Nashla Aline Dahas Gomozias

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  • Última atualização do currículo em 11/12/2018


Doutora em História Social pelo Programa de Pós Graduação da UFRJ, mestre em História Política pelo Programa de Pós Graduação da UERJ, e graduada e licenciada em História pela UERJ. Possui experiência em salas de aula do Ensino Superior e na área de pesquisa, tendo trabalhado com produção de material didático, produção e edição de artigos de divulgação em História e Ciências Humanas de maneira geral. Entre 2016 e 2017 exerceu o cargo de professora substituta no departamento de História da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e atualmente é pós doutoranda no Programa de Pós Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), sob supervisão da professora Mariana Joffily (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Nashla Aline Dahas Gomozias
Nome em citações bibliográficas
DAHÁS, Nashla.


Formação acadêmica/titulação


2011 - 2015
Doutorado em História Social.
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Título: AS ESQUERDAS RADICAIS NO BRASIL E NO CHILE: PENSAMENTO POLÍTICO, HISTÓRIA E MEMÓRIA NOS ANOS DE 1960 E 1970, Ano de obtenção: 2015.
Orientador: Maria Paula Nascimento Araújo.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Organização Marxista Política Operária; Movimiento de Izquierda Revolucionaria; Revolução; golpe-militar; história e memória.
2008 - 2010
Mestrado em História Política.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Título: O Comício da Central do Brasil: Trabalhismo e Luta POlítica através da imprensa no Brasil. (1961-1964).,Ano de Obtenção: 2010.
Orientador: Prof. Eliane Garcindo.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Trabalhismo; História; Comício da Central, Trabalhismo, João Goulart.
2007 - 2009
Especialização em Pós Graduação Lato Sensu em História do Brasil.
Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Título: Trabalhismo e crise política no comício da Central (1961-1964).
Orientador: Prof. Jorge Ferreira.
2003 - 2007
Graduação em História.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Título: O Comício da Central e o governo João Goulart (1961-1964).
Orientador: Edgard Leite.


Pós-doutorado


2017
Pós-Doutorado.
Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Grande área: Ciências Humanas


Formação Complementar


2016 - 2016
Extensão universitária em Gênero, subjetividades e emoções. (Carga horária: 60h).
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.
Vínculo institucional

2018 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Professora colaboradora, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Entre agosto de 2018 e dezembro do mesmo ano, ministrarei a disciplina História Oral, memória e tempo presente no Programa de Pós-Graduação em História da UDESC, ao lado da professora Dra. Cristiani Bereta.

Vínculo institucional

2017 - Atual
Vínculo: Pós Doutoranda, Enquadramento Funcional: Professora Colaboradora
Outras informações
Estágio pós doutoral sob supervisão da prof. dra. Mariana Joffily


Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - 2017
Vínculo: Professor Substituto, Enquadramento Funcional: Professor da disciplina Hist. Contemporânea I

Vínculo institucional

2016 - 2017
Vínculo: Professor Substituto, Enquadramento Funcional: Professor da disciplina Hist.Contemporânea II

Vínculo institucional

2016 - 2016
Vínculo: Professor Substituto, Enquadramento Funcional: Professor de Tópico em Justiça de Transição
Outras informações
Professor da disciplina Tópico Especial: O global e o local na aplicação da Justiça de Transição na América Latina.

Vínculo institucional

2016 - 2016
Vínculo: Professor Substituto, Enquadramento Funcional: Professor da disciplina Hist. Econômica Geral


Revista de História da Biblioteca Nacional, RHBN, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - 2015
Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Outras informações
São atribuições de meu cargo de Pesquisador na RHBN: organizar e acompanhar a produção de dossiês e especiais, avaliar propostas de artigos, redigir e revisar artigos para o SITE, redigir uma resenha por mês, elaborar pauta de iconografia dos textos da edição, redigir legendas de texto, redigir textos eventuais para a revista, fazer traduções eventuais para a revista, e fazer a leitura crítica de artigos submetidos à publicação.


Centro Universitário Carioca, UNICARIOCA, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - 2015
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor da disciplina Antropologia Cultural

Vínculo institucional

2011 - 2015
Vínculo: Professor Assistente, Enquadramento Funcional: Prof. da disciplina Geopolítica e Comunicação

Vínculo institucional

2011 - 2015
Vínculo: Professor Assistente, Enquadramento Funcional: Professor de Sociedade Contemporânea


Arquivo Nacional, AN, Brasil.
Vínculo institucional

2006 - 2006
Vínculo: bolsista, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 20
Outras informações
Participei como estagiária do projeto "A História Luso-brasileira" no Arquivo Nacional.

Atividades

7/2006 - 10/2006
Estágios , Pesquisa, .

Estágio realizado
história luso-brasileira.

Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas estaduais, SINTUPERJ, Brasil.
Vínculo institucional

2007 - 2008
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor do pré-vestibular comunitário


Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Vínculo institucional

2008 - 2010
Vínculo: Bolsista CAPES, Enquadramento Funcional: Mestranda, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Durante a pesquisa de mestrado analisei o acontecimento do dia 13 de março de 1964: um comício realizado em Praça pública e comandado pelo então presidente João Goulart, que ganhou enorme repercussão no campo político, na grande imprensa e na sociedade civil. Num contexto de fortes demandas sociais, crescente politização popular e polarização política e social, o comício da Central explora a construção de novos espaços políticos e ocorre em nome da ampliação democrática. Resgata a dimensão excludente do sistema político-partidário representativo e os impasses gerados pela intensificação do conflito de classes no Brasil. Entre possibilidades e ameaças geradas pelo acontecimento, o jogo político se redimensiona e as diversas forças políticas e sociais, internas e externas, reunidas na oposição ao trabalhismo levam a conspiração golpista à prática da destituição do governo Goulart.

Vínculo institucional

2005 - 2006
Vínculo: bolsista de iniciação científi, Enquadramento Funcional: aluno, Carga horária: 20
Outras informações
Participei como bolsista de iniciação científica do projeto: "A trajetória política de Roberto da Silveira: trabalhismo e nac ionalismo entre 1950 e 1964", coordenado pelo professor Oswaldo Munteal.

Atividades

02/2006 - 03/2007
Pesquisa e desenvolvimento , Graduação em História, .

Linhas de pesquisa
HIstória Política

Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Doutoranda
Outras informações
O tema central desta pesquisa é o pensamento político revolucionário na América Latina durante os anos de 1960 e 1970. Especificamente, tratamos da história e da memória da Organização Revolucionária Marxista Politica Operária (ORM-Polop), criada oficialmente no Brasil em janeiro 1961 durante período de instabilidade política, e do Movimiento de Izquierda Revolucionaria (MIR), criado no Chile cerca de quatro anos depois, durante o governo Democrata Cristão de Eduardo Frei Montalva. A análise é deflagrada a partir de um conjunto documental que inclui os textos político-partidários, a produção intelectual da militância, bibliografia sobre as organizações, e obras de natureza testemunhal, com destaque para os acervos digitalizados pelo Centro de Estudos Victor Meyer, no caso da Polop, e pelo Centro de Estudos Miguel Enríquez, no caso do MIR. Levando em consideração o contexto político e social em que atuaram até a interrupção promovida pelos golpes militares nos dois países, assim como as respectivas tradições do pensamento de esquerda, a análise discute aspectos como a originalidade da interpretação nacional e latino-americana defendida por Polop e MIR, o ideário da revolução socialista no continente e o debate sobre a luta armada. Por fim, apontamos algumas especificidades dos caminhos trilhados pela memória radical das duas organizações.



Linhas de pesquisa


1.
HIstória Política


Projetos de pesquisa


2017 - Atual
Política e sociabilidades: memórias da ditadura militar no Brasil e processos de subjetivação
Descrição: O objetivo deste projeto é mapear e analisar as memórias das esquerdas dos anos de 1970 no Brasil, a partir das diversas formas de apropriação, incorporação e usos em diferentes campos de elaboração de narrativas e subjetividades ao longo desses quase 50 anos. Tanto no campo do Estado e suas políticas públicas, quanto no dos movimentos sociais - em suas formas de reconstruir e lidar com as memórias de conflito do passado recente-, buscaremos compreender especialmente a presença e o sentido das questões de gênero, identidades e estratégias de resistência..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2015
AS ESQUERDAS RADICAIS NO BRASIL E NO CHILE: PENSAMENTO POLÍTICO, HISTÓRIA E MEMÓRIA NOS ANOS DE 1960 E 1970
Descrição: O tema central deste trabalho é o pensamento político revolucionário na América Latina durante os anos de 1960 e 1970. Especificamente, tratamos da história e da memória da Organização Revolucionária Marxista Politica Operária (ORM-Polop), criada oficialmente no Brasil em janeiro 1961 durante período de instabilidade política, e do Movimiento de Izquierda Revolucionaria (MIR), criado no Chile cerca de quatro anos depois, durante o governo Democrata Cristão de Eduardo Frei Montalva. A análise é deflagrada a partir de um conjunto documental que inclui os textos político-partidários, a produção intelectual da militância, bibliografia sobre as organizações, e obras de natureza testemunhal, com destaque para os acervos digitalizados pelo Centro de Estudos Victor Meyer, no caso da Polop, e pelo Centro de Estudos Miguel Enríquez, no caso do MIR. Levando em consideração o contexto político e social em que atuaram até a interrupção promovida pelos golpes militares nos dois países, assim como as respectivas tradições do pensamento de esquerda, a análise discute aspectos como a originalidade da interpretação nacional e latino-americana defendida por Polop e MIR, o ideário da revolução socialista no continente e o debate sobre a luta armada. Por fim, apontamos algumas especificidades dos caminhos trilhados pela memória radical das duas organizações..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .
Integrantes: Nashla Aline Dahas Gomozias - Coordenador.
Número de produções C, T & A: 4
2008 - 2010
O Comício da Central: trabalhismo e luta política através da imprensa no Brasil. (1961-1964)
Descrição: Em 13 de março de 1964 um comício realizado em Praça pública e comandado pelo então presidente João Goulart ganhou enorme repercussão no campo político, na grande imprensa e na sociedade civil. Era a expressão de um conflito deflagrado com a posse de Goulart, em agosto/setembro de 1961, e acirrado a partir das tentativas de parte do Executivo de viabilizar o trabalhismo enquanto projeto político nacional. Sem obter a maioria no Congresso Nacional, o governo cria o chamado comício da Central do Brasil como uma estratégia de mobilização da opinião pública com a finalidade de pressionar as forças parlamentares a aprovarem as reformas, além de, com isso, alterar a relação de forças estabelecida no Congresso. Num contexto de fortes demandas sociais, crescente politização popular e polarização política e social, o comício da Central explora a construção de novos espaços políticos e ocorre em nome da ampliação democrática. Resgata a dimensão excludente do sistema político-partidário representativo e os impasses gerados pela intensificação do conflito de classes no Brasil. Entre possibilidades e ameaças geradas pelo acontecimento, o jogo político se redimensiona e as diversas forças políticas e sociais, internas e externas, reunidas na oposição ao trabalhismo levam a conspiração golpista à prática da destituição do governo Goulart. Durante o governo, entre 1961 e 1964, os periódicos se destacam como meios de comunicação de maior alcance, além profundamente engajados no conflito político. Desse modo, o espaço da imprensa constitui um campo de luta privilegiado na disputa pela conquista da opinião pública e os seus principais atores tornam-se também sujeitos do processo político. Essas e outras razões contribuem para a compreensão e utilização da imprensa da época como fonte e objeto de estudo imprescindível na conjuntura política dos anos de 1960. Espera-se que o enfrentamento das questões que envolveram esse passado político recente contribua para que a memória histórica resgate, como elemento de reflexão e alternativa política real, a possibilidade constitucional de reformar as instituições. Além disso, busca-se trazer novas questões ao debate histórico-político que oferece à consciência política nacional cada vez mais elementos para reconhecer, identificar e denunciar os argumentos e as forças que, vez ou outra, atuam no sentido de postergar a implantação de uma democracia mais ampla e estável no Brasil..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Nashla Aline Dahas Gomozias - Coordenador.
Número de produções C, T & A: 3


Idiomas


Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem.
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
DAHÁS, Nashla.2018DAHÁS, Nashla.. MEMÓRIAS RADICAIS PARA A AMÉRICA LATINA CONTEMPORÂNEA. O FUTURO PASSADO DAS ESQUERDAS REVOLUCIONÁRIAS. Revista Latino-Americana de História, v. 8, p. 226-246, 2018.

2.
DAHÁS, Nashla.2016DAHÁS, Nashla.. Política e espaço público no Rio de Janeiro dos anos de 1960 Em meio às conspirações golpistas, comício em praça pública tornou-se símbolo de radicalização.. Revista do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, v. n.10-11, p. 451-468, 2016.

3.
Munteal, Oswaldo2006Munteal, Oswaldo ; DAHÁS, Nashla. . Academicos e letrados na crise do Antigo Regime luso-brasileiro - século XVIII. INTELLÈCTUS (UERJ. ONLINE), Rio de Janeiro, v. 1, p. 1-23, 2006.

4.
Munteal, Oswaldo2005Munteal, Oswaldo ; DAHÁS, Nashla. . Luchino Visconti: visão de mundo e visão de história. COMUM (FACHA), Rio de Janeiro, v. 11, n.nº25, p. 157-165, 2005.

Capítulos de livros publicados
1.
DAHÁS, Nashla.. O Movimiento de Izquierda Revolucionaria do Chile e a construção de uma memória radical para a América Latina. In: Janaína Martins Cordeiro; Isabel Cristina Leite; Diego Omar da Silveira; Daniel Aarão Reis. (Org.). À sombra das ditaduras. Brasil e América Latina. 1ºed.Rio de Janeiro: MAUAD Editora, 2014, v. , p. 182-199.

Textos em jornais de notícias/revistas
1.
DAHÁS, Nashla.. Resenha média de 'Bases do autoritarismo brasileiro', de Simon Schwartzman. Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, p. 94 - 94.

2.
DAHÁS, Nashla.. Resenha média de 'Democracia e estado de exceção: transição e memória política no Brasil e na África do Sul', de Edson Teles.. Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, p. 94 - 94.

3.
DAHÁS, Nashla.. Resenha pequena de 'Abrir a História. Novos olhares sobre o século XX francês', de Jean-Fraçois Sirinelli. Revista de História da Biblioteca Nacional, p. 95 - 95.

4.
DAHÁS, Nashla.. Resenha de FERREIRA, Jorge, GOMES, Ângela de Castro. 1964: O golpe que derrubou um presidente pôs fim ao regime democrático e instituiu a ditadura no Brasil. Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, p. 92 - 92.

5.
DAHÁS, Nashla.. 'Os indesejáveis'. Resenha grande de bibliografia selecionada sobre o antissemitismo nas Américas. Revista de História da Biblioteca Nacional, p. 94 - 94.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
DAHÁS, Nashla.. POLÍTICA E SOCIABILIDADES NO PROCESSO DE REDEMOCRATIZAÇÃO NO BRASIL. In: III Seminário Internacional História do Tempo Presente, 2017, Florianópolis. III Seminário Internacional História do Tempo Presente, 2017.

2.
DAHÁS, Nashla.. POLÍTICA E SOCIABILIDADES: MEMÓRIAS DA DITADURA MILITAR NO BRASIL E PROCESSOS DE SUBJETIVAÇÃO. In: VIII Semana Acadêmica de História ? 'Desafios históricos: embates, traumas e práticas'. VOL. 8, N.1 (2017). ANAIS DA SEMANA ACADÊMICA DE HISTÓRIA (FAED-UDESC) ISSN: 2316-8773. De 02 a 06 de Outubro de 2017., 2017, Florianópolis. Anais da VIII Semana Acadêmica de História ? "Desafios históricos: embates, traumas e práticas". VOL. 8, N.1 (2017). ANAIS DA SEMANA ACADÊMICA DE HISTÓRIA (FAED-UDESC) ISSN: 2316-8773. De 02 a 06 de Outubro de 2017., 2017. v. 8.

3.
DAHÁS, Nashla.. Violência e Política na estrutura discursiva das esquerdas brasileiras entre as décadas de 1960 e 70. In: XXIII Encontro Estadual de História. ANPUH-SP, 2016, Assis-SP. XXIII Encontro Estadual de História. História. Porquê e para quem?, 2016.

4.
DAHÁS, Nashla.. Do comício ao golpe: uma apresentação dos quinze dias que marcaram o auge da radicalização política brasileira nos anos de 1960. In: VIII Simpósio de História - Estado, Poder e violência., 2011, Rio de Janeiro. VIII Simpósio de História. Estado, Poder e Violência, 2011.

5.
DAHÁS, Nashla.. Democracia, direitos sociais e radicalização política no pré-golpe. Brasil 13/03 a 01/04/1964. In: VI Fórum de debates povos e culturas das Américas, 2011, Rio de Janeiro. VI Fórum de debates Povos e culturas das Américas Cidades em debate: Economia - Meio Ambiente e Etnicidade, 2011.

6.
DAHÁS, Nashla.. Brasil e Chile em perspectiva: a construçãod a memória social dos governos de João Goulart e Salvador Allende. In: VI Semana de História Política - III Seminário Nacional de História: Política e Cultura e Política e Sociedade, 2011, Rio de Janeiro. VI Semana de História Política - III Seminário Nacional de História: Política e Cultura e Política e Sociedade, 2011.

7.
DAHÁS, Nashla.. O comício da Central: Radicalização e crise política através da imprensa no Brasil - 1961-1964. In: II Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas. Sistemas de Poder - Pluriculturalidade e Integração, 2010, Rio de Janeiro. II Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas - Sistemas de Poder Pluriculturalidade e Integração -, 2010.

8.
DAHÁS, Nashla.. O Comício da Central do Brasil: os caminhos do trabalhismo e a luta política no governo João Goulart. In: V Semana de História Política / II Seminário Nacional de História: Política e Cultura e Política e Sociedade, 2010, Rio de Janeiro. Anais da V Semana de História Política. II Seminário Nacional de História. Política e Cultura e política e Sociedade., 2010. p. 581-591.

9.
DAHÁS, Nashla.. comício da Central: a luta trabalhista e a crise política no Brasil. In: VI Simpósio de História ? Revoluções, Repúblicas e Utopias, 2009, Rio de Janeiro. Anais do VI Simpósio de História: Revoluções, Repúblicas e Utopias, 2009.

10.
DAHÁS, Nashla.. O Comício da Central do Brasil e a radicalização trabalhista em 13 de março de 1964. In: III Semana de História Política, 2008, Rio de Janeiro. III Semana de História Política, 2008.

Artigos aceitos para publicação
1.
DAHÁS, Nashla.; SCHMITT, E. . Autoritarismo e democracia em perspectiva: o golpe de 1964 no Brasil através da imprensa colombiana. Saeculum (UFPB), 2018.

Apresentações de Trabalho
1.
DAHÁS, Nashla.. 'As sufragistas' . Debate promovido pelo Programa de Educação Tutorial de Serviço Social da UFSC.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

2.
DAHÁS, Nashla.. POLOP e MIR: perspectivas radicais da esquerda lati no americana. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

3.
DAHÁS, Nashla.. Historiografia e Memória do golpe de 1964 no Brasil. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Outras produções bibliográficas
1.
DAHÁS, Nashla.. A pena e o capital. Economia globalizada coincide com encarceramento em massa das classes populares nas Américas. 2015 (Artigo publicado em periódico de grande circulação).

2.
DAHÁS, Nashla.. Miragens de democracia. Transição ?consensual? pós-ditadura resultou em regime com heranças autoritárias, que ainda precisam ser (re)conhecidas 2015 (Artigo publicado em periódico de grande circulação).

3.
DAHÁS, Nashla.. Laboratório de Revolução. Contra a política de conciliação do PCB, esquerda radical defendia ruptura com o sistema, mas foi silenciada pela história 2015 (Artigo publicado em periódico de grande circulação).

4.
DAHÁS, Nashla.. A força das circunstâncias Da Era Vargas à redemocratização, as definições de direita e esquerda estiveram marcadas pela falta de liberdade política e pelo ideal de desenvolvimento 2014 (Artigo publicado em site de periódico).

5.
DAHÁS, Nashla.. O voto em pauta. O comparecimento obrigatório às urnas, definido pelo Código eleitoral de 1965, não entrou em discussão após a redemocratização 2014 (Artigo publicado em periódico de grande circulação).

6.
DAHÁS, Nashla.. O poder de punir 2013 (Artigo publicado em site de periódico).

7.
DAHÁS, Nashla.. O capitalismo como religião. Resenha.. São Paulo: Boitempo Editorial, 2013 (Publicação de resenha em site de editora).

8.
DAHÁS, Nashla.. Sangue puro latino. Nazistas da América tropical perseguiram judeus, mas preconceito também atingiu outros grupos em cada um dos países 2013 (Artigo publicado em periódico de grande circulação).

9.
DAHÁS, Nashla.. Chile tenta reescrever o passado 2012 (Artigo publicado em site de periódico).

10.
DAHÁS, Nashla.. Abaixo o silêncio 2012 (Publicação de artigo em site institucional de periódico).


Produção técnica
Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
DAHÁS, Nashla.. como surgiu o feminismo e o legado dos movimentos para atualidade. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

2.
DAHÁS, Nashla.. Redemocratização: Bate-papo Ponto Com debate sobre momento histórico Historiadora analisa o fim do regime militar em 1985 e a atual situação política do país. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

3.
PINTO, A. C. ; DAHÁS, Nashla. . Antônio Costa Pinto. Lições da ruptura. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

4.
DAHÁS, Nashla.; GARCIA, Bruno . Rachel Soihet. Divididas para avançar. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

5.
DAHÁS, Nashla.. Maria Rita Kehl. Dossiê feminismos.. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

6.
DAHÁS, Nashla.. Christian Dunker. Nas frestas do condomínio. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

7.
DAHÁS, Nashla.. Os precedentes políticos que culminaram no golpe militar em 1964. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

8.
DAHÁS, Nashla.. Dossiê sobre ditaduras brasileiras é apresentado na Nacional do Rio Nashla Dahas detalhou o dossiê da Revista de História da Biblioteca Nacional no Redação Nacional. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

9.
DAHÁS, Nashla.. Drogas no Brasil: uso e política de repressão vêm desde período colonial Dossiê organizado pela historiadora Nashla Dahas para a Revista de História da Biblioteca Nacional apresenta panorama sobre drogas no País. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

10.
SOARES, L. E. ; DAHÁS, Nashla. . Luiz Eduardo Soares. Hora de tirar a farda. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

Redes sociais, websites e blogs
1.
DAHÁS, Nashla.; SARAIVA, D. L. ; GOMES, P. C. . colaboradora do site https://www.historiadaditadura.com.br/. 2018; Tema: Mapeamento e difusão de pesuisas sobre a história da ditadura militar (1964-1985). (Site).


Demais tipos de produção técnica
1.
DAHÁS, Nashla.. ?Os arquivos da ditadura militar e o Tempo Presente no Brasil?. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

2.
DAHÁS, Nashla.. Trabalho de formação continuada com professores de anos iniciais de ensino fundamental da rede municipal de ensino. 2018. .

3.
DAHÁS, Nashla.. Autonomia e empoderamento de mulheres (Livro). 2018. (Emissão de Parecer).

4.
DAHÁS, Nashla.. Estilhaços do espelho: historiografia contemporânea e as variações de escala de análise no processo de fragmentação histórica. 2018. (Emissão de Parecer).

5.
DAHÁS, Nashla.. Parecerista da terceira edição da Revista Hydra, revista eletrônica do programa de pós-graduação em História da Universidade Federal de São Paulo.. 2017. (Emissão de Parecer).

6.
DAHÁS, Nashla.. Produção de parecer ad-hoc para a Temporalidades - Revista Discente do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG. 2016. (Parecer).

7.
DAHÁS, Nashla.. emissão de um parecer para a Revista História (São Paulo), em um artigo avaliado para publicação no volume 35/2016 desta revista.. 2016. (Emissão de um parecer para a Revista História (São Paulo)).

8.
DAHÁS, Nashla.; TRINTA, Nataraj . Feminismos. Modos de pensar, modos de fazer. 2015. (Organização de dossiê impresso).

9.
DAHÁS, Nashla.. Homossexualidades. Da perseguição à luta por igualdade. 2015. (Organização de dossiê impresso).

10.
DAHÁS, Nashla.. Como nos tornamos o país da punição. 2015. (Organização de dossiê impresso).

11.
DAHÁS, Nashla.. Brasil de todas as drogas. 2014. (Organização de Dossiê impresso).

12.
DAHÁS, Nashla.. Ditaduras. O caso sério do Brasil com o autoritarismo. 2014. (Organização de dossiê).

13.
DAHÁS, Nashla.. Guerrilheiros. Armas contra a ditadura. 2013. (Organização de dossiê impresso).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Teses de doutorado
1.
FLORES, M. B. R.; PIAZZA, M. F. F.; MACHADO, R.; DAHÁS, Nashla.. Participação em banca de Marcos Luã Freitas. O entre-lugar de um pensamento próprio. Filosofia da história na obra do intelectual índio boliviano Fausto reinaga (1940-1991). 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em História da UFSC) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Qualificações de Mestrado
1.
FALCAO, L. F.; CUBAS, C.; DAHÁS, Nashla.. Participação em banca de Alan Evaristo Mengarda. Ser operário em Timbó na década de 1980: contribuições da igreja católica e o Partido dos Trabalhadores (PT). 2018. Exame de qualificação (Mestrando em História) - Programa de Pós Graduação em História da UDESC.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
VEIGA, A. M.; GARCIA, K. P.; DAHÁS, Nashla.. Participação em banca de Thaís Machado."Dos porões da ditadura para a sociedade: mulheres catarinenses na Comissão Estadual da Verdade". 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.




Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
1968 e o Sul global. História, memória e acervos.Escritos de Ruy Mauro Marini no ano de 1968: reflexões sobre o Brasil e a América Latina de uma perspectiva global. 2018. (Seminário).

2.
2013: cinco anos de junho.?Os grandes eventos e a militarização da vida. Permanências, impasses e vicissitudes entre democracia e autoritarismo no Brasil?. 2018. (Encontro).

3.
4º Simpósio Eletrônico Internacional de Ensino de História.ENTRE GOLPES: DITADURA, ENSINO DE HISTÓRIA E TEMPO PRESENTE. 2018. (Simpósio).

4.
Aula Pública do Semestre de 2018.1 intitulada ?O Golpe de Ontem é o Golpe de Hoje? do Centro Acadêmico de Relações Internacionais da UFSC.O golpe de ontem é o golpe de hoje?. 2018. (Outra).

5.
III Jornadas do legh. Feminismo e Democracia.Os impasses das memórias revolucionárias de gênero no Chile. Um debate a partir do documentário 'La flaca Alejandra'. 2018. (Outra).

6.
Mesa Redonda "Crítica à Razão Acadêmica. O academicismo e a alienação na Universidade Brasileira"..Crítica à Razão Acadêmica. O academicismo e a alienação na Universidade Brasileira".. 2018. (Encontro).

7.
VI Congresso Internacional do Núcelo de Estudos das Américas. Coordenadora do Simpósio POL-8 Democracias e resistências na América Latina Contemporânea. 2018. (Congresso).

8.
Curso Politicas de la memoria y usos del pasado en Europa oriental y en Rusia después de la caida del Muro de Berlin. 2017. (Outra).

9.
III Seminário Internacional História do Tempo Presente.Política e sociabilidades no processo de redemocratização no Brasil. 2017. (Seminário).

10.
I Seminário de Ensino de História das Escolas Públicas da Grande Florianópolis.Política, gênero e educação. Críticas aos mecanismos coercitivos do Estado. 2017. (Oficina).

11.
VIII Semana Acadêmica de História Desafios Históricos: Embates, traumas e práticas.Política e sociabilidades: memórias da ditadura militar no Brasil e processos de subjetivação. 2017. (Outra).

12.
2º Jornada do Laboratório de Estudos de Gênero e história da UFSC.A narrativa da Revolução no tempo dos movimentos feministas e suas sensibilidades políticas. 2016. (Outra).

13.
V Encontro de Pesquisa em História da UFMG ? Brasil em perspectiva: passado e presente,.Apropriações da memória radical brasileira a partir do processo de redemocratização. 2016. (Encontro).

14.
I Jornada de Filosofia e Política. Núcleo de Filosofia e Política da Unifesp.Experimentação e pensamento: os desafios à pesquisa e à produção do conhecimento. 2015. (Outra).

15.
XVI Encontro Regional de História da ANPUH-Rio.POLOP e MIR: perspectivas radicais da esquerda latino americana. 2014. (Encontro).

16.
I Encontro de Pesquisa em História da UFMG-EPHIS.Brasil e Chile em Perspectiva: História e historiografia do pré-golpe. 2012. (Encontro).

17.
Seminário Internacional História Contemporânea: Memória, Trauma e Reparação".Historiografia e memória do golpe de 1964 no Brasil. 2012. (Seminário).

18.
XVIII Encontro Regional ANPUH-MG.A Transição democrática e a construção da memória do pré-golpe no Chile. 2012. (Encontro).

19.
VI Fórum de Debates Povos e Culturas das Américas.Democracia, direitos sociais e radicalização política na crise do pré-golpe. Brasil 13/03 a 01/04/1964. 2011. (Outra).

20.
VIII Simpósio de História - Estado, Poder e violência..Do comício ao golpe: uma apresentação dos quinze dias que marcaram o auge da radicalização política brasileira nos anos de 1960. 2011. (Simpósio).

21.
VI Jornada de Estudos Históricos do PPGHIS.Brasil e Chile em perspectiva: história política e memória social dos governos de João Goulart e Salvador Allende. 2011. (Outra).

22.
VI Semana de História Política - III Seminário Nacional de História: Política e Cultura e Política e Sociedade.Brasil e Chile em perspectiva: a construção da memória social dos governos de João Goulart e Salvador Allende. 2011. (Seminário).

23.
II Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas. Sistemas de Poder - Pluriculturalidade e Integração. O comício da Central: Radicalização e Crise Política através da imprensa no Brasil - 1961-1964. 2010. (Congresso).

24.
V Semana de História Política / II Seminário Nacional de História: Política e Cultura e Política e Sociedade.O Comício da Central do Brasil: Os caminhos do Trabalhismo e a luta política no governo João Goulart.. 2010. (Seminário).

25.
"Homenagem aos 200 anos da Imprensa no Brasil".45 anos do comício da Central: o acontecimento e a crise política através da imprensa no Brasil.. 2009. (Simpósio).

26.
IV Semana de História Política / Seminário Nacional de História: Política e Cultura e Política e sociedade,.O comício da Central: Reação Trabalhista e crise política através da imprensa no Brasil. (1961-1964). 2009. (Seminário).

27.
VI Simpósio de História ? Revoluções, Repúblicas e Utopias.O comício da Central: a luta trabalhista e a crise política no Brasil. 2009. (Seminário).

28.
III Semana de História Política do programa de Pós-graduação em História da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.O Comício da Central do Brasil e a radicalização trabalhista em 13 de março de 1964. 2008. (Outra).

29.
As relações ocidente e oriente no século XXI. 2006. (Seminário).

30.
Colóquio Intelectuais, Cultura e política.Roberto da Silveira e a política Trabalhista (1959-1961) : Cidadania, Estado e participação popular. 2006. (Outra).

31.
XII Encontro Regional de História ANPUH-Rio - Usos do passado.O Rio de Janeiro de Roberto da Silveira (1959-1961). 2006. (Encontro).

32.
14º Semana de Iniciação Científica.A Trajetória política de Roberto da Silveira: nacionalismo e Trabalhismo entre 1950 e 1964. 2005. (Encontro).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
DAHÁS, Nashla.; JOFFILY, M. . Coordenação de Simpósio Temático no evento III Jornadas do Legh. Feminismo e Democracia. 2018. (Outro).

2.
DAHÁS, Nashla.; JOFFILY, M. ; RIBERTI, L. J. ; MAMIGONIAN, B. . 1968 e o Sul global. História, memória e acervos. 2018. (Outro).

3.
DAHÁS, Nashla.. III Seminário Internacional História do Tempo Presente. 2017. (Outro).

4.
DAHÁS, Nashla.. Simpósio Temático ST-6 - História Política e Tempo Presente: Brasil e América Latina. 2017. (Outro).

5.
DAHÁS, Nashla.. 2º Jornada do Laboratório de Estudos de Gênero e História da UFSC. 2016. (Outro).

6.
BIELSCHOVSKY, R. ; CHALOUB, J. ; DAHÁS, Nashla. . Além da Era Vargas. 60 anos depois. 2014. (Outro).

7.
SILVA, M. R. N. ; SUSSEKIND, E. C. ; DAHÁS, Nashla. . Encarcerados. Uma história do Brasil atrás das grades. 2014. (Outro).

8.
BENJAMIN, C. ; DAHÁS, Nashla. . Ditaduras. O caso sério do Brasil com o autoritarismo. 2014. (Outro).



Educação e Popularização de C & T



Artigos
Artigos aceitos para publicação
1.
DAHÁS, Nashla.; SCHMITT, E. . Autoritarismo e democracia em perspectiva: o golpe de 1964 no Brasil através da imprensa colombiana. Saeculum (UFPB), 2018.


Apresentações de Trabalho
1.
DAHÁS, Nashla.. 'As sufragistas' . Debate promovido pelo Programa de Educação Tutorial de Serviço Social da UFSC.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).


Cursos de curta duração ministrados
1.
DAHÁS, Nashla.. ?Os arquivos da ditadura militar e o Tempo Presente no Brasil?. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

2.
DAHÁS, Nashla.. Trabalho de formação continuada com professores de anos iniciais de ensino fundamental da rede municipal de ensino. 2018. .


Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
DAHÁS, Nashla.; GARCIA, Bruno . Rachel Soihet. Divididas para avançar. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

2.
DAHÁS, Nashla.. Christian Dunker. Nas frestas do condomínio. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

3.
SOARES, L. E. ; DAHÁS, Nashla. . Luiz Eduardo Soares. Hora de tirar a farda. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
DAHÁS, Nashla.; JOFFILY, M. ; RIBERTI, L. J. ; MAMIGONIAN, B. . 1968 e o Sul global. História, memória e acervos. 2018. (Outro).




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