Cristina Araripe Ferreira

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  • Última atualização do currículo em 06/09/2018


Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1985), graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1985), mestrado em Histoire des Sciences et Épistemologie - Université Paris 7 (1995), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992) e doutorado em História das Ciências e da Saúde pela Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz (2011). Atualmente, é Pesquisadora em C&T em Saúde do Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz, unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz, Professora convidada da área de Educação em Saúde da PUC-Rio, Coordenadora do Observatório Juventude, Ciência e Tecnologia e Coordenadora Nacional da OIimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente/Fiocruz. Tem experiência na área de Educação, Sociologia e História das Ciências e da Saúde com ênfase em Políticas Públicas, Juventude e C&T, atuando principalmente nas seguintes áreas e temas: educação em ciências, iniciação científica na educação básica, difusão do conhecimento científico e tecnológico, instituições públicas de pesquisa, formação de futuros pesquisadores e carreiras científicas. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Cristina Araripe Ferreira
Nome em citações bibliográficas
FERREIRA, C. A.;FERREIRA, C. Araripe;ARARIPE, Cristina;ARARIPE FERREIRA, Cristina;Cristina Araripe;Ferreira, C. A.

Endereço


Endereço Profissional
Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio.
Avenida Brasil, 4365
Manguinhos
21045900 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil
Telefone: (21) 38659741
Fax: (21) 38659700
URL da Homepage: http://www.epsjv.fiocruz.br


Formação acadêmica/titulação


2006 - 2011
Doutorado em História da ciência e da saúde.
Casa de Oswaldo Cruz-Fiocruz, COC/FIOCRUZ, Brasil.
Título: Difusão do conhecimento científico e tecnológico no Brasil na segunda metade do século XIX: a circulação do progresso nas exposições universais e internacionais, Ano de obtenção: 2011.
Orientador: Maria Rachel de Gomensoro Fróes da Fonseca.
Palavras-chave: Difusão do Conhecimento; Exposições universais; História das ciências; História das ciências e das técnicas; Difusão das ciências; Império do Brasil.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História das Ciências.
Setores de atividade: Educação; Pesquisa e desenvolvimento científico.
1996 interrompida
Doutorado interrompido em 1999 em Histoire Des Sciences Et Epistemologie.
Université Paris 7, UNIVERSITÉ PARIS, Brasil.
Título: L`Exposition universelle de 1889 à Paris: la participation de l`Empire du Brésil,
Orientador: Patrick Petitjean.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Ano de interrupção: 1999
Palavras-chave: História das ciências e das técnicas; Império do Brasil; Exposições universais; Difusão do Conhecimento.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Sociologia da ciência.
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.
1993 - 1995
Mestrado em Histoire Des Sciences Et Épistemologie.
Université Paris 7, UNIVERSITÉ PARIS, Brasil.
Título: L´Exposition Universelle de 1889 et l`Empire du Brésil,Ano de Obtenção: 1995.
Orientador: Patrick Petitjean.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: Exposição universal; História das ciências e das técnicas; Difusão das ciências; Difusão do Conhecimento.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil.
Setores de atividade: Administração Pública, Defesa e Seguridade Social; Outro.
1990 - 1992
Mestrado em Engenharia de Produção.
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Título: A COPPE e as tecnociências no Brasil,Ano de Obtenção: 1992.
Orientador: José Manoel Carvalho de Mello.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: História das ciências; História das instituições científicas; Pós-graduação no Brasil; Engenharia no Brasil.
Grande área: Engenharias
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas.
Setores de atividade: Outro; Educação Superior.
1989 - 1990
Especialização em Ensino de Ciências.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Título: O currículo de ciências no 1o. grau.
Orientador: Letícia Tarquínio de Souza Parente.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
1981 - 1985
Graduação em História.
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio, Brasil.
Título: O Rio de Janeiro na virada do século XX: a política higienista e a reforma Pereira Passos.
Orientador: Ilmar Rholoff de Mattos.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
1981 - 1985
Graduação em Ciências Sociais.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.




Formação Complementar


2013 - 2013
Como funciona o cérebro?. (Carga horária: 3h).
Federação das Sociedades de Biologia Experimental, FeSBE, Brasil.


Atuação Profissional



Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
Vínculo institucional

2002 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Pesquisadora em Saúde Pública, Carga horária: 40

Vínculo institucional

1998 - 2002
Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor visitante, Carga horária: 40

Atividades

06/2010 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, .

01/2009 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, .

08/2006 - Atual
Outras atividades técnico-científicas , Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio.

Atividade realizada
Coordenadora Nacional da Olimpíada Nacional de Saúde e Meio Ambiente.
01/2006 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, .

06/2005 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, .

01/2005 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, .

10/2004 - Atual
Direção e administração, Laboratório de Iniciação Científica na Educação Básica, .

Cargo ou função
Chefe de Laboratório.
10/2004 - Atual
Conselhos, Comissões e Consultoria, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Departamento de Formação Profissional em C&T em Saúde.

Cargo ou função
Membro de conselho.
08/2004 - Atual
Direção e administração, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, .

Cargo ou função
Coordenadora do Laboratório de Iniciação Científica na Educação Básica.
8/2003 - Atual
Direção e administração, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Setor de Programa de Vocação Científica.

Cargo ou função
Coordenador de Programa.
6/2001 - Atual
Conselhos, Comissões e Consultoria, Fundação Oswaldo Cruz, .

Cargo ou função
Membro de conselho de unidade.
01/2001 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, .

6/2001 - 10/2004
Direção e administração, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Departamento de Formação Profissional em C&T em Saúde.

Cargo ou função
Chefe de Departamento.

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio, Brasil.
Vínculo institucional

2011 - Atual
Vínculo: Professora convidada, Enquadramento Funcional: Professora convidada
Outras informações
Curso de extensão Educação e Saúde (CCE/Puc-Rio)


Université Paris 7 - Recherches Epistemologiques, REHSEIS, França.
Vínculo institucional

1995 - 1998
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Doutoranda, Carga horária: 40

Vínculo institucional

1993 - 1995
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Mestrado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

09/1993 - 05/1998
Pesquisa e desenvolvimento , Rehseis, Recherches Epistemologiques et Historiques sur les Sciences Exactes.


Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
Vínculo institucional

1990 - 1992
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Mestrado
Outras informações
Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia (Coppe)

Atividades

03/1990 - 09/1992
Pesquisa e desenvolvimento , Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia (Coppe), .


Centro de Ciências do Estado do Rio de Janeiro, CECIERJ, Brasil.
Vínculo institucional

1990 - 1992
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Cargo comissionado (DAS), Carga horária: 40

Vínculo institucional

1987 - 1992
Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor-pesquisador, Carga horária: 40

Vínculo institucional

1989 - 1990
Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 40

Vínculo institucional

1988 - 1988
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Contrato por tempo determinado, Carga horária: 40

Atividades

01/1991 - 09/1992
Pesquisa e desenvolvimento , Departamento de Projetos Especiais, .

03/1990 - 09/1992
Ensino, Formação Continuada de Professores de 2o. Grau, Nível: Especialização

Disciplinas ministradas
Projetos de Ciências
01/1990 - 09/1992
Direção e administração, .

Cargo ou função
Chefe de Departamento.
01/1989 - 09/1990
Pesquisa e desenvolvimento , Departamento de Projetos Especiais, .


Instituto Estadual de Florestas de Rondônia, IEF-RO, Brasil.
Vínculo institucional

1986 - 1987
Vínculo: Assessoria técnica, Enquadramento Funcional: Contrato por tempo determinado, Carga horária: 40

Atividades

07/1986 - 10/1987
Pesquisa e desenvolvimento .



Linhas de pesquisa


1.
Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente

Objetivo: A Olimpíada visa a estimular projetos pedagógicos, contribuindo ao processo de construção do conhecimento entre professores e alunos do ensino fundamental e médio, e à reflexão sobre saúde, ambiente e cidadania. Trata-se de uma competição de caráter educativo, que dá ênfase a trabalhos criativos e inéditos e maior visibilidade a projetos em andamento nas escolas, relacionados aos temas referidos..
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Educação.
Palavras-chave: Ambiente; Cidadania; Educação; Juventude; Saúde.
2.
Juventude, Ciência e Tecnologia

Objetivo: O Observatório visa a mapear, sistematizar, analisar e difundir informações sobre juventude, educação, ciência e tecnologia e inclusão social, que favoreçam a construção de interfaces entre essas áreas, de forma a contribuir ao debate e formulação de políticas que incluam o tema de juventude no processo de desenvolvimento científico e tecnológico do país, por meio da criação de um site na Internet..
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas / Especialidade: Estudos da Juventude.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas / Especialidade: Estudo de carreiras científicas.
Setores de atividade: Educação.
Palavras-chave: Ciência e Tecnologia; Difusão científica; Educação; Inclusão Social; Juventude.
3.
Formas de conhecimento e promoção de experiências em Educação, Saúde e Ambiente na Educação Básica

Objetivo: Realizar estudos e promover ações e projetos educativos na área de saúde e meio ambiente, como instrumento de melhoria do ensino básico, identificando jovens talentosos que possam ser estimulados a seguir carreiras técnico-científicas e desenvolver reflexões sobre o processo ensino-aprendizagem na área de saúde e ambiente..
Palavras-chave: Educação básica; Educação Ambiental; Educação em Saúde; Olimpíada Científica; Democratização de Conhecimentos; Compartilhamento de Experiências.
4.
Processos de implementação de políticas públicas entre teorias abrangentes e práticas específicas regionalmente situadas

Objetivo: Descrever e analisar processos de implementação de políticas públicas entre teorias abrangentes e práticas específicas dos atores da dinâmica territorial à luz de temas ambientais localmente situados..
Palavras-chave: Políticas Públicas; Implementação; Meio Ambiente; Biodiversidade; Educação Ambiental.
5.
Formação, desenvolvimento e institucionalização da nova disciplina científica virologia ambiental na arena da saúde pública brasileira

Objetivo: Compreender como se formou no cenário internacional da saúde pública uma disciplina científica nova, a virologia ambiental, como vem sendo desenvolvida e institucionalizada num país continental como o Brasil, politicamente diverso, culturalmente heterogêneo, regional e socialmente desigual, e quais desafios e limites vem enfrentando e superando para continuar sobrevivendo no mundo competitivo das ciências..
Palavras-chave: Sociologia da Ciência; Nova Disciplina Científica; Virologia Ambiental; Metodologia Qualitativa; Institucionalização; Instituto Público Federal de Pesquisa em Saúde.
6.
Iniciativas de Educação Científica para a Educação Básica
7.
Educação, Saúde e Meio Ambiente

Objetivo: Desenvolver pesquisas e estimular projetos pedagógicos para a construção do conhecimento entre professores e alunos da educação básica que reflitam sobre a relação entre educação, ciência, saúde, meio ambiente e cidadania. A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (www.olimpiada.fiocruz.br )desenvolve as ações desta linha..
Palavras-chave: Educação básica; Olimpíada Científica; Promoção da saúde; Educação Ambiental; Educação e saúde; Políticas Públicas.
8.
Políticas e Programas de Iniciação Científica no Ensino Médio

Objetivo: A pesquisa visa a ampliar o debate sobre a pertinência de políticas de educação voltadas para o incentivo às carreiras científicas. Recorre à análise das novas formas de sociabilidade, buscando discutir os fundamentos teóricos e metodológicos de um novo projeto curricular interdisciplinar para o ensino médio que aponte à consolidação de um modelo de iniciação científica na educação básica, que atenda aos grandes desafios da política de formação profissional na área de C&T no país..
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas / Especialidade: Estudo de carreiras científicas.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação / Especialidade: Educação Científica e Tecnológica.
Setores de atividade: Educação.
Palavras-chave: Carreiras científicas; Educação básica; Iniciação Científica; Políticas Públicas.
9.
Estudo de trajetórias biográficas de um grupo de jovens de camada popular inserido no Programa de Vocação Científica (Provoc/Fiocruz)

Objetivo: Busca-se analisar o significado para as trajetórias de jovens, moradores de uma comunidade no entorno do campus da Fiocruz no Rio de Janeiro/RJ, que participam do Programa de Vocação Cientifica/Fiocruz. São analisados os condicionantes do espaço social relacionados à escolha dos jovens pelo Provoc e o significado da socialização ocorrida no ambiente de pesquisa para os demais eventos que condicionam suas trajetórias na passagem para a vida adulta..
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicologia Social.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas / Especialidade: Estudo de carreiras científicas.
Setores de atividade: Educação.
Palavras-chave: Inclusão Social; Iniciação Científica; Trajetórias juvenis; Socialização.
10.
Iniciação Científica para Jovens de Ensino Médio: estudos comparados

Objetivo: Desenvolver estudos sobre a construção das identidades profissionais dos estudantes do Ensino Médio que optam pela Iniciação Científica (IC) discutindo as relações de gênero e as trajetórias juvenis. Metas: a) determinar em que medida os Programas de IC influenciam na formulação de projetos profissionais pelos estudantes; b) identificar inovações aplicáveis aos Programas de IC; c) fomentar estudos sobre a educação comparada com o tema em pesquisas nacionais e internacionais com os vários atores..
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Educação.
Palavras-chave: Educação comparada; Gênero e ciência; Identidade; Iniciação Científica; Juventude.
11.
Iniciação científica no ensino médio: o Programa de Vocação Científica

Objetivo: Desenvolvimento de estudos sobre a construção das identidades profissionais dos estudantes do Ensino Médio que optam pela Iniciação Científica (IC), discutindo as relações de gênero e as trajetórias juvenis. Metas: a) determinar em que medida os Programas de IC influenciam na formulação de projetos profissionais pelos estudantes; b) identificar inovações aplicáveis aos Programas de IC; c) fomentar estudos sobre a educação comparada com o tema, em pesquisas nacionais e internacionais..
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas / Especialidade: Políticas públicas.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas / Especialidade: Estudo de carreiras científicas.
Setores de atividade: Educação.
Palavras-chave: Educação básica; Gênero e trajetórias juvenis; Iniciação Científica; Políticas Públicas.
12.
Produção e aplicação de kit´s educativos para professores
13.
Avaliação de Programas de Educação para as Ciências
14.
Difusão de Conhecimentos Científicos para Professores de Escolas de Formação de Magistério
15.
Metodologias de Ensino para Formação Continuada de Professores de Ciências e Matemática
16.
Educação e Ciências
17.
Ensino de Ciências
18.
História das Ciências Exatas
19.
Difusão de conhecimentos científicos
20.
Cooperação técnica na área educacional e sócio-econômica de projetos ambientais.
21.
História das Ciências, da Engenharia e da Pós-Graduação no Brasil: 30 anos da criação da COPPE/UFRJ (1963-1992)


Projetos de pesquisa


2014 - Atual
Doença de Chagas na Região do Rio Negro, Estado do Amazonas, Brasil
Descrição: A doença de Chagas na Região Amazônica como um todo, pode ser considerada uma enzootia de animais silvestres ou uma antropozoonose - uma doença acidental humana, adquirida quando o homem penetra no ecossistema silvestre ou quando triatomíneos silvestres invadem o domicílio humano, atraído pela luz ou a procura do sangue como fonte alimentar. Pelo menos 27 espécies de nove gêneros de triatomíneos (16 espécies na Amazônia brasileira), têm sido observados na Pan-Amazônia, a maioria deles infectados com T. cruzi. Por outro lado, a enorme fauna de mamíferos silvestres infectados com T. cruzi mantendo o ciclo silvestre da região. Os riscos da doença de Chagas se tornar endêmica na região Amazônica são: a) O extenso desflorestamento com afastamento dos mamíferos silvestres, fonte de sangue para os triatomíneos. b) Adaptação de triatomíneos silvestres ao domicílio humano a procura de novas fontes alimentadora de sangue. c) Migração incontrolada de populações humanas e animais domésticos infectados com T. cruzi das áreas endêmicas de doença de Chagas para a Amazônia brasileira. Quatro perfis epidemiológicos da doença de Chagas podem ser observados na Amazônia brasileira: a) doença enzoótica de animais silvestres, universalmente na região; b)antropozoonose, ou seja, infecção humana acidental por T. cruzi quando o homem invade o ecótopo silvestre ou quando triatomíneos ou reservatórios silvestres de T. cruzi (marsupiais) invadem os domicílios humanos; c) doença aguda por transmissão oral de T. cruzi, por meio de ingestão de alimentos contaminados com fezes e/ou urina de triatomíneos silvestres ou com secreção odorífera de marsupiais, causando surtos epidêmicos da doença de Chagas; d) doença profissional de extrativistas de vegetais, especialmente extrativista de fibras de piassava (Leopoldina piassava). As medidas de controle recomendadas para evitar a doença de Chagas endêmica na Amazônia brasileira, devem ser as seguintes: melhorar a educação em saúde nas comunidades, treinamento dos agentes de saúde pública e das comunidades para vigilância de vetores e da doença de Chagas e treinamento de técnicos para o diagnóstico laboratorial e médicos para reconhecer e tratar casos agudos e crônicos da doença o mais cedo possível. Os principais alvos desta proposta são os seguintes: avaliar os cenários de transmissão, prevalência e morbidade da doença de Chagas em áreas de afluentes da microrregião do Rio Negro, Estado do Amazonas e as perspectivas de prevenção, tratamento e controle da doença na região, considerando os seguintes eixos temáticos: 1)Estudo epidemiológico e clínico para avaliação da transmissão (vetorial e oral), da prevalência e morbidade da doença e sua evolução. 2) Treinamento de profissionais de saúde da região (técnicos de laboratório, enfermeiros, médicos e auxiliares) para o diagnóstico laboratorial e clínico, e tratamento de casos agudos e crônicos da doença. 3) Ministrar cursos para professores do ensino básico, para servirem de multiplicadores do conhecimento da doença pelos seus alunos, visando a promoção da saúde e prevenção da doença pelos seus alunos, evitando a sua transmissão nos ecótopos silvestres e eventuais adaptações de triatomíneos aos domicílios humanos..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .
Integrantes: Cristina Araripe Ferreira - Coordenador / José Rodrigues Coura - Integrante / Angela Cristina Verissimo Junqueira - Integrante / Laura Cristina Santos - Integrante / Sérgio Salles Xavier - Integrante / Carlos José de Carvalho Moreira - Integrante / Marta Maria Geraldes Teixeira - Integrante / Amanda Coutinho Souza - Integrante / Eufrosina Setsu Umezawa - Integrante / Cibele Rodrigues Bonvicino - Integrante / Ana Ruth Arcanjo - Integrante / Juliana de Meis - Integrante / BERNADINO CLAUDIO DE ALBUQUERQUE - Integrante / JÚLIO CÉSAR MIGUEL - Integrante / ANDRÉA SILVESTRE DE SOUZA - Integrante.
2013 - Atual
Profissão cientista: a experiência de jovens pesquisadores narrada para jovens estudantes

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Maria Lúcia de Macedo Cardoso em 05/06/2014.
Descrição: O projeto tem como objetivo desenvolver e divulgar vídeos a serem veiculados no website do Observatório Juventude, Ciência e Tecnologia, em eventos voltados para divulgação da ciência e tecnologia, assim como em escolas e instituições de ciência, buscando propiciar aos jovens um maior acesso ao trabalho do pesquisador, estimulando maior conhecimento das carreiras científicas.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Determinar em áreas de extrativismo o risco da transmissão vetorial e oral do Trypanosoma cruzi na Amazônia brasileira e propor medidas de vigilância e controle
Descrição: Trata-se de um projeto de tese de doutorado a ser desenvolvido no Estado do Amazonas na Microrregião do Rio Negro, nos municípios de Novo Airão, Barcelos, Santa Izabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, em áreas de extração da piaçava e dos frutos comestíveis que são áreas de transmissão do Trypanosoma cruzi. Nos últimos anos tem surgido um novo cenário da transmissão do protozoário ao serem evidenciados novos mecanismos, a transmissão oral e por triatomíneos silvestres. Fazendo necessário um remodelamento dos critérios utilizados para controle e vigilância da doença de Chagas. A pesquisa em seres humanos, com a inclusão de 300 indivíduos, envolve capacitação de profissionais em saúde e inserção do Programa de Saúde na Escola (PSE) para o conhecimento sobre a doença de Chagas na Microrregião do Rio Negro, em parceria com a Secretaria de Saúde e Secretaria de Educação..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .
Integrantes: Cristina Araripe Ferreira - Coordenador / Angela Cristina Verissimo Junqueira - Integrante / Amanda Coutinho de Souza - Integrante.
2012 - Atual
Juventude e conhecimento: ampliando perspectivas através da divulgação científica e articulações institucionais
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2012 - Atual
Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente
Descrição: A Obsma/Fiocruz foi criada em 2001 com a finalidade principal de incentivar o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas de ensino fundamental e de ensino médio de todo o país e para que pudessem ser reforçadas no interior da própria instituição, linhas de atuação ligadas aos chamados Objetivos do Milênio, estabelecidos pela ONU em 2000. Dentre eles, destacamos o desenvolvimento de diversos projetos de pesquisa na Fiocruz correlacionados a três desses objetivos: educação básica de qualidade para todos; qualidade de vida e respeito ao meio ambiente; e combate à AIDS, à malária e outras doenças. Desde sua criação, a Obsma/Fiocruz tem se distinguido ao fomentar a realização de projetos pedagógicos voltados para a melhoria das condições de saúde e ambientais do país, além de buscar de forma incessante que o conhecimento científico se aproxime cada vez mais do cotidiano escolar. Ao valorizar o trabalho docente, as atividades pedagógicas apresentadas na forma de trabalhos e projetos inscritos na Obsma são reconhecidas pelas comunidades em que professores e alunos estão inseridos, ao mesmo tempo em que passam a ter visibilidade por meio do prêmio e da divulgação alcançados por aqueles que se destacam em cada uma das etapas do certame. Assim, a proposta central da Olimpíada, de forma sistemática e definitiva, tem sido a de fortalecer o entendimento da saúde associada à qualidade de vida e às condições do meio ambiente, mas também ao uso consciente, racional e sustentável dos recursos naturais..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) .
Integrantes: Cristina Araripe Ferreira - Coordenador / Páulea Zaquini - Integrante / Maria Inêz Sodré Saraiva - Integrante / Ariane dos Santos Pereira - Integrante.
2012 - Atual
O papel da iniciação científica na educação básica no processo de formação profissional em ciência e tecnologia no país
Descrição: A Iniciação Científica na Educação básica fundamenta-se na importância da educação científica e tecnológica ainda nas etapas iniciais do processo educativo, como meio de proporcionar um desenvolvimento integral e de estimular os jovens a seguirem carreiras científicas, quando ainda estão no processo de elaborar suas escolhas profissionais. Baseia-se também na constatação da diminuição de interesse dos jovens por essas carreiras. A primeira proposta formal e abrangente de iniciação científica para jovens entre 15 e 18 anos que cursam o ensino médio, no Brasil, data de 1986, com a criação do Programa de Vocação Científica (Provoc), na Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, na Fundação Oswaldo Cruz. Inserido no Laboratório de Iniciação Científica na Educação Básica (Lic-Provoc), o Programa concebe a iniciação científica como um conjunto de experiências educacionais orientadas fundamentalmente para a dimensão formativa do jovem. O êxito desta experiência influenciou a criação de programas de IC no ensino médio. No âmbito do Lic-Provoc, foi construído um banco de dados com informações sobre as áreas de pesquisa, os alunos e os pesquisadores-orientadores que têm participado do Programa, constituindo-se numa preciosa fonte documental para análises das características e possibilidades da iniciação científica no nível médio de ensino. Embora ainda não totalmente explorado, com base neste acervo, pesquisas sob a perspectiva de gênero, sobre egressos, orientadores, trajetórias dos jovens foram realizadas e divulgadas através de artigos e participação em eventos científicos. A experiência do Provoc confirma a estreita relação entre as demandas dos jovens em termos de profissionalização e inserção no mundo do trabalho, e abre caminho para que se ampliem as oportunidades formativas associadas às carreiras científicas e tecnológicas. Por meio da iniciação científica, a inserção precoce em atividades profissionais torna-se uma realidade palpável para os jovens estudantes do EM, de diferentes origens socioeconômicas. De modo geral, as políticas públicas para a juventude não contemplam as dimensões da ciência e tecnologia e suas articulação com a formação. Já no âmbito das políticas de ciência e tecnologia, pouca atenção tem sido dada aos contextos de educação científica (formal e não-formal) de jovens do ensino médio ? o programa de bolsas de iniciação científica no EM ainda é incipiente e não está articulado com outras iniciativas de formação. Além disso, C&T não entra no debate sobre trabalho e inclusão social de jovens. Essa constatação sinaliza para a pertinência dos objetivos deste projeto de pesquisa: identificar e analisar as interfaces entre as experiências de iniciação científica na educação básica e as políticas públicas para jovens nos campos de ciência e tecnologia, educação, trabalho e inclusão social, visando contribuir com a formulação e a proposição de estratégias de participação de jovens no processo de produção de conhecimento científico e tecnológico. A metodologia da pesquisa tem como base uma revisão bibliográfica com foco na análise de políticas públicas para jovens. A sistematização e análise de informações sobre o Provoc bem como o mapeamento das iniciativas e programas de iniciação científica na educação básica no país constituirão a base para a elaboração de indicadores de avaliação. Pesquisas na internet e na imprensa, entrevistas e participação em eventos constituem meios para o acompanhamento de políticas públicas..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2012 - Atual
Escolhas e projetos de futuro de jovens com referência aos temas da escolarização, do trabalho e das carreiras científicas no âmbito da Ciência e Tecnologia
Descrição: O objetivo deste projeto de pesquisa é aprofundar o conhecimento sobre os jovens a partir de suas vivências em ambientes de pesquisa em C&T, através de programas de Iniciação Cientifica no Ensino Médio. A inserção de jovens no Programa de Vocação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (Provoc/Fiocruz) será analisada através de diferentes estratégias metodológicas. A trajetória dos pesquisadores orientadores que participam do Provoc/Fiocruz se constitui igualmente em objeto dessa pesquisa. Busca-se analisar a incorporação de propostas de iniciação científica e tecnológica voltadas para jovens do ensino médio em espaços institucionais voltados para jovens desfavorecidos levando em consideração que o Ministério da Ciência e Tecnologia cria a ?Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social?, um departamento de popularização e programas voltados para a inclusão de jovens. É algo que nos interessa e, ao mesmo tempo, sobre o qual devemos ter bastante atenção porque é um campo onde existem muitas intervenções vindas de horizontes disciplinares diferentes. No contexto mencionado, observa-se na literatura sobre jovens e ciência grande ausência de trabalhos a respeito do universo de jovens inseridos ?precocemente? em contextos socializadores de IC, como programas de iniciação científica voltados para o Ensino Médio. Pouca atenção tem sido dada às ações e aos contextos de educação formal e não-formal que envolvem a formação para a carreira acadêmica e científica e sobretudo que incorporem o recorte de gênero, buscando ressaltar as barreiras de gênero (Tabak,2002). Este trabalho vincula-se assim à necessidade de se conhecer as expectativas dos jovens ligadas à iniciação científica na medida em que o conjunto dos trabalhos sobre jovens e Iniciação Científica (Filipeck,2006) ressalta a importância de ampliação do debate no âmbito dos problemas enfrentados na passagem para a vida adulta, no que diz respeito às escolhas de profissões, carreiras e inserção no mercado de traba.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Cristina Araripe Ferreira - Integrante / Simone Ouvinha Peres - Coordenador / Maria Lúcia de Macedo Cardoso - Integrante / Shirley Lima Ferreira - Integrante / Claudia Cristina Nunes Emidio Gonçalves - Integrante / Ana Lucia Soutto Mayor - Integrante / Vania de Oliveira Laviola - Integrante / Ricardo Xavier de Barros - Integrante / Jefferson de Mattos Campos - Integrante / Joice Rodrigues Damasio - Integrante.
2011 - 2012
Dinâmica global da pesquisa científica e realidade local da pesquisa em virologia ambiental num Instituto Público de Pesquisa em Saúde na Cidade do Rio de Janeiro
Descrição: A maneira de fazer ciência mudou consideravelmente ao longo do tempo, ao mesmo tempo em que novas disciplinas e especialidades foram e continuam sendo criadas como, por exemplo, a Virologia Ambiental na área da saúde pública. Observa-se uma evolução que não se reduz à acumulação de descobertas e de conhecimentos, mas que passa pela transformação dos instrumentos, dos métodos, das técnicas e das formas de organização da pesquisa. Como não há mais modelo único para a organização da pesquisa científica cabe se perguntar sobre a natureza e a extensão dessas transformações num espaço de produção de conhecimentos em biociências da centenária a Fundação Oswaldo Cruz: o Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental, integrante do Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública do Ministério da Saúde, sediado na cidade do Rio de Janeiro. Procuraremos responder está questão através de uma metodologia qualitativa (centrada no cruzamento das informações obtidas através de análise crítica de documentos e publicações as mais diversas, revisão da literatura pertinente, entrevistas abertas não-diretivas e observações etnográficas do cotidiano do laboratório no desenvolvimento de projetos) e testando duas hipóteses de trabalho numa perspectiva socioantropológica: (1) as forças sociais que animam hoje o mundo das ciências são múltiplas, segundo os países, as disciplinas, as instituições e escalas geográficas, com zonas de tensão que estão no centro das transformações dos regimes de produção e de regulação dos conhecimentos e técnicas; (2) a emergência da disciplina Virologia Ambiental e suas formas de institucionalização e desenvolvimento em locais de produção de conhecimento geograficamente e historicamente situados é o resultado: (2.1) do reconhecimento dos vírus como um novo objeto de estudo dotado de caraterísticas próprias e diferentes quando comparados às bactérias; (2.2) do papel central do meio ambiente como suporte de reprodução dos vírus; (2.3) da co-evolução entre novas.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2006 - 2008
Redes Cooperativas e Inovação em Saúde Pública - estudo de caso do processo de construção social, coletivo e local da Rede Vacinas Recombinantes e DNA da Fundação Oswaldo Cruz
Descrição: compreender o processo de construção social, coletiva e local da Rede Vacinas Recombinante e DNA e suas implicações para a política de inovação na Fiocruz; trazer a tona todas as interações entre os elementos que tornam possíveis o processo de produção dos objetos técnicos "vacinas recombinantes e de DNA"; mapear as concepções práticas de inovação e de gestão da pesquisa tecnológica do PDTIS; identificar e caracterizar o modelo de redes cooperativas do PDTIS; mapear as concepções práticas de inovação, de serviços de saúde e de pesquisa em saúde dos atores da Rede Vacinas Recombinante e DNA; inventariar os elementos que integram a pesquisa tecnológica com vacinas recombinantes e de DNA, isto é, os locais de trabalho, os pesquisadores e técnicos, os demais trabalhadores, as teorias, os modelos e outras entidades de representação, os materiais de pesquisa, instrumentos, tecnologias, competências e técnicas de organização do trabalho, financiamento e suas organização, grupos intermediários, o público e os potenciais consumidores desejados ou não; escrever os mecanismos de comunicação e de prospecção e compartilhamento de informações no processo de inovação da Rede Vacinas Recombinantes e DNA; Caracterizar a cultura local que anima a Rede Vacinas Recombinantes e DNA e conceituar o tipo de rede que configura a Rede Vacinas Recombinantes e DNA..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2004 - Atual
A iniciação científica de alunos da Educação Básica
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Cristina Araripe Ferreira - Coordenador / Bianca Antunes Cortes - Integrante / Cristiane Nogueira Braga - Integrante / Isabela Cabral Félix de Sousa - Integrante / Telma de Mello Frutuoso - Integrante / Maria Lúcia de Macedo Cardoso - Integrante / Jefferson Campos - Integrante / Maria Emília Boueri Rossigneux - Integrante / Páulea Zaquini - Integrante / Maria Inêz Sodré Saraiva - Integrante / Ignez Ferreira Siqueira - Integrante.Financiador(es): Fundação Oswaldo Cruz - Auxílio financeiro.
1999 - 2002
Concepções da iniciação no ensino médio
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
1993 - 1998
As relações científicas entre a França e o Brasil na 2a. metade do século XIX: o caso das exposições universais.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Projetos de desenvolvimento


1998 - 1999
Ampliação e Descentralização do Programa de Vocação Científica da Fiocruz (Fund. VITAE)
Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.


Outros Projetos


2010 - Atual
Observatório Juventude, Ciência e Tecnologia
Situação: Em andamento; Natureza: Outra.
2004 - 2013
Programa de Vocação Científica
Descrição: Formação de jovens talentos para a C&T.
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
2001 - Atual
Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente
Situação: Em andamento; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação: (6) .
Integrantes: Cristina Araripe Ferreira - Coordenador / Páulea Zaquini - Integrante / Virgínia Schall - Integrante / Zulma Medeiros - Integrante / Luciana Sepúlveda Köptcke - Integrante / Marcos Andre Vannier dos Santos - Integrante / Jefferson de Matos Campos - Integrante / Ana Lúcia de Almeida Soutto Mayor - Integrante / Rita Bacuri - Integrante.Financiador(es): Fundação Oswaldo Cruz - Outra.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História.
3.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação.
4.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas.
5.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.


Idiomas


Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.


Prêmios e títulos


2004
Prêmio CENPES de Excelência em Resultados 2004, Cenpes-Petrobras.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
Sousa, I. C. F.2008Sousa, I. C. F. ; Braga, C. N. ; Frutuoso, T. M. ; FERREIRA, C. A. ; Vargas, D. S. . The female predominance of a vocational and scientific education programme for High School Students in Rio de Janeiro and Recife, Brazil. Convergence (Toronto), v. 41, p. 83-97, 2008.

2.
Sousa, I. C. F.2008Sousa, I. C. F. ; Braga, C. N. ; Frutuoso, T. M. ; FERREIRA, C. A. ; Vargas, D. S. . The female predominance of a vocational and scientific education programme for High School Students in Rio de Janeiro and Recife, Brazil. Convergence (Toronto), v. 41, p. 83-97, 2008.

3.
FERREIRA, C. A.;FERREIRA, C. Araripe;ARARIPE, Cristina;ARARIPE FERREIRA, Cristina;Cristina Araripe;Ferreira, C. A.2005 FERREIRA, C. A.. O papel da educação em ciências e tecnologia no Brasil: um debate. Ciência e Cultura (SBPC), São Paulo, v. 57, n.4, p. 28-30, 2005.

4.
FERREIRA, C. A.;FERREIRA, C. Araripe;ARARIPE, Cristina;ARARIPE FERREIRA, Cristina;Cristina Araripe;Ferreira, C. A.2003 FERREIRA, C. A.. Concepções da iniciação científica no ensino médio: uma proposta de pesquisa. Trabalho, Educação e Saúde (Online), Rio de Janeiro, v. 1, n.1, p. 115-130, 2003.

5.
MACHADO, C. J. S.1988MACHADO, C. J. S. ; FERREIRA, C. A. ; CARDOSO, Maria Lúcia de Macedo ; SORIA, W. D. P. . Extrativismo não predatório em Rondônia: a experiência dos seringueiros e castanheiros no Vale do Guaporé/Mamoré. Revista de Educação Aec, Rio de Janeiro, v. 17, n.68, p. 56-66, 1988.

6.
MACHADO, C. J. S.1988MACHADO, C. J. S. ; FERREIRA, C. A. ; CARDOSO, Maria Lúcia de Macedo ; SORIA, W. D. P. . Extrativismo não predatório em Rondônia: a experiência dos seringueiros e castanheiros no Vale do Guaporé/Mamoré. Revista de Educação Aec, Rio de Janeiro, v. 17, n.68, p. 56-66, 1988.

7.
MACHADO, C. J. S.1988MACHADO, C. J. S. ; FERREIRA, C. A. ; CARDOSO, Maria Lúcia de Macedo ; SORIA, W. D. P. . Extrativismo não predatório em Rondônia: a experiência dos seringueiros e castanheiros no Vale do Guaporé/Mamoré. Revista de Educação Aec, Rio de Janeiro, v. 17, n.68, p. 56-66, 1988.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
FERREIRA, C. A.; CARDOSO, Maria Lúcia de Macedo ; BRAGA, C. N. ; PERES, S. O. . Juventude e iniciação científica: políticas públicas para o ensino médio. Rio de Janeiro: Fiocruz-EPSJV, 2010. v. 10000. 238p .

Capítulos de livros publicados
1.
FERREIRA, C. A.. As relações entre educação, ciência e cultura no ensino médio. In: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. (Org.). Temas de Ensino Médio. 1a.ed.Rio de Janeiro: Escols Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio-Fiocruz, 2006, v. , p. 137-147.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
CAMPOS, J. M. ; CARDOSO, M. L. M. ; BRAGA, C. N. ; ARARIPE FERREIRA, Cristina . Jovens e ciência, a formação de cidadãos: uma perspectiva sobre a iniciação científica no ensino médio através do Programa de Vocação Científica na Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, Brasil. In: Congresso Iberoamericano de Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación, 2015, Buenos Aires. Memorias del Congreso Iberoamericano de Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación. Buenos Aires: Organización de Estados Iberoamericanos (OEI), 2014.

2.
ARARIPE FERREIRA, Cristina; CAMPOS, Jefferson ; SARAIVA, M. I. S. ; MACHADO, T. V. S. . Por vias transversas: oficinas pedagógicas e a ampliação da educação ambiental e do conceito de saúde. In: X Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências (X ENPEC), 2015, Águas de Lindóia. Anais X ENPEC. Águas de Lindóia: Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (ABRAPEC), 2015.

3.
CARDOSO, M. L. M ; FERREIRA, C. A. ; CORTES, B. A. ; BRAGA, C. N. ; CAMPOS, J. M. . Observatório Juventude, Ciência e Tecnologia: ampliando perspectivas para jovens.. In: Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira - Territórios Interculturais de Juventude, 2012, Recife. V Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira. Recife: Editora Universitária UFPE, 2012.

4.
MACHADO, C. J. S. ; FERREIRA, C. A. . Desenvolvimento e institucionalização de uma nova disciplina científica na arena da saúde pública brasileira: a virologia ambiental. In: Congresso Scientiarum Historia IV ? 4º Congresso de História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia, 2011, Rio de Janeiro. Congresso Scientiarum História III. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2011. v. 1. p. 630-636.

5.
FERREIRA, C. A.. Ciência, Cultura e Formação: o interesse dos jovens pela pesquisa em C&T em saúde. In: III Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, 2005, Florianópolis. III Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva - Abrasco, 2005.

6.
FERREIRA, C. A.. A Iniciação Científica no Ensino Médio: a experiência do Programa de Vocação Científica na Fiocruz.. In: IV Congresso Mundial de Centros de Ciências, 2005, Rio de Janeiro. Anais do IV Congresso Mundial de Centros de Ciências. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 2005.

7.
FERREIRA, C. A.. Les expositions universelles et les connaissances scientifiques à la fin du XIXe siècle: entre diffusion et vulgarisation scientifique. In: XV Congrès International des Sociétés Scientifiques d'Histoire Moderne et Contemporaine, 1997, Paris. Annales du XV Congrès International des Sociétés Scientifiques d'Histoire Moderne et Contemporaine. Lyon: Université de Lyon 2, 1997. p. 123-134.

8.
FERREIRA, C. A.. L'enseignement des sciences et la diffusion des connaissances scientifiques dans les expositions universelles. In: Colloque International d'Épistemologie et d'Histoire des Sciences, 1997, Paris. Actes du Colloque International d'Épistemologie et d'Histoire des Sciences. Caen: Société d'Épistemologie et d'Histoire des Sciences, 1997. p. 91-102.

9.
FERREIRA, C. A.. The Brazilian Ideology of National Science, 1964-1974. In: Séminaire du CRHST/Médiathèque d'Histoire des Sciences, 1993, Paris. Séminaire du CRHST/Médiathèque d'Histoire des Sciences. Paris: CRHST/Médiathèque d'Histoire des Sciences/La Villette, 1993.

10.
FERREIRA, C. A.; MACHADO, V. M. B. R. ; GOUVÊA, Guaracira. ; GUEDES NET, F. C. . Ensino de Ciências e os Desafios da C&T no Mundo Contemporâneo. In: 6a. Conferência Brasileira de Educação, 1992, São Paulo. Anais da 6a. Conferência Brasileira de Educação. São Paulo, 1992. p. 46.

11.
FERREIRA, C. A.; MACHADO, V. M. B. R. ; GOUVÊA, Guaracira. ; GUEDES NET, F. C. ; PARENTE, L. T. S. . Uma experiência de intervenção no currículo através do ensino das ciências naturais e sociais. In: 14a. Reunião Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), 1991, São Paulo. Anais da 14a. Reunião Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd). São Paulo: ANPEd, 1991.

12.
FERREIRA, C. A.; MACHADO, V. M. B. R. ; GOUVÊA, Guaracira. ; GUEDES NET, F. C. ; PARENTE, L. T. S. . O ensino de ciências na escola pública e os desafios da educação tecnológica. In: Seminário Internacional de Educação Tecnológica, 1991, Rio de Janeiro. Anais Seminário Internacional de Educação Tecnológica. Rio de Janeiro: SENAI, 1991. p. 126-144.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
CAMPOS, J. M. ; CARDOSO, M. L. M. ; BRAGA, C. N. ; CORTES, B. A. ; FERREIRA, C. A. . A inserção de estudantes do Ensino Médio no mundo do trabalho dos cientistas. In: V Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira - Territórios Interculturais de Juventude, 2012, Recife. V Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira. Recife: Editora Universitária UFPE, 2012.

2.
FERREIRA, C. A.; CARDOSO, M. L. M ; PERES, S. O. . Educação, Trabalho, Ciência E Tecnologia: em discussão as políticas públicas para a juventude no Brasil. In: V Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira - Territórios Interculturais de Juventude, 2012, Recife. V Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira. Recife: Editora Universitária UFPE, 2012.

3.
Sousa, I. C. F. ; Souza, M. L. de M. ; BRAGA, C. N. ; FRUTUOSO, T. M. ; PERES, S. O. ; FERREIRA, C. A. . Gênero e iniciação científica: buscando compreender a predominância feminina no Programa de Vocação Científica. In: V Bienal de Pesquisa da Fiocruz, 2006, Rio de Janeiro. V Bienal de Pesquisa da Fiocruz. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006.

4.
FERREIRA, C. A.; OLIVEIRA TEIXEIRA, M. ; MACHADO, C. J. S. ; CORTES, B. A. . O TDR no Brasil: notas sobre as interações locais de um programa de pesquisa internacional. In: IV Bienal de Pesquisa da Fiocruz, 2004, Rio de Janeiro. Anais da IV Bienal de Pesquisa e da XII Reunião Anual de Iniciação Científica da Fiocruz. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 2004.

5.
FERREIRA, C. A.. O Provoc e a iniciação científica no ensino médio: uma análise socio-institucional. In: II Bienal de Pesquisa da Fiocruz, 2000, Rio de Janeiro. Anais da II Bienal de Pesquisa da Fiocruz. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2000.

6.
FERREIRA, C. A.. A Iniciação Científica no Ensino Médio: a experiência do Programa de Vocação Científica da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fiocruz. In: II Encontro Nacional de Pesquisadores em Educação em Ciências, 1999, Valinhos, Campinas. Anais II Encontro Nacional de Pesquisadores em Educação em Ciências. Porto Alegre: Associação Brasileira de Educação em Ciências (ABRAPEC), 1999.

7.
FERREIRA, C. A.. Le modèle diffusionniste des sciences au Brésil: rapport à la nature et quête d'identité au XIXe siècle. In: Colloque International des Droits de l'Homme et Écologie, 1998, Paris. Résumes - Colloque International des Droits de l'Homme et Écologie, 1998. p. 77.

8.
FERREIRA, C. A.. La diffusion des connaissances scientifiques au Brésil: le cas des ingénieurs. In: XXe Congrès International d'Histoire des Sciences et des Techniques, 1997, Liège. Archives Internatonales d'Histoire des Sciences et des Techniques, 1997. v. 50. p. 124-129.

9.
FERREIRA, C. A.. A COPPE e as tecnociências no Brasil: subsídios para umna análise institucional. In: 44a. Reunião Anual da SBPC, 1992, São Paulo. Anais da 44a. Reunião Anual da SBPC. São Paulo: SBPC, 1992. p. 437-441.

Apresentações de Trabalho
1.
FERREIRA, C. A.. Juventude, ciência e tecnologia: experiências e novas perspectivas de formação dos futuros pesquisadores no Brasil. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

2.
CARDOSO, M. L. M ; FERREIRA, C. A. . Juventude e projetos de futuro: o que a iniciação científica no ensino médio tem a nos dizer. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

3.
CARDOSO, M. L. M ; FERREIRA, C. A. ; BRAGA, C. N. ; CAMPOS, J. M. . Juventude e Conhecimento: ampliando perspectivas através de divulgação científica. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

4.
FERREIRA, C. A.. O ensino médio e a formação para o trabalho: a iniciação científica.. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

5.
FERREIRA, C. A.; CARDOSO, M. L. M ; BRAGA, C. N. . Ciência, Tecnologia e Juventude: as políticas públicas na área de educação tem dado atenção ao tema?. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

6.
FERREIRA, C. A.; BRAGA, C. N. ; CARDOSO, M. L. M . Ciência e tecnologia como perspectiva de futuro e inclusão social de jovens. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

7.
MACHADO, C. J. S. ; FERREIRA, C. A. . Desenvolvimento e institucionalização de uma nova disciplina científica na arena da saúde pública brasileira: a virologia ambiental. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

8.
FERREIRA, C. A.; CARDOSO, M. L. M ; BRAGA, C. N. . Políticas para a juventude, trabalho e iniciação científica: articulações possíveis?. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

9.
FILIPECKI, A. T. P. ; MACHADO, C. J. S. ; OLIVEIRA TEIXEIRA, M. ; FERREIRA, C. A. . Fronteiras profissionais legalmente estabelecidas na pesquisa biomédica com animais não-humanos. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

10.
CARDOSO, M. L. M ; FERREIRA, C. A. ; BRAGA, C. N. . Contribuições da experiência de Iniciação Científica no ensino médio na reflexão sobre políticas públicas para a juventude. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

11.
FERREIRA, C. A.; BRAGA, C. N. ; CARDOSO, M. L. M ; FRUTUOSO, T. M. . A iniciação científica no ensino médio como incentivo para a continuidade de estudos no ensino superior. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

12.
BRAGA, C. N. ; FERREIRA, C. A. ; PERES, S. O. ; CARDOSO, M. L. M . Inclusão social de jovens através da iniciação científica: uma tecnologia social a ser explorada. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

13.
FERREIRA, C. A.; BRAGA, C. N. ; PERES, S. O. . Jovens e Iniciação Científica: estudo de trajetórias escolares e profissionais. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

14.
PERES, S. O. ; FERREIRA, C. A. ; BRAGA, C. N. . Estudo das trajetórias de jovens de camada popular inseridos no Provoc/Fiocruz. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

15.
FERREIRA, C. A.. Educação, Ciência e Juventude no Brasil: políticas públicas para iniciação científica na educação básica. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

16.
Vargas, Diego da S. ; FRUTUOSO, T. M. ; Souza, M. L. de M. ; BRAGA, C. N. ; FERREIRA, C. A. ; Sousa, I. C. F. . Interpretações de alunos acerca da predominância feminina entre os participantes do Programa de Vocação Científica da Fundação Oswaldo Cruz. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

17.
Sousa, I. C. F. ; FERREIRA, C. A. ; BRAGA, C. N. ; Souza, M. L. de M. ; FRUTUOSO, T. M. ; Vargas, Diego da S. . O uso do tempo entre moças e rapazes participantes no Programa de Vocação Científica da Fundação Oswaldo Cruz. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

18.
FERREIRA, C. A.. A formação profissional de pesquisadores em saúde: uma perspectiva de gênero. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

19.
FERREIRA, C. A.. Carreiras científicas: as trajetórias profissionais dos pesquisadores-orientadores do Programa de Vocação Científica da Fiocruz/RJ. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

20.
FERREIRA, C. A.. A visão dos alunos sobre a predominância feminina no Programa de Vocação Científica da Fundação Oswaldo Cruz. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

21.
FERREIRA, C. A.. Gênero e iniciação científica: buscando compreender a predominância feminina no Programa de Vocação Científica. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).

22.
FERREIRA, C. A.. Vida urbana e as questões sócio-ambientais. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Outras produções bibliográficas
1.
FERREIRA, C. A.. Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente: plantando ideias e formando cidadãos. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 2013 (Educação e popularização científica).

2.
FERREIRA, C. A.. Trabalho, Ciência e Cultura: desafios para o Ensino Médio. Rio de Janeiro: Salto para o Futuro - TV Escola (MEC), 2003 (Boletim Salto para o Futuro - TV Escola (MEC)).


Produção técnica
Redes sociais, websites e blogs
1.
CARDOSO, Maria Lúcia de Macedo ; ROSSIGNEUX, M. E. B. ; ARARIPE FERREIRA, Cristina . Observatório Juventude, Ciência e Tecnologia. 2010. (Site).

2.
FERREIRA, C. Araripe. Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente. 2002; Tema: Saúde e Meio Ambiente. (Site).


Demais tipos de produção técnica
1.
WITTLIN, F. ; ARARIPE FERREIRA, Cristina . Educação e Saúde. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

2.
FERREIRA, C. A.. Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente - Cadernos de Resultados (2010-2011). 2011. (Publicação).



Bancas




Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1.
FERREIRA, C. A.; GOUVÊA, Guaracira.; MACHADO, V. M. B. R.. Fundação Oswaldo Cruz - Banca Tecnologista. 2010. Fundação Oswaldo Cruz.

Outras participações
1.
FERREIRA, C. A.; KOPTCKE, L. S.; MONDO, A.; MEDEIROS, M. B.; SARAIVA, M. I. S.; LEAL, M. C.; ZAQUINI, P.; SCHALL, V.; SANTOS, M. A. V.; MEDEIROS, Z.; SANTOS, S.; ANGELO, F. F.; BORTOLOZZO, M. S.. Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente. 2010. Fundação Oswaldo Cruz.

2.
FERREIRA, C. A.. Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS. 2006. Depart. de Ciência e Tecnologia/Min. da Saúde.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Visita ao Departamento de Economia Rural da Universidade Federal de Viçosa.Experiências do Observatório de Juventude, Ciência e Tecnologia e Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente. 2013. (Seminário).

2.
XIX Congreso Nacional de Divulgación de la Ciencia y la Técnica. Juventude e conhecimento: ampliando perspectivas através de divulgação cientifíca. 2013. (Congresso).

3.
XIX Congreso Nacional de Divulgación de la Ciencia y la Técnica. Olimpíadas científicas e educação em ciências: estratégias para fortalecer nas escolas o desenvolvimento de projetos interdisciplinares em saúde e meio ambiente. 2013. (Congresso).

4.
XVI Congresso Brasileiro de Sociologia. Trajetórias escolares e profissionais de jovens participantes de programas de iniciação científica: de onde partimos e para onde vamos?. 2013. (Congresso).

5.
4o Congresso de História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia. Desenvolvimento e institucionalização de uma nova disciplina científica na arena da saúde pública brasileira: a virologia ambiental. 2011. (Congresso).

6.
XV Congresso Brasileiro de Sociologia. Políticas para a juventude, trabalho e iniciação científica: articulações possíveis?. 2011. (Congresso).

7.
XXVIII Congresso Internacional das Associação Latino-Americana de Sociologia. Ciência, Tecnologia e Juventude: as políticas públicas na área de educação tem dado atenção ao tema?. 2011. (Congresso).

8.
IV Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira.Contribuições da experiência de Iniciação Científica no ensino médio na reflexão sobre políticas públicas para a juventude. 2010. (Simpósio).

9.
XXV Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental - FeSBE.O jovem e a ciência no futuro. 2010. (Outra).

10.
38º Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas. Mesa Redonda: Ensino Médio e Ciência. 2009. (Congresso).

11.
I Encontro Latino-americano em Helmintoses.Mesa redonda: Educação e informação em saúde. 2009. (Encontro).

12.
Programa de Vocação Científica (Provoc/Bic-Júnior).A iniciação científica de alunos de ensino médio: a experiência do Programa de Vocação Científica da Fiocruz. 2009. (Outra).

13.
Seminários Avançados de Fisiologia e Farmacodinâmica.A iniciação científica e o processo de formação de alunos do ensino médio: a experiência do Provoc/Fiocruz. 2009. (Seminário).

14.
XIV Congresso Brasileiro de Sociologia. Jovens e Iniciação Científica: estudo de trajetórias escolares e profissionais. 2009. (Congresso).

15.
II Ciclo de Seminários de Integração Acadêmica.Iniciação científica e educação não-formal: perspectivas e expectativas em torno da formação de jovens na área de C&T em saúde. 2008. (Seminário).

16.
III Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira.Coordenadora da Sessão de Comunicações Orais. 2008. (Simpósio).

17.
III Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira.Educação, Ciência e Juventude no Brasil: políticas públicas para iniciação científica na educação básica. 2008. (Simpósio).

18.
Seminário Balanço e Perspectivas do Ensino Médio no Brasi.Iniciação científica na educação básica: a experiência do Programa de Vocação Científica (Provoc) na Fiocruz. 2008. (Seminário).

19.
59a. Reunião Anual da SBPC.Interpretações de Alunos acerca da Predominância feminina entre os participantes do Programa de Vocação Científica da Fundação Oswaldo Cruz. 2007. (Seminário).

20.
VI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências.A visão dos alunos sobre a predominância feminina no Programa de Vocação Científica da Fundação Oswaldo Cruz. 2007. (Encontro).

21.
XIII Congresso Brasileiro de Sociologia. Carreiras científicas: as trajetórias profissionais dos pesquisadores-orientadores do Programa de Vocação Científica da Fiocruz/RJ. 2007. (Congresso).

22.
XIV Congresso da Associação Internacional de Política de Saúde. A formação profissional de pesquisadores em saúde: uma perspectiva de gênero. 2007. (Congresso).

23.
XX Congresso Brasileiro de Parasitologia. Parasitologia Básica: curso para professores de ensino fundamental e médio. 2007. (Congresso).

24.
3o. Seminário Nacional de Educação: Brasil Competitivo.Programa de Vocação Científica. 2006. (Seminário).

25.
Encontro Nacional de Núcleos e Grupos de Pesquisa - Pensando Gênero e Ciências.As alunas do Programa de Vocação Científica-Provoc. 2006. (Encontro).

26.
Ensino Médio: Planejamento e Avaliação.PROVOC - Programa de Vocação Científica da Fiocruz. 2006. (Oficina).

27.
XXI Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental-FeSBE.O jovem e a ciência no futuro. 2006. (Outra).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
HAYNES, E. R. ; SANDOVAL, B. M. ; ARARIPE, Cristina . XIX Congreso Nacional de Divulgación de la Ciencia y la Técnica. 2013. (Congresso).

2.
FERREIRA, C. A.; ZAQUINI, P. ; SCHALL, Virgínia ; KOPTCKE, L. S. ; MEDEIROS, Z. ; SANTOS, S. ; SANTOS, M. A. V. ; BACURI, Rita ; CARDOSO, M. L. M ; LIMA, Nísia V. T. ; ANDRADE, L. F. P. ; SARAIVA, M. I. S. ; PEREIRA, A. dos S. . Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente. 2013. .

3.
FERREIRA, C. A.; FRUTUOSO, T. M. ; BRAGA, C. N. . Jornada de Vocação Científica. 2010. (Outro).

4.
FERREIRA, C. A.; BRAGA, C. N. ; FRUTUOSO, T. M. . XV Semana de Vocação Científica. 2010. (Outro).

5.
FERREIRA, C. A.; BRAGA, C. N. ; FRUTUOSO, T. M. . XIV Semana de Vocação Científica. 2009. (Outro).

6.
FERREIRA, C. A.; FRUTUOSO, T. M. ; BRAGA, C. N. . Jornada de Vocação Científica. 2009. (Outro).

7.
FERREIRA, C. A.; BRAGA, C. N. ; FRUTUOSO, T. M. . XIII Semana de Vocação Científica. 2008. (Outro).

8.
FERREIRA, C. A.; FRUTUOSO, T. M. ; BRAGA, C. N. . Jornada de Vocação Científica. 2008. (Outro).

9.
FERREIRA, C. A.; PERES, S. O. ; BRAGA, C. N. . II Seminário Juventude e Iniciação Científica no Ensino Médio. 2008. (Outro).

10.
FERREIRA, C. A.; BRAGA, C. N. ; FRUTUOSO, T. M. . XII Semana de Vocação Científica. 2007. (Outro).

11.
FERREIRA, C. A.; FRUTUOSO, T. M. ; BRAGA, C. N. . Jornada de Vocação Científica. 2007. (Outro).

12.
FERREIRA, C. A.; PERES, S. O. ; BRAGA, C. N. . I Seminário Juventude e Iniciação Científica no Ensino Médio. 2007. (Outro).

13.
FERREIRA, C. A.. Jornada de Vocação Científica. 2006. (Outro).

14.
FERREIRA, C. A.; BRAGA, C. N. . XI Semana de Vocação Científica. 2006. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Monografias de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1.
Anna Carolina Duppré. Abecedário da Saúde e Meio Ambiente. Início: 2018. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Divulgação Científica Científica) - Fundação Oswaldo Cruz. (Orientador).

Iniciação científica
1.
João Marcelo Boueri. Saúde e Meio Ambiente nas Escolas. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Iniciação Científica) - Fundação Oswaldo Cruz. (Orientador).

Orientações de outra natureza
1.
Clara Vilhena Nascimento. Estágio Curricular - Psicologia. Início: 2010. Orientação de outra natureza. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Fundação Oswaldo Cruz. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1.
Jefferson de Matos Campos. JUVENTUDE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA:a Fundação Oswaldo Cruz e seus programas de educação científica para jovens, um estudo sobre a percepção da ciência, da tecnologia, da saúde e juventudes. 2016. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Divulgação Científica) - Casa de Oswaldo Cruz-Fiocruz. Orientador: Cristina Araripe Ferreira.

2.
Joyce Frade Alves do Amaral. Museus e centros de ciências como espaços facilitadores do processo de ensino-aprendizagem: ensinar, experimentar e aprender ciências com as experiências do Museu da Vida / Fiocruz. 2009. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz. Orientador: Cristina Araripe Ferreira.

3.
Cláudia Castro de Araújo. Perspectivas de formação profissional de monitores: uma experiência no Museu da Vida/Fiocruz. 2008. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Educação Profissional em Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz. Orientador: Cristina Araripe Ferreira.

Iniciação científica
1.
Jefferson de Mattos Campos. Observatório Juventude, Ciência e Tecnologia: construindo novas ferramentas. 2010. Iniciação Científica. (Graduando em Iniciação Científica) - Fundação Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz. Orientador: Cristina Araripe Ferreira.

2.
Clara Vilhena Nascimento. Iniciação Científica e Juventude: trajetórias profissionais de alunos egressos do Provoc/Fiocruz. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Iniciação Científica) - Fundação Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz. Orientador: Cristina Araripe Ferreira.

3.
Hugo Lana. Difusão do conhecimento científico no Brasil. 2001. Iniciação Científica. (Graduando em Programa de Vocação Científica) - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. Orientador: Cristina Araripe Ferreira.



Inovação



Projetos de pesquisa

Outros projetos


Educação e Popularização de C & T



Apresentações de Trabalho
1.
CARDOSO, M. L. M ; FERREIRA, C. A. ; BRAGA, C. N. ; CAMPOS, J. M. . Juventude e Conhecimento: ampliando perspectivas através de divulgação científica. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
HAYNES, E. R. ; SANDOVAL, B. M. ; ARARIPE, Cristina . XIX Congreso Nacional de Divulgación de la Ciencia y la Técnica. 2013. (Congresso).

2.
FERREIRA, C. A.; ZAQUINI, P. ; SCHALL, Virgínia ; KOPTCKE, L. S. ; MEDEIROS, Z. ; SANTOS, S. ; SANTOS, M. A. V. ; BACURI, Rita ; CARDOSO, M. L. M ; LIMA, Nísia V. T. ; ANDRADE, L. F. P. ; SARAIVA, M. I. S. ; PEREIRA, A. dos S. . Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente. 2013. .


Redes sociais, websites e blogs
1.
CARDOSO, Maria Lúcia de Macedo ; ROSSIGNEUX, M. E. B. ; ARARIPE FERREIRA, Cristina . Observatório Juventude, Ciência e Tecnologia. 2010. (Site).

2.
FERREIRA, C. Araripe. Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente. 2002; Tema: Saúde e Meio Ambiente. (Site).



Outras informações relevantes


Coordenadora do Programa de Vocação Científica (PROVOC) da FIOCRUZ.
Coordenadora do Observatório Juventude, Ciência e Tecnologia.
Coordenadora da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente da FIOCRUZ e ABRASCO.



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