David Esmael Marques da Silva

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  • Última atualização do currículo em 28/02/2018


É doutorando em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos. Possui graduação em Ciências Sociais pala Universidade Federal de São Carlos (2011) e mestrado em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (2016). Atua nas temáticas relacionadas à gestão do crime e da violência pelas instituições do campo da segurança pública e justiça criminal, com atenção especial ao estado de São Paulo. Desde 2012 é membro do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos (GEVAC) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e pesquisador em formação do Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT/InEAC). Desde janeiro de 2015 é pesquisador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
David Esmael Marques da Silva
Nome em citações bibliográficas
MARQUES, David

Endereço


Endereço Profissional
Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Rua Amália de Noronha, 151 - Cj. 405
Pinheiros
05410010 - São Paulo, SP - Brasil
Telefone: (11) 30810925
URL da Homepage: www.forumseguranca.org.br


Formação acadêmica/titulação


2016
Doutorado em andamento em Sociologia.
Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.
Título: Chacinas e controle do crime em São Paulo,
Orientador: Jacqueline Sinhoretto.
Palavras-chave: Polícia Militar do Estado de São Paulo; Violência; Segurança Pública; Crime; Polícia.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas.
2012 - 2014
Mestrado em Sociologia.
Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.
Título: Da festa à chacina: formas de gestão da violência e do crime em São Carlos/SP,Ano de Obtenção: 2014.
Orientador: Jacqueline Sinhoretto.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Palavras-chave: Crime; Violência; Polícia; Primeiro Comando da Capital; Estado; São Carlos.
Grande área: Ciências Humanas
2008 - 2011
Graduação em Ciências Sociais.
Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.
Título: O Grupo de Trabalho Pró-Constituinte e a Assembléia Constituinte do Estado de São Paulo - 1987-1989.
Orientador: Marco Antonio Villa.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.




Atuação Profissional



Fórum Brasileiro de Segurança Pública, FBSP, Brasil.
Vínculo institucional

2015 - Atual
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 40


Associação Aliança Empreendedora, AE, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - 2015
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Assessor de Empreendimentos, Carga horária: 44


Governo do Estado de São Paulo, GOVERNO/SP, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - 2014
Vínculo: Professor eventual, Enquadramento Funcional: Professor eventual
Outras informações
Atuação como professor eventual em escolas da rede estadual de ensino.


Prefeitura Municipal de São Carlos - SP, PMSC, Brasil.
Vínculo institucional

2011 - 2012
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Auxiliar administrativo, Carga horária: 40
Outras informações
Atendente na Divisão de Serviços Integrados do Município - SIM.

Vínculo institucional

2011 - 2011
Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Entrevistador, Carga horária: 20
Outras informações
Entrevistador e operador do Cadastro Único para programas sociais do Governo Federal na cidade de São Carlos/SP.


Fundação Pró-Memória de São Carlos, FPMSC, Brasil.
Vínculo institucional

2010 - 2011
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Auxiliar de pesquisa, Carga horária: 20
Outras informações
Auxiliar de pesquisa em um projeto que visa valorizar a presença e a cultura nipo-brasileira na cidade de São Carlos, sobretudo através do resgate da História Oral dos moradores da cidade.



Projetos de pesquisa


2018 - Atual
Estratégias de controle do crime e administração de conflitos: o caso de São Paulo
Descrição: Este subprojeto enfoca a administração institucional de conflitos a partir do estudo de diferentes estratégias contemporâneas de controle do crime. Procura interpretar, no mesmo quadro de compreensão, formas diferentes de administrar os conflitos relacionados à emergência de novos modos de organização do crime no Sudeste ? em especial em São Paulo, mas não apenas ? e os controles desenvolvidos e acionados por agentes estatais. Os estudos prévios realizados sobre a temática, incluindo o subprojeto ?A nova organização do mundo do crime e as instituições estatais de controle social e prevenção? desenvolvido no âmbito do InEAC (2012-2015), apontaram para a definição de ao menos quatro estratégias de controle do crime, que orientam as pesquisas empíricas do presente grupo. Em torno destas estratégias são mobilizados recursos, saberes, práticas e redes profissionais que articulam e tencionam grupos de agentes estatais nas corporações policiais, da justiça e nos programas de prevenção. Para o período atual, pretende-se refinar o conhecimento de como são constituídas e operadas as estratégias, buscando reconhecer os grupos de agentes que as mobilizam, as disputas e composições entre atores, a construção e mobilização de saberes específicos que orientam a ação no campo do controle do crime. Entre quatro as estratégias previamente reconhecidas, delineia-se o chamado combate militarizado, protagonizado por agentes da Polícia Militar. Nesta estratégia de controle do crime, os acusados são associados a ?inimigos? a serem combatidos, produzindo altas taxas de letalidade na ação policial, vitimando um perfil definido, constituídos por jovens do sexo masculino e predominantemente de cor negra. Ao lado desta estratégia, identificam-se os contornos contemporâneos das formas clássicas de controle do crime por meio da utilização do aparato penal, que tem produzido taxas muito elevados de encarceramento, também concentradas sobre jovens que cometem crimes patrimoniais e tráfico de drogas que envolvem pequenos valores. A administração penal dos conflitos do crime produz também larga impunidade para os crimes contra a vida e para a violência policial. Estas estratégias sofrem uma aparente concorrência de novas formas de administração de conflitos, introduzidas no Brasil a partir da importação de saberes e de mudanças legislativas que instituíram procedimentos alternativos de administração de conflitos no interior do sistema de justiça e programas de prevenção de delitos no campo da segurança. Até o momento, a pesquisa avançou no sentido da proposição da hipótese de que as justiças alternativas e os programas de prevenção inserem-se num quadro de seletividade de conflitos a serem tratados por formas mais duras de intervenção (como letalidade e prisão) e formas mais doces de justiça, destinadas a tipos de conflitos e tipos de acusados considerados menos ofensivos ou perigosos. Nestas estratégias, outros saberes profissionais disputam espaço com os saberes policiais e judiciais, em busca de tratamento e profilaxia de possíveis desvios, especialmente destinados a adolescentes, usuários de drogas e moradores de rua. Buscam instituir formas de administração de conflitos que sejam alternativas ao modelo penal. Contudo, a hipótese construída a partir da experiência prévia de pesquisa indica que possíveis colonizações do tratamento penal dos conflitos ocorrem nestas formas de administração de conflitos. É do interesse desta pesquisa reconhecer as formas concretas de funcionamento de programas de justiça e policiamento alternativos e sua capacidade de disputar a hegemonia do tratamento criminal dos conflitos e a definição dos desviantes como inimigos a serem neutralizados..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (4) Doutorado: (3) .

Integrantes: David Esmael Marques da Silva - Integrante / Jacqueline Sinhoretto - Coordenador / Juliana Tonche - Integrante / Giane Silvestre - Integrante / Felipe Athayde Lins de Melo - Integrante / Henrique de Linica dos Santos Macedo - Integrante / Liana de Paula - Integrante / Jade Cavalli - Integrante / Paula Paschoal - Integrante / Eduardo Rossler - Integrante / André Cedro de Araújo Sales - Integrante.
2017 - Atual
Policiamento e relações raciais: estudo comparado sobre formas contemporâneas de controle do crime
Descrição: Este projeto destina-se a investigar o modelo de policiamento ostensivo em cinco Unidades da Federação (São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Distrito Federal) a partir dos efeitos de sua atuação sobre os grupos raciais. Pretende-se coletar informações quantitativas sobre o perfil dos presos em flagrante (raça/cor, idade, tipo de delito) para compreender o foco da atuação policial no controle do crime, com base em registros oficiais (boletins de ocorrência) em cada estado. Dados quantitativos sobre o perfil dos mortos em ação policial complementam a análise. Observação direta de práticas de policiamento em locais de grande circulação também será utilizada como técnica para levantamento de dados sobre as abordagens a públicos com diferentes perfis, bem como observação em locais de maior ocorrência de prisões em flagrante. Entrevistas com policiais militares (oficiais e praças) nas cinco UF serão realizadas com o objetivo de compreender como interpretam os dados obtidos, o que pensam das relações raciais e o policiamento, como se posicionam diante das acusações públicas de racismo institucional nas organizações policiais. Desta forma, a pesquisa procura investigar tanto os modelos de policiamento ostensivo, as concepções a ele subjacentes, o desenho das formas mais usuais de policiamento, assim como as práticas dos policiais no cotidiano das operações. A hipótese é a de haver viés racial na produção da segurança pública no Brasil, não necessariamente nas opiniões pessoais dos policiais, mas no próprio desenho das práticas de policiamento que enfocam certos tipos sociais racializados, certas práticas delitivas e certas espacialidades, cujos efeitos são a produção da desigualdade racial nos resultados do policiamento, em especial prisões em flagrante e mortes. A interpretação dos dados se orientará por perceber semelhanças e diferenças nos resultados obtidos nas cinco realidades pesquisadas, procurando ressaltar elementos que permitam reconhecer características organizacionais e contextos políticos que contribuem para a configuração da desigualdade racial ou para sua possível superação.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) .

Integrantes: David Esmael Marques da Silva - Integrante / Jacqueline Sinhoretto - Coordenador / Henrique de Linica dos Santos Macedo - Integrante / Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo - Integrante / Eduardo Cerqueira Batitucci - Integrante / José Luiz de Amorim Ratton Júnior - Integrante / Haydée Caruso - Integrante / Luís Felipe Zilli - Integrante.
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2016 - Atual
Chacinas e controle do crime em São Paulo
Descrição: A presente pesquisa tem como objeto empírico a chacina ocorrida em Osasco e Barueri, municípios da região metropolitana de São Paulo, em 13 de agosto de 2015, na qual 19 homicídios foram praticados em bairros periféricos por grupos de indivíduos encapuzados. A principal linha de investigação do governo do estado lança a suspeita de que os crimes tenham sido cometidos por policiais militares e guardas civis como forma de retaliação às mortes de um policial militar e um guarda civil naquela região, dias antes. O principal objetivo desta pesquisa é, por meio deste estudo de caso, identificar aspectos das estratégias de controle do crime e da violência mobilizadas pela Polícia Militar paulista. A pergunta central deste trabalho é: se o padrão de atuação da polícia é caracterizado pela alta letalidade, sendo apoiado por diversos segmentos sociais, por que policiais realizam chacinas, que fomentam acusações sociais sobre a corporação? Para tanto, trabalharemos com a cobertura do caso realizada por dois veículos de comunicação, analisaremos entrevistas realizadas com ex-comandantes gerais da Polícia Militar e ex-secretários de segurança pública do estado de São Paulo, assim como realizaremos entrevistas com representantes de instituições que compõem o sistema de justiça criminal e organizações da sociedade civil e movimentos sociais com atuação na temática..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .

Integrantes: David Esmael Marques da Silva - Coordenador.
2015 - 2018
Pacto por um Ceará Pacífico
Descrição: O Fórum Brasileiro de Segurança Pública colabora com o Governo do Estado do Ceará no desenvolvimento deo modelo de governança e gestão do programa Pacto por um Ceará Pacífico, que tem como objetivo reduzir a violência letal no estado do Ceará por meio da articulação entre diversas esferas e instâncias do poder público.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: David Esmael Marques da Silva - Integrante / Cristina Neme - Coordenador.
2014 - 2015
Memória e formação de agenda nas Políticas de Segurança Pública no Estado de São Paulo
Descrição: O projeto teve omo objetivo oferecer uma contribuição para o resgate histórico das medidas de caráter incremental e de modernização das políticas de segurança pública encaminhadas nas últimas três décadas no estado de São Paulo. Buscamos destacar quais as iniciativas mais contribuíram para a democratização do campo, seus principais atores e seu contexto de elaboração e implementação. O projeto foi desenvolvido no âmbito de uma parceria entre o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o Instituto Betty e Jacob Lafer e seus resultados estão disponíveis no website: www.memoriaseguranca.org.br.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: David Esmael Marques da Silva - Integrante / Roberta Astolfi - Integrante / Ana Lídia Santana - Integrante / Olaya Hanashiro - Coordenador / Renato Sérgio de Lima - Integrante / Samira Bueno - Integrante / Cauê Martins - Integrante.
Financiador(es): Instituto Betty e Jacob Lafer - Outra.
2013 - 2014
Desigualdade racial e segurança pública em São Paulo: letalidade policial e prisões em flagrante
Descrição: A pesquisa Desigualdade racial e segurança pública em São Paulo: letalidade policial e prisões em flagrante foi desenvolvida pelo Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos da Universidade Federal de São Carlos (GEVAC/UFSCar), coordenado pela Prof.ª Dr.ª Jacqueline Sinhoretto, no âmbito do programa de pesquisa Segurança pública e relações raciais . O objetivo foi investigar a existência de mecanismos de produção da desigualdade racial na atividade policial em São Paulo. Diante da inexistência de dados disponíveis sobre a atividade policial de abordagem, foram utilizados outros indicadores de monitoramento do tratamento policial nos diferentes grupos da população paulista. Para tanto, foram coletados e analisados dados quantitativos sobre a letalidade e prisões em flagrante. Os dados sobre a letalidade policial publicados não permitem a análise pela variável cor/raça dos indivíduos mortos pela ação da polícia. Em busca de reconstruir essas informações a equipe de pesquisa firmou uma parceria com a Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo para a produção de uma base de dados sobre a letalidade policial com informações sobre o perfil das vítimas e dos policiais envolvidos, incluindo a variável cor/raça das vítimas. Em relação às prisões em flagrante, os dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo também não possibilitam a observação da variável cor/raça. Porém, a Coordenadoria de Análise e Planejamento forneceu uma consulta específica à base de registro de ocorrência, o que permitiu conhecer a distribuição das prisões em flagrante efetuadas segundo a cor/raça dos presos. A pesquisa descobriu que em São Paulo, nos anos de 2010 e 2011, entre as vítimas de mortes cometidas por policiais, 58% são negras, ao passo que na população residente do estado o percentual de negros é de 34%. Para cada grupo de 100 mil habitantes negros, foi morto 1,4, ao passo que, para cada grupo de 100 mil habitantes brancos, foi morto 0,5. Além da produção da desigualdade racial na letalidade policial, a pesquisa constatou ainda que a vigilância policial é operada de modo racializado. Em São Paulo, a taxa de flagrantes de negros é mais que o dobro da verificada para brancos. Os dados expressam que a vigilância policial privilegia as pessoas negras e as reconhece como suspeitos criminais, flagrando em maior intensidade as suas condutas ilegais, ao passo que os brancos gozam de menor vigilância da polícia para suas atividades criminais..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (5) / Doutorado: (2) .

Integrantes: David Esmael Marques da Silva - Integrante / Jacqueline Sinhoretto - Coordenador / Giane Silvestre - Integrante / Maria Carolina de Camargo Schlittler - Integrante / Henrique de Linica dos Santos Macedo - Integrante / Letícia Canonico de Souza - Integrante / Giulianna Bueno Denari - Integrante / Yasmin Lucita Rodrigues Miranda - Integrante / Kathleen Ferreira Angulo - Integrante.
2012 - 2017
A nova organização do mundo do crime e as instituições estatais de controle social e prevenção
Descrição: O objeto de investigação é a forma como as instituições e os agentes estatais, especialmente aqueles ligados à prevenção, ao controle e à administração judicial do crime, estão sendo afetados pela emergência do que nomeamos como nova organização do mundo do crime, à qual corresponde o fortalecimento de uma nova moralidade, novas formas de administração de conflitos e de relacionamento com agentes estatais. Pergunta-se como os agentes estatais se vêem afetados por esta novidade; qual o impacto disto sobre o seu trabalho, sobre os modos de exercer a prevenção, o controle e a administração do crime; quais representações eles elaboram sobre as mudanças nos contextos em que atuam; como eles percebem o contexto em que desenvolvem suas atividades profissionais. Para atingir este objetivo estão propostas 8 estratégias de pesquisa articuladas, que permitirão abordar, em contextos etnográficos diversos, diferentes situações e agentes ocupando posições variadas no campo da prevenção e do controle do crime, em espaços geográficos diversos, que compreendem a cidade de São Paulo e cidades médias da região central deste estado. Além disto, como contraponto e elemento de comparação, o estudo também incluirá cidades médias do Triângulo Mineiro, onde se supõe que a influência do PCC seja mais rarefeita embora não ausente..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (3) Doutorado: (5) .

Integrantes: David Esmael Marques da Silva - Coordenador / Jacqueline Sinhoretto - Integrante / Juliana Tonche - Integrante / Giane Silvestre - Integrante / Maria Carolina de Camargo Schlittler - Integrante / Márcio Bonesso - Integrante / Natália Máximo e Melo - Integrante / Felipe Athayde Lins de Melo - Integrante / Henrique de Linica dos Santos Macedo - Integrante.
2012 - 2015
Controle social estatal em face da organização do mundo do crime no interior paulista
Descrição: Trata-se de estudo de caso sobre a investigação policial de um homicídio ocorrido em 2007 em Pirassununga - SP. O inquérito policial sobre o homicídio é vinculado a uma escuta policial, com mais de 24 horas de gravação, de conversas entre os supostos membros de uma organização criminal, o Primeiro Comando da Capital (PCC), que atua dentro dos estabelecimentos penais paulistas. A gravação relata o debate entre os membros desta organização, evocado por um morador de Pirassununga após seu irmão ter sido assassinado. O rapaz desejava vingar a morte do irmão, todavia, entendia que antes de empreender a ação deveria pedir autorização ao PCC. Os integrantes da organização, detidos em unidades prisionais, passaram a averiguar as circunstâncias em que ocorreu o assassinato a partir do relato de todos os envolvidos: os 4 acusados do assassinato, os parentes da vítima, incluindo o homem que havia acionado o debate. O desfecho foi a permissão para a execução de 1 dos 4 homens como vingança da morte violenta. Todo o debate foi gravado pela polícia e serviu de evidência para a instauração do inquérito policial. O foco da pesquisa é conhecer como se dá a administração estatal de conflito desta natureza, em que há vinculação clara com organização criminosa e uma grande complexidade tanto na autoria intelectual quanto material do homicídio. O interesse da pesquisa está em conhecer e analisar o modo como polícias, Ministério Público e Judiciário administram um conflito dessa natureza, que põe em confronto lógicas e procedimentos de julgamento que não são apenas diferentes, mas concorrentes. Como as instituições estatais administram e lidam com as consequências da emergência das novas formas de organização do crime? Como agentes estatais localizados em posições hierárquicas menores nas instituições estatais (como os policiais de Pirassununga) encontram instrumentos para administrar um conflito que supõe a participação de um número muito grande de indivíduos, supostamente protegidos po..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) .

Integrantes: David Esmael Marques da Silva - Integrante / Jacqueline Sinhoretto - Coordenador / Giane Silvestre - Integrante / Maria Carolina de Camargo Schlittler - Integrante.
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
2012 - 2014
Da festa à chacina: formas de gestão do crime, da violência e da pobreza em São Carlos/SP
Descrição: A pesquisa questionou instituições estatais relacionadas a gestão do crime e da violência, assim como instituições que contam com a atuação de seus agentes em territórios periféricos da cidades, no sentido de captar suas percepções acerca da reorganização das dinâmicas criminais no estado de São Paulo, evidenciada na virada para os anos 2000, e apontada pela bibliografia especializada. Assim, as questões centrais que mobilizaram a pesquisa são: de que maneira os agentes de instituições estatais (funcionários dos serviços de assistência social municipal, da Polícia Militar e da Polícia Civil) concebem essa reorganização das dinâmicas criminais e, tendo em vista estas concepções, quais suas estratégias de relacionamento com os sujeitos ligados às dinâmicas criminais. Para avançar em relação aos questionamentos, a pesquisa empírica se valeu de entrevistas semi-estruturadas, visitas a equipamentos da administração municipal e análise de material de imprensa. Pesquisa financiada por bolsa de mestrado do CNPq..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: David Esmael Marques da Silva - Coordenador.


Membro de corpo editorial


2012 - 2013
Periódico: Áskesis - Revista dos Discentes do Programa de Pós Graduação em Sociologia


Revisor de periódico


2012 - 2013
Periódico: Áskesis - Revista dos Discentes do Programa de Pós Graduação em Sociologia


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Sociologia da Violência.
3.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Sociologia Política.
4.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Segurança Pública.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
MELO, N. M. E.2014MELO, N. M. E. ; SOUZA, L. C. ; MARQUES, David . Internação para usuários de crack: um campo de disputas em construção. Mosaico (Rio de Janeiro), v. Ano V, p. 1-20, 2014.

Capítulos de livros publicados
1.
SINHORETTO, J. ; MARQUES, David . Segurança Pública e Estado de Direito, 25 anos: diálogo pragmático com Winfried Hassemer. In: IBCCRIM, Instituto Brasileiro de Ciências Criminais. (Org.). IBCCRIM 25 anos. 1ed.Belo Horizonte: Editora D'Plácido, 2017, v. , p. 131-152.

2.
MARQUES, David. Rede de Frente ? Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica Contra a Mulher: Barra do Garças e Pontal do Araguaia (MT). In: Fórum Brasileiro de Segurança Pública. (Org.). Práticas inovadoras de enfrentamento à violência contra as mulheres: experiências desenvolvidas pelos profissionais de segurança pública. 1ed.São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2017, v. 1, p. 63-78.

3.
Ribeiro, Ludmila Mendonça Lopes. ; Bueno, Samira. ; MARQUES, David ; Prado, Sara. . Os policiais civis de linha de frente na nova ordem democrática. In: Renato Sérgio de Lima, Samira Bueno. (Org.). Polícia e Democracia: 30 anos de estranhamentos e esperanças. 1ed.São Paulo: Alameda Editorial, 2015, v. , p. 165-198.

4.
Bueno, Samira. ; MARQUES, David . Decifrando o enigma da segurança pública: entrevista com Coronel Carlos Alberto de Camargo. In: Renato Sérgio de Lima, Samira Bueno. (Org.). Polícia e Democracia: 30 anos de estranhamentos e esperanças. 1ed.São Paulo: Alameda Editorial, 2015, v. , p. 99-127.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
MARQUES, David. Os enfrentamentos militarizados entre PMESP e PCC em 2012: rotina e crise no controle do crime paulista. In: XVII Congresso Brasileiro de Sociologia, 2015, Porto Alegre/RS. Anais do XVII Congresso Brasileiro de Sociologia - 20 a 23 de Julho de 2015, Porto Alegre (RS), 2015.

2.
MARQUES, David. A rotina e a crise: o papel dos repertórios de 'guerra' nas relações entre PMESP e PCC. In: 8º Encontro da ANDHEP - Políticas Públicas para a Segurança Pública e Direitos Humanos, 2014, São Paulo. Anais do 8º Encontro da ANDHEP - Políticas Públicas para a Segurança Pública e Direitos Humanos, 2014.

3.
MARQUES, David. Instituições estatais e dinâmicas criminais no interior paulista. In: II Seminário Fluminense de Sociologia, 2013, Niterói/RJ. Anais do II Seminário Fluminense de Sociologia, 2013.

4.
MARQUES, David. Lógicas estatais e dinâmicas criminais no interior paulista. In: IV Seminário Internacional do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar, 2013, São Carlos/SP. Anais do IV Seminário do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar, 2013.

Apresentações de Trabalho
1.
MARQUES, David. Violência no Brasil e os desafios para as políticas de segurança pública. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
SINHORETTO, J. ; MARQUES, David . Os rumos da segurança pública no Brasil. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

3.
MARQUES, David. Os enfrentamentos militarizados entre PMESP e PCC em 2012: rotina e crise no controle do crime paulista. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

4.
SINHORETTO, J. ; BONESSO, M. ; TONCHE, J. ; SILVESTRE, G. ; SCHLITTLER, M. C. C. ; MELO, N. M. E. ; MELO, F. A. L. ; MARQUES, David ; MACEDO, H. L. S. . O controle social estatal em face da nova organização do mundo do crime em São Paulo. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

5.
MARQUES, David. O Grupo de Trabalho Pró-Constituinte e a Assembléia Constituinte do Estado de São Paulo: 1987-1989. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções bibliográficas
1.
Lima, Renato Sérgio. ; Bueno, Samira. ; MARQUES, David ; Astolfi, Roberta. ; Martins, Cauê ; Neme, Cristina. ; SOBRAL, I. ; SANTOS, M. . Anuário Brasileiro de Segurança Pública. São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2017 (Anuário Estatístico sobre Segurança Pública e Violência).

2.
Lima, Renato Sérgio. ; Bueno, Samira. ; NOGUEIRA, P. O. ; MARQUES, David ; Astolfi, Roberta. ; Martins, Cauê ; SANTOS, M. ; SOBRAL, I. ; PRANDI, S. . Anuário Brasileiro de Segurança Pública - Ano 10. São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2016 (Anuário Estatístico sobre Segurança Pública e Violência).


Produção técnica
Trabalhos técnicos
1.
Lima, Renato Sérgio. ; Neme, Cristina. ; MARQUES, David ; Martins, Cauê ; SAPORI, L. ; Bueno, Samira. ; CARBONARI, F. . Experiências exitosas de enfrentamento à violência e à criminalidade. 2017.

2.
Lima, Renato Sérgio. ; Neme, Cristina. ; MARQUES, David ; SAPORI, L. ; OLIVEIRA, V. C. . O CENÁRIO DA VIOLÊNCIA E DA CRIMINALIDADE NO BRASIL E NO CEARÁ. 2017.

3.
Lima, Renato Sérgio. ; Neme, Cristina. ; FIGUEIREDO, I. ; SAPORI, L. ; MARQUES, David ; MACÊDO, A. ; MONTESIÃO, C. ; DUARTE, M. ; PINTO, O. ; ZAMBRZYCKI, W. . Ceará Pacífico em Ação: matriz de acompanhamento. 2017.

4.
MARQUES, David. Comentário sobre o Relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado Federal sobre o Assassinato de Jovens, apresentado pelo Senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Brasília: Senado Federal.. 2016.

Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
MARQUES, David. No Brasil, um carro é roubado a cada minuto. 2016. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

2.
MARQUES, David. Violência: a cada nove minutos uma pessoa é assassinada no Brasil. 2016. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

3.
MARQUES, David. David Marques analisa esquema de segurança dos Jogos Olímpicos. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

Redes sociais, websites e blogs
1.
Lima, Renato Sérgio. ; Bueno, Samira. ; Hanashiro, Olaya. ; MARQUES, David ; Cauê Martins ; Astolfi, Roberta. ; Santana, Ana Lídia. . Memória Segurança. 2015; Tema: Memória da política de segurança pública do estado de São Paulo entre 1983 e 2015. (Site).


Demais tipos de produção técnica
1.
Lima, Renato Sérgio. ; MOURA JUNIOR, J. F. ; JANNUZZI, P. ; Bueno, Samira. ; Martins, Cauê ; PINHEIRO, M. ; SOARES, D. ; SOBRAL, I. ; Astolfi, Roberta. ; MARQUES, David ; Hanashiro, Olaya. ; Neme, Cristina. . Medo da violência e o apoio ao autoritarismo no Brasil: índice de propensão ao apoio a posições autoritárias. 2017. (Relatório de pesquisa).

2.
SINHORETTO, J. ; MARQUES, David . Curso de Segurança Pública da Baixada: Os rumos da segurança pública no Brasil. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

3.
Lima, Renato Sérgio. ; Bueno, Samira. ; Hanashiro, Olaya. ; NOGUEIRA, P. O. ; Astolfi, Roberta. ; MARQUES, David ; Martins, Cauê ; Santana, Ana Lídia. . Anuário Brasileiro de Segurança Pública - 9ª edição. São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 2015. (Relatório de pesquisa).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
SINHORETTO, J.; MARQUES, David. Participação em banca de André Sales dos Santos Cedro.Homicídios no Distrito de Santa Luzia ? GO: diretrizes para uma pesquisa de campo. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal de São Carlos.




Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
XIII Semana de Ciências Sociais da UFSCar. Criminalidade e Violência. 2015. (Congresso).

2.
XVII Congresso Brasileiro de Sociologia. Os enfrentamentos militarizados entre PMESP e PCC em 2012: rotina e crise no controle do crime paulista. 2015. (Congresso).

3.
8º Encontro da ANDHEP - Políticas Públicas para a Segurança Pública e Direitos Humanos. A rotina e a crime: o papel dos repertórios de ?guerra? nas relações entre PMESP e PCC. 2014. (Congresso).

4.
36º Encontro Anual da ANPOCS - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais. 2012. (Congresso).

5.
XVIII Congresso de Iniciação Científica da UFSCar. O GRUPO DE TRABALHO PRÓ-CONSTITUINTE E A ASSEMBLEIA CONSTITUINTE DO ESTADO DE SÃO-PAULO 1987-1989. 2010. (Congresso).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Lima, Renato Sérgio. ; Bueno, Samira. ; NOGUEIRA, P. O. ; Hanashiro, Olaya. ; MARQUES, David ; Martins, Cauê ; Neme, Cristina. ; SOBRAL, I. ; SANTOS, M. ; Astolfi, Roberta. . 11º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 2017. (Congresso).

2.
Lima, Renato Sérgio. ; Bueno, Samira. ; NOGUEIRA, P. O. ; Hanashiro, Olaya. ; MARQUES, David ; Martins, Cauê ; SANTOS, M. ; Astolfi, Roberta. ; PRANDI, S. . 10º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 2016. (Congresso).

3.
Lima, Renato Sérgio. ; Bueno, Samira. ; Hanashiro, Olaya. ; Astolfi, Roberta. ; MARQUES, David ; Cauê Martins ; Santana, Ana Lídia. . 9º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 2015. (Congresso).

4.
MARQUES, David. IV Seminário Internacional do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar - Olhares e diálogos sociológicos sobre as mudanças no Brasil e na América Latina. 2013. (Congresso).



Educação e Popularização de C & T



Cursos de curta duração ministrados
1.
SINHORETTO, J. ; MARQUES, David . Curso de Segurança Pública da Baixada: Os rumos da segurança pública no Brasil. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).


Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
MARQUES, David. No Brasil, um carro é roubado a cada minuto. 2016. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

2.
MARQUES, David. Violência: a cada nove minutos uma pessoa é assassinada no Brasil. 2016. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

3.
MARQUES, David. David Marques analisa esquema de segurança dos Jogos Olímpicos. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Lima, Renato Sérgio. ; Bueno, Samira. ; NOGUEIRA, P. O. ; Hanashiro, Olaya. ; MARQUES, David ; Martins, Cauê ; Neme, Cristina. ; SOBRAL, I. ; SANTOS, M. ; Astolfi, Roberta. . 11º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 2017. (Congresso).




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