José Antonio Barreto Alves

  • Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/7744925466046231
  • Última atualização do currículo em 04/08/2018


Graduado em Enfermagem. Mestre e Doutor em Ciências da Saúde. Especialista em Auditoria em Saúde e Sistemas de Saúde. Especialista em Saúde Mental. Professor Adjunto IV da Universidade Federal se Sergipe. Trabalha nas linhas de pesquisas de saúde pública, doenças transmissíveis, geoprocessamento, plantas medicinais e avaliação da dor. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
José Antonio Barreto Alves
Nome em citações bibliográficas
ALVES, J. A. B.;Alves, Jose Antonio Barreto;ALVES, JOSÉ ANTONIO BARRETO;ALVES, JOSÉ ANTÔNIO BARRETO;BARRETO JAA;BARRETO, J.A.A;BARRETO ALVES, JOSÉ ANTÔNIO

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Federal de Sergipe, Campus Lagarto.
Rua Padre Álvares Pitangueira, 248.
Centro.
49400000 - Lagarto, SE - Brasil
Telefone: (79) 21056450
URL da Homepage: http://www.ufs.br


Formação acadêmica/titulação


2010 - 2012
Doutorado em Ciências da Saúde.
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
Título: Dengue em Aracaju: aspectos epidemiológicos e análise espacial no período de 2001 a 2011., Ano de obtenção: 2012.
Orientador: Murilo Marchioro.
2008 - 2009
Mestrado em Ciências da Saude.
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
Título: Avaliação da atividade antimicobacteriana do óleo essencial de Croton argirophyloides Mull. Arg.,Ano de Obtenção: 2009.
Orientador: Murilo Marchioro.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2015 - 2015
Especialização em Gestão em Saúde Mental. (Carga Horária: 495h).
Universidade Candido Mendes, UCAM, Brasil.
Título: Mortalidade por esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e delirante no Estado de Sergipe.
Orientador: Monica de Fátima Oliveira.
2008 - 2010
Especialização em Auditoria em Saúde e Sistemas de Saúde. (Carga Horária: 378h).
Universidade Severino Sombra, USS, Brasil.
Título: Auditoria no processo de implementação da assistência de enfermagem em unidades hospitalares..
Orientador: Ann Mary Machado Tinoco Feitora Rosas.
2003 - 2007
Graduação em Enfermagem Bacharelado.
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
Título: Avaliação da Propriedade Antimicrobiana de Hyptis pectonata L. Point..
Orientador: Rita de Cassia Trindade.




Formação Complementar


2012 - 2012
I Curso de Capacitação dos professores em metodolo. (Carga horária: 24h).
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2012 - 2012
VI Geonordeste. (Carga horária: 8h).
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2011 - 2011
Curso intensivo de formação de tutores para PBL/AB. (Carga horária: 32h).
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2011 - 2011
Sistematização da Assistência de Enfermagem. (Carga horária: 40h).
Conselho Regional de Enfermagem de Sergipe, COREN_SE, Brasil.
2010 - 2011
ELABORAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS. (Carga horária: 40h).
Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, MCTI, Brasil.
2010 - 2010
PBL: a aplicação de metodologias ativas no Ensino. (Carga horária: 8h).
Universidade Tiradentes, UNIT, Brasil.
2008 - 2008
Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infânc. (Carga horária: 40h).
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2007 - 2007
Sistematização da Assistência de Enfermagem. (Carga horária: 12h).
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2007 - 2007
Introdutório à Estratégia de Saúde da Família. (Carga horária: 40h).
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2006 - 2006
NEUROTRAUMATOLOGIA. (Carga horária: 6h).
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2005 - 2005
COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA. (Carga horária: 6h).
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2004 - 2004
NEUROTRAUMATOLOGIA. (Carga horária: 6h).
Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
Vínculo institucional

2011 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Efetivo, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Coordenador de assistência estudantil - Início 2017 até presente data Assessor do reitor - Início 2014-2017 Diretor Acadêmico e Padagógico - Início 2013-2013 Coordenador do Núcleo de Educação em Saúde - Início 2012; Término 2013.

Vínculo institucional

2008 - 2010
Vínculo: Contrato temporário, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 20
Outras informações
Professor ministrante das disciplinas: Enfermagem Médica; Enfermagem em Clínica Cirúrgica e Intodução à Saúde Pública.

Vínculo institucional

2006 - 2007
Vínculo: BOLSISTA PIBIC, Enquadramento Funcional: INICIAÇÃO CIENTÍFICA, Carga horária: 20


Prefeitura Municipal de Aracaju, PMA, Brasil.
Vínculo institucional

2009 - 2011
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Enfermeiro - Ambulatorio, Carga horária: 30
Outras informações
Coordenador do Programa Municipal de Atenção Integral à Saúde do Homem


Faculdade de Sergipe, SESSE, Brasil.
Vínculo institucional

2010 - 2011
Vínculo: CLT, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 10


Secretaria de Estado da Saúde do Estado de Sergipe, SES-SE, Brasil.
Vínculo institucional

2008 - 2008
Vínculo: Contrato temporário, Enquadramento Funcional: Enfermeiro, Carga horária: 30


Cooperativa de Assistência a Sáude de Sergipe, COOPASSE, Brasil.
Vínculo institucional

2008 - 2009
Vínculo: Cooperado, Enquadramento Funcional: Enfermeiro, Carga horária: 30


Centro de Estudos São Lucas / Cootepas, COOTEPAS, Brasil.
Vínculo institucional

2008 - 2009
Vínculo: Cooperado, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20



Projetos de pesquisa


2014 - Atual
Estruturação e otimização da rede de Unidades Sentinelas para Dengue no Estado de Sergipe
Descrição: A dengue é um problema de saúde pública em muitos países tropicais e subtropicais do mundo. A inexistência de uma vacina licenciada e de terapias antivirais específicas requer um diagnóstico sensível e específico essenciais à vigilância da doença. Apesar da grande quantidade de informação já produzida sobre a dengue, o conhecimento disponível até o momento ainda não permite um entendimento completo da epidemiologia e da dinâmica da doença. O espectro e a gravidade das manifestações são bastante amplos, podendo variar de acordo com uma grande quantidade de fatores, incluindo o sorotipo envolvido e as características da população estudada. Com a reintrodução do sorotipo DEN4, toda a população do país está potencialmente susceptível à doença, sendo assim, o diagnóstico precoce ou a realização de uma suspeita diagnóstica acurada são fundamentais para a adoção de condutas terapêuticas capazes de minimizar complicações e reduzir a mortalidade. A confirmação laboratorial rápida de casos suspeitos de dengue também pode facilitar na prevenção e controle das epidemias dessa patologia, sendo muito importante para o manejo clínico e epidemiológico e controle mais efetivo da dinâmica da doença. Desta forma, o fortalecimento das rede sentinelas no Estado de Sergipe, bem como a incorporação de modelos estatísticos espaciais e técnicas de geoprocessamento para a compreensão da dinâmica de transmissão e o contexto de produção e difusão da dengue podem contribuir para predizer o risco de doença/infecção na população. Além disso, com a possibilidade da introdução da vacinação contra essa enfermidade há também necessidade do aprofundamento nos estudos epidemiológicos e nas análises espaciais, que possam dar subsídios para determinar os aglomerados de casos e as distribuições geográficas de grupos de risco, para que, no início das campanhas vacinais possam ser priorizados, em especial, áreas em que há concentração dos focos da doença na faixa etária que será contemplada..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) .
Integrantes: José Antonio Barreto Alves - Coordenador / RICARDO FAKHOURI - Integrante / Ricardo Queiroz Gurgel - Integrante / Mariangela da Silva Nunes - Integrante / Maria do Carmo de Oliveira Ribeiro - Integrante / Marco Aurélio de Oliveira Góes - Integrante / Patrícia Rodrigues Marques de Souza - Integrante / Leandro Marques de Souza - Integrante / Karine Vaccaro Tako - Integrante / Karina Conceição Gomes Machado de Araújo - Integrante / Márcio Bezerra Santos - Integrante.Financiador(es): Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2014 - Atual
MANEJO DA DOR EM PACIENTES SUBMETIDOS À CRANIOTOMIA
Descrição: A dor é uma experiência complexa, iniciada por uma informação sensorial transmitida a partir de um estímulo e modificada por perspectivas afetiva, emocional, cultural e cognitiva. Existem duas categorias de dor, a neuropática que ocorre como uma consequência de uma lesão ou doença que afeta o sistema somatossensorial, cuja origem pode ser traumática, infecciosa, isquêmica, neoplásica ou quimicamente induzida, e a dor visceral que é geralmente difusa e pouco localizada (MOFFAT; RAE, 2010). O acontecimento da dor desde os primórdios segue a história da humanidade e da própria medicina. A preocupação em compreender, tratar e controlar o fenômeno doloroso de forma eficaz é muito antigo. Com o passar do tempo, a evolução do conhecimento trouxe teorias que se propuseram encontrar respostas para dor e, a partir de 1970, as pesquisas sobre dor ganharam maior destaque com a criação da International Association for the Study of Pain (IASP) (LEÃO; AQUARONE; ROTHER, 2013) e, por conseguinte, trouxe um novo direcionamento para o estudo da dor no mundo. A dor é uma condição clínica que gera prejuízos econômicos em todo o mundo. Apesar de sua prevalência e impacto, poucas pesquisas analisaram a experiência da dor fora dos EUA e Europa. Avaliações mais amplas sobre a dor ainda estão carentes no Brasil, em especial em pacientes submetidos à craniotomia (GOREN et al., 2012). Entretanto, não obstante à importância deste sintoma não existem muitos estudos no Brasil sobre dor em craniotomia, o que dificulta a sensibilização de profissionais da área da saúde para o planejamento de ações, com vistas o seu controle no ambiente hospitalar (BARRETO et al., 2012). A Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) tem buscado a aproximação dos profissionais de saúde interessados no estudo e tratamento da dor, com destaque a incorporação da mesma como 5º sinal vital. A SBED preconiza o estabelecimento de uma avaliação regular e sistematizada da dor no ambiente hospitalar (LEÃO; AQUARONE; ROTHER, 2013). Assim, faz-se necessário um melhor preparo do profissional de saúde para o cuidado prestado a pacientes com dor, para que haja uma adequada avaliação da dor, registro apropriado e melhores resultados quanto ao manejo desta, o que possibilita interligar conhecimento e ação (ALVES et al., 2011). Estudo recente afirma que a maioria dos profissionais de saúde tem conhecimento insuficiente sobre os instrumentos de avaliação da dor, que podem interferir na escolha de medidas de alívio adequadas para as necessidades do paciente com dor. Esse conhecimento inadequado é uma barreira que pode afetar os cuidados ofertados ao paciente durante um tratamento clínico ou cirúrgico (RIBEIRO et al., 2011). O período pós-cirúrgico pode ser vivenciado de forma menos traumática se os profissionais responsáveis pelo cuidado estiverem sensibilizados para a importância da avaliação e alívio da dor e conhecerem estratégias adequadas para o seu tratamento (TACLA; HAYASHIDA; LIMA, 2008). Frente a essa problemática, surgiram as seguintes questões: quais as características da dor aguda dos pacientes submetidos à craniotomia? É possível identificar a dor em pacientes submetidos à craniotomia? Existem registros de dor realizado pela equipe de saúde nos prontuários desses pacientes? Qual a prevalência de dor durante a primeira semana pós-craniotomia? Existe relação entre o manejo da dor e a adequação da analgesia nesse grupo de pacientes? A hipótese desse estudo é que os pacientes submetidos à craniotomia que apresentem dor no período pós-operatório terão um manejo adequado da dor. A motivação para esse estudo surgiu a partir das inquietações e vivências durante a trajetória profissional em que se observou um grande número de pacientes que relatavam dor no pós-operatório de craniotomia..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
INCIDÊNCIA DE ESQUISTOSSOMOSE EM ENTERECTOMIAS

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Ricardo Fakhouri em 31/07/2014.
Descrição: O desenvolvimento da sociedade ao longo dos últimos séculos sempre esteve baseado em padrões ditados pelo modelo capitalista, sendo que o objetivo econômico tem sido responsável por provocar alterações ambientais que na maioria das vezes impactam a saúde das populações. No Brasil, esta problemática vem do uso inadequado do solo, perda crescente da biodiversidade e degradação dos recursos hídricos. Este último é decorrente da sua multiplicidade de usos, como irrigação, produção de hidroeletricidade, uso industrial da água, pesca predatória e falta de saneamento (NOVAES, 2000). Os dados do relatório de Pesquisa Nacional de Saneamento Básico do IBGE (2008) demonstraram que a coleta de esgoto por rede geral, estava presente em 52,2% dos municípios em 2000 passando a 55,2% em 2008. Neste mesmo ano, 68,8% do esgoto coletado era tratado, deixando ainda um terço dos municípios 31,2% sem tratamento. Essas condições são propícias a poluição dos sistemas hídricos no país, tornando-se veículo para doenças transmissíveis como a esquistossomose. A esquistossomose, cujo principal agente etiológico é o Schistosoma mansoni, tem grande importância nas discussões sobre saúde no mundo devido a sua abrangência espacial e continental. Ocupa a segunda posição no ranking das doenças tropicais, superada apenas pela malária, registrando altos índices de morbidade. É considerada uma doença insidiosa e incapacitante em idades precoces, porém raramente fatal e está relacionada principalmente à ausência ou a precariedade de saneamento básico (WHO, 2008). A doença apresenta características que a definem como uma endemia de fácil expansão em função da associação de alguns fatores como a extensão de áreas agrícolas com projetos de irrigação, devastação ambiental, utilização das águas naturais contaminadas e ocupação das terras por uma população de baixo nível socioeconômico (KATZ e PEIXOTO, 2000; TIBIRIÇÁ, 2008; TIMBÓ e LIMA, 1999). Assim, de acordo com Souza e Santos (2008) a esquistossomose pode ser um indicativo socioeconômico importante, estando relacionada à pobreza e a sua relação como questão de saúde pública é decorrente desta interrelação. Na historicidade do desenvolvimento socioeconômico brasileiro do período colonial, foram estabelecidas condições para endemização da esquistossomose, através do uso da mão de obra escrava importada da África que trouxe junto o S. mansoni. O parasita ao encontrar condições ecológicas adequadas, tais como presença do molusco hospedeiro intermediário Biomphalaria, hospedeiros susceptíveis e condições ambientais propícias, se fixou e espalhou pelo território brasileiro (BARBOSA et al., 1996; SVS, 2008) Assim, a permanência e difusão da esquistossomose estão arraigadas de forma preponderante à pobreza crônica que afeta algumas comunidades tanto na área rural quanto na urbana, como ocorre no Brasil e em toda América Latina. Dados do Ministério da Saúde do Brasil apontam que cerca de seis milhões de indivíduos estão infectados, vinte e cinco milhões expostos ao risco de contaminação e mil e quinhentos são internados por ano vitimados pela doença (BRASIL, 2005; 2009). No Brasil, especificamente no nordeste as áreas endêmicas para a esquistossomose estão distribuídas ao longo da costa litorânea, se estendendo desde o estado do Rio Grande do Norte, incluindo zonas quentes e úmidas dos estados da Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia (CARVALHO, 2008; VERONESI, 2007) e com prevalências acima de cinco por cento em todos estes Estados, exceto no Estado do Rio Grande do Norte (BRASIL, 2005, 2007). Dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (PNUD, 2000) caracterizam Sergipe como um Estado com precariedades de condições de vida possibilitando a expansão da esquistossomose em seu território. Em função da magnitude da doença no estado de Sergipe, torna-se importante o conhecimento do perfil epidemiológico e suas implica.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
METODOLOGIAS ATIVAS NAS ESTRATÉGIAS DE POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA INTEGRADAS À EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA ABORDAGEM DE BIOSSEGURANÇA NO ENSINO MÉDIO REGULAR
Descrição: A avaliação de projetos, estratégias ou atividades é fundamental para obter informações que mostram formas alternativas de resolver um dado problema, orientar o desenvolvimento de políticas e a tomada de decisões, bem como conhecer práticas que funcionam e que sejam eficazes. Além disso, a amplitude da biossegurança associada à importância social sugere a necessidade de promover uma discussão mais profunda no contexto escolar, em especial, envolvendo a realidade das crianças e dos adolescentes. Diante da necessidade do desenvolvimento de ações para promoção e proteção da saúde da comunidade da Microrregião de Saúde de Lagarto formou-se, em 2012, o Núcleo de Pesquisa de Atenção Primária em Saúde do Campus Universitário Professor Antônio Garcia Filho. Um dos objetivos deste grupo consiste fazer uma análise de situações que se relacionam com a atenção primária em saúde, incluindo, a organização de serviços e a relação intersetorial que, neste caso, ocorre no nível da educação/saúde. Além disso, a contribuição da política de interiorização da Universidade Federal de Sergipe, por meio da criação do Campus de Lagarto, consiste na descentralização das atividades de ensino-pesquisa-extensão possibilitando a ampliação do nível de abrangência destas ações. Tal descentralização é fundamental para reduzir as iniquidades de acesso à saúde, bem como sociais e, como consequência, contribuir para a melhoria das condições de educação, saúde, trabalho e urbanização.. Considerando este cenário, as diretrizes curriculares dos cursos de graduação em saúde, também construídas com base nas metodologias ativas de aprendizagem, fundamentam-se, essencialmente, na formação de um profissional generalista, crítico e reflexivo, no fortalecimento de ações voltadas para atenção primária à saúde, na importância do conhecimento trans-interdisciplinar e da equipe multiprofissional. Dessa forma, o desenvolvimento de pesquisas do tipo estudo de caso educacional que abrangem uma visão ampliada e integral de saúde e educação é de fundamental importância para a formação de um profissional de saúde com perfil crítico, reflexivo e capaz de gerar conhecimentos que o possibilitará planejar intervenções para redução de riscos e promoção da saúde por meio da integração dos serviços de educação/saúde..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DAS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO
Descrição: Com o crescimento econômico, especialmente em países de baixa e média renda, aumenta o número de veículos nas estradas, tornando o transporte terrestre mais complexo e perigoso (WHO, 2013), a frota do estado de cresceu aproximadamente 40% entre o ano de 2010 e 2013 (DENATRAN, 2013). Os acidentes de trânsito aumentaram 46% na última década, matam prematuramente e constituem um dos principais desafios para a saúde pública (WHO, 2013; LOZANO et al., 2010). Dados recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que todos os anos mais de 1,24 milhão de pessoas morrem nas estradas do mundo e entre 20 e 50 milhões sofrem lesões que podem ser permanentes ou temporárias. Os acidentes de trânsito são a segunda causa de morte entre os jovens de 5 a 29 anos e a terceira entre 30 e 44 anos (WHO, 2013). O trauma representa a principal razão para deficiência adquirida em pessoas com idade inferior a 45 anos (MELO; SILVA; MOREIRA JR, 2004; SOBERG et al., 2007; MEISLER et al., 2011; REBHOLZ et al., 2011), constitui um importante determinante de invalidez, com destaque para as vítimas de acidentes de trânsito (BRASIL 2005), conduz dispensas de trabalho, baixa eficiência, doenças mentais e incapacidade para retornar às atividades laborais de modo permanente, com limitações físicas e psicológicas (MOTAMEDI; KHATAMI; TARIGHI, 2009; ELKLIT; CHRISTIANSEN, 2009). O trauma é, portanto, uma das causas mais frequentes de morbidade/mortalidade no Brasil e no mundo (SOUSA, 2009; MOTAMEDI; KHATAMI; TARIGHI, 2009; MEISLER et al., 2011; REBHOLZ et al., 2011). Dados do Ministério da Saúde revelam que, no Brasil, em 2013 houve 5.860 óbitos por acidentes de trânsito, verificou-se que no mesmo ano ocorreram 170.610 internações, sendo 1.329 no Estado de Sergipe, com destaque para os acidentes com motocicletas (BRASIL, 2014). Os acidentes são decorrentes do acontecimento casual, incontrolável e sem intenção (BRASIL, 2009). Consistem no encontro de um indivíduo e um ambiente de alto risco, que gera condições favoráveis, para que se inicie o evento traumático (NOVO, 2009), não devem ser vistos apenas como uma mera fatalidade, pois são previsíveis e preveníveis, alteram o cotidiano e causam sofrimento às vítimas. Estes podem ser considerados uma doença de caráter endêmico, que apresenta um conjunto de alterações anatômicas e funcionais, capazes de produzir no organismo da vítima, distúrbios fisiológicos que ocorrem pela geração de troca de energia, cujo agente causal é a energia física (PHTLS, 2007; NOVO, 2009). Os acidentes de transporte constituem ?epidemias? para as sociedades atuais e entram na agenda da saúde pública com as morbimortalidades por causas externas (SILVA et al., 2011). O impacto do trauma na qualidade de vida e nas condições de saúde da população é um grande problema a ser enfrentado, pois afeta não apenas a vítima que sofreu a lesão, mas envolve a família e todas as pessoas que estão a sua volta, com consequentes problemas de saúde, sociais e econômicos (HORA; SOUSA, 2005; BRASIL, 2009; SOUSA, 2009). A OMS ainda complementa que são elevados os custos com as vítimas dos acidentes de trânsito (WHO, 2013). Na maioria dos países, o conhecimento do impacto dos acidentes verifica-se por meio da análise dos dados de mortalidade, sendo poucos os países que conhecem a morbidade hospitalar e ambulatorial (BRASIL, 2009). A obtenção de dados dos acidentes é sempre difícil, mesmo nos países desenvolvidos, por problemas de ordem metodológica. Os dados epidemiológicos são incompletos, pois não existem informações que englobem todos os pacientes, tanto nos aspectos de morbidade como de mortalidade, além da falta de dados e registros em prontuários (PLOTINK; STEFANI, 2006). Detectar as áreas em que ocorrem os acidentes pode ser o passo inicial para contribuir com medidas de intervenção. Técnicas de distribuição espacial e conhecimento estatístico constituem fe.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
DOR NO RECÉM NASCIDO: EFEITO ANALGÉSICO DA GLICOSE 25% E SUCÇÃO NÃO-NUTRITIVA DURANTE PUNÇÃO VENOSA
Descrição: O estudo da dor tem avançado nos últimos anos, tornando a avaliação e a intervenção uma preocupação cada vez maior entre os profissionais da saúde. A dor é conceituada pela InternationalAssociation for theStudyofPain (IASP) como uma sensação ou experiência emocional desagradável relacionada à lesão tecidual real ou potencial, considerando ser subjetiva e modulada por meio de experiências ao longo da vida. Porém, essa definição não se aplica totalmente aos recém-nascidos (RNs), uma vez que estes são incapazes de relatar a dor de forma verbal e geralmente não possuem experiências prévias dolorosas 1,2. Devido a particularidades existentes nessa faixa etária, o conceito de dor da IASP também considera que a inabilidade de comunicação verbal não anula a possibilidade de um indivíduo sentir dor e necessitar tratamento apropriado para seu alívio 1. Os mecanismos de transmissão sináptica inibitória e inibição descendente da dor no RN são menos eficientes em comparação com esses mecanismos no indivíduo adulto. Portanto, é possível inferir que, a experiência dolorosa do neonato é mais intensa, em comparação com o adulto, visto que o RN apresenta respostas difusas e generalizadas à estimulação, além de controle endógeno pouco efetivo 3. A dor pode causar prejuízos ao neonato a curto, médio e em longo prazo. No início, ela pode acarretar irritabilidade e diminuição da atenção. Mais tardiamente pode ocorrer aumento da sensibilidade à dor, com hipersensibilidade aos estímulos dolorosos e não dolorosos, em razão do aumento das ramificações nervosas no local agredido repetidamente e à diminuição do limiar de dor. Além, disso, a dor repetida pode acarretar o aparecimento de problemas de cognição, déficit de atenção e concentração na vida escolar 4. Para que os profissionais de saúde de neonatologia possam agir terapeuticamente diante de situações dolorosas é necessário dispor de instrumentos quedecifrema linguagem da dor, como as escalas de avaliação da dor. Dentre as escalas conhecidas, podemos citar a Neonatal InfantPainScale (NIPS), composta por cinco indicadores comportamentais e um fisiológico (expressão facial, choro, respiração, posição dos braços, posição das pernas e estado de consciência) pode ser utilizada em RN pré-termo e termo 5. Quanto às intervenções para o alívio da dor em neonatos, existe um conjunto de procedimentos farmacológicos e não-farmacológicos. Entre os procedimentos não farmacológicos, podemos citar: sucção não nutritiva, mudanças de decúbito, suporte postural, diminuição de estimulações táteis, aleitamento materno precoce, glicose oral antes e após aplicação de um estímulo doloroso. Tais procedimentos têm sido utilizados para o manejo da dor durante procedimentos dolorosos para facilitar a organização e auto-regulação dos neonatos pré-termo 6,7. Diante da problemática, emergiram as seguintes questões norteadoras: é possível classificar a intensidade da dor em neonatos? Qual medida não farmacológica é mais eficaz no alívio da dor nos RNs submetidos à punção venosa? Há alteração significativa dos parâmetros fisiológicos durante a realização da punção venosa?Há registro da dor nos prontuários dos neonatos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal? A hipótese deste estudo é que o uso da glicose 25% associada à sucção não-nutritiva como medida não farmacológica no alívio da dor durante a punção venosa nos RNs é mais eficaz do que a sucção não-nutritiva e da glicose a 25%. A motivação para o desenvolvimento deste estudo surgiu da vivência na UTI neonatal, onde se observa que a dor do RN é pouco considerada ou a sua avaliação é feita de forma empírica pelos profissionais da saúde, sem a utilização de uma ferramenta, e consequente intervenções no alívio da dor. Realizou-se busca nas bases de dados indexados nacionais e internacionais e identificou-se uma carência de estudos que se comparasse o efeito da glicose a.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - Atual
FATORES DE RISCO E SITUAÇÃO VACINAL DOS ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO REGULAR CONTRA HEPATITE B
Descrição: Dentre os estados do Nordeste, Sergipe e Alagoas apresentam as maiores taxas de detecção de hepatite B (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012). O maior objetivo do Ministério da Saúde no controle das hepatites virais é prevenir novas infecções e melhorar a qualidade de vida dos portadores. Conhecer o comportamento epidemiológico; identificar os fatores de risco; ampliar estratégias de imunização da hepatite B; e avaliar o impacto das medidas de controle são fatores fundamentais nesta resposta. De forma paralela, também é incentivado o desenvolvimento de ações que possibilitem o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2011). Portanto, uma das estratégias de enfrentamento das hepatites virais inclui a vacinação contra hepatite B. O conhecimento da situação vacinal é fundamental para evitar o excesso ou a redução no número de doses. Os programas de imunização em escolas parecem aumentar a adesão à vacinação contra o VHB pelas crianças e adolescente. Alguns estudos têm apontado que o envolvimento de professores exerce influência significativa no percentual de adesão, ou seja, a implementação de estratégias de educação em saúde no ambiente escolar pode ampliar a adesão à vacina e conclusão do esquema vacinal (COUTINHO, 2010). Diante da necessidade do desenvolvimento de ações para promoção e proteção da saúde da comunidade da Microrregião de Saúde de Lagarto formou-se, em 2012, o Núcleo de Pesquisa de Atenção Primária em Saúde do Campus Universitário Professor Antônio. Um dos principais objetivos deste grupo consiste fazer levantamentos para verificação da situação da atenção primária em saúde. As diretrizes curriculares dos cursos de graduação em Saúde, construídas com base nas metodologias ativas de ensino-aprendizagem, fundamentam-se, essencialmente, na formação de um profissional generalista, reflexivo e crítico, no fortalecimento de ações voltadas para atenção primária à saúde, na importância do conhecimento trans-interdisciplinar e da equipe multiprofissional. Dessa forma, o projeto contribui tanto para a formação científica deste futuro profissional quanto para o desenvolvimento de competências e habilidades que se relacionam à aplicação do conhecimento científico em intervenções na comunidade baseadas em evidências. A construção das linhas de pesquisa do Campus baseia-se na consolidação da tríade ensino-pesquisa-extensão uma vez que se encontra em completa consonância com as diretrizes curriculares estabelecidas. A execução deste projeto permite a realização de um diagnóstico situacional que, posteriormente, subsidiará ações de extensão no que tange às estratégias de promoção de vacinação contra hepatite B nos adolescentes e educação em saúde referente aos fatores de risco. Dessa forma, a produção científica e técnica prevista possibilita o fortalecimento do grupo de pesquisa em todos os níveis de atividade, bem como abre novas perspectivas de estudo e ações extensionistas. Além disso, a contribuição da política de interiorização da Universidade Federal de Sergipe, por meio da criação do Campus de Lagarto, consiste na descentralização das atividades de ensino-pesquisa-extensão possibilitando a ampliação do nível de abrangência destas ações para o Território Centro-Sul Sergipano - formado pelos municípios de Lagarto, Poço Verde, Riachão do Dantas, Simão Dias e Tobias Barreto. Tal descentralização é fundamental para reduzir as iniquidades de acesso à saúde, bem como sociais e, como consequência, contribuir para a melhoria das condições de educação, saúde, trabalho e urbanização. No caso da produção científica em saúde, a descentralização também possibilita a avaliação dos determinantes sociais de saúde destas regiões com o propósito de estabelecer as suas especificidades e vulnerabilidades que subsidiarão ações promoção e proteção à saúde e a organização dos serviços..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2014
Avaliação da qualidade do preenchimento das declarações de óbito no Estado de Sergipe.

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Ricardo Fakhouri em 18/09/2014.
Descrição: Na área da saúde, as diretrizes e os programas visando o controle de doenças e mortes devem basear-se em informações adequadas e oportunas sobre a natureza e extensão dos problemas observados, seus determinantes e o impacto causado nas populações. As estatísticas de mortalidade por idade, sexo e causa de morte se constituem na forma mais usada para atender às necessidades de planejamento e programação em saúde (SANTO, 2008). A declaração de óbito (DO) é o documento-base do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS). É composta de três vias autocopiativas, prenumeradas sequencialmente, fornecida pelo Ministério da Saúde e distribuída pelas Secretarias Estaduais e Municipais de saúde conforme fluxo padronizado para todo o país (BRASIL, 2009). A DO deve ser preenchida para óbitos, de qualquer natureza, ocorridos em estabelecimentos de saúde, domicílios ou outros locais (ALMEIDA et al, 2011). A avaliação das estatísticas de mortalidade é um importante subsídio para pesquisas e trabalhos científicos. As causas de morte, a serem registradas na declaração de óbito, são todas as doenças, estados mórbidos ou lesões que produziram a morte, ou que contribuíram para ela, e as circunstâncias do acidente ou da violência que produziram essas lesões. A causa básica de morte é definida como a doença ou lesão que iniciou a cadeia de acontecimentos patológicos que conduziram diretamente à morte ou as circunstâncias do acidente ou violência que produziram a lesão fatal. Portanto, para que se compreenda como uma determinada doença pode levar a óbito, é importante que se conheça também todas as implicações que possam ter contribuído para tal (BRASIL, 2009). O médico é o responsável por todas as informações contidas na declaração de óbito, por isso não deve assiná-la se estiver em branco ou deixar declarações previamente assinadas; Deve verificar se todos os itens de identificação estão devidamente preenchidos (FUNASA, 2001). Através do preenchimento adequado das declarações de óbito, é possível contribui com a identificação das principais causas de morte e para adoção de medidas de prevenção e controle das doenças, por isso é necessário que tais informações estejam precisas e completas (LAURENTI et al, 2009). Muitas vezes, os médicos encontram dificuldades para preencher a DO, dentre as várias justificativas, merece destaque a falta de atenção, por parte dos currículos das escolas médicas, ao ensino do correto preenchimento da declaração de óbito e à sua importância como ferramenta de dados para a saúde pública. É comum médicos se depararem, pela primeira vez, com uma DO no momento em que se veem na contingência real de preenchê-lo (CHIAVEGATTO FILHO et al, 2007). A falta de uma devida assistência médica influencia no número de óbitos, por isso, as políticas e os programas visando o controle de doenças e mortes devem se basear em dados adequados sobre a natureza e a extensão dos problemas observados e sobre o impacto causado na sociedade. A declaração de óbito é um importante instrumento para a construção de qualquer tipo de planejamento de saúde, e uma política de saúde adequada pode significar a diferença entre a vida e a morte para muitas pessoas (MENDONÇA et al, 2010). No entanto, a qualidade da DO é prejudicada quando determinados dados fornecidos neste documento estão incompletos ou até mesmo ausentes. A qualidade dos dados sobre mortalidade fica comprometida quando uma proporção considerável de causas de morte é classificada como mal definida (SANTO, 2008). Alguns erros comuns no preenchimento são, por exemplo: I. Registros de dados na DO apresentam-se com letra ilegível e com abreviações ou rasuras; II. Registros de causas da morte que não obedecem ao disposto nas regras internacionais, por exemplo: mais de um diagnóstico informado por linha e a não informação do tempo aproximado entre o início da doença e a mort.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2014
DOR EM PACIENTES SUBMETIDOS À APENDICECTOMIA
Descrição: A dor é uma manifestação subjetiva de experiência desagradável produzida por uma lesão tecidual envolvendo mecanismos corporais físicos e químicos. A dor é subjetiva e a experiência vivenciada pelos indivíduos é pessoal e intransferível. Em 2000 a Joint Comissionon Accreditation on Heathcare Organizations (JCAHO) descreveu a dor como o quinto sinal vital, em virtude de sua importância, a dor deve ser avaliada e registrada como os demais sinais vitais (PEDROSO; CELICH, 2006). Ressalta-se que para um atendimento de qualidade, além dos demais sinais vitais (temperatura, pulso, respiração e pressão arterial), a dor precisa ser avaliada e registrada de forma sistemática. Estudo recente demonstrou que embora a dor seja descrita como quinto sinal vital, o seu registro pela equipe de enfermagem era escasso (RIBEIRO; PEREIRA; SALLUM, et al., 2012). Dentre os profissionais da saúde a enfermagem é a categoria que permanece em turnos contínuos com o paciente, portanto desempenha um papel fundamental na avaliação do fenômeno doloroso. Para a avaliação da dor pós-operatória é necessário que a equipe saúde investigue as seguintes dimensões: a localização por meio da descrição verbal, a intensidade, a qualidade, expressões faciais e corporais, início e duração, fatores atenuantes e agravantes, estado físico, emocional e nível de consciência do paciente (IASP, 1994). No período pós-operatório a dor pode estar presente e tornar-se um problema quando não tratada de forma adequada pela equipe multidisciplinar em especial nos pacientes submetidos à apendicectomia (MORENO-AZCOITIA et al., 2007; OLIVARES; HERNÁNDEZ; OVALLE, 2011). A apendicectomia é uma operação simples, que se realiza em um curto período de tempo, porém quando há sinais de complicação como ruptura do apêndice ou peritonite o tempo de cirurgia é mais prolongado (HUMES; SIMPSON, 2006). No período pós-operatório a dor pode estar presente e, portanto deve ser tratada de maneira adequada com vistas a diminuir o sofrimento do paciente. Estudo nacional sobre dor pós-operatória revelou que 59% dos pacientes apresentaram no 1º dia pós-operatório (DPO) dor caracterizada como intensa e em 22% dos casos a dor era do tipo contínua. Salienta-se que a dor não tratada provoca alterações neurovegetativas como taquicardia, hipertensão, diminuição da saturação de oxigênio e sofrimento físico (RIBEIRO; PEREIRA; SALLUM, et al., 2012). Ademais, o manuseio adequado da dor pós-cirúrgica propicia a recuperação e o retorno precoce as atividades da vida diária. Para o manejo adequado da dor é necessário a implementação de protocolos de analgesia, centros de dor aguda e capacitação dos profissionais da área da saúde para o tratamento adequado do fenômeno doloroso (MAGALHAES, 2011). Buscou-se em literaturas indexadas nacionais e internacionais temáticas semelhantes, porém foram escassos os estudos que abordassem o tema. Portanto, o estudo justifica-se pela carência de pesquisa semelhante e pela perspectivas, que os resultados advindos da pesquisa possam sensibilizar gestores da área da saúde sobre a importância do manejo adequado do fenômeno doloroso. A partir do exposto emergiram as seguintes questões norteadoras: os pacientes no pós-operatório de apendicectomia sentirão dor? Há registro da dor nos prontuários desses pacientes?.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2014
INQUÉRITO DE VIOLÊNCIAS E ACIDENTES EM REGIONAL DE SAÚDE DE SERGIPE
Descrição: As violências e acidentes exercem grande impacto nas condições de saúde da população e seus efeitos ultrapassam o sofrimento individual e coletivo, pois atingem um número muito maior de pessoas do que aquelas que se encontram diretamente envolvidas, que incide na cultura e no modo de viver da vítima e de seus familiares1-3. No mundo, diariamente, mais de 15.000 mil pessoas são vítimas de violências e acidentes e, aproximadamente, 5,8 milhões morrem a cada ano. Tais dados representam 10% da mortalidade mundial e 32% a mais do que o número de mortes por doenças transmissíveis como a malária, tuberculose e HIV/AIDS, o que reflete como um dano irreparável nas vítimas, famílias e sociedade 4. No Brasil, as vítimas por causas externas representam a terceira causa mais frequente de morte e as internações apresentam um aumento progressivo de 7,7% em 2000 para 10,4% em 2010. Tal fato representou um crescimento de 19,1% na taxa de internação com 929.245 internações por causas externas no ano de 2010 e, consequentemente, aumento nos custos relacionados à saúde pública os quais representam, atualmente, 11,8% dos gastos com todas as hospitalizações financiadas pelo SUS 2-3. A região nordeste em 2009 registrou 40.473 óbitos por causas externas ocupando o segundo lugar da mortalidade geral, perdendo apenas para doenças do aparelho circulatório 3. Em Sergipe, os dados representam 1.623 óbitos em 2009 e 1.756 em 2010, o que reflete um crescente índice na mortalidade bem como nas internações hospitalares registrados no Sistema de Informação Hospitalar (SIH) de 4.654 e 5.415, respectivamente 5. Devido à complexidade do problema, o Ministério da Saúde implantou em 2006 a Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) para conhecer o impacto das violências e acidentes no perfil da morbimortalidade da população. A abordagem da violência pela Saúde Pública é fundamental para obter o maior número possível de conhecimentos de todos aspectos e unir, sistematicamente, dados sobre sua extensão, características e consequências em nível local, nacional e internacional 6. O inquérito VIVA tem como finalidade conhecer a magnitude e as características dos casos identificados em unidades de emergência hospitalar. Trata-se de uma monitorização epidemiológica complementar às informações disponibilizadas pelo Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) e Sistema de Informações Hospitalares (SIH). Outra forma de conhecer as características das violências e acidentes em uma determinada localidade é o uso de análises espaciais, por meio de programas computacionais, que utilizam o espaço territorial para analisar a distribuição dos processos de saúde e doença na população e que podem ser utilizados como ferramenta importante para analisar a distribuição espacial das violências e acidentes. Os Sistemas de Informações Geográficas podem ser entendidos como a mais completa das técnicas de geoprocessamento. São sistemas computacionais capazes de armazenar uma grande quantidade de dados de expressão espacial, sejam elas posição, topologia e atributos que podem ser estruturados para tratamento das informações geográficas, análises e aplicações gráficas 7-8. As ações de vigilância epidemiológica na prevenção de violências e acidentes têm papel importante na prevenção da morbimortalidade por causas externas o que evidencia necessidade ainda maior de fortalecer o sistema de vigilância. Nesse contexto, é fundamental que sejam estudadas e divulgadas informações sobre as características e tendências da morbidade por causas externas, a fim de compreender a extensão, gravidade e direção do problema 3. Diante do cenário atual surgiram os seguintes questionamentos: Quais os tipos de violências e acidentes que geram maior atendimento no ambiente hospitalar da região centro sul de Sergipe? Qual a distribuição espacial dos locais em que as vítimas sofrem violências e acidentes com maior freq.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2013
Perfil epidemiológico e histopatológico das neoplasias epiteliais cutâneas no Estado de Sergipe.

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Ricardo Fakhouri em 18/09/2014.
Descrição: A pele do homem, que corresponde a 15% do seu peso corporal, é um órgão que reveste e delimita o organismo, protegendo-o e interagindo com o meio exterior (Azulay, 2008). O processo de formação das neoplasias se inicia com alterações no material genético celular. Tal fato resulta em alteração permanente no padrão normal de crescimento celular, não havendo mais respostas ao mecanismo de controle de crescimento celular e gerando uma multiplicação de clones de células de forma excessiva e descontrolada (Stevens, Lo-we, 2005). As neoplasias epiteliais da pele são divididas em: neoplasias epiteliais benignas, pré-malignas e neoplasias epiteliais malignas (Kumar et al, 2005). As neoplasias epiteliais benignas são comuns e biologicamente sem importância, embora possam representar fontes significativas de desconforto psicológico para o paciente. Estes tumores, derivados do epitélio escamoso estratificado ceratinizado da epiderme e dos folículos pilosos (ceratinócitos) e do epitélio ductular das glândulas cutâneas, podem reproduzir camadas celulares das quais eles se originam. São frequentemente confundidos na clínica com malignidades - particularmente quando pigmentados e inflamados - e o exame histológico do espécime biopsiado é necessário pra se estabelecer o diagnóstico (Oh et al, 2004). Temos como exemplos a ceratose seboréica, cisto epitelial, pólipo fibroepitelial, ceratoacantoma, dentre outros (Cherpelis, 2002). Dentre os tumores epiteliais benignos, as ceratoses seborréicas são bastante comuns, sendo esta a neoplasia epitelial benigna mais freqüentemente encontrado na prática dermatológica (Jackeline, 2001), de surgimento espontâneo e podendo se tornar numerosas, em especial nos indivíduos idoso ou de meia-idade (Griffithis, 2004). As neoplasias pré-cancerosas são aquelas adquiridas ou genéticas, as quais podem evoluir para o câncer cutâneo (Leboit, 2002; Azulay, 1997). Das dermatoses pré-cancerosas, a mais freqüente é a ceratose actínica (Griffithis, 2004). Antes do desenvolvimento da malignidade manifesta da epiderme, uma série de alterações displásicas ocorre progressivamente. Como esta displasia é geralmente o resultado de exposição crônica à luz solar e está associada ao crescimento excessivo de queratina, estas lesões são chamadas de ceratoses actínicas (Kumar et al, 2005). As neoplasias malignas da pele constituem a forma mais frequente de câncer em todo o mundo. Estão classificadas em subtipos, dos quais os mais importantes são: carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma (Klein-Szanto, 1989). Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), os canceres de pele correspondem, no Brasil, a 25% do total de tumores malignos, dos quais 95% são tumores não melanocíticos, sendo 70% carcinoma basocelular e 25% carcinoma espinocelular (BRASIL, 2005). O carcinoma basocelular é a neoplasia maligna cutânea mais frequente e corresponde a 70-80% desses tumores. A proporção de ocorrência na população é de quatro a cinco carcinomas basocelulares para cada carcinoma espinocelular, e oito a dez para cada melanoma diagnosticado (Greinert, 2009). Sua prevalência é maior a partir da quarta década de vida, com pico de incidência na sexta década em ambos os sexos. Os fatores de risco para o desenvolvimento do carcinoma basocelular incluem os ambientais, principalmente a radiação ultravioleta B; as características fenotípicas do paciente, como pele e olhos claros; exposição prévia ao arsênico; radioterapia; e síndromes genéticas, como xeroderma pigmentoso e a síndrome do nevo basocelular (Zuuren et al, 2000). O carcinoma espinocelular ou de células escamosas é a segunda neoplasia maligna cutânea mais freqüente, causada primordialmente pela exposição crônica e excessiva à radiação ultravioleta (Sousa et al, 2009). No comportamento biológico do carcinoma espinocelular pode ocorrer, mesmo após tratamento adequado, recidiva local.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2013
Produção e atividade in vitro de creme vaginal elaborado a partir do óleo essencial de Ocimum basilicum com comprovada atividade anti-Candida

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Ricardo Fakhouri em 18/09/2014.
Descrição: A atividade biológica de plantas medicinais tem sido objeto de intensa investigação científica. Plantas superiores e aromáticas são amplamente utilizadas na medicina popular, uma vez que apresentam amplo espectro de atividade e inibição comprovada contra bactérias e fungos (EDRIZ, 2007). Apesar da disponibilidade de outras fontes para medicamentos, as plantas ainda são os maiores reservatórios de novos tipos químicos estruturais (RUNYORO et al., 2006), seja através de seu metabolismo primário, envolvido nos fenômenos de manutenção da vida seja, sobretudo através de seu metabolismo secundário regulado pela capacidade genética das plantas responderem a estímulos externos ou internos, e à existência de estímulos num determinado momento (YUNES; CALIXTO, 2001). Sendo assim, os metabólitos secundários são específicos para cada espécie vegetal e os produtos resultantes do metabolismo secundário geralmente não são vitais para as plantas. No entanto, representam os compostos químicos ? princípios ativos - responsáveis pelos efeitos terapêuticos ou tóxicos ao organismo humano e animal. Um dos metabólitos secundários de interesse científico e industrial são os óleos essenciais, que representam uma pequena fração da composição de uma planta conferindo a ela características específicas que podem ser usadas nas indústrias farmacêuticas, de alimentos e de fragrâncias (YUNES; CALIXTO, 2001). Ademais, os óleos essenciais têm sido utilizados na formulação de fitoterápicos, que de acordo com NETO (2006) são definidos como medicamentos obtidos empregando-se, como princípio-ativo, exclusivamente derivados de drogas vegetais. São caracterizados pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, como também pela constância de sua qualidade. Óleos de várias espécies mostraram-se eficientes no controle de fungos relacionados a infecções vaginais (ADAM, 1998), freqüentemente causadas por leveduras do gênero Candida. Um dos principais argumentos que tem sido apontado para que os produtos naturais em geral as plantas medicinais, em particular sejam fonte importante de novos e/ou protótipos é o aumento da resistência de microorganismos patógenos aos antifúngicos, que tem representado um grande desafio para a clínica, frente às dificuldades observadas no tratamento das vaginites (NEWMAN et al., 2007). As vaginites são a causa mais comum de desordem ginecológica e são responsáveis por 10 milhões de visitas aos consultórios médicos a cada ano. Candida albicans é o segundo agente mais comum de infecções vaginal e pode ser isolada do trato genital de aproximadamente 20% de mulheres assintomáticas saudáveis. Outras espécies como C. glabrata e C. parapsilosis podem estar presentes em proporções relativamente menores (BAUTERS, 2002), porém a freqüência nos últimos anos vem aumentando (PIATO, 2002). A severidade da doença está relacionada à virulência da linhagem de Candida sp .através da expressão de algumas características. Algumas espécies de Candida desenvolveram mecanismos que lhes conferem a habilidade de colonizar as células epiteliais, invadir células profundas ou influenciar a defesa do hospedeiro. Esses mecanismos incluem o reconhecimento de biomoléculas no hospedeiro (adesinas), morfogênese (mudança do estado de levedura para hifa), secreção de aspartil proteases e fosfolipases e formação de biofilme (KADIR et al., 2007; CALDERONE; FONZI, 2001). A expressão destes fatores dificulta o tratamento e são mais frequentemente observados em casos de vaginites recorrentes. Além disso, o tratamento dos casos de vaginites não é sempre efetivo, pois os fármacos antifúngicos disponíveis produzem recorrência, além de apresentarem importante toxicidade. Tais razões justificam o aumento dos estudos que visam descobrir novos fármacos antifúngicos mais potentes, mas, sobretudo, mais seguros que os existentes (FENNER et al., 2006). Desse modo, estudos que se destinam a.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2012 - 2013
Saneamento Básico e Mortalidade Infantil no município de Lagarto ? SE
Descrição: O nível de qualidade de vida de uma sociedade é difícil de ser mensurado em sua totalidade. Porém pode ser avaliado por meio de indicadores em determinadas áreas consideradas como componentes essenciais para delinear o quadro de bem-estar social de uma população. Dentre os indicadores, o mais tradicional é o coeficiente de mortalidade infantil. Por ser, reconhecidamente, aquele que expressa não só o nível de saúde de uma sociedade, mas também o seu padrão socioeconômico tem sido universalmente utilizado como um índice sintetizador de desenvolvimento1. A taxa de mortalidade infantil e seus componentes são importantes preditores dos níveis de saúde de uma população. No Brasil, apesar da redução significativa verificada nas últimas décadas, o coeficiente de mortalidade infantil (CMI) ainda é considerado elevado. Há, ademais, disparidades entre as taxas de mortalidade infantil no interior do espaço geográfico nacional, decorrentes de distorções na estrutura social, como a concentração de renda no País2. Deste modo, as estatísticas de mortalidade constituem uma das mais tradicionais informações em estudos de população. No âmbito da saúde pública, as freqüências das causas de morte e a distribuição etária dos óbitos têm sido fontes constantes de análise para caracterizar condições de saúde3. As doenças parasitárias intestinais apresentam-se como sérios problemas de saúde pública em países em desenvolvimento. É verificável que tais óbices à saúde das populações estão diretamente relacionados com precariedades em saneamento básico e a conseqüente degradação ambiental. Nessa problemática também assumem relevância a escolaridade e o conhecimento sanitário da população exposta. O equacionamento das problemáticas esbarra no custo das obras de saneamento básico. Também enfrenta a falta de programas educativos capazes de envolver as comunidades, fundamentais para a mudança de hábitos e crenças que contribuem para os mecanismos de transmissão dessas doenças e que, muitas vezes, representam fatores de subdesenvolvimento social. No ano de 2000, a Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) para o Brasil foi estimada 28,3 por mil nascidos vivos (nv), mas observa-se uma expressiva desigualdade entre os seus estados. Esse fato tem provocado o interesse de diversos pesquisadores e instituições de saúde na busca dos determinantes dessas disparidades. Embora nenhum estado brasileiro tenha apresentado aumento da mortalidade infantil nos últimos dez anos, 11 encontram-se acima da média nacional, dentre os quais nove pertencem à região Nordeste e dois, à região Norte4. No Estado do Sergipe, no período 2000-2005, o CMI diminui de 28,56 para 23,95 para menores de um ano, percebendo-se um decréscimo total de 16,15% nesse período. Em 2001 ocorreu uma oscilação considerada atípica, em relação ao padrão de decréscimo da evolução observados até 2005. Desta situação duas hipóteses podem ser trabalhadas: a primeira uma melhoria na notificação dos óbitos, campanha para diminuir a subnotificação dos óbitos infanis; e a segunda maior cobertura do território pelas Equipes de Saúde da Família o que produz um maior índice de informações. É válido ressaltar que em 2001 foi implantado o modelo Tecnoassistencial ?Saúde Todo Dia? na capital, onde estava previsto a melhora na assistência de pré-natal de alto risco, o que também contribuiu com um maior registro de óbitos neonatal5. A evolução da mortalidade por grupos de causas (proporção) no período estudado no Estado de Sergipe, no qual ressalta-se o padrão desigual de distribuição das freqüências. Verificou-se, neste estudo, como principal causa dos óbitos infantis as afecções originadas no período perinatal, seguido de doenças infecciosas e parasitárias, e as doenças do aparelho respiratório ocupando a 3ª causa básica dos óbitos infantis estudados. Este estudo não difere do padrão nacional, onde no Brasil, 41.5% das crianças que.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2008 - 2009
Avaliação da propriedade antimicobacteriana de Croton argyrophylloides Mull. Arg. frence a cepas clínicas de Mycobacterium spp.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2004 - 2005
INVESTIGAÇÃO DA PROPRIEDADE ANTIMICROBIANA DE Spondias tuberosa Arr. Cam., Ziziphus joazeiro Mart., Hymenea courbaril L. e Schinopsis brasiliensis Engl.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2015 - 2015
Formação para docência estruturados em metodologias ativas do Campus de Nossa Senhora da Glória
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2015 - 2015
Compreendendo a saúde do idoso
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2014 - 2015
PLANO DE EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO PARA A SAÚDE PROJETO PET - SAÚDE/REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE 2013/2015 REDES DE URGÊNCIA EMERGÊNCIA
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2014 - 2014
investigação e avaliação diagnóstica de pacientes com hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2014 - 2014
hipertensão e diabetes: educar para controlar - pro saúde / pet saúde
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2013 - 2014
PROJETO VIDA: PREVENÇÃO E DIAGNÓSTICO DE CÂNCER
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2013 - 2013
PREVENÇÃO DE QUEIMADURA: AS CRIANÇAS EM AÇÃO
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2013 - 2013
I JORNADA DE ENFERMAGEM E III SEMANA DE ENFERMAGEM DO CAMPUS DE LAGARTO
Descrição: ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS: SABERES E PRÁTICAS NO CUIDAR..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2013 - 2013
DETERMINAÇÃO DA GRAVIDADE DOS ACIDENTES EM REGIONAL DE SAÚDE DE SERGIPE
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2013 - 2013
LUTA EM COMBATE AO HOMICÍDIO: CHEGA DE VIOLÊNCIAS
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2013 - 2013
COMUNIDADE X QUEIMADURA: PROTEJA SUA FAMÍLIA
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2013 - 2013
GRUPO DA PREVENÇÃO DE QUEDA EM IDOSOS
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2013 - 2013
NO TRÂNSITO, CONTRA OS ACIDENTES DE TRÂNSITO
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2012 - 2013
PROMOÇÃO DA SAÚDE DOS PROFISSIONAIS, ACADÊMICOS E USUÁRIOS DO AMBULATÓRIO DO HU/UFS (PROSHUFS)
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2012 - 2012
Campanha Elimina Sífilis - Lagarto
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2012 - 2012
III SEMANA DE ENFERMAGEM DO CAMPUS DE LAGARTO
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2012 - 2012
EDUCAÇÃO EM SAÚDE - I SIMPÓSIO NORDESTINO DE DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2011 - 2012
Liga acadêmica de trauma da UFS (LITRAUMA)
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2011 - 2011
Acolhimento aos alunos do Campus Prof. Antonio Garcia Filho
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2010 - 2012
PROMOÇÃO DA SAÚDE DOS PROFISSIONAIS, ACADÊMICOS E USUÁRIOS DO AMBULATÓRIO DO HU/UFS (PROSHUFS)
Descrição: - 3 Campanha de imunização coordenador (28-29/04/2011). - Imunização do adulto contra hepatite e tétano (03/06/2011). - 4 Campanha de imunização Coordenador e colaborador (29-30/09/2011). - 5 Campanha de imunização orientador (27/03//2012). - 6 Campanha de imunização orientador (08/05//2012). - 7 Campanha de imunização orientador (31/10//2012 - 01/11/2012). - 8 Campanha de imunização orientador (21/12//2012)..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.


Revisor de periódico


2012 - Atual
Periódico: Revista de enfermagem UFPE on line


Revisor de projeto de fomento


2013 - 2014
Agência de fomento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas
2013 - 2015
Agência de fomento: Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe


Idiomas


Inglês
Lê Razoavelmente.


Prêmios e títulos


2011
MENSÃO HONROSA, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
7RIBEIRO, CAÍQUE JORDAN NUNES2018RIBEIRO, CAÍQUE JORDAN NUNES ; ARAÚJO, ANDRA CARLA SANTOS DE ; BRITO, SAULO BARRETO ; DANTAS, DANIELE VIEIRA ; RIBEIRO, CAÍQUE JORDAN NUNES ; ARAÚJO, ANDRA CARLA SANTOS DE ; BRITO, SAULO BARRETO ; DANTAS, DANIELE VIEIRA ; NUNES, MARIANGELA DA SILVA ; ALVES, JOSÉ ANTONIO BARRETO ; RIBEIRO, MARIA DO CARMO DE OLIVEIRA . Pain assessment of traumatic brain injury victims using the Brazilian version of the Behavioral Pain Scale. REVISTA BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA (IMPRESSO), v. 30, p. 42-49, 2018.

2.
OLIVEIRA, P. S.2018OLIVEIRA, P. S. ; ABUD, N. C. F. ; INAGAKI, A. D. M. ; ALVES, JOSÉ ANTONIO BARRETO ; MATOS, K. F. . VULNERABILIDADE DE ADOLESCENTES ÀS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA. Revista de Enfermagem da UFPE On Line, v. 12, p. 753-762, 2018.

3.
8LIMA, L. S.2017LIMA, L. S. ; CORREIA, V. O. S. ; NASCIMENTO, T. K. G. ; CHAVES, B. J. P. ; SILVA, J. R. S. ; ALVES, J. A. B. ; DANTAS, D. V. ; RIBEIRO, M. C. O. . Is Music Effective For Pain Relief In Burn Victims?. INTERNATIONAL ARCHIVES OF MEDICINE, v. 10, p. 1-10, 2017.

4.
9MENEZES, M. G. V.2017MENEZES, M. G. V. ; RIBEIRO, C. J. N. ; NASCIMENTO, F. S. ; ALVES, J. A. B. ; LIMA, A. G. C. F. ; RIBEIRO, M. C. O. . Postoperative pain and analgesia in patients submitted to unruptured brain aneurysm clamping. REVISTA DOR, v. 18, p. 27-31, 2017.

5.
10DE OLIVEIRA RIBEIRO, MARIA DO CARMO2017DE OLIVEIRA RIBEIRO, MARIA DO CARMO ; PINTO CHAVES, BÁRBARA JEANE ; GARÇÃO NASCIMENTO, TYCIANNE KAROLINE ; SANTOS SILVA, JOSÉ RODRIGO ; SOUZA LIMA, LIDIANE ; VIEIRA DANTAS, DANIELE ; BARRETO ALVES, JOSÉ ANTÔNIO ; OLIVEIRA DE SOUSA CORREIA, VIVIANE . Profile Of Burn Victims Attended By An Emergency Unit. INTERNATIONAL ARCHIVES OF MEDICINE, v. 10, p. 1-9, 2017.

6.
6TAKO, K. V.2017TAKO, K. V. ; ALVES, J. A. B. . PROFILE AND PREVALENCE OF FALLS IN ELDERLY. Revista de Enfermagem da UFPE On Line, v. 11, p. 4687-4691, 2017.

7.
13SILVA, JAMILLE SANTOS DA2016SILVA, JAMILLE SANTOS DA ; CRUZ, TAYNARA APOLONIA FAGUNDES DA ; RIBEIRO, CAÍQUE JORDAN NUNES ; SANTOS, VICTOR SANTANA ; ALVES, JOSÉ ANTONIO BARRETO ; RIBEIRO, MARIA DO CARMO DE OLIVEIRA . Pain in patients attended at risk classification of an emergency service. Revista Dor, v. 17, p. 34-38, 2016.

8.
12LIMA, A.G.C.F.2016LIMA, A.G.C.F. ; SANTOS, V.S. ; NUNES, M.S. ; BARRETO, J.A.A ; RIBEIRO, C.J.N. ; CARVALHO, J. ; RIBEIRO, M.C.O. . Glucose solution is more effective in relieving pain in neonates than non-nutritive sucking: A randomized clinical trial. European Journal of Pain (London, England), v. 20, p. 1-5, 2016.

9.
11ALVES, J. A. B.2016ALVES, J. A. B.; NUNES, M. S. ; FAKHOURI, R. ; MARTINS FILHO, P. R. S. ; RIBEIRO, M. C. O. ; VASCONCELLOS, A. C. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; MARCHIORO, M. ; TRINDADE, Rita de Cássia ; SANTOS, G.G. ; VAEZ, A. C. . Inhibition of drug-sensitive and drug-resistant Mycobacterium tuberculosis strains by essential oil from Croton argyrophylloides Mull. Arg.. International Archives of Medicine, p. 1-7, 2016.

10.
14ARAUJO, D. C.2016ARAUJO, D. C. ; VAEZ, A. C. ; ALVES, JOSÉ ANTONIO BARRETO ; PINHEIRO, F. G. M. S. ; FAKHOURI, R. . UNCONSCIOUS SUICIDE: REFLECTION OF RISKY BEHAVIOR IN TRAFFIC. Revista de Enfermagem UFPE On Line, v. 10, p. 680-685, 2016.

11.
2SANTOS, A. D.2016SANTOS, A. D. ; SANTOS, M. B. ; BARRETO, A. S. ; CARVALHO, D. S. ; ALVES, JOSÉ ANTONIO BARRETO ; ARAUJO, K. C. G. M. . ANÁLISE ESPACIAL E CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS DOS CASOS DE HANSENÍASE EM ÁREA ENDÊMICA. Revista de Enfermagem UFPE On Line, v. 10, p. 686-691, 2016.

12.
1SANTOS, A. D.2016SANTOS, A. D. ; LIMA, A. C. R. ; SANTOS, M. B. ; ALVES, J. A. B. ; GOES, M. A. O. ; NUNES, M. A. P. ; SA, S. L. C. S. ; ARAUJO, K. C. G. M. . Spatial analysis for the identification of risk areas for schistosomiasis mansoni in the State of Sergipe, Brazil, 2005-2014.. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (Impresso), v. 49, p. 1-10, 2016.

13.
15NUNES, M. S.2016NUNES, M. S. ; HORA, E. C. ; MARTINS FILHO, P. R. S. ; FAKHOURI, R. ; ALVES, J. A. B. ; RIBEIRO, M. C. O. . Functional Capacity and Risk Factors in Elderly Trauma Victims. International Archives of Medicine, v. 9, p. 1, 2016.

14.
16ALVES, J. A. B.2016ALVES, J. A. B.; NUNES, M. S. ; FAKHOURI, R. ; MARTINS FILHO, P. R. S. ; RIBEIRO, M. C. O. ; VALENCA, T. S. ; VASCONCELLOS, A. C. ; LIMA, A. G. C. F. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; MARCHIORO, M. ; Santos, G.G. ; VAEZ, A. C. ; TAKO, K. V. . Pap Smears: Frequency of Gardnerella Vaginalis, Candida spp., Trichomonas Vaginalis and Pill Use or Copper Intrauterine Device Use. International Archives of Medicine, v. 9, p. 1, 2016.

15.
17RIBEIRO, M. C. O.2015RIBEIRO, M. C. O. ; PEREIRA, C. U. ; SALLUM, A. M. C. ; SILVA, T. B. ; BARRETO, I. D. C. ; RIBEIRO, K. V. O. ; NUNES, M. S. ; ALVES, J. A. B. ; SANTOS, V. . Headache and Analgesic in Postoperative Craniotomy. Revista Chilena de Neurocirugía, v. 41, p. 39-44, 2015.

16.
18RIBEIRO, MARIA DO CARMO DE OLIVEIRA2014RIBEIRO, MARIA DO CARMO DE OLIVEIRA ; SIMONE, JÉSSICA CAROLINA CHAGAS ; RAMIRO, TAINAH HANNE SANTOS ; SANTOS, VICTOR SANTANA ; NUNES, MARIANGELA DA SILVA ; ALVES, JOSÉ ANTONIO BARRETO . Pain in patients undergoing appendectomy. Revista Dor, v. 15, p. 198-201, 2014.

17.
3INAGAKI, ANA DORCAS DE MELO2014INAGAKI, ANA DORCAS DE MELO ; CARDOSO, NADYEGE PEREIRA ; LOPES, RENATA JULIE PORTO LEITE ; ALVES, JOSÉ ANTÔNIO BARRETO ; MESQUITA, JOSÉ ROBERTO FREIRE ; ARAÚJO, KARINA CONCEIÇÃO GOMES MACHADO DE ; KATAGIRI, SATIE . Análise espacial da prevalência de toxoplasmose em gestantes de Aracaju, Sergipe, Brasil. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Impresso), v. 36, p. 535-540, 2014.

18.
19RIBEIRO, M. C. O.2013RIBEIRO, M. C. O. ; Alves, Jose Antonio Barreto . PAIN IN PATIENTS SUBJECTED TO HERNIOPLASTY. Revista de Enfermagem UFPE On Line, v. 7, p. 546, 2013.

19.
20NUNES, M. S.2013NUNES, M. S. ; FAKHOURI, R. ; ALVES, J. A. B. . TRAUMA IN ADOLESCENTS AND ADULTS: SEVERITY ASSESSMENT BY ANATOMICAL SCORE. Revista de Enfermagem UFPE On Line, v. 7, p. 15, 2013.

20.
22RIBEIRO, M. C. O.2012RIBEIRO, M. C. O. ; PEREIRA, C. U. ; HORA, E. C. ; SALLUM, A. M. C. ; NUNES, M. S. ; ALVES, J. A. B. . Characterization of severe traumatic brain injury victims and its nursing diagnoses. Revista de enfermagem UFPE on line, v. 6, p. 627-633, 2012.

21.
21ALVES, J. A. B.2012ALVES, J. A. B.. CHARACTERISTICS OF PAIN IN TRAUMA VICTIMS AT AN EMERGENCY SERVICE. Revista de enfermagem UFPE on line, v. 6, p. 720-727, 2012.

22.
4ALVES, J. A. B.2012ALVES, J. A. B.; INAGAKI, A. D. de M. ; NUNES, M. S. ; ABUD, A. B. F. . Toxoplasmosis in pregnants: prevalence, risk factors and prevention actions. Revista de enfermagem UFPE on line, v. 6, p. 1379-1385, 2012.

23.
26RIBEIRO, M. C. O.2012RIBEIRO, M. C. O. ; NUNES, M. S. ; ALVES, J. A. B. . RISK FACTORS RELATED TO THE INCIDENCE OF ASPIRATION PNEUMONIA. Revista de enfermagem UFPE on line, v. 6, p. 1517-1522, 2012.

24.
25RIBEIRO, M. C. O.2012RIBEIRO, M. C. O. ; NUNES, M. S. ; ALVES, J. A. B. . Prevalência de dor no pós-operatória de craniotomia.. Arquivos Brasileiros de Neurocirurgia, v. 31, p. 124-127, 2012.

25.
23RIBEIRO, MARIA DO CARMO DE OLIVEIRA2012RIBEIRO, MARIA DO CARMO DE OLIVEIRA ; PEREIRA, CARLOS UMBERTO ; SALLUM, ANA MARIA CALIL ; ALVES, JOSÉ ANTONIO BARRETO ; ALBUQUERQUE, MARCELLY FREITAS ; FUJISHIMA, PAULA AKEMI . Knowledge of doctors and nurses on pain in patients undergoing craniotomy. Revista Latino-Americana de Enfermagem (USP. Ribeirão Preto. Impresso), v. 20, p. 1057-1063, 2012.

26.
27SANTOS, V. S.2012SANTOS, V. S. ; ABUD, A. B. F. ; ALVES, J. A. B. . Socio-demographic profile of patients in a clinical Peritoneal Dialysis of Sergipe, Brazil. Scientia Plena, v. 8, p. 1, 2012.

27.
24RIBEIRO, M. C. O.2012RIBEIRO, M. C. O. ; ALVES, J. A. B. . Pain consequences in patients undergoing elective craniotomy. Revista Chilena de Neurocirugía, v. 38, p. 1-109, 2012.

28.
30SANTOS, Patrícia Oliveira2011SANTOS, Patrícia Oliveira ; MELO, J. O. ; PONZES, C. M. P. B. S. ; ALVES, J. A. B. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BOTELHO, N. S. ; YAMADA-OGATTA, S. F. ; MANN, R. S. ; TRINDADE, Rita de Cássia . Multilocus enzyme electrophoresis analysis (MLEE) and exoenzymatic activity of Candida albicans strains isolated from women with vaginal candidiasis. Mycoses (Berlin), v. 55, p. 64-72, 2011.

29.
5ALVES, J. A. B.2011ALVES, J. A. B.. Epidemiological aspects of dengue in Aracaju, State of Sergipe, Brazil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (Impresso), v. 44, p. 670-673, 2011.

30.
29NUNES, M. S.2011NUNES, M. S. ; HORA, E. C. ; FAKHOURI, R. ; ALVES, J. A. B. ; RIBEIRO, M. C. O. ; SANTOS, A. C. F. S. . Caracterização das vítimas de trauma atendidas em Hospital de Urgência. Revista de enfermagem UFPE on line, v. 5, p. 1818-1820, 2011.

31.
28Santos, G.G.2011Santos, G.G. ; TRINDADE, Rita de Cássia ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; ALVES, J. A. B. . Avaliação da qualidade microbiológica de carnes bovinas comercializadas nas feiras livres de cidade de Aracaju-SE. Higiene Alimentar, v. 25, p. 194-778, 2011.

32.
34SANTOS, A. P. C.2010SANTOS, A. P. C. ; DANTAS, R. P. C. ; ARAUJO, R. M. ; DALTRO, A. S. T. ; ALVES, J. A. B. ; INAGAKI, A. D. de M. . Ocorrência de Fatores de Risco para Toxoplasmose em um Grupo de Gestantes. Nursing (São Paulo), v. 13, p. 291-295, 2010.

33.
33COSTA, M. P. F.2010COSTA, M. P. F. ; ALVES, J. A. B. ; OLIVEIRA, A. H. A. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; TRINDADE, Rita de Cássia ; SOUZA, M. C. A. . Enterococcus faecalis EM RETRATAMENTOS ENDODÔNTICOS E EM CASOS DE INFECÇÃO PRIMÁRIA ASSOCIADOS À PERIODONTITE APICAL ASSINTOMÁTICA. Revista Fluminense de Odontologia, v. XVI, p. 15-19, 2010.

34.
32SANTANA, W. B.2010SANTANA, W. B. ; PODEROSO, W. L. S. ; ALVES, J. A. B. ; MELO, V. A. ; BARROS, C. ; FAKHOURI, R. . Cisto mesentérico: aspectos clínicos e anátomopatológicos. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (Impresso), v. 37, p. 260-264, 2010.

35.
31AQUINO, L. C. L.2010AQUINO, L. C. L. ; SANTOS, G.G. ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ALVES, J. A. B. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; ALVES, P. B. ; BLANK, A. F. . Atividade antimicrobiana dos óleos essenciais de erva-cidreira e manjericão frente a bactérias de carnes bovinas. Alimentos e Nutrição (UNESP. Marilia), v. 21, p. 529-535, 2010.

36.
35ALVES, J. A. B.2009ALVES, J. A. B.; OLIVEIRA, L. A. R. ; OLIVEIRA, M. F. B. ; ARAUJO, R. M. ; SANTOS, R. C. S. ; INAGAKI, A. D. de M. . PREVALÊNCIA DE ANTICORPOS ANTI-TOXOPLASMA-GONDII EM MULHERES GRÁVIDAS. Revista Enfermagem (UERJ), v. 17, p. 107-110, 2009.

37.
36INAGAKI, A. D. de M.2009INAGAKI, A. D. de M. ; OLIVEIRA, L. A. R. ; OLIVEIRA, M. F. B. ; SANTOS, R. C. S. ; ARAUJO, R. M. ; ALVES, J. A. B. ; PINHEIRO, K. S. ; GURGEL, R. Q. ; MUSSI-PINHATA, M. M. . Soroprevalência de anticorpos para toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, sífilis e HIV em gestantes sergipanas.. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (Impresso), v. 42, p. 532-536, 2009.

38.
37SANTOS, Patrícia Oliveira2008 SANTOS, Patrícia Oliveira ; COSTA, M. J. C. ; ALVES, J. A. B. ; NASCIMENTO, P. F. C. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; TRINDADE, Rita de Cássia ; BLANK, A. F. ; ARRIGONI-BLANK, M. F. ; ALVES, P. B. ; NASCIMENTO, M. P. F. . CHEMICAL COMPOSITION AND ANTIMICROBIAL ACTIVITY OF THE ESSENTIAL OIL OF Hyptis pectinata (L.) Poit.. Química Nova, v. 37, p. 1648-1652, 2008.

Capítulos de livros publicados
1.
ALVES, J. A. B.. Análise espacial da distribuição do Aedes aegypti e associação entre dengue e variáveis climáticas. In: FAPITEC/SE. (Org.). Pesquisa em políticas públicas no estado de Sergipe - Volume II. 1ed.São Cristóvão: UFS, 2016, v. II, p. 433-447.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
ALVES, J. A. B.. Análise espacial de Dengue em Aracaju no período de 2001 a 2011. In: VI GEONORDESTE - Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, 2012, Aracaju-SE. Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, 2012.

2.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . DENGUE EM ARACAJU-SE ( 2001-2010 ). In: 63º Congresso Brasileiro de Enfermagem (Re)criação e Inovação do Cuidado de Enfermagem, 2011, Maceió-AL. 63º Congresso Brasileiro de Enfermagem (Re)criação e Inovação do Cuidado de Enfermagem, 2011.

3.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . AGENTES MICROBIOLÓGICOS EM EXAMES CITOPATOLÓGICOS NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE EM ARACAJU.. In: 63º Congresso Brasileiro de Enfermagem (Re)criação e Inovação do Cuidado de Enfermagem, 2011, Maceió-AL. 63º Congresso Brasileiro de Enfermagem (Re)criação e Inovação do Cuidado de Enfermagem, 2011.

4.
ALVES, J. A. B.. Atividade antimicrobiana do óleo essencial de ocimum basilicum (magericão) frente aos microrganismos isolados de carnes bovinas provenientes de feiras livres. In: XVIII Congresso Brasileiro de Engenharia Química, 2010, Foz do Iguaço. XVIII Congresso Brasileiro de Engenharia Química, 2010.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
SANTOS, A. D. ; ALVES, JOSÉ ANTONIO BARRETO . Spatial amalysis in the identification of risk areas for Shistosomiasis mansoni in the State of Sergipe, Brazil, 2005-2014.. In: 52° Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2016, Maceió. 52° Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2016.

2.
ALVES, J. A. B.. Caracterização das violências e acidentes em Região Centro Sul de Sergipe. In: 11 Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2015, Goiânia - GO. 11 Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, 2015.

3.
ALVES, J. A. B.. Avaliação da sensibilidade e especificidade do teste NS1 para Dengue e confirmação pelo PCR. In: 25 Encontro de Iniciação Cinetífica, 2015, São Cristóvão - SE. 25 Encontro de Iniciação Cinetífica, 2015.

4.
ALVES, J. A. B.. Enterectomias e presença so S. mansoni. In: 25 Encontro de iniciação científica, 2015, São Cristóvão - SE. 25 Encontro de iniciação científica, 2015.

5.
ALVES, J. A. B.. Citologia anal para rastreio de lesões préneoplásicas. In: 25 Encontro de iniciação científica, 2015, São Cristóvão - SE. 25 Encontro de iniciação científica, 2015.

6.
ALVES, J. A. B.. INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO-COMUNIDADE: EXPERIÊNCIA DA ATIVIDADE DE PRÁTICAS DE ENSINO COMUNITÁRIAS NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - CAMPUS LAGARTO ? SE. In: 11º Congresso Internacional da Rede Unida, 2014, FORTALEZA. Anais do 11º Congresso Internacional da Rede Unida Suplemento Revista Interface - Comunicação, Saúde, Educação, 2014.

7.
ALVES, J. A. B.; TAKO, K. V. . PRÁTICAS DE ENSINO NA COMUNIDADE - EXPERIÊNCIA EM COMUNIDADE RURAL DA CIDADE DE LAGARTO - SE. In: 11º Congresso Internacional da Rede Unida, 2014, FORTALEZA. Anais do 11º Congresso Internacional da Rede Unida Suplemento Revista Interface - Comunicação, Saúde, Educação, 2014.

8.
ALVES, J. A. B.. GRAVIDADE DAS LESÕES DECORRENTES DE ACIDENTES E VIOLÊNCIAS EM REGIONAL DE SAÚDE DE SERGIPE. In: IV SEMANA E II JORNADA DE ENFERMAGEM, 2014, LAGARTO. IV SEMANA E II JORNADA DE ENFERMAGEM, 2014.

9.
ALVES, J. A. B.. CARACTERÍSTICA DAS VIOLÊNCIAS E ACIDENTES EM VÍTIMAS ATENDIDAS NO HOSPITAL REGIONAL DE LAGARTO. In: IV SEMANA E II JORNADA DE ENFERMAGEM, 2014, LAGARTO. IV SEMANA E II JORNADA DE ENFERMAGEM, 2014.

10.
ALVES, J. A. B.. ANÁLISE DOS CASOS DE VIOLÊNCIA E ACIDENTES EM REGIONAL DE SAÚDE DE SERGIPE. In: IV SEMANA E II JORNADA DE ENFERMAGEM, 2014, LAGARTO. IV SEMANA E II JORNADA DE ENFERMAGEM, 2014.

11.
ALVES, J. A. B.. Fatores de risco das violências e acidentes em regional de saúde de Sergipe. In: 24 Encontro de iniciação científica, 2014, São Cristóvão - SE. 24 Encontro de iniciação científica, 2014.

12.
ALVES, J. A. B.. Determinação dos tipos de violência e acidentes nos atendimentos às vítimas em regional de saúde. In: 24 Encontro de iniciação científica, 2014, São Cristóvão - SE. 24 Encontro de iniciação científica, 2014.

13.
ALVES, J. A. B.. Características Epidemiológicas das violências e acidentes em serviço hospitalar de Sergipe. In: IX Congresso Brasileiro de Epidemiologia, 2014, Vitória - ES. IX Congresso Brasileiro de Epidemiologia, 2014.

14.
ALVES, J. A. B.. SÍNDROME DE IMUNODEFICIÊNCIA (SIDA): RELATO DE CASO. In: IV SEMANA E II JORNADA DE ENFERMAGEM, 2014, LAGARTO. IV SEMANA E II JORNADA DE ENFERMAGEM, 2014.

15.
ALVES, J. A. B.. RELATO DE EXPERIÊNCIA: ACOLHIMENTO DOS PRECEPTORES E PROFISSIONAIS DAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE. In: I JORNADA DE ENFERMAFEM / III SEMANA DE ENFERMAGEM, 2013, LAGARTO. I JORNADA DE ENFERMAFEM / III SEMANA DE ENFERMAGEM, 2014.

16.
ALVES, J. A. B.. ELABORAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE COLETA PARA PREVENÇÃO DE FERIDAS EM PACIENTES COM MOBILIDADE DIMINUÍDA. In: I JORNADA DE ENFERMAFEM / III SEMANA DE ENFERMAGEM, 2013, LAGARTO. I JORNADA DE ENFERMAFEM / III SEMANA DE ENFERMAGEM, 2013.

17.
ALVES, J. A. B.. RELATO DE EXPERIÊNCIA ? PILOTO DO PROJETO PET-SAÚDE ? HIPERTENSÃO E DIABETES: EDUCAR PARA CONTROLAR. In: 10 CONGRESSO BRASILEIRO DE SÚDE COLETIVA, 2013, LAGARTO. I JORNADA DE ENFERMAFEM / III SEMANA DE ENFERMAGEM, 2013.

18.
ALVES, J. A. B.. Acidente de trânsito: Um mal prevenível. In: I Jornada de Enfermagem / III Semana de Enfermagem, 2013, Lagarto/Sergipe. I Jornada de Enfermagem / III Semana de Enfermagem, 2013.

19.
ALVES, J. A. B.. Violência de acidentes em Regional de saíude de Sergipe. In: I Jornada de Enfermagem / III Semana de Enfermagem, 2013, Lagarto/Sergipe. I Jornada de Enfermagem / III Semana de Enfermagem, 2013.

20.
ALVES, J. A. B.. Luta em combate ao homicídio: chega de violência. In: I Jornada de Enfermagem / III Semana de Enfermagem, 2013, Lagarto/Sergipe. I Jornada de Enfermagem / III Semana de Enfermagem, 2013.

21.
ALVES, J. A. B.. Prevenção de queda em idosos: acidentes evitáveis.. In: I Jornada de Enfermagem / III Semana de Enfermagem, 2013, Lagarto/Sergipe. I Jornada de Enfermagem / III Semana de Enfermagem, 2013.

22.
ALVES, J. A. B.. Prevenção de queimadura: as crianças em ação. In: I Jornada de Enfermagem / III Semana de Enfermagem, 2013, Lagarto/Sergipe. I Jornada de Enfermagem / III Semana de Enfermagem, 2013.

23.
ALVES, J. A. B.. ANÁLISE ESPACIAL E TEMPORAL DA DENGUE NO MUNICÍPIO DE ARACAJU-SE. In: 10 CONGRESSO BRASILEIRO DE SÚDE COLETIVA, 2012, PORTO ALEGRE. 10 CONGRESSO BRASILEIRO DE SÚDE COLETIVA, 2012.

24.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Perfil dos clientes amputados relacionados ao Diabetes Mellitus. In: V Jornada de Enfermagem da UNIT: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, Aracaju. V Jornada de Enfermagem da UNIT: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

25.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Incidência de problemas osteomusculares no Município de Aracaju no ano de 2010. In: V Jornada de Enfermagem da UNIT: Pesquisa e Inovação Tecnológica, 2011, Aracaju. V Jornada de Enfermagem da UNIT: Pesquisa e Inovação Tecnológica, 2011.

26.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Baixa adesão à realização do exame preventivo de câncer de Colo de útero: Revisão de Literatura. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

27.
ALVES, J. A. B.. Perfil epidemiológico de idosos com Aids em Aracaju no ano de 2007. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

28.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Caracterização das vítimas de mortalidade por causas externas. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

29.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Incidência de casos de hanseniase no município de Aracaju, Sergipe, Brasil. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

30.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Caracterização das vítimas das doenças infecciosas em petenciais doadores de sangue no município de Aracaju-SE. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

31.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Mortalidade por acidentes de transporte no município de Aracaju no ano de 2009. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

32.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Óbito fetal relacionado ao parto na cidade de Aracaju, Sergipe, Brasil. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

33.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Frequência de mortalidade infantil no município de Aracaju, Sergipe, Brasil. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

34.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Caracterização das vítimas de acidentes de moto no município de Aracaju-SE no ano de 2010. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

35.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Caracterização de portadores de HIV/Aids em Sergipe, Brasil. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

36.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Frequência de óbitos maternos em Aracaju, Sergipe, Brasil. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

37.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Frequência de crianças internadas por doenças infecciosas e parasitárias no município de Aracaju, Sergipe, Brasil. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

38.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Nova técnica de punção de fístula arteriovenosa - Buttonhole. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

39.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Incidência de Aids em idosos. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

40.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Caracterização dos pacientes com câncer de próstata em Sergipe no ano de 2010. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

41.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Caracterização dos pacientes com hipertensão arterial em Sergipe. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

42.
ALVES, J. A. B.. Relato de caso de Leishmaniose viceral. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

43.
ALVES, J. A. B.; FAKHOURI, R. . Sindrome de Guillan-barre: relato de caso. In: V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011, ARACAJU. V Jornada de Enfermagem da Unit: Pesquisa e Inovações Tecnológicas, 2011.

44.
ALVES, J. A. B.. Prevalência de doenças neoplásicas na cavidade oral - Estudo no Estado de Sergipe. In: XXVIII Congresso Latino Americano de Petologia, 2011, Maceió-AL. XXVIII Congresso Latino Americano de Petologia, 2011.

45.
ALVES, J. A. B.. Atividade antimmicrobiana do óleo essencial de Croton argyrophylloides Mull Arg. In: 7 Encontro de pós-graduação, 2011, São Cristóvão - SE. 7 Encontro de pós-graduação, 2011.

46.
ALVES, J. A. B.. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DAS GESTANTES SOROPOSITIVAS DO MUNICÍPIO DE ARACAJU. In: VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO DAS DST E Aids E I CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO DAS HEPATITES VIRAIS, 2010, BRASILIA. VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO DAS DST E Aids E I CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO DAS HEPATITES VIRAIS, 2010.

47.
MELO, J. O. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; PONZZES, C. M. P. B. S. ; ALVES, J. A. B. ; TRINDADE, Rita de Cássia . Padrões de eletroforese de enzima multilocos (MLEE) de amostras de Candida albicans isoladas de exsudato vaginal. In: 55º Congresso Brasileiro de Genética, 2009, São Paulo. 55º Congresso Brasileiro de Genética, 2009. v. 0. p. 63-63.

48.
INAGAKI, A. D. de M. ; ARAUJO, R. M. ; ALVES, J. A. B. . Seroprevalence of anti-T. gondii antibodies in pregnant women detected on dried blood spot samples.. In: TOXOPLASMA CENTENNIAL CONGRESS: FROM DISCOVERY TO PUBLIC HEALTH MANAGEMENT, 2008, BUZIUS - RJ. TOXOPLASMA CENTENNIAL CONGRESS: FROM DISCOVERY TO PUBLIC HEALTH MANAGEMENT, 2008.

49.
ALVES, J. A. B.; TRINDADE, Rita de Cássia ; SECUNDO, P. F. C. ; SANTOS, G.G. ; COSTA, M. J. C. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; MELO, J. O. . INVESTIGAÇÃO DA PROPRIEDADE ANTIMICROBIANA DE Spondias tuberosa Arr. Cam., Ziziphus joazeiro Mar., Hymenea courbaril L. e Schinopsis brasiliensis Engl.. In: XVII ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA-UFS/CNPq, 2007, ARACAJU. XVII ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA-UFS/CNPq III EBCONTRO DE PÓS GRADUAÇÃO, 2007. p. 93-93.

50.
TRINDADE, Rita de Cássia ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; SECUNDO, P. F. C. ; COSTA, M. J. C. ; ALVES, J. A. B. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; ALVES, P. B. ; BLANK, A. F. . ATIVIDADE ANTI-Candida E ANTI-cryptococcus DE ÓLEOS ESSENCIAIS. In: 24º CONGRESSO BRASILEIRO DE MICROBIOLOGIA, 2007, BRASÍLIA. 24º CONGRESSO BRASILEIRO DE MICROBIOLOGIA, 2007.

51.
TRINDADE, Rita de Cássia ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; ALVES, J. A. B. ; COSTA, M. J. C. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; ALVES, P. B. ; BLANK, A. F. . ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DO ÓLEO ESSENCIAL DE Cymbopongo witerianus Jowitt. In: 24º CONGRESSO BRASILEIRO DE MICROBIOLOGIA, 2007, BRASÍLIA. 24º CONGRESSO BRASILEIRO DE MICROBIOLOGIA, 2007.

52.
SANTOS, Patrícia Oliveira ; ALVES, J. A. B. ; COSTA, M. J. C. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ALVES, P. B. ; BLANK, A. F. . ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DO ÓLEO ESSENCIAL DE Cymbopongo witerianus JOWITT. In: VIII Jornada Paulista de Plantas Medicinais, 2007, São Paulo. Jornal Brasileiro de Fitomedicina. São Paulo: Apsen Fitomedicina, 2007. v. 5. p. 189-189.

53.
SANTOS, Patrícia Oliveira ; ALVES, J. A. B. ; COSTA, M. J. C. ; NASCIMENTO, P. F. C. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ARRIGONI-BLANK, M. F. ; ALVES, P. B. ; BLANK, A. F. . AVALIAÇÃO DA PROPRIEDADE ANTIMICROBIANA DE Hyptis pectinata (L) POINT.. In: VIII Jornada Paulista de Plantas Medicinais, 2007, São Paulo. Jornal Brasileiro de Fitomedicina. São Paulo: Apsen Fitomedicina, 2007. v. 5. p. 189-189.

54.
COSTA, M. J. C. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; ALVES, J. A. B. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ALVES, P. B. ; BLANK, A. F. . ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DO ÓLEO ESSENCIAL DE Cymbopongon citratus (DC.) STAPF. In: VIII Jornada Paulista de Plantas Medicinais, 2007, São Paulo. Jornal Brasileiro de Fitomedicina. São Paulo: Apsen Fitomedicina, 2007. v. 5. p. 192-192.

55.
SECUNDO, P. F. C. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; COSTA, M. J. C. ; ALVES, J. A. B. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ALVES, P. B. ; BLANK, A. F. . AVALIAÇÃO DA PROPRIEDADE ANTIMICROBIANA DE Croton argirophylloides MUELL ARG.. In: VIII Jornada Paulista de Plantas Medicinais, 2007, São Paulo. Jornal Brasileiro de Fitomedicina. São Paulo: Apsen Fitomedicina, 2007. v. 5. p. 195-195.

56.
SECUNDO, P. F. C. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; COSTA, M. J. C. ; ALVES, J. A. B. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ALVES, P. B. ; BLANK, A. F. . AVALIAÇÃO DA PROPRIEDADE ANTIMICROBIANA DE Eucaliptus globulus Labill. In: VIII Jornada Paulista de Plantas Medicinais, 2007, São Paulo. Jornal Brasileiro de Fitomedicina. São Paulo: Apsen Fitomedicina, 2007. v. 5. p. 193-193.

57.
SANTOS, Patrícia Oliveira ; SECUNDO, P. F. C. ; COSTA, M. J. C. ; ALVES, J. A. B. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ALVES, P. B. ; BLANK, A. F. . ATIVIDADE ANTI-Candida E ANTI-Cryptococcus DE ÓLEOS ESSENCIAIS. In: VIII Jornada Paulista de Plantas Medicinais, 2007, São Paulo. Jornal Brasileiro de Fitomedicina. São Paulo: Apsen Fitomedicina, 2007. v. 5. p. 190-190.

58.
ARAUJO, Y. L. F. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; ALVES, J. A. B. ; COSTA, M. J. C. ; NASCIMENTO, P. F. C. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ARRIGONI-BLANK, M. F. ; BLANK, A. F. ; ALVES, P. B. . COMPOSIÇÃO QUÍMICA DO ÓLEO ESSENCIAL DE Hyptis pectinata (L.) Poit.. In: VIII Jornada Paulista de Plantas Medicinais, 2007, São Paulo. Jornal Brasileiro de Fitomedicina. São Paulo: Apsen Fitomedicina, 2007. v. 5. p. 177-177.

59.
TRINDADE, Rita de Cássia ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; COSTA, M. J. C. ; ALVES, J. A. B. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio . Frequência e susceptibilidade in vitro de Candida spp. isoladas de exudato vaginal. In: 5º Congresso Bralileiro de Micologia, 2007, Recife. Sociedade Brasileira de Micologia, 5º Congresso Brasileiro de Micologia. Recife: Departamento de Micologia-UFPE, 2007. v. 5. p. 291-291.

60.
ALVES, J. A. B.; CARVALHO, E. O. ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; TRINDADE, Rita de Cássia . ATIVIDADE ENZIMÁTICA DOS ISOLADOS AMBIENTAIS DE CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS, EM SERGIPE: HIDRÓLISE DA CASEÍNA, AMILASE, PIRUVATO DE SÓDIO E NITRATO. In: XVI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2006, ARACAJU. XVI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2006.

61.
ALVES, J. A. B.; SANTOS, G.G. ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; TRAVÁLIA, Maria de Fátima ; TRINDADE, Rita de Cássia . DERMATÓFITOS ISOLADOS EM MICOSES NA PELE DURANTE O PERÍODO DE 2001 A 2005. In: XVI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2006, ARACAJU. XVI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2006.

62.
ALVES, J. A. B.; CARVALHO, E. O. ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; TRINDADE, Rita de Cássia . DETERMINAÇÃO DA ATIVIDADE KILLER DOS ISOLADOS AMBIENTAIS DE CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS, EM SERGIPE. In: X ENCONTRO NACIONAL DE MICROBIOLOGIA AMBIENTAL, 2006, GOIANIA. X ENCONTRO NACIONAL DE MICROBIOLOGIA AMBIENTAL, 2006.

63.
ALVES, J. A. B.; CARVALHO, E. O. ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; TRINDADE, Rita de Cássia . CARACTERIZAÇÃO ENZIMÁTICA DOS ISOLADOS AMBIENTAIS DE CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS, EM SERGIPE: CELULASE, FOSFOLIPASE, PROTEÁSE E BILE ESCULINA. In: X ENCONTRO NACIONAL DE MICROBIOLOGIA AMBIENTAL, 2006, GOIANIA. X ENCONTRO NACIONAL DE MICROBIOLOGIA AMBIENTAL, 2006.

64.
CARVALHO, E. O. ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ALVES, J. A. B. ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de . CARACTERIZAÇÃO ENZIMÁTICA DOS ISOLADOS AMBIENTAIS DE Cryptococcus neoformans, EM SERGIPE: TELURITO DE POTÁSSIO, NACL 6,5%, AZIDA, SUBSTANCIAS AMILÓIDES, HIDRÓLISE DO AMIDO, SOLUBILIDADE EM BILE E UREASE. In: XVI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2006, ARACAJU. www.ufs.br, 2006.

65.
CARVALHO, E. O. ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ALVES, J. A. B. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; MENEZES, N.V ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio . CARACTERIZAÇÃO FISIOLÓGICA DE AMOSTRAS AMBIENTAIS DE CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS E CRYPTOCOCCUS GATTII ISOLADOS EM SERGIPE. In: XVI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2006, ARACAJU. www.ufs.br, 2006.

66.
SANTOS ; TRINDADE, Rita de Cássia ; ALVES, J. A. B. ; SANTOS, G.G. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio . SÉRIE DE CASOS DE GEOTRICOSE EM SERGIPE, 2005 e 2006. In: XVI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2006, ARACAJU. www.ufs.br, 2006.

67.
ALVES, J. A. B.; SANTOS, Patrícia Oliveira ; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; TRAVÁLIA, Maria de Fátima ; TRINDADE, Rita de Cássia . Série de Casos: Geotricose, Sergipe em 2005. In: VII Congresso de Iniciação Científica, 2005, Aracaju. Série de Casos: Geotricose, em Sergipe 2005, 2005.

Apresentações de Trabalho
1.
ALVES, J. A. B.. ANÁLISE ESPACIAL E TEMPORAL DA DENGUE NO MUNICÍPIO DE ARACAJU-SE. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

2.
ALVES, J. A. B.. ATIVIDADE ANTIMICOBACTERIANA DO ÓLEO ESSENCIAL DE CROTON ARGYROPHYLOIDES MULL. ARG.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).

3.
ALVES, J. A. B.. AGENTES MICROBIOLÓGICOS EM EXAMES CITOPATOLÓGICOS NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE EM ARACAJU.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

4.
ALVES, J. A. B.. DENGUE EM ARACAJU-SE ( 2001-2010 ). 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

5.
ALVES, J. A. B.; TRINDADE, Rita de Cássia ; SECUNDO, P. F. C. ; SANTOS, G.G. ; COSTA, M. J. C. ; SANTOS, Patrícia Oliveira ; MELO, J. O. . INVESTIGAÇÃO DA PROPRIEDADE ANTIMICROBIANA DE Spondias tuberosa Arr. Cam., Ziziphus joazeiro Mar., Hymenea courbaril L. e Schinopsis brasiliensis Engl.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Outra).

6.
ALVES, J. A. B.. ATIVIDADE ENZIMÁTICA DOS ISOLADOS AMBIENTAIS DE CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS, EM SERGIPE: HIDRÓLISE DA CASEÍNA, AMILASE, PIRUVATO DE SÓDIO E NITRATO. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

7.
ALVES, J. A. B.. DERMATÓFITOS ISOLADOS EM MICOSES NA PELE DURANTE O PERÍOSO DE 2001 A 2005. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

8.
ALVES, J. A. B.; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; TRINDADE, Rita de Cássia ; CARVALHO, E. O. . DETERMINAÇÃO DA ATIVIDADE KILLER DOS ISOLADOS AMBIENTAIS DE CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS, EM SERGIPE. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

9.
ALVES, J. A. B.; BARBOSA JÚNIOR, Antonio Marcio ; CARVALHO, E. O. ; MELO, Dângelly Lins Figuerôa Martins de ; TRINDADE, Rita de Cássia . CARACTERIZAÇÃO ENZIMÁTICA DOS ISOLADOS AMBIENTAIS DE CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS, EM SERGIPE: CELULASE, FOSFOLIPASE, PROTEINASE E BILE ESCULINA. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

10.
ALVES, J. A. B.. Série de Casos: Geotricose, Sergipe em 2005. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).


Demais tipos de produção técnica
1.
ALVES, J. A. B.. Programa de formação para docência Estruturada em Metodologias ativas / Campus Nossa Senhora da Glória. 2015. .

2.
ALVES, J. A. B.. Programa de educação para o trabalho para a saúde - PET/Saúde. 2014. .

3.
ALVES, J. A. B.. A construção de projetos de extensão: rompendo limites, instrumentalizando possibilidades. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

4.
ALVES, J. A. B.. Educação em Saúde no Contexto do PSF. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

5.
ALVES, J. A. B.. Promoção da saúde dos profissionais, acadêmicos e usuários do ambulatório do HU/UFS. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

6.
ALVES, J. A. B.. Curso de Capacitação de Agentes Comunitários "Crescimento e Desenvolvimento". 2007. .



Patentes e registros



Patente

A Confirmação do status de um pedido de patentes poderá ser solicitada à Diretoria de Patentes (DIRPA) por meio de uma Certidão de atos relativos aos processos
1.
 ALVES, J. A. B.. Xarope Contendo Óleo Essencial de Sacarina para Tratamento de Tuberculose. 2012, Brasil.
Patente: Privilégio de Inovação. Número do registro: BR1020120308975, título: "Xarope Contendo Óleo Essencial de Sacarina para Tratamento de Tuberculose" , Instituição de registro: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Depósito: 04/12/2012



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Míriam Geisa Virgens Menezes. Manejo da dor em pacientes submetidos à craniotomia. 2015. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

2.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Ana Carla Ferreira Silva dos Santos. Acidentes de trânsito em veículos de duas rodas: gravidade de vítimas e lesões. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

Teses de doutorado
1.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Mariangela da Silva Nunes. Avaliação da capacidade funcional, fatores relacionados e qualidade de vida em idosos vítimas de trauma. 2014. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Sergipe.

Qualificações de Mestrado
1.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Lidiane Souza Lima. Uso da música na assistência de enfermagem no alívio da dor e ansiedade em vítimas de queimaduras. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

2.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Juliana Karen Albuquerque de Oliveira. Avaliação da conformidade do cuidado de enfermagem relacionado à manutenção do cateter vascular central. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

3.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Alanna Gleice Carvalho Fontes Lima. Efeito analgésico da glicose e sucção não nutritiva em neonatos: ensaio clínico randomizado. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

4.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Ana Carla Ferreira Silva dos Santos. Acidentes de trânsito em veículos de duas rodas: motocicletas x ciclomotores e motonetas. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

5.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Simone de Souza Nascimento. nanosistemas Contendo Óleo essencial de Ócimum basilicum E - Linalol incorporados a b-ciclodextrina na fiblomialgia experimental em roedores. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

6.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Shirley Verônica Melo Almeida Lima. inquérito de violência e acidentes em regional de Sergipe. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências da Saude) - Universidade Federal de Sergipe.

Monografias de cursos de aperfeiçoamento/especialização
1.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Rúbia Natali Pinho Carvalho. Alimetação Saudável na Atenção Primária: Projeto Piloto. 2011. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde) - Universidade Federal de Sergipe.

2.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Diana Almeida Jesus Nascimento. O papel da educação permanentecomo ferramenta estratégica para aplicabilidade do plano de emprego, carreiras e salários nas fundações estatais de saúde de Sergipe. 2011. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde) - Universidade Federal de Sergipe.

3.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Lígia Maria Vieira. Perfil das intoxicações humanas por medicamento em Sergipe, no período de 2009 a 2010. 2011. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde) - Universidade Federal de Sergipe.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Jamille Santos da Silva.Dor nos pacientes em serviço de urgência. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

2.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Jessica Carolina Chagas Simões.Dor em pacientes submetidos a apendicectomia. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

3.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Nadyege Pereira Cardoso.Prevalência de toxoplasmose em gestantes e sua distribuição geográfica. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

4.
RIBEIRO, M. C. O.; ALVES, J. A. B.; NUNES, M. S.. Participação em banca de Camilla Danielle Dória de Santana / Sacha Jamille de Oliveir.Cefaleia em Pacientes Submetidos à Craniotomia.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

5.
RIBEIRO, M. C. O.; ALVES, J. A. B.; NUNES, M. S.. Participação em banca de Ellem Brunelle Tavares Teles.Dor em Pacientes Submetidos à Hernioplastia. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe.

6.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de MARCELLY FREITAS ALBUQUERQUE / PAULA AKEMI FUJISHIMA.CONCEITOS DE MÉDICOS E ENFERMEIROS SOBRE DOR NO PÓS OPERATÓRIO DE CRANIOTOMIA. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe.

7.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Alana Bispo Souza / Maria Betânia Trindade Carvalho.Analgesia em pacientes submetidos à neurocirurgia.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe.

8.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Cassia Barbosa da Silva / Deisiane Santana dos Santos.Dor em pacientes submetidos à craniotomia. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe.

9.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Ana Carla Ferreira Sila dos Santos.Dor em vítima de trauma atendida nun serviço de emergência.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe.

10.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de ROSALINE BARRETO ALMEIDA / VIVIANE FERREIRA NUNES.VIOLÊNCIA E ACIDENTES: ASSISTÊNCIA E REGISTROS DE ENFERMEIROS. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe.

11.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Jardel Martins de Vascomcelos.Perfil epidemiológico das vítimas de trauma cranioencefálico no intra-hospitalar. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

12.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de Andreza Moura Luduvice.Assitência de Enfermagem à vítima de trauma cranioencefálico no intra-hospitalar. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

13.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de ANELISA DÓRIA ANDRADE / ADRIANA SANTOS DA SILVA.O PERFIL DE SAÚDE DOS PACIENTES PORTADORES DE NEOPLASIA COLORRETAL EM UM HOSPITAL PÚBLICO. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Tiradentes.

14.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de MARCEL VINÍCIUS CUNHA AZEVEDO / PALOMA PATRÍCIA SILVA ROCHA.HOMEM VASECTOMIZADO PELO SUS. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe.

15.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de JOKASTA RODRIGUES SANTOS.ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DE DENGUE EM ARACAJU-SE (2001-2010). 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe.

16.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de ALINE LIMA MENESES / HELLEN DAIANA ANDRADE E SIQUEIRA.DIALISE PERITONIAL: AÇÕES DE AUTO CUIDADO DESENVOLVIDA PELO PACIENTE. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe.

17.
ALVES, J. A. B.. Participação em banca de BRUNA PAULA DE JESUS.EFEITO GATROPROTETOR DA EPOXI-CARVONA. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe.

18.
ABUD, A. B. F.; ALVES, J. A. B.. Participação em banca de VICTOR SANTANA SANTOS.DIALISE PERITONEAL: COMPLICAÇÕES MAIS FREQUENTES. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1.
ALVES, J. A. B.. Professor efetivo T40 Enfermagem. 2013. Universidade Federal de Sergipe.

2.
ALVES, J. A. B.. Professor temporário T40 Enfermagem. 2012. Universidade Federal de Sergipe.

3.
ALVES, J. A. B.. Professor temporário T40 Terapia ocupacional. 2012. Universidade Federal de Sergipe.

4.
ALVES, J. A. B.. Professor temporário T40 Enfermagem. 2012.

5.
ALVES, J. A. B.. Professor efetivo T40 Enfermagem. 2012. Universidade Federal de Sergipe.

6.
ALVES, J. A. B.. PROFESSOR TEMPORÁRIO, T40, DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE, MATÉRIA DE ENSINO ANATOMOFISIOLOGIA. 2011. Universidade Federal de Sergipe.

7.
ALVES, J. A. B.. PROFESSOR TEMPORÁRIO, T40, DO NÚCLEO DE ENFERMAGEM, MATÉRIA DE ENSINO SAÚDE PÚBLICA. 2011. Universidade Federal de Sergipe.

Livre docência
1.
ALVES, J. A. B.. PROFESSOR PARA DISCIPLINA DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS. 2010. Faculdade de Sergipe.

2.
ALVES, J. A. B.. PROFESSOR PARA DISCIPLINA SISTEMATIZAÇÃO DO CUIDAR I. 2010. Faculdade Sergipana.

Outras participações
1.
ALVES, J. A. B.. Reunião de Comissão de Especialistas. 2013. Ministério da Saúde.

2.
ALVES, J. A. B.. 63º Congresso Brasileiro de Enfermagem. 2011. Associação Brasileira de Enfermagem.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
15° SENADEn. 2016. (Seminário).

2.
I JORNADA DE ENFERMAGEM / III SEMANA DE ENFERMAGEM DO CAMPUS DE LAGARTO. 2013. (Outra).

3.
I JORNADA DE HABILIDADES E ATITUDES EM SAÚDE PROCESSOR DE MORTE E MORRER: UMA VISÃO MULTIDISCIPLINAR.PROCESSO DE MORTE E MORRER. 2013. (Outra).

4.
10 CONGRESSO BRASILEIRO DE SAÚDE COLETIVA. ANÁLISE ESPACIAL E TEMPORAL DA DENGUE NO MUNICÍPIO DE ARACAJU-SE. 2012. (Congresso).

5.
II SEMANA DE ENFERMAGEM DO CAMPUS DE LAGARTO. 2012. (Encontro).

6.
I SIMPÓSIO NORDESTINO DE DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS. 2012. (Simpósio).

7.
3ª Campanha de Imunização. 2011. (Outra).

8.
63º Congresso Brasileiro de Enfermagem. AGENTES MICROBIOLÓGICOS EM EXAMES CITOPATOLÓGICOS NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE EM ARACAJU.. 2011. (Congresso).

9.
72ª SEMANA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM.ATUALIZAÇÃO EM DENGUE E TUBERCULOSE. 2011. (Outra).

10.
7ª ENCONTRO DE PÓS GRADUAÇÃO.ATIVIDADE ANTIMICOBACTERIANA DO ÓLEO ESSENCIAL DE CROTON ARGYROPHYLOIDES MULL. ARG.. 2011. (Encontro).

11.
NOVAS ABORDAGENS EM TRATAMENTO DE FERIDAS. 2011. (Outra).

12.
VI Semana de graduação da Universidade Federal de Sergipe. 2011. (Outra).

13.
4ª Semana de Extensão da Unit - Semex - "A Extensão Universitária e os Desafios da Contemporâneidade". Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. 2010. (Congresso).

14.
Campanha de Imunização. 2010. (Outra).

15.
I Semana de Enfermagem.Saúde do Homem e Saúde da Mulher. 2010. (Outra).

16.
I Simpósio de urgências e emergências: uma aobrdagem interdisciplinar. 2010. (Simpósio).

17.
Oficina de Trabalho 2010 Saúde do Homem. 2010. (Oficina).

18.
II Seminário para Multiplicadores de Prevenção. 2009. (Seminário).

19.
I Jornada Sergipana de Trauma. 2009. (Encontro).

20.
SEMANA DE ENFERMAGEM DA UFS. 2007. (Encontro).

21.
XVII ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA-UFS/CNPq.INVESTIGAÇÃO DA PRPRIEDADE ANTIMICROBIANA DE Spondias tuberosa Arr. Cam., Ziziphus joazeiro Mar., Hymenea courbari L. e Schinopsis brasiliensis Engl.. 2007. (Encontro).

22.
I SEMINÁRIO SUS: não por si só mas por muito mais.. 2006. (Seminário).

23.
X ENCONTRO NACIONAL DE MICROBIOLOGIA AMBIENTAL. 2006. (Encontro).

24.
XVI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. 2006. (Encontro).

25.
I simpósio de Doenças Cardiovasculares. 2005. (Simpósio).

26.
XV ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. 2005. (Encontro).

27.
VI CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. 2004. (Congresso).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
ALVES, J. A. B.. I Semana de Enfermagem da Fase. 2010. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões concluídas
Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
JOKASTA RODRIGUES SANTOS. APECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DA DENGUE EM ARACAJU-SE (2001-2010). 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe. Orientador: José Antonio Barreto Alves.

Iniciação científica
1.
Genivaldo Silva Costa Junior. Estruturação e otimização da rede de unidades sentinelas para Dengue no Estado de Sergipe. 2014. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: José Antonio Barreto Alves.

2.
LORRANNY SANTANA RODRIGUES. Determinação da gravidade das lesões nas vítimas de violências e acidentes em regional de saúde.. 2013. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe. Orientador: José Antonio Barreto Alves.

3.
GENIVALDO SILVA DA COSTA JUNIOR. Determinação dos tipos de violências e acidentes nos atendimentos às vítimas em regional de saúde. 2013. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: José Antonio Barreto Alves.

4.
NAYARA DE OLIVEIRA SANTIAGO SANTOS. Identificação dos fatores de risco envolvidos nas vítimas por violências e acidentes.. 2013. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem) - Universidade Federal de Sergipe. Orientador: José Antonio Barreto Alves.

5.
Damião da Conceição Araújo. Frequência de Candida spp. Trichomonas vaginalis e Gardnerella Vaginalis em esfregaços citopatológicos de gestantes usuuárias do Sistema Único de Saúde. 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: José Antonio Barreto Alves.

6.
Edilene Santana Santos. Frequência de Candida spp., em exames de papanicolau de usuárias atendidas no Sistema Único de Saúde. 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: José Antonio Barreto Alves.

7.
Bismark Santos Vasconcelos. Incidência de displasia intraepitelial cervical em usuárias do Sistema Único de Saúde. 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Fonoaudiologia) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: José Antonio Barreto Alves.

8.
Bruno Uodson Pereira Silva. Frequência de citologias atípicas entre adolescentes usuárias do Sistema Único de Saúde. 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: José Antonio Barreto Alves.

9.
Jessica de Oliveira Carvalho. Avaliação antifúngica do óleo essencial de Hyptis pectinata e sinergismo com Flucunazol. 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe. Orientador: José Antonio Barreto Alves.

10.
Ananda Oliveira Almeida. Candida spp. Trichomonas vaginalis e Gardnerella Vaginalis em esfregaços citopatológicos de adolescentes usuuárias do Sistema Único de Saúde. 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem Bacharelado) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: José Antonio Barreto Alves.




Página gerada pelo Sistema Currículo Lattes em 20/11/2018 às 9:52:28