Ana Justina da Fonseca Ziegler

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  • Última atualização do currículo em 17/01/2019


Graduada em Geografia licenciatura Plena pela Universidade Federal de Santa Maria(UFSM) (2012-2015); Mestra em Geografia (UFSM) (2018). Atualmente é doutoranda do Curso de Pós Graduação em Geografia (UFSM); Integrante do Grupo de Pesquisa (LABEU) Laboratório de Espacialidades Urbanas. Graduanda do Curso de Licenciatura em Educação do Campo EAD ( UFSM). Profissionalmente atuou como Educadora de Geografia e Coordenadora Geral e pedagógica da disciplina no Práxis Curso Popular (2013-2014), em 2018 com a função de Professora de geografia no Estado do Rio Grande do Sul. Em suas pesquisas trabalha com as temáticas: Educação Popular; Movimentos Sociais; Geografia de Gênero; Geografia Urbana e Educação do Campo. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Ana Justina da Fonseca Ziegler
Nome em citações bibliográficas
ZIEGLER, A. J. F.


Formação acadêmica/titulação


2019
Doutorado em andamento em Pós-Graduação em Geografia.
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
Título: AS RELAÇÕES ENTRE FEMINISMO E LUTA DE CLASSES NA PRODUÇÃO DAS OCUPAÇÕES URBANAS DO MOVIMENTO NACIONAL DE LUTA PELA MORADIA NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.,
Orientador: Benhur Pinós da Costa.
2016 - 2018
Mestrado em Geografia.
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
Título: A OCUPAÇÃO URBANA NOVA SANTA MARTA, SANTA MARIA/RS, PELAS NARRATIVAS DAS LIDERANÇAS FEMININAS DO MOVIMENTO NACIONAL DE LUTA PELA MORADIA,Ano de Obtenção: 2018.
Orientador: BENHUR PINOS DA COSTA.
2017
Graduação em andamento em LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO.
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2012 - 2016
Graduação em Geografia.
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2007 - 2009
Ensino Médio (2º grau).
Escola Augusto Ruschi, E.E.E%20B.%20A, Brasil.




Formação Complementar


2016
MESTRADO EM GEOGRAFIA.
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2016
Mestrado em Geografia.
Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2011 - 2014
Técnico em Contabilidade. (Carga horária: 1420h).
EEEM Profª Maria Rocha, EEEM PROFª MARIA, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - 2014
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Educadora de Geografia; Coordenação Geral., Carga horária: 2
Outras informações
Educadora de Geografia ; Coordenação Geral.

Vínculo institucional

2012 - 2013
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista
Outras informações
Bolsista no Projeto " Controle de Fluxo".


Centro de Integração Empresa Escola do RS, CIEE - RS, Brasil.
Vínculo institucional

2018 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de Geografia, Carga horária: 40

Vínculo institucional

2016 - 2016
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio na Prefeitura Municipal de Santa Mari, Carga horária: 30

Vínculo institucional

2015 - 2015
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: estágio, Carga horária: 30
Outras informações
Estágio na empresa Prefeitura Municipal de Santa Maria RS

Vínculo institucional

2014 - 2014
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Educadora popular no PRÁXIS, Carga horária: 6
Outras informações
Educadora Popular de Geografia.

Vínculo institucional

2013 - 2013
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Educadora popular no PRÁXIS, Carga horária: 6
Outras informações
Educadora Popular de Geografia.


Governo do Estado do Rio Grande do Sul, GOVERNO/RS, Brasil.
Vínculo institucional

2018 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de Geografia, Carga horária: 40



Projetos de pesquisa


2017 - Atual
Indígenas, Quilombolas e Napalm: Uma História da Guerrilha do Vale do Ribeira
Descrição: O presente projeto de pesquisa intitulado Indígenas, quilombolas e napalm: uma história da guerrilha do Vale do Ribeira, caracteriza-se por ser um projeto em rede, com coordenação geral da Professora Doutora Maria Auxiliadora Moreira dos Santos Schmidt, da Universidade Federal do Paraná, com a colaboração da Universidade Federal de Mato Grosso, Universidade Estadual de Londrina e com a Universidade Federal de Santa Maria, com a coordenação local do Prof. Jorge Luiz da Cunha. A Guerrilha do Vale do Ribeira, localizada no interior de São Paulo é um dos episódios mais representativos da história política recente do país, talvez também, um dos mais desconhecidos da sociedade brasileira, e não diferentemente para as sociedades locais. A repressão militar, no início dos anos 70, 'os anos de chumbo', período de vigência de uma ditadura civil-militar (1964-1985), legou uma trágica herança histórica e um forte processo de silenciamento promovido pelo Estado e seus agentes. O aparato militar envolvido na 'Operação Registro' aponta para o uso de cerca de vinte mil homens das forças armadas, helicópteros, caças e o bombardeio das áreas rurais com napalm. A perspectiva do II Exército, com sede em São Paulo, era reagir energicamente a tentativa de VRP (Vanguarda Revolucionária Popular) de implantar um modelo de guerrilha rural no país. Comandados por Carlos Lamarca, um dos mais combativos opositores do regime, 19 membros do centro de treinamento da VRP em Jacupiranga, cidade do Vale do Ribeira, se lançaram em luta pelas florestas da região, buscando romper o cerco das forças armadas. As narrativas históricas dos diversos combates, tocaias e fugas da guerrilha são dramáticas, drama que também atingiu camponeses, indígenas e quilombolas da região, considerados colaboradores e entusiastas da guerrilha. O saldo desse processo ainda pode ser percebido nos dias atuais, numa marginalização continuada dos povos tradicionais, no processo de grilagem de terras e no desrespeito aos direitos civis, condição que precisa ser transformada pela percepção do lugar e do histórico em sua contextualização, que essa compreensão permita a geração de sentido crítico, habilitando e valorizando os povos tradicionais do Vale do Ribeira e ressignificando seu lugar social, pois mudamos os homens, não o mundo. Dessa forma, o projeto: Indígenas, Quilombolas e Napalm: Uma História da Guerrilha do Vale do Ribeira, proposto pela Universidade Federal do Paraná, Universidade Federal do Mato Grosso, Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Estadual de Londrina e o Instituto Georg Ercket da Alemanha. Através do pesquisador Steffen Sammler, congrega pesquisadores na área da educação histórica, educação, história, história dos conflitos sociais e história dos livros didáticos, vem através de seus laboratórios de ensino, pesquisa e extensão, publicando e reconstituindo a história e a memória nacional, propondo a reflexão sobre o ensino de história e a formação da consciência histórica individual. Desejamos construir uma relação de ensino e aprendizagem da História em âmbito escolar e social, utilizando diferentes estratégias de constituição de sentido histórico, com o objetivo de produzir conhecimentos e atribuir novos sentidos a experiências de conflitos recentes na história brasileira em sua relação com a História da Humanidade..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (5) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Integrante / JORGE LUIZ DA CUNHA - Coordenador.
2016 - 2017
Cotidiano e cidade: experiências espaciais e reconhecimento social da população LGBT na cidade de Santa Maria/RS.
Descrição: O projeto de pesquisa destina-se a iniciação científica na Geografia e suas abordagens de gênero e sexualidades. Procura entender as experiências espaciais das diversidades sexuais no cotidiano e espaço urbano de Santa Maria-RS, enfocando os sujeitos líderes e personalidades LGBT´s da cidade e suas estória passadas e atuais. Irá produzir aproximações com sujeitos LGBT`s da cidade que possuem maior expressão no cenário do movimento de reconhecimento das homossexualides e produzir histórias orais que permitiram entender a produção do espaço LGBT no passado e na atualidade..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (5) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Integrante / Benhur Pinós da Costa - Coordenador.
2016 - Atual
A HISTORIA DE LUTA E RESISTÊNCIA DAS LIDERANÇAS FEMININAS DO MOVIMENTO NACIONAL DE LUTA PELA MORADIA NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA-RS.
Descrição: O movimento de luta pela moradia busca nacionalmente a regulamentação fundiária da terra urbana ocupada por familias de baixa renda em diferentes muncípios dos Estados da Federação. Em Santa Maria está constituido desde a década de 1990 e representa quatro ocupações. A ocupação no Bairro Nova Santa Marta é considerada a maior ocupação urbana da América Latina. Neste contexto de luta pelo reconhecimento da propriedade da terra urbana, queremos discutir os desafios e novas perspectivas trazidas pelas lideranças femininas ao movimento: como contribuem ao enriquecimento das discussões e como são impedidas também de participarem. Utilizaremos uma pesquisa em profundidade utulizando-se de registros das narrativas das principais lidernaças femininas a partir da metodologia da "história oral". Buscamos entender a constituição deste espaço apropriado em relação a suas contradições e diferentes interesses e perspectivas que diferenciam os gêneros..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (2) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Integrante / Benhur Pinós da Costa - Coordenador.
2014 - 2014
As Dificuldades no Processo de Inclusão dos alunos das Escolas Itinerantes e dos Assentamentos do MST na Rede Pública de Ensino nas Cidades de São Gabriel e Santa Margarida do Sul.
Descrição: O presente projeto tem como eixo temático a análise dos antagonismos e afirmações no processo de Inclusão dos alunos das Escolas Itinerantes e dos Assentamentos do MST na Rede Pública de Ensino nas Cidades de São Gabriel e Santa Margarida do Sul. Objetiva-se com esta proposta de trabalho oportunizar aos acadêmicos do Curso de Pedagogia a Compreensão dos aspectos teóricos e metodológicos utilizados nas práticas pedagógicas voltadas ao ensino de crianças e adolescentes, oriundos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra; por meio de uma reflexão sobre a realidade educacional nas Escolas Municipais e Estaduais localizadas nas áreas de reforma agrária, pertencentes aos municípios de São Gabriel e Santa Margarida do Sul. A fim de cumprir os objetivos propostos será necessária a realização de estudos teóricos e visitas de campo nos municípios envolvidos..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2016
CIDADES BRASILEIRAS, ESPAÇO PÚBLICO E DIVERSIDADES CULTURAIS: O CASO DAS MICROTERRITORIALIZAÇÕES DE EXPRESSÕES HOMOERÓTICAS E/OU HOMOAFETIVAS.
Descrição: A sociedade moderna se objetiva, por excelência, material, cultural e relacionalmente, na vivencia na/da cidade. De acordo com Redfield (apud BARRETO, 1987) a cidade é palco da transformação da cultura tradicional local em cultura universal moderna. As redes de inovações (MUSSO, 2004) expandem-se de centro de poder globais e definem as formas, as normas, os comportamentos, os gostos e as definições identitárias dos sujeitos de outros lugares. A diversidade local que compõe o tradicional é dissolvida num conjunto universal, que regra as possibilidades de existência, conforme a racionalidade e a moralidade do viver a cidade moderna (TOURAINE, 1994). A cidade apresenta-se, assim, palco, produto e produtor, dos regramentos dos sujeitos que, enquanto exercendo papéis legais e possíveis (GOFFMAN, 1996), compõem a sociedade. Os tipos sociais urbanos podem ser diversos, mas todos eles convergem a um esquema estrutural complexo, constituído pela especialização das funções sociais (WIRTH, 1976). A sociedade representa um conjunto de modelos de ações e comportamentos denominados de moral. As definições morais são apreendidas nas instituições familiares, escolares e nas interações sociais em espaço público. O espaço público se torna espaço da temperança e do controle das paixões em prol do bem comum, representadas por um conjunto de normas de interação (ARENDT, 1998). Por outro lado, o regramento da diversidade social se apresenta num conjunto de coisas a fazer e saber (FOUCAULT, 1993), compondo o mundo do trabalho e da necessidade de lucro, produzido numa materialidade que guia os sujeitos em seus deslocamentos, interações e funções a desempenhar. As redes de inovação apresentam-se como canais de rigidez que vai solidificando a ?fumaça? e a desorganização do real, antes composto pela diversidade e instabilidade das convivências humanas, definindo possibilidades viáveis de relacionamento entre os seres (MUSSO, 2004). O meio técnico-científico-informacional (SANTOS, 1997), característica da contemporaneidade, se torna corpo do cotidiano, racionalizando as relações sociais em inúmeras possibilidades de ser, de estar e de interagir. Todas estas possibilidades constituem o aspecto previsível do cotidiano. Os sujeitos, assim, cumprem scripts e apresentam-se incluídos socialmente mediante o sucesso na produção e efetivação de um projeto pessoal (VELHO, 1989), que deve estar em coerência com a complexidade do social. No entanto, nem sempre o projeto pessoal é coerente com as demandas sociais (VELHO, 1989) (moralidades e/ou racionalidade do trabalho e/ou necessidades a adequar-se as exigências de convivência pertinentes ao consumo e/ou conhecimentos/assuntos de moda e atuais). Podem ocorrer, então, desvios sociais ou comportamentos/interesses distintos da normalidade das relações sociais. Neste sentido o individuo se apresenta, ao mesmo tempo, ?contra? e a ?favor? da sociedade (MAFFESOLI, 2002; COSTA, 2007). Em certas circunstâncias determinado indivíduo pode ser identificado por um atributo que o torna estigmatizado perante as relações sociais (GOFFNAN, 1988). Tais projetos pessoais em desacordo com a sociedade, por um lado podem ser sufocados, extirpados e/ou aprisionados pelas ações (interações e ações punitivas) sociais reguladoras ou podem constituir atos ilícitos, que burlam e que se camuflam entre a sociedade. Mas o espaço público é produto e, ao mesmo tempo, produz, ou seja, perpetua, materializa, consolidada, os objetivos racionais e morais da sociedade moderna. Neste sentido, para quem está em desvio, em débito ou incoerente, ora com os propósitos racionais, ora com os morais, ora com os consumistas, não pode usufruir do público (espaço) por completo. Muitos atributos que constituem estigmas sociais não podem ser exercidos em espaços públicos e, para se realizarem, precisam de espaços que não são exatamente públicos, mas que burlam ou que.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (3) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Integrante / Benhur Pinós da Costa - Coordenador.


Projetos de extensão


2018 - Atual
GRUPO DE TRABALHO: CHEGA
Descrição: O CHEGA é um Grupo de Trabalho que tem como foco fundamental desenvolver atividades que fomentam uma ruptura das diferentes manifestações de preconceito, como por exemplo: racismo, LGBTfobia, sexismo, machismo, etc. Além disso, busca-se o acolhimento às diferenças no Centro de Ciências Naturais e Exatas da UFSM (CCNE), bem como para realidade de toda a instituição. Esse grupo inicialmente foi composto por professores, técnicos e estudantes vinculados ao CCNE e nesse momento, agrega também outros membros da comunidade acadêmica da UFSM. O CHEGA foi criado no final de 2017 e agora, no ano de 2018, propõe atividades de formação para melhor acolher e reconhecer as diferenças pertencentes à realidade universitária, tentando promover uma relação mais igualitária entre discentes, docentes e técnicos administrativos..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (4) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Coordenador / ROZIELI BOVOLINI SILVEIRA - Integrante.
2018 - Atual
Geografia de Gênero e Engenharia Elétrica: o desafio da interdisciplinaridade através da teoria e prática de instalações elétricas residenciais para moradoras da Ocupação Urbana Nova Santa Marta da Cidade de Santa Maria ? RS
Descrição: Este projeto aborda a importância do protagonismo feminino na construção do espaço urbano, ressaltando a necessidade de capacitação em serviços residenciais para mulheres. Tais serviços muitas vezes são realizados a um custo financeiro altíssimo, impossibilitando que as mulheres chefes de família os tenham condições de pagar. Isso acaba colocando as mulheres em um patamar excludente, reafirmando a presença de papéis de gênero em nossa sociedade. Nesse contexto, a Ocupação Nova Santa Marta, localizada na Zona Oeste da Cidade de Santa Maria, existe há 26 anos e carrega em sua história uma luta por direito à moradia, escritura da terra urbana e acesso à cidade. Dessa luta muitas mulheres foram e são protagonistas, e sendo corajosas, enfrentam inúmeras adversidades a fim de buscar uma vida digna de qualidade de uma cidadã. As moradoras dessa área estão à margem da sociedade, sofrendo preconceitos e violências. Assim, o foco deste projeto é o grupo de 10 mulheres moradoras da Ocupação que gostariam de aprender noções básicas instalações elétricas residenciais. O objetivo será possibilitar uma troca de conhecimento entre as acadêmicas da área de Engenharia Elétrica e as moradoras, auxiliando nas necessidades cotidianas destas mulheres. A metodologia será voltada para encontros semanais, nos quais serão realizadas aulas teóricas no espaço da Escola Marista Santa Marta. Além disso, aulas práticas serão realizadas nas residências das mulheres do grupo focal. Utilizando o desafio da interdisciplinaridade do estudo da Geografia de Gênero com o curso de Engenharia Elétrica, estima-se ser produzido um conhecimento que extrapole o ambiente da Academia..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (14) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Coordenador / SANDRA ANA BOLFE - Integrante.
2017 - Atual
GEOGRAFIA, PLURALIDADES CULTURAIS, GÊNERO, ORIENTAÇÃO SEXUAL E RELIGIOSIDADES: PRÁTICAS DE ENSINO PARA RECONHECIMENTO SOCIAL DAS ALTERIDADES CULTURAIS E INDIVIDUAIS.
Descrição: O projeto visa debater em escolas do ensino fundamental e médio de Santa MariaRS as questões referentes ao reconhecimento de pluralidades culturais, dos gêneros sexuais, das sexualidades e das religiosidades. O trabalho visa estabelecer um tripé de ação, constituído por agentes acadêmicos (orientador e bolsista), por representantes das diversidades culturais e por professores e alunos de escolas de Santa Maria-RS. Para isso produzirá ações de ensino e aprendizagem constituído por quatro eixos de ação: o teórico (debate de textos acadêmicos e utilização de material didático), o artístico as artes (debate sobre filmes temáticos), produção de mapas mentais (expressão de sujeitos sobre localização e circuito de deslocamento referente a sua cultura espacial) e relatos da vida real (inserção de representantes das pluralidades culturais da cidade na escola). O projeto pretende promover o reconhecimento social de grupos e sujeitos culturais que hoje são discriminados em sociedade, aprofundando aspectos sobre a autenticidade de suas expressões..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (6) Doutorado: (5) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Integrante / Benhur Pinós da Costa - Coordenador.
2017 - Atual
AÇÕES DE APOIO PEDAGÓGICO PARA OS ESTUDANTES E SERVIDORES DO CCNE
Descrição: O presente projeto de ensino foi desenvolvido, com o objetivo de dar orientação e direção para as atividades que serão desenvolvidas na Unidade de Apoio Pedagógico do CCNE. A partir disso, sistematizaram-se as principais ações a serem desenvolvidas, levando em consideração, os objetivos e as demandas do Centro de Ensino. As ações e atividades propostas, nesse projeto, estão em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional da UFSM, que reafirma o compromisso educacional, social, político e econômico para a transformação social..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (4) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Coordenador / ROZIELI BOVOLINI SILVEIRA - Integrante.
2017 - Atual
Indígenas, Quilombolas e Napalm: Uma História da Guerrilha do Vale do Ribeira
Descrição: O presente projeto de pesquisa intitulado Indígenas, quilombolas e napalm: uma história da guerrilha do Vale do Ribeira, caracteriza-se por ser um projeto em rede, com coordenação geral da Professora Doutora Maria Auxiliadora Moreira dos Santos Schmidt, da Universidade Federal do Paraná, com a colaboração da Universidade Federal de Mato Grosso, Universidade Estadual de Londrina e com a Universidade Federal de Santa Maria, com a coordenação local do Prof. Jorge Luiz da Cunha. A Guerrilha do Vale do Ribeira, localizada no interior de São Paulo é um dos episódios mais representativos da história política recente do país, talvez também, um dos mais desconhecidos da sociedade brasileira, e não diferentemente para as sociedades locais. A repressão militar, no início dos anos 70, 'os anos de chumbo', período de vigência de uma ditadura civil-militar (1964-1985), legou uma trágica herança histórica e um forte processo de silenciamento promovido pelo Estado e seus agentes. O aparato militar envolvido na 'Operação Registro' aponta para o uso de cerca de vinte mil homens das forças armadas, helicópteros, caças e o bombardeio das áreas rurais com napalm. A perspectiva do II Exército, com sede em São Paulo, era reagir energicamente a tentativa de VRP (Vanguarda Revolucionária Popular) de implantar um modelo de guerrilha rural no país. Comandados por Carlos Lamarca, um dos mais combativos opositores do regime, 19 membros do centro de treinamento da VRP em Jacupiranga, cidade do Vale do Ribeira, se lançaram em luta pelas florestas da região, buscando romper o cerco das forças armadas. As narrativas históricas dos diversos combates, tocaias e fugas da guerrilha são dramáticas, drama que também atingiu camponeses, indígenas e quilombolas da região, considerados colaboradores e entusiastas da guerrilha. O saldo desse processo ainda pode ser percebido nos dias atuais, numa marginalização continuada dos povos tradicionais, no processo de grilagem de terras e no desrespeito aos direitos civis, condição que precisa ser transformada pela percepção do lugar e do histórico em sua contextualização, que essa compreensão permita a geração de sentido crítico, habilitando e valorizando os povos tradicionais do Vale do Ribeira e ressignificando seu lugar social, pois mudamos os homens, não o mundo. Dessa forma, o projeto: Indígenas, Quilombolas e Napalm: Uma História da Guerrilha do Vale do Ribeira, proposto pela Universidade Federal do Paraná, Universidade Federal do Mato Grosso, Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Estadual de Londrina e o Instituto Georg Ercket da Alemanha. Através do pesquisador Steffen Sammler, congrega pesquisadores na área da educação histórica, educação, história, história dos conflitos sociais e história dos livros didáticos, vem através de seus laboratórios de ensino, pesquisa e extensão, publicando e reconstituindo a história e a memória nacional, propondo a reflexão sobre o ensino de história e a formação da consciência histórica individual. Desejamos construir uma relação de ensino e aprendizagem da História em âmbito escolar e social, utilizando diferentes estratégias de constituição de sentido histórico, com o objetivo de produzir conhecimentos e atribuir novos sentidos a experiências de conflitos recentes na história brasileira em sua relação com a História da Humanidade..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (10) Doutorado: (5) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Coordenador / JORGE LUIZ DA CUNHA - Integrante.
2013 - 2014
Educação do Campo em Santa Maria/RS: Educadores, Escolas e Comunidades Rurais
Descrição: O projeto de pretende dar continuidade as interlocuções entre universidade e sociedade, no campo da educação popular, como o GPET vem fazendo em seus mais de quinze anos de atividades. Tem como objetivo possibilitar espaços-tempos para a formação contínua e permanente dos educadores e educadoras do campo, socializando saberes e experiências entre os sujeitos envolvidos. Além disso, pretende dimensionar o contexto histórico-geográfico da Educação do campo no município. O projeto justifica-se em virtude da carência de ações e políticas voltadas especificamente ao professor que trabalha nas escolas situadas no espaço rural, da necessidade de formação continuada desses professores e pela imprescindível oportunidade de oferecer aos educadores em formação inicial na universidade, espaços de educação diferenciada, como é o caso das Escolas do Campo, já que a universidade privilegia a formação para a escola urbana. O presente projeto constituirá um espaço fecundo de aprendizagens que raramente são contemplados pelo ensino acadêmico, saberes que ultrapassam a dimensão metodológica ou científica e alcançam a dimensão dos sentidos existentes nas vivências dos educandos e das comunidades. Destacamos que, da troca de experiências entre educadores, educandos, acadêmicos e docentes, emergem ações dialógicas e colaborativas, baseadas na solidariedade. Assim, esse espaço pode oportunizar, no processo de formação de professores nos cursos de licenciatura da Universidade Federal de Santa Maria, o contato com ambientes escolares e realidades sociais diferenciadas, constituindo-se em um espaço/tempo fecundo e de avaliação permanente dos processos de ensino/aprendizagem. Observação.
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Integrante / Cesar de David - Coordenador.


Outros Projetos


2015 - Atual
GEOGRAFIA, PLURALIDADES CULTURAIS, GÊNERO E ORIENTAÇÃO SEXUAL: PRÁTICAS DE ENSINO PARA RECONHECIMENTO SOCIAL DAS ALTERIDADES CULTURAIS E INDIVIDUAIS.
Descrição: O projeto visa debater em escolas do ensino fundamental e médio de Santa Maria-RS as questões referentes ao reconhecimento de pluralidades culturais, dos gêneros sexuais e das sexualidades. O trabalho visa estabelecer um tripé de ação, constituído por agentes acadêmicos (orientador e bolsista), por representantes das diversidades culturais e por professores e alunos de escolas de Santa Maria-RS. Para isso produzirá ações de ensino e aprendizagem constituído por quatro eixos de ação: o teórico (debate de textos acadêmicos e utilização de material didático), o artístico as artes (debate sobre filmes temáticos), produção de mapas mentais (expressão de sujeitos sobre localização e circuito de deslocamento referente a sua cultura espacial) e relatos da vida real (inserção de representantes das pluralidades culturais da cidade na escola). O projeto pretende promover o reconhecimento social de grupos e sujeitos culturais que hoje são discriminados em sociedade, aprofundando aspectos sobre a autenticidade de suas expressões..
Situação: Em andamento; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (4) .
Integrantes: Ana Justina da Fonseca Ziegler - Coordenador / Benhur Pinós da Costa - Integrante.


Idiomas


Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.


Produções



Produção bibliográfica
Capítulos de livros publicados
1.
ZIEGLER, A. J. F.; COSTA, B. P. ; SILVEIRA, L. ; HERRMANN, G. . ENSINO DE GEOGRAFIA, ESCALA E ESPAÇO ESCOLAR NA PRÁTICA DA REALIDADE. In: ANE CARINE MEURER; IVANIO FOLMER. (Org.). ENSINO DE GEOGRAFIA, ESCALA E ESPAÇO ESCOLAR NA PRÁTICA DA REALIDADE. 1ed.SÃO LEOPOLDO: OIKOS, 2018, v. , p. 1-17.

2.
ZIEGLER, A. J. F.; COSTA, B. P. . A LUTA E RESISTÊNCIA DAS LIDERANÇAS FEMININAS DO MNLM NA OCUPAÇÃO NOVA SANTA MARTA NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA-RS. In: Editora Atena. (Org.). A LUTA E RESISTÊNCIA DAS LIDERANÇAS FEMININAS DO MNLM NA OCUPAÇÃO NOVA SANTA MARTA NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA-RS. 1ed.Ponta Grossa PR: Atena, 2018, v. , p. 2-.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
ZIEGLER, A. J. F.; COSTA, B. P. . A LUTA E RESISTÊNCIA DAS LIDERANÇAS FEMININAS DO MNLM NA OCUPAÇÃO NOVA SANTA MARTA NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA-RS. In: ENANPEGE, 2017, PORTO ALEGRE RS. ENANPEGE. PORTO ALEGRE: ANPEGE, 2017. p. 1-12.

2.
ZIEGLER, A. J. F.; COSTA, B. P. . A Busca do Reconhecimento das Mulheres do Campo em Arroio Grande, Santa Maria - RS. In: IV SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE MÚLTIPLAS TERRITORIALIDADES E IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE MICROTERRITORIALIDADES NAS CIDADES: Visibilidades, escalas geográficas e desafios metodológicos, 2016, Ponta Grossa. IV SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE MÚLTIPLAS TERRITORIALIDADES E IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE MICROTERRITORIALIDADES NAS CIDADES: Visibilidades, escalas geográficas e desafios metodológicos, 2016.

3.
ZIEGLER, A. J. F.; SANTOS, F. C. dos ; MEURER, A. C . Prática do conteúdo de climatologia na Escola EMEF. Major Tancredo Penna de Moraes. In: V ENCONTRO DAS LICENCIATURAS, IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PIBID E XI SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO Á DOCÊNCIA DA UFRN, 2014, Natal - RN. Professores em Espaços de Formação, 2014.

4.
ZIEGLER, A. J. F.; RODRIGUES, C. O. ; MEURER, A. C . REFLEXÕES DE UMA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO DO/NO CAMPO NA ESCOLA ATALIBA. In: II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO E FÓRUM REGIONAL DO CENTRO E SUL DO RS, 2014, SANTA MARIA- RS. EDUCAÇÃO, MEMÓRIA E RESISTÊNCIA POPULAR NA FORMAÇÃO SOCIAL DA AMÉRICA LATINA, 2014.

5.
ZIEGLER, A. J. F.; FOLMER, I. ; DAVID, C. . Pensando a educação no campo: Interpretando os desafios e as diferenças para uma educação do campo, nas escolas do campo no Município de Santa Maria .. In: Seminário Regional e Fórum de Educação do Campo I Seminário Regional de Educação do campo Volume I., 2013, Santa Maria. Seminário Regional e Fórum de Educação do Campo I Seminário Regional de Educação do campo Volume I., 2013.

6.
ZIEGLER, A. J. F.; MEURER, A. C ; SANTOS, F. C. dos . Uma extensão que extrapola o conhecimento acadêmico.. In: V ENCONTRO DAS LICENCIATURAS, IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PIBID E XI SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO Á DOCÊNCIA DA UFRN, 2013, Natal RN. V ENCONTRO DAS LICENCIATURAS, IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PIBID E XI SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO Á DOCÊNCIA DA UFRN, 2013.

Apresentações de Trabalho
1.
ZIEGLER, A. J. F.. ELAS POR ELAS. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
ZIEGLER, A. J. F.. POLÍTICA HABITACIONAL. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

3.
ZIEGLER, A. J. F.. DEMOCRATIZAÇÃO DE LUTA PELO ESPAÇO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
ZIEGLER, A. J. F.. OFICINAGÊNERO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

5.
ZIEGLER, A. J. F.. A ARTE AUXILIANDO NA EDUCAÇÃO: O USO DO ESTÊNCIL COMO PRÁTICA EDUCATIVA. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).


Demais tipos de produção técnica
1.
ZIEGLER, A. J. F.. IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE GESTÃO EDUCACIONAL, DO II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA E SUPERIOR, DA VIII SEMANA ACADÊMICA DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO EDUCACIONAL, II SEMANA ACADÊMICA DO CENTRO DE EDUCAÇÃO. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

2.
ZIEGLER, A. J. F.. Polígrafo de Geografia módulo I;II;III. 2014. (Produtora de material didático.).

3.
ZIEGLER, A. J. F.. Polígrafo de geografia Módulo. I;II;III. 2013. (Produtora de material didático).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
IV SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE MÚLTIPLAS TERRITORIALIDADES E IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE MICROTERRITORIALIDADES NAS CIDADES: Visibilidades, escalas geográficas e desafios metodológicos. 2016. (Seminário).

2.
3º SEMINÁRIO ESTADUAL DA AGROBIODIVERSIDADE CRIOULA. 2014. (Seminário).

3.
II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO E FÓRUM REGIONAL DP DO CENTRO E SUL DO RS. 2014. (Seminário).

4.
IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE GESTÃO EDUCACIONAL, DO II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA E SUPERIOR, DA VIII SEMANA ACADÊMICA DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO EDUCACIONAL, II SEMANA ACADÊMICA DO CENTRO DE EDUCAÇÃO. 2014. (Seminário).

5.
SEXTA-FEIRA DA DIVERSIDADE : MOVIMENTO SOCIOPOLÍTICO LGBT. 2014. (Encontro).

6.
SEXTA-FEIRA DA DIVERSIDADE : MULHERES, FEMINISMO E CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS SOCIAIS. 2014. (Encontro).

7.
2º SEMINÁRIO ESTADUAL DA AGROBIODIVERSIDADE CRIOULA. 2013. (Seminário).

8.
3ª MOSTRA INTEGRADA DE PROFISSÕES, TECNOLOGIAS, CULTURAS E RELAÇÕES COMUNITÁRIAS DA UFSM - PROFITECS. 2013. (Feira).

9.
EDUCAÇÃO POPULAR: POTENCIALIDADES. 2013. (Encontro).

10.
I CICLO DE ESTUDOS SOBRE DIVERSIDADE CULTURAL E SUAS MANIFESTAÇÕES NA SOCIEDADE BRASILEIRA- OLHARES SOBRE A CULTURA JAPONESA. 2013. (Outra).

11.
I SEMINÁRIO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO. 2013. (Seminário).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
ZIEGLER, A. J. F.. RODA DE CONVERSA E VIDEOCONFERÊNCIA PORQUE TODXS LUTAMOS POR DIREITOS IGUAIS. 2018. (Outro).

2.
ZIEGLER, A. J. F.. A IMPORTÂNCIA DA PERMANÊNCIA DO ALUNO-TRABALHADOR NA UNIVERSIDADE. 2018. (Outro).

3.
ZIEGLER, A. J. F.. CHEGUEI NA UNIVERSIDADE E AGORA?. 2018. (Outro).

4.
ZIEGLER, A. J. F.. PAINEL: PROBLEMÁTICAS DA EDUCAÇÃO PUBLICA BRASILEIRA: NARRATIVA E PERSPECTIVAS. 2018. (Outro).

5.
ZIEGLER, A. J. F.. RECEPÇÃO AOS CALOUROS. 2018. (Outro).

6.
ZIEGLER, A. J. F.. EDUCAÇÃO E MOBILIZAÇÃO NO ESPAÇO SOCIAL. 2017. (Outro).

7.
ZIEGLER, A. J. F.. OS CAMINHOS DAS PESQUISAS FEMINISTAS. 2017. (Outro).

8.
ZIEGLER, A. J. F.. XII ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM GEOGRAFIA. 2017. (Outro).

9.
ZIEGLER, A. J. F.; SILVEIRA, L. . 4º SEMINÁRIO ESTADUAL DA AGROBIODIVERSIDADE CRIOULA.. 2015. (Outro).

10.
ZIEGLER, A. J. F.; WOLLMAM , C . A. ; COSTA, B. P. . SEXTA-FEIRA DA DIVERSIDADE : MOVIMENTO SOCIOPOLÍTICO LGBT. 2014. (Outro).

11.
ZIEGLER, A. J. F.; WOLLMAM , C . A. ; COSTA, B. P. . SEXTA-FEIRA DA DIVERSIDADE : MULHERES , FEMINISMO E CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS SOCIAIS. 2014. (Outro).

12.
ZIEGLER, A. J. F.; SILVEIRA, L. . 3º SEMINÁRIO ESTADUAL DA AGROBIODIVERSIDADE CRIOULA. 2014. (Outro).

13.
ZIEGLER, A. J. F.; WIZNIEWSKY, C. R. F. ; FOLETO, E. M. . II SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO DO CAMPO E FÓRUM REGIONAL DO CENTRO E SUL DO RS:. 2014. (Outro).

14.
ZIEGLER, A. J. F.; CONTI, V. . 2º SEMINÁRIO ESTADUAL DA AGROBIODIVERSIDADE CRIOULA. 2013. (Outro).

15.
ZIEGLER, A. J. F.; WIZNIEWSKY, C. R. F. . SEMINÁRIO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO:. 2013. (Outro).




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