Cauê Gomes Flor

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  • Última atualização do currículo em 14/01/2019


Graduado (Bacharelado e Licenciatura) em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista (Unesp/Campus de Marília). Ênfase/experiência em Antropologia, com habilitação em Antropologia das Populações Afro-Brasileiras.Mestre em Sociologia pelo Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar). Com ênfase em Sociologia. Em especial Sociologia das Relações Raciais. Atualmente Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista (Unesp/Campus de Marília) com Bolsa FAPESP. Tem experiência em Teorias da Diáspora Africana, Estudos Pós-Coloniais,Teoria Antropológica, Identidade Negra, Identificação e Etnicidade. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Cauê Gomes Flor
Nome em citações bibliográficas
FLOR, C. G.

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Federal de São Carlos, Centro de Educação e Ciências Humanas.
Universidade Federal de São Carlos
Jardim Guanabara
13565905 - São Carlos, SP - Brasil
Telefone: (17) 91727105
URL da Homepage: caueflor@hotmail.com


Formação acadêmica/titulação


2016
Doutorado em andamento em Ciências Sociais.
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
com período sanduíche em Department of Africana Studies - Brown University (Orientador: Keisha-Khan Y. Perry).
Título: O conceito de diáspora africana e o debate sobre as relações raciais no Brasil contemporâneo,
Orientador: Andreas Hofbauer.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil.
2013 - 2015
Mestrado em Pós-Graduação em Sociologia.
Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.
Título: Da racialização a etnicização: a construção de um complexo posicionar-se,Ano de Obtenção: 2015.
Orientador: Valter R. Silvério.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2008 - 2012
Graduação em Ciências Sociais.
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
Título: Que "negro" é esse? Identidade negra na era da globalização: o estudo de caso sobre imigrantes angolanos.
Orientador: Andreas Hofbaher.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil.




Formação Complementar


2017 - 2017
Raça, desigualdade e políticas públicas no Brasil contemporâneo. (Carga horária: 3h).
Sociedade Brasileira de Sociologia, SBS, Brasil.
2012 - 2012
Como Elaborar o EIV - Estudo de Impacto de Vizinha. (Carga horária: 8h).
Master Ambiental, MASTER, Brasil.
2011 - 2011
Perspectivas de Estudos Empíricos sobre Criânças. (Carga horária: 12h).
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
2010 - 2010
O negro no pensamento social brasileiro.. (Carga horária: 16h).
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
2009 - 2009
Pensamento Social Brasileiro: Paulo Freire. (Carga horária: 16h).
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
2009 - 2009
Laudos Antropológicos. (Carga horária: 8h).
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
2009 - 2009
CAUM - Warkshop: Tendencias do Vestibular Unesp. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
2009 - 2009
Arte (romântica) e Dinheiro: Georg Simmel em persp. (Carga horária: 16h).
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
2009 - 2009
Perspectivas de abordagem de cotidiano e conhecim.. (Carga horária: 12h).
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
2009 - 2009
A vida contemporânia e a dependência química entre. (Carga horária: 12h).
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
2008 - 2008
CAUM - Warkshop: Tendencias do Vestibular Unesp. (Carga horária: 4h).
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.


Atuação Profissional



Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, UNESCO - BRASIL, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Docente - Professor Formador, Carga horária: 8
Outras informações
Promover o reconhecimento da importância da interseção da história e da cultura africana com a história e a cultura brasileira para transformar as relações entre os diversos grupos étnico-raciais que formam o país.


Faculdade de Educação, Ciências e Artes Dom Bosco de Monte Aprazível, FAECA, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - 2014
Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Docente, Carga horária: 5


Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - 2015
Vínculo: Pós-granduando, Enquadramento Funcional: Dedicação exclusiva

Atividades

03/2013 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Educação e Ciências Humanas, Departamento de Sociologia.


Colégio Pollicari, POLLICARI, Brasil.
Vínculo institucional

2015 - 2015
Vínculo: Docente, Enquadramento Funcional: Professor de Sociologia e Filosofia, Carga horária: 6


Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Doutorando Bolsista da FAPESP, Carga horária: 40

Vínculo institucional

2012 - 2012
Vínculo: Fapesp, Enquadramento Funcional: Bolsista, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2009 - 2011
Vínculo: PET Mec/Sesu, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

04/2011 - Atual
Direção e administração, Faculdade de Filosofia e Ciências - Campus de Marília, Observatorio Nacional de Cursos de Gradução em Ciênccias Sociais.

Cargo ou função
Gestor.
01/2010 - Atual
Extensão universitária , CAUM - Cursinho Alternativo da Unesp de Marilia, .

Atividade de extensão realizada
Vínculo: Voluntario, Enquadramento Funcional: não Bolsista, Carga horária: 02. Monitor de Geografia do Brasil..
01/2009 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Faculdade de Filosofia e Ciências - Campus de Marília, .

Linhas de pesquisa
Cultura e identidade
09/2010 - 09/2010
Extensão universitária , Faculdade de Filosofia e Ciências - Campus de Marília, .

Atividade de extensão realizada
2º Feira de Profissoões.
01/2009 - 12/2009
Extensão universitária , CAUM - CursinhoAlternativo da Unesp de Marilia, .

Atividade de extensão realizada
Vínculo: Voluntario, Enquadramento Funcional: não Bolsista, Carga horária: 06. Professor de Geografia do Brasil.
11/2009 - 11/2009
Extensão universitária , Faculdade de Filosofia e Ciências - Campus de Marília, .

Atividade de extensão realizada
?Segundo Café das Ciências Sociais: Direitos Humanos, Políticas Públicas e Juventude?.
09/2009 - 09/2009
Extensão universitária , Faculdade de Filosofia e Ciências - Campus de Marília, .

Atividade de extensão realizada
?Feiras de Profissões?..
06/2009 - 06/2009
Extensão universitária , Faculdade de Filosofia e Ciências - Campus de Marília, .

Atividade de extensão realizada
"Primeiro Café das Ciências Sociais : Midía e Violencia no Brasil".
03/2008 - 12/2008
Extensão universitária , CAUM - Cursinho Alternativo da Unesp de Marilia, .

Atividade de extensão realizada
Vínculo: Bolsista PROEX 2 Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 04, Regime: Dedicação exclusiva. Professor de Geografia do Brasil.


Linhas de pesquisa


1.
Cultura e identidade

Objetivo: Esta linha de pesquisa estuda, numa perspecitiva interdisciplinar, a construcao de identitdades de diferentes grupos sociais, através de suas trajetórias e memórias, buscando apoiar-se nas contribuicoes das diversas Ciências Sociais. ..
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia das Populações Afro-Brasileiras.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Estudos Afro - Diaspóricos.
2.
Estudos Culturais, Pós-Coloniais e Diáspora Africana

Objetivo: Os teóricos pós-coloniais distinguem-se pela tentativa constante de repensar a estrutura epistemológica das ciências humanas, estrutura essa que terá sido moldada de acordo com padrões ocidentais que se tornaram globalmente hegemônicos devido ao facto histórico do colonialismo. (...) Pela ênfase colocada na temática da alteridade, a Teoria Pós-Colonial tende a transcender as conseqüências (sic) do colonialismo, servindo como frente de combate a qualquer grupo que se sinta discriminado em relação à norma prevalecente ? seja esta étnica, social ou sexual -, e que procure implementar uma política de identidade através da afirmação da diferença.
3.
Culturas, Desigualdades e Diferenças

Objetivo: O tema sociológico clássico da diferenciação social e das desigualdades econômicas refinou-se nas últimas décadas de forma a incorporar reflexões sobre identidades nacionais, religiosas, étnico-raciais, de gênero e sexualidade. Além das investigações baseadas na pesquisa de campo e em estatísticas, a produção cultural também se revelou um meio importante de análise para a compreensão dos mecanismos sociais de criação e reprodução da exploração, marginalização e subalternização de grupos sociais específicos. Abarca estudos que mantém a preocupação com as desigualdades sociais em seu viés sócio-econômico assim como as que refletem sobre outras formas de subalternização de grupos e culturas: a reprodução das desigualdades por meio da indústria cultural; relações étnico-raciais contemporâneas na sociedade brasileira; relações de gênero e reprodução social; investigações históricas sobre os processos sociais de subalternização e controle de identidades sociais estigmatizadas; a diversificação do mercado religioso no Brasil..


Projetos de pesquisa


2016 - Atual
O conceito de diáspora africana e o debate sobre as relações raciais no Brasil contemporâneo
Descrição: Nos últimos vinte anos, observamos transformações substanciais tanto no lugar que é atribuído aos povos, às culturas e tradições de origem africana na formação da sociedade brasileira, quanto na maneira como a identidade nacional é abordada nos debates e discussões que se dedicam à investigação das relações raciais na contemporaneidade. Essas transformações trilham um caminho que reflete um novo olhar sobre a presença desses povos e culturas, muitas vezes, informado e influenciado por um conceito que tem ganhado destaque nas discussões tanto no mundo acadêmico quanto no da militância: a diáspora africana. O objetivo principal desta pesquisa é analisar, sob uma perspectiva comparada, o impacto dos potenciais deslocamentos teóricos, epistemológicos e discursivos que a noção de diáspora africana produz no debate sobre a questão racial no Brasil. Propõe-se, nesse sentido, um estudo comparativo entre o Department of African and African American Studies, da Harvard University (notadamente o WEB Du Bois Research Institute) e o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de São Carlos. O objetivo específico é o de analisar comparativamente as produções/publicações em periódicos dos respectivos núcleos no período de 1991 a 2014, procurando observar as semelhanças e, sobretudo, as diferenças na forma pela qual esses departamentos e núcleos concebem a presença e a influência africanas em suas respectivas sociedades nacionais. O projeto visa, portanto, investigar de que maneira emerge e se articula, teórica e discursivamente, a noção de diáspora africana nas diversas produções e atuações dessas instituições..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Cauê Gomes Flor - Coordenador.
2013 - 2015
DA RACIALIZAÇÃO A ETNICIZAÇÃO: A CONSTRUÇÃO DE UM COMPLEXO POSICIONAR-SE
Descrição: Desde 2004 a cidade de Lins (interior de São Paulo) recebe, proporcionalmente, o maior fluxo de estudantes africanos do interior paulista. No inicio de nossa pesquisa haviam cerca de 140 estudantes provenientes dos Países de Língua Oficial Portuguesa (Palop): Angola, Cabo Verde, São Tomé & Príncipe, Moçambique e Guine Bissau. Lá eles residem e estudam no Centro Universitário de Lins (Unilins). No entanto, são preponderantes os jovens provenientes de Angola, cerca de 120, sendo, os únicos que se enunciam enquanto comunidade angolana. Ao enunciar esse discurso, os estudantes africanos agenciam e negociam um conjunto de representações, afirmam diferenças e promovem processos de identificação. Nesse sentido, esse trabalho procura tematizar de forma específica a experiências desses jovens estudantes angolanos na sociedade brasileira. De que há um posicionamento de caráter étnico protagonizado pelos estudantes que é, e esta é a hipótese dessa pesquisa, expressão da atribuição adscrita da negrura, histórica e cotidianamente aos povos de origem africana em sua experiência coletiva. Dito de outro modo, os estudantes em sua permanência no Brasil passam por um processo de racialização. E, em reação a essa negação produzem por meio de um processo de etnicização, um posicionamento. Que por sua vez articula de forma interseccionada essas duas clivagens sociológicas (raça e etnia). Dessa forma, tão importante quanto a intersecção e articulação dessas duas clivagens, a forma, o processo, o ?como? os estudantes realizam esse agenciamento e negociação, é fundamental. É saber como, de que forma esses estudantes estão (re)construindo através de complexos processos culturais figuras de identidade e diferença. Deste deriva os seguintes objetivos específicos, embora não menos importantes: i) como e porque o Brasil se apresenta como destino para estes estudantes? ii.) Como os estudantes angolanos se percebem diante da formação social brasileira? Pois, se por um lado, os elementos utilizados para a identificação contribuem para entender melhor as suas narrativas sobre as tensões e dificuldades que vivenciam nesse novo contexto sociocultural; por outro, a escolha do Brasil enquanto destino privilegiado por esses jovens esta intimamente ligada às relações que o Brasil estabelece com Angola e os demais países dos Palop. Palavras chave: racialização, raça, etnia, pós-colonial, estudantes angolanos..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Cauê Gomes Flor - Coordenador / Valter Roberto Silvério - Integrante.
Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.
2010 - 2012
Que ?negro? é esse? Identidade negra na era da globalização: um estudo de caso de imigrantes angolanos
Descrição: Desde 2008 a cidade de Lins (interior de São Paulo) recebe, proporcionalmente, o maior fluxo de africanos do interior paulista. Lá, residem e estudam (na Unilins), faculdade local, em torno de 140 africanos e africanas naturais dos mais diversos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (Palop): Angola, Cabo Verde, São Tomé & Príncipe, Moçambique e Guine Bissau. No entanto, são preponderantes os jovens remanescentes de Angola, cerca de 120, sendo, os únicos que se enunciam enquanto comunidade angolana. Ao verbificar esse discurso, os estudantes africanos agenciam e manobram um conjunto de representações, afirmam diferenças e promovem processos de identificação. Em síntese, o objeto principal da reflexão teórica desta pesquisa é analisar os marcadores sociais de diferença (TOMAZ, 2003) utilizados pelos estudantes angolanos residentes na cidade de Lins-SP; pois são essas diferenças que devem nos ajudar a entender melhor as suas narrativas sobre as tensões e dificuldades que vivenciam no contexto brasileiro, mas também a maneira como, neste contexto diaspórico, eles constroem e reconstroem as suas identidades. No debate acadêmico contemporâneo, há um conjunto de perspectivas ? abordagem antropológica, estudos culturais e pós-colonias ? , que se dedicam à análise dos marcadores sociais da diferença. Minha intenção será a de aproveitar os ensinamentos das diversas perspectivas e buscar, quando for possível, um horizonte comum entre elas..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Cauê Gomes Flor - Coordenador.
2010 - 2012
A luta pela vida - o conhecimento do cotidiano nas famílias das crianças atendidas pela ONG Cáritas de Marília-SP
Descrição: A base teórica da pesquisa abordará os debates acerca da idéia de cotidiano nas teorias das Ciências Sociais. Nesta perspectiva, o cotidiano pode ser visto pela Sociologia de duas diferentes maneiras: como uma reprodução a partir da situação passiva de adaptação do sujeito, ou como produção a partir das possibilidades de inovação criadas pelo sujeito para enfrentar sua realidade. A pesquisa pretende demonstrar quais são as estratégias de luta pela vida das famílias pesquisadas, quais são suas estratégias de resistência, como constroem o conhecimento que dirige a conduta de suas atividades diárias, ao mesmo tempo em que pretende-se identificar as formas pelas quais se possa reconhecer a validade desse conhecimento, que não é abordado nem produzido pela educação formal. Portanto, a pesquisa parte do pressuposto de que o cotidiano não implica apenas uma reprodução de normas, valores e tradições, de modos de pensar, agir e sentir socialmente construídos, mas também como possibilidade de construção diária da realidade pelos sujeitos envolvidos em constantes relações e interações, e assim sobrevivem criando estratégias de luta e resistência contra a ação dos dispositivos e forças sociais de marginalização das pessoas pobres..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (18) / Doutorado: (1) .

Integrantes: Cauê Gomes Flor - Coordenador.
Financiador(es): Programa de Educação Tutoria - PET MEC/SESu - Bolsa.


Projetos de extensão


2014 - 2015
Curso de Aperfeiçoamento para a Educação das Relações Étnico-Raciais
Descrição: Este projeto busca oferecer o Curso de Aperfeiçoamento em Educação para as Relações Étnico-Raciais aos Professores dos Municípios signatários do Termo de Ajustamento de Conduta aos ditames dos arts. 205 e 206 da II Constituição Federal, bem como da lei 10.639/2003 junto ao Ministério Público Federal...
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.

Integrantes: Cauê Gomes Flor - Coordenador / Tatiane Cosentino Rodrigues - Integrante.
2010 - 2010
Relações Étnicos - Raciais na Escola e os Desafios do Ensinar e Aprender.
Descrição: Oferecer um curso de formação continuada sobre relações étnicos ? raciais na escola e o processo de ensino e aprendizagem para os professores da educação Infantil e Ensino Fundamental Ciclo I da Secretaria Municipal de Educação. Preparar um conjunto de preposição, bem como material organizativo para a realização do curso de formação continuada. Discutir com professores e outros profissionais da educação as implicações das relações étnicos /raciais no interior da escola e particularmente no processo de ensino e aprendizagem. Construir com o grupo que participar do curso novos parâmetros teóricos - práticos para contribuir na construção de sujeitos que respeitam a diversidade racial. Elaborar, em conjunto, novos materiais didáticos ? pedagógicos sobre relações étnicos raciais, respeito as diferenças, entre outros, como resultado imediato do curso..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.

Integrantes: Cauê Gomes Flor - Coordenador.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.
3.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Antropologia das populações afro-brasileiras; Sociologia das relações raciais..


Idiomas


Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
FLOR, C. G.2017FLOR, C. G.. O conceito de diáspora africana como argumento para descentrar a identidade negra. AMBIVALÊNCIAS, v. 5, p. 148-171, 2017.

2.
FLOR, C. G.2015 FLOR, C. G.. O estereótipo enquanto prática do discurso colonial: Gilberto Freyre e a narrativa da formação da nação. Áskesis - Revista dos Discentes do Programa de Pós Graduação em Sociologia da UFSCar, v. Volume 4, p. 43-58, 2015.

3.
PEREIRA, B. P.2014PEREIRA, B. P. ; SANTOS, J. R. M. ; FLOR, C. G. . O Descentramentos dos sujeitos: notas sobre a contribuição de Gayle Roubin para o debate sobre feminismo, gênero e sexo.. A REVISTA HISTÓRIA, MOVIMENTO E REFLEXÃO, v. v. 2, n. 1, p. 1-15, 2014.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
FLOR, C. G.. Da Racialização à Etnicidade: a luta por um política de representação. 1. ed. Berlim - Alemanha: NOVOS ESTUDOS ACADÊMICOS, 2016. v. 1. 121p .

2.
Andrade, M, T. ; FLOR, C. G. . Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: relações locais e globais. 1. ed. , 2014.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
FLOR, C. G.. Raça, cultura e pertencimento: a emergência da noção de diáspora africana. In: 18 World of enconunters: the past, present and future of Anthropological Knowledge, 2018, Florianópolis. Anais Eletronicos do 18th IUES world congress, 2018.

2.
FLOR, C. G.. A diáspora africana na fronteira das políticas de igualdade racial. In: III Encontro Internacional Participação Democracia e Políticas Publicas, 2017, Vitória/ES. III Encontro Internacional Participação Democracia e Políticas Publicas, 2017.

3.
FLOR, C. G.. O conceito de diáspora africana e o debate sobre as relações raciais Brasil contemporâneo. In: 41 Encontro Anual da ANPOCS, 2017, Caxambú. Anais do 41º Encontro ANUAL da ANPOCS, 2017.

4.
FLOR, C. G.. Da diáspora africana na fronteira da identidade. In: XV Seminário de Pós-Graduação em Ciências da Unesp de Araraquara, 2016, Araraquara- SP. Ciências sociais em tempos de crise: dispositivos de controle e retração de doreitos, 2016.

5.
FLOR, C. G.. O discurso colonial de Gilberto Freyre: racialização, cultura e narrativa nacional. In: IV Encontro Internacional de Ciências Sociais: Espaços Públicos, Identidade e Diferenças, 2014, Pelotas/RS. IV Encontro Internacional de Ciências Sociais: Espaços Públicos, Identidade e Diferenças, 2014.

6.
FLOR, C. G.. Traduzir-se uma parte na outra parte : a construção de marcadores sociais da diferença na diáspora. In: IV Seminário Internacional do Programa de Pós-Graduação em Sociologia, 2013, São Carlos. Olhares e diálogos sociológicos sobre as mudanças no Brasil e América Latina, 2013.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
FLOR, C. G.. Que negro é esse? Identidade negra na era da globalização: um estudo de caso sobre imigrantes angolanos. In: III Seminário de Pós-graduação em Sociologia da UFSCar, 2012, UFScar - São Carlos. Sociologia em movimento: novos olhares, novas perspectivas, 2012.

2.
FLOR, C. G.. O conceito Negro: continuidade e descontinuidade. In: CIC USP, 2011, São Paulo. Simpósio Internacional de Iniciação Cientifica, 2011.

3.
FLOR, C. G.. Uma discussão a cerca das consequências culturais da globalização. In: I Seminário de Antropologia da Unesp, 2009, Marília. I Seminário de Antropologia da Unesp, 2009.

Apresentações de Trabalho
1.
FLOR, C. G.. O racismo e as suas consequências na desigualdade social. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
FLOR, C. G.. Diáspora Africana e Descolonização. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

3.
FLOR, C. G.. A democracia cultural no Brasil colônia. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
FLOR, C. G.. Observatório das Ciências Sociais e Rede de Cursos de Ciências Sociais ? Tecnologias da Informação e Comunicação.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

5.
FLOR, C. G.. Por uma Sociologia do Conhecimento: da recorrência as descontinuidades do conceito "Negro". 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

6.
FLOR, C. G.. "Globalização: o que seu tênis term a ver com isso?". 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

7.
FLOR, C. G.. Diversidade Étnio Racial na Educação. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

8.
FLOR, C. G.. Observatório das Ciências Sociais e Rede de Cursos de Ciências Sociais - Tecnologias da informação e comunicação. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

9.
FLOR, C. G.. Por uma Antroplogia Transnacional: Construção da Identidade Negra na Diáspora. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

10.
FLOR, C. G.. .A formação do Ciêntista social na FFC. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).

11.
FLOR, C. G.. A formação do cientista social na perspectiva dos alunos egressos da faculdade de filosofia e ciências. 2009. (Encontro).. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Outras produções bibliográficas
1.
FLOR, C. G.. Relatório final de iniciação científica FAPESP 2012 (Relatório).

2.
FLOR, C. G.. Relatório parcial de iniciação cientifica FAPESP 2012 (Relatório).


Demais tipos de produção técnica
1.
FLOR, C. G.. Diversidade Étnico Racial na Educação. 2011. .

2.
FLOR, C. G.. Classificação Etnicorracil no Brasil: construção da identidade. 2010. .



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
HOFBAUER, A.; CARVALHO, E.; FLOR, C. G.. Participação em banca de Chryslen Mayara Barbosa Gonçalves.Pachakuti: a contribuição de uma categoria andina para a crítica anticolonial Latino-Americana. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Unesp - Campus de Marília.

2.
HOFBAUER, A.; FLOR, C. G.; RUBIM, C. R.. Participação em banca de Mariana Regina Digiato Jotta.A imagem de mulher no gênero musical. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Unesp - Campus de Marília.

3.
HOFBAUER, A.; FLOR, C. G.; SANTOS, S. M. P.. Participação em banca de Vitor Gabriel Silva Machado.As concepções de raça e racismo no debate das ações afirmativas no Brasil. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Unesp - Campus de Marília.




Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
18 World of enconunters: the past, present and future of Anthropological Knowledge. 2018. (Congresso).

2.
50 YEARS SINCE 68: THE GLOBAL AND THE LOCAL. 2018. (Seminário).

3.
Bolsonaro, Brazil?s Next President: A Teach-In. 2018. (Seminário).

4.
Making Sense of Brazil's 2018 Presidential Election. 2018. (Seminário).

5.
Scholarship above the Veil: A sesquicentennial symposium honoring W. E. B. Du Bois. 2018. (Seminário).

6.
Seeing Beyond the Veil: Race-in-Key Concepts in Political Theory. 2018. (Seminário).

7.
The End of Official Color-blindness and the Rise of Anti-anti-racism in Contemporary Latin Americ. 2018. (Seminário).

8.
III Seminário Internacional Participação Democracia e Políticas Públicas. 2017. (Seminário).

9.
Atelie epistemológico para a elaboração do 9º Volume da História Geral da África. 2014. (Seminário).

10.
III Seminário Internacional: infância e relações étnico-raciais. 2014. (Seminário).

11.
IV Seminário Internacional de Ciências Sociais (UFpel).O discurso colonial de Gilberto Freyre: racialização, cultura e narrativa nacional. 2014. (Seminário).

12.
9º Festival Literario Internacional de Paraty. 2011. (Encontro).

13.
Criança Faz Arte? 1º Senama Criança e Arte Unesp/Marilia. 2011. (Outra).

14.
1º Encontro PET da USP e UNESP. 2010. (Encontro).

15.
1º Seminário temaático de Antropologia da Saúde. 2010. (Seminário).

16.
34º ANPOCS. 2010. (Encontro).

17.
8º Festival Literario Internacional de Paraty. 2010. (Outra).

18.
Conversa com o Autor : Inácio de Loiola Brandão. 2010. (Outra).

19.
Feira de Profissões. 2010. (Exposição).

20.
XXII Congresso de Inciaçõa Científica da UNESP. POR UMA ATROPLOGIA TRANSNACIONAL DE UMA COLÔNIA ANGOLANA: CONSTRUÇÃO DA IDENDADE NEGRA NA DIÁSPORA. 2010. (Congresso).

21.
33º Encontro Anual da ANPOCS. 2009. (Encontro).

22.
Encontro do Programa de Educação Tutorial da região sudeste.A formação do cientista social na perspectiva dos alunos egressos da faculdade de filosofia e ciências.A formação do cientista social na perspectiva dos alunos egressos da faculdade de filosofia e ciências. 2009. (Encontro).

23.
Encontro Nacional do Programa de Educação Tutorial. Amzonia , Sociobiodiversidade, Tecnologioa e Estatuinte.A formação do Ciêntista social na FFC. 2009. (Encontro).

24.
I Seminário de Abtropologia da Unesp.UMA DISCUSSÃO A CERCA DAS CONSEQÜÊNCIAS CULTURAIS DA GLOBALIZAÇÃO. 2009. (Seminário).

25.
IX Encontro Grupos PET da Região Sudeste: ?Os desafios da indissociabilidade. 2009. (Encontro).

26.
Rada de Literatura - Carlos Drumond de Andrade. 2009. (Oficina).

27.
Roda de Literatura - Em torno de Saramago. 2009. (Oficina).

28.
Seminário Perspectivas Profissionais nas Ciências Sociais. 2009. (Seminário).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
FLOR, C. G.. IV Seminário Internacional do Programa de Pós- Graduação de Sociologia - Olhares e diálogos sociológicos sobre mudanças no Brasil e na Argentina. 2013. (Congresso).

2.
FLOR, C. G.. 1º Semana de Ciencias Sociais da Unesp Marilia. 2011. (Congresso).

3.
FLOR, C. G.. Roda de Literatura : Fernando Pessoa. 2010. (Congresso).

4.
FLOR, C. G.. XII Jornada de Ciências Sociais. O lugar da cultura e papel da Antropologia: Uma balanço do pensamento de MANUELA CARNEIRO DA CUNHA. 2010. (Congresso).

5.
FLOR, C. G.. ?Pensamento Social Brasileiro; Paulo Freire ?O acadêmico militante? ? Ação, reflexão, ação?. 2009. (Outro).

6.
FLOR, C. G.. ?IV Workshop de Tendências do Vestibular de Inverno da Unesp?, ?As novas tendências da Geografia?. 2009. (Exposição).

7.
FLOR, C. G.. ?Feiras de Profissões?. 2009. (Outro).



Educação e Popularização de C & T



Livros e capítulos
1.
Andrade, M, T. ; FLOR, C. G. . Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: relações locais e globais. 1. ed. , 2014.



Outras informações relevantes


Cabe chamar a atenção para duas atividade desenvolvidas recentemente e intimamente ligadas a pesquisa de doutorado em andamento. 

1. A primeira trata da ação como professor formador de educação continuada da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para a Educação das Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que formou, entre 2014 e 2015, mais de 3000 professores da diretoria de ensino de São Carlos. Trabalho considerado pioneiro e fundamental pela UNESCO devido à utilização da História Geral da África (HGA) como material didático-pedagógico, com previsão de ser utilizado em todo o Brasil e todo o continente africano

2. A segunda atividade trata do convite recebido pelo Prof. Dr. Valter Roberto Silvério, membro do Comitê Científico Internacional do Volume IX da História Geral da África, para participar como observador, no conjunto das reuniões ocorridas na UFSCar, entre os dias 27 à 29 de Agosto de 2014, do Fórum Epistemológico do Comitê Científico Internacional do Volume IX da História Geral da África. Durante o fórum o pesquisador pode acompanhar as discussões promovidas pelo Comitê Científico Internacional para a estruturação dos três tomos que irão compor o IX volume da HGA, com destaque para o tomo II, que abordará questões como: caracterização da África Global e a cartografia das diásporas africanas; e as contribuições das diásporas africanas na construção da modernidade.



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