnico.
UNYLEYA EDITORA E CURSOS S/A, Unyleya, Brasil.
2003 - 2008
Graduação em Publicidade e Propaganda.
Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil.
Título: Devires audiovisuais e a autonomização do videoclipe.
Orientador: Suzana Kilpp.
2000 - 2002
Ensino Médio (2º grau).
Universidade La Salle - Canoas, UNILASALLE, Brasil.
1997 - 1999
Ensino Fundamental (1º grau).
Universidade La Salle - Canoas, UNILASALLE, Brasil.
1992 - 1996
Ensino Fundamental (1º grau).
Colégio Província de São Pedro, PSP, Brasil.


Pós-doutorado


2016
Pós-Doutorado.
Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas


Formação Complementar


2016 - 2016
Extensão universitária em A(na)rqueologias das mídias (2a edição). (Carga horária: 15h).
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2015 - 2015
Extensão universitária em A(na)rqueologias das mídias. (Carga horária: 15h).
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2013 - 2013
Desafios das Teorias da Comunicação .... (Carga horária: 15h).
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2012 - 2013
Francês. (Carga horária: 140h).
Wizard Brasil, WIZARD, Brasil.
2012 - 2012
Extensão universitária em Às margens do cinema: audiovisual e comunicação. (Carga horária: 30h).
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2012 - 2012
Extensão universitária em 1º Ciclo de debates do Clube do Pop. (Carga horária: 20h).
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2012 - 2012
Extensão universitária em Aula Aberta Comunicação Digital - O corpo é a inte. (Carga horária: 3h).
Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil.
2004 - 2006
Extensão universitária em Prática Em Pesquisa. (Carga horária: 60h).
Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil.
2005 - 2005
Extensão universitária em Inglês Advanced II. (Carga horária: 60h).
Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil.
2003 - 2003
Extensão universitária em Curso de Linguagem Cinematográfica. (Carga horária: 28h).
Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - 2016
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2010 - 2012
Vínculo: Bolsista CNPq (mestrado), Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

4/2010 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação.

9/2015 - 10/2015
Extensão universitária , Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, .

Atividade de extensão realizada
A(na)rqueologias das mídias.
3/2015 - 7/2015
Estágios , Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Departamento de Comunicação.

Estágio realizado
Seminário de Tecnologia e Comunicação.
8/2013 - 12/2013
Estágios , Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, .

Estágio realizado
Estágio docente - Teorias da Comunicação.
03/2013 - 7/2013
Estágios , Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, .

Estágio realizado
Teorias da Comunicação (30 horas).
7/2012 - 12/2012
Extensão universitária , Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, .

Atividade de extensão realizada
Às margens do cinema: audiovisual e comunicação.
8/2012 - 11/2012
Extensão universitária , Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, .

Atividade de extensão realizada
1º Ciclo de debates do Clube do Pop.
2/2012 - 7/2012
Estágios , Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Departamento de Comunicação.

Estágio realizado
Seminário de Audiovisual (30 horas).
8/2011 - 12/2011
Estágios , Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Departamento de Comunicação.

Estágio realizado
Seminário de Audiovisual (30 horas).
2/2011 - 7/2011
Estágios , Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Departamento de Comunicação.

Estágio realizado
Seminário de Audiovisual (30 horas).

Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - 2017
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Pós-Doutorado, Carga horária: 32, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2009 - 2010
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Web Writer, Carga horária: 40

Vínculo institucional

2003 - 2008
Vínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Participação como bolsista de iniciação científica nas pesquisas da Dra. Suzana Kilpp, tendo participado como voluntário, BIC - FAPERGS e PIBIC - CNPq

Atividades

5/2013 - 05/2013
Ensino, Cultura Digital e Redes Sociais, Nível: Especialização

Disciplinas ministradas
Oficina remixagem som e vídeo
12/2008 - 4/2009
Serviços técnicos especializados , Pró-Reitoria de Ensino e Pesquisa, Diretoria de Pesquisa.

Serviço realizado
Diagramação e publicação online dos periódicos científicos da UNISINOS.
10/2008 - 12/2008
Serviços técnicos especializados , Centro de Ciências da Comunicação, .

Serviço realizado
Apoio técnico (software Flash) aos alunos da disciplina de Projeto II do Curso de Comunicação Digital.
02/2008 - 06/2008
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências da Comunicação, Centro de Ciências da Comunicação.

Atividade realizada
Monitoria realizada na disciplina de Pesquisa em Comunicação, ministrada pela Profa. Dra. Nísia Martins do Rosário..
5/2005 - 8/2005
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências da Comunicação, Centro de Ciências da Comunicação.

Atividade realizada
Monitoria: Projeto Experimental em Design Gráfico - Produção de CD-ROM de apresentação dos cursos de Comunicação Social da UNISINOS (120 horas).
7/2003 - 9/2004
Estágios , Centro de Ciências da Comunicação, Agexcom Agência Experimental de Comunicação.

Estágio realizado
Web Designer.
03/2004 - 03/2004
Serviços técnicos especializados , Centro de Ciências da Comunicação, .

Serviço realizado
Auxiliar de Câmera.

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, IFRS, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor EBTT, Carga horária: 20

Atividades

12/2018 - Atual
Conselhos, Comissões e Consultoria, IFRS - Campus Alvorada, .

Cargo ou função
Participação na comissão de desenvolvimento do PPC do curso de Bacharelado Comunicação: Habilitação em Mídia e Cultura.
7/2018 - Atual
Ensino, Subsequente em Processos Fotográficos, Nível: Aperfeiçoamento

Disciplinas ministradas
Cinematografia
5/2018 - Atual
Ensino,

Disciplinas ministradas
Laboratório de crítica musical: rock independente
3/2018 - Atual
Ensino, Saúde Coletiva, Nível: Especialização

Disciplinas ministradas
Linaugagens, arte, experiência
2/2018 - Atual
Ensino,

Disciplinas ministradas
Áudio - A técnica do som I
Áudio - A técnica do som II
Linguagem Audiovisual Aplicada II
10/2017 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , IFRS - Campus Alvorada, .

Linhas de pesquisa
Semiótica e música pop
8/2017 - Atual
Outras atividades técnico-científicas , IFRS - Campus Alvorada, IFRS - Campus Alvorada.

Atividade realizada
Líder do Grupo de Pesquisa Sonoridades, Imagem, Materialidades e Comunicação (SIMC).
8/2017 - 12/2017
Ensino, Saúde Coletiva, Nível: Especialização

Disciplinas ministradas
Seminário Teorias do (Pós-)estruturalismo
6/2017 - 12/2017
Outras atividades técnico-científicas , IFRS - Campus Alvorada, IFRS - Campus Alvorada.

Atividade realizada
Líder do Grupo de Estudos em Educação Profissional (GEEP).
5/2017 - 12/2017
Ensino,

Disciplinas ministradas
Áudio - A técnica do som I

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Coordenador do SIMC, Carga horária: 2

Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Integrante do GEIST
Outras informações
GEIST/UFSC - Grupo de Estudos de Imagem, Sonoridades e Tecnologias

Vínculo institucional

2010 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Integrante do GPESC
Outras informações
GPESC = Grupo de Pesquisa Semiótica e Culturas da Comunicação (Diretório CNPq)

Vínculo institucional

2017 - 2017
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Coordenador do GEEP, Carga horária: 2

Vínculo institucional

2016 - 2017
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Integrante do Cultpop
Outras informações
CULTPOP - Grupo de Pesquisa em Cultura Pop, Comunicação e Tecnologias

Vínculo institucional

2005 - 2008
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Integrante do GPAv



Linhas de pesquisa


1.
Linguagem e Culturas da Imagem

Objetivo: Pesquisa linguagem e culturas criadas pelos diferentes tipos de imagem. As problemáticas dos suportes e formatos midiáticos e suas estéticas. A imagem enquanto arquivo e patrimônio, e como bem cultural produtor de memória e de imaginários. A constituição semiótica das imagens e seus modos de produção, circulação, armazenamento e consumo. Os meios audiovisuais e as convergências tecnológicas..
2.
Semiótica e música pop


Projetos de pesquisa


2018 - Atual
O TIMBRE COMO AFETO NO ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO Uma abordagem semiótica
Descrição: O presente projeto pretende compreender como o timbre, na música, é capaz de comunicar através de processos afetivos. Partimos da definição de Flo Menezes, para quem o timbre "não constitui um parâmetro do som, mas consiste antes na resultante dos demais atributos sonoros (a altura, a intensidade e a duração) inter-relacionados entre si" (MENEZES, 2003, p. 199). O afeto, por sua vez, será lido como forças, intensidades, sensações que podem tanto ser potencialidades quanto a ação de um corpo sobre outro. Queremos pensar o timbre do mesmo modo, para além da experiência estética, bem como da ideia de que seja um fenômeno que escapa à significação. Para tanto, também compreendemos o afeto como um signo, tal como proposto por Gilles Deleuze (2007). Assim, podemos encarar relações entre materialidades ? humanas e não-humanas ? como processos sígnicos. Para verificar esta hipótese, nós observaremos o timbre como afeto na obra de artistas do rock independente brasileiro. Essa escolha se apoia em Blake (2012), para quem o timbre tem um papel central nos processos de diferenciação da identidade sonora desse gênero musical. A relevância de tal estudo está na proposta de compreensão do timbre através de um modelo comunicacional imanente. Ao invés de compreender o timbre como um transmissor de emoções, aqui ele será apresentado tanto como um acontecimento (o resultado da mistura de corpos) quanto como um corpo transformado (afeto). Surge daí a necessidade de não reduzir o estudo à atualidade do timbre (ao momento em que ele se manifesta), observando, também, a rede sociotécnica que permite que ele se constitua como tal e, além disso, os desdobramentos afetivos gerados nos corpos após a manifestação do timbre. Estas três esferas de semioses (a rede sociotécnica, o momento de atualização e os desdobramentos afetivos) conversam entre si, produzindo signos que vão para além da transmissão de emoções..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - 2018
A VAPORIZAÇÃO DA MÚSICA POP: Arqueologia midiática e assombração fonográfica no vaporwave brasileiro
Descrição: O projeto parte de uma análise teórica sobre o vaporwave, gênero de música eletrônica criado por compositores amadores e que se baseia no uso de samples de músicas pejorativamente classificadas como ?de elevador?, jingles publicitários antigos, sons de sistemas operacionais informáticos e outras sonoridades típicas das décadas de 1980 e 1990. Pretende ainda efetuar uma reconstrução histórica em busca de outras formas de se lidar com música similares ao vaporwave (predominantemente no Brasil), reconstruindo arqueologicamente o que pretende-se entender como ?a vaporização da música?, um processo de mais de uma centena de anos que parte da ?Música de mobília? de Satie para chegar à ?Música na nuvem? dos sistemas telemáticos atuais. Investiga-se o objeto partindo de discussões referentes a agenciamentos de baixa definição (CONTER, 2016), a arqueologia da mídia (ZIELINSKY, 2006), a nostalgia (PICKERING; KEIGHTLEY, 2006) e a retromania (REYNOLDS, 2011). É reconhecido nas obras do vaporwave uma crítica ao capitalismo tardio, e, com isto, pode-se aproximá-lo à hauntology de Derrida (2011) como expressão do fim da história causada pelo sampleamento e re(a)presentação de imagens sonoras do passado, assombrando o tempo presente e o futuro incerto da humanidade..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2016 - 2017
Porto Alegre: um não-lugar para o vaporwave? movimentos locais de arqueologia musical na música eletrônica gaúcha
Descrição: Vaporwave is a contemporary music manifestation that remix sounds from the 80?s, 90?s and early 2000?s ? usually background music from obsolete softwares, smooth jazz, ambient and elevator music ? in mashed up, slower, chopped, lo-fi versions. In the south of Brazil, musicians that dialog with the style?s main features have been avoiding their local references when composing, preferring an approach that follows the concept of non-place by Marc Augé. We are interested in comprehend how such approach reconfigures southern pop/rock cultures, known for their typical localism, sexism and self-references, as much as understanding their archaeological practices that result in an amateur revision of pop music and obsolete technologies from the last 30 years. Such an approach rejects the old ?rock band touring? scheme, towards lo-fi bedroom/electronic music production. On previous papers, exploratory research and interviews with composers that live in the surroundings of the city of Porto Alegre mapped their aesthetic choices. The present research faces the empirical material gathered previously through a theoretical analysis based on media archaeology, philosophy of difference, and post-humanism. At last, a diagram of the processes of differentiation that compose the affective local memories crystallized in the arrangements of the music pieces is described..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2016 - Atual
Semiótica Crítica: micropolíticas pós-humanas da comunicação

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Rocha da Silva em 14/01/2018.
Descrição: A segunda fase de desenvolvimento do projeto Semiótica Crítica ? a ser desenvolvido entre março de 2016 e fevereiro de 2019 ? está voltado para o estudo semiótico das micropolíticas pós-humanas da comunicação. O problema de pesquisa consiste em definir de que maneira a teoria semiótica contribui para que se pense contemporaneamente tais micropolíticas na comunicação. Os estudos referentes às variáveis humanas e não-humanas na produção de sentido (Latour); às críticas ao humanismo (Badiou); à programação pós-histórica (Flusser); aos regimes de dizibilidade e de visibilidade (Foucault); à política das multidões (Negri e Hardt); às modalidades de desterritorialização e de reterritorialização (Deleuze e Guattari); às semióticas pré-significantes, significantes, contra-significantes e pós-significantes (Deleuze e Guattari); às teorias queer pósfeministas e relativas aos movimentos LGBT (Butler; Preciado; Louro) são o ponto inicial desta pesquisa que deve limitar-se a oferecer uma reflexão propriamente semiótica para o problema das micropolíticas pós-humanas da comunicação..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2016
Creative Industries, Cities and Popular Music Scenes: The Social Media Mapping of Urban Music Scenes
Descrição: O presente projeto consiste na síntese de abordagens comparativas entre os contextos das indústrias criativas através da pesquisa sobre a distribuição espacial das cenas musicais em Manchester e em Porto Alegre, arquivando e gerando materiais audiovisuais, textuais e hipertextuais acessíveis e com conteúdo produzido pelos usuários através de uma plataforma e um aplicativo móvel que fornece dados que poderão ser aplicados a outros centros urbanos. A pesquisa centra-se na análise dos processos mediáticos e nas apropriações da memória afetiva pelos sites de mídias sociais, na articulação entre espaço urbano, cenas, territórios, mídias e indústrias criativas, além de proposições de modelos de arquivamento das mesmas.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2016
Semiótica Crítica: por uma teoria das materialidades na comunicação

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Rocha da Silva em 28/05/2013.
Descrição: Semiótica Crítica: por uma teoria das materialidades na comunicação é um projeto de pesquisa de cunho teórico, inserido no campo das teorias da comunicação não-hermenêuticas, voltadas aos estudos dos agenciamentos maquínicos que produzem os signos a partir dos quais a comunicação se torna acontecimento. Este projeto tem o propósito de demonstrar criticamente em que medida as teorias semióticas revisitadas por pensadores pós-estruturalistas podem contribuir na constituição de uma teoria das materialidades na comunicação. Para tanto, desenvolve algumas ações: (1) revisita o materialismo histórico (Marx) e os estudos das materialidades na literatura (Gumbrecht) e nas mídias (McLuhan) para discutir os limites e as potencialidades de uma teoria das materialidades na comunicação; (2) retoma os modelos semióticos fundados no princípio da imanência como a estratificação da linguagem (relações entre planos de expressão e conteúdo, matéria, forma e substância), o papel instituinte do representâmen, a função da semiosfera como expressão sistêmica, a cadeia significante - para circunscrever as possibilidades que a semiótica ainda tem de dar respostas satisfatórias ao problema das materialidades na comunicação; e (3) identifica, no escopo da produção pós-estruturalista, conceitos que poderiam dar lugar ao que aqui chamamos de terceira geração da semiótica, sendo a primeira identificada com a descoberta da semiótica no século XX, com Peirce e Saussure, e a segunda com o desenvolvimento das mais diversas classificações de signos e de modelos explicativos gerais, na perspectiva de Barthes, Hjelmslev, Greimas, Lotman, Eco. A esta terceira geração, influenciada pelo pensamento de Derrida, Deleuze, Foucault e Latour, denominamos semiótica crítica. Entre os conceitos desenvolvidos por esses autores, aparecem como relevantes para o desenvolvimento do pensamento semiótico sobre as materialidades, respectivamente, o jogo e a desconstrução; os agenciamentos maquínicos do desejo e cole..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .
Integrantes: Marcelo Bergamin Conter - Integrante / Alexandre Rocha da Silva - Coordenador / Carla Schneider - Integrante / André Araújo - Integrante / Jamer Guterres de Mello - Integrante / Cassio Borba de Lucas - Integrante / Bruno Bueno Pinto Leites - Integrante / Luiza Müller - Integrante.
2012 - 2016
LO-FI: agenciamentos de baixa definição na música pop
Descrição: Considerando todos os avanços tecnológicos pelos quais a fonografia passou desde sua invenção, em 1877, por que persistem registros sonoros de baixa definição? Para enfrentarmos essa questão, propomos encarar o lo-fi como um objeto comunicacional, de modo a compreender, a partir de sua linguagem, como ele modeliza a música pop. O lo-fi é reconhecido em senso comum pelo uso de equipamentos de áudio e instrumentos musicais deteriorados, obsoletos ou sucateados. Nesta tese, problematizamos essa noção. Logo de saída, desprendemos o lo-fi do determinismo tecnológico, passando ele a significar outras práticas, linguagens, políticas, estéticas e discursos. Para compreender esse panorama, evitamos uma construção linear ou mesmo histórica. Ao invés disso, mapeamos diversos agenciamentos de baixa definição simultâneos que se processam ao longo da história, circunscrevendo como objeto empírico canções registradas fonograficamente e que promovem algum tipo de desterritorialização do regime de signos institucionalizado pelo mainstream. Para dar conta desse objetivo geral, desenvolvemos os seguintes objetivos específicos: (1) evidenciar a presença dos suportes fonográficos, instrumentos musicais e demais aparelhos tecnológicos na paisagem sonora das canções lo-fi; (2) mapear e sintetizar os diferentes sistemas culturais que, postos em relação, edificam a semiosfera de onde o lo-fi emerge como um novo sistema; (3) mapear os territórios de significação agenciados pelas imagens sonoras de baixa definição em canções lo-fi; (4) analisar a capacidade dessas imagens sonoras de promover agenciamentos de baixa definição na música pop; (5) compreender o lo-fi como uma virtualidade que age na comunicação fonográfica, isto é, como uma máquina abstrata que não só se diferencia de si própria, mas também produz diferença na música pop. Organizamos as análises em platôs, que percorrem diferentes linhas de variação contínua de significação efetuadas pelos agenciamentos de baixa definição. Ao final, descrevemos os modos de funcionamento da máquina abstrata lo-fi. Ao longo do estudo, também revisitamos e refletimos sobre teorias relacionadas ao assunto, como ecologia acústica, materialidades da comunicação, arqueologia da mídia, afecto, semiótica e a filosofia da diferença de Gilles Deleuze e Félix Guattari. Como resultado, esperamos contribuir para as teorias da comunicação com reflexões referentes às noções de fidelidade, resolução, ruído, percepção sonora e, em especial, para a constituição de um modelo comunicacional micropolítico, reconhecido nos processos de diferenciação de nosso objeto de estudo. A baixa definição, defendemos, manifesta-se entre estados regulares da música pop, desestabilizando seus ritmos regulares, forçando seu núcleo a modificar sua estratégia para lidar com a diferença. Imagens sonoras lo-fi são institucionalizadas pela música pop, mas isso acaba por gerar outras imagens sonoras potenciais. A baixa definição segue, assim, resistindo aos regimes de signos impostos pelos movimentos hegemônicos da música pop, sempre propondo arrebatamentos e estabelecendo modos de comunicar imprecisos, distorcidos, violentos..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2010 - 2012
Imagem-música em vídeos para web
Descrição: A presente dissertação propõe-se a investigar os modos com que a música sobrecodifica a linguagem audiovisual em vídeos para a web, criando novos processos de significação e complexificando a virtualidade musical (compreendida aqui como a totalidade irrepresentável de imagens que a expressam). O site YouTube se estabelece como um lócus privilegiado para tal estudo, pois nele encontra-se uma quantidade significativa de vídeos musicais em que a música se manifesta em todos os elementos audiovisuais, interferindo nos processos de composição audiovisual (tanto na trilha visual quanto na sonora). O que pode deste encontro derivar são atualizações e potencialidades do virtual da música, manifestadas como imagem-música. Os vídeos que constituem o corpus são organizados em quatro categorias mais recorrentes, ordenados de acordo com a proximidade que têm com a linguagem do videoclipe, o que permite perceber como, progressivamente, nos vídeos para web, está ocorrendo um processo de autonomização da imagem-música: mashup audiovisual; sampling audiovisual; spoof de shreds; auto-tunning. Essas práticas já estavam contidas, em potência, em audiovisuais anteriores, no cinema, na televisão, na videoarte, no videoclipe ? e também nas práticas da música eletrônica ?, mas somente na web elas conseguiram se manifestar a pleno. Como referencial teórico para compor o modo como será observado o fenômeno, utilizar-se-ão as teorias do filósofo Henri Bergson para compreender a virtualidade da música; de Gilles Deleuze, para entender os processos de significação que a sobrecodificação da música exerce sobre o audiovisual, e como ela movimenta suas estruturas através de tal processo; de Nicklas Luhmann, para compor um ponto de observação para os vídeos musicais para web diferente do que tradicionalmente se dirige ao videoclipe televisivo; e de Vilém Flusser, para compreender a natureza das imagens técnicas. Conclui-se que os vídeos para web estudados efetivamente se apartam da lógica do videoclipe televisivo, parte por não dialogarem com a lógica da indústria fonográfica, parte porque a música é resultado da montagem, e não o contrário, como ocorre normalmente em videoclipes; além disso, evidencia-se que a música é capaz de imprimir algo de si nos audiovisuais estudados, e que está ocorrendo uma tendência para a diluição da distinção entre arte figurativa e música: através desses vídeos, mostra-se possível a produção de música imaginativa, derivada da reciclagem de material audiovisual disponível na web..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2007 - 2009
Devires de imagem-duração.
Descrição: A pesquisa ?Devires de imagem-duração? tem por objeto a natureza precípua das audiovisualidades de TV, configuradas por imagens técnicas eletrônicas que são a síntese temporal de um conjunto mutante de formas dispostas em incessantes fluxos simultâneos. Objetiva principalmente (des) construir conceitos e procedimentos teórico-metodológicos com vistas à explicação dos devires de imagem-duração como potência audiovisual no atual estágio das técnicas. Com o problema de pesquisa mais geral - em quais formas se atualizam os devires audiovisuais que hoje encontramos na TV? -, a proposta surge da necessidade de fazer progredir o estado de uma epistemologia do audiovisual, jovem e atrasada em relação à produção cada maior de audiovisuais complexos que tomam conta das mídias e afetam profundamente o que se tinha como certeza sobre os processos de significação. O lócus dos observáveis é o panorama televisivo dos canais que hoje mostram em seu écran ?relógios? de marcar o ?tempo? (canais que por isso constituem o corpus da pesquisa), sendo que esses relógios - de tempos reality - foram escolhidos para serem o sistema de referência do observatório. Para fins da análise, a pesquisa propõe a metodologia das molduras, com cessão e dissecação dos fluxos - que assim se (des) constroem em espaços visíveis (já que os tempos não são) nos quais aparecem figuras do tempo, entre as molduras e entre os fluxos -, e a cartografia de imagens dialéticas com vistas à imagem-duração. Os resultados da pesquisa serão publicizados na forma de artigos para congressos e revistas especializadas, e em um banco de imagens comentadas, e implementarão a produção do Grupo de Pesquisa em Audiovisualidades..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) .
Integrantes: Marcelo Bergamin Conter - Integrante / Suzana Kilpp - Coordenador / Emerson Vasconcelos Almeida - Integrante / Leonéia Evangelista - Integrante / Laura Arrué - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Bolsa / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - Bolsa / Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Remuneração.
Número de produções C, T & A: 1
2005 - 2007
?A traição das imagens?. Espelhos, câmeras e imagens especulares em reality shows
Descrição: O audiovisual é um campo contemporâneo de convergência de formatos, suportes e tecnologias, resguardadas as especificidades do cinema, da televisão, do vídeo e das mídias digitais. No campo, a televisão ainda é a mídia que no Brasil tem o maior alcance social, e é um dos aparelhos com os quais podemos aprender sobre o gigantesco aparelho técnico que é nossa segunda natureza. Para tanto, é preciso compreendê-la, como antes compreendemos a pintura, a fotografia e o cinema, pois sabemos ainda muito pouco sobre como ela se estrutura como linguagem, qual é a especificidade das montagens audiovisuais a que assistimos e como se articulam suas técnicas, éticas e estéticas na produção de sentido. A partir desse problema de conhecimento, a pesquisa, inscrita na LP Mídias e Produção de Sentido, tem por objeto a imagicidade da TV. Recorta e constrói como corpus um conjunto de panoramas de reality shows (Big Brother 3 e Casa dos Artistas 2), os quais além de incluírem como em nenhum outro lugar espelhos, câmeras e imagens especulares, neles as imagens especulares se multiplicam com um grande grau de autonomia, com duas funções concomitantes: penetrar tecnicamente as vísceras da realidade e criar imagens que são realidades em si mesmas. São por isso lócus privilegiado de ocultamento/desvendamento de práticas (técnicas) televisuais e de enunciações sobre a natureza das imagens realistas de TV. Os objetivos da pesquisa são expandir a reflexão sobre audiovisualidades e a natureza das imagens de TV, implementar a metodologia das molduras, experimentar outros procedimentos desconstrutivos de panoramas televisivos e analisar em especial as ethicidades relacionadas à especularidade em mundos televisivos. Está em conformidade com o disposto no DP Metodologias de Pesquisa e Experimentação em Audiovisual e colabora com o Grupo de Pesquisa em Audiovisualidades..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Marcelo Bergamin Conter - Integrante / Suzana Kilpp - Coordenador / Álvaro Constantino Borges - Integrante / Guilherme Arthur Loesch - Integrante.Financiador(es): Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Remuneração / Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 6


Projetos de extensão


2016 - 2016
A(na)rqueologias das mídias - 2ª Edição

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Rocha da Silva em 09/01/2017.
Descrição: Em parceria com a FABICO-UFRGS, o Núcleo de Pesquisa Semiótica Crítica (NPESC) organiza o curso de extensão A(na)rqueologias das Mídias - 2ª Edição. Coordenado pelo professor Alexandre Rocha da Silva, o curso tem como objetivo introduzir as recentes viradas teóricas da comunicação, como a das materialidades, do realismo especulativo, dos afetos, da semiótica crítica, do arquivo e da arqueologia das mídias. Ministrado por doutorandos, mestrandos e graduandos com pesquisas na área da comunicação, o seminário promoverá diversos debates pertinentes à literatura, ao audiovisual, à música e a outras manifestações midiáticas..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2015 - 2015
A(na)rqueologias das mídias

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Rocha da Silva em 10/02/2016.
Descrição: Em parceria com a FABICO-UFRGS, o Núcleo de Pesquisa Semiótica Crítica (NPESC) organiza o curso de extensão A(na)rqueologias das Mídias. Coordenado pelo professor Alexandre Rocha da Silva, o curso tem como objetivo introduzir as recentes viradas teóricas da comunicação, como a das materialidades, do realismo especulativo, dos afetos, da semiótica crítica, do arquivo e da arqueologia das mídias. Ministrado por doutorandos, mestrandos e graduandos com pesquisas na área da comunicação, o seminário promoverá diversos debates pertinentes à literatura, ao audiovisual, à música e a outras manifestações midiáticas..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (5) .
Integrantes: Marcelo Bergamin Conter - Integrante / Alexandre Rocha da Silva - Coordenador / André Araújo - Integrante / Felipe Diniz - Integrante / Marcio Telles da Silveira - Integrante / Jamer Guterres de Mello - Integrante / Cassio Borba de Lucas - Integrante / Bruno Bueno Pinto Leites - Integrante / Demétrio Rocha Pereira - Integrante / João Flores da Cunha - Integrante / Guilherme Maschke - Integrante / Lennon Macedo - Integrante / Mario Arruda - Integrante.
2012 - 2012
Às margens do cinema: audiovisual e comunicação

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Rocha da Silva em 31/10/2012.
Descrição: O curso, organizado pelo Grupo de Pesquisa Semiótica e Culturas da Comunicação (GPESC), objetiva desenvolver pensamento crítico sobre o audiovisual. Para tal propósito, serão estudadas teorias de autores e filósofos que se debruçaram sobre o tema. Dentre eles, destacam-se Gilles Deleuze, Vilém Flusser, Jaques Aumont, Raymond Belllour e Philippe Dubois. Serão problematizados os diferentes conceitos de imagem no audiovisual, manipulação temporal, remixagens em vídeos para web, as potências do falso no cinema e a possibilidade de se produzir pensamento através do audiovisual..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) .
Integrantes: Marcelo Bergamin Conter - Integrante / Alexandre Rocha da Silva - Coordenador / André Araújo - Integrante / Felipe Diniz - Integrante / Marcio Telles da Silveira - Integrante.
2012 - 2012
1º Ciclo de debates do Clube do Pop

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Rocha da Silva em 31/10/2012.
Descrição: O ciclo de palestras, organizado pelo Clube do Pop (composto por alunos do PPGCOM e da FABICO) objetiva divulgar, difundir e debater, com a comunidade interna da UFRGS e com a sociedade, pesquisas acadêmicas relacionadas ao tema ?Cultura Pop?, concluídas ou em andamento, e que estejam vinculadas à Programas de Pós-Graduação em Comunicação. O foco também estará voltado para a problematização das metodologias e teorias empregadas para a análise dos objetos de pesquisa. Dentre os temas a serem abordados, destacam-se: Música contemporânea; Fotografia digital; História em Quadrinhos; Cinema; Videoclipe; Celebrificação..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) .
Integrantes: Marcelo Bergamin Conter - Integrante / Alexandre Rocha da Silva - Coordenador / André Araújo - Integrante / Camila Cornutti - Integrante / Camila Daniel - Integrante / Luiza Pimenta - Integrante / Marcio Telles da Silveira - Integrante / João Alberto Kolling - Integrante.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Teoria da Comunicação.
2.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Música/Especialidade: Composição Musical.
3.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Teoria da Comunicação/Especialidade: Semiótica.
4.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Música/Especialidade: Produção em Áudio.
5.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Artes do Vídeo.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.


Prêmios e títulos


2006
Menção honrosa, Mostra de iniciação científica UNISINOS.
2004
Troféu CineEsquemaNovo concedido ao vídeo Estranhos, CineEsquemaNovo.
2004
3º Lugar ? JOR/01 ? Agência Jr / Experimental - Agência Experimental de Comunicação / Jornalismo, Expocom.


Produções



Produção bibliográfica
Citações

Outras
Total de trabalhos:24
Total de citações:21
MB CONTER  Data: 09/01/2017

Artigos completos publicados em periódicos

1.
1CONTER, Marcelo B.2017CONTER, Marcelo B.; TELLES, M. ; SILVA, A. R. . Semiótica das afecções: uma abordagem epistemológica. CONJECTURA: FILOSOFIA E EDUCAÇÃO (UCS), v. 22, p. 36-48, 2017.

2.
2FONSECA, D. F.2016FONSECA, D. F. ; CONTER, Marcelo B. . A paisagem sonora de Grimes: entre programas e presença. IS Working Papers, v. 3ª série, p. 1-17, 2016.

3.
3SILVEIRA, F. L.2015SILVEIRA, F. L. ; CONTER, Marcelo B. . ?Faça Você Mesmo?: o demônio de Daniel Johnston. Logos (UERJ. Impresso), v. 1, p. 1-22, 2015.

4.
4CONTER, Marcelo B.2014CONTER, Marcelo B.; SILVEIRA, F. L. . Sampleamento de imagens sonoras em Fear of a Black Planet. Resonancias (Santiago), v. 18, p. 47-60, 2014.

5.
5CONTER, Marcelo B.2013CONTER, Marcelo B.; SILVA, A. R. . A Música no universo das Imagens técnicas. Sessões do Imaginário (Online), v. XVIII, p. 25-35, 2013.

6.
6SILVA, A. R.2013SILVA, A. R. ; ARAÚJO, André ; MELLO, J. G. ; CONTER, Marcelo B. . Deleuze e a semiótica crítica. Semeiosis: semiótica e transdisciplinaridade em revista, v. 1, p. 1-14, 2013.

7.
8CONTER, Marcelo B.2011CONTER, Marcelo B.. Texturas em mutação: a baixa definição dos vídeos para web. Interin (Curitiba), v. 11, p. 1-12, 2011.

8.
9CONTER, Marcelo B.2011CONTER, Marcelo B.; SILVA, A. R. . VideoSongs da banda Pomplamoose: o que você vê é o que você ouve. Ciberlegenda (UFF. Online), v. 2, p. 88-100, 2011.

9.
7KILPP, Suzana2011KILPP, Suzana ; CONTER, Marcelo B. ; EVANGELSTA, Leonéia . Figuras de tempo ciclo em panoramas televisivos. Revista Eco-Pós (Online), v. 14, p. 250-267, 2011.

10.
10CONTER, Marcelo B.2010CONTER, Marcelo B.; KILPP, Suzana . Novos construtos de tempos audiovisuais simultâneos no videoclipe. Comunicação, Mídia e Consumo (São Paulo. Impresso), v. 6, p. 181-202, 2010.

11.
11CONTER, Marcelo B.2008CONTER, Marcelo B.; KILPP, Suzana . Videoclipe: da canção popular à imagem-música. Rumores (USP), v. 2, p. 1-14, 2008.

12.
12KILPP, Suzana2007KILPP, Suzana ; CONTER, Marcelo B. ; BORGES, Álvaro Constantino . Câmeras e espelhos em Big Brother Brasil: enunciações e pragmática. E-Compós (Brasília), v. 8, p. 1-16, 2007.

13.
13CONTER, Marcelo B.2006CONTER, Marcelo B.; SILVA, A. R. . Aprendizes do Fantasia. Sessões do Imaginário, v. 16, p. 56-61, 2006.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
MELLO, J. G. (Org.) ; CONTER, Marcelo B. (Org.) . A(na)rqueologias das mídias. 201. ed. Curitiba: Appris, 2017. v. 1. 307p .

2.
AMARAL, A. (Org.) ; BOMFIM, Ivan (Org.) ; CONTER, Marcelo B. (Org.) ; FISCHER, G. (Org.) ; GODDARD, M. (Org.) ; SILVEIRA, F. L. (Org.) . MAPEANDO CENAS DA MÚSICA POP Cidades, Mediações e Arquivos Volume I. 1. ed. Paraíba: Marca de Fantasia, 2017. v. 1. 263p .

3.
CONTER, Marcelo B.. LO-FI: música pop em baixa definição. 1. ed. Curitiba: Appris, 2016. v. 1. 321p .

4.
CONTER, Marcelo B.. Imagem-música em vídeos para web: paródias, reciclagens e remixagens. 1. ed. São Paulo: Kazuá, 2013. v. 1. 216p .

Capítulos de livros publicados
1.
SILVA, A. R. ; WERLANG, Alessandra ; ARAUJO, A. C. S. ; CONTER, Marcelo B. ; FREITAS, Suelem Lopes de . Semiótica: estrutura, sistema, máquina. In: SILVA, Alexandre Rocha da; NAKAGAWA, Regiane M. de O.; OLIVEIRA, Lizete Dias de. (Org.). Semiótica: desordem e incertezas. 1ed.São Paulo: Kazuá, 2018, v. , p. 17-39.

2.
CONTER, Marcelo B.. Arqueologia da mídia na música eletrônica gaúcha. In: Jamer Guterres de Mello; Marcelo Bergamin Conter. (Org.). A(na)rqueologias das mídias. 1ed.Curitiba: Appris, 2017, v. 1, p. 91-106.

3.
AMARAL, A. ; BOMFIM, Ivan ; CONTER, M. B. ; FISCHER, G. ; SILVEIRA, F. L. . Mapeando cenas da Música Pop em Porto Alegre: memórias, materialidades e indústrias criativas. In: AMARAL, A.; BOMFIM, I.; CONTER, M.; FISCHER, G.; GODDARD, M.; SILVEIRA, F.. (Org.). MAPEANDO CENAS DA MÚSICA POP Cidades, Mediações e Arquivos Volume I. 1ed.Paraíba: Marca de Fantasia, 2017, v. 1, p. 12-69.

4.
SILVEIRA, F. L. ; CONTER, Marcelo B. . 'Do it yourself': Daniel Johnston's Demon. In: Paula Guerra; Tânia Moreira. (Org.). Keep it Simple, Make it Fast! An approach to underground music scenes. 58ed.Porto: Universidade do Porto. Faculdade de Letras, 2015, v. 1, p. 1-49.

5.
CONTER, Marcelo B.; ARAÚJO, André ; SILVEIRA, M. T. . O Revirtual: a memória da memória da cultura pop. In: Simone Pereira de Sá, Rodrigo Carreiro, Rogerio Ferraz (Org.).. (Org.). Cultura Pop. 1ed.Brasília: Compós, 2015, v. 1, p. 93-108.

6.
PEREIRA, Demétrio Rocha ; CONTER, Marcelo B. . Dobras maquínicas em Koyaanisqatsi. In: PARODE, F. P.; OLIVEIRA, L. D.. (Org.). Semiótica e culturas da comunicação. 1ed.São Paulo: Kazuá, 2015, v. 1, p. 80-100.

7.
CONTER, Marcelo B.. Superficialidades da música pop marginal brasileira em vídeos para web. In: Suzana Kipp, Gustavo Fischer e Sonia Montaño. (Org.). PARA ENTENDER AS IMAGENS: COMO VER O QUE NOS OLHA?. 1ed.Porto Alegre: Entremeios, 2013, v. 1, p. 98-115.

8.
SILVA, A. R. ; ARAUJO, A. C. S. ; MELLO, J. G. ; CONTER, Marcelo B. . Semiótica Crítica: estrutura, estratificação e sentido. In: ROSÁRIO, N. M.; OLIVEIRA, L. D.; PARODE, F. P.. (Org.). Entre-semióticas. 1ed.São Paulo: Kazuá, 2013, v. 1, p. 45-67.

9.
CONTER, Marcelo B.. A Música como sistema em vídeos para web. In: Alexandre Rocha da Silva; Ione M. G. Bentz. (Org.). Percursos semióticos: significação, codificação, semiose e interface. 1ed.São Paulo: Kazuá, 2012, v. 1, p. 49-64.

10.
CONTER, Marcelo B.. Potências de videoclipe no cinema e no vídeo. In: Alexandre Rocha da Silva; Nísia Martins do Rosário; Suzana Kilpp. (Org.). Audiovisualidades da cultura. 1ed.Porto Alegre: Entremeios, 2010, v. 1, p. 213-234.

Textos em jornais de notícias/revistas
1.
CONTER, Marcelo B.. Lee Ranaldo: 'Fidelidade não tem influência da qualidade'. Noize, 13 out. 2014.

2.
CONTER, Marcelo B.; FONSECA, D. F. . Dream pop: entre temporalidades e tecnologias. ESC:ALA, 06 out. 2014.

3.
CONTER, Marcelo B.. O programa foi requentado. Jornal do Brasil, 28 mar. 2009.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
LUCAS, Cassio B. ; CONTER, Marcelo B. . ALL STAR, MAS É UM ARTIGO SOBRE SAMPLEAMENTO E NOVAS FORMAS DE DISSEMINAÇÃO DE FANTASMAS FONOGRÁFICOS. In: 26º Encontro anual da Compós, 2017, São Paulo. 2017 - XXVI COMPÓS: SÃO PAULO/SP, 2017. v. 1. p. 1-24.

2.
CONTER, Marcelo B.. A vaporização da música. In: 40º INTERCOM - Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2017, Curitiba. Anais. Curitiba: Universidade Positivo, 2017. v. 1. p. 1-15.

3.
CONTER, Marcelo B.. Arqueologia da mídia na música eletrônica gaúcha. In: XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2016, São Paulo. Anais do XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2016. v. 1. p. 1-15.

4.
CONTER, Marcelo B.. A máquina abstrata lo-fi. In: XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2015, Rio de Janeiro. Anais do XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2015. v. 1. p. 1-15.

5.
SILVEIRA, M. T. ; CONTER, Marcelo B. . Por uma abordagem epistemológica dos afectos na semiose. In: XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2015, Rio de Janeiro. Anais do XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2015. p. 1-15.

6.
PEREIRA, Demétrio Rocha ; CONTER, Marcelo B. . Dobras maquínicas em Koyaanisqatsi. In: ALCAR - 10º encontro nacional de história da mídia, 2015, Porto Alegre. Anais do ALCAR - 10º encontro nacional de história da mídia, 2015. v. 1. p. 1-15.

7.
CONTER, Marcelo B.; SILVEIRA, F. L. . Sampleamento de imagens sonoras em Fear of a Black Planet. In: XXXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - INTERCOM, 2014, Foz do Iguaçu. Anais do XXXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - INTERCOM, 2014.

8.
CONTER, Marcelo B.. ?Guided by noises? ? A semiosfera lo-fi da música pop. In: XXXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2013, Manaus. Anais do XXXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2013. p. 1-11.

9.
CONTER, Marcelo B.; DANIEL, C. ; PIMENTA, L. . Mashups audiovisuais para web: para além da linguagem do videoclipe. In: XXXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2012, Fortaleza. Anais do XXXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2012.

10.
SILVEIRA, M. T. ; ARAÚJO, André ; CONTER, Marcelo B. . O ReVirtual: Retromania e a Memória da Memória da Cultura de Massa. In: VI Simpósio Internacional da ABCiber, 2012, Novo Hamburgo. Anais do VI Simpósio Internacional da ABCiber, 2012.

11.
SILVA, A. R. ; ARAUJO, A. C. S. ; MELLO, J. G. ; CONTER, Marcelo B. . Deleuze e a Semiótica Crítica. In: XXV Congresso Brasileiro de Ciências Comunicação - INTERCOM, 2012, Fortaleza. Anais do XXXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - INTERCOM, 2012.

12.
CONTER, Marcelo B.; SILVA, A. R. . El doble estatuto de la Música en los VideoSongs. In: IV Congreso Internacional de Análisis Fílmico: Nuevas tendencias e hibridaciones de los discursos audiovisuales en la cultura digital contemporánea, 2011, Castellón de la plana. Actas del IV Congreso Internacional de Análisis Fílmico: Nuevas tendencias e hibridaciones de los discursos audiovisuales en la cultura digital contemporánea. Madrid: Ediciones de las Ciencias Sociales, 2011. p. 737-449.

13.
CONTER, Marcelo B.. Da Música observando vídeos para web. In: XXXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2011, Recife. Anais, 2011.

14.
CONTER, Marcelo B.. A produção musical nos canais do YouTube. In: VII ENECULT - Encontro de estudos multidisciplinares em cultura, 2011, Salvador. Anais do VII ENECULT - Encontro de estudos multidisciplinares em cultura, 2011.

15.
CONTER, Marcelo B.. Texturas em mutação: a baixa definição dos vídeos para web. In: XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2010, Caxias do Sul. Anais do XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. São Paulo: Intercom, 2010.

16.
KILPP, Suzana ; ALMEIDA, E. V. ; CONTER, Marcelo B. ; ARRUE, L. . Figuras de Tempo Seta em Panoramas Televisivos. In: XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - INTERCOM, 2010, Caxias do Sul. Anais do XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2010.

17.
CONTER, Marcelo B.. Devires de videoclipe no cinema e no vídeo. In: IV Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, 2008, Salvador. Anais do IV Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, 2008.

18.
CONTER, Marcelo B.; KILPP, Suzana . Novos construtos de tempos audiovisuais simultâneos no videoclipe. In: IV coMcult - Congresso Internacional de Comunicação, Cultura e Mídia, 2008, São Paulo. Anais do IV coMcult - Congresso Internacional de Comunicação, Cultura e Mídia, 2008.

19.
CONTER, Marcelo B.; SILVA, A. R. . Aprendizes do Fantasia. In: XXIX Congresso Intercom, 2006, Brasília. Anais do XXIX Congresso Intercom, 2006.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
CONTER, Marcelo B.. SUPERFICIALIDADES DA MÚSICA POP MARGINAL BRASILEIRA EM VÍDEOS PARA WEB. In: Semana da Imagem, 2013, São Leopoldo. Anais da Semana da Imagem, 2013. v. 1.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
CONTER, Marcelo B.. Porto Alegre: a non-place for vaporwave? a lo-fi revision of 80's, 90's and 2000's pop and technoculture. In: 19th Biennial IASPM Conference, 2017, Kassel. 19 IASPM 2017 - Popular Studies Today. Kassel: University of Kassel, 2017. v. 1. p. 118-118.

2.
CONTER, Marcelo B.. The media archaeology of a musical instrument named gatorra. In: Keep it simple, make it fast! DIY cultures, spaces and places, 2016, Porto. Book of abstracts KISMIF conference 2016. Porto: Universidade do Porto, 2016. v. 1. p. 68-68.

3.
CONTER, Marcelo B.. Maquinizações do amadorismo na música lo-fi. In: I congresso internacional de diálogos interdisciplinares: cultura, comunicação e diversidade no contexto contemporâneo, ii congresso de indústria criativa e iii Seminário internacional de diversidade cultural e inclusão social, 2016, Novo Hamburgo. Comunicação Individual. Novo Hamburgo: Feevale, 2016. v. 1. p. 129-129.

4.
CONTER, Marcelo B.. Four decades in four tracks: amateurism, authenticity, spirituality and affects of lo-fi music. In: 18th Biennial IASPM Conference, 2015, Campinas. 18th Biennial IASPM Conference ? Book of abstracts, 2015. v. 1. p. 17-17.

5.
CONTER, Marcelo B.; SILVEIRA, F. L. . The adventures of do-it-yourself. In: International Conference Keep it Simple, Make it Fast! Underground Music Scenes and DIY Cultures, 2014, Porto. Book of abstracts - International Conference Keep it Simple, Make it Fast! Underground Music Scenes and DIY Cultures, 2014. v. 1. p. 157-157.

6.
CONTER, Marcelo B.; TIMONEN, Sini . 'The Shaggs? ?Who Are Parents?? as a Gendered Assemblage. In: 2014 IASPM-US Annual Conference, 2014, Chapel Hill. 2014 IASPM-US Annual Conference: Program, 2014.

7.
CONTER, Marcelo B.. Superficialities of Brazilian marginal music in web videos. In: 17th Biennial Conference of IASPM, 2013, Gijón. Bridge Over Troubled Waters: Challenging Orthodoxies. 17th Biennial Conference of IASPM, 2013. p. 34-35.

8.
CONTER, Marcelo B.; SAIKOSKI, Gabriel . Execuções audiovisuais de 4'33'' em vídeos para web. In: X Congreso de la Asociación Internacional de la Música Popular - Rama Latinoamericana, 2012, Córdoba. Anais do X Congreso de la Asociación Internacional de la Música Popular - Rama Latinoamericana, 2012. p. 16-17.

9.
CONTER, Marcelo B.. A Música no universo das imagens técnicas. In: Congresso Internacional Imagem, Imaginação, Fantasia. Vinte anos sem Vilém Flusser, 2011, Ouro Preto. Caderno de resumos do Congresso Internacional Imagem, Imaginação, Fantasia. Vinte anos sem Vilém Flusser, 2011. v. 1. p. 52-53.

10.
CONTER, Marcelo B.. Devires de Imagem-duração. In: Mostra Unisinos de Iniciação Científica 2008, 2008, São Leopoldo. Anais da Mostra Unisinos de Iniciação Científica 2008, 2008.

11.
CONTER, Marcelo B.; KILPP, Suzana . Audiovisualidades de videoclipes produzidos para a web. In: IV Congreso Panamericano de Comunicación, 2008, Santiago. IV Congreso Panamericano de Comunicación, 2008. v. v.1.

12.
ALMEIDA, E. V. ; CONTER, Marcelo B. . Devires de imagem-duração. In: Salão de Iniciação Científica da UFRGS, 2008, Proto Alegre. Anais do Salão de Iniciação Científica da UFRGS, 2008.

13.
CONTER, Marcelo B.; ALMEIDA, E. V. . Devires de imagem-duração.. In: Mostra Unisinos de Iniciação Científica, 2007, São Leopoldo. CD-ROM da Mostra Unisinos de Iniciação Científica 2007, 2007.

14.
CONTER, Marcelo B.; BORGES, Álvaro Constantino . A traição das imagens. Espelhos, câmeras e imagens especulares em reality shows.. In: Mostra de Iniciação Científica UNISINOS, 2006, São Leopoldo. CD-ROM Mostra de Iniciação Científica UNISINOS, 2006.

15.
CONTER, Marcelo B.. "A traição das imagens". Espelhos, câmeras e imagens especulares em reality shows.. In: XVIII Salão de Iniciação Científica, 2006, Porto Alegre. CD-ROM XVIII Salão de Iniciação Científica UFRGS, 2006.

16.
CONTER, Marcelo B.; BORGES, Álvaro Constantino . A traição das imagens. Espelhos, câmeras e imagens especulares em reality shows.. In: Mostra de Iniciação Científica UNISINOS, 2005, São Leopoldo. CD-ROM resumos Mostra de Iniciação Científica UNISINOS. São Leopoldo: UNISINOS, 2005.

17.
BORGES, Álvaro Constantino ; CONTER, Marcelo B. . A traição das imagens. Espelhos, câmeras e imagens especulares em reality shows.. In: XVII Salão de Iniciação Científica Ufrgs, 2005, Porto Alegre. CD-ROM XVII Salão de Iniciação Científica UFRGS, 2005.

18.
BORGES, Álvaro Constantino ; CONTER, Marcelo B. . A traição das imagens. Espelhos, câmeras e imagens especulares em reality shows.. In: VI Salão de Iniciação Científica PUCRS, 2005, Porto Alegre. CD-ROM VI Salão de Iniciação Científica PUCRS, 2005.

Apresentações de Trabalho
1.
FONSECA, D. F. ; CONTER, Marcelo B. . A paisagem sonora de Grimes: entre programas e afetos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

2.
CONTER, Marcelo B.. Four decades in four tracks: amateurism, autheticity, spirituality and affects of lo-fi music. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

3.
PEREIRA, Demétrio Rocha ; CONTER, Marcelo B. . Dobras maquínicas em Koyaanisqatsi. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

4.
CONTER, Marcelo B.. A máquina abstrata lo-fi. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

5.
CONTER, Marcelo B.. The Shaggs' 'Who Are Parents?': Issues of Gender, Parenthood and Social Reclusion. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

6.
CONTER, Marcelo B.. Guided by noises A semiosfera lo-fi da música pop.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

7.
CONTER, Marcelo B.. Superficialidades da música pop marginal brasileira em vídeos para web. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

8.
CONTER, Marcelo B.. LO-FI NA WEB: o fascínio pelas imagens de baixa definição. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

9.
CONTER, Marcelo B.; DANIEL, C. ; PIMENTA, L. . Mashups audiovisuais para web: para além da linguagem do videoclipe. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

10.
SILVEIRA, M. T. ; ARAÚJO, André ; CONTER, Marcelo B. . O ReVirtual: Retromania e a Memória da Memória da Cultura de Massa. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

11.
CONTER, Marcelo B.; SAIKOSKI, Gabriel . Execuções audiovisuais de 4'33'' em vídeos para web. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

12.
CONTER, Marcelo B.. A Música no universo das imagens técnicas. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

13.
CONTER, Marcelo B.. Da Música observando vídeos para web. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

14.
CONTER, Marcelo B.. Texturas em mutação: a baixa definição dos vídeos para web. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

15.
CONTER, Marcelo B.. Devires de videoclipe no cinema e no vídeo. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

16.
CONTER, Marcelo B.; KILPP, Suzana . Novos construtos de tempos audiovisuais simultâneos no videoclipe. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

17.
CONTER, Marcelo B.; SILVA, A. R. . Aprendizes do Fantasia. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções bibliográficas
1.
MELLO, J. G. ; CONTER, Marcelo B. . A(na)rqueologias das mídias. Curitiba, 2017. (Prefácio, Pósfacio/Apresentação)>.

2.
CONTER, Marcelo B.; PEREIRA, Demétrio Rocha . ARQUEOLOGIA DAS MÍDIAS, ?ANARQUEOLOGIA? E ECOLOGIAS DAS MÍDIAS. Curitiba: Appris, 2017. (Tradução/Artigo).

3.
CONTER, Marcelo B.; PEREIRA, Demétrio Rocha . Cenas visíveis e invisíveis. Paraíba: Marca de Fantsia, 2017. (Tradução/Outra).

4.
CONTER, Marcelo B.. Interview with Benjamin Halligan. Porto Alegre: UFRGS, 2014 (Entrevista).


Produção técnica
Produtos tecnológicos
1.
KILPP, Suzana ; LOPES, Tiago ; CAON, Guillherme ; CONTER, Marcelo B. . Janelas de Flusser e Magritte. 2008.

Trabalhos técnicos
1.
CONTER, Marcelo B.. ebook IX Encontro dos Pesquisadores de Pós-Graduação em Comunicação de Minas Gerais - Ecomig. 2017.

2.
CONTER, Marcelo B.. Relator de trabalho do 26º Encontro da Compós. 2017.

3.
CONTER, Marcelo B.. II Seminário Discente do PPGCOM/UFRGS. 2017.

4.
CONTER, Marcelo B.. Parecer Ad Hoc Revista InTexto. 2016.

5.
CONTER, Marcelo B.. Parecer Ad Hoc Revista Fronteiras. 2016.

6.
CONTER, Marcelo B.. Parecer ad hoc XII Jornada de Iniciação Científica em Comunicação - INTERCOM JR. 2016.

7.
CONTER, Marcelo B.. Parecer Ad Hoc Revista Intexto. 2016.

8.
CONTER, Marcelo B.. IX Encontro dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação de Minas Gerais - ECOMIG. 2016.

9.
CONTER, Marcelo B.. Parecer Ad Hoc Revista Fronteiras. 2016.

10.
CONTER, Marcelo B.. Parecer ad hoc XI Jornada de Iniciação Científica em Comunicação - INTERCOM JR. 2015.

Redes sociais, websites e blogs
1.
CONTER, Marcelo B.. bconter. 2016; Tema: Site pessoal. (Blog).

2.
CONTER, Marcelo B.. Imagem-música. 2010; Tema: Novidades e discussões referentes a pesquisa de mestrado. (Blog).

3.
CONTER, Marcelo B.; SCHNEIDER, C. . GPESC. 2010; Tema: Portal do Grupo de Pesquisa Semiótica e Culturas da Comunicação. (Site).


Demais tipos de produção técnica
1.
CONTER, Marcelo B.; ESTEVES, Cristiane Silva . Projeto Educacional de Verão. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

2.
LEITES, Bruno B. P. ; CONTER, Marcelo B. . Curso de Teorias do (Pós-)Estruturalismo. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

3.
CONTER, Marcelo B.; MELLO, J. G. . A(na)rqueologias das mídias (2a edição). 2016. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

4.
CONTER, Marcelo B.; MELLO, J. G. . A(na)rqueologias das mídias. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

5.
CONTER, Marcelo B.; OLIVEIRA, D. . Anais do XX Encontro Nacional da Compós. 2011. (Anais de Congresso).

6.
CONTER, Marcelo B.; RITTER, M. ; DOMINGOS, A. . Hot Site Cartão Unisinos. 2010. (Website).

7.
CONTER, Marcelo B.. Twitter da Unisinos. 2009. (Website).

8.
CONTER, Marcelo B.; ROSÁRIO, Nísia Martins do ; SPIER, Patrícia ; AGUIAR, Lisiane Machado . Corporalidades Audiovisuais. 2008. (Website).

9.
KILPP, Suzana ; CONTER, Marcelo B. ; ALMEIDA, E. V. . Kilpp Televisão. 2007. (Website).

10.
KILPP, Suzana ; CONTER, Marcelo B. ; BORGES, Álvaro Constantino ; LOESCH, Guilherme Arthur . "A traição das imagens". Espelhos, câmeras e imagens especulares em reality shows.. 2006. (Banco de Imagens Comentadas).


Produção artística/cultural
Música
1.
PEREIRA, Demétrio Rocha ; CONTER, Marcelo B. ; MASCHKE, G. . T5. 2016. Registro Fonográfico.

2.
CONTER, Marcelo B.; LANGE, Paulo H. ; MASCHKE, G. . Salted Crack Caramel. 2016. Registro Fonográfico.

3.
CONTER, Marcelo B.; SAIKOSKI, Gabriel ; SPIER, Patrícia ; DINIZ, Lucas . Applehead. 2010. Registro Fonográfico.

4.
CONTER, Marcelo B.; DINIZ, Lucas ; SPIER, Patrícia . Setenta Vezes Sete. 2008. Audiovisual.

Artes Visuais
1.
CONTER, Marcelo B.; DINIZ, Lucas . Entrevistando (interviewing) Massimo Canevacci. 2008. Vídeo.

2.
CONTER, Marcelo B.. Jaque. 2008. Vídeo.

3.
CONTER, Marcelo B.. JJKM. 2008. Vídeo.

4.
CONTER, Marcelo B.; SPIER, Patrícia ; SAIKOSKI, Gabriel . Musical Dada Baitello. 2008. Vídeo.

5.
CONTER, Marcelo B.; SPIER, Patrícia . Esquizofonie I. 2008. Vídeo.

6.
CONTER, Marcelo B.; REDIN, Mayana ; GÓES, Rodrigo . Cheveteiras. 2008. Vídeo.

7.
CONTER, Marcelo B.; SPIER, Patrícia ; DINIZ, Lucas ; SAIKOSKI, Gabriel . Bonde da Desconstrução. 2008. Vídeo.

8.
CONTER, Marcelo B.; SAIKOSKI NETO, João Doleske . Sobre Tempo. 2005. Vídeo.

9.
ÁVILA, André Pitome ; CONTER, Marcelo B. ; OLIVEIRA, Rodrigo de ; BECK, Matheus Passos . Monólogo. 2004. Vídeo.

10.
CONTER, Marcelo B.; OLIVEIRA, Rodrigo de ; ÁVILA, André Pitome ; BECK, Matheus Passos . Festival Dissonante. 2004. Vídeo.

11.
CONTER, Marcelo B.. Estranhos. 2003. Vídeo.

Outras produções artísticas/culturais
1.
CONTER, Marcelo; ARAUJO, A. C. S. ; PEREIRA, Demétrio Rocha ; MASCHKE, G. ; LANGE, P. H. . Shake The Underground. 2017 (Videoclipe).

2.
CONTER, Marcelo; MASCHKE, G. ; AMARAL, A. ; NUNES, C. ; SARTORI, P. . LABTICS Sessions. 2017 (Performance musical).

3.
CONTER, Marcelo B.; ARAUJO, A. C. S. ; PEREIRA, Demétrio Rocha ; MASCHKE, G. ; LANGE, P. H. . Gentrificators - Apt Kids. 2017 (Disco).

4.
CONTER, Marcelo B.; SARTORI, P. ; AMARAL, A. ; NUNES, C. . Divã Pop. 2016 (Programa de rádio).

5.
CONTER, Marcelo B.. The Gentrificators' State: Province. 2015 (Disco).

6.
CONTER, Marcelo B.. The Gentrificators: The Name Drop Turn. 2015 (Videoclipe).

7.
CONTER, Marcelo B.. The gentrificators: Nylon Strings. 2015 (Videoclipe).

8.
CONTER, Marcelo B.; DINIZ, F. ; SCHNEIDER, C. ; PENKALA, A. P. ; ARAÚJO, André ; SILVA, A. R. ; ZAMBAM, André . Entrevista com Jacinto Lageira. 2011 (Vídeo).

9.
CONTER, Marcelo B.; DINIZ, Lucas ; SAIKOSKI, Gabriel ; SPIER, Patrícia ; BIRCK, Marcelo. . Amostras Grátis e Redundantes. 2009 (Vídeo para web).

10.
CONTER, Marcelo B.; DINIZ, Lucas ; SPIER, Patrícia ; SAIKOSKI, Gabriel . Jaque. 2008.

11.
DINIZ, Lucas ; CONTER, Marcelo B. ; SPIER, Patrícia . Muco do Belô. 2007.

12.
CONTER, Marcelo B.; DINIZ, Lucas ; SAIKOSKI, Gabriel ; SPIER, Patrícia . Apocalíptico e Integrado. 2007.

13.
CONTER, Marcelo B.; DINIZ, Lucas . JJKM. 2006.

14.
CONTER, Marcelo B.. Balsemino as Beck. 2006.

15.
CONTER, Marcelo B.. A Experiência. 2003 (Vídeo Experimental).

Demais trabalhos
1.
CONTER, Marcelo B.. Fórum Social das Migrações. 2005 (Auxiliar de Câmera) .



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
CONTER, M. B.. Participação em banca de Caroline Biehl. Trabalho imaterial e estratégia de viver a vida em busca de afinação: o músico da cena autoral e independente. 2018. Dissertação (Mestrado em Administração) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Qualificações de Mestrado
1.
CASTANHEIRA, J. C. S.; CONTER, Marcelo B.; ROSSINI, M. S.. Participação em banca de Igor Araújo Porto. Paisagens sonoras de baixa fidelidade e opacidade no novo cinema brasileiro. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Comunicação e Informação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

2.
FISCHER, G.; SILVEIRA, F. L.; CONTER, Marcelo B.. Participação em banca de Guilherme Malo Maschke. CARTOGRAFIA DO EXTREMO: RUÍDO E TRANSGRESSÃO NO CINEMA UNDERGROUND. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Comunicação) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
CONTER, M. B.; ARRUDA, M.; ROSÁRIO, Nísia Martins do. Participação em banca de Pedro Mantese Rheinheimer.Minor House - ensaio sobre o punk e a semiótica da cultura. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

2.
CONTER, M. B.; ABREU, L. F.. Participação em banca de Victor Caprioli de Freitas.O mito do exílio no Cavalo de Rodrigo Amarante. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social - Jornalismo) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

3.
SILVA, A. R.; ARAUJO, A. C. S.; ALMEIDA, Gabriela M. R.; CONTER, Marcelo B.. Participação em banca de Bruna Freitas Soria.Andy Wahrol's Exploding Plastic Inevitable with The Velvet Underground and Nico: linguagens, performances e intermidialidade. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

4.
CONTER, Marcelo B.; ROSSINI, M. S.. Participação em banca de Bruno Silveira Bauer.O "D" não é mudo: análise da trilha sonora musical de Django Livre. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

5.
CONTER, Marcelo B.; ALMEIDA, Gabriela. Participação em banca de Juarez Böes de Oliveira.Narrativa seriada na TV e na internet: uma análise de Arrested Development. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

6.
CORNUTTI, Camila; CONTER, Marcelo B.; ZAGO, Gabriela. Participação em banca de Matheus Pairé Rosa.Katylene tv e a identidade homossexual. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.




Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
II Ciclo de palestras do GPESC 2018.II Ciclo de Palestras do GPESC 2018. 2018. (Seminário).

2.
II Jornada do GPESC: Semiótica e Culturas da Comunicação. Porto Alegre: um não-lugar para o vaporwave? Uma revisão lo-fi da música pop e tecnocultura dos anos 1980, 1990 e 2000. 2018. (Congresso).

3.
IV Jornada dos Grupos de Pesquisa em Semiótica. O TIMBRE COMO AFETO NO ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO: Uma abordagem semiótica. 2018. (Congresso).

4.
19th biennial IASPM Conference. porto Alegre: a non-place for vaporwave? a lo-fi revision of 80's, 90's and 2000's pop and technoculture. 2017. (Congresso).

5.
26º Encontro Anual da Compós. ALL STAR, MAS É UM ARTIGO SOBRE SAMPLEAMENTO E NOVAS FORMAS DE DISSEMINAÇÃO DE FANTASMAS FONOGRÁFICOS. 2017. (Congresso).

6.
40º INTERCOM - Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. A vaporização da música. 2017. (Congresso).

7.
I JORNADAS DO GPESC: SEMIÓTICA E CULTURAS DA COMUNICAÇÃO Co. 2017. (Simpósio).

8.
Publicom ? XII Encontro com Autores/Editores de Publicações Recentes sobre Comunicação. A(na)rqueologias das mídias. 2017. (Congresso).

9.
V Comúsica: Congresso de Comunicação & Música. A subjetividade maquínica das cenas musicais independentes brasileiras na era do algoritmo. 2017. (Congresso).

10.
V Comúsica: Congresso de Comunicação & Música. Tendências nas pesquisas em Som. 2017. (Congresso).

11.
Conversas CultPop.Lo-Fi: Música pop em baixa definição. 2016. (Encontro).

12.
I congresso internacional de diálogos interdisciplinares: cultura, comunicação e diversidade no contexto contemporâneo, ii congresso de indústria criativa e iii Seminário internacional de diversidade cultural e inclusão social. Máquinizações do amadorismo na música lo-fi. 2016. (Congresso).

13.
I Encontro de Bolsistas de Iniciação Científica do PPGCOM Unisinos.I Encontro de Bolsistas de Iniciação Científica do PPGCOM Unisinos. 2016. (Encontro).

14.
Keep it simple, make it fast! DIY cultures, spaces and places. The media archaeology of a musical instrument named gatorra. 2016. (Congresso).

15.
Publicom ? XI Encontro com Autores/Editores de Publicações Recentes sobre Comunicação. LO-FI: música pop em baixa definição. 2016. (Exposição).

16.
Simpósio Mapeando Cenas da Música Pop: Cidades, Mediações, Arquivos os.Da retromania à arqueologia nostálgica da mídia: retornos do passado tecnocultural na música eletrônica gaúcha. 2016. (Simpósio).

17.
XXXIX Congresso Brasileiro de Comunicação. Arqueologia da mídia na música eletrônica gaúcha. 2016. (Congresso).

18.
XXXIX Congresso Brasileiro de Comunicação. IJ - Apresentação de trabalhos: Comunicação e Música. 2016. (Congresso).

19.
10º Encontro Nacional de História da Mída. Dobras maquínicas em Koyaanisqatsi. 2015. (Congresso).

20.
18th Biennial IASPM Conference. Four decades in four tracks: amateurism, authenticity, spirituality and affects of lo-fi music. 2015. (Congresso).

21.
IV CoMúsica - Músicas, redes e cenas translocais. A Paisagem sonora de Grimes: entre programas e presença. 2015. (Congresso).

22.
XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. A máquina abstrata lo-fi. 2015. (Congresso).

23.
IASPM-US 2014 Conference. The Shaggs' 'Who Are Parents?': Issues of Gender, Parenthood and Social Reclusion. 2014. (Congresso).

24.
The Force of Aesthetics: Power, Imagination, Affects: An International Conference. 2014. (Seminário).

25.
11ª Semana da Imagem na Comunicação.Superficialidades da música pop marginal brasileira em vídeos para web. 2013. (Simpósio).

26.
17th Biennial Conference of IASPM. Superficialities of Brazilian marginal music in web videos. 2013. (Congresso).

27.
Publicom ? VI Encontro com Autores/Editores de Publicações Recentes sobre Comunicação. Imagem-música em vídeos para web. 2013. (Exposição).

28.
XXXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. ?Guided by noises? ? A semiosfera lo-fi da música pop. 2013. (Congresso).

29.
Aula Aberta Comunicação Digital - O Corpo é a Interface. 2012. (Encontro).

30.
Semana da Comunicação.Retromania e o fim das vanguardas. 2012. (Encontro).

31.
VI Simpósio Internacional da ABCiber.O ReVirtual: Retromania e a Memória da Memória da Cultura de Massa. 2012. (Simpósio).

32.
XXXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Mashups audiovisuais para web: para além da linguagem do videoclipe. 2012. (Congresso).

33.
20º COMPÓS: Encontro Anual da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Comunicação. 2011. (Encontro).

34.
Congresso Internacional Imagem, Imaginação, Fantasia. Vinte anos sem Vilém Flusser.. A Música no universo das imagens técnicas. 2011. (Congresso).

35.
Semana da Comunicação.Lo-Fi na web: o fascínio pelas imagens de baixa definição. 2011. (Encontro).

36.
XXXIV INTERCOM - Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Da Música observando vídeos para web. 2011. (Congresso).

37.
Em dia com a pesquisa. 2010. (Encontro).

38.
Epistemologia da Ciência e o Desenvolvimento do Conhecimento. 2010. (Seminário).

39.
Imagem e Tecnologias da Representação: Comunicação, Arte e Design. 2010. (Seminário).

40.
John Cage: La escucha oblicua. 2010. (Encontro).

41.
Miles Davis e Jazz: uma história. 2010. (Encontro).

42.
Peut-on parler de télévision culturelle?. 2010. (Encontro).

43.
XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Texturas em mutação: a baixa definição dos vídeos para web. 2010. (Congresso).

44.
E-mail marketing Brasil 2009. 2009. (Encontro).

45.
Hiperciclo. Coletivo Concerto Grosso. 2009. (Exposição).

46.
CineEsquemaNovo.Exibição do curta Entrevistando Massimo Canevacci e sessão de debate. 2008. (Outra).

47.
Como roubar sem copiar no processo de criar um espaço musical na cena teatral. 2008. (Oficina).

48.
Fronteiras do Pensamento. 2008. (Seminário).

49.
IHU Idéias - Isto não é uma janela. 2008. (Encontro).

50.
I Simpósio Internacional Rever Flusser. 2008. (Simpósio).

51.
IV coMcult - Congresso Internacional de Comunicação, Cultura e Mídia. Novos construtos de tempos audiovisuais simultâneos no videoclipe. 2008. (Congresso).

52.
IV Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura.Devires de videoclipe no cinema e no vídeo. 2008. (Encontro).

53.
Mostra APTC Cinema Gaúcho. Entrevistando Massimo Canevacci. 2008. (Exposição).

54.
Audição Comentada: A expressão musical da fé em Bach e em Mozart. 2006. (Encontro).

55.
Cem anos de Jazz. 2006. (Outra).

56.
Encontros de Ética: Os Simpsons e a ética: consensos e dissensos. 2006. (Encontro).

57.
XXIX Congresso Intercom. Aprendizes do Fantasia1. 2006. (Congresso).

58.
Metamorfoses da Cultura Contemporânea. 2005. (Seminário).

59.
11ª Expocom - Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação. Agência Experimental de Comunicação / Jornalismo. 2004. (Exposição).

60.
CineEsquemaNovo.Exibição do curta Estranhos sessão de debate. 2004. (Outra).

61.
Goiânia Mostra Curtas.Exibição do curta Estranhos. 2004. (Outra).

62.
Gramado Cine Vídeo.Exibição do curta Estranhos. 2004. (Outra).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
CONTER, Marcelo B.. 19th Biennial IASPM conference (composição e coordenação de mesa). 2017. (Congresso).

2.
CONTER, Marcelo B.; AMARAL, A. ; SARTORI, P. ; NUNES, C. G. . V CoMúsica - Congresso Nacional de Comunicação e Música. 2017. (Congresso).

3.
CONTER, Marcelo B.. 40º INTERCOM - Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (coordenação de mesa). 2017. (Congresso).

4.
CONTER, Marcelo B.. Simpósio mapeando cenas da música pop: cidades, mediações, arquivos. 2016. (Congresso).

5.
CONTER, Marcelo B.. 17th Bienninal Conference of IASPM (coordenador de mesa). 2013. (Congresso).

6.
CONTER, Marcelo B.; LIESENBERG, S. ; CORNUTTI, Camila ; VELOSO, Pedro . Semana da comunicação - What is the brother? Celebrificação na web. 2011. (Outro).

7.
CONTER, Marcelo B.. XX Encontro Anual da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Comunicação. 2011. (Congresso).

8.
CONTER, Marcelo B.. Mostra de Iniciação Científica (Coordenação de Sessão). 2007. (Outro).

9.
CONTER, Marcelo B.. Mostra de Iniciação Científica (Coordenador de Sessão). 2006. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Monografias de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1.
Conrado Alencastro Bueno. A prática da atividade física intitulada Crossfit sobre a perspectiva do conceito de sociedade de desempenho de autoria de Byung-Chul Han.. Início: 2018. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Saúde Coletiva) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. (Orientador).

Iniciação científica
1.
Gabriel Fagundes Gularte. O timbre como afeto no rock independente brasileiro: uma abordagem semiótica. Início: 2018 - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).

2.
Ingrid Cristina Pontes Luz. O TIMBRE COMO AFETO NO ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO Uma abordagem semiótica. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Integrado em Áudio e Vídeo) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Instituto Federal do Rio Grande do Sul. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Miguel do Canto Soll. OH BLUE COME FORTH: a imagem heautônoma de Blue e a estética Queer de Derek Jarman. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientador: Marcelo Bergamin Conter.

2.
Daniela Fischer Fonseca. Paisagens sonoras etéreas: o dreampop sob a perspectiva das Materialidades da Comunicação. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientador: Marcelo Bergamin Conter.

3.
Camila Daniel. Territórios sonoros de significação: o som enquanto estratégia de comunicação para as organizações. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientador: Marcelo Bergamin Conter.

4.
Demétrio Rocha Pereira. Minimalismo no cinema: contribuição para um entendimento semiótico da expressividade musical. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Jornalismo) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientador: Marcelo Bergamin Conter.

Iniciação científica
1.
Northon da Silva Lara. A VAPORIZAÇÃO DA MÚSICA POP: Arqueologia midiática e assombração fonográfica no vaporwave brasileiro. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Integrado em Áudio e Vídeo) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. Orientador: Marcelo Bergamin Conter.

2.
Ingrid Cristina Pontes Luz. A VAPORIZAÇÃO DA MÚSICA POP: Arqueologia midiática e assombração fonográfica no vaporwave brasileiro. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Integrado em Áudio e Vídeo) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. Orientador: Marcelo Bergamin Conter.



Educação e Popularização de C & T



Cursos de curta duração ministrados
1.
CONTER, Marcelo B.; MELLO, J. G. . A(na)rqueologias das mídias. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

2.
CONTER, Marcelo B.; ESTEVES, Cristiane Silva . Projeto Educacional de Verão. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

3.
LEITES, Bruno B. P. ; CONTER, Marcelo B. . Curso de Teorias do (Pós-)Estruturalismo. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

4.
CONTER, Marcelo B.; MELLO, J. G. . A(na)rqueologias das mídias (2a edição). 2016. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).



Outras informações relevantes


Candidato habilitado (1º lugar) pelo concurso público para professor EBTT do IFRS, vaga produção fonográfica, edital nº 13, 22 de fevereiro de 2017.

Candidato habilitado (2º lugar) pelo processo seletivo de professor substituto da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, UFRGS, fevereiro de 2015;

Realizou aulas particulares de guitarra, jazz e sistema tonal com Carlo Pianta (2/2008 - 10/2010).



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