San Romanelli Assumpção

  • Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/7502368216974211
  • Última atualização do currículo em 14/10/2018


Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (2005), mestrado (2008) e doutorado (2012) em Ciência Política, com ênfase em filosofia e teoria política contemporânea, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (DCP/FFLCH/USP). Com atuação em pesquisas, docência, textos e trabalhos políticos construídos a partir de uma perspectiva normativa liberal igualitária, cosmopolita e feminista, dentro das áreas de teorias da justiça social, da justiça global, democracia, tolerância, direitos humanos e justiça de transição. É co-autora dos panoramas de teoria política normativa da ANPOCS e da ABCP e de capítulo sobre liberalismo em teoria política contemporânea do Manual de Ciência Política da UFPR e da ABCP. Trabalhou para a Escola Nacional de Administração Pública na elaboração de curso e manual de ética pública para servidores públicos municipais, estaduais e federais organizado entre 2010 e 2011. Foi assessora e pesquisadora da Comissão Nacional da Verdade nos anos de 2013 e 2014. É colaboradora do Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil (1964-1985) - Memórias Reveladas desde 2014, nos temas de repressão política, direitos humanos e justiça de transição. Desde 2014, é pós-doutoranda do IESP/UERJ, onde trabalha como pesquisadora e docente nas áreas de teorias normativas da justiça e da democracia. Desde o início de 2016, é colaboradora da Comissão Nacional da Escravidão Negra. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
San Romanelli Assumpção
Nome em citações bibliográficas
ASSUMPÇÃO, S. R.

Endereço


Endereço Profissional
Instituto de Estudos Sociais e Políticos.
Rua da Matriz
Botafogo
22260100 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil
Telefone: (21) 22668300


Formação acadêmica/titulação


2008 - 2012
Doutorado em Ciência Política.
Departamento de Ciência Política/FFLCH/USP, DCP/FFLCH/USP, Brasil.
Título: Justiça e Gênero sob uma Perspectiva Cosmopolita, Ano de obtenção: 2012.
Orientador: Álvaro de Vita.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: justiça global; liberalismo igualitário; teoria política normativa; cosmopolitismo moral; feminismo liberal.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Política.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética.
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.
2006 - 2008
Mestrado em Ciência Política.
Departamento de Ciência Política/FFLCH/USP, DCP/FFLCH/USP, Brasil.
Título: O Ideal de Tolerância Liberal sob a Perspectiva da Justiça Internacional,Ano de Obtenção: 2008.
Orientador: Álvaro de Vita.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil.
Palavras-chave: teoria política normativa; justiça global; ideal de tolerância.
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.
2000 - 2005
Graduação em Ciências Sociais.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Título: A justiça política nacional e internacional em Kant e Rawls: um estudo introdutório e comparativo de teoria política normativa.
Orientador: Prof. Dr. Álvaro de Vita.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil.


Pós-doutorado


2014
Pós-Doutorado.
Instituto de Estudos Sociais e Políticos, IESP/UERJ, Brasil.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Política Contemporânea.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética.


Formação Complementar


2009 - 2009
Direitos Humanos e Mediação de Conflitos. (Carga horária: 60h).
Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, SDH/PR, Brasil.
2008 - 2008
Conselheiros em Direitos Humanos. (Carga horária: 45h).
Comissão Municipal de Direitos Humanos, CMDH, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - Atual
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: pós-doutoranda, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Pós-doutorado PNPD, sob supervisão de João Feres Júnior, incluindo atividades de pesquisa, docência e orientação na área de teoria política contemporânea, sendo credenciada no corpo permanente de professores orientadores do IESP-UERJ. Sua pesquisa individual principal intitula-se "Justiça institucional e a estrutura básica como objeto da justiça: reflexões sobre o horizonte de justificação e o escopo da justiça". Desenvolve pesquisas com Feres Jr, sobre (1) teoria política normativa no Brasil, (2) financiamento de campanha e liberdade e igualdade políticas, (3) regulação de mídia e liberdade e igualdade política e (4) liberalismo e teorias da justiça. Com Feres Jr., ministrou as disciplinas "Teoria Política III", "Teorias Contemporâneas da Democracia", "Reflexões sobre a Democracia na Ciência Política Brasileira", "Teorias do Reconhecimento e da Tolerância" e "Mídia e Liberdade de Expressão".

Atividades

08/2018 - Atual
Ensino, CIÊNCIA POLÍTICA, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Teorias da democracia: Autogoverno, representação e igualdade política em concepções institucionais da democracia
03/2018 - Atual
Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Introdução à sociologia
07/2014 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Estudos Sociais e Políticos, .

03/2018 - 07/2018
Ensino, CIÊNCIA POLÍTICA, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Teoria Política III
03/2018 - 07/2018
Ensino, CIÊNCIA POLÍTICA, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Modalidades de Teoria Política: problemas teóricos e perspectivas metodológicas
08/2017 - 12/2017
Ensino, CIÊNCIA POLÍTICA, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Mídia e liberdade de expressão: questões de democracia, justiça, tolerância e reconhecimento
03/2017 - 07/2017
Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Introdução à sociologia
03/2017 - 07/2017
Ensino, CIÊNCIA POLÍTICA, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Teoria Política III
08/2016 - 12/2016
Ensino, CIÊNCIA POLÍTICA, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Tolerância e reconhecimento: reflexões a partir de desigualdades, coerções e desacordos morais
03/2016 - 07/2016
Ensino, CIÊNCIA POLÍTICA, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Reflexões sobre a Democracia na Ciência Política Brasileira
03/2016 - 07/2016
Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Introdução à sociologia
08/2015 - 12/2015
Ensino, CIÊNCIA POLÍTICA, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Teorias Contemporâneas da Democracia
03/2015 - 07/2015
Ensino, CIÊNCIA POLÍTICA, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Teoria Política III
03/2015 - 07/2015
Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Introdução à sociologia

Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Vínculo institucional

2008 - 2012
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: doutoranda, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Justiça e Gênero sob uma Perspectiva Cosmopolita

Vínculo institucional

2006 - 2008
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: mestranda, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Pesquisa "O ideal de tolerância sob uma perspectiva cosmopolita"

Atividades

03/2006 - 06/2008
Pesquisa e desenvolvimento , Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, .

02/2006 - 06/2008
Pesquisa e desenvolvimento , Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, .


Comissão Nacional da Verdade, CNV, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - 2014
Vínculo: DAS 4, Enquadramento Funcional: assessora, Carga horária: 40
Outras informações
Fui assessora da CNV de abril de 2013 a novembro de 2014, tendo sido gerente e pesquisadora responsável pelo Grupo de Trabalho Ditadura e Repressão aos Trabalhadores e ao Movimento Sindical de abril de 2013 a março de 2014, assessora e pesquisadora sênior da equipe que ouvia vítimas e familiares de vítimas de tortura, do Grupo de Trabalho Ditadura e Gênero e da área de extração digital de conhecimento do Grupo de Trabalho Graves Violações de Direitos Humanos de março de 2014 a outubro de 2014. O Grupo de Trabalho Ditadura e Repressão aos Trabalhadores e ao Movimento Sindical, criado pela CNV em parceria com dez centrais sindicais brasileiras, era coordenado pela membro da CNV Rosa Cardoso e tinha a mim, San Romanelli Assumpção como gerente e pesquisadora sênior. Sua missão era apurar as graves violações de direitos humanos de trabalhadores bem como a repressão política e econômica contra eles, organizada através de uma pauta política e de pesquisa construída pelas centrais sindicais, chamada "onze pontos". O Grupo de Trabalho Ditadura e Gênero era coordenado pelo membro da CNV Paulo Sérgio Pinheiro, tendo como pesquisadora coordenadora Glenda Mezzaroba e a mim, San Romanelli Assumpção, como pesquisadora sênior. Seu objetivo era investigar a repressão política contra mulheres e a violência e "tortura sexual" dentro de uma perspectiva de gênero. A atuação deste grupo de trabalho pretendia dar visibilidade ao sofrimento não apenas das mulheres diretamente vitimadas de tortura, assassinato e desaparecimento forçado, mas também daquelas que participaram de movimentos de resistência e daquelas cujos familiares foram vítimas de perseguição política, mortos ou seguem desaparecidos.


Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, CEBRAP, Brasil.
Vínculo institucional

2003 - 2003
Vínculo: estagiária, Enquadramento Funcional: pesquisadora, Carga horária: 20
Outras informações
Realização de entrevistas com lideranças do movimento ambientalista brasileiro no âmbito do projeto "Trajectories of Brazilian Environmental Associations História das Instituições Políticas e dos Movimentos Sociais", coordenado pela Profa. Dra. Ângela Alonso. Descrição do projeto: Trata-se de um estudo comparativo internacional que pretende avaliar a participação de grupos sociais em arenas públicas. Inserida no âmbito do Development Research Center (Institute of Development Studies/ Universidade de Sussex), a pesquisa será simultaneamente realizada no Brasil, México, Inglaterra, Índia e África do Sul. No Brasil, a pesquisa foca na trajetória dos ativistas ambientalistas brasileiros. O objetivo é entender o papel dos ativistas tanto como disseminadores de valores ambientais quanto como organizadores e lideranças de mobilizações ambientalistas. Além disso, pretende-se discutir como os valores ambientais se disseminaram no Brasil, bem como tem sido o efetivo debate público sobre a questão, reconstruindo as trajetórias sócio-econômicas e políticas dos ativistas (descrição retirada de http://cebrap.org.br/v3/index.php?r=pesquisas/exibir&id=4).


Centro de Estudos de Cultura Contemporânea, CEDEC, Brasil.
Vínculo institucional

2007 - 2010
Vínculo: pesquisadora assistente, Enquadramento Funcional: pesquisadora assistente vinculada à pesquisa, Carga horária: 10
Outras informações
Pesquisadora assistente do projeto "Em busca do processo constituinte: 1985-1988", coordenado pelo Prof. Dr. Cícero Araújo e composta pelos seguintes pesquisadores seniores e professores doutores: Ademar Cruz (Itamaraty), Andrei Koerner (UNICAMP), Antônio Sérgio Carvalho Rocha (UNIFESP), Bernardo Ferreira (UERJ), Cícero Araújo (USP), Eduardo Noronha (UFSCar), Gilberto Bercovici (USP) e Jeferson Goulart (UNESP). Este projeto tinha por objetivo estudar a dinâmica formativa da reorganização institucional brasileira que culminou na Constituição Federal de 1988. O que se visava era identificar e analisar os atores relevantes, a natureza de suas preferências políticas, a interação desenvolvida e as opções por eles gestadas e postas em prática, desde a fase pré-constituinte da redemocratização até os trabalhos da Assembleia Nacional e promulgação da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. O estudo desse processo constituinte ampliado reportava-se a um duplo propósito da equipe: (I) a reflexão sobre as alternativas de articulação conceitual das dimensões teórica, histórica e empírica acerca dos processos constituintes; e (II) a ampliação do quadro de referências teóricas para a pesquisa do processo constituinte brasileiro.


Departamento de Ciência Política/FFLCH/USP, DCP/FFLCH/USP, Brasil.
Vínculo institucional

2003 - 2004
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: iniciação científica, Carga horária: 20
Outras informações
Projeto de iniciação científica intitulado "A justiça política nacional e internacional em Kant e Rawls - Um estudo introdutório e comparativo de teoria política normativa", financiado por bolsa da FAPESP, orientado pelo Prof. Dr. Álvaro de Vita, realizado no DCP/FFLCH/USP. A pesquisa analisava detidamente a relação entre as diversas esferas do direito ? direito doméstico, internacional e cosmopolita ? a partir da comparação entre as teorias de John Rawls e Jürgen Habermas, tendo como ponto de partida uma reflexão universalista que analisava internamente "À Paz Perpétua" de Kant e "O Direto dos Povos de Rawls" e comparava as potencialidades normativas das duas propostas teóricas. O resultado era uma crítica kantiana de "O Direito dos Povos" e uma defesa de sua revisão a partir de Kant e de "Uma teoria da justiça" e "O liberalismo político" de Rawls.


Departamentp de Ciência Política da Universidade de São Paulo, DCP-USP, Brasil.
Vínculo institucional

2002 - 2003
Vínculo: Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20
Outras informações
Projeto de iniciação científica intitulado ?'À Paz Perpétua' de Kant e suas apropriações contemporâneas", financiado por bolsa da FAPESP, vinculado a projeto temático intitulado "Para o desenvolvimento de uma teoria integrada dos direitos humanos", coordenado pelo Prof. Dr. Paulo Sérgio Pinheiro, e orientado diretamente pelo Prof. Dr. Andrei Koerner, realizado no Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP). A pesquisa analisava detidamente "À Paz Perpétua" de Kant a partir de sua leitura estrutural, sua relação com a obra de Kant e suas apropriações pela filosofia política dos direitos humanos contemporaneamente produzida, em especial, nas vertentes liberais, deliberativas, republicanas e democráticas do cosmopolitismo moral e institucional. Eram autores especialmente relevantes para a pesquisa John Rawls, Jürgen Habermas, James Bohman e Hannah Arendt.


Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, IDEC, Brasil.
Vínculo institucional

2005 - 2005
Vínculo: estagiária, Enquadramento Funcional: pesquisadora, Carga horária: 30
Outras informações
Pesquisadora assistente do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), pertencente à equipe de pesquisa a respeito da responsabilidade social empresarial do ponto de vista político do consumidor enquanto cidadão, sob a coordenação da ativista Lisa Gunn. Descrição: Trabalho de pesquisa teórica e empírica sobre a responsabilidade social empresarial nas cadeias do algodão, têxtil e do vestuário, com vistas, principalmente, à responsabilização empresarial por danos ambientais, formas contemporâneas de trabalho escravo e descumprimento das normas trabalhistas previstas na legislação brasileira e nos documentos da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A pesquisa visava analisar e publicizar o comportamento das empresas investigadas, criar um índice de responsabilidade social empresarial e colaborar para o Pacto Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo.


Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo, NEV/USP, Brasil.
Vínculo institucional

2001 - 2003
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: pesquisadora júnior, Carga horária: 20
Outras informações
Atuação como pesquisadora júnior do Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP) do Projeto CEPID/FAPESP/NEV/USP Desenvolvimento de uma Teoria Integrada dos Direitos Humanos, coordenado pelo Prof. Dr. Paulo Sérgio Pinheiro, sob orientação direta dos professores doutores Andrei Koerner e Guilherme Almeida. O projeto visava desenvolver uma teoria dos direitos humanos que integrasse diversas perspectivas disciplinares das ciências sociais e filosofia a respeito dos direitos humanos.



Linhas de pesquisa


1.
Justiça social e política em âmbito doméstico e internacional; direitos humanos; liberalismo político; tolerância.
2.
Justiça social e política em âmbito doméstico e internacional; direitos humanos; liberalismo político; tolerância.
3.
Teoria política e pensamento político brasileiro


Projetos de pesquisa


2018 - Atual
Genocídio, crime contra a humanidade e graves violações de direitos humanos: reflexões à luz dos assassinatos de negros e indígenas no Brasil
Descrição: Propomos aqui explorar, em perspectiva de teoria política normativa, aspectos das definições de violações de direitos humanos estabelecidas em documentos multilaterais de direitos humanos que são criticáveis da perspectiva dos movimentos negros que defendem a validade do termo ?genocídio da juventude negra? e de parte do Ministério Público Federal (MPF) que alerta para a possibilidade crescente de um genocídio Karipuna. O sentido da exploração é, em equilíbrio reflexivo, cotejar (1) os fatos da sociedade brasileira e as reivindicações dos movimentos e MPF com (2) os conceitos e princípios de genocídio, crimes contra a humanidade e graves violações de direitos humanos..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
Democracia e valor equitativo das liberdades políticas: o problema teórico-normativo das relações entre poderes econômicos e políticos
Descrição: Nos Estados contemporâneos, com suas sociedades complexas, plurais e numericamente muito vastas, o ideal de autogoverno coletivo exige a inclusão universal dos adultos como cidadãos titulares do direito de participação política ? pelo voto, por disputa por cargos políticos, por participação em debates públicos ? e de contestação política. As dimensões da população a ser incluída na participação e competição tornam necessário o uso de amplos recursos econômicos para que associação e expressão políticas alcancem efetivamente o debate público e os governantes. Assim, se a universalização da participação e da competição são democratizantes ? o que é igualmente válido nos sentidos eleitoral-representativo, participacionista e deliberativo ?, a democratização torna a política crescentemente impactada por desigualdades econômicas. Dada essa realidade, no presente projeto, propomos uma reflexão de teoria política acerca das relações entre poderes econômicos e políticos, formulada a partir de uma discussão do conceito de democracia em seus aspectos normativos inescapáveis mesmo nas pesquisas empíricas com ambições intelectuais explicativas positivistas. Para tal, discutiremos convergências e divergências entre as abordagens eleitoral-representativa, participativa e deliberativa da democracia e da democratização, analisando como política e sociedade são recortadas ontológica e normativamente nessas três abordagens, com consequências distintas para o modo como liberdade e igualdade políticas são pensadas, concomitantes com consequências convergentes acerca da relação entre democracia como valor e justiça distributiva. Defenderemos que estas consequências convergentes apontam para garantias institucionais de igualdade e liberdade política que só são efetivas se relacionadas a garantias institucionais de igualdade e liberdade econômicas e que isso é igualmente válido para concepções eleitorais-representativas, participativas e deliberativas de democracia. Argumentaremos que isso mostra que essas três vertentes de entendimento da democracia são concepções de democracia em que a avaliação moral da distribuição do poder político entre os cidadãos é dependente de concepções de justiça. Ainda que a argumentação de teoria democrática siga a divisão canônica entre teorias eleitorais-representativas, participativas e deliberativas, analisaremos essas três vertentes por meio das discussões normativas da relação entre poderes econômicos e políticos em Robert Dahl, Ronald Dworkin e John Rawls, cotejando-os de modo identificar insuficiências teóricas e supri-las. O ponto de chegada será a defesa de uma perspectiva liberal igualitária rawlsiana das relações entre poderes econômicos e políticos, segundo a qual o ideal de igualdade humana fundamental exige, por justiça, que as sociedades sejam institucionalmente reguladas de modo que existam liberdades efetivas e valor equitativo das liberdades políticas. Diferentes concepções normativas de democracia podem ser defendidas em nome desses ideais. Nosso exercício tem por objetivo desenvolver as implicações da concepção rawlsiana de ?justiça como equidade? para se pensar a ?justiça política? em democracias representativas, eleitorais e competitivas, dentro de uma concepção de democracia que formularemos como um ideal de equidade do processo político democrático. A intenção é esclarecer os pressupostos normativos da teoria e ciência política da democracia, bem como os pressupostos normativos da discussão sobre reforma política em relação a duas liberdades democráticas fundamentais, a de expressão e de associação, que estão no cerne da discussão de justiça a respeito do dever ser (1) do financiamento político-eleitoral, (2) da atuação de grupos de interesse junto aos poderes Executivo e Legislativo e (3) dos meios de comunicação de massa adequados ao ideal de democracia bem compreendido..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2016 - Atual
Reflexões sobre a Democracia na Ciência Política Brasileira
Descrição: O campo do político e da política, em suas definições filosóficas e científicas, carrega, inescapavelmente, pressupostos ontológicos, epistemológicos e normativos. Do mesmo modo, o ideal de democracia e o conceito de democracia, seja em seus contornos e abordagens filosóficos, seja nos científicos, também é inescapavelmente moldado por pressupostos ontológicos, epistemológicos e normativos. Como a ciência política é ciência da política e, quase sempre, ciência política da democracia, trata-se de uma ciência inescapavelmente tecida por pressupostos que remontam a definições conceituais que não se reduzem puramente ao empírico e científico (positivistamente concebidos). O propósito deste projeto, coordenado por San Romanelli Assumpção e João Feres Júnior, é descrever e analisar as concepções de político, política e democracia abraçadas pelas diversas áreas de debates sobre os quais se concentram os cientistas políticos brasileiros, com o olhar voltado para os pressupostos que subjazem toda e qualquer pergunta, filosófica ou científica, acerca da democracia. Este projeto nasceu nas disciplinas ?Teorias Contemporâneas da Democracia? e ?Reflexões sobre a Democracia na Ciência Política Brasileira?, ministrada conjuntamente pelos dois coordenadores, e envolve os discentes que cursaram ambas as disciplinas, que estão pesquisando, sob orientação dos coordenadores, as seguintes áreas de debates: teoria política, democracia participativa, representação política, estudos legislativos, presidencialismo de coalizão, sistema eleitoral e partidário, comportamento político, políticas públicas, democracia e meios de comunicação, democracia e raça, democracia e gênero. Cada pesquisa desenvolvida pelos alunos terá como produto final um capítulo, que comporá o resultado final deste projeto, que é um livro panorâmico, analítico e reflexivo sobre as diversas concepções de democracia e de política e político que são praticadas pelos cientistas políticos brasileiros..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2016 - Atual
A integridade física dos pobres globais: problemas de legitimidade política básica
Descrição: Em termos gerais, a questão teórica deste projeto são as consequências normativas da existência de viés sistemático na distribuição social da violência letal, que é sofrida estruturalmente por ocupantes de posições sociais específicas. Em caso de profunda desproporção entre a violação do direito à segurança pessoal de ocupantes de posições sociais distintas, o Estado é igualmente legítimo diante de todos os seus cidadãos? Se não, que obrigações urgentes surgem dessa legitimidade desigual? Estes problemas serão pensados a partir das teorias dos direitos humanos e da legitimidade política, com o objetivo de construir uma abordagem teórica capaz de lidar com o problema dos déficits de legitimidade de Estados contemporâneos altamente consolidados, mas que não podem ser considerados Estados de direito plenamente efetivos, por não respeitarem igualdade o direito à vida e à integridade física de seus cidadãos..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
Justiça institucional e a estrutura básica como objeto da justiça: reflexões sobre o horizonte de justificação e o escopo da justiça
Descrição: Em John Rawls, a justiça preserva um ?espaço de inviolabilidade individual igual? para todos que é a ?virtude primeira das instituições sociais?. Seu ?objeto? é a ?estrutura básica da sociedade?, um arranjo coercitivo e inescapável ? no que se distingue de associações e comunidades, cujo pertencimento é voluntário, no sentido de ser possível optar sair delas ? formado pelas principais instituições políticas, econômicas e sociais que determinam as possibilidades de vida disponíveis a cada posição social, através da distribuição dos encargos e benefícios da cooperação social. Este ?objeto da justiça?, conforme aponta Thomas Nagel, é um desenvolvimento do liberalismo que introduz teoricamente o reconhecimento da importância das estruturas sociais e econômicas, juntamente com as instituições políticas e legais, na determinação da vida das pessoas e da responsabilidade social por estas determinações. Ainda segundo Nagel, a defesa da justiça como virtude de sociedades e sistemas econômicos e sociais ? e não como própria apenas às ações individuais e leis ? atinge sua realização máxima na justiça rawlsiana, cujo liberalismo estabelece que todas as instituições da estrutura básica da sociedade devem ser acessadas pelo padrão comum estabelecido pelos princípios de sua ?justiça como equidade?. No entanto, apesar do liberalismo igualitário ampliar consideravelmente o escopo da justiça, estabelece aquilo que Samuel Scheffler entende como uma concepção pluralista da moralidade, para a qual cada tipo de relação possui exigências normativas específicas. A coerção e inescapabilidade da estrutura básica estabelece um tipo de relação entre as pessoas morais que a torna escopo de demandas de justiça que não se aplicam a associações voluntárias e comunidades, que podem, em nome da tolerância liberal ao pluralismo moral razoável, ser regidas por princípios não liberal-igualitários. Isso se opõe ao ?monismo moral? de teorias para as quais princípios morais aplicáveis às instituições e à estrutura básica também se aplicam à conduta individual, à vida das associações e comunidades e, cosmopolitamente, ao mundo. É inegável que há uma inescapabilidade e coerção especial dentro de comunidades políticas como são os Estados e o Direito e própria do âmbito das instituições formais coercitivas estatais e legais. Mas não é claro e acima de necessidades de justificação que as coerções privadas estejam acima do axioma da igualdade humana fundamental que rege a justiça ?política? rawlsiana. É este um dos questionamentos propostos pelo slogan feminista ?o pessoal é político? e pela ?radicalização? deste slogan empreendida por Gerald Cohen, que defende que instituições informais, convenções e costumes sociais, assim como a conduta individual, devem ser ?objeto da justiça? tanto quanto as instituições formais coercitivas estatais, caso a intenção seja sermos igualitários. Este trabalho discute a questão do objeto adequado da justiça a partir deste questionamento sobre as instituições formais e informais como loci de poder inescapável, defendendo uma interpretação liberal igualitária do ?pessoal é político? concomitante com um espaço para o ?pessoal não político?, em uma proposta de ?justiça institucional? cujo objeto é uma estrutura básica da sociedade ?expandida?, mas rawlsiana ? por ser compatível com sua concepção de razoabilidade e ?domínio do político? ? como a melhor maneira de equacionar a relação entre coerções privadas e públicas em nome da igualdade moral humana..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2008 - 2012
Justiça e gênero sob uma perspectiva cosmopolita
Descrição: Esta pesquisa investigou as possibilidades de uma proposta normativa feminista e cosmopolita para lidar com o problema das desigualdades de gênero e das violações das liberdades básicas das mulheres dentro da perspectiva liberal igualitária. Tendo como ponto de partida o axioma da igualdade moral humana e buscando alcançar um projeto de internacionalismo feminista liberal alternativo ao de Martha Nussbaum em Women and human development ? The capabilities approach. Para tanto, discutiu-se o modo como as relações de gênero e coerções de gênero devem estar sob o escopo da justiça e buscou-se construir uma interpretação da noção rawlsiana de ?estrutura básica? como ?objeto da justiça? que fosse simultaneamente adequada do ponto de vista feminista e cosmopolita, a fim de que, em nome do próprio axioma da igualdade moral fundamental, fosse possível dar conta da articulação entre os diversos horizontes da justiça: ?justiça local?, ?justiça social? e ?justiça cosmopolita?. A partir dessa interpretação renovada do conceito de estrutura básica da sociedade e da ideia de justiça institucional, argumentou-se que esta articulação, dentro de uma concepção de ?justiça institucional? compatível com a tolerância e justiça liberais, exige um equalisandum cosmopolita nos moldes dos bens primários rawlsianos, sendo este equalisandum um modo moralmente defensável de se criar uma esfera de inviolabilidade individual para proteger as mulheres de violações advindas das desigualdades de gênero e lhes possibilite ?direito de saída?, sem com isso ignorar a legitimidade do ?pluralismo moral razoável?. Assim, defendeu-se que apenas uma lista de ?bens primários? cosmopolita articula devidamente as possibilidades de saída nos planos local, social e cosmopolita, na constituição de um ideal de direito de saída pleno para as mulheres que é conforme o ideal de tolerância liberal e com um ?liberalismo político?, tendo como ?objeto da justiça? uma ?estrutura básica? que inclui as coerções de gênero e cujo ?meio para a justiça? é institucional..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2006 - 2008
O ideal de tolerância liberal sob a perspectiva da justiça internacional
Descrição: Esta pesquisa realizou uma reflexão de teoria política normativa a respeito da tolerância no plano mundial, adotando uma perspectiva tributária do individualismo ético e dos contratualismos rawlsiano e kantiano. Sua análise bibliográfica levou a uma argumentação normativa que defendeu uma interpretação individualista e universalista da tolerância enquanto virtude política institucional adequada ao cosmopolitismo moral e vinculada a uma compreensão liberal-igualitária dos direitos humanos. A pesquisa fundamentou e justificou teoricamente a ideia de que a tolerância requer uma lista ampla de direitos humanos e que esta é um critério normativo de legitimidade política frente às comunidades políticas internas e global..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2003 - 2004
A Justiça Política Nacional e Internacional em Kant e Rawls - Um estudo introdutório e comparativo de teoria política normativa
Descrição: Iniciação científica financiada pela FAPESP e orientada pelo Prof. Dr. Álvaro de Vita (USP). Abordava principalmente questões a respeito de justiça e tolerância política e de controvérsias entre direitos individuais e coletivos na passagem teórica do plano da justiça doméstica para a justiça global..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2002 - 2003
'À Paz Perpétua' de Kant e suas apropriações contemporâneas
Descrição: Pesquisa teórica sobre o direito racional kantiano nos níveis político, das gentes e cosmopolita e suas apropriações contemporâneas por teóricos da filosofia da justiça, em especial, pela.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Membro de corpo editorial


2010 - Atual
Periódico: Leviathan (São Paulo)


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Teoria Política/Especialidade: Teoria Política Contemporânea.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Política.
3.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética.
4.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Teorias da justiça.
5.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Teorias da democracia.
6.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Justiça de Transição.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.


Prêmios e títulos


2012
Melhor trabalho de teoria política do II Seminário Discente da Pós-Graduação em Ciência Política da USP, DCP/FFLCH/USP.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
ASSUMPÇÃO, S. R.2018ASSUMPÇÃO, S. R.. Ambiguidades do liberalismo político feminista: reflexões sobre Martha Nussbaum à luz de questões latino-americanas. CADERNOS ADENAUER (SÃO PAULO), v. XIX, p. 75-91, 2018.

2.
ASSUMPÇÃO, S. R.2017ASSUMPÇÃO, S. R.. Família, liberdades básicas e direito de saída: questão de justiça, tolerância e direitos humanos. ACERVO: REVISTA DO ARQUIVO NACIONAL, v. 30, p. 209-222, 2017.

3.
ASSUMPÇÃO, S. R.2015ASSUMPÇÃO, S. R.. Comissão Nacional da Verdade: modo de usar. Insight Inteligência (Rio de Janeiro), v. 69, p. 114-127, 2015.

4.
ESTEVEZ, A.2015ESTEVEZ, A. ; GUIMARAES, V. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . O caráter de classe da ditadura e a invisibilidade dos trabalhadores. Re-Vista: Verdade, Justiça, Memória, v. 9, p. 1-12, 2015.

5.
ASSUMPÇÃO, S. R.2014ASSUMPÇÃO, S. R.. Direitos humanos e justiça social: apontamentos para uma agenda de pesquisa sobre violações às liberdades básicas dos trabalhadores. Acervo, v. 27, p. 83-98, 2014.

6.
ESTEVEZ, A.2014ESTEVEZ, A. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Ditadura e repressão contra a classe trabalhadora: questões de justiça de transição, direitos humanos e justiça social em um abordagem histórica e político-normativa. Revista Anistia Política e Justiça de Transição, v. 10, p. 432-471, 2014.

7.
KOERNER, A.2009KOERNER, A. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . A Lei de Anistia e o Estado democrático de direito no Brasil.. Revista Brasileira de Ciências Sociais (Impresso), v. 24, p. 194-197, 2009.

Capítulos de livros publicados
1.
FERES JR., J. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Prefácio. In: Renato Monseff Perissinotto, Gustavo Biscaia de Lacerda, José Leon Szwako. (Org.). Curso livre de teoria política: normatividade e empiria. 1a.ed.Curitiba: Appris, 2016, v. , p. 1-.

2.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Breve argumentação por uma interpretação da liberdade de greve como liberdade democrática fundamental. In: Inez Stampa; Vicente Rodrigues. (Org.). Ditadura e Transição Democrática no Brasil - o golpe de Estado de 1964 e a (re)construção da democracia. 1aed.Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2016, v. , p. 162-170.

3.
FERES JR., J. ; CAMPOS, L. A. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Teoria política normativa. In: Avritzer, Leonardo; Milani, Carlos; Braga, Maria do Socorro. (Org.). A ciência política no Brasil: 1960-2015. 1aed.Rio de Janeiro: FGV Editora; ABCP, 2016, v. , p. 217-273.

4.
FERES JR., J. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Financiamento de campanha, mídia e liberdade política. In: Marcus Ianoni. (Org.). Reforma política democrática: temas, atores e desafios. 1a.ed.São Paulo: Perseu Abramo, 2015, v. , p. 57-83.

5.
ASSUMPÇÃO, S. R.. "O pessoal é político" e a estrutura básica como objeto da justiça: reflexões sobre o horizonte de justificação moral e o escopo da justiça. In: GURZA LAVALLE, Adrián; VITA, Álvaro de; ARAÚJO, Cícero. (Org.). O papel da teoria política contemporânea: justiça, constituição, democracia e representação. 1a.ed.São Paulo: Alameda, 2015, v. , p. 135-162.

6.
PORTUGAL, A. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Repressão às greves e às liberdades sindicais durante a ditadura militar. In: Comissão Nacional da Memória, Verdade e Justiça da Central Única dos Trabalhadores. (Org.). Relatório da Comissão Nacional da Memória, Verdade e Justiça da Central Única dos Trabalhadores. 1aed.São Paulo: CUT Nacional, 2015, v. 1, p. 101-106.

7.
FRANCISQUINI, R. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Os Meios de Expressão e as Liberdades Políticas: uma leitura crítica sobre os princípios de justiça e legitimidade. In: Marta Nunes da Costa. (Org.). Democracia, Mass Media e Esfera Pública. 1aed.Braga: Editora Húmus, 2012, v. , p. 97-118.

8.
ARAUJO, C. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Teoria Política no Brasil Hoje. In: MARTINS, Carlos Benedito; LESSA, Renato. (Org.). Horizontes das Ciências Sociais no Brasil: Ciência Política. São Paulo: ANPOCS, 2010, v. , p. 51-85.

Apresentações de Trabalho
1.
ASSUMPÇÃO, S. R.; MARCONI, C. A. . Genocídio, crime contra a humanidade e graves violações de direitos humanos: reflexões à luz dos assassinatos de negros e indígenas no Brasil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

2.
MARCONI, C. A. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Human rights and State legitimacy: considerations from the accusation of genocide within Brazil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

3.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Ambiguidades do liberalismo político feminista: reflexões sobre Martha Nussbaum à luz de questões latino-americanas. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

4.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Direitos, capacidades e bem-estar de mulheres: igualdade e diferença jurídicas. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

5.
RANGEL, P. ; MAGALHAES, M. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Simpósio Temático: Pode o feminismo ser estatal? Reflexões sobre feminismo de Estado e institucionalismo feminista. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

6.
CRUZ, A. K. V. E. ; LYNCH, C. ; ARAUJO, C. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Mesa Redonda: Tensões e Afinidades entre Conservadorismo e Liberalismo. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

7.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Debate da Seção 2: Estado, Discursos e Direitos. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

8.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Considerações sobre integridade pessoal, pobreza e crimes contra a humanidade. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

9.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Integridade física e direito à vida: notas sobre legitimidade política básica. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

10.
ASSUMPÇÃO, S. R.; VITA, A. ; JESUS, C. F. R. ; SENDRETTI, L. ; CASTRO, P. . Teoria Política Normativa Contemporânea. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

11.
ASSUMPÇÃO, S. R.. A Comissão Nacional da Verdade do Brasil: críticas e desafios. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

12.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Por um feminismo liberal, igualitário e cosmopolita. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

13.
ASSUMPÇÃO, S. R.; CAMPOS, P. H. P. ; MELO, D. B. ; BASUALDO, V. ; GARCIA, R. V. . A aliança empresarial-policial durante a ditaduras. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

14.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Propósitos inconciliáveis: reflexões sobre a relação teórica entre fatos e princípios no debate liberal-comunitário. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

15.
FALCAO, L. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . A centralidade do conceito de liberdade no republicanismo neorromano e no liberalismo. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

16.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Reflexões sobre a Comissão Nacional da Verdade. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

17.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Os trabalhadores e o relatório da Comissão Nacional da Verdade. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

18.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Reflexões sobre justiça de transição e direitos humanos a partir da experiência da Comissão Nacional da Verdade brasileira. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

19.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Justiça e gênero sob uma perspectiva cosmopolita. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

20.
ASSUMPÇÃO, S. R.; FRANCISQUINI, R. . Liberdade de Expressão e Conflito entre Direitos: Entre o pluralismo razoável e a justiça igualitária. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

21.
ASSUMPÇÃO, S. R.; BARROSO, J. . ?Democracia de cidadãos proprietários?, liberdade política e igualdade política: explorações rawlsianas acerca das instituições para uma ?sociedade democrática?. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

22.
ASSUMPÇÃO, S. R.. debate sobre o filme 'ABC da Greve', de Leon Hirszman. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

23.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Graves violações de direitos humanos, a Comissão Nacional da Verdade e a legitimidade estatal. 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

24.
ASSUMPÇÃO, S. R.. A Comissão Nacional da Verdade e os direitos e liberdades dos trabalhadores. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

25.
ASSUMPÇÃO, S. R.. A Comissão Nacional da Verdade e os direitos e liberdades dos trabalhadores. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

26.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Comissões da verdade e a repressão aos trabalhadores. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

27.
ASSUMPÇÃO, S. R.. A Comissão da Verdade e os Crimes da Ditadura Militar. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

28.
ASSUMPÇÃO, S. R.; FRANCISQUINI, R. . Gênero, pornografia e ofensividade: uma discussão sobre o valor equitativo das liberdades expressivas. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

29.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Proposições Cosmopolitas e Feministas acerca das Consequências Teórico-Normativas da Igualdade Moral Humana. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

30.
ASSUMPÇÃO, S. R.. 'O pessoal é político' e a estrutura básica como objeto da justiça: reflexões sobre o horizonte de justificação moral e o escopo da justiça. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

31.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Proposições sobre justiça e gênero de um ponto de vista cosmopolita. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

32.
ASSUMPÇÃO, S. R.; FRANCISQUINI, R. . Tolerância, justiça e democracia: uma leitura a partir da liberdade de expressão. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

33.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Pluralismo moral e direitos humanos no debate entre neo-kantismo e neo-hegelianismo ? A partir de. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

34.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Reflexões sobre o ideal de tolerância liberal sob uma ótica cosmopolita. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

35.
FRANCISQUINI, R. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Os meios de expressão e as liberdades políticas: uma leitura crítica sobre os princípios de de justiça e legitimidade. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

36.
ASSUMPÇÃO, S. R.. A democracia liberal sob a ótica da justiça internacional. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

37.
ASSUMPÇÃO, S. R.. O ideal de tolerância liberal sob a perspectiva da justiça internacional. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

38.
ASSUMPÇÃO, S. R.. "A Paz Perpétua" de Kant e sua s apropriações contemporâneas. 2002. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

Outras produções bibliográficas
1.
ASSUMPÇÃO, S. R.. 'Pensando justiça e desigualdade de gênero a partir da América Latina e justiça para as mulheres latino-americanas', capítulo a ser publicado no livro '50 anos de feminismo: Argentina, Brasil e Chile. Volume II - Justiça de Gênero e Políticas Públicas', organizado por Eva Blay e Lucia Avelar, lançamento não definido. São Paulo: EDUSP, 2018 (capítulo de livro no prelo).

2.
FERES JR., J. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . 'Liberalismos', capítulo do livro 'Coleção Manual de Ciência Política. Vol. 2: Teorias Normativas', organizado por Renato Perissinotto e Gustavo Biscaia, lançamento ainda não definido. Curitiba: Ed. UFPR, 2018 (capítulo de livro no prelo).

3.
ASSUMPÇÃO, S. R.. 'The struggle for the voice of the victims in the National Truth Commission (Brazil): memories and truth yesterday and today', capítulo do livro 'The Brazilian Truth Commission in the Latin American Context: Local, National, and Global Perspective', organizado por Nina Schneider, lançamento não definido. Oxford: Berghahn Books, 2018 (capítulo de livro no prelo).

4.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Ética e política no serviço público 2011 (Disciplina e apostila de disciplina do Curso Superior de Tecnólogo em Administração Pública).


Produção técnica
Trabalhos técnicos
1.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para BPSR. 2018.

2.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para RBCS. 2018.

3.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Dados. 2018.

4.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Dados. 2018.

5.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para FAPESP. 2018.

6.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Estudos de Sociologia. 2018.

7.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para FAPESP. 2018.

8.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para FAPESP. 2018.

9.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para FAPESP. 2018.

10.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Prêmio Memórias Reveladas. 2018.

11.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Prêmio Memórias Reveladas. 2018.

12.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Prêmio Memórias Reveladas. 2018.

13.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Prêmio Memórias Reveladas. 2018.

14.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Prêmio Memórias Reveladas. 2018.

15.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Eduel (Editora da Universidade Estadual de Londrina). 2018.

16.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Dados. 2018.

17.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para BPSR. 2018.

18.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Representation. 2017.

19.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para ALACIP. 2017.

20.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para Representation. 2017.

21.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para a RBCS. 2016.

22.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para a Quaestio Iuris. 2016.

23.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para a Estudos Políticos. 2015.

24.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para a Intratextos. 2015.

25.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para a SUR. 2015.

26.
ASSUMPÇÃO, S. R.. Parecer para BPSR. 2013.


Demais tipos de produção técnica
1.
ASSUMPÇÃO, S. R.; LUCCA-SILVEIRA, M. P. ; FRANCISQUINI, R. ; VENTURA, R. W. . Introdução aos Igualitarismos Contemporâneos. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

2.
ASSUMPÇÃO, S. R.; LUCCA-SILVEIRA, M. P. . Introdução aos Igualitarismos Contemporâneos. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
BARROSO, J.; CYFER, I.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Mônica Conceição da Cunha Oliveira. Liberdade e razão pública: uma análise normativa do caso da interrupção voluntária da gravidez no STF. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Mestrado em Ciências Sociais) - Universidade Federal de São Paulo.

2.
WERLE, D.; PINZANI, A.; DUTRA, D. V.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Eduardo de Borba. Sobre a meritocracia: uma investigação. 2017. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

3.
CENEVIVA, R.; GUARNIERI, F.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Violeta Maria Aguilar Abaunza. Política de restituição de terras e desenvolvimento econômico local na Colômbia entre os anos de 2011 e 2014. 2017 - Instituto de Estudos Sociais e Políticos.

4.
TEIXEIRA, M. G. C.; CASTRO, B. S.; DARBILLY, L. V. C.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Igor Macedo Arruda. Representação política e participação social no diálogo entre sociedade e Estado na perspectiva da sociedade civil. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA/MA)) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

5.
STAMPA, I. T.; ASSUMPÇÃO, S. R.; GONCALVES, R. S.. Participação em banca de Débora Delboux Bernardino. Trabalho terceirizado de limpeza em shopping: vitrine da precarização na "catedral das mercadorias". 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Serviço Social) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

6.
HOLLANDA, C. B.; SZWAKO, J.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Bárbara Sabadin Bueno. Um compromisso nacional pela reconciliação: a Comissão de Verdade e Reconciliação do Peru. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos.

7.
CENEVIVA, R.; MANCUSO, W. P.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Ghaio Nicodemos Barbosa. Trincheiras radioativas: a dinâmica entre grupos de interesse e institucionalidade na formação do programa nuclear brasileiro. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos.

8.
BOLONHA, C.; ASSUMPÇÃO, S. R.; SANTANA, M. A.; GOMES, L. C.. Participação em banca de Vicente Arruda Câmara Rodrigues. Documentos (IN)Visíveis: arquivos da ditadura militar e acesso à informação em tempos de justiça de transição no Brasil. 2016. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

9.
MACIEL, D. A.; SARTI, C. A.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Alice Marta Belinello da graça. Da casa às ruas: o movimento de mães em São Paulo. 2014 - Universidade Federal de São Paulo.

10.
VITA, A.; ARAUJO, C.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Mariana Ferrari de Oliveira. Meritocracia e responsabilidade individual no igualitarismo de John Rawls e Ronald Dworkin. 2014. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Ciência Política) - Departamento de Ciência Política da USP.

Teses de doutorado
1.
SZWAKO, J.; CAMPOS, L. A.; PICANCO, F.; CARVALHO, A. P.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Humberto Machado Lima Júnior. O ?Direito à Cidade? entre a Ideologia e a Utopia: o caso do Movimento Passe Livre. 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Sociologia) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos.

2.
ASSUMPÇÃO, S. R.; FERES JR., J.; SZWAKO, J.; SENNA, M. C. M.; BORGES, T. D. P.. Participação em banca de Sérgio Baldinotti. A (im)Possível Relação entre Conselhos Gestores de Políticas Públicas e o Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios do Estado de Mato Grosso. 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos.

3.
GUIMARAES, J. R.; MENDONCA, R. F.; BIROLI, F.; SANTOS, Y. G.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Clarisse Goulart Paradis. Feminismo, liberdade e prostituição: para além do dissenso democrático. 2017. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Departamento de Ciência Política/FAFICH/UFMG.

Qualificações de Doutorado
1.
SZWAKO, J.; ADELMAN, M.; BRINGUEL, B.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Mariane Silva Reghim. Mulheres em teorias, mulheres em movimentos: Uma crítica feminista das teorias e teóricos dos movimentos sociais. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-Graduação em Sociologia) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos.

2.
FERES JR., J.; BARROSO, J.; FRANCISQUINI, R.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Eduardo de Figueiredo Santos Barbabela e Oliveira. Entre a empiria e o normativo: o papel da comunicação na teoria democrática. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos.

3.
VILLAS BOAS, P.; BRINGUEL, B.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Marcelo Borel. Para uma definição de "violência política". 2016 - Instituto de Estudos Sociais e Políticos.

Qualificações de Mestrado
1.
FALCAO, L.; AUGUSTO, C. F.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Mariane Costa Matos. O papel da comunicação na teoria democrática. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência Política) - Universidade Federal Fluminense.

2.
BARROSO, J.; CYFER, I.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Mônica Conceição da Cunha Oliveira. Liberdade e razão pública: uma análise normativa do caso da interrupção voluntária da gravidez no STF. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Mestrado em Ciências Sociais) - Universidade Federal de São Paulo.

3.
VITA, A.; GURZA LAVALLE, A.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Lílian Sendretti. Justiça tributária: eficiência ou equidade?. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Departamento de Ciência Política/FFLCH/USP.

4.
VILLA, R. D.; REIS, R. R.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Monique Tiezzi den Hartog. Accountability nas missões de paz das Nações Unidas: um estudo sobre a responsabilidade legal dos capacetes azuis face a violações de direitos humanos cometidas em campo. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência Política) - Departamento de Ciência Política/FFLCH/USP.

5.
STAMPA, I. T.; ASSUMPÇÃO, S. R.; GONCALVES, R. S.. Participação em banca de Débora Delboux Bernardino. Trabalho terceirizado de limpeza de shopping: retrato da precarização na "catedral das mercadorias". 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Serviço Social) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

6.
BOLONHA, C.; GOMES, L. C.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Vicente Arruda Câmara Rodrigues. Documentos da Ditadura: Acesso à Informação na Justiça de Transição à Brasileira. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

7.
VITA, A.; ARAUJO, C.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Mariana Ferrari de Oliveira. Meritocracia e responsabilidade individual no igualitarismo de John Rawls e Ronald Dworkin. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Pós-Graduação em Ciência Política) - Departamento de Ciência Política da USP.

8.
MACIEL, D. A.; SARTI, C. A.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Alice Marta Belinello da Graça. Da casa às ruas: o movimento de mães em São Paulo. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Mestrado em Ciências Sociais) - Universidade Federal de São Paulo.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
KRITSCH, R.; WERLE, D. L.; ASSUMPÇÃO, S. R.. Participação em banca de Raissa Wihby Ventura.Um outro cosmopolitismo? Uma leitura da relação entre justiça, cidadania e territorialidade.. 2010 - Universidade Estadual de Londrina.




Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Comissões da Verdade: políticas, sentidos e práticas. Exemplos de Brasil, África do Sul e Colômbia. A Comissão Nacional da Verdade do Brasill: críticas e desafios. 2016. (Congresso).

2.
II Simpósio Internacional Pensar e Repensar a América Latina - PROLAM/USP.Seminário de Pesquisa 22- Gênero na América Latina: a contribuição dos feminismos latino-americanos para a teoria e prática políticas contemporâneas, do II Simpósio Internacional Pensar e Repensar a América Latina. 2016. (Simpósio).

3.
33o. Encontro Anual da ANPOCS. A democracia liberal sob a ótica da justiça internacional. 2009. (Congresso).

4.
V Simpósio dos Pós-Graduandos em Ciência Política da Universidade de São Paulo.Direito, Liberdades e Democracia. 2008. (Simpósio).

5.
V Simpósio dos Pós-Graduandos em Ciência Política da Universidade de São Paulo.Questões Humanitárias e de Direitos Humanos. 2008. (Simpósio).

6.
II Encontro de Pós-Graduandos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo - II EPOG.O ideal de tolerância liberal sob a perspectiva da justiça internacional. 2007. (Encontro).

7.
IV Simpósio dos Pós-Graduandos em Ciência Política da USP.Mesa 3: Pensamento Político Latino-Americano. 2006. (Simpósio).

8.
10o. Simpósio Internacional de Iniciação Científica da Universidade de São Paulo - SIICUSP."À Paz Perpétua" de Kant e suas apropriações contemporâneas. 2002. (Simpósio).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
ASSUMPÇÃO, S. R.; CASSIMIRO, P. ; VILLAS BOAS, P. ; CEPEDA, V. ; LYNCH, C. ; ALENCAR, J. A. ; CYFER, I. . I Encontro de Teoria Política e Pensamento Político Brasileiro. 2018. (Congresso).

2.
CYFER, I. ; ASSUMPÇÃO, S. R. . Seminário de Pesquisa 22- Gênero na América Latina: a contribuição dos feminismos latino-americanos para a teoria e prática políticas contemporâneas, do II Simpósio Internacional Pensar e Repensar a América Latina. 2016. (Congresso).

3.
ARANTES, R. B. ; ASSUMPÇÃO, S. R. ; NICOLETE, R. S. ; ROCHA, C. . II Seminário Discente da Pós-Graduação do Departamento de Ciência Política da USP. 2012. (Congresso).

4.
VITA, A. ; ARAUJO, C. ; GURZA LAVALLE, A. ; ASSUMPÇÃO, S. R. ; FRANCISQUINI, R. ; PETRONI, L. C. . II Colóquio Internacional de Teoria Política da USP: Teoria Política Contemporânea. 2012. (Congresso).

5.
ASSUMPÇÃO, S. R.; BORGES, T. D. P. ; FUSER, I. ; GOMES, R. ; MARCONI, C. A. ; NETTO, J. V. R. ; NOBREGA, J. ; PEREZ, O. ; SCHMIDT, V. V. . V Simpósio de Pós-Graduandos em Ciência Política da Universidade de São Paulo. 2008. (Congresso).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Tese de doutorado
1.
Madalena Gonçalves Castro. Questões de justiça nas teorias da representação política: uma abordagem feminista. Início: 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos. (Orientador).

2.
Eduardo de Figueiredo Santos Barbabela e Oliveira. Entre a empiria e o normativo: o papel da comunicação na teoria democrática. Início: 2017. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).

3.
Alessandro Michael Cunha Amorim. Esquerdas refundadoras e transformações democráticas na América Latina: uma reflexão teórica e normativa. Início: 2017. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).

4.
Pablo de Moura Nunes de Oliveira. Liberdade de imprensa e segurança pública: a influência da cobertura midiática na gestão da polícia militar fluminense. Início: 2017. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

5.
Marcelo Borel. Para uma definição de "violência política". Início: 2017. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Tese de doutorado
1.
Sérgio Baldinotti. Há relação entre os conselhos gestores de políticas públicas e o IDHM dos municípios de Mato Grosso. 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Ciência Política) - Instituto de Estudos Sociais e Políticos, . Orientador: San Romanelli Assumpção.




Página gerada pelo Sistema Currículo Lattes em 20/11/2018 às 15:33:44