Júlia Lima Gorges Brandão

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  • Última atualização do currículo em 14/12/2018


Doutoranda do Programa de Pós Graduação em História das Ciências e da Saúde. Mestra em História das Ciências pelo Programa de Pós Graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz/ Fiocruz (2017). Graduada em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2014). Possuo interesse nas áreas de história do Brasil República, história das ciências, história ambiental, história do conservacionismo brasileiro e história da agricultura brasileira. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Júlia Lima Gorges Brandão
Nome em citações bibliográficas
BRANDÃO, Júlia L. G.


Formação acadêmica/titulação


2018
Doutorado em andamento em Programa de Pós Graduação em História das Ciências e da Saúde.
Casa de Oswaldo Cruz/ Fiocruz, COC, Brasil.
Título: Agroecologia, saúde e ambiente: a trajetória da agricultura orgânica na Região Serrana do Estado Rio de Janeiro (1980-2010),
Orientador: Dominichi Miranda de Sá.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2015 - 2017
Mestrado em História das Ciências e da Saúde.
Casa de Oswaldo Cruz/ Fiocruz, COC, Brasil.
Título: Conservacionismo, ciência e turismo: a experiência do Parque Nacional de Itatiaia (1943-1957),Ano de Obtenção: 2017.
Orientador: Dominichi Miranda de Sá.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Parque Nacional de Itatiaia- História; Conservação da natureza brasileira; Wanderbilt Duarte de Barros; Turismo na natureza brasileira.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História Ambiental.
2011 - 2014
Graduação em História.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Título: Os debates sobre a criação de parques nacionais no Brasil na Primeira Conferência Brasileira de Proteção à Natureza - 1934.
Orientador: Luiz Reznik.
2008 - 2010
Ensino Médio (2º grau).
Centro Educacional Maurício Barroso, CEMB, Brasil.




Atuação Profissional



Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - Atual
Vínculo: Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica
Outras informações
Medicina e Ciência na história da agenda ambiental brasileira dos séculos XIX e XX: atores, idéias e instituições. Início: 2012 - Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz.



Projetos de pesquisa


2015 - Atual
Água, saúde e ambiente na história de projetos de desenvolvimento no Brasil do século XX
Descrição: Saúde, ambiente, desenvolvimento e recursos hídricos são temas candentes na atualidade. Estão presentes em conjunto no noticiário diário, agenda política, ação governamental, fóruns científicos, cláusulas de acordos internacionais, e no cotidiano de populações, rurais e urbanas, em todo o mundo. A história recente do Brasil tampouco pode ser compreendida sem a referência a essas temáticas, ainda que a historiografia não tenha se ocupado de modo integrado desses objetos. A equipe deste projeto de pesquisa pretende, exatamente, articulá-los de modo a analisar o seu papel nos projetos políticos e na produção científica brasileira das últimas décadas. A aliança entre Estado e ciência tem sido promovida como motor essencial da modernização do país, mas há tensões constantes entre esses setores em todo o período. Que relações se estabeleceram entre política, conhecimento científico, saúde e recursos naturais no âmbito de projetos desenvolvimentistas realizados no Brasil do século XX? Com vistas a responder a essa questão de pesquisa, o projeto possui quatro linhas de pesquisa: i) a análise dos médicos e cientistas, e de disciplinas emergentes, como protagonistas de grandes projetos desenvolvimentistas do Estado brasileiro, em contextos democráticos e ditatoriais, sobretudo aqueles relacionados à integração do território, ao manejo de recursos hídricos e à expansão de fronteiras agrícolas no Cerrado e na Amazônia; ii) o exame dos impactos ambientais e de saúde de projetos desenvolvimentistas; iii) análise das ações sanitárias como promotoras do desenvolvimento e mitigadoras de seus efeitos, e iv) a compreensão do nascimento de ideias, atores e redes internacionais de pesquisa de cunho conservacionista como contrapartidas a projetos desenvolvimentistas...
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Júlia Lima Gorges Brandão - Integrante / Dominichi Miranda de Sá - Coordenador / Ingrid Casazza - Integrante / Vanessa Pereira - Integrante / Magali Romero Sá - Integrante / Alda Heizer - Integrante / Érika Carvalho - Integrante / André Felipe Cândido da Silva - Integrante / André Vasquez - Integrante / Romulo de Paula Andrade - Integrante / Steven Palmer - Integrante / Nelson Sanjad - Integrante / Jó Klanovicz - Integrante / Claiton Márcio da Silva - Integrante / Sandro Dutra - Integrante / Renato Gama Rosa - Integrante / Simone Cynamon - Integrante / Tamires Saint Martin Fonseca - Integrante.
2013 - Atual
Agricultura e Ecologia no Brasil: desenvolvimentismo e conservacionismo em trajetórias e instituições (1938-1972)
Descrição: Projeto Jovem Cientista do Nosso Estado (2013-2016)/ Faperj. A pesquisa analisa a criação e a remodelação de instituições estatais ocupadas com a formação de quadros profissionais e a produção científica em ecologia agrícola para a racionalização e otimização da agricultura nacional, com ênfase na incorporação de engenheiros agrônomos em postos-chave do Estado brasileiro. Pessoas e instituições atravessaram décadas e diferentes governos, autoritários e democráticos, dos anos 1930 a 1970, sob a égide do desenvolvimentismo. Examinamos a circulação de profissionais e saberes biológicos mobilizados para a implementação de políticas de conhecimento do território e planejamento de ocupação e exploração de áreas de florestas, introdução de espécies, animais e vegetais, e gerência da economia rural em período que se estende da criação do Centro Nacional de Ensino e Pesquisas Agronômicas (1938) à fundação da Embrapa (1972). Nesse período, também é possível acompanhar forte recrudescimento de políticas conservacionistas no âmbito do Ministério da Agricultura. Quais relações e combinações se estabeleceram de modo a tornar possível o tratamento concomitante, por parte do Estado, do meio natural tanto como recurso econômico quanto patrimônio a ser protegido? A pesquisa pretende responder a essa questão e realizar a análise conjugada de ambas as políticas de modo a elucidar ênfases diferenciadas na abordagem dos recursos naturais e explicar as razões pelas quais as vertentes "desenvolvimentista" e "conservacionista" se opuseram e se combinaram em determinados períodos e contextos institucionais específicos..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Júlia Lima Gorges Brandão - Integrante / Dominichi Miranda de Sá - Coordenador / Ingrid Casazza - Integrante / Vanessa Pereira - Integrante / Magali Romero Sá - Integrante / Alda Heizer - Integrante / Julio Schweickard - Integrante / Érika Carvalho - Integrante / Marcos Chor Maio - Integrante / Ricardo Waizbort - Integrante / André Felipe Cândido da Silva - Integrante / André Vasquez - Integrante.
2012 - Atual
Os debates sobre a criação de Parques Nacionais no Brasil (1934-1938)
Descrição: O primeiro parque nacional do Brasil, o Parque Nacional de Itatiaia, foi criado em 1937, durante o governo de Getúlio Vargas, período de concretização de uma série de medidas de proteção à natureza no país. Na década de 1930,médicos, cientistas e intelectuais de diversas áreas, indagavam e difundiam suas ideias relacionadas à necessidade de se pensar a natureza do Brasil como um patrimônio nacional que deveria serprotegido.Este trabalho tem como objetivo analisar os debates acerca da criação de parques nacionais no país. O propósito é acompanhar a circulação das ideias referentes a esta questão nos meios intelectuais, científicos, políticos e sociais. Especial atenção será destinada à análise do processo de construção do Parque Nacional de Itatiaia uma vez que este representa a concretização de ideias defendidas ao menos desde fins do século XIX. O recorte cronológico proposto neste plano de trabalho é 1934-1938. O marco inicial, o ano de 1934, se refere à criação do Código Florestal e a realização da Primeira Conferência Brasileira de Proteção à Natureza, evento que refletiu a mobilização de cientistas e de diversos setores da sociedade preocupados com os problemas ambientais no Brasil e no qual a constituição de parques nacionais e a criação de reservas naturais foram temas amplamente debatidos. O marco final, 1938, abrange a criação e constituição do Parque Nacional de Itatiaia e a realização da Primeira Reunião-Sul Americana de Botânica, congresso realizado por cientistas e no qual foram apresentadas indicações sobre a criação de parques nacionais e outras medidas de proteção à natureza.Identificar os principais atores responsáveis pela criação destes parques, quais eram suas ideias e objetivos e compreender o contexto histórico, político e social em que ocorreu a constituição destas áreas também são propósitos deste trabalho..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Júlia Lima Gorges Brandão - Integrante / Dominichi Miranda de Sá - Coordenador / Ingrid Casazza - Integrante.


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História das Ciências.


Idiomas


Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos aceitos para publicação
1.
BRANDÃO, Júlia L. G.. O conservacionismo em ação: o Parque Nacional de Itatiaia e a administração de Wanderbilt Duarte de Barros(1943-1957). BOLETIM DO PARQUE NACIONAL DE ITATIAIA, 2017.

Apresentações de Trabalho
1.
BRANDÃO, Júlia L. G.. Agroecologia, saúde e ambiente: a trajetória da agricultura orgânica na região serrana do Estado do Rio de Janeiro ( 1980- 2010).. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

2.
BRANDÃO, Júlia L. G.. Agroecologia, saúde e ambiente: a trajetória da agricultura orgânica na região serrana do Estado do Rio de Janeiro. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

3.
BRANDÃO, Júlia L. G.. Turismo e Natureza: A experiência do Parque Nacional de Itatiaia (1943-1957). 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

4.
BRANDÃO, Júlia L. G.. Conservacionismo e Turismo no Parque Nacional de Itatiaia (1943-1957). 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

5.
BRANDÃO, Júlia L. G.. ?Matas primitivas, alturas alucinantes?: O Parque nacional de itatiaia nas páginas dos jornais (1943-1957). 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

6.
BRANDÃO, Júlia L. G.. O conservacionismo em ação: O Parque Nacional de Itatiaia na administração de Wanderbilt Duarte de Barros. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

7.
BRANDÃO, Júlia L. G.. Conservacionismo, turismo e pesquisa científica: experiência do Parque Nacional de Itatiaia na direção de Wanderbilt Duarte de Barros (1943-1957).. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

8.
BRANDÃO, Júlia L. G.. Atores e ideias nos debates sobre a criação de parques nacionais no Brasil (1934-1938). 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

9.
BRANDÃO, Júlia L. G.. Os debates sobre a criação de parques nacionais no Brasil (1934- 1938). 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

10.
BRANDÃO, Júlia L. G.. Os debates sobre a criação de parques nacionais no Brasil (1934- 1938). 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

11.
BRANDÃO, Júlia L. G.. Áreas de Proteção Ambiental? Ideias e políticas na história da criação de parques nacionais no Brasil (1934-1938).. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

12.
BRANDÃO, Júlia L. G.. Os debates sobre a criação de Parques Nacionais no Brasil (1934-1938). 2012. (Apresentação de Trabalho/Outra).



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
3ª Jornada de Pós Graduação em História das Ciências e da Saúde.Conservacionismo, turismo e pesquisa científica: experiência do Parque Nacional de Itatiaia na direção de Wanderbilt Duarte de Barros (1943-1957).. 2015. (Outra).

2.
SNH2015 - XXVIII Simpósio Nacional de História - Anpuh.O conservacionismo em ação: O Parque Nacional de Itatiaia na administração de Wanderbilt Duarte de Barros (1943-1957). 2015. (Simpósio).

3.
XVI Encontro Regional de História da Anpuh - Rio. Saberes e Práticas Científicas.Atores e ideias nos debates sobre a criação de parques nacionais no Brasil (1934-1938). 2014. (Simpósio).

4.
XXII RAIC- Reunião anual de iniciação científica - Fundação Oswaldo Cruz.Os debates sobre a criação de parques nacionais no Brasil (1934- 1938). 2014. (Encontro).

5.
IX Encontro de Pesquisa de Graduação em História - UFRJ.Áreas de Proteção Ambiental? Ideias e políticas na história da criação de parques nacionais no Brasil (1934-1938). 2013. (Encontro).

6.
XXI RAIC- Reunião anual de iniciação científica - Fundação Oswaldo Cruz.Os debates sobre a criação de parques nacionais no Brasil (1934- 1938). 2013. (Encontro).

7.
XX RAIC- Reunião Anual de Iniciação Científica- Fundação Oswaldo Cruz- Fiocruz.Os debates sobre a criação de Parques Nacionais no Brasil (1934-1938). 2012. (Outra).




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