Frederico Policarpo de Mendonça Filho

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  • Última atualização do currículo em 02/09/2018


Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ-2003), Mestrado em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (PPGA/UFF-2007), Doutorado em Antropologia pela mesma universidade(PPGA/UFF-2013), com bolsa-sanduíche na University of California, Hastings College of the Law/EUA (CAPES/2011-2012). É Professor Adjunto de Antropologia no curso de Políticas Públicas, da Universidade Federal Fluminense. É pesquisador vinculado ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-InEAC/UFF).Tem experiência na área de Antropologia atuando principalmente nos seguintes temas: consumo de drogas, sistema de justiça criminal, políticas públicas de saúde dirigidas aos usuários de drogas. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Frederico Policarpo de Mendonça Filho
Nome em citações bibliográficas
POLICARPO, Frederico

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Federal Fluminense, Instituto de Educação de Angra dos Reis - IEAR.
Avenida do Trabalhador
Verolme
23914360 - Angra dos Reis, RJ - Brasil - Caixa-postal: 106039
Telefone: (21) 26292835
URL da Homepage: http://www.iear.uff.br/


Formação acadêmica/titulação


2008 - 2013
Doutorado em Antropologia.
Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
com período sanduíche em University of California - Hastings College of the Law (Orientador: George Bisharat).
Título: O consumo de drogas e seus controles: uma perspectiva comparada entre as cidades do Rio de Janeiro, Brasil, e de San Francisco, EUA., Ano de obtenção: 2013.
Orientador: Roberto Kant de Lima.
Coorientador: Antônio Carlos Rafael Barbosa.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: Consumo de drogas; Controle Social; Sistema de Justiça Criminal Brasileiro.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Teoria Antropológica.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.
2005 - 2007
Mestrado em Antropologia.
Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Título: O Programa Justiça Terapêutica da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro,Ano de Obtenção: 2007.
Orientador: Roberto Kant de Lima.
Coorientador: Antônio Carlos Rafael Barbosa.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: Uso de Drogas; Controle Social; Sistema de Justiça Criminal Brasileiro; Juizados Especiais Criminais (JECrim).
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Teoria Antropológica.
1999 - 2003
Graduação em Ciencias Sociais.
UFRJ - Instituto de Filosofia e Ciencias Sociais, UFRJ - IFCS, Brasil.


Pós-doutorado


2013 - 2013
Pós-Doutorado.
Inst. Nacional de Estudos Comparados em Adm. Institucional de Conflitos, INEAC, Brasil.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações
Professor Adjunto de Antropologia no curso de Políticas Públicas do Instituto de Educação de Angra dos Reis, da Universidade Federal Fluminense - IEAR/UFF.

Vínculo institucional

2008 - 2012
Vínculo: Discente, Enquadramento Funcional: Doutorando

Vínculo institucional

2005 - 2007
Vínculo: Discente, Enquadramento Funcional: Mestrando

Atividades

08/2017 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Estudos Sociais Aplicados, Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito.

01/2017 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Pró Reitoria de Pesquisa, Pós Graduação e Inovação - PROPPI, Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional Conflitos.

01/2017 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Pró Reitoria de Pesquisa, Pós Graduação e Inovação - PROPPI, Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional Conflitos.

01/2017 - Atual
Extensão universitária , Centro de Estudos Gerais, Departamento de Políticas Públicas.

Atividade de extensão realizada
Projeto Apresentado na modalidade de Iniciação Científica no Ensino Médio do CNPq (2017-2018).
02/2016 - Atual
Ensino, Lato Sensu em Pol. Púb de Just. Crim. e Seg. Púb., Nível: Especialização

Disciplinas ministradas
Tráfico e Sistema Prisional
09/2015 - Atual
Ensino, Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Crítica Sócio jurídica I: "drogas", "doença" e "crime"
Drogas, Doença e Crime: repensando os controles institucionais sobre as substâncias psicoativas
Prática de Pesquisa II ? Seminário de leitura
02/2015 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Educação de Angra dos Reis - IEAR, .

02/2014 - Atual
Direção e administração, Instituto de Educação de Angra dos Reis - IEAR, Núcleo de Pesquisa sobre Políticas Públicas - NuPoP.

Cargo ou função
Coordenador.
09/2013 - Atual
Ensino, Políticas Públicas, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Antropologia e Educação
Antropologia Jurídica
Introdução à Antropologia
Pensamento Social Brasileiro: perspectiva antropológica
Políticas Públicas em Segurança Pública , Trabalho Acadêmico e Produção Textual , Etnografia e Trabalho de Campo
Sociologia da Educação II , Introdução ao Trabalho Acadêmico
02/2009 - 04/2016
Pesquisa e desenvolvimento , Pró Reitoria de Pesquisa, Pós Graduação e Inovação - PROPPI, Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional Conflitos.

02/2009 - 04/2016
Pesquisa e desenvolvimento , Pró Reitoria de Pesquisa, Pós Graduação e Inovação - PROPPI, Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional Conflitos.

02/2015 - 03/2016
Direção e administração, Pró Reitoria de Pesquisa, Pós Graduação e Inovação - PROPPI, .

Cargo ou função
Chefe da Divisão de Articulação Acadêmica da Agência de Inovação (AGIR).
01/2014 - 12/2015
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Estudos Sociais Aplicados, Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito.

01/2014 - 12/2014
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Educação de Angra dos Reis - IEAR, .

01/2013 - 12/2013
Pesquisa e desenvolvimento , Pró Reitoria de Pesquisa, Pós Graduação e Inovação - PROPPI, Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional Conflitos.

03/2008 - 12/2013
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Estudos Gerais, Programa de Pós-Graduação em Antropologia.

02/2011 - 12/2012
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Estudos Gerais, Programa de Pós-Graduação em Antropologia.

02/2012 - 06/2012
Estágios , Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense, .

Estágio realizado
Estágio Docência - Disciplinas Métodos e Técnicas de Pesquisa I e História, Cidadania e Segurança Pública I.
03/2006 - 12/2009
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Estudos Gerais, Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas - NUFEP.

06/2008 - 12/2008
Estágios , Departamento de Antropologia da Universidade Federal Fluminense, .

Estágio realizado
Indivíduo e Sociedade: Abordagens antropológicas sobre substâncias psicoativas.
07/2007 - 07/2008
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Estudos Gerais, Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas - NUFEP.

07/2007 - 07/2008
Extensão universitária , Centro de Estudos Gerais, Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas - NUFEP.

Atividade de extensão realizada
Diagnóstico de Segurança Pública do Município de São Gonçalo.
03/2006 - 03/2008
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Estudos Gerais, Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas - NUFEP.

03/2005 - 03/2008
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Estudos Gerais, Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas - NUFEP.

01/2007 - 12/2007
Extensão universitária , Centro de Estudos Gerais, Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas - NUFEP.

Atividade de extensão realizada
Plano Municipal da Prevenção da Violência e Manutenção da Ordem Pública de Mesquita.
02/2005 - 12/2007
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Estudos Gerais, Programa de Pós-Graduação em Antropologia.

02/2007 - 07/2007
Extensão universitária , Centro de Estudos Gerais, Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas - NUFEP.

Atividade de extensão realizada
Diagnóstico de Segurança Pública do Município de São Pedro da Aldeia.


Linhas de pesquisa


1.
Direitos, mercados e mobilizações coletivas

Objetivo: Essa linha de pesquisa buscará analisar diversas e distintas formas e processos de administração de conflitos que não necessariamente envolvem as instituições estatais, embora não as excluam. Focalizará, assim, nas estratégias ideadas e ativadas por atores não estatais, de forma individual ou coletiva, mais ou menos institucionalizada, de se manifestar, agir e reivindicar, em torno ao reconhecimento, visibilização e/ou demanda de certos conflitos e direitos. A observação, descrição, análise e interpretação das formas de manifestação coletiva no espaço público, as lógicas e modos de vida, de moradia, de produção, consumo e circulação de mercadorias materiais e simbólicas, os mecanismos de reparação e compensação, a reivindicação de direitos ?culturais? (políticas de patrimônio, de reconhecimento étnico-racial e conflitos fundiários), fazem parte dessas análises..
2.
Práticas institucionais, processos de administração de conflitos e moralidades

Objetivo: Essa linha de pesquisa terá como foco principal a análise das formas de atuação e intervenção das instituições estatais, em processos específicos de administração institucional de conflitos. Trata-se de identificar e de compreender como as instituições lidam de forma conflituosa com os procedimentos e normas a elas prescritos, conforme certas tradições institucionais, nas ocasiões que envolvem a administração dos conflitos pelos agentes e as pessoas neles envolvidas. Entende-se que nessas interações colocam-se em jogo valores morais e éticas corporativos e/ou institucionais que modulam as regras e práticas institucionais e conformam diferentes moralidades, mais ou menos em tensão..
3.
A administração policial de conflitos: reformas na polícia e práticas tradicionais de produção de verdade
4.
A administração judicial de conflitos: macrocriminalidade, conflitualidade social e relações de proximidade
5.
Políticas de Segurança Pública e Administração Institucional de Conflitos

Objetivo: A presente linha de pesquisa reúne pesquisadores que desenvolvem estudos empíricos, em especial com enfoque etnográfico e comparativo, em abordagens que indaguem acerca do papel dos discursos e práticas organizacionais e das políticas públicas no âmbito da administração institucional dos conflitos no Brasil. Os possíveis contextos de pesquisas privilegiam a natureza dos conflitos e sua dimensão social, as imbricações entre legalidade e ilegalidade, as controvérsias entre formalidade e informalidade, seja nos âmbitos institucionais investigados, seja no espaço público, na esfera pública, nas tramas sociais onde interagem sujeitos específicos. Esses constituem objetos nos quais se possam enfatizar, entre outros aspectos, as disposições de mercado, as configurações sociais de agenciamento e de tratamento dos sujeitos de acordo com as categorias sob as quais são classificadas socialmente as suas ações, as formas variadas de controle social e, especialmente, mas não exclusivamente, o controle social institucionalizado. A linha abrigará igualmente estudos que enfatizem as abordagens sobre as instituições responsáveis pela segurança pública (polícias, guardas municipais, ministério público, judiciário entre outros) salientando o contexto de atuação e desenvolvimento das práticas institucionais e não institucionais cotidianas de administração institucional de conflitos, identificando e contrastando as lógicas de argumentação contraditória àquelas de produção de consensos. Também serão abrigadas abordagens descritivas e analíticas sobre a implementação das políticas de segurança pública nestas instituições, nas diferentes esferas políticas da federação..
6.
Políticas de Segurança Pública e Administração Institucional de Conflitos
7.
Cultura jurídica, segurança pública e administração de conflitos
8.
Cultura jurídica, segurança pública e administração de conflitos

Objetivo: Analisa, em uma perspectiva comparada, os modelos jurídicos de produção da verdade e de administração institucional de conflitos no espaço e na esfera públicos. Realiza etnografias de práticas e processos de administração de conflitos vinculados às instituições judiciárias e de segurança pública, assim como os sentidos de justiça e moralidades que informam e conformam as dinâmicas das relações sociais..
9.
Cultura Jurídica, Segurança Pública e Conflitos Sociais
10.
Políticas Públicas sobre drogas
11.
Políticas Públicas sobre drogas
12.
Cultura Jurídica, Segurança Pública e Conflitos Sociais

Objetivo: Analisa, em uma perspectiva comparada, os modelos jurídicos de produção da verdade e de administração institucional de conflitos no espaço e na esfera públicos. Realiza etnografias de práticas e processos de administração de conflitos vinculados às instituições judiciárias e de segurança pública, como aquelas da polícia e da justiça criminal..
13.
Cultura Jurídica, Segurança Pública e Conflitos Sociais
14.
Cultura Jurídica, Segurança Pública e Conflitos Sociais
15.
Cultura Jurídica, Segurança Pública e Conflitos Sociais
16.
A administração judicial de conflitos: macrocriminalidade, conflitualidade social e relações de proximidade


Projetos de pesquisa


2017 - Atual
As políticas em torno da maconha: produzindo conhecimento sobre o seu uso medicinal e as articulações com a lei e a medicina
Descrição: As políticas em torno da maconha tem se modificado bastante nos últimos anos. Dos anos 2000 em diante, uma série de estados norte-americanos decidiram confrontar a proibição federal, que ainda vigora nos e começaram a regular o uso da maconha. Primeiro, de forma medicinal, e, mais recentemente, alguns estados já avançaram para permitir o uso recreativo da maconha. Em 2014, o Uruguai se tornou o primeiro país a produzir e distribuir a maconha. As decisões da Suprema Corte na Argentina, em 2009, e no México, em 2015, favoráveis à regulação da maconha, já começam a pressionar por mudanças estruturais mais amplas naqueles países. No Brasil, esse debate já chegou ao Supremo Tribunal Federal. Este é o pano de fundo do cenário atual que informa a discussão sobre a maconha medicinal no Brasil. Há uma grande heterogeneidade de atores e diferentes perspectivas acionadas, desde os pacientes e familiares, passando por ativistas, apoiadores anônimos na internet e simpatizantes, gestores de saúde e operadores do direito até a comunidade acadêmica. Neste projeto, nossa proposta é concentrar o foco da pesquisa nas organizações da sociedade civil que estão sendo criadas com o objetivo de promover o acesso mais fácil ao CBD, as chamadas ?associações canábicas? (Apoio a Projetos de Pesquisa / Universal 01/2016 - Faixa A - até R$ 30.000,00. Número do processo: 422912/2016-6. CNPq).
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (3) Doutorado: (1) .
Integrantes: Frederico Policarpo de Mendonça Filho - Coordenador / marcos verissimo - Integrante / Monique Fernanda de Moura Prado - Integrante / Yuri José de Paula Motta - Integrante / Lucia Lambert Passos Ramos - Integrante / Luana Almeida Martins - Integrante / Marina Cardoso - Integrante.
2017 - Atual
INCT ? Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos
Descrição: O presente projeto, apresentado no tema Segurança Pública, do Programa Institutos de Ciência e Tecnologia/CNPq, é resultado de articulação de uma rede nacional e internacional de instituições de ensino, pesquisa e extensão, reunidos há 06 anos no Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia/Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT/In-EAC), aprovado em abril de 2009. Esse programa é aqui consolidado e ampliado no sentido de promover ainda mais o trabalho de interlocução, inédito no Brasil, entre as ciências sociais e as ciências socicais aplicadas, especialmente entre a Antropologia e o Direito. A rede reunida nesse projeto integra instituições ? grupos de pesquisa e programa de pós-graduação- de sete estados brasileiros (RJ, MG, SP, PE, BA, RS, DF) e cinco países (Canadá, Argentina, França, Estados Unidos, Portugal). Este novo INCT tem como escopo da atuação a análise dos processos de administração institucional de conflitos e as formas não institucionais, especialmente, os processos de demanda de direitos e por reconecimento por parte de diversos atores. Essas duas vias de pesquisa articulam-se com as ações propostas na área da transferência de conhecimento. No primeiro caso, trata-se de ações fortemente ancoradas nas tecnologias de formação, capacitação e interlocução como operadores dos sistemas de Segurança Pública, de Justiça e de outras burocracias estatais, gerando espaços de desconstrução e construção de matrizes e práticas institucionais e corporativas arraigadas nas formas de fazer do Estado no Brasil. No segundo caso, as ações serão inovadoras no sentido da construção de tecnologias sociais que promovam não a aplicação unilateral do conhecimento, mas a construção conjunta de formas de intervenção na esfera e no espaço úblicos que consideremos diferentes pontos de vista e reivindicações das pessoas envolvidas nos conflitos tratados pelas agências públicas. No campo da atuação internacional do Instituto, as estratégias são tendentes à internacionalização de nossos pesquisadores e não só da produção por eles elaborada, como a publicação em revistas estrangeiras e participação em eventos acadêmicos internacionais. O foco da internacionalização do presente projeto é vencer os obstáculos impostos pela exclusão de nossa área do Programa Ciência Sem Fronteiras, para promover o intercâmbio institucional e fluido entre pesquisadores, estudantes e professores dos países envolvidos, como vistas à troca de exxperiências de pesquisa, de ambientes acadêmicos mas, principalmente, para criar oportunidades para realização de pesquisas de campo em outros países, com a finalidade de produzir resultados que possam ser contrastados àqueles aqui obtidos. Assim, destaca-se que esse projeto se funda em uma perspectiva comparada e multidisciplinar de análise, pioneira no Brasil em relação à interlocução entre o Direito e as Ciências Sociais, no entendimento da Segurança Pública como um campo de disputas e consensos que vai além da criminalidade e da intervenção repressiva..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
Conflitos e Moralidades: a constituição de agentes políticos e culturais na esfera pública
Descrição: A presente proposta articula as duas linhas de pesquisa do Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas (NuPoP), sediado na UFF de Angra dos Reis, coordenado pelos professores Frederico Policarpo e Mirian Alves, e conta também com a inclusão das questões do projeto de pesquisa PNPD/CAPES do bolsista de pós doutorado Marcos Veríssimo. Pretendemos produzir dados empíricos acerca das negociações políticas, controvérsias morais e disputas de interesses que atravessam a elaboração de políticas públicas dirigidas às minorias, em especial, étnicas e político-sociais. Focaremos a atenção na multiplicidade de discursos e práticas que são mobilizadas na esfera pública a fim de estabelecer as necessidades de tratamento diferencial a esses grupos minoritários e as ações elaboradas por parte das instituições públicas na elaboração de políticas públicas para atender a essas demandas. Nosso objetivo geral é observar os processos sociais que atravessam a produção de agentes políticos/ empreendedores morais/ empreendedores culturais por parte dos grupos sociais e políticos minoritários e a objetificação de seus discursos e práticas na esfera pública. Nesse sentido, consideraremos as relações de poder que atravessam a própria constituição das fronteiras e das reinvindicações dos grupos sociais e políticos minoritários na esfera pública, por um lado, e a consequente recepção e criação de políticas públicas dirigidas às demandas desses grupos por parte dos agentes do Estado..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (10) .
Integrantes: Frederico Policarpo de Mendonça Filho - Coordenador / Mirian Alves de Souza - Integrante / Marcos Alexandre V. da Silva - Integrante.
2015 - 2017
Os pacientes de maconha medicinal, a lei e a medicina: produzindo dados para o debate em torno do Canabidiol
Descrição: Esse projeto, aprovado na Chamada CNPq/ MCTI Nº 25/2015 Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas (Nº do Processo: 445441/2015-1), é um aprofundamento das questões tratadas no projeto homônimo financiado pelo edital do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Inovação, o PIBInova/UFF-2105. O presente projeto, contudo, conta com uma equipe e com objetivos mais amplos, embora a problemática seja a mesma. A reclassificação do CBD é um passo importante para o acesso ao direito à saúde, mas que apenas indica a série de desafios a serem enfrentados pelo paradigma médico-jurídico em que se apoia a lei de drogas brasileira. Por exemplo, os procedimentos criados para se ter acesso ao CBD são muito restritivos: a regulamentação é para o ?uso compassivo?, isto é, o uso é liberado só depois dos medicamentos e das terapias convencionais não apresentarem resultado; a prescrição só pode ser feita por especialistas de neurologia e suas áreas de atuação, neurocirurgia e psiquiatria; e o uso do CBD só pode ser aplicado como terapia médica exclusiva para o tratamento de epilepsias na infância e adolescência refratárias às terapias convencionais (Conselho Federal de Medicina, 2014). Além disso, como a produção da planta cannabis, de onde é extraído o CBD, continua proibida, a única via de acesso é a importação, que é altamente burocratizada e com alto custo para o solicitante. Assim, o problema que identificamos é que, embora sejam vários os pedidos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que regula as substâncias de uso controlado e proscritas no país, há vários relatos de pessoas que reclamam dessas restrições. E a natureza desse problema é a resistência da Anvisa em considerar aspectos exteriores ao paradigma médico-jurídico em que se apoia. O presidente da Ama-me (Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis Medicinal) resume essa resistência: ?Por não saber ouvir, o poder público e os profissionais podem cometer erros e condenar pessoas a sofrimentos que poderiam ser evitados? . Por conta disso, redes de apoio compostas por familiares, pacientes e simpatizantes têm surgido para ampliar o debate e garantir o acesso ao CBD e outros extratos da planta cannabis.Portanto, são dois os problemas que esse projeto visa resolver: de modo específico, contribuir para que a burocracia do aparato institucional estatal seja aperfeiçoada de modo que o acesso ao CBD se torne cada vez mais amplo; e, de modo geral, contribuir para o fortalecimento do debate acadêmico sobre o tema, de modo a estabelecer um diálogo mais equânime com o paradigma médico-jurídico que historicamente se constituiu como o detentor do controle sobre o consumo de drogas em grande parte do planeta..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2015 - Atual
A pesquisa em um núcleo de uma Unidade do interior: fomentando as pesquisas de campo dos alunos do Núcleo de Pesquisa sobre Políticas Públicas, NuPoP, do campus UFF-Angra dos Reis (Edital FOPIN 2015)
Descrição: O grupo de pesquisa que submete o presente projeto ao ?Edital do Programa de Fomento à Pesquisa das Unidades do interior ou fora de sede ? 2015? é o Núcleo de Pesquisa sobre Políticas Públicas ? NuPoP, sediado no campus da UFF na cidade de Angra dos Reis, coordenado pelos professores Frederico Policarpo de Mendonça Filho e Mirian Alves de Souza. O objetivo central do projeto é alocar recursos financeiros para a realização de trabalho de campo dos alunos do campus Angra dos Reis, vinculados ao NuPoP, e paralelamente possibilitar a participação de pesquisadores de outros campi da UFF nas reuniões semanais de pesquisa do NuPoP. Espera-se, dessa forma, também possibilitar a ampla circulação de alunos e professores entre os diferentes campi da UFF, dando maior visibilidade às pesquisas desenvolvidas pelo NuPoP no campus Angra dos Reis. Desse modo, esse edital vai possibilitar a retomada dessas atividades de pesquisa coordenadas pelo NuPoP que se iniciaram ano passado, graças ao Edital PROPPI ?Apoio a Projetos de Pesquisa em Campi fora da sede ? 2014?. Naquela ocasião, o apoio da PROPPI foi fundamental para a consolidação do NuPoP e as reuniões de pesquisa com a participação de pesquisadores de outros campi foram muito bem recebidas por toda comunidade acadêmica do campus de Angra dos Reis e incentivou alunos a se engajarem em projetos de pesquisa. Portanto, o presente projeto está vinculado aos investimentos anteriores da PROPPI e propõe a continuidade do desenvolvimento das atividades de pesquisa do NuPoP, com a colaboração de outros grupos de pesquisa da sede e de outros campi da UFF. Participam dessa proposta grupos de pesquisa sediados na UFF sede, no campus do Gragoatá, Niterói; na Faculdade de Direito, também em Niterói; e na UFF Campos, em Campos dos Goytacazes..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2015
Discursos sobre o consumo de drogas: produzindo dados para o suporte de Políticas Públicas na cidade de Angra dos Reis/RJ
Descrição: O objeto geral desse projeto é observar como os múltiplos discursos acerca do consumo de drogas são produzidos nas instituições públicas de saúde e de justiça na cidade de Angra dos Reis/RJ. Como é tratado o consumo de drogas? O que é feito com os consumidores? Como lidamos com essa questão? Essas são algumas perguntas que me orientaram na construção do problema de pesquisa. Essas perguntas, contudo, podem ser abordadas de diversos ângulos diferentes. Neste projeto, tomei como referência, além do ponto de vista dos próprios consumidores de drogas, os discursos oriundos da área do direito e da saúde na medida em que informam poderosos sistemas normativos sobre as drogas em sociedades capitalistas ocidentais. Esses sistemas normativos são poderosos porque grande parte de seus discursos e representações são atualizados pelo aparato estatal, isto é, são ?governamentalizados, ou seja, elaboradas, racionalizadas e centralizadas na forma ou sob a caução das instituições do Estado.? (FOUCAULT, 1995, p. 247), que as utiliza para definir os critérios e premissas das políticas públicas oficiais acerca do consumo de drogas. Contudo, ao mesmo tempo em que levo em consideração esses discursos que informam as teorias oficiais sobre o consumo e as práticas sobre o que deve ser feito, proponho deslocar o olhar desses sistemas normativos, dirigindo a atenção para a experiência que cerca o consumo de drogas. Com esse deslocamento tento evitar participar das relações de força e das estratégias políticas que constituem esses discursos oficiais. A este deslocamento, segue-se outro que, centrando a reflexão a experiência do consumo de drogas, nos permite dar conta dos sistemas normativos oficiais e do ponto de vista dos consumidores de outra maneira: por um lado, pelo conhecimento produzido através da experiência do consumo de drogas ? isto é, dos próprios consumidores; e, por outro lado, pelo conhecimento produzido sobre a experiência do consumo de drogas ? isto é, dos que falam sobre o consumo, como, por exemplo, os psicólogos, médicos, juízes, enfim, os vários profissionais da área da saúde e do direito que lidam com o tema.O objetivo específico do projeto é observar os discursos desses profissionais da saúde e da justiça na cidade de Angra dos Reis/RJ que falam sobre a experiência dos consumidores de drogas..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2014 - 2014
Os pacientes de maconha medicinal, a lei e a medicina: produzindo dados para o debate em torno do Canabidiol (Edital PIBID/Inova)
Descrição: Trata-se de um projeto apresentado no âmbito do edital do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Inovação, o PIBInova/2015, da UFF. A discussão é a seguinte: a reclassificação do CBD é um passo importante para o acesso ao direito à saúde, mas que apenas indica a série de desafios a serem enfrentados pelo paradigma médico-jurídico em que se apoia a lei de drogas brasileira. Por exemplo, os procedimentos criados para se ter acesso ao CBD são muito restritivos: a regulamentação é para o ?uso compassivo?, isto é, o uso é liberado só depois dos medicamentos e das terapias convencionais não apresentarem resultado; a prescrição só pode ser feita por especialistas de neurologia e suas áreas de atuação, neurocirurgia e psiquiatria; e o uso do CBD só pode ser aplicado como terapia médica exclusiva para o tratamento de epilepsias na infância e adolescência refratárias às terapias convencionais (Conselho Federal de Medicina, 2014). Além disso, como a produção da planta cannabis, de onde é extraído o CBD, continua proibida, a única via de acesso é a importação, que é altamente burocratizada e com alto custo para o solicitante. Assim, o problema que identificamos é que, embora já sejam vários os pedidos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que regula as substâncias de uso controlado e proscritas no país, há vários relatos de pessoas que reclamam dessas restrições. E a natureza desse problema é a resistência da Anvisa em considerar aspectos exteriores ao paradigma médico-jurídico em que se apoia. O presidente da Ama-me (Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis Medicinal) resume essa resistência: ?Por não saber ouvir, o poder público e os profissionais podem cometer erros e condenar pessoas a sofrimentos que poderiam ser evitados? . Por conta disso, redes de apoio compostas por familiares, pacientes e simpatizantes têm surgido para ampliar o debate e garantir o acesso ao CBD e outros extratos da planta cannabis.Portanto, são dois os problemas que esse projeto visa resolver: de modo específico, contribuir para que a burocracia do aparato institucional estatal seja aperfeiçoada de modo que o acesso ao CBD se torne cada vez mais amplo; e, de modo geral, contribuir para o fortalecimento do debate acadêmico sobre o tema, de modo a estabelecer um diálogo mais equânime com o paradigma médico-jurídico que historicamente se constituiu como o detentor do controle sobre o consumo de drogas em grande parte do planeta.O objetivo final é propor a seguinte inovação: produzir um manual de boas práticas das associações canábicas..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Frederico Policarpo de Mendonça Filho - Coordenador / marcos verissimo - Integrante / Monique Fernanda de Moura Prado - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
2014 - 2014
Consolidando o Núcleo de Pesquisa sobre Políticas Públicas ? NuPoP (Edital PROPPI Apoio a Projetos de Pesquisa em Campi fora da sede)
Descrição: Este projeto propôs apoiar atividades de pesquisa científica e formação de jovens pesquisadores, visando à consolidação de um grupo de pesquisa sediado em campi fora de sede, o Núcleo de Pesquisa sobre Políticas Públicas ? NuPoP. O NuPoP foi criado no final de 2013 e está localizado no Instituto de Educação de Angra dos Reis ? IEAR/UFF. É formado por professores dos recém criados cursos de Políticas Públicas e Geografia, ligados ao Departamento de Educação do IEAR. Através desse edital, fortalecemos as atividades do NuPoP, desenvolvendo o diálogo e a colaboração com outros grupos de pesquisa da UFF..
Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2013
O aprendizado das práticas judiciais
Descrição: A presente proposta se insere no Edital do Programa Nacional de Pós-doutorado 2011 da CAPES. A mesma é apresentada pelo Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-InEAC) contemplando um projeto de pesquisa que prevê a seleção e inserção no quadro de profissionais do mesmo Programa de dois bolsistas de pós-doutorado. Dessa forma, como detalhado nos objetivos, busca-se a absorção, pelo período delimitado pelo edital, de jovens doutores para atuar em projetos de pesquisa científica, em atividades de formação de recursos humanos e de inovação tecnológica e social. Nesse sentido, o presente projeto propõe a realização de pesquisas empíricas no Estado do Rio de Janeiro, sobre as modalidades de ação e participação dos atores no espaço público e na arena pública brasileira, buscando contrastar, na medida do possível, com outras tradições jurídicopolíticas..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2012
?Consumidores?, ?usuários? e ?pacientes?: uma proposta de pesquisa sobre o consumo de drogas nas cidades do Rio de Janeiro e de São Francisco/EUA.
Descrição: Esse projeto de pesquisa visa estabelecer uma comparação inicial entre os modos de administração institucional do consumo de drogas na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, e na cidade de San Francisco, nos EUA. O objetivo principal é possibilitar a realização de trabalho de campo de um ano na cidade de San Francisco (2011-2012) para, em seguida, iniciar a comparação com dados de pesquisas já realizadas na cidade do Rio de Janeiro..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2009 - 2016
Recomposição das práticas de uso e tráfico de drogas e reestruturação das redes políticas nas favelas pacificadas do Rio de Janeiro
Descrição: Em meados de outubro de 2006, passou a vigorar no Brasil uma nova Lei de Drogas ? Lei 11.343/06. As principais alterações provocadas por esse novo diploma legal são: a abolição da pena de prisão para o uso de drogas, embora os procedimentos criminais continuem os mesmos, e o endurecimento penal para o tráfico de drogas, aumentando a pena mínima de três para cinco anos. Nesse subprojeto, discutem-se os impactos da nova lei de drogas no comportamento dos operadores do sistema criminal, assim como nas práticas e valores dos policiais militares, dos policiais civis e dos usuários de drogas. O objetivo é examinar as possíveis mudanças no âmbito da administração dos conflitos envolvendo o uso e o comércio de drogas. Tendo em vista que a nova Lei de Drogas possui como característica uma clara bifurcação no tratamento penal (enquanto abole a prisão para o uso, aumenta significativamente a punição para o tráfico), busca-se analisar as transformações na economia dos ilegalismos, na compra e venda de mercadorias políticas e nos processos de sujeição criminal (Misse, 1999), no momento em que se negocia a tipificação sobre uso e tráfico de drogas nas ruas. No exame desse assunto, devemos ainda considerar as relações entre os diferentes sistemas classificatórios e valorativos de que fazem uso os atores acima mencionados e estaremos atentos ao tratamento diferenciado dado aos usuários e traficantes de classe média e às suas relações com a macrocriminalidade, bem como à tipificação jurídica e a acusação moral que define, ou não, os delitos praticados..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2009 - 2016
Práticas policiais e administração de conflitos em Delegacias Distritais e Especializadas do Estado do Rio de Janeiro
Descrição: Este sub-projeto tem como objetivo dar continuidade à realização de trabalho etnográfico em delegacias distritais e especializadas no Estado do Rio de Janeiro, a fim de comparar as formas de registro de ocorrências e de produção de inquéritos policiais em ambos os tipos de delegacias. Enquanto as delegacias distritais têm competência em todos os tipos de crime, as delegacias especializadas ocupam-se de um tipo específico de crime (homicídio, roubo de automóveis, etc.). A partir deste sub-projeto, propõe-se a comparação entre os modos de trabalho em delegacias distritais e especializadas permitirá visualizar os múltiplos sentidos atribuídos pelos policiais aos casos que chegam nas delegacias, bem como à atividade policial..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2008 - 2013
A Administração Institucional do Uso de Drogas no Brasil: A Polícia, os Juizados Especiais Criminais e a Nova Lei de Drogas (Edital MCT/CNPq ? 027/2007)
Descrição: Esse projeto tem como objetivo geral aprofundar as pesquisas sobre a administração institucional de conflitos em uma perspectiva comparada e, mais especificamente, prosseguir a reflexão acerca das questões relativas ao uso das drogas em nossa sociedade. O ponto de partida são as recentes mudanças no tratamento jurídico com relação ao tema. A partir de 2001, o uso de drogas passou a ser considerado um ?crime de menor potencial ofensivo? ? isto é, crimes com penas de até dois anos de prisão ?, deslocando o âmbito de julgamento para os Juizados Especiais Criminais. Assim, esse projeto tem como objetivo específico compreender a forma de nosso sistema lidar com o usuário de drogas, criando dados que possibilitam o debate crítico e informado sobre os meios de reduzir os riscos do uso e sobre os mecanismos propostos para isso..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .
Integrantes: Frederico Policarpo de Mendonça Filho - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
2007 - 2008
O Uso de Drogas e o Sistema de Justiça Criminal (Edital de Treinamento e Capacitação Técnica da FAPERJ - TCT/2007, nº E-26/ 100.775 /2007)
Descrição: Em meados de outubro de 2006, passou a vigorar no Brasil uma nova lei de drogas, a Lei 11.343/06. O principal ponto polêmico dessa lei e que tem gerado muito debate, principalmente entre os operadores do direito, é o fato dela não prever mais a pena de prisão para o usuário de drogas, embora os procedimentos criminais continuem sendo os mesmos. Atualmente, as penas previstas se limitam a: advertência verbal, prestação de serviço à comunidade, medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo e, em último caso, multa. Ou seja, pela nova lei, o sistema de justiça criminal continua sendo o responsável pela administração do conflito referente ao uso de drogas como antes, mas com uma diferença: a pena de prisão foi abolida. Por conta da nova lei, muitos operadores do direito têm se manifestado no sentido de considerar que o crime por uso de drogas deixou de ser uma infração criminal e passou a ser uma mera ?infração administrativa?. Tendo em vista esse novo contexto criado pela atual lei de drogas, o objetivo desse projeto, no âmbito do Edital de Treinamento e Capacitação Técnica da FAPERJ (TCT/2007, nº E-26/ 100.775 /2007), é pesquisar de que forma o usuário de drogas está sendo tratado pelo sistema de justiça criminal no Rio de Janeiro. O projeto, assim, pretende contribuir, de um lado, para a compreensão da lógica de funcionamento do sistema de justiça criminal brasileiro, fornecendo informações que possibilitem uma melhor visualização dos procedimentos e das instituições responsáveis pela administração institucional de conflitos em nossa sociedade e, por outro lado, para o estabelecimento de uma discussão com os operadores do sistema de justiça criminal sobre o uso de drogas, buscando abordagens mais eficazes para reduzir os danos que certos padrões de uso de drogas podem causar no indivíduo e na sociedade..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2006 - 2009
Sistemas de Justiça Criminal e Segurança Pública, em uma perspectiva comparada: administração de conflitos e construção de verdades (CNPq/FAPERJ - 2006-2009)
Descrição: Através deste projeto, propõe-se a constituição de um Núcleo de Excelência composto de grupos de pesquisa dos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais e Distrito Federal, bem como da Argentina, com experiência na área da Segurança Pública e da Justiça Criminal. Tal Núcleo tem como finalidade a produção, em dimensão comparativa, de pesquisas empíricas sobre o funcionamento das instituições que conformam o chamado ?Sistema Criminal?. O mesmo tem um caráter interdisciplinar, sendo integrado por pesquisadores das áreas de Antropologia, Ciência Política, Direito, História e Sociologia.O projeto consiste na análise etnográfica das instituições do chamado ?Sistema de Justiça Criminal? como um passo fundamental para o desenvolvimento de uma reflexão sociológica sobre o exercício da cidadania e dos direitos sociais e civis, bem como sobre as possibilidades de construção de uma ordem democrática. Por outra parte, o campo empírico referido é extremamente rico para a discussão da relação entre formas universalistas e particularistas, igualitárias e hierárquicas, de interpretação e aplicação da lei e de exercício do poder público.Focalizando os processos de administração institucional dos conflitos, o Núcleo propõe a realização de pesquisas abrangendo as sucessivas etapas que os conflitos percorrem no Sistema de Justiça Criminal. Cada uma dessas etapas, além de estar regulada por leis e normas específicas, possui lógicas de atuação diferenciadas, informadas por tradições e práticas próprias de cada uma das instituições e atores envolvidos. Os sub-projetos envolvidos na proposta deste Núcleo se articulam na produção de pesquisas que abrangem diversos âmbitos de administração de conflitos no chamado ?Sistema de Justiça Criminal? brasileiro..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2006 - 2008
Segurança Pública e violência urbana: a descentralização de formas institucionais de administração de conflitos. (FINEP - 2006-2008)
Descrição: Este projeto busca sistematizar resultados de pesquisas empíricas, em suas bases quantitativas e qualitativas, que permitam avaliar políticas públicas, em nível estadual e municipal, na área da Segurança Pública e do Acesso à Justiça, bem como desenvolver tecnologias de intervenção social nesses campos. Na abordagem empírica, será prioritária a dimensão local dos problemas estudados, ressaltando a questão da descentralização e municipalização dessas políticas. Será estudado o desempenho dos Juizados Especiais Civis e Criminais, no âmbito estadual e federal, das delegacias da Polícia Civil e das Guardas Municipais. Essas instituições constituem âmbitos privilegiados para o estudo de questões como a promoção da igualdade jurídica e dos direitos dos cidadãos e a consolidação de um espaço público democrático. Finalmente, o projeto visa produzir dados sistemáticos a fim de possibilitar comparações do desempenho das instituições mencionadas entre diferentes municípios e estados do Brasil.Participam deste projeto, além do NUFEP/UFF, o Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de Brasília, o Núcleo de Estudos de Instituições Coercitivas do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal de Pernambuco, o Programa de Pós-graduação em Direito da Universidade Gama Filho (RJ), o Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro e a Fundação João Pinheiro (MG)..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2005 - 2008
Práticas policiais, direitos humanos e os processos de construção de cidadania: Um estudo sobre o Programa Delegacia Legal (FAPERJ)
Descrição: Este projeto de pesquisa visa estudar as práticas policiais desenvolvidas no âmbito das delegacias da Policia Civil do Rio de Janeiro a partir da implementação de um novo procedimento de registro das ocorrências: o Programa Delegacia Legal. Essa proposta tem como alvo debater a articulação entre a ética policial, o respeito aos ?direitos humanos? e as formas de construção da cidadania, dentro das delegacias legais, entendidas como instituições-chave para o Estado brasileiro no regime democrático. O objetivo deste projeto de pesquisa é analisar como a nova padronização técnico- operacional introduzida pelo Programa Delegacia Legal está sendo recebida e apropriada pelos profissionais de segurança pública no espaço da delegacia e de que maneira essa inovação reformula a ética policial que faz parte das práticas policiais tradicionais. Para tanto, está sendo realizado trabalho de campo em cinco delegacias do Rio de Janeiro..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2005 - 2007
Entre o legal e o ilegal: lógicas igualitária e hierárquica na administração de conflitos no espaço público urbano (Edital Universal CNPq)
Descrição: Este projeto de pesquisa, aprovado no âmbito do Edital Universal CNPq de 2004, se propõe descrever e analisar em que medida as lógicas igualitária e hierárquica organizam e orientam as práticas dos agentes sociais na administração de conflitos e aplicação das regras no espaço urbano, em especial naquelas relações que envolvem a definição de práticas legais e ilegais. A análise dos processos institucionais de administração de conflitos, dos tipos de conflito e das posições sociais das pessoas ou grupos envolvidos, poderá permitir a compreensão dos modos em que a cidadania é cotidianamente construída.Procurar-se-á identificar se existem mecanismos próprios para a administração de conflitos entre iguais e entre desiguais, e quais são as clivagens relevantes para a ativação de uns ou outros. Através dessa análise pretende-se também compreender as representações dos diferentes segmentos da sociedade envolvidos nos conflitos, assim como a representação da cultura jurídica sobre os conflitos, a ordem social e o cidadão..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2017 - Atual
A socialização acadêmica a partir da Escola Pública: prática de pesquisa em uma perspectiva crítica
Descrição: Projeto Apresentado na modalidade de Iniciação Científica no Ensino Médio do CNPq (2017-2018).
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
2017 - Atual
Projeto Apresentado na modalidade de Iniciação Científica no Ensino Médio do CNPq (2017-2018)
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
2008 - 2008
Curso de Capacitação em Políticas Públicas de Segurança Pública e Social Municipal para a Guarda Municipal de Teresópolis
Descrição: O objetivo deste projeto é propor um espaço de capacitação, inspirado em uma perspectiva que entende que a discussão sobre a segurança pública municipal deve ser orientada no sentido da introdução do viés da mediação institucional de conflitos e da capacidade de identificar problemas e possibilidades de soluções, de modo a envolver outras instituições igualmente responsáveis pela segurança pública. Como resultados espera-se uma melhor absorção, por parte dos guardas, das discussões que estarão orientadas no sentido da mediação institucional de conflitos e da capacidade de identificar problemas e possibilidades de soluções, de modo a envolver outras instituições e a população da cidade de Teresópolis, através do diálogo com as instâncias de representação desta..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2007 - 2008
Diagnóstico de Segurança Pública do Município de São Gonçalo
Descrição: Tem como objetivo gerar um levantamento detalhado, relacionando dados oriundos das instituições legalmente constituídas na sociedade local, responsáveis pela rede de sociabilidade que sustenta os processos formais e informais de administração de conflitos em curso no município assim como os problemas vivenciados pela população desta cidade visando o melhor ordenamento publico e social.Tem como metodologia o emprego de técnicas de pesquisas como entrevistas semi-estruturadas com representantes das instituições de segurança pública, do município e de representantes de instituições da sociedade civil, entre outros. Está prevista a observação direta, por parte de nossos pesquisadores, do fluxo cotidiano da vida urbana e rural. Financiadores FINEP e Prefeitura Municipal de São Gonçalo..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
2007 - 2007
Plano Municipal da Prevenção da Violência e Manutenção da Ordem Pública de Mesquita
Descrição: O projeto de pesquisa resultou da solicitação da Prefeitura Municipal de Mesquita de um diagnóstico que desse atenção especial aos problemas e conflitos da cidade para que, com base nele, o poder público pudesse desenvolver tecnologias qualificadas de intervenção. A pesquisa, assim, buscou sistematizar resultados de pesquisas empíricas, em suas bases qualitativas e quantitativas, tendo em vista avaliar políticas públicas, em nível estadual e municipal, na área de Segurança Pública e do acesso à Justiça, bem como desenvolver tecnologias de intervenção social nesses campo..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.


Outros Projetos


2018 - Atual
III Colóquio sobre Drogas ? democracia e direitos na agenda político-social brasileira
Descrição: Na atual conjuntura política brasileira crescem as pautas conservadoras que fazem o país recuar na garantia dos direitos sociais, assegurados pela Constituição de 1988 e postos em discussão desde então. No que diz respeito às políticas de drogas, temos em aberto a continuidade da votação pelo Supremo Tribunal Federal ? STF, da lei que descriminaliza a posse da cannabis para consumo próprio, já com três votos favoráveis dos ministros Gilmar Mendes, relator da matéria, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso. Temos ainda as recentes mudanças feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA para permissão do cultivo da planta para fins medicinais e de liberação de medicamentos cujo princípio ativo seja o canabidiol. Se tais medidas apontam para o compromisso com demandas sociais progressistas sobre a matéria por parte do Estado, por outro lado, o crescimento vertiginoso do encarceramento motivado por crimes ligados ao tráfico e ao uso de drogas, especialmente de mulheres, negros e pobres, aliado às ações políticas com foco na repressão e encaminhamento compulsório para tratamento pautado exclusivamente na abstinência, com especial destaque ação das comunidades terapêuticas, ao lado da expansão de programas educacionais gestados e coordenados pelas forças policiais, por exemplo, indicam o predomínio da perseguição, criminalização e exclusão dos setores mais pobres da sociedade, reforçando a tese segundo a qual a droga ilícita tem sido usada como um dispositivo de controle das populações indesejadas. Esse conjunto de fatos nos leva a propor o III Colóquio sobre drogas pautado na discussão, compartilhamento e troca de experiências institucionais diversas, governamentais e não-governamentais, que relacionem pesquisa, ensino, extensão, cuidado, cultura, conhecimento, arte etc. O objetivo é reunir diversos movimentos atuantes na questão das drogas e, a partir dos trabalhos realizados nessas diversas esferas, discutir sobre a conjuntura atual, as múltiplas formas de participação democrática e a garantia de direitos nesses tempos de crise e de transformação da estrutura da condição cidadã e da ingerência institucional..
Situação: Em andamento; Natureza: Outra.


Revisor de periódico


2013 - Atual
Periódico: Cuadernos de Antropología Social (Impresa)
2013 - Atual
Periódico: Dilemas: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social
2017 - Atual
Periódico: REVISTA EQUATORIAL - REVISTA DOS ALUNOS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANT
2017 - Atual
Periódico: ANTROPOLÍTICA (UFF)
2017 - Atual
Periódico: ESTUDOS HISTÓRICOS
2016 - Atual
Periódico: REVISTA DE ESTUDOS EMPÍRICOS EM DIREITO


Revisor de projeto de fomento


2013 - Atual
Agência de fomento: Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Teoria Antropológica.


Idiomas


Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Francês
Compreende PoucoLê Bem, Escreve Pouco.
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.


Prêmios e títulos


2017
2º colocado no Prêmio de Iniciação à Inovação - Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, CNPq/UFF.
2017
Prêmio Comunicação Oral 6ª ABRAMD, Associação Brasileira Multidisciplinar de Estudos sobre Drogas - ABRAMD.
2013
Aprovação em Concurso Público para Professor Adjunto Professor Adjunto de Antropologia no curso de Políticas Públicas, Universidade Federal Fluminense / Instituto de Educação de Angra dos Reis.
2011
Bolsa sanduíche PDEE, CAPES.
2008
Bolsa de Doutorado, CNPq.
2007
Bolsa de Treinamento e Capacitação Técnica, FAPERJ.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
POLICARPO, Frederico2017 POLICARPO, Frederico; SILVA, M. A. V. ; FIGUEIREDO, E. . A ?fumaça do bom direito?: demandas pelo acesso legal à maconha na cidade do Rio de Janeiro. Platô: Drogas e Políticas, v. 1, p. 7-38, 2017.

2.
POLICARPO, Frederico2015POLICARPO, Frederico. Da Justiça Terapêutica à atual Lei de Drogas: o modo como o sistema de justiça criminal lida com os consumidores de drogas. O Público e o Privado (UECE), v. n.26, p. 139-158, 2015.

3.
POLICARPO, Frederico2014POLICARPO, Frederico. O controle judicial do consumo de drogas: o caso da Drug Court da cidade de San Francisco, EUA. Confluências (Niterói), v. 15, p. 121-136, 2014.

4.
POLICARPO, Frederico2013POLICARPO, Frederico. A preparação para a viagem: apontamentos sobre as diferenças entre ?trabalho de campo? e ?fieldwork?. Antropolítica (UFF), v. 34, p. 25, 2013.

5.
POLICARPO, Frederico2013POLICARPO, Frederico. Velhos usuários e jovens traficantes? Um estudo de caso sobre a atualização da nova Lei de Drogas na cidade do Rio de Janeiro. Dilemas: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social, v. 6, p. 11-37, 2013.

6.
1GRILLO, C. C.2011 POLICARPO, Frederico; GRILLO, C. C. ; VERISSIMO, M. . A 'dura' e o 'desenrolo': efeitos práticos da nova lei de drogas no Rio de Janeiro. Revista de Sociologia e Política (UFPR. Impresso), v. 19, p. 135-148, 2011.

7.
2POLICARPO, Frederico2010POLICARPO, Frederico. Os discursos acerca das drogas e os idiomas experienciais de consumidores de drogas na cidade do Rio de Janeiro: apontamentos sobre a continuidade e descontinuidade no consumo de drogas. Cuadernos de Antropología Social, v. 31, p. 145-168, 2010.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
POLICARPO, Frederico. O consumo de drogas e seus controles: uma perspectiva comparada entre as cidades do Rio de Janeiro, Brasil, e de San Francisco, EUA. 1. ed. Rio de Janeiro: Consequencia Editora, 2016. v. 1. 200p .

2.
LABATE, Beatriz (Org.) ; POLICARPO, Frederico (Org.) ; GOULART, Sandra (Org.) ; ROSA, Pablo (Org.) . Drogas, Políticas Públicas e Consumidores. 1. ed. Campinas: Mercado de Letras, 2016. v. 1. 403p .

Capítulos de livros publicados
1.
POLICARPO, Frederico. O local onde os múltiplos discursos sobre o consumo de drogas se encontram: fazendo pesquisa num centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Outras Drogas (CAPS/AD). In: Labate, Beatriz; Policarpo, Frederico; Goulart, Sandra Lúcia; Rosa, Pablo Ornelas. (Org.). Drogas, Políticas Públicas e Consumidores. 1ed.Campinas: Editora Mercado de Letras, 2016, v. 1, p. 287-314.

2.
POLICARPO, Frederico. 'Ou a gente controla o Estado, ou o Estado controla a gente': notas etnográficas sobre o Conselho Municipal de Entorpecentes de Angra dos Reis. In: DEL RIO, Andrés; MARTON, Silmara. (Org.). OS DESAFIOS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS NO BRASIL: um olhar interdisciplinar. 1ed.Curitiba: Editora CRV, 2016, v. 1, p. 169-182.

3.
POLICARPO, Frederico. A Drug Court da cidade de San Francisco, California (EUA): alguns dados etnográficos da judge´s chambers. In: Duarte, Fernanda; Ioro, Rafael; Kant de Lima, Roberto. (Org.). O Judiciário nos Estados Unidos e no Brasil: análises críticas e pesquisas comparadas. 1ed.Curitiba, Paraná: CRV, 2015, v. 1, p. 187-204.

4.
POLICARPO, Frederico. O ACESSO À SAÚDE E AO DIREITO DOS CONSUMIDORES DE DROGAS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. In: Felipe Asensi, Paula Lucia Arévalo Mutiz e Roseni Pinheiro. (Org.). Direito e Saúde - Enfoques Interdisciplinares. 1ªed.Curitiba, Paraná: Juruá Editora Ltda, 2013, v. 1, p. 320-340.

5.
POLICARPO, Frederico. O usuário e a nova lei de drogas: apontamentos preliminares para a pesquisa. In: Kant de Lima, Roberto; Eilbaum, Lucía; Pires, Lênin. (Org.). Conflitos, Direitos e Moralidades em Perspectiva Comparada. Rio de Janeiro: Garamond, 2010, v. 2, p. 153-169.

Textos em jornais de notícias/revistas
1.
POLICARPO, Frederico. Breves notícias sobre as associações canábicas no Brasil. Cannabica: queimando mitos, acendendo fatos, ACUCA-SP, p. 8 - 8.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
POLICARPO, Frederico. 'Consumidores', 'usuários' e 'pacientes': uma proposta de pesquisa sobre o consumo de drogas no Rio de Janeiro. In: 27ª Reunião Brasileira de Antropologia, 2010, Belém. 27ª Reunião Brasileira de Antropologia, 2010.

2.
POLICARPO, Frederico. 'Usuários' e 'traficantes': um estudo de caso sobre a atualização da nova Lei de Drogas na cidade do Rio de Janeiro. In: 34º Encontro Anual da ANPOCS, 2010, Caxambu-MG. 34º Encontro Anual da ANPOCS, 2010.

3.
POLICARPO, Frederico. Ser afetado pelos discursos acerca das drogas e o limite moral dos consumidores: apontamentos sobre a continuidade e descontinuidade no consumo de drogas. In: IV Jornada de Antropologia dos alunos do PPGA/UFF, 2009, Niterói. IV Jornada de Antropologia dos alunos do PPGA/UFF, 2009.

4.
POLICARPO, Frederico. O fim da pena de prisão para o usuário e o judiciário: o que mudou com a nova lei de drogas?. In: XIV Congresso Brasileiro de Sociologia, 2009. XIV Congresso Brasileiro de Sociologia, 2009.

5.
POLICARPO, Frederico. As mudanças trazidas pela nova Lei de Drogas no Brasil. In: VIII Reunión de Antropología del Mercosur, 2009, Buenos Aires, Argentina. VIII Reunión de Antropología del Mercosur, 2009.

6.
POLICARPO, Frederico. O Usuário e a Nova Lei de Drogas: apontamentos preliminares para pesquisa. In: 26ª. Reunião Brasileira de Antropologia, 2008, Porto Seguro, Bahia, Brasil. 26ª. Reunião Brasileira de Antropologia, 2008.

7.
POLICARPO, Frederico. A administração institucional do uso de drogas. In: 32ª ANPOCS - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais, 2008, Caxambu-MG. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais, 2008.

8.
POLICARPO, Frederico. A administração institucional dos conflitos envolvendo o uso de drogas. In: III Jornada de Antropologia do PPGA/UFF, 2008, Niterói. III Jornada de Antropologia do PPGA/UFF, 2008.

9.
POLICARPO, Frederico. O Uso de Drogas e o Sistema de Justiça Criminal. In: VII Reunião de Antropologia do Mercosul, 2007, Porto Alegre/RS. Revista da VII Reunião de Antropologia do Mercosul, 2007.

Apresentações de Trabalho
1.
POLICARPO, Frederico. Políticas Públicas, Universidade e Conflitos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

2.
POLICARPO, Frederico. Os Dilemas Contemporâneos dos Usos e Mercados de Drogas no Rio de Janeiro: Pesquisa Acadêmica e Ativismo Político em Debate. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

3.
POLICARPO, Frederico. Avaliação: Indicadores de Qualidade em Perspectiva Comparada - Rio de Janeiro e São Francisco-EUA. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
POLICARPO, Frederico. Palestra intitulada Pensando o consumo de drogas e o sistema legal na cidade do Rio de Janeiro, no âmbito do Curso Superior de Polícia Integrado (CSPI), da Escola de Políticas Públicas e Gestão Governamental, Universidade Cândido Mendes. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

5.
POLICARPO, Frederico. ?Clients? and ?traficantes? [dealers]: outlining how criminal systems in San Francisco and Rio de Janeiro deal with the consumption of illicit drugs.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

6.
POLICARPO, Frederico. Consumo de Drogas e o Sistema de Justiça Criminal. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

7.
POLICARPO, Frederico. A Administração Policial de Conflitos: Reformas na Polícia e Práticas Tradicionais de Produção de Verdades. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Outras produções bibliográficas
1.
LIMA, R. K. ; BARBOSA, A. R. ; POLICARPO, Frederico ; VERISSIMO, M. . Legalizar as drogas para melhor previnir os abusos. Rio de Janeiro, 2015. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

2.
POLICARPO, Frederico; VARGAS, Joana ; FREIXO, Alessandra ; MAIA, Bóris ; BORGES, Gabriel ; NUÑEZ, Izabel ; LABRONICI, Rômulo ; RANGEL, Victor . Introdução aos Estudos sobre Segurança Pública. Rio de Janeiro: CEDERJ, 2014 (Material Didático).


Produção técnica
Trabalhos técnicos
1.
POLICARPO, Frederico. Parecerista de 01 (um) capitulo que Integra o livro 'Comunidades Terapduticas: temas para reflexdo', organizado e editado pelo IPEA.. 2018.

2.
POLICARPO, Frederico. Revista Cuadernos de Antropología Social. 2013.

3.
POLICARPO, Frederico. A exclusão social e o sistema penitenciário brasileiro. 2010.

4.
POLICARPO, Frederico. A mídia e os traficantes: O tratamento dado pela impressa aos criminosos e suspeitos nas favelas do Rio de Janeiro. 2010.

5.
POLICARPO, Frederico. A violência urbana pós era do crack no Estado do Rio de Janeiro: Analise da banalização da violência, comercio e uso abusivo do crack através da percepção dos adolescentes internos do sistema sócio-educativo. 2010.

6.
POLICARPO, Frederico. Do crime organizado ao Estado e a Desmistificação da Scuderie Lê Cocq. 2010.

7.
POLICARPO, Frederico. Guerra às drogas, redução de danos e prevenção: os desafios modernos da educação no Brasil. 2010.

8.
POLICARPO, Frederico. A ineficácia da pena de prisão e o instituto das penas alternativas em nosso ordenamento jurídico. 2010.

9.
POLICARPO, Frederico. Segurança Pública e Homofobia no Rio de Janeiro: atuais perspectivas. 2010.

10.
POLICARPO, Frederico. Adolescentes que fazem uso abusivo de drogas em cumprimento de medida sócio-educativa e protetiva: correlação da clientela CITUAD-DEGASE com o pensamento social e a organização do espaço público. 2010.

Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
POLICARPO, Frederico. Políticas Públicas, Universidade e Conflitos. 2015. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).


Demais tipos de produção técnica
1.
POLICARPO, Frederico; VARGAS, Joana ; FREIXO, Alessandra ; MAIA, Bóris ; BORGES, Gabriel ; NUÑEZ, Izabel ; LABRONICI, Rômulo ; RANGEL, Victor . Introdução aos Estudos sobre Segurança Pública. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material didático para curto à distância).

2.
POLICARPO, Frederico. Oficina Políticas de Drogas em uma Perspectiva Comparada: Estados Unidos, Brasil e Argentina. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

3.
POLICARPO, Frederico. Juventude e Drogas no Brasil Contemporâneo. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

4.
POLICARPO, Frederico. ?Consumidores?, ?usuários? e ?pacientes?: uma proposta de pesquisa sobre o consumo de drogas no Rio de Janeiro. 2010. (Relatório de pesquisa).

5.
POLICARPO, Frederico; VERISSIMO, M. ; BARBOSA, A. R. ; GRILLO, C. C. . Curso de Capacitação em Políticas Públicas de Segurança Pública e Social Municipal para a Guarda Municipal de Teresópolis. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

6.
POLICARPO, Frederico; PIRES, L. ; PAES, V. F. . Curso de Capacitação de Políticas Públicas e Segurança Pública e Social Municipal para Guarda Municipal de São Pedro D'Aldeia. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

7.
POLICARPO, Frederico. O uso de drogas e o sistema de justiça. 2008. (Relatório de pesquisa).

8.
POLICARPO, Frederico; PIRES, L. ; PAES, V. F. . Plano de Prevenção da Violência e Promoção da Segurança Pública no Município de São Pedro da Aldeia. 2007. (Relatório de pesquisa).

9.
POLICARPO, Frederico; PIRES, L. ; ELIBAUM, L. . Capítulo VI: Os Juizados Especiais Criminais. 2007. (Relatório de pesquisa).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
Hirata, Daniel Veloso; Cardoso, Bruno de Vasconcelos; POLICARPO, Frederico. Participação em banca de LAURA TALHO RIBEIRO. Centro de Operações Rio: construção de narrativas sobre o espaço urbano e novas configurações de gestão de fluxos. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

2.
POLICARPO, Frederico; Geraldo, Pedro Heitor Barros; FONTAINHA, F. C.; BONELLI, M. G.. Participação em banca de Lucia Lambert Passos Ramos. O Tribunal é uma escola! Uma análise da formação inicial dos juízes do trabalho na escola judicial. 2017. Dissertação (Mestrado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

Teses de doutorado
1.
NEIBURG, F; DUARTE, L.F.D; VIANNA, A. R. B.; RABOSSI, F.; POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Andrés Leonardo Góngora Sierra. Farmacopeia Política. Uma etnografia do antiproibicionismo e as lutas pela libertação da maconha na Colômbia. 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação em Antropologia Social/ Museu Nacional) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

2.
BARBOSA, A. R.; PIRES, L.; GUEDES, Simoni; RABOSSI, F.; MELO, V. A.; POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Rômulo Bulgarelli Labronici. Na pata do cavalo: um estudo etnográfico com apostadores do turfe em agências credenciadas do Jockey Club Brasileiro. 2016. Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

3.
POLICARPO, Frederico; LIMA, L. L. G.; SILVA, L. S.; SILVA, M. A. V.; AZEVEDO, N. L.. Participação em banca de Artur Dalla Cypreste. Representações sociais em julgamentos de crimes de tráfico de drogas em varas criminais do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (199-2016). 2016. Tese (Doutorado em Sociologia Política) - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro.

4.
TISCORNIA, S.; Margulies, Susana; Perelman, Marcela; POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Florencia Corbelle. Dar la cara como "usuario responsable". El activismo político de los usuarios de drogas: de la clandestinidade al Congreso Nacional. 2016. Tese (Doutorado em Antropologia) - Universidad de Buenos Aires.

5.
GUEDES, Simoni; SILVA, Edílson; OLIVEIRA, L. R. C.; LIMA, R. K.; POLICARPO, Frederico; SILVA, Ari; LANDIM, Leilah. Participação em banca de Izabella Lacerda Pimenta. Dos acessos ao "mundo do trabalho": uma etnografia sobre os processos de construção institucional de presos e egressos no Rio de Janeiro (Brasil) e Ottawa (Canadá). 2014. Tese (Doutorado em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

6.
POLICARPO, Frederico; LIMA, R. K.; BARBOSA, A. R.; ELIBAUM, L.; TISCORNIA, S.; BOITEUX, L.. Participação em banca de Marcos Veríssimo da Silva. Maconheiros, fumons e growers: um estudo comparativo do consumo e do cultivo caseiro de maconha no Rio de Janeiro e em Buenos Aires. 2013. Tese (Doutorado em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

Qualificações de Doutorado
1.
PAES, V. G. F.; PIRES, L.; ELIBAUM, L.; LIMA, R. K.; POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Marilha Gabriela Reverendo Garau. Testemunho policial militar em audiências de instrução e julgamento nos casos envolvendo tráfico de drogas. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

2.
LIMA, R. K.; POLICARPO, Frederico; AZIZE, R.; Trindade, Arthur; VERISSIMO, M.. Participação em banca de Victor Cesar Torres de Mello Rangel. Uma etnografia do bar e do laboratório da polícia: saberes e técnicas dos usuários e dos peritos criminais sobre o consumo de cocaína. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós Graduação em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

3.
GUEDES, Simoni; POLICARPO, Frederico; Bonnet, Octavio. Participação em banca de Mario Pereira Borba. Um estudo sobre a prescrição e usos de Ritalina a partir do diagnóstico de TDAH na escola. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós Graduação em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

4.
BARBOSA, A. R.; PIRES, L.; GUEDES, Simoni; RABOSSI, F.; MELO, V. A.; POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Rômulo Bulgarelli Labronici. Na pata do cavalo: uma etnografia com apostadores do turfe no Rio de Janeiro. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós Graduação em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

5.
Ribeiro, A.M.; POLICARPO, Frederico; Filho, W.M.. Participação em banca de Bernardo Raphael Bastos de São Clemente. Canabis no Brasil: Sociologia do Proibicionismo ou Narcosociologia?. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

6.
LIMA, R. K.; POLICARPO, Frederico; PIRES, L.; MOTA, F. R.. Participação em banca de Victor Cesar Torres de Mello Rangel. Uma etnografia do bar e do laboratório: saberes nativos e médicos sobre o consumo de cocaína e dependência. 2015. Exame de qualificação (Doutorando em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

7.
POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Arthur Dalla Cipreste. As representações sobre traficantes de drogas em rituais de julgamento na cidade do Rio de Janeiro (1997-2015). 2015. Exame de qualificação (Doutorando em Sociologia Política) - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro.

8.
LIMA, R. K.; ELIBAUM, L.; PIRES, L.; TISCORNIA, S.; POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Marcos Veríssimo da Silva. Prensados, camarões e cogollos: um estudo comparativo da cultura canábica no Rio de Janeiro. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.

Qualificações de Mestrado
1.
POLICARPO, Frederico; GRILLO, C. C.; PIRES, L.. Participação em banca de Luana Almeida Martins. Meu crime é lá fora: um estudo sobre a relação dos adolescentes em internação provisória com o espaço da cidade e o da prisão. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

2.
POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Bernardo Berbet Molina. Administração institucional do consumo de drogas em Campos dos Goytacazes: reflexões a partir da implementação do Programa "Crack é Possível Vencer". 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia Política) - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro.

Monografias de cursos de aperfeiçoamento/especialização
1.
NUÑEZ, Izabel; POLICARPO, Frederico; MUNIZ, J.. Participação em banca de Marcos Antônio de Souza Leal. Vitimização policial militar fora do serviço. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Lato Sensu em Pol. Púb de Just. Crim. e Seg. Púb.) - Universidade Federal Fluminense.

2.
MUNIZ, J.; NUÑEZ, Izabel; POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Jan Van Creveld Carvalho Monteiro. O policial militar e seus direitos sociais: análise das situações de vitimização e atendimento social para policiais militares do Rio de Janeiro. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Lato Sensu em Pol. Púb de Just. Crim. e Seg. Púb.) - Universidade Federal Fluminense.

3.
MUNIZ, J.; NUÑEZ, Izabel; POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Bruno Leonardo de Araújo Santana. As mudanças na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) a partir das manifestações populares de junho de 2013 - a criação do Batalhão de Policiamento em Grandes Eventos. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Lato Sensu em Pol. Púb de Just. Crim. e Seg. Púb.) - Universidade Federal Fluminense.

4.
PIMENTA, I. L.; MARTINS, L. P. B.; POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Renata Matos Pereira de Lima. O egresso e o processo de reconstrução social através de sua inserção no mercado de trabalho. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Lato Sensu em Pol. Púb de Just. Crim. e Seg. Púb.) - Universidade Federal Fluminense.

5.
MARTINS, L. P. B.; POLICARPO, Frederico; PIMENTA, I. L.. Participação em banca de Marcelle de Araujo Lopes. Unidade de Polícia Pacificadora: entendendo sua proposta. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Lato Sensu em Pol. Púb de Just. Crim. e Seg. Púb.) - Universidade Federal Fluminense.

6.
PIMENTA, I. L.; POLICARPO, Frederico; MARTINS, L. P. B.. Participação em banca de Michelle Lopes Carneiro. A pele que se habita: um estudo sobre o uso desproporcional da força na polícia militar carioca. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Lato Sensu em Pol. Púb de Just. Crim. e Seg. Púb.) - Universidade Federal Fluminense.

7.
POLICARPO, Frederico; VERISSIMO, M.; GOMES, F.M.S. Participação em banca de Carla Cristina Ferreira. A população de rua com transtornos psiquiátricos no município de Belford Roxox-RJ: a realidade familiar e a rede de serviços públicos. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Especialização em Políticas Públicas e Gestão Governamental) - Universidade Federal Fluminense.

8.
POLICARPO, Frederico; VERISSIMO, M.; GOMES, F.M.S. Participação em banca de Renan Pereira da Silva. A (Des)estruturação das Universidades Federais Brasileiras: o gerencialismo e o caso REUNI. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Especialização em Políticas Públicas e Gestão Governamental) - Universidade Federal Fluminense.

9.
POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Ed Wilson Lino da Silva. A exclusão social e o sistema penitenciário brasileiro. 2010. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Justiça Criminal e Seg. Pública) - Universidade Federal Fluminense.

10.
POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Vitor Castelões Abdala. A mídia e os traficantes: O tratamento dado pela imprensa aos criminosos e suspeitos nas favelas do Rio de Janeiro. 2010. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Justiça Criminal e Seg. Pública) - Universidade Federal Fluminense.

11.
POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Tânia Regina da Silva Quintã. A violência urbana pós era do crack no Estado do Rio de Janeiro: análise da banalização da violência, comércio e uso abusivo do crack através da percepção dos adolescentes internos do sistema sócio-educativo. 2010. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Justiça Criminal e Seg. Pública) - Universidade Federal Fluminense.

12.
POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Antenor de Castro Rego Neto. Do crime organizado ao Estado e a Desmistificação da Scuderie Le Cocq. 2010. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Justiça Criminal e Seg. Pública) - Universidade Federal Fluminense.

13.
POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Cristina Medella e Silva Nascimento. Guerra às drogas, redução de danos e prevenção: os desafios modernos da educação no Brasil. 2010. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Justiça Criminal e Seg. Pública) - Universidade Federal Fluminense.

14.
POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Rafael Euzébio Pereira. A ineficácia da pena de prisão e o instituto das penas alternativas em nosso ordenamento jurídico. 2010. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Justiça Criminal e Seg. Pública) - Universidade Federal Fluminense.

15.
POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Luciane Berni Nunes. Segurança Pública e Homofobia no Rio de Janeiro: atuais perspectivas. 2010. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Justiça Criminal e Seg. Pública) - Universidade Federal Fluminense.

16.
POLICARPO, Frederico. Participação em banca de Alessandro Luis Correa. Adolescentes que fazem uso abusivo de drogas em cumprimento de medida sócio-educativa e protetiva: correlação da clientela CITUAD-DEGASE com o pensamento social e a organização do espaço público. 2010. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Justiça Criminal e Seg. Pública) - Universidade Federal Fluminense.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
POLICARPO, Frederico; SOUZA, M. A.; Nobre, Domingos. Participação em banca de Bruno Antônio Cerchi.Refúgio e Políticas Públicas de acolhimento: refugiados do conflito Sírio em Angra dos Reis e Rio de Janeiro. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Políticas Públicas) - Universidade Federal Fluminense.

2.
Geraldo, Pedro Heitor Barros; POLICARPO, Frederico; RAMOS, Lucia Lamber Passos. Participação em banca de Bruno Pereira Martins.Usar o proibido: saberes e rituais do uso da maconha num contexto proibicionista. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Segurança Pública) - Universidade Federal Fluminense.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1.
POLICARPO, Frederico; PIRES, L.; PAES, V. F.; Geraldo, Pedro Heitor Barros; Hirata, Daniel. Seleção de Mestrado no Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito. 2015. Universidade Federal Fluminense.

2.
RISCADO, P.; POLICARPO, Frederico; Peixoto, Vitor de Moraes; Coelho, Fernando de Souza; Moraes, Wallace dos Santos. Membro da Comissão Examinadora do Concurso Público de provas e títulos para ingresso na carreira do magistério superior na classe de Professor Adjunto A, nível I, área de conhecimento Administração Pública (Edital nº 171/2015). 2015. Universidade Federal Fluminense.

3.
POLICARPO, Frederico; SOUZA, M. A.; FERREIRA, M.A.G; PINTO, N.M.; MELLO, K. S. S.. Membro da Comissão Examinadora do Concurso Público de provas e títulos para ingresso na carreira do magistério superior na classe de Professor Adjunto A, nível I, área de conhecimento Sociologia e Segurança Pública (Edital nº 080/2014). 2014. Universidade Federal Fluminense.

Outras participações
1.
POLICARPO, Frederico. Especialista Externo en la Evaluación de la Convocatoria Solicitud del Ingreso en la Carrera de Investigador del CONSEJO NACIONAL DE INVESTIGACIONES CIENTIFICAS Y TECNICAS. 2017. Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación Productiva.

2.
POLICARPO, Frederico. Avaliador dos relatos apresentados na 1 etapa da XVI Semana de Monitoria da Universidade Federal Fluminense. 2013. Universidade Federal Fluminense.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
18th IUAES Congress. Coordanador do OP Psychoative substances: encounters of multiple knowledge and practices un the construction of anthropology. 2018. (Congresso).

2.
6ª Congresso Internacional ABRAMD. Compaixão e maconha: as dimensões simbólicas no manejo da dor no Brasil. 2017. (Congresso).

3.
6ª Congresso Internacional ABRAMD. Uma análise comparativa entre os processos de medicalização da maconha e da ritalina: mapeando as informações que circulam nas redes sociais. 2017. (Congresso).

4.
30ª Reunião Brasileira de Antropologia.O 'remédio' da Legalização: os usos medicinais da maconha e a agenda antiproibicionista no Rio de Janeiro. 2016. (Seminário).

5.
30ª Reunião Brasileira de Antropologia.Coordenador do GT 051. Políticas das drogas: éticas de consumo, diversidades das práticas e conflitos acerca de seus controles. 2016. (Seminário).

6.
II Colóquio sobre Drogas - pedagogias de atenção e cuidado.Mesa Modelos políticos alternativos ao proibicionismo. 2016. (Outra).

7.
IV Seminário Internacional do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - INCT-InEAC.O público e o privado em tempos de "crise". 2016. (Seminário).

8.
Jornada Plantas Sagradas em Perspectivas.As histórias da cultura canábica no Brasil: os usos rituais e recreativos. 2016. (Outra).

9.
Roda de conversa do OBFF - A superação de obstáculos legais para a acumulação capitalista: reflexões sobre análise de conjuntura do Brasil.Proibicionismo, criminalização e militarização da Guerra às Drogas. 2016. (Encontro).

10.
Seminário Antropologia e Direitos Humanos: Reflexões Etnográficas e a Retórica da "Crise"."Plantar é fazer justiça com as próprias mãos": as disputas em torno da reclassificação da maconha no Rio de Janeiro. 2016. (Seminário).

11.
Seminário Os 10 anos da lei de drogas.Mesa de abertura. 2016. (Seminário).

12.
Seminário Transregional Summit.Mesa Mídia Alternativa versus Mídia Monopolista: entre a vigilância e a resistência. 2016. (Seminário).

13.
Drogas, Política y Cultura. Perspectivas Brasil-México.Mais especialistas do que dependentes químicos? Uma reflexão sobre a ?indústria de tratamento da drogas?. 2015. (Seminário).

14.
I Colóquio: "Drogas - Você sabe do que está falando?".Os múltiplos discursos sobre as drogas: você sabe de qual está falando?. 2015. (Simpósio).

15.
IV Encontro Nacional sobre a Sócio Antropologia do Uso de Psicoativos ? 4º ENSSAUP.?Doença? ou ?remédio?? Perspectivas comparadas sobre a regulamentação da maconha medicinal nas cidades do Rio de Janeiro, Brasil, e de San Francisco, EUA. 2015. (Encontro).

16.
IX Congresso da RELAJU. "Doença" ou "remédio"? Perspectivas comparadas sobre os regulamentos em torno da maconha nas cidades do Rio de Janeiro, Brasil e de San Francisco, EUA. 2015. (Congresso).

17.
IX Congresso da RELAJU. Drogas, cárceres e ilegalismos: uma proposta para os estudos de antropologia jurídica na América Latina. 2015. (Congresso).

18.
IX Rede Latino-Americana de Antropologia Jurídica. "Doença" ou "Remédio"? Perspectivas comparadas sobre os regulamentos em torno da maconha medicinal nas cidades do Rio de Janeiro, Brasil, e de San Francisco, EUA.. 2015. (Congresso).

19.
IX Rede Latino-Americana de Antropologia Jurídica. Coordenador da mesa: Drogas, Cárcere e Ilegalismos: uma proposta para os estudos de antropologia jurídica na América Latina. 2015. (Congresso).

20.
Semana do IEAR - 2015 UFF na Costa Verde: culturas e saberes em movimento.Políticas Públicas, Universidade e Conflitos. 2015. (Simpósio).

21.
V REA XIV ABANNE. Coordenador do GT 0015 - Drogas, Políticas Públicas, Saúde e Consumidores. 2015. (Congresso).

22.
XI Reunión de Antropología del MERCOSUR. Apontamentos sobre a regulamentação da maconha medicinal, em uma perspectiva comparada entre as cidades do Rio de Janeiro, Brasil, e de San Francisco, EUA.. 2015. (Congresso).

23.
XI Reunión de Antropología del MERCOSUR. Coordenador do GT 18: Drogas, Políticas Públicas, Saúde e Consumidores. 2015. (Congresso).

24.
29ª Reunião Brasileira de Antropologia. Coordenador do GT 61. Múltiplos discursos sobre drogas: medicina, direito e consumidores. 2014. (Congresso).

25.
38º Encontro Anual da ANPOCS.Coordenador e debatedor do SPG11 Múltiplos discursos e práticas sobre drogas: medicina, direito e consumidores sob a perspectiva das Ciências Sociais. 2014. (Encontro).

26.
Agenda Acadêmica IV SACI UFF.Apresentação do NuPoP e suas principais linhas de pesquisa. 2014. (Seminário).

27.
I Congresso Internacional de Políticas de Segurança Pública, Violência e Direitos Humanos: as Políticas de Combate ao Tráfico de Grocas. Resistências institucionais no Campo da Justiça Criminal. 2014. (Congresso).

28.
XI Congreso Argentino de Antropología Social. GRUPO DE TRABAJO 47 - Dinamicas institucionales de las agencias socio - penales. Una mirada sobre los procesos de legitimidad - ilegitimidad. 2014. (Congresso).

29.
XVI Simpósio Internacional sobre Tabaco, Álcool e outras Drogas - Dependência, Compulsão e Impulsividade Tabaco Drogas.As Políticas Públicas na Regulamentação da Maconha. 2014. (Simpósio).

30.
Fórum Direitos Humanos, Drogas e Controle Social.Avaliação: indicadores de Qualidade em Perspectiva Comparada - Rio de Janeiro e São Francisco/EUA. 2013. (Outra).

31.
II Encuentro de las Ciencias Humanas y Tecnológicas para la integración en el Conosur Internacional del Conocimiento: Diálogos en nuestra América.O acesso à Saúde e ao Direito dos consumidores de drogas na cidade do Rio de Janeiro. 2013. (Encontro).

32.
III Semana do IEAR - 2013.Políticas de drogas em uma perspectiva comparada: Estados Unidos, Brasil e Argentina. 2013. (Oficina).

33.
III Semana do IEAR - 2013.Políticas públicas em uma perspectiva comparada: Brasil, Argentina, Canadá, Estados Unidos, Portugal e Argentina. 2013. (Outra).

34.
III Seminário Internacional do INCT-InEAC.Coordenador da mesa: The Plea Bargain Machine. 2013. (Seminário).

35.
III Seminário Internacional do INCT-InEAC.A internacionalização do conhecimento: experiências comparadas de. 2013. (Seminário).

36.
III Seminário Internacional do INCT-InEAC.Debatedor no Fórum: Mercados, Conflitos e Construção de verdades e de direitos. 2013. (Outra).

37.
VII Jornada de Alunos do PPGA-UFF:.Debatedor do GT: Antropologia do Poder. 2013. (Outra).

38.
X RAM.Justicia, rituales y moralidades. 2013. (Outra).

39.
Brown Bag Series do Departamento de Antropologia da Universidade de Stanford.Clients and traficantes [dealers]: outlining how criminal systems in San Francisco and Rio de Janeiro deal with the consumption of illict drugs. 2011. (Outra).

40.
27ª Reunião Brasileira de Antropologia. 'Consumidores', 'usuários' e 'pacientes': uma proposta de pesquisa sobre o consumo de drogas no Rio de Janeiro. 2010. (Congresso).

41.
34º ANPOCS.?Usuários? e ?traficantes?: um estudo de caso sobre a atualização da nova Lei de Drogas na cidade do Rio de Janeiro. 2010. (Encontro).

42.
II Seminário do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos.Coordenação da Mesa: Estado, Criminalidade e Segurança Pública. 2010. (Seminário).

43.
IV Jornada de Antropologia dos alunos do PPGA/UFF.Ser afetado pelos discursos acerca das drogas e o limite moral dos consumidores: apontamentos sobre a continuidade e descontinuidade no consumo de drogas. 2009. (Outra).

44.
VIII Reunião de Antropologia do Mercosul.As mudanças trazidas pela nova lei de drogas no Brasil. 2009. (Outra).

45.
X Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais. Da esfera judicial oficial à esfera policial oficiosa: quais são as mudanças trazidas com a implementação da nova lei de drogas no Brasil?. 2009. (Congresso).

46.
XIV Congresso Brasileiro de Sociologia. O fim da pena de prisão para o usuário e o judiciário: o que mudou com a nova lei de drogas?. 2009. (Congresso).

47.
26ª. Reunião Brasileira de Antropologia. O Usuário e a Nova Lei de Drogas: apontamentos preliminares para a pesquisa. 2008. (Congresso).

48.
32ª ANPOCS - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais.A administração institucional do uso de drogas. 2008. (Encontro).

49.
III Enredes - Encontro Regional Sobre Drogas e Responsabilidade Social: em busca de soluções participativas.O Juizado Especial Criminal e O Uso de Drogas: notas sobre a nova Lei de Drogas - 11.343/06. 2008. (Encontro).

50.
III Jornada do Progama de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal Fluminense (PPGA/UFF).Algumas considerações sobre a relação entre o usuário de drogas e o sistema de justiça a partir da nova Lei de Drogas. 2008. (Outra).

51.
III Jornada dos Alunos do PPGA/UFF.A administração institucional dos conflitos envolvendo o uso de drogas. 2008. (Outra).

52.
I Simpósio Internacional de Segurança e Políticas Públicas sobre Drogas. 2008. (Simpósio).

53.
Simpósio de Antropologia ?Entre o Legal e o Ilegal?.A nova Lei de Drogas e a entrada do usuário no sistema de justiça criminal. 2008. (Simpósio).

54.
3º Jornada Práticas de Justiça e Diversidade Cultural.O Programa Justiça Terapêutica da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro. 2007. (Seminário).

55.
8º Encontro Transdisciplinar de Ciência Penitenciária.O dispositivo psi dentro do sistema de justiça criminal: o caso do Programa Justiça Terapêutica da Vara de Execuções Penais. 2007. (Encontro).

56.
II Seminário Internacional de Gestão em Segurança Pública e Justiça Criminal. 2007. (Seminário).

57.
I Seminário Internacional da Rede de Pesquisa sobre Drogas.O Uso de Drogas e o Sistema de Justiça Criminal: o caso do Programa Justiça Terapêutica da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro. 2007. (Seminário).

58.
VII Reunião de Antropologia do Mercosul. O Uso de Drogas e o Sistema de Justiça Criminal. 2007. (Congresso).

59.
VII Reunião de Antropologia do Mercosul.Oficina 10 - Metodologia de pesquisa, política e epistemologia em estudos sobre substâncias psicoativas e consciência. 2007. (Oficina).

60.
I Seminário Internacional de Gestão em Segurança Pública e Justiça Criminal. 2006. (Seminário).

61.
Seminário de Gestão em Segurança Pública e Justiça Criminal. 2006. (Seminário).

62.
Direitos Humanos - Direitos de Todos. 2005. (Outra).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
POLICARPO, Frederico; SILVA, M. L. ; CARVALHO, J. C. ; BRANDAO, B. . III Colóquio Nacional sobre drogas - democracia e direitos na agenda político-social brasileira. 2018. (Outro).

2.
POLICARPO, Frederico; SILVA, M. A. V. ; Martins, L.A. ; MOTTA, Y. J. P. ; PRADO, M. F. M. ; RAMOS, Lucia Lamber Passos ; CARDOSO, Marina ; CLEMENTE, B. S. ; Alves, Perla . Seminário de Pesquisa sobre os usos terapêuticos da maconha. 2017. (Outro).

3.
POLICARPO, Frederico. II Colóquio sobre Drogas - pedagogias de atenção e cuidado. 2016. (Outro).

4.
POLICARPO, Frederico. Seminário de Iniciação Científica do NuPoP. 2014. (Outro).

5.
LIMA, R. K. ; POLICARPO, Frederico ; MIRANDA, A. P. M. ; ELIBAUM, L. ; PIRES, L. . II Seminário do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos. 2010. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Dissertação de mestrado
1.
Bruno Alves. Ainda não definido. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense. (Orientador).

2.
Monique Fernanda de Moura Prado. Ainda não definido. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense. (Orientador).

3.
Yuri José de Paula Motta. Ainda não definido. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense. (Orientador).

4.
Marina de Almeida Cardoso. Ainda não definido. Início: 2016. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense. (Orientador).

Tese de doutorado
1.
Luana Martins. ainda não definido. Início: 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense. (Orientador).

2.
Perla Alves. ainda não definido. Início: 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense. (Orientador).

3.
Bianca Garcia Neri. JUSTIÇA RESTAURATIVA E ADMINISTRAÇÃO INSTITUCIONAL DE CONFLITOS: entre discursos e práticas Análise a partir de uma etnografia nos Juizados Especiais Criminais da cidade do Rio de Janeiro. Início: 2017. Tese (Doutorado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense. (Orientador).

Orientações de outra natureza
1.
João Victor Felix. A socialização acadêmica a partir da escola pública: os usos da escola e a natureza dos conflitos. Início: 2018. Orientação de outra natureza. Universidade Federal Fluminense. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Dissertação de mestrado
1.
Camila Pereira de Castro Siqueira. POR QUE PATENTEAR? REFLEXÕES SOBRE AS NARRATIVAS DE PESQUISADORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense, . Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

2.
Perla Alves Bento de Oliveira Costa. Quando a gansóloga sou eu: uma etnografia sobre as práticas dos policiais militares no Rio de Janeiro. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense, . Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

3.
Luana Almeida Martins. Entre a pista e a cadeia: uma etnografia sobre a experiência da internação provisória em uma unidade socioeducativa no Rio de Janeiro. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense, . Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

Tese de doutorado
1.
Victor Cesar Torres de Mello Rangel. Os Cinco Sentidos da ?Cocaína?. Saberes, hierarquias e controles sobre o uso e a manipulação do pó entre consumidores e peritos criminais. 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação Antropologia) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Coorientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

2.
BERNARDO RAPHAEL BASTOS DE SÃO CLEMENTE. O PROIBICIONISMO DAS DROGAS E O CASO DA MACONHA NO BRASIL. 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense, . Coorientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

3.
Victor Cesar Torres de Mello Rangel. Uma etnografia do bar e do laboratório: saberes nativos e médicos sobre o consumo de cocaína e dependência. 2015. Tese (Doutorado em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ. Coorientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1.
Cyntia Aparecida Abreu de Mattos. As interfaces do serviço policial no processo de adicção de seus agentes. 2017. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Lato Sensu em Pol. Púb de Just. Crim. e Seg. Púb.) - Universidade Federal Fluminense. Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

2.
Carlos Alexandre Camargo da Silva. Qualidade de vida do policial militar, baseada na teoria das necessidades ? A qualidade de vida do policial militar, utilizando-se da teoria das necessidades de Maslow com sono em sono, segurança do corpo e da moralidade. 2017. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Lato Sensu em Pol. Púb de Just. Crim. e Seg. Púb.) - Universidade Federal Fluminense. Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Bruno Antônio Cerchi. Refúgio e Políticas Públicas de acolhimento: refugiados do conflito Sírio em Angra dos Reis e Rio de Janeiro. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Políticas Públicas) - Universidade Federal Fluminense. Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

2.
Yuri José de Paula Motta. Canabis em foco: percepções sobre drogas e políticas públicas em Angra dos Reis. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Políticas Públicas) - Universidade Federal Fluminense. Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

Iniciação científica
1.
Caio Araújo. Discursos sobre o consumo de drogas: produzindo dados para o suporte de Políticas Públicas na cidade de Angra dos Reis/RJ. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em Políticas Públicas) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

2.
Yuri José de Paula Motta. Discursos sobre o consumo de drogas: produzindo dados para o suporte de Políticas Públicas na cidade de Angra dos Reis/RJ. 2016. Iniciação Científica. (Graduando em Políticas Públicas) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

3.
Maria Clara Carvalho Ribeiro Aranha. Conflitos no paraíso: as disputas envolvendo o INEA, o Condomínio Laranjeiras e os moradores da Praia do Sono, Paraty, RJ.. 2015. Iniciação Científica. (Graduando em Políticas Públicas) - Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal Fluminense. Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

4.
Yuri José de Paula Motta. Políticas Públicas sobre drogas em Angra dos Reis. 2014. Iniciação Científica. (Graduando em Políticas Públicas) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

Orientações de outra natureza
1.
Gabriel Miranda Marins Ferreira. A socialização acadêmica a partir da Escola Pública: prática de pesquisa em uma perspectiva crítica. 2017. Orientação de outra natureza - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.

2.
Monique Fernanda de Moura Prado. Os pacientes de maconha medicinal, a lei e a medicina: produzindo dados para o debate em torno do Canabidiol. 2015. Orientação de outra natureza. (Segurança Pública) - Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal Fluminense. Orientador: Frederico Policarpo de Mendonça Filho.



Inovação



Projetos de pesquisa

Outros projetos


Educação e Popularização de C & T



Artigos
Artigos completos publicados em periódicos
1.
POLICARPO, Frederico2017 POLICARPO, Frederico; SILVA, M. A. V. ; FIGUEIREDO, E. . A ?fumaça do bom direito?: demandas pelo acesso legal à maconha na cidade do Rio de Janeiro. Platô: Drogas e Políticas, v. 1, p. 7-38, 2017.


Textos em jornais de notícias/revistas
1.
POLICARPO, Frederico. Breves notícias sobre as associações canábicas no Brasil. Cannabica: queimando mitos, acendendo fatos, ACUCA-SP, p. 8 - 8.


Apresentações de Trabalho
1.
POLICARPO, Frederico. A Administração Policial de Conflitos: Reformas na Polícia e Práticas Tradicionais de Produção de Verdades. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
POLICARPO, Frederico. Consumo de Drogas e o Sistema de Justiça Criminal. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

3.
POLICARPO, Frederico. Palestra intitulada Pensando o consumo de drogas e o sistema legal na cidade do Rio de Janeiro, no âmbito do Curso Superior de Polícia Integrado (CSPI), da Escola de Políticas Públicas e Gestão Governamental, Universidade Cândido Mendes. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
POLICARPO, Frederico. Os Dilemas Contemporâneos dos Usos e Mercados de Drogas no Rio de Janeiro: Pesquisa Acadêmica e Ativismo Político em Debate. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).


Cursos de curta duração ministrados
1.
POLICARPO, Frederico; VERISSIMO, M. ; BARBOSA, A. R. ; GRILLO, C. C. . Curso de Capacitação em Políticas Públicas de Segurança Pública e Social Municipal para a Guarda Municipal de Teresópolis. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

2.
POLICARPO, Frederico; PIRES, L. ; PAES, V. F. . Curso de Capacitação de Políticas Públicas e Segurança Pública e Social Municipal para Guarda Municipal de São Pedro D'Aldeia. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).


Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
POLICARPO, Frederico. Políticas Públicas, Universidade e Conflitos. 2015. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
POLICARPO, Frederico; SILVA, M. A. V. ; Martins, L.A. ; MOTTA, Y. J. P. ; PRADO, M. F. M. ; RAMOS, Lucia Lamber Passos ; CARDOSO, Marina ; CLEMENTE, B. S. ; Alves, Perla . Seminário de Pesquisa sobre os usos terapêuticos da maconha. 2017. (Outro).



Outras informações relevantes


Foi Chefe da Divisão de Inovação e Tecnologias Sociais da Agência de Inovação da Universidade Federal Fluminense (AGIR/UFF) durante o ano de 2015



Página gerada pelo Sistema Currículo Lattes em 23/10/2018 às 20:26:06