Guilherme Ortigara Longo

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  • Última atualização do currículo em 15/11/2018


Professor adjunto no Departamento de Oceanografia e Limnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, onde desenvolve atividades de pesquisa em ecologia marinha (detalhes em http://longolab.weebly.com) e é membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFRN (Conceito 6). Realizou pós-doutorado no Georgia Institute of Technology-EUA desenvolvendo pesquisas na área de ecologia de recifes de coral, avaliando particularmente a herbivoria de peixes recifais sobre algas em contato com corais. Possui Doutorado em Ecologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2015), Mestrado em Ecologia e Conservação pela Universidade Federal do Paraná (2011) e Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (2009). Integrante da Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha (SISBIOTA-Mar; www.sisbiota.ufsc.br), desenvolvendo pesquisas envolvendo ecologia de peixes recifais ao longo da costa brasileira. Foi bolsista de Doutorado Sanduíche (CNPq) vinculado ao Georgia Institute of Technology-EUA, onde desenvolveu trabalhos de pressão alimentar de peixes e interação coral-alga herbívoro em recifes de coral do Caribe.Tem experiência com trabalho de campo envolvendo mergulho livre e autônomo em diversos locais no Brasil, Caribe e Estados Unidos, além de Ilhas do Pacífico como Polinésia Francesa, Ilhas Fiji, Ilhas Salomão e Kiribati. Apresentou trabalhos em congressos internacionais na Austrália, Índia, México e Estados Unidos, recebendo prêmios de melhor apresentação em 3 destes eventos (International Sea Turtle Symposium, India 2010; I Congreso Panamericano de Arrecifes Coralinos, México 2013; 43rd Benthic Ecology Meeting, Estados Unidos 2014). Já atuou como revisor dos periódicos Science Advances, Scientific Reports, Current Biology, Global Change Biology, Biological Journal of the Linnean Society, Coral Reefs, Journal of Experimental Marine Biology and Ecology, Marine Environmental Research, Aquatic Conservation, Neotropical Ichtyology, PeerJ e Biotemas. Entre os principais interesses estão: ecologia e conservação marinha; papel funcional e ecologia trófica de peixes recifais; ecologia e conservação de tartarugas marinhas; ecologia química marinha. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Guilherme Ortigara Longo
Nome em citações bibliográficas
LONGO, G. O.;Longo, G.O.;LONGO, GUILHERME ORTIGARA;LONGO, GUILHERME O.

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Biociências, Departamento de Oceanografia e Limnologia.
Via Costeira Senador Dinarte Medeiros Mariz
Mãe Luiza
59014002 - Natal, RN - Brasil
Telefone: (84) 33424950


Formação acadêmica/titulação


2011 - 2015
Doutorado em Ecologia.
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
com período sanduíche em Georgia Institute of Technology (Orientador: Mark Edward Hay).
Título: Interações tróficas em ambientes recifais ao longo de diferentes escalas espaciais, Ano de obtenção: 2015.
Orientador: Sergio Ricardo Floeter.
Coorientador: Bárbara Segal.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: ambientes recifais; pressão alimentar; herbivoria; interações coral-alga-herbívoro; gradiente latitudinal; manejo de processos.
Grande área: Ciências Biológicas
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.
2009 - 2011
Mestrado em Ecologia e Conservação.
Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.
Título: Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas no Arquipélago dos Abrolhos-BA e em Ilhas Costeiras de Santa Catarina, Brasil,Ano de Obtenção: 2011.
Orientador: Sergio Ricardo Floeter.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: filmagem remota; grupos funcionais.
Grande área: Ciências Biológicas
Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: BIOLOGIA MARINHA.
2004 - 2009
Graduação em Ciências Biológicas.
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Título: Análise espaço-temporal da predação de ninhos de tartarugas marinhas e avaliação de metodologia anti-predação, no litoral norte da Bahia.
Orientador: Sergio Ricardo Floeter.


Pós-doutorado


2015 - 2016
Pós-Doutorado.
Georgia Institute of Technology, GEORGIA TECH, Estados Unidos.
Bolsista do(a): National Institutes of Health, NIH, Estados Unidos.
Grande área: Ciências Biológicas
Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia Aplicada.
Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia química.


Formação Complementar


2018 - 2018
Challenge of Science Leadership. (Carga horária: 16h).
Barefoot Thinking, BT, Inglaterra.
2018 - 2018
Visualização de dados - Fernanda Viégas. (Carga horária: 8h).
Instituto Serrapilheira, SERRAPILHEIRA, Brasil.
2015 - 2015
Emergency First Responder.
PADI, PADI, Estados Unidos.
2015 - 2015
Oxygen Provider. (Carga horária: 2015h).
PADI, PADI, Estados Unidos.
2013 - 2014
Extensão universitária em Programa de Doutorado Sanduiche.
Georgia Institute of Technology, GATECH, Estados Unidos.
2013 - 2013
Oxygen Provider.
PADI, PADI, Estados Unidos.
2013 - 2013
Rescue Diver. (Carga horária: 13h).
PADI, PADI, Brasil.
2013 - 2013
NITROX Diver.
PADI, PADI, Estados Unidos.
2013 - 2013
Emergency First Response.
PADI, PADI, Brasil.
2011 - 2011
Advanced Open Water Diver.
PADI, PADI, Brasil.
2010 - 2010
Extensão universitária em Introdução ao uso do R. (Carga horária: 15h).
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
2009 - 2009
Ecologia de Campo. (Carga horária: 225h).
Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.
2008 - 2008
Bioestatística. (Carga horária: 8h).
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
2007 - 2007
EIA/ RIMA. (Carga horária: 20h).
Associação Catarinense dos Engenheiros Santaristas, ACESA, Brasil.
2007 - 2007
Análise Multivariada. (Carga horária: 5h).
VIII Congresso de Ecologia do Brasil, VIII CEB, Brasil.
2006 - 2006
Biologia e Conservação de Quelônios. (Carga horária: 8h).
XXVI Congresso Brasileiro de Zoologia, XXVI CBZ, Brasil.
2005 - 2005
6º Curso de observadores de bordo. (Carga horária: 40h).
Projeto Albatroz, PROJETO ALBATROZ, Brasil.
2004 - 2004
Extensão universitária em Etologia e Ecologia de mamiferos silvestres. (Carga horária: 4h).
Departamento de Apoio a Extensão - UFSC, DAEX - UFSC, Brasil.
2004 - 2004
Extensão universitária em Trilhas: ambiente para o ensino de ciencias. (Carga horária: 4h).
Departamento de Apoio a Extensão - UFSC, DAEX - UFSC, Brasil.
2004 - 2004
Extensão universitária em Reconhecimento de aracnídeos de interesse médico. (Carga horária: 8h).
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
2004 - 2004
Conservação de tartarugas marinhas. (Carga horária: 24h).
Projeto TAMAR IBAMA - Base Ubatuba, TAMAR - IBAMA, Brasil.
2004 - 2004
Etnozoologia: as formas de pensar os animais. (Carga horária: 8h).
V Simposio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia, SBEE, Brasil.
2004 - 2004
Open Water Diver - PADI.
Bertuol Escola de Mergulho - PADI, BEM - PADI, Brasil.
2004 - 2004
Comportamento e estratégia social de cetáceos. (Carga horária: 8h).
Congresso Brasileiro de Oceanografia, CBO, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto I, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

07/2016 - Atual
Ensino, Aqüicultura, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Bioestatística I
Ecologia Aquática I
Projetos de Pesquisa I
06/2016 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Biociências, Departamento de Oceanografia e Limnologia.

Linhas de pesquisa
Ecologia Marinha

Georgia Institute of Technology, GEORGIA TECH, Estados Unidos.
Vínculo institucional

2015 - 2016
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Pós-doutorando e Dive Safety Officer, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2013 - 2014
Vínculo: Bolsista Doutorado Sanduíche, Enquadramento Funcional: Pesquisador Visitante, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Georgia Institute of Technology School of Biology Hay Lab Supervisor: Prof. Dr. Mark Hay

Atividades

06/2015 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , School of Biology, .

06/2015 - Atual
Outras atividades técnico-científicas , School of Biology, School of Biology.

Atividade realizada
Dive Safety Officer - coordenador de atividades de mergulho cientifico.
05/2013 - 05/2014
Pesquisa e desenvolvimento , School of Biology, Hay Lab.


Laboratório de Biogeografia e Macroecologia Marinha, UFSC, LBMM - UFSC, Brasil.
Vínculo institucional

2006 - Atual
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador Associado


Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Vínculo institucional

2011 - 2015
Vínculo: Pós-Graduação, Enquadramento Funcional: Doutorado em Ecologia, Carga horária: 40

Vínculo institucional

2007 - 2008
Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 10
Outras informações
Desenvolvimento do Projeto de Pesquisa (Trabalho de conclusão de curso) referente às disciplinas de Estágio I e Estágio II.: Análise espaço-temporal da predação de ninhos de tartarugas marinhas e avaliação de metodologia anti-predação, no litoral norte da Bahia

Vínculo institucional

2007 - 2007
Vínculo: Bolsista de Extensão, Enquadramento Funcional: Bolsista de Extensão - UFSC, Carga horária: 20
Outras informações
Projeto Vizinhos do Arvoredo, projeto de extensão financiado pela Universidade Federal de Santa Catarina. Divulgação da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo/SC, discussão da problemática de áreas marinhas protegidas, educação ambiental.

Vínculo institucional

2006 - 2006
Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 10
Outras informações
Atividades Voluntárias no Laboratório de Biogeografia e Macroecologia Marinha, Departamento de Ecologia e Zoologia, Universidade Federal de Santa Catarina. Atividades dentro da grande área de macroecologia de peixes recifais.

Vínculo institucional

2004 - 2005
Vínculo: Bolsista de pesquisa, Enquadramento Funcional: Bolsista ITI - CNPq, Carga horária: 20
Outras informações
Exercendo atividades de pesquisa no Laboratório de Entomologia Médica, vinculado ao Departamento de Microbiologia e Parasitologia do Centro de Ciências Biológicas dessa Universidade. Projeto de pesquisa: ?Importância das bromélias para a manutenção da biodiversidade da fauna associada na Mata Atlântica? (CNPq-Proc.- 690143/01-0)

Atividades

03/2011 - 03/2015
Pesquisa e desenvolvimento , Laboratório de Biogeografia e Macroecologia Marinha, .

08/2008 - 12/2008
Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Monitoria da disciplina de Ecologia de Populações, sob a responsabilidade da Prof. Dr. Tânia Tarabini Castellani. Disciplina ministrada ao curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina.
08/2008 - 12/2008
Ensino,

Disciplinas ministradas
Biologia para primeiro ano do ensino médio, Colégio Estadual Simão José Hess (Florianópolis/SC). Atividade referente à disciplina de Prática de Ensino de Biologia, requisito para obtenção do grau de Licenciado em Ciências Biológicas.
07/2007 - 12/2007
Extensão universitária , Laboratório de Biogeografia e Macroecologia Marinha, UFSC.

Atividade de extensão realizada
Projeto Vizinhos do Arvoredo: minimizando conflitos através da informação..
03/2006 - 08/2006
Estágios , Laboratório de Biogeografia e Macroecologia Marinha, .

Estágio realizado
Atividades de identificação de peixes recifais, leitura e discussão de textos sobre macroecologia marinha..
01/2006 - 01/2006
Estágios , Laboratório de Herpetologia - UFRGS, .

Estágio realizado
Projeto quelônios do delta do Jacuí. Avistamento, marcação e recaptura de tartarugas dos gêneros Trachemys e Phrynops..

Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.
Vínculo institucional

2009 - 2011
Vínculo: Pós-Graduação, Enquadramento Funcional: Mestrado em Ecologia e Conservação, Carga horária: 40


Projeto TAMAR ICMBio - Base Fernando de Noronha, PE - Brasil, PROJETO TAMAR, Brasil.
Vínculo institucional

2008 - 2008
Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiáro, Carga horária: 40
Outras informações
Estágio realizado. Atividades de conservação e manejo e tartarugas marinhas em atividade reprodutiva. Treinamento de captura e marcação de tartarugas marinhas em áreas de alimentação, através do mergulho livre e autônomo.

Atividades

01/2008 - 03/2008
Estágios , Projeto TAMAR ICMBio - Base Fernando de Noronha, PE - Brasil, .

Estágio realizado
Estágio realizado. Atividades de conservação e manejo e tartarugas marinhas em atividade reprodutiva. Treinamento de captura e marcação de tartarugas marinhas em áreas de alimentação, através do mergulho livre e autônomo..

Projeto TAMAR - IBAMA - Bahia, TAMAR, Brasil.
Vínculo institucional

2006 - 2007
Vínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 40
Outras informações
Atividades de conservação e manejo de ninhos de tartarugas marinhas, marcação de fêmeas e reabilitação desses animais; Educação Ambiental. Atuando nas bases de Sítio do Conde, Sub-base Mangue Seco e base Costa do Sauípe.

Atividades

09/2006 - 03/2007
Estágios , Projeto TAMAR - ICMBio - Bahia - BA - BRA, .

Estágio realizado
Atividades de conservação e manejo de tartarugas marinhas em áreas de reprodução..

Projeto TAMAR - IBAMA - Base Florianópolis, TAMAR SUL, Brasil.
Vínculo institucional

2005 - 2005
Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 10
Outras informações
Atividades de manejo,proteção e conservação de tartarugas marinhas; Educação ambiental; Monitoramento de pescarias que capturam tartarugas marinhas.

Atividades

03/2005 - 07/2005
Estágios , Projeto TAMAR - ICMBio - Base Florianópolis - SC - BRA, .

Estágio realizado
Conservação e manejo de tartarugas marinhas em áreas de alimentação com interações com a pesca..

Projeto TAMAR IBAMA - Base de Ubatuba, TAMAR, Brasil.
Vínculo institucional

2004 - 2005
Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20
Outras informações
Atividades de manejo, proteção e pesquisa de tartarugas marinhas; Educação Ambiental.

Atividades

12/2004 - 02/2005
Estágios , Projeto TAMAR ICMBio - Base de Ubatuba - SP - BRA, .

Estágio realizado
Conservação e manejo de tartarugas marinhas em áras e alimentação com interação com pesca artesanal. Educação ambiental..

Projeto Pré-Vestibular Comunitário Gratuiito, PVC, Brasil.
Vínculo institucional

2005 - 2008
Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 10
Outras informações
Atuando como professor de biologia em 4 núcleos do Projeto na grande Florianópolis.

Vínculo institucional

2006 - 2006
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Auxiliar de atividades pedagógicas, Carga horária: 20
Outras informações
Bolsista do Programa Primeira Chance, da Secretaria de Estado da Educação Ciência e Tecnologia de Santa Catarina. Auxílio às atividades realizadas junto ao Pré-vestibular Comunitário na E.E.B. Anibal Nunes Pires, Florianópolis, SC.

Atividades

03/2008 - 12/2008
Ensino,

Disciplinas ministradas
Aulas de Biologia para turmas do Curso Pré-Vestibular Comunitário, em Florianópolis. Atuando em 4 diferentes núcleos deste Projeto.
03/2007 - 12/2007
Ensino,

Disciplinas ministradas
Aulas de Biologia para turmas do Curso Pré-Vestibular Comunitário, em Florianópolis. Atuando em 3 diferentes núcleos desse Projeto.
03/2006 - 07/2006
Estágios , Secretaria deEstado da Educação Ciência e Tecnologia, .

Estágio realizado
Bolsista do Programa Primeira Chance, da Secretaria de Estado da Educação Ciência e Tecnologia de Santa Catarina. Ministrou aulas de Biologia para turmas do Pré-vestibular Comunitário na E.E.B. Anibal Nunes Pires, Florianópolis, SC. Atuando também em.
03/2005 - 12/2005
Ensino,

Disciplinas ministradas
Aulas de Biologia para turmas do Curso Pré-vestibular Comunitário em Florianópolis. Atuando em dois núcleos do Projeto.


Linhas de pesquisa


1.
Ecologia de peixes recifais
2.
Ecologia de tartarugas marinhas
3.
Ecologia de ambientes recifais
4.
Ecologia de ambientes recifais
5.
Ecologia Marinha


Projetos de pesquisa


2018 - Atual
ARE BRAZILIAN REEFS READY FOR GLOBAL CHANGES? Bridging science and society to prompt timely public action
Descrição: Global changes are a major threat to reef ecosystems worldwide but its impacts on Brazilian reefs is still poorly understood. We aim to unravel the effects of global changes in Brazilian reefs by integrating historical ecology, predictive models, scientific monitoring, mesocosm experiments and citizen-science, to inform and raise public awareness on the impacts of climate change in Brazilian reefs. This is an innovative approach that will: (1) create a baseline of healthy reefs in Brazil; (2) predict the future effects of global changes on Brazilian reefs; (3) set and reinforce the scientific monitoring of reef communities; (4) install a marine mesocosm system for experimental approaches that will be open for other researchers in a long run; (5) implement a citizen-based monitoring program for recreational divers and an online platform for real-time citizen-based monitoring of Brazilian reefs. This integrative approach aims to establish a turning point on how scientists and society understand and react to the impacts of climate change in Brazilian reefs..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Guilherme Ortigara Longo - Coordenador / Floeter, S.R. - Integrante / Bárbara Segal - Integrante / BENDER, M.G. - Integrante / FERREIRA, C. E. L. - Integrante / Ronaldo Angelini - Integrante / Priscila Fabiana Macedo Lopes - Integrante / Maria Grazia Pennino - Integrante.Financiador(es): Instituto Serrapilheira - Auxílio financeiro.Número de orientações: 8
2016 - Atual
Padrões e processos em ambientes recifais: a importância das interações ecológicas
Descrição: Interações tróficas são fundamentais para a estrutura e funcionamento de ecossistemas, alterando padrões de densidade e biomassa de espécies de diferentes níveis tróficos. Atividades humanas podem afetar negativamente a estrutura e intensidade dessas interações, causando mudanças drásticas nos ecossistemas. Os ambientes recifais, por exemplo, têm sofrido uma variedade de impactos antrópicos (e.g., sobrepesca, poluição), levando à perda de diversidade e processos ecossistêmicos críticos, sobretudo aqueles mediados por interações tróficas. Por exemplo, quando peixes herbívoros e ouriços foram experimentalmente removidos (cenário de sobrepesca) de recifes de coral, macroalgas rapidamente dominaram o recife. Nesses ambientes, a pressão alimentar dos peixes recifais sobre a comunidade bentônica é um bom modelo de interação trófica já que tem uma importância fundamental na estruturação das comunidades bentônicas. A intensidade e composição de interações tróficas podem ser influenciadas por múltiplos fatores ao longo de diferentes escalas espaciais, com consequências importantes para o funcionamento dos ecossistemas. Por exemplo: na escala do centímetro, a qualidade nutricional de uma presa ou suas defesas químicas moldam a identidade de seus predadores e intensidade de predação; na escala do habitat (centenas de metros), diferentes níveis de tolerância à condições abióticas extremas podem resultar em refúgios contra predação; em largas escalas espaciais (centenas de quilômetros), a temperatura pode interferir na demanda metabólica do predador, moldando suas interações tróficas; em escala latitudinal, esses fatores ecológicos se combinam a fatores biogeográficos, como diferentes composições taxonômicas. Este projeto visa o estabelecimento de um programa de pesquisa ?guarda-chuva? que integre projetos acerca de padrões, processos e interações ecológicas em ambientes recifais ao longo de diferentes escalas espaciais e temporais, agregando alunos de iniciação científica e pós-graduação e facilitando colaborações com outros pesquisadores da área marinha da UFRN, outras Universidades brasileiras e internacionais. Identificar padrões, compreender os processos e a importância das interações biológicas nesses sistemas é fundamental para o entendimento do seu funcionamento. Avanços gerados através dessa abordagem de padrões, processos e interações podem contribuir para gerar ações de manejo e conservação mais efetivas para a manutenção do funcionamento do ecossistema..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .
Integrantes: Guilherme Ortigara Longo - Coordenador / Natalia Roos - Integrante / Daniel Rovira - Integrante / Jéssica Bleuel - Integrante / José Dênis Gomes - Integrante / Leonardo Rodrigues de Souza - Integrante / Wildna Fernandes - Integrante / Leonardo Capitani - Integrante.
Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 4
2015 - 2016
Exploration, Conservation, and Development of Marine Biodiversity in Fiji and te Solomon Islands
Descrição: Our overall goals are to : (1) coordinate investigations of South Pacific marine organisms as pharmaceutical resources for treating diseases of importance in the Pacific Islands and United States and for novel bioenergy applications (2) support sustainable uses of the biodiversity upon which such bioprospecting depends, and (3) understand the processes degrading coral reef ecosystems and initiate locally-appropriate conservation measures to enhance reef resilience to both local and global pressures, (4) leverage NIH, University of the South Pacific (USP), and other resources to develop the South Pacific Center for Biodiversity Conservation and Drug Discovery (SPCBCDD) into a self-sustaining institution serving the 12 countries that operate USP (Cook Islands, Fiji, Kiribati, Marshall Islands, Nauru, Niue, Samoa, Solomon Islands, Tokelau, Tonga, Tuvalu and Vanuatu), and (5) develop "green" culturing of coral reef live rock as an environmentally appropriate and economically viable substitute for the present destructive practices of live rock mining from Fijian reefs. Drug discovery will focus on (1) phylogenetically distinct and chemically rich marine actinomycetes making metabolites that are active in biomedical screens and that hosts novel metabolic pathways valuable for sustainable energy development, and (2) on chemically-rich coral reef macroorganisms that commonly up-regulate defensive chemistry in response to attack from natural enemies, simulated attack, or other stresses. Extracts from these organisms will be bioassayed against relevant models including: drug resistant bacteria, fungi, TB, Malaria, psychological disorders, and cancer. Additionally, we will evaluate patterns in tropical reef biodiversity and conduct field experiments to determine the relative impacts of common stresses (e.g., overfishing, nutrification) causing seaweed replacement of corals and precipitating the dramatic loss of biodiversity that is occurring on coral reefs world-wide. Toward this end we will identify the processes and mechanisms involved, elucidate those critical herbivores that control the most aggressive seaweeds, and work with village leaders to develop effective resource management strategies based on this scientific input. We will also continue developing a web based foundation we have created for funding conservation of Fijian coral reef and mangrove systems..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - Atual
Monitoramento de Longa Duração de Comunidades Recifais das Ihas Oceanicas Brasileiras
Descrição: As ilhas oceânicas se destacam por não apresentarem os típicos impactos causados pela urbanização crescente na zona costeira e por possuírem ainda os melhores indicativos de cadeias tróficas intactas. Os fatores que contribuem para tal padrão no caso das ilhas oceânicas brasileiras são: o isolamento (alta taxa de endemismos), a densidade populacional reduzida e algum nível de proteção. Duas estão sob controle do ICMBio (Fernando de Noronha = Parque Nacional; Atol das Rocas = Reserva Biológica) e outras duas com programas de pesquisa continuada, apoio logístico da Marinha do Brasil e financiamento do CNPq (ASPSP e Trindade). Deste modo, as ilhas constituem um cenário único para serem caracterizadas como um sítio de monitoramento a longo prazo, permitindo antecipação de possíveis alterações futuras. Os componentes bióticos a serem monitorados incluem compartimentos do bentos e do nécton, juntamente com fatores oceanográficos, e diversidade genética e funcional dos sistemas recifais. Esses componentes se integram de modo a incluir os melhores indicadores frente aos impactos antropogênicos, já identificados para as ilhas oceânicas, bem como possíveis mudanças globais. A presente proposta está inserida na Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha (SISBIOTA-Mar, www.sisbiota.ufsc.br), e conta com uma equipe multi-institucional (UFF, UFRJ, UFSC, UFES, UFC) altamente capacitada. Esses pesquisadores, que já vinham coletando dados bióticos nessas ilhas, em consenso elegeram-nas como importantes sítios para um PELD..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2015
Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha (SISBIOTA-Mar)

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Sergio Ricardo Floeter em 13/09/2012.
Descrição: O Mar Territorial Brasileiro e a Zona Econômica Exclusiva compreendem quase 4,5 milhões de km2 e equivalem a mais da metade do território emerso do Brasil. Entretanto, no Ano Internacional da Biodiversidade (2010), o imenso Bioma Marinho permanece como o menos conhecido e protegido no País e o Brasil permanece como um países que menos conhecem e protegem a sua biodiversidade marinha. Nesse contexto, e a fim de ampliar em larga escala o conhecimento sobre a biodiversidade marinha no curto e médio prazo, a presente proposta implementará a Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha. A Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha abrange toda a extensão da biota marinha recifal brasileira e será constituída por oito Universidades Federais e Estaduais (UFSC, UFRGS, USP, UFF, UFRJ, UFES, UFC e UFRPE), 15 Programas de Pós-Graduação, e 15 Pesquisadores de Produtividade do CNPq (3 PQ1A, 1 PQ1B, 1 PQ1C, 2 PQ1D, e 8 PQ2), além de Jovens Pesquisadores. O SISBIOTA-Mar envolverá a integração de mais de 25 projetos de pesquisa e extensão vigentes sintetizados aqui em 3 projetos: Projeto 1 (Ecologia), Projeto 2 (Evolução) e Projeto 3 (Química Marinha Aplicada). O Projeto 1 envolve um conjunto de projetos com enfoque nos padrões e processos ecológicos da Biodiversidade Marinha Brasileira (p. ex., interações tróficas peixes-bentos), com ênfase em grupos funcionais, e é diretamente relacionado aos projetos 1 e 3. Já o Projeto 2 lida com os padrões e processos evolutivos (p. ex., dispersão e vicariância) de formação da Biodiversidade Marinha Brasileira no espaço e no tempo, em um contexto histórico. Por fim, o Projeto 3 visa investigar do ponto de vista químico as relações ecológicas (p. ex., predação e herbivoria), bem como aplicar o conhecimento..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2015
Biodiversidade e Funcionamento de Ecossistemas Marinhos: interações tróficas entre peixes recifais e a comunidade bentônica
Descrição: A relação entre biodiversidade e funcionamento de ecossistemas emergiu como uma questão ecológica central nas últimas décadas. Há um consenso de que um número mínimo de espécies é necessário para o funcionamento do ecossistema sob uma condição estável e de que um número maior de espécies é provavelmente fundamental para manter a estabilidade dos ecossistemas nos ambientes em alteração. Assim, se os efeitos das mudanças na diversidade sobre as funções ecológicas forem um fenômeno geral, as implicações são importantes tanto sob a perspectiva ecológica quanto para a conservação. Os peixes são elementos-chave na estruturação e resiliência de ecossistemas aquáticos, sendo que estudos sobre o seu papel funcional e efeito sobre a comunidade bentônica são essenciais para a compreensão do funcionamento de ecossistemas recifais. Uma abordagem de manejo recente ressalta a importância de focar esforços de conservação em processos-chave envolvendo grupos funcionais críticos. Diante deste contexto, os principais objetivos deste projeto são: 1) avaliar as interações tróficas entre peixes recifais e a comunidade bentônica, ao longo de um gradiente latitudinal no Atlântico ocidental; 2) compreender o papel funcional dos peixes e contrastar padrões de diversidade, efetividade e redundância funcional; 3) avaliar a crise dos sistemas recifais brasileiros a fim de gerar subsídios para conservação e manejo sob a perspectiva de grupos funcionais críticos e processos ecossistêmicos..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2009 - 2015
Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas no Arquipélago dos Abrolhos-BA e em Ilhas Costeiras de Santa Catarina, Brasil
Descrição: Os peixes são elementos-chave na estruturação e resiliência de ecossistemas aquáticos. Entender e quantificar o impacto de peixes nos ecossistemas é, portanto, fundamental para nossa habilidade de desenvolver estratégias de proteção desses ambientes. O objetivo deste projeto é avaliar a influência causada pela ictiofauna sobre a comunidade bentônica de ambientes marinhos costeiros, em diferentes profundidades e habitats. A presente proposta deverá aumentar o conhecimento sobre processos como: 1) estruturação trófica das comunidades de peixes em diferentes profundidades, 2) distúrbio ou alteração na comunidade bentônica causado pela ictiofauna, 3) impacto potencial dos peixes em diferentes profundidades. Esse novo tipo de conhecimento certamente terá que ser considerado e incorporado em questões relativas à gestão de recursos sob a perspectiva do manejo com base em funções ecossistêmicas. Além disso, a aplicação de metodologia criada para estudos em ambientes de recifes de coral (e.g., uso de câmeras de filmagem remota) é uma abordagem inédita em costões rochosos no Brasil e no mundo. Portanto, presente projeto lança as bases de um novo tipo de abordagem, rico em possibilidades..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2009 - 2012
Parâmetros populacionais de machos adultos da tartaruga verde (Chelonia mydas) na Reserva Biológica do Atol das Rocas, Brasil
Descrição: Estimativa de abundância e sobrevivência de machos adultos de Chelonia mydas na Reserva Biológica do Atol das Rocas, através da aplicação de modelos populacionais em dados de marcação e recaptura.Objetivos específicos 1) Identificar o papel e a importância do Atol das Rocas enquanto sítio reprodutivo da tartaruga verde no Atlântico Sul; 2) Inferir sobre o papel dos machos no fluxo gênico entre populações de desova; 3) Subsidiar ações de conservação da tartaruga verde no Atlântico Sul; 4) Confirmar o padrão transiente da população de machos adultos no Atol das Rocas;.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2009 - 2011
Impacto da ictiofauna em comunidades bentônicas: gradiente latitudinal em ambientes recifais na costa brasileira e comparações com sistemas de água doce
Descrição: Os peixes são elementos-chave na estruturação e resiliência de ecossistemas aquáticos. Entender e quantificar o impacto de peixes nos ecossistemas é, portanto, fundamental para nossa habilidade de desenvolver estratégias de proteção desses ambientes. O objetivo do presente projeto é avaliar a influência causada pela ictiofauna sobre a comunidade bentônica em ambientes marinhos costeiros e de água doce, comparando-os em gradientes de latitude e entre profundidades. Três localidades serão amostradas em um gradiente latitudinal de dez graus no ambiente marinho entre o sul da Bahia (tropical) e Santa Catarina (subtropical) e em duas localidades de água doce, a região tropical de Bonito, Mato Grosso do Sul e riachos subtropicais de Mata Atlântica de altitude em Santa Catarina. A presente proposta deverá aumentar o conhecimento sobre processos como: 1) estruturação trófica das comunidades de peixes em diferentes sistemas aquáticos, 2) distúrbio ou alteração na comunidade bentônica causado pela ictiofauna, 3) impacto potencial dos peixes em diferentes latitudes, profundidades e ecossistemas. Esse novo tipo de conhecimento certamente terá que ser considerado e incorporado em questões relativas à gestão de recursos sob a perspectiva do manejo com base em funções ecossistêmicas. Além disso, a aplicação de metodologia criada para estudos em ambientes de recifes de coral (e.g., uso de câmeras de filmagem remota e censos visuais), será uma abordagem inédita em sistema de água doce com visibilidade adequada, no Brasil e no mundo. Portanto, o presente projeto lança as bases de um novo tipo de abordagem rico em possibilidades..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2007 - 2008
Análise espaço-temporal da predação de ninhos de tartarugas marinhas e avaliação de metodologia anti-predação no litoral norte da Bahia
Descrição: O litoral norte da Bahia representa o principal sítio reprodutivo de tartarugas marinhas no Brasil, ocorrendo desovas de, pelo menos, 4 espécies: Caretta caretta, Eretmochelys imbricata, Lepidochelys olivaceae e raras ocorrências de Chelonia mydas. No entanto, algumas praias dessa região, com números representativos de desovas, estão sob forte pressão de predação animal, sobretudo por cachorro do mato e cães domésticos. Em face da importância dessas áreas ao ciclo reprodutivo das tartarugas marinhas, surgiu a necessidade iminente de implantação de uma metodologia anti-predação nesses locais. Com isso, a equipe da base de monitoramento do Projeto TAMAR em Sítio do Conde, Bahia, realizou durante a temporada 2006/2007 um estudo piloto utilizando bandeiras como instrumentos que reduzem as taxas de predação. Diante dos resultados positivos obtidos nesse estudo, o presente trabalho busca a padronização e teste dessa metodologia em parceria com a equipe de Sítio do Conde, bem como elucidar alguns aspectos espaço temporal das predações e da efetividade das bandeiras. Entende-se que o esclarecimento de alguns pontos chave relativos a predação dos ninhos, bem como a padronização e implementação de uma metodologia anti-predação sistematizada, tornam-se contribuições fundamentais para o manejo e conservação de tartarugas marinhas diante da problemática da predação de ninhos em escala global..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2006 - 2009
Ilhas da Costa Sul: Biogeografia, Conectividade Ecológica das Populações Marinhas e Efetividade das Unidades de Conservação
Descrição: A região sul do Brasil possui uma série de arquipélagos costeiros, dispostos ao longo de 300 km e sendo um deles a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo SC (a única REBIO marinha brasileira além do Atol das Rocas). Relativamente poucos estudos foram realizados na parte subaquática desses sistemas. O presente projeto contempla um tema recente, relacionado ao manejo de ecossistemas marinhos: a conectividade ecológica das populações. O conceito de conectividade indica o grau pelo qual a produção local resulta do auto-recrutamento local ou da importação de larvas de outra população. A conectividade entre populações é um processo importante em estudos de comunidades marinhas e uma informação crucial para se determinar o número e o tamanho ideal de áreas marinhas protegidas para que sustentem a pesca de uma dada região. As ilhas costeiras de Santa Catarina encontram-se a uma distância variando de 10 a 100 Km entre si, sugerindo a ocorrência de forte conectividade entre populações de peixes e invertebrados. As ilhas do norte devem abastecer de larvas as ilhas do sul devido ao sistema dominante na direção norte-sul da Corrente do Brasil. Devido ao efeito da baixa temperatura para organismos de origem tropical, algumas espécies têm baixa abundância, o que se reflete na pouca disponibilidade de larvas, e por sua vez na restrição da distribuição, i.e. limite sul da distribuição. Através de uma equipe multi-institucional e multidisciplinar, o presente projeto estudará diferentes organismos marinhos (peixes e invertebrados), que tradicionalmente tem sido estudados isoladamente. Esses diferentes grupos taxonômicos serão amostrados de forma conjunta nos arquipélagos costeiros do sul do Brasil, de modo que se avance no conhecimento: 1) da biodiversidade e biogeografia dessas ilhas, 2) da efetividade das diferentes Unidades de Conservação (UCs), e 3) do entendimento da conectividade entre as ilhas..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2004 - 2005
?Importância das bromélias para a manutenção da biodiversidade da fauna associada na Mata Atlântica? (CNPq-Proc.- 690143/01-0)
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Guilherme Ortigara Longo - Integrante / Carlos Brisola Marcondes - Coordenador.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.


Projetos de extensão


2016 - Atual
Workshop de Estudos Ecológicos em Ilhas Oceânicas Brasileiras: cenário atual e monitoramento em longo prazo
Descrição: Os ambientes recifais das ilhas oceânicas ainda apresentam características mais próximas de um ecossistema saudável, devido ao seu isolamento em relação aos grandes centros de pressão antrópica. A biota de ilhas oceânicas, apesar de pobre em diversidade quando comparada às zonas costeiras, apresenta altas taxas de endemismo e contribuem desproporcionalmente para diversidade global, sendo consideradas ?hotspots? de biodiversidade. Quatro conjuntos de ilhas oceânicas fazem parte do território Brasileiro: o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, o arquipélago de Fernando de Noronha, o Atol das Rocas e o complexo insular de Trindade e Martin Vaz. Estes pequenos ambientes oceânicos possuem afinidades tropicais e sustentam recifes rochosos ou biogênicos (no caso do Atol das Rocas) recobertos por fauna e flora recifal diversa que contribuem com um grande percentual de endemismo para a Província do Brasil. Dessa forma, esses ambientes constituem um cenário único para pesquisa e monitoramento em longo prazo. Além disso, estando as ilhas sobre controle do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), com algum status de proteção (Fernando de Noronha = Parque Nacional; Atol das Rocas = Reserva Biológica), ou com programas de pesquisa continuada com o apoio logístico da Marinha do Brasil e financiamento do CNPQ (ASPSP e Trindade), regras de manejo e conservação podem ser mais eficientemente implantadas com menos conflitos com os diversos grupos de usuários das áreas, em comparação aos sistemas costeiros onde 50% da população se acumula. Neste contexto, pesquisadores de diversas universidades brasileiras (UFF, UFRJ, UFSC, UFES, UFC, USP) estabeleceram em 2013, com o apoio do CNPq, o ?Programa Ecológico de Longa Duração em ilhas Oceânicas Brasileiras? (PELD-ILOC) através do qual tem desenvolvido diversas atividades de pesquisa e monitoramento nesses ambientes. A partir deste ano, a UFRN através do Departamento de Oceanografia e Limnologia, passa a ser um parceiro importante do PELD-ILOC por sua localização estratégica (ponto de partida para o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha e Atol das Rocas), apoio logístico e colaborações científicas estabelecidas com docentes do departamento. Neste contexto esta proposta visa consolidar o papel da UFRN neste importante programa de monitoramento das ilhas oceânicas promovendo um workshop com dois objetivos principais: (1) realizar um dia de palestras com pesquisadores participantes do PELD-ILOC de diversas universidades brasileiras, gestores das unidades de conservação (e.g., Atol das Rocas e Fernando de Noronha) e Marinha do Brasil (responsável pelos programas do Arquipélago de São Pedro e São Paulo e Ilha da Trindade), para divulgar o conhecimento ecológico das ilhas oceânicas para a comunidade acadêmica da UFRN, gestores de órgãos ambientais, colaboradores de ONGs e demais interessados; e (2) reunir estes pesquisadores de diferentes universidades (UFF, UFRJ, UFSC, USP) atuando no PELD-ILOC para uma reunião técnica de sistematização dos dados dos 3 primeiros anos de monitoramento e alinhamento das ações dos próximos anos de trabalho. A disseminação das informações do PELD-ILOC para a comunidade acadêmica gerará uma oportunidade única aos estudantes de graduação e pós-graduação de conhecer o trabalho feito nas Ilhas, e potencialmente participar dessas pesquisas através de programas de iniciação científica, desenvolvimento de dissertações de mestrado ou teses de doutorado. O contato com diversos pesquisadores certamente abrirá portas importantes para a trajetória acadêmica desses alunos. O encontro dos pesquisadores com gestores das unidades de conservação e ONGs regionais será muito produtivo para identificar novas demandas e desenvolver parcerias. Os participantes receberão um folder contendo informações ecológicas importantes sobre as ilhas oceânicas e o PELD..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) .
Integrantes: Guilherme Ortigara Longo - Coordenador / Carlos Eduardo Leite Ferreira - Integrante / Floeter, S.R. - Integrante / Bárbara Segal - Integrante / Maurizélia de Brito Silva - Integrante.Financiador(es): Universidade Federal do Rio Grande do Norte - Auxílio financeiro.
2007 - 2007
Projeto Vizinhos do Arvoredo: Minimizando conflitos através da informação
Descrição: A Reserva Biológica Marinha do Arvoredo (Rebio Arvoredo) é uma unidade de conservação federal criada em março de 1990. Situada na costa de Santa Catarina, a Rebio tem uma área de 17.600 hectares, com 54,8 km de perímetro. Além de abranger uma área da Plataforma Continental, inclui a Ilha do Arvoredo, Deserta e Calhau de São Pedro. Apesar de notório que a Rebio do Arvoredo tem grande importância biológica e, portanto deve ser protegida de impactos humanos, desde sua criação em 1990, é fator de conflito entre pescadores, o setor do turismo subaquático e a comunidade conservacionista (e.g. Universidade, Organizações Não-Governamentais, etc). Um conselho consultivo, composto por 19 membros da sociedade em geral, foi instituído em 2005 logo após a publicação do plano de manejo da Rebio, porém ainda há muita falta de comunicação entre governo, cientistas e a população do entorno ou afetada de alguma forma por essa unidade de conservação. Esses fatores geram uma necessidade iminente de um trabalho de intervenção no setor de turismo e serviços na área de entorno, para divulgação e esclarecimento acerca da Rebio do Arvoredo.O presente projeto tem por objetivo divulgar dados científicos sobre áreas marinhas protegidas em geral assim como especificamente relacionados à Rebio do Arvoredo aos usuários do entorno da reserva em municípios pertencentes à Zona de Amortecimento, onde há ocupação desordenada do litoral, forte atividade turística e especulação imobiliária. Pretende-se, dessa forma, disponibilizar informações científicas atualizadas, de maneira simples e direta, sobre a Reserva e o ambiente marinho de forma a estimular ações conservacionistas, no sentido de minimizar os conflitos entre os atores sociais envolvidos evitando mais danos a Rebio e ao ambiente. O que promoveria uma forma de integração do conhecimento acadêmico ao cotidiano de quem raramente tem acesso à academia. O Laboratório de Biogeografia e Macroecologia Marinha (www.lbmm.ufsc.br), do Departamento de.
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Guilherme Ortigara Longo - Integrante / Sergio Ricardo Floeter - Coordenador.Financiador(es): Departamento de Apoio a Extensão - UFSC - Auxílio financeiro / Departamento de Apoio a Extensão - UFSC - Bolsa.


Outros Projetos


2016 - Atual
Transformando o Centro Tecnológico da Aquicultura do RN (CTA) em um importante espaço de ensino-aprendizagem para o curso de Engenharia de Aquicultura
Descrição: Em 2009, através de um convênio entre o governo do Rio Grande do Norte, por meio da FAPERN, Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) e Ministério da Pesca e Aquicultura, inaugurou-se a segunda unidade de pesquisa do Centro Tecnológico da Aquicultura do RN (CTA). Esta unidade foi construída e encontra-se agora sob os cuidados do Departamento de Oceanografia e Limnologia da UFRN que vem utilizando a estrutura para desenvolver pesquisas e técnicas de reprodução e cultivo de organismos aquáticos de interesse comercial, como camarões e peixes. Com cerca de 500m2, esta estrutura gera uma oportunidade única para a realização de atividades práticas de ensino na graduação que beneficiem diretamente os alunos do curso de Engenharia de Aquicultura. Embora diversas atividades de pesquisa estejam sendo desenvolvidas neste espaço, sua utilização na esfera didática permanece por ser explorada particularmente por restrição orçamentária. Uma das grandes limitações para o seu uso didático é a falta de equipamentos básicos para a realização de aulas. Portanto a presente proposta pretende obter os recursos mínimos necessários para que o CTA seja além de um espaço importante de pesquisa, um espaço de ensino de graduação que melhore o desempenho e aprendizagem dos alunos, resultando também em menores índices de evasão. Este objetivo será atingido através do envolvimento de diversos componentes curriculares do curso de engenharia de aquicultura que atuarão em sinergia, buscando complementaridade e interdisciplinaridade nas ações práticas desenvolvidas no CTA. Dentre os componentes curriculares do curso de graduação em Engenharia de Aquicultura, os principais beneficiados diretamente por esta proposta em um primeiro momento serão: ?Bioestatística I e II?; ?Larvicultura e alevinagem?; ?Piscicultura continental?; ?Qualidade do ambiente de cultivo?; ?Limnologia?; ?Planctologia?; e ?Carcinicultura?. Estas disciplinas correspondem a uma grande parte das disciplinas obrigatórias para este curso, abrangendo também diversos períodos e, consequentemente, grande parte dos alunos matriculados. Estes objetivos atingem a proposto do Projeto Político Pedagógico do curso de Engenharia de Aquicultura na qual consta o seguinte trecho: ?o curso de engenharia de aquicultura fundamenta-se nos seguintes princípios: interdisciplinaridade, articulação teoria e prática, indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão?. Espera-se que a inclusão de mais atividades práticas no currículo da graduação aumente o interesse dos alunos pelo curso, reduzindo a quantidade de faltas e evasão, além de melhorar seu desempenho acadêmico por possibilitar maior facilidade de compreensão dos conteúdos. Em curto prazo, os alunos envolvidos nessas atividades produzirão pôsters de divulgação dos resultados obtidos (e.g. biometria, crescimento, dados de qualidade de água); em médio prazo, os docentes elaborarão um pôster e um relato da experiência de ensino obtida a partir deste projeto e que será compartilhado através da AGECOM; e em longo prazo, pretende-se desenvolver protocolos experimentais de cultivo de peixe e camarão. Esta proposta será avaliada através de questionários semi-quantitativos respondidos pelos alunos expondo sua opinião sobre sua efetividade, como a atividade pode ser melhorada e de que forma ela influenciou sua aprendizagem. Esta proposta representa melhorias significativas para o processo de ensino-aprendizagem no curso de Engenharia de aquicultura, sendo um ponta pé inicial para o estabelecimento dessas ações em longo prazo que futuramente incorporarão outros docentes do Departamento e até mesmo outros cursos de graduação..
Situação: Em andamento; Natureza: Outra.


Membro de corpo editorial


2016 - Atual
Periódico: Scientia Insularum


Membro de comitê de assessoramento


2014 - 2014
Agência de fomento: Conservação Internacional


Revisor de periódico


2009 - 2009
Periódico: Global Change Biology (Print)
2012 - 2012
Periódico: Neotropical Ichthyology (Online)
2012 - 2012
Periódico: Biotemas (UFSC)
2014 - 2015
Periódico: Journal of Experimental Marine Biology and Ecology
2015 - 2015
Periódico: Marine Environmental Research
2015 - 2015
Periódico: Current Biology
2016 - 2016
Periódico: Scientific Reports
2015 - 2015
Periódico: PEERJ
2015 - 2015
Periódico: Aquatic Conservation (Online)
2016 - 2016
Periódico: Coral Reefs (Print)
2016 - 2016
Periódico: Biological Journal of the Linnean Society
2017 - 2017
Periódico: SCIENCE ADVANCES


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia de ambientes recifais.
2.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia e Conservação de Peixes Recifais.
3.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia e Conservação de Tartarugas Marinhas.
4.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia e Conservação Marinha.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.


Prêmios e títulos


2015
Outstanding Poster Presentation, 2nd Georgia Tech Postdoctoral Symposium, Atlanta-GA, USA.
2014
Best Graduate Student Oral Presentation, 43rd Benthic Ecology Meeting, Jacksonville, Florida, USA.
2013
Student Attendance Grant, 1er Congreso Panamericano de Arrecifes Coralinos, Mérida, México.
2013
3rd Best Student Oral Presentation, 1er Congreso Panamericano de Arrecifes Coralinos, Mérida, México.
2013
III Prêmio Fotografia, Ciência e Arte do CNPq (3o lugar), CNPq.
2011
Travel Grant Award - 31th International Sea Turtle Symposium, San Diego, USA, The International Sea Turtle Society.
2010
Archie Carr Best Student Presentation Award - 30th International Sea Turtle Symposium, Goa, India, The International Sea Turtle Society.
2010
Travel Grant Award - 30th International Sea Turtle Symposium, Goa, India, The International Sea Turtle Society.
2009
Travel Grant Award - 29th International Sea Turtle Symposium, Brisbane, Australia, The International Sea Turtle Society.


Produções



Produção bibliográfica
Citações

Web of Science
Total de trabalhos:7
Total de citações:74
Fator H:4
Longo, Guilherme O  Data: 15/11/2018

SCOPUS
Total de trabalhos:19
Total de citações:147
Longo, G.O.; Longo, Guilherme Ortigara  Data: 15/11/2018

Outras
Total de trabalhos:19
Total de citações:227
Guilherme Ortigara Longo  Data: 15/11/2018

Artigos completos publicados em periódicos

1.
3AUED, ANAIDE W.2018AUED, ANAIDE W. ; SMITH, FRANZ ; QUIMBAYO, JUAN P. ; CÂNDIDO, DAVI V. ; LONGO, GUILHERME O. ; FERREIRA, CARLOS E. L. ; WITMAN, JON D. ; FLOETER, SERGIO R. ; SEGAL, BÁRBARA . Large-scale patterns of benthic marine communities in the Brazilian Province. PLoS One, v. 13, p. e0198452, 2018.

2.
GIGLIO, VINICIUS J.2018GIGLIO, VINICIUS J. PINHEIRO, HUDSON T. BENDER, MARIANA G. BONALDO, ROBERTA M. COSTA-LOTUFO, LETÍCIA V. FERREIRA, CARLOS E.L. FLOETER, SERGIO R. FREIRE, ANDREA GASPARINI, JOÃO L. JOYEUX, JEAN-CHRISTOPHE KRAJEWSKI, JOÃO PAULO LINDNER, ALBERTO LONGO, GUILHERME O. LOTUFO, TITO M.C. LOYOLA, RAFAEL LUIZ, OSMAR J. MACIEIRA, RAPHAEL M. MAGRIS, RAFAEL A. MELLO, THAYNÁ J. QUIMBAYO, JUAN P. ROCHA, LUIZ A. SEGAL, BÁRBARA TEIXEIRA, JOÃO B. VILA-NOVA, DANIELE A. VILAR, CIRO C. , et al.ZILBERBERG, CARLA FRANCINI-FILHO, RONALDO B. ; Large and remote marine protected areas in the South Atlantic Ocean are flawed and raise concerns: Comments on Soares and Lucas (2018). MARINE POLICY, v. 96, p. 13-17, 2018.

3.
PRATTE, ZOE A.2018PRATTE, ZOE A. ; LONGO, GUILHERME O. ; BURNS, ANDREW S. ; HAY, MARK E. ; STEWART, FRANK J. . Contact with turf algae alters the coral microbiome: contact versus systemic impacts. CORAL REEFS, v. 37, p. 1-13, 2018.

4.
2LONGO, G. O.2017 LONGO, G. O.; HAY, M. E. . Seaweed allelopathy to corals: are active compounds on, or in, seaweeds?. Coral Reefs (Online), v. 32, p. 247-253, 2017.

5.
8DELL, CLAIRE L. A.2016DELL, CLAIRE L. A. ; LONGO, GUILHERME O. ; HAY, MARK E. . Positive Feedbacks Enhance Macroalgal Resilience on Degraded Coral Reefs. Plos One, v. 11, p. e0155049, 2016.

6.
12BERNAL, MOISÉS A.2015BERNAL, MOISÉS A. ; FLOETER, SERGIO R. ; GAITHER, MICHELLE R. ; LONGO, GUILHERME O. ; MORAIS, RENATO ; FERREIRA, CARLOS E. L. ; VERMEIJ, MARK J.A. ; ROCHA, LUIZ A. . High prevalence of dermal parasites among coral reef fishes of Curaçao. Marine Biodiversity: international journal of marine science, v. ., p. 1-8, 2015.

7.
1LONGO, G. O.2015 LONGO, G. O.; Morais, R. A. ; MARTINS, C. D. L. ; MENDES, T. C. ; AUED, A. W. ; CÂNDIDO, D. V. ; DE OLIVEIRA, J. C. ; NUNES, L. T. ; FONTOURA, L. ; SISSINI, M. N. ; TESCHIMA, M. M. ; SILVA, M. B. ; RAMLOV, F. ; GOUVEA, L. P. ; FERREIRA, C. E. L. ; SEGAL, B. ; HORTA, P. A. ; FLOETER, S. R. . Between-Habitat Variation of Benthic Cover, Reef Fish Assemblage and Feeding Pressure on the Benthos at the Only Atoll in South Atlantic: Rocas Atoll, NE Brazil. Plos One, v. 10, p. e0127176, 2015.

8.
14Morais, R. A.2014Morais, R. A. ; SANTOS, R. G. ; LONGO, G. O. ; TADASHI, E. ; STAHELIN, G. ; HORTA, P. A. . Direct Evidence for Gradual Ontogenetic Dietary Shift in the Green Turtle,. Chelonian Conservation and Biology, v. 13, p. 260-266, 2014.

9.
17SISSINI, M. N.2014SISSINI, M. N. ; LONGO, G. O. ; MARTINS, C. ; FLOETER, S. R. ; PEREIRA, S. B. ; HORTA, P. A. . First record of the green alga Halimeda (Bryopsidales: Chlorophyta) at Rocas Atoll natural dispersion or anthropogenic causes?. Marine Biodiversity Records, v. 7, p. e104, 2014.

10.
6LONGO, G. O.2014 LONGO, G. O.; Ferreira, C.E.L. ; FLOETER, S. R. . Herbivory drives large-scale spatial variation in reef fish trophic interactions. Ecology and Evolution, v. 4, p. 4553-4566, 2014.

11.
5LONGO, G. O.2014 LONGO, G. O.; HAY, M. E. . Does seaweed-coral competition make seaweeds more palatable?. Coral Reefs (Print), v. 34, p. 87-96, 2014.

12.
9BENDER, M.G.2013BENDER, M.G. ; Floeter, S.R. ; MAYER, F.P. ; VILA-NOVA, D.A. ; Longo, G.O. ; HANAZAKI, N. ; CARVALHO-FILHO, A. ; Ferreira, C.E.L. . Biological attributes and major threats as predictors of the vulnerability of species: a case study with Brazilian reef fishes. Oryx (Oxford. Print), v. 47, p. 259-265, 2013.

13.
11López-Barrera, E.A.2012López-Barrera, E.A. ; LONGO, G. O. ; Monteiro-Filho, E.L.A. . Incidental capture of green turtle (Chelonia mydas) in gillnets of small-scale fisheries in the Paranaguá Bay, Southern Brazil. Ocean & Coastal Management, v. 60, p. 11-18, 2012.

14.
13Morais, R. A.2012Morais, R. A. ; LONGO, G. O. ; SANTOS, R.A. ; TADASHI, C. E. ; STAHELIN, G. ; HORTA, P. A. . Cephalopod ingestion by juvenile green sea turtles (Chelonia mydas): predatory or scavenging behavior?. Herpetological Review, v. 43(1), p. 47-50, 2012.

15.
7LONGO, G. O.2012LONGO, G. O.; FLOETER, S. R. . Comparison of remote video and diver's direct observations to quantify reef fishes feeding on benthos in coral and rocky reefs. JOURNAL OF FISH BIOLOGY, v. 81, p. 1773-1780, 2012.

16.
10CANTOR, MAURÍCIO2012CANTOR, MAURÍCIO ; PIRES, MATHIAS MISTRETTA ; LONGO, GUILHERME ORTIGARA ; GUIMARÃES, PAULO ROBERTO ; SETZ, ELEONORE ZULNARA FREIRE . Individual variation in resource use by opossums leading to nested fruit consumption. Oikos (Kobenhavn), v. 000, p. no-no, 2012.

17.
16Longo, G.O.2012Longo, G.O.; Krajewski, J.P. ; SEGAL, B. ; Floeter, S.R. . First record of predation on reproductive Palythoa caribaeorum (Anthozoa: Sphenopidae): insights on the trade-off between chemical defences and nutritional value. Marine Biodiversity Records, v. 5, p. e29, 2012.

18.
15LONGO, G. O.;Longo, G.O.;LONGO, GUILHERME ORTIGARA;LONGO, GUILHERME O.2009LONGO, G. O.; PAZETO, F. D. ; de ABREU, A.G. ; FLOETER, S. R. . Flags Reduce Sea Turtle Nest Predation by Foxes in NE Brazil. Marine Turtle Newsletter, v. 125, p. 1-3, 2009.

Capítulos de livros publicados
1.
FEITOSA, J. L. L. ; LONGO, G. O. . Ambientes recifais brasileiros, comunidades bentônicas e herbivoria por peixes. In: Maria Elisabeth de Araujo, Caroline Vieira Feitosa, Sérgio Macedo Gomes de Mattos. (Org.). Ecologia de peixes recifais em Pernambuco. 1ed.Recife: , 2018, v. 1, p. 1-.

2.
CANTOR, M. ; LONGO, G. O. ; FONTOURA, L. ; QUIMBAYO, J. P. ; FLOETER, S. R. ; BENDER, M. . Interaction networks in tropical reefs. In: Dáttilo, W., Rico-Gray, V.. (Org.). Ecological Networks in the Tropics: An Integrative Overview of Species Interactions from Some of the Most Species-Rich Habitats on Earth. 1ed.: Springer, 2017, v. , p. 1-.

3.
Anderson, A.B. ; FONTOURA, L. ; Longo, G.O. ; FLOETER, S. R. . Peixes. In: Alberto Lindner. (Org.). Vida Marinha de Santa Catarina. 428ed.FLORIANOPOLIS: Editora da Universidade Federal de Santa, 2014, v. 1, p. 70-89.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
LONGO, G. O.; MOURA, R. ; OZORIO, C. P. . Projeto oficinas em ciências: férias divertidas no CECLIMAR, Imbé-RS. In: V Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental, 2006, Joinville, SC. Anais do V Congresso Ibero americano de Educação Ambiental, 2006.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
GARCIA, G. S. ; NASCIMENTO, W. F. ; LISBOA, A. M. ; BLEUEL, J. ; SOUZA, L. R. ; LONGO, G. O. . É possível otimizar o tempo de análise de filmagem remota para avaliação de comunidades de peixes recifais?. In: XXXII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2018, Foz do Iguaçu. Resumos do XXXII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2018.

2.
NASCIMENTO, W. F. ; BLEUEL, J. ; ROVIRA, D. ; GARCIA, G. S. ; LONGO, G. O. . Recuperação rápida de Siderastrea stellata após soterramento em piscinas de maré. In: XXXII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2018, Foz do Iguaçu. Resumos do XXXII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2018.

3.
BLEUEL, J. ; LONGO, G. O. . Pressão alimentar de peixes sobre o bentos ao longo de um gradiente de profundidade no arquipélago de Fernando de Noronha. In: XXXII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2018, Foz do Iguaçu. Resumos do XXXII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2018.

4.
ROVIRA, D. ; ROOS, N. C. ; SOUZA, L. R. ; GOMES, M. P. ; LONGO, G. O. . Estrutura das comunidades de peixes e bentos de recifes biogênicos recém descobertos no Litoral Setentrional do Rio Grande do Norte. In: XXXII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2018, Foz do Iguaçu. Resumos do XXXII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2018.

5.
ROOS, N. C. ; LONGO, G. O. ; PENNINO, M. G. ; CARVALHO, A. R. . Variação espacial da abundância e biomassa do budião azul (Scarus trispinosus) como indicadores de vulnerabilidade das populações. In: XXII Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2017, Porto Seguro. Resumos do XXII Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2017.

6.
Longo, G.O.; HAY, M. E. ; Ferreira, C.E.L. ; FLOETER, S. R. . Latitudinal patterns of reef fish feeding on the benthos in changing ecosystems. In: 13th International Coral Reef Symposium, 2016, Honolulu, Hawaii. 13th International Coral Reef Symposium, 2016.

7.
FERRARI, D. ; TEIXEIRA, L. N. ; FONTOURA, L. ; CANTERLE, A. M. ; LONGO, G. O. ; FLOETER, S. R. . Potencial efeito de pesca em recifes do nordeste Brasileiro influencia a pressão alimentar dos peixes sobre a comunidade bentônica. In: XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2015, Olinda. Resumos do XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2015.

8.
FONTOURA, L. ; LONGO, G. O. ; Morais, R. A. ; FLOETER, S. R. . Pressão alimentar da ictiofauna sobre a comunidade bentônica em recifes rochosos da região sudeste do Brasil. In: XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2015, Olinda. Resumos do XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2015.

9.
LONGO, G. O.; BONALDO, R. M. ; CORDEIRO, C. A. M. M. ; Morais, R. A. ; Ferreira, C.E.L. ; FLOETER, S. R. . Abundância e pressão alimentar do budião azul (Scarus trispinosus) ao longo da costa Brasileira como subsídios para sua conservação. In: XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2015, Olinda. Resumos do XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2015.

10.
TEIXEIRA, L. N. ; Morais, R. A. ; LONGO, G. O. ; FLOETER, S. R. . Pressão alimentar dos peixes sobre a comunidade bentônica em um rio tropical de águas claras. In: XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2015, Olinda. Resumos do XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2015.

11.
FREITAS, M. O. ; PREVIERO, M. ; ROOS, N. ; LONGO, G. O. ; CORDEIRO, C. A. M. M. ; BONALDO, R. M. . Manejo de processos ecológicos: um novo paradigma para conservação marinha no Brasil. In: XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2015, Olinda. Resumos do XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia, 2015.

12.
LONGO, G. O.; HAY, M. E. ; Ferreira, C.E.L. ; FLOETER, S. R. . An underwater journey along the Atlantic Ocean through reef fish feeding behavior. In: 2nd Georgia Tech Postdoctoral Symposium, 2015, Atlanta, GA, USA. 2nd Georgia Tech Postdoctoral Symposium Abstract Book, 2015.

13.
FERRARI, D. ; Morais, R. A. ; LONGO, G. O. ; FLOETER, S. R. . Pressão alimentar dos peixes na comunidade bentônica recifal em três sítios do Arquipélago de Fernando de Noronha. In: I Encontro de Pesquisa de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas: como integrar a gestão de UCs em ilhas oceânicas do Nordeste?, 2015, Fernando de Noronha. Resumos do I Encontro de Pesquisa de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas: como integrar a gestão de UCs em ilhas oceânicas do Nordeste?, 2015.

14.
AUED, A. W. ; CANDIDO, D. ; LONGO, G. O. ; OLIVEIRA, J. C. ; FERRARI, D. ; Ferreira, C.E.L. ; FLOETER, S. R. ; SEGAL, B. . Functional benthic groups along a latitudinal gradient in rocky reefs of South Western Atlantic. In: 43rd Benthic Ecology Meeting, 2014, Jacsonville, Florida, EUA. 43rd Benthic Ecology Meeting, 2014.

15.
LONGO, G. O.; HAY, M. E. . Can coral-seaweed competition make seaweed more palatable?. In: 43rd Benthic Ecology Meeting, 2014, Jacsonville, Florida, EUA. 43rd Benthic Ecology Meeting, 2014.

16.
LONGO, G. O.; Morais, R. A. ; AUED, A. W. ; SEGAL, B. ; FLOETER, S. R. . Biodiversity and ecosystem functioning at the only atoll in the South Atlantic: Rocas Atoll, Brazil. In: 1e Congreso PanAmericano de Arrecifes Coralinos, 2013, Mérida, Yucatán, México. Libro de resumenes 1e Congreso PanAmericano de Arrecifes Coralinos, 2013.

17.
FONTOURA, L. ; LONGO, G. O. ; Morais, R. A. ; TEIXEIRA, L. N. ; FLOETER, S. R. . Pressão alimentar da ictiofauna sobre a comunidade bentônica em diferentes habitats do Atol das Rocas, Atlântico Sul.. In: 4° Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, 2013, Florianópolis. Livro de Resumos 4° Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, 2013.

18.
FONTOURA, L. ; LONGO, G. O. ; TEIXEIRA, L. N. ; FLOETER, S. R. . Variação latitudinal das interações ecológicas de peixes em ambientes recifais na costa brasileira. In: 22º Seminário de Iniciação Científica UFSC, 2012, Florianópolis. Resumos do 22º Seminário de Iniciação Científica UFSC, 2012.

19.
TEIXEIRA, L. N. ; FONTOURA, L. ; LONGO, G. O. ; FLOETER, S. R. . Impacto alimentar de peixes sobre a comunidade bentônica em recifes rochosos de Arraial do Cabo, RJ. In: 22º Seminário de Iniciação Científica UFSC, 2012, Florianópolis. Resumos do 22º Seminário de Iniciação Científica UFSC, 2012.

20.
LABBE-BELLAS, R. ; LONGO, G. O. ; AUED, A. W. ; Ferreira, C.E.L. ; HORTA, P. A. ; FLOETER, S. R. ; SEGAL, B. . Benthic communities along a broad latitudinal gradient on Brazilian reefs. In: 12th Coral Reef Symposium, 2012, Cairns, Australia. Book of Abstracts 12th Coral Reef Symposium, 2012.

21.
AUED, A. W. ; LONGO, G. O. ; BENDER, M. ; FLOETER, S. R. . Multiple-scale factors influencing agonistic and feeding behaviour on Brazilian Damselfish. In: 12th Coral Reef Symposium, 2012, Cairns, Australia. Book of Abstracts 12th Coral Reef Symposium, 2012.

22.
LONGO, G. O.; Ferreira, C.E.L. ; FLOETER, S. R. . Reef fish feeding impact on benthos remarkably varies with latitude. In: 12th Coral Reef Symposium, 2012, Cairns, Australia. Book of Abstracts 12th Coral Reef Symposium, 2012.

23.
AUED, A. W. ; LONGO, G. O. ; BARNECHE, D. R. ; Dinslaken, D.F. ; SILVEIRA, M. ; FLOETER, S. R. . Comportamento territorial do peixe donzela-comum (Stegastes fuscus) em Porto Seguro, BA. In: 3º Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, 2011, Natal. Resumos do 3º Congresso Brasileiro de Biologia Marinha.

24.
LONGO, G. O.; Morais, R. A. ; AUED, A. W. ; LEVY, M. ; FLOETER, S. R. . Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas em diferentes profundidades em Ilhas Costeiras de Santa Catarina, sul do Brasil. In: 3º Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, 2011, Natal. Resumos do 3º Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, 2011.

25.
LONGO, G. O.; GROSSMAN, A. ; DAURA-JORGE, F. ; SILVA, M. B. . Rocas Atoll, NE Brazil: a natural laboratory for green turtle population assessments. In: 31th International Sea Turtle Symposium, 2011, San Diego. Book of Abstracts 31th International Sea Turtle Symposium, 2011.

26.
LONGO, G. O.; GROSSMAN, A. . Reproductive periodicity and abundance estimates of green turtle adult males at Atol das Rocas Marine Biological Reserve, NE Brazil. In: 30 th International Sea Turtle Symposium, 2010, Goa. Proceedings - 30th Annual Symposium, 2010.

27.
LONGO, G. O.; Morais, R. A. ; TADASHI, E. . Algae, animals and marine debris: green turtle diet in South of Brazil. In: 30 th International Sea Turtle Symposium, 2010, Goa. Proceedings - 30th Annual Symposium, 2010.

28.
LEVY, M. ; LONGO, G. O. ; FLOETER, S. R. . Impacto da ictiofauna sobre comunidades bentônicas em diferentes profundidades na Ilha do Xavier, SC. In: 20 Seminário de Iniciação Científica - UFSC, 2010, Florianópolis, SC. Resumos do 20 Seminário de Iniciação Científica - UFSC, 2010.

29.
AUED, A. W. ; LONGO, G. O. ; BARNECHE, D. R. ; Dinslaken, D.F. ; SILVEIRA, M. ; FLOETER, S. R. . Territoriality of the Brazilian Damselfish (Stegastes fuscus): territory size and interactions with reef fish communities. In: Euro ISRS Symposium, 2010. Book of Abstracts Euro ISRS Symposium 2010, 2010.

30.
LONGO, G. O.; LEVY, M. ; AUED, A. W. ; FLOETER, S. R. . Comparison of underwater remote video and diver direct observation to quantify reef fish feeding interaction on benthic community in different reef habitats. In: Euro ISRS Symposium, 2010. Book of Abstracts Euro ISRS Symposium 2010, 2010.

31.
LONGO, G. O.; PAZETO, F. D. ; de ABREU, A.G. ; FLOETER, S. R. . Sea turtle nest predation dynamics: implications for conservation and management. In: 29 th International Sea Turtle Symposium, 2009, Brisbane. Proceedings - 29th Annual Symposium, 2009.

32.
LONGO, G. O.; FLOETER, S. R. . Projeto Vizinhos do Arvoredo: minimizando conflitos através da informação. In: I Simpósio Regional de Integração de Unidades de Conservação e Terceiro Setor: Fortalecendo Parcerias, 2009, Forianópolis, SC. Resumos do I Simpósio Regional de Integração de Unidades de Conservação e Terceiro Setor, 2009.

33.
Morais, R. A. ; LONGO, G. O. ; TADASHI, E. ; SANTOS, R.A. ; HORTA, P. A. . Ocorrência de lulas na dieta da tartaruga verde, Chelonia mydas, em Santa Catarina. In: IX Congresso de Ecologia do Brasil, 2009, São Lourenço, MG. Resumos do IX Congresso de Ecologia do Brasil, 2009.

34.
Morais, R. A. ; LONGO, G. O. ; TADASHI, E. ; SANTOS, R.A. ; Lopez, E.A.B. . Ingestão de lixo por Chelonia mydas na costa de Santa Catarina, Sul do Brasil. In: IV Jornada de Conservación & Investigación de Tortugas Marinas Del Atlántico Sur Occidental (ASO 5), 2009, Mar del Plata. Resumos da ASO 5, 2009.

35.
Morais, R. A. ; LONGO, G. O. ; TADASHI, E. ; HORTA, P. A. . Indícios de mudança ontogenética de comportamento alimentar em tartarugas verdes (Chelonia mydas) no Sul do Brasil. In: XXVII Encontro Anual de Etologia (XXVII EAE), 2009, Bonito, MS. Resumos do XXVII Encontro Anual de Etologia, 2009.

36.
LONGO, G. O.; TADASHI, E. ; FREIRE, A. S. . Ocorrência do caranguejo navegador Planes cyaneus (Brachyrhyncha, Grapsidae) em tartaruga cabeçuda, Florianópolis, SC?. In: XXVI Congresso Brasilerio de Zoologia, 2006, Londrina, PR. Anais do XXVI Congresso Brasileiro de Zoologia, 2006.

37.
LONGO, G. O.; PINHO, L. C. ; MARCONDES, C. B. . Levantamento preliminar de fauna associada a bromélias Nidularium inocenti através de armadilhas de emergência?. In: XXVI Congresso Brasilerio de Zoologia, 2006, Londrina, PR. Anais do XXVI Congresso Brasileiro de Zoologia, 2006.

Artigos aceitos para publicação
1.
GROSSMAN, A. ; DAURA-JORGE, F. ; SILVA, M. B. ; LONGO, G. O. . Population parameters of green turtle adult males in the mixed ground of Atol das Rocas, Brazil. MARINE ECOLOGY PROGRESS SERIES, 2018.

2.
LONGO, G. O.; HAY, M. E. ; Ferreira, C.E.L. ; FLOETER, S. R. . Trophic interactions across 61 degrees of latitude in the Western Atlantic. GLOBAL ECOLOGY AND BIOGEOGRAPHY, 2018.

Apresentações de Trabalho
1.
LONGO, G. O.. Os recifes brasileiros estão prontos para as mudanças globais?. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
LONGO, G. O.; HAY, M. E. ; Ferreira, C.E.L. ; FLOETER, SERGIO R. . Latitudinal patterns of reef fish feeding on the benthos in changing ecosystems. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

3.
LONGO, G. O.. Interações tróficas em ambientes recifais: uma viagem de norte a sul no Oceano Atlântico. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
LONGO, G. O.; HAY, M. E. . Can coral-seaweed competition make seaweed more palatable?. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

5.
LONGO, G. O.; Morais, R. A. ; AUED, A. W. ; MARTINS, C. ; SEGAL, B. ; FLOETER, S. R. . Biodiversity and ecosystem functioning at the only atoll in the South Atlantic: Rocas Atoll, Brazil. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

6.
LONGO, G. O.; Ferreira, C.E.L. ; FLOETER, S. R. . Reef fish feeding impact on benthos remarkably varies with latitude. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

7.
LONGO, G. O.; FLOETER, S. R. . Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas no Arquipélago dos Abrolhos-BA e em Ilhas Costeiras de Santa Catarina, Brasil. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).

8.
LONGO, G. O.. SISBIOTA-Mar: Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

9.
LONGO, G. O.. Viajantes dos mares: belezas e mistérios das tartarugas marinhas. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

10.
LONGO, G. O.; Morais, R. A. ; AUED, A. W. ; LEVY, M. ; FLOETER, S. R. . Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas em diferentes profundidades em Ilhas Costeiras de Santa Catarina, sul do Brasil. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

11.
LONGO, G. O.; GROSSMAN, A. . Reproductive periodicity and abundance estimates of green turtle adult males at Atol das Rocas Marine Biological Reserve, NE Brazil. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

12.
LONGO, G. O.; FLOETER, S. R. . Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas no Arquipélago dos Abrolhos-BA e em Ilhas Costeiras de Santa Catarina, Brasil. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

13.
LONGO, G. O.; Morais, R. A. ; TADASHI, E. . Algae, animals and marine debris: green turtle diet in South of Brazil. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

14.
LONGO, G. O.; PAZETO, F. D. ; de ABREU, A.G. ; FLOETER, S. R. . Sea turtle nest predation dynamics: implications for conservation and management. 2009. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

15.
LONGO, G. O.; FLOETER, S. R. . Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas em diferentes profundidades na Ilha do Arvoredo, SC. 2009. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

16.
LONGO, G. O.; FLOETER, S. R. ; PAZETO, F. D. . Análise espaço-temporal da predação de ninhos de tartarugas marinhas e avaliação de metodologia anti-predação, no litoral norte da Bahia. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).

17.
LONGO, G. O.. Áreas marinhas protegidas e a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).


Produção técnica
Redes sociais, websites e blogs
1.
LONGO, G. O.; VIEIRA FILHO, E. A. ; BLEUEL, J. ; SOUZA, L. R. ; NASCIMENTO, W. F. ; MARQUES, I. C. C. ; INAGAKI, K. Y. ; CORREIA, L. F. C. . #DeOlhoNosCorais. 2018. (Rede social).

2.
LONGO, G. O.. #DeOlhoNosCorais. 2018; Tema: Divulgação científica através da ciência cidadã. (Rede social).

3.
LONGO, G. O.. Laboratório de Ecologia Marinha - UFRN. 2016. (Site).


Demais tipos de produção técnica
1.
Ferreira, C.E.L. ; LONGO, G. O. ; MENDES, T. C. . Ecologia, evolução e conservação de peixes recifais brasileiros. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

2.
LONGO, G. O.. II Curso de Inverno em Ecologia do PPG/UFSC. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

3.
LONGO, G. O.. I Curso de Inverno em Ecologia do PPG/UFSC. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

4.
LONGO, G. O.. Herbivoria em ambientes recifais (disciplina 'Interações plantas-animais'). 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

5.
FLOETER, S. R. ; LONGO, G. O. ; Morais, R. A. ; SAZIMA, C. ; TEREZA, F. ; Ferreira, C.E.L. ; SABINO, J. ; Sazima, I. . Influência da ictiofauna sobre as comunidades bentônicas: gradiente latitudinal na costa brasileira e comparações com sistemas de água doce. 2010. (Relatório de pesquisa).

6.
LONGO, G. O.; PASCELLI, C. . Vivência Biologia Marinha. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

7.
LONGO, G. O.; SILVEIRA, M. ; Dinslaken, D.F. ; BENDER, M. . Biologia Marinha: métodos e conservação. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

8.
LONGO, G. O.. Biologia e Conservação de Tartarugas Marinhas no Arquipélago de Fernando de Noronha, PE. 2008. (Palestra Proferida).

9.
LONGO, G. O.; PASCELLI, C. ; BARNECHE, D. R. ; AGGIO, R. B. M. . Biomarinha:Um panorama do ecossistema marinho catarinense Conflitos e Conservação. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

10.
LONGO, G. O.; FLOETER, S. R. . Projeto Vizinhos do Arvoredo: minimizando conlitos atraves da informacao. 2007. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Divulgacao Cientifica).

11.
LONGO, G. O.; PASCELLI, C. ; KRELLING, A. G. ; Dinslaken, D.F. ; AGGIO, R. B. M. . Biologia e Conservação de Tartarugas Marinhas. 2005. (Palestra Proferida).

12.
LONGO, G. O.; PASCELLI, C. ; KRELLING, A. G. ; AGGIO, R. B. M. ; Dinslaken, D.F. . Biologia e Conservação de Tartarugas Marinhas. 2004. (Palestra Proferida).

13.
LONGO, G. O.; PASCELLI, C. ; KRELLING, A. G. ; Dinslaken, D.F. ; AGGIO, R. B. M. . Biologia e Conservação de Tartarugas Marinhas. 2004. (Palestra Proferida).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
AMADO, A. M.; LONGO, G. O.; PARANHOS, R.. Participação em banca de Maiara Menezes. Dinâmica do pikoplâncton na costa oeste d Atlântico Equatorial. 2018. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

2.
DIAS, J. D.; VIEIRA FILHO, E. A.; LONGO, G. O.. Participação em banca de Daniel Rovira Torres. Influência de um vale inciso nas comunidades de recifes biogênicos recém descritos no litoral do Rio Grande do Norte. 2018. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

3.
ESPIRITO-SANTO, H. M. V.; ROMAN, A. C. F.; LONGO, G. O.. Participação em banca de Átila Dantas Escóssia de Melo. Dinâmica de assembleias de peixes em poças temporárias de floresta de mangue. 2018. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

4.
Longo, G.O.. Participação em banca de José António Carvalho. Evaluating benthic feeding activity of reef fish using remote video in São Vicente Is. (Cape Verde). 2014. Dissertação (Mestrado em Marine Biodiversity and Conservation) - University of Cape Verde - ERASMUS MUNDUS Master Programme.

Teses de doutorado
1.
LONGO, G. O.; FLOETER, S. R.; LINDNER, A.; FREITAS, R. H. A.. Participação em banca de Hugulay Albuquerque Maia. Padrões espaciais e temporais das comunidades recifais nas ilhas de São Tomé e Príncipe, Golfo da Guiné, África. 2018. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

2.
LONGO, G. O.; PEDRINI, A. G.; LOPES, P. F. M.; MENDES, L. F.. Participação em banca de Janaina Freitas Calado. Impactos do mergulho recreativo em ambientes recifais do Brasil. 2018. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

3.
LONGO, G. O.; FERREIRA, B. P.; PENNINO, M. G.; ANGELINI, R.; CARVALHO, A. R.; LOPES, P. F. M.. Participação em banca de MONALISA RODRIGUES OLIVEIRA DA SILVA. Sistema socioecologico costeiro: uma analise integrativa para a conservacao da pesca no Brasil. 2018. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

4.
ROSA, R. S.; FRANCINI-FILHO, R. B.; LONGO, G. O.. Participação em banca de Marianna Barbosa da Silva. Avaliação do uso dos diferentes habitats por peixes recifais ao longo do gradiente cross-shelf. 2018. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas (Zoologia)) - Universidade Federal da Paraíba.

5.
CARVALHO, A. R.; ANGELINI, R.; FERREIRA, B. P.; FREITAS, C. E.C.; Longo, G.O.. Participação em banca de Ana Helena Varella Bevilacqua. Entendendo a pesca de pequena escala: uma abordagem biológica, social e econômica. 2017. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Qualificações de Doutorado
1.
LUCHIARI, A. C.; LONGO, G. O.; LIMA, S. M. Q.. Participação em banca de Mayara Cristina Mouta Silva dos Prazeres da Silva. Tomada de decisão: capacidade mnemônica e conflito de informação. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Psicobiologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

2.
FREIRE, F. A. M.; SOUZA, A. F.; LONGO, G. O.. Participação em banca de Alina Rocha Pires Barboza. Caracterização e avaliação de padrões de estruturação da comunidade de moluscos e equinodermas bentônicos em corpos rochosos entre-marés do Rio Grande do Norte, Brasil.. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-Graduação em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Qualificações de Mestrado
1.
LONGO, G. O.; LUCHIARI, A. C.. Participação em banca de THALLES DA SILVA PINTO. Enriquecimento ambiental: efeitos na aprendizagem e agressividade no peixe Donzela (Stegastes fuscus). 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Psicobiologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

2.
CARVALHO, A. R.; ANGELINI, R.; LONGO, G. O.. Participação em banca de Geovanine Araújo Alves. Benefícios socioeconômicos da pesca artesanal demersal e pelágica. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Desenvolvimento e Meio Ambiente) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

3.
PANOSSO, R. F.; SILVA, A. C. F.; LONGO, G. O.. Participação em banca de Ewaldo Leitão de Oliveira Junior. Controle da herbivoria sobre as dinâmicas do fitoplâncton ? copépodos reduzem biomassa e tamanho de cianobactéria filamentosa tóxica. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
LONGO, G. O.; DIAS, J. D.; BARBOSA, A. R. P.; ROOS, N. C.. Participação em banca de Jéssica Bleuel.Pressão alimentar de peixes sobre a comunidade bentônica em Fernando de Noronha. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

2.
LEITE, T. S.; BARBOSA, A. R. P.; LONGO, G. O.; GONDIM, R.. Participação em banca de Mariana Lisboa Nobre da Silva.Os moluscos invisíveis: a malacofauna sob rochas nos recifes areníticos da grande Natal (RN). 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

3.
SEGAL, B.; HORTA, P. A.; LONGO, G. O.. Participação em banca de Rodrigo Domingues Vellutini.Saúde de corais em três latitudes da costa brasileira e comparação entre pontos costeiros e oceânicos. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade Federal de Santa Catarina.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1.
ARAÚJO, M. C. B.; Brasil, D. F.; LONGO, G. O.. Comissão de seleção para Professor Substituto/Temporário na área de Carcinicultura/Planctologia - Dep. Oceanografia e Limnologia/UFRN. 2016. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
1ª Oficina de Atualização das Áreas Prioritárias para Conservação, Uso Sustentável e Repartição dos Benefícios da Biodiversidade da Zona Costeira e Marinha do Rio Grande do Norte.Ecossistemas recifais do Rio Grande do Norte: áreas prioritárias para a conservação. 2018. (Oficina).

2.
2° RABECO e 6°SET.Os recifes brasileiros estão prontos para as mudanças globais?. 2018. (Simpósio).

3.
CAMP Serrapilheira.#DeOlhoNosCorais: ciência-cidadã e divulgação cientifica até debaixo d´água. 2018. (Encontro).

4.
I Encontros Serrapilheira.Os recifes brasileiros estão prontos para as mudanças globais?. 2018. (Outra).

5.
II Encontros Serrapilheira... 2018. (Encontro).

6.
XXII Encontro Brasileiro de Ictiologia.Ecologia, evolução e conservação de peixes recifais brasileiros. 2017. (Encontro).

7.
XXVIII Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN. avaliação dos trabalhos de Iniciação Científica apresentados pelos alunos durante o XXVIII CICT Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN. 2017. (Congresso).

8.
13th International Coral Reef Symposium.Latitudinal patterns of reef fish feeding on the benthos in changing ecosystems. 2016. (Simpósio).

9.
XXVII Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN. Avaliação dos trabalhos de Iniciação Científica apresentados pelos alunos durante o XXVII CICT Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN 2016. 2016. (Congresso).

10.
XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia. Abundância e pressão alimentar do budião azul (Scarus trispinosus) ao longo da costa Brasileira como subsídios para sua conservação. 2015. (Congresso).

11.
43rd Benthic Ecology Meeting. Can coral-seaweed competition make seaweed more palatable?. 2014. (Congresso).

12.
Reunião Técnica Plano de Ação Nacional para o budião azul (Scarus trispinosus).Abundância e pressão alimentar do budião azul (Scarus trispinosus) ao longo da costa Brasileira como subsídios para sua conservação. 2014. (Oficina).

13.
1er Congreso Panamericano de Arrecifes Coralinos. Biodiversity and ecosystem functioning at the only atoll in the South Atlantic: Rocas Atoll, Brazil. 2013. (Congresso).

14.
12th International Coral Reef Symposium.Reef fish feeding impact on benthos remarkably varies with latitude. 2012. (Simpósio).

15.
3º Congresso Brasileiro de Biologia Marinha. Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas em diferentes profundidades em Ilhas Costeiras de Santa Catarina, sul do Brasil. 2011. (Congresso).

16.
Seminário Posto Oceanográfico Ilha da Trindade. 2011. (Seminário).

17.
30th International Sea Turtle Symposium.Reproductive periodicity and abundance estimates of green turtle adult males at Atol das Rocas Marine Biological Reserve, NE Brazil. 2010. (Simpósio).

18.
30th International Sea Turtle Symposium.Algae, animals and marine debris: green turtle diet in South of Brazil. 2010. (Simpósio).

19.
VII Simpósio do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação, UFPR.Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas no Arquipélago dos Abrolhos-BA e em Ilhas Costeiras de Santa Catarina, Brasil. 2010. (Simpósio).

20.
29th International Sea Turtle Symposium.Sea turtle nest predation dynamics: implications for conservation and management. 2009. (Simpósio).

21.
I Simpósio Regional de Integração de Unidades de Conservação e Terceiro Setor: Fortalecendo Parcerias.Projeto Vizinhos do Arvoredo: minimizando conflitos através da informação. 2009. (Simpósio).

22.
VI Simpósio do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação, UFPR.Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas em diferentes profundidades na Ilha do Arvoredo, SC. 2009. (Simpósio).

23.
VIII Congresso de Ecologia do Brasil. 2007. (Congresso).

24.
I SImpósio de Telemetria do Brasil. 2006. (Simpósio).

25.
V Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental. Projeto oficinas em ciências: férias divertidas no CECLIMAR, Imbé-RS. 2006. (Congresso).

26.
XXVI Congresso Brasilerio de Zoologia. Ocorrência do caranguejo-navegador Planes cyaneus (Brachyrhynca, Grapsidae) em tartaruga-cabeçuda, Florianópolis - SC. 2006. (Congresso).

27.
XXVI Congresso Brasilerio de Zoologia. Levantamento preliminar de fauna associada a bromélias Nidularium inocenti através de armadilhas de emergência?. 2006. (Congresso).

28.
III Congresso Brasileiro de Agroecologia. 2005. (Congresso).

29.
VII Congresso de Ecologia do Brasil. 2005. (Congresso).

30.
Congresso Brasileiro de Oceanografia. 2004. (Congresso).

31.
VII Semana da Biologia. 2004. (Outra).

32.
V Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia. 2004. (Simpósio).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
LONGO, G. O.. I Workshop de Pesquisas Ecológicas em Ilhas Oceânicas Brasileiras. 2016. (Outro).

2.
LONGO, G. O.. I Curso de Inverno em Ecologia do PPG/UFSC. 2011. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Dissertação de mestrado
1.
Jéssica Bleuel. Atributos funcionais e vulnerabilidade de corais brasileiros a mudanças globais. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).

2.
Bruno Charnaux Lonzetti. Corais em recifes tropicais e subtropicais terão diferentes respostas frente as mudanças globais?. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte. (Orientador).

3.
Kelly Yumi Inagaki. Além da distribuição de espécies: interações ecológicas frente às mudanças globais. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

4.
Magdalena Esmeralda Mossbrucker. Nursery habitat choice by juvenile reef fishes in Northeast Brazil. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Environmental sciences) - Stockholm University. (Coorientador).

5.
Maria Iohara Quirino Amador. Mudanças na paisagem recifal brasileira: a percepção de múltiplos usuários. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Coorientador).

6.
Louize Freyre da Costa Correia. Monitoramento 3D de colônias de coral: comparações entre recifes costeiros e oceânicos. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

7.
Daniel Rovira Pereira Torres. Estrutura da comunidade bentônica e de peixes dos recifes do Açu, litoral setentrional do Rio Grande do Norte. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).

8.
Fábio Henrique Dantas de Carvalho. Resgate histórico como ferramenta para reconstruir a abundância de peixes no litoral brasileiro e suas ilhas oceânicas. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Coorientador).

Tese de doutorado
1.
Felipe de Oliveira Fernandes. Influência da complexidade estrutural e estequiometria das macroalgas sobre aspectos ecológicos da fauna associada. Início: 2017. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Coorientador).

2.
Leonardo Capitani. Understanding consumer-resource interactions through food webs in reef ecosystems. Início: 2017. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte. (Coorientador).

3.
Natália Carvalho Roos. Atributos bioecológicos e ferramentas moleculares para avaliar a vulnerabilidade do budião azul (Scarus trispinosus), uma espécie endêmica e ameaçada. Início: 2016. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Coorientador).

Supervisão de pós-doutorado
1.
Antoine Leduc. Início: 2018. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

2.
Edson Aparecido Vieira Filho. Início: 2018. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

Iniciação científica
1.
GABRIEL SANTOS GARCIA. Variação temporal das assembleias de peixes recifais do Atol das Rocas: o papel do El Niño. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

2.
Wildna Fernandes. Monitoramento de colônias do coral Siderastrea stellata em poças de maré do Rio Grande do Norte. Início: 2017. Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).

3.
Leonardo Rodrigues de Souza. O mergulho recreativo como ferramenta pra o monitoramento das comunidades recifais. Início: 2017. Iniciação científica (Graduando em Ecologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Jéssica Bleuel. Pressão alimentar de peixes sobre a comunidade bentônica em Fernando de Noronha. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Guilherme Ortigara Longo.

2.
Luísa Fontoura. Pressão alimentar da ictiofauna sobre a comunidade bentônica em recifes rochosos de ilhas costeiras de São Paulo, Brasil (co-orientador). 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Oceanografia) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Guilherme Ortigara Longo.

Iniciação científica
1.
Lucas Nunes Teixeira. Impacto alimentar de peixes sobre a comunidade bentônica em recifes rochosos de Arraial do Cabo, RJ (Co-orientador). 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Aquicultura) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Guilherme Ortigara Longo.

2.
Luísa Fontoura. Variação latitudinal das interações ecológicas de peixes em ambientes recifais na costa brasileira (co-orientador). 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Oceanografia) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Guilherme Ortigara Longo.

3.
Max David Yamaguchi Mansur Levy. Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas em diferentes profundidades na Ilha do Xavier, SC. (Co-orientador). 2010. Iniciação Científica. (Graduando em Abi - Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Guilherme Ortigara Longo.

4.
Max David Yamaguchi Mansur Levy. Influência da ictiofauna sobre comunidades bentônicas em diferentes profundidades na Ilha do Xavier, SC. (Co-orientador). 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Guilherme Ortigara Longo.



Educação e Popularização de C & T



Apresentações de Trabalho
1.
LONGO, G. O.. Os recifes brasileiros estão prontos para as mudanças globais?. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).


Cursos de curta duração ministrados
1.
Ferreira, C.E.L. ; LONGO, G. O. ; MENDES, T. C. . Ecologia, evolução e conservação de peixes recifais brasileiros. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).


Redes sociais, websites e blogs
1.
LONGO, G. O.. #DeOlhoNosCorais. 2018; Tema: Divulgação científica através da ciência cidadã. (Rede social).

2.
LONGO, G. O.. Laboratório de Ecologia Marinha - UFRN. 2016. (Site).




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