Lira Luz Benites Lazaro

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  • Última atualização do currículo em 11/11/2018


Doutorado no Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais CST-INPE e no Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo-USP-PROLAM. Pós-Doutorado no Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo, IEE-USP e na Faculdade de Saúde Pública, Departamento de Saúde Ambiental da Universidade de São Paulo-USP. Pesquisadora no Núcleo de Pós-Graduação em Administração (NPGA) da Escola de Administração da UFBA, grupo de pesquisa Governança Ambiental Global e Mercado de Carbono. Pertence ao Grupo de Trabalho (GT) Cambio Ambiental Global, Territorio y Políticas Ambientales do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO). Desenvolve pesquisas sobre: As dimensões política e social da mudança climática, respostas dos atores sociais frente à mudança climática, responsabilidade social empresarial, análise de políticas públicas, políticas energéticas, segurança do nexo água-energia-alimentos, governança e os processos participativos. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Lira Luz Benites Lazaro
Nome em citações bibliográficas
BENITES L. L.;LAZARO, B. L.;BENITES, LIRA LUZ LAZARO;Benites-Lazaro, L.L;BENITES-LAZARO, L.L.;LÁZARO, LIRA LUZ BENITES;BENITES-LAZARO, LIRA LUZ


Formação acadêmica/titulação


2013 - 2018
Doutorado em CIÊNCIA DO SISTEMA TERRESTRE.
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, Brasil.
Título: Governance and sustainability of the sugarcane ethanol industry: Climate change and the water-energy-land nexus., Ano de obtenção: 2018.
Orientador: Angelica Giarolla.
Coorientador: Karina Yoshie Martins Kato.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2009 - 2013
Doutorado em Programa em Integração da América Latina.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Título: O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo na América Latina: Contribuição para o Desenvolvimento Sustentável e à Responsabilidade Social Empresarial., Ano de obtenção: 2013.
Orientador: Amaury Patrick Gremaud.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2005 - 2007
Mestrado em Programa em Integração da América Latina.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Título: A PRIVATIZAÇÃO DA TELEFONIA FIXA NA AMÉRICA LATINA E OS COMSUMIDORES: BRASIL E PERU,Ano de Obtenção: 2007.
Orientador: Prof. Dr. Amaury Patrick Gremaud.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: privatização; agencias reguladoras; América Latina.
1994 - 2000
Graduação em Direito e Ciências Sociais.
Universidad Católica Los Ángeles, ULADECH, Peru.


Pós-doutorado


2018
Pós-Doutorado.
Faculdade de Saúde Pública - USP, FSP, Brasil.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil.
Grande área: Outros
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Políticas Públicas.
2018 - 2018
Pós-Doutorado.
Núcleo de Pós-Graduação em Administração, NPGA, Brasil.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Políticas Públicas.
Grande Área: Outros / Área: Ciências Ambientais.
2014 - 2017
Pós-Doutorado.
Instituto de Energia e Ambiente, Universidade de São Paulo, IEE, Brasil.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Grande área: Outros
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Políticas Públicas.


Formação Complementar


2017 - 2017
Data Analysis for Social Scientists. (Carga horária: 144h).
Massachusetts Institute of Technology, MIT, Estados Unidos.
2017 - 2017
Sociedade, Ambiente e Mudança Climática. (Carga horária: 40h).
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2017 - 2017
Indicadores de Sustentabilidade. (Carga horária: 20h).
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, Brasil.
2015 - 2015
Discurso, Retórica e Argumentação. (Carga horária: 120h).
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2004 - 2004
Extensão universitária em EMPREENDEDORISMO E CRIAÇÃO DE NOVOS NEGOCIOS. (Carga horária: 56h).
Fundação Getulio Vargas - SP, FGV-SP, Brasil.
2004 - 2004
Extensão universitária em NEGOCIOS INTERNACIONAIS E COMERCIO EXTERIOR. (Carga horária: 100h).
Fundação Getulio Vargas - SP, FGV-SP, Brasil.
2003 - 2003
Extensão universitária em CONSULTOR EM GESTÃO. (Carga horária: 120h).
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.


Atuação Profissional



Faculdade de Saúde Pública - USP, FSP, Brasil.
Vínculo institucional

2015 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional:

Atividades

10/2017 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Faculdade de Saúde Pública, Departamento de Saúde Ambiental.


Instituto de Energia e Ambiente, Universidade de São Paulo, IEE, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - 2017
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pós-Doutorado

Atividades

10/2014 - 05/2017
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Energia e Ambiente, Universidade de São Paulo, .


Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - 2017
Vínculo: , Enquadramento Funcional:

Atividades

07/2017 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Núcleo de Pós-Graduação em Administração NPGA/UFBA, .


Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, IRI-USP, Brasil.
Vínculo institucional

2011 - 2011
Vínculo: Scholarship, Enquadramento Funcional: Estágio Supervisionado em Docência, Carga horária: 5
Outras informações
Curso de Relações Internacionais. Disciplina FSL0644 - Sociologia do Desenvolvimento Latino-americano


Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, FAU-USP, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - 2012
Vínculo: Scholarship, Enquadramento Funcional: Estágio Supervisionado em Docência, Carga horária: 6
Outras informações
Disciplina junto ao qual é desenvolvida o Programa de Aperfeiçoamento de Ensino: AUT- 221-Arquitetura, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.


Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, IRI-USP, Brasil.
Vínculo institucional

2012 - 2012
Vínculo: Scholarship, Enquadramento Funcional: Estágio Supervisionado em Docência, Carga horária: 5
Outras informações
FLH0702 - História da América Independente. Formação e Relações Internacionais



Linhas de pesquisa


1.
governança e os processos participativos
2.
políticas climáticas e energéticas
3.
mercado de carbono
4.
governança ambiental
5.
energias renováveis
6.
adaptação e vulnerabilidade institucional
7.
segurança do nexo água-energia-alimentos
8.
resiliência e vulnerabilidade
9.
governança urbana


Projetos de pesquisa


2018 - Atual
Conflitos e relações de poder: o nexo água-energia-alimentos na produção do etanol no Estado de São Paulo
Descrição: No contexto das mudanças ambientais globais, a abordagem do nexo água-energia-alimentos está tornando-se cada vez mais importante nos debates internacionais sobre política e governança integrativa de recursos naturais. No entanto, o desafio de alcançar políticas coerentes e tomadas de decisão descentralizadas e integradas é particularmente complexo no contexto do nexo, que considera três setores com diferentes estruturas institucionais operando em diferentes escalas e atores, notadamente, para este estudo, a produção de energia (etanol) e suas interfaces com segurança hídrica e segurança alimentar. Assim, partindo do pressuposto de que há grupos de poder que impõem seus interesses políticos e econômicos, os processos decisórios em torno de cada um dos setores são de caráter eminentemente políticos e têm lugar em arenas de relações de poder desiguais, que obstaculiza uma governança integrativa e a tomada de decisão conjunta. Este projeto visa estudar à luz da ecologia política os conflitos e as relações de poder do nexo água-energia-alimentos relativos aos bicombustíveis no estado de São Paulo. Propõe-se identificar os diferentes discursos dominantes, posturas e narrativas construídas e desconstruídas nos três setores do nexo, e avaliar a respectiva importância para a sustentabilidade, a governança integrativa num enfoque do nexo. Será utilizada a abordagem de pesquisa mista (qualitativa - quantitativa) com o auxílio de softwares especializados em pesquisa documental e textual em grande banco de dados (data mining) e estatística usada em ciências sociais aplicadas (algoritmos de Machine Learning)..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2017 - Atual
Projetos de Energia Eólica e Solar e Cobenefícios para o Desenvolvimento Sustentável do Nordeste Brasileiro: oportunidades e desafios
Descrição: Os projetos de redução de emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), surgidos a partir do Protocolo de Kyoto, devem ter como objetivo, além da redução das emissões de GEE, a promoção do desenvolvimento sustentável. Pesquisa realizada, em países em desenvolvimento, vem apontando limitações destes projetos de gerar cobenefícios em prol do desenvolvimento sustentável. Considerando que o setor de energias renováveis desempenha um papel crítico para a redução das emissões de GEE, o presente projeto de pesquisa tem por objetivo analisar as oportunidades e os desafios para a ampliação dos cobenefícios para o desenvolvimento sustentável dos projetos de energia eólica e solar no Nordeste Brasileiro. O trabalho privilegiará estratégias e técnicas de pesquisa qualitativa, sendo dividido em três fases: pesquisa exploratória para a consolidação de uma base de dados sobre os projetos eólicos e solares na região Nordeste; construção de um framework para analisar os cobenefícios para o desenvolvimento sustentável desses projetos; realização de dez estudos de caso, buscando focar projetos com mais tempo de operação e suspostamente mais cobenefícios gerados. A partir dos resultados encontrados, pretende-se sugerir mecanismos para o enfrentamento dos desafios e aproveitamento das oportunidades para a ampliação dos cobeneficios para o desenvolvimento sustentável dos projetos de energia eólica e solar na região Nordeste..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - 2017
A Participação Social e Conflitos Socioambientais nos Projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo na América Latina
Descrição: Estuda-se a governança e os processos participativos ? atores estatais e não estatais Examina-se a dimensão do poder dos grupos de interesse (stakeholders) com capacidade de decisão. Analisam-se as estratégias político-institucionais utilizadas pelos governos dos países e empresas proponentes de projetos para obter legitimidade e/ou aceitação de seus projetos de MDL, e a solução de conflitos surgidos em torno às atividades dos projetos de MDL em quatro países Latino-Americanos: Brasil, Honduras, México e Peru..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2015 - Atual
BRASIL NA COOPERAÇÃO SUL-SUL: AMERICA DO SUL, AFRICA E BRICS
Descrição: O campo das relações internacionais tem sido marcado, desde seu advento, pela dualidade cooperação versus conflito. A questão de fundo que acompanha essa área de estudo pode ser sintetizada na seguinte pergunta: dadas as condições específicas do ambiente internacional, marcado pela ausência de um Estado e de um governo comum, em que medida os Estados podem cooperar? O interesse deste estudo está voltado especificamente para a posição do Brasil nesse cenário, isto porque há uma lacuna no conhecimento a respeito do crescimento das atividades de cooperação brasileira no exterior, o que tem apontado para a necessidade de maior sistematização e reflexão acerca do tema no país. Diferente daquela cooperação praticada pelos países do Norte, sob a regulamentação da OCDE, existem ainda no Brasil lacunas quanto orientações políticas oficiais acerca dos objetivos, prioridades e critérios de distribuição (temática, geográfica ou temporal) dos recursos para a cooperação para o desenvolvimento internacional.
 Sabe-se que uma característica da cooperação brasileira é a natureza segmentada do quadro institucional. A cooperação brasileira desenvolveu-se ao longo do tempo de forma descentralizada, com mais de uma centena de instituições brasileiras do governo federal, operando e disponibilizando expertise em setores diversos, de acordo com as demandas de países em desenvolvimento. Tendo em vista responder à complexidade temática e territorial deste estudo, o projetos esta concebido a partir de quatro eixos: (1) Contempla estudos sobre relações de cooperação na América do Sul. Visa analisar a inserção da América Latina no contexto das transformações da política internacional pós-1990; (2) Trata das relações de cooperação do Brasil com a África. Propõe estudar diversas políticas da diplomacia brasileira nas últimas décadas sobre a relação do país com aquele continente. (
3) Contempla as relações Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul - BRICS, visando a produzir conhecimentos sobre uma articulação geopolítica de relevância crescent, tendo por foco a educação; 
(4) Contempla o estudo da atuação dos países emergentes em organizações internacionais, especialmente a Organização das Nações Unidas. Propõe pesquisar as negociações, deliberações e agendas da ONU no plano multilateral das temáticas dos direitos humanos e meio ambiente..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (8) / Doutorado: (3) .
Integrantes: Lira Luz Benites Lazaro - Integrante / José celio Andrade - Coordenador / Andrea Cardoso - Integrante / Elsa Sousa Kraychete - Integrante / Maria Teresa Franco - Integrante / Denise Vitale - Integrante / Daniel Aragao - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - Auxílio financeiro.
2015 - Atual
ResNexus - Resiliência e vulnerabilidade quanto ao nexo urbano de alimentos, água, energia e ambiente
Descrição: Descrição: Cooperação internacional em pesquisa envolvendo Brasil (FAPESP), Holanda (NWO) e Reino Unido (ESRC). O provimento de alimentos, água e serviços em áreas urbanas envolve infraestruturas e uma elevada dependência entre estes recursos e com o ambiente, este contexto permite conceituar um Nexo urbano. Este projeto irá investigar como relações de interdependência entre o meio social e o ecológico, associadas ao nexo, interagem com as relações de poder existentes e com o contexto de vulnerabilidade prevalente. O projeto poderá implicar em subsídios para a governança no provimento do nexo, buscando possibilidades de maior resiliência frente a quadros de vulnerabilidade. Assim, ressaltam-se dois temas: ?resiliência´ e ´governança e democracia´. Com foco no acesso de populações pobres à infraestrutura e a fluxos de recursos, ocorrerá o estudo conjunto em três cidades médias no, respectivamente no Leste da África, Brasil e no Leste Europeu. Assim, espera-se promover o engajamento com duas áreas de políticas públicas ?pobreza, iniquidade e vulnerabilidade´ e ´infraestrutura e ambiente construído´. O projeto intenciona a envolver atores sociais por meio de oficinas participativas sobre a construção de visão sobre o tema e intercâmbios entre gestores públicos e representantes de ONG´s. Alocando importância central nas práticas de usuários de recursos e suas (re)conexões com intervenções públicas, o projeto se dirige a prover novas percepções quanto a um aprofundamento da democracia em processo de governança urbana. Para facilitar ampla comunicação dos resultados da pesquisa serão desenvolvidas estratégias de síntese e alternativas de comunicação como resumos executivos, informações em blogs virtuais, hospedagem de arquivos digitais na página de web site do projeto, além de materiais dirigidos à escolas de ensino médio.. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2017
ANÁLISE DOS CO-BENEFÍCIOS DOS PROJETOS DE REDUÇÃO DE EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA NO BRASIL
Descrição: A estipulação do Protocolo de Kyoto (PK) ? acordo internacional multilateral formulado em 1997 e com início de vigência em 2005 ? visa à adoção de estratégias globaispara enfrentamento das mudanças climáticas, o que oportunizou a criação de um novo ativofinanceiro: os créditos de carbono. Essa nova ?moeda? permite que países desenvolvidos(com efetivas metas de redução da sua emissão de gases do efeito estufa) e países emdesenvolvimento (sem metas de redução definidas pelo acordo, entre eles o Brasil, China,Índica, África do Sul) negociem entre si Reduções Certificadas de Emissão (RCEs), resultantede projetos promovidos por estes para auxiliar no cumprimento das metas daqueles. Nestecontexto, surge o chamado Mercado de Carbono.Em geral, os projetos desenvolvidos no âmbito do PK e mediados pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC) integram o que atualmentese denomina de ?mercado regulado de carbono?. São os mecanismos de desenvolvimentolimpo (MDL), que devem atender a um duplo objetivo: redução de emissão de Gases doEfeito Estufa (GEEs) e promoção do desenvolvimento sustentáve l. Os possíveis incrementossociais, ambientais e econômicos trazidos às localidades onde estes projetos sãoimplementados são chamados de ?co-benefícios?, sendo considerados adicionais à redução deGEE. Diversas pesquisas vêm apontando limitações importantes do mercado regulado emtrazer co-benefícios, tendo em vista, especialmente, a não definição, por parte do PK, de quaisos critérios a serem adotados por cada país para categorizar um projeto de MDL como umaestratégia que está promovendo desenvolvimento sustentável.Além do expressivo volume de comercializações de créditos de carbono realizadasneste ambiente institucional, é crescente o movimento de negociações de créditos entreempresas e países que não possuem metas definidas de redução de GEE e estão, portanto, forada abrangência do PK. Atrás de objetivos diversos, esses atores vêm movimentando umnúmero significativo de ativos de carbono, no chamado ?mercado voluntário de carbono ?. Este vem sendo paulatinamente reconhecido como um mercado capaz de gerar co-benefíciosbastante exitosos, guiados por Padrões Internacionais (PI). Aparentemente, isso se deve aofato de que, muitas empresas adotam projetos voluntários de carbono para não apenas reduzirsuas emissões, adequando-se às exigências mundiais, mas também para promover ações deresponsabilidade socioambiental. Com isso, os PI adotam regras rigorosas para poderassegurar aos compradores de créditos que os projetos por eles financiados efetivamente irãotrazer benefícios verificáveis às comunidades impactadas, gerando com isso uma boa imagemcorporativa para compradores e vendedores de créditos.Adicionalmente às estratégias de mercado, em estratégias ligadas ou não a ele, algunspaíses têm lançado mão de Ações de Mitigação Nacionalmente Apropriadas (NAMAs, nasigla em inglês), as quais se constituem em um conjunto de políticas e ações que traduzem umcompromisso do país em reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O Brasil, em especial,registrou seu projeto de NAMAs durante a Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticasem Copenhague, em 2009, ao definir de forma voluntária e ambiciosa suas metas de reduçõesde emissões de GEE. Tal projeto foi convertido em lei nacional, a Política Nacional sobreMudança do Clima (Lei n. 12.187/2009), cujo objetivo se pretende alcançar com medidasgerais de adaptação e/ou mitigação e, em especial, na diminuição do desmatamento naAmazônia brasileira e outros biomas. Nesta perspectiva, destacam-se projetos desenvolvidos no país que objetivam a recuperação de áreas florestais degradadas e a redução de emissões deGEEs por desmatamento, através de incentivos do mercado de carbono..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2017
Co-benefícios em prol do Desenvolvimento Sustentável de Projetos de Redução de Gases do Efeito Estufa (GEE) no Brasil
Descrição: O presente projeto pretende contribuir para o desenvolvimento de novas técnicas, métodos e procedimentos que colaborem de maneira eficiente e eficaz para a mitigação e adaptação às mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável no Brasil, principalmente na região semiárida do Estado da Bahia. Para tal, este projeto tem como objetivo geral analisar os co-benefícios para o desenvolvimento sustentável dos projetos de redução de GEE que vem sendo desenvolvidos para enfrentamento das mudanças climáticas no Brasil. Isto é, os outros possíveis benefícios para o desenvolvimento sustentável gerados por esses projetos, para além da redução da emissão de GEE para a atmosfera, tais como: criação de empregos, promoção de energias renováveis, mitigação da pobreza, etc. O caráter abrangente do tema e as múltiplas possibilidades de investigação permitem o desdobramento do objetivo geral nos seguintes objetivos específicos: 1) Conhecer quais os projetos de redução de GEE que vem sendo desenvolvido no Brasil, e mais especificamente na região semiárida da Bahia, no mercado de créditos de carbono e em atividades de tecnologias sociais e demais tecnologias ainda não incluídas neste mercado; 2) Identificar quem são os principais atores do Brasil direta ou indiretamente envolvidos no desenvolvimento de políticas, projetos e tecnologias de redução de GEE para enfrentamento às mudanças climáticas; 3) Evidenciar o perfil dos projetos de redução de GEE desenvolvidos no mercado de carbono no Brasil (tipologia, volume de GEE reduzido, instrumentos de comercialização, co-benefícios sociais, ambientais e econômicos para o desenvolvimento sustentável, tecnologias ambientais empregadas, etc.); 4) Evidenciar o perfil dos projetos de redução de GEE que utilizam tecnologias sociais e tecnologias ambientais implantadas no Brasil, porém ainda não incluídas no mercado de carbono e que possuam potencial de viabilidade econômica para seu desenvolvimento; 5) Evidenciar os processos de transferência..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (3) .
Integrantes: Lira Luz Benites Lazaro - Integrante / José celio Andrade - Coordenador / Andrea Cardoso - Integrante / Danielle Paiva - Integrante / Guineverre Alvarez - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.


Membro de corpo editorial


2018 - Atual
Periódico: AMBIENTE E SOCIEDADE (CAMPINAS)


Revisor de periódico


2017 - Atual
Periódico: El Periplo Sustentable
2014 - Atual
Periódico: Extensão Rural (Santa Maria)
2017 - Atual
Periódico: Revista de Estudos e Pesquisas Sobre as Américas
2017 - Atual
Periódico: Sustainability Accounting, Management and Policy Journal
2017 - Atual
Periódico: REVISTA COLOMBIANA DE SOCIOLOGÍA
2017 - Atual
Periódico: Brazilian Journal of Latin America Studies
2018 - Atual
Periódico: Energy Research & Social Science
2018 - Atual
Periódico: COMPUTER STANDARDS & INTERFACES
2018 - Atual
Periódico: JOURNAL OF ENVIRONMENTAL MANAGEMENT


Áreas de atuação


1.
Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais / Subárea: Meio ambiente e sustentabilidade.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Política Internacional/Especialidade: Organizações Internacionais.
3.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Administração de Empresas.
4.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Políticas Públicas.


Idiomas


Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.


Prêmios e títulos


2014
Prêmio Excelência na Produção Científica e reconhecimento ao Progresso da Sustentabilidade., Congresso Nacional Excelência em Gestão.
2012
Menção Honrosa, ENGEMA - Encontro Nacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente..


Produções



Produção bibliográfica
Citações

SCOPUS
Total de trabalhos:3
Total de citações:7
Benites-Lazaro, L.L  Data: 14/07/2018

Outras
Total de trabalhos:10
Total de citações:59
Benites-Lazaro, L.L  Data: 14/07/2018

Artigos completos publicados em periódicos

1.
BENITES-LAZARO, L.L.2019BENITES-LAZARO, L.L.; MELLO-THÉRY, N.A. . Empowering communities? Local stakeholders? participation in the Clean Development Mechanism in Latin America. WORLD DEVELOPMENT, v. 114, p. 254-266, 2019.

2.
BENITES-LAZARO, L.L.2018BENITES-LAZARO, L.L.; GREMAUD, P.A. ; BENITES, L.A. . Business responsibility regarding climate change in Latin America: An empirical analysis from Clean Development Mechanism (CDM) project developers. THE EXTRACTIVE INDUSTRIES AND SOCIETY, v. 5, p. 297-306, 2018.

3.
BENITES-LAZARO, L.L.2018BENITES-LAZARO, L.L.; GIATTI, L. ; GIAROLLA ; GIAROLLA, A. . Sustainability and governance of sugarcane ethanol companies in Brazil: Topic modeling analysis of CSR reporting. JOURNAL OF CLEANER PRODUCTION, v. 197, p. 583-591, 2018.

4.
BENITES-LAZARO, LIRA LUZ2018BENITES-LAZARO, LIRA LUZ; MELLO-THÉRY, NELI APARECIDA ; FELIPE SIMÕES, ANDRÉ ; GNACCARINI, ISABEL . Governança e desenvolvimento sustentável: a participação dos stakeholders locais nos projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo no Brasil. CUADERNOS DE GEOGRAFÌA, v. 27, p. 227-241, 2018.

5.
BENITES-LAZARO, L.L.2018BENITES-LAZARO, L.L.; GIATTI, L. ; GIAROLLA, A. . Topic modeling method for analyzing social actor discourses on climate change- energy and food security. Energy Research & Social Science, v. 45, p. 318-330, 2018.

6.
BENITES L. L.2017BENITES L. L.; GREMAUD, A. . Contribuição para o Desenvolvimento Sustentável dos Projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo na América Latina. Organizações & Sociedade (Online), v. 24, p. 53-72, 2017.

7.
BENITES-LAZARO, L.L.2017BENITES-LAZARO, L.L.; MELLO-THÉRY, N.A. . CSR as a legitimatizing tool in carbon market: Evidence from Latin America?s Clean Development Mechanism. JOURNAL OF CLEANER PRODUCTION, v. 149, p. 218-226, 2017.

8.
BENITES-LAZARO, L.L.2017BENITES-LAZARO, L.L.; MELLO-THÉRY, N.A. ; LAHSEN, M. . Business Storytelling about Energy and Climate Change: the Case of Brazil's Ethanol.. Energy Research & Social Science, v. 31, p. 77-85, 2017.

9.
BENITES L. L.2016BENITES L. L.; GREMAUD, A. . A RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE NA AMÉRICA LATINA: BRASIL E MÉXICO.. Revista de Administração da UFSM, v. v. 9, p. 138-155, 2016.

10.
BENITES L. L.2015BENITES L. L.. A participação da América Latina no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo.. Sustentabilidades, v. 11, p. 20-40, 2015.

11.
BENITES L. L.2013BENITES L. L.; POLO, E. F. . A sustentabilidade como ferramenta estratégica empresarial: governança corporativa e aplicação do Triple Bottom Line na Masisa. Revista de Administração da UFSM, v. 6, p. 195-210, 2013.

12.
LÁZARO, LIRA LUZ BENITES2010LÁZARO, LIRA LUZ BENITES. A PROTEÃ?Ã?O DO MEIO AMBIENTE NO PERU E O CAPÃ?TULO DOS INVESTIMENTOS NO ACORDO DE LIVRE COMÃ?RCIO COM OS ESTADOS UNIDOS DA AMÃ?RICA. Cadernos PROLAM/USP (Online), v. 9, p. 158-170, 2010.

Capítulos de livros publicados
1.
BENITES L. L.. El cambio climático en América Latina: Proyectos de cooperación regional para una economía de bajo carbono. In: Virginia ETGES; Silvio AREND. (Org.). CEPAL: LEITURAS SOBRE O DESENVOLVIMENTO LATINOA-AMERICANO. 1ed.Santa Cruz do Sul: Helga Haas, 2012, v. , p. 254-269.

2.
Heidy Rodriguez Ramos ; BENITES L. L. . América do Sul e os novos desafios da integração. In: Heidy Rodriguez Ramos e Luís Alexandre Carta Winter. (Org.). IBERO-AMÉRICA: Os Desafios da Integração da América Latina e sau Inserção no Sisitema Interbacional. 1ed.Curitiba: Juruá Editora, 2006, v. 1, p. 1-173.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
BENITES L. L.; ANDRADE, J. C. ; GOES, F. . As iniciativas de Responsabilidade Social Empresarial na América Latina.. In: X Congresso Nacional de Excelência em Gestão, 2014, Rio de Janeiro. Gestão e Design de Produtos e Serviços para a Sustentabilidade, 2014.

2.
BENITES L. L.; GREMAUD, A. . OS CO-BENEFÍCIOS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DOS PROJETOS DE REDUÇÃO DE EMISSÃO DE GASES DE EFEITO ESTUFA NO BRASIL. In: XVI ENGEMA - Inovação e sustentabilidade: um desafio para enfrentar as mudanças climáticas e seus impactos planetários, 2014, São Paulo. Inovação e sustentabilidade: um desafio para enfrentar as mudanças climáticas e seus impactos planetários, 2014.

3.
BENITES L. L.; GREMAUD, A. . A institucionalidade ambiental na América Latina: a Autoridade Nacional Designada para o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. In: Estudios del Desarrollo. Nuevas rutas hacia el bienestar social, económico y medioambiental, 2013, Santiago, Chile. Desarrollo y Bienestar. Santiago, 2013.

4.
BENITES L. L.. O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo na América Latina e sua Contribuição para o Desenvolvimento Sustentável. In: I CONGRESO INTERAMERICANO DE CAMBIO CLIMÁTICO ?Desafíos y perspectivas para el nuevo siglo, 2013, Viña del Mar. CAMBIO CLIMÁTICO:Desafíos y perspectivas para el nuevo siglo, 2013.

5.
BENITES L. L.; BOGO, J. . Mecanismo de Desenvolvimento Limpo no Brasil e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. In: I CONGRESO INTERAMERICANO DE CAMBIO CLIMÁTICO ?Desafíos y perspectivas para el nuevo siglo, 2013, Viña del Mar. CAMBIO CLIMÁTICO:Desafíos y perspectivas para el nuevo siglo, 2013.

6.
ARANTES, D. ; BENITES L. L. ; MEDINA, D. ; ALENCAR, B. . Educação para o desenvolvimento sustentável: análise dos projetos pedagógicos da Universidade Estadual de Goiás no Brasil. In: III CONGRESO INTERNACIONAL -X SIMPOSIO- DE AMÉRICA LATINA Y EL CARIBE, 2012, Buenos Aires. La región frente a los desafíos que generan las crisis y paradigmas emergentes en el sistema internacional y regional. Análisis históricos, económicos y sociopolíticos, 2012.

7.
BENITES L. L.; GREMAUD, A. . Las prácticas ambientales en las empresas brasileñas y su contribución para el desarrollo sostenible. In: I Conferencia Internacional ? ?Alternativas de Desarrollo Sostenible: Cómo cambiar el paradigma social con énfasis en la centralidad del ser humano y la naturales, 2012, Quito. Alternativas de Desarrollo Sostenible, 2012.

8.
BENITES L. L.; POLO, E. F. . A sustentabilidade como ferramenta estratégica empresarial: a governança corporativa e aplicação do Triple Bottom Line na Masisa. In: XIV Encontro Nacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente ? ENGEMA., 2012, São Paulo. Gestão Empresarial Sustentável: uma perspectiva internacional Pós-Rio+20, 2012.

9.
BENITES L. L.. O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e sua contribuição para o Desenvolvimento Sustentável no Peru. In: XIV Encontro Nacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente ? ENGEMA, 2012, São Paulo. Gestão Empresarial Sustentável: uma perspectiva internacional Pós-Rio+20, 2012.

10.
BENITES L. L.; ARRUDA, M. P. . O mecanismo REDD para a conservação da floresta amazônica e a proteção dos direitos dos povos indígenas no Brasil e Peru. In: V ENCONTRO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA EM AMBIENTE E SOCIEDADE - ANPPAS, 2010, Florianópolis. V ENCONTRO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA EM AMBIENTE E SOCIEDADE, 2010.

11.
ARANTES, D. ; BENITES L. L. . Promoción de la responsabilidad social y ambiental en el grupo empresarial familiar - José Alves. In: II CONGRESO INTERNACIONAL Y IX SIMPOSIO DE AMERICA LATINA Y EL CARIBE. CEINLADI, 2010, Buenos Aires. Los Bicentenarios ante la coyuntura regional y global. Realidades y controvérsias desde el análisis histórico, económico y sociopolítico, 2010.

12.
BENITES L. L.. La inserción al mercado de carbono de las pequeñas y medias empresas: El caso del sector cerámica brasileña. In: II CONGRESO INTERNACIONAL Y IX SIMPOSIO DE AMERICA LATINA Y EL CARIBE, 2010, Buenos Aires. Los Bicentenarios ante la coyuntura regional y global. Realidades y controvérsias desde el análisis histórico, económico y sociopolítico, 2010.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
BENITES L. L.. La responsabilidad social y ambiental empresarial: Solución para los conflictos sociales en el Perú. In: Conference Resource Wealth and Regional Transformations in Latin America and the, 2012, Amsterdam. Resource Wealth and Regional Transformations in Latin America and the, 2012.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
Benites-Lazaro, L.L; FALLEIRO, A. ; ZOPELARI, A. ; ANDRADE, C. ; MELLO-THERY, N. A. . THE RENEWABLE ENERGIES IN THE CARBON MARKET IN LATIN AMERICA. In: 22nd International Sustainable Development Research Society Conference, School of Science and Technology, 2016, Lisbon, Portugal. Sustainable Development Research Society Conference, 2016.

2.
BENITES L. L.. A mudança climática para os negócios: respostas e motivações para ações de adaptação do setor empresarial no Brasil. In: Third International Climate Change Adaptation Conference, Adaptation Futures, 2014, 2014, Fortaleza. Adaptation Futures, 2014.

3.
BENITES L. L.; STRONZAKE, J. ; URQUIDI, V. ; LOURENCO, S. C. . El cambio climático y la agricultura familiar: análisis de la capacidad institucional de los municipios de Paranacity e Itaguajé - Paraná, Brasil. In: Third International Climate Change Adaptation Conference, 2014, Fortaleza. Adaptation Futures, 2014.

Apresentações de Trabalho
1.
BENITES-LAZARO, L.L.; MELLO-THERY, N. A. ; ANDRADE, J. C. . Institutional Dimensions for Sustainable Development: The Designated National Authority in Brazil and Mexico. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
BENITES L. L.; MELO-THERY, N. A. . Governança e participação social em projetos de carbono florestal no Brasil e Peru.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

3.
BENITES L. L.. A Participação Social no Âmbito do Protocolo de Kyoto. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
BENITES L. L.. Desastres Naturais e Vulnerabilidade: O caso do município de Petrópolis ? Rio de Janeiro. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

5.
BENITES L. L.; GREMAUD, A. . Contribuição do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo para a Responsabilidade Social Empresarial. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

6.
BENITES L. L.; GREMAUD, A. . Las prácticas ambientales en las empresas brasileñas y su contribución para el desarrollo sostenible. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

7.
ARANTES, D. ; BENITES L. L. ; ALENCAR, B. ; MEDINA, D. . Educação para o desenvolvimento sustentável: análise dos projetos pedagógicos da Universidade Estadual de Goiás no Brasil. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

8.
BENITES L. L.; GREMAUD, A. . La responsabilidad social y ambiental empresarial: Solución para los conflictos sociales en el Perú?. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

9.
BENITES L. L.; VITO, G. . IX Congresso Nacional de Meio em Poços de Caldas. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

10.
BENITES L. L.. El papel de las empresas frente al cambio climático: caso de las pequeñas y medianas empresas brasileñas. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

11.
BENITES L. L.. A Responsabilidade Ambiental Empresarial como Ferramenta Estratégica para Orientar o Crescimento dos Negócios de Maneira Sustentável. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

12.
MEDINA, D. ; ALENCAR, B. ; ARANTES, D. ; BENITES L. L. . SUSTENTABILIDADE URBANA: ECONOMIA, ACESSIBILIDADE E MEIO AMBIENTE: A Cadeia Agroindustrial da Soja no Estado de Goiás: Uma Análise Mercadológica e Ambiental. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

13.
RAMOS, D. P. ; BENITES L. L. . Políticas públicas para mitigação e adaptação às mudanças climáticas: Financiando a transição para uma economia de baixo carbono. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

14.
BENITES L. L.; LOURENCO, S. C. . Análise sobre a aplicabilidade das políticas públicas sobre os impactos ambientais do projeto do corredor interoceânico aplicado à fronteira Peru ? Brasil. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

15.
BENITES L. L.. La Simbología y la Visión Medioambiental en la Cultura Incaica. 2009. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
André Simões; BENITES-LAZARO, L.L.; DIAS, S. G.. Participação em banca de Eduardo Jonan Cervantes Lozornio. Impactos socioambientais associados à implementação de parques eólicos no Istmo de Tehuantepec, em Oaxaca, no Mexico.. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade) - Escola de Artes, Ciências e Humanidades.





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